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RACIOCÍNIO LÓGICO QUANTITATIVO P RECEITA FEDERAL

TEORIA E EXERCÍCIOS COMENTADOS


P A L A

AULA 18 – BATERIA DE QUESTÕES RECENTES

SUMÁRIO PÁGINA
1. Resolução de exercícios 02
2. Questões apresentadas na aula 70
3. Gabarito 97

Olá!
Estamos caminhando para o final deste curso. Nesta aula
trabalharemos uma bateria formada pelas questões dos concursos mais
recentes da ESAF (muitas das quais vimos espalhadas ao longo do curso),
como os últimos concursos da Receita Federal e os recentíssimos
concursos da ANAC (Março/2016) e FUNAI (Agosto/2016). Incluí ainda
questões de outros concursos fiscais recentíssimos, como o ISS/Teresina
e ICMS/Maranhão, cujas provas foram em Agosto e Setembro/2016.
Embora tenham sido aplicadas pela banca FCC, as questões te permitirão
um treino em alto nível, próximo do que podemos esperar para a próxima
prova da Receita Federal!
ATENÇÃO: gravei em vídeo a resolução das questões da
prova de Auditor RFB 2014 e da FUNAI 2016, ok? É mais um
material à sua disposição!
Tenha uma boa aula, e lembre-se de me procurar sempre que tiver
alguma dúvida.

P A L
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1. RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS

1. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) Se é verdade que alguns adultos


são felizes e que nenhum aluno de matemática é feliz, então é
necessariamente verdade que:

a) algum adulto é aluno de matemática.

b) nenhum adulto é aluno de matemática.

c) algum adulto não é aluno de matemática.

d) algum aluno de matemática é adulto.

e) nenhum aluno de matemática é adulto.


RESOLUÇÃO:
Podemos montar o seguinte diagrama, no qual marquei com 1 e 2
duas áreas que devemos avaliar:

Como alguns adultos são felizes, certamente existem elementos na


região 1. E como nenhum aluno de matemática é feliz, então os conjuntos
“felizes” e “matemática” não possuem intersecção. Avaliando as
alternativas:

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a) algum adulto é aluno de matemática.  ERRADO. Não temos


elementos para afirmar que a região 2 possui elementos.
b) nenhum adulto é aluno de matemática.  ERRADO. Também não
temos elementos para afirmar que a região 2 é vazia.

c) algum adulto não é aluno de matemática.  CORRETO. Os adultos que


são felizes estão na região 1, e assim automaticamente não fazem parte
do conjunto dos alunos de matemática.

d) algum aluno de matemática é adulto.  ERRADO. Não temos


informações para afirmar que existe algum elemento na região 2.

e) nenhum aluno de matemática é adulto.  ERRADO. Não temos


informações para afirmar que a região 2 está vazia.
Resposta: C

2. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) Um polígono regular possui 48


diagonais que não passam pelo seu centro. A partir desta informação,
pode-se concluir que o número de lados desse polígono é igual a:

a) 12

b) 36

c) 24

d) 48

e) 22
RESOLUÇÃO:
Um polígono com “n” lados possui n x (n – 3) / 2 diagonais. Repare
ainda que cada um dos “n” vértices é ligado a outro vértice
diametralmente oposto, isto é, através de uma diagonal que passa pelo
centro do polígono. Como não não devemos contar duas vezes essas
diagonais, elas totalizam n/2.

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Portanto,
Total de diagonais – diagonais que passam pelo centro = 48
n x (n – 3)/2 – n/2 = 48

Resolvendo essa equação de segundo grau, você obtém n = 12


lados.

De fato um polígono com 12 lados possui:


12 x (12 – 3) / 2 = 54 diagonais

Como temos 12 vértices, teremos ao todo 12 / 2 = 6 diagonais que


passam pelo centro, sobrando 54 – 6 = 48 diagonais que não passam
pelo centro.

Portanto, o polígono deve ter 12 vértices e, portanto, 12 lados.


Resposta: A

3. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) Ana está realizando um teste e


precisa resolver uma questão de raciocínio lógico. No enunciado da
questão, é afirmado que: “todo X1 é Y. Todo X2, se não for X3, ou é X1
ou é X4. Após, sem sucesso, tentar encontrar a alternativa correta, ela
escuta alguém, acertadamente, afirmar que: não há X3 e não há X4 que
não seja Y. A partir disso, Ana conclui, corretamente, que:

a) todo Y é X2.

b) todo Y é X3 ou X4.

c) algum X3 é X4.

d) algum X1 é X3.

e) todo X2 é Y.
RESOLUÇÃO:

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Podemos montar um diagrama a partir das informações:


- todo X1 é Y:

- não há X3 e não há X4 que não seja Y:

- todo X2, se não for X3, ou é X1 ou é X4:

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A partir deste último diagrama, vemos que a única informação


absolutamente correta é:
e) todo X2 é Y.
Resposta: E

4. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014 – adaptada) Duas estudantes de


química, Sara e Renata, estão trabalhando com uma mistura de amônia e
água. Renata está trabalhando com a mistura de amônia e água, na
proporção de 5:9, ou seja: 5 partes de amônia para 9 partes de água.
Sabe-se que Sara está trabalhando com a mistura de amônia e água na
proporção de 8:7, ou seja: 8 partes de amônia para 7 partes de água.
Desse modo, para se obter uma mistura de amônia e água na proporção
de 1:1, as misturas de Sara e Renata devem ser misturadas,
respectivamente, na proporção:

a) 8:15

b) 7:35

c) 30:7

d) 35:7

e) 32:5
RESOLUÇÃO:
Esta questão foi anulada pela ESAF por um pequeno erro de
ortografia. Corrigi esse erro para podermos trabalhar a questão
tranquilamente, ok?
Em cada 14 partes (litros, metros cúbicos etc) da mistura de
Renata, temos 5 partes de Amônia e 9 de Água. E em cada 15 partes da
mistura de Sara, temos 8 partes de Amônia e 7 de Água.
Vamos unir “R” litros da mistura de Renata com “S” litros da
mistura de Sara. Na mistura final queremos ter a proporção 1:1, ou seja,
a mesma quantidade de água e de amônia. Isto é,

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Quantidade de Amônia = Quantidade de Água


Amônia de Renata + Amônia de Sara = Água de Renata + Água de Sara
R x 5/14 + S x 8/15 = R x 9/14 + S x 7/15

Dividindo todos os termos desta proporção por R, ficamos com:


5/14 + (S/R) x 8/15 = 9/14 + (S/R) x 7/15
(S/R) x (8/15 – 7/15) = 9/14 – 5/14
(S/R) x (1/15) = 4/14
S/R = 30/7
Resposta: C

5. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) Considere a função bijetora f, de


R em R definida por f (x) = ( x² - 1), se x ≥ 0 e f (x) = (x - 1), se x < 0,
em que R é o conjunto de números reais. Então os valores da função
inversa de f, quando x = -8 e x = 8 são, respectivamente, iguais a:

a) -7 ; 3

b) -7 ; -3

c) 1/9; 1/63

d) -1/9; -1/63

e) -63 ; 9
RESOLUÇÃO:
Sendo f-1(x) a função inversa, podemos obter suas expressões
assim:
f (x) = ( x² - 1)
x = (f-1(x))² - 1
f-1(x) = (x + 1)1/2
(para x ≥ 0)

f (x) = (x - 1)

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7. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) A matriz quadrada A, definida


genericamente por A = aij, é dada por a11 = 0; a12 = - 4; a13 = 2; a21 = x;
a22 = 0; a23 = (1 - z); a31 = y; a32 = 2z e, por último, a33 = 0. Desse
modo, para que a matriz A seja uma matriz antissimétrica, os valores de
a21, a23, a31 e a33 deverão ser, respectivamente, iguais a:

a) 4; -2; -2; -2.

b) 4; -2; 2; -2.

c) 4; 2; -2; -2.

d) -4; -2; 2; -2.

e) -4; -2; -2; -2.


RESOLUÇÃO:
Desenhando a matriz do enunciado:
 0 4 2 
 x 0 1 z
 
 y 2 z 0 

Se essa matriz é antissimétrica, então:


x = -(-4) = 4
y = -2
2z = -(1-z)  z = -1

Portanto, ficamos com a matriz:


 0 4 2 
 4 0 2
 
 2 2 0 

Resposta: C

ATENÇÃO, pois a questão abaixo foi ANULADA. Deixo-a apenas para o seu
conhecimento. Ela foi anulada por cobrar Geometria Analítica, tema que
extrapolou a ideia de “Geometria Básica” presente no edital.

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8. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) Considere a reta R1 dada pela


equação 3y = -4x e a circunferência C1, dada pela equação x² + y² + 5x
– 7y – 1 = 0. A partir disso tem-se que:

a) R1 é tangente à C1 e o centro de C1 é o ponto (-5/2; 7/2).

b) R1 é exterior à C1 e o centro de C1 é o ponto (-5/2; 7/2).

c) R1 é secante à C1 e o centro de C1 é o ponto (5/2;7/2).

d) R1 é secante à C1 e o centro de C1 é o ponto (-5/2; 7/2).

e) R1 é secante à C1 e o centro de C1 é o ponto (5/2;-7/2).


RESOLUÇÃO:
Nos pontos de contato entre a reta e a circunferência, temos os
mesmos valores x e y. Portanto, da equação da reta podemos escrever:
y = -4x/3

Na equação da circunferência:
x² + y² + 5x – 7y – 1 = 0
x² + 16x²/9 + 5x – 7.(-4x/3) – 1 = 0
25x² + 129x – 9 = 0

Repare que o “delta” desta equação é positivo:


delta = 1292 + 4 x 9 x 25

Portanto, obteremos dois valores distintos para x, e dois valores


distintos para y. Isto significa que a reta e a circunferência se cruzam em
2 pontos, demonstrando que a reta é secante em relação à circunferência.
Isso nos deixa entre 3 alternativas.
A equação da circunferência de centro em (xc, yc) e raio R é:
(x – xc)2 + (y – yc)2 = R2

A equação x² + y² + 5x – 7y – 1 = 0 pode ser reescrita como:

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x² + 5x + y² – 7y – 1 = 0
x² + 2.5x/2 + y² – 2.7y/2 – 1 = 0
x² + 2.5x/2 + (5/2)2 + y² – 2.7y/2 + (7/2)2 – 1 – (5/2)2 – (7/2)2 = 0
x² + 2.5x/2 + (5/2)2 + y² – 2.7y/2 + (7/2)2 – 1 – (5/2)2 – (7/2)2 = 0
(x + 5/2)2 + (y – 7/2)2 = 1 + (5/2)2 + (7/2)2

Comparando esta equação com (x – xc)2 + (y – yc)2 = R2, temos


xc = -5/2
yc = 7/2
R = 1 + (5/2)2 + (7/2)2

Assim, podemos marcar a alternativa D:


d) R1 é secante à C1 e o centro de C1 é o ponto (-5/2; 7/2).

Resposta: D

9. ESAF – FUNAI – 2016) Em uma cidade, 40% dos adultos são obesos,
45% dos adultos obesos são mulheres e 50% dos adultos não obesos são
mulheres. Indique qual a probabilidade de que uma pessoa adulta da
cidade escolhida ao acaso seja uma mulher.

a) 0,48
b) 0,49
c) 0,50
d) 0,51
e) 0,52
RESOLUÇÃO:
Suponha que a cidade tem 1000 adultos. Como 40% dos adultos
são obesos, podemos dizer que são 400 adultos obesos. Destes 400
adultos obesos, 45% são mulheres, portanto as mulheres adultas obesas
são 45% x 400 = 180, de modo que os homens adultos obesos são os
restantes: 400 – 180 = 220 homens adultos obesos.

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Os adultos não obesos representam 1000 – 400 = 600 pessoas, das


quais 50% são mulheres, ou seja, temos 300 mulheres adultas não
obesas (e sobram 300 homens adultos não obesos).
O total de mulheres que temos na cidade é de 180 (obesas) + 300
(não obesas) = 480 mulheres. Elas representam 480 / 1000 = 48 / 100 =
48% dos adultos, o que dá uma probabilidade de 48% de escolha.
Resposta: A

10. ESAF – FUNAI – 2016) Considerando os dados da questão


anterior, indique qual a proporção de mulheres adultas que são obesas.

a) 5/8
b) 52%
c) 3/8
d) 11/26
e) 45%
RESOLUÇÃO:
O total de mulheres adultas é de 180 + 300 = 480. Deste total, as
obesas são 180. Assim, a proporção que elas representam do total de
mulheres adultas é:
P = 180 / 480 = 18 / 48 = 9 / 24 = 3 / 8
Resposta: C

11. ESAF – FUNAI – 2016) O triângulo I tem base b e altura h. O


triângulo II tem base 25% maior e altura 20% menor que o triângulo I. A
base do triângulo III é 1,25b e a altura é 0,8h. Pode-se afirmar que:

a) a área do triângulo I é maior que a área do triângulo II.


b) a área do triângulo II é menor que a área do triângulo III.
c) os triângulos II e III têm a mesma área que é maior que a área do
triângulo I.
d) os triângulos II e III têm a mesma área que é menor que a área de
triângulo I.

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e) os três triângulos têm a mesma área.


RESOLUÇÃO:
Vamos calcular a área de cada triângulo:
Área I = base x altura / 2 = b x h / 2

Área II = base x altura / 2 =


Área II = (1+25%)b x (1 – 20%)h / 2 =
Área II =1,25b x 0,80h / 2 = b x h / 2

Área III = base x altura / 2 = 1,25b x 0,8h / 2 = b x h / 2

Repare que, de fato, os triângulos têm a mesma área.


Resposta: E

12. ESAF – FUNAI – 2016) Considere as quatro letras A, C, G e T


formando pares de letras nos quais A só forma par com T e C só forma
par com G. Indique quantas sequências distintas de três pares ordenados
de letras e com repetição podem ser formadas.

a) 4
b) 8
c) 16
d) 32
e) 64
RESOLUÇÃO:
Veja que podemos ter os seguintes pares:
AT
CG
TA
GC

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São 4 pares ao todo. Veja que a ordem importa, pois formaremos


sequências de letras. Queremos formar uma sequência com 3 pares:
Par1, Par2, Par3

Para cada par temos 4 possibilidades, o que nos dá um total de:


4x4x4 = 64 possibilidades
Resposta: E

13. ESAF – FUNAI – 2016) O limite da série infinita S de razão 1/3, S


= 9 + 3 + 1 + 1/3 + 1/9 + … é:

a) 13,444….
b) 13,5
c) 13,666….
d) 13,8
e) 14
RESOLUÇÃO:
Temos uma progressão geométrica (PG) de termo inicial a1 = 9 e
razão q = 1/3, afinal de um termo para o outro vamos sempre dividindo
por 3. A soma desta PG infinita é dada por:
S = a1 / (1 – q) = 9 / (1 – 1/3) = 9 / (2/3) = 9 x 3/2 = 27 / 2 = 13,5.
Resposta: B

14. ESAF – FUNAI – 2016) Sejam as proposições p e q onde p implica


logicamente q e sejam as negações ~p e ~q. Tem-se que:

a) p é equivalente logicamente a q.
b) p implica logicamente q e q implica p.
c) p implica logicamente q e ~p implica ~q.
d) p e ~q é uma contradição.
e) p ou ~q é uma tautologia.
RESOLUÇÃO:

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Sabemos que p implica logicamente q, ou seja, sabemos que a


condicional p–>q é VERDADEIRA. Isto indica que o caso V–>F NÃO
EXISTE, pois nele o enunciado não seria atendido.
Tendo isto em mente, podemos avaliar cada alternativa de
resposta. Veja que p e ~q (da alternativa D) é a negação da condicional
p–>q. Como a condicional p–>q é sempre verdadeira (por exigência do
enunciado, que removeu o único caso onde ela poderia ser falsa), então a
sua negação p e ~q será sempre falsa, pois deve ter valor lógico oposto
ao da proposição original. Assim, p e ~q é uma contradição.
Resposta: D

15. ESAF – FUNAI – 2016) Sejam as proposições p e q onde p


implica logicamente q. Diz-se de maneira equivalente que:

a) p é condição suficiente para q.


b) q é condição suficiente para p.
c) p é condição necessária para q.
d) p é condição necessária e suficiente para q.
e) q não é condição necessária para p.
RESOLUÇÃO:
O enunciado nos diz que temos a condicional p–>q. Nesta
condicional, sabemos que p é suficiente para q, e sabemos que q é
necessário para p. Isso nos permite marcar diretamente a alternativa A.
Resposta: A

16. ESAF – FUNAI – 2016) Seja NE a abreviatura de Nordeste. A


negação de “O Piauí faz parte do NE ou o Paraná não faz parte do NE” é:

a) o Piauí não faz parte do NE.


b) o Paraná faz parte do NE.
c) o Piauí não faz parte do NE ou o Paraná faz parte do NE.
d) o Piauí não faz parte do NE e o Paraná faz parte do NE.
e) o Piauí e o Paraná fazem parte do NE

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RESOLUÇÃO:
No enunciado temos a disjunção P ou Q, onde:
P = o Piauí faz parte do NE
Q = o Paraná não faz parte do NE.

A negação de “P ou Q” é dada pela conjunção “~P e ~Q”, onde:


~P = o Piauí NÃO faz parte do NE
~Q = o Paraná FAZ parte do NE.

Portanto, a negação buscada é:


o Piauí NÃO faz parte do NE e o Paraná FAZ parte do NE.
Resposta: D

17. ESAF – FUNAI – 2016) Seja a proposição: “Se um elemento


possui a propriedade P então ele possui também a propriedade Q”. Para
demonstrar que esta proposição é falsa, basta mostrar que:

a) todo elemento que possui a propriedade Q também possui a


propriedade P.
b) existe um elemento que não possui nem a propriedade P nem a
propriedade Q.
c) existe um elemento que possui a propriedade P, mas não possui a
propriedade Q.
d) existe um elemento que não possui a propriedade P.
e) existe um elemento que possui a propriedade Q, mas não possui a
propriedade P.
RESOLUÇÃO:
Podemos resumir a proposição do enunciado como sendo a
condicional p–>q, onde:
p = ter a propriedade P
q = ter a propriedade Q.

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Para demonstrar que p–>q é falsa precisamos demonstrar que a


sua NEGAÇÃO é verdadeira. Como a negação é p^~q, devemos mostrar
que ela é verdade. Note que:
~q = não ter a propriedade Q
Assim, p^~q pode ser escrita como:
“um elemento possui a propriedade P e NÃO possui a propriedade Q”
Resposta: C

18. ESAF – FUNAI – 2016) Sejam as proposições (p) e (q) onde (p) é
V e (q) é F, sendo V e F as abreviaturas de verdadeiro e falso,
respectivamente. Então com relação às proposições compostas, a
resposta correta é:

a) (p) e (q) são V.


b) Se (p) então (q) é F.
c) (p) ou (q) é F.
d) (p) se e somente se (q) é V.
e) Se (q) então (p) é F.
RESOLUÇÃO:
Vamos avaliar cada alternativa de resposta:
a) a conjunção p^q é FALSA quando uma das proposições é F
b) a condicional p–>q é FALSA quando temos V–>F. Este é o gabarito.
c) a disjunção pvq é VERDADEIRA quando alguma proposição é V
d) a bicondicional p<–>q é FALSA quando as proposições tem valores
lógicos diferentes.
e) a condicional q–>p é VERDADEIRA quando temos F–>V (vale reforçar
que a ÚNICA condicional falsa é V–>F).
Resposta: B

19. ESAF – ANAC – 2016) Sabendo que os valores lógicos das


proposições simples p e q são, respectivamente, a verdade e a falsidade,

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assinale o item que apresenta a proposição composta cujo valor lógico é a


verdade.

a) ~p V q q
b) p V q q
c) p q
d) p q
e) q ^ (p V q)
RESOLUÇÃO:
Sabendo que p é V e q é F, temos:
a) ~p V q q : FvF  F (verdade)
b) p V q q : V v F  F (falso, pois temos VF)
c) p q : V  F (falso)
d) p q : VF (falso)
e) q ^ (p V q) : F^(VvF) (falso, pois temos F^V).
Resposta: A

20. ESAF – ANAC – 2016) A proposição “se o voo está atrasado,


então o aeroporto está fechado para decolagens” é logicamente
equivalente à proposição:

a) o voo está atrasado e o aeroporto está fechado para decolagens.


b) o voo não está atrasado e o aeroporto não está fechado para
decolagens.
c) o voo está atrasado, se e somente se, o aeroporto está fechado para
decolagens.
d) se o voo não está atrasado, então o aeroporto não está fechado para
decolagens.
e) o voo não está atrasado ou o aeroporto está fechado para decolagens.
RESOLUÇÃO:
Temos a condicional pq onde:
p = o voo está atrasado
q = o aeroporto está fechado para decolagens

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Veja que:
~p = o voo não está atrasado
~q = o aeroporto não está fechado para decolagens

Sabemos que pq é equivalente tanto a ~q~p como a ~pvq.


Vamos escrever as duas:
“Se o aeroporto não está fechado para decolagens, então o voo não está
atrasado”
“O voo não está atrasado ou o aeroporto está fechado para decolagens”

Temos esta última na alternativa E, que é o gabarito.


Resposta: E

21. ESAF – ANAC – 2016) Dada a matriz

o determinante da matriz 2A é igual a


a) 40.
b) 10.
c) 18.
d) 16.
e) 36.
RESOLUÇÃO:
O determinante da matriz A é:
d = 2x1x4 + 1x1x3 + 0x1x1 – 3x1x0 – 1x1x4 – 2x1x1
d=8+3+0–0–4–2
d=5

O determinante da matriz 2A é dado por 23 x 5 = 8 x 5 = 40. Veja


que bastava notar que A era uma matriz de 3ª ordem, de modo que ao

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multiplicar essa matriz por um número (2), o seu determinante fica


multiplicado por 2n, onde n é a ordem da matriz.
Resposta: A

22. ESAF – ANAC – 2016) Dado o sistema de equações lineares

a soma dos valores de x e y que solucionam o sistema é igual a


a) 4.
b) 6.
c) 5.
d) 7.
e) 3.
RESOLUÇÃO:
Na primeira equação podemos isolar x, ficando com:
2x = 10 – 3y
x = 5 – 1,5y

Substituindo na segunda equação, temos


3.(5 – 1,5y) + 5y = 17
15 – 4,5y + 5y = 17
0,5y = 2
y=4

Portanto,
x = 5 – 1,5y = 5 – 1,5.4 = 5 – 6 = -1

A soma de x + y é igual a 3.
Resposta: E

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23. ESAF – ANAC – 2016) Sejam f(x) = ax + 7 e g(x) = 3x + 6


funções do primeiro grau. O valor de "a" que faz com que f(2) seja igual a
g(3) é igual a

a) 6.
b) 3.
c) 5.
d) 4.
e) 7.
RESOLUÇÃO:
Veja que:
g(3) = 3.3 + 6 = 15

Assim, f(2) = 15. Substituindo na expressão de f,


f(2) = a.2 + 7
15 = a.2 + 7
8 = a.2
a=4
Resposta: D

24. ESAF – ANAC – 2016) Em uma progressão aritmética, tem-se a2


+ a5 = 40 e a4 + a7 = 64. O valor do 31º termo dessa progressão
aritmética é igual a

a) 180.
b) 185.
c) 182.
d) 175.
e) 178.
RESOLUÇÃO:
Chamando de “a” o termo inicial e de “r” a razão, podemos escrever
todos os termos em função deles, ficando com:
a2 + a5 = 40  a+r + a+4r = 40

P A L
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a4 + a7 = 64  a+3r + a+6r = 64

Temos as equações:
2a + 5r = 40
2a + 9r = 64

Na primeira, temos:
2a = 40 – 5r

Substituindo 2a por 40 – 5r na segunda, temos:


(40 – 5r) + 9r = 64
40 + 4r = 64
4r = 24
r=6

Assim,
2a = 40 – 5r
2a = 40 – 5.6
2a = 10
a=5

Portanto, o termo inicial é 5 e a razão é 6. O 31º termo é:


a31 = a + 30r = 5 + 30x6 = 185
Resposta: B

25. ESAF – ANAC – 2016 – adaptada) Considere que o valor V, em


reais, de uma máquina após x anos de uso é dado pela expressão
V=40000x(0,8)x . Então, é correto afirmar que

a) ao final de dois anos de uso a máquina desvalorizará R$ 14.000,00.


b) ao final de três anos de uso a máquina desvalorizará mais de 50%.
c) ao final de dois anos de uso a máquina valerá R$ 25.600,00.

P A L
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d) ao final do primeiro ano de uso a máquina valerá 90% do valor de


compra.
e) o valor da máquina nova é igual a R$ 32.000,00.
RESOLUÇÃO:
Ao fim de x = 2 anos, o valor da máquina é
V = 40000.0,82 = 40000.0,64 = 25600 reais
Resposta: C

26. ESAF – ANAC – 2016) Uma caixa contém seis bolas brancas e
quatro pretas. Duas bolas serão retiradas dessa caixa, uma a uma e sem
reposição, então a probabilidade de uma ser branca e a outra ser preta é
igual a

a) 4/15.
b) 7/15.
c) 2/15.
d) 8/15.
e) 11/15.
RESOLUÇÃO:
A chance de a primeira ser branca é de 6 em 10, ou 6/10. E a
chance de a segunda ser preta, neste caso, é de 4 em 9, ou 4/9, de modo
que a probabilidade de a primeira ser branca e a segunda ser preta é de:
P = 6/10 x 4/9 = 24/90 = 8/30 = 4/15

De modo análogo, a chance de a primeira ser preta é de 4/10, e da


segunda ser branca é de 6/9 neste caso, ficando:
P = 4/10 x 6/9 = 4/15

Somando as probabilidades destes dois casos mutuamente


excludentes, temos 8/15.
Resposta: D

P A L
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27. ESAF – ANAC – 2016) O piso de uma sala comercial tem o


formato da figura a seguir

A figura possui cinco ângulos internos iguais a 90 graus e um igual a 270


graus. Os lados da figura não estão em escala e os valores listados estão
em metros. De acordo com essas informações, a área dessa sala é igual a
a) 18 metros quadrados.
b) 16 metros quadrados.
c) 22 metros quadrados.
d) 20 metros quadrados.
e) 24 metros quadrados.
RESOLUÇÃO:
Temos um quadrado de 2x2 e um retângulo de 3x6 nesta figura,
totalizando a área de:
A = 2x2 + 3x6 = 4 + 18 = 22 metros quadrados
Resposta: C

28. ESAF – ANAC – 2016) Para pintar um muro, três pintores gastam
oito horas. Trabalhando num ritmo 20% mais lento, a quantidade de
horas que cinco pintores levarão para pintar esse mesmo muro é igual a

a) 4.
b) 6.
c) 5.
d) 8.
e) 7.

P A L
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RESOLUÇÃO:
5 pintores 20% mais lentos equivalem a 5x(1-20%) = 5x0,80 = 4
pintores do ritmo dos primeiros. Assim, temos:
Pintores Horas
3 8
4 H

Quanto MAIS pintores, MENOS horas são necessárias. Logo,


devemos inverter uma coluna:
Pintores Horas
3 H
4 8

3/4 = H/8
H = 6 horas
Resposta: B

29. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Um capital de R$ 20.000,00 foi


aplicado à taxa de juros compostos de 10% ao ano. Sendo t o número de
anos em que esse capital deverá ficar aplicado para que produza juro
total de R$ 9.282,00, então t pode ser calculado corretamente por meio
da resolução da equação

(A) 0,1t = 1,4641


(B) 1,1t = 1,5470
(C) 1,1t = 1,4641
(D) 0,1t = 0,4641
(E) 1,1t = 0,4641
RESOLUÇÃO:
No regime composto, temos:
M = C x (1+j)t

P A L
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Se os juros foram de 9.282 reais, então o montante final é M = C +


9282. Assim,
C + 9282 = C x (1 + 10%)t
20000 + 9282 = 20000 x (1 + 10%)t
29282 = 20000 x 1,1t
2,9282 / 2 = 1,1t
1,4641 = 1,1t
Veja que esta equação está presente na alternativa C.
Resposta: C

30. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Jair tem 8 primos, dos quais irá
convidar 5 para um jantar em sua casa. Ocorre que 2 dos 8 primos só
podem ir ao jantar se forem juntos. O total de escolhas diferentes dos 5
convidados que Jair pode fazer para o jantar é igual a

(A) 26.
(B) 36.
(C) 40.
(D) 56.
(E) 30.
RESOLUÇÃO:
Temos duas possibilidades de convite:
 incluindo os dois primos que só vão juntos
 excluindo os dois primos que só vão juntos
No primeiro caso nós já escolhemos 2 das 5 pessoas que serão
convidadas (os 2 primos que vão juntos), faltando escolher apenas 3 das
6 pessoas restantes, num total de C(6,3) = 6 x 5 x 4 / 3! = 20
possibilidades.
No segundo caso nós devemos escolher 5 dos 6 primos (pois
estamos desconsiderando os 2 que só vão juntos), totalizando C(6,5) = 6
possibilidades.
Ao todo temos 20 + 6 = 26 possibilidades.

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Resposta: A

31. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Roberta tem que ler dois processos
diferentes e dar, em cada um, parecer favorável ou desfavorável. A
probabilidade de Roberta dar parecer favorável ao primeiro processo é de
50%, a de dar parecer favorável ao segundo é de 40%, e a de dar
parecer favorável a ambos os processos é de 30%. Sendo assim, a
probabilidade de que Roberta dê pareceres desfavoráveis a ambos os
processos é igual a

(A) 30%.
(B) 50%.
(C) 20%.
(D) 40%.
(E) 60%.
RESOLUÇÃO:
Sendo F1 e F2 as probabilidades de parecer favorável no primeiro e
segundo processos, podemos dizer que:
P(F1 ou F2) = P(F1) + P(F2) – P(F1 e F2)
P(F1 ou F2) = 50% + 40% – 30%
P(F1 ou F2) = 60%

Portanto, a probabilidade de Roberta dar parecer favorável em


algum processo é de 60%, de modo que a probabilidade de ela dar
parecer desfavorável em AMBOS é de 100% – 60% = 40%.
Resposta: D

32. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Cláudio está fazendo um programa de


condicionamento físico de caminhadas diárias. A cada dois dias ele deve
aumentar em 200 m a distância percorrida na caminhada, sendo que no
primeiro dia ele começa caminhando 500 m. Em tal programa, o primeiro
dia de caminhada em que Cláudio irá correr exatos 9,7 km será o

P A L
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(A) 91º.
(B) 47º.
(C) 49º.
(D) 97º.
(E) 93º.
RESOLUÇÃO:
Nesta questão o examinador queria testar a sua atenção com uma
pegadinha meio maldosa…
Temos uma progressão aritmética, onde o primeiro termo é a1 =
500m, e a razão é r = 200m. Queremos saber o primeiro dia em que
Cláudio correrá 9700m. Como ele aumenta a distância a cada 2 dias,
podemos montar a nossa PA apenas com os dias onde há aumento de
distância. Temos o termo geral an = 9700m desta progressão e queremos
saber sua posição “n”. Por ser uma PA, podemos escrever:
an = a1 + (n - 1).r
9700 = 500 + (n - 1).200
9200 = (n - 1).200
9200 / 200 = n – 1
92 / 2 = n – 1
46 = n – 1
n = 47

Veja que temos essa opção de resposta. Entretanto, precisamos


interpretar o que obtivemos.

Estamos considerando como PA a série formada pelos dias onde há


aumento de distância. Entre esses aumentos, nós temos dias de repetição
da distância do dia anterior.

Portanto, no dia 47 (contando apenas os dias de aumento de


distância) ele caminhará 9700m. Mas veja que teremos ainda 46 dias de

P A L
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repetição da distância do dia anterior, totalizando 47 + 46 = 93 dias. Ou


seja, somente no 93º dia de caminhada é que Cláudio percorrerá 9700m.
Resposta: E

33. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Artur, Beatriz e Cristina vão jogar três
rodadas de um jogo de cartas. O combinado é que o perdedor da rodada
deve dar a cada um dos demais jogadores exatamente a quantia de
dinheiro que cada um tem naquela rodada. Sabe-se que Artur perdeu a
primeira rodada, Beatriz perdeu a segunda e Cristina perdeu a terceira.
Sabendo-se ainda que ao final das três rodadas cada jogador ficou com
R$ 40,00, é correto afirmar que Cristina começou a primeira rodada do
jogo tendo

(A) R$ 40,00.
(B) R$ 20,00.
(C) R$ 35,00.
(D) R$ 30,00.
(E) R$ 25,00.
RESOLUÇÃO:
Em cada rodada, repare que cada ganhador recebe a mesma
quantidade que tinha, dobrando o seu valor. Isto é, se eu tinha 20
reais em uma rodada e ganhei, vou ficar com 20 x 2 = 40 reais.
Portanto, podemos partir da situação final (cada um com 40 reais) e
ir “voltando no tempo”. Na terceira rodada quem perdeu foi Cristina.
Portanto, é sinal que no início desta rodada Artur e Beatriz tinham 20
reais cada (e ao ganharem passaram a ter 20 x 2 = 40 no final do jogo).
Como Cristina precisou dar 20 reais a cada um, e mesmo assim ficou com
40 reais no final, é porque no início da terceira rodada ela tinha 40 + 20
+ 20 = 80.
Ou seja, no início da terceira rodada tínhamos: Artur com 20,
Beatriz com 20, Cristina com 80.

P A L
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Na segunda rodada quem perdeu foi Beatriz. Artur e Cristina


ganharam. Isto sugere que Artur tinha apenas 20/2 = 10 reais, e Cristina
tinha 80/2 = 40 reais, de modo que ao ganharem eles dobraram esses
valores. Veja que Beatriz precisou dar 10 reais a Artur e 40 a Cristina e,
mesmo assim, terminou essa rodada com 20 reais. Isto significa que ela
tinha 20 + 10 + 40 = 70 reais.
Ou seja, no início da segunda rodada tínhamos: Artur com 10,
Beatriz com 70, Cristina com 40. Repare que a soma dos valores em cada
rodada sempre é igual a 120…
Na primeira rodada quem perdeu foi Artur. Beatriz e Cristina
ganharam, dobrando seus valores. Portanto, no início da primeira elas
tinham 70/2 = 35 e 40/2 = 20 reais respectivamente, e Artur tinha as 10
que sobraram no início da segunda rodada e mais 35 dados a Beatriz e 20
dados a Cristina, totalizando 10+35+20 = 65 reais.
Assim, Cristina começou com 20 reais.
Resposta: B

34. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Quatro meninos têm 5, 7, 9 e 11


carrinhos cada um. A respeito da quantidade de carrinhos que cada um
tem, eles afirmaram:

− Antônio: Eu tenho 5 carrinhos;


− Bruno: Eu tenho 11 carrinhos;
− Cássio: Antônio tem 9 carrinhos;
− Danilo: Eu tenho 9 carrinhos.
Se apenas um deles mentiu, tendo os outros dito a verdade, então é
correto concluir que a soma do número de carrinhos de Antônio, Bruno e
Cássio é igual a (A) 27.
(B) 22.
(C) 23.
(D) 25.
(E) 21.

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RESOLUÇÃO:
Note que as afirmações de Antônio e Cássio são contraditórias entre
si. Ou seja, só um pode estar falando a verdade.

Se Antônio estiver falando a verdade, ele tem 5 carrinhos. A


informação falsa é a de Cássio, sendo as demais verdadeiras, de modo
que Bruno tem mesmo 11 carrinhos e Danilo tem mesmo 9 carrinhos,
sobrando 7 carrinhos para Cássio. Note que preenchemos adequadamente
todas as quantidades de carrinhos, sem falhas lógicas. A soma dos
carrinhos de Antônio, Bruno e Cássio é 5 + 11 + 7 = 23. Este é o
gabarito.

Veja que, se assumirmos a informação de Cássio como verdadeira,


então Antônio teria 9 carrinhos, o que contrastaria com a informação de
Danilo.
Resposta: C

35. FCC – SEFAZ/MA – 2016) A planta do terreno retangular plano


de uma fazenda está na escala de 1:10000. Nessa planta, o terreno é
representado por um retângulo de 1,1 m por 64 cm. Sabendo-se que o
perímetro de um retângulo é a soma das medidas de todos os seus lados,
então o perímetro do terreno dessa fazenda, em quilômetros, é igual a

(A) 2,328.
(B) 23,28.
(C) 348.
(D) 34,8.
(E) 3,48.
RESOLUÇÃO:
Se a escala é de 1:10000, cada 1 unidade na planta corresponde a
10.000 vezes mais no mundo real. Portanto, 1,1m na planta corresponde

P A L
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a 1,1×10.000 = 11.000m na vida real. E 0,64m (64cm) na planta


corresponde a 0,64×10.000 = 6.400m na vida real.
Portanto, o perímetro do terreno é:
P = 11.000 + 6.400 + 11.000 + 6.400 = 34.800m = 34,8km.
Resposta: D

36. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Um comerciante de material de


construção comprou um lote de areia para revendê-lo. Ele conseguiu
vender 2/5 do lote ganhando 24% sobre o preço que havia pago por essa
fração do lote. O restante do lote foi vendido pelo comerciante com
prejuízo de 10%. Com relação ao preço pago na aquisição do lote, a
venda total do lote implicou para o comerciante em

(A) prejuízo de 5,6%.


(B) lucro de 5,6%.
(C) lucro de 2,8%.
(D) prejuízo de 3,6%.
(E) lucro de 3,6%.
RESOLUÇÃO:
Veja que 2/5 do lote foi vendido com 24% de lucro, e o restante
(3/5) foi vendido com 10% de prejuízo, o que dá no final um resultado
de:
(2/5) x 24% – (3/5) x 10% =
48%/5 – 3×2% =
9,6% – 6% =
3,6%
Este foi o lucro.
Resposta: E

37. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Em uma reunião realizada em um dia


do mês de outubro estavam presentes apenas pessoas que faziam
aniversário naquele mês. Das pessoas presentes, apenas três faziam

P A L
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aniversário exatamente no dia da reunião, e todas as demais faziam


aniversário em dias diferentes entre si duas a duas. Sabendo-se que o
mês de outubro tem 31 dias, é correto concluir que nessa reunião
estavam presentes no

(A) máximo 33 pessoas.


(B) mínimo 18 pessoas.
(C) máximo 32 pessoas.
(D) mínimo 28 pessoas.
(E) máximo 31 pessoas.
RESOLUÇÃO:
Veja que 3 pessoas faziam aniversário em um dia de outubro.
Restam mais 30 dias em outubro. Em cada um desses dias podemos ter
no máximo 1 pessoa, par que todas as demais façam aniversário em
datas diferentes entre si duas a duas. Portanto, podemos ter NO MÁXIMO
mais 30 pessoas, uma para cada dia restante.
Ficamos com um MÁXIMO de 30 + 3 = 33 pessoas.
O mínimo seria igual a 3 pessoas, pois não precisaríamos ter mais
ninguém na reunião para cumprir a regra de que “as demais pessoas
faziam aniversário em datas diferentes duas a duas”.
Resposta: A

38. FCC - ISS/Teresina - 2016) Joana aplicou todo seu capital,


durante 6 meses, em 2 bancos (X e Y). No Banco X, ela aplicou 37,5% do
capital sob o regime de capitalização simples e verificou que, no final do
período de 6 meses, o valor dos juros foi de R$ 2.250,00. No Banco Y, ela
aplicou o restante do capital sob o regime de capitalização composta, a
uma taxa de 4% ao trimestre, verificando que, no final do período de 6
meses, o valor dos juros foi de R$ 4.080,00. A taxa de juros anual
correspondente à aplicação no Banco X foi de

(A) 11,25%
(B) 10,50%

P A L
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(C) 15,00%
(D) 13,50%
(E) 12,00%
RESOLUÇÃO:
Seja P o capital total que Joana tinha. Assim, 37,5% de P é 0,375P.
No Banco X, ela aplicou 37,5% do capital sob o regime de capitalização
simples e verificou que, no final do período de 6 meses, o valor dos juros
foi de R$ 2.250,00:
J=Cxjxt
2250 = 0,375P x j x 6
2250/6 = 0,375P x j
375 = 0,375P x j
P x j = 375 / 0,375
P x j = 1.000

No Banco Y, ela aplicou o restante do capital (P – 0,375P = 0,625P)


sob o regime de capitalização composta, a uma taxa de 4% ao trimestre,
verificando que, no final do período de 6 meses, o valor dos juros foi de
R$ 4.080,00. A taxa de juros anual correspondente à aplicação no Banco
X foi de
M=C+J
M = 0,625P + 4080

M = C x (1+j)t
M = 0,625P x (1+4%)2
M = 0,625P x 1,0816
J=M–C
J = 0,625Px1,0816 – 0,625P
4080 = 0,625Px1,0816 – 0,625P
4080 = 0,625Px0,0816
4080 / 0,0816 = 0,625P
50.000 = 0,625P

P A L
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P = 50.000 / 0,625
P = 80.000 reais

Lembrando que P x j = 1.000, temos:


80.000 x j = 1.000
j = 1.000 / 80.000
j = 0,0125
j = 1,25%am

A taxa anual é 12 x 1,25% = 15% aa.


Resposta: C

39. FCC - ISS/Teresina - 2016) Uma aplicação no valor de R$


25.000,00 por um período de 1 ano permitirá que seja resgatado, no final
do período da aplicação, um montante no valor de R$ 28.730,00. Para
que a taxa real de juros desta aplicação seja no mínimo de 4%, a taxa de
inflação deste ano terá que ser no máximo igual a

(A) 10,92%
(B) 12,00%
(C) 11,20%
(D) 9,80%
(E) 10,50%
RESOLUÇÃO:
Temos o ganho aparente de 28730 – 25000 = 3730 reais.
Percentualmente, este ganho corresponde a 3730 / 25000 = 7460 /
50000 = 14920 / 100000 = 14,92%. Esta é a taxa aparente “jn”.
Portanto,
(1 + jn) = (1 + jreal) x (1 + i)
(1 + 14,92%) = (1 + 4%) x (1 + i)
1,1492 = 1,04 x (1+i)
1 + i = 1,1492 / 1,04
1 + i = 1,105

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i = 0,105
i = 10,5%
Resposta: E

40. FCC - ISS/Teresina - 2016) Uma duplicata é descontada 6 meses


antes de seu vencimento em um banco que adota uma taxa de desconto
de 5% ao trimestre para qualquer operação de desconto. Verifica-se que
o valor do desconto com a utilização do desconto racional composto
supera o valor do desconto com a utilização do desconto racional simples
em R$ 50,00. Caso a opção seja pela utilização do desconto comercial
simples, o valor do desconto será, então,

(A) R$ 2.200,00.
(B) R$ 2.425,50.
(C) R$ 2.275,50.
(D) R$ 2.505,75.
(E) R$ 2.250,00.
RESOLUÇÃO:
Seja N o valor nominal da duplicata. No desconto racional
composto, temos:
N = Ac (1 + j)t
N = Ac (1 + 5%)2
N = 1,1025Ac
Ac = N / 1,1025

No desconto racional simples,


N = As (1 + j x t)
N = As (1 + 5% x 2)
N = 1,10As
As = N / 1,10

Como a diferença entre os descontos é de 50 reais, podemos dizer


que:

P A L
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Dc = N – Ac = N – N/1,1025
Ds = N – As = N – N/1,10

Como a diferença entre os descontos é 50 reais, então o maior


desconto (Dc) é igual ao menor (Ds) mais 50 reais:
Dc = Ds + 50
N – N/1,1025 = N – N/1,10 + 50
– N/1,1025 = – N/1,10 + 50
N/1,10 – N/1,1025 = 50
N – 1,10.N/1,1025 = 50x1,10
N – 1,10.N/1,1025 = 55
1,1025N – 1,10N = 55x1,1025
0,0025N = 60,6375
N = 60,6375 / 0,0025
N = 606375 / 25
N = 606375 / 25
N = 24.255 reais

No desconto comercial simples, teríamos:


D=Nxjxt
D = 24.255 x 0,05 x 2
D = 24.255 x 0,10
D = 2.425,50 reais
Resposta: B

41. FCC - ISS/Teresina - 2016) Uma dívida no valor de R$ 16.000,00


deverá ser liquidada por meio de 5 prestações mensais, iguais e
consecutivas, vencendo a primeira prestação 1 mês após a data da
concessão da dívida. Utilizando o sistema de amortização francês,
observa-se que os saldos devedores da dívida, imediatamente após o
pagamento da primeira e da segunda prestação, são iguais a R$

P A L
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P A L A

12.956,00 e R$ 9.835,90, respectivamente. O valor dos juros incluído na


segunda prestação é igual a

(A) R$ 323,90.
(B) R$ 259,12.
(C) R$ 388,68.
(D) R$ 245,90.
(E) R$ 362,80.
RESOLUÇÃO:
Veja que a amortização no primeiro período foi de 16.000 – 12.956
= 3.044 reais. Sendo P a prestação e j a taxa de juros, sabemos que:
J1 = 16.000.j

A=P–J
A = P – 16.000j
3044 = P – 16.000j
P = 3044 + 16000j

A amortização no segundo período foi de 12.956 – 9835,90 =


3.120,10 reais:
J2 = 12.956.j

A=P–J
3120,10 = P – 12956j
P = 3120,10 + 12956j

Igualando as duas expressões obtidas para P:


3044 + 16000j = 3120,1 + 12956j
3044j = 76,1
j = 76,1 / 3044
j = 0,025
j = 2,5%am

P A L
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TEORIA E EXERCÍCIOS COMENTADOS
P A L A

Como o saldo inicial no 2º mês é de 12956 reais, os juros são de:


J2 = 12956 x 2,5% = 323,90 reais
Resposta: A

42. FCC - ISS/Teresina - 2016) Em uma repartição pública os


processos que chegam para análise e deferimento são distribuídos com
igual probabilidade para

4 auditores: A, B, C e D. Sabe-se que as probabilidades dos auditores A,


B, C e D não deferirem um processo são dadas, respectivamente, por
30%, 35%, 22% e 33%. Nessas condições, a probabilidade de um
processo, escolhido ao acaso, ser deferido é igual a
(A) 65%.
(B) 60%.
(C) 70%.
(D) 72%.
(E) 75%.
RESOLUÇÃO:
Como cada auditor tem a mesma probabilidade de receber o
processo, podemos dizer que cada um deles tem chance de 100% / 4 =
25% de receber o processo.
Uma vez recebido, a chance de cada um deles DEFERIR é,
respectivamente, 70%, 65%, 78% e 67%. Veja que basta subtrair a
chance de cada um deles não deferir de 100%.
Assim, a probabilidade de um processo ser deferido é:
P = 25%x70% + 25%x65% + 25%x78% + 25%x67%
P = 25%x(70% + 65% + 78% + 67%)
P = 25% x 280%
P = 280% / 4
P = 70%
Resposta: C

P A L
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P A L A

43. AOCP - ISS/Juiz de Fora - 2016) Um apicultor possui 400


colmeias na sua propriedade agrícola, sendo que 40 dessas colmeias
foram dedetizadas com os venenos A e B, só 200 foram dedetizadas com
o veneno A e exatamente 130 colmeias foram dedetizadas com o veneno
B. Dessa forma, o total de colmeias que ainda NÃO foram dedetizadas
nem com o veneno A e nem com o veneno B é igual a.

a) 110.
b) 180.
c) 20.
d) 11.
e) 300.
RESOLUÇÃO:
Chamando de A e B os conjuntos das colmeias que receberam os
venenos A e B, respectivamente, podemos dizer que:

total de colmeias = 400


n(A e B) = 40
n(A) = 200, de modo que n(A – B) = 200 – 40 = 160
n(B) = 130, de modo que n(B – A) = 130 – 40 = 90

Assim, temos 40 colmeias que receberam os DOIS venenos, 160


que receberam APENAS A, e 90 que receberam APENAS B. As colmeias
que receberam algum veneno foram, portanto, 40 +160 + 90 = 290.

Como o total é de 400 colmeias, podemos dizer que 400 – 290 =


110 não receberam veneno.
Resposta: A

44. AOCP - ISS/Juiz de Fora - 2016) Um agrônomo realizou um


estudo científico a respeito da infestação de uma determinada praga em
três tipos de culturas diferentes, A, B e C, todas com a mesma área de

P A L
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P A L A

cultivo. Nesse estudo, o agrônomo determinou que 6/11 da área cultivada


da cultura A, 2/3 da área cultivada da cultura B e 4/7 da área cultivada da
cultura C estão infestadas pela praga em estudo. Pela análise dessas
informações, é correto afirmar que

a) a cultura do tipo A é a que possui a maior área cultivada com


infestação da praga.
b) a cultura do tipo B é a que possui a menor área cultivada com
infestação da praga.
c) a cultura do tipo B é a que possui a maior área cultivada com
infestação da praga.
d) a cultura do tipo C é a que possui a menor área cultivada com
infestação da praga.
e) a cultura do tipo C é a que possui a maior área cultivada com
infestação da praga.
RESOLUÇÃO:
Repare que precisamos encontrar o maior número entre 6/11, 2/3 e
4/7. Uma forma de fazer isso com tranquilidade é escrevê-los utilizando o
mesmo denominador. Outra forma é escrevendo-os na forma decimal, ou
seja, fazendo a divisão.

Veja que 2/3 = 0,666… (esta é uma dízima periódica muito


conhecida).

O número 6/11 certamente é INFERIOR a 0,666…, afinal 6/10 é 0,6,


de modo que ao dividir 6 por 11 vamos obter um número ainda menor.

O número 4/7 pode ser obtido de forma aproximada. Fazendo a


divisão, temos algo como 0,57…

Ou seja, o número 2/3 é o maior. Assim, podemos dizer que a


cultura do tipo B teve a maior área infestada.

P A L
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P A L A

Resposta: C

Simule seu desempenho refazendo a PROVA DE AUDITOR DA


RECEITA FEDERAL DE 2012:
45. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) A afirmação “A menina tem olhos
azuis ou o menino é loiro” tem como sentença logicamente equivalente:

a) se o menino é loiro, então a menina tem olhos azuis.

b) se a menina tem olhos azuis, então o menino é loiro.

c) se a menina não tem olhos azuis, então o menino é loiro.

d) não é verdade que se a menina tem olhos azuis, então o menino é


loiro.

e) não é verdade que se o menino é loiro, então a menina tem olhos


azuis.

RESOLUÇÃO:

Temos no enunciado a disjunção:

A menina tem olhos azuis ou o menino é loiro

Veja que algumas alternativas de resposta são condicionais.


Sabemos que há uma equivalência “manjada” entre condicionais e
disjunções, pois pq é equivalente a “~p ou q”. Assumindo que a frase
do enunciado é essa disjunção, temos que:

~p = A menina tem olhos azuis

q = o menino é loiro

Portanto,

p = A menina NÃO tem olhos azuis

P A L
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P A L A

Escrevendo a condicional pq, temos:

“Se a menina não tem olhos azuis, então o menino é loiro”

RESPOSTA: C

46. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Se Anamara é médica, então


Angélica é médica. Se Anamara é arquiteta, então Angélica ou Andrea são
médicas. Se Andrea é arquiteta, então Angélica é arquiteta. Se Andrea é
médica, então Anamara é médica. Considerando que as afirmações são
verdadeiras, segue-se, portanto, que:

a) Anamara, Angélica e Andrea são arquitetas.


b) Anamara é médica, mas Angélica e Andrea são arquitetas.
c) Anamara, Angélica e Andrea são médicas.
d) Anamara e Angélica são arquitetas, mas Andrea é médica.
e) Anamara e Andrea são médicas, mas Angélica é arquiteta.
RESOLUÇÃO:
Temos as premissas abaixo, todas elas proposições compostas:
P1: Se Anamara é médica, então Angélica é médica.

P2: Se Anamara é arquiteta, então Angélica ou Andrea são médicas.

P3: Se Andrea é arquiteta, então Angélica é arquiteta.

P4: Se Andrea é médica, então Anamara é médica.

Já as alternativas de resposta são proposições simples. Assim,


devemos usar o método do “chute”. Assumindo que Anamara é médica,
em P1 vemos que Angélica é médica. Em P3 vemos que “Angélica é
arquiteta” é F, de modo que “Andrea é arquiteta” tem que ser F, ou seja,
Andrea não é arquiteta. Veja que P2 já é uma proposição verdadeira, pois
como Angélica é médica, então “Angélica ou Andrea são médicas” é V. E
note também que P4 já é uma proposição verdadeira, pois “Anamara é
médica” é V. Assim, foi possível tornar as 4 premissas verdadeiras

P A L
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P A L A

simultaneamente, o que permite concluir que Anamara é médica, Angélica


é médica, e Andrea não é arquiteta.
Analisando as alternativas de resposta, vemos de cara que as
opções A, B, D e E são falsas, pois nenhuma das três é arquiteta.
A alternativa C diz:
c) Anamara, Angélica e Andrea são médicas
Sabemos que Anamara e Angélica podem ser médicas, mas
concluimos apenas que Andrea não é arquiteta. Não temos elementos
para afirmar que Andrea é médica. A verdade é que o examinador queria
que assumíssemos que só existem 2 profissões disponíveis: medicina ou
arquitetura. Assim, como Andrea não é arquiteta, ela também tem que
ser médica.
Resposta: C

47. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Se Ana é pianista, então


Beatriz é violinista. Se Ana é violinista, então Beatriz é pianista. Se Ana é
pianista, Denise é violinista. Se Ana é violinista, então Denise é pianista.
Se Beatriz é violinista, então Denise é pianista. Sabendo-se que nenhuma
delas toca mais de um instrumento, então Ana, Beatriz e Denise tocam,
respectivamente:

a) piano, piano, piano.


b) violino, piano, piano.
c) violino, piano, violino.
d) violino, violino, piano.
e) piano, piano, violino.
RESOLUÇÃO:
Temos as seguintes proposições compostas como premissas:

P1: Se Ana é pianista, então Beatriz é violinista.

P2: Se Ana é violinista, então Beatriz é pianista.

P3: Se Ana é pianista, Denise é violinista.

P A L
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P A L A

P4: Se Ana é violinista, então Denise é pianista.

P5: Se Beatriz é violinista, então Denise é pianista.

Veja que todas as premissas são proposições compostas. Veja ainda


que todas as opções de resposta são proposições simples. Quando temos
“piano, piano, piano”, por exemplo, você deve ler “Ana toca piano, Beatriz
toca piano, Denise toca piano”. Repare que esta é uma enumeração de
proposições simples, e não uma única proposição composta, pois não
temos os conectivos (“e”, “ou” etc.).

Neste caso o método de resolução consiste em “chutar” o valor


lógico de alguma das proposições simples e, a partir daí, verificar o valor
lógico das demais – sempre lembrando que todas as premissas devem ser
verdadeiras.
Chutando que Ana é pianista, em P1 vemos que Beatriz é violinista,
caso contrário essa premissa não seria verdadeira. Veja que P2 fica
verdadeira, pois “Ana é violinista” é F. Em P3 vemos que Denise é
violinista, caso contrário essa premissa não seria verdadeira. Veja que P4
fica verdadeira, pois “Ana é violinista” é F. Porém P5 fica falsa, pois
“Beatriz é violinista” é V e “Denise é pianista” é F. Veja que, com nosso
chute inicial (Ana é pianista), não foi possível tornar todas as premissas
verdadeiras simultaneamente. Onde está o erro? No nosso chute!
Portanto, precisamos reiniciar a resolução, fazendo outra tentativa.
Agora vamos assumir agora que Ana é violinista. Em P2 vemos que
Beatriz é pianista, e em P4 vemos que Denise é pianista. Nessas
condições, P1 e P3 já estão verdadeiras (pois “Ana é pianista” é F), e P5
também (pois “Beatriz é violinista” é F). Conseguimos tornar todas as
premissas verdadeiras, logo Ana, Beatriz e Denise tocam,
respectivamente:
- violino, piano e piano.
Resposta: B

P A L
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P A L A

48. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Caso ou compro uma


bicicleta. Viajo ou não caso. Vou morar em Pasárgada ou não compro
uma bicicleta. Ora, não vou morar em Pasárgada. Assim,

a) não viajo e caso.


b) viajo e caso.
c) não vou morar em Pasárgada e não viajo.
d) compro uma bicicleta e não viajo.
e) compro uma bicicleta e viajo.
RESOLUÇÃO:
Temos no enunciado as premissas abaixo, sendo que a última é
uma proposição simples:
P1: Caso ou compro uma bicicleta.
P2: Viajo ou não caso.
P3: Vou morar em Pasárgada ou não compro uma bicicleta.
P4: Ora, não vou morar em Pasárgada.
Começando a análise pela proposição simples, vemos que não vou
morar em Pasárgada. Voltando em P3, vemos que “vou morar em
Pasárgada” é F, de modo que é preciso ser verdade que não compro uma
bicicleta. Em P1 vemos que “compro uma bicicleta” é F, de modo que é
preciso ser verdade que caso. Em P2 vemos que “não caso” é F, de modo
que é preciso ser verdade que viajo. Assim, podemos concluir que:
- não vou morar em Pasárgada, não compro uma bicicleta, caso e viajo.
Na alternativa B temos as duas últimas conclusões.
Resposta: B

49. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Sabendo-se que o conjunto X


é dado por X = {x R x2 – 9 = 0 ou 2x – 1 = 9} e o que o conjunto Y é
dado por Y = {y R 2y + 1 = 0 e 2y2 – y – 1 = 0}, onde R é o conjunto
dos números reais, então pode-se afirmar que:

a) X U Y = {-3; -0,5; 1; 3; 5}.


b) X - Y = {-3; 3}.

P A L
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P A L A

Observe que no conjunto Y temos um “e” entre as duas equações.


Ou seja, só devemos considerar os valores y que resolvem uma E
TAMBÉM a outra equação. Neste caso, apenas o y = -1/2 resolve as duas
equações (no conjunto X tínhamos um “ou” entre as equações, e foi por
isso que consideramos todas as soluções das duas equações). Por isso,
Y = {-1/2}

Logo, nosso gabarito é:


X U Y = {-3; -0,5; 3; 5}
Resposta: C

50. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Considerando-se a expressão


trigonométrica x = 1 + cos 30°, um dos possíveis produtos que a
representam é igual a

a) 2 cos2 15°.
b) 4 cos2 15°.
c) 2 sen2 30°.
d) 2 cos2 30°.
e) 4 sen2 15°.
RESOLUÇÃO:
Veja que:
cos(30o) =
cos(15o + 15o) =
cos(15o) x cos(15o) – sen(15o)sen(15o) =
cos2(15o) – sen2(15o)

Até aqui temos:


x = 1 + cos 30°
x = 1 + cos2(15o) – sen2(15o)

Lembrando a relação fundamental:


sen2(15o) + cos2(15o) = 1

P A L
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P A L A

cos2(15o) = 1 – sen2(15o)

Portanto, substituindo 1 – sen2(15o) por cos2(15o) na expressão x =


1 + cos2(15o) – sen2(15o), temos:
x = 1 + cos2(15o) – sen2(15o)
x = cos2(15o) + cos2(15o)
x = 2. cos2(15o)
Resposta: A

51. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) As matrizes, A, B, C e D são


quadradas de quarta ordem. A matriz B é igual a 1/2 da matriz A, ou
seja: B = 1/2 A. A matriz C é igual a matriz transposta de B, ou seja: C =
Bt. A matriz D é definida a partir da matriz C; a única diferença entre
essas duas matrizes é que a matriz D tem como primeira linha a primeira
linha de C multiplicada por 2. Sabendo-se que o determinante da matriz A
é igual a 32, então a soma dos determinantes das matrizes B, C e D é
igual a

a) 6.
b) 4.
c) 12.
d) 10.
e) 8.
RESOLUÇÃO:
Aqui devemos lembrar as propriedades dos determinantes. Sendo
B = ½ x A, então detB = (1/2)4 x detA = (1/16) x 32 = 2.
Sendo C a matriz transposta de B, então detC = detBt = detB = 2.
Como a única diferença entre C e D é que a matriz D tem como
primeira linha a primeira linha de C multiplicada por 2, então detD = 2 x
detC = 4.

P A L
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P A L A

Portanto, a soma dos determinantes das matrizes B, C e D é igual


a:
2+2+4=8
RESPOSTA: E

52. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Considere o sistema de


equações lineares dado por:

x y z 0
x  y  rz  2
rx  2 y  z  1

Sabendo-se que o sistema tem solução única para r ≠ 0 e r ≠ 1, então o


valor de x é igual a
2
a) .
r
2
b) .
r
1
c) .
r
1
d) .
r
e) 2r.
RESOLUÇÃO:
Podemos obter o valor de x calculando o determinante do sistema
(D) e o determinante substituindo os termos da coluna de x (Dx):
1 1 1
D  1 1 r
r 2 1

D  1.( 1).1  1.r.r  1.2.1  1.(1).r  1.1.1  1.r.2

D  1  r 2  2  r  1  2 r
D  r2  r

P A L
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P A L A

0 1 1
Dx  2 1 r
1 2 1

Dx  0.( 1).1  1.r.( 1)  1.2.2  1.( 1).( 1)  1.2.1  r.2.0

Dx  r  1

Portanto,
Dx r  1 (r  1) 1
x   
D r 2  r r.( r  1) r
RESPOSTA: D

53. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) A função bijetora dada por


x 1
f(x) = possui domínio no conjunto dos números reais, exceto o
x2
número 2, ou seja: R - {2}. O conjunto imagem de f(x) é o conjunto dos
reais menos o número 1, ou seja: R - {1}. Desse modo, diz-se que f(x) é
uma função de R - {2} em R - {1}. Com isso, a função inversa de f,
denotada por f-1, é definida como

2x 1
a) f-1(x) = de R - {1} em R - {2}.
x 1
2x 1
b) f-1(x) = de R - {1} em R - {2}.
x 1
2x 1
c) f-1(x) = de R - {2} em R - {1}.
x 1
x2
d) f-1(x) = de R - 1 em R - {2}.
x 1
x2
e) f-1(x) = de R - 2 em R - {1}.
x 1
RESOLUÇÃO:
Em primeiro lugar, vamos calcular a função inversa, que
chamaremos de f-1(x). Fazemos isso trocando f(x) por x, e trocando x por
f-1(x):

P A L
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P A L A

x 1
f ( x) 
x2
f 1 ( x)  1
x
f 1 ( x)  2

Agora basta isolar f-1(x):


x. f 1 ( x)  2 x  f 1 ( x)  1

x. f 1 ( x)  f 1 ( x)  2 x  1

f 1 ( x).( x  1)  2 x  1

2x 1
f 1 ( x) 
x 1

Observe que o denominador nunca pode ser igual a zero. Portanto,


x 1  0
x 1
Portanto, a função inversa f-1(x) tem como domínio qualquer
número x que pertença ao conjunto dos números reais (R), com exceção
de x = 1. Temos então o domínio R – {1}. Repare o seguinte: a imagem
de f(x), que era R – {1}, virou o domínio da inversa f-1(x). Da mesma
forma, o domínio de f(x), que era R – {2}, virou a imagem da inversa f -
1(x).

Portanto, temos:
2x 1
f 1 ( x)  de R – {1} em R – {2}
x 1
Resposta: A

54. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Na prateleira de uma


estante, encontram-se 3 obras de 2 volumes e 2 obras de 2 volumes,
dispondo-se, portanto, de um total de 10 volumes. Assim, o número de
diferentes maneiras que os volumes podem ser organizados na prateleira,
de modo que os volumes de uma mesma obra nunca fiquem separados, é
igual a

P A L
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TEORIA E EXERCÍCIOS COMENTADOS
P A L A

sequência (p - 2); p; e (p + 3) ter-se-á uma PG. Desse modo, o valor de


x, da razão e da soma dos termos da PG são, respectivamente, iguais a

a) (6 - p); 2/3; 21.


b) (p +6); 3/2; 19.
c) 6; (6 – p); 21.
d) (6 - p); 3/2; 19.
e) (p - 6); p; 20.
RESOLUÇÃO:
Adicionando uma constante x a cada um dos termos da sequência
(p - 2); p; e (p + 3), ficamos com a PG:
(p – 2 + x); p + x; (p + 3 + x)

Sendo esta uma PG, podemos dizer que:


a3 a2
razao  
a2 a1

p 3 x p x
razao  
px p2 x
( p  3  x).( p  2  x )  ( p  x).( p  x)

p 2  2 p  xp  3 p  6  3 x  xp  2 x  x 2  p 2  2 xp  x 2
p6 x  0
x  6 p

Sendo “q” a razão, sabemos que ao multiplicar o primeiro termo


pela razão devemos obter o segundo termo da PG, ou seja,
(p – 2 + x).q = p + x

Substituindo o valor de x por 6 – p, temos:


(p – 2 + 6 – p).q = p + 6 – p
(4).q = 6
q=6/4
q = 3/2

P A L
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TEORIA E EXERCÍCIOS COMENTADOS
P A L A

Veja que já podemos marcar a alternativa D, que é o gabarito.


Vamos calcular a soma da PG apenas por fins didáticos:
Soma = (p – 2 + x) + (p + x) + (p + 3 + x)
Soma = (p – 2 + 6 – p) + (p + 6 – p) + (p + 3 + 6 – p)
Soma = 4 + 6 + 9
Soma = 19
RESPOSTA: D

57. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Luca vai ao shopping com


determinada quantia. Com essa quantia, ele pode comprar 40 lápis ou 30
canetas. Luca, que sempre é muito precavido, guarda 10% do dinheiro
para voltar de ônibus. Sabendo que Luca comprou 24 lápis, então o
número de canetas que Luca pode comprar, com o restante do dinheiro, é
igual a

a) 9.
b) 12.
c) 6.
d) 18.
e) 15.
RESOLUÇÃO:
Seja L o preço de um lápis, e C o preço de uma caneta. Sabemos
que o custo de 40 lápis é igual ao de 30 canetas:
40L = 30C

O valor total levado por Luca permite comprar 40 lápis, ou seja, ele
levou 40L reais ao shopping. Desse valor, ele guarda 10% para o ônibus,
ou seja, sobram 90% para gastar. Isto é:
Luca pode gastar = 90% x 40L = 36L

P A L
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TEORIA E EXERCÍCIOS COMENTADOS
P A L A

Veja que Luca poderia comprar 36 lápis, mas ele comprou só 24. O
dinheiro restante permitiria comprar mais 36 – 24 = 12 lápis (12L). Para
saber quantas canetas ele pode comprar com esse dinheiro, basta
lembrarmos que:
40L ----------------- 30C
12L ----------------- N

40L x N = 30C x 12L


N = 30C x 12L / 40L
N = 30C x 12/40
N = 3C x 12/4
N = 3C x 3
N = 9C

Veja que é possível comprar 9 canetas.


Resposta: A

58. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) No sistema de juros simples,


um capital foi aplicado a uma determinada taxa anual durante dois anos.
O total de juros auferidos por esse capital no final do período foi igual a
R$ 2.000,00. No sistema de juros compostos, o mesmo capital foi
aplicado durante o mesmo período, ou seja, 2 anos, e a mesma taxa
anual. O total de juros auferidos por esse capital no final de 2 anos foi
igual a R$ 2.200,00. Desse modo, o valor do capital aplicado, em reais, é
igual a

a) 4.800,00.
b) 5.200,00.
c) 3.200,00.
d) 5.000,00.
e) 6.000,00.
RESOLUÇÃO:

P A L
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P A L A

No sistema de juros simples, um capital C foi aplicado a uma


determinada taxa anual j durante t = 2 anos. O total de juros auferidos
por esse capital no final do período foi igual a J = 2.000,00. Ou seja,
J=Cxjxt
2000 = C x j x 2
C x j = 1000

No sistema de juros compostos, o mesmo capital C foi aplicado


durante o mesmo período, ou seja, t = 2 anos, e à mesma taxa anual j. O
total de juros auferidos por esse capital no final de 2 anos foi igual a J =
2.200,00. Isto é,
J=M–C
2200 = M – C
2200 = C x (1 + j)2 – C
2200 = C x (1 + 2j +j2) – C
2200 = 2Cj + Cj2
2200 = 2Cj + Cj x j

Sabemos que C x j = Cj = 1000. Portanto,


2200 = 2Cj + Cj x j
2200 = 2 x 1000 + 1000 x j
2200 = 2000 + 1000j
j = 0,2 = 20% ao ano

Como C x j = 1000,
C x 0,2 = 1000
C = 5000 reais
Resposta: D

59. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) A taxa cobrada por uma


empresa de logística para entregar uma encomenda até determinado
lugar é proporcional à raiz quadrada do peso da encomenda. Ana, que

P A L
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P A L A

Simule seu desempenho refazendo as questões da PROVA DE


ANALISTA DA RECEITA FEDERAL DE 2012:
60. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) A negação da proposição “se Paulo
estuda, então Marta é atleta” é logicamente equivalente à proposição:

a) Paulo não estuda e Marta não é atleta.

b) Paulo estuda e Marta não é atleta.

c) Paulo estuda ou Marta não é atleta.

d) se Paulo não estuda, então Marta não é atleta.

e) Paulo não estuda ou Marta não é atleta.

RESOLUÇÃO:

A proposição do enunciado é a condicional pq onde:

p = Paulo estuda

q = Marta é atleta

Para negar pq basta escrever a conjunção “p e ~q”, sendo que:

~q = Marta não é atleta

Assim, a negação é:

“Paulo estuda e Marta não é atleta”

RESPOSTA: B

P A L
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61. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Se Paulo é irmão de Ana,


então Natália é prima de Carlos. Se Natália é prima de Carlos, então
Marta não é mãe de Rodrigo. Se Marta não é mãe de Rodrigo, então Leila
é tia de Maria. Ora, Leila não é tia de Maria. Logo

a) Marta não é mãe de Rodrigo e Paulo é irmão de Ana.


b) Marta é mãe de Rodrigo e Natália é prima de Carlos.
c) Marta não é mãe de Rodrigo e Natália é prima de Carlos.
d) Marta é mãe de Rodrigo e Paulo não é irmão de Ana.
e) Natália não é prima de Carlos e Marta não é mãe de Rodrigo.
RESOLUÇÃO:
Temos as seguintes premissas no enunciado, sendo que a última é
uma proposição simples:
P1: Se Paulo é irmão de Ana, então Natália é prima de Carlos.
P2: Se Natália é prima de Carlos, então Marta não é mãe de Rodrigo.
P3: Se Marta não é mãe de Rodrigo, então Leila é tia de Maria.
P4: Ora, Leila não é tia de Maria.

A proposição simples (P4) nos permite concluir que Leila não é tia
de Maria. Em P3, vemos que “Leila é tia de Maria” é F, de modo que
“Marta não é mãe de Rodrigo” também precisa ser F. Portanto, Marta é
mãe de Rodrigo. Em P2, vemos que “Marta não é mãe de Rodrigo” é F, de
modo que “Natália é prima de Carlos” precisa ser F, ou seja, Natália não é
prima de Carlos. Em P1, vemos que “Natália é prima de Carlos” é F, de
modo que “Paulo é irmão de Ana” precisa ser F, de modo que Paulo não é
irmão de Ana.
Com as conclusões sublinhadas, podemos marcar a alternativa D:
d) Marta é mãe de Rodrigo e Paulo não é irmão de Ana.
Resposta: D

62. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Uma esfera foi liberada no


ponto A de uma rampa. Sabendo-se que o ponto A está a 2 metros do

P A L
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solo e que o caminho percorrido pela esfera é exatamente a hipotenusa


do triângulo retângulo da figura abaixo, determinar a distância que a
esfera percorreu até atingir o solo no ponto B.

a) 5 metros
b) 3 metros
c) 4 metros
d) 6 metros
e) 7 metros
RESOLUÇÃO:
Veja que:
Sen(30o) = AC / AB
½ = 2 / AB
AB = 4 metros
Resposta: C

 2 1
63. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Dada a matriz A =  , o
 0 1
determinante de A5 é igual a

a) 20.
b) 28.
c) 32.
d) 30.
e) 25.
RESOLUÇÃO:
Observe que o determinante de A é:
det(A) = 2.1 – 1.0 = 2

P A L
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Entre as propriedades do determinante que estudamos, vimos que:


- sendo A e B matrizes quadradas de mesma ordem, det (AxB) = detA x
detB;

De maneira análoga,
det(A x A) = detA x detA
ou seja,
det(A2) = (detA)2

Generalizando, podemos dizer que:


det(An) = (detA)n
(se preferir, grave mais essa propriedade!)

Logo,
det(A5) = (detA)5 = 25 = 32
RESPOSTA: C

64. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) O Ministério da Fazenda


pretende selecionar ao acaso 3 analistas para executar um trabalho na
área de tributos. Esses 3 analistas serão selecionados de um grupo
composto por 6 homens e 4 mulheres. A probabilidade de os 3 analistas
serem do mesmo sexo é igual a

a) 40%.
b) 50%.
c) 30%.
d) 20%.
e) 60%.
RESOLUÇÃO:
O total de comissões possíveis com as 10 pessoas é:

P A L
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C(10,3) = 120

O número de comissões formadas por 3 dos 6 homens é:


C(6, 3) = 20

O número de comissões formadas por 3 das 4 mulheres é:


C(4, 3) = 4

A probabilidade de ser escolhida uma comissão formada por


pessoas do mesmo sexo é:
P = (20 + 4) / 120 = 20%
Resposta: D

65. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Marta aplicou R$ 10.000,00


em um banco por 5 meses, a uma taxa de juros simples de 2% ao mês.
Após esses 5 meses, o montante foi resgatado e aplicado em outro banco
por mais 2 meses, a uma taxa de juros compostos de 1% ao mês. O valor
dos juros da segunda etapa da aplicação é igual a

a) R$ 221,10.
b) R$ 220,00.
c) R$ 252,20.
d) R$ 212,20.
e) R$ 211,10.
RESOLUÇÃO:
No final da primeira aplicação (juros simples) temos o montante:
M = 10000 x (1 + 0,02 x 5) = 11000 reais

Aplicando esse valor no segundo investimento (juros compostos),


temos:
M = 11000 x (1 + 0,01)2 = 11221,10 reais

P A L
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Assim, os juros da segunda aplicação somam:


J=M–C
J = 11221,10 – 11000
J = 221,10 reais
Resposta: A

66. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Um título de R$ 20.000,00 foi


descontado 4 meses antes do seu vencimento, a uma taxa de desconto
comercial simples de 5% ao mês. A taxa efetiva mensal de juros simples
dessa operação é igual a

a) 6,50%.
b) 5,50%.
c) 5,25%.
d) 6,00%.
e) 6,25%.
RESOLUÇÃO:
Pela fórmula do desconto comercial, temos:
A = N x (1 – j x t)
A = 20000 x (1 – 0,05 x 4)
A = 16000 reais

Para obter a taxa de juros efetiva, basta descobrirmos a taxa j que


leva o valor atual 16000 reais ao valor nominal 20000 reais o regime de
desconto racional:
N = A x (1 + j x t)
20000 = 16000 x (1 + j x 4)
j = 0,0625 = 6,25% am

P A L
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Obs.: se preferisse, você poderia simplesmente aplicar a fórmula


que relaciona a taxa de desconto comercial (jf) e racional (jd) no regime
simples:
1 1
 t
jf jd

1 1
 4
5% j d

jd = 6,25%am

(veja que a resolução é bem mais rápida, embora envolva decorar mais
uma fórmula)
Resposta: E

67. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Para construir 120 m2 de um


muro em 2 dias, são necessários 6 pedreiros. Trabalhando no mesmo
ritmo, o número de pedreiros necessários para construir 210 m2 desse
mesmo muro em 3 dias é igual a

a) 2.
b) 4.
c) 3.
d) 5.
e) 7.
RESOLUÇÃO:
Temos no enunciado 3 grandezas: área do muro, dias de
construção, e número de pedreiros. Podemos resumir na tabela abaixo:

Área do muro Dias de construção Número de


pedreiros
120 2 6
210 3 N

P A L
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A variável que queremos descobrir está na coluna do número de


pedreiros, portanto devemos verificar quais das outras variáveis são
direta ou inversamente proporcionais a esta.
Para isto, basta pensar o seguinte: quanto MAIS pedreiros nós
tivermos disponíveis, seremos capazes de construir MAIS muros e em
MENOS dias. Portanto, observe que a variável “dias” é inversamente
proporcional ao número de pedreiros, pois quando uma aumenta a outra
diminui. Invertendo esta coluna, ficamos com:

Área do muro Dias de construção Número de


pedreiros
120 3 6
210 2 N

Agora basta montar a nossa proporção, igualando a razão da coluna


onde está a variável (N) com a multiplicação das demais colunas:
6 120 3
 
N 210 2
6 4 3
 
N 7 2
6 2 3
 
N 7 1
1 1 1
 
N 7 1
N  7 pedreiros

Resposta: E

68. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Em um tanque há 3


torneiras. A primeira enche o tanque em 5 horas, a segunda, em 8 horas,
já a terceira o esvazia em 4 horas. Abrindo-se as 3 torneiras ao mesmo
tempo e estando o tanque vazio, em quanto tempo o tanque ficará cheio?

a) 10 horas e 40 minutos

P A L
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b) 13 horas e 20 minutos
c) 14 horas e 30 minutos
d) 11 horas e 50 minutos
e) 12 horas e 10 minutos
RESOLUÇÃO:
A primeira torneira enche o tanque em 5 horas. Portanto, a cada
hora essa torneira coloca 1/5 do volume total do tanque, que
chamaremos de T. Em outras palavras, ela adiciona T/5 litros em uma
hora.
A segunda torneira enche o tanque em 8 horas, ou seja, a cada
hora ela coloca T/8 litros no tanque.
A terceira o esvazia em 4 horas. Isto é, a cada hora ela retira T/4
litros do tanque.
Somando o volume colocado pelas torneiras 1 e 2 e subtraindo o
volume retirado pela torneira 3 em uma hora, temos:
Em uma hora = T/5 + T/8 – T/4
Em uma hora = 8T/40 + 5T/40 – 10T/40
Em uma hora = 3T/40
Portanto, em 1 hora o volume do tanque aumenta em 3T/40. Para
chegar até o volume total (isto é, 40T/40, ou simplesmente T), o tempo
necessário é:
1 hora -------------------- 3T/40
N horas ------------------ T

N x 3T/40 = 1 x T
N x 3/40 = 1
N = 40/3
N = 39/3 + 1/3
N = 13 horas + 1/3 de hora
N = 13 horas + 1/3 x 60 minutos
N = 13 horas + 20 minutos
Resposta: B

P A L
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Fim de aula!!! Até o próximo encontro. Abraço,

Prof. Arthur Lima

Instagram: ProfArthurLima

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P A L
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1. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) Se é verdade que alguns adultos


são felizes e que nenhum aluno de matemática é feliz, então é
necessariamente verdade que:

a) algum adulto é aluno de matemática.

b) nenhum adulto é aluno de matemática.

c) algum adulto não é aluno de matemática.

d) algum aluno de matemática é adulto.

e) nenhum aluno de matemática é adulto.

2. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) Um polígono regular possui 48


diagonais que não passam pelo seu centro. A partir desta informação,
pode-se concluir que o número de lados desse polígono é igual a:

a) 12

b) 36

c) 24

d) 48

e) 22

3. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) Ana está realizando um teste e


precisa resolver uma questão de raciocínio lógico. No enunciado da
questão, é afirmado que: “todo X1 é Y. Todo X2, se não for X3, ou é X1
ou é X4. Após, sem sucesso, tentar encontrar a alternativa correta, ela

P A L
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escuta alguém, acertadamente, afirmar que: não há X3 e não há X4 que


não seja Y. A partir disso, Ana conclui, corretamente, que:

a) todo Y é X2.

b) todo Y é X3 ou X4.

c) algum X3 é X4.

d) algum X1 é X3.

e) todo X2 é Y.

4. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014 – adaptada) Duas estudantes de


química, Sara e Renata, estão trabalhando com uma mistura de amônia e
água. Renata está trabalhando com a mistura de amônia e água, na
proporção de 5:9, ou seja: 5 partes de amônia para 9 partes de água.
Sabe-se que Sara está trabalhando com a mistura de amônia e água na
proporção de 8:7, ou seja: 8 partes de amônia para 7 partes de água.
Desse modo, para se obter uma mistura de amônia e água na proporção
de 1:1, as misturas de Sara e Renata devem ser misturadas,
respectivamente, na proporção:

a) 8:15

b) 7:35

c) 30:7

d) 35:7

e) 32:5

5. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) Considere a função bijetora f, de


R em R definida por f (x) = ( x² - 1), se x ≥ 0 e f (x) = (x - 1), se x < 0,
em que R é o conjunto de números reais. Então os valores da função
inversa de f, quando x = -8 e x = 8 são, respectivamente, iguais a:

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a) -7 ; 3

b) -7 ; -3

c) 1/9; 1/63

d) -1/9; -1/63

e) -63 ; 9

6. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) O cosseno de um ângulo x, com



< x <  , é igual a -7/25. Desse modo, a tangente de x/2 é igual a:
2

a) -4/3

b) 4/3

c) -3/2

d) 3/23

e) 1

7. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) A matriz quadrada A, definida


genericamente por A = aij, é dada por a11 = 0; a12 = - 4; a13 = 2; a21 = x;
a22 = 0; a23 = (1 - z); a31 = y; a32 = 2z e, por último, a33 = 0. Desse
modo, para que a matriz A seja uma matriz antissimétrica, os valores de
a21, a23, a31 e a33 deverão ser, respectivamente, iguais a:

a) 4; -2; -2; -2.

b) 4; -2; 2; -2.

c) 4; 2; -2; -2.

d) -4; -2; 2; -2.

e) -4; -2; -2; -2.

P A L
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ATENÇÃO, pois a questão abaixo foi ANULADA.

8. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2014) Considere a reta R1 dada pela


equação 3y = -4x e a circunferência C1, dada pela equação x² + y² + 5x
– 7y – 1 = 0. A partir disso tem-se que:

a) R1 é tangente à C1 e o centro de C1 é o ponto (-5/2; 7/2).

b) R1 é exterior à C1 e o centro de C1 é o ponto (-5/2; 7/2).

c) R1 é secante à C1 e o centro de C1 é o ponto (5/2;7/2).

d) R1 é secante à C1 e o centro de C1 é o ponto (-5/2; 7/2).

e) R1 é secante à C1 e o centro de C1 é o ponto (5/2;-7/2).

9. ESAF – FUNAI – 2016) Em uma cidade, 40% dos adultos são obesos,
45% dos adultos obesos são mulheres e 50% dos adultos não obesos são
mulheres. Indique qual a probabilidade de que uma pessoa adulta da
cidade escolhida ao acaso seja uma mulher.

a) 0,48
b) 0,49
c) 0,50
d) 0,51
e) 0,52

10. ESAF – FUNAI – 2016) Considerando os dados da questão


anterior, indique qual a proporção de mulheres adultas que são obesas.

a) 5/8
b) 52%
c) 3/8
d) 11/26
e) 45%

P A L
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11. ESAF – FUNAI – 2016) O triângulo I tem base b e altura h. O


triângulo II tem base 25% maior e altura 20% menor que o triângulo I. A
base do triângulo III é 1,25b e a altura é 0,8h. Pode-se afirmar que:

a) a área do triângulo I é maior que a área do triângulo II.


b) a área do triângulo II é menor que a área do triângulo III.
c) os triângulos II e III têm a mesma área que é maior que a área do
triângulo I.
d) os triângulos II e III têm a mesma área que é menor que a área de
triângulo I.
e) os três triângulos têm a mesma área.

12. ESAF – FUNAI – 2016) Considere as quatro letras A, C, G e T


formando pares de letras nos quais A só forma par com T e C só forma
par com G. Indique quantas sequências distintas de três pares ordenados
de letras e com repetição podem ser formadas.

a) 4
b) 8
c) 16
d) 32
e) 64

13. ESAF – FUNAI – 2016) O limite da série infinita S de razão 1/3, S


= 9 + 3 + 1 + 1/3 + 1/9 + … é:

a) 13,444….
b) 13,5
c) 13,666….
d) 13,8
e) 14

P A L
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14. ESAF – FUNAI – 2016) Sejam as proposições p e q onde p implica


logicamente q e sejam as negações ~p e ~q. Tem-se que:

a) p é equivalente logicamente a q.
b) p implica logicamente q e q implica p.
c) p implica logicamente q e ~p implica ~q.
d) p e ~q é uma contradição.
e) p ou ~q é uma tautologia.

15. ESAF – FUNAI – 2016) Sejam as proposições p e q onde p


implica logicamente q. Diz-se de maneira equivalente que:

a) p é condição suficiente para q.


b) q é condição suficiente para p.
c) p é condição necessária para q.
d) p é condição necessária e suficiente para q.
e) q não é condição necessária para p.

16. ESAF – FUNAI – 2016) Seja NE a abreviatura de Nordeste. A


negação de “O Piauí faz parte do NE ou o Paraná não faz parte do NE” é:

a) o Piauí não faz parte do NE.


b) o Paraná faz parte do NE.
c) o Piauí não faz parte do NE ou o Paraná faz parte do NE.
d) o Piauí não faz parte do NE e o Paraná faz parte do NE.
e) o Piauí e o Paraná fazem parte do NE

17. ESAF – FUNAI – 2016) Seja a proposição: “Se um elemento


possui a propriedade P então ele possui também a propriedade Q”. Para
demonstrar que esta proposição é falsa, basta mostrar que:

a) todo elemento que possui a propriedade Q também possui a


propriedade P.

P A L
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P A L A

b) existe um elemento que não possui nem a propriedade P nem a


propriedade Q.
c) existe um elemento que possui a propriedade P, mas não possui a
propriedade Q.
d) existe um elemento que não possui a propriedade P.
e) existe um elemento que possui a propriedade Q, mas não possui a
propriedade P.

18. ESAF – FUNAI – 2016) Sejam as proposições (p) e (q) onde (p) é
V e (q) é F, sendo V e F as abreviaturas de verdadeiro e falso,
respectivamente. Então com relação às proposições compostas, a
resposta correta é:

a) (p) e (q) são V.


b) Se (p) então (q) é F.
c) (p) ou (q) é F.
d) (p) se e somente se (q) é V.
e) Se (q) então (p) é F.

19. ESAF – ANAC – 2016) Sabendo que os valores lógicos das


proposições simples p e q são, respectivamente, a verdade e a falsidade,
assinale o item que apresenta a proposição composta cujo valor lógico é a
verdade.

a) ~p V q q
b) p V q q
c) p q
d) p q
e) q ^ (p V q)

20. ESAF – ANAC – 2016) A proposição “se o voo está atrasado,


então o aeroporto está fechado para decolagens” é logicamente
equivalente à proposição:

P A L
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a) o voo está atrasado e o aeroporto está fechado para decolagens.


b) o voo não está atrasado e o aeroporto não está fechado para
decolagens.
c) o voo está atrasado, se e somente se, o aeroporto está fechado para
decolagens.
d) se o voo não está atrasado, então o aeroporto não está fechado para
decolagens.
e) o voo não está atrasado ou o aeroporto está fechado para decolagens.

21. ESAF – ANAC – 2016) Dada a matriz

o determinante da matriz 2A é igual a


a) 40.
b) 10.
c) 18.
d) 16.
e) 36.

22. ESAF – ANAC – 2016) Dado o sistema de equações lineares

a soma dos valores de x e y que solucionam o sistema é igual a


a) 4.
b) 6.
c) 5.
d) 7.
e) 3.

P A L
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23. ESAF – ANAC – 2016) Sejam f(x) = ax + 7 e g(x) = 3x + 6


funções do primeiro grau. O valor de "a" que faz com que f(2) seja igual a
g(3) é igual a

a) 6.
b) 3.
c) 5.
d) 4.
e) 7.

24. ESAF – ANAC – 2016) Em uma progressão aritmética, tem-se a2


+ a5 = 40 e a4 + a7 = 64. O valor do 31º termo dessa progressão
aritmética é igual a

a) 180.
b) 185.
c) 182.
d) 175.
e) 178.

25. ESAF – ANAC – 2016 – adaptada) Considere que o valor V, em


reais, de uma máquina após x anos de uso é dado pela expressão
V=40000x(0,8)x . Então, é correto afirmar que

a) ao final de dois anos de uso a máquina desvalorizará R$ 14.000,00.


b) ao final de três anos de uso a máquina desvalorizará mais de 50%.
c) ao final de dois anos de uso a máquina valerá R$ 25.600,00.
d) ao final do primeiro ano de uso a máquina valerá 90% do valor de
compra.
e) o valor da máquina nova é igual a R$ 32.000,00.

26. ESAF – ANAC – 2016) Uma caixa contém seis bolas brancas e
quatro pretas. Duas bolas serão retiradas dessa caixa, uma a uma e sem
reposição, então a probabilidade de uma ser branca e a outra ser preta é
igual a

P A L
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P A L A

a) 4/15.
b) 7/15.
c) 2/15.
d) 8/15.
e) 11/15.

27. ESAF – ANAC – 2016) O piso de uma sala comercial tem o


formato da figura a seguir

A figura possui cinco ângulos internos iguais a 90 graus e um igual a 270


graus. Os lados da figura não estão em escala e os valores listados estão
em metros. De acordo com essas informações, a área dessa sala é igual a
a) 18 metros quadrados.
b) 16 metros quadrados.
c) 22 metros quadrados.
d) 20 metros quadrados.
e) 24 metros quadrados.

28. ESAF – ANAC – 2016) Para pintar um muro, três pintores gastam
oito horas. Trabalhando num ritmo 20% mais lento, a quantidade de
horas que cinco pintores levarão para pintar esse mesmo muro é igual a

a) 4.
b) 6.
c) 5.
d) 8.
e) 7.

P A L
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29. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Um capital de R$ 20.000,00 foi


aplicado à taxa de juros compostos de 10% ao ano. Sendo t o número de
anos em que esse capital deverá ficar aplicado para que produza juro
total de R$ 9.282,00, então t pode ser calculado corretamente por meio
da resolução da equação

(A) 0,1t = 1,4641


(B) 1,1t = 1,5470
(C) 1,1t = 1,4641
(D) 0,1t = 0,4641
(E) 1,1t = 0,4641

30. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Jair tem 8 primos, dos quais irá
convidar 5 para um jantar em sua casa. Ocorre que 2 dos 8 primos só
podem ir ao jantar se forem juntos. O total de escolhas diferentes dos 5
convidados que Jair pode fazer para o jantar é igual a

(A) 26.
(B) 36.
(C) 40.
(D) 56.
(E) 30.

31. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Roberta tem que ler dois processos
diferentes e dar, em cada um, parecer favorável ou desfavorável. A
probabilidade de Roberta dar parecer favorável ao primeiro processo é de
50%, a de dar parecer favorável ao segundo é de 40%, e a de dar
parecer favorável a ambos os processos é de 30%. Sendo assim, a
probabilidade de que Roberta dê pareceres desfavoráveis a ambos os
processos é igual a

(A) 30%.

P A L
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(B) 50%.
(C) 20%.
(D) 40%.
(E) 60%.

32. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Cláudio está fazendo um programa de


condicionamento físico de caminhadas diárias. A cada dois dias ele deve
aumentar em 200 m a distância percorrida na caminhada, sendo que no
primeiro dia ele começa caminhando 500 m. Em tal programa, o primeiro
dia de caminhada em que Cláudio irá correr exatos 9,7 km será o

(A) 91º.
(B) 47º.
(C) 49º.
(D) 97º.
(E) 93º.

33. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Artur, Beatriz e Cristina vão jogar três
rodadas de um jogo de cartas. O combinado é que o perdedor da rodada
deve dar a cada um dos demais jogadores exatamente a quantia de
dinheiro que cada um tem naquela rodada. Sabe-se que Artur perdeu a
primeira rodada, Beatriz perdeu a segunda e Cristina perdeu a terceira.
Sabendo-se ainda que ao final das três rodadas cada jogador ficou com
R$ 40,00, é correto afirmar que Cristina começou a primeira rodada do
jogo tendo

(A) R$ 40,00.
(B) R$ 20,00.
(C) R$ 35,00.
(D) R$ 30,00.
(E) R$ 25,00.

P A L
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34. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Quatro meninos têm 5, 7, 9 e 11


carrinhos cada um. A respeito da quantidade de carrinhos que cada um
tem, eles afirmaram:

− Antônio: Eu tenho 5 carrinhos;


− Bruno: Eu tenho 11 carrinhos;
− Cássio: Antônio tem 9 carrinhos;
− Danilo: Eu tenho 9 carrinhos.
Se apenas um deles mentiu, tendo os outros dito a verdade, então é
correto concluir que a soma do número de carrinhos de Antônio, Bruno e
Cássio é igual a (A) 27.
(B) 22.
(C) 23.
(D) 25.
(E) 21.

35. FCC – SEFAZ/MA – 2016) A planta do terreno retangular plano


de uma fazenda está na escala de 1:10000. Nessa planta, o terreno é
representado por um retângulo de 1,1 m por 64 cm. Sabendo-se que o
perímetro de um retângulo é a soma das medidas de todos os seus lados,
então o perímetro do terreno dessa fazenda, em quilômetros, é igual a

(A) 2,328.
(B) 23,28.
(C) 348.
(D) 34,8.
(E) 3,48.

36. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Um comerciante de material de


construção comprou um lote de areia para revendê-lo. Ele conseguiu
vender 2/5 do lote ganhando 24% sobre o preço que havia pago por essa
fração do lote. O restante do lote foi vendido pelo comerciante com

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prejuízo de 10%. Com relação ao preço pago na aquisição do lote, a


venda total do lote implicou para o comerciante em

(A) prejuízo de 5,6%.


(B) lucro de 5,6%.
(C) lucro de 2,8%.
(D) prejuízo de 3,6%.
(E) lucro de 3,6%.

37. FCC – SEFAZ/MA – 2016) Em uma reunião realizada em um dia


do mês de outubro estavam presentes apenas pessoas que faziam
aniversário naquele mês. Das pessoas presentes, apenas três faziam
aniversário exatamente no dia da reunião, e todas as demais faziam
aniversário em dias diferentes entre si duas a duas. Sabendo-se que o
mês de outubro tem 31 dias, é correto concluir que nessa reunião
estavam presentes no

(A) máximo 33 pessoas.


(B) mínimo 18 pessoas.
(C) máximo 32 pessoas.
(D) mínimo 28 pessoas.
(E) máximo 31 pessoas.

38. FCC - ISS/Teresina - 2016) Joana aplicou todo seu capital,


durante 6 meses, em 2 bancos (X e Y). No Banco X, ela aplicou 37,5% do
capital sob o regime de capitalização simples e verificou que, no final do
período de 6 meses, o valor dos juros foi de R$ 2.250,00. No Banco Y, ela
aplicou o restante do capital sob o regime de capitalização composta, a
uma taxa de 4% ao trimestre, verificando que, no final do período de 6
meses, o valor dos juros foi de R$ 4.080,00. A taxa de juros anual
correspondente à aplicação no Banco X foi de

(A) 11,25%

P A L
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(B) 10,50%
(C) 15,00%
(D) 13,50%
(E) 12,00%

39. FCC - ISS/Teresina - 2016) Uma aplicação no valor de R$


25.000,00 por um período de 1 ano permitirá que seja resgatado, no final
do período da aplicação, um montante no valor de R$ 28.730,00. Para
que a taxa real de juros desta aplicação seja no mínimo de 4%, a taxa de
inflação deste ano terá que ser no máximo igual a

(A) 10,92%
(B) 12,00%
(C) 11,20%
(D) 9,80%
(E) 10,50%

40. FCC - ISS/Teresina - 2016) Uma duplicata é descontada 6 meses


antes de seu vencimento em um banco que adota uma taxa de desconto
de 5% ao trimestre para qualquer operação de desconto. Verifica-se que
o valor do desconto com a utilização do desconto racional composto
supera o valor do desconto com a utilização do desconto racional simples
em R$ 50,00. Caso a opção seja pela utilização do desconto comercial
simples, o valor do desconto será, então,

(A) R$ 2.200,00.
(B) R$ 2.425,50.
(C) R$ 2.275,50.
(D) R$ 2.505,75.
(E) R$ 2.250,00.

41. FCC - ISS/Teresina - 2016) Uma dívida no valor de R$ 16.000,00


deverá ser liquidada por meio de 5 prestações mensais, iguais e
consecutivas, vencendo a primeira prestação 1 mês após a data da

P A L
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concessão da dívida. Utilizando o sistema de amortização francês,


observa-se que os saldos devedores da dívida, imediatamente após o
pagamento da primeira e da segunda prestação, são iguais a R$
12.956,00 e R$ 9.835,90, respectivamente. O valor dos juros incluído na
segunda prestação é igual a

(A) R$ 323,90.
(B) R$ 259,12.
(C) R$ 388,68.
(D) R$ 245,90.
(E) R$ 362,80.

42. FCC - ISS/Teresina - 2016) Em uma repartição pública os


processos que chegam para análise e deferimento são distribuídos com
igual probabilidade para

4 auditores: A, B, C e D. Sabe-se que as probabilidades dos auditores A,


B, C e D não deferirem um processo são dadas, respectivamente, por
30%, 35%, 22% e 33%. Nessas condições, a probabilidade de um
processo, escolhido ao acaso, ser deferido é igual a
(A) 65%.
(B) 60%.
(C) 70%.
(D) 72%.
(E) 75%.

43. AOCP - ISS/Juiz de Fora - 2016) Um apicultor possui 400


colmeias na sua propriedade agrícola, sendo que 40 dessas colmeias
foram dedetizadas com os venenos A e B, só 200 foram dedetizadas com
o veneno A e exatamente 130 colmeias foram dedetizadas com o veneno
B. Dessa forma, o total de colmeias que ainda NÃO foram dedetizadas
nem com o veneno A e nem com o veneno B é igual a.

P A L
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a) 110.
b) 180.
c) 20.
d) 11.
e) 300.

44. AOCP - ISS/Juiz de Fora - 2016) Um agrônomo realizou um


estudo científico a respeito da infestação de uma determinada praga em
três tipos de culturas diferentes, A, B e C, todas com a mesma área de
cultivo. Nesse estudo, o agrônomo determinou que 6/11 da área cultivada
da cultura A, 2/3 da área cultivada da cultura B e 4/7 da área cultivada da
cultura C estão infestadas pela praga em estudo. Pela análise dessas
informações, é correto afirmar que

a) a cultura do tipo A é a que possui a maior área cultivada com


infestação da praga.
b) a cultura do tipo B é a que possui a menor área cultivada com
infestação da praga.
c) a cultura do tipo B é a que possui a maior área cultivada com
infestação da praga.
d) a cultura do tipo C é a que possui a menor área cultivada com
infestação da praga.
e) a cultura do tipo C é a que possui a maior área cultivada com
infestação da praga.

45. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) A afirmação “A menina tem olhos


azuis ou o menino é loiro” tem como sentença logicamente equivalente:

a) se o menino é loiro, então a menina tem olhos azuis.

b) se a menina tem olhos azuis, então o menino é loiro.

c) se a menina não tem olhos azuis, então o menino é loiro.

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d) não é verdade que se a menina tem olhos azuis, então o menino é


loiro.

e) não é verdade que se o menino é loiro, então a menina tem olhos


azuis.

46. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Se Anamara é médica, então


Angélica é médica. Se Anamara é arquiteta, então Angélica ou Andrea são
médicas. Se Andrea é arquiteta, então Angélica é arquiteta. Se Andrea é
médica, então Anamara é médica. Considerando que as afirmações são
verdadeiras, segue-se, portanto, que:

a) Anamara, Angélica e Andrea são arquitetas.


b) Anamara é médica, mas Angélica e Andrea são arquitetas.
c) Anamara, Angélica e Andrea são médicas.
d) Anamara e Angélica são arquitetas, mas Andrea é médica.
e) Anamara e Andrea são médicas, mas Angélica é arquiteta.

47. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Se Ana é pianista, então


Beatriz é violinista. Se Ana é violinista, então Beatriz é pianista. Se Ana é
pianista, Denise é violinista. Se Ana é violinista, então Denise é pianista.
Se Beatriz é violinista, então Denise é pianista. Sabendo-se que nenhuma
delas toca mais de um instrumento, então Ana, Beatriz e Denise tocam,
respectivamente:

a) piano, piano, piano.


b) violino, piano, piano.
c) violino, piano, violino.
d) violino, violino, piano.
e) piano, piano, violino.

P A L
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48. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Caso ou compro uma


bicicleta. Viajo ou não caso. Vou morar em Pasárgada ou não compro
uma bicicleta. Ora, não vou morar em Pasárgada. Assim,

a) não viajo e caso.


b) viajo e caso.
c) não vou morar em Pasárgada e não viajo.
d) compro uma bicicleta e não viajo.
e) compro uma bicicleta e viajo.

49. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Sabendo-se que o conjunto X


é dado por X = {x R x2 – 9 = 0 ou 2x – 1 = 9} e o que o conjunto Y é
dado por Y = {y R 2y + 1 = 0 e 2y2 – y – 1 = 0}, onde R é o conjunto
dos números reais, então pode-se afirmar que:

a) X U Y = {-3; -0,5; 1; 3; 5}.


b) X - Y = {-3; 3}.
c) X U Y = {-3; -0,5; 3; 5}.
d) Y = {-0,5; 1}.
e) Y = {-1}.

50. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Considerando-se a expressão


trigonométrica x = 1 + cos 30°, um dos possíveis produtos que a
representam é igual a

a) 2 cos2 15°.
b) 4 cos2 15°.
c) 2 sen2 30°.
d) 2 cos2 30°.
e) 4 sen2 15°.

51. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) As matrizes, A, B, C e D são


quadradas de quarta ordem. A matriz B é igual a 1/2 da matriz A, ou

P A L
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seja: B = 1/2 A. A matriz C é igual a matriz transposta de B, ou seja: C =


Bt. A matriz D é definida a partir da matriz C; a única diferença entre
essas duas matrizes é que a matriz D tem como primeira linha a primeira
linha de C multiplicada por 2. Sabendo-se que o determinante da matriz A
é igual a 32, então a soma dos determinantes das matrizes B, C e D é
igual a

a) 6.
b) 4.
c) 12.
d) 10.
e) 8.

52. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Considere o sistema de


equações lineares dado por:

x y z 0
x  y  rz  2
rx  2 y  z  1

Sabendo-se que o sistema tem solução única para r ≠ 0 e r ≠ 1, então o


valor de x é igual a
2
a) .
r
2
b) .
r
1
c) .
r
1
d) .
r
e) 2r.

53. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) A função bijetora dada por


x 1
f(x) = possui domínio no conjunto dos números reais, exceto o
x2

P A L
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58. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) No sistema de juros simples,


um capital foi aplicado a uma determinada taxa anual durante dois anos.
O total de juros auferidos por esse capital no final do período foi igual a
R$ 2.000,00. No sistema de juros compostos, o mesmo capital foi
aplicado durante o mesmo período, ou seja, 2 anos, e a mesma taxa
anual. O total de juros auferidos por esse capital no final de 2 anos foi
igual a R$ 2.200,00. Desse modo, o valor do capital aplicado, em reais, é
igual a

a) 4.800,00.
b) 5.200,00.
c) 3.200,00.
d) 5.000,00.
e) 6.000,00.

59. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) A taxa cobrada por uma


empresa de logística para entregar uma encomenda até determinado
lugar é proporcional à raiz quadrada do peso da encomenda. Ana, que
utiliza, em muito, os serviços dessa empresa, pagou para enviar uma
encomenda de 25kg uma taxa de R$ 54,00. Desse modo, se Ana enviar a
mesma encomenda de 25kg dividida em dois pacotes de 16kg e 9kg, ela
pagará o valor total de

a) 54,32.
b) 54,86.
c) 76,40.
d) 54.
e) 75,60.

60. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) A negação da proposição “se Paulo


estuda, então Marta é atleta” é logicamente equivalente à proposição:

a) Paulo não estuda e Marta não é atleta.

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b) Paulo estuda e Marta não é atleta.

c) Paulo estuda ou Marta não é atleta.

d) se Paulo não estuda, então Marta não é atleta.

e) Paulo não estuda ou Marta não é atleta.

61. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Se Paulo é irmão de Ana,


então Natália é prima de Carlos. Se Natália é prima de Carlos, então
Marta não é mãe de Rodrigo. Se Marta não é mãe de Rodrigo, então Leila
é tia de Maria. Ora, Leila não é tia de Maria. Logo

a) Marta não é mãe de Rodrigo e Paulo é irmão de Ana.


b) Marta é mãe de Rodrigo e Natália é prima de Carlos.
c) Marta não é mãe de Rodrigo e Natália é prima de Carlos.
d) Marta é mãe de Rodrigo e Paulo não é irmão de Ana.
e) Natália não é prima de Carlos e Marta não é mãe de Rodrigo.

62. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Uma esfera foi liberada no


ponto A de uma rampa. Sabendo-se que o ponto A está a 2 metros do
solo e que o caminho percorrido pela esfera é exatamente a hipotenusa
do triângulo retângulo da figura abaixo, determinar a distância que a
esfera percorreu até atingir o solo no ponto B.

a) 5 metros
b) 3 metros
c) 4 metros
d) 6 metros

P A L
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e) 7 metros

 2 1
63. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Dada a matriz A =  , o
 0 1
determinante de A5 é igual a

a) 20.
b) 28.
c) 32.
d) 30.
e) 25.

64. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) O Ministério da Fazenda


pretende selecionar ao acaso 3 analistas para executar um trabalho na
área de tributos. Esses 3 analistas serão selecionados de um grupo
composto por 6 homens e 4 mulheres. A probabilidade de os 3 analistas
serem do mesmo sexo é igual a

a) 40%.
b) 50%.
c) 30%.
d) 20%.
e) 60%.

65. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Marta aplicou R$ 10.000,00


em um banco por 5 meses, a uma taxa de juros simples de 2% ao mês.
Após esses 5 meses, o montante foi resgatado e aplicado em outro banco
por mais 2 meses, a uma taxa de juros compostos de 1% ao mês. O valor
dos juros da segunda etapa da aplicação é igual a

a) R$ 221,10.
b) R$ 220,00.
c) R$ 252,20.

P A L
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d) R$ 212,20.
e) R$ 211,10.

66. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Um título de R$ 20.000,00 foi


descontado 4 meses antes do seu vencimento, a uma taxa de desconto
comercial simples de 5% ao mês. A taxa efetiva mensal de juros simples
dessa operação é igual a

a) 6,50%.
b) 5,50%.
c) 5,25%.
d) 6,00%.
e) 6,25%.

67. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Para construir 120 m2 de um


muro em 2 dias, são necessários 6 pedreiros. Trabalhando no mesmo
ritmo, o número de pedreiros necessários para construir 210 m2 desse
mesmo muro em 3 dias é igual a

a) 2.
b) 4.
c) 3.
d) 5.
e) 7.

68. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Em um tanque há 3


torneiras. A primeira enche o tanque em 5 horas, a segunda, em 8 horas,
já a terceira o esvazia em 4 horas. Abrindo-se as 3 torneiras ao mesmo
tempo e estando o tanque vazio, em quanto tempo o tanque ficará cheio?

a) 10 horas e 40 minutos
b) 13 horas e 20 minutos
c) 14 horas e 30 minutos

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d) 11 horas e 50 minutos
e) 12 horas e 10 minutos

P A L
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P A L A

1 C 2 A 3 E 4 C 5 A 6 B 7 C
8 D 9 A 10 C 11 E 12 E 13 B 14 D
15 A 16 D 17 C 18 B 19 A 20 E 21 A
22 E 23 D 24 B 25 C 26 D 27 C 28 B
29 C 30 A 31 D 32 E 33 B 34 C 35 D
36 E 37 A 38 C 39 E 40 B 41 A 42 C
43 A 44 C 45 C 46 C 47 B 48 B 49 C
50 A 51 E 52 D 53 A 54 B 55 E 56 D
57 A 58 D 59 E 60 B 61 D 62 C 63 C
64 D 65 A 66 E 67 E 68 B

P A L