ADMNISTRAÇÃO DE
ENFERMAGEM
Enfermeira Maria Eduarda de Lima Onório
Guarabira- PB
2023
DEFINIÇÃO DE ADMNISTRAÇÃO DE ENFERMAGEM :
Área da ciência que estuda organismos gestão e liderança de
equipes de enfermagem, em diversos contextos, tais como
hospitais, clínicas, unidades de cuidados domiciliares, entre
outros.
Gerenciamento de recursos
Promoção e qualidade da assistência
Desenvolvimento de políticas e procedimentos
Coordenação do cuidado
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A LÓGICA DO PROCESSO ADMNISTRATIVO:
PLANEJAMENTO
ORGANIZAÇÃO
DIREÇÃO
CONTROLE
FERRAMENTAS
UTILIZADAS NA
ADMNISTRAÇÃO DE
ENFERMAGEM
FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS :
ORNOGRAMA
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FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS :
CRONOGRAMA
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TERMOS TÉCNICOS
LISTA DE TERMOS TÉCNICOS
ABSCESSO CÃIBRA APNEIA
ANCILOSE CEFALEIA TAQPNEIA
ACINESIA CIANOSE BRADPNEIA
ANOSMIA CORIZA ORTOPNEIA
AFAGIA DEAMBULAR DISPNEIA
AFASIA DECÚBITO TAQUICARDIA
DISFAGIA DERMATITE BRADICARDIA
ATAXIA DESIDRATAÇÃO TAQUISFIGMIA
AFEBRIL BRADISFIGMIA
MELENA
FEBRIL
ENTERORRAGIA
ANASARCA
EPISTAXE
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LISTA DE TERMOS TÉCNICOS
NICTÚRIA DISÚRIA
FLEBITE POLACIÚRIA DIURESE
FLICTEMA POLIÚRIA ÊMESE
HEMATOMA PIÚRIA ERITEMA
HEMOPTISE ENURESE FADIGA
HEMATÚRIA DISURIA FLATULÊNCIA
HEMATÊMESE OLIGURIA FISSURA
HEMORRAGIA POLIDPSIA
HIPEREMIA POLIFAGIA
HIPERGLICEMIA INCISÃO
INTRAVENOSO
ISOCORIA
ISQUEMIA
NÁUSEA
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NECROSE
LISTA DE TERMOS TÉCNICOS
ABSCESSO: um abscesso é uma coleção de pus que se forma dentro do corpo como
resultado de uma infecção.
ANCILOSE: imobilidade da articulação
ACINESIA: diminuição ou ausência dos movimentos do corpo
ANOSMIA: perda total ou parcial do olfato
AFAGIA: impossibilidade de deglutir alimentos e líquidos
DISFAGIA: dificuldade de deglutir alimentos e líquidos
AFASIA: impossibilidade ou dificuldade de falar/ se expressar
ATAXIA: dificuldade ou incapacidade de manter a coordenação motora
AFEBRIL: sem presença de febre
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FEBRIL: presença de febre
LISTA DE TERMOS TÉCNICOS
CÃIBRA: contrações involuntárias de um grupo de músculo ou um único músculo
CEFALEIA: dor em qualquer parte da cabeça
CIANOSE: coloração azulada da pele, lábios e leito ungueal
CORIZA: secreção nasal
DEAMBULAR: o ato de movimentar-se/ andar
DECÚBITO: atitude do corpo em plano horizontal
DERMATITE: inflamação da pele, levando a lesões e coceira
DESIDRATAÇÃO: deficiência de água no corpo
MELENA: fezes enegrecidas
ENTERORRAGIA: presença de sangue nas fezes
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EPISTAXE : sangue no nariz
LISTA DE TERMOS TÉCNICOS
APNEIA: pausas respiratórias durante o sono
ORTOPNEIA: dificuldade respiratória quando a pessoa está deitada
TAQPNEIA: frequência respiratória aumentada
BRADPNEIA: frequência respiratória diminuída
DISPNEIA: sensação de falta de ar ou dificuldade respiratória
TAQUICARDIA: frequência cardíaca aumentada
BRADICARDIA: frequência cardíaca diminuída
TAQUISFIGMIA: pulso acelerado
BRADISFIGMIA: pulso fraco e lento
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LISTA DE TERMOS TÉCNICOS
FLEBITE: inflamação na parte interna das veias
FLICTEMA: bolha na pele
HEMATOMA: acúmulo de sangue fora dos vasos sanguíneos
HEMOPTISE: eliminação de sangue pela tosse
HEMATÊMESE: sangue visível no vômito
HEMORRAGIA: perda de sangue por algum ferimento
HIPEREMIA: aumento da circulação sanguínea em alguma parte do corpo
HIPERGLICEMIA: aumento da glicose no sangue
ÊMESE: ação de vomitar
ERITEMA: machas vermelhas na pele
FADIGA: cansaço, com necessidade de descanso
FLATULÊNCIA: eliminação de gases intestinais, através do ânus
FISSURA: corte ou ferimento
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LISTA DE TERMOS TÉCNICOS
HEMATÚRIA: sangue na urina
NICTÚRIA: vontade de urinar frequente durante a noite
POLACIÚRIA: vontade de urinar com muita frequência em pequenas quantidade
POLIÚRIA: eliminação em quantidade excessiva de urina, devido ao aumento de sua produção
PIÚRIA: presença de 10 ou mais células brancas por milímetro cúbico – leucócitos
ENURESE: incapacidade de conter micção, eliminando a urina
DISURIA: desconforto e queimação ao urinar
OLIGURIA: diminuição da diurese
DIURESE: quantidade de urina em 24h
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LISTA DE TERMOS TÉCNICOS
POLIDPSIA: sede excessiva
POLIFAGIA: aumento da fome
INCISÃO: corte
INTRAVENOSO: terapia no interior das veias
ISOCORIA: estado normal das pupilas
ANISOCORIA: pupilas diferentes
MIDRÍASE: pupilas dilatadas
MIOSE: pupilas contraídas
ISQUEMIA: falta de fornecimento sanguíneo para um tecido devido a alguma obstrução
NÁUSEA: sensação de ânsia de vômito
NECROSE: morte celular de tecidos ou organismos 2
SISTEMATIZAÇÃO
DA ASSISTENCIA DE
ENFERMAGEM
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM
E PROCESSO DE ENFERMAGEM
SAE ≠ PE
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SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM
E PROCESSO DE ENFERMAGEM
SAE (RESOLUÇÃO
358/2009)
MÉTODO
DIMENSIONAMENTO INSTRUMENTOS
CIENTÍFICO
PROTOCOLOS E
ESCALAS DE MANUAIS
TRABALHO IMPRESSOS
PROCESSO DE
ENFERMAGEM
(PE)
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SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM
E PROCESSO DE ENFERMAGEM
SAE
PE
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SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM
A SAE é uma metodologia importante para garantir
uma assistência de enfermagem de qualidade,
centrada no paciente e baseada em evidências. Além
disso, permite uma melhor comunicação entre os
membros da equipe de saúde e uma maior segurança
para o paciente.
SAE
É uma metodologia que busca planejar, implementar e
avaliar a assistência de enfermagem de forma
organizada e sistemática.
Torna a assistência qualificada
Ações baseadas em evidências
Cuidado humanizado e holístico
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SAE PE
ORGANIZA A ASSISTENCIA INSTRUMENTO METODOLÓGICO
MÉTODO (PE) 1 HISTÓRICO/COLETA DE DADOS
PESSOAL 2 DIAGNÓSTICO
INSTRUMENTO 3 PLANEJAMENTO
4 IMPLEMENTAÇÃO
5 AVALIAÇÃO
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SAE PE
PRIVATIVO DO ENFERMEIRO TÉCNICO E AUXILIARES: LEI 7.498 E DECRETO
94.406
MÉTODO (PE) 1 HISTÓRICO/COLETA DE DADOS
PESSOAL 2 AÇÃO
INSTRUMENTO 3 AVALIAÇÃO
2
PE
É uma metodologia utilizada pela
enfermagem para realizar uma avaliação
sistemática, identificar suas necessidades,
elaborar e implementar um plano de
cuidados individualizado, e avaliar os
resultados alcançados.
DELIBERATIVO
INTER-RELACIONADO
SISTEMÁTICO
LINEAR E SEQUENCIAL 2
ATENÇÃO:
TODAS AS ETAPAS DO PE DEVEM SER DOCUMENTADAS
DEVE SER FEITO UM RESUMO DOS DADOS COLETADOS:
ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM
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SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM
PE
CONSULTA DE
ENFERMAGEM
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COLETA DE
DADOS
COLETA DE DADOS
1 DADOS PACIENTE
SUBJETIVOS
DADOS
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OBJETIVOS OBSERVÁVEL
3 DADOS OUTRAS FONTES
INDIRETOS
4 DADOS
EVENTOS EM OUTRAS HOSPITALIZAÇÕES
HISTÓRICOS
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COLETA DE DADOS
Obtenção de informações sobre o paciente, suas necessidades e sua condição de saúde. Essas
informações são obtidas por meio da entrevista com o paciente, familiares e/ou cuidadores, do
exame físico e da análise de dados presentes no prontuário do paciente.
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IDENTIFICAÇÃO QUEIXA HISTÓRIA DA DOENÇA
PRINCIPAL ATUAL
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HISTÓRICO HISTÓRIA PESSOAL E REVISÃO DE
FAMILIAR SOCIAL SISTEMAS
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COLETA DE DADOS
PREPARAÇÃO: antes de iniciar a coleta de dados, é importante se preparar. Conheça o histórico
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clínico do paciente, leia informações disponíveis no prontuário e organize os materiais que serão
utilizados.
INTRODUÇÃO: inicie a coleta de dados se apresentando ao paciente e explicando o que irá fazer.
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Certifique-se de que o paciente se sinta confortável e seguro.
3 ENTREVISTA: a entrevista é uma das principais formas de coletar dados. Ela deve ser realizada de
forma clara e objetiva, buscando obter informações sobre a saúde do paciente, seus sintomas,
hábitos e estilo de vida. Utilize perguntas abertas e fechadas para obter informações precisas e
completas.
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COLETA DE DADOS
4 EXAME FÍSICO: o exame físico é uma importante ferramenta para a coleta de dados em
enfermagem. Ele permite ao enfermeiro avaliar a condição física do paciente, identificar sintomas e
sinais clínicos. Realize o exame físico de forma cuidadosa, observando todas as partes do corpo do
paciente.
5 ANÁLISE DE PRONTUÁRIOS: os prontuários podem conter informações valiosas sobre a saúde
do paciente. Analise os registros disponíveis, como exames laboratoriais, resultados de testes e
histórico clínico.
6 OBSERVAÇÃO: a observação é outra forma importante de coletar dados em enfermagem. Observe o
comportamento do paciente, sua interação com o ambiente, suas reações a determinados estímulos,
entre outras informações relevantes.
REGISTROS: registre todas as informações coletadas de forma clara e organizada, garantindo que
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as informações estejam disponíveis para toda a equipe de saúde envolvida no cuidado do paciente.
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Anamnese e
Coletade dados
Sinais de sintomas
Anamnese e Coletade dados
Anamnese
ou Coleta de
Exame
Entrevista dados
Físico
Identificação
Históriada Aspectos
doença sociais
Anamnese
Entrevista
Hábitosde Aspectos
vida biológicos
Aspectos
espirituais
DIAGNÓSTICO
DE
ENFERMAGEM
PLANEJAMENTO
DE
ENFERMAGEM
IMPLEMENTAÇÃO
IRÁ SER COLOCADO EM PRÁTICA O QUE FOI TRAÇADO NO PLANEJAMENTO
ENFERMEIRO: FAZ A PRESCRIÇÃO DA ENFERMAGEM
A EXECUÇÃO DA PRESCRIÇÃO QUEM
FAZ É A EQUIPE DE ENFERMAGEM
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AVALIAÇÃO
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COMO BOLAR E
CHECAR UM
PRESCRIÇÃO?
O ATO DE CHECAR UMA PRESCRIÇÃO É DIZER QUE AQUELE MEDICAMENTO FOI UTILIZADO
NAQUELE HORÁRIO PRÉ-ESTABELECIDO.
ENFERMEIRO: FAZ A PRESCRIÇÃO DA ENFERMAGEM
A EXECUÇÃO DA PRESCRIÇÃO QUEM
FAZ É A EQUIPE DE ENFERMAGEM
O ATO DE BOLAR É CIRCULAR O HORÁRIO APRAZADO. SIGNIFICANDO QUE AQUELA MEDICAÇÃO
NAQUELE HORÁRIO NÃO FOI FEITA.
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INJETÁVEL: onde foi administrado?
IM: glúteo, deltoide, vasto lateral
EV: antebraço, dorso da mão, região cefálica, MMII OU MMDD.
SC: abdômen, região posterior do braço, coxa, lado esquerdo
ou direito
No caso de administração através do INTRACATH: duplo,
lumem
AVP: anotar onde foi administrado o medicamento: EV no lado
lateral do equipo?
Quando não administrar o medicamento , apontar o motivo
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COMO FAZER UMA
ANOTAÇÃO DE
ENFERMAGEM?
ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM
1 Data, hora, assinatura e identificação do profissional com o número do COREN;
2 Observação e registro de como o paciente chegou (de onde veio, se tem acompanhante, condições
de locomoção);
3 Condições gerais (nível de consciência, estado nutricional, higiene pessoal, coloração da pele,
queixas, se possui sondas, curativos e demais);
4 Orientações feitas ao paciente (coleta de exames, jejum etc.);
5 Dados do exame físico;
6 Cuidados executados ;
7 Intecorrências ; 2
Tipos de anotação
• Administração de medicamentos;
• Admissão do paciente;
• Alta médica e hospitalar;
• Classificação de risco;
• Começo de plantão;
• Cuidados com a pele;
• Curativos;
• Drenos;
• Hemodiálises ;
• Óbito do paciente;
• Transferências, entre outros.
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Observações
• Realizar as anotações logo após os cuidados prestados;
• Não pode haver rasuras, linhas em branco ou espaços;
• Não é permitido utilizar lápis ou passar corretivo líquido;
• Precisam ser completas, legíveis, claras e cronológicas;
• Sempre conter observações dos cuidados de rotina e específicos;
• Constar resposta do paciente aos cuidados prescritos, sinais e sintomas observados;
• Dar preferência à descrição de características, como quantidade (ml, l), forma, coloração,
tamanho (cm, mm etc.);
• Evitar termos que deem conotação de valor (muito, pouco, bem, mal);
• Conter somente abreviaturas estabelecidas em literatura.
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COLETA DE DADOS
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ADMISSÃO (MODELO 1):
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ADMISSÃO (MODELO2):
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ADMISSÃO (MODELO2):
2
PRÉ-OPERATÓRIO:
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PÓS-OPERATÓRIO:
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Obrigada!
CONTATO:
eduardaonorio2015@[Link]
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