uação para outra com a agilidade necessária.
O desenvolvimento econômico, social e tecnológico dos
países, exige uma postura mais agressiva das organizações frente aos seus objetivos, busca
A história do pensamento econômico pode ser dividida, grosso modo, em três períodos: Pré-
moderno (grego, romano, árabe), Moderno (mercantilismo, fisiocracia) e Contemporâneo (a partir
de Adam Smith no final do século XVIII). A análise econômica sistemática tem se desenvolvido
principalmente a partir do surgimento da Modernidade.
Na história do pensamento econômico, uma escola de pensamento econômico é um grupo de
pensadores econômicos que compartilham uma perspectiva comum sobre o funcionamento das
economias. Embora os economistas nem sempre se encaixem em escolas particulares,
particularmente nos tempos modernos, classificar economistas em escolas de pensamento é
comum. O pensamento econômico pode ser dividido em três fases: pré-moderno (greco-romano ,
indiano, persa, islâmico e imperial chinês), início moderno (mercantilista, fisiocratas) e moderno
(começando com Adam Smith e a economia clássica no final do século XVIII). A teoria econômica
sistemática foi desenvolvida principalmente desde o início do que é chamado de era moderna .
Entende-se por economia de mercado um sistema econômico
marcado pelo predomínio da iniciativa privada na economia. Nesse
modelo, admite-se a existência de empresas públicas ou estatais na
economia, porém essas devem estar em menor número e não devem
ditar o ritmo do comércio.
Economia e História
Os fatos econômicos acontecem em um ambiente histórico. Dessa
forma, as idéias e teorias econômicas são formuladas de acordo com o
contexto histórico em que se desenvolvem as atividades e as
instituições econômicas.
Por exemplo, o crescimento econômico mundial formidável observado
nas décadas de 1950 e 1960 está relacionado a um contexto frenético
do pós-guerra, que influenciou os aspectos políticos, sociais e
econômicos da sociedade de um modo geral e, portanto, tratado no
âmbito da História.
A História analisa os fatos sempre incluindo a ótica social, política,
culturais e econômicos. O desenvolvimento das teorias econômicas,
por sua vez, é baseado em fatos históricos.
A Economia não pode fazer testes para desenvolver as teorias, então
a alternativa é utilizar dados históricos para comprovar
estatisticamente as hipóteses formuladas. Além disso, é necessário
incluir a análise do contexto histórico no desenvolvimento teórico, para
enriquecer a análise econômica e observar as reações sociais a
determinadas situações e medidas econômicasEconomia e História
Os fatos econômicos acontecem em um ambiente histórico. Dessa
forma, as idéias e teorias econômicas são formuladas de acordo com o
contexto histórico em que se desenvolvem as atividades e as
instituições econômicas.
Por exemplo, o crescimento econômico mundial formidável observado
nas décadas de 1950 e 1960 está relacionado a um contexto frenético
do pós-guerra, que influenciou os aspectos políticos, sociais e
econômicos da sociedade de um modo geral e, portanto, tratado no
âmbito da História.
A História analisa os fatos sempre incluindo a ótica social, política,
culturais e econômicos. O desenvolvimento das teorias econômicas,
por sua vez, é baseado em fatos históricos.
A Economia não pode fazer testes para desenvolver as teorias, então
a alternativa é utilizar dados históricos para comprovar
estatisticamente as hipóteses formuladas. Além disso, é necessário
incluir a análise do contexto histórico no desenvolvimento teórico, para
enriquecer a análise econômica e observar as reações sociais a
determinadas situações e medidas econômicas.
Economia planificada
A economia planificada é a proposta econômica que defende a
máxima intervenção estatal na economia. Nessa lógica
econômica, o Estado é o principal detentor da produção.
A economia planificada é um modelo econômico de plena ação do
Estado na economia. Nesse sentido, o poder público é o principal
detentor dos agentes econômicos, ou seja, controla todas as atividades
produtivas de um país. Nessa lógica econômica, a presença da iniciativa
privada é inexistente ou limitada.
A economia planificada tem um forte viés assistencialista, com o
objetivo de prover os indivíduos dos mais diversos meios por meio da
ação do Estado. Ela se diferencia amplamente da economia de
mercado, assim como do sistema capitalista, que pregam a liberdade
econômica e a diminuta intervenção do Estado na economia.
Atualmente, a economia planificada é muito pouco aplicada em termos
reais, predominando uma visão econômica mista, fortemente baseada
no livre mercado e na iniciativa privada.
O que é economia planificada?
A economia planificada é aquela cujos setores produtivos de um
país são controlados pelo Estado. Portanto, o poder público é o
principal detentor e gestor das atividades econômicas locais, desde os
setores primários até os de alta tecnologia, controlando todo o processo
produtivo de um país.
Quais são as características da economia
planificada?
A economia planificada tem como principal característica a ação do
Estado, que controla toda a produção econômica do país, desde a
concepção de produtos, passando pela produção e comercialização.
Nesse sentido, destaca-se como características complementares da
economia planificada:
inexistência da concorrência empresarial;
predominância de empresas públicas;
definição padronizada dos preços;
presença inexistente ou limitada da iniciativa privada.
A economia de Moçambique desenvolveu-se desde o fim da Guerra Civil Moçambicana (1977–
1992).[14] Em 1987, o governo embarcou em uma série de reformas macroeconómicas destinadas a
estabilizar a economia. Essas medidas, combinadas com a assistência dos doadores e com a
estabilidade política desde as eleições multipartidárias em 1994, levaram a melhorias dramáticas na
taxa de crescimento do país. A inflação foi reduzida para um dígito durante o final dos anos 1990,
embora tenha voltado para dois dígitos em 2000-02. As reformas fiscais, incluindo a introdução de
um imposto sobre o valor acrescentado e a reforma do serviço alfandegário, melhoraram a
capacidade do governo de arrecadar receitas. Apesar destes ganhos, Moçambique continua
dependente da assistência externa para grande parte do seu orçamento anual. A agricultura de
subsistência continua a empregar a grande maioria da força de trabalho do país. Um desequilíbrio
comercial substancial persiste, embora a abertura da fundição da Mozal alumínio, o maior projeto
de investimento estrangeiro do país até hoje, tenha aumentado as receitas de exportação. Projetos
de investimento adicionais na extração e processamento de titânio e na fabricação de roupas
devem fechar ainda mais a lacuna de importação / exportação. A outrora substancial dívida
externa de Moçambique foi reduzida através do perdão e reescalonamento no âmbito das dívidas
de Países pobres altamente endividados (HIPC) e das iniciativas HIPC reforçadas pelo Fundo
Monetário Internacional e está agora a um nível administrável. O desenvolvimento é dificultado pela
existência de minas terrestres não desativadas e também por conta disso ainda fica no grupo
dos países subdesenvolvidos.
Qual a diferença entre demanda e oferta
A demanda consiste no quanto os consumidores estão propensos a adquirir um produto ou
serviço. Já a oferta é o quanto esses produtos e serviços estão disponíveis no mercado. Esses
conceitos servem para entender uma lógica bastante recorrente e importante no mercado: a lei
da procura e da oferta.
Dessa maneira, quanto mais existe a oferta de um produto, menor é o seu valor. Afinal, são
várias as empresas comercializando o mesmo artigo e, para conseguir vender mais, a forma de
atrair mais consumidores é com o preço baixo. Por outro lado, quando a demanda é maior do
que a oferta, os preços tendem a crescer.