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COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE Norma: ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO Código: DA50.14

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE

Norma:

ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO

Código:

DA50.14

Folha:

1/22

Macroprocesso:

PLANEJAR E DESENVOLVER A REDE

Primeira Edição:

15/02/2002

Processo:

NORMALIZAR O DESENVOLVIMENTO TÉCNICO

Edição:

Data:

01/07/2005

CONTROLE DE APROVAÇÃO

 

REVISADO PELO ÓRGÃO NORMATIVO

 

ELABORADO

APROVADO

   

Marcelo Artur Xavier de Lima Petrônio dos Santos

Luiz Vicente – PCCI

Bruno da Silveira Lobo

HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES

 

DATA DA

 
   

REVISÃO

REVISÃO

ALTERAÇÕES EM RELAÇÃO A REVISÃO ANTERIOR

   
 

00 15/02/2002

Emissão inicial

 

01 01/07/2005

Adequação dos desenhos e tabelas, e inclusão do código do poste na sua identificação

DISTRIBUIÇÃO:

ARQUIVAMENTO: O arquivamento deste documento é de responsabilidade do Departamento de Administração - GDM

ATUALIZAÇÃO:

A distribuição deste documento é de responsabilidade da Unidade de Controles Internos - PCCI

A atualização deste documento é de responsabilidade da Unidade de Engenharia Básica - EIEB

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15/02/2002

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Data:

01/07/2005

1. OBJETIVO

ÍNDICE

2. RESPONSABILIDADES

3. CONCEITUAÇÃO

4. DISPOSIÇÕES GERAIS

5. APROVAÇÃO

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

3

3

3

5

12

12

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1. OBJETIVO

Esta norma apresenta os requisitos técnicos mínimos ao fornecimento, relativos a características,

projeto, fabricação, ensaios e outras condições específicas de postes de concreto armado de formato Duplo T e circular destinados ao suporte de redes e linhas aéreas urbanas e rurais de distribuição e transmissão.

É parte integrante desta norma o documento DA50.25 Condições Técnicas Gerais, onde estão

definidas exigências básicas relativas a normas, inspeção, desenhos, embalagem, garantia, treinamento e outras condições complementares para o fornecimento.

2. RESPONSABILIDADES

Cabe aos órgãos de suprimento planejamento, engenharia, construção, operação e manutenção o cumprimento das exigências desta norma.

3. CONCEITUAÇÃO

3.1 Armadura

Conjunto de peças metálicas destinadas a reforçar o concreto, absorvendo principalmente os esforços de tração.

3.2 Base

Plano transversal extremo da parte inferior do poste.

3.3 Cobrimento

Espessura da camada de concreto sobre as barras da armadura.

3.4 Comprimento do Engastamento (e)

Comprimento calculado e indicado para realizar o engastamento do poste ao solo.

3.5 Comprimento Nominal (L)

Distância entre o topo e a base.

3.6 Direção de Maior ou Menor Resistência Mecânica

Direção no plano transversal segundo o qual o poste apresenta a maior ou a menor resistência.

3.7 Flecha

Medida do deslocamento de um ponto, situado no plano de aplicação dos esforços, provocado pela ação dos mesmos.

3.8 Flecha Residual

Flecha

especificadas.

que

permanece

após

a

remoção

dos

esforços,

determinada

pelas

condições

3.9 Formato

É o contorno da seção do poste, resultante de um corte transversal.

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3.10 Limite de Carregamento Excepcional (1,4 R n )

Correspondente a uma sobrecarga de 40% (quarenta por cento) sobre a resistência nominal. Nestas condições de carga o limite elástico da armadura não deve ser atingido, garantindo-se, após a retirada do esforço, o fechamento das trincas e a flecha residual máxima admitida.

3.11 Plano de Aplicação dos Esforços Reais

Plano transversal situado à distância (d) abaixo do topo.

3.12 Plano de Aplicação dos Esforços Virtuais

Plano transversal situado à distância (d v ) acima do topo.

3.13 Plano Transversal

Plano normal ao eixo longitudinal do poste.

3.14 Poste Assimétrico

Poste que apresenta, em uma mesma seção transversal, momentos resistentes variáveis com a direção e o sentido considerados.

3.15 Poste Retilíneo

Poste que apresenta, em qualquer trecho um desvio de eixo inferior a 0,5% do comprimento nominal. Este desvio corresponde à distância máxima medida entre a face externa do poste e um cordão estendido da base ao topo, na face considerada.

3.16 Poste Simétrico

Poste que apresenta, em um mesmo plano transversal, momentos resistentes variáveis ou não com as direções consideradas, porém iguais para sentidos opostos.

3.17 Resistência Nominal (R n )

Valor do esforço, indicado no padrão e garantido pelo fabricante, que o poste deve suportar continuamente, na direção e sentido indicados, no plano de aplicação e passando pelo eixo do poste, de grandeza tal que não produza, em nenhum plano transversal, momento fletor que prejudique a qualidade dos materiais, trincas, exceto as capilares, nem flecha superior à especificada.

3.18 Resistência à Ruptura (R p )

Esforço que provoca o desagregamento do poste em uma seção transversal, seja por ter ultrapassado o limite elástico da armadura ou por esmagamento do concreto. A ruptura é definida pela carga máxima indicada no aparelho de medida dos esforços, carregando-se o poste de modo contínuo e crescente.

3.19 Topo

Plano transversal extremo da parte superior do poste.

3.20 Trinca

Fissura na superfície do poste, na qual se pode distinguir a olho nu a separação entre as bordas.

3.21 Trinca Capilar

Fissura na superfície do poste, na qual não se podem distinguir as duas bordas a olho nu.

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3.22 Defeito

Falta de conformidade a qualquer dos requisitos especificados.

3.23 Defeito tolerável

Defeito que não reduz substancialmente a utilidade da unidade de produto para o fim a que se destina ou não influi substancialmente no uso efetivo ou operação.

3.24 Defeito grave

Defeito considerado não crítico, que pode resultar em falha ou reduzir substancialmente a

utilidade da unidade de produto para o fim a que se destina.

3.25 Defeito crítico

Defeito que pode produzir condições perigosas ou inseguras para quem usa ou mantém o produto. É também o defeito que pode impedir o funcionamento ou o desempenho de uma função

importante de um produto mais completo.

4.

DISPOSIÇÕES GERAIS

4.1

Escopo do Fornecimento

O

escopo desta especificação compreende o fornecimento postes de concreto armado, para

instalação exterior, conforme características e exigências detalhadas a seguir, inclusive a

realização de ensaios de aceitação e tipo, além dos relatórios dos ensaios.

4.2 Características Principais

4.2.1 Características Gerais

Os comprimentos, formatos, resistências nominais e tipos, além das dimensões, estão definidos

nas tabelas de postes do anexo A.

Os postes de concreto devem possuir superfícies suficientemente lisas, sem fendas ou fraturas (exceto pequenas trincas capilares). Não é permitido qualquer pintura, nem o emprego de pasta

ou argamassa de cimento em substituição ao cobrimento, salvo sob autorização da CELPE.

Devem ser recusadas peças que apresentarem defeitos tais como bolhas, ninhos, trincas de retração, descamação da superfície, manchas, etc.

A critério da CELPE, podem ser aceitos materiais com pequenas falhas tais como pequenas

bolhas, ou permitido o seu reparo para posterior reinspeção, definindo a metodologia e o material a ser utilizado no reparo.

4.2.2 Furos

4.2.2.1 Nas posições indicadas nos desenhos desta especificação, devem ser previstos furos para fixação de equipamentos, cadeias de isoladores e passagem de cabos.

4.2.2.2 Os furos destinados à fixação de equipamentos e passagem de cabos devem ser cilíndricos ou ligeiramente troncocônicos, permitindo-se o arremate na saída dos furos para

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garantir a obtenção de uma superfície tal que não dificulte a colocação do equipamento, cabo ou fixadores. Devem atender as seguintes exigências:

a) Os furos para fixação do equipamento devem ter eixo perpendicular ao eixo da peça;

b) Nos furos de configuração troncocônica, a diferença entre os diâmetros das bases deve ser

inferior a 3 mm, sendo que o diâmetro menor define o diâmetro do furo;

c) Os furos devem ser totalmente desobstruídos e não devem deixar exposta nenhuma parte

da armadura.

4.2.3 Furos para degraus nos postes DT

Os postes devem conter 1 (um) furo, para degrau, com formato de semicírculo, de 110 mm de diâmetro, por gaveta, iniciando na 3 a gaveta a partir da base do poste e no centro da gaveta,

com exceção das gavetas superiores, cuja largura não comporte o diâmetro do furo.

Nos casos de postes com comprimento igual ou inferior a 12 (doze) metros, Tipo D, bem como, naqueles cuja largura da gaveta não comporte os furos, estes são dispensados.

4.2.4 Furo na base

Os postes acima de 8 metros, tipo DT, devem conter um furo com 110 mm de diâmetro, localizado a 300 mm da base.

4.3 Características de Produção

4.3.1 Materiais

Os materiais constituintes do concreto armado (cimento, agregados, água e aço) devem obedecer às prescrições das normas ABNT relacionadas nesta Norma.

4.3.2 Fabricação

A fabricação de todas as peças das estruturas deve respeitar as mais modernas técnicas e

processos empregados neste tipo de manufatura. A fabricação só terá início após a aprovação

dos desenhos pela CELPE e deve estar estritamente de acordo com os desenhos aprovados.

O concreto deve ser dosado racionalmente, em função das características granulométricas dos

agregados, da resistência característica prevista no projeto e da trabalhabilidade necessária para permitir o perfeito adensamento do concreto em função da dimensão da peça e da densidade de armaduras.

A cura inicial é obrigatória, antes mesmo da desmoldagem. Após esta, as peças devem ser

mantidas úmidas pelo período mínimo de 7 dias, a fim de evitar a perda de água por evaporação, garantindo a realização completa das reações químicas do cimento e diminuindo os efeitos da retração.

4.3.3 Cobrimento da Armadura

As barras longitudinais ou transversais da armadura devem ter cobrimento de concreto com espessura não inferior a 15 mm, para garantir a proteção da armadura e a durabilidade da peça.

As extremidades da armadura devem estar localizadas a 20 mm a base e do topo do poste, admitindo-se uma tolerância de + 5 mm.

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Todos os postes circulares de conicidade normal e reduzida devem possuir uma proteção em

PVC no trecho da armadura passante no rasgo, com 5 cm além do comprimento deste, sendo 2,5

cm para cada lado, para proteção da armadura neste ponto.

4.3.4 Tolerância de Dimensões

As tolerâncias admitidas não são cumulativas e devem ser as seguintes com relação às

dimensões estabelecidas nos projetos:

a) ± 50 mm para o comprimento nominal. ± 5 mm para as dimensões transversais

Postes:

b) 2 mm para o diâmetro nominal.

Furos:

+

+

3 mm para a diferença entre os diâmetros das bases do furo.

+

4 mm para a distância entre eixos.

c) Postes para Linha de Transmissão:

+ 10 mm no comprimento

+ 3 mm nas dimensões das seções

+ 2 mm para diâmetro dos furos

+ 4 mm para distância entre eixos

10%

compressão de concreto.

de

variação

na

resistência

característica

a

4.3.5 Outras Características

As demais características técnicas e construtivas dos postes, tais como teor de absorção de água, armadura, flechas, trincas, resistência à ruptura, super dimensionamento do concreto e do aço no topo dos postes e demais materiais, devem obedecer às disposições da NBR 8451.

4.3.6 Acessórios Metálicos

Os acessórios metálicos, eventualmente incluídos no fornecimento, devem ser fabricados em

estrita concordância com os desenhos fornecidos pela CELPE e devem ser zincado a quente, conforme DA50.13 Especificação de Ferragens Galvanizadas a Quente.

Para possibilitar a fixação do selo de liberação do material pela CELPE, deve ser colocado um elo

de arame galvanizado de pelo menos 1,5 mm, embutido no concreto com diâmetro de 50 mm,

posicionado a 25 mm do topo, no caso de postes.

4.3.7 Aterramento

Os postes devem ter um eletroduto plástico embutido, com diâmetro variando de 12 a 20 mm,

para descida do cabo de aterramento.

4.3.8 Postes para Ambientes de Atmosfera Agressiva

Os postes devem satisfazer as seguintes características básicas:

a) Cobrimento - as ferragens devem possuir um cobrimento mínimo de 20 mm, em qualquer

ponto da superfície interna ou externa.

b) Traço do concreto - deve ser utilizada uma dosagem racional do traço para o concreto,

considerando-se a sua utilização em zonas salitrosas, e sujeita a jateamento de areia; abaixo tabela orientativa para utilização.

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TABELA 1

MATERIAIS

TRAÇO EM MASSA

STATUS

Cimento posolânico CP – IV 32 RS

1,0

Obrigatório

Areia fina

----

Definição própria

Brita 0 (9,5 mm)

----

Definição própria

Microssilica SEM 500U

10%

Obrigatório

Retard VZ

0,25%

Sugestão

Água

0,45

Obrigatório

Consumo de cimento

482 kg/m 3

Sugestão

Abatimento

40+/-10 mm

Sugestão

Caso o Fabricante adote um traço divergente do sugerido nesta Norma, o mesmo deve executar os seguintes ensaios, em corpos de provas, com o traço do concreto adotado:

a) NBR 10787;

b) NBR 9204;

c) NBR 8094;

d) demais características técnicas conforme NBR 8451.

4.3.9 Especificações de Projeto

As estruturas devem ser projetadas em concordância com os desenhos e demais informações técnicas fornecidas pela CELPE.

4.3.9.1 As cargas indicadas nos desenhos ou diagramas fornecidos incluem os esforços motivados pelos equipamentos, cabos, isoladores e acessórios, que devem ser montados nas estruturas.

4.3.9.2 As cargas indicadas são básicas, sem consideração de qualquer fator de segurança.

4.3.9.3 As estruturas devem resistir a combinação mais desfavorável de todos os esforços atuantes. O comprimento do engastamento dos postes, quando não indicado nos desenhos fornecidos nesta especificação, deve ser determinado conforme NBR 8451.

4.4 Identificação

4.4.1 A identificação dos postes é gravada diretamente no concreto, em baixo relevo, e

alinhadas paralelamente ao eixo dos postes, com as letras medindo 50 mm x 50 mm, e separadas

entre si por 10 mm, em comprimento máximo de 2.000 mm e iniciar 4.000 mm ± 50 mm da base,conforme Anexo C – Identificação do poste, tendo as seguintes indicações:

a) CELPE;

b) resistência nominal na direção e sentido de maior resistência (daN);

c) comprimento nominal (m);

d) Ano de fabricação;

e) Nome do Fabricante;

f) Código do Poste.

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4.4.2 No caso de poste duplo T, as gravações devem estar na face lisa (Face B). Os postes

devem ter ainda um traço de referência indelével, paralelo a base e localizado a 3 (três) metros desta, para possibilitar a verificação da profundidade de engastamento, após a montagem.

4.4.3 O código do poste é uma seqüência alfa-numérica, formado por 01 (uma) letra e 06 (seis)

números, fornecida pela CELPE.

4.4.4 O código do poste também deve ser gravado na base do mesmo.

4.4.5 Sobre o código do poste devem ser aplicadas 02 (duas) demãos de esmalte sintético de

cor amarela, medindo 450 mm x 110 mm, de forma a ressaltar a codificação.

4.4.6 Para facilitar a inspeção e o armazenamento, os postes devem ser marcados com tinta a

óleo, na base, de forma legível, com as seguintes informações: resistência nominal, comprimento

nominal e data de fabricação.

4.4.7 Os demais critérios de marcação dos postes devem atender às prescrições da NBR 8452.

4.5 Ensaios Observado o disposto nas Condições Técnicas Gerais, são obrigatoriamente realizados os ensaios de recebimento a seguir relacionados, em presença do Inspetor da CELPE ou seu representante:

a) inspeção geral;

b) verificação do controle da qualidade;

c) verificação das características.

4.5.1 Inspeção Geral

Antes de iniciar os ensaios, deve ser feita a inspeção geral, verificando-se:

a) acabamento;

b) dimensões;

c) furação (posição, diâmetro, e desobstrução)

d) identificação.

4.5.2 Verificação do Controle da Qualidade

O Fabricante deve efetuar, as suas expensas, os ensaios de controle de qualidade do concreto e do aço utilizados na fabricação das estruturas, em conformidade com as normas da ABNT:

a) cimento – conforme prescreve a NBR 5732 ou NBR 5733;

b) agregado – conforme prescreve a NBR 7211;

c) água – destinada ao amassamento do concreto e isenta de teores prejudiciais de substâncias

estranhas, conforme NBR 6118;

d) aço – o aço utilizado para a armadura deve obedecer à NBR 7480, com exceção da

característica de dobramento, que é dispensada para as barras longitudinais;

e) Concreto – para dosagem e controle tecnológico do concreto, devem ser obedecidas as NBR

12654, NBR 12655, NBR 5738 e NBR 5739. A resistência do concreto à compressão não deve ser menor que 25 MPa aos 28 dias.

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Cópias dos relatórios destes ensaios devem estar disponíveis para verificação a qualquer momento, durante a fabricação e/ou inspeção de recebimento.

4.5.3 Verificação das Características

Os ensaios de verificação de características devem ser realizados conforme disposições das normas NBR 8451 e 6124. Os resultados devem ser satisfatórios se conduzirem a valores no mínimo iguais aos especificados na NBR 8451. Os ensaios são:

a) momento fletor no plano de aplicação dos esforços ( M A )

b) elasticidade;

c) resistência a ruptura;

d) determinação do cobrimento e afastamento da armadura;

e) determinação do teor de absorção de água.

4.5.4 Condições de Inspeção

O Fabricante deve dispor de pessoal e aparelhagem necessária para realização dos ensaios ou

contratar, às suas expensas, laboratório previamente aceito pela CELPE. A aparelhagem deve estar devidamente calibrada por laboratório acreditado, reconhecido pelo Inmetro ou aprovado pela CELPE, com o devido laudo comprobatório.

Os ensaios devem ser realizados às expensas do Fabricante. As repetições, quando solicitadas, são realizadas às expensas da CELPE, se os materiais forem aprovados. Caso reprovados, os custos dos ensaios devem ser assumidos pelo Fabricante.

4.5.5 Plano de Amostragem para Ensaios

O tamanho da amostra ou séries de tamanho de amostra, bem como o critério de aceitação do

lote estão definidos na NBR 8451.

4.5.6 Aceitação e Rejeição

Todos os materiais rejeitados nos ensaios de recebimento, integrantes de lotes aceitos, devem ser substituídos por unidades novas e perfeitas pelo Fabricante, sem qualquer ônus para a CELPE.

A aceitação de um determinado lote pelo comprador não exime o Fabricante da responsabilidade de fornecer os materiais em conformidade com as exigências desta especificação nem invalida as reclamações que a CELPE possa fazer a respeito da qualidade dos materiais empregados na fabricação das peças.

4.6 Relatórios de Ensaios Durante o período de fornecimento dos materiais o Fabricante deve disponibilizar ou enviar a CELPE relatório com os ensaios do controle tecnológico do concreto.

4.7 Exigências Adicionais Além das exigências contidas na DA50.25, são consideradas como complementares às apresentadas nos itens a seguir.

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4.7.1 Garantia

O Fornecedor garante os postes fornecidos por um período não inferior a 30 (trinta) anos, a partir da data de fabricação, observadas as disposições da DA50.25.

Os materiais de concreto fabricados conforme esta Norma devem ter vida média mínima de 35 anos a partir da data de fabricação, admitindo-se um percentual de falhas de 1% nos primeiros 10 anos e 1% a cada 5 anos subseqüentes, totalizando 6% no fim do período de 35 anos.

Para os postes padrão orla a garantia não deve ser inferior a 10 (dez) anos, salvo indicação contrária emitida pela CELPE.

4.7.2 Embalagem e Transporte

As exigências básicas relativas a este tópico estão definidas na DA50.25 Condições Técnicas Gerais.

Os materiais para aplicação em redes de distribuição e de transmissão podem ser embarcados e transportados, respectivamente, após 20 dias de fabricação, após inspeção e realização dos ensaios. Com prévia e formal autorização podem ser aceitos prazos inferiores aos estabelecidos acima, tratando-se de concreto de alto desempenho, cura a vapor ou outros processos.

4.7.3 Desenhos

Quando solicitado pela CELPE, o Fornecedor deve submeter, antes do inicio da fabricação e no prazo máximo de 30 (trinta) dias da aceitação, 3 (três) cópias heliográficas dos seguintes desenhos:

a) desenhos detalhados de cada uma das peças, com indicação de todas as dimensões, peso da

peça, diâmetro e cotas da furação e demais detalhes necessários;

b)

lista com no mínimo as seguintes informações: item, descrição, n o do desenho da peça,

quantidade e peso unitário da peça;

Os critérios para apresentação e aprovação dos desenhos estão definidos nas Condições Técnicas Gerais.

4.8 Informações Técnicas Requeridas com a Proposta

Na parte técnica da Proposta devem obrigatoriamente ser apresentadas, no mínimo, as informações a seguir relacionadas, sob pena de desclassificação:

a) Características técnicas garantidas do equipamento ofertado, conforme modelo anexo a esta

Norma. Salienta-se que os dados da referida lista são indispensáveis ao julgamento técnico da oferta e devem ser apresentados independentemente dos mesmos constarem dos catálogos e/ou folhetos técnicos anexados a Proposta;

b) Declaração de Exceção às Especificações de acordo com as Condições Técnicas Gerais ;

c) Informações sobre as condições para a realização dos ensaios de tipo referidos nesta Norma,

discriminando os ensaios que podem ser realizados em laboratórios do próprio Fabricante, relação dos laboratórios onde devem ser realizados os demais ensaios, bem como preços unitários para cada um dos ensaios;

d) Prazos de garantia ofertados;

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e) Outras informações, tais como catálogos, folhetos técnicos, relatórios de ensaios de tipo, lista

de fornecimentos similares, etc, considerados relevantes pelo Proponente para o julgamento técnico de sua oferta.

5. APROVAÇÃO

Bruno da Silveira Lobo Departamento de Planejamento de Investimentos

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

O projeto, a fabricação e os ensaios dos equipamentos, objeto desta Norma, devem obedecer as últimas revisões das normas aplicáveis da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, e em especial as normas a seguir relacionadas:

NBR 5426

NBR 5427

NBR 5433

NBR 5434

NBR 5732

NBR 5733

NBR 5738

NBR 5739

NBR 6118

NBR 6124

NBR 6323

NBR 7211

NBR 7480

NBR 7482

NBR 7483

NBR 8451

Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos Procedimento; Guia para utilização da norma NBR-5426 - Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos – Procedimento; Redes de distribuição aérea rural de energia elétrica – Padronização; Redes de distribuição aérea urbana de energia elétrica – Padronização;

Cimento Portland comum - Especificação; Cimento Portland de alta resistência inicial - Especificação; Moldagem e cura de corpos-de-prova de concreto, cilíndricos ou prismáticos – Procedimento; Ensaios a compressão de corpos-de-prova cilíndricos de concreto - Método de ensaio; Projeto e execução de obra de concreto armado - Procedimento;

Determinação da elasticidade, carga de ruptura, absorção de água e da espessura do cobrimento em postes e cruzetas de concreto armado - Método de ensaio; Produto de aço ou ferro fundido - Revestimento de zinco por imersão a quente – Especificação; Agregado para concreto – Especificação;

-

Barras

Especificação; Fios de aço para concreto protendido – Especificação;

e

fios

de

aço

destinados

à

armadura

para

concreto

armado

Cordoalhas de aço para concreto protendido – Especificação; Postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica - Especificação;

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE Norma : ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO Código:

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE

Norma:

ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO

Código:

DA50.14

Folha:

13/22

Macroprocesso:

PLANEJAR E DESENVOLVER A REDE

Primeira Edição:

15/02/2002

Processo:

NORMALIZAR O DESENVOLVIMENTO TÉCNICO

Edição:

Data:

01/07/2005

NBR 8452

NBR 9204

NBR 10787

NBR 12654

NBR 12655

NBR 8094

Postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica – Padronização; Concreto endurecido – Determinação da resistividade elétrica volumétrica – Métodos de ensaios; Concreto endurecido - Determinação da penetração de água sob pressão – Ensaios de permeabilidade; Controle tecnológico de materiais componentes do concreto – Procedimento; Preparo, controle e recebimento de concreto – Procedimento Material metálico revestido e não revestido – Corrosão por exposição à névoa salina

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE Norma : ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO Código:

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE

Norma:

ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO

Código:

DA50.14

Folha:

14/22

Macroprocesso:

PLANEJAR E DESENVOLVER A REDE

Primeira Edição:

15/02/2002

Processo:

NORMALIZAR O DESENVOLVIMENTO TÉCNICO

Edição:

Data:

01/07/2005

ANEXO A – TABELAS DE POSTES

TABELA 01 – Postes de Concreto Duplo T – Distribuição RD Secundária

             

DIMENSÕES (mm)

 

COMP.

RESIST. NOM. (R n ) (daN)

MASSA

             

NOM.

Face A

Face B

ITEM

CÓDIGO

TIPO

APROX.

T+20

L±0,05

   

F±20

J±20

e±15

M±15

     

Face

Face

(kg)

Topo

Base

Topo

Base

 

5

(m)

     

-

 

A

B

 

a±5

A±5

b±5

B±5

 
 

01

3300029

 

D

100

200

470

120

264

100

190

         

02

3300000

 

150

300

         

03

3300004

09

B

200

400

750

140

392

110

290

3100

1000

1500

3025

3000

04

3300019

300

600

05

3300057

B-1,5

500

1000

1026

182

434

140

320

Conforme Desenho 3300-C6

TABELA 02 – Postes de Concreto Duplo T – Distribuição RD Secundária – Ambiente de Atmosfera Agressiva

             

DIMENSÕES (mm)

 

COMP.

RESIST. NOM. (R n ) (daN)

MASSA

             

NOM.

Face A

Face B

ITEM

CÓDIGO

TIPO

APROX.

T+20

L±0,05

   

F±20

J±20

e±15

M±15

     

Face

Face

(kg)

Topo

Base

Topo

Base

 

5

(m)

     

-

 

A

B

 

a±5

A±5

b±5

B±5

 
 
 

3300091

01 02 09

B

150

300

750

140

392

110

290

3100

1000

1500

3025

3000

 

3300092

300

600

Conforme Desenho 3300-C6

 

TABELA 03 – Postes de Concreto Duplo T – Distribuição RD Primária

 
       

RESIST.

   

DIMENSÕES (mm)

 

COMP.

NOM. (Rn)

MASSA

             

NOM.

Face A

Face B

ITEM

CÓDIGO

TIPO

(daN)

APROX.

T+20

L±0,05

   

F±20

J±20

e±15

M±15

     

Face

Face

(kg)

Topo

Base

Topo

Base

 

5

(m)

     

-

 

A

B

 

a±5

A±5

b±5

B±5

 
 

01

3300002

 

B

150

300

1050

140

448

110

330

         

02

3300010

11

300

600

1200

1700

03

3301004

B-1,5

500

1000

1330

182

490

140

360

04

3301045

 

B-3

750

1500

1450

224

532

170

390

4600

   

4525

4500

06

3300003

 

B

150

300

1210

140

476

110

350

   

07

3300009

12

300

600

 

1300

1800

   

08

3301021

B-1,5

500

1000

1520

182

518

140

380

10

3300060

 

B-4,5

1000

2000

2100

266

602

200

440

   

Conforme Desenho 3300-C6

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE Norma : ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO Código:

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE

Norma:

ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO

Código:

DA50.14

Folha:

15/22

Macroprocesso:

PLANEJAR E DESENVOLVER A REDE

Primeira Edição:

15/02/2002

Processo:

NORMALIZAR O DESENVOLVIMENTO TÉCNICO

Edição:

Data:

01/07/2005

TABELA 04 – Postes de Concreto Duplo T – Distribuição RD Primária – Ambiente de Atmosfera Agressiva

             

DIMENSÕES (mm)

 

COMP.

RESIST. NOM. (R n ) (daN)

MASSA

             

NOM.

Face A

 

Face B

ITEM

CÓDIGO

TIPO

APROX.

T+20

L±0,05

   

F±20

J±20

e±15

M±15

     

Face

Face

 

(kg)

Topo

Base

Topo

Base

       

5

 

(m)

     

-

 

A

B

 

a±5

A±5

b±5

B±5

 
 
 

3300093

01 02 12

 

B

150

300

1210

140

476

110

350

4600

1300

1800

4525

4500

 

3300094

300

600

Conforme Desenho 3300-C6

 

TABELA 05– Postes de Concreto Circular – Distribuição RD Secundária

 
   

COMP.

       

DIMENSÕES (mm)

 

RESIST.

MASSA

             
   

NOM.

               

ITEM

CÓDIGO

TIPO

 

APROX.

 

Topo

   

Base

T+20

   

L±0,05

 

F±20

J±20

e±15

M±15

         

A±5

B±5

       

5

 

(m)

NOM. (R n ) (daN)

(kg)

     

-

 

01

3302000

C-14

200

630

 

140

 

320

       

02

3302003

09

 

C-17

400

800

 

170

 

350

3100

1000

1500

2950

3000

03

3302010

C-19

600

910

 

190

 

370

04

3302014

C-23

1000

1160

 

230

 

410

       

Conforme Desenho 3302-C1

 

TABELA 06– Postes de Concreto Circular – Distribuição RD Primária

 
   

COMP.

       

DIMENSÕES (mm)

 
               

NOM.

L±0,05

RESIST. NOM. (R n ) (daN)

MASSA

 

Face A

           

ITEM

CÓDIGO

TIPO

APROX.

 

Topo

 

Base

F±20

J±20

e±15

T+20

M±15

     

(kg)

     

5

(m)

 

A±5

B±5

     

-

 
       

01

3302005

C-17

400

1200

 

170

 

390

         

02

3302007

C-19

600

1260

 

190

 

410

03

3303003

11

C-23

1000

1520

 

230

 

450

1200

1700

04

3303005

C-29

1500

1980

 

290

   

510

05

3303015

2000

2100

4600

4450

4500

06

3302006

C-17

400

1300

 

170

 

410

   

07

3302016

C-19

600

1440

 

190

 

430

     

08

3303001

12

C-23

1000

1770

 

230

 

470

1300

1800

09

3303009

C-29

1500

2220

 

290

   

530

10

3303011

2000

2500

Conforme Desenho 3302-C1

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE Norma : ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO Código:

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE

Norma:

ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO

Código:

DA50.14

Folha:

16/22

Macroprocesso:

PLANEJAR E DESENVOLVER A REDE

Primeira Edição:

15/02/2002

Processo:

NORMALIZAR O DESENVOLVIMENTO TÉCNICO

Edição:

Data:

01/07/2005

TABELA 07– Postes de Concreto Duplo T – Transmissão

             

DIMENSÕES (mm)

 

COMP.

RESIST. NOM. (R n ) (daN)

MASSA

             

NOM.

Face A

Face B

ITEM

CÓDIGO

TIPO

APROX.

T+20

L±0,05

           
     

Face

Face

(kg)

Topo

 

Base

Topo

 

Base

F±20

J±20

e±15

- 5

M±15

(m)

       

A

B

 

a±5

A±5

b±5

B±5

 
 

06

3301226

 

B-1

400

800

3000

168

 

672

130

 

490

         

07

3301211

B-1,5

500

1000

3300

182

 

686

140

 

500

08

3301229

18

B-3

750

1500

3520

224

 

728

170

 

530

1900

2400

09

3301232

B-4,5

1000

2000

3830

266

 

770

200

 

560

10

3301305

B-5

1250

2500

4170

280

 

784

210

 

570

11

3301234

 

B-1

400

800

3680

168

 

728

130

 

530

   

12

3301235

B-1,5

500

1000

3980

182

 

742

140

 

540

13

3301238

20

B-3

750

1500

4300

224

 

784

170

 

570

2100

2600

14

3301241

B-4,5

1000

2000

4650

266

 

826

200

 

600

15

3301183

 

B-5

1250

2500

5100

280

 

840

210

 

610

   

16

3301224

B-6

1500

3000

5520

308

 

868

230

 

630

17

3301212

 

B-1,5

500

1000

4820

182

 

798

140

 

580

9050

   

4925

8950

18

3301184

B-3

750

1500

5220

224

 

840

170

 

610

19

3301175

22

B-4,5

1000

2000

5680

266

 

882

200

 

640

2300

2800

20

3301339

B-5

1250

2500

6060

280

 

896

210

 

650

21

3301251

B-6

1500

3000

6470

308

 

924

230

 

670

22

3301176

 

B-3

750

1500

6200

224

 

896

170

 

650

   

23

3301177

24

B-4,5

100

2000

6640

266

 

938

200

 

680

2500

3000

24

3301178

B-5

1250

2500

7150

280

 

952

210

 

690

25

3301179

 

B-6

1500

3000

7600

308

 

980

230

 

710

   

26

3301180

 

B-3

750

1500

7290

224

 

952

170

 

690

   

27

3301181

26

B-5

1250

2500

8260

280

 

1008

210

 

730

2700

3200

28

3301182

B-6

1500

3000

8860

308

 

1036

230

 

750

Conforme Desenho 3303-C1

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE Norma : ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO Código:

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE

Norma:

ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO

Código:

DA50.14

Folha:

17/22

Macroprocesso:

PLANEJAR E DESENVOLVER A REDE

Primeira Edição:

15/02/2002

Processo:

NORMALIZAR O DESENVOLVIMENTO TÉCNICO

Edição:

Data:

01/07/2005

TABELA 08– Postes de Concreto Circular – Transmissão

   

COMP.

       

DIMENSÕES (mm)

 
       

NOM.

L±0,05

RESIST. NOM. (R n ) (daN)

MASSA

Face A

       

ITEM

CÓDIGO

TIPO

APROX.

 

T+20

     

(kg)

Topo

A±5

Base

J±20

e±15

M±15

-5

 

B±5

     

(m)

     

01

3303053

C-21

800

3030

210

570

02

3303054

18

C-23

1000

3120

230

590

2100

2400

8180

 

03

3303055

C-29

1500

3910

290

650

04

3303056

 

2000

3910

     

05

3303057

 

C-21

800

3560

210

610

     

06

3303066

C-23

1000

3660

230

630

07

3303058

20

 

1500

4560

   

2300

2600

10010

08

3303067

C-29

2000

4560

290

690

09

3303068

2500

4560

10

3303059

 

C-23

1000

4250

230

670

     

11

3303060

 

1500

5250

   

4370

12

3303108

22

C-29

2000

5250

730

2500

2800

11840

13

3303113

2500

5250

14

3303117

 

3000

5250

 

15

3303061

   

1500

5980

       

16

3303062

24

C-29

2000

5980

290

770

2700

3000

13670

17

3303072

2500

5980

18

3303052

   

3000

5980

       

19

3303063

   

1500

6760

       

20

3303064

26

C-29

2500

6760

810

2900

3200

15500

21

3303065

3000

6760

Conforme Desenho 3303-C2

100

50

T
100

M
100

75

100

25

L

50

3.000

300

25

100 50 T 100 M 100 75 100 25 L 50 3.000 300 25 COMPANHIA ENERGÉTICA

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE

Norma:

ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO

Código:

DA50.14

Folha:

18/22

Macroprocesso:

PLANEJAR E DESENVOLVER A REDE

Primeira Edição:

15/02/2002

Processo:

NORMALIZAR O DESENVOLVIMENTO TÉCNICO

Edição:

Data:

01/07/2005

ANEXO B – DESENHOS

F

NOTA 1

e

J

a

A

FACE A

50

FUROS Ø19

IDENTIFICAÇÃO

(ANEXO C)

FURO Ø110

NOTAS:

1- ELETRODUTO PLÁSTICO Ø12mm EMBUTIDO NO POSTE.

LINHA DE REFERÊNCIA

b

FUROS Ø19

CENTRO DE GRAVIDADE

B

FACE B

COTAS EM MILÍMETROS

VERSÃO: 2

DATA: 16/06/2005

 

S/ESCALA

DESENHO: 3300-C6

POSTE DE CONCRETO DUPLO T- PARA DISTRIBUIÇÃO

APROVADO: EIEB

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE Norma: Código: Folha: ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO
COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE
Norma:
Código:
Folha:
ESPECIFICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO
DA50.14
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