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MANUAL DE SERVIÇOS

Rev.00

Dafra da Amazônia Indústria e Comércio de Motocicletas Ltda. – 2013


ÍNDICE GERAL

INFORMAÇÕES GERAIS 1
INSPEÇÕES/AJUSTES 2
LUBRIFICAÇÃO 3
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO 4
EMS 5
SISTEMA DE ARREFECIMENTO 6
INSTALAÇÃO/REMOÇÃO DO MOTOR 7

EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS 8
MOTOR

ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA 9
CABEÇOTE/VÁLVULAS 10
CILINDRO/PISTÃO 11
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO 12
ASSENTO/SISTEMA DE ESCAPAMENTO 13
CHASSI

RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO 14


RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO 15
SISTEMA DE FREIO 16
SISTEMA DE CARGA 17
ELÉTRICO
SISTEMA

SISTEMA DE IGNIÇÃO 18
SISTEMA DE PARTIDA 19
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA 20
DIAGNOSE DE DEFEITOS 21
DIAGRAMA ELÉTRICO 22
INFORMAÇÕES GERAIS

IDENTIFICAÇÃO DA MOTOCICICLETA ................................................................


................................................................................................
.......................................................................
....................................... 1-2 1
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
.................................................... 1-2
VALORES DE TORQUE ................................................................
................................................................................................
..............................................................................................
.............................................................. 1-5
VALORES DE TORQUE ................................................................
................................................................................................
..............................................................................................
.............................................................. 1-6
FERRAMENTAS ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
..........................................................................
.......................................... 1-7
PASSAGEM DE CABOS E FIAÇÃO ................................................................
................................................................................................
...............................................................................
............................................... 1-8
SÍMBOLOS/ABREVIAÇÕES ................................................................
................................................................................................
........................................................................................
........................................................1
........................1-11
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO. ................................................................
................................................................................................
...................................................................................
...................................................1
...................1-12
REGRAS DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
...............................................................................................
...............................................................1
...............................1-12
CUIDADOS COM A FIAÇÃO................................
FIAÇÃO................................................................
................................................................................................
.....................................................................................
.....................................................1
.....................1-16

1-1
INFORMAÇÕES GERAIS

IDENTIFICAÇÃO DA MOTOCICLETA

NÚMERO DO CHASSI NÚMERO DO MOTOR

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
HORIZON 250
Altura 1.140 mm
Largura 790 mm
Comprimento 2.245 mm
DIMENSÕES

Distâ
Distância entre eixos 1.500 mm
Altura mínima do solo 145 mm
Altura do assento 725 mm
Peso seco 163,4 mm
Peso em ordem de marcha 178,6 mm
Peso máximo de carga (Inclui condutor, passageiro, acessórios e bagagens)
bagagens) 150 mm

SEMISSINTÉTICO PETRONAS
Tipo SYNTIUM / SAE 10W40, API SL,
CAPACIDADES

JASO MA/MA2
Óleo do motor
Quantidade após drenagem 1,3 l
Quantidade após drenagem c/ filtro 1,35 l
Quantidade a após
pós desmontagem 1,5 l
Total (com reserva) 17,0 l
Tanque de combustível
Reserva 3,5 l

1-2
INFORMAÇÕES GERAIS

HORIZON 250
Fluido especificado ATF
Suspensão dianteira
Quantidade 350 ± 2,5 m
CAPACIDADES

Freios dianteiro e traseiro Fluido especificado DOT 4


PETRONAS COOLANT 11 P pronto
Tipo
para uso
Líquido de arrefecimento Quantidade após drenagem 1.000 m
Quantidade após desmontagem 1.100 m
Reservatório 260 m
Tipo Berço duplo
Chassi Ângulo de cáster 32°
Trail 147 mm
Tipo Telescópica
Suspensão dianteira
Curso 140 mm
Tipo Braço oscilante
Suspensão traseira
Curso 70 mm
Rodas Material Liga leve
CHASSI

Tipo Disco duplo


Freio dianteiro
Acionamento Hidráulico
Tipo Disco único
Freio traseiro
Acionamento Hidráulico
Medida 3.00-18 M/C 47S
Pneu dianteiro Apenas o condutor: 29 psi
Calibragem
Com carga máxima: 29 psi
Medida 130/90-15 66S
Pneu traseiro Apenas o condutor: 29 psi
Calibragem
Com carga máxima: 32 psi
4 tempos, monocilíndrico, DOHC, 4 válvulas, acionado por corrente,
Tipo
arrefecimento líquido
Disposição do cilindro Inclinado 20° em relação à vertical
Diâmetro X Curso 73 X 59,8 mm
Cilindrada 250,3 cm³
Adm: 0,15 ± 0,02 mm
Folga de válvulas
Esc: 0,20± 0,02 mm
Taxa de compressão 11,3 : 1
Pressão de compressão 12,0 kg/cm² (a 600 rpm)
Potência máxima 22,8 cv (16,8 kw) a 8.000 rpm
Torque máximo 17,9 N.m (1,82 kgf.m) a 7.000 rpm
MOTOR

Sistema de injeção eletrônica Kefico


Combustível Gasolina tipo C (comum)
Rotação de marcha lenta 1.600 ±150 rpm
Sistema de partida Elétrica
Filtro de ar Elemento filtrante de papel
Sistema de arrefecimento Líquido com radiador e reservatório de expansão
Sistema de lubrificação Forçada por bomba de óleo
Abertura (a 0,3 mm) 21,4° APMS
Válvula de admissão
Fechamento (a 0,3 mm) 32,6° DPMI
Abertura (a 0,3 mm) 66,3° APMI
Válvula de escape
Fechamento (a 0,3 mm) 23,6° DPMS
Peso seco do motor 35,5 kg

1-3
INFORMAÇÕES GERAIS

HORIZON 250
Sistema de embreagem Multidiscos banhados em óleo
Transmissão 5 marchas constantemente engrenadas
Redução primária 2,846 : 1
TRANSMISSÃO

Redução secundária 3,000 : 1


1ª - 2,500 : 1(35/14)
Relação de transmissão 2º - 1,867 : 1(28/15)
3ª - 1,438 : 1(23/16)
1(21/19)
4ª - 1,105 : 1 (21/19)
Relação de transmissão
5ª - 0,923 : 1(24/26)
1(24/26)
Sistema de mudança de marcha Sistema de retorno operado pelo pé esquerdo 1 – N – 2 – 3 – 4 – 5
Sistema de ignição Por transistor (ECU)
Fabricante NGK
Vela de ignição Modelo CR9EH-
CR9EH-9
Folga dos eletrodos 0,8 a 0,9 mm
30A x 1 (principal)
Fusíveis
15A x 4
Tipo MF – Livre de manutenção
Bateria
Capacidade 12V – 10Ah
Em macha lenta 18° APMS/ 1.600 rpm
Ponto de ignição
Avanço total 30° APMS/ 8.500 rpm
SISTEMA ELÉTRICO

Alternador 12V – 17A/ 5.000 rpm


Lâmpada do farol 12V – 60/55W
Lâmpada de posição 12V – 5W x 1
Lâmpada dos sinalizadores 12V – 10W x 4
Lanterna traseira / Luz de freio 12V LEDs
Lâmpada da placa de licença 5W
Iluminação dos instrumentos LEDs
Iluminação do indicador do nível
LED
de combustível
Indicador do farol alto LED
Indicador dos sinalizadores LED
Indicador do neutro LED
Indicador do combustível reserva LED
Indicador do cavalete lateral LED
Indicador do sistema EFI LED
Concentração de monóxido de
EMISSÕES

0,112% em volume (em marcha lenta)


carbono (CO):
Concentração de hidrocarbonetos
125,68 ppm em volume (em marcha lenta)
(HC):

1-4
INFORMAÇÕES GERAIS

VALORES DE TORQUE
CHASSI

Ø DA
ITEM QTD TORQUE N.m OBSERVAÇÃO
ROSCA
Porca de fixação do motor no chassi 3 M10 30 ~40 N.m
Paraf. de fixação suporte dianteiro do motor 2 M10x130
M10x130 30~40 N.m
Paraf. de fixação do guidão 4 M8x3
M8x32 17~
17~23 N.m
Paraf. pivô do cavalete lateral 1 M10x33
M10x33 15~19 N.m
Porca do cavalete lateral 1 M10 41~45 N.m
Porca do eixo traseiro 1 M14 80~100 N.m
Porca da coroa de transmissão 4 M10 30~40 N.m
Paraf. do disco do freio traseiro 5 M8x24 20~26 N.m Trava química: TM
Paraf. da mangueira do freio traseiro 2 M10 23~27 N.m
Paraf. do sup. do cáliper traseiro 2 M8x25
M8x25 25~35 N.m Trava química: TM
Paraf. do sup. do cilindro mestre do freio
2 M6x12
M6x12 8~12 N.m
traseiro
Porca do eixo dianteiro 1 M14 55~65 N.m
Paraf. do disco do freio dianteiro 6 M8x24
M8x 24 20~26 N.m Trava química: TM
Paraf. da mangueira do freio dianteiro 6 M10x22
M10x22 23~27 N.m
Paraf. do sup. do cáliper dianteiro 4 M8x31
M8x31 25~35 N.m Trava química: TM
Paraf. do sup. do cilindro mestre do freio
2 M6x22
M6x22 8~12 N.m
dianteiro
Porca da coluna de direção 1 M 22 80~100 N.m
Porca de ajuste da coluna de direção 1 M22 4 ~6 N.m Consulte a pág.14-
pág.14-20
Paraf. da mesa superior 2 M8x30
M8x30 22~27 N.m
Paraf. da mesa inferior 2 M8x28
M8x28 22~27 N.m
Porca do eixo do braço oscilante 1 M14 80~100 N.m
Paraf. superior do amortecedor traseiro 2 M6x16
M6x16 8~12 N.m Trava química: TM
Porca inferior do amortecedor traseiro 2 M10 28~32 N.m Trava química: TM
Paraf. do deslizador da corrente de
2 Rosca 6mm 3,5~4,5 N.m
transmissão
Porca do tubo
tubo esquerdo de fixação do motor 6 M8 24~30 N.m Trava química: TM
Paraf. da tampa do cilindro mestre dianteiro 2 M4 1,3~1,7 N.m
Paraf. da buzina 1 M6x10
M6x10 8~12 N.m Trava química: TM
TM= Torque médio
*As especificações de torque listadas acima são para fixadores importantes. Outros fixadores devem ser apertados nos
valores de torque padrão (pág.1-6).

1-5
INFORMAÇÕES GERAIS

MOTOR

Ø DA
ITEM QTD TORQUE N.m OBSERVAÇÃO
ROSCA
Paraf. do suporte das árvores de comando 8 M6 8~12 N.m
Porca especial de fixação do cabeçote 4 M10 55~65 N.m
Paraf. da tampa do cabeçote 4 M6x24 8~12 N.m
Paraf. pivô do tensor da corrente 1 M6x25 8~12 N.m Trava química: TM
Paraf. do acionador da corrente de comando 2 M6x16 8~12 N.m
Bujão do acionador da corrente de comando 1 M6x6 3~5 N.m
Contraporca da engrenagem motora primária 1 M16 60~70 N.m
Contraporca do cubo da embreagem 1 M16x1,0 60~70 N.m
Porca do volante do motor 1 M12 70~80 N.m Trava química: TM
Paraf. da embreagem de partida 3 M8x18 25~35 N.m Trava química: TM
Paraf. da placa de rolamento 2 M6x16 8~12 N.m Trava química: TM
Paraf. do posicionador de marcha 1 M6x12 8~12 N.m Trava química: TM
Paraf. do excêntrico posicionador 1 M6x25 8~12 N.m Trava química: TM
Paraf. do pinhão de transmissão 2 M6x10 8~12 N.m Trava química: TM
Paraf. da tampa do alternador 12 M6 8~12 N.m
Paraf. da tampa do filtro de óleo (papel) 5 M6 8~12 N.m
Paraf. da tampa da embreagem 7 M6 8~12 N.m
Paraf. da carcaça 10 M6 8~12 N.m
Vela de ignição 1 M10 13~17 N.m
Porca do motor de partida 1 M6 5~7 N.m
Bujão do filtro de óleo (tela) 1 M36 8~12 N.m
Sensor de temperatura do motor 1 M12 13~17 N.m
TM= Torque médio
*As especificações de torque listadas acima são para fixadores importantes. Outros fixadores devem ser apertados nos
valores de torque padrão abaixo.

VALORES DE TORQUE PADRÃO


ITEM TORQUE kgf.m ITEM TORQUE kgf.m
Parafuso e porca, 5 mm 0,45 ~ 0,6 Parafuso, 5 mm 0,35 ~ 0,5
Parafuso e porca, 6 mm
0,8 ~ 1,2 Parafuso, 6 mm 0,7 ~ 1,1
(incluso parafuso flange SH)
Parafuso flange e porca, 6 mm
Parafuso e porca, 8 mm 1,8 ~ 2,5 0,7 ~ 1,1
(incluso parafuso flange SH)
Parafuso e porca, 10 mm 3,0 ~ 4,0 Parafuso e porca, 8 mm 2,4 ~ 3,0
Parafuso e porca, 12 mm 5,0 ~ 6,0 Parafuso e porca, 10 mm 3,5 ~ 4,5
*SH (cabeça pequena) presente em parafuso 6 mm e parafuso cabeça flange 8 mm.

1-6
INFORMAÇÕES GERAIS

FERRAMENTAS
FERRAMENTAS ESPECIAIS

DESCRIÇÃO APLICAÇÃO CAPÍTULO


Fixador do cubo da embreagem Usado para fixar o cubo da embreagem 8
Extrator do volante do motor Usado para remover o volante da árvore de manivelas 9
Instalador da guia da válvula
Usados durante a remoção da guia da válvula 10
Alargador da guia da válvula
Extrator de rolamentos universal Usados para remover rolamentos da árvore de manivelas
Conjunto extrator de rolamentos Usados para remover rolamentos da carcaça
Adaptador roscado
12
Eixo de montagem da carcaça do motor
Usado para instalar a árvore de manivelas na carcaça
Espaçador de montagem da carcaça do
motor
Usado para remoção das pistas de esferas superior e
Extrator de pista de esfera
inferior
Usado para instalação da pista interna do rolamento
Instalador da coluna de direção
inferior na coluna de direção
14
Usado para instalar o retentor de óleo no cilindro interno
Contrapeso instalador do retentor
da suspensão dianteira
Usado para remover/ instalar a porca castelo da coluna de
Soquete para coluna de direção
direção
Usado para remoção do anel elástico do cilindro mestre do
Alicate para anel elástico 16
freio dianteiro

FERRAMENTAS DE USO COMUM

DESCRIÇÃO APLICAÇÃO CAPÍTULO


Chave, 8 x 9 mm
Usado para ajustar folga de válvula 2
Chave de ajuste, B
Chave de contraporca (M6), 20 x 24 mm 6
Usado para remover a porca da embreagem e da árvore
Barra de extensão 8,14
de manivelas
Fixador do volante do motor 8
Compressor de mola da válvula Usado para remoção das válvulas 10
Instalador
Acessório Usado para instalação de rolamentos 12,14,15
Guia
Usado para instalar o retentor de óleo no cilindro interno
Acessório do instalador do retentor 14
da suspensão dianteira
Cabeçote extrator de rolamento
Usado para remover o rolamento da roda 15
Eixo extrator de rolamento
Chave Allen (M8) Usada para remoção das porcas do cabeçote 10

TESTADORES E MEDIDORES

DESCRIÇÃO APLICAÇÃO CAPÍTULO


Manômetro Usado para medir a pressão de compressão do cilindro 2
Mult
Multímetro
Adaptador de pico de voltagem - PVA (peak
(peak 17,18
Usado para medir partes elétricas
adapter)
voltage adapter)
Medidor de bateria 18
Usado para diagnóstico da ECU e verificação de
Scanner 5
problemas nos sensores do sistema de injeção eletrônica

1-7
INFORMAÇÕES GERAIS

PASSAGEM DE CABOS E FIAÇÃO

1-8
INFORMAÇÕES GERAIS

1-9
INFORMAÇÕES GERAIS

1-10
INFORMAÇÕES GERAIS

SÍMBOLOS/ABREVIAÇÕES
Os símbolos a seguir são usados neste manual para representar avisos ou cuidados ligados ao trabalho.

SÍMBOLO SIGNIFICADO SÍMBOLO SIGNIFICADO

Além da possibilidade de Indica a possibilidade de danos à


danos à motocicleta, indica CUIDADO motocicleta se as instruções não forem
possibilidade de risco à seguidas.
AVISO
segurança do condutor e/ou
passageiro se as instruções Indica questões de segurança geral.
não forem seguidas. OBSERVAÇÃO Apresenta procedimentos de segurança a
manuseio apropriado.

Os símbolos abaixo indicam etapas de lubrificação, troca de peças, ferramentas especializadas, etc. necessárias ao realizar
manutenção.

SÍMBOLO SIGNIFICADO

Use óleo para motor recomendado, a menos que especificado o contrário.

Use solução recomendada de óleo e molibdênio (mistura de óleo para motor e graxa de molibdênio a uma
proporção de 1:1).

Use graxa (NLG 1 N°2).

Use graxa à base de bissulfeto de molibdênio.

Use pasta à base de bissulfeto de molibdênio.

Use graxa à base de silicone. Exemplo: G-40.

Aplique trava química. Use uma trava química com resistência a torque médio, a menos que especificado o
contrário.

Aplique junta líquida.

Substitua as peças por novas antes da montagem.

Use fluido de freio DOT4. Use o fluido de freio recomendado, a menos que especificado o contrário.

Use fluido para amortecedor ou suspensão.

Use ferramenta especial.

Use ferramenta opcional. Essas ferramentas são obtidas ao encomendar peças.

Graxa especial, etc. que não correspondam às descritas acima são indicadas sem o uso de símbolos.

1-11
INFORMAÇÕES GERAIS

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
AVISO

1. Não acione o motor por um longo período em uma área fechada ou sem boa ventilação, pois o gás do escapamento
contém substâncias tóxicas, como o monóxido de carbono, hidrocarbonetos, óxido nítrico.
2. O fluido de bateria (ácido sulfúrico seco) é extremamente tóxico. Ele é perigoso em contato com a pele ou com os
olhos.
Tome cuidado com o manuseio. Ao ser exposto ao fluido de bateria, lave com água e obtenha verificação médica
(guarde o fluido de bateria em um local seguro para evitar seu contato por crianças).
3. Preste atenção para não se queimar e sempre use equipamento de proteção, pois o motor ou o abafador estão quentes
logo após o motor ser desligado.
4. A gasolina é extremamente inflamável. A manutenção deve ser realizada em um local longe de chamas expostas ou
faíscas elétricas.
5. Quando mais de duas pessoas estiverem trabalhando, sempre preste atenção às ações do outro funcionário e mantenha
a segurança em mente.
6. A exposição da pele ao óleo de motor usado pode ser uma causa principal do câncer de pele. Preste atenção para não
ser exposto e lave cuidadosamente com água e sabão após o manuseio.
7. Caso o ar comprimido seja usado para limpar o freio, a poeira espalhada no ar pode ser inalada pelos funcionários.
Tome cuidado para não espalhar poeira no freio, filtro, etc.
8. Durante o carregamento da bateria, é gerado gás de nitrogênio
nitrogênio inflamável, portanto o carregamento deve ser realizado
em uma área bem ventilada e sem chamas expostas e faíscas.

REGRAS DE SERVIÇO
1. As peças e o óleo de lubrificação devem ser peças 2. Antes da manutenção, remova acúmulos de poeira
genuínas ou recomendadas DAFRA. do chassi.

3. Armazene as peças de cada sistema separadamente 4. Após remover juntas, anéis de vedação, trava do
para instalá-las no local correto. pino do pistão e cupilhas, substitua por uma nova.
Ao remover o anel elástico, ele pode ser perdido
facilmente após mudança ou instalação.

1-12
INFORMAÇÕES GERAIS

5. Limpe as peças após a vistoria e antes do teste e 6. Verifique o local necessário e meça os dados
remova o óleo de limpeza com o ar comprimido. necessários durante a instalação. Ao instalar, retorne
Aplique óleo para vedar a face durante a instalação. para o estado anterior à remoção.

7. Alinhe os parafusos para uniformizar os pontos de 8. Parafusos, porcas e peças devem ser apertados do
aperto antes de apertá-los quando não souber o maior diâmetro para o menor, de dentro para fora e
comprimento do parafuso. de dentro para fora diagonalmente com o torque
especificado.

9. Verifique se a peça de borracha está desgastada e 10. A graxa recomendada deve ser aplicada ou
substitua-a, se necessário. Algumas peças de abastecida no local especificado.
borracha são frágeis contra gasolina e querosene,
portanto preste atenção para não molhá-las com
gasolina ou óleos.

11. A manutenção que necessite do uso de ferramentas 12. A ferramenta deve ser pressionada contra as duas
especializadas deve ser feita com a ferramenta pistas (interna/externa) ao remover um rolamento.
correta. Caso contrário o rolamento será danificado.

1-13
INFORMAÇÕES GERAIS

13. Verifique a rotação suave das pistas interna ou 14. Preste atenção para a direção de instalação no caso do
externa do rolamento de esferas girando-o rolamento de esferas de única vedação. Instale o
manualmente. rolamento com direção aberta ou dupla vedação na
direção da face marcada com as especificações
• Substitua o rolamento de esferas que possua voltadas diretamente para o outro eixo.
folga axial/radial excessiva.
• Limpe com óleo de limpeza o rolamento de
esferas que possa estar folgado (exceto
rolamento de esferas com dupla vedação).
• Substitua o rolamento de esferas que esteja
com sua parte encaixada por pressão solta na
carcaça ou no eixo.

15. Ao limpar o rolamento de esferas com ar 16. Instale o anel elástico para que o lado com chanfro
comprimido, após a limpeza evite que a pista gire. A fique voltado para o lado que recebe a carga. Após
velocidade em alta rotação da pista pode danificar a instalação, verifique a instalação adequada
o rolamento. Antes da instalação, aplique óleo ou girando o anel elástico.
graxa ao rolamento.

17. Verifique cada parte quanto ao aperto e operação 18. O fluido de freio e o líquido de arrefecimento
apropriados após a instalação. podem danificar as partes de plástico pintadas ou as
peças de borracha.

1-14
INFORMAÇÕES GERAIS

19. Instale o retentor de óleo de maneira que a 20. Conecte o tubo até o tubo ser totalmente inserido no
superfície marcada com as especificações esteja encaixe. Instale a presilha se ela for fornecida. Substitua
voltada para a superfície externa (a direção sem o tubo com a extremidade folgada.
cobertura de óleo).
• Preste atenção para não entortar ou danificar a
borda.
• Aplique a graxa à borda.

21. Mantenha o interior do sistema hidráulico ou o 22. Instale a vedação montada na superfície de contato da
interior do motor livre de infiltração e poeira. cada carcaça do motor ao mesmo tempo removendo
totalmente o material de vedação. Remova a superfície
de contato danificada limpando-a com uma pedra de
amolar.

23. Preste atenção para não dobrar demais o cabo. 24. Instale as luvas com o sulco de instalação, inserido
Cabo deformado ou danificado pode causar as luvas no sulco.
defeitos ou danos.

1-15
INFORMAÇÕES GERAIS

CUIDADO COM A FIAÇÃO


• Cada fio deve ser conectado de acordo com sua • Ao medir a tensão ou resistência do terminal do fio
cor. com o uso de um multímetro, encaixe o terminal por
• Ao conectar fios diferentes, acople o tubo da mesma trás do conector. Preste atenção para não abrir o
cor em volta do conector. Conecte o acoplamento terminal do fio e encaixe o terminal do multímetro
ao conector com a mesma cor e mesma pinagem. pela parte dianteira do conector em caso de
• Identifique o fio com duas cores primeiro pela cor conector à prova d'água.
principal e então pela cor listrada.

• Verifique novamente a condição do contato,


garantindo a continuidade de cada peça após a
manutenção.
• Ao conectar a bateria, o terminal positivo deve ser
conectado primeiro.
• Após conectar o terminal, aplique a vaselina ao
• Ao desconectar a bateria, o terminal negativo deve terminal.
ser desconectado primeiro.
• Certifique-se que ferramentas como chaves de boca
não entrem em contato com o chassi.

• Conecte as tampas ao terminal após a manutenção.

• Caso o fusível tenha um curto-circuito, descubra a


causa e repare. Substitua com o fusível de
capacidade especificada.

• Caso haja oxidação no terminal, remova-a com


uma lixa ou escova de aço antes de conectar.

1-16
INFORMAÇÕES GERAIS

• Desligue a chave de ignição antes de • Ao desligar o acoplador, desconecte-o segurando o


conectar/desconectar. corpo do acoplador. Puxe segurando o cabo e não
• Solte a trava para desconectar a trava do remova a conexão do acoplador.
acoplamento.
• A trava do acoplamento possui dois tipos, de acordo
com o método de liberação (por pressão ou por
tração), portanto libere-a de acordo com o tipo.
• O método de liberação típico do acoplamento é
ilustrado a seguir.

• Insira a trava do acoplamento até ficar totalmente


preso

• Preste atenção para não danificar a tampa de vinil


do acoplamento.

• Solte a trava inserindo ligeiramente o acoplamento e


estreite a conexão para remover o acoplamento.

• Caso o revestimento do chicote elétrico seja


danificado, repare-o enrolando fita de vinil ou
substitua-o.
• Antes de conectar o conector, certifique-se que a
• Verifique se há terminais tortos e prenda-os para tampa não esteja danificada e o terminal de
evitar a desconexão. aterramento não esteja aberto.

1-17
INFORMAÇÕES GERAIS

• Insira o conector até a tampa de vinil ser totalmente • Ao remover uma abraçadeira, alargue o sulco da
inserida no terminal. abraçadeira com o uso da chave da fiação e solte o
• A abertura da tampa de vinil deve ficar voltada para torque.
a direção do solo, mas em caso de conector • Conecte o chicote e a mangueira à abraçadeira e
simples, a abertura de escoamento deve ficar insira até o sulco ficar travado.
voltada para cima. • Ao remover uma abraçadeira do chassi, troque-a
por uma nova.

• O conjunto de fios deve ser preso firmemente no


local especificado do chassi. No caso de uma faixa • Prenda o chicote firmemente usando a abraçadeira.
de alumínio, prenda o chicote elétrico à parte
revestida.

• Em caso de abraçadeira soldada, não prenda a


fiação na parte soldada. • Ao prender o chicote elétrico, certifique-se que o
chicote não entre em contato com a haste ou a
parte giratória.

• Ao prender o chicote, preste atenção para não


entrar em contato com peças aquecidas. • O chicote elétrico deve ser conduzido sem entrar em
contato com a extremidade da lâmpada ou qualquer
ângulo agudo.
• O chicote elétrico deve ser conduzido sem entrar em
contato com a extremidade do parafuso ou da peça.

1-18
INFORMAÇÕES GERAIS

• No caso do chicote elétrico entrar em contato com a • A fiação não deve ficar suspensa ou ser
extremidade ou o ângulo agudo, proteja ambas as excessivamente esticada.
partes com tubo ou fita.

• Ao montar as peças, certifique-se que o chicote elétrico


• Se necessário, trave o chicote elétrico não seja pressionado pelas peças.
adequadamente.

• Passe o chicote elétrico para não ser puxado ou


• Não torça o chicote elétrico.
esticado quando o guidão for virado totalmente para
a direita ou para a esquerda. Evite dobras ou
amassados excessivos e interferência com o motor.

• Antes de usar o testador, leia cuidadosamente o


manual e entenda seu conteúdo.
• Ao testar a resistência do testador, o ajuste zero
deve ser realizado antes do teste.
• Não derrube ou arremesse as partes, especialmente
peças contidas em semicondutores, pois estas peças
podem ser danificadas pelo impacto da queda.

1-19
INFORMAÇÕES GERAIS

ANOTAÇÕES

1-20
INSPEÇÕES/AJUSTES

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................


................................................................................................
.....................................................................................
..................................................... 2-2 2
PROGRAMA DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA ................................................................
..............................................................................................
.............................................................. 2-3
LINHA DE COMBUSTÍVEL (MANGUEIRA DE COMBUSTÍVEL) ................................................................
..........................................................................
.......................................... 2-4
FUNCIONAMENTO DO ACELERADOR ................................................................
................................................................................................
.......................................................................
....................................... 2-4
FILTRO DE AR ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
...........................................................................
........................................... 2-5
VELA DE IGNIÇÃO ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
....................................................................
.................................... 2-5
AJUSTE DA FOLGA DA VÁLVULA................................
VÁLVULA................................................................
................................................................................................
.................................................................................
................................................. 2-6
MÉTODO DE AJUSTE DO CALÇO ................................................................
................................................................................................
..............................................................................
.............................................. 2-6
PRESSÃO DE COMPRESSÃO DO CILINDRO ................................................................
................................................................................................
................................................................ 2-7
CORRENTE DE TRANSMISSÃO ................................................................
................................................................................................
...................................................................................
................................................... 2-8
DESLIZADOR DA CORRENTE DE TRANSMISSÃO ................................................................
..........................................................................................
.......................................................... 2-9
FLUIDO DE FREIO ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
.....................................................................
..................................... 2-9
DEGASTE DA PASTILHA DE FREIO ................................................................
................................................................................................
...............................................................................
............................................... 2-9
SISTEMA DE FREIO ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
...................................................................
...................................2
...2-10
INTERRUPTOR DA LUZ DO FREIO TRASEIRO ................................................................
..............................................................................................
..............................................................2
..............................2-11
SISTEMA DE EMBREAGEM ................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
.........................................................2
.........................2-11
CAVALETE LATERAL ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
..................................................................
..................................2
..2-12
VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO ................................................................
......................................................................
......................................2
......2-13
SUBSTITUÍÇÃO DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO ................................................................
....................................................................................
....................................................2
....................2-13
SUSPENSÃO ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
............................................................................
............................................2
............2-14
COLUNA DE DIREÇÃO ................................................................
................................................................................................
.............................................................................................
.............................................................2
.............................2-14
RODAS/PNEUS ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
........................................................................
........................................2
........2-15
PARAFUSOS, PORCAS E FIXADORES ................................................................
................................................................................................
..........................................................................
..........................................2
..........2-15

2-1
INSPEÇÕES/AJUSTES

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Os gases do escapamento contêm substâncias venenosas. Não mantenha o motor em marcha lenta em um ambiente
fechado ou com pouca ventilação por um longo período de tempo.

• Para informações sobre o óleo do motor e o filtro de óleo, consulte as seções 3-3 e 3-4.
• Acione o cavalete central antes de começar a trabalhar.

ESPECIFICAÇÕES

Folga da manopla do acelerador 2 a 6 mm


Vela de ignição CR9EH-9
Folga da vela de ignição 0,8 a 0,9 mm
Admissão 0,15 ± 0,02 mm
Folga das válvulas
Escape 0,20± 0,02 mm
Rotação em marcha lenta 1.600 ±150 rpm
Pressão de compressão do cilindro 12,0 kg/cm² (a 600 rpm)
Folga da corrente de transmissão 25 a 35 mm
Folga do pedal do freio traseiro 10 a 20 mm
Folga da alavanca da embreagem 10 a 20 mm
Medida 3.00-18 M/C 47S
Pneu dianteiro Apenas o condutor: 29 psi
Calibragem
Com carga máxima: 29 psi
Medida 130/90-15 66S
Pneu traseiro Apenas o condutor: 29 psi
Calibragem
Com carga máxima: 32 psi
Profundidade dos sulcos da banda de Dianteiro
Até o indicador de desgaste (T.W.I)
rodagem Traseiro

TORQUES

Vela de ignição 13~17 N.m


Paraf. da tampa do cabeçote 8~12 N.m
Tampa do filtro de ar 2~3 N.m
Porca do eixo traseiro 80~100 N.m
Paraf. do pinhão de transmissão 8~12 N.m (aplicar trava química torque médio)
Porca da coroa de transmissão 30~40 N.m

FERRAMENTAS
Chave, 8 x 9 mm
Manômetro

2-2
INSPEÇÕES/AJUSTES

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA


1.000 km 3.000 km 6.000 km 9.000 km 12.000 km 15.000 km 18.000 km 21.000 km
ITEM ou ou ou ou ou ou ou ou
6 meses 12 meses 18 meses 24 mese 30 meses 36 mese 42 meses 48 meses
Vela de ignição V V V S V V S V
Óleo de motor S S S S S S S S
Elemento do filtro de óleo (papel) S S S S S S S S
Filtro de óleo (tela) V.C V.C V.C V.C V.C V.C V.C V.C
Elemento do filtro de ar V V V S V V S V
Radiador V V V V V V V V
Líquido de arrefecimento S – a cada 18.000 km
Acelerador V.A.L V.A.L V.A.L V.A.L V.A.L V.A.L V.A.L V.A.L
Embreagem V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A
Folga das válvulas do motor V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A
Linha de combustível V V V V V V V V
Filtro de combustível V V S V S V S V
Freio dianteiro e traseiro
V V V V V V V V
(pastilhas)
Fluido do freio dianteiro e traseiro S – anualmente*
Marcha lenta V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A
Corrente de transmissão V.A.C.L – a cada 500km ou após conduzir na chuva/ lavar a motocicleta
Interruptores, sinaleiras e luzes V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A
Cavalete lateral V.L V.L V.L V.L V.L V.L V.L V.L
Suspensão dianteira (óleo) - - - - - - S -
Suspensão dianteira V V V V V V V V
Suspensão traseira V V V V V V V V
Garfo traseiro (lubrificação) - V.L V.L V.L V.L V.L V.L V.L
Rolamentos da direção (folgas) V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A
Rolamentos da direção
- - - V.L - - V.L -
(lubrificação)
Pneus (pressão e desgaste) V – a cada 1.000 km ou semanalmente
Rodas (desgaste e danos) V V V V V V V V
Rolamentos da roda (soltos ou
V V V V V V V V
danos)
Cabos e peças móveis - V.L V.L V.L V.L V.L V.L V.L
Facho do farol V V V V V V V V
Fixações do chassi
V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A V.A
(parafusos, porcas e cupilhas)

A - Ajustar L - Lubrificar C - Limpar S - Substituir (mão de obra já inclusa no tempo de revisão). O material ou componente
de manutenção envolvido nas operações descritas, constitui custo e necessitam de autorização do cliente.
V - Verificar e substituir se necessário (a reparação ou substituição necessária, não descritas, constitui despesa adicional e
deve ser autorizada pelo cliente).
* - Considerar a data de aquisição da motocicleta ou de substituição do item.
Após o período acima de 21.000 km, recomenda-se que os intervalos do “Programa de Manutenção Preventiva” sejam
mantidos para o bom desempenho de sua motocicleta.

2-3
INSPEÇÕES/AJUSTES

LINHA DE COMBUSTÍVEL
(MANGUEIRA DE COMBUSTÍVEL)
• Verifique a conexão entre o injetor e a mangueira de
MANGUEIRA DE combustível.
COMBUSTÍVEL
• Verifique se a mangueira de combustível apresenta
deterioração, danos ou vazamento. Substitua se
necessário.

CAPA DO INJETOR

MANOPLA DO ACELERADOR FUNCIONAMENTO DO ACELERADOR


• Verifique se o acelerador funciona suavemente em
todas as posições do guidão.
• Caso não esteja funcionando suavemente, verifique se
há deterioração, danos e deformação no cabo do
acelerador. Se necessário, substitua.
• Meça a folga da manopla do acelerador.
Folga: 2 a 6 mm
FOLGA DO ACELERADOR

• Para ajustar a folga, use o ajustador do cabo do


acelerador.
CABO DO ACELERADOR • Solte a contraporca e gire a ajustador.
• Após o ajuste, aperte a contraporca.

CONTRAPORCA AJUSTADOR

• Em caso de grandes folgas, use o ajustador no corpo


de aceleração.
• Solte a contraporca e gire o ajustador.
• Após o ajuste, aperte a contraporca firmemente.
CABO DO ACELERADOR • Certifique-se de que a folga está de acordo com o
valor especificado.
• Substitua as peças danificadas se necessário.
AJUSTADOR

CONTRAPORCA

2-4
INSPEÇÕES/AJUSTES

PARAFUSO
FILTRO DE AR
• Remova os quatro parafusos. Em seguida, remova a
tampa do filtro de ar de sua carcaça.
• Remova os três parafusos do elemento do filtro de ar.

ELEMENTO DO FILTRO DE
AR

• Verifique o elemento do filtro de ar quanto a danos e


contaminação.
• Substitua-o se estiver excessivamente sujo ou
danificado.
• Instale os componentes removidos na ordem inversa
da remoção.

• Na montagem, posicione a área aberta do filtro


para dentro.

ELEMENTO DO FILTRO DE AR

VELA DE IGNIÇÃO
• Remova o tanque de combustível.
• Remova a vela de ignição.
• Verifique se há danos, contaminação ou acúmulo de
resíduos. Se houver acumulo de resíduos, limpe-a
com limpador de velas ou escova de aço.
• Meça a folga entre os eletrodos central e lateral da
vela de ignição, utilizando um cálibre de lâminas. Se
necessário, ajuste a folga entre os eletrodos,
dobrando cuidadosamente o eletrodo lateral.
Tipo de vela:
vela: CR9EH-9
Folga: 0,8 a 0,9 mm
CHAVE DA VELA DE IGNIÇÃO Torque:
Torque: 13~17 N.m

VERIFICAR A FOLGA • Instale a vela de ignição.


E O ACÚMULO DE
RESÍDUOS 0,8 ~ 0,9 mm

• Instale a vela de ignição e aperte-a manualmente no


cabeçote. Em seguida, aperte-a utilizando uma
VERIFICAR chave de vela.
DANOS NA
ARRUELA
VERIFICAR
RACHADURAS

2-5
INSPEÇÕES/AJUSTES

MARCA DE REFERÊNCIA
AJUSTE DA FOLGA DA VÁLVULA

• A inspeção e o ajuste devem ser feitos com o motor


frio (abaixo de 35º C).
• Remova a tampa do cabeçote.
• Remova o bujão de inspeção da árvore de
manivelas (30 mm) e o bujão de inspeção do
sincronismo (14 mm).
• Gire o volante no sentido anti-horário para alinhar a
marca de referência “T” com a marca na tampa do
alternador.
• Neste momento, o pistão encontra-se no tempo de
compressão.

• Remova o motor do chassi.


• Remova a tampa do cabeçote.
• Meça a folga das válvulas utilizando um cálibre de
lâminas.
ÁRVORES DE Folga: Adm: 0,15 ± 0,02 mm
COMANDO
Esc: 0,20 ± 0,02 mm

CÁLIBRE DE LÂMINAS

MÉTODO DE AJUSTE DO CALÇO


• Se a folga da válvula estiver fora do limite
especificado, ajuste-a de acordo com o método
recomendado.
• Remova as árvores de comando.
• Remova os acionadores e os calços das válvulas.
CALÇOS

• Utilize um imã ao remover os acionadores das


válvulas.
• Tome cuidado para que os calços não caiam no
interior do cabeçote durante a remoção dos
acionadores das válvulas.
• Caso seja muito difícil remover o calço, utilize uma
pinça ou um imã.

• Remova os acionadores e os calços das válvulas e


limpe com ar comprimido.
• Limpe o óleo do calço, meça a espessura com um
micrômetro e anote.

CALÇO ACIONADOR DA VÁLVULA

2-6
INSPEÇÕES/AJUSTES

CALÇO
• Estão disponíveis 33 calços que variam de 1.500
mm a 2.300 mm.

Cálculo para espessura do novo calço:


A=(B-C)+D
A: Espessura do novo calço
B: Folga da válvula anotada
C: Folga da válvula especificada
(Adm: 0,15 ± 0,02 mm/ Esc: 0,20 ± 0,02 mm)
D: Espessura do calço antigo
Cálculo da espessura do novo calço (exemplo)
B: Folga da válvula anotada: 0,06 mm
D: Espessura do caço antigo: 1,875 mm
C: Folga da válvula especificada: 0,15 mm (Adm)
A=(0,06-0,18)+1,875 mm=1,755
Espessura do novo calço: 1,775 mm

• Meça corretamente a espessura do novo calço e do


calço removido com o uso de um micrômetro.
• Caso a espessura exigida do calço seja acima de
2.300 mm, verifique, remova os acúmulos de
carvão e retifique a sede da válvula.
• Instale os novos calços nos retentores das molas das
válvulas de acordo com a sequência especificada.
• Aplica solução de óleo de molibdênio na superfície
externa de cada acionador da válvula e instale-os nas
cavidades dos acionadores.
• Instale as árvores de comando, gire a árvore de
manivelas várias vezes, e verifique novamente a folga
das válvulas, após a instalação do novo calço.
• Aplique óleo de motor nos anéis de vedação do bujão
de inspeção da árvore de manivelas (30 mm) e do
bujão de inspeção do sincronismo (14 mm), então
instale-os.
PRESSÃO DE COMPRESSÃO DO
CILINDRO
• Esquente o motor até a temperatura normal de
funcionamento.
MANÔMETRO • Desligue o motor, remova o supressor de ruídos e a
vela de ignição. Instale o manômetro para medir a
pressão de compressão. Abra completamente a
manopla do acelerador e dê partida no motor de
partida até que a leitura do manômetro pare de subir.
Ferramenta: Manômetro

• Geralmente a compressão máxima alcançada é de


4 a 7 segundos.
Pressão de compressão: 12,0 kgf/cm².
Caso a compressão esteja baixa, verifique o seguinte:
• Ajuste incorreto da folga da válvula.
• Vazamento nas válvulas.
• Vazamento na junta do cabeçote.
• Pistão/cilindro desgastados.
Caso a compressão esteja alta, verifique o seguinte:

2-7
INSPEÇÕES/AJUSTES

• Acúmulo de carvão na cabeça do pistão ou na CORRENTE DE TRANSMISSÃO


câmara de combustão.

• Como há risco dos dedos serem presos pela


corrente de transmissão, nunca a inspecione com o
motor em funcionamento.

AJUSTE DA FOLGA DA CORRENTE DE


TRANSMISSÃO
• Desligue o motor, apóie a motocicleta em seu
cavalete central e coloque a transmissão em ponto
FOLGA DA CORRENTE: 25 a 25 mm morto.
• Verifique a folga na parte inferior da corrente, entre a
coroa e o pinhão.
Folga:
Folga: 25 a 35 mm
• Ajuste a folga da corrente de transmissão, se
necessário.
• Ajuste-a soltando a porca do eixo traseiro e ambas as
contraporcas de ajuste, gire a porca de ajuste em um
número igual de voltas até obter-se a folga desejada
EIXO TRASEIRO da corrente de transmissão.

• Certifique-se de que o eixo está alinhado usando


como referência a escala de ajuste, gravada em
CONTRAPORCA
ambos os lados do braço oscilante.
• Aperte a porca do eixo traseiro com o torque
PORCA DE AJUSTE especificado.
Torque: 80 a 100 N.m

INSPEÇÃO DA CORRENTE DE TRANSMISSÃO


PINHÃO DE TRANSMISSÃO
• Se a corrente de transmissão estiver seriamente
contaminada, desmonte-a e limpe-a antes da
lubrificação.
• Remova a contaminação, utilizando detergente e
seque-a completamente.
• Lubrifique com óleo de transmissão SAE 80 ou 90.
• Inspecione a corrente quanto a possíveis danos ou
desgaste. Se necessário, substitua.

CORRENTE DE TRANSMISSÃO

• Sempre troque a corrente, coroa e a pinhão em


conjunto.
• Com o uso da corrente desgastada e um pinhão
novo ou vice-versa, as peças serão danificadas
rapidamente devido aos seus passos não se
encaixarem.
• Verifique todos os parafusos e porcas de fixação da
coroa e do pinhão de transmissão.
Caso alguma esteja solta, aperte com o torque
especificado.
Torque:
Parafuso do pinhão: 8 ~12 N.m (aplicar trava química)
Porca da coroa: 30~40 N.m

2-8
INSPEÇÕES/AJUSTES

DESLIZADOR DA CORRENTE DE
TRANSMISSÃO
DESLIZADOR DA CORRENTE
• Inspecione o deslizador da corrente de transmissão
quanto a desgaste ou danos.
• Caso esteja desgastado até o indicador de desgaste,
INDICADOR DE substitua o deslizador da corrente de transmissão.
DESGASTE

FLUIDO DE FREIO

• A abastecer, não permita que o fluido de freio seja


misturado com água ou poeira.
• Certifique-se que o reservatório esteja nivelado ao
JANELA DE INSPEÇÃO
DO FLUIDO DE FREIO verificá-lo e abastecê-lo.
• Evite derramar o fluido em peças pintadas, plásticas
ou de borracha.

NÍVEL MÍNIMO
• Quando o nível de fluido estiver baixo, verifique o
desgaste das pastilhas de freio. Caso as pastilhas não
estejam desgastadas e o nível de fluido esteja baixo,
verifique se há vazamentos no sistema de freio.

FREIO DIANTEIRO
• Gire o guidão para que o reservatório fique nivelado
RESERVATÓRIO DE FLUIDO DE FREIO e verifique o nível do reservatório de fluido de freio
dianteiro.
• Caso o nível esteja próximo ao nível mínimo, verifique
o desgaste das pastilhas de freio.

FREIO TRASEIRO
• Coloque a motocicleta em uma superfície plana e
NÍVEL MÁXIMO
nivelada e apoie-a em posição ereta.
NÍVEL MÍNIMO
• Verifique o nível de fluido de freio no reservatório
traseiro.
• Caso o nível esteja próximo ao nível mínimo, verifique
o desgaste das pastilhas de freio.

DESGASTE DA PASTILHA DE FREIO


PASTILHAS DO FREIO DIANTEIRO
• Verifique se as pastilhas esquerda/direita de freio
apresentam desgaste.
• Substitua as pastilhas de freio se uma delas estiver
desgastada até o limite de desgaste.
• Consulte a página 16-8 para substituição de pastilha
de freio.

INDICADOR
CÁLIPER DIANTEIRO DE DESGASTE

2-9
INSPEÇÕES/AJUSTES

PASTILHAS DO FREIO TRASEIRO


• Verifique se as pastilhas de freio apresentam desgaste.
• Substitua as pastilhas de freio se uma delas estiver
desgastada até o limite de desgaste.
• Consulte a página 16-9 para substituição de pastilha
de freio.

INDICADOR DE DESGASTE

CÁLIPER TRASEIRO

SISTEMA DE FREIO
• Verifique as mangueiras e conexões do sistema de
freio dianteiro/traseiro quanto a deterioração, trincas
ou danos. Substitua as mangueiras e conexões se
necessário.

MANGUEIRA DE FREIO
CÁLIPER DIANTEIRO
CÁLIPER
ÁLIPER TRASEIRO
TRAS

FOLGA DA ALAVANCA DO FREIO DIANTEIRO


• Verifique se há folga excessiva ou falta de folga na
extremidade da alavanca do freio.

ALTURA DO PEDAL DO FREIO TRASEIRO


• Verifique a altura do pedal do freio.
45~50 mm Folga:
olga: 45 a 50 mm

2-10
INSPEÇÕES/AJUSTES

AJUSTE DA ALTURA DO PEDAL DO FREIO


• Solte a porca de ajuste e gire o parafuso de retenção
BRAÇO DE ACIONAMENTO
até que a altura correta seja obtida.
• Após o ajuste, aperte a porca firmemente.

• O ajuste incorreto da altura do pedal do freio pode


fazer com que o freio entre em funcionamento
durante a condução da motocicleta.

• Após ajustar a altura do pedal do freio, verifique o


funcionamento do pedal e do interruptor da luz do
PORCA DE AJUSTE freio, e ajuste se necessário.

INTERRUPTOR DA LUZ DO FREIO


INTERRUPTOR DA LUZ DE FREIO TRASEIRO
• Pise no pedal do freio e verifique se a luz do freio
acende antes do freio ser efetivamente acionado.
• Para ajustar o interruptor da luz do freio, gire a porca
de ajuste.

PORCA DE AJUSTE

SISTEMA DE EMBREAGEM
• Verifique a folga na extremidade de alavanca da
embreagem.
ALAVANCA DE EMBREAGEM Folga:
olga: 10 a 15 mm
10 ~15 mm

• Verifique o funcionamento do interruptor da


INTERRUPTOR DA EMBREAGEM
embreagem.
• Pequenos ajustes devem ser feitos através do ajustador
superior, localizado na alavanca da embreagem.
• Solte a contraporca e gire o ajustador até que se
obtenha a folga especificada.
CONTRAPORCA

AJUSTADOR

CABO DA EMBREAGEM

2-11
INSPEÇÕES/AJUSTES

• Ajustes maiores são efetuados através do braço de


acionamento da embreagem.
CONTRAPORCA • Solte a contraporca e gire a porca de ajuste para
ajustar a folga.
• Segure firmemente a porca de ajuste ao aperta a
contraporca.

• Caso não seja possível obter a folga correta ou caso a


embreagem patine durante a rodagem, desmonte e
inspecione a embreagem.

AJUSTADOR CABO DA EMBREAGEM

CAVALETE LATERAL
• Abaixe o cavalete central.

CAVALETE LATERAL

• Puxe a extremidade inferior do cavalete lateral e veja


se ele se move livremente.
• Caso o cavalete não se mova suavemente, aplique
graxa na área de articulação.
• Caso o cavalete se mova livremente demais, verifique
sua mola.
• Verifique o movimento axial do cavalete lateral.

INTERRUPTOR DO CAVALETE LATERAL

• Verifique a continuidade do interruptor do cavalete


lateral.
• Deve haver continuidade se o cavalete estiver
levantado.
• Não deve haver continuidade se o cavalete estiver
abaixado.

CAVALETE LATERAL ABAIXADO


CAVALETE LATERAL
LEVANTADO

2-12
INSPEÇÕES/AJUSTES

VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DO
LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO
• Coloque a motocicleta em posição vertical, sobre uma
superfície plana e firme.
• Verifique se o nível do líquido de arrefecimento está
entre o nível mínimo e máximo do reservatório de
NÍVEL MÁXIMO expansão.
• Se estiver abaixo do nível mínimo, adicione o líquido
NÍVEL MÍNIMO de arrefecimento especificado até o nível máximo.

RESERVATÓRIO DE EXPANSÃO • Caso o líquido de arrefecimento não seja


completado ou substituído, o motor poderá
superaquecer ou super-resfriar. Portanto, adicione
até o nível máximo.
TAMPA DO RADIADOR • O líquido de arrefecimento é evaporado
naturalmente. Verifique regularmente o nível de
líquido de arrefecimento.

SUBSTITUÍÇÃO DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO
• Remova a tampa do radiador.
RESERVATÓRIO DE EXPANSÃO

• Remova o parafuso dreno e retire o líquido de


arrefecimento.

• Instale o parafuso dreno.


• Adicione líquido de arrefecimento no radiador.
Quantidades:
Após desmontagem (total): 1.100 ± 20 ml
Após drenagem: 1.000 ± 20 ml
Apenas no reservatório de expansão: 264 ± 20 ml

• Ligue o motor, retire o ar do sistema de arrefecimento


e verifique se o nível do líquido de arrefecimento está
correto.

2-13
INSPEÇÕES/AJUSTES

SUSPENSÃO

• Uma suspensão defeituosa com peças soltas ou


danificadas, podem ser a causa da perda de
controle e estabilidade da motocicleta.

SUSPENSÃO DIANTEIRA
• Verifique a ação da suspensão dianteira, acionando a
alavanca do freio dianteiro e comprimindo a
suspensão por diversas vezes. Verifique
completamente o conjunto quanto a sinais de
vazamentos, danos ou fixadores soltos.
SUSPENSÃO TRASEIRA
• Verifique a ação do amortecedor traseiro,
comprimindo-o por diversas vezes. Verifique o
conjunto do amortecedor quanto a sinais de
vazamentos, danos ou fixadores soltos.

INSPEÇÃO DA RODA
• Posicione a motocicleta no cavalete central.
• Movimente lateralmente a roda, a fim de verificar o
desgaste da bucha do braço oscilante.
Se houver folga, substitua a bucha do braço oscilante.
• Instale todos os parafusos e porcas da suspensão.

COLUNA DE DIREÇÃO

• Verifique se os cabos de controle interferem no


movimento do guidão.
• Levante a roda dianteira do solo e verifique se o
guidão movimenta-se livremente de um lado para o
outro. Se houver movimento pesado, verifique se os
cabos de controle não interferem no movimento do
guidão.
• Se não houver problemas, então desmonte a coluna
de direção e verifique os rolamentos da coluna de
direção quanto a desgaste ou danos.

2-14
INSPEÇÕES/AJUSTES

RODAS/PNEUS

• A pressão dos pneus deve ser sempre verificada com


os pneus frios.
• Verifique se o sulco (posição que toca no solo) está
gasto ou se a banda de rodagem do pneu está
rachada ou danificada. Substitua os pneus se não
estiverem em condições de uso.

PRESSÃO RECOMENDADA
ITEM DIANTEIRA TRASEIRA
1 PESSOA 29 psi 29 psi
2 PESSOAS 29 psi 32 psi
INDICADOR DE DESGASTE
• Substitua os pneus se atingirem o indicador de
desgaste.

PARAFUSOS, PORCAS E FIXADORES


• Certifique-se de que todas as porcas e parafusos do
chassi estejam apertados em seus valores corretos de
toque (pág.1-5).
• Verifique se todas as cupilhas, presilhas, abraçadeiras
de mangueiras e suporte de cabos encontram-se
posicionados e fixados corretamente.

2-15
INSPEÇÕES/AJUSTES

ANOTAÇÕES

2-16
LUBRIFICAÇÃO

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................


................................................................................................
.....................................................................................
..................................................... 3-2 3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
..........................................................................................
.......................................................... 3-2
INSPEÇÃO DO NÍVEL DE ÓLEO ................................................................
................................................................................................
.................................................................................
................................................. 3-3
TROCA DE ÓLEO ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
.....................................................................
..................................... 3-3
TROCA DO FILTRO DE ÓLEO DO MOTOR ................................................................
................................................................................................
.................................................................
................................. 3-4
BOMBA DE ÓLEO ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
.....................................................................
..................................... 3-4
PONTOS DE LUBRIFICAÇÃO ................................................................
................................................................................................
.....................................................................................
..................................................... 3-6

3-1
LUBRIFICAÇÃO

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• O contato prolongado com óleo de motor usado pode causar danos à pele. Lave-se com água e sabão assim que
possível após o manuseio do óleo usado.

• Reparos na bomba de óleo podem ser executados com o motor instalado no chassi.

ESPECIFICAÇÕES

Quantidade após drenagem 1,3 l


Quantidade após drenagem c/filtro 1,35 l
Óleo do motor Quantidade após desmontagem 1,5 l
SEMISSINTÉTICO PETRONAS
Tipo SYNTIUM / SAE 10W40, API SL,
JASO MA/MA2
Folga entre o rotor externo e a Padrão 0,15 a 0,20 mm
carcaça da bomba Limite de uso 0,25 mm
Bomba de óleo
Folga entre os rotores interno e Padrão 0,15 mm
externo Limite de uso 0,20 mm

TORQUES

Bujão do filtro de óleo (tela) 8~12 N.m


Paraf. da tampa do filtro de óleo (papel) 8~12 N.m

DIAGNOSE DE DEFEITOS
Baixo nível de óleo
• Queima de óleo natural
• Vazamento de óleo
• Pistão instalado incorretamente ou desgastado
• Guia da válvula ou do retentor da haste da válvula desgastados

Contaminação do óleo
• Frequência inadequada de troca de óleo
• Junta do cabeçote danificada
• Anéis do pistão desgastados

Baixa pressão do óleo ou sem pressão


• Passagem de óleo entupida
• Uso de óleo não recomendado

3-2
LUBRIFICAÇÃO

VARETA MEDIDORA INSPEÇÃO DO NÍVEL DE ÓLEO


• Coloque a motocicleta em posição vertical sobre uma
superfície plana e firme após o motor estar frio e o
óleo em repouso por um longo período de tempo.
NÍVEL MÍNIMO
• Remova a vareta medidora e limpe-a com um pano
seco. Reinstale a vareta sem rosqueá-la.
• Remova, novamente, a vareta medidora e verifique o
nível do óleo.
NÍVEL MÁXIMO
• O nível de óleo deve estar entre as marcas de nível
mínimo e máximo da vareta medidora. Caso
necessário, adicione o óleo especificado até o nível
máximo. Não ultrapasse o nível máximo de
abastecimento.

TROCA DE ÓLEO
• Ligue o motor para aquecê-lo.
• Coloque um recipiente sob o motor.
• Remova a vareta medidora e o parafuso dreno para
escoar o óleo do motor.
• Remova o bujão do filtro de óleo.
• Verifique se a tela do filtro de óleo e o anel de
vedação estão em boas condições.
• Remova o supressor de ruídos da vela de ignição,
então ligue o motor de partida a fim de remover o
BUJÃO DO FILTRO DE ÓLEO PARAFUSO DRENO DE ÓLEO
óleo remanescente do motor.
• Instale a tela do filtro de óleo, a mola, o anel de
vedação e o bujão.
• Instale o parafuso dreno.

• Para remover completamente o óleo, aqueça o


motor e posicione a motocicleta sobre o cavalete
central em uma superfície plana e firme.
Torque:
Bujão do filtro de óleo: 8~12 N.m
Parafuso dreno de óleo: 15~19 N.m

TELA FILTRO DE ÓLEO BUJÃO DO FILTRO DE ÓLEO


• Abasteça o motor com a quantidade e o óleo
especificado.
Capacidades:
PARAFUSO DRENO DE ÓLEO Quantidade após drenagem: 1,3 l
Quantidade após drenagem c/ filtro: 1,35 l
Quantidade após desmontagem: 1,5 l
Óleo especificado:
Tipo: Semissintético PETRONAS SYNTIUM
Viscosidade SAE: 10W-40
Classificação API: SL
Classificação JASO: MA/MA2

• Instale e aperte a vareta medidora.


BUJÃO DO FILTRO DE ÓLEO • Certifique-se de que não haja vazamentos.

3-3
LUBRIFICAÇÃO

TROCA DO FILTRO DE ÓLEO DO


MOTOR
TAMPA DO FILTRO DE ÓLEO
• Drene o óleo do motor (pág.3-3).
• Remova os cinco parafusos e a tampa do filtro de
óleo.

• Remova o elemento do filtro de óleo juntamente com


ELEMENTO DO FILTRO DE ÓLEO a mola.
• Instale um novo elemento do filtro de óleo.

• Verifique o funcionamento da válvula de alívio de


VEDAÇÃO DO ÓLEO pressão na tampa do filtro de óleo.
A válvula deve abrir completamente ao ser
pressionada e deve fechar completamente ao ser
reposicionada, dessa forma ela estará correta.
• Verifique se a vedação do óleo está em boas
condições.
• Instale uma nova vedação do óleo na tampa do filtro
de óleo.
• Instale a tampa do filtro de óleo juntamente com a
mola e aperte os cinco parafusos.
Torque: 8~12 N.m
VÁLVULA DE ALÍVIO DE PRESSÃO

BOMBA DE ÓLEO
ROTOR DA BOMBA DE ÓLEO • Drene o óleo do motor (pág.3-3).
• Remova a tampa do filtro de óleo.

3-4
LUBRIFICAÇÃO

• Limpe a carcaça da bomba de óleo e os rotores com


detergente para óleo.

ROTOR EXTERNO ROTOR INTERNO

INSPEÇÃO
ROTOR INTERNO • Instale os rotores interno e externo na carcaça da
bomba de óleo.
• Meça a folga entre o rotor externo e a carcaça da
bomba.
Limite de uso: 0,25 mm

CÁLIBRE DE LÂMINAS

ROTOR EXTERNO

• Meça a folga entre os rotores interno e externo.


Limite de uso: 0,20 mm

INSTALAÇÃO
• Limpe completamente todos os componentes
desmontados com detergente para óleo.
• Instale os rotores interno e externo na carcaça da
bomba de óleo.

• Antes da instalação verifique se a bomba de óleo


funciona suavemente.

• Instale a tampa do filtro de óleo.


• Abasteça o motor com o óleo especificado (pág.3-3).

3-5
LUBRIFICAÇÃO

PONTOS DE LUBRIFICAÇÃO
MOTOR

ITEM LUBRIFICANTE
LÁBIOS DO RENTENTOR DA ÁRVORE SECUNDÁRIA GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
LÁBIOS DO RETENTOR DO EIXO SELETOR DE MARCHAS GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
ANEL DE VEDAÇÃO DO INTERRUPTOR DE MARCHAS GRAXA A BASE DE MOLIBDÊNIO
SUPERFÍCIE DA ÁRVORE SECUNDÁRIA COM MONTAGEM DO PINHÃO GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
BRAÇO DE ACIONAMENTO DA EMBREAGEM ÓLEO PARA MOTOR
CORRENTE DE COMANDO ÓLEO PARA MOTOR
BOMBA DE ÓLEO ÓLEO PARA MOTOR
EMBREAGEM DE PARTIDA GRAXA A BASE DE MOLIBDÊNIO
PERFIL DAS ÁRVORES DE COMANDO GRAXA A BASE DE MOLIBDÊNIO
RETENTORES E HASTES DAS VÁLVULAS GRAXA A BASE DE MOLIBDÊNIO
EXTREMIDADE DAS
DAS ÁRVORES
ÁRVORES PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA (ARRUELAS) GRAXA A BASE DE MOLIBDÊNIO
ARRUELAS DOS PRISIONEIROS DO CABEÇOTE E CILINDRO ÓLEO PARA MOTOR
PARTES MÓVEIS (CILINDRO, ANÉIS, BIELA, ENGRENAGENS E EMBREAGEM) ÓLEO PARA MOTOR
TODOS OS ROLAMENTOS ÓLEO PARA MOTOR
EXCÊNTRICOS DAS ÁRVORES DE COMANDO ÓLEO PARA MOTOR
PARAFUSOS DOS SUPORTES DAS ÁRVORES DE COMANDO ÓLEO PARA MOTOR
PORCA DA ENGRENAGEM MOTORA PRIMÁRIA ÓLEO PARA MOTOR
PORCA DO VOLANTE DO MOTOR ÓLEO PARA MOTOR

CHASSI

ITEM LUBRIFICANTE
LÁBIOS DOS RETENTORES DA RODA DIANTEIRA, TRASEIRA E CUBO DA COROA GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
EIXO, BUCHAS, ROLAMENTOS E RETENTORES DO BRAÇO OSCILANTE GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
ROLAMENTOS SUPERIOR E INFERIOR DA COLUNA DE DIREÇÃO GRAXA MOBIL GREASE
SUPERFÍCIE INTERNA DO TUBO DA MANOPLA DO ACELERADOR GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
TERMINAL DO CABO DA EMBREAGEM (ALAVANCA) GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
ALAVANCA DA EMBREAGEM E PARAFUSO PIVÔ GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
ALAVANCA DO FREIO DIANTEIRO E PARAFUSO PIVÔ GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
SUPERFÍCIE DESLIZANTE DO CAVALETE CENTRAL E EIXO GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
GUIAS DO SUPORTE DO CÁLIPER (FLUTUANTE) GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
EIXOS DIANTEIRO E TRASEIRO GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
EIXO DO PEDAL DO FREIO TRASEIRO NO SUPORTE GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
COMPONENTES DOS PEDAIS DE APOIO GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
BUCHA INFERIOR DO AMORTECEDOR TRASEIRO GRAXA SHELL ALVANIA EP 02
CAIXA DE ENGRENAGENS DO VELOCÍMETRO GRAXA SHELL ALVANIA EP 02

3-6
LUBRIFICAÇÃO

ANOTAÇÕES

3-7
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
...................................................................................
................................................... 4-2 4
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
.....................................................................................
..................................................... 4-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
..........................................................................................
.......................................................... 4-3
TANQUE DE COMBUSTÍVEL ................................................................
................................................................................................
.......................................................................................
....................................................... 4-4
CARCAÇA DO FILTRO DE AR ................................................................
................................................................................................
.....................................................................................
..................................................... 4-5

4-1
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO

COMPONENTES DO SISTEMA

4-2
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
ESPECIFICAÇÕES

Capacidade total (com reserva) 17 l


Tanque de combustível Capacidade reserva (indicador de combustível
3,5 l (aproximadamente)
reserva aceso)
Tipo KGF 38
Bomba de combustível Vazão Mínimo de 20 l/hr
Pressão 380 kpa
Ângulo 15º
Injetor de combustível
Pressão 380kpa

TORQUES

Parafuso da tampa do filtro de ar 2~3 N.m

FERRAMENTAS
Chave, 8 x 9 mm
Manômetro

DIAGNOSE DE DEFEITOS
Motor gira, mas não dá partida
• Não há combustível no tanque
• Não há suprimento de combustível
• Motor afogado
• Filtro de ar obstruído
• Não há centelha na vela de ignição

4-3
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO

TANQUE DE COMBUSTÍVEL
TANQUE DE COMBUSTÍVEL
REMOÇÃO

• A gasolina é altamente inflamável, não permita


chamas ou faíscas no local de trabalho. Mantenha a
área de trabalho, pois a evaporação da gasolina
pode provocar explosão.

• Remova o assento.
• Remova um parafuso e o tanque de combustível.
• Remova o farol, e em seguida, desconecte o conector
da fiação do painel do tanque.

CONECTOR DO PAINEL DO TANQUE

• Levante apenas um lado do tanque de combustível


para remover a presilha e a mangueira de
combustível.
CONECTOR DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL • Desconecte o conector da fiação da bomba de
combustível.
PRESILHA
• Remova o tanque de combustível.

INSTALAÇÃO
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.
• Verifique se há vazamentos antes da instalação.
MANGUEIRA DE COMBUSTÍVEL

TAMPA DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL BOMBA DE


COMBUSTÍVEL
CARENAGEM DO
PAINEL DO TANQUE

INDICADOR DE
COMBUSTÍVEL

TANQUE DE
COMBUSTÍVEL

4-4
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO

xxxxxxxxPRESILHA
PRESILHA DO TUBO
DO TUBO
DE DE CARCAÇA DO FILTRO DE AR
CAIXA DE ADMISSÃO DE AR
xxxCONEXÃO
CONEXÃO DODOFILTRO
FILTRODE
DEAR
AR
• Remova o assento.
• Remova o tanque de combustível (pág.4.4).
• Remova a tampa direita do filtro de ar.
• Remova a caixa de admissão de ar.

PARAFUSO FLANGE

• Remova os quatro parafusos e a tampa do filtro de ar.


CARCAÇA DO FILTRO DE AR • Remova os dois parafusos e a carcaça do filtro de ar.

INSTALAÇÃO
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

CAIXA DE ADMISSÃO DE AR

TAMPA DO FILTRO DE AR

CARCAÇA DO FILTRO DE AR ELEMENTO DO FILTRO DE AR

4-5
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO

ANOTAÇÕES

4-6
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

1. CUIDADOS AO SUBSTITUIR AS PEÇAS DO EMS ................................................................


.......................................................................................
....................................................... 5-2 5
2. COMPONENTES DO EMS ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
.................................................... 5-3
3. POSIÇÃO DOS TERMINAIS DA ECU................................................................
................................................................................................
........................................................................
........................................ 5-4
4. DIAGRAMA ELÉTRICO DA ECU ................................................................
................................................................................................
...............................................................................
............................................... 5-5
5. LISTA DE VERIFICAÇÃO DE ERROS PARA CADA TERMINAL DA ECU ...........................................................
........................................................... 5-5
6. FUNÇÃO AUTODIAGNÓSTICO DO INDICADOR MIL ................................................................
..............................................................................
.............................................. 5-6
FUNÇÃO DE AUTODIAGNÓSTICO ................................................................
................................................................................................
......................................................................
...................................... 5-6
FUNÇÃO A PROVA DE FALHAS ................................................................
................................................................................................
.............................................................................
............................................. 5-7
COMO VERIFICAR O CÓDIGO DE FALHA ................................................................
.............................................................................................
............................................................. 5-8
COMO EXIBIR O CÓDIGO DE FALHA ................................................................
................................................................................................
...................................................................
................................... 5-9
COMO LER O CÓDIGO DE FALHA ................................................................
................................................................................................
.......................................................................
....................................... 5-9
TABELA DE CÓDIGOS DE FALHA ................................................................
................................................................................................
.........................................................................
.........................................5
.........5-10
COMO REMOVER O CÓDIGO DE FALHA ................................................................
............................................................................................
............................................................5
............................5-11
DIAGNÓSE DE DEFEITOS DO EMS ................................................................
................................................................................................
......................................................................
......................................5
......5-11
ECU (UNIDADE DE CONTROLE ELETRÔNICO) ................................................................
...........................................................................................
...........................................................5
...........................5-12
CORPO DO ACELERADOR ................................................................
................................................................................................
.......................................................................................
.......................................................5
.......................5-13
INJETOR DE COMBUSTÍVEL ................................................................
................................................................................................
......................................................................................
......................................................5
......................5-17
SENSOR DE PRESSÃO+TEMPERATURA DA ADMISSÃO (MAPAT) ................................................................
...................................................................
...................................5
...5-19
SENSOR DE POSIÇÃO DO ACELERADOR (TPS)................................................................
...........................................................................................
...........................................................5
...........................5-23
SENSOR DE TEMPERATURA DO MOTOR (ETS) ................................................................
............................................................................................
............................................................5
............................5-26
ATUADOR DA MARCHA LENTA (ISA) ................................................................
................................................................................................
..........................................................................
..........................................5
..........5-29
SENSOR DE OXIGÊNIO (O²) ................................................................
................................................................................................
.....................................................................................
.....................................................5
.....................5-32
VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO INDICADOR MIL (LÂMPADA INDICADORA DE FALHA)................................5
................................5-35
SENSOR DE POSIÇÃO DA ÁRVORE DE MANIVELAS (CPK) ................................................................
............................................................................
............................................5
............5-36
BOMBA DE COMBUSTÍVEL ................................................................
................................................................................................
.......................................................................................
.......................................................5
.......................5-40
SUPERAQUECIMENTO DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO ................................................................
.........................................................................
.........................................5
.........5-43
RELÉ DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL................................................................
................................................................................................
...........................................................................
...........................................5
...........5-45
RELÉ DA VENTOINHA ................................................................
................................................................................................
...............................................................................................
...............................................................5
...............................5-48
RELÉ DO FAROL................................................................
................................................................................................
................................................................................................
.......................................................................
.......................................5
.......5-51

5-1
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

1. CUIDADOS AO SUBSTITUIR PEÇAS DO EMS

• Caso o fusível tenha um curto-circuito, descubra a causa e


corrija. Substitua-o por um fusível da mesma especificação.
• Não use fusíveis com as especificações diferentes da
recomendada.
• Não use outros condutores elétricos no lugar do fusível.
• Não derrube ou arremesse as peças do EMS, pois elas
podem ser danificadas pelo impacto da queda.

• Não toque no terminal da ECU, pois ela pode ser danificada


pela estática.

• Certifique-se de que o contato da ignição esteja desligado ao


DESLIGADO instalar/remover o conector da ECU. Caso contrário, a ECU
poderá ser danificada.

• Não conecte a bateria com a polaridade invertida. Caso


contrário, as peças do EMS poderão ser danificadas.

• Enquanto o motor estiver em funcionamento, não desconecte


os terminais da bateria. Caso contrário, as peças do EMS
poderão ser danificadas.
• Use um multímetro especificado.

5-2
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

2. COMPONENTES DO EMS
O EMS consiste nos sistemas de admissão, alimentação, ignição e controle.

1) SISTEMA DE ADMISSÃO
Como um sistema que controla e mede o ar necessário para a combustão no motor, o sistema de admissão é composto por
um sensor de pressão dos componentes de admissão, sensor de admissão ativa, sensor de posição da válvula do
acelerador, filtro de ar e ISA (atuador da marcha lenta), etc.
Na marcha lenta, devido à válvula do acelerador estar quase fechada, o funcionamento do motor será controlado através
do sistema de controle da marcha lenta, instalado para controlar a pequena quantidade de ar necessária para a combustão.

2) SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO
Como um sistema para abastecer o combustível necessário para consumo na câmara de combustão do motor, do tanque
até o injetor, o sistema de alimentação é composto de um tanque de combustível, bomba de combustível, filtro de
combustível, regulador da pressão do combustível, tubo de divisão e injetor.
O combustível no tanque, pressionado pela bomba, segue para o tubo de divisão através do filtro.
Em seguida, o combustível é fornecido ao injetor, sendo mantido na pressão regulada pelo sistema de admissão.
O injetor pulveriza o combustível no sistema de admissão através de sinais de injeção da ECU.

3) SISTEMA DE IGNIÇÃO
O sistema de ignição é composto de uma vela de ignição, que produz centelha, um componente que controla o tempo de
adequado da faísca no cilindro, sistema de alta tensão e assim por diante.

4) SISTEMA DE CONTROLE
1. Vários sensores para mover os sinais elétricos convertidos pela verificação do estado atual do motor.
2. Interface de entrada que executa diversos processos, como regular os níveis de tensão, remoção de ruído, conversão
A/D, amplificação de sinais de entrada dos sensores acima.
3. Microcomputador que decide o valor de saída através de vários processamentos de cálculo, aritmética e lógica.
4. Interface de saída para amplificar os sinais de saída acima.
5. Atuador sendo ativado mecanicamente pelo recebimento dos sinais de saída amplificados.

MAPAT
(Sensor de pressão de admissão +
temperatura de admissão)
Injetor
TPS
(Sensor de posição do acelerador) ECU
Tempo de injeção ISA (Atuador da marcha
MOTOR
Ar lenta)
ETS Tempo de ignição
(Sensor de temperatura do motor)
Bobina de ignição
SENSOR O²
(Sensor de oxigênio)

Entrada Controle Saída

5-3
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

3. POSIÇÃO DOS TERMINAIS DA ECU

Nº DO Nº DO
FUNÇÃO FUNÇÃO
PINO PINO
01 Aterramento da ECU 21 Aterramento do chassi

02 Aterramento do sensor de oxigênio 22 Sinal B de posição da árvore de manivelas

Aterramento do sensor de pressão e Comunicação BAIXA


03 23
temperatura da admissão
04 Aterramento do ETS e TPS 24 Indicador MIL

05 Interruptor de parada do motor 25 Tensão da bateria


Fonte de energia do sensor de pressão de admissão
06 - 26
(5V)

07 - 27 Sinal do sensor de pressão de admissão

08 - 28 Sinal do sensor de temperatura de admissão

09 Aterramento da ECU 29 Interruptor de ponto morto

Fonte de energia após o contato de ignição ser Sinal A de posição da árvore de manivelas
10 30
ligado
11 - 31 Comunicação ALTA

12 Sinal do sensor de oxigênio 32


13 Interruptor cavalete lateral 33 Atuador da marcha lenta

14 - 34 Aquecedor do sensor de oxigênio

15 - 35 Aterramento da bobina de ignição

16 - 36 Sinal do relé da ventoinha

17 Tensão da bateria 37 Sinal de ignição

18 Fonte de energia do TPS (5V) 38 Sinal do relé do farol

19 Sinal do sensor de posição do acelerador 39 Sinal do relé da bomba de combustível

20 Sinal do sensor de temperatura do motor 40 Sinal do injetor de combustível


Observações:
Observações:
• Os pinos 6,7,8,11,13,14,15,16,29 e 36 da ECU não foram conectados.
• A posição dos terminais é baseada na ECU.

Aterramentos: 1,2,3,4,9,21 e 35

Fonte de energia: 10,17,18 e 25

Entrada de sinal na ECU: 5,12,19,20,22,27,28 e 30

Saída de sinal da ECU: 24,32,33,34,37,38,39 e 40

5-4
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

4. DIAGRAMA ELÉTRICO DA ECU


CPS SENSOR O² TWA TPS MAPAT SCANNER

INTERRUPTOR
DO NEUTRO

INTERRUPTOR
DO CAVALETE

INTERRUPTOR
DE PARADA
DO MOTOR

CAPA DA
FIAÇÃO

INDICADOR DO CAVALETE

INTERRUPTOR DA EMBREAGEM

FIO PRETO DO CONTATO

FUSÍVEL C

ECU DA MOTOCICLETA

INDICADOR MIL

FUSÍVEL D

INDICADOR DE
COMBUSTÍVEL

FUSÍVEL C

ISA INJETOR RELÉ DA BOMBA DE


BOBINA DE UNID. DE BOMBA DE
RELÉ DO COMBUSTÍVEL
RELÉ DA IGNIÇÃO COMBUSTÍVEL COMBUSTÍVEL
FAROL
VENTOINHA VELA DE
IGNIÇÃO

5. LISTA DE VERIFICAÇÃO DE ERROS PARA CADA TERMINAL DA ECU

Lista de verificação de ERROS Lista de verificação de ERROS

Nº DO Estabilidade Nº DO Estabilidade
PINO de RPM da Conduçã Durabilida Comunicação PINO de RPM da Conduçã Durabilida Comunicação
Partida MIL Partida MIL
marcha o de do scanner marcha o de do scanner
lenta lenta

ECU 01 O O O X O X ECU 23 O O O O X X
ECU 02 O X O X O O ECU 24 - - - - O X
ECU 03 O X O X O O ECU 25 X - X - X X
ECU 04 O X O X O O ECU 26 O X O X O O
ECU 05 X - X - O X ECU 27 O X O X O O
06,
07,08
- - - - - - ECU 28 O X O X O O
ECU 09 O O O X O X ECU 29 X - X - O X
ECU 10 X - X - X X ECU 30 X - X - O X
ECU 11 - - - - - - ECU 31 O O O O X X
ECU 12 O X O X O O ECU 32 O O O O O O
ECU 13 X - X - O X ECU 33 O X O O O O
14, 15,
16
- - - - - - ECU 34 O X O X O O
ECU 17 X - X - X X ECU 35 X - X - O X
ECU 18 O X O X O O ECU 36 - - - - - -
ECU 19 O X O X O O ECU 37 X - X - O X
ECU 20 O X O X O O ECU 38 O O O O O O
ECU 21 O O O O O X ECU 39 X - X - O O
ECU 22 X - X - O X ECU 40 X - X - O O

5-5
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

6. FUNÇÃO AUTODIAGNÓSTICO DO INDICADOR MIL (LÂMPADA INDICADORA DE


FALHA)
FUNÇÃO DE AUTODIAGNÓSTICO
O EMS é equipado com uma função de autodiagnóstico para garantir que o sistema de controle do motor opere
normalmente. Caso esta função detecte um defeito no sistema, o MIL entrará em funcionamento imediatamente. Ela informa
ao condutor que ocorreu um defeito no sistema.
O EMS adota a função a prova de falha, permitindo a pilotagem temporariamente ao dar partida de forma mesmo
condicionada.
Normalmente, o MIL fica acesa por 3 segundos quando o contato de ignição é ligado.

INDICADOR MIL (LÂMPADA INDICADORA DE FALHA)

* Quando o contato de ignição é ligado.

MIL OPERAÇÃO DO MOTOR OBSERVAÇÕES

APAGADO Capaz de dar partida


A partida e a condução são temporárias Consulte 1
ACESO
Incapaz de dar partida Consulte 2

Observação 1
Caso o EMS tenha problemas e o indicador MIL apague e acenda, a partida e a condução serão temporárias graças à
função a prova de falhas do EMS. Porém, o EMS não está em condições normais, portanto, verifique e repare a motocicleta
o mais breve possível.

Observação 2
Pode não ser possível dar partida e conduzir quando ocorrerem os seguintes problemas:
- Sensor de posição da árvore de manivelas
- Injetor de combustível
- Bomba de combustível

*O MIL acende e pisca (quando esta função detecta um defeito no sistema)

MIL CONDIÇÕES

ACESO MIL acende continuamente com o motor em funcionamento

PISCANDO MIL pisca quando o contato de ignição é ligado (o motor é desligado)

5-6
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

FUNÇÃO A PROVA DE FALHAS


Caso a ECU detecte alguma anormalidade, a capacidade de funcionamento é garantida pela função a prova de falhas.
Contudo, se algo estiver errado com a bomba de combustível, injetor de combustível ou sensor de posição da árvore de
manivelas, o funcionamento do motor é interrompido para protegê-los contra danos.

PROVA DE FALHAS SENSOR MIL

Sensor de temperatura do motor


TPS
Partida é possível
Sensor de pressão de admissão Contato de ignição ligado: MIL fica piscando
Sensor de temperatura de admissão
Sensor de posição da árvore de manivelas Motor em funcionamento: MIL fica aceso
Partida não é possível Bomba de combustível
Injetor de combustível

O sistema a prova de falhas garante condições mínimas de funcionamento mesmo que ocorra algum defeito. Quando
qualquer falha for detectada pela função autodiagnóstico, a capacidade de funcionamento é garantida graças a valores
pré-especificados no mapa do programa de simulação.

CONTEÚDO A PROVA DE FALHAS PARTIDA CONDUÇÃO

Caso a temperatura de admissão do ar esteja abaixo de 20ºC, a


SENSOR DE
temperatura do motor será fixada em 20ºC
TEMPERATURA DO Possível Possível
Caso a temperatura de admissão do ar esteja acima de 20ºC, a
MOTOR
temperatura do motor será fixada em 80ºC

Dependendo do valor de RPM do motor, o grau de abertura da


TPS Possível Possível
válvula do acelerador possui um valor temporário.

SENSOR DE PRESSÃO DE O valor da pressão de admissão é fixado como a pressão logo antes
Possível Possível
ADMISSÃO do sensor de pressão de admissão ficar fora de funcionamento.
SENSOR DE O valor da temperatura de admissão do ar é fixado como a
TEMPERATURA DE temperatura logo antes do sensor de pressão de admissão ficar fora Possível Possível
ADMISSÃO de funcionamento.

• Caso o indicador MIL acenda e pisque, a partida e a condução estão funcionando temporariamente na função a prova
de falhas, mas devido às condições de funcionamento do motor não estarem perfeitas, ele deve ser usado apenas em
caso de urgência.
• Neste caso, é necessário o reparo da motocicleta com urgência.

5-7
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

COMO VERIFICAR O CÓDIGO DE FALHA


Há dois métodos para verificar os códigos de falha.
Usar o indicador MIL no painel do tanque de combustível e a ferramenta de diagnóstico.

1º - Usar o indicador MIL no painel do tanque de combustível para verificação.


• Desligue o contato de ignição.
• O MIL piscará continuamente.
• Encontre os defeitos verificando o número da piscada para verificar o código de falha (consulte a tabela de códigos de
falha).

2º - A ferramenta de diagnóstico (consulte o manual do usuário do scanner para verificação).


• Desligue o contato de ignição.
• Acople o conector da ferramenta de diagnóstico com o conector da motocicleta para verificar defeitos.
• Ligue o contato de ignição.
• Pressione o botão de ligar da ferramenta de diagnóstico.
• Verifique de acordo com o procedimento de diagnóstico da ferramenta.

Acoplador para verificar diagnóstico de defeito

Cores dos fios para verificar o diagnóstico de defeito


-P/W : Rosa/Branco : CAN_L
-P/Y : Rosa/Amarelo : CAN_H
-B : Preto : CONTATO DE IGNIÇÃO
-G : Verde : ATERRAMENTO

3º - Use o chicote elétrico para verificação

 - Conector para verificação (Pinos 1 - 20 da ECU)

 – Conector para verificação (Pinos 21 - 40 da ECU)

Meça o chicote elétrico para verificação conectando a ECU com o chicote elétrico principal para verificação.
Ele possui dois acopladores para verificar o terminal.
Posicionamento do chicote elétrico para verificação da ECU:

 - Conector para verificação: Os pinos 1,2,3,4,5,9,10,12,17,18,19,20 da ECU foram conectados.


Os pinos 6,7,8,11,13,14,15,16 não foram conectados.

 - Conector para verificação: Os pinos 21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,37,39,40 da ECU


foram conectados.
O pino 36 não foi conectado.

5-8
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

COMO EXIBIR O CÓDIGO DE FALHA


Há dois métodos para exibir os códigos de falha.

1º - O método para exibir no funcionamento do motor.


No funcionamento do motor, quando houver algo de errado em qualquer parte do EMS, o MIL permanecerá aceso sem a
função piscar, para que o condutor perceba a falha. Neste momento, para verificar o código de falha, pare a motocicleta e
o motor e, com o contato de ignição ligado, verifique o número de piscadas para saber o código de falha (consulte a tabela
de códigos de falha).

2º - Modo de indicação apenas quando o contato de ignição está ligado.


Quando apenas o contato de ignição é ligado e os defeitos de cada peça aparecem, o MIL mostra o código de falha da
peça com defeito repetidamente para informar o condutor.

• Caso o MIL acenda quando o motor estiver em funcionamento, ele será operado pelo modo a prova de falhas.
Contudo, no caso do injetor de combustível, da bomba de combustível ou da bobina de ignição ter algo de errado,
não será possível conduzir a motocicleta e o motor não dará partida.

COMO LER O CÓDIGO DE FALHA


Os códigos de falha são mostrados como 2 dígitos no MIL do EMS.
Apenas um código de defeito é mostrado na sequência de prioridade de defeitos. Nesse momento, esse código de falha é
exibido repetidamente.
Ex. ) O código de falha do ISA (Código: 22).

MIL ACESO

MIL APAGADO

1 - ciclo intermitente: 0,5 seg.

Caso ocorram vários problemas nos componentes do EMS ao mesmo tempo, apenas um código de falha será exibido, por
ordem de prioridade, porém, a ECU armazenará todos os códigos de falha.
Após revisar o código, remova o código de falha armazenado pelo método de aquecimento (pág.5-11).
(consulte para remover os códigos de falha)

Quando a motocicleta é verificada com o uso da ferramenta de diagnóstico.


- Se a motocicleta for verificada com o uso da ferramenta de diagnóstico de defeitos, é possível a verificação de todos os
códigos de falha.

5-9
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

TABELA DE CÓDIGOS DE FALHA

INDICADOR MIL Nº do código Ordem de


Descrição
(Quantidade de piscadas) de falha prioridade

0 0 - Sem falha

2 1 1 Falha do injetor de combustível (IV)

2 2 2 Falha do atu
atuador de marcha lenta
lenta (ISA)

2 3 3 Falha do relé da bomba de combustível

1 2 4 Falha do sensor de pressão de


de admissão

1 3 5 Falha do sensor de posição do acelerador (TPS)

2 4 6 Falha do aquecedor do sensor de O²


1 4 7 Falha do sensor de O²

1 5 8 Falha do sensor de temperatura do


do líquido de arrefecimento

1 6 9 Falha do sensor de temperatura da admissão

2 6 10 Falha do relé do farol

2 8 11 Falha do indicador MIL/Relé da ventoinha

- 12 Superaquecimento do líquido de arrefecimento

Como descrever falhas

FALHA MOTOR EM FUNCIONAMENTO CONTATO DE IGNIÇÃO LIGADO


Superaquecimento do líquido de
arrefecimento MIL piscando
piscando MIL piscando

Outros códigos de falha MIL aceso


aceso MIL piscando

Como exibir falhas


Piscando: MIL acende repetidamente a cada 0,5 segundos.
Mantém aceso: MIL permanece aceso continuamente.
Código de falha 28: Este é o código de falha do MIL e do relé da ventoinha. Se houver erro entre esses dois códigos, os
dois códigos são exibidos no scanner, mas o defeito principal é o relé da ventoinha.

5-10
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

COMO REMOVER O CÓDIGO DE FALHA


Os códigos de falha podem ser removidos de duas maneiras;

1º - Aquecimento total

1. Dê a partida no motor.
- O MIL piscará continuamente porque a ECU já armazenou o código de falha.
2. Aqueça completamente o motor (mantenha-o em marcha lenta por cinco minutos).
3. Desligue o contato de ignição após o aquecimento completo do motor.
4. Ligue o contato de ignição novamente e verifique se o código de falha desapareceu ou não.

Após o aquecimento completo, é possível verificar se o código de falha foi removido


com o contato de ignição ligado/desligado.

Caso ocorram muitos problemas no EMS ao mesmo tempo, apenas um código de


defeito será exibido por ordem de prioridade.
Após corrigir uma falha e remover o código de falha armazenada, outro código de
falha aparece.
Neste momento, revise a falha e remova o código de falha armazenado com o
aquecimento.

2º - Ferramenta de diagnóstico de defeito (consulte o manual de uso do scanner).

DIAGNOSE DE DEFEITOS DO EMS


Inspeção antes do diagnóstico
Inspecione os seguintes itens antes do diagnóstico de defeito.
• Quantidade e vazamento de óleo do motor
• Condição da vela de ignição
• Pressão de compressão do cilindro
• Quantidade e vazamento de combustível
• Obstrução do filtro de ar
• Condição da bateria
• Folga do cabo do acelerador
• Condição do fusível
• Vazamento de gases de emissões
• Acoplamento de cada conector

5-11
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

ECU (UNIDADE DE CONTROLE


ELETRÔNICO)
ECU
• Remova o assento.

• Certifique-se de desligar o contato de ignição antes


da desmontagem.

FIO DE ATERRAMENTO DA ECU


• Remova os quatro parafusos flange de fixação da
ECU.

PARAFUSO FLANGE

ECU • Desacople o conector da ECU.


FIO DE ATERRAMENTO DA ECU • Se o conector for forçado, poderá ser danificado,
desconecte-o conforme a sequencia ( e  da
imagem).

FIO DE ATERRAMENTO DA ECU


INSTALAÇÃO
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

• Ao instalar, certifique-se de acoplar o fio de


aterramento da ECU.

5-12
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

CORPO DO ACELERADOR
ASSENTO
• Remova o assento.

• Remova o tanque de combustível.

TANQUE DE COMBUSTÍVEL

• Remova o parafuso e a presilha do tubo de conexão


PRESILHA DO TUBO DE CONEXÃO DO FILTRO do filtro de ar.
• Remova a gasolina da mangueira de combustível.
CAIXA DE ADMISSÃO • Remova a mangueira de combustível conectada à
DO AR
capa do injetor.

INJETOR DE
COMBUSTÍVEL
CORPO DO ACELERADOR

• Remova o cabo do acelerador.


• Separe a mangueira de combustível conectada à capa
do injetor.
CORPO DO ACELERADOR • Desacople os conectores do TPS, ISA, sensor MAPAT e
do injetor de combustível.
• Remova os dois parafusos flange do isolador e o
corpo do acelerador.

PARAFUSO FLANGE

5-13
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

DESMONTAGEM DO CORPO DO ACELERADOR


ISA
• Verifique cada componente montado no corpo do
IXNJETOR
INJETOR acelerador.
CORPO
DO ACELERADOR

• Não remova o parafuso de ajuste e a contraporca


do acelerador.
INJETOXXR
ISOLADOR

SENSOR MAPAT TPS

REMOÇÃO
• Remova os dois parafusos que fixam o corpo do
acelerador ao isolador.
• Remova o TPS (sensor de posição do acelerador).
• Remova o ISA (atuador da marcha lenta)
• Remova o sensor MAPAT.

SENSOR DE POSIÇÃO DO ACELERADOR • Não remova a válvula do acelerador.


ATUADOR DA MARCHA LENTA

VERIFICAÇÃO DO CORPO DO ACELERADOR


• Verifique o anel de vedação.
EIXO DO ACELERADOR • Verifique o eixo do acelerador.
• Verifique a válvula do acelerador.

ANEL DE VEDAÇÃO

• Verifique o ISA.
TPS ISA
• Verifique o TPS.

• Substitua os anéis de vedação durante a instalação.

ANEL DE VEDAÇÃO

5-14
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

DESMONTAGEM DO ISOLADOR
INJETOR
INJETOR
• Remova o parafuso da capa do injetor.

SENSOR MAPAT

ANEL DE
VEDAÇÃO

• Remova o injetor de combustível e a capa


simultaneamente do isolador.
• Separe o injetor e a capa.

INJETZOR
ISOLADOR
SENSOR MAPAT INJETOR
INJETOR

VERIFICAÇÃO
CAPA • Verifique o anel de vedação.
• Verifique a parte interna do isolador.
• Verifique o sensor MAPAT.
• Instale as peças removidas do isolador na ordem
inversa da remoção.

• Substitua os anéis de vedação durante a instalação.

INJETOR
INJETOR
SENSOR MAPAT
INSTALAÇÃO DO ISOLADOR E DO CORPO DO
ACELERADOR
• Instale o isolador no corpo do acelerador na ordem
inversa da remoção.
• Verifique o anel de vedação do isolador durante a
instalação.

Torque: 8~12 N.m

• Substitua a junta do isolador.


ISOLADOR
CORPO DO
ACELERADOR • Instale o isolador e o corpo do acelerador no
cabeçote.
• Instale a junta do isolador.

Torque: 8~12 N.m

5-15
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

INSTALAÇÃO
• Instale o cabo do acelerador.
• Ajuste a folga da manopla do acelerador.
• Instale a caixa de admissão de ar.

CABO DO ACELERADOR
INSPEÇÃO DO SENSOR E DO ATUADOR
• Acople cada conector dos sensores e do atuador.
• Verifique o ISA.
• Verifique o TPS.
• Verifique o sensor MAPAT.
• Instale o tanque de combustível.

• Verifique o valor do TPS após a instalação, deve


está conforme valor especificado.

AJUSTE DO ATUADOR DA MARCHA LENTA

• Reinicie a ECU antes de funcionar a motocicleta.

• Coloque a motocicleta em marcha lenta.


• Acople o conector do scanner ao conector da
motocicleta.
• Solte suavemente a contraporca da placa do
acelerador.
• Gire o parafuso de ajuste uma vez no sentido horário.
• Em seguida, ligue o contato de ignição e verifique no
PARAFUSO DE AJUSTE
scanner se o valor do ISA está em 20% (mas o TPS:0,
TPS ADAPI: abaixo de 16%).
• Se o valor de ISA estiver baixo, então gire o parafuso
de ajuste no sentido anti-horário, se estiver alto, gire o
parafuso de ajuste no sentido horário até obter o valor
especificado.
• Fixe a contraporca, mas não gire o parafuso de
ajuste.
• Pressione o botão ligar do scanner e verifique se os
valores do ISA estão dentro dos padrões
especificados.
• Se o valor do ISA não estiver conforme o especificado,
PARAFUSO DE AJUSTE então aqueça o motor a uma temperatura de 80 a
90° C, e ajuste o atuador por volta de 20%.

5-16
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

INJETOR DE COMBUSTÍVEL
INJETOXXR
INJETOR
REMOÇÃO
• Remova o tanque de combustível.

• Certifique-se de que o contato de ignição está


desligado antes da remoção.

ISA

• Pressione o conector do injetor e remova-o puxando


para trás (conforme sequência  e  da imagem).

• Remova o parafuso da capa do injetor.

• O motor deve está frio durante a remoção do injetor


de combustível.
- Pois a alta temperatura e a gasolina evaporada
podem causar um incêndio.
• Certifique-se de desligar a bobina de ignição e o
injetor caso seja realizado o teste de injeção de
gasolina do injetor.
PARAFUSO FLANGE - A chama da vela de ignição pode danificá-lo.

• Remova o injetor de combustível.

INSTALAÇÃO
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

5-17
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

MÉTODOS DE VERIFICAÇÃO POR CÓDIGOS DE FALHA


VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO INJETOR DE COMBUSTÍVEL
Número do código de falha exibido pelo indicador MIL.

CIRCUITO DE VERIFICAÇÃO

40: CONTROLE DO INJETOR


39: CONTROLE DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL

VERMELHO/AMARELO
AZUL/AMARELO BRANCO/PRETO

AZUL/AMARELO PRETO/VERMELHO
PRETO/VERMELHO BRANCO/PRETO FUSÍVEL
(15A)

BATERIA

VERMELHO/AMARELO

VERMELHO/AMARELO

*O terminal do conector tem como base o chicote elétrico.

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO
1) Desligue o contato de ignição.
2) Verifique se o conector do injetor está solto ou se o fio está descascado.
• Caso não haja problemas, meça a resistência do injetor.
3) Desacople o conector do injetor e meça a resistência entre os terminais do injetor.
Resistência
Resistência do injetor: 14,5±0,7Ω, 20°C
Unidade de medida de resistência: ohms (Ω)

4) Caso não haja problemas, verifique a continuidade entre cada terminal e o aterramento.
Resistência
Resistência entre cada terminal e o aterramento: ∞(Ω)
• Caso o valor da resistência não seja normal, substitua o injetor por um novo.
5) Caso a resistência seja normal, ligue o contato de ignição.
• Se a bomba de combustível funcionou por 3 segundos, o relé do injetor está normal.
6) Meça a tensão do conector.
Medição do terminal: Fios (+) Preto/Vermelho ~ (–) Terra
Medição da tensão:
tensão: Tensão da bateria – acima de 1,0V
Unidade de medição
medição de tensão:
tensão: volts (V)

7) Caso a tensão medida seja normal:


• Verifique os fios Azul/Amarelo para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito ou se o conector do chicote
elétrico e o conector da ECU estão com mau contato (terminal nº40 da ECU).
• Caso não haja problema com a fiação, a ECU está danificada.
• Substitua-a por uma nova e verifique novamente.
8) Caso a tensão medida não seja normal:
• Verifique os fios Preto/Vermelho para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito.
• Verifique o relé da bomba de combustível.
9) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os códigos de falha (pág.5-11) para apagar o
código de falha armazenado na ECU.

5-18
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

SENSOR DE PRESSÃO +
TEMPERATURA DA ADMISSÃO
(MAPAT)
• O sensor MAPAT está localizado ao lado direito do
corpo do acelerador.
REMOÇÃO
• Remova o conector do sensor MAPAT.

• Certifique-se de que o contato de ignição está


SENSOR MAPAT
desligado antes da remoção.

• Remova os dois parafusos flange do sensor MAPAT.

PARAFUSO FLANGE

• Remova o sensor MAPAT.

SENSOR MAPAT

INSTALAÇÃO

xXXSENSOR
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
SENSOR DEDE
POSIÇÃO DO
POSIÇÃO DO ACELERADOR
ACELERADOR remoção.

SENSOR MAPAT

5-19
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO SENSOR MAPAT (pressão da admissão (IMP)+temperatura da


admissão (TBA))
Número do código de falha exibido pelo indicador MIL (pág.5-10).

Código de falha do sensor de pressão da admissão Código de falha do sensor de temperatura da admissão

CIRCUITO DE VERIFICAÇÃO

MAPAT

3: Aterramento do sensor de pressão da admissão


26: Tensão de 5V
ECU 27: IMP
28: TBA

* O terminal de acoplamento tem como base a lateral do chicote elétrico.


*P: Rosa, G:Verde, B:Preto, L: Azul.

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO
1) Desligue o contato de ignição.
2) Verifique se o conector do MAPAT está solto ou se o fio está descascado.
• Caso ele esteja normal, a tensão de entrada medida no conector do MAPAT é de 5 volts.
3) Desacople o conector do MAPAT e ligue o contato de ignição.
4) Meça a tensão de entrada do conector do MAPAT (sensor de pressão da admissão + sensor de temperatura da
admissão).
Tensão de entrada: 4,5 ~ 5,5V
Terminal de medição: terminal (+) MAPAT 3 ~ (–) terminal MAPAT 1
Unidade de medição
medição da tensão:
tensão: volts (V)

5) Se o valor da tensão não for normal:


• Verifique se o conector da ECU está solto ou se há mau contato.
• Verifique os fios ‘P’, ‘P/G’ e ‘P/L’ para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito.

Observação: consulte (pág.5-21) se o sensor de pressão da admissão estiver danificado.


consulte (pág.5-22) se o sensor de temperatura da admissão estiver danificado.
6) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os códigos de falha (pág.5-11) para apagar o
código de falha armazenado na ECU.

5-20
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

VERIFICAÇÃO DO SENSOR DE PRESSÃO DA ADMISSÃO


1) Caso o valor da tensão seja normal, desligue o contato de ignição.
• Acople o conector do MAPAT (sensor de pressão da admissão + sensor de
temperatura da admissão).

2) O chicote elétrico para verificação da ECU é conectado à ECU com um


conector do chicote elétrico.
• Consulte como montar ou desmontar a ECU (pág.5-12).

3) Ligue o contato de ignição. Dê a partida no motor e funcione-o em marcha


lenta.

4) Meça a tensão do sensor de pressão na admissão para verificação da ECU. ACOPLE O CHICOTE ELÉTRICO
Medição da tensão do sensor de pressão da admissão. PARA VERIFICAÇÃO
Terminal de medição: (+) ECU nº 27 (P/L: Rosa/Azul) ~
(–) ECU nº3 (P/G: Rosa/Verde)
Tensão de medição: 0,1V ~ 4,8 V
Unidade
nidade de medição da tensão: volts (V)
Tensão da pressão de ar: 20kPa: 0,719 ~ 0,859V
107kPa: 4,154 ~ 4,294V

5) Caso a tensão medida não seja normal:


• Verifique os fios ‘P’, ‘P/G’ e ‘P/L’ para ver se eles foram partidos ou
sofreram curto-circuito.
• Substitua o sensor MAPAT por um novo e verifique novamente.
Caso a tensão medida seja normal:
• Verifique os fios ‘P’, ‘P/G’ e ‘P/L’ para ver se eles foram partidos ou
sofreram curto-circuito.
• Verifique se há mau contato dos terminais nº 3, 26, e 27 do conector da
ECU.
• Caso não haja problema com a fiação, a ECU está danificada.
• Substitua-a por uma nova e verifique novamente.

6) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os


códigos de falha (pág.5-11) para apagar o código de falha armazenado na
ECU.

5-21
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

VERIFICAÇÃO DO SENSOR DE TEMPERATURA DA ADMISSÃO


1) Caso o valor da tensão seja normal, desligue o contato de ignição.
2) Desacople o conector do MAPAT e meça a resistência do sensor de
temperatura da admissão.
Resistência do sensor de pressão da admissão:
2000±100Ω, 25±1°C
Terminal de medição:
ECU nº 28 (P/B: Rosa/Azul) ~ ECU nº 3 (P/G: Rosa/Verde)
Unidade de medição
medição de resistência:
resistência: ohms (Ω)

Tensão da pressão de ar: 24 ~ 26°C: 1800~2200Ω


99 ~ 101°C: 161~206Ω
3) Se a resistência medida não for normal:
• Substitua o sensor MAPAT por um novo e verifique novamente.

Caso a tensão medida seja normal:


• Verifique os fios ‘P’, ‘P/G’ e ‘P/L’ para ver se eles foram partidos ou
sofreram curto-circuito.
• Verifique se há mau contato dos terminais nº 3, 26, e 27 do conector da
ECU.
• Caso não haja problema com a fiação, a ECU está danificada.
• Substitua-a por uma nova e verifique novamente.

4) Ligue o contato de ignição. Dê partida no motor e funcione-o em marcha


lenta.

5) Meça a tensão do sensor de pressão na admissão para verificação da ECU.


• Medição da tensão do sensor de pressão da admissão.
Terminal de medição: (+) ECU nº28 (TBA) ~
(-) ECU nº3 (IMP aterramento)
Tensão de medição: 0,1V ~ 4,9V
Unidade de medição de tensão:
tensão: volts (V)

6) Caso a tensão medida não seja normal:


• Verifique os fios ‘P’, ‘P/G’ e ‘P/L’ para ver se eles foram partidos ou
sofreram curto-circuito.
• Substitua o sensor MAPAT por um novo e verifique novamente.

Caso a tensão medida seja normal:


• Verifique os fios ‘P’, ‘P/G’ e ‘P/L’ para ver se eles foram partidos ou
sofreram curto-circuito.
• Verifique se houver mau contato dos terminais nº 3, 26 e 28 do conector da
ECU.
• Caso não haja problema com os fios, a ECU está danificada.
• Substitua-a por uma nova e verifique novamente.

7) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os


códigos de falha (pág.5-11) para apagar o código de falha armazenado na
ECU.

5-22
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

SENSOR DE POSIÇÃO DO
ACELERADOR (TPS)
• O sensor TPS está localizado ao lado esquerdo do
corpo do acelerador.
REMOÇÃO
• Pressione o conector do TPS e remova-o puxando.

TPS

• Certifique-se de que o contato de ignição está


desligado antes da remoção.

• Remova os dois parafusos do TPS.

SENSOR MAPAT PARAFUSO

• Remova o TPS.

INSTALAÇÃO
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

5-23
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO TPS


Número do código de falha exibido pelo indicador MIL (pág.5-10).

CIRCUITO DE VERIFICAÇÃO

TPS

4: ATERRAMENTO DO SENSOR
ECU 18: TENSÃO DE 5V
19: TPS

* O terminal do conector tem como base a lateral chicote elétrico.


** Gr: Cinza, B: Preto, W: Branco, R: Vermelho, L: Azul.

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO
1) Desligue o contato de ignição.

2) Verifique se o conector do TPS está solto ou em más condições.


Caso não haja defeito, meça a tensão de entrada do TPS.

3) Desacople o conector do TPS.

4) Ligue o contato de ignição.


Tensão de entrada: 4,5 ~ 5,5V
Terminal de medição: (+) ECU nº18 (Gr/B: Cinza/Preto) ~ (-) ECU nº4 (W/R: Branco/Vermelho)
• Meça a tensão do terminal do acoplamento do TPS.
Tensão de medição: 4,5V ~ 5,5V
Unidade de medição
medição da tensão: volts (V).

Caso o valor da tensão não seja normal:


• Verifique se o conector da ECU está solto ou se há mau contato.
• Verifique os fios ‘Gr/B’, ‘W/R’ e ‘Gr/L’ para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito.

5) Caso o valor da tensão seja normal, desligue o contato de ignição.

5-24
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

6) Verifique a continuidade entre o terminal de aterramento do sensor do TPS e o


aterramento.
Continuidade do TPS: 0~1,0Ω, 20±1°C
Terminal de medição:
(+) ECU n°. 4 (W/R: Branco/Vermelho) ~ (-) Aterramento
Unidade de medição da resistência: ohms (Ω)

7) Caso não haja problemas, meça a resistência do TPS.


• Meça a resistência ao girar a manopla do acelerador.
Resistência do TPS:
TPS:
Se o acelerador estiver totalmente fechado: 0,9~1,6kΩ, 20±1°C
Se o acelerador estiver totalmente aberto: 2,9~2,6kΩ, 20±1°C
Terminal de medição: (+) ECU nº 19 (Gr/L: Cinza/Azul) ~
(-) ECU nº 4 (W/R: Branco/Vermelho)
Unidade de medição
medição da resistência: quilo ohms (kΩ)

8) Caso a resistência e a continuidade não estejam anormais:


• Ajuste corretamente a posição do TPS.
• Substitua o TPS por um novo e verifique novamente.

9) Caso a resistência e a continuidade estejam normais, acople o conector do


TPS.

10) Ligue o contato de ignição.

11) Meça a tensão do TPS do chicote elétrico para verificar a ECU.


• Gire a manopla do acelerador e meça a tensão.
Terminal de medição: (+) ECU nº 19 (Gr/L: Cinza/Azul) ~
(-) ECU nº.4 (W/R : Branco/Vermelho)
Tensão de saída do TPS:
TPS:
Se o acelerador estiver totalmente fechado: 4,0~5,5V
Se o acelerador estiver totalmente aberto: 0,1~0,6V
Unidade
nidade de medição da tensão: volts (V)

12) Caso a tensão medida seja anormal:


• Substitua o TPS por um novo e verifique novamente.
Caso a tensão medida seja normal:
• Verifique os fios ‘GR/B’, ‘GR/L’ e ‘W/R’ para ver se eles foram partidos ou
sofreram curto-circuito.
• Verifique se há mau contato dos terminais nº 4, 18 e 19 do conector da
ECU.
• Caso não haja problemas com a fiação, a ECU está danificada.
• Substitua-a por uma nova e verifique novamente.

13) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os


códigos de falha (pág.5-11) para apagar o código de falha armazenado na
ECU.

5-25
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

SENSOR DE TEMPERATURA DO
MOTOR (ETS)
TERMOSTATO
• O Sensor de temperatura do motor (ETS) está
localizado atrás do cabeçote.
REMOÇÃO
• Pressione o conector do ETS e remova-o puxando.

SENSOR TEMPERATURA • Certifique-se de que o contato de ignição está


DO MOTOR
desligado antes da remoção.

• Remova o conector do ETS.

SENSOR TEMPERATURA
DO MOTOR

• Remova o ETS.

SENSOR TEMPERATURA
DO MOTOR

INSTALAÇÃO
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

5-26
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

1) VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO ETS


Número do código de falha exibido pelo indicador MIL (pág.5-10).

CIRCUITO DE VERIFICAÇÃO

TENSÃO DE 5V

* O terminal do conector tem como base a lateral do chicote elétrico.


* W: Branco, R: Vermelho, G: Verde, L: Azul.

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO - 1
1) Desligue o contato de ignição.
2) Verifique se o conector do ETS está solto ou em más condições.
• Caso não haja defeito, meça a tensão de entrada do ETS.
3) Desacople o conector do ETS.
4) Ligue o contato de ignição.
Terminal de medição: (+) ECU nº 20 (Gr/L: Verde/Azul) ~
(-) ECU nº 4 (W/R: Branco/Vermelho)

• Meça a tensão do terminal do conector do ETS.


Tensão de medição: 4,5V ~ 5,5V
Unidade
Unidade de medição da tensão: volts (V)

Se o valor da tensão não for normal:


• Verifique se o conector da ECU está solto ou se há mau contato.
• Verifique os fios ‘G/L’, ‘W/R’ e ‘W/R’ para ver se eles foram partidos ou
sofreram curto-circuito.
5) Caso o valor da tensão seja normal, desligue o contato de ignição.
6) Desacople o conector do ETS e meça sua resistência.
Resistência
Resistência do ETS:
ETS: 1,6kΩ ~ 10,6kΩ, 20 ~ 80 °C
Terminal de medição: cada terminal do ETS
Unidade de medição da resistência: quilo ohms (kΩ)

5-27
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

6-1) Caso o valor medido não seja normal:


• Substitua o ETS por um novo e verifique novamente.

Caso o valor medido seja normal:


• Verifique os fios ‘G/L’ e ‘W/R’ para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito.
• Verifique se o conector da ECU está com mau contato (nº4 e nº20).
• Caso não haja problema com a fiação, a ECU está danificada.
• Substitua-a por uma nova e verifique novamente.

6-2) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os códigos de falha (pág.5-11) para apagar o
código de falha armazenado na ECU.

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO - 2
1) Desmontagem.
• Desmonte o ETS (sensor de temperatura do motor): (pág.5-26).
2) Verifique o ETS(Sensor de temperatura do motor).
• Conecte os dois terminais do ETS à ponta do multímetro e insira a ponta rosqueada do ETS no óleo.
• Leia a temperatura do termômetro dependendo da mudança da temperatura do óleo e do valor do multímetro.

ESPECIFICAÇÕES DO ETS

TEMPERATURA VALOR DE RESISTÊNCIA


20ºC 10.6k
10.6kΩ ~ 14.4k
14.4kΩ
80ºC 1.35k
1.35kΩ ~ 1.65k
1.65kΩ
110ºC 0.57k
0.57kΩ ~ 0.69k
0.69kΩ

Unidade de medição da resistência: quilo ohms (kΩ)

Caso o valor da resistência esteja fora da faixa padrão, substitua o ETS por um novo.

1) Tome cuidado para não derrubar o ETS, pois ele é frágil.


2) Tome cuidado para que o ETS e o termômetro não toquem o recipiente de óleo.
3) Tome cuidado para que a temperatura do óleo não fique acima da temperatura de medição.

3) Instalação.
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da remoção. Aplique o torque especificado.

Torque: 13~17 N.m

5-28
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

ATUADOR DA MARCHA LENTA (ISA)


ISA
REMOÇÃO
• Pressione o conector do ISA e remova-o puxando.

• Certifique-se de que o contato de ignição está


desligado antes da remoção.

• Remova a capa do injetor de combustível para


remover o ISA.
• Remova os dois parafusos do ISA.
CAPA DO INJETOR
ISA

PARAFUSO

• Remova o ISA.

• Verifique o ISA.

INSTALAÇÃO
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

5-29
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO ISA


Número da falha exibido pelo indicador MIL (pág.5-10).

CIRCUITO DE VERIFICAÇÃO
N° DOS PINOS DA ECU
39: CONTROLE DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL
40: CONTROLE DO INJETOR

FUSÍVEL
(15A)

BATERIA

ISA RELÉ DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL

* O terminal do conector tem como base a lateral do chicote elétrico.

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO
1) Desligue o contato de ignição.
2) Verifique se o conector do ISA está solto ou em más condições. Caso não haja
defeito, meça a tensão de entrada do ISA. ISA
3) Desacople o conector do ISA e meça a resistência entre os terminais.
Resistência do ISA: 31,5~ 38,5Ω, 20°C
Unidade de medição da resistência: ohms (Ω)

4) Caso não haja problemas, verifique o nível do fluxo de eletricidade entre cada
terminal e o aterramento.
Resistência entre cada terminal e o aterramento: ∞ (Ω)
• Caso o valor da resistência não seja normal, substitua o por um novo.
• Desmontagem e montagem: consulte (pág.5-29).
Unidade de medição da resistência: ohms (Ω)

5) Caso a resistência medida e a continuidade seja anormal,


• Substitua o ISA por um novo e verifique novamente.
6) Caso a resistência e a continuidade estejam normais, conecte o acoplamento do ISA.

5-30
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

7) Ligue o contato de ignição.


8) Meça a tensão do ISA do chicote elétrico para verificar o ECU.
Terminal de medição: Fio (+) (B/R: Preto/Vermelho) ~ (-) Aterramento
Tensão de saída do ISA:
ISA: Tensão da bateria (V)
Unidade de medição da tensão: volts (V).

Caso a tensão medida seja normal:


• Verifique os fios ‘B/R’, ‘L/G’ e ‘W/R’ para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito.
• Verifique se há mau contato dos terminais nº 33 e 39 do conector da ECU.
• Caso não haja problemas com a fiação, a ECU está danificada.
• Substitua-a por uma nova e verifique novamente.

Caso a tensão medida seja anormal:


• Verifique os fios ‘B/R’, ‘L/G’ e ‘W/B’ para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito.

9) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os códigos de falha (pág.5-11) para apagar o
código de falha armazenado na ECU.

*Remova o código de falha do scanner

5-31
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

SENSOR DE OXIGÊNIO (O²)


• O sensor de oxigênio está localizado no tubo do
escapamento.

• Certifique-se de que o contato de ignição está


desligado antes da remoção.

SENSOR DE OXIGÊNIO

REMOÇÃO
• Remova o tanque de combustível, então desacople o
conector do sensor de oxigênio.

CONECTOR DO SENSOR DE OXIGÊNIO

• Verifique o sensor de oxigênio.

• Devido à fragilidade do sensor de oxigênio,


manuseei-o com cuidado.

INSTALAÇÃO
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

SENSOR DE OXIGÊNIO

5-32
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

1) VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO SENSOR DE OXIGÊNIO (O2)


Número do código de falha exibido pelo MIL (pág.5-10).

Número da falha exibido pelo MIL do sinal de lambda do sensor de oxigênio (pág.5-10).

CIRCUITO DE VERIFICAÇÃO

SENSOR DE OXIGÊNIO

2: ATERRAMENTO DE SENSOR LAMBDA


12: SINAL DO SENSOR DE OXIGÊNIO
34: ATERRAMENTO DO SENSOR DE OXIGÊNIO

FUSÍVEL
(15A)

BATERIA
ECU

* O terminal do conector tem como base a lateral do chicote elétrico.

VERIFICAÇÃO DE CÓDIGO DE FALHA DO AQUECEDOR DO SENSOR DE OXIGÊNIO (O²)


1) Desligue o contato de ignição.
2) Verifique se o conector do sensor de oxigênio está solto ou em más condições.
• Caso não haja defeito, meça a tensão de entrada do sensor de oxigênio.
3) Desacople o conector do sensor de oxigênio e ligue o contato de ignição.
4) Meça a tensão de entrada do conector do sensor de oxigênio.
Tensão de entrada: Tensão da bateria (V).
Terminal de medição
medição (lateral do chicote elétrico):
elétrico):
(+) Terminal 3 do conector do sensor de oxigênio (B/BR: Preto/Marrom) ~ (-) Aterramento
Unidade
nidade de medição da tensão: volts (V)

Caso o valor da tensão seja anormal:


• Verifique se o conector da ECU está solto ou se há mau contato.
• Verifique os fios ‘B/B’ e ‘G/W’para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito.

5-33
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

5) Caso o valor da tensão seja normal, desligue o contato de ignição.


• Meça a resistência do aquecedor do sensor de oxigênio: cerca de 9Ω, cerca de 22°C
Terminal de mediçã
medição o (lateral do chicote elétrico):
elétrico):
(+) Terminal 3 do conector do sensor de oxigênio (B/BR: Preto/Marrom) ~ (-) ECU nº4 (G/W: Verde/Branco)
Unidade de medição da resistência: ohms (Ω)

6) Caso a resistência medida seja anormal:


• Substitua o sensor de oxigênio por um novo e verifique novamente.

Caso a resistência medida seja normal:


• Verifique os fios ‘B/B’ e ‘G/W’para ver se eles foram partidos ou sofreram
curto-circuito.
• Caso não haja problema com os fios, a ECU está danificada.
• Substitua a ECU por uma nova e verifique novamente.

VERIFICAÇÃO DE CÓDIGO DE FALHA DO SINAL LAMBDA DO SENSOR


DE OXIGÊNIO (O²)
1) Desligue o contato de ignição.
2) Verifique se o conector do sensor de oxigênio está solto ou em más condições.
• Caso não haja defeito, meça a tensão de entrada do sensor de oxigênio.
3) O chicote elétrico para verificação da ECU é conectado à ECU com um
conector. Consulte as instruções de montagem/desmontagem da ECU.

4) Ligue o contato de ignição.


5) Meça a tensão do sensor de oxigênio do chicote elétrico para verificar a ECU.
Terminal de medição: (+) ECU nº12 (V: Violeta) ~ (-) ECU nº2 (V/B: Violeta/Preto)
Tensão de saída do sensor de oxigênio:
oxigênio: 0,1~0,8V
Unidade
nidade de medição da tensão: volts (V)

Torque do sensor de oxigênio (O²


(O²): 13~17 N.m

Caso a tensão medida seja normal:


• Verifique os fios ‘B/R’, ‘V’ e ‘V/B’ para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito.
• Verifique se há mau contato dos terminais nº 2 e 12 do conector da ECU.
• Caso não haja problema com a fiação, a ECU está danificada.
• Substitua a ECU por uma nova e verifique novamente.

Caso a tensão medida seja anormal:


• Verifique os fios ‘V’, ‘V/B’ e ‘W/B’ para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito.
6) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os códigos de falha (pág.5-11) para apagar
o código de falha armazenado na ECU.

5-34
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO INDICADOR MIL (LÂMPADA INDICADORA DE


FALHA)
Número do código de falha exibido pelo MIL (pág.5-10).

CIRCUITO DE VERIFICAÇÃO
PINO Nº 24 DA ECU:
SAÍDA DO INDICADOR MIL

INDICADOR MIL

BATERIA

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO

1) Desligue o contato de ignição.


2) Verifique se o conector do ESS está solto ou em más condições.
• Caso não haja problemas.
3) Ligue o contato de ignição.
4) Verifique se o indicador MIL acende por 3 segundos no momento em que o
contato de ignição é ligado.
• Caso o indicador MIL não acenda, verifique o indicador.
• Mas se o indicador MIL não funcionar por 3 segundos.
5) Meça a tensão do indicador MIL do chicote elétrico para verificar a ECU.
Terminal de medição: Fio (+) (B: Preto) ~ (-) Aterramento
Tensão de saída: Tensão da bateria
Terminal de medição: (+) ECU nº 24 (L/B: Azul/Preto) ~ (-) Aterramento
Tensão de saída: Tensão da bateria
Unidade de medição da tensão: volts (V)

Caso a tensão medida seja normal:


• Verifique os fios ‘L/B’, ‘B’ e ‘Br/L’ para ver se eles foram partidos ou sofreram
curto-circuito.
• Verifique se há mau contato do terminal nº 24 do conector da ECU.
• Caso não haja problemas com a fiação, a ECU está danificada.
• Substitua-a por uma nova e verifique novamente.

Caso a tensão medida seja anormal:


• Verifique os fios ‘L/B’, ‘B’ e ‘Br/L’ para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito.
6) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os códigos de falha (pág.5-11) para apagar
o código de falha armazenado na ECU.

5-35
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

SENSOR DE POSIÇÃO DA ÁRVORE DE


MANIVELAS (CPK)
• Remova a tampa lateral esquerda do chassi.
• Desacople o conector do estator e sensor CPK.

• Certifique-se de que o contato de ignição está


CONECTOR DO ESTATOR desligado antes da remoção.

REMOÇÃO
• Remova a tampa do pinhão.
• Remova o bujão de inspeção da árvore de manivelas.

BUJÃO DE INSPEÇÃO

• Remova os três parafusos do estator.


• Remova os dois parafusos de fixação do sensor CPK.

X ESTATOR X

• Verifique o estator e o sensor CPK.


• O estator possui 18 bobinas, diferente de um estator
para motocicleta carburada.

5-36
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

• Verifique o volante do motor


• O volante do EMS possui 10 ressaltos, diferente de
um volante para motocicleta carburada.
• Verifique as há alguma anormalidade nos ressaltos.

• Ao substituir o volante do motor, certifique-se de que


o mesmo possui 10 ressaltos.

RESSALTO DO VOLANTE

INSTALAÇÃO
• A instalação deve seguir a ordem inversa da
remoção.

INSPEÇÃO DO SENSOR CPK


MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA
• Remova a tampa lateral esquerda do chassi.
• Desacople o conector do estator e o conector
Azul/Vermelho.
• Meça a resistência entre o fio Verde e Azul.
Especificação: 80 ~ 150Ω a 20°C

MEDIÇÃO DO PVA (adaptador de pico de


voltagem)
• Desacople o conector do estator Azul/Verde.
• Conecte a ponta de prova (+) do adaptador de pico
de voltagem ao terminal azul.
• Conecte a ponta de prova (-) do adaptador de pico
de voltagem ao terminal verde.
• Dê partida no motor, utilizando o motor de partida, e
meça a tensão máxima da bobina do sensor CPK.
Tensão máxima: acima de 1,5 V
Ferramenta: Adaptador de pico de voltagem

• A instalação deve ser feita na ordem inversa da


remoção.

5-37
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO SENSOR CPK


CIRCUIDO DE VERIFICAÇÃO

VERDE AZUL

AZUL VERMELHO

Nº DO PINO DA ECU
30: SINAL-A DO VIRABREQUIM
22: SINAL-B DO VIRABREQUIM

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO (procedimento será atualizado)


1) Ligue o contato de ignição. ANTES DA PARTIDA
2) Verifique com a ferramenta de diagnóstico se SINK DO MOTOR está ‘ON’
ou ‘OFF’.
• Ao ligar o SINK DO MOTOR, basta mudar de ‘OFF’ para ‘ON’, então
está certo.
• Verifique se o SINK DO MOTOR está desligado na partida.
- Remova o volante do motor.
- Caso haja mais de 10 ressaltos no volante, substitua-o.
- Verifique se sensor CPK está funcionando ou não (excesso de limalha).

3) Desligue o contato de ignição e verifique a interrupção do AC GEN CKP.


• Verifique a resistência do AC GEN CKP. DEPOIS DA PARTIDA
Valor de resistência: 80 ~ 150Ω

5-38
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

4) Verifique se os fios de sinal A e B da árvore de manivelas estão rompidos.


• Remova a ECU, conecte o chicote elétrico para inspeção da motocicleta.
• Verifique a fiação do sinal A da árvore de manivelas.
Terminal de medição:
medição: Pino nº 30 do chicote elétrico para inspeção ~
Fio vermelho do conector do sensor CPK.
Valor de resistência: 0 ~ 1Ω

• Verifique a fiação do sinal B da árvore de manivelas.


Terminal de medição:
medição: Pino nº 22 do chicote elétrico para inspeção -
VERMELHO
Fio azul do conector do sensor CPK.
Valor de resistência:
resistência: 0 ~ 1Ω

AZUL

5-39
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

BOMBA DE COMBUSTÍVEL
TANQUE DE COMBUSTÍVEL • A bomba de combustível está localizada dentro do
tanque de combustível.
• Remova o assento.
• Remova o parafuso de fixação do tanque.

• Certifique-se de que o contato de ignição está


desligado antes da remoção.

REMOÇÃO
• Remova a mangueira de combustível.
• Desacople o conector da bomba de combustível.

PORCA • Remova o tanque de combustível.


• Remova as quatro porcas de fixação da bomba de
combustível.

• Remova a bomba de combustível.


BOMBA DE COMBUSTÍVEL

5-40
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

COMPONENTES DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL

Nº Nome da peça Nº Nome da peça

1 CONJ. DA BORDA 7 BOMBA DE COMBUSTÍVEL


2 MANGUEIRA COM VOLTA REGULADOR DE PRESSÂO
8
3 REGULADOR DE PRESSÃO (AJUSTADOR DA PRESSÃO)
4 BARRA DE SUPORTE 9 PLACA DE RESISTÊNCIA
5 PARTE INFERIOR DA MOLA 10 BÓIA
6 RETENTOR DA BOMBA 11 FIO DA BOIA

Posição dos terminais da bomba de combustível


(A tabela de cores abaixo é a cor interna da bomba de combustível)

FIAÇÃO DO CONECTOR

LOCAL FUNÇÃO COR

A UNIDADE DE COMBUSTÍVEL 1 (+) AMARELO

B UNIDADE DE COMBUSTÍVEL 2 (–
(–) CINZA

C BOMBA (+) VERMELHO

D ATERRAMENTO PRETO

5-41
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

• Verifique a bomba de combustível.


• Remova a bomba de combustível.
• Meça a resistência entre os terminais.

Posição da bóia Resistência dos terminais (Ω)


F: 112,6mm 10 ± 3Ω
E: 5,9mm 90 ± 3Ω

• A posição da bóia tem como base a placa inferior do tanque.


• Meça a resistência entre os fios Y/W (Amarelo/Branco) e G (Aterramento) do terminal da unidade de combustível.

Unidade de medição da resistência: ohms (Ω)

• Caso o valor de resistência medido esteja fora do padrão, troque a unidade de combustível.

VERIFICAÇÃO DA PRESSÃO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL


Pressão: 3,8 Bar
• Após remover a mangueira de combustível do injetor, ligue e desligue o contato de ignição 3 vezes, se sair mais de
130ml de combustível, estará OK.
• Se estiver abaixo de 130ml, verifique a bomba de combustível. Substitua-a, se necessário.
(Certifique-se que a resistência da bateria esteja acima de 12,6V)

INSTALAÇÃO
• A instalação deve seguir a ordem inversa da remoção.

5-42
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

SUPERAQUECIMENTO DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO
• Quando o indicador MIL acender indicando
superaquecimento do líquido de arrefecimento,
verifique os itens a seguir.
• Verifique se líquido de arrefecimento suficiente no
reservatório de expansão (pág.2-13).
• Abasteça se necessário.

• Verifique se a ventoinha funciona normalmente


(pág.6-5).
RADIADOR • Verifique o relé da ventoinha (pág.5-48).

VENTOINHA

• Verifique se a bomba d’água funciona normalmente


(pág.6-8).

BOMBA D´ÁGUA

• Verifique se o termostato funciona normalmente


(pág.6-10).

TERMOSTATO

5-43
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO SUPERAQUECIMENTO DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO

Número do código de falha exibido pelo MIL (pág.5-10).

CIRCUITO DE VERIFICAÇÃO

CONTATO DE
INDICADOR MIL IGNIÇÃO FUSÍVEIS TWA

ECU

* O terminal do conector tem como base a lateral do chicote elétrico.

5-44
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

RELÉ DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL


X RELÉ DO FAROL X
RELÉ DA BOMBA DE
• O relé da bomba de combustível está localizado por
COMBUSTÍVEL detrás da tampa lateral esquerda do chassi.
RELÉ DO SINALIZADOR

RELÉ DA VENTOINHA

REMOÇÃO
• Desacople o conector do relé da bomba de
combustível.

• Certifique-se de que o contato de ignição está


desligado antes da remoção.

• Remova o relé da bomba de combustível.

INSTALAÇÃO
• A instalação deve seguir a ordem inversa da
remoção.

5-45
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO RELÉ DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL

Número do código de falha exibido pelo MIL (pág.5-10).

CIRCUITO DE VERIFICAÇÃO
CONTATO INDICADOR DE
DE IGNIÇÃO COMBUSTÍVEL N° DO PINO DA ECU

UNIDADE DE BOMBA DE RELÉ DA BOMBA


COMBUSTÍVEL COMBUSTÍVEL DE COMBUSTÍVEL

* O terminal do conector tem como base o chicote elétrico.

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO

1) Ouça o som de funcionamento da bomba de combustível ao ligar o contato de ignição.


2) Ligue o contato de ignição.
3) Verifique se o conector do relé da bomba de combustível está solto ou se o fio está descascado.
4) Ligue o contato de ignição.
5) Meça a tensão do relé da bomba de combustível do chicote elétrico para verificar a ECU.
Terminal de medição: Fio (B/R: Preto/Vermelho) ~ Aterramento
Fio (R/Y: Vermelho/Amarelo) ~ Aterramento
Tensão de saída: Tensão da bateria (V)
• Ligue o contato de ignição e meça por 2 a 3 segundos enquanto o relé da bomba de combustível está em
funcionamento.

5-46
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

Caso a tensão medida seja normal:


• Verifique se houver mau contato do fio ‘W/B’ do terminal n° 39 do chicote elétrico para verificação da ECU.
• Caso não haja problemas com os fios, a ECU está danificada.
• Substitua-a por uma nova e verifique novamente.

Caso a tensão medida seja anormal:


• Verifique os fios ‘L/B’, ‘B’ e ‘Br/L’ para ver se eles foram partidos ou sofreram curto-circuito.
6) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os códigos de falha (pág.5-11) para apagar
o código de falha armazenado na ECU.

*Remova os códigos de falha do scanner

5-47
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

RELÉ DA VENTOINHA
• O relé da ventoinha está localizado por detrás da
tampa lateral esquerda do chassi.

RELÉ DA VENTOINHA

REMOÇÃO
• Desacople o conector do relé da ventoinha.

• Certifique-se de que o contato de ignição está


desligado antes da remoção.

• Remova o relé da ventoinha.

INSTALAÇÃO
• A instalação deve seguir a ordem inversa da
remoção.

5-48
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO RELÉ DA VENTOINHA

Número do código de falha exibido pelo MIL (pág.5-10).

CIRCUITO DE VERIFICAÇÃO
CONTATO
DE IGNIÇÃO ECU FUSÍVEIS

RELÉ DA
VENTOINHA
VENTOINHA

* O terminal do conector tem como base o chicote elétrico.

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO

1) Desligue o contato de ignição.


2) Verifique se o conector do relé da ventoinha está solto ou se o fio está descascado.
• Caso não haja problemas, verifique a resistência do relé da ventoinha.
3) Desacople o conector do relé da ventoinha e meça a resistência entre os terminais do relé da ventoinha.
resistência:: ~: sem limite
Valor de resistência
Unidade de medição da resistência: ohms (Ω)

5-49
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

4) Chicote elétrico para inspeção da ECU n°36: Fio (V: Violeta) do relé da
ventoinha.
Valor de resistência: 0~1Ω

5) Ligue o contato de ignição.

6) Meça a tensão do relé da ventoinha com o chicote elétrico para inspeção da


ECU.
Terminal de medição: Fio (+) (B: Preto) ~ Aterramento
Tensão de saída: Tensão da bateria (V)
• Ligue o contato de ignição e meça.

Caso a tensão medida seja normal:


• Verifique se há mau contato do fio ‘B/G’ e ‘V’.
• Se não houver problemas com a fiação, a ECU está danificada.
• Substitua-a por uma nova e verifique novamente.

7) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os


códigos de falha (pág.5-11) para apagar o código de falha armazenado na
ECU.

*Remova os códigos de falha do scanner

5-50
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

RELÉ DO FAROL
RELÉ DO FAROL
• O relé Do farol está localizado por detrás da tampa
lateral esquerda do chassi.

REMOÇÃO
• Desacople o conector do relé do farol.

• Certifique-se de que o contato de ignição está


desligado antes da remoção.

• Remova o relé do farol.

INSTALAÇÃO
• A instalação deve seguir a ordem inversa da
remoção.

5-51
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

VERIFICAÇÃO DO CIRCUITO DO RELÉ DO FAROL

Número do código de falha exibido pelo MIL (pág.5-10).

CIRCUITO DE VERIFICAÇÃO

CONTATO
FAROL DE IGNIÇÃO FUSÍVEIS ECU
12V 60/55W

INTERRUPTORES: SINALIZADOR, RELÉ DO FAROL


COMUTADOR DO FAROL, BUZINA

* O terminal do conector tem como base o chicote elétrico.

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO

1) Desligue o contato de ignição.


2) Verifique se o conector do relé do farol está solto ou se o fio está descascado.
• Caso não haja problemas, verifique a resistência do relé do farol.
3) Desacople o conector do relé do farol e meça a resistência entre os terminais do
relé do farol.
resistência:: ~: sem limite
Valor de resistência
~: 80 ~120Ω
Unidade de medição da resistência: ohms (Ω)
4) Chicote elétrico para inspeção da ECU n°38: Conector do relé do farol.
Valor de resistência do terminal (P/R: Rosa/Vermelho):
Rosa/Vermelho): 0~1Ω

5) Ligue o contato de ignição.

6) Meça a tensão do relé do farol.


Terminal de medição: Fio (+) (B: Preto) ~ Aterramento,
(Br/L: Marrom/Azul) ~ Aterramento

5-52
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

Tensão de saída do relé do farol:


farol: Tensão da bateria (V)
• Dê a partida no motor e verifique a tensão de alimentação:
Fio (Br: Marrom) ~ Aterramento: Tensão da bateria (V)

Caso a tensão medida seja normal:


• Verifique se há curto-circuito ou mau contato do fio ‘P/R’ e do terminal n° 38 do chicote elétrico para verificação da
ECU.
• Substitua-a por uma nova e verifique novamente.

7) Após a falha ser corrigida, consulte o procedimento de como remover os códigos de falha (pág.5-11) para apagar o
código de falha armazenado na ECU.

*Remova os códigos de falha do scanner

5-53
EMS – SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

ANOTAÇÕES

5-54
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
...................................................................................
................................................... 6-2 6
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
.....................................................................................
..................................................... 6-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
..........................................................................................
.......................................................... 6-3
LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO ................................................................
................................................................................................
..................................................................................
.................................................. 6-4
RADIADOR ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
...............................................................................
............................................... 6-5
BOMBA D’ÁGUA ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
......................................................................
...................................... 6-8
TERMOSTATO ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
.........................................................................
.........................................6
.........6-10

6-1
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

COMPONENTES DO SISTEMA

6-2
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• O líquido de arrefecimento, quando aquecido, fica sob pressão dentro do radiador. Nunca abra a tampa do radiador
quando o motor estiver quente, pois o líquido de arrefecimento estará quente e poderá causar graves queimaduras.
• Quando a temperatura estiver baixa, remova a tampa cuidadosamente com um pano.
• A manutenção do sistema de arrefecimento deve ser feita com o motor frio.
• O líquido de arrefecimento do radiador é tóxico. Mantenha-o afastado da pele, dos olhos e de roupas.
- Em caso de contato com a pele ou roupas, lave a região atingida com água e sabão imediatamente.
- Em caso de contato com os olhos, lave-os com água e consulte um médico imediatamente.
- Caso seja ingerido, provoque vômito, faça gargarejo e consulte um médico imediatamente.
- Preste atenção especial para guardar o fluido. Mantenha-o fora do alcance de crianças.

• Não retire a tampa do radiador, exceto para reabastecer ou drenar o sistema de arrefecimento após sua manutenção.
• Evite derramar refrigerante em superfícies pintadas. Caso sejam contaminadas, lave-as com água imediatamente.
• Após a desmontagem ou a manutenção do sistema de arrefecimento, verifique se há vazamentos com um testador de
tampa do radiador (Disponível no mercado).

ESPECIFICAÇÕES

Pressão de alívio da tampa do radiador 0,9 ± 0,1 kg/cm² Observações


Começa a abrir 80±2°
80±2° C
Temperatura do termostato Totalmente aberta 90±3°
90±3° C
Curso da válvula 3,5~4,5 mm
Após desmontagem: 1.100 ml
ml Reservatório de expansão:
Capacidade de líquido de arrefecimento
Após drenagem: 1.000 ml 264±20 mlml
ml

TORQUES

Rotor da bomba d’água 14~16 N.m


Paraf.
Paraf. da tampa da bomba d’água 8~12 N.m

DIAGNOSE DE DEFEITOS
Temperatura do motor está muito alta
• Medidor de temperatura ou sensor térmico defeituoso
• Ar no sistema de arrefecimento
• Termostato defeituoso parado (parado na posição fechada)
• Passagens bloqueadas no radiador, nas mangueiras ou camisas de água
• Falha no contato do motor da ventoinha
• Falha na bomba d’água

Temperatura do motor está muito baixa ou instável


• Medidor de temperatura ou sensor térmico defeituoso
• Termostato defeituoso parado (parado na posição aberta)
• Falha no contato do motor da ventoinha

Vazamento de líquido de arrefecimento


• Medidor de temperatura ou sensor térmico defeituoso
• Falha na vedação mecânica da bomba d’água
• Anéis de vedação danificados ou deteriorados
• Tampa do radiador defeituosa
• Vedações danificadas ou deterioradas
• Conexão ou abraçadeira da mangueira solta

6-3
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO
VERIFICAÇÃO DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO
RADIADOR
• O líquido de arrefecimento do radiador é misturado em
água destilada. ÁGUA
• Padrão de consistência: 30~50%

• O líquido de arrefecimento mistura a água leve e o


líquido do radiador com tolerância de cerca de 5° C
LÍQUIDO DE
com relação à temperatura mínima. ARREFECIMENTO

TABELA DE MISTURA DO LÍQUIDO DE


• O líquido de arrefecimento do radiador é tóxico.
ARREFECIMENTO DO RADIADOR
Mantenha-o afastado da pele, dos olhos e de
(ANTI-CORROSIVO E ANTICONGELANTE)
roupas.
- Caso o líquido arrefecimento entre em contato • Quando a capacidade total do refrigerante 2000 ml
com sua pele ou roupas, lave completamente com (Unidade: ml
ml)
água e sabão.
Temperatura Água
- Caso o líquido arrefecimento entre em contato Mistura Proporção
mínima destilada
com os olhos, lave-os com água e consulte um
médico imediatamente. -9° C 20% 400 1.600
- Caso o líquido arrefecimento seja engolido, -16° C 30% 600 1.400
provoque vômito, faça gargarejo e consulte um -25° C 40% 800 1.200
médico imediatamente. -37° C 50% 1.000 1.000
- Preste atenção especial para guardar o líquido -44,5° C 60% 1.100 900
arrefecimento. Mantenha-o fora do alcance de
crianças.
HIDRÔMETRO
(disponível no mercado)
INSPEÇÃO DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO
TESTE DE GRAVIDADE ESPECÍFICA DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO

• Siga as instruções do fabricante do hidrômetro.

• Verifique a gravidade específica do líquido de


arrefecimento com o uso de um hidrômetro.
• Verifique a contaminação do líquido de arrefecimento.

TABELA DE GRAVIDADE DO LÍQUIDO DE


ARREFECIMENTO

TEMPERATURA
PROPORÇÃO %

6-4
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

TESTE DA TAMPA DO RADIADOR


TAMPA DO RADIADOR
• Verifique a tampa do radiador usando um testador.
TESTADOR DE TAMPA DO RADIADOR
• Aplique a pressão especificada e mantenha-a por pelo
(DISPONÍVEL NO MERCADO) menos seis segundos.

• Aplique água à superfície de vedação da tampa ao


instalar o testador.

RADIADOR
INSPEÇÃO DO RADIADOR
• Remova a carenagem lateral direita do radiador.
CARENAGEM DO RADIADOR LD

PARAFUSOS

• Verifique se as juntas soldadas e calços do radiador


apresentam vazamentos.
TAMPA DO RADIADOR
• Limpe a sujeira das aletas do núcleo com ar
comprimido.

RADIADOR

BOMBA D’ÁGUA • Retire a tampa do radiador.


• Drene o líquido de arrefecimento.
• Desconecte a mangueira de passagem de ar do bocal
do radiador.
ORIFÍCIO DE DRENAGEM • Solte a abraçadeira da mangueira de transbordamento
e desconecte a mangueira de transbordamento.

6-5
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

• Solte as abraçadeiras e remova as mangueiras superior


e inferior do radiador.
• Desacople o conector da fiação da ventoinha.

MANGUEIRA INFERIOR

MANGUEIRA SUPERIOR

• Remova os dois parafusos e uma porca inferior do


radiador.

PARAFUSOS FLANGE

RADIADOR

REMOÇÃO DO RADIADOR
• Remova os três parafusos e a ventoinha do radiador.

VENTOINHA DO RADIADOR

• Conecte a ventoinha a uma bateria carregada.


• Verifique se a ventoinha funciona normalmente.

Se estiver girando, está OK.

6-6
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

INSTALAÇÃO DO RADIADOR
• Instale o radiador no suporte utilizando dois parafusos
superiores e uma porca inferior.

• Instale as mangueiras superior e inferior, e fixe-as com


as abraçadeiras.
• Instale a mangueira de passagem de ar.
• Acople o conector da fiação da ventoinha.

MANGUEIRAS DO
RADIADOR

• Instale a mangueira de transbordamento, e fixa-a com


as abraçadeiras.
• Abasteça o radiador com líquido de arrefecimento.
• Após a instalação verifique se há vazamentos do
TAMPA DO RADIADOR líquido de arrefecimento.

• O de arrefecimento deve ser abastecido até a


entrada do bocal de abastecimento.

• Deixe o motor em marcha lenta por alguns minutos,


esvazie ligeiramente 3 a 4 vezes o ar no sistema de
arrefecimento. Reabasteça o líquido de arrefecimento
até a entrada do bocal de abastecimento, então instale
a tampa do radiador.

• Se o líquido de arrefecimento no reservatório de


expansão não for suficiente, abasteça-o até o nível
máximo.

RESERVATÓRIO DE EXPANSÃO

6-7
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

BOMBA D’ÁGUA
INSPEÇÃO DA VEDAÇÃO MECÂNICA

ORIFÍCIO DE INSPEÇÃO • Verifique no orifício de inspeção se a vedação


mecânica apresenta danos e vazamento.
• Se houve vazamentos, desmonte a bomba d’água,
verifique a vedação mecânica e substitua-a.

REMOÇÃO DA BOMBA D’ÁGUA/ROTOR


• Remova a mangueira de entrada do líquido de
MANGUEIRA DE ENTRADA
arrefecimento.

TAMPA DA BOMBA D’AGUA

• Remova os três parafusos e a tampa da bomba d’água.

TAMPA DA BOMBA D’AGUA

PARAFUSO DE DRENAGEM

PARAFUSO FLANGE

• Remova o rotor da bomba d’água.


ROTOR DA BOMBA D’ÁGUA

• O rotor é tipo rosca esquerda.

6-8
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

• Verifique se a vedação mecânica (de água) e a arruela


de vedação apresentam desgaste ou danos.
CARCAÇA DA BOMBA D’ÁGUA

• Substitua a vedação mecânica e a arruela de


vedação em conjunto.

REMOÇÃO CARCAÇA DA BOMBA D’ÁGUA


• Remova a carcaça da bomba d’água.

CARCAÇA DA BOMBA D’ÁGUA

• Verifique a carcaça e o anel de vedação quanto a


danos e desgaste.
ANEL DE VEDAÇÃO

VEDAÇÃO MECÂNICA SUBSTITUIÇÃO DA VEDAÇÃO MECÂNICA


• Verifique a vedação mecânica quanto a vazamentos.
• Se houver vazamentos, substitua a carcaça da bomba
d’água em conjunto.

• Substitua a vedação mecânica e a arruela de


vedação em conjunto.

6-9
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

INSTALAÇÃO DA BOMBA D’ÁGUA/ROTOR


• Quando a vedação mecânica for trocada, uma nova
arruela de vedação deve ser instalada no rotor.

• Instale a tampa da bomba d’água.


• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

TERMOSTATO TERMOSTATO
REMOÇÃO DO TERMOSTATO
• Remova a mangueira da tampa do termostato.
• Remova os dois parafusos e a tampa do termostato.
• Retire o termostato da tampa.

INSPEÇÃO DO TERMOSTATO
• Coloque o termostato em um recipiente de água e
FURO DE DESVIO DE AR eleve gradualmente a temperatura da água, verifique o
momento em que o termostato abre.

Começa a abrir 80±2°C


Totalmente aberta 90±3°C
Curso da válvula 3,5 ~ 4,5 mm

TERMOSTATO

6-10
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

TERMOSTATO • Substitua o termostato se ele não abrir em alta


temperatura.
• Verifique a temperatura correta de abertura do
termostato com a água aquecida até a temperatura
TERMÔMETRO
especificada durante 5 minutos.
• Certifique-se de o termostato e o termômetro não
toque no fundo do recipiente ou a leitura será falsa.

INSTALAÇÃO DO TERMOSTATO
• A instalação deve seguir a ordem inversa da remoção.

6-11
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

ANOTAÇÕES

6-12
REMOÇÃO/INSTALAÇÃO DO MOTOR

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................................................................... 7-2 7


INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ..................................................................................................................... 7-3
ESPECIFICAÇÕES..................................................................................................................................... 7-3
TORQUES ................................................................................................................................................ 7-3
REMOÇÃO DO MOTOR ........................................................................................................................... 7-4
INSTALAÇÃO DO MOTOR......................................................................................................................... 7-6

7-1
REMOÇÃO/INSTALAÇÃO DO MOTOR

COMPONENTES DO SISTEMA

7-2
REMOÇÃO/INSTALAÇÃO DO MOTOR

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Use um macaco hidráulico para remover ou instalar o motor. Apóie a motocicleta firmemente com um macaco,
tomando cuidado para não danificar o chassi, o motor, os cabos ou o chicote elétrico.
• Proteja a estrutura com fita adesiva durante a remoção ou instalação do motor.

• As seguintes seções exigem a remoção do motor para serviço:


- Cabeçote/Válvula do cilindro (capítulo 10)
- Cilindro / Pistão (capítulo 11)
- Transmissão (capítulo 12)
- Virabrequim (capítulo 12)

ESPECIFICAÇÕES
Após drenagem 1.3 
Capacidade de óleo do motor Após drenagem c/ filtro 1.35 
Após desmontagem 1.5 

TORQUES
Porca de fixação do motor no chassi 30~40 N.m
Paraf. do pedal de câmbio 8~12 N.m
Paraf. do pinhão 8~12 N.m (aplicar trava química torque médio)
Porca do tubo esquerdo de fixação do motor 24~30 N.m (aplicar trava química torque médio)

7-3
REMOÇÃO/INSTALAÇÃO DO MOTOR

REMOÇÃO DO MOTOR
• Remova o escapamento.

ESCAPAMENTO
PARAFUSO FLANGE

• Drene o líquido de arrefecimento.


- Remova a tampa do radiador.
- Remova o parafuso dreno da tampa da bomba
d’água.

• Solte a abraçadeira e remova a mangueira do


radiador.
• Remova o cabo de aterramento da bateria e o cabo da
embreagem.
• Remova o corpo do acelerador.

• Remova o assento.
• Remova o tanque de combustível.

• Desacople os conectores do alternador e do interruptor


do neutro.
• Solte o cabo do motor de partida.
• Remova o pedal de câmbio.
• Remova a tampa do pinhão.
• Solte o eixo da roda traseira, as porcas de ajuste da
corrente e empurre a roda traseira para frente a fim de
facilitar a remoção dos parafusos e do pinhão de
transmissão.

PINHÃO DE TRANSMISSÃO

7-4
REMOÇÃO/INSTALAÇÃO DO MOTOR

• Remova a caixa do filtro de ar.

CAIXA DO FILTRO DE AR

• Remova o corpo do acelerador.

• Remova as três porcas e parafusos de fixação do


motor.

PARAFUSOS
DE FIXAÇÃO DO MOTOR

• Remova os seis parafusos do tubo esquerdo de fixação


do motor.

TUBO ESQUERDO
DE FIXAÇÃO DO MOTOR

PARAFUSOS ALLEN

7-5
REMOÇÃO/INSTALAÇÃO DO MOTOR

• Remova o motor do chassi.

INSTALAÇÃO DO MOTOR
• A instalação deve seguir a ordem inversa da remoção.

• Certifique-se de que os fios e cabos não estão


partidos.
• Certifique-se de que cada peça do chassi, tais
como, parafusos e porcas não estão danificados.
• Posicione os cabos e fiações em seus locais
especificados (pág.1-8).

Torques:
Porca de fixação do motor no chassi: 30~40 N.m
Paraf. do pedal de câmbio: 8~12 N.m
Paraf. do pinhão: 8~12 N.m (aplicar trava química)
Porca do tubo esquerdo de fixação do motor: 24~30
N.m (aplicar trava química)

• Verifique os seguintes itens após a instalação do motor:


- Óleo do motor
- Folga e funcionamento da manopla do acelerador
- Folga e funcionamento da alavanca da embreagem
- Folga da corrente de transmissão

7-6
REMOÇÃO/INSTALAÇÃO DO MOTOR

ANOTAÇÕES

7-7
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
...................................................................................
................................................... 8-2 8
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
.....................................................................................
..................................................... 8-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
..........................................................................................
.......................................................... 8-4
REMOÇÃO DA TAMPA DA EMBREAGEM ................................................................
................................................................................................
.....................................................................
..................................... 8-5
REMOÇÃO DA EMBREAGEM ................................................................
................................................................................................
.....................................................................................
..................................................... 8-6
EIXO SELETOR DE MARCHAS ................................................................
................................................................................................
.....................................................................................
..................................................... 8-9
INSTALAÇÃO DA EMBREAGEM ................................................................
................................................................................................
.................................................................................
.................................................8
.................8-11
ENGRENAGEM MOTORA PRIMÁRIA ................................................................
................................................................................................
..........................................................................
..........................................8
..........8-12
INSTALAÇÃO DA TAMPA DA EMBREAGEM ................................................................
................................................................................................
.................................................................
.................................8-14

8-1
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

COMPONENTES DO SISTEMA

8-2
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• A embreagem e o eixo seletor de marcha podem ser reparados com o motor instalado no chassi.
• Caso o garfo seletor, o tambor seletor e a transmissão precisem de manutenção, remova o motor e separe as
carcaças.
• A qualidade e o nível de óleo do motor afetam a operação da embreagem. Caso a embreagem deslize, verifique o
nível de óleo antes de fazer manutenção no sistema de embreagem.

ESPECIFICAÇÕES (Unidade:
(Unidade: mm)

ITEM VALOR PADRÃO LIMITE DE SERVIÇO


Comprimento livre da mola 35,5 34,2
Espessura do disco 2,9~3,0 2,6
Empenamento do separador 0,2
Diâmetro interno da carcaça da
28,000~28,013 28,030
embreagem
Diâmetro externo da guia da carcaça
28-
28-0,020~0,033 28,5+0,1
da embreagem

TORQUES

Contraporca do cubo da embreagem 60~70 N.m


Paraf. do posicionador de marcha 8~12 N.m (aplicar trava química torque médio)
Porca da engrenagem motora primária 60~70 N.m
Paraf. da tampa da embreagem 8~12 N.m
Paraf. do pedal de câmbio 8~12 N.m

FERRAMENTAS
Ferramenta comum: Chave de contraporca 16 mm

8-3
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

DIAGNOSE DE DEFEITOS
• Problemas de funcionamento da embreagem podem ser resolvidos com o ajuste da folga da alavanca da
embreagem.
Dificuldade de acionamento da alavanca da embreagem
• Cabo da embreagem danificado, entupido ou preso
• Acionador da embreagem danificado
• Rolamento da placa de acionamento da embreagem danificado
• Posição incorreta do cabo da embreagem
Embreagem não desengata a motocicleta se movimenta com a embreagem acionada
• Folga excessiva na alavanca da embreagem
• Separador da embreagem empenado
• Contraporca da embreagem solta
• Nível de óleo muito alto ou viscosidade de óleo incorreta
Embreagem escorrega
• Acionador da embreagem preso
• Discos desgastados
• Molas enfraquecidas
• Ausência de folga na alavanca da embreagem
Dificuldade no engate de marchas
• Ajuste incorreto da embreagem (folga muito grande)
• Garfo seletor empenado
• Eixo do garfo seletor empenado
• Eixo seletor de marchas danificado
• Sulco da guia do tambor seletor danificado
• Pino guia do garfo seletor danificado
As marchas escapam
• Excêntrico posicionador de marcha desgastado
• Tambor seletor desgastado
• Posicionador de marchas desgastado
• Sulco da guia do tambor seletor desgastado
• Pino guia do garfo seletor desgastado

8-4
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

SUPORTE DO CABO DA EMBREAGEM REMOÇÃO DA TAMPA DA EMBREAGEM


• Drene o óleo de motor (pág.3-3).
• Drene o líquido de arrefecimento.
• Remova a contraporca e o ajustador da embreagem,
em seguida, desconecte a extremidade do cabo da
alavanca da embreagem.
• Remova os parafusos e a tampa da embreagem.

TAMPA DA EMBREAGEM

• Remova os dois pinos guias e a junta.

PINOS GUIAS

REMOÇÃO DO BRAÇO/HASTE DE
ACIONAMENTO
• Remova a haste de acionamento, o braço de
acionamento e a mola da tampa da embreagem.

ENGRENAGEM DA BOMBA D’ÁGUA


HASTE DE ACIONAMENTO

• Remova o anel de vedação do braço de acionamento.


BRAÇO DE ACIONAMENTO • Verifique a haste de acionamento, o braço de
acionamento e o anel de vedação quanto a danos e
desgastes.

8-5
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

INSTALAÇÃO DO BRAÇO DE ACIONAMENTO DA


EMBREAGEM
• Aplique a graxa no novo anel de vedação e instale-o no
braço de acionamento da embreagem.
• Instale a mola no orifício da extremidade do braço de
embreagem.

MOLA DE RETORNO

• Instale o braço de acionamento da embreagem na


tampa da embreagem. Em seguida, gire o braço de
acionamento no sentido horário e instale a haste de
acionamento, alinhando ao orifício da tampa da
embreagem.

EMBREAGEM REMOÇÃO DA EMBREAGEM


ROLAMENTO ENGRENAGEM MOTORA • Remova o rolamento.
PRIMÁRIA

ENGRENAGEM MOTORA DA BOMBA D’ÁGUA

• Remova a contraporca da embreagem.

8-6
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

• Remova a arruela trava.


• Remova o conjunto interno da embreagem.
CONJUNTO INTERNO

• Remova a arruela de encosto do cubo da embreagem.


ARRUELA DE ENCOSTO CARCAÇA DA EMBREAGEM

• Remova o guia da carcaça da embreagem e a arruela


de encosto.
CARCAÇA DA EMBREAGEM

INSPEÇÃO
PLACA DE ACIONAMENTO • Remova o cubo da embreagem, os discos, as molas da
ROLAMENTO embreagem e verifique cada uma das peças.
• Verifique se o rolamento da placa de acionamento
apresenta danos (gire-o manualmente e se houver folga
excessiva, troque-o).
• Verifique se a placa de acionamento apresenta danos.
• Se necessário, troque-a.

• Solte os parafusos da mola da embreagem em


ordem cruzada e em diversas etapas.

8-7
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

• Meça o comprimento livre da mola da embreagem.


PAQUÍMETRO
Limite de uso: 34,2 mm

• Substitua as molas da embreagem em conjunto (4


peças).

MOLA DA EMBREAGEM

• Verifique os discos de embreagem quanto a danos e


descoloração, substitua se necessário. Meça a
DISCO DE EMBREAGEM espessura de cada disco.
Limite de uso: 2,6 mm

SEPARADOR • Verifique o empenamento dos separadores usando um


cálibre de lâminas e uma régua de precisão.
Limite de uso: 0,2 mm

• Substitua os discos e separadores em conjunto se


uma peça dos discos ou separadores ultrapassarem
o limite uso.

• Verifique os recortes da carcaça da embreagem quanto


CÁLIBRE DE LÂMINAS a danos e desgastes provocados pelos discos de
embreagem. Substitua-os, se necessário.
Diâmetro interno da carcaça da embreagem:
CUBO DA 28,030 mm
EMBREAGEM DISCOS DE FRICÇÃO
Diâmetro externo da guia da carcaça da embreagem:
27,950 mm
INSTALAÇÃO
• Aplique óleo de motor nos discos e separadores.
• Instale os sete discos e os seis separadores no cubo da
embreagem.
• Instale as molas e a placa de acionamento, aperte os
parafusos das molas em ordem cruzada, em diversas
etapas.
CARCAÇA DA
SEPARADORES EMBREAGEM

• Verifique se os separadores pressionam os discos e


platô corretamente.

8-8
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

EIXO SELETOR DE MARCHAS


BRAÇO DO PEDAL DE CÂMBIO
REMOÇÃO
• Remova o parafuso e o eixo do pedal de câmbio.

PARAFUSO FLANGE

• Remova a tampa da embreagem (pág.8-5).


EIXO SELETOR DE MARCHAS
• Remova o conjunto de embreagem (pág.8-6).
• Remova o eixo seletor de marchas e a arruela de
encosto.

• Remova o parafuso e o excêntrico posicionador de


marchas e o pino do tambor seletor.
• Remova o parafuso, o posicionador de marchas, a
arruela e a mola.

POSICIONADOR DE MARCHAS

INSPEÇÃO
EIXO SELETOR DE MARCHAS • Verifique se o eixo seletor de marchas está empenado
ou danificado.
• Inspecione se a placa do eixo seletor apresenta
deformação, desgaste ou outros danos.
• Verifique se a mola de retorno e a mola da placa do
câmbio estão desgastadas ou danificadas.

8-9
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

INSTALAÇÃO
TAMBOR SELETOR ARRUELA
• Instale a arruela, a mola, o posicionador de marchas e
fixe-os com o parafuso.
Torque: 8~12 N.m

ARRUELA

MOLA
POSICIONADOR
POSICIONADOR
MOLA

• Instale o pino no orifício do tambor seletor.


EXCÊNTRICO POSICIONADOR • Pressione o posicionador de marchas para instalar o
excêntrico posicionador de marchas, alinhando o
orifício do pino com o pino do tambor seletor.

• Instale a arruela de encosto no eixo seletor de marchas.


• Alinhe a extremidade da mola de retorno à carcaça do
motor LD e instale o eixo seletor de marchas na
carcaça.

EIXO SELETOR DE MARCHAS

• Instale os seguintes componentes:


- Conjunto de embreagem
- Tampa da embreagem
• Instale o braço do pedal de câmbio no eixo seletor de
marchas, então o fixe com o parafuso.

BRAÇO DO PEDAL DE CÂMBIO

8-10
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

GUIA DA CARCAÇA DA EMBREAGEM


INSTALAÇÃO DA EMBREAGEM
• Instale a arruela de encosto e o guia da carcaça da
embreagem na árvore primária.
• Aplique óleo no guia da carcaça da embreagem.

• Instale a carcaça da embreagem na árvore primária.

CONJUNTO INTERNO

CARCAÇA DA EMBREAGEM

CARCAÇA DA EMBREAGEM • Instale a arruela de encosto do cubo da embreagem.

ARRUELA DE ENCOSTO

• Instale o conjunto interno na carcaça externa da


embreagem.
• Instale a arruela trava.
• Aplique óleo nas roscas e superfície de assentamento e
instale a contraporca temporariamente.

CONTRAPORCA

8-11
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

• Aperte a contraporca.
Torque: 60~70 N.m

• Instale o rolamento na placa de acionamento.

ENGRENAGEM MOTORA PRIMÁRIA


REMOÇÃO
CONTRAPORCA • Remova a tampa da embreagem.
• Remova a contraporca.

• Remova a engrenagem motora da bomba d’água.


ENGRENAGEM ENGRENAGEM MOTORA • Remova a subengrenagem e a engrenagem motora
MOTORA PRIMÁRIA DA BOMBA D’ÁGUA primária.
• Substitua as engrenagens caso seja encontrado
desgastes ou danos.

SUBENGRENAGEM

8-12
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

INSTALAÇÃO
ENGRENAGEM MOVIDA
• Instale a chaveta meia-lua na ranhura do virabrequim.
ENGRENAGEM • Instale a engrenagem motora primária no virabrequim,
MOTORA alinhando o recorte da engrenagem com a chaveta.
• Instale a subengrenagem, alinhando-a com a
engrenagem da carcaça da embreagem.

• Instale a engrenagem motora da bomba d’água.

ENGRENAGEM MOTORA DA BOMBA D’ÁGUA

• Instale a contraporca.
• Aplique óleo do motor nas roscas e superfície de
assentamento e instale contraporca temporariamente.

• Fixe a engrenagem motora primária, utilizando a


contraporca.
Torque:
Torque: 60~70 N.m

8-13
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

INSTALAÇÃO DA TAMPA DA
EMBREAGEM
PINOS GUIA • Limpe completamente a superfície da junta da tampa da
embreagem, tendo cuidado para não danificá-la.
• Instale os pinos guias e uma nova junta.

• Instale o suporte do cabo da embreagem e os


parafusos da tampa da embreagem.
Torque: 8~12 N.m

TAMPA DA EMBREAGEM • Conecte a extremidade do cabo da embreagem ao


braço de acionamento da embreagem e instale-o no
suporte do cabo com as duas porcas.

• Ajuste a folga da alavanca da embreagem (pág.2-11).

• Instale a mangueira do radiador (pág.6-6).


MANGUEIRA DO RADIADOR

• Remova o medidor do nível de óleo e abasteça o motor


com o óleo recomendado (pág.3-3).
• Reabasteça o líquido de arrefecimento (pág.6-7).

MANGUEIRA DO RADIADOR

RADIADOR

8-14
EMBREAGEM/SELETOR DE MARCHAS

ANOTAÇÕES

8-15
ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
...................................................................................
................................................... 9-2 9
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
.....................................................................................
..................................................... 9-3
ALTERNADOR ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
...........................................................................
........................................... 9-4
EMBREAGEM DE PARTIDA ................................................................
................................................................................................
..........................................................................................
.......................................................... 9-7

9-1
ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA

COMPONENTES DO SISTEMA

9-2
ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Este capítulo aborda a remoção e instalação do alternador.


• Consulte o capítulo 17 para inspeção do alternador.
• A manutenção do alternador e da embreagem de partida pode ser feita com o motor instalado no chassi.

ESPECIFICAÇÕES (Unidade:
(Unidade: mm)

ITEM VALOR PADRÃO LIMITE DE SERVIÇO


Externo 39,622~39,635 39,607
Engrenagem de partida
Interno 22,010~22,022 22,100
Engrenagem intermediária de partida Interno 10,028~10,045 10,100
Eixo da engrenagem intermediária Externo 9,991~10,000 9,970
Engrenagem redutora de partida Interno 10,013~10,045 10,100
Eixo da engrenagem redutora Externo 9,991~10,000 9,970

TORQUES

Porca do volante do motor 70~80 N.m (aplicar trava química torque médio)
Paraf. da
da embreagem de partida 25~35 N.m (aplicar trava química torque médio)
Paraf. da tampa do
do alternador 8~12 N.m

FERRAMENTAS
Ferramenta especial:
especial: Extrator do volante do motor
Ferramenta comum: Fixador do volante do motor

9-3
ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA

TAMPA DO PINHÃO ALTERNADOR


• Remova a tampa do pinhão.

PARAFUSOS

• Desacople os conectores do estator e interruptor de


neutro.

CONECTOR DO ESTATOR

• Remova a tampa da engrenagem de redução de


TAMPA DA ENGRENAGEM REDUTORA partida.

• Remova a engrenagem redutora de partida e o eixo.


ENGRENAGEM REDUTORA DE PARTIDA

9-4
ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA

• Remova os parafusos de fixação e a tampa do


TAMPA DO ALTERNADOR
alternador.

• Remova a junta e os pinos guias.


VOLANTE DO MOTOR

• Remova o eixo da engrenagem intermediária de


ENGRENAGEM INTERMEDIÁRIA EIXO DA ENGRENAGEM
partida.

• Remova a porca de fixação do volante do motor,


FIXADOR DO VOLANTE DO MOTOR fixando o volante com a ferramenta especial.
Ferramenta: Fixador do volante do motor
Chave de contraporca

9-5
ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA

• Instale o extrator do volante do motor e remova o


volante do motor.
EXTRATOR DO VOLANTE DO MTOR
Ferramenta: Extrator do volante do motor

VOLANTE DO
MOTOR

• Remova o volante do motor e o espaçador da


ESPAÇADOR DA INTERRUPTOR DO NEUTRO engrenagem de partida.
ENGRENAGEM DE
PARTIDA

INSPEÇÃO DA ENGRENAGEM INTERMEDIÁRIA


DE PARTIDA
• Verifique a engrenagem de partida quanto a danos e
desgastes.
• Meça o diâmetro interno da engrenagem.
ENGRENAGEM INTERMEDIÁRIA Limite de uso: 10,100 mm
DE PARTIDA
• Meça o diâmetro externo do eixo da engrenagem.
Limite de uso: 9,97 mm

INSPEÇÃO DA ENGRENAGEM REDUTORA


• Verifique a engrenagem redutora de partida quanto a
danos e desgastes.
• Meça o diâmetro interno da engrenagem redutora.
Limite de uso: 10,100 mm
ENGRENAGEM
REDUTORA DE PARTIDA • Meça o diâmetro externo do eixo da engrenagem.
Limite de uso: 9,97 mm

9-6
ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA

EMBREAGEM DE PARTIDA
PARAFUSOS ALLEN
REMOÇÃO
• Remova o volante do motor (pág.9-4).
• Remova os três parafusos Allen e a embreagem
unidirecional de partida do volante do motor.

ENGRENAGEM DE PARTIDA
VOLANTE MOTOR

• Verifique a engrenagem de partida quanto a danos e


desgastes.
• Meça o diâmetro externo e interno da engrenagem de
partida.
Limite de uso: Externo: 39,607 mm
Interno: 22,100 mm

ENGRENAGEM DE PARTIDA

EMBREAGEM UNIDIRECIONAL DE PARTIDA INSTALAÇÃO


• Verifique a embreagem unidirecional quanto a danos e
desgastes.
• Instale a embreagem unidirecional na carcaça da
embreagem de partida, mantendo o lado do flange
voltado para o volante do motor.
• Instale a embreagem de partida no volante, aplicando
trava química nos parafusos de fixação.
Torque: 25~35 N.m (aplicar trava química)

• Instale a engrenagem de partida, girando a


engrenagem no sentido anti-horário.
• Verifique o funcionamento da embreagem de partida,
girando o volante, conforme a figura. Se o volante girar
no sentido anti-horário, então a embreagem está
correta.

9-7
ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA

REMOÇÃO INSTALAÇÃO DO ESTATOR


GUARNIÇÃODA FIAÇÃO
• Remova os parafuso e o sensor CPK.
• Remova a guarnição da fiação com o uso de um
alicate de bico fino e uma chave de fenda.

• Solte o parafuso do estator e remova-o.

• A instalação deve seguir a ordem inversa da remoção.


SENSOR CPK
ESTATOR
• Instale corretamente a guarnição da fiação em seu
alojamento.

INSTALAÇÃO
ESPAÇADOR DA ENGRENAGEM DE PARTIDA
• Limpe a área cônica da árvore de manivelas e remova
a poeira.
• Caso o volante seja instalado com resíduos de sujeira
na parte cônica, a chaveta poderá ser danificada.
Devido à área de contato ser reduzida e causar tensão
na chaveta.
• Instale o espaçador da engrenagem de partida.

• Verificar se há parafusos e porcas fixados no ímã


dentro do volante antes da instalação do volante.
Caso o volante seja instalado com o material
estranho, a bobina do estator será danificada.

9-8
ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA

• Instale o volante do motor na árvore de manivelas,


alinhando o recorte do volante com a chaveta meia-lua.
VOLANTE DO MOTOR

• Instale a porca, fixe o volante do motor, utilizando a


ferramenta especial, em seguida, aperte a porca no
torque especificado.
Torque: 70~80 N.m (aplicar trava química)
Ferramenta: Fixador do volante do motor
Chave de contraporca

ENGRENAGEM INTERMEDIÁRIA • Instale o eixo e a engrenagem intermediária de partida.


• Instale os pinos guias e uma nova junta.

VOLANTE DO
MOTOR

• Instale a tampa do alternador. Nesse momento, tenha


FIAÇÃO DO ESTATOR E INTERRUPTOR DO NEUTRO cuidado para não prender a fiação do estator e
interruptor do neutro entre a tampa e a carcaça.

9-9
ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA

• Substitua o anel de vedação da tampa da engrenagem


de redução de partida, então instale-a.

GUIA DA CORRENTE DE TRANSMISSÃO

• Acople os conectores da fiação do estator e do


interruptor do neutro.

• Instale a tampa do alternador e aperte os parafusos no


TAMPA DO PINHÃO DE TRANSMISSÃO torque especificado.
Torque: 8~12 N.m

9-10
ALTERNADOR/EMBREAGEM DE PARTIDA

ANOTAÇÕES

9-11
CABEÇOTE/VÁLVULAS

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
..................................................................................
..................................................10
..................10-
10-2 10
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................10
....................10-
10-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
.........................................................10
.........................10-
10-4
REMOÇÃO DAS ÁRVORES DE COMANDO ................................................................
................................................................................................
................................................................10
................................10-
10-5
REMOÇÃO DO CABEÇOTE ................................................................
................................................................................................
......................................................................................
......................................................10
......................10-
10-6
SUBSTITUIÇÃO DAS GUIAS DAS VÁLVULAS ................................................................
................................................................................................
................................................................10
................................10-
10-9
INSTALAÇÃO/RETÍFICA DAS SEDES DAS VÁLVULAS ................................................................
...................................................................................
................................................... 10-
10-10
MONTAGEM DO CABEÇOTE ................................................................
................................................................................................
.................................................................................
................................................. 10-
10-10
INSTALAÇÃO DO CABEÇOTE ................................................................
................................................................................................
.................................................................................
................................................. 10-
10-12

10-1
CABEÇOTE/VÁLVULAS

COMPONENTES DO SISTEMA

10-2
CABEÇOTE/VÁLVULAS

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Reparos no cabeçote e nas válvulas devem ser executados com o motor removido do chassi.
• Lubrifique os rolamentos, ressaltos das árvores de comando e acionadores das válvulas com óleo de motor antes da
montagem a fim de garantir a lubrificação inicial.

ESPECIFICAÇÕES (Unidade:
(Unidade: mm)

ITEM VALOR PADRÃO LIMITE DE SERVIÇO


Árvore de Adm 32.02~32.18 31.90
Altura do ressalto
comando Esc 31.72~31.88 31.60
Comprimento livre da mola Adm/Esc 41.40 40.00
Adm 4.975~4.990 4.925
Diâmetro externo da haste da válvula
Esc 4.995~4.970 4.905
Válvula
Diâmetro interno da guia da válvula Adm/Esc 5.000~5.012 5.030
Adm 0.010~0.037 0.080
Folga entre a haste e a guia
Esc 0.030~0.057 0.100
Largura da sede da válvula 0.7~0.9 1.3

TORQUES

Paraf. pivô do tensor da corrente de comando 8~12 N.m (aplicar trava química)
Vela de ignição 13~17 N.m
Porca especial de fixação do cabeçote 55~65 N.m
Paraf. do acionador da corrente de comando 8~12 N.m
Bujão do acionador da corrente de comando 3~5 N.m
Paraf. da tampa do cabeçote 8~12 N.m

FERRAMENTAS
Ferramenta comum: Compressor
Compressor de mola de válvula
Ferramenta especial: Instalador da guia da válvula, Alargador da guia da válvula

10-3
CABEÇOTE/VÁLVULAS

DIAGNOSE DE DEFEITOS
• Problemas na parte superior do motor geralmente afetam o desempenho do motor. Esses problemas podem ser
diagnosticados com testes de compressão ou vazamento ou pela detecção de ruídos na parte superior do motor.
Compressão baixa
• Válvulas
- Ajuste incorreto da folga das válvulas
- Dano às molas da válvula
- Sincronização incorreta das válvulas
- Sede irregular das válvulas
Fumaça branca excessiva
• Guia ou haste da válvula desgastada
• Retentor da haste da válvula danificado
• Anel do pistão desgastado ou danificado
Marcha lenta irregular
• Baixa compressão do cilindro
• Sistema de alimentação incorreto (Cap.4)
Compressão muito alta
• Excesso de depósito de carvão na câmara de combustão ou na cabeça do pistão
Ruído excessivo
• Ajuste incorreto da folga das válvulas
• Válvulas presas ou molas das válvulas quebradas
• Árvores de comando desgastadas ou danificadas
• Corrente de comando solta
• Funcionamento incorreto da corrente de comando

10-4
CABEÇOTE/VÁLVULAS

REMOÇÃO DAS ÁRVORES DE


COMANDO
• Remova o tanque de combustível.
• Remova o motor do chassi.

• Remova o bujão do acionador da corrente de


MARCA ‘T’
comando.
ACIONADOR • Remova o bujão de inspeção do sincronismo e o bujão
de inspeção da árvore de manivelas. Gire a árvore de
manivelas no sentido anti-horário para alinhar a marca
de referência “T” com a marca na tampa do
alternador.
• Verifique se o pistão encontra-se no tempo de
compressão.
• Caso os cames da árvore de comandos não estejam
voltados para cima, gire a árvore de manivelas no
sentido anti-horário por uma volta completa e alinhe
novamente a marca de referência “T”.

• Remova os quatro parafusos e a tampa do cabeçote.

PARAFUSOS
ESPECIAIS

TAMPA DO CABEÇOTE

• Remova os dois parafusos da guia da corrente de


SUPORTES DAS ÁRVORES DE COMANDO comando.
• Remova os oito parafusos dos suportes das árvores de
comando. Em seguida, remova a guia da corrente de
GUIA DA
comando.
CORRENTE • Remova os suportes das árvores de comando.

PARAFUSOS
FLANGE

10-5
CABEÇOTE/VÁLVULAS

CORRENTE DE COMANDO
• Fixe a corrente de comando com um pedaço de
arame para evitar que a corrente caia no interior da
carcaça do motor.
• Remova as árvores de comando.

ÁRVORES DE
COMANDO

• Verifique os ressaltos das árvores de comando quanto


a danos e desgaste.
• Meça a altura dos ressaltos.
Limite de uso: Adm: 31,9 mm
Esc: 31,6 mm

ÁRVORE DE COMANDO

• Gire manualmente a pista externa dos rolamentos das


árvores de comando e verifique se eles giram
suavemente, verifique também quanto a danos no
rolamento.
ADMISSÃO

ROLAMENTOS

ESCAPE

PORCAS ESPECIAIS DE FIXAÇÃO DO CABEÇOTE REMOÇÃO DO CABEÇOTE


(M8X4)
• Remova a tampa do cabeçote.
• Remova as árvores de comando.
• Remova as porcas especiais de fixação do cabeçote.
• Remova o isolador do corpo do acelerador.

10-6
CABEÇOTE/VÁLVULAS

• Remova o cabeçote do cilindro.


• Remova a junta do cabeçote, os pinos guias e a guia
da corrente de comando.

• Remova as chavetas, os retentores, as molas e as


válvulas, utilizando a ferramenta especial.
Ferramenta: Compressor de mola de válvula

• Para evitar perda de tensão, não comprima as


molas das válvulas mais do que o necessário ao
remover as chavetas.

ADMISSÃO

• Marque todos os componentes durante a


desmontagem para certificar-se de que sejam
instalados em suas posições originais.

ESCAPE
• Remova os assentos das molas das válvulas e os
retentores das hastes das válvulas.
• Remova os depósitos de carvão da câmara de
combustão.

INSPEÇÃO DO CABEÇOTE
• Remova os resíduos da superfície de aplicação da junta
do cabeçote.
• Inspecione o orifício da vela de ignição e as sedes das
válvulas quanto a rachaduras. Inspecione o cabeçote
quanto a empenamento, utilizando um cálibre de
lâminas e uma régua de precisão.
Limite de uso: 0,1 mm

• Evite danificar a superfície da junta.

10-7
CABEÇOTE/VÁLVULAS

MOLAS DAS VÁLVULAS


• Meça o comprimento livre das molas das válvulas.
Limite de uso: 40,0 mm

• Substitua as molas das válvulas em conjunto,


sempre que uma das molas apresentar comprimento
menor que o limite de uso.

FOLGA ENTRE A HASTE E A GUIA DA VÁLVULA


• Inspecione se a haste das válvulas apresentam
amassados, queimaduras, riscos ou desgaste anormal.
• Verifique se as válvulas movimentam-se suavemente em
suas respectivas guias.
• Meça e registre o diâmetro externo da haste da válvula.
Limite de uso:
uso: Adm: 4,925 mm
Esc: 4,905 mm

• Insira o alargador da guia da válvula pelo lado da


câmara de combustão para remover acúmulos de
carvão antes de medir a guia.

• Gire o alargador no sentido horário durante a


instalação e remoção do alargador.
• Caso contrário, poderá haver danos ao interior da
guia.
Ferramenta: Alargador da guia da válvula

• Meça e registre todos os diâmetros internos da guia da


válvula.
Limite de uso:
uso: 5,030 mm

• Meça a folga entre a haste da válvula e a guia


Limite de uso:
uso Adm: 0,080 mm
Esc: 0,100 mm

• Meça o diâmetro interno da nova guia da válvula.


Caso a folga não esteja dentro do limite de uso, troque
a válvula.

10-8
CABEÇOTE/VÁLVULAS

SUBSTITUIÇÃO DAS GUIAS DAS


VÁLVULAS

• Retifique as sedes das válvulas sempre que as guias


forem substituídas.
• Aqueça o cabeçote uniformemente até atingir uma
temperatura entre 130 a 140° C, mas não
ultrapasse 150° C.
• A operação inadequada pode causar queimaduras.
• Não aqueça o cabeçote parcialmente com um
maçarico, pois pode causar seu empenamento.

• Apoie o cabeçote e retire as guias das válvulas.


Ferramenta: Instalador da guia da válvula

• Evite danificar o cabeçote ao remover a guia.

• Instale os novos anéis de vedação nas guias das


válvulas.
• Instale as guias das válvulas no cabeçote pelo lado
superior do cabeçote.
Ferramenta: Instalador da guia da válvula

• Passe o alargador nas novas guias das válvulas,


colocando-o pela câmara de combustão.
Ferramenta: Alargador da guia da válvula

• Tenha cuidado para não inclinar o alargador nas


guias ao utilizá-lo.
• Caso contrário, a válvula ficará inclinada, o que
causará vazamentos de óleo no retentor da haste e
contato inadequado com a sede da válvula.
• Gire o alargador no sentido horário durante a
instalação e remoção do alargador. Caso contrário
poderá causar danos à guia.

• Limpe o cabeçote para remover partículas metálicas.

10-9
CABEÇOTE/VÁLVULAS

INSTALAÇÃO/RETÍFICA DAS SEDES


DAS VÁLVULAS
• Limpe completamente todas as válvulas de admissão e
escape para remover depósitos de carvão.
• Aplique uma fina camada de azul da prússia na sede
de cada válvula.
• Bata a válvula em sua sede várias vezes, sem girar a
válvula, para obter um padrão regular de polimento.
• Remova a válvula e inspecione a largura de sua sede.
• O contato da sede da válvula deve estar dentro da
largura especificada e deve ser regular em volta de
toda a circunferência.
• Caso a largura da sede da válvula não esteja dentro
da especificação, retifique a sede.

• É impossível retificar as válvulas. Se a face da


válvula estiver queimada, desgastada ou se o
contato com a sede for irregular, substitua a válvula.

• Meça a largura da sede da válvula.


Padrão: 0,7~0,9mm
Limite de uso:
uso: 1,3mm

MONTAGEM DO CABEÇOTE
• Monte a mola da válvula e um novo retentor.
• Aplique graxa de molibdênio na haste da válvula.
Insira as válvulas em suas guias, girando-as lentamente
para evitar danificar os retentores das hastes.

• Verifique se a válvula move-se para cima e para baixo,


suavemente.

10-10
CABEÇOTE/VÁLVULAS

• Instale as molas das válvulas, mantendo a extremidade


com as expirais mais próximas voltados para a câmara
de combustão.

• Instale os retentores das molas.


• Comprima a mola da válvula e instale as chavetas.
Ferramenta: Compressor de mola de válvula

• Para evitar perda de tensão, não comprima as


molas das válvulas mais do que o necessário ao
instalar as chavetas.

COMPRESSOR DE
MOLA DE VÁLVLA

• Bata suavemente 2 ou 3 vezes nas pontas das hastes


das válvulas para que válvulas e as chavetas encaixem-
se completamente.

• Cuidado para que a válvula não seja danificada.

• Alinhe o tensor da corrente e instale o parafuso do


tensor.
Torque: 8~12 N.m (aplicar trava química)

• Instale a vela de ignição.


Torque: 13~17 N.m

10-11
CABEÇOTE/VÁLVULAS

INSTALAÇÃO DO CABEÇOTE
• Limpe as superfícies de contato da junta do cilindro e
do cabeçote, tendo cuidado para não danificá-las.
• Instale a guia da corrente de comando no cilindro.
• Instale os pinos guias e nova junta do cabeçote.
• Instale o cabeçote (a instalação deve seguir a ordem
inversa da remoção).
CUIDADO: Porca especial de fixação do cabeçote (M8
X 1,25).

• Na instalação, aperte as porcas em ordem cruzada, em


três etapas, conforme a sequência na figura.
 Aperto parcial   Aperto parcial   Aperto
parcial   Aperto parcial.
Torque:
orque: 10 N.m

 Aperto parcial   Aperto parcial   Aperto


parcial   Aperto parcial.
Torque:
orque: 20 N.m

 Aperto parcial   Aperto parcial   Aperto


parcial   Aperto parcial.
Torque:
orque: 60 N.m

• Instale os calços e os acionadores em suas posições


originais nos retentores das molas.
• Após verificar se há algo de errado com a árvore do
comando de válvula, posicione-a no cabeçote.

• Gire lentamente a árvore de manivelas no sentido anti-


horário a fim de alinhar a marca “T” do volante do
motor com a marca de referência no orifício de
inspeção do sincronismo.

• Ao girar a árvore de manivelas, tenha cuidado para


que a corrente de comando não saia da
engrenagem da árvore de manivelas.
MARCAS DE SINCRONIZAÇÃO

• Aplique óleo de motor nas árvores do comando e


alinhe a marca da engrenagem do comando com a
parte superior do cabeçote, instale a corrente do
comando na engrenagem de comando.

10-12
CABEÇOTE/VÁLVULAS

GUIA DA CORRENTE • Instale os pinos guias do cabeçote.


• Instale os suportes das árvores de comando.

SUPORTES
DAS ÁRVORES
DE COMANDO

• Instale a guia da correte do comando.


• Remova o bujão do acionador da corrente do
comando e o anel de vedação.
• Com uma chave pequena, gire o eixo do acionador no
sentido horário até o final de seu curso.
• Instale uma nova junta no acionador, instale o
acionador no cilindro.
ANEL DE VEDAÇÃO • Instale o parafuso do acionador da corrente de
comando.
Torque: 8~12 N.m

• Instale o anel de vedação em seu alojamento e instale


o bujão do acionador da corrente de comando.
Torque: 3~5 N.m

• Se o eixo do acionador cair, o eixo irá para frente


devido à pressão da mola.

• Aplique óleo de motor limpo nos componentes internos


do cabeçote.
• Verifique a folga das válvulas.
• Se a folga das válvulas não for apropriada, ajuste o
calço (pág.2-6).
• Instale o bujão de inspeção da árvore de manivelas (30
mm) e o bujão de inspeção do sincronismo (14 mm).

• Remova a guarnição da tampa do cabeçote e instale-a


corretamente na tampa.
• Instale a tampa do cabeçote.
• Instale os parafusos da tampa do cabeçote.
Torque: 8~12 N.m

• Instale o motor no chassi.

10-13
CABEÇOTE/VÁLVULAS

ANOTAÇÕES

10-14
CILINDRO/PISTÃO

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
..................................................................................
..................................................11
..................11-
11-2 11
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................11
....................11-
11-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
.........................................................11
.........................11-
11-3
CILINDRO ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
...............................................................................
...............................................11
...............11-
11-4
PISTÃO ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
...................................................................................
...................................................11
...................11-
11-5
INSTALAÇÃO DO PISTÃO/CILINDRO ................................................................
................................................................................................
.........................................................................
.........................................11
.........11-
11-7

11-1
CILINDRO/PISTÃO

COMPONENTES DO SISTEMA

11-2
CILINDRO/PISTÃO

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Reparos no cabeçote e nas válvulas devem ser executados com o motor removido do chassi.
• Lubrifique os mancais, ressaltos das árvores de comando e acionadores das válvulas com óleo de motor antes da
montagem a fim de garantir a lubrificação inicial.

ESPECIFICAÇÕES (Unidade:
(Unidade: mm)

ITEM VALOR PADRÃO LIMITE DE SERVIÇO


Diâmetro interno 73,005~73,015 73,10
Conicidade - 0,10
Cilindro
Ovalização - 0,05
Empenamento - 0,10
Diâmetro externo da saia do pistão 72,985~72,965 72,60
Diâmetro interno do orifício do pino do pistão 17,002~17,008 17,04
Diâmetro externo do pino do pistão 16,994~17,000 16,96
Pistão, Folga entre o pistão e o pino do pistão 0,002~0,014 0,02
Pino do pistão, 1º anel 0,015~0,050
0,015~0,050 0,09
Anéis de pistão Folga entre o anel e a canaleta 2º anel 0,015~0,045 0,09
1º/2º anel 0,35~0,45 0,50
Folga entre as extremidades dos
anéis Anel do óleo
0,20~0,70 1,10
(anel lateral)
Folga entre o cilindro e o pistão 0,020~0,050 0,30
Diâmetro interno da cabeça da biela 17,010~17,028 17,06
Folga entre a biela e o pino do pistão 0,010~0,034 0,04

DIAGNOSE DE DEFEITOS
Compressão muito baixa
• Pistão desgastado
• Anel do pistão desgastado ou danificado
• Cilindro desgastado
Fumaça branca excessiva
• Cilindro, pistão e anéis desgastados
• Instalação inadequada dos anéis do pistão
• Pistão ou parede do cilindro riscada ou escoriada
Superaquecimento
• Excesso de depósitos de carvão na cabeça do pistão ou na câmara de combustão
Compressão muito alta
• Excesso de depósito de carvão na câmara de combustão ou na cabeça do pistão
Ruído anormal no motor
• Cilindro ou pistão desgastado
• Cabeça da biela ou pino do pistão desgastado
• Anéis do pistão danificados
• Excesso de depósitos de carvão na cabeça do pistão ou na câmara de combustão

11-3
CILINDRO/PISTÃO

CILINDRO
JUNTA DO CILINDRO
REMOÇÃO
• Remova o cabeçote (pág.10-6).
• Remova a junta do cabeçote.
• Remova a guia da corrente de comando
• Remova o cilindro

• Separe a junta e os pinos guias. Remova a junta


CILINDRO
PISTÃO colada no cilindro.

•Tenha cuidado para não danificar a superfície de


contato do cilindro ao remover a junta.

INSPEÇÃO
• Meça o diâmetro interno do cilindro em seis pontos:
superior, intermediário, inferior dos eixos X e Y.
• Utilize o valor medido para determinar o desgaste do
cilindro.
Limite de uso:
uso: 73,005~73,015 mm

RELÓGIO COMPARADOR • Meça o diâmetro externo do pistão (pág.11-4).


• Subtraia o valor do diâmetro interno do cilindro pelo
diâmetro externo do pistão, e meça a folga entre
cilindro e pistão.
Limite de uso:
uso: 0.03 mm

• Com cada valor medido, calcule a ovalização (eixos X


e Y) e a conicidade (posição: superior, intermediária e
inferior). Use o maior valor medido para determinar a
ovalização e conicidade.
Limite de uso: Ovalização: 0,05 mm
Conicidade: 0,1 mm
SUPERIOR

• Caso os valores de limite de uso sejam excedidos, o


cilindro deverá ser retificado e o pistão substituído por
INTERMEDIÁRIO
um sobremedida.
• A retífica do cilindro deve ser feita até que atinja o
INFERIOR valor da folga padrão entre pistão e cilindro, medindo
o valor do diâmetro do novo pistão.
Pistões sobremedida: 0,25 mm, 0,50 mm, 0,75 mm e
1,00 mm
Folga entre o cilindro e o pistão sobremedida:
0,020~0,050 mm

11-4
CILINDRO/PISTÃO

• Verifique se há empenamento na área de contato da


junta do cabeçote.
Limite de uso: 0,1mm

PISTÃO
REMOÇÃO
• Remova a trava do pino do pistão.

• Coloque um pano sobre a carcaça do motor para


evitar que as travas caiam no interior do motor.
• Remova o pistão empurrando o pino para fora da
biela e do pistão.

• Remova o 1º anel do pistão.


• Retire o 2º anel do pistão.

• Tenha cuidado para não danificar os anéis e o


pistão durante a remoção.

• Meça a folga entre o anel do pistão e a canaleta.


Limite de uso: 1° anel: 0.09mm
CILINDRO 2° anel: 0.09mm

ANEL DO PISTÃO • Verifique o pistão quanto a danos ou desgaste.

PISTÃO
DESGASTADO

11-5
CILINDRO/PISTÃO

• Insira cada anel na base do cilindro, utilizando o


pistão.
• Meça a folga entre as extremidades dos anéis do
pistão.
Limite de uso: 1º/2º anel: 0,5 mm
Anel do óleo: 1,1 mm

• Insira os anéis dentro do cilindro, utilizando a


ANEL DO PISTÃO
cabeça do pistão a fim de garantir que os anéis
fiquem alinhados.

• Meça o diâmetro externo do pistão a 10 mm de sua


base e a 90º da cavidade do pino do pistão.
Limite de uso: 72,60 mm

MICRÔMETRO

• Meça o diâmetro interno da cavidade do pino do


pistão.
Limite de uso: 17,04 mm
• Meça o diâmetro externo do pino do pistão.
Limite de uso: 16,96 mm
• Calcule a folga entre o pino e o pistão.
Limite de uso: 0,02 mm

• Meça o diâmetro interno da cabeça da biela.


Limite de uso: 17,06 mm
• Meça a folga entre a cabeça da biela e o pino do
pistão.
Limite de uso: 0,04 mm

RELÓGIO COMPARADOR

11-6
CILINDRO/PISTÃO

INSTALAÇÃO DO PISTÃO/CILINDRO
1º ANEL
INSTALAÇÃO DOS ANÉIS DO PISTÃO
2º ANEL • Limpe as canaletas dos anéis do pistão com óleo e
instale os anéis no pistão em suas respectivas
canaletas.
MARCA

MARCA BRANCA

1º ANEL • Como o anel pode ser facilmente cortado, então


tome cuidado para cortá-lo e não danificar o pistão
2º ANEL durante a instalação.
• Instale os anéis com os lados marcados voltados
ANEL para cima.
LATERAL • Tenha cuidado para não inverter o primeiro e
ESPAÇADOR ANEL DO segundo anel.
ÓLEO • Certifique-se que a folga entre as extremidades de
20 mm ANEL
LATERAL
cada anel seja 120°.

• Verifique se após a instalação os anéis funcionam


suavemente.

INSTALAÇÃO DO PISTÃO E DO CILINDRO


• Limpe totalmente a junta aderida na superfície da
carcaça do motor e substitua com uma nova junta.

• Tenha cuidado para que a superfície de contato da


junta não seja danificada.
• Com o uso de um pano, proteja a carcaça do
motor para evitar que materiais estranhos, como um
pedaço da junta, não caia no interior do motor.
JUNTA DO CILINDRO

• Instale o pistão e o pino do pistão à biela.


TRAVA DO PINO DO PISTÃO • Instale novas travas nas cavidades do pino do pistão.

• A marca ‘N’ deve ficar voltada para o lado da


admissão.
• Use um pano para evitar que a trava do pino caia
no interior do motor.
• Certifique-se para que as trava do pino do pistão
estejam seguramente assentadas.

11-7
CILINDRO/PISTÃO

• Instale novas juntas e novos pinos guias.


• Aplique óleo de motor dentro do cilindro e anéis do
pistão, então instale o pistão no cilindro.

• Cuidado para que o pistão não seja danificado.


• Cuidado para que a corrente de comando não caia
no interior do motor.

• Instale a guia da corrente de comando, alinhando a


lingueta com a ranhura da carcaça do motor.
• Instale o cabeçote (pág.10-12).
• A instalação deve seguir a ordem inversa da remoção.

11-8
CILINDRO/PISTÃO

ANOTAÇÕES

11-9
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
..................................................................................
..................................................12
..................12-
12-2 12
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................12
....................12-
12-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
.........................................................12
.........................12-
12-4
SEPARAÇÃO DA CARCAÇA DO MOTOR................................................................
................................................................................................
....................................................................
....................................12
....12-
12-5
REMOÇÃO DA TRANSMISSÃO ................................................................
................................................................................................
..................................................................................
..................................................12
..................12-
12-6
REMOÇÃO DA ÁRVORE DE MANIVELAS................................................................
................................................................................................
.....................................................................
.....................................12
.....12-
12-8
ROLAMENTOS DA CARCAÇA................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................12
....................12-
12-9
INSTALAÇÃO DA ÁRVORE DE MANIVELAS ................................................................
................................................................................................
................................................................ 12-
12-10
INSTALAÇÃO DA TRANSMISSÃO ................................................................
................................................................................................
.............................................................................
............................................. 12-
12-11
MONTAGEM DA CARCAÇA DO MOTOR................................................................
................................................................................................
.................................................................
................................. 12-
12-13

12-1
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

COMPONENTES DO SISTEMA

12-2
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Para executar reparos na transmissão e árvore de manivelas é necessário separar a carcaça do motor.
• Antes de separar a carcaça, desmonte os seguintes componentes:
- Embreagem, eixo seletor de marcha (Capítulo 8).
- Alternador, embreagem de partida (Capítulo 9).
- Cabeçote (Capítulo 10).
- Cilindro, pistão (Capítulo 11).
- Motor de partida (Capítulo 9).

ESPECIFICAÇÕES (Unidade:
(Unidade: mm)

ITEM VALOR PADRÃO LIMITE DE SERVIÇO


Diâmetro interno 12,
12,000~12,
000~12,018 12,
12,050
Garfo Garfo
Espessura da garra 4,930~5,
930~5,000 4,500
seletor/Eixo
Diâmetro externo do eixo 11,976~11.994
11,976~11.994 11,
11,960
Diâmetro externo da árvore
M3, M5 19,
19,967~19,
967~19,980 19,
19,930
primária
C1 16,
16,466~16,
466~16,484 16,
16,440
Diâmetro interno da árvore
C2 19,
19,974~19,
974~19,987 19,
19,940
secundária
C4 19,
19,959~19,
959~19,980 19,
19,930
M5 23,
23,000~23,
000~23,021 23,
23,050
M3, C2 23,
23,020~23,
020~23,041 23,
23,070
Diâmetro interno da engrenagem
C4 20,
20,020~20,
020~20,041 20,
20,070
C1 20,
20,000~20,
000~20,021 20,
20,050
M5 22,
22,959~22,
959~22,980 22,
22,930
Diâmetro externo da bucha da
M3, C2 22,
22,979~23,
979~23,000 22,
22,950
engrenagem
C1 19,
19,959~19,
959~19,980 19,
19,930
Transmissão Diâmetro interno da bucha da M3, C2 20,
20,000~20,
000~20,021 20,
20,050
engrenagem C1 16,
16,500~16,
500~16,518 16,
16,550
Folga entre a engrenagem e a
M3, M5, C1, C2 0,020~0,
020~0,062 0,100
bucha
Folga entre a engrenagem e o
C4 0,040~0,
040~0,082 0,120
eixo
0,020~0,
020~0,062
M3 0,100 (0,004)
(0,0008~0,0024)
0,016~0,
016~0,052
Folga entre a bucha e o eixo C1 0,090 (0,004)
(0,0006~0,0020)
0,013~0,
013~0,047
C2 0,090 (0,004)
(0,0005~0,0019)
0,050~0.300
0,050~0.300
Folga lateral do colo da biela 0,600 (0,02)
(0,002~0,012)
Árvore de 0~0.008
Folga radial do colo da biela 0,050 (0,002)
manivelas (0~0,0003)
Lado direito - 0,100 (0,004)
Empenamento
Lado esquerdo - 0,100 (0,004)

12-3
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

TORQUES

Paraf. da placa de fixação do rolamento 8~12 N.m (aplicar trava química torque médio)
Paraf. da carcaça 8~12 N.m

FERRAMENTAS
Extrator universal de rolamento
Conjunto extrator de rolamento
Adaptador roscado
Eixo de montagem da carcaça do motor
Espaçador de montagem da carcaça do motor
Instalador
Acessório
Guia

DIAGNOSE DE DEFEITOS
Dificuldade no engate de marchas
• Ajuste incorreto da embreagem (folga excessiva)
• Garfo seletor empenado
• Eixo do garfo seletor empenado
• Eixo seletor de marchas danificado
• Ranhuras-guia do tambor seletor danificadas
• Pino da guia do garfo seletor danificado
As marchas escapam
• Ressaltos das engrenagens desgastados
• Eixo do garfo seletor empenado
• Posicionador de marchas danificado
• Ranhuras-guia do tambor seletor danificadas
• Pino da guia do garfo seletor danificado
Ruído excessivo
• Colo da biela danificado
• Biela empenada
• Rolamentos da árvore de manivelas danificados
• Engrenagens da transmissão danificadas

12-4
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

SEPARAÇÃO DA CARCAÇA DO MOTOR


CARCAÇA DIREITA DO
MOTOR • Drene o liquido de arrefecimento.
• Remova o motor do chassi (capítulo 7).

• Consultando o manual de serviço, desmonte as peças


necessárias para separação da carcaça.

• Remova a tampa do alternado/Volante do motor.


• Remova a tampa da embreagem/Embreagem.
• Remova o cabeçote/cilindro/pistão.

• Solte os quatro parafusos (6 mm) da carcaça direita do


CARCAÇA ESQUERDA motor.
DO MOTOR

• Solte os onze parafusos (6 mm) em ordem cruzada da


carcaça esquerda do motor.

• Apóie lateralmente a carcaça esquerda do motor.


CARCAÇA ESQUERDA • Bata em diversos pontos das metades das carcaças,
DO MOTOR
utilizando um martelo de plástico. Então separe as
metades esquerda e direita da carcaça do motor.

• Cuidado para não deformar a superfície de encaixe


da carcaça do motor durante a remoção.

ENGRENAGEM DO ÁRVORE PRIMÁRIA JUNTA • Remova a junta e os pinos guias.


BALANCEIRO

ÁRVORE SECUNDÁRIA

TAMBOR SELETOR

12-5
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

EIXO DO GARFO SELETOR


REMOÇÃO DA TRANSMISSÃO
• Remova o eixo do garfo seletor.
• Remova o garfo e o tambor seletor de marchas.

• Remova as árvores primária e secundária de


transmissão.
TAMBOR SELETOR

ÁRVORE PRIMÁRIA
ÁRVORE SECUNDÁRIA

• Remova a engrenagem do balanceiro.

ENGRENAGEM DO BALANCEIRO

INSPEÇÃO
• Verifique garfo seletor quanto a desgaste ou danos.
• Meça diâmetro interno e espessura da garra.
Limite de uso:
uso: Diâmetro interno: 12,05 mm
Espessura da garra: 4,5 mm

• Verifique o eixo do garfo seletor quanto a desgaste ou


danos.
• Meça o diâmetro externo do eixo do garfo seletor na
posição de trabalho do garfo seletor.
Limite de serviço:
serviço: 11,96 mm

12-6
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

• Verifique o tambor seletor quanto a desgaste ou danos.


• Verifique se há desgaste unilateral ou danos nas
ranhuras-guia do tambor seletor.

TAMBOR SELETOR

• Meça o diâmetro externo das árvores primárias e


ÁRVORE PRIMÁRIA secundárias.
Limite de uso: M3, M5 : 19,930 mm
C1 : 16,440 mm
C2 : 19,940 mm
C4 : 19,930 mm
ÁRVORE SECUNDÁRIA

ENGRENAGENS PRIMÁRIAS • Verifique os orifícios das engrenagens, os dentes das


engrenagens, e as ranhuras seletoras quanto a
desgaste ou danos.
Limite de uso: M5 : 23,050 mm
M3, C2 : 23,070 mm
C4 : 20,070 mm
C1 : 20,050 mm
• Meça o diâmetro externo e interno da bucha de cada
M3 M4 M5 M2 engrenagem.
Limite de uso: M5 : 22,930 mm (externo)
M3, C2 : 22,950 mm (externo)
C1 : 19,930 mm (externo)
M3, C2 : 20,050 mm (interno)
C1 : 16,550 mm (interno)
ENGRENAGENS SECUNDÁRIAS
• Meça a folga entre a engrenagem e o eixo.
Limite de uso: C4: 0,12 mm

• Meça a folga entre as engrenagens e as buchas.


Limite de uso: M3, M5, C1, C2: 0,100 mm

• Meça a folga entre as buchas e os eixos.


C1 C3 C4 C5 C2
Limite de uso: M3: 0,10 mm
C1: 0,09 mm
C2: 0,09 mm

12-7
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

REMOÇÃO DA ÁRVORE DE MANIVELAS


ÁRVORE DE MANIVELAS • Remova a transmissão.
• Com o uso de uma prensa hidráulica, remova a árvore
de manivelas da carcaça direita do motor.
• Se o rolamento permanecer na carcaça direita do
motor, remova-o utilizando uma ferramenta especial.
Ferramenta: Instalador
Acessório

CARCAÇA DIREITA DO MOTOR

• Se o rolamento permanece na árvore de manivelas,


EXTRATOR DE ROLAMENTOS UNIVERSAL
retire-o com extrator de rolamento.
Ferramenta: Extrator universal de rolamento

• Se a árvore de manivelas for retirada da carcaça


direita do motor remova o rolamento.

INSPEÇÃO
DIREITO ESQUERDO
• Apóie o árvore de manivelas em um suporte ou bloco
em V, então meça o empenamento da árvore de
manivelas.
Limite de uso: Direito: 0,1mm
Esquerdo: 0,1mm

• Meça a folga lateral do colo da biela.


CÁLIBRE DE LÂMINAS
Limite de uso: Direito: 0,6 mm

12-8
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

• Meça a folga radial do colo da biela em ambas as


direções.
Limite de uso: 0,05 mm

EXTRATOR 15 MM ROLAMENTOS DA CARCAÇA


ROLAMENTO DA ÁRVORE ROLAMENTO DA ÁRVORE
PRIMÁRIA • Remova a transmissão e a árvore de manivelas.
SECUNDÁRIA
ROLAMENTO DO EIXO
DO BALANCEIRO INSPEÇÃO
• Verifique manualmente se a pista interna de rolamento
gira suavemente.
• Verifique se a pista externa encaixa-se sem folga na
carcaça do motor.
• Caso a folga seja excessiva ou suas pistas não girarem
ROLAMENTO DA suavemente, substitua o rolamento.
ÁRVORE DE MANIVELAS

• Substitua transmissão e o rolamento em conjunto


INSTALADOR como lado esquerdo e direito.

SUBSTITUIÇÃO DOS ROLAMENTOS DA CARCAÇA


ESQUERDA DO MOTOR
• Utilizando uma ferramenta especial, remova os
rolamentos do eixo do balanceiro, da árvore primária e
da árvore de manivelas.
Ferramenta: Conjunto extrator de rolamentos

• Remova o rolamento da árvore secundária e o retentor


de óleo.
• Aplique óleo de motor nos novos rolamentos.
Ferramenta:
RETENTOR DA ÁRVORE Rolamento da árvore primária e do eixo do balanceiro:
SECUNDÁRIA
- Instalador
- Acessório
Rolamento da árvore secundária:
- Instalador
- Acessório
- Guia

• Prense o novo retentor de óleo da árvore secundária.

RETENTOR DO EIXO SELETOR • Verifique o retentor de óleo do eixo seletor de marchas


DE MARCHAS
quanto a desgaste ou danos. Se necessário substitua-
o.

12-9
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

SUBSTITUIÇÃO DOS ROLAMENTOS DA CARCAÇA


DIREITA DO MOTOR
• Remova a placa de fixação do rolamento da árvore
primária.

• Aplique óleo de motor nos novos rolamentos e instale-


os na carcaça do motor.
• Ao inserir o jato de resfriamento, pressione bem na
carcaça.

• Utilizando uma ferramenta especial, remova os


rolamentos da árvore primária, do eixo do balanceiro e
da árvore secundária.
Ferramenta:
Rolamento dasdas árvore primária e secundária e do eixo
do balanceiro:
- Instalador
- Acessório
- Guia

• Aplique óleo de motor nos novos rolamentos e instale-


os na carcaça do motor.
• Aplique trava química nos roscas dos parafusos, e
instale a placa de fixação do rolamento da árvore
primária.
Torque:
Torque: 8~12 N.m (aplicar trava química)

INSTALAÇÃO DA ÁRVORE DE
MANIVELAS
ÁRVORE DE MANIVELAS • Aplique óleo de motor no novo rolamento da árvore de
EIXO DE MONTAGEM manivelas e prense-o na carcaça direita do motor.
Ferramenta:
erramenta: Instalador
Acessório
Guia

• Com o uso de uma ferramenta especial instale o árvore


de manivelas no motor.
Ferramenta: Eixo de montagem da carcaça do motor
Espaçador de montagem da carcaça do
motor

12-10
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

INSTALAÇÃO DA TRANSMISSÃO
ENGRENAGEM C1 (32D)
ÁRVORE SECUNDÁRIA
ENGRENAGEM C3 (24D)

ENGRENAGEM
C4 (23D)

ENGRENAGEM M1 ENGRENAGEM C5 (24D)

ENGRENAGEM C2 (30D)

PINHÃO DE TRANSMISSÃO
ÁRVORE PRIMÁRIA

ENGRENAGEM M3 (16D)

ENGRENAGEM M4 (21D)

ENGRENAGEM M5 (26D) ENGRENAGEM M2 (14D)

• Aplique óleo de motor nas engrenagens e buchas,


então instale as árvores primária e secundária.
ÁRVORE SECUNDÁRIA

• Verifique se as engrenagens movem-se suavemente.


ÁRVORE
PRIMÁRIA
• Instale os anéis elásticos, mantendo suas bordas
chanfradas voltadas para o lado da carga axial.
Não reutiliza anéis elásticos se estiverem
desgastados.
• Depois da instalação, gire os anéis e verifique se
estão assentados corretamente em suas ranhuras.
• Alinhe as extremidades de suas aberturas com as
ranhuras das estrias.

ENGRENAGEM MOVIDA • Instale a engrenagem do balanceiro.


ENGRENAGEM MOTORA
DO BALANCEIRO • Instale a engrenagem movida do balanceiro e a
DO BALANCEIRO
engrenagem compensadora na posição marcada.

• Garanta o alinhamento da engrenagem movida e


compensadora do balanceiro na posição marcada
da engrenagem da árvore de manivelas.

PONTOS DE REFERÊNCIA

12-11
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

• Instale as árvores primária e secundária na carcaça


direita do motor.

• Verifique a marca dos garfos seletores de marcha.


Marca do garfo esquerdo: L
Marca do garfo central: C
Marca do garfo direito: R
GARFO ESQUERDO GARFO CENTRAL GARFO DIREITO

• Instale os garfos esquerdo e central nas ranhuras das


ÁRVORE PRIMÁRIA ÁRVORE SECUNDÁRIA
engrenagens, mantendo os lados marcados voltados
para baixo.
• Instale o garfo direito que a ponta é virada para cima.
• Instale o tambor seletor, inserindo os pinos guias dos
garfos seletores nas ranhuras-guia do tambor seletor.

TAMBOR SELETOR

EIXO DOS GARFOS • Instale o eixo dos garfos seletores através dos garfos e
insira-o em seu encaixe na carcaça direita do motor.

12-12
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

MONTAGEM DA CARCAÇA DO MOTOR


• Instale os pinos guias e uma nova junta.

CARCAÇA DIREITA DO MOTOR

• Instale a carcaça esquerda sobre a carcaça direita.

• Cerifique-se de que as superfícies de contato das


metades da carcaça do motor estejam
uniformemente encostadas.

CARCAÇA ESQUERDA DO MOTOR

• Aperte os parafusos da carcaça esquerda em ordem


cruzada em duas ou três etapas.
Torque: 8~12 N.m

• No caso da troca do interruptor do neutro, substitua o


anel de vedação. Aplique óleo de motor e instale-o
encaixando o pino indicador de posição do interruptor
no encaixe do tambor seletor.

ORIFÍCIO DO INTERRUPTOR
DO NEUTRO

• Aperte os quarto parafusos do lado direito da carcaça


do motor.
Torque:
Torque: 8~12 N.m

• Monte os seguintes componentes:


- Embreagem/Tampa da embreagem
- Cilindro/Cabeçote
- Volante do motor/Tampa do alternador

• A instalação deve ser feita na ordem inversa da


remoção.

12-13
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

• Instale o motor no chassi (Capítulo 7).

• Adicione o óleo no motor.


• Adicione o liquido de arrefecimento.

12-14
CARCAÇA DO MOTOR/ÁRVORE DE MANIVELAS/TRANSMISSÃO

ANOTAÇÕES

12-15
ASSENTO/SISTEMA DE ESCAPAMENTO

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
..................................................................................
..................................................13
..................13-
13-2 13
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................13
....................13-
13-3
TAMPA LATERAL/ASSENTO ................................................................
................................................................................................
........................................................................................
........................................................13
........................13-
13-4
REMOÇÃO DO ASSENTO ................................................................
................................................................................................
........................................................................................
........................................................13
........................13-
13-4
REMOÇÃO DO ACABAMENTO DA RABETA ................................................................
...............................................................................................
...............................................................13
...............................13-
13-4
REMOÇÃO DA RABETA ................................................................
................................................................................................
............................................................................................
............................................................13
............................13-
13-4
SILENCIOSO/TUBO DO ESCAPAMENTO ................................................................
................................................................................................
...................................................................
...................................13
...13-
13-5

13-1
ASSENTO/SISTEMA DE ESCAPAMENTO

COMPONENTES DO SISTEMA

13-2
ASSENTO/SISTEMA DE ESCAPAMENTO

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Seja cuidadoso para não tocar no escapamento logo após o motor ser desligado, pois ele estará quente.

13-3
ASSENTO/SISTEMA DE ESCAPAMENTO

TAMPA LATERAL/ASSENTO
TAMPA LATERAL
REMOÇÃO DA TAMPA LATERAL
• Remova a tampa lateral direita com a chave de
ignição.
• No caso da tampa lateral esquerda, utilize uma chave
allen L para soltar o parafuso.
• Desencaixe a tampa cuidadosamente as linguetas e
coxim do chassi. Na remoção desloque a tampa para
trás a fim de desencaixa-la da lingueta do chassi.

REMOÇÃO DO ASSENTO
ASSENTO
• Solte os três parafusos flange instalados no assento, e
em seguida, levante a parte traseira do assento e
desloque-o para trás e para cima, desencaixando a
lingueta dianteira do encaixe, localizado abaixo do
tanque de combustível.

INSTALAÇÃO
• A instalação deve seguir a ordem inversa da remoção.
PARAFUSO FLANGE

REMOÇÃO DO ACABAMENTO DA
ACABAMENTO DA RABETA RABETA
PORCAS CEGAS
• Após remover o assento, desacople os conectores dos
sinalizadores e da lanterna traseira.
• Remova as oito porcas cegas e os acabamentos da
rabeta.

• A instalação deve seguir a ordem inversa da remoção.

REMOÇÃO DA RABETA
PARALAMA TRASEIRO
• Remova o assento.
• Remova os acabamentos da rabeta.
• Remova os parafusos de fixação da rabeta.

PARAFUSO SUPORTE DAS PORCAS

13-4
ASSENTO/SISTEMA DE ESCAPAMENTO

• Remova os suportes de fixação dos acabamentos da


rabeta.
PARALAMA TRASEIRO
• Remova a fiação dos sinalizadores e da lanterna
traseira.
• Remova o paralama traseiro.

• A instalação deve seguir a ordem inversa da remoção.

SILENCIOSO/TUBO DO ESCAPE

• Não toque no escapamento logo após o motor ter


sido desligado.

SILENCIOSO

REMOÇÃO
• Desacople o conector do sensor de oxigênio.

CONECTOR DO SENSOR DE OXIGÊNIO

13-5
ASSENTO/SISTEMA DE ESCAPAMENTO

• Remova os quatro parafusos flange de fixação do


escapamento.

PARAFUSOS FLANGE

• Remova as duas porcas cegas de conexão do tubo do


escapamento.

PORCAS CEGAS

• Remova os dois parafusos flange e o silencioso do


PARAFUSOS FLANGE
escapamento.
• Remova as três abraçadeiras dos protetores do
escapamento.
• Remova o silencioso do tubo do escapamento.
• Remova o sensor de oxigênio.

ABRAÇADEIRA

TUBO DO SILENCIOSO
ESCAPAMENTO SUPERIOR
INSTALAÇÃO
• A instalação deve seguir a ordem inversa da remoção.

• Certifique-se de que o tubo do escapamento está


SILENCIOSO INFERIOR encaixado corretamente no cabeçote.
ESCAPAMENTO COMPLETO • Instale uma nova junta de conexão do cabeçote.
• Instale temporariamente os parafusos de fixação do
escapamento, em seguida, aperte as porcas cegas
de conexão do cabeçote.

13-6
ASSENTO/SISTEMA DE ESCAPAMENTO

ANOTAÇÕES

13-7
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
..................................................................................
..................................................14
..................14-
14-2 14
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................14
....................14-
14-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
.........................................................14
.........................14-
14-4
GUIDÃO
GUIDÃO ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
.................................................................................
.................................................14
.................14-
14-5
RODA DIANTEIRA ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
....................................................................
....................................14
....14-
14-8
GARFO DA SUSPENSÃO................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
......................................................... 14-
14-13
COLUNA DE DIREÇÃO ................................................................
................................................................................................
...........................................................................................
........................................................... 14-
14-18

14-1
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

COMPONENTES DO SISTEMA

14-2
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Não contamine as pastilhas de freio ou discos com óleo ou fluido de freio. Pastilhas de freio contaminadas reduzem a
capacidade de frenagem, Substitua as pastilhas contaminadas e limpe o disco também.
• Use espátulas especiais para pneus e protetores de aro para remover ou instalar os pneus, e para proteger o aro de
serem danificados quando o pneu for removido do aro.
• Este capítulo descreve informações sobre a roda dianteira, suspensão e o sistema de direção. Consulte o capítulo 16
para informações sobre o sistema de freio.

ESPECIFICAÇÕES (Unidade:
(Unidade: mm)

ITEM VALOR PADRÃO LIMITE DE SERVIÇO


Empenamento do eixo traseiro - 0,2
Radial - 2,0
Excentricidade do aro da roda
Axial - 2,0
Empenamento do cilindro interno - 0,2
Capacidade de fluido 350 ml
ml -
Comprimento livre da mola 545 528

TORQUES

Paraf. de fixação do guidão 17~23 N.m


Paraf. do disco do freio dianteiro 20~26 N.m (aplicar trava química)
Porca do eixo dianteiro 55~65 N.m
Paraf. da mesa superior 22~27 N.m
Paraf. da mesa inferior 22~27 N.m
Paraf. superior do garfo da suspensão 13~17 N.m
Paraf. do Allen do garfo da suspensão 21~25 N.m
Paraf. do suporte do cáliper dianteiro 25~25 N.m (aplicar trava química)
Porca da coluna de direção 80~100 N.m
Porca de ajuste da coluna de Torque inicial 28 N.m
direção Torque final 5 N.m

FERRAMENTAS
Ferramenta especial: Extrator de pista de esfera
Instalador da coluna de direção
Contrapeso instalador do retentor
Soquete para coluna de direção

Ferramenta comum: Instalador


Acessório do instalador do retentor
Chave de contraporca
Eixo extrator de rolamento
Cabeçote extrator de rolamento
Acessório
Guia

14-3
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

DIAGNOSE DE DEFEITOS
Direção dura
• Porca de ajuste do rolamento muito apertado
• Rolamentos da coluna de direção desgastados ou danificados
• Pistas interna ou externa desgastadas ou danificadas
• Pressão baixa do pneu
• Pneu dianteiro desgastado
Direção puxa para um dos lados
• Rolamentos da coluna de direção soltos ou danificados
• Diferença entre os amortecedores direito e esquerdo
• Garfos da suspensão empenados
• Eixo da roda dianteira empenado
• Instalação incorreta da roda
• Pneus desgastados
• Rolamentos da roda desgastados
• Articulação do braço oscilante desgastados
Roda dianteira puxa para um dos lados
• Aros empenados
• Rolamentos da roda dianteira defeituosos
Suspensão dianteira macia
• Molas enfraquecidas
• Baixo nível de fluido no garfo da suspensão
• Fluido contaminado
• Baixa viscosidade do fluido
Suspensão dianteira dura
• Cilindros internos empenados
• Fluido em excesso no garfo da suspensão
• Alta viscosidade do fluido
• Pressão do pneu muito alta
Ruídos na suspensão dianteira
• Cilindros externos danificados
• Fixadores do garfo da suspensão soltos
• Baixo nível de fluido no garfo da suspensão

14-4
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

GUIDÃO
REMOÇÃO
• Remova os espelhos retrovisores.

• Remova os dois parafusos dos interruptores do guidão


INTERRUPTOR DE PARTIDA lado direito.

PARAFUSOS

INTERRUPTORES DO
LADO DIREITO DO
GUIDÃO

• Desacople os terminais do interruptor da luz do freio.


• Após remover os cabos dos aceleradores, remova a
CILINDRO MESTRE carcaça dos interruptores.
• Remova os dois parafusos do suporte do cilindro
mestre e remova o cilindro mestre.

PARAFUSOS ALLEN

FIAÇÃO DO INTERRUPTOR DA LUZ DO FREIO

INTERRUPTORES DO LADO ESQUERDO DO GUIDÃO


• Remova os dois parafusos e os interruptores do guidão
lado esquerdo.

PARAFUSOS

14-5
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

PARAFUSOS DO • Remova os interruptores do guidão lado esquerdo.


SUPORTE

• Remova os dois parafusos e o suporte da alavanca da


embreagem.

• Remova os 4 parafusos allen do suporte superior do


guidão.

PARAFUSOS ALLEN GUIDÃO

• Remova o suporte superior do guidão e guidão.

SUPORTES SUPERIORES DO GUIDÃO

• Remova as duas porcas da mesa superior.


MESA SUPERIOR

• Remova o suporte inferior do guidão.


SUPORTES INFERIORES DO GUIDÃO

PORCAS

14-6
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

INSTALAÇÃO
• Instale o suporte inferior do guidão.

• Instale o suporte inferior na marca do suporte guidão e


SUPORTES SUPERIORES DO GUIDÃO aperte as porcas de fixação.
Torque:
Torque 38~42 N.m

• Instale o guidão, o suporte superior do guidão e os


quatro parafusos allen.

PARAFUSOS ALLEN GUIDÃO

MARCA DE PUNÇÃO () • Instale os interruptores do guidão lado esquerdo,


alinhando-o com o orifício do guidão.
Ao instalar o fixador do suporte da alavanca de
embreagem, alinhe as extremidades dos suportes com
a marca de punção do guidão.

• Conecte o cabo do acelerador à manopla do


acelerador.
MARCA DE PUNÇÃO () • Instale os interruptores do guidão lado direito,
alinhando-o com o orifício do guidão.
Torque: 0,8~1,2 N.m

• Instale o cilindro mestre e o seu suporte na marca de


punção, e então aperte primeiro o parafuso superior.
Em seguida, aperte o parafuso inferior.
• Acople a fiação do interruptor da luz do freio dianteiro.

INTERRUPTOR DA LUZ DO FREIO

14-7
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

• Se a manopla esquerda for removida, limpe a


superfície do guidão para que o óleo, graxa e gasolina
não sujem a manopla esquerda ou o local de seu
posicionamento no guidão. Então aplique adesivo à
superfície de contato da manopla.
• Espere de 3~5 minutos e insira a manopla. Use o
adesivo de acordo com o manual e gire a manopla
para uma distribuição do adesivo antes do adesivo
secar.

MANOPLA ESQUERDA • Espere o adesivo secar por uma hora antes de


utilizar a motocicleta.

RODA DIANTEIRA
REMOÇÃO
• Remova os parafusos e a abraçadeira da mangueira de
freio.
MANGUEIRA DE FREIO

• Remova os dois parafusos e o suporte do cáliper do


freio dianteiro.

PARAFUSOS
CÁLIPER DO FREIO DIANTEIRO FLANGE

• Remova o parafuso da caixa de engrenagem do


velocímetro e remova o cabo.
• Remova a porca do eixo dianteiro, suspenda a roda
dianteira, utilizando um macaco sob o motor.
• Remova o eixo dianteiro, a roda dianteira e o
espaçador dianteiro.

• Não acione a alavanca do freio dianteiro após


remover a roda dianteira.

PORCA DO EIXO

INSPEÇÃO
• Verifique se o eixo dianteiro não está empenado. Apóie
o eixo sobre blocos em V e verifique com um relógio
comparador.
Limite de uso: 0,2 mm

• Coloque a roda dianteira sobre um suporte de


inspeção. Gire-a manualmente suavemente e verifique
o alinhamento do aro com um relógio comparador.
Limite de uso: Radial: 2,0mm
Axial: 2,0mm
EIXO DIANTEIRO

14-8
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

• Remova o espaçador lateral da roda dianteira.

ESPAÇADOR DA RODA DIANTEIRA

• Substitua os rolamentos da roda dianteira em


pares.

• Remova o retentor de óleo.

RETENTOR DE ÓLEO

• Do lado esquerdo da roda, remova o sensor


velocímetro, o retentor de óleo e a placa da
engrenagem.

PLACA DE ACIONAMENTO DA ENGRENAGEM

• Remova os seis parafusos e os discos do freio lado


direito e esquerdo.

• Verifique as condições do disco de acordo com o


capítulo 16 (pág.16-11).

DISCO DO FREIO

14-9
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

Inspeção dos rolamentos


• Gire manualmente a pista interna de cada rolamento,
substitua se estiver com ruído ou danificado.
• Verifique se a pista externa do rolamento se encaixa
sem folga ao cubo da roda e substitua se estiver
danificado.

SUBSTITUIÇÃO DOS ROLAMENTOS DA RODA


DIANTEIRA
• Instale o cabeçote extrator de rolamento no rolamento
e pelo lado oposto da roda, instale o eixo extrator de
rolamento e remova os rolamentos e o espaçador.
Ferramenta: Cabeçote extrator de rolamento
Eixo extrator de rolamento

• Substitua os rolamentos da roda em pares.


CABEÇOTE EXTRATOR DE ROLAMENTO

• Aplique graxa nos novos rolamentos.


• Instale o rolamento direito de forma que o lado do
selado fique voltado para fora.
• Instale o rolamento corretamente de forma que não
fique inclinado.
• Prense o outro rolamento de forma que o lado do
selado fique voltado para fora, após instalar o
espaçador.
Ferramenta: Instalador
Acessório
Guia

• Não acione a alavanca do freio dianteiro após a


remoção da roda.

SUBSTITUIÇÃO DO SENSOR DO VELOCÍMETRO


• Remova a engrenagem do sensor do velocímetro e
placa acionadora da engrenagem do velocímetro.
• Verifique a engrenagem quanto a desgaste e danos.

ENGRENAGEM DO VELOCÍMETRO

14-10
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

MONTAGEM
ESPAÇADOR LATERAL ARO DA RODA DIANTEIRA
DA RODA DIANTEIRA

ROLAMENTO RADIAL DE ESFERAS

EIXO DA RODA DIANTEIRA


PLACA DA ENGRENAGEM D O
VELOCÍMETRO
DISCO DO FREIO DIANTEIRO

RETENTOR DE ÓLEO

RETENTOR DE PÓ

ROLAMENTO RADIAL DE ESFERAS

ESPAÇADOR DA RODA DIANTEIRA

PNEU DIANTEIRO
DISCO DO FREIO DIANTEIRO

CAIXA DA ENGRENAGEM DO
VELOCÍMETRO

• Instale o disco do freio do lado esquerdo do aro.


DISCO DO FREIO • Aperte os parafusos do disco do freio com o torque
especificado.
Torque: 20~26 N.m (aplicar trava química)

• Encaixe as linguetas da placa de acionamento da


engrenagem do velocímetro em seus alojamentos no
cubo da roda.
PLACA ACIONAMENTO DA ENGRENAGEM
• Aplique graxa no lábio do retentor de pó e instale-o no
lado esquerdo aro dianteiro.

14-11
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

• Aplique graxa no lábio do retentor de pó e instale-o no


lado direito aro dianteiro.

INSTALAÇÃO
• Insira o eixo da roda dianteira no sensor do
velocímetro, no disco de freio e no aro da roda.

SENSOR DO VELOCÍMETRO

• Posicione a roda entre o garfo dianteiro.


• Instale sensor do velocímetro, de tal forma que a
lingueta do sensor fique alinhada entre as ranhuras do
cilindro externo do garfo.

ESPAÇADOR

• Instale a porca do eixo e aperte-a com o torque


especificado.
Torque: 55~65 N.m

14-12
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

• Instale os cálipers direito e esquerdo do freio e aperte


os parafusos com o torque especificado.
Torque: 25~35 N.m (aplicar trava química)

CÁLIPER

GARFO DA SUSPENSÃO
REMOÇÃO
PARALAMA DIANTEIRO
GARFO DIANTEIRO • Remova o paralama dianteiro.
• Remova os cálipers direito e esquerdo do freio.
• Remova a roda dianteira (pág.14-8).

CÁLIPER
DIANTEIRO

PARAFUSO SUPERIOR DO GARFO DA SUSPENSÃO • Solte os parafusos superiores dos garfos da suspensão,
mas não os remova, antes da remoção dos garfos da
suspensão.

• No caso do parafuso superior do garfo, apenas


solte-o, mas não o remova.

• Remova os parafusos mesa superior.


GARFO DIANTEIRO • Remova os parafusos da mesa inferior.

PARAFUSO ALLEN
MESA SUPERIOR

• Remova os garfos das mesas superior e inferior.

GARFO DIANTEIRO

14-13
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

REMOÇÃO
PARAFUSO SUPERIOR DO GARFO DIANTEIRO
• Remova o parafuso superior do garfo da suspensão.

• O parafuso superior do garfo da suspensão


encontra-se sob pressão devido à mola. Tenha
cuidado ao removê-lo.
• Remova a mola garfo e despeje o fluido do garfo,
bombeando-o por várias vezes.

• Fixe o cilindro externo em uma morsa, utilizando uma


toalha para não danificá-lo.

• Se o parafuso só girar e não sair, instale


temporariamente a mola e o parafuso superior do
garfo da suspensão.
• Tenha cuidado para não danificar o cilindro externo
ao fixá-lo na morsa.
PARAFUSO ALLEN
DO GARFO DIANTEIRO

• Retire o fluido remanescente.

CILINDRO EXTERNO
• Remova a mola retorno e a mola do garfo da
suspensão.

MOLA DE RETORNO

MOLA DO GARFO
PARAFUSO TRAVA
ALLEN
PISTÃO DO GARFO
MOLA DE RETORNO

14-14
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

INSPECAO
• Coloque mola do garfo e a mola de retorno em uma
superfície plana e meça o seu comprimento livre.
• Substitua as molas caso o comprimento medido seja
menor que o especificado.
Limite de uso: Mola do garfo: 480 mm
Mola retorno: 21,6 mm

• Verifique o pistão do garfo quanto a danos. Substitua


PISTÃO DO GARFO se necessário.

• Verifique o retentor de pó quanto a danos. Substitua se


necessário.
• Verifique o retentor de óleo quanto a danos. Substitua
se necessário.

RETENTOR DE PÓ

• Verifique os cilindros externo e interno quanto a danos.


Substitua se necessário.

CILINDRO EXTERNO

CILINDRO INTERNO

14-15
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

• Fixe o cilindro externo em uma morsa, utilizando uma


toalha para não danificá-lo.

• Aplique trava química nas roscas do parafuso Allen do


garfo da suspensão e instale-o no pistão do garfo.
Torque: 21~25 N.m

• Fixe o cilindro externo na área do suporte do cáliper


ao utilizar uma morsa.

FLUIDO DE SUSPENSÃO • Abasteça o cilindro interno com a quantidade


especificada do fluido recomendado.
Capacidade: 350 ± 2,5 ml

• Bombeie lentamente o cilindro interno por diversas


vezes para retirar o ar armazenado no interior de sua
parte inferior.

FLUIDO DE
SUSPENSÃO

• Instale a mola no cilindro interno.

PARA
CIMA • No caso da mola do garfo, mantenha o lado com
as espirais mais próximas voltado para baixo.

PARA
BAIXO

• Instale um novo anel de vedação no parafuso superior


do garfo da suspensão.
• Instale o parafuso superior do garfo da suspensão.
Torque: 13~17 N.m
PARAFUSO SUPERIOR
DO GARFO

14-16
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

INSTALAÇÃO
• Instale o cilindro interno na base da mesa superior.
• Alinhe o topo do cilindro interno com a superfície
superior da mesa superior.

• Aperte os parafusos de fixação da mesa superior no


torque especificado.
Torque: 22~27 N.m
MESA SUPERIOR

PARAFUSO ALLEN

• Aperte os parafusos de fixação da mesa inferior no


torque especificado.
Torque: 22~27 N.m

PARAFUSO FLANGE

MESA INFERIOR

• Instale os seguintes componentes:


- Roda da dianteira
- Paralama dianteiro
- Cálipers direito e esquerdo

14-17
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

COLUNA DE DIREÇÃO
MESA SUPERIOR
REMOÇÃO
• Remova os seguintes componentes:
- Roda da dianteira (pág.14-8)
- Guidão (pág.14-4)
- Garfo da suspensão (pág.14-13)

• Remova a porca da coluna de direção.

PORCA DA COLUNA DE DIREÇÃO

• Remova os dois parafusos e o suporte da conexão da


mangueira do freio dianteiro.

EMBLEMA FRONTAL

• Remova os dois parafusos do emblema frontal.


• Remover os dois parafusos do suporte do emblema.
SUPORTE DO EMBLEMA FRONTAL • Remova o velocímetro.
• Remova o farol.

PARAFUSO DA
CONEXÃO

PARAFUSOS FLANGE

• Remova os dois parafusos instalados no suporte da


conexão.

PARAFUSO DA
CONEXÃO

PARAFUSOS FLANGE

14-18
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

• Remova a porca de ajuste da coluna de direção,


utilizando a ferramenta especial.
PORCA DE AJUSTE DA COLUNA DE DIREÇÃO

• Remova o rolamento da coluna de direção.

ROLAMENTO SUPERIOR

• Instale a porca na coluna de direção para evitar


danificar as roscas durante a remoção da pista interna
do rolamento inferior.

ROLAMENTO SUPERIOR

COLUNA DE DIREÇÃO
• Remova as seguintes peças:
- Porca de ajuste da coluna de direção
- Pista interna superior
RETENTORES DE PÓ DA
COLUNA DE DIREÇÃO - Rolamento superior da coluna de direção
PORCA DE AJUSTE DA
- Rolamento inferior da coluna de direção
COLUNA DE DIREÇÃO

ROLAMENTO SUPERIOR

14-19
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

INSTALAÇÃO
PORCA DE AJUSTE DA
COLUNA DE DIREÇÃO
ROLAMENTO SUPERIOR

ROLAMENTO INFERIOR
RETENTOR DE PÓ
DA COLUNA DE DIREÇÃO
ARRUELA DA COLUNA
DE DIREÇÃO
COLUNA DE DIREÇÃO

SUPORTE DA VÁLVULA DE CONEXÃO


SUPORTE DO EMBLEMA
TRAVA DA COLUNA DE DIREÇÃO

• Aplique graxa nos rolamentos superior e inferior.


COLUNA DE DIREÇÃO
• Instale a coluna de direção.

• Instale a porca de ajuste da coluna de direção em seu


torque inicial.
Torque inicial: 28 N.m
Ferramenta: Soquete para coluna de direção

• Gire a coluna de direção para os lados direito e


esquerdo de batente a batente por 4 ~ 5 vezes a fim
de assentar os rolamentos.

• Solte ¼ de volta a porca de ajuste e aperte-a


novamente no torque final.
Torque final: 5 N.m

14-20
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

• Instale a mesa superior na coluna de direção.

• Instale a arruela e a porca de ajuste na coluna de


direção.

• Instale provisoriamente os garfos da suspensão nas


mesas superior e inferior. Aperte a porca da coluna de
direção no torque especificado.
Torque: 80~100 N.m

GARFO DIANTEIRO

• Instale os seguintes componentes:


- Roda dianteira
- Paralama dianteiro
- Cáliper dianteiro

• A instalação deve seguir a ordem inversa da remoção.

14-21
RODA DIANTEIRA/SUSPENSÃO/SISTEMA DE DIREÇÃO

ANOTAÇÕES

14-22
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
..................................................................................
..................................................15
..................15-
15-2 15
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................15
....................15-
15-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
.........................................................15
.........................15-
15-3
RODA TRASEIRA ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
.......................................................................
.......................................15
.......15-
15-4
AMORTECEDOR TRASEIRO ................................................................
................................................................................................
.......................................................................................
.......................................................15
.......................15-
15-8
BRAÇO OSCILANTE ................................................................
................................................................................................
...............................................................................................
............................................................... 15-
15-10

15-1
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

COMPONENTES DO SISTEMA

15-2
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Certifique-se de marcar a direção de montagem do eixo traseiro.

ESPECIFICAÇÕES (Unidade:
(Unidade: mm)

ITEM VALOR PADRÃO LIMITE DE SERVIÇO


Empenamento do eixo traseiro - 0,2
Radial - 2,0
Excentricidade do aro da roda
Axial - 2,0
Comprimento livre da mola do amortecedor 131 -

TORQUES

Paraf. do disco do freio traseiro 20~26 N.m (aplicar trava química torque médio)
Porca do eixo traseiro 80~100 N.m
Paraf. superior do amortecedor traseiro 8~12 N.m (aplicar trava química torque médio)
Porca inferior do amortecedor traseiro 28~32 N.m (aplicar trava química torque médio)
Porca do eixo do braço oscilante 80~100 N.m
Porca da coroa de transmissão 30~40 N.m

FERRAMENTAS
Ferramenta comum: Instalador
Acessório
Guia
Eixo extrator de rolamento
Cabeçote extrator de rolamento

DIAGNOSE DE DEFEITOS
Roda traseira trepidando
• Aro deformado
• Rolamentos da roda desgastados ou danificados
• Pneu defeituoso
• Eixo traseiro instalado incorretamente
• Pneu com pressão baixa
• Desgaste da bucha do garfo traseiro
Suspensão traseira macia
• Mola do amortecedor enfraquecida
• Amortecedor danificado
Suspensão traseira dura
• Amortecedor empenado
Ruídos na suspensão traseira
• Fixadores da suspensão soltos

15-3
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

RODA TRASEIRA
REMOÇÃO
• Apóie a motocicleta no cavalete central.
CÁLIPER TRASEIRO
• Solte a contraporca e o ajustador da corrente.
• Remova o cáliper do freio traseiro.

PARAFUSOS FLANGE
PORCA DE AJUSTE

• Remova a porca do eixo traseiro.

PORCA DO EIXO TRASEIRO

• Empurre a roda traseira para frente e desencaixe a


corrente da coroa de transmissão.
• Puxe o eixo para a esquerda e remova a roda traseira.
EIXO TRASEIRO

• Remova os dois espaçadores.

INSPEÇÃO
EIXO TRASEIRO • Verifique se o eixo está empenado.
Limite de uso: 0,2mm

• Verifique o empenamento do aro da roda traseira,


girando-o sobre um cavalete de inspeção.

15-4
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

DESMONTAGEM
• Remova o espaçador.
• Remova os cinco parafusos e o disco do freio.
• Remova o retentor de óleo.

ESPAÇADOR LATERAL

• Remova a coroa de transmissão.

COROA DE TRANSMISSÃO

• Verifique os dentes da coroa de transmissão. Se houver


desgaste ou danos, substitua.
BOAS CONDIÇÕES

• Verifique simultaneamente a coroa e a corrente de


transmissão.

SUBSTITUA

• Verifique os coxins da roda. Se houver danos, substitua.


COXINS DA COROA

15-5
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

• Verifique os rolamentos, girando manualmente a pista


interna. Se estiver desgastado ou danificado, substitua.

SUBSTITUIÇÃO DOS ROLAMENTOS DA RODA


TRASEIRA
• Instale o cabeçote extrator de rolamento no rolamento
e pelo lado oposto da roda, instale o eixo extrator de
rolamento e remova o rolamento.
• Após remover o espaçador, remova o outro rolamento.
Ferramenta: Cabeçote extrator de rolamento
Eixo extrator de rolamento

• Ao remover o rolamento da roda traseira, certifique-


se de substituí-lo por um novo.

• Aplique graxa nos novos rolamentos.


• Instale o rolamento esquerdo de forma que o lado do
selado fique voltado para fora.
• Instale o rolamento corretamente de forma que não
fique inclinado.
• Prense o outro rolamento de forma que o lado do
selado fique voltado para fora, após instalar o
espaçador.
Ferramenta: Instalador
Acessório
Guia

MONTAGEM

15-6
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

• Aplique graxa no retentor de pó então instale-o no


cubo.
• Instale a coroa de transmissão.

• Instale o espaçador da coroa de transmissão.


Torque:
orque 30~40 N.m

ESPAÇADOR DA RODA TRASEIRA

• Instale o disco de freio, mantendo suas marcas gravadas


voltadas para fora.
• Instale novos parafusos e aperte-os em ordem cruzada
em duas ou três etapas no torque especificado.
Torque:
orque 20~26 N.m (aplicar trava química)

INSTALAÇÃO
• Instale o espaçador do lado direito da roda traseira.
• Posicione a roda traseira no braço oscilante.
• Instale a corrente sobre a coroa de transmissão.
• Insira o eixo traseiro pela esquerda.

EIXO TRASEIRO

15-7
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

• Instale a porca do eixo da roda temporariamente.


• Apertando a porca de ajuste da corrente, ajuste a folga
da corrente (pág.2-8).
• Aperte a porca do eixo traseiro no torque especificado.
Torque: 80~100 N.m

• Certifique-se de alinhar as marcas de ajuste da


corrente na mesma posição em ambos os lados do
braço oscilante.

EIXO TRASEIRO

ACABAMENTO DA RABETA
AMORTECEDOR TRASEIRO
REMOÇÃO
• Apóie a motocicleta no cavalete central.
• Remova o assento.
• Remova os acabamentos da rabeta lado direito e
esquerdo.
• Remova as porcas inferiores do amortecedor.

• Remova os parafusos flange superiores do amortecedor


traseiro.

FIXADORES • Como há gás em alta pressão dentro do


amortecedor, assegure-se de não desmontá-lo.
• Não aquecer o amortecedor!

AMORTECEDOR
TRASEIRO

INSPEÇÃO
• Verifique visualmente se há danos no amortecedor
traseiro.
• Verifique os seguintes componentes:
- Haste do amortecedor quanto a empenamento ou
danos.
- Amortecedor quanto a vazamento ou danos.
- Bucha quanto a desgaste ou danos

• Verifique se há desgaste ou danos em todas as peças.


• Se necessário substitua o amortecedor traseiro em
AMORTECEDOR TRASEIRO
conjunto.

15-8
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

DESMONTAGEM
• Instale o acessório do compressor como na imagem.
• Instale o compressor ao o amortecedor e comprima a
mola.
Ferramenta: Acessório do compressor de mola
Compressor de mola do amortecedor

• Fixe o suporte superior e solte a porca sextavada.


• Remova o suporte superior.
• Remova a porca sextavada, o suporte da mola, a
bucha limitadora e a mola do conjunto do
amortecedor.

INSPECÃO
• Verifique a haste do amortecedor quanto a
empenamento ou danos.

• Meça o comprimento livre da mola do amortecedor.


Limite de uso: 189 mm

15-9
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

MONTAGEM
• Instale a mola, a bucha limitadora e o suporte da
mola.
• Comprima a mola com o uso da ferramenta especial,
aplique trava química na rosca porca sextavada e
instale-a na extremidade do amortecedor.
Ferramenta: Acessório do compressor de mola
Compressor de mola do amortecedor

• Instale a mola, mantendo o lado com as espirais


mais próximas voltadas para cima.

BRAÇO OSCILANTE
REMOÇÃO
CAPA DA CORRENTE DE TRANSMISSÃO
• Remova a roda traseira (pág.15-4).
• Remova os dois parafusos e a capa da corrente de
transmissão.

BRAÇO OSCILANTE
PARAFUSOS FLANGE

• Remova a abraçadeira de mangueira do freio instalada


no braço oscilante.
BRAÇO OSCILANTE • Remova os amortecedores traseiro.
• Remova a porca e o eixo do braço oscilante.

PORCA

• Remova o braço oscilante.

BRAÇO OSCILANTE

15-10
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

DESMONTAGEM/INSPEÇÃO
• Remova os dois parafusos e o deslizador da corrente.
• Verifique o deslizador da corrente quanto a desgaste
ou danos.
• Remova as capas dos retentores de pó, as buchas e o
espaçador central do braço oscilante.
• Verifique os componentes removidos quanto a desgaste
ou danos. Substitua-os se necessário.

MONTAGEM

AJUSTADOR DA CORRENTE PORCA DE AJUSTE

BRAÇO OSCILANTE CONTRAPORCA

CAPA DO RETENTOR

BUCHA

ESPAÇADOR DO BRAÇO OSCILANTE


CORRENTE DE TRANSMISSÃO

EIXO DO BRAÇO OSCILANTE DESLIZADOR DA CORRENTE

• Aplique graxa no espaçador central e nas buchas do


braço oscilante. Instale-os no braço oscilante.

• Instale a capa dos retentores de pó do braço oscilante.


• Instale o deslizador da corrente e aperte os parafusos.
Torque: 3,5~4,5 N.m
ENTRADA DE GRAXA

15-11
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

INSTALAÇÃO
• Aplique uma camada fina de graxa na superfície do
eixo do braço oscilante.
• Coloque o braço oscilante no chassi, através da
corrente de transmissão.
• Alinhe os orifícios e instale o eixo do braço oscilante
pelo lado esquerdo. Aperte a porca no torque
especificado.
Torque: 80~100 N.m

• Instale os amortecedores no braço oscilante e aperte as


porcas no torque especificado.
Torque: 28~32 N.m (aplicar trava química)

• Instale a roda traseira.


• Posicione a mangueira de freio no braço oscilante e
fixe-a com a abraçadeira.
• Instale o suporte do cáliper traseiro no braço oscilante.
• Instale o escapamento.

• A instalação dever ser feita na ordem inversa da


remoção.

15-12
RODA TRASEIRA/SUSPENSÃO

ANOTAÇÕES

15-13
SISTEMA DE FREIO

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
..................................................................................
..................................................16
..................16-
16-2 16
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................16
....................16-
16-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
.........................................................16
.........................16-
16-4
SUBSTITUIÇÃO
SUBSTITUIÇÃO DO FLUIDO DE FREIO/SANGRIA DO AR ................................................................
.............................................................................
.............................................16
.............16-
16-5
PASTILHAS/DISCOS DE FREIO ................................................................
................................................................................................
...................................................................................
...................................................16
...................16-
16-8
INSPEÇÃO
INSPEÇÃO DO DISCO DE FREIO ................................................................
................................................................................................
............................................................................
............................................ 16-
16-11
CILINDRO MESTRE DIANTEIRO ................................................................
................................................................................................
...............................................................................
............................................... 16-
16-11
CILINDRO MESTRE TRASEIRO ................................................................
................................................................................................
..................................................................................
.................................................. 16-
16-15
CÁLIPER DO FREIO DIANTEIRO ................................................................
................................................................................................
...............................................................................
............................................... 16-
16-19
CÁLIPER DO FREIO DIANTEIRO ................................................................
................................................................................................
...............................................................................
............................................... 16-
16-22
PEDAL DO FREIO ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
...................................................................
................................... 16-
16-24

16-1
SISTEMA DE FREIO

COMPONENTES DO SISTEMA

DIANTEIRO

TRASEIRO

16-2
SISTEMA DE FREIO

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Não permita que poeira e água se misture com o fluido ao abastecer o reservatório.
• Não misture tipos diferentes de fluidos para evitar a alteração química.
• Não use o fluido de freio removido.
• Evite derramar o fluido de freio em peças pintadas, plásticas ou em borracha, pois isso pode danificá-las.
• Cubra as conexões das mangueiras para evitar o vazamento de fluido de freio.
• Limpe as peças removidas com fluido de freio e arrume essas peças para não serem contaminadas com poeira ou
terra.
• Após verificar se há poeira ou pó em cada peça, instale-as.
• Sempre substitua as peças especificadas.
• A pastilha de freio pode ser removida sem desconectar a mangueira.
• Execute a sangria do ar caso mangueira de freio seja removida.
• Pastilhas e discos de freio contaminado com óleo ou fluido de freio têm sua capacidade de frenagem reduzida.
Substitua as pastilhas contaminadas e limpe os discos contaminados completamente.

ESPECIFICAÇÕES (Unidade:
(Unidade: mm)

ITEM VALOR PADRÃO LIMITE DE SERVIÇO


Fluido de freio especificado DOT4 -
Espessura do disco de freio 4,0 3,5
Empenamento do disco de freio 0 ,1 0 ,3
DIANTEIRO Diâmetro interno do cilindro mestre 14,
14,000~14,
000~14,043 14,
14,055
Diâmetro externo do pistão mestre 13,
13,878~13,
878~13,905 13,
13,866
Diâmetro interno do cilindro da cáliper 25,
25,000~25,
000~25,033
033 25,
25,07
Diâmetro externo do pistão da cáliper 24,
24,914~24,
914~24,935 24,
24,87
Fluido de freio especificado DOT4 -
Espessura do disco de freio 4,0 3,5
Empenamento do disco de freio 0,1
0,1 0,3
0,3
TRASEIRO Diâmetro interno do cilindro mestre 12,
12,700~12,
700~12,743 12,
12,755
Diâmetro externo do pistão mestre 12,
12,657~12,
657~12,684 12,
12,645
Diâmetro interno do cilindro da cáliper 25,
25,000~25,
000~25,033 25,
25,070
Diâmetro externo do pistão da cáliper 24,
24,914~24,
914~24,935 24,
24,870

TORQUES

Paraf. do suporte do cáliper do freio (dianteiro/traseiro) 25~35


25~35 N.m (aplicar trava química torque médio)
Válvula de sangria do cáliper do freio (dianteiro/traseiro) 5~7 N.m
Parafuso pino do cáliper do freio (dianteiro/traseiro) 21~25 N.m
Pino da pastilha do freio (dianteiro/traseiro) 8~12 N.m
Paraf. da mangueira do freio (dianteiro/traseiro) 23~27 N.m
Paraf. da tampa do reservatório de fluido de freio 1,3~1,7 N.m
Paraf. pivô da alavanca do freio dianteiro 4~6 N.m
Porca da alavanca do freio dianteiro 8~12 N.m
Paraf. do fixador do cilindro mestre do freio traseiro
traseiro 8~12 N.m

FERRAMENTAS
Ferramenta especial: Alicate para anel elástico

16-3
SISTEMA DE FREIO

DIAGNOSE DE DEFEITOS
Capacidade baixa de frenagem
• Existência de ar no sistema hidráulico
• Fluido de freio misturado com água
• Pastilhas/discos de freio contaminados
• Vedação do pistão do cáliper desgastada
• Vedação do pistão do cilindro mestre desgastada
• Pastilhas desgastadas
• Cáliper contaminado internamente
• Mau funcionamento do deslizador do cáliper
• Pastilhas/discos irregularmente desgastados
• Baixo nível de fluido de freio
• Passagem de fluido obstruída
• Disco de freio empenado
• Pistão do cáliper preso ou desgastado
• Pistão do cilindro mestre preso ou desgastado
• Disco desgastado
• Cilindro mestre contaminado internamente
• Alavanca do freio empenada
Alavanca do freio muito dura e com dificuldade para retornar
• Sistema de freio obstruído
• Pistão do cáliper preso ou desgastado
• Mau funcionamento do deslizador do cáliper
• Passagem de fluido obstruída
• Vedação do pistão do cáliper desgastada
• Pistão do cilindro mestre preso ou desgastado
• Alavanca do freio empenada
Freio arrastando
• Pastilhas/discos de freio contaminados
• Roda desalinhada
• Pastilhas/discos irregularmente desgastados
• Disco de freio deformado/empenado
• Mau funcionamento do deslizador do cáliper
• Sistema de pressão do fluido contaminado

16-4
SISTEMA DE FREIO

SUBSTITUIÇÃO DO FLUIDO DE FREIO/


TAMPA DO RESERVATÓRIO DE FLUIDO
SANGRIA DO AR

• Não permita a entrada de materiais estranhos no


sistema ao abastecer o reservatório.
• Evite derramar o fluido em partes pintadas, plásticas
ou de borracha.

DRENAGEM DO FLUIDO DE FREIO


FLUIDO DE FREIO <Freio dianteiro>
• Gire o guidão até o reservatório ficar paralelo ao solo
antes de remover a tampa do reservatório.

• Remova os dois parafusos e a tampa do reservatório de


fluido.
• Retire a placa do diafragma e o diafragma do cilindro
mestre.

• Conecte a mangueira de sangria à válvula de sangria


do cáliper.

CÁLIPER DIANTEIRO

• Solte a válvula de sangria e bombeie a alavanca ou


pedal de freio.
• Pare de bombear quando não houver mais fluido
saindo da válvula de sangria.

16-5
SISTEMA DE FREIO

<Freio traseiro>
• Remova a tampa lateral direita.
• Remova a tampa do reservatório de fluido.
RESERVATÓRIO DE FLUIDO DO FREIO TRASEIRO

• Drene o fluido de freio da mesma maneira que o fluido


do freio dianteiro foi drenado.

PEDAL DO FREIO

ABASTECIMENTO DE FLUIDO DE FREIO


• Abasteça o reservatório com fluido de freio DOT4 até o
nível superior.

• Não misture tipos diferentes de fluido. Eles não são


compatíveis.

• Conecte um sangrador de freio recomendado à válvula


de sangria.
• Bombeie o sangrador de freio e solte a válvula de
sangria, adicionando fluido quando o nível do fluido
do cilindro mestre estiver baixo.

• Repita os procedimentos da etapa anterior até as


bolhas de ar não aparecerem na mangueira plástica.

• Quando não estiver utilizando um sangrador de


freio, abasteça o reservatório de fluido e acione a
alavanca ou pedal do freio ao abastecer o fluido.

• Aperte a válvula de sangria.

16-6
SISTEMA DE FREIO

CILINDRO MESTRE SANGRIA DO FREIO DIANTEIRO/TRASEIRO


CÁLIPER DIANTEIRO
<Quando o sangrador do freio não estiver disponível>
• Conecte uma mangueira transparente à válvula de
sangria.
• Bombeie a pressão do sistema com a alavanca ou o
pedal até que não haja bolhas de fluido saindo do
cilindro mestre e que a resistência do pedal ou da
alavanca seja sentida.

1. Aperte a alavanca do freio ou pise no pedal, abra a


válvula de sangria em meia volta e feche a válvula.

• Não solte a alavanca ou o pedal do freio até a


válvula de sangria ter sido fechada.
CÁLIPER TRASEIRO PEDAL TRASEIRO

2. Solte lentamente a alavanca ou o pedal do freio e


espere alguns segundos após atingir o final de seu
curso.
3. Repita as etapas 1 e 2 até as bolhas pararem de
aparecer no fluido que sai da válvula da válvula de
sangria.

FLUIDO DE FREIO

• Verifique o nível de fluido com frequência e


adicione fluido se o nível estiver próximo do
mínimo.
• Caso não haja vazamento de ar da mangueira do
sangrador, ative a alavanca do freio para verificar a
presença de ar.

• Aperte a válvula de sangria.


Torque: 5 ~ 7 N.m

• Abasteça o reservatório de fluido até o nível máximo.


• Reinstale o diafragma e a placa.

<Freio dianteiro>
• Instale a tampa do cilindro mestre e aperte os
parafusos.

<Freio traseiro>
• Instale firmemente a tampa do reservatório.
• Instale a tampa lateral direita.
• Instale o assento.

16-7
SISTEMA DE FREIO

PASTILHAS/DISCOS DO FREIO
SUBSTITUIÇÃO DAS PASTILHAS DO FREIO
DIANTEIRO

MANGUEIRA DE FREIO
• Sempre substitua as pastilhas em pares.
• Não remova a mangueira do freio ao substituir as
pastilhas.

CÁLIPER DIANTEIRO
• Remova a abraçadeira da mangueira do freio do garfo
dianteiro.

• Remova o bujão do pino da pastilha com o uso da


chave L.
• Remova os dois parafusos de suporte do cáliper e
remova o cáliper do freio.

• Pressione os pistões do cáliper completamente para


permitir a instalação de novas pastilhas de freio.
• Remova o pino e substitua as pastilhas de freio.

PASTILHAS DE FREIO

• Remova o pino de suspensão e substitua as pastilhas


de freio.
• Limpe o interior do cáliper, especialmente em volta dos
pistões.

16-8
SISTEMA DE FREIO

• Certifique-se que a mola da pastilha de freio esteja


posicionada.

• Instale as novas pastilhas de freio.


• Instale os pinos das pastilhas.

MOLA DAS PASTILHAS

• Instale o cáliper do freio no garfo para que o disco


fique posicionado entre as pastilhas.
• Instale e aperte os novos parafusos de montagem do
cáliper do freio com o torque especificado.
Torque:
orque: 25 ~ 35 N.m (Aplicar trava química)

• Aperte o pino das pastilhas e o bujão do pino.


Torque: 8 ~ 12 N.m

PINO DAS PASTILHAS

SUBSTITUIÇÃO DAS PASTILHAS DO FREIO


TRASEIRO
• Remova a abraçadeira da mangueira de fluido do freio
traseiro.

• Pressione os pistões do cáliper completamente para


permitir a instalação de novas pastilhas de freio.

CÁLIPER DO FREIO TRASEIRO

• Solte o bujão do pino da pastilha.


• Solte os pinos das pastilhas.
• Remova os dois parafusos de suporte do cáliper
PINO DA PASTILHA traseiro e remova o cáliper do suporte.

16-9
SISTEMA DE FREIO

• Remova os pinos das pastilhas e as pastilhas de freio.

PASTILHAS DE FREIO

• Certifique-se que a mola da pastilha de freio esteja


posicionada.
• Instale as novas pastilhas de freio.

MOLA DAS PASTILHAS

• Instale os pinos das pastilhas.


Torque: 8 ~ 12 N.m

PINO DA PASTILHA

• Instale o cáliper do freio no suporte para que o disco


fique posicionado entre as pastilhas.
• Aperte os parafusos de montagem do cáliper do freio.
Torque: 25 ~ 35 N.m (Aplicar trava química)

• Aperte os bujões dos pinos.


Torque: 8 ~ 12 N.m

• Instale a abraçadeira da mangueira de fluido do freio


traseiro.

16-10
SISTEMA DE FREIO

INSPEÇÃO DO DISCO DE FREIO


• Verifique visualmente o disco de freio para ver se há
desgaste ou quebras.
• Meça a espessura do disco com um micrômetro.
DISCO DE FREIO Limite de uso: Dianteiro: 3,5mm
Traseiro: 3,0mm

• Troque o disco de freio se o valor medido estiver


abaixo do limite de uso.

• Meça o empenamento do disco de freio com um


relógio comparador.
Limite de uso: 0,3mm

• Verifique se os rolamentos da roda apresentam


desgaste excessivo se a deformação exceder o limite de
uso.
• Troque o disco do freio se os rolamentos da roda
estiverem normais.

INTERRUPTOR DA LUZ DO FREIO CILINDRO MESTRE DIANTEIRO


REMOÇÃO
• Drene o fluido de freio (pág.16-5).
• Desacople a fiação do interruptor da luz do freio
dianteiro.
• Remova os parafusos e as arruelas da mangueira de
fluido do freio.

• O fluido de freio danifica partes pintadas, de


plástico ou borracha. Não derrame o fluido nessas
partes.
• Em caso de contaminação, limpe suavemente o
CILINDRO MESTRE
fluido com um pedaço de pano ou lave com água.

• Remova os dois parafusos do suporte do cilindro


mestre e remova o conjunto do cilindro mestre.

16-11
SISTEMA DE FREIO

DESMONTAGEM
• Remova a porca e o parafuso da alavanca.
• Remova a alavanca do conjunto.

• Solte o parafuso e remova o interruptor da luz do freio.

INTERRUPTOR DA LUZ DO FREIO

• Remova a luva.

LUVAS

• Remova o anel de elástico do cilindro mestre.


Ferramenta: Alicate para anel elástico

• Remova o pistão e a mola.

• Limpe o interior do cilindro e do reservatório com fluido


de freio.
ANEL ELÁSTICO

16-12
SISTEMA DE FREIO

INSPEÇÃO
PISTÃO DO CILINDRO MESTRE • Verifique se o pistão apresenta riscos anormais.
• Verifique se o copo primário e o copo secundário
apresentam desgaste ou danos.

• Meça o diâmetro externo do pistão do cilindro mestre.


Limite de uso: 13,866mm

• Verifique se o cilindro mestre apresenta riscos


anormais.

• Meça o diâmetro externo do cilindro mestre.


Limite de uso: 14,055mm

CONJUNTO PISTÃO DO CILINDRO TAMPA DO RESERVATÓRIO


MESTRE

PLACA DO DIAFRAGMA

DIAFRAGMA

PARAFUSO PIVÔ DA ALAVANCA

FIXADOR DO CILINDRO MESTRE

ALAVANCA DO FREIO DIANTEIRO


INTERRUPTOR DA LUZ DO
FREIO DIANTEIRO

16-13
SISTEMA DE FREIO

• Cubra todas as peças com fluido de freio limpo antes


da montagem.
CARCAÇA DO CILINDRO MESTRE • Mergulhe o pistão no fluido de freio.
• Instale a mola no pistão.
• Instale o conjunto do pistão no cilindro mestre.

MOLA PISTÃO

• Instale o anel de elástico.


Ferramenta: Alicate para anel elástico

• Instale a luva.

LUVAS

• Instale o interruptor da luz do freio dianteiro e aperte o


parafuso.
• Instale a alavanca do freio dianteiro e aperte a porca e
o parafuso.

INTERRUPTOR DA LUZ DO FREIO


DIANTEIRO

16-14
SISTEMA DE FREIO

INSTALAÇÃO
• Coloque o conjunto do cilindro mestre no guidão.
• Instale o suporte do cilindro mestre com a marcação
"UP" voltada para cima. Alinhe a borda do cilindro
mestre com a marca gravada no guidão.
• Aperte primeiro o parafuso superior e depois o inferior.

• Instale o parafuso de fluido e a nova arruela na


mangueira do freio.
• Aperte o parafuso da mangueira de freio.
MANGUEIRA DE FREIO Torque: 23~27 N.m

• Acople a fiação do interruptor da luz do freio dianteiro.


• Abasteça o reservatório até o nível superior e sangre o
sistema de freio (pág.16-5).

CILINDRO MESTRE TRASEIRO


REMOÇÃO

RESERVATÓRIO TRASEIRO DE FLUIDO • Drene o fluido de freio (pág.16-5).


• Remova o parafuso de montagem do reservatório
traseiro.
• Remova o parafuso e as arruelas da mangueira de
óleo do freio traseiro.


• O fluido de freio danifica partes pintadas, de
plástico ou borracha. Não derrame o fluido nessas
partes.
• Em caso de contaminação, limpe suavemente o
fluido com um pedaço de pano ou lave com água.

16-15
SISTEMA DE FREIO

• Remova os dois parafusos do suporte do pedal de


apoio e o conjunto do pedal de apoio.
• Desenganche a mola do interruptor da luz do freio
traseiro da mola do pedal de freio.

PARAFUSOS FLANGE

• Remova os dois parafusos do cilindro mestre.


• Dobrando a cupilha, remova o pedal do freio e o
contrapino de conexão. Remova o conjunto cilindro
CONTRAPINO DE CONEXÃO mestre traseiro.

DESMONTAGEM
• Remova o parafuso e a conexão da mangueira do
cilindro mestre.

CILINDRO MESTRE
TRASEIRO

PARAFUSO

• Remova a luva.
• Remova o anel elástico interno do cilindro mestre com
a ferramenta.
Ferramenta: Alicate para anel elástico

16-16
SISTEMA DE FREIO

HASTE DE
• Remova a haste de acionamento, o pistão traseiro e a
CILINDRO MESTRE MOLA
ACIONAMENTO mola.
PISTÃO • Limpe o interior do cilindro com fluido de freio.
TRASEIRO

INSPEÇÃO
PISTÃO TRASEIRO
• Verifique superfície do pistão quanto a danos e riscos.
• Verifique se o copo primário e o copo secundário
apresentam fadiga ou danos.

• Meça o diâmetro externo do pistão do cilindro mestre


traseiro.
Limite de uso: 12,645mm

• Verifique se o cilindro mestre quanto a danos e riscos


em sua superfície de contato.

• Meça o diâmetro interno do cilindro mestre.


Limite de uso: 12,755mm

MONTAGEM

16-17
SISTEMA DE FREIO

• Aplique fluido de freio limpo em todas as peças antes


CILINDRO MESTRE MOLA PISTÃO HASTE DE da montagem.
ACIONAMENTO

• Mergulhe o pistão no fluido de freio.


• Instale a mola no copo secundário.
• Instale a mola, o copo secundário e o pistão.

• Instale a haste de acionamento no cilindro mestre.

• Instale o anel de elástico interno.


Ferramenta: Alicate para anel elástico

• Instale a luva.

CONEXÃO DA
MANGUEIRA • Aplique fluido de freio em um novo anel de vedação e
instale-o na conexão da mangueira.
• Instale a conexão da mangueira no cilindro mestre.

• Aperte o parafuso com o torque especificado.

CILINDRO
MESTRE
TRASEIRO

PARAFUSO

16-18
SISTEMA DE FREIO

INSTALAÇÃO
CILINDRO MESTRE TRASEIRO • Coloque o cilindro mestre no suporte do pedal de
apoio e instale os parafusos. Conecte o pedal do freio
e a haste de conexão do freio.
• Instale o contrapino e prenda-o com uma nova
cupilha.

• Enganche a mola do interruptor da luz do freio à mola


do pedal de freio.
• Instale o conjunto do pedal do freio no chassi e aperte
os parafusos de cabeça Allen do cilindro com o torque
especificado.
Torque: 8~12 N.m

• Aperte os parafusos de fixação do cilindro mestre.

PARAFUSOS FLANGE

• Instale a mangueira do freio com o parafuso e as


novas arruelas.
• Aperte o parafuso da mangueira com o torque
especificado.
Torque: 23~27 N.m

• Aperte o parafuso de fixação do reservatório traseiro.


• Abasteça o fluido de freio até o nível superior e sangre
o sistema de freio (pág.16-5).
• Ajuste a altura do pedal de freio (pág.2-10).

CÁLIPER DO FREIO DIANTEIRO LE


CÁLIPER DO FREIO DIANTEIRO LD
CÁLIPER DO FREIO DIANTEIRO
REMOÇÃO
• Drene o fluido de freio do cáliper de freio LD/LE
(pág.16-5).
• Remova o parafuso da mangueira de freio e sua
arruela.
• Remova a abraçadeira do cabo do velocímetro.
• Remova os parafusos de fixação do cáliper, o cáliper e
PARAFUSO DA MANGUEIRA
as pastilhas de freio (pág.16-8).

16-19
SISTEMA DE FREIO

• Evite derramar o fluido em partes pintadas, plásticas


ou de borracha.
• Mantenha o óleo fora do disco ou da pastilha de
freio, pois os discos ou pastilhas contaminados
reduzem o desempenho de frenagem, se
MANGUEIRA DE FREIO contaminados.
• Substitua a pastilha por uma nova e limpe o disco.

DESMONTAGEM
• Remova a mola da pastilha, o pino deslizante, o
suporte do cáliper e a luva do corpo do cáliper.
• Caso haja desgaste ou danos na luva, troque-a por
PISTOLA DE AR uma nova.
• Instale camadas de papelão corrugado ou madeira
macia entre os pistões.
• Aplique pequenos esguichos de ar comprimido no
conjunto da mangueira do freio para remover os
pistões do cáliper.

• Não use ar comprimido sob alta pressão nem


aproxime demais a pistola de ar.
VEDAÇÃO DO PISTÃO
• Não toque o interior do cáliper.

• Remova o pistão e a vedação contra poeira.

• Limpe o interior do cáliper e o pistão com fluido de


freio.

RETENTOR DE PÓ

INSPEÇÃO
• Verifique se a superfície de fricção do cáliper apresenta
danos ou riscos.

• Meça o diâmetro interno do cáliper.


Limite de uso: 25,07 mm

16-20
SISTEMA DE FREIO

• Verifique visualmente se o pistão apresenta danos ou


riscos.
PISTÃO
• Meça o diâmetro externo do pistão.
Limite de uso:
uso: 24,87mm

MONTAGEM
• Limpe a vedação do pistão e o retentor de pó com
fluido de freio e instale-a no sulco do cáliper.

PISTÃO • Ao instalar o pistão no cáliper, o lado do sulco do


pistão deve ficar voltado para a pastilha.

VEDAÇÃO
CÁLIPER DO PISTÃO RETENTOR DE PÓ

• Aplique graxa de silicone à luva.


• Instale a luva no sulco do cáliper.
• Instale a mola da pastilha no cáliper.
• Instale o parafuso do pino do cáliper e instale o
suporte do cáliper.
• Instale a pastilha no cáliper do freio (pág.16-8).

16-21
SISTEMA DE FREIO

INSTALAÇÃO
• Instale o cáliper dianteiro no garfo dianteiro.
• Aperte os parafusos de montagem do cáliper com o
torque especificado.
Torque: 25~35 N.m (Aplicar trava química)

• Instale a mangueira do freio com dois novos parafusos


e as novas arruelas.
• Aperte o parafuso do óleo com o torque especificado
Torque: 23~27 N.m

• Abasteça o fluido de freio até o nível superior e sangre


o sistema de freio (pág.16-7).

CÁLIPER DO FREIO TRASEIRO


REMOÇÃO
• Drene o fluido de freio (pág.16-5).
• Remova o parafuso da mangueira e a arruela.
PARAFUSO DA
MANGUEIRA

CÁLIPER

• Remova os parafusos de fixação do cáliper traseiro, o


cáliper e as pastilhas de freio (pág.16-8).

DESMONTAGEM
• Remova a mola, o pino deslizante, o suporte do cáliper
e a luva do corpo do cáliper.
• Caso haja desgaste ou danos na luva, troque-a por
uma nova.

16-22
SISTEMA DE FREIO

• Enrole o cáliper com um pedaço de pano para evitar


vazamento do fluido de freio e a queda do pistão
quanto o pistão estiver voltado para baixo.
PISTOLA DE AR • Remova o pistão do cáliper enquanto aplica ar em
baixa pressão na abertura da mangueira do freio.

• Não use ar em alta pressão nem aproxime demais


a pistola de ar.
• Não toque o interior do cáliper.

• Remova a vedação do pistão e o retentor de pó.


• Limpe o interior do cáliper e o pistão com fluido de
freio.

RETENTOR DE PÓ VEDAÇÃO DO PISTÃO

VERIFICAÇÃO
• Verifique visualmente se o cáliper apresenta danos ou
riscos.
• Meça o diâmetro interno do cáliper.
Limite de uso:
uso: 25,070mm

• Verifique visualmente se os pistões apresentam danos


ou riscos.
• Meça o diâmetro externo do pistão
Limite de uso:
uso: 24,870mm

MONTAGEM

PASTILHAS
• Limpe a vedação do pistão e o retentor de pó com
fluido de freio e instale-a no sulco do cáliper.
PISTÕES

SUPORTE DO MOLAS DAS


VEDAÇÃO RETENTOR PASTILHAS
CÁLIPER DO PISTÃO DE PÓ

16-23
SISTEMA DE FREIO

• Instale o pistão no cáliper com o lado do sulco voltado


para a pastilha.
MOLA DAS PASTILHAS • Aplique graxa de silicone à luva.
• Instale a luva no sulco do cáliper.
• Instale a mola das pastilhas no cáliper.
• Instale o parafuso do pino do cáliper e instale o
suporte do cáliper.
• Instale a pastilha no cáliper do freio.

INSTALAÇÃO
• Instale o cáliper traseiro no suporte traseiro.
• Aperte os parafusos de fixação do cáliper com o torque
especificado.
Torque: 25~35 N.m (Aplicar trava química)

• Instale a mangueira do freio com dois novos parafusos


e as novas arruelas.
• Aperte o parafuso com o torque especificado
Torque: 23~27 N.m

• Abasteça o fluido de freio até o nível máximo e sangre


o sistema de freio (pág.16-7).

PEDAL DO FREIO
PEDAL DO FREO
REMOÇÃO
• Remova o parafuso e o pedal do freio.

PARAFUSO FLANGE

CUPILHA
• Estique e puxe a cupilha do contrapino de conexão
pedal do freio e remova o contrapino de conexão.
• Remova a mola do pedal do freio.
• Remova o anel de retenção externo, a arruela e o
pedal do freio.

16-24
SISTEMA DE FREIO

INSTALAÇÃO
• Instale o pedal do freio.
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

16-25
SISTEMA DE FREIO

ANOTAÇÕES

16-26
SISTEMA DE CARGA

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
..................................................................................
..................................................17
..................17-
17-2 17
DIGRAMA DO SISTEMA ................................................................
................................................................................................
............................................................................................
............................................................17
............................17-
17-2
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................17
....................17-
17-3
DIAGNOSE
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
.........................................................17
.........................17-
17-4
BATERIA ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
..................................................................................
..................................................17
..................17-
17-5
INSPEÇÃO DO SISTEMA DE CARGA ................................................................
................................................................................................
..........................................................................
..........................................17
..........17-
17-5
INSPEÇÃO DO REGULADOR RETIFICADOR................................................................
................................................................................................
................................................................17
................................17-
17-7
INSPEÇÃO DA BOBINA DE CARGA
CARGA DO ALTERNDOR ................................................................
..................................................................................
..................................................17
..................17-
17-8

17-1
SISTEMA DE CARGA

COMPONENTES DO SISTEMA

REGULADOR/ RETIFICADOR

ECU

CAIXA DE FUSÍVEIS
BOBINA DE IGNIÇÃO

DIAGRAMA DO SISTEMA
AMARELO VERDE

AMARELO VERMELHO/BRANCO
CONTATO
AMARELO DE FUSÍVEL CABO PRETO
IGNIÇÃO
VERMELHO
ALTERNDOR

REGULADOR/ Fusível
RETIFICADOR (15 A) BATERIA
12V10AH

CARGA ECU

17-2
SISTEMA DE CARGA

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Mantenha materiais inflamáveis longe da bateria quando estiver carregando.


• Pode haver perigo de fogo, pois gás hidrogênio líquido está sendo produzido enquanto a bateria é carregada.
• Não deixe que o ácido da bateria entre em contato com roupas, pelo ou olhos.
• Se houver exposição, lave bem com água, e se entrar nos olhos, enxágue com água e consulte um médico.
• Se ácido de bateria entrar em contato com suas roupas, como o ácido pode penetrar ou perfurar o tecido chegando à
pele, assegure-se de trocar as roupas atingidas pelo ácido e lavá-las.
• Se for permitido que a bateria perca toda a sua carga repetidamente, ou for carregada além do necessário
repetidamente, ou mesmo se for deixada sem nenhuma carga por um longo período de tempo, a bateria pode ser
danificada, perder sua vida útil ou perder parte de sua força.
• É importante observar que, naturalmente, a bateria irá durar de 2 a 3 anos funcionando normalmente. Após este
período, mesmo que seja recarregada, sua carga será reduzida, levando a uma perca de desempenho da bateria.
• A voltagem da bateria pode ser recuperada após sua recarga, no entanto, sob severas condições de uso, sua voltagem
pode cair rapidamente ou até cessar eventualmente. Por essa razão, o sistema de carga é tido como razão do
problema. Problemas de sobrecarga normalmente são resultantes de defeitos da própria bateria. Se uma das células
da bateria estiver em curto-circuito e a voltagem da bateria não subir, o regulador/retificador supre o excesso de
voltagem à bateria. Sob estas condições, o nível de eletrólito diminui rapidamente.
• Se a motocicleta não for usada por um longo período, assegure-se de substituir a bateria a cada três meses. Se não a
capacidade da bateria de acumular eletricidade será reduzida.
• Para informações sobre a remoção do alternador, consultar o capítulo 8.

ESPECIFICAÇÕES (Unidade:
(Unidade: mm)

ITEM VALOR PADRÃO


Capacidade 12V-10AH (MF)
Bateria
Completamente carregada 13,0~13,2V (após 30 minutos desligada)
Resistência da bobina de carga (20ºC) 0,1~1,5 Ω (20ºC)
Alternador
RPM no início da recarga 1.350 RPM
Tipo Transistor
Regulador /retificador
Regulador de voltagem 14,5±1,0V / 5000 RPM

FERRAMENTAS:
FERRAMENTAS: Multímetro
Scanner
Adaptador de pico de voltagem
Testador de bateria

17-3
SISTEMA DE CARGA

DIAGNOSE DE DEFEITOS

Sem tensão (contato de ignição ligado) Tensão baixa (motor funcionando)


• Bateria descarregada • Bateria com carga baixa
- Nível de fluido baixo • Bateria falhando
- Completamente descarregada • Defeito do sistema de carga
- Mau funcionamento do sistema de carga
Tensão intermitente
• Cabo da bateria desconectado
• Fusível principal aberto ou com mau contato (entre • Conexão da bateria solta
fusível e encaixe) • Conexão do sistema de carga solta
• Contato de ignição defeituoso • Conexão do sistema de ignição solta
• Chicote principal aberto ou mau conectado • Conexão solta ou curto circuito no sistema de ignição
• Conexão solta ou curto circuito no sistema de iluminação
Tensão baixa (contato de ignição ligado)
Falha do sistema de carga
• Bateria com carga baixa
- Baixo nível do fluido • Folga, quebra ou curto-circuito no fio ou conexão
- Bateria descarregada • Falha do regulador retificador
• Falha do alternador
• Falha no sistema de carga
• Conexão da bateria solta

SISTEMA DE CARGA

Meça a fuga de corrente da bateria


(pág.17-5). INCORRETO Verifique o regulador retificador (pág.17-7).

INCORRETO
CORRETO CORRETO
• Curto da fiação
• Contato de ignição
13~13,2V
Meça o nível da carga (pág.17-5). defeituoso
• Defeito do regulador retificador
ABAIXO DE 14V 14~15V • Bateria com defeito

Verifique a tensão entre o cabo da bateria e o


INCORRETO • Circuito aberto na fiação
fio terra do regulador retificador (pág. 17-7). • Conector mau conectado

CORRETO

Verifique a resistência do alternador, INCORRETO Verifique a bobina do alternador (pág.17-8).


verificando o cabo entre o alternador e o
conector do regulador retificador (pág. 17-8).
CORRETO
INCORRETO
CORRETO • Mau contato no conector do
alternador
• Alternador defeituoso

Verifique o regulador retificador (pág.17-7). INCORRETO • Defeito do regulador retificador

CORRETO

• Bateria com defeito

17-4
SISTEMA DE CARGA

BATERIA
REMOÇÃO/INSTALAÇÃO
• Retire o assento (13-4).
• Solte o cabo negativo da bateria, e remova o cabo
positivo da bateria.
• A instalação deve ser feita ordem inversa da remoção.

BATERIA • Na instalação da bateria, para prevenir curto-


circuito, primeiro conecte o terminal positivo então
o negativo.

INSPEÇÃO DA VOLTGEM
• Use o multímetro e meça a voltagem da bateria.
Voltagem: Carga máxima: 13~12,2V
Carga insuficiente: abaixo de 12,3V
Ferramenta: Multímetro

• Use um voltímetro com precisão de 0,1V.


• Ao medir a tensão da bateria após a carga,
aguarde ao menos 30 minutos, ou resultados
precisos não serão obtidos, pois a tensão da bateria
varia logo após o carregamento.

CARGA DA BATERIA
• Remova a bateria.
• Conecte o cabo positivo do carregador ao terminal
positivo da bateria.
• Conecte o cabo negativo do carregador ao terminal
negativo da bateria.

• Não permita que a bateria exceda o tempo de


carga e a corrente.
• Evite a carga rápida, pois pode reduzir a vida útil da
bateria e causar dano.

INSPEÇÃO DO SISTEMA DE CARGA


TESTE DE FUGA DE CORRENTE
• Desligue a ignição, e desconecte o cabo negativo da
bateria.
• Conecte um amperímetro entre o cabo negativo e o
cabo terra.
• Com a ignição desligada, meça a fulga de corrente.
• Fuga de corrente: inferior a 1mA
Ferramenta: Multiteste ou Amperímetro

17-5
SISTEMA DE CARGA

AMPERÍMETRO • A corrente é medida em sequência da escala maior até a


escala menor.
TERMINAL (-) • Se estiver medindo a corrente alternada alta, acima da
BATERIA escala, o fusível do amperímetro pode queimar.
• Não deixe o contato de ignição ligado enquanto estiver
fazendo medição da corrente alternada.
(Quando medir uma corrente alternada pequena MA,
uma corrente maior pode vazar queimando o fusível do
amperímetro).

CABO TERRA
INSPEÇÃO DA VOLTAGEM DE CARGA

• Certifique-se que a bateria está completamente


carregada antes de fazer teste. O montante de
corrente fluindo pode mudar inesperadamente se
não estiver carregada suficientemente. Use uma
bateria em que a voltagem entre seus terminais seja
de 13,0~13,2V.
• Quando o motor é ligado com um motor de
partida, um grande volume de corrente pode fluir
da bateria temporariamente. Use o pedal de
partida para ligar o motor.
• Se os terminais são conectados na ordem inversa, a
direção do fluxo da corrente registrada quando a
bateria é descarregada, será também inversa.
VOLTÍMETRO

AMPERÍMETRO
• Aqueça o motor e mantenha em funcionamento e
instale a bateria completamente carregada.
• Conecte os terminais do multímetro entre os terminais
da bateria.
Terminal
do fusível
• Remova o fusível principal e conecte o amperímetro
principal entre os terminais.
• Funcione o motor e aumente a rotação do motor
lentamente, meça o valor do carga.
FUSÍVEL PRINCIPAL
Voltagem de controle: 14,5±1,5V/5.000RPM
Ferramenta: Scanner, Amperímetro, Voltímetro

• Tome cuidado para não controlar o testador ou a


fiação quando a corrente estiver fluindo.
• Pode causar dano para outras peças por excesso
de corrente.

17-6
SISTEMA DE CARGA

INSPEÇÃO DO REGULADOR
REGULADOR RETIFICADOR
RETIFICADOR
INSPEÇÃO DO DIAGRAMA ELÉTRICO DA PARTE
DO CHICOTE ELÉTRICO
• Remova o assento (pág.13-2).
• Desmonte a tampa do lado esquerdo (pág.13-2).
• Desmonte os conectores 3P, 2P do regulador retificador
• Verifique o diagrama elétrico do terminal do chicote
principal

Item Medição Critério


Cabo da Bateria Voltagem entre cabo Voltagem da
(vermelho) vermelho e verde bateria
Cabo terra Fluxo de corrente Continuidade
(verde) entre o cabo verde e
o fio terra
Alternador Valor padrão de 0,1~1,5Ω
(amarelo) resistência entre cada
fio amarelo
Qualquer fluxo entre Sem
cada fio amarelo e continuidade
fio terra
Detecção da Quando o interruptor Voltagem da
voltagem do fio principal entr
entre o fio bateria deve
(preto) preto (+) e verde (-(-) ser detectada
está ligada

* Verifique 10 minutos após o motor estiver desligado.

• Verifique a voltagem de carregamento.


• Conecte o multímetro à bateria.
• Após conectar o scanner, acelere a rotação motor a
5.000 rpm para verificar a voltagem.
Voltagem de carregamento: acima de 13,5V (farol
aceso).

• Durante a verificação, se o dedo tocar na área


metálica do terminal, irá aparecerá resistência do
corpo humano. Seja cuidadoso.
REGULADO RETIFICADOR • Verifique utilizando um medidor adequado. Se
utilizar outro medidor exceto o designado, meça
adequando ao range correto de medição.

• Se a resistência entre os terminais é diferente, substitua


com um novo regulador retificador.
Ferramen
Ferramenta: Multímetro
• “∞”: Aparecerá se acima de [MΩ]

SUBSTITUIÇÃO

• Desconecte o conector o regulador retificador.


• Afrouxando os dois parafusos do regulador retificador,
remova-o.
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

17-7
SISTEMA DE CARGA

INSPEÇÃO DA BOBINA DE CARGA


DO ALTERNADOR
• Remova o assento (pág.13-4).
• Remova a tampa lateral esquerda (pág.13-4).
• Desconecte o conector do alternador.
• Meça a continuidade entre o terminal e o terra, se a
resistência é muito alta, substitua com um novo estator.
• Monte na ordem inversa da desmontagem.
• Meça a resistência entre cada fio amarelo.
resistência:: Entre fio amarelo 0,1~1,5 Ω
Valor padrão de resistência
(20°C)
• Quando o valor da resistência é muito alto ou há
continuidade entre o terminal e o terra, substitua com
um novo estator.
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

• Este teste deve ser feito com o motor instalado na


motocicleta.

17-8
SISTEMA DE CARGA

ANOTAÇÕES

17-9
SISTEMA DE IGNIÇÃO

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
..................................................................................
..................................................18
..................18-
18-2 18
DIAGRAMA
DIAGRAMA DO SISTEMA ................................................................
................................................................................................
..........................................................................................
..........................................................18
..........................18-
18-2
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................18
....................18-
18-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
.........................................................18
.........................18-
18-4
INSPEÇÃO DO SENSOR CPK ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................18
....................18-
18-5
INSPEÇÃO DA BOBINA DE IGNIÇÃO ................................................................
................................................................................................
........................................................................
........................................18
........18-
18-5

18-1
SISTEMA DE IGNIÇÃO

COMPENENTES DO SISTEMA

RETIFICADOR/REGULADOR

ECU

BOBINA DE IGNIÇÃO

DIAGRAMA DO SISTEMA

CPS SENSOR O² MAPAT


TWA TPS SCANNER
INTERRUPTOR INTERRUPTOR
DE MARCHAS DO CAVALETE

INTERRUPTOR DE PARADA DO
MOTOR

INDICADOR DO CAVALETE
INTERRUPTOR DA EMBREAGEM
FIO PRETO DA IGNIÇÃO
FUSÍVEL C

ECU DA MOTOCICLETA

INDICADOR MIL
FUSÍVEL C

RELÉ
DO
FAROL
RELÉ BOBINA DE UNIDADE/ RELÉ
ISA INJETOR
DA VELA DE IGNIÇÃO BOMBA DE BOMBA DE
VENTOINHA IGNIÇÃO COMBUSTÍVEL COMBUSTÍVEL

18-2
SISTEMA DE IGNIÇÃO

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• Ao executar reparos no sistema de ignição, sempre siga as etapas da tabela de diagnose de defeitos.
• A ECU pode ser danificada se sofrer alguma queda ou impacto.
• Caso o conector da ECU seja desacoplado enquanto houver fluxo de corrente, o excesso de voltagem pode danificá-
la. Sempre desligue o contato de ignição antes de desconectar qualquer componente elétrico.
• O sistema de ignição transistorizado não pode ser ajustado.
• Utilize uma vela de ignição com o correto grau térmico. Utilizar velas com grau térmico incorreto pode danificar o
motor.
• Acople os fios da mesma cor. Preste atenção nas cores dos fios antes da remoção. Acople os conectores da mesma
cor.
• Um sistema de ignição defeituoso costuma estar relacionado a conectores acoplados incorretamente. Verifique essas
conexões antes de continuar.
• Este manual explica sobre as inspeções para verificação do pico de voltagem. Como também são incluídas inspeções
dos valores de resistência da bobina, mas pode ser difícil fazer uma determinação correta.
• Realize a inspeção no contato de ignição, consultando a tabela do diagrama de continuidade da fiação. (capítulo 21-
1)

ESPECIFICAÇÕES (Unidade: mm)

ITEM VALOR PADRÃO


Bobina primária 0,73±0,08Ω, 23ºC±5º C
Resistência da bobina de ignição 20ºC Bobina Sem o supressor
(15KΩ)
secundária de ruídos
Resistência do sensor de posição de engate 20ºC (68ºF) 80~150Ω, 20ºC
Ponto de ignição Marcha lenta (1.600±150RPM) 5º APMS
*A resistência da bobina de ignição secundária não pode ser calculada devido ao diodo interno.

FERRAMENTAS
Ferramenta comum: Multímetro
Adaptador de pico de voltagem (PVA)

18-3
SISTEMA DE IGNIÇÃO

DIAGNOSE DE DEFEITOS
• Não há centelha na vela: Verifique utilizando um adaptador de pico de voltagem.

CONDIÇÃO ANORMAL POSSÍVEL CAUSA (inspecione seguindo a ordem numérica)


1. A velocidade de partida está muito baixa.
- A bateria está descarregada.
2. Ponto de amostra dodo testador e pulso medido não sincronizados. (O sistema está
normal se após vários testes a voltagem medida for superior à especificada)
especificada).
Baixo pico de voltagem
3. Fiação do sistema de ignição mal acoplada.
4. Aterramento da ECU com circuito aberto ou mau contato.
5. ECU defeituosa (no caso dos itens acima nº 1~5 estejam normais, mas a vela de
Voltagem primária
ignição não está funcionando, sem centelha).
centelha).
da bobina de
1. Conexões incorretas do adaptador de pico de voltagem.
voltagem.
ignição 2. Contato de ignição defeituoso
defeituoso.
Sem pico de tensão ou 3. Conector da unidade ECU solto ou mau mau acoplado.
acoplado.
quase nada. 4. Circuito aberto ou conexão ruim do aterramento da unidade ECU.
5. Unidade de ECU defeituosa (no (no caso dos itens acima nº 1~5 estejam normais,
normais,
mas não há centelha na vela de ignição).
ignição).
O pico de voltagem 1. Vela de ignição defeituosa ou fuga de corrente secundária da bobina de
está normal, mas não ignição.
há centelha na vela. 2. Bobina de ignição defeituosa.
1. A impedância do testador está muito baixa.
2. A velocidade de partida está muito baixa.
- A bateria está descarregada.
Baixo pico de
3. Ponto de amostra do testador e pulso medido não sincronizados. (O sistema está
voltagem..
voltagem
Sensor CPK normal se após vários testes a voltagem medida for superior à especificada).
4. Sensor CPK defeituoso (no (no caso dos itens acima nº 1~3 acima estejam
normais).
Sem pico de 1. Adaptador de pico de tensão defeituoso.
voltagem.
voltagem. 2. Sensor de posição de engate defeituoso

PONTOS DE INSPEÇÃO
CONDIÇÃO ANORMAL POSSÍVEL CAUSA (inspecione seguindo a ordem numérica)
Meça a tensão da bateria entre o fio o preto e o fio verde quando a ignição
CONTATO DE IGNIÇÃO
estiver ligada.
Meça a resistência da bobina entre o fio azul e o fio verde.
SENSOR CPK
( 80~150Ω, 20℃)
80~150Ω, 20℃
Meça a resistência da bobina entre o fio preto/amarelo e o fio verde.
BOBINA PRIMÁRIA DE IGNIÇÃO
(0,73±
(0,73±0,08Ω,
0,08Ω, 23℃±5℃)
FIO DE ATERRAMENTO Verifique a continuidade entre o aterramento e o chassi.

*Caso o valor medido esteja acima do intervalo especificado ou não haja centelha na vela de ignição, verifique a bobina de
ignição usando um multímetro.

18-4
SISTEMA DE IGNIÇÃO

INSPEÇÃO DO CPK
MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA
• Remova o assento (pág.13-4).
• Remova a tampa lateral esquerda do chassi (pág.13-
4).
• Desacople os conectores do estator e o conector
azul/amarelo.
• Meça a resistência entre os fios verde e azul/amarelo.
Valor padrão: 80~150Ω, 20º C

MEDIÇÃO DO PVA
• Desacople o conector do estator azul/amarelo.
• Conecte a ponta de prova (+) do adaptador de pico
de voltagem ao terminal azul/amarelo.
• Conecte a ponta de prova (-) do adaptador de pico de
voltagem ao terminal verde ou uma superfície sem
pintura do chassi.
• Dê partida no motor, utilizando o motor de partida, e
meça a tensão máxima da bobina do sensor CPK.
Tensão máxima: acima de 1,5 V
Ferramenta: Adaptador de pico de voltagem

• A instalação deve ser feita na ordem inversa da


remoção.

INSPEÇÃO DA BOBINA DE IGNIÇÃO


• Remova o tanque de combustível.
BOBINA DE IGNIÇÃO

• Desacople o conector da bobina de ignição.

• Como o valor de resistência da bobina primária é


baixo, é muito difícil julgar se há problemas ou
curto-circuito.

18-5
SISTEMA DE IGNIÇÃO

BOBINA PRIMÁRIA
• Meça a resistência dos terminais da bobina primária.
• Caso o valor de resistência esteja dentro do intervalo
especificado, a bobina está em boas condições.
Valor padrão:(Resistência)
padrão: 0,73±0,08Ω, 23ºC±0,5ºC
(Tensão) acima de 100 V

BOBINA SECUNDÁRIA (não será medido, devido ao


diodo interno)
• Remova o supressor de ruídos da vela de ignição.
• Meça a resistência entre o terminal da bobina primária
e o supressor de ruídos da vela de ignição.
• Caso o valor de resistência esteja dentro do intervalo
especificado, a bobina está em boas condições.
Valor de referência: 15kΩ

• Não meça a tensão da bobina secundária!

BOBINA DE IGNIÇÃO SUBSTITUIÇÃO


• Remova o cabo de alta tensão da vela e remova o
supressor de ruídos da vela de ignição.
• Remova a fiação da bobina de ignição.
• Solte o parafuso de fixação da bobina de ignição ao
chassi e remova-a.
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

18-6
SISTEMA DE IGNIÇÃO

ANOTAÇÕES

18-7
SISTEMA DE PARTIDA

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
..................................................................................
..................................................19
..................19-
19-2 19
DIAGRAMA
DIAGRAMA DO SISTEMA ................................................................
................................................................................................
..........................................................................................
..........................................................19
..........................19-
19-2
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................19
....................19-
19-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
.........................................................19
.........................19-
19-4
MOTOR DE PARTIDA ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
................................................................19
................................19-
19-5
RELÉ DE PARTIDA ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
.....................................................................
.....................................19
.....19-
19-8

19-1
SISTEMA DE PARTIDA

COMPENENTES DO SISTEMA

DIAGRAMA DO SISTEMA

INTERRUPTOR DE RELÉ DE PARTIDA


PARTIDA
CABO ECU
AMARELO/VERMELHO

MARRON/VERMELHO
MOTOR DE
FUSÍVEL PARTIDA
(15A)

VERDE/BRANCO
PRETO VERDE/AMARELO
PRETO/BRANCO

PRETO/BRANCO
VERDE/VERMELHO

CABO PRETO
CONTATO DE
IGNIÇÃO

VERMELHO/BRANCO VERMELHO

FUSÍVEL
(30A) INTERRUPTOR
VERDE DE MARCHA

PAINEL
DE
BATERIA
INSTRUMENTOS

VERDE/VERMELHO
B

19-2
SISTEMA DE PARTIDA

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO

• É possível reparar o motor de partida sem remover o motor do chassi.


• Sempre desligue o contato de ignição antes de executar reparos no motor de partida. O motor pode ligar subitamente
e causar ferimentos graves.
• Uma bateria fraca pode ser incapaz de ligar o motor de partida com velocidade suficiente ou de fornecer corrente de
ignição adequada.
• O motor de partida pode ser danificado se for mantido um fluxo de corrente através dele e a partida do motor não for
acionada.

ESPECIFICAÇÕES (Unidade:
(Unidade: mm)

ITEM VALOR PADRÃO LIMITE DE USO


Comprimento das escovas do motor de partida 102 mm 5 mm

FERRAMENTAS
Ferramenta comum: Multímetro
Paquímetro
Scanner

19-3
SISTEMA DE PARTIDA

DIAGNOSE DE DEFEITOS
O motor de partida não gira.
• Verifique o fusível principal antes do serviço.

Com o contato de ignição ligado e a Conecte o terminal do motor de partida


alavanca do freio acionada, verifique se há RUÍDO “CLIQUE” diretamente ao terminal positivo da bateria.
um ruído de “CLIQUE” do relé de partida (Devido ao grande fluxo de corrente, não
(pág.19-8). use fios finos).

Motor de partida Motor de partida


Funciona não funciona
SEM RUÍDO “CLIQUE”
• Contato inadequado da • Motor de partida
fiação ou do cabo defeituoso
Desacople o conector do relé de partida e
verifique o fio-terra da bobina do relé de SEM CONTINUIDADE • Interruptor de partida defeituoso
partida (pág.19-8). • Sem contato ou mau contato da fiação
• Circuito aberto na fiação
HÁ CONTINUIDADE

Acople o conector do relé de partida. Meça • Circuito aberto na fiação


a tensão do conector do relé de partida SEM TENSÃO • Sem contato ou mau contato da fiação
(pág.19-8). • Fusível queimado

HÁ TENSÃO

Verifique o funcionamento do relé de


NORMAL • Sem contato ou mau contato da fiação do relé
partida (pág.19-8). de partida.

ANORMAL • Relé de partida defeituoso

DIAGNOSE DE DEFEITOS
Motor de partida é acionado, mas o motor não
• Embreagem de partida defeituosa
• Engrenagem de partida defeituosa
• Embreagem de partida deslizando

Motor de partida gira no sentido incorreto


• Cabo do motor de partida conectado incorretamente
• Escovas do motor de partida instaladas incorretamente
• Embreagem de partida defeituosa

Motor de partida gira lentamente


• Bateria descarregada ou fraca
• Mau contato nos terminais da bateria
• Mau contato no cabo do motor de partida
• Mau contato no cabo de aterramento
• Escovas do motor de partida desgastadas ou danificadas

Motor de partida e a árvore de manivelas giram, mas o motor não é acionado


• Sistema de ignição defeituoso
• Há problemas no motor

19-4
SISTEMA DE PARTIDA

MOTOR DE PARTIDA
REMOÇÃO
• Com o contato de ignição desligado, desconecte o
cabo negativo da bateria antes de realizar a
manutenção do motor de partida.
• Remova a capa de borracha.
• Remova a porca e o cabo do motor de partida.

• Remova os dois parafusos de montagem do motor de


partida e o cabo terra.

• Sempre desligue o contato de ignição antes da


manutenção do motor de partida. O motor pode
ligar subitamente e causar ferimentos graves.

DESMONTAGEM
PARAFUSOS FLANGE • Remova os seguintes componentes:
- Anel de vedação do motor de partida
- Parafusos da carcaça do motor de partida/arruelas
de pressão
- Tampa dianteira
- Anel de retenção
- Arruela de travamento
- Arruela
- Anel de retenção
- Conjunto da tampa traseira
- Arruela 2 peças
- Induzido

INSPEÇÃO
• Verifique se a bucha interna da tampa traseira
apresenta desgaste ou danos.
• Verifique se o retentor de óleo e a bucha interna da
tampa dianteira apresentam desgaste ou danos.

19-5
SISTEMA DE PARTIDA

• Verifique se as barras comutadoras do induzido


apresentam descoloração.
• Substitua caso seja verificado descoloração.

• Verifique a continuidade entre os pares de barras


comutadoras
• Deve haver continuidade.

• Verifique a continuidade entre cada barra comutadora


e o eixo do induzido.
• Não deve haver continuidade.

• Verifique a continuidade entre a escova isolada e o


terminal do cabo.
• Deve haver continuidade.

19-6
SISTEMA DE PARTIDA

• Verifique a continuidade entre o terminal do cabo e a


carcaça.
• Não deve haver continuidade.

• Verifique se as escovas apresentam danos e meça seu


comprimento.
Limite de uso: 5 mm

• Instale os seguintes componentes:


- Novo anel de vedação
- Isolamentos
- Arruela
- Porca da arruela
• Instale as escovas no suporte.
• Instale o suporte das escovas na tampa traseira,
alinhando a lingueta do suporte com a ranhura da
tampa traseira.

• Instale as escovas no suporte das escovas e instale o


induzido na carcaça do motor de partida.

• Certifique-se de que não haja falhas no contato


entre as escovas e o induzido. A bobina pode ser
danificada caso o imã atraia o induzido em direção
à carcaça.

• Instale as duas arruelas.


• Instale os novos retentores na carcaça do motor.
• Aplique uma camada fina de graxa na extremidade do
eixo do induzido.
• Instale a tampa traseira, alinhando sua marcação com
a marcação da carcaça do motor.

19-7
SISTEMA DE PARTIDA

INSTALAÇÃO
• Cubra um novo anel de vedação com óleo e instale-o
na ranhura do motor de partida.

• Instale o motor de partida na tampa do alternador.

• Instale o cabo de aterramento e os dois parafusos de


fixação na carcaça.

• Instale o suporte do cabo da embreagem.


• Instale o cabo do motor de partida.
• Instale a capa de borracha e posicione-a corretamente
sobre o terminal.

RELÉ DE PARTIDA
REMOÇÃO
RELÉ DE PARTIDA
• Remova o assento (pág.13-4).
• Remova a tampa lateral direita (pág.13-4).
• Desacople o cabo ⊕ da bateria do terminal do relé de
partida (tenha cuidado para que não haja curto circuito
com o aterramento do chassi).
• Desacople o cabo do motor de partida do terminal do
relé de partida.
• Desacople os conectores dos fios amarelo/vermelho e
verde/amarelo.
• Remova o relé de partida do suporte do chassi.

INSPEÇÃO
• Ligue o contato de ignição e aperte o interruptor de
partida.
- Há ruído de “CLIQUE”.
Mau contato entre o terminal da bateria e do motor
de partida.
- Não há ruído de “CLIQUE”.
Não há entrada de tensão no relé de partida.
Relé de partida defeituoso.

19-8
SISTEMA DE PARTIDA

TENSÃO DO RELÉ DE PARTIDA


• Meça a tensão entre os fios Amarelo/Vermelho (+) e o
aterramento (–).
• Caso a tensão da bateria apareça apenas quando o
interruptor de partida for pressionado com o contato de
ignição ligado, o relé de partida está normal.

ATERRAMENTO DO RELÉ DE PARTIDA


• Desacople o conector dos fios Verde/Amarelo.
• Verifique se há continuidade entre o fio Verde/Amarelo
e o fio terra.
• Condição de continuidade:
- Cavalete levantado
- Transmissão em ponto morto.

INSPEÇÃO DO FUNCIONAMENTO
• Conecte o cabo positivo da bateria ao fio
Amarelo/Vermelho e o cabo negativo da bateria ao fio
Verde/Amarelo, se houver continuidade entre os
terminais como na imagem, o relé está em boas
condições.

• A instalação deve ser feita na ordem inversa da


remoção.

19-9
SISTEMA DE PARTIDA

ANOTAÇÕES

19-10
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA

COMPONENTES DO SISTEMA ................................................................


................................................................................................
..................................................................................
..................................................20
..................20-
20-2 20
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................20
....................20-
20-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS ................................................................
................................................................................................
.........................................................................................
.........................................................20
.........................20-
20-3
FAROL ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
....................................................................................
....................................................20
....................20-
20-4
SINALIZADORES................................................................
................................................................................................
................................................................................................
.......................................................................
.......................................20
.......20-
20-5
LUZ DE FREIO/LANTERNA TRASEIRA ................................................................
................................................................................................
..........................................................................
..........................................20
..........20-
20-5
PAINEL DE INSTRUMENTOS ................................................................
................................................................................................
......................................................................................
......................................................20
......................20-
20-6
CONTATO DE IGNIÇÃO ................................................................
................................................................................................
..........................................................................................
..........................................................20
..........................20-
20-7
INTERRUPTORES DO GUIDÃO ................................................................
................................................................................................
..................................................................................
..................................................20
..................20-
20-8
INTERRUPTOR DA LUZ DO FREIO ................................................................
................................................................................................
..............................................................................
..............................................20
..............20-
20-9
INTERRUPTOR DE MARCHA ................................................................
................................................................................................
....................................................................................
.................................................... 20-
20-10
BUZINA ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
.................................................................................
................................................. 20-
20-10
RELÉ DOS SINALIZADORES ................................................................
................................................................................................
.....................................................................................
..................................................... 20-
20-10

20-1
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA

COMPENENTES DO SISTEMA

REGULADOR/RETIFICADOR RELÉ DOS


SINALIZADORES

ECU

CAIXA DE
FUSÍVEIS

PAINEL DE INSTRUMENTOS

KIT TRAVAS

FAROL

20-2
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA

INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
SEGURANÇA GERAL

• Conecte fios da mesma cor juntos. Acople os conectores com a mesma cor e quantidade de pinos juntos.
• Todos os conectores possuem linguetas que podem ser travadas. Remova essas travas antes de desacoplar e insira-as
até travar ao acoplar.
• Execute o teste de continuidade em circuitos ou peças para diagnosticar sistemas elétricos. O teste de continuidade
em peças normais pode ser feito sem remover as peças do veículo. Apenas desconecte os fios e conecte um testador
de continuidade ou um ohmímetro aos terminais ou conectores dos acoplamentos.
• O teste de continuidade é realizado para verificar se a eletricidade passa entre 2 terminais. Caso haja resistência da
bobina dentro dos circuitos ou para verificar resistência elevada resultante de corrosão do conector, é necessário um
ohmímetro para verificar o valor de resistência do circuito.

DIAGNOSE DE DEFEITOS
As luzes não ligam quando o contato de ignição está ligado
• Lâmpada defeituosa
• Interruptor defeituoso
• Fiação defeituosa ou desconectada
• Fusível rompido
Farol fraco
• Bateria descarregada
• Alta resistência da fiação e do interruptor (mau contato)
Não é possível alterar o facho alto/baixo do farol
• Lâmpada defeituosa
• Comutador do farol defeituoso
Indicador de combustível não funciona
• Conector solto
• Chicote desconectado
• Mau funcionamento da boia
• Unidade de combustível danificada
• Indicador de combustível danificado
Ponteiro do indicador de combustível instável
• Conector solto
• Unidade de combustível danificada
• Indicador de combustível danificado

20-3
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA

FAROL
SUBSTITUIÇÃO DA LÂMPADA
FAROL
• Remova os dois parafusos e o farol.

PARAFUSO FLANGE

• Remova o protetor de pó do farol.

PROTETOR DE PÓ DO FAROL

• Solte o retentor da lâmpada do farol e remova-o

• Evite tocar na lâmpada halógena do farol.


Impressões digitais na lâmpada podem causar
manchas quentes e provocar sua queima.
• Caso você toque a lâmpada com as mãos nuas,
limpe-a com um pano umedecido em álcool para
evitar sua falha precoce.

• A instalação deve ser feita na ordem inversa da


remoção.

REMOÇÃO/INSTALAÇÃO DA CARCAÇA DO
FAROL
• Remova as duas porcas e os dois parafusos do suporte
do farol.
• Remova a carcaça do farol.
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

20-4
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA

SINALIZADORES
SUBSTITUIÇÃO DAS LÂMPADAS
• Remova um parafuso e separe a lente da carcaça.

SINALIZADOR DIANTEIRO

SINALIZADOR DIANTEIRO SINALIZADOR TRASEIRO • Pressione suavemente a lâmpada do sinalizador e gire-


a no sentido anti-horário para soltá-la. Substitua a
lâmpada por uma nova.
• Instale a lente do sinalizador na ordem inversa da
remoção.

LUZ DE FREIO/LANTERNA TRASEIRA


INSPEÇÃO
SINALIZADOR TRASEIRO • Ligue o contato de ignição e verifique o funcionamento
da lanterna traseira.
• Verifique se a luz de freio acende com a alavanca do
freio dianteiro e/ou pedal do freio traseiro acionados.
• Quando uma delas não acender, substitua a lanterna
traseira em conjunto.

LUZ DE FREIO/LANTERNA

SUBSTITUIÇÃO
• Remova o assento.
• Desacople os conectores da lanterna e sinalizadores
traseiros.
• Remova as três porcas de fixação da lanterna.
• Remova a lanterna traseira.
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
PORCAS remoção.

20-5
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA

PAINEL DE INSTRUMENTOS
REMOÇÃO
• Remova os parafuso do suporte do painel de
instrumentos.
PARAFUSOS FLANGE

• Desacople o conector do painel de instrumentos.

PAINEL DE CONTATO DE
INSTRUMENTOS IGNIÇÃO

• Remova os dois parafusos da carcaça do painel de


instrumentos.

INSTALAÇÃO
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

20-6
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA

• Após a instalação, verifique se cada interruptor


funciona corretamente.
• Acople corretamente os fios e os cabos.

CONTATO DE IGNIÇÃO
REMOÇÃO
• Remova o farol.

• Desacople o conector do contato de ignição.

CONECTOR DOS INTERRUPTORES DO GUIDÃO LD

CONECTOR
DOS INTERRUPTORES
DO GUIDÃO LE

INSPEÇÃO
• Verifique a continuidade de cada terminal do contato
CONECTOR DO CONTATO DE IGNIÇÃO
de ignição.
• Verifique a continuidade, conforme a tabela abaixo.

Contato de ignição
BAT1 BAT2 CHAVE
ON LIGADA
OFF DESLIGADA
DESLIGADA/
LOCK
TRAVADA
VERMELHO/
COR PRETO
BRANCO

20-7
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA

CONECTOR DOS INTERRUPTORES DO GUIDÃO


INTERRUPTORES
DO GUIDÃO LD • Remova o farol.
• Verifique a continuidade, conforme a tabela abaixo.
- Fiação do interruptor de partida
- Fiação do interruptor das luzes de emergência

Interruptor de partida
ST1 ST2
Solto
INTERRUPTOR DAS LUZES DE
EMERGÊNCIA
Pressionado
COR Y/R PRETO

Interruptor das luzes de emergência


W R L
ON
HAE
COR G AZUL OR
INTERRUPTOR DE PARTIDA

• Verifique a continuidade, conforme a tabela abaixo.


- Fiação do interruptor dos sinalizadores
CONECTOR DOS
INTERRUPTORES - Fiação da buzina
DO GUIDÃO LE - Fiação do interruptor do lampejador do farol
- Fiação do comutador do farol

Interruptor dos sinalizadores


W R L

N

COR GR AZUL OR

Interruptor da buzina
INTERRUPTOR DOS COMUTADOR DO FAROL HO BAT2
SINALIZADORES
Solto
Pressionado
COR GR PRETO

INTERRUPTOR DA BUZINA

20-8
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA

Interruptor do lampejador do farol


INTERRUPTOR DE PARADA DO MOTOR BAT2 HI
Alto
COR PRETO AZUL

Comutador do farol
BAT3 HI LO
Alto
(N)
Baixo
PRETO/
COR AZUL BRANCO
BRANCO

Interruptor de parada do motor


E EXT BAT2 ST1

PRETO/
COR VERDE PRETO PRETO/GR
BRANCO

INSTALAÇÃO
• A instalação deve ser feita na ordem inversa da
remoção.

INTERRUPTOR DA LUZ DO FREIO


DIANTEIRO
• Desacople os conectores do interruptor da luz do freio
dianteiro e verifique a continuidade entre os terminais.
- Alavanca do freio acionada – Há continuidade
- Alavanca do freio solta – Sem continuidade

INTERRUPTOR DA
LUZ DO FREIO
ALAVANCA DO FREIO DIANTEIRO

TRASEIRO
• Remova o assento (pág.13-4).
• Remova a tampa lateral direita (pág.13-4).
• Desacople os conectores do interruptor da luz do freio
traseiro e verifique a continuidade entre os terminais.
PEDAL DO FREIO - Pedal do freio acionado – Há continuidade
TRASEIRO - Pedal do freio solto – Sem continuidade

20-9
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA

INTERRUPTOR DE MARCHA
• Remova o assento (pág.13-4).
• Remova a tampa lateral esquerda (pág.13-4).
• Desacople o conector do interruptor de marcha.
• Coloque a transmissão em ponto morto e meça a
continuidade entre o terminal do fio verde/branco e o
aterramento.
- Transmissão em ponto morto – Há continuidade
- Transmissão engrenada – Sem continuidade

BUZINA
• Desacople os conectores da fiação da buzina.
• Conecte a bateria de 12V diretamente aos terminais da
buzina.
• A buzina estará normal se emitir som quando
conectada diretamente à bateria.

RELÉ DOS SINALIZADORES


RELÉ • Remova o assento (pág.13-4).
DOS SINALIZADORES • Verifique os seguintes componentes:
- Condições da bateria
- Lâmpadas queimadas
- Fusíveis queimados
- Funcionamento do contato de ignição e do interruptor
dos sinalizadores
- Conectores soltos

• Se todos os itens acima estiverem normais, verifique os


seguintes:
1. Conecte os terminais preto e cinza do conector do relé
das sinaleiras com um jumper.
Ligue o contato de ignição.
Acione o interruptor das sinaleiras e verifique seu
funcionamento.

Acende Não acende

• Relé dos sinalizadores defeituosos • Curto circuito no chicote


• Mau contato no conector elétrico.

20-10
LUZES/INTERRUPTORES/BUZINA

ANOTAÇÕES

20-11
DIAGNOSE DE DEFEITOS

MOTOR NÃO FUNCIONA OU É DIFÍCIL DE FUNCIONAR ................................................................


...........................................................................
...........................................21
...........21-
21-2 21
FALTA DE POTÊNCIA DO MOTOR................................
MOTOR................................................................
................................................................................................
.............................................................................
............................................. 21-3
MAU FUNCIONAMENTO DA DIREÇÃO ................................................................
................................................................................................
.....................................................................
..................................... 21-4
MAU FUNCIONAMENTO DA SUSPENS
SUSPENSÃO DIANTEIRA OU TRASEIRA
TRASEIRA ............................................................
............................................................21
............................21-
21-4
MAU
MAU FUNCIONAMENTO DOS
DOS FRE
FREIOS ................................................................
................................................................................................
......................................................................
......................................21
......21-
21-5
MEDIDOR DE NÍVEL DE COMBUSTÍVEL ................................................................
................................................................................................
......................................................................
......................................21
......21-
21-5
MOTOR DE PARTIDA ................................................................
................................................................................................
................................................................................................
................................................................21
................................21-
21-6

21-1
DIAGNOSE DE DEFEITOS

MOTOR NÃO FUNCIONA OU É DIFÍCIL DE FUNCIONAR

INSPEÇÃO RAZÃO

1. Desconecte a linha de • Bateria defeituosa


Não há
combustível no meio, então gire a
combustível • Tanque sem combustível
chave ON, verifique se há
• Defeito da bomba de combustível
vazamento de combustível
bombeando pressão no sistema. • Fiação defeituosa do conector da bomba de combustível
NÃO deixe a chave ligada por • Bomba não aciona (sem suprimento de energia)
mias de três segundos. • Falha do relé da bomba
• Fusível aberto
Há combustível
• Vela de ignição defeituosa • Falha da bateria
• Vela de ignição • Falha da ECU
2. Verifique a centelha Centelha fraca contaminada • Curto circuito do fio de tensão
ou inexistente • Falha da ECU
• Falha do interruptor principal.
• Curto circuito da bobina de
Há centelha ignição • Fusível aberto
• Bateria defeituosa

• Anel do pistão preso • Má folga de válvula


3. Verifique a compressão do
Compressão • Desgaste do pistão, anel do • Defeito do assentamento da
cilindro pistão válvula
baixa
• Trinca no cilindro • Dano da válvula
Compressão normal • Dano da junta do cabeçote • Válvula fora do tempo
4. Ligue o motor novamente
conforme as dicas para dar a Motor liga, mas • ISA com defeito • Falha do sensor CPK
partida logo desliga • Conector defeituoso • ECU defeituosa
Motor não funciona • ECU defeituosa

5. Remova a vela de ignição Vela encharcada • Injetor defeituoso


• Vela velha, então a mistura ar/combustível
A vela está seca continua ser suprida sem centelha

6. Tente dar a partida novamente


Impossível dar a partida • Verifique o motor

NORMAL

21-2
DIAGNOSE DE DEFEITOS

FALTA DE POTÊNCIA DO MOTOR


INSPEÇÃO RAZÃO

1. Acelere o motor suavemente Rotação do motor não é • Filtro de ar entupido


alta o suficiente • Fluxo insuficiente de combustível
• Respiro da tampa do tanque de combustível
Rotação do motor é
entupido
suficientemente alta
• Silenciador entupido
• Defeito do sensor do cavalete lateral

2. Verifique o avanço da
ignição Anormal • ECU com defeito
• Defeito do alternador
Normal

• Desgaste do pistão, anel do pistão


3. Verifique a compressão do
Baixa • Trinca no cilindro
cilindro
• Dano da junta do cabeçote
• Má folga de válvula
Normal • Defeito do assentamento da válvula
• Dano da válvula
• Válvula fora do tempo

4. Remova a vela de ignição • Vela com range de calor fora do especificado


Contaminada ou
descolorida • Mistura ar/combustível pobre
Normal

5. Verifique se o motor está Superaquecido • Mistura ar combustível rica


superaquecido • Uso de combustível inapropriado
• Depósito excessivo de carbono na câmara de
Normal combustão
• Tempo de ignição anormal
• Óleo de motor contaminado
• Bomba de óleo defeituosa
• Óleo de motor insuficiente ou excessivo
• Passagem de óleo entupida
• Disco de embreagem gasto

6. Rapidamente acelere e Motor batendo • Depósito excessivo de carbono na câmara de


aumente a rotação combustível
• Uso de combustível inapropriado
Motor não está • Mistura ar/combustível rica
batendo • Tempo de ignição adiantado

21-3
DIAGNOSE DE DEFEITOS

MAU FUNCIONAMENTO DA DIREÇÃO

INSPEÇÃO CAUSA

1. Direção pesada • Porca da coluna de direção muito apertada


• Rolamento da caixa de direção danificada

2. Uma das rodas está oscilando • Folga excessiva do rolamento da roda


• Aro empenado
• Cubo da roda mal instalado
• Bucha gasta do braço oscilante
• Chassi empenado
• Parafuso pivô do braço oscilante preso

3. A motocicleta está puxando para um lado • Roda traseira e dianteira desalinhadas


• Garfo dianteiro empenado
• Garfo traseiro empenado

MAU FUNCIONAMENTO DA SUSPENSÃO DIANTEIRA/TRASEIRA

INSPEÇÃO CAUSA

1. Suspensão muito macia • Mola do amortecedor fraca


• Sobrecarregado
• Vazamento do amortecedor

2. Suspensão muito dura • Amortecedor empenado

3. Ruído da suspensão • Deslizadores do amortecedor


travados
• Bucha do amortecedor
danificado

21-4
DIAGNOSE DE DEFEITOS

MAU FUNCIONAMENTO DOS FREIOS


INSPEÇÃO CAUSA

1. Mau funcionamento dos • Ar no sistema de freio • Desgaste parcial das pastilhas


freios • Óleo contaminado com água • Nível baixo de fluido de freio
• Pastilhas ou discos do freio sujos • Passagem de fluido entupida
• Retentor do pistão do cáliper está • Disco empenado ou deformado
desgastado. • Pistão do cáliper gasto ou
• Retentor do pistão do cilindro travado
mestre desgastado • Pistão do cilindro mestre gasto
• Mau contato entre discos e ou travado
pastilhas • Contaminação do cáliper
• Alavanca do freio empenada

2. Alavanca do freio não retorna • Sistema de pressão do fluido entupido• Passagem de fluido entupida
• Pistão do cáliper entupido • Retentor do pistão do cáliper
a sua posição original.
• Mau contato deslizador do cáliper gasto
• Alavanca do freio empenada • Pistão do cilindro mestre travado
ou gasto

• Pastilhas e disco sujos • Mau contato do deslizador do


3. Redução da força de • Roda empenada cáliper
frenagem • Contato parcial da pastilha e disco • Contaminação do sistema de
• Disco empenado, deformado pressão de óleo

MARCADOR DE NÍVEL DE COMBUSTÍVEL


Leitura incorreta do marcador (chave de ignição ligada)

INSPEÇÃO CAUSA
1.Opere o sinalizador para verificar Sinal continuamente • Fusível queimado
o circuito da bateria fraco ou sem operação • Bateria fraca ou descarregada
• Falha na ignição
• Falha da conexão do terminal
Operação satisfatória do sinal
• Fiação danificada

2. Remova o sensor de nível de Agulha se move • Defeito na boia


combustível, e mova a boia e
verifique sua operação.
Boia para cima: posição “cheio”
Boia para baixo: posição “vazio”
Agulha não move

3. Curto no terminal do tanque de Agulha não move • Bobina danificada ou com curto
combustível, no lado do chicote

Agulha não move

4. Junta do terminal frouxa ou Insatisfatório • Terminal frouxo


conexão defeituosa. • Falha na conexão do terminal

Verifique • Bobina danificada ou em curto

21-5
DIAGNOSE DE DEFEITOS

MOTOR DE PARTIDA
Motor de partida não funciona

INSPEÇÃO CAUSA

1. Acione o sinalizador e Sinal continuamente • Fusível queimado


verifique o diagrama da fraco ou sem operação • Bateria fraca ou descarregada
bateria
Sinalizador opera • Falha da conexão do terminal
normalmente 60~120 vezes
por minuto
• Má conexão do interruptor do motor de partida
• Mau contato ou curto do magnético do motor de
2. Aperte o interruptor do motor partida.
Sem funcionamento
de partida e verifique o • Mau contato do terminal do sensor de posição de
interruptor magnético do motor marcha.
de partida • Mau contato do terminal do sensor do cavalete
• Falha da ECU
Funciona

3. Conecte o motor de partida à Anormal


bateria e verifique • Escovas gastas
• Mau contato entre rotor e escova
• Mau contato da fiação do motor de partida
• Terminal frouxo

Gira • Mau contato ou curto da fiação

Motor de partida opera vagarosamente ou não consegue funcionar o motor

INSPEÇÃO CAUSA

1. Acione o sinalizador e Sinal continuamente • Bateria completamente descarregada


verifique o diagrama da fraco ou sem
bateria operação
Funcionamento normal

2. Conecte o motor de partida Funcionamento


à bateria e verifique • Má conexão do interruptor do motor de partida
normal • Mau contato ou curto do magnético do motor
de partida.
Funciona vagarosamente,
velocidade não altera
• Motor trava
• Motor de partida defeituoso

Motor de partida não para e opera continuamente

INSPEÇÃO CAUSA

1. Desligue o interruptor Não gira • Interruptor do motor de partida defeituoso


principal
Gira • Área de contato do interruptor magnético está
travada

21-6
DIAGNOSE DE DEFEITOS

ANOTAÇÕES

21-7
22. DIAGRAMA ELÉTRICO

CONTATO DE INTERRUPTOR DA LUZ


IGNIÇÃO RELÉ DE DO FREIO TRASEIRO
INTERRUPTOR DE PARTIDA/ INTERRUPTOR
PARTIDA CAIXA DE FUSÍVEIS Nº DOS PINOS DA ECU X FUNÇÃO
PARADA DO MOTOR/ DA LUZ DO FREIO SENSOR DE O² SCANNER PINO FUNÇÃO
LUZES DE EMRGÊNCIA DIANTEIRO (ATERRAMENTO DA ECU)
SINALIZADOR TRASEIRO LD (ATERRAMENTO DO SENSOR O² PARA VLS)
BATERIA (ATERRAMENTO DO SENSOR MAPAT PARA IMP)
(ATERRAMENTO DO SENSOR ETS E TPS)
(INTERRUPTOR DE PARADA DO MOTOR)
SINALIZADOR (CAN2 LINHA BAIXA PARA CCP)
INTERRUPTOR NÃO CONECTADO
DIANTEIRO LD
DO NEUTRO NÃO CONECTADO
(ATERRAMENTO DA ECU)
MOTOR DE INTERRUPTOR (TENSÃO DA BATERIA PÓS IGNIÇÃO
(ENTRADA ANALÓGICA RESERVA)
PARTIDA LUZ DE FREIO/LANTERNA DO CAVALETE (SINAL DO SENSOR DE 0²)
(SINAL DO INTERRUPTOR DO CAVALETE)
(CAN2 LINHA BAIXA PARA CCP)
NÃO CONECTADO
INDICADORES DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL ATERRAMENTO NÃO CONECTADO
DO MOTOR TENSÃO DA BATERIA
(TENSÃO 5V PARA O TPS)
LAMPADAS INDICADORAS (12V1.7W)

MIL (SINAL DE ENTRADA DO TPS)


LUZ DA PLACA DE LICENÇA (SINAL SINAL DE ENTRADA DO TWA)
NEUTRO (SINAL DE ENTRADA DA 3ª MARCHA)
(SINAL (-) DO CPK)
COMBUSTÍVEL RESERVA (LINHA BAIXA PARA SCANNER)
(SAÍDA PARA O INDICADOR MIL)
(TENSÃO DA BATERIA)
CAVALETE LATERAL (TENSÃO 5V PARA IMP)
(SINAL DE ENTRADA DO SENSOR DE PRESSÃO DA ADMISSÃO)

NÍVEL DE COMBUSTÍVEL SINALIZADOR TRASEIRO LE PROTEÇÃO


(SINAL DE ENTRADA DO SENSOR DE TEMPERATURA DA ADMISSÃO)
NÍVEL DE COMBUSTÍVEL

(SINAL DE ENTRADA DO INTERRUPTOR DO NEUTRO)


DA FIAÇÃO (SINAL (+) DO CPK)
(CAN1 LINHA ALTA PARA SCANNER)
(SINAL DE SAÍDA DA VELOCIDADE DO MOTOR)
(SINAL DE SAÍDA DO ISA)
(AQUECEDOR DO SENSOR DE O²)
(ATERRAMENTO DA BOBINA DE IGNIÇÃO)
(SINAL DE SAÍDA DA PURGA DO CANISTER)
(SINAL DE SAÍDA DA BOBINA DE IGNIÇÃO)
(SAÍDA DO RELÉ DO FAROL)
SAÍDA
CONTROLE PCB

(SAÍDA DO RELÉ DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL)


(SAÍDA DO INJETOR DE COMBUSTÍVEL)

ENTRADA
PAINEL DE INSTRUMENTOS

FAROL ALTO

ILUMINAÇÃO

SINALIZADOR
ECU DA MOTOCICLETA LOCALIZAÇÃO E FUNÇÃO
DOS PINOS DA ECU

FAROL

LUZ DE POSIÇÃO

SINALIZADOR
DIANTEIRO LE

INTERRUPTOR DOS SINALIZADORES/


COMUTADOR DO FAROL/BUZINA
ESPECIFICAÇÃO DOS FUSÍVEIS TABELA DE CORES