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RUNAS – Breve resumo

A origem das runas


Sua aparição estabelece-se muito antes do Novo Testamento. É ligada ao povo
germânico, que antes mesmo de sua escrita já praticava essa Arte Divinatória,
através dos símbolos nas rochas.

Diz a lenda dos Vikings que o Deus odin reconheceu as runas através do seu
sacrifício na árvore sagrada (Yggdrasil) localizada em Asgard, onde ficavam os
Deuses Vikings.

As runas lembram pedras pré-históricas, símbolos pictórios gravados pelos


antigos, que não conheciam a escrita. Por volta de 250 a 150 a.C., uma tribo
germânica teve o senso fonético, que ficou conhecido como FUTHARK (devido
às seis primeiras runas: F-U-TH-A-R-K). Através deste processo, teria sido
criada a escrita alfabética, partindo de um modelo encontrado no Norte da
Itália.

A partir destes grifos, surgiram as Runas, cujo significado é "coisa secreta".


Seus praticantes conhecidos como "praticantes de Rumenal", que sacudiam a
bolsa que continham as pedrinhas e espalhavam-nas no chão, interpretando
seus significados, através de seus símbolos invertidos ou não.

Foi por volta de 117 d.C., que as runas chegaram ao Ocidente, trazidas pelas
mãos de emissários, aventureiros e comerciantes, que propagaram este método
utilizando madeira, metal ou até mesmo couro. Muitas vezes, desenhavam
seus símbolos com sangue de animais sacrificados.

Método de consulta direta:

1. Jogue quantas vezes você achar necessário, até conseguir confiança;

2. Coloque todas as pedras dentro de um saco e concentre-se na pergunta que


deseja fazer;

3. Retire três pedras, que deverão ser dispostas da direita para a esquerda, da
seguinte maneira: PRESENTE - ATITUDE - FUTURO.

4. Uma dica para evitar a mudança de disposição das pedras: você deve retirá-las
com os olhos fechados;

5. Analise as interpretações baseando-se nos textos a seguir. Procure fazer a sua


conclusão final a cada 3 pedras retiradas;

6. por fim, saiba que as runas são oráculos e, como tal, não fazem previsões, mas
dão "dicas", esclarecendo quais são os próximos passos a serem tomados. Este
método compreende toda a responsabilidade do consulente quanto aos seus atos
futuros, um pouco parecido nesse aspecto com o I CHING.