VI Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica Aracaju-SE -2011

PROMOVENDO A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: UMA PROPOSTA LÚDICA PARA O ENSINO DA PIRÂMIDE ALIMENTAR

RESUMO A proposta desenvolvida numa escola pública de Manaus-AM teve por objetivos elaborar, confeccionar e avaliar o jogo didático “Montando a Pirâmide Alimentar”, que representa um adicional na compreensão e aprendizagem do conteúdo de Alimentação Saudável. Priorizou-se, na confecção do jogo, a utilização de materiais de baixo custo. O mesmo foi aplicado e avaliado por alunos do 8º ano do Ensino Fundamental e por alunos do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM). Os resultados indicaram uma grande receptividade por parte dos alunos, auxiliando na compreensão do tema “Alimentação” e, consequentemente, na prática da alimentação saudável, além de oportunizar aos licenciandos do IFAM o contato e o despertar para uma forma diferente de ensinar. Palavras – chave: jogo, ensino, aprendizagem, alimentação.

1. INTRODUÇÃO É senso comum que os professores durante suas práticas, especialmente os da rede pública, enfrentam obstáculos como a precariedade de instrumentos e recursos para a diversificação das aulas, provocando, segundo Fortunato & Rocha (2009) um comodismo tanto docente como discente, que acaba tendo um reflexo negativo para o ensino da biologia. Durante a prática docente, o professor deve dispor e fazer uso de recursos diferenciados, os quais tornem as aulas menos monótonas e propiciem aos alunos um ambiente mais prazeroso para a aprendizagem. Vídeos por exemplo, representam uma tecnologia com grande potencial para uso na educação, haja vista serem capazes de apoiar o desenvolvimento de habilidades mentais e a aquisição de conhecimentos específicos (Finger et al, 2008). As aulas práticas também representam um recurso de grande valia no ensino de ciências; porém, a existência de um laboratório bem equipado, por exemplo, não garante que tais atividades sejam realmente significativas no ensino, pois o professor deve situá-las adequadamente no processo de ensino-aprendizagem (Gioppo et al, 1998). Para Capeletto (1992), nas aulas práticas, a vivência de certas experiências facilita a fixação do conteúdo a elas relacionado, não devendo servir as atividades experimentais apenas para a ilustração da teoria. Esse artigo apresenta uma proposta desenvolvida para o ensino do tema “Alimentação”, tendo em vista a importância da alimentação saudável na promoção da boa saúde, lembrando que a temática da alimentação deve ser abordada no ensino fundamental, segundo os eixos temáticos dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN, Brasil, MEC/SEF, 1998). Shmitz et al (2008) argumentam que a escola é um espaço privilegiado para o desenvolvimento de ações de melhoria das condições de saúde e do estado nutricional das crianças por permitir a concretização de iniciativas de promoção da saúde. A Pirâmide Alimentar é uma representação gráfica facilitadora para a visualização da distribuição dos alimentos e possibilita uma melhor compreensão por parte da população, pois faz uma demonstração do consumo de vários alimentos e em quantidade suficiente para que juntos componham uma dieta adequada nutricionalmente. A idéia de elaborarmos este jogo didático partiu da constatação das dificuldades por parte dos alunos, a partir da observação in loco numa escola pública de Manaus-AM.

aos movimentos espontâneos. em quatro níveis: • 1° nível: grupo dos cereais. Segundo Almeida (2006). brincadeiras e divertimentos. o momento vivido possibilita ao aluno momentos de encontro consigo e com o outro.VI Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica Aracaju-SE -2011 Sabemos que processos que envolvem conteúdos abstratos e muitas vezes de difícil compreensão. o termo lúdico tem sua origem na palavra latina ludus. entretanto. REFERENCIAL TEÓRICO As técnicas e atividades utilizadas pelos professores em sala de aula são recursos valiosos. de cuidar de si e olhar para o outro. Essa proposta é parte das atividades desenvolvidas junto ao Projeto Uirapuru. 1998). raízes. o que importa não é apenas o produto da atividade. na qual prevalecem a transmissão-recepção de informações. MEC/SEF. criatividade. para efeito de melhoria na qualidade do processo de ensino-aprendizagem nas escolas públicas da Amazônia. 2. Em relação à pirâmide alimentar. (1992) a forma de apresentar os alimentos como pirâmide foi adotada pelo United States Department of Agriculture (USDA) em 1992. Segundo Welsh et al. Os jogos podem ser considerados educativos se desenvolverem habilidades cognitivas importantes para o processo de aprendizagem – resolução de problemas. dentre outras habilidades. Na atividade em grupo. Contudo. Sob o enfoque da Nutrição. A pirâmide alimentar brasileira utiliza a estrutura da pirâmide proposta em 1992 nos Estados Unidos. Brasil. como também a de um tipo de atividade essencial à dinâmica humana. Kishimoto (1996) afirma que o professor deve sempre rever a utilização de propostas pedagógicas. tubérculos. for elaborado com o objetivo de atingir conteúdos específicos e para ser utilizado no âmbito escolar . foi necessário adaptá-la aos alimentos disponíveis em nosso país e aos hábitos alimentares. passando a adotar em sua prática aquelas que atuem nos componentes internos da aprendizagem. A evolução semântica da palavra deu-lhe maior abrangência. já que estes não podem ser ignorados quando o objetivo é a apropriação de conhecimentos por parte do aluno. autoconhecimento e conhecimento do outro. visando a saúde global do indivíduo e a prevenção de doenças. É desejável. denominamos tal jogo de didático (Zanon et al. pois um estudo exclusivamente livresco deixa enorme lacuna na formação dos estudantes. (1994) afirmam que ela um instrumento de orientação nutricional utilizado por profissionais com o objetivo de promover mudanças de hábitos alimentares. relativo a jogos. o que dela resulta. inclusive jogos.. momentos de ressignificação e percepção. Se o jogo. Por isso é necessário variar as técnicas e as atividades de acordo com os conteúdos e as habilidades que se pretendem desenvolver (Soncini e Castilho. 2 . as pirâmides alimentares são consideradas ferramentas de orientação que podem transmitir conhecimentos relativos a uma alimentação considerada adequada. com alunos do 8º ano do Ensino Fundamental. desde seu planejamento. A pirâmide proposta foi dividida . Duas escolas públicas participam desse projeto atualmente e esse artigo trata de uma proposta desenvolvida em uma dessas escolas. então. a dissociação entre conteúdo e realidade e somente promove a memorização do tema estudado. o ensino das Ciências Naturais deve utilizar diferentes métodos ativos. Segundo os Parâmetros Curriculares (PCN. que se assegure uma dinâmica de aula capaz de estimular o interesse dos alunos. Achterberg et al. 2008). com o objetivo de criar estratégias metodológicas inovadoras para o ensino de ciências. pois esta expressa de forma clara como escolher os alimentos que devem ser consumidos. ou seja. percepção. ainda hoje sofrem influências da abordagem tradicional do processo educativo.Programa PIBIDCAPES. 1990). brinquedos. raciocínio rápido. mas a própria ação. do corpo e da mente. que vem sendo desenvolvido no IFAM desde 2009. passando a recobrir a idéia de necessidade da personalidade. flexíveis e saudáveis que visam dar satisfação e prazer.

para fixação utilize fita dupla face e reforce grampeando.V.A. tubérculos. 44 cm 42 cm Figura 1: Dimensões da pirâmide alimentar 2°Passo: Cubra uma das faces da Pirâmide com E.1 Confecção Do Jogo Material: Papelão. • 3° nível: grupo do leite e produtos lácteos.A-etil vinil acetato). fita dupla-face. grupo das carnes e ovos e grupo das leguminosas. raízes. leite e produtos lácteos. cola. faça três linhas horizontais na face que está com o emborrachado (serão os quatro níveis da pirâmide) e uma linha vertical que deverá dividir a pirâmide ao meio. papel cartão. Conforme as figuras 2 e 3: Figura 2: frente da pirâmide Figura 3: verso da pirâmide 3°Passo: Confecção das peças: Corte o papel cartão no formato dos níveis das pirâmides depois cole as figuras no papel cartão de acordo com seu respectivo nível. grampeador e pincel atômico. tesoura. ovos e grupo das leguminosas. Conforme as figuras 4 e 5: 3 . óleos e gorduras.V. figuras diversificadas de alimentos que representem os níveis da pirâmide (Por exemplo: cereais. MATERIAIS E MÉTODOS 3. segundo a Pirâmide Alimentar brasileira e recubra as peças com papel contact. papel contact. • 4° nível: grupo dos óleos e gorduras e grupo dos açúcares e doces. Em seguida. carnes. emborrachado (E. hortaliças e frutas. açúcares e doces). 3.VI Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica Aracaju-SE -2011 • 2° nível: grupo das hortaliças e grupo das frutas. e a outra face cubra com o papel cartão. com o pincel atômico. 1° Passo: Corte o papelão em forma de triângulo tendo 42 cm de base e 44 cm de altura conforme a figura 1.

referentes aos grupos que estão representados na pirâmide alimentar. nessa etapa. considerando e separando os alimentos correspondentes ao que se observa na pirâmide.VI Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica Aracaju-SE -2011 Figura 4: peças da pirâmide Figura 5: pirâmide montada 3. A turma foi dividida em sete equipes com cinco alunos cada . Cada turma possuía trinta e cinco alunos. O jogo foi aplicado também em uma turma do curso de Licenciatura em Biologia do Instituto Federal de Educação. após aula expositiva do professor sobre o tema “Alimentação”. onde foi abordada a pirâmide alimentar. Cada equipe recebeu as imagens de alimentos variados. Aqui . objetivando coletar as impressões destes em relação a adequação do jogo à série em que foi proposto. às regras e confecção. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE DADOS Em relação ao questionário aplicado aos alunos de 8°ano.2 Aplicação Do Jogo O jogo foi aplicado em duas turmas de 8°ano de umas escolas participantes do Projeto Uirapuru/ Programa Pibid. Feito isso. quanto à compreensão das regras do jogo. considerando e separando os alimentos correspondentes ao que se observa na pirâmide. cada equipe recebeu as imagens de alimentos variados. Ciência e Tecnologia do Amazonas a fim de ser avaliado por futuros professores. 67% Difícil compreensão. eles montaram a pirâmide. Feito isso. 4 . seu conteúdo em relação ao tema e sua confecção. Média compreensão. novamente foi aplicado um questionário após o jogo. referentes aos grupos que estão representados na pirâmide alimentar.a turma de 24 alunos foi dividida em cinco equipes cada (sendo quatro equipes de cinco alunos e uma de quatro alunos). Figura 6: Gráfico referente às respostas dos alunos para o tema “compreensão das regras do jogo”(N= 70). O grupo que montasse a pirâmide primeiro e corretamente era o grupo vencedor. eles montaram a pirâmide. O grupo que montasse a pirâmide primeiro e corretamente era o grupo vencedor. os resultados demonstraram que a maioria dos alunos (67%) considerou-as de fácil compreensão (figura 6): 0% 33% Fácil compreensão. 4. Após o jogo foi aplicado um questionário do tipo fechado que avaliava o jogo quanto à compreensão de suas regras.

a maioria dos alunos considerou que o jogo facilitou a compreensão do conteúdo e sentiu facilidade na resolução dos exercícios (Figura 9). a maioria dos alunos considerou que eles podem ajudar a aprender (figura 7). 7% Sentiram facilidade ao respondê-los. 2% O jogo adequado ao conteúdo estudado. Jogos são inadequados no auxílio da aprendizagem. pois tornam a aula menos monótona. à medida que tornam a aula mais interativa e menos cansativa. 93% Figura 9: Gráfico relativo às respostas dos alunos para o tema “ compreensão do conteúdo” (N=70). 98% Figura 8: Gráfico referente às respostas dos alunos para o tema “adequação do jogo ao conteúdo estudado” (N=70). Sentiram dificuldade ao respondê-los. pois não podem ser usados para abordar alguns assuntos. 5 . a maioria dos alunos considerou-o adequado ao tema (Figura 8). Quanto à adequação do jogo ao conteúdo estudado. 80% Figura7: Gráfico referente às respostas dos alunos para o tema “jogo como facilitador da aprendizagem” (N=70). Em relação aos exercícios propostos após a aplicação do jogo. pois mesmo após o jogo continuaram sem entender o conteúdo. O jogo inadequado ao conteúdo estudado.VI Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica Aracaju-SE -2011 Quanto à facilitação da aprendizagem através do jogo. pois o jogo facilitou a assimilação. 20% Jogos são importantes no auxílio da aprendizagem.

a maioria dos licenciandos considerou-as de fácil compreensão. Consideraram o jogo de média compreensão. Consideraram os jogos inadequados no auxílio da aprendizagem. em relação à confecção do jogo. (Figura 11). 9% Consideraram de fácil cofecção. 91% Figura 10: Gráfico relativo às respostas dos licenciandos para o tema “ confecção do jogo” (N=24) Com relação às regras do jogo. 87% Figura 11: Gráfico relativo às respostas dos licenciandos para o tema “ compreensão do conteúdo” (N=24). pois tornam a aula menos monótona. 6 . pois não podem ser usados para abordar alguns assuntos. 13% Consideraram de fácil compreensão. à medida que tornam a aula mais dinâmica e menos monótona. 87% Figura 12: Gráfico referente às respostas dos alunos para o tema “jogo como facilitador da aprendizagem” (N=24).VI Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica Aracaju-SE -2011 Nos questionários aplicados aos licenciandos do IFAM. 13% Consideraram os jogos importantes no auxílio da aprendizagem. Quanto à facilitação da aprendizagem através do jogo. observou-se. Consideraram grande a dificuldade de confecção. a maioria considerou que eles podem ajudar a aprender (figura 12). que a maioria (91%) considero-o fácil confecção (Figura 10).

Observou-se ainda que os participantes da pesquisa consideraram o jogo de fácil confecção e adequado à série proposta. podendo. com os resultados obtidos.. 22% Consideraram o jogo adequado à série proposta. Campos et AL (2003) concordam. ao afirmar que os professores do ensino público muitas vezes não conseguem atingir seu objetivo já que esbarram na precariedade do sistema . desenvolvendo níveis diferentes de experiência pessoal e social. no sentido de poderem participar de uma atividade diferente das que estão habituados. pois propicia o estímulo ao interesse do aluno. que o jogo oportunizou aos alunos uma aula motivadora. concordando com Moratori (2003) ao afirmar que quando são propostas atividades com jogos para alunos. para elaborar e criar materiais sofisticados. a maioria dos licenciandos considerou-os adequados à série proposta (Fig. é de amplo conhecimento que falta de tempo.VI Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica Aracaju-SE -2011 Quanto à adequação do jogo à série proposta. ser utilizado como promotor de aprendizagem. por parte dos professores. De forma semelhante. aliado à freqüente falta de recursos que vemos nas escolas. 78% Figura 13: Gráfico relativo às respostas dos alunos quanto a adequação do jogo à série proposta (N=24) Quanto ao conteúdo das perguntas dos exercícios propostos aos alunos na escola. centrada no livro didático e no quadro negro. 87% Figura 14 Gráfico relativo às respostas dos alunos quanto ao conteúdo das perguntas aplicadas aos alunos após o jogo (N=24) Verificou-se. Consideraram as perguntas inadequadas a série proposta. ao afirmar que o jogo representa um recurso valioso para a aprendizagem. a reação mais comum é de alegria e prazer pela atividade a ser desenvolvida.. Consideraram o jogo inadequado à série proposta. por isso.14) 13% Consideraram as perguntas adequadas à série proposta. a maioria considerou o jogo adequado à série proposta (Figura 13). o que é reforçado por Fortunato & Rocha (2009). 7 . dificulta a atividade docente.

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