ANÁLISE FINANCEIRA

Leonel Estevam

ÍNDICE
INTRODUÇÃO .............................................................................................................................. 2 ANTECEDENTES ......................................................................................................................... 3 1. ESTRUTURA DO BALANÇO ................................................................................................... 4 1.1. ESTRUTURA ECONÔMICO-FINANCEIRA ................................................................................... 4 1.2. ESTRUTURA DE CAPITAL ........................................................................................................ 4 2. FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA ..................................................................... 6 2.1. FATORES INTERNOS .............................................................................................................. 6 2.2. FATORES EXTERNOS ............................................................................................................. 6 3. DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO............................................................................................... 7 3.1. SINTOMAS............................................................................................................................. 7 3.2. CAUSAS BÁSICAS .................................................................................................................. 7 3.3. CONSEQÜÊNCIAS .................................................................................................................. 7 3.4. MEDIDAS DE SANEAMENTO .................................................................................................... 7 4. ANÁLISE DA ORIGEM DAS NECESSIDADES FINANCEIRAS ............................................. 8 4.1. TAMANHO DO PROBLEMA FINANCEIRO..................................................................................... 8 4.2. DETERMINAÇÃO DA ORIGEM DO DÉFICIT FINANCEIRO............................................................... 8 4.3. CLASSE DAS NECESSIDADES FINANCEIRAS .............................................................................. 8 5. COBERTURA DAS NECESSIDADES FINANCEIRAS ........................................................... 9 5.1. RECURSOS DO PASSIVO ........................................................................................................ 9 5.2. RECURSOS DO ATIVO ............................................................................................................ 9 5.3. MUDANÇA DOS OBJETIVOS ................................................................................................... 10 6. OS ÍNDICES ............................................................................................................................ 11 6.1. ÍNDICES DE ESTRUTURA ...................................................................................................... 11 6.2. ÍNDICES DE SOLVÊNCIA........................................................................................................ 13 6.3. ÍNDICES DE LIQUIDEZ ........................................................................................................... 14 6.4. ÍNDICES DE ROTAÇÃO .......................................................................................................... 14 6.5. ÍNDICES DE RENTABILIDADE ................................................................................................. 15 6.6. ÍNDICES DE PRODUTIVIDADE ................................................................................................ 16 6.7. ÍNDICES DE BOLSA .............................................................................................................. 16 7. ROE E PIRÂMIDE DE ÍNDICES ............................................................................................. 17 8. EXERCÍCIOS .......................................................................................................................... 18 8.1. EXERCÍCIO 01 ..................................................................................................................... 18 8.2. EXERCÍCIO 02 ..................................................................................................................... 20 8.3. EXERCÍCIO 03 - EMPRESA INICIAL S.A. ................................................................................. 23 8.4. EXERCÍCIO 04 - EMPRESA MÉDIA S.A. ................................................................................. 24 8.5. EXERCÍCIO 05 - EMPRESA PRIMEIRA ANÁLISE S.A. ............................................................... 26 8.6. EXERCÍCIO 06 ..................................................................................................................... 28 8.7. EXERCÍCIO 7 ....................................................................................................................... 31 8.8. EXERCÍCIO 8 – ANÁLISE FINANCEIRA DE IBÉRIA .................................................................... 34

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INTRODUÇÃO
Há um grupo variado de pessoas e entidades interessadas em saber como anda a saúde financeira das empresas. Neste grupo estão os acionistas, os banqueiros, os fornecedores, os funcionários e os administradores entre outros. Para satisfazer as necessidades de informações deste grupo, as empresas lhes proporcionam informações contábeis. Neste curso de Análise Financeira, pretendemos demonstrar como utilizar estas informações para analisar a evolução de uma empresa e calcular sua situação financeira atual. A Análise Financeira tem como objetivo fundamental, analisar a situação econômica da empresa e medir a rentabilidade do capital investido nesta. A análise financeira está centrada principalmente nas condições de equilíbrio das estruturas Ativas e Passivas e dos fluxos financeiros da empresa. Não basta que uma empresa seja economicamente rentável. Necessita também que sua estrutura financeira seja adequada à sua estrutura econômica nos momentos presente e futuro. Uma empresa muito rentável que não consiga cumprir suas obrigações de pagamento na data do vencimento por problemas de liquidez será classificada pelo mercado como insolvente e de pouco valerá sua rentabilidade. Lembre-se que a principal função do administrador financeiro é garantir a liquidez da empresa e depois maximizar a rentabilidade dos fluxos financeiros. Já para o analista financeiro, a principal função é antecipar e prevenir os estados de insolvência.

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ANTECEDENTES
Antes de iniciar os trabalhos para analisar a saúde financeira de uma empresa, devemos formular uma série de perguntas que esclareçam o máximo possível a finalidade da análise que se pretende realizar. Formularemos alguns questionamentos que podem servir de exemplo de algumas das perguntas importantes na hora de avaliar a saúde financeira futura da empresa. 1. A empresa necessitará de um financiamento adicional no próximo ano ou nos próximos dois a cinco anos para concluir seu plano estratégico? 2. Se trata de uma empresa com necessidades de financiamento sazonal? 3. É uma empresa rentável? (A rentabilidade que se espera para o futuro, é um dos pontos mais importantes para se obter financiamento). 4. Que tendência segue a rentabilidade? 5. Existe algum problema incuberto? (nível elevado de duplicatas a receber). 6. Compromissos de pagamento de leasing que não aparecem no Balanço? 7. Qual é a estrutura de vencimento da dívida? 8. Qual é o nível de risco em divisas que a empresa tem? 9. Existe a possibilidade da empresa emitir mais ações para capitar recursos? 10. A empresa pode conseguir mais financiamento a longo prazo?

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ESTRUTURA DO BALANÇO Para começar nosso estudo. ou seja.2.1. As contas do ativo devem estar ordenadas por Capital Próprio Capital de Terceiros grau de liquidez. Passivo  De onde se obteve o financiamento.1. Estrutura Econômico-Financeira Ativo Circulante Passivo Circulante Passivo Exigível a Longo prazo Ativo Permanente Capital Próprio 1. enquanto que o passivo 40% 60% reflete a estrutura financeira. O Ativo do balanço representa a estrutura econômica. o Passivo deve estar ordenado por grau de exigibilidade. Ativo  Aonde a empresa investiu Passivo  Patrimônio (aportação dos sócios) + Obrigações (o que a empresa deve) Ativo  Bens (o que a empresa possui) + Direitos (o que a empresa tem para receber) 1. Contrapondo a liquidez. os recursos financeiros utilizados para financiar os investimentos no ativo. começando pelo mais líquido até o menos líquido. Leonel Estevam 4 . Estrutura de Capital O Balanço nos mostra a situaçao da empresa desde dois pontos de vista: o econômico e o financeiro. vamos falar da estrutura econômico-financeira da empresa.

O excesso de capital permanente sobre o Ativo Fixo. constitui uma margem de garantia ou de segurança (solvência) financeira que permite compensar os desajustes entre os fluxos financeiros de entrada e saída provocados pelo ciclo operacional. Compra de matéria-prima CICLO OPERACIONAL Recebimento Prazo medio estoques Prazo medio de Recebimento Prazo medio de Pagamento Pagamento Venda Recebimento Tempo CICLO DE CAIXA Fuente: Leonel Estevam Leonel Estevam 5 . que é o capital de giro.

diferenças acentuadas no giro do contas a pagar e a receber em decorrência dos prazos médios de recebimento e pagamento. capitalização inadequada com a conseqüente utilização de capital de terceiros de forma excessiva. o aumento das taxas de juros Leonel Estevam 6 . alterações nas alíquotas de impostos seja tributos sobre a venda interna como sobre a importação de produtos concorrentes. 11. giros do estoque lento significando o carregamento de produtos obsoletos ou de difícil venda.2.1. 3. 4. 8. 4. através das indicações observadas no fluxo de caixa para tomar as medidas corretivas em tempo hábil de forma a minimizar o impacto nas contas da empresa. aumento da concorrência em decorrência da entrada de novos concorrentes no mercado. 2. aumento do nível de inadimplência. 12. Fatores internos 1. aumento no prazo de vendas concedido pela empresa como forma de aumentar seu grau de competitividade ou aumentar sua participação no mercado. 5. 2. 2.2. Fatores externos 1. compras em volume incompatíveis com as projeções de vendas. implicando em um volume maior de compras e custos operacionais. tanto internos quanto externos. política salarial totalmente incompatível com o nível de receitas e demais despesas operacionais. 3. aumento geral do nível de inadimplência causada por fatores como por exemplo. 7. aumentando o nível de endividamento. 2. expansão descontrolada das vendas. 10. 9. FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA O fluxo de caixa de uma empresa é impactado por uma série de fatores. baixa ocupação do ativo fixo. O administrador financeiro deve estar preparado. ciclos de produção extremamente longos e incompatíveis com o prazo médio concedido pelos fornecedores. custos financeiros elevados em decorrência de um nível de endividamento incompatível com a estrutura de capital da empresa. 6. redução nas vendas causadas por retração do mercado. imobilizando recursos da empresa no estoque. distribuição de lucros em volumes incompatíveis com a capacidade de geração de caixa.

4.1. Insuficiência crônica de caixa 2. Excesso de investimentos em ativos fixos 4.3. Excesso de investimentos em estoque 2. Aumento do capital próprio através do aporte de novos recursos dos proprietários atuais ou de novos sócios 2. Sintomas 1. Prazo médio de recebimento maior do que o prazo médio de pagamento das compras 3.3. Conseqüências 1. Alto giro de estoques e ciclo de produção elevado 3. redução ou adequação do nível de atividade aos volumes de recursos disponíveis para financiamento das operações 3. Controle rígido de custos e despesas operacionais 4. Desmobilização de ativos ociosos Leonel Estevam 7 . Medidas de saneamento 1. Queda na qualidade do dinheiro que a empresa consegue captar. Atrasos nos pagamentos aumentando as perspectivas de concordata ou falência 3.2. 3. Maior grau de vulnerabilidade ante a flutuações nas condições do mercado em que a empresa atua 2. Causas básicas 1. Captação sistemática de recursos através de empréstimos 3. uma empresa que se apresente em uma situação de desequilíbrio financeiro. O diagrama a seguir sintetiza essa situação: 3. DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO A análise do fluxo de caixa permite determinar com precisão.

2.1.1. Análise do Orçamento Operacional Mudança na política do circulante Controlar o crescimento 4.2.3.3.1.1. Cálculo da necessidade financeira Orçamento de caixa Necessidade de Ativo Permanente Necessidade de Ativo Circulante 4.4. Necessidades permanentes Ativo Permanente Renovação de equipamentos Mudanças e melhorias Novos investimentos – conseqüência do crescimento Novos investimentos Imateriais Grandes Perdas Ativo Circulante Crescimento das vendas Mudança nas políticas do circulante Troca de um produto por outro de ciclo mais longo 4.2. Tamanho do problema financeiro 4. ANÁLISE DA ORIGEM DAS NECESSIDADES FINANCEIRAS 4.1.3.2.2. Classe das necessidades financeiras 4.1. Necessidades Transitórias Vendas por operações não habituais Ponta de campanha ou de temporada Atraso de um financiamento fundamental Incidentes no circulante Perdas leves Leonel Estevam 8 . Necessidade financeira calculada + Cash Flow  Déficit financeiro profundo 4. Análise do Orçamento Extraordinário Investimento em Ativos Ritmo de pagamento dos Passivos 4. Determinação da origem do Déficit financeiro 4.2.

Recursos do Passivo 5.3. financeiro e imagem da empresa.2. ações e reservas. Fornecedores e Desconto Bancário. 5. 5. Créditos de curto prazo:    Automáticos – efeito econômico (custo). Realização de bens quase totalmente amortizados Realização de bens a meia vida Realização de bens ociosos por redução das vendas ou eliminação de um produto.1. Realização de Ativos Permanentes Operacionais.1.2. Leonel Estevam 9 . Recursos do Ativo 5.1.3.2. conta corrente descoberta. 5.5.2.1.1. De vencimento expresso – Limite de crédito pré-estabelecido. COBERTURA DAS NECESSIDADES FINANCEIRAS 5. Semi-automáticos – Só se produzir a causa que o gerou: Impostos e dividendos. Ampliações do Capital – Efeito sobre a rentabilidade. 5. letra de câmbio. Impacto econômico e financeiro da operação.1. Redução do Ativo Circulante Mudança na política de estoque de segurança (risco) Realização dos estoques excessivos Pagamento antecipado dos clientes: Efeito econômico. Crédito de médio e longo prazo – Efeito econômico (custo) e efeito financeiro (cash flow livre para pagar o empréstimo). Realização de Ativos extrafuncionais (não operacional). financiamento de equipamentos e renovação. 5.2.2.

Redução ou estabilização do Ativo Circulante.3. Mudança no Plano de Investimento em Ativos Permanentes. Leonel Estevam 10 . Mudança dos objetivos    Crescimento menor. devemos analisar a rentabilidade. mais lento ou estabilização do crescimento. Depois de determinar a forma de financiamento.5. as possibilidades de pagamento do financiamento e as taxas do endividamento da empresa.

muitas pessoas julgam a saúde financeira de uma empresa utilizando um único índice: o índice de lucro por ação ou rentabilidade financeira. Mas isso não significa que devemos calcular um número excessivo de índices sobre informações contábeis que pouco representem a realidade e que ao final além de gerar excessivas informações. Cada índice ou subconjunto de índices contemplam um determinado aspecto da empresa. E esta deve ser analisada por todos os aspectos se pretendemos ter uma visão correta a respeito de sua saúde financeira.6. É como se o médico julgasse a saúde de seus pacientes somente pela temperatura. A seguir apresentamos os dois índices de estrutura mais importantes. antes ou depois de deduzir o valor das depreciações e das contas redutoras. OS ÍNDICES Com bastante freqüência. ou seja. acabam confundindo o usuário. uns poucos índices são suficientes para se conhecer a situação financeirapatrimonial e julgar os resultados da gestão. Os índices que vamos estudar são os seguintes: Índices de estrutura Índices de solvência Índices de liquidez Índices de rotação Índices de rentabilidade Índices de produtividade Índices de bolsa 6. Esta é uma forma muito simples para avaliar uma empresa. Leonel Estevam 11 .1. podemos utilizar valores brutos ou líquidos. Quando as informações contábeis efetivamente representam a realidade econômico-financeira da empresa. Índice de imobilização = Imobilizado Ativo Total Tanto no numerador como no denominador. Índices de Estrutura São os índices que fazem referência à composição do Ativo (estrutura econômica) e do Passivo (estrutura financeira).

O valor destes índices dependem da política financeira mais ou menos agressiva que a empresa esteja disposta a adotar ou das características próprias do setor de atividade ao qual pertence a empresa. Se utiliza também como indicador ou medida de risco financeiro. Seu valor depende também do nível de tecnologia que a empresa em concreto esteja disposta a seguir. já que as obrigações (capital de terceiros) exercem o efeito de uma alavanca sobre a rentabilidade dos capitais próprios sempre que a rentabilidade econômica ou rentabilidade dos Ativos da empresa for superior ao custo do capital de terceiros. sendo uma variável básica na hora de determinar a estrutura financeira mais adequada para a empresa. Ativo Total Índice de Valores de Capital de Giro = Valores de Capital de Giro Ativo Total Índice de endividamento de curto prazo = Exigibilidade de curto prazo Exigibilidade Total Índice do Capital Próprio = Capital + Reservas Passivo Total Leonel Estevam 12 . O nível de endividamento medido por estes índices pode também ser chamado de grau de alavancagem financeira.O valor deste índice depende principalmente da natureza da atividade produtiva ou do setor da economia que a empresa pertence. aumentando ou diminuindo a participação de capital de terceiros em épocas de dinheiro mais caro ou mais barato (juros). Outros índices de estrutura: Índice de Valores disponíveis = Disponibilidade Ativo Total Índice de Valores realizáveis = Realizáveis . A conjuntura econômica também pode afetar a estrutura de capital. Índice de endividamento = Capital de Terceiros Capital Próprio ou Capital de Terceiros Passivo Total Este índice nos proporciona uma idéia da composição do passivo ou da distribuição do mesmo entre recursos de terceiro e de capital próprio.

Quanto maior for o grau de endividamento da empresa. para um determinado endividamento.2. Total de recursos de terceiros Quanto maior seja este índice. e isto eleva a solidez financeira da empresa. Os capitais permanentes não só devem financiar o Ativo fixo. A parte do Ativo Circulante financiada com capitais permanentes constitui o chamado Capital de Giro. constitui uma margem de garantia ou de segurança (solvência) financeira que permite compensar os desajustes entre os fluxos financeiros de entrada e saída provocados pelo ciclo operacional. e em princípio. Índice de cobertura do capital próprio sobre o imobilizado = Capital + Reservas Imobilizado Um índice de 1 significa que o imobilizado está financiado totalmente por recursos próprios. Grau de cobertura do Ativo real sobre o Passivo exigível = . deverá ser superior a 1. maior será a solvência da empresa. o qual em todo caso. significa que a empresa está em uma situação de quebra técnica. mas também uma parte do circulante. Índices de Solvência Do ponto de vista econômico. Se o valor deste índice for inferior a 1. que é o capital de giro. uma empresa é solvente quando está em condições de fazer frente a suas obrigações corrente e ainda apresenta uma situação patrimonial e uma expectativa de lucros que garantam a sobrevivência desta no futuro. Ativo Total . já que uma ótima gestão financeira pode atrasar o aparecimento de tal insolvência e inclusive pode até chegar a recuperar um patrimônio líquido positivo. maior será o risco financeiro. 6. A prudência e a lógica aconselham que os investimentos de longo prazo sejam financiados por capitais permanentes (capital + reservas + obrigações de médio e longo prazo). Nunca uma dívida de curto prazo deve financiar um bem imobilizado. Na estrutura econômico-financeira da empresa deve haver uma certa coerência entre a natureza dos investimentos e a origem dos recursos financeiros. Leonel Estevam 13 . o que não supõe que a entidade tenha que suspender os pagamentos. as estruturas financeiras com um peso maior para exigibilidades de curto prazo oferecem um risco mais elevado. O excesso de capital permanente sobre o Ativo Fixo.

4. Índices de Liquidez Uma companhia é solvente a curto prazo quando é capaz de realizar os pagamentos que se originam com o ciclo operacional. Passivo Circulante Um índice de liquidez seca ou índice de tesouraria igual a 0. mais solvente será a empresa. Passivo Circulante Índice de liquidez seca = Disponibilidades + Realizáveis a curto prazo . 6. Quanto maior for o número de rotações destas Leonel Estevam 14 . O diagnóstico da solvência financeira a curto prazo ou liquidez da empresa deve estar apoiado na quantidade de capital de giro e nos índices de tesouraria que vamos estudar a seguir. Ativo Permanente Bruto . quanto maior for o valor do capital de giro positivo.Índice de cobertura do capital permanente sobre o ativo permanente = Capital Permanente . Índice de liquidez = Ativo Circulante .5 não é alarmante quando a rotação dos estoques é elevada. Índices de Rotação Os índices de rotação nos permite conhecer o ritmo ou velocidade de transformação de certas massas patrimoniais ativas ou passivas. Ativo Permanente Líquido Quanto maior for o excesso do valor deste índice sobre 1. ou seja.3. Grau de depreciação = Depreciação acumulada Ativo Permanente Bruto 6. Taxa anual de depreciação = Depreciação anual .

. Índices de Rentabilidade A rentabilidade econômica ou rentabilidade dos Ativos. Ativo Total A rentabilidade financeira.massas patrimoniais. significa uma melhor gestão. Giro do Imobilizado = Venda anual a preço de venda Imobilizado médio Venda anual a preço de venda Ativo Total Médio . Rentabilidade econômica = Lucro + Juros da dívida . que implicará em um melhor resultado empresarial. Leonel Estevam 15 . Giro do Ativo Circulante = . O aumento do número de giros e consequentemente a redução dos períodos médios das respectivas massas patrimoniais. sejam estes capitais próprios ou de terceiros. depois de deduzir o imposto de renda. mede a capacidade da empresa para retribuir os capitais investidos. Giro do Ativo Total = Giro do Capital Próprio = Venda anual a preço de venda Patrimônio Líquido . maior será a eficácia com que os executivos administram os capitais dos proprietários. Saldo médio de clientes Total de Vendas a preço de custo Saldo médio do estoque Total de compras anual a prazo Saldo médio de fornecedores Venda anual a preço de venda Ativo Circulante médio . Giro de Estoques = Giro de Fornecedores = . 6.5. mede a rentabilidade do capital próprio ou a rentabilidade dos acionistas. Giro de Clientes = Venda anual a prazo .

6.6. Cash Flow Número de ações Dividendos .7. Índices de Produtividade O conceito de produtividade está relacionado com o conceito de economia ou eficiência técnica. Capital + Reservas Outro índice utilizado na análise de rentabilidade é o que faz referência ao resultado das vendas ou margem comercial. Índices de Bolsa Rentabilidade Bursátil = Lucro Líquido . Número de Ações Cash Flow por ação = . Lucro Líquido Índice preço-lucro ou price-earning-ratio (PER) = Valor bursátil de uma ação . Lucro Líquido por ação Leonel Estevam 16 . Custo Real Economicidade = Produção Prevista Produção Real . Margem Comercial = Vendas – Custo das vendas . Economicidade = Custo Previsto . Podemos dizer que a produtividade constitui a relação entre os produtos resultantes e os produtos consumidos durante o processo de produção. Número de ações Dividendo por ação = . Vendas 6.Rentabilidade Financeira = Lucro Líquido . Capitalização Bursátil = Lucro + Depreciações . Coeficiente de distribuição ou pay-out ratio = . Dividendos .

ROE e Pirâmide de Índices . = LAJIR x Ativo Líquido Ativo Líquido P. LAIR Lucro Líquido Vendas x Vendas P. Lucro Líquido P. x LAIR x LAJIR Lucro Líquido .L. de Prod.L.L. Vendas Líquidas Estoques * 365 Custo das vendas Clientes * 365 . Ativo Circulante Líquido Custos Fixos Diretos Custos Fixos Indiretos Vendas Líquidas Vendas Líquidas Despesas Var. Auto-financiamento . Comerciais Vendas Líquidas Custos Var. Vendas Brutas 17 . LAJIR Vendas Líquidas Custos Variáveis Vendas Líquidas x Vendas Líquidas Ativo Líquido Vendas Líquidas Ativo Permanente Líquido Ativo Líquido Capital Social Ativo Líquido .Leonel Estevam 7. Custos Fixos Vendas Vendas Líquidas .

150 2.380 -4.710 3. Exercício 01 Qual é a relação entre cash-flow e o câmbio produzido na tesouraria? Pode uma empresa ter lucro ao final do ano e estar com o caixa a zero? Para responder estas perguntas.000 -3.060 11.540 Capital de Giro 3.540 Variação Ativo Circulante Caixa Clientes Estoque Ativo Permanente Edifícios Máquinas Amortização Acumulada Total do Ativo Capital Reservas Exigível Corto Prazo Total Passivo 7.344 504 1.280 7.700 2.1999 Vendas Líquidas Custo das Vendas Margem Bruto Gastos com salários Materiais diversos Telefone e Luz Reparação Depreciação LAIR IR Lucro Líquido 10.8.240 11.360 DRE .130 6.198 1.1.000 -3.726 11.618 2.660 -5. utilizaremos o seguinte exemplo: Ano 1999 5.160 6.720 11. EXERCÍCIOS 8.000 3.624 Ano 1998 4.290 1.460 -2.000 3.280 5.624 7.600 2.700 1.940 7.600 1.750 -440 -350 -260 -660 920 -322 598 Leonel Estevam 18 .

Geração de caixa Vendas Maior Saldo de clientes Caixa gerado pelas vendas Pagamentos Custo das Vendas Variação dos estoques Variação de Fornecedores Total desembolso de caixa pelo CMV Apuração do Saldo Final de Tesouraria Caixa gerado pelas vendas Caixa pagamento CMV Outros gastos pagos Caixa gerado pelas operações Tesouraria inicial Caixa das operações Saldo final de Tesouraria Cash-flow (Lucro Líquido + Depreciação) Fundos gerados pelas operações Aumento saldo clientes Aumento de estoques Diminuição fornecedores Caixa gerado pelas operações Leonel Estevam 19 .

350 3.600 1.950 0 60 11.500 700 9.350 530 1.500 -2.960 4.250 950 12.610 -950 50 20 -200 -1.950 3.000 2.000 100 350 1.000 -2.300 11. o seguinte balanço: Ativo Circulante Caixa Aplicação de Curto Prazo Clientes Estoque Ativo Permanente Imobilizado Amortização Acumulada Participação em outras empresas Provisão de Depreciação Gastos Pré-Operacionais Total do Ativo Ano 0 3.210 6.290 9.550 4.450 100 550 2.650 1.2.300 2 – Amortização das despesas Pré-Operacionais no valor de 20 Depreciação do imobilizado no valor de 800 Leonel Estevam 20 .950 -500 40 12.050 120 150 0 2.350 2.060 1.200 600 8.610 Variação -130 20 -550 300 100 780 1.700 2.740 8.8.320 120 0 2.510 8.010 1.350 600 -350 Informe dos Auditores: 1 – Proposta de distribuir os resultados do ano 0: 600 a reservas 700 a dividendos 1.500 2. Exercício 02 Uma sociedade apresenta para os exercícios 0 e 1.500 200 0 -500 -20 Passivo Circulante Fornecedores Impostos a pagar Duplicatas a pagar Dívida com sócio Empréstimo bancário Patrimônio Líquido Capital Reservas Resultado Exercício Total Passivo 5.960 Ano 1 3.

5 – Dívida com sócios Decidiram capitalizar a dívida que tinha com seus sócios. elabore o quadro de financiamento para o ano 1. (Origem e aplicação. Análise das variações do circulante e Cálculo dos recursos operativos).000). cujo valor contábil líquido era de 400. (valor bruto 1. Cálculo dos Recursos Operativos Resultado do Exercícios Amortização Depreciação Provisões Lucro Contábil (venda ativo) Provisão Perdas devedores duvidosos Saldo Análise das Variações do Circulante + Estoque Clientes Aplicações Curto Prazo Caixa Fornecedores Duplicatas a pagar Impostos a pagar Empréstimo Bancário Saldos Variação do Circulante - Leonel Estevam 21 . 4 – Imobilizado Material A sociedade vendeu um elemento produtivo por 500.3 – Imobilizado Financeiro A sociedade adotou uma provisão para depreciação de carteira de ações no valor de 500 para cobrir prejuízos de uma empresa participada. 6 – Clientes A sociedade lançou no resultado do exercício um valor de 50 referente a uma dívida que considerou incobrável. Com estas informações.

DOAR Origens Vendas Imobilizado Recursos Operacionais Investimento em Imobilizado Distribuição de Dividendos Saldos Variação do Circulante Aplicações Leonel Estevam 22 .

950 Saldo inicial de Caixa  $ 200 Capital Social  $ 2. Exercício 03 . Sobre estas operações.3.500 Produção  5.Empresa Inicial S. A partir dos dados fornecidos abaixo.150 Vendas 5.250 unidades por um total de  $ 52.000 unidades Custos fixos de produção  $ 10. elabora o balanço e a DRE desta empresa.000 Custos variáveis unitários de produção  $ 5 Despesas Administrativas  $ 3.A. DRE Vendas Custo das Mercadorias Vendidas Lucro Bruto Despesas Administrativas LAJIR Despesas Financeiras LAIR IR Lucro Líquido ATIVO Caixa Estoque Total do Ativo Capital Social PASSIVO Lucro do Exercício Total do Passivo Leonel Estevam 23 . Não há estoques inicial ou final de matéria-prima.000 Juros pagos  $ 280 Os estoque de produto acabado estão avaliados pelo método FIFO. Estoque inicial de produtos acabados  300 unidades  $ 1.8. somente incide o IR com uma alíquota de 35%.

000.00 $ 30.000. elabore o Balanço.00 + Depreciação das Maquinas  Mão-de-obra  $ 5.00 Custos de Produção:  matéria-prima $ 1.746.711.428. a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e calcule os índices da Análise Financeira.000.37 ATIVO ANO 01 ATIVO CIRCULANTE Tesouraria Duplicatas a Receber Estoque Prod.8.385.170.00 $ 150.000.77 Estoque final de produtos acabados  $ 715.000.605.000.24  Fixos de Produção  $ 283.00 Despesas Comerciais  $ 45.00 $ 60.A.344.13 Despesas Administrativas  $ 741.00 $ 90.Empresa Média S.000.4.00 Juros pagos  $ 107.00 $ 1.206 Despesas Bancárias  $ 420.876. Investimentos Iniciais: Tipo do Investimento Edifícios Máquinas Instalações Móveis Equipamentos de Informática Veículos Capital Social Caixa % de Depreciação 5% 10% 10% 10% 20% 20% Valor de compra $ 335.00 $ 45. Exercício 04 . Acabados Estoque Matérias Primas Impostos a Recuperar ATIVO PERMANENTE Imobilizado Edifícios Máquinas Instalações Moveis Equip.33 IR  35% Vendas  $ 9.570.000.00 $ 290. de Informática Veículos Depreciação Acumulada Gastos de Pré-Operacionais TOTAL ATIVO PASSIVO ANO 01 PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Empréstimo Bancário Outros Fornecedores Imposto de Renda EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Empréstimo Bancário Outras Dívidas a Longo Prazo PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Subscrito Reserva Legal Lucros / Prejuízos Acumulados Resultado do Exercício TOTAL PASSIVO Leonel Estevam 24 .000. A partir dos dados fornecidos abaixo.017.

Curto prazo + Dup.Fornecedores .DRE Ingressos das Vendas Custo das Vendas Margem Industrial Despesas Comerciais Margem Comercial Despesas Administrativas Despesas Financeiras Depreciação LAJIR Juros LAIR IR Lucro Líquido Análise Financeira Necessidade de Capital de Giro (Duplicatas a Receber + Estoques) .Obrigações fiscais Capital de Giro (PL + Exigibilidades de Longo Prazo) .Ativo Permanente Índice de Endividamento Total Passivo Exigível / Ativo Total Índice de Cobertura de Juros LAJIR / Juros Índices de Liquidez Capital de Giro / Ativo Total Índices de Circulante Ativo Circulante / Passivo Circulante Índice de Liquidez Seca (Tesor. + Aplicações. a Receber) / Passivo Circulante Índice de Tesouraria (Tesor.Impostos / Vendas ROA LAJIR . + Aplicações Curto Prazo) / Passivo Circulante Índices de Eficiência .Giro Vendas / Ativo Total Médio Vendas / Ativo Permanente Médio Vendas / Capital de Giro Médio Giro dos Estoques Custo dos produtos vendidos / Estoque Médio Prazo médio de Recebimento Duplicatas a Receber médio / Vendas medias diárias Índices de Rentabilidade Margem de Lucro Liquido LAJIR .Impostos / Ativo Total Médio ROE Lucro Liquido Disponível para os acionistas ordinários / PL médio Leonel Estevam 25 .

054.750.063.00 € 45.44 € 7.00 € 60.00 € 1.099.704.273.00 € 0.00 € 0.000.00 TOTAL ATIVO € 1.393.000.10 PASSIVO CIRCULANTE € 984.33 € 1.00 € 420.00 € 0.678.00 € 0.293.00 Lucros/Prejuízos Acum.000.40 € 8.00 € 51.00 € 0.475.84 € 1.64 € 972.A.00 € 2.00 € 0.996.00 Empréstimo Bancário € 13.20 € 1.00 € 959.10 TOTAL PASSIVO € 1.750.Ativo ANO 01 ATIVO CIRCULANTE Tesouraria Duplicatas A Receber Estoque Prod.8.608.98 € 332.055.77 ANO 02 € 571.96 € 290.475.000.95 Fornecedores Balanço .00 € 164.567.439.56 € 37.32 € 904.393.56 € 47.00 € 30.220.750.820.937.608.00 € 335.853.27 € 0.000.964.858.000.595.677.067.84 € 3.00 Reserva Legal € 266.019.00 Empréstimo Bancário € 585.00 € 0.646.532.56 € 881.00 € 13.00 € 420.00 PATRIMÔNIO LÍQUIDO € 30.86 € 2. Resultado do Exercício € 290.475.853.26 € 0.850.586.98 € 371.000.00 Capital Subscrito € 176.438.32 € 420.062.00 € 2.00 € 371.750.250.930.000.00 € 0.000.118.00 € 45.250.419.00 € 1.790.196.10 DRE Ingressos das Vendas Custo das Vendas Margem Industrial Despesas Comerciais Margem Comercial Despesas Administrativas Despesas Financeiras Depreciação LAJIR Juros LAIR IR Lucro Líquido ANO 01 € 8.000.250.88 € 0.741.34 Leonel Estevam 26 .895.84 € 3.Empresa Primeira Análise S.5.77 € 305.93 € 470. Balanço .312.596.391.826.00 € 517.000.97 € 656.000.33 € 50.00 EXIGÍVEL LONGO PRAZO € 0.86 ANO 02 € 10.08 € 2.459.00 € 0.00 € 500.00 € 15.00 ANO 02 € 865. de Informática Veículos Depreciação de Período Depreciação Acumulada Gastos Pré-Operacionais € 880.84 € 0.91 € 199.283.120.863.00 € 1.Passivo ANO 01 € 547.00 Outras Dívidas Longo Prazo € 0.00 € 1.630. Acabados Estoque Matérias Primas Impostos a Recuperar € 0.000.000.63 € 164. Exercício 05 .00 € 89.204.937.00 € 60.677.00 Imposto de Renda € 0.000.489.32 € 48.64 € 690.886.250.97 € 1.649.567.00 ATIVO PERMANENTE Imobilizado Terrenos Edifícios Depósitos / Armazéns Máquinas Instalações Moveis Equip.00 € 880.476.390.88 € 1.15 Outros Fornecedores € 0.008.00 € 89.00 € 39.000.704.685.89 € 49.305.000.00 € 1.595.

Giro Vendas / Ativo Total Médio Vendas / P. + Aplicações.Obrigações fiscais Capital de Giro (PL + Exigibilidades de Longo Prazo) .L. Vendas / Ativo Permanente Médio Vendas / Capital de Giro Médio Giro dos Estoques Custo dos produtos vendidos / Estoque Médio Prazo médio de Recebimento Duplicatas a Receber médio / Vendas medias diárias Índices de Rentabilidade Margem de Lucro Liquido LAJIR . a Receber) / Passivo Circulante Índice de Tesouraria (Tesor.Análise Financeira ANO 01 Necessidade de Capital de Giro (Duplicatas a Receber + Estoques) .Ativo Permanente Índice de Estrutura Ativo Permanente / Ativo Total Índice de Endividamento Total Capital de Terceiros / Capital Próprio Exigibilidades de Curto Prazo / Dívida Total Passivo Exigível / Ativo Total Índice de Cobertura de Juros LAJIR / Juros Índices de Liquidez Ativo Circulante / Passivo Circulante Capital de Giro / Ativo Total Índice de Solvência Ativo Total / Total de Capital de Terceiros Índices de Circulante Ativo Circulante / Passivo Circulante Índice de Liquidez Seca (Tesor. Curto prazo + Dup.Impostos / Ativo Total Médio ROE Lucro Liquido Disponível para os acionistas ordinários / PL médio ANO 02 Leonel Estevam 27 . + Aplicações Curto Prazo) / Passivo Circulante Índices de Eficiência .Impostos / Vendas ROA LAJIR .Fornecedores .

604.70 € 2.750.326.000.000.Ativo 2000 ATIVO CIRCULANTE Tesouraria Duplicatas A Receber Estoque Produtos Acabados Estoque Matérias Primas Impostos a Recuperar ATIVO PERMANENTE Imobilizado Terrenos Edifícios Depósitos / Armazéns Máquinas Instalações Moveis Equipamentos de Informática Veículos Depreciação de Período Depreciação Acumulada Gastos de Pré-Operacionais TOTAL ATIVO € 5.436.927.00 € 0.00 € 45.00 € 1.00 € 1.000.016.00 € 60.00 € 0.00 2002 € 5.00 € 0.00 € 0.00 € 178.00 € 2.495.17 € 8.000.24 € 0.00 € 1.000.500.000.00 2003 € 887.830.00 € 0.00 € 226.48 € 2.58 € 7.00 € 30.750.89 € 0.40 € 1.00 € 647.850.430.00 € 0.548.929.00 2001 € 3.750.500.00 € 0.396.04 € 1.250.00 € 819.00 € 366.00 € 30.00 € 60.150.00 € 2.335.051.00 € 0.079.00 € 139.00 € 1.00 € 0.00 € 45.00 € 45.00 € 0.250.585.750.796. Exercício 06 Balanço .531.000.750.00 € 0.318.267.04 € 4.00 € 3.94 € 3.585.53 € 0.197.828.000.000.111.166.00 € 500.408.501.30 € 8.500.336.92 € 109.00 € 340.585.00 € 226.230.00 € 226.33 € 4.016.00 € 3.000.55 € 85.00 € 0.00 € 1.95 € 2.00 € 1.00 Leonel Estevam 28 .00 € 2.400.004.21 € 0.007.923.950.00 € 791.505.250.750.21 € 1.000.00 € 3.600.55 € 4.00 € 113.69 € 0.94 € 10.886.000.28 € 662.00 Balanço .619.00 2004 € 1.00 € 0.570.500.000.604.00 € 1.923.05 € 3.105.930.408.63 € 4.00 € 0.000.074.75 € 4.58 € 380.381.250.43 € 86.750.750.675.00 € 592.285.00 € 13.00 € 2.000.00 € 703.250.00 € 3.075.246.00 € 11.901.00 € 0.377.69 € 0.063.202.510.158.786.000.74 € 0.101.95 € 1.56 € 4.05 € 1.681.00 € 45.860.000.00 € 139.23 € 2.850.753.00 € 13.00 € 1.021.00 € 53.585.000.856.38 € 0.420.861.435.00 € 13.048.000.00 € 226.599.000.402.250.28 € 0.000.00 € 13.208.647.000.872.692.931.000.83 € 0.14 € 3.500.00 € 30.610.000.00 € 953.00 € 1.49 € 96.00 € 0.500.00 € 13.046.00 € 45.585.11 € 6.250.771.230.19 € 9.Passivo 2000 PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Empréstimo Bancário Outros Fornecedores Comerciais Imposto de Renda EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Empréstimo Bancário Outras Dívidas a Longo Prazo PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Subscrito Reserva Legal Lucros / Prejuízos Acumulados Resultado do Exercício € 1.500.000.000.692.850.585.000.00 2003 € 7.00 € 30.6.00 € 0.177.49 € 12.150.00 € 1.000.141.000.500.00 € 3.31 € 90.00 € 3.939.000.00 € 576.000.000.262.000.250.30 € 2.00 € 60.665.785.250.950.00 € 252.000.00 € 1.00 € 0.17 € 0.49 € 5.77 € 1.000.8.00 € 60.00 € 1.425.232.78 € 0.377.48 € 0.00 € 0.000.801.00 € 0.00 € 1.00 € 0.54 € 1.00 € 1.000.611.241.00 € 0.00 € 30.000.000.395.00 € 0.00 2004 € 9.00 € 0.844.00 € 60.000.458.000.830.48 € 7.76 € 0.000.750.82 € 2.772.00 € 1.662.00 2001 € 733.000.00 € 0.00 2002 € 793.054.037.53 € 0.

664.647.369.955.00 Janeiro € 3.750.176.070.00 € 420.906.267.028.236.48 € 521.00 € 420.469.65 € 791.010.00 € 101.DEMONSTRAÇAO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Ano 2000 Ingressos das Vendas Custo das Vendas Margem Industrial Despesas Comerciais Margem Comercial Despesas Administrativas Despesas Financeiras Depreciação LAJIR Juros LAIR IR Lucro Líquido € 8.242.496.474.69 € 1.00 € 2.220.102.978.000.00 € 2.770.543.69 € 1.811.260.656.00 € 1.24 € 544.000.00 € 2.723.00 € 89.36 € 544.86 € 3.00 € 1.000.010.122.791.250.578.220.306.711.274.269.855.00 € 2.196.48 € 37.000.763.48 € 1.196.835.20 € 6.500.464.007.65 € 48.00 € 101.763.419.273.000.36 € 48.56 € 9.246.77 € 647.285.00 € 101.788.369.00 € 2.74 € 2.48 € 15.220.742.00 OK Leonel Estevam 29 .00 € 101.907.00 € 60.516.00 € 2.80% € 1.00 € 530.00 € 2.860.24 € 953.649.705.323.153.000.000.00 € 2.220.349.50 € 12.88 Ano 2003 € 8.40 € 10.28 € 1.00 € 420.000.662.335.24 € 49.85 € 2.750.277.00 € 420.14 Ano 2001 € 7.274.886.260.311.84 € 576.00 € 30.196.267.00 € 2.291.750.72 € 2.664.00 € 45.00 € 420.60 Ano 2002 € 7.10 € 11.00 € 3.24 € 0.00 € 2.849.00% 0.17 € 1.230.750.77 € 0.196.390.202.000.202.77 € 544.37 Ano 2004 € 9.197.371.36 € 0.65 € 544.77 € 48.64 € 1.646.421.00 € 500.441.65 € 0.495.773.00 € 1.421.262.00 € 1.723.63 € 2.849.10 INVESTIMENTO INICIAL Capital Social Total que será integralizado Valor que será destinado ao Caixa Valor empréstimo de Longo prazo Conferência dos valores investidos Depreciação Taxa Anual Investimento em Terrenos Investimento em Edifícios Investimento em Armazém / Deposito Investimento em Máquinas e Equipamentos Investimento em Instalações Investimento em Móveis Investimento em Equipamentos de Informática Investimento em Veículos Outros Investimentos em Ativos Permanentes Taxa Anual de Juros para Crédito Rotativo Taxa Mensal de Juros para Crédito Rotativo 5% 10% 10% 10% 20% 20% 10.36 € 703.516.

Vendas / Ativo Permanente Médio Vendas / Capital de Giro Médio Giro dos Estoques Custo dos produtos vendidos / Estoque Médio Prazo médio de Recebimento Duplicatas a Receber médio / Vendas medias diárias Índices de Rentabilidade Margem de Lucro Liquido LAJIR . + Aplicações.Análise Financeira 2000 Necessidade de Capital de Giro (Duplicatas a Receber + Estoques) .Fornecedores Obrigações fiscais Capital de Giro (PL + Exigibilidades de Longo Prazo) .Impostos / Ativo Total Médio ROE Lucro Liquido Disponível para os acionistas ordinários / PL médio 2001 2002 2003 2004 Leonel Estevam 30 . Curto prazo + Dup.L.Ativo Permanente Índice de Estrutura Ativo Permanente / Ativo Total Índice de Endividamento Total Capital de Terceiros / Capital Próprio Exigibilidades de Curto Prazo / Dívida Total Passivo Exigível / Ativo Total Índice de Cobertura de Juros LAJIR / Juros Índices de Liquidez Ativo Circulante / Passivo Circulante Capital de Giro / Ativo Total Índice de Solvência Ativo Total / Total de Capital de Terceiros Índices de Circulante Ativo Circulante / Passivo Circulante Índice de Liquidez Seca (Tesor. + Aplicações Curto Prazo) / Passivo Circulante Índices de Eficiência .Impostos / Vendas ROA LAJIR . a Receber) / Passivo Circulante Índice de Tesouraria (Tesor.Giro Vendas / Ativo Total Médio Vendas / P.

00 OK Calcule os índices de Análise Financeiro das novas demonstrações contábeis e analise os novos resultados comparando-os com os resultados da simulação anterior.00 € 30.000.Ano 2002  $ 500.00 Janeiro $ 1.00 para $ 1.000. realizamos uma nova simulação mudando apenas os seguintes itens: Capital Social  de $ 3.00 Custo anual do empréstimo  $ 100.500.000.80% € 1.00 $ 1.Ano 2001  $ 500.000.000.000.00 .500.7.00 $ 230.000. utilizando exatamente os mesmos volumes de vendas.Ano 2004  $ 1.00 Empréstimos de Longo Prazo  contratado 1 empréstimo no valor de $ 1.00% 0.00 $ 800.000. Exercício 7 Com base no exercício anterior.335.000. Leonel Estevam 31 .000.500.000.000. Máquinas e Equipamentos  ampliação do investimento em $ 300.000.00 Armazém  optou-se por alugar um prédio com valor mensal de $ 10.000.000.00 € 60.Ano 2003  $ 1.00 Caixa inicial de $ 530.00 .000.00 .000.8.00 para $ 230. custos e produção.000.000.000.00 e não fazer o investimento da compra.000.00 O prazo concedido para clientes foi reduzido de 60 dias para 45 dias.000.00 € 45.00 INVESTIMENTO INICIAL Capital Social Total que será integralizado Valor que será destinado ao Caixa Valor empréstimo de Longo prazo Conferência dos valores investidos Depreciação Taxa Anual Investimento em Terrenos Investimento em Edifícios Investimento em Armazém / Deposito Investimento em Máquinas e Equipamentos Investimento em Instalações Investimento em Móveis Investimento em Equipamentos de Informática Investimento em Veículos Outros Investimentos em Ativos Permanentes Taxa Anual de Juros para Crédito Rotativo Taxa Mensal de Juros para Crédito Rotativo 5% 10% 10% 10% 20% 20% 10.000. Distribuição de dividendos: .000.

585.000.330.00 € 2.500.41 € 936.00 € 45.38 € 0.898.32 € 0.00 € 0.38 € 1.00 € 1.984.591.748.000.00 € 2.00 2002 € 706.000.000.938.378.073.629.531.407.02 € 5.00 € 45.00 € 2.00 € 1.00 € 60.000.000.000.00 € 0.676.00 € 1.000.233.81 € 5.00 € 865.00 € 1.750.50 € 14.387.Balanço .00 € 30.580.000.00 € 0.000.30 € 2.00 € 0.00 € 256.000.585.000.599.218.241.500.000.743.00 € 219.00 € 256.559.95 € 90.698.00 € 0.329.00 € 14.000.00 € 45.250.579.66 2004 € 975.662.08 € 6.12 € 86.00 € 0.00 € 862.369.00 € 97.00 € 45.000.550.500.89 € 2.585.00 € 1.00 € 0.750.453.346.346.348.000.28 € 1.596.00 € 169.00 € 45.505.47 € 2.564.00 Leonel Estevam 32 .00 2001 € 645.080.08 € 574.750.00 € 256.00 € 169.844.00 € 2.000.97 € 1.000.844.91 € 1.500.908.124.00 € 0.887.000.940.00 € 1.021.000.40 € 1.576.00 € 0.00 € 2.000.00 € 30.38 € 3.881.89 € 7.000.00 € 1.000.047.796.500.296.00 € 0.00 € 0.928.000.00 € 1.531.597.000.922.00 € 60.13 € 849.00 € 60.97 € 109.08 Balanço .750.00 2001 € 2.592.000.00 € 2.208.757.48 € 0.84 € 1.00 € 0.00 € 1.720.671.Passivo 2000 PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Empréstimo Bancário Outros Fornecedores Comerciais Imposto de Renda EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Empréstimo Bancário Outras Dívidas a Longo Prazo PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Subscrito Reserva Legal Lucros / Prejuízos Acumulados Resultado do Exercício TOTAL PASSIVO € 2.47 € 6.368.387.42 € 0.745.100.000.87 € 96.000.500.073.550.946.00 € 1.00 2003 € 4.00 € 30.18 € 1.00 € 0.000.196.00 € 0.550.500.00 € 0.581.550.915.493.000.78 € 85.000.000.40 € 1.419.580.329.336.000.587.000.00 € 426.00 € 0.550.00 € 800.000.000.000.00 € 1.182.00 € 1.587.30 € 0.100.39 € 1.00 2003 € 800.407.202.087.599.00 € 0.281.750.599.161.000.00 € 2.000.05 € 300.00 € 2.21 € 6.025.00 € 488.935.982.08 € 3.00 € 60.774.250.250.395.462.335.330.500.50 € 13.481.08 € 4.00 € 2.74 € 1.00 € 256.00 € 2.25 € 413.481.00 € 616.83 € 0.74 € 0.47 € 4.00 2002 € 3.579.58 € 1.250.000.73 € 6.52 € 2.982.000.00 € 1.00 € 0.025.710.11 € 362.00 € 559.00 € 3.698.750.00 € 45.659.89 € 7.585.25 € 3.76 € 0.00 € 30.750.00 € 0.000.13 € 1.140.297.000.00 € 0.12 € 1.Ativo ATIVO CIRCULANTE Tesouraria Duplicatas A Receber Estoque Produtos Acabados Estoque Matérias Primas Impostos a Recuperar ATIVO PERMANENTE Imobilizado Terrenos Edifícios Depósitos / Armazéns Máquinas Instalações Moveis Equipamentos de Informática Veículos Depreciação de Período Depreciação Acumulada Gastos de PréOperacionais TOTAL ATIVO 2000 € 1.252.000.000.750.00 € 2.38 € 987.000.00 2004 € 5.000.10 € 2.00 € 0.493.750.98 € 0.000.00 € 0.000.934.00 € 60.21 € 0.00 € 0.527.592.00 € 30.297.00 € 1.815.931.000.178.00 € 0.75 € 14.00 € 1.000.00 € 939.00 € 703.000.25 € 5.844.10 € 1.08 € 1.623.00 € 154.00 € 1.24 € 0.250.00 € 682.00 € 0.000.00 € 13.

00 € 1.00 € 89.06 € 2.219.393.34 € 2.Impostos / Vendas ROA LAJIR .14 € 521.573. Curto prazo + Dup.073.126.000.56 € 1.00 € 101.720.74 € 1.66 € 1.00 € 544.220.978.13 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 € 9.17 € 1.487.860.50 Ano 2004 € 12.82 € 544.441.269.00 € 101.554.00 € 2.750.400.750.699.50 € 7.290.28 € 3.00 € 100.82 € 100.220.469.750.473.527.395.16 € 559.345.392.487.250.82 € 865.82 € 49.272.760.00 € 48.L.992.00 € 1.38 € 907.736.56 € 1.495.502.607.DEMONSTRAÇAO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Ingressos das Vendas Custo das Vendas Margem Industrial Despesas Comerciais Margem Comercial Despesas Administrativas Despesas Financeiras Depreciação LAJIR Juros LAIR IR Lucro Líquido Ano 2000 € 8.00 € 101.00 € 48.10 € 11.000.34 € 2.00 € 1.000.16 € 544.750.00 € 420.Giro Vendas / Ativo Total Médio Vendas / P.835.745.196. + Aplicações Curto Prazo) / Passivo Circulante Índices de Eficiência .00 € 3.277.767.597.196.010. Vendas / Ativo Permanente Médio Vendas / Capital de Giro Médio Giro dos Estoques Custo dos produtos vendidos / Estoque Médio Prazo médio de Recebimento Duplicatas a Receber médio / Vendas medias diárias Índices de Rentabilidade Margem de Lucro Liquido LAJIR .56 € 2.886.56 € 2.512.76 € 8.14 € 37.858.474.40 € 616.400.00 € 2.144.272.791.00 € 420.473.599.20 € 6.441.000.369.877.260.00 € 2.306.84 € 7.400.34 € 2.Fornecedores Obrigações fiscais Capital de Giro (PL + Exigibilidades de Longo Prazo) .578.417.Impostos / Ativo Total Médio ROE Lucro Liquido Disponível para os acionistas ordinários / PL médio 2001 2002 2003 2004 Leonel Estevam 33 .34 € 2.161. + Aplicações.00 € 420.790.10 € 9.978.110.790.537.51 € 488.197.742.00 € 2.14 € 116.662.814.00 € 420.395.986.220.12 € 703.757.506.34 € 2.220.757.00 € 101.805.039.00 € 100.649.00 € 544.40 € 10.196.390.08 Análise Financeira 2000 Necessidade de Capital de Giro (Duplicatas a Receber + Estoques) . a Receber) / Passivo Circulante Índice de Tesouraria (Tesor.555.63 € 1.140.00 € 420.16 € 48.322.Ativo Permanente Índice de Estrutura Ativo Permanente / Ativo Total Índice de Endividamento Total Capital de Terceiros / Capital Próprio Exigibilidades de Curto Prazo / Dívida Total Passivo Exigível / Ativo Total Índice de Cobertura de Juros LAJIR / Juros Índices de Liquidez Ativo Circulante / Passivo Circulante Capital de Giro / Ativo Total Índice de Solvência Ativo Total / Total de Capital de Terceiros Índices de Circulante Ativo Circulante / Passivo Circulante Índice de Liquidez Seca (Tesor.736.123.22 € 1.16 € 100.196.

158 1996 826 28.242 3.192 4.061 7.251 -62.895 147.527 6.166 147.074 93.949 1.268 157.663 44.844 9.013 60.427 13.656 38.378 1995 372 30.524 154.8.672 465.782 7.919 26.273 364.352 23.162 205.557 1.045 532.873 18.576 29.045 181.977 4.950 76.044 55.105 136. Exercício 8 – Análise Financeira de Ibéria Cuadro I – Balance de Situación – Cuentas del Activo INMOVILIZADO Gastos de Establecimiento Inmovilizaciones Inmateriales Inmovilizaciones materiales Flota Aérea Coste Amortizaciones y Provisiones TOTAL Otro Inmovilizado Material Coste Amortizaciones y Provisiones 1998 465 25.483 142.599 136.674 6.790 59.809 309.734 65.089 125.269 4.493 17.758 124.520 291.368 463.744 14.650 6.119 2.531 13.194 1997 646 27.763 1.418 76.658 3.892 6.629 -88.434 -191. 97 y 98.943 27.603 -96.720 -183.760 -62.009 -163.272 98.871 475.689 362.712 202.155 Leonel Estevam 34 .659 -40.760 164.135 -102.043 207.838 338.054 4.030 55.8.335 16.553 50.571 151.408 303. en Empresas del Grupo Y Asociadas Créditos a Empresas del Grupo Y Asociadas Empresas del Grupo Deudoras a Largo Plazo Cartera de Valores Y outros Créditos Provisiones Total Inmovilizado Gastos a Distribuir en Varios Ejercicios ACTIVO CIRCULANTE Existencias Empresas del Grupo.591 77.419 320.492 305.882 -121.076 43.017 57.809 -167.727 202.265 2.323 65.570 Inmovilizaciones Financieras Particip.445 5.385 55. Deudores Deudores Inversiones Financieras Temporales Tesoreria Ajustes por Periodificacion Total Activo Circulante TOTAL ACTIVO Fuente: Informes Anuales de Iberia 96.964 162.173 135.933 76. 88.893 -82.440 8.559 82.

1998 114.447 -45.240 56.279 4.365 40.722 87.724 94.920 -17.909 16.137 134.745 80.979 139.398 50.322 4.209 1995 27. con el personal Provisión para grandes reparaciones Provisión para Responsabilidades Total Provisiones para Riesgos y Gastos ACREDORES A LARGO PLAZO Deudas con Entidades de Crédito Deudas con Emp.063 44.006 2.759 7.496 49.727 -86 -44.291 150.918 2.359 150 3.887 63 170.910 17.160 465.293 65. 97 y 98.209 1.617 100.238 136.333 42.456 27.158 25.276 67.674 15.108 15.321 156.284 11.437 532.080 58.093 2.398 37.060 93.696 35.617 18.Cuadro II – Balance de Situación – Cuentas del Pasivo FONDOS PROPIOS Capital Suscrito Reserva de Revalorización Pérdidas de Ejercicios Anteriores Beneficios del Ejercicio Total Fondos Propios INGRESOS A DISTRIBUIR EN EJERCICIOS PROVISIONES PARA RIESGOS Y GASTOS Provisiones para pensiones Provisiones para Oblig.547 72.285 19.851 99 4 53. del Grupo Y Asociadas Desembolso Pendientes sobre Acciones no Exigidos Otras Deudas Total Acreedores a Largo Plazo ACREDORES A CORTO PLAZO Emisiones de pagarés Deudas con Entidades de Crédito Deudas con Empresas de Grupo y Asociadas Acreedores Comerciales Anticipos de Clientes Deudas por Compras o Servicios Remuneraciones Pendientes de Pago Otras deudas no Comerciales Ajustes por Periodificación Total Acreedores a Corto Plazo TOTAL PASIVO Fuente: Informes Anuales de Iberia 96.354 13.081 106.116 17.992 14.516 14.455 58.061 12.892 3.133 98.663 5.430 72 156.380 53.809 51.890 5.787 37.175 13.341 1996 114.447 -42.569 3.117 45.132 475.361 109.193 26 187.235 17.155 Leonel Estevam 35 .834 7.498 48.740 63.156 15.727 15.311 463.534 104.552 18.943 18.727 -15.147 1997 114.378 150 103 69.866 18.111 39 225.727 15.028 98.260 150 158 98.

840 21.373 17.340 29.527 25.111 343 23.137 2. de Inver.411 1.332 11. Financieras Diferencias Negativas de Cambio TOTAL Beneficios de Las Actividades Ordinarias Variación de las Provisiones de Inmovilizado Prérdidas Procedentes del Inmovilizado Gastos Extraordinarios Gastos y Pérdidas de Otros Ejercicios Variaciones de Las Prov.110 6.823 101 2.873 1.510 51.510 51.004 35.409 34.823 101 2.722 1995 450.Gastos = Beneficios Explotación + Beneficios y Ingresos Extraordinarios .304 -382 953 13.117 5. 97 y 98.291 14.898 19.043 23.353 157.347 46 303 49.968 18.332 11. 1998 74.496 159. Cartera de Control TOTAL Resultados Extraordinarios Positivos Beneficios Antes de Impuestos Impuestos Sobre Sociedades Beneficios del Ejercicio Fuente: Informes Anuales de Iberia 96.409 1995 48.558 10.164 (44.675 425.192 44.633 24.801 11.859 Leonel Estevam 36 .164 0 1997 69.160 26.245 29.004 1996 62.360 3.765 -2.900 8.617 22.360 2.920) Cuadro IV – Cuenta Explotación – Gastos GASTOS Aprovisionamientos Gastos de Personal Dotaciones para Amort.131 1.028 2.Variaciones y Gastos Extraordinarios = Beneficios Antes Interés y Tributos + Ingresos Financieros .Impuestos S/ Sociedades = Beneficio Neto del Ejercicio Fuente: Elaboración Leonel Estevam 1998 632.Gastos Financieros = Beneficios Antes Tributos .881 24.Cuadro III – Demostración del Resultado Ingresos .971 489.065 30.953 489.360 3.037 192.663 0 8.859 (42.110 (61.465 13.056 72. de Inmovilizado Variación de Las Provisiones de Tráfico Otros Gastos de Explotación TOTAL Beneficios de Explotación Gastos Financieros y Asimilados Variaciones de Las Prov.517 16.065 140.175 443.198 8.291 1997 524.968 66.036 10.529 16.633 729 62.266 2.373 2.985 206 3.497 62.424 19.424 17.845 6.851 584.168 200.722 0 -16.476 12.550 0 14.168 19.023 322.621 441 65.726 425.341 584.314) 10.413 95 1.362 47.801 11.428 72.028 1996 477.515 25.979 7.607 443.043 19.696 18.092 305 13.902 227.373 65.949 49.979 32.084) 16.912 159.558 25.362 47.504 30.183 166.192 62.168 26.

945 13.953 25.241 49.269 11.602 16.599 2.080 173 767 118.000 218 4.517 3. De las Operaciones Ampliación de Capital Deudas a Largo Plazo: De Empresas del Grupo De Otras Empresas Enajenación de Inmovilizado Enajenación de Inmovilizado Financeiro Dividendos Percibidos Cancel.918 1995 45.698 Leonel Estevam 37 .641 28.479 14.804 44.824 5.881 15.213 3.237 48.341 Ingresos de Participaciones en Capital Otros Intereses e ingresos Asimilados Diferencias Positivas de Cambio Resultados Financieros Negativos Beneficios en Enajenación de Inmovilizado Ingresos Extraordinarios Ingresos y Beneficios de otros Ejercicios 312 5.258 10.714 1996 56.123 23.527 5. 1998 77.805 5. Sobre Orígenes (Disminución del Capital Circulante) Fuente: Informes Anuales de Iberia 96.795 757 450.160 16.780 10.974 10.105 1.730 5.675 7.051 1996 452.255 240 3 7.976 5.491 8.607 575 3.538 17.675 352 4.373 16.295 12.342 87.005 19. 97 y 98. o Traspaso corto a Largo: Empresas del Grupo Otras Inversiones Financieras Ingresos a Distribuir en Varios Ejercicios Otros Orígenes Total Orígenes Exceso de Aplica.728 11.285 3.770 1.109 10.449 1997 85.953 253 8.546 32.636 24.078 13.340 18.405 2.566 3.312 524.465 1997 496.920 Resultados Extraordinarios Negativos Pérdidas antes de impuestos Pérdidas del Ejercicio Fuente: Informes Anuales de Iberia 96.372 19.045 3.920 385 60 83. 97 y 98.996 15.431 61.079 487 324 503 208.325 147 583 235 114.054 19. Cuadro VI – Evolución de los Orígenes ORIGENES Recursos Prov.Cuadro V – Cuenta Explotación – Ingresos INGRESOS Importe Neto de La Cifra de Negocios Otros Ingresos de Explotación Trabajo efectuados p/ inmovilizado 1998 606.910 6.428 67.185 33.621 350 477.388 632.105 2.102 350 3.395 35.019 3.162 1995 426.

97 y 98.678 33.545 119.Cuadro VII – Evolución de las Aplicaciones APLICACIONES Gastos de Establecimiento Adquisiciones de inmovilizado Inmovilizados Inmateriales Inmovilizados Materiales Inmovilizados Finan.201 3.954 3.757 76.222 54.302 25.490 13.169 42. + 46 5. p/ Responsabilidades Efecto Neto Actualización Balance Total Aplicaciones Exceso de Orígenes S/ Aplicaciones (Aumento de Capital Circulantes) Fuente: Informes Anuales de Iberia 96.044 645 54.109 16. 97 y 98.698 1995 - 5.634 142 13.449 + 554 4.096 129 97 1.916 182 34.773 1995 12 595 5.543 11.093 Cuadro VIII – Variación del Capital Circulante 97-98 Variación del Capital Circulante Existencias Deudores Acreedores a Corto Plazo Inversiones Financieras Temporales Tesorería Ajustes por Periodificación Activos Total Variación del Capital Circulante Fuente: Informes Anuales de Iberia 96.545 5.732 48.112 220 31. p/ Grandes Reparaciones Prov.212 1.375 2.978 2.041 91.147 60 1.870 7.113 1. 1998 + 1.830 785 587 47.972 40.499 351 545 45.886 235 59 47.317 1997 4.005 478 117. p/ Pensiones Prov.595 54.160 31.268 Leonel Estevam 38 .167 1.145 91.275 - Cuadro IX – Variación del Capital Circulante 95-96 1996 Variación del Capital Circulante Existencias Deudores Acreedores a Corto Plazo Inversiones Financieras Temporales Tesorería Ajustes por Periodificación Activos Total Variación del Capital Circulante Fuente: Informes Anuales de Iberia 96.184 35.054 2.482 17. 1998 1997 1996 900 272 7.074 147.820 42.016 2. o Traspaso corto a Largo Empréstitos y Otras Emisiones De Empresas del Grupo y Asociadas De Otras Deudas Prov.114 3.524 1.895 2.229 35.964 1. 97 y 98.126 392 708 204 2.245 1.336 24.068 4.829 89 420 486 36.356 812 901 97.849 32. p/ Obligaciones c/ Personal Prov. En el Grupo Otros Inmovilizados Financieros Gastos a Distribuir en Varios Ejercicios Cancel.773 + 66 8.

+ Aplicações Curto Prazo) / Passivo Circulante Índices de Eficiência . + Aplicações.Giro Vendas / Ativo Total Médio Vendas / Ativo Permanente Médio Vendas / Capital de Giro Médio Giro dos Estoques Custo dos produtos vendidos / Estoque Médio Prazo médio de Recebimento Duplicatas a Receber médio / Vendas medias diárias Índices de Rentabilidade Margem de Lucro Liquido LAJIR .Obrigações fiscais Capital de Giro (PL + Exigibilidades de Longo Prazo) Ativo Permanente Índice de Endividamento Total Passivo Exigível / Ativo Total Índice de Cobertura de Juros LAJIR / Juros Índices de Liquidez Capital de Giro / Ativo Total Índices de Circulante Ativo Circulante / Passivo Circulante Índice de Liquidez Seca (Tesor.Análise Financeira 1998 Necessidade de Capital de Giro (Duplicatas a Receber + Estoques) Fornecedores . Curto prazo + Dup.Impostos / Ativo Total Médio ROE Lucro Liquido Disponível para os acionistas ordinários / PL médio 1997 1996 1995 Leonel Estevam 39 . a Receber) / Passivo Circulante Índice de Tesouraria (Tesor.Impostos / Vendas ROA LAJIR .

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