Você está na página 1de 9

Teste de avaliação Ano letivo 2018-2019

Biologia e Geologia – 11.º ano

Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta.


Não é permitido o uso de corretor. Risque aquilo que pretende que não seja classificado.
Para cada resposta, identifique o grupo e o item.
Apresente as suas respostas de forma legível.
Apresente apenas uma resposta para cada item.
As cotações dos itens encontram-se no final do enunciado da prova.
Nas respostas aos itens de escolha múltipla, selecione a opção correta. Escreva, na
folha de respostas, o grupo, o número do item e a letra que identifica a opção escolhida.

Grupo I

A mina romana de ouro da Gralheira d’Água, integrada no geossítio “Crista quartzítica da


Grelheira d’Água”, no Geoparque Arouca, representa um notável património geomineiro e
arqueológico, uma vez que a exploração mineira decorreu desde a ocupação romana da
Península Ibérica. De entre os trabalhos mineiros romanos salienta-se um “fojo” (abertura de
uma mina) resultante da exploração de um filão de quartzo aurífero (ouro) que evidencia
técnicas da época romana. As cristas quartzíticas correspondem a elevações no terreno que
se formam por erosão diferencial.
As mineralizações auríferas existentes na região de Arouca enquadram-se no distrito
mineiro do Baixo Douro, que se prolonga por várias dezenas de quilómetros, desde
Esposende até Castro Daire. Está associado a uma importante estrutura geológica, o
Anticlinal de Valongo.
As mineralizações da Gralheira d’Água pertencem ao tipo Au-As (ouro-arsénio), em que
o ouro ocorre associado a minerais como a pirite (FeS2) e a arsenopirite (FeAsS). A
mineralização aurífera encontra-se em filões quartzosos que se instalaram nas fases finais da
orogenia Varisca. Contudo, a génese deste tipo de mineralizações está também relacionada
com a atividade vulcânica submarina que existia nos mares do Ordovícico e que originou a
concentração de ouro em algumas rochas. Este ouro foi, em parte, removido pelos fluidos
hidrotermais provenientes das rochas magmáticas intrusivas e concentrado aquando da
formação dos filões. Estes intersetam estratos quase verticais de quartzitos com alternâncias
de xistos, de idade Ordovícica Inferior, que fazem parte do flanco do Anticlinal de Valongo.

Baseado em https://www.academia.edu/1539797/Explora%C3%A7%C3%A3o_de_ouro_no_
Geoparque_Arouca_A_Mina_Romana_da_Gralheira_d%C3%80gua [Consult. maio 2019]

1. Indique em que Era se terão formado as mineralizações de ouro presentes nos filões
quartzosos.

2. As mineralizações auríferas que se enquadram no distrito mineiro do Baixo Douro estão


associadas a um anticlinal resultante da ação de forças _____ sobre material com
comportamento _____.
(A) compressivas … dúctil
(B) compressivas … frágil
(C) distensivas … dúctil
(D) distensivas … frágil
1
3. Os filões quartzosos são mais _____ do que os estratos de quartzitos e resultaram de uma
atividade magmática _____.
(A) recentes … extrusiva (C) antigos … extrusiva
(B) antigos … intrusiva (D) recentes … intrusiva

4. O quartzo e a arsenopirite são


(A) minerais que pertencem ao grupo dos silicatos.
(B) minerais que pertencem ao grupo dos sulfuretos.
(C) um silicato e um sulfureto, respetivamente.
(D) um sulfureto e um silicato, respetivamente.

5. Num sinclinal,
(A) as rochas mais recentes ocupam a região central da dobra.
(B) as rochas mais antigas ocupam a região central da dobra.
(C) a dobra apresenta uma curvatura convexa.
(D) a abertura da dobra está orientada para baixo.

6. Uma jazida mineral corresponde a um(a) _____, quando é economicamente rentável a


exploração de _____.
(A) reserva … gangas (C) recurso … minérios
(B) reserva … minérios (D) recurso … gangas

7. Faça corresponder cada uma das descrições de rochas expressas na coluna A à respetiva
designação, na coluna B.

Coluna A Coluna B
(a) Rocha plutónica básica com textura granular. (1) Gabro
(b) Rocha vítrea resultante do arrefecimento muito rápido (2) Diorito
de um magma ácido. (3) Obsidiana
(c) Rocha vulcânica ácida com textura agranular, podendo
(4) Escória
ter alguns cristais visíveis à vista desarmada.
(5) Riólito

8. O quartzito é formado a partir de um _____ e apresenta uma textura _____.


(A) argilito … foliada (C) arenito … foliada
(B) argilito … não foliada (D) arenito … não foliada

9. Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência cronológica de


acontecimentos relacionados com a génese dos filões com mineralização aurífera.
A. Instalação dos filões quartzosos em estratos de quartzitos.
B. Migração dos fluidos quentes, pouco densos e auríferos.
C. Atividade vulcânica submarina.
D. Mobilização do ouro pela ação de fluidos quentes.
E. Formação das cristas quartzíticas.

10. É frequente ocorrerem fenómenos de poluição da água em zonas próximas de


explorações mineiras. Relacione esses fenómenos de poluição com a existência de
material de granulometria muito fina nas escombreiras.
Na sua resposta, use os termos meteorização química e mecânica.

2
Grupo II

Os impactes dos nanoplásticos (partículas menores 100 nm) e microplásticos (partículas


menores 5 mm) nos ambientes terrestres só recentemente começaram a ser estudados pelos
cientistas. A aplicação de fertilizantes ricos em microplásticos provenientes de resíduos de
estações de tratamento de águas residuais ou de centrais de compostagem pode ter efeitos
negativos na produção agrícola.
Para determinar os efeitos da presença de partículas de plástico, foi implementada uma
experiência ao longo de 72 horas com plantas de agrião-de-jardim (Lepidium sativum). As
sementes das plantas foram expostas a partículas de plástico com três tamanhos distintos,
nomeadamente 50, 500 e 4800 nm. Foram usadas cinco concentrações distintas para cada
classe de partícula. Um conjunto de sementes foi germinado com água, servindo como
referência para a análise dos resultados. Todas as condições experimentais foram repetidas
seis vezes e usadas centenas de sementes em cada montagem experimental.
Foram determinadas as taxas de germinação para cada situação experimental. Os
resultados encontram-se representados no quadro I.

Quadro 1. Efeitos de partículas de plásticos na germinação (percentagem de sementes que


germinaram) após 8 h e 24 h de exposição. Os valores correspondem às médias das seis repetições.
Tempo após Concentração de Percentagem de células germinadas
exposição partículas por mL 50 nm 500 nm 4800 nm
Controlo 68,3 65,0 78,3
103 66,7 50,0 55,0
104 45,0 40,0 46,7
8 horas
105 43,3 38,3 40,0
106 41,7 35,0 25,0
107 38,3 30,0 16,7
Controlo 100 100 100
103 100 100 98,3
104 100 100 100
24 horas
105 98,3 100 98,3
106 98,3 100 96,7
107 98,3 100 100

Os impactes ao nível da germinação foram, provavelmente, devidos ao bloqueio dos


poros da cápsula das sementes, uma vez que foram detetados, usando técnicas de
microscopia, microplásticos nesses poros. Após o desenvolvimento das raízes, foram
detetados microplásticos aderentes aos pelos radiculares.

Baseado em Bosker et al. (2019). Microplastics accumulate on pores in seed


capsule and delay germination and root growth of the terrestrial vascular plant
Lepidium sativum. Chemosphere, 226: 774-781.

1. Considere as seguintes afirmações, referentes à experiência.


I. A quantidade e o tamanho dos microplásticos constituem as variáveis independentes.
II. Os investigadores não tiveram o cuidado de garantir a fiabilidade dos resultados.
III. A deteção de taxas de germinação inferiores a 100% ao fim de 8 h no controlo afeta
a validade das conclusões.

(A) II é verdadeira; I e III são falsas. (C) I e II são verdadeiras; III é falsa.
(B) II e III são verdadeiras; I é falsa. (D) I é verdadeira; II e III são falsas.

3
2. Uma possível hipótese para a experiência descrita é:
(A) avaliar os efeitos dos microplásticos na taxa de germinação das plantas de agrião-
de-jardim.
(B) os microplásticos inibem a germinação das plantas de agrião-de-jardim.
(C) todas as plantas são afetadas pelos microplásticos.
(D) quais os efeitos dos microplásticos nos ecossistemas?

3. Relativamente aos resultados, é possível afirmar que


(A) a taxa de germinação foi reduzida de forma significativa após 8 h de exposição aos
três tamanhos distintos de plásticos.
(B) ao fim de 24 h de incubação, manteve-se a tendência verificada às 8 h após o início
da experiência.
(C) as taxas de germinação foram sempre superiores nas sementes expostas apenas à
água.
(D) as taxas de germinação mais baixas foram registadas nas sementes expostas aos
plásticos mais pequenos.

4. Constitui uma conclusão válida para a experiência descrita:


(A) os microplásticos afetam as plantas de diversas espécies.
(B) os efeitos dos microplásticos na germinação da planta de agrião-de-jardim são
transitórios.
(C) os microplásticos mais pequenos afetam mais a germinação da planta agrião--de-
jardim.
(D) os microplásticos não afetam os ecossistemas terrestres, apenas os aquáticos.

5. As plantas de agrião-de-jardim possuem sistemas de transporte que se caracterizam por


(A) serem formados apenas por células mortas.
(B) transportarem os compostos na planta sempre no mesmo sentido.
(C) possuírem espessamentos nas paredes celulares dos elementos de vaso mortos.
(D) só transportarem água e sais minerais ao longo da planta.

6. A germinação está dependente do controlo de hormonas vegetais, nomeadamente as


auxinas. Estas hormonas estimulam a transcrição do gene que codifica um transportador
membranar de protões. O bombeamento destes protões do citoplasma para a parede
facilita a expansão da parede e o alongamento da célula.
Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência cronológica de
acontecimentos relacionados com a ação da auxina na germinação.
A. Transporte ativo de protões.
B. Transporte da proteína para a membrana.
C. Ligação da RNA polimerase à cadeia de DNA.
D. Formação de uma sequência polipeptídica num ribossoma.
E. Processamento do pré-mRNA que codifica o transportador.

7. Na germinação, são libertadas enzimas que degradam o amido, produzindo _____, que
pode ser usada na _____ das plantas.
(A) glucose … fotossíntese (C) celulose … fotossíntese
(B) glucose … respiração celular (D) celulose … respiração celular

4
Grupo III

A macroalga Ulva lactuca (Filo Chlorophyta, Classe Ulvophyceae, Ordem Ulvales, Família
Ulvaceae) foi identificada, por Linnaeus, em 1753. Vulgarmente conhecida por “alface-do-
mar”, é uma alga de cor verde translúcida com superfície lisa.
Uma equipa de investigadores, liderada por Bruno Henriques, do Centro de Estudos do
Ambiente e do Mar e do Departamento de Química da Universidade de Aveiro, desenvolveram
um trabalho em que se demonstra que a alface-do-mar (Ulva lactuca) pode ser uma nova
solução económica e sustentável para a descontaminação das águas. Com uma média de
remoção de metais pesados – como o mercúrio, o crómio ou o chumbo – de 73%, esta alga
de rápido crescimento utiliza ainda o dióxido de carbono como fonte de carbono, reduzindo a
pegada ambiental. Os investigadores esperam agora que esta espécie de alga marinha seja
cultivada em várias massas de água afetadas por níveis elevados de contaminação.
A sua capacidade de remover os metais pesados das águas contaminadas tem origem
“num processo que envolve a adsorção, isto é, a ligação dos elementos potencialmente
tóxicos presentes na água à superfície das algas. Contudo, os metais poluentes também
podem ser absorvidos pela alga. Esta ação simultânea de adsorção e absorção permite a esta
alga incorporar nos seus tecidos os elementos químicos.
“A alga vermelha Gracilaria gracilis ou a alga castanha Fucus vesiculosus são também
capazes de remover elementos potencialmente tóxicos das águas, embora a Ulva
lactuca tenha apresentado desempenho superior”, acrescenta o investigador da Universidade
de Aveiro.

Baseado em https://www.publico.pt/2019/03/28/ciencia/noticia/alga-marinha-
capaz-limpar-aguas-contaminadas-1866294 [Consult. maio 2019]

Figura 1. Ciclo de vida da Ulva lactuca.

5
1. A alga Ulva lactuca apresenta um ciclo de vida
(A) haplodiplonte com alternância de gerações e de fases nucleares.
(B) haplodiplonte sem alternância de gerações.
(C) diplonte com alternância de gerações.
(D) haplonte com gerações haploides e diploides bem desenvolvidas.

2. No ciclo de vida esquematizado na figura 1, o crossing-over ocorre durante o mecanismo


que origina _____, dando estes origem a entidades pluricelulares _____.
(A) gâmetas … haploides (C) gâmetas … diploides
(B) esporos ... diploides (D) esporos … haploides

3. Os gâmetas de Ulva lactuca resultam de um processo _____ e possuem _____ do


número de cromossomas do zigoto.
(A) mitótico ... o dobro (C) mitótico … metade
(B) meiótico … o dobro (D) meiótico … metade

4. Na designação Gracilaria gracilis, o termo gracilis representa


(A) o restritivo específico.
(B) a designação do género a que a alga pertence.
(C) a espécie a que a alga pertence.
(D) a designação da classe a que a alga pertence.

5. Indique uma característica que coloca, inequivocamente, as algas e as plantas em dois


reinos distintos.

6. Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência cronológica de


acontecimentos relacionados com a fotossíntese nas Ulvas.
A. Fotólise da água.
B. Excitação das clorofilas.
C. Redução do dióxido de carbono.
D. Formação de açúcares.
E. Libertação de oxigénio.

7. Considere as seguintes afirmações, referentes aos transportes membranares.


I. Na difusão ocorre movimento de solutos a favor do gradiente de concentração.
II. O transporte ativo é do tipo mediado.
III. O movimento de água por osmose implica o dispêndio de energia metabólica.

(A) II é verdadeira; I e III são falsas.


(B) II e III são verdadeiras; I é falsa.
(C) I e II são verdadeiras; III é falsa.
(D) I é verdadeira; II e III são falsas.

8. A equipa da Universidade de Aveiro responsável pela investigação com a alga Ulva


lactuca, em cooperação com a Universidade do Porto e o Instituto Nacional de Saúde
Doutor Ricardo Jorge, observou que quase metade da remoção dos elementos químicos
ocorria nas primeiras 12 horas depois de a alga ser introduzida na água a despoluir.
Relacione a taxa de crescimento da alga com a taxa de remoção dos elementos químicos
poluentes do meio.
6
Grupo IV

A cidade de Lisboa é caracterizada pela alternância de rochas de diferentes litologias e


idades geológicas, afetada por falhas e alguns dobramentos importantes. Os terrenos mais
antigos são predominantemente constituídos por calcários e margas (resultantes da mistura
de argilas com calcários), com níveis fossilíferos do Cretácico Superior (97-91 M.a.). Estas
formações geológicas são seguidas por formações mais recentes de natureza vulcânica
(escoadas basálticas e piroclastos, do Complexo Vulcânico de Lisboa), por uma alternância
de depósitos de origem continental (conglomerados, areias e argilas do Complexo de Benfica,
do Paleogénico) e por níveis de areias, argilas e calcários, em proporções variáveis, ricos em
fósseis animais e vegetais (Neogénico).
No que toca ao enquadramento hidrogeológico regional, a maioria dos aquíferos
encontra-se em rochas fissuradas e/ou porosas. A heterogeneidade litológica é responsável
por diferenças de permeabilidade das rochas, influenciando a capacidade de armazenamento
de água.
Foram efetuados estudos de hidrogeologia para analisar os impactes da construção de
um túnel entre Campolide e Santa Apolónia, com o objetivo de canalizar as águas de
escorrência e reduzir o risco de cheia. A figura 2 apresenta o modelo conceptual do fluxo
subterrâneo da região. A escala vertical foi exagerada 10 vezes, para facilitar a representação
e o trajeto do túnel está indicado por duas linhas contínuas paralelas.

Figura 2.
Baseado em http://siaia.apambiente.pt/AIADOC/AIA2961/3
_rnt20177251780.pdf [Consult. maio 2019]

1. Os calcários do Miocénico Inferior depositaram-se _______ das Argilas do Forno do


Tijolo, indicando que houve _______ da energia do agente de transporte.
(A) antes … uma diminuição (C) antes … um aumento
(B) depois … uma diminuição (D) depois … um aumento

2. Os fósseis de ambiente distinguem-se dos de idade por terem uma distribuição geográfica
_____ ampla e uma estratigráfica mais _____.
(A) mais … restrita. (C) menos … restrita.
(B) mais … abrangente. (D) menos … abrangente.
7
3. Ao longo do curso do rio Tejo, a velocidade do fluxo tende a _____, originando depósitos
_____ calibrados.
(A) aumentar … bem
(B) diminuir … mal
(C) aumentar … mal
(D) diminuir … bem

4. Relativamente aos dados da figura, é possível afirmar que


(A) nas regiões mais elevadas afloram as rochas mais antigas.
(B) os estratos estão dobrados, formando uma sinforma com os estratos mais antigos no
centro.
(C) a menor recarga de água ocorre nas formações dos Calcários de Entrecampos.
(D) as rochas do Complexo Vulcânico de Lisboa são as mais permeáveis.

5. As formações geológicas constituintes do Sistema das Argilas Forno de Tijolo e do


Sistema das Argilas dos Prazeres
(A) constituem um bom aquífero.
(B) são as menos permeáveis, constituindo uma barreira ao fluxo de água.
(C) possuem uma elevada porosidade e permeabilidade, facilitando a percolação de
água.
(D) constituem-se aquíferos cativos, em que a extração de água é sempre feita por
artesianismo repuxante.

6. Nas rochas vulcânicas representadas na figura, é de esperar, da base para o topo,


(A) um aumento do teor de isótopos instáveis.
(B) um aumento da relação isótopos-pais/isótopos-filhos para um dado elemento
instável.
(C) uma diminuição do teor de isótopos estáveis.
(D) uma diminuição da relação isótopos-pais/isótopos-filhos para um dado elemento
estável.

7. Os basaltos de Lisboa caracterizam-se por serem rochas _____, constituídas


essencialmente por silicatos _____.
(A) básicas … que cristalizam a temperaturas altas
(B) ácidas … que cristalizam a temperaturas altas
(C) ácidas … de ferro e de magnésio
(D) básicas … de alumínio, de sódio e de potássio.

8. Imagine que as rochas representadas na figura eram sujeitas a um afundamento


progressivo.
Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência cronológica de
acontecimentos relacionados com a ocorrência de metamorfismo e magmatismo das
rochas sedimentares representadas.
A. Os minerais tornam-se instáveis.
B. Ocorrência de recristalização, no estado sólido.
C. As rochas sedimentares são sujeitas a um aumento da pressão e temperatura.
D. Cristalização dos minerais com maior conteúdo em ferro e magnésio.
E. Os minerais com ponto de fusão mais baixo iniciam a fusão.

8
9. Faça corresponder cada uma das descrições expressas na coluna A à respetiva
designação, na coluna B.

Coluna A Coluna B

(1) Falha inversa


(a) Deformação em regime frágil, sem componente vertical. (2) Anticlinal
(b) O teto sobe relativamente ao muro. (3) Sinclinal
(c) Pode gerar-se em resultado de forças distensivas, com
movimentos verticais. (4) Falha normal
(5) Desligamento

10. A Estufa Fria de Lisboa foi construída numa antiga pedreira que explorou calcário para a
construção civil. Foram efetuados estudos sobre o fluxo de água numa captação de água
dentro da Estufa Fria, cujos resultados permitiram verificar que ocorre uma rápida recarga
subterrânea da água da chuva.
Explique este facto com as propriedades litológicas das formações geológicas locais.

FIM

COTAÇÕES
Item
Grupo
Cotação (pontos)
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
I
5 5 5 5 5 5 5 5 5 15 60
1 2 3 4 5 6 7
II
5 5 5 5 5 5 5 35
1 2 3 4 5 6 7 8
III
5 5 5 5 5 5 5 10 45
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
IV
5 5 5 5 5 5 5 5 5 15 60
TOTAL 200