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Lista de Filosofia - 1ano - Mensal

nana

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1º A Natalie

FILOSOFIA
1 – Nas suas Meditações, o filósofo estoico Marco Aurélio escreveu: Na vida de um homem, sua duração é um ponto,
sua essência, um fluxo, seus sentidos, um turbilhão, todo o seu corpo, algo pronto a apodrecer, sua alma,
inquietude, seu destino, obscuro, e sua fama, duvidosa. Em resumo, tudo o que é relativo ao corpo é como o fluxo
de um rio, e, quanto à alma, sonhos e fluidos, a vida é uma luta, uma breve estadia numa terra estranha, e a
reputação, esquecimento. O que pode, portanto, ter o poder de guiar nossos passos? Somente uma única coisa: a
filosofia. Ela consiste em abster-nos de contrariar e ofender o espírito divino que habita em nós, em transcender o
prazer e a dor, não fazer nada sem propósito, evitar a falsidade e a dissimulação, não depender das ações dos
outros, aceitar o que acontece, pois tudo provém de uma mesma fonte e, sobretudo, aguardar a morte com calma e
resignação, pois ela nada mais é que a dissolução dos elementos pelos quais são formados todos os seres vivos. Se
não há nada de terrível para esses elementos em sua contínua transformação, por que, então, temer as mudanças e
a dissolução do todo?

Considere as seguintes afirmativas sobre esse texto:

I. Marco Aurélio nos diz que a morte é um grande mal.


II. Segundo Marco Aurélio, devemos buscar a fama, a riqueza e o prazer.
III. Segundo Marco Aurélio, conseguindo fama, podemos transcender a finitude da vida humana.
IV. Para Marco Aurélio, a filosofia é valiosa porque nos permite compreender que a morte é parte de um processo da
natureza e assim evita que nos angustiemos por ela.
V. Para Marco Aurélio, só a fé em Deus e em Cristo pode libertar o homem do temor da morte.
VI. Para Marco Aurélio, o homem participa de uma realidade divina.

Assinale a alternativa correta.

a. Somente as afirmativas I e V estão corretas.


b. Somente as afirmativas I, II e III estão corretas.
c. Somente as afirmativas IV e VI estão corretas.
d. Todas as afirmativas estão corretas.
e. Somente a afirmativa IV está correta.

2 – Para uma linha do pensamento grego, a pessoa virtuosa seria aquela que buscasse a moderação entre os
extremos, evitando tanto os vícios do excesso quanto o seu oposto, mediante uma sabedoria prática baseada na
experiência e em grande habilidade do conhecimento. Essa teoria refere-se ao:

a. epicurismo.
b. estoicismo.
c. aristotelismo.
d. platonismo.
e. ceticismo

3 – “Momento de transição entre o esplendor da cultura grega e o desenvolvimento da cultura romana,


caracterizou-se pela difusão da civilização grega, mas preservando elementos de origem oriental, persa e egípcia,
numa vasta área que se estendia do mar Mediterrâneo oriental à Ásia central. De modo geral, foi a concretização do
ideal de Alexandre difundir a cultura grega aos territórios que conquistava.” Trata-se do:

a. helenismo.
b. pan-macedonismo.
c. estoicismo.
d. cosmopolitismo clássico
e. epicurismo.

4 – Leia o trecho a seguir.

O estoicismo concebe a filosofia de forma sistemática e composta de três partes fundamentais: a física, a lógica e a
ética, cuja relação é explicada através da metáfora da árvore. A física corresponderia à raiz, a lógica ao tronco e a
ética aos frutos. Portanto, a parte mais relevante é a ética: são os frutos que podemos colher da árvore do saber,
porém não podemos tê-los sem as raízes e o tronco.
MARCONDES, Danilo. Iniciação da história da filosofia: dos pré- -socráticos a Wittgeinstein. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. p.91.

Agora, assinale a alternativa que apresenta a ideia central do estoicismo.

a. O homem estoico é aquele que não aceita o que é predeterminado, por isso luta sempre pela felicidade plena,
custe o que custar.
b. O homem, por ser parte da natureza, deve valorizar a experiência imediata, dando vazão às suas necessidades e
desejos, pois somente assim ele colherá os frutos, sua plena felicidade.
c. O homem é parte do universo, da natureza, por isso, para ter uma conduta ética que assegure sua felicidade, suas
ações devem estar de acordo com os princípios naturais. O homem deve resignar-se e aceitar o destino.
d. Os estoicos afirmavam existir um caminho ético entre o Bem e o Mal. Neste caso, a situação é que deveria dar as
pistas sobre qual caminho entre os dois seria o melhor a seguir.
e. Para os estoicos, a maior virtude do homem era ele estar em acordo com a natureza, combatendo tudo aquilo que
fosse mal, pois somente assim ele agiria de forma ética e colheria frutos, quer dizer, atingiria a felicidade plena.

5 – Leia a frase a seguir de Antístenes.

O segredo da felicidade está inteiramente em nós: está na nossa alma, está “na nossa autarquia”, está no nosso “não
depender das coisas dos outros”: está no “não-ter-necessidade-denada”.
REALE, Giovanni. História da filosofia antiga – das origens a Sócrates. v.1. São Paulo: Loyola, 1993. p.336.

Assinale a alternativa que corresponde à sua ideia principal.

a. Antístenes é representante do epicurismo e sua principal ideia se resume à ideia de fragilidade da existência.
b. Antístenes é representante do cinismo e revive o pensamento de Sócrates de que os valores supremos são
encontrados nos bens materiais.
c. Antístenes é representante do cinismo e revela o sentido de libertação de tudo o que, desde sempre, o homem
considerou indispensável para ser feliz e que, ao invés, é danoso e não necessário.
d. Antístenes é representante do estoicismo e revela que o homem deve viver de forma desprendida e indiferente
em relação ao sofrimento e às condições materiais.
e. Antístenes é representante do ceticismo e revela a necessidade de o homem viver para si, quer dizer, não ter
ligações em nenhum âmbito com outras pessoas, pois isso só traria dependência e infelicidade.

6 – Embora o Império estivesse esfacelado, aos poucos o grande projeto de Alexandre se realizou. A arte e o
pensamento gregos se introduziram na Pérsia e avançaram ainda mais até a Índia e a China. Os gregos aprenderam
que o mundo não se reduzia a Atenas e Esparta e que havia coisa mais importante a ser feita do que a eterna luta
entre dórios e jônios...
GOMBRICH, Ernest. H. Breve história do mundo. São Paulo: Marins Fontes, 2001, p. 93.

A história desse encontro entre povos do Ocidente e do Oriente sob o comando de Alexandre Magno produziu uma
variedade no plano cultural que marcou o Período Helenístico da Grécia Antiga. É expressão desse encontro:

a. todo o desenvolvimento da filosofia grega metafísica, que se inspirou nos modelos transcendentes do
pensamento religioso oriental para estabelecer seus postulados éticos, estéticos e políticos.
b. a valorização de uma perspectiva teocêntrica do mundo, em que não há espaço para a afirmação e padece-se
com as decisões exóticas de Alexandre Magno.
c. o afloramento de uma filosofia que duvida das propostas afirmativas do bem comum, presentes no período
clássico, e que se expressa com o estoicismo, o epicurismo, o ceticismo e o cinismo.
d. a completa aversão aos elementos constituintes da cultura oriental e da cultura grega que impediram qualquer
tipo de envolvimento dos povos submetidos ao comando de Alexandre Magno.
e. o abandono, por parte dos gregos, de suas preocupações filosóficas que remetiam à existência de um logos em
nome de um retorno ao mito como melhor forma de explicar as coisas do mundo.

7 – Relacionando as ideias com suas respectivas escolas, assinale a alternativa correta.

a. O epicurismo era um tipo de pensamento preocupado em desmistificar a religião mitológica; assim, ensinava que
o ser humano deveria desligar-se de todas as coisas materiais para encontrar o ser supremo.
b. O pirronismo ensinava que o ser humano apenas alcançaria a felicidade quando se desligasse de tudo o que fosse
prazer em sua vida, pois somente com uma vida austera pode-se conhecer a si próprio.
c. O estoicismo buscava ensinar seus adeptos que a felicidade está unicamente nos prazeres sensíveis, que devem
ser buscados em sua plenitude.
d. O epicurismo entendia que a felicidade humana apenas seria alcançada por meio da busca do prazer e do
afastamento da dor. O prazer supremo é o intelectual.
e. Para o estoicismo, a verdade nunca poderia ser conhecida; ela não faz parte da realidade sensível. Apenas uma
imagem da verdade poderia ser alcançada pelo ser humano.

8 – Em relação às escolas helenísticas e imperiais, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira.

1. Cinismo.
2. Epicurismo.
3. Estoicismo.
4. Ceticismo.

( ) Fundada por Zenão de Citium, ensinava em Atenas na Stoa Poikilê. Entre seus representantes na Roma Imperial,
destacaram-se Sêneca, Epíteto e Marco Aurélio.
( ) Desenvolveu uma argumentação para mostrar que é necessário suspender o juízo, recusar sua adesão a todo
dogma e alcançar, assim, a tranquilidade da alma. Em Roma, Sexto Empírico foi considerado um dos seus
representantes e escreveu Esboços pirrônicos.
( ) Devedora da cosmologia desenvolvida por Demócrito de Abdera, construiu uma física materialista e explicou que
o Universo é formado por átomos e pelo vazio. Em Atenas, tinha sua Escola no local chamado Jardim. Lucrécio foi
seu grande representante em Roma.
( ) Seus membros menosprezaram as regras sociais, não se preocupando com normas de condutas. Destacaram-se
como alguns de seus maiores representantes Diógenes de Sínope e Hipárquia.

A sequência correta é:

a. 1, 2, 3, 4.
b. 3, 1, 4, 2.
c. 3, 4, 2, 1.
d. 3, 2, 1, 4.
e. 1, 4, 2, 3.

9 – Leia as alternativas com atenção e assinale a que corretamente explicita as características principais de uma das
correntes helenistas.

a. A filosofia epicurista é materialista, sendo o universo puro mecanismo, sem finalidade e sem intervenção dos
deuses. O prazer tem de ser puro, deixando o homem livre, dono de si. Assim, ficam eliminados os prazeres sensuais
para dar lugar a outros mais sutis e espirituais.
b. A filosofia do cinismo prega que o bem do homem consiste em viver em sociedade. O bem-estar, as riquezas e as
honras não interessam; o que há de muito importante, então, é a família e a pátria, cujas relações devem ser guiadas
pelas convenções.
c. O estoicismo é espiritual, corporalista; a ética é fundada na ideia de autarquia, de suficiência; o bem supremo é a
felicidade e as riquezas e o bem-estar colaboram para atingi-la.
d. A teoria epicurista caracteriza-se pelo saber inato e tem como princípio básico a busca da felicidade (eudaimonia),
obtida pela tranquilidade.
e. O ceticismo se interessa pela verdade, mas, em princípio, desconfia de tudo; é necessária uma pluralidade de
opiniões para um cético chegar à verdade.

10 – O Período Helenístico inicia-se com a conquista macedônica das cidades-Estado gregas. As correntes filosóficas
desse período surgem como tentativas de remediar os sofrimentos da condição humana individual: o epicurismo
ensinando que o prazer é o sentido da vida; o estoicismo instruindo a suportar com a mesma firmeza de caráter os
acontecimentos bons ou maus; o ceticismo de Pirro orientando a suspender os julgamentos sobre os fenômenos.
Sobre essas correntes filosóficas, assinale a alternativa que for INcorreta.

a. Os estoicos, não acreditando na ideia de um cosmo harmonioso governado por uma razão universal, afirmaram
que virtuoso e feliz é o homem que vive de acordo com a natureza e a razão.
b. Conforme a moral estoica, nossos juízos e paixões dependem de nós, e a importância das coisas provém da
opinião que delas temos.
c. Para o epicurismo, a felicidade é o prazer, mas o verdadeiro prazer é aquele proporcionado pela ausência de
sofrimentos do corpo e de perturbações da alma.
d. Para Epicuro, não se deve temer a morte, porque nada é para nós enquanto vivemos e, quando ela nos sobrevém,
somos nós que deixamos de ser.
e. O ceticismo de Pirro sustentou que, porque todas as opiniões são igualmente válidas e nossas sensações não são
verdadeiras nem falsas, nada se deve afirmar, com certeza absoluta, e da suspensão do juízo advêm a paz e a
tranquilidade da alma.

11 – Ora, entre os antigos, normas de vida e exercícios espirituais formavam a essência da “filosofia”, não da religião,
e a religião estava mais ou menos separada das ideias sobre a morte e o além. Havia seitas, que eram filosóficas, pois
a filosofia era a matéria de seitas que propunham convicções e normas de vida a quem elas pudessem interessar; um
indivíduo se tornava estoico ou epicurista e se conformava mais ou menos a suas convicções.
VEYNE, Paul. O Império Romano. In: Philippe Ariès e Georges Duby. História da vida privada: do Império Romano ao ano mil. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. p. 201. Adaptado.

Com relação ao assunto tratado no texto acima, assinale a opção correta.

a. O epicurismo foi uma escola filosófica que se caracterizou pela adoção de uma ética afeita aos prazeres materiais.
b. O estoicismo foi uma escola filosófica que se caracterizou pela adoção de uma ética negadora dos prazeres
imateriais.
c. A religião, que constitui a verdade, pode ser considerada a continuação da filosofia, que se orienta pela busca da
verdade.
d. O epicurismo e o estoicismo orientavam regras de viver, por isso constituíam seitas filosóficas entre os antigos da
civilização helênica.
e. nenhuma das alternativas.

12 – Leia a seguir a mensagem estoica sobre a felicidade e sobre o modo de obtê-la expressa por Sêneca. Queres
deixar tudo aquilo em que é inevitável que sejas derrotado, pois tudo farias para obter coisas que não te pertencem,
e voltar a teu bem? E qual é ele? Um espírito irrepreensível e puro, êmulo de Deus, capaz de elevar-se acima das
coisas humanas, e de pôr todo o seu bem em si mesmo. És um animal racional. Qual é, pois, o bem em ti? A razão
perfeita. Conduze-a para seu fim, faze com que progrida o mais possível. Deves considerar-te feliz quando toda
alegria nascer de teu íntimo, quando, vendo as coisas que os homens roubam, anseiam, guardam, não encontrares
nada que, não digo, preferes, mas tampouco queres. Dar-te-ei uma pequena regra que servirá para avaliar-te e para
perceberes se já alcançaste a perfeição: possuirás o bem quando compreenderes que os homens felizes são os mais
infelizes.
Cartas a Lucílio, 124, 23-24. In: REALE, Giovanni. O saber dos antigos: terapia para os tempos atuais. Tradução de Silvana Leite. São Paulo: Loyola, 1999. p. 108, 109.

Este trecho pode ser trazido para os dias atuais como uma crítica aos valores humanos. Qual alternativa expressa
essa ideia?

a. Assim como na época dos estoicos, a busca da felicidade hoje passa por uma crise, em razão de muitas pessoas
acharem que, quanto mais se tem, mais feliz se é.
b. Muitas pessoas agem de modo irrefreável em busca da felicidade, sem se darem conta de que ela está naquelas
coisas de grande valor material.
c. A felicidade está totalmente ligada à liberdade que os bens materiais geram na vida das pessoas.
d. Há uma busca ilimitada pelo bem-estar material, quer dizer, o bem supremo e quem o alcança é feliz.
e. Pelo trecho, entende-se que os homens infelizes são os mais felizes.

13 – Leia o trecho a seguir para depois assinalar a alternativa correta.

A filosofia helenística descende de Sócrates, mas por vias diferentes das tomadas por Platão e Aristóteles. Eles
tentaram dar respostas positivas às perguntas que o mestre fazia, mas alguns dos outros discípulos de Sócrates
levaram à risca a crítica das certezas baseadas na opinião, concluindo que todo conhecimento é impossível.

a. O trecho se refere aos céticos, os quais acreditam que, para encontrar a verdade, basta “olhar cuidadosamente”
para as coisas, já que a palavra cético tem esse significado. Dessa forma, podem ser formados juízos sobre as coisas e
chegar-se ao conhecimento.
b. O trecho se refere aos cínicos e aos céticos. Para as duas linhas da cultura helênica, o conhecimento é impossível
num primeiro momento, mas, ao desprezarem-se as convenções sociais e retirarem-se para viver em sociedade, os
cínicos e os céticos dizem ser possível encontrar o verdadeiro conhecimento.
c. O trecho se refere aos cínicos, para os quais a verdade é inacessível, já que das coisas só se apreendem aparências
mutáveis. O correto é suspender os juízos sobre as coisas e calar-se.
d. O trecho se refere aos cínicos e aos céticos. Para os primeiros, o conhecimento é sempre duvidoso, pois busca
coisas gerais e, no entanto, existem apenas coisas singulares; o correto é afastar-se do convívio social e viver só na
natureza. Para os segundos, as verdades também são inacessíveis, pois delas só se apreendem aparências mutáveis.
O correto seria deixar a alma em estado de ataraxia, sem perturbação.
e. O trecho se refere aos cínicos, para os quais o conhecimento é sempre duvidoso, pois, ao referir-se a detalhes
sobre as coisas, cada coisa passa a ter sua verdade, não podendo, então, generalizar-se um conhecimento singular.

14 – O helenismo é um período da história da filosofia que se caracteriza pela:

a. exclusividade que dá à dimensão prática da filosofia, em contraposição à dimensão investigativa das filosofias
platônica e aristotélica.
b. importância que confere à lógica, à ética e à estética, como investigações necessárias para se alcançar a satisfação
individual ou felicidade.
c. centralidade atribuída à ética, em um momento de crescente desagregação da pólis grega.
d. valorização do indivíduo e sua ação, em detrimento da investigação lógica, fundamental em uma perspectiva
como a de Aristóteles.
e. predominância de sistemas metafísicos voltados para a busca do bem comum, em oposição às perspectivas
epistemológicas de Platão e Aristóteles.

15 – Acostuma-te à ideia de que a morte para nós não é nada, visto que todo bem e todo mal residem nas
sensações, e a morte é justamente a privação das sensações. A consciência clara de que a morte não significa nada
para nós proporciona a fruição da vida efêmera, sem querer acrescentarlhe tempo infinito e eliminando o desejo de
imortalidade. Não existe nada de terrível na vida para quem está perfeitamente convencido de que não há nada de
terrível em deixar de viver. É tolo, portanto, quem diz ter medo da morte, não porque a chegada desta lhe trará
sofrimento, mas porque o aflige a própria espera.
Epicuro. Carta sobre a felicidade [a Meneceu]. São Paulo: ed. Unesp, 2002, p. 27. In: COTRIM, G. Fundamentos da filosofia. São Paulo: Saraiva, 2006. p. 97.

A partir do trecho citado, é INcorreto afirmar que:

a. a morte, por ser um estado de ausência de sensação, não é nem boa, nem má.
b. a vida deve ser considerada em função da morte certa.
c. o tolo não espera a morte, mas vive apoiado nas suas sensações e nos seus prazeres.
d. a certeza da morte torna a vida terrível.
e. a espera da morte é um sofrimento importante e compreensível para aquele que a espera.

Gabarito
1–C
2–C
3–A
4–C
5–C
6–C
7–D
8–C
9–A
10 – A
11 – D
12 – A
13 – D
14 – C
15 – A

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