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Autoavaliação Docente 2022-2023

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Pablo Maynard
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ESCOLA SECUNDÁRIA PEDRO NUNES

Código – 404652

Relatório de autoavaliação
Documento de acordo com o previsto no artigo 19º do decreto regulamentar nº 26/2012, de 21 de fevereiro

IDENTIFICAÇÃO DO AVALIADO

Nome: NIF:

Categoria: (Docente Contratado ou Docente de Carreira)

Departamento Curricular:

Grupo:

Período de Avaliação: 2022-2023


I – DIMENSÃO DO DESEMPENHO: CIENTÍFICA E PEDAGÓGICA
– Serviço distribuído; prática letiva e atividades promovidas.
Com a componente letiva completa, o serviço atribuído foi o seguinte: disciplina de Biologia e Geologia, do
11.º ano de escolaridade, turma B e a disciplina de Biologia, do 12.º ano, turma A, Exame+,
Responsabilidade+ e CR+, (Apoio letivo a nove alunos), projeto Ciência Viva e direção do laboratório de
Biologia. Cumpri na globalidade, o serviço letivo e não letivo que me foi atribuído. Os conteúdos e
orientações programáticas estabelecidos pelo Ministério da Educação foram cumpridos, considerando as
aprendizagens essenciais (AE, AET) e as áreas de competência do perfil dos alunos à saída da escolaridade
obrigatória a privilegiar. Participei nas reuniões de departamento, na execução dos documentos pedidos,
na planificação do ano escolar, em conjunto com a docente com o mesmo nível de escolaridade, realizei
periodicamente reuniões para monitorizar conteúdos e estratégias aplicadas, elaborámos matrizes de
conteúdos e testes, operacionalização de novos critérios de avaliação do ensino,(Conceitos, leis, teorias e
literacia científica; Trabalho prático/ experimental; Investigação e Pesquisa; Comunicação em Ciência),
análise estatística e comparativa dos resultados, através de gráficos representativos. Fui assídua e pontual
como é possível ver através do meu registo de assiduidade. Procurei integrar-me na problemática das
turmas que me foram atribuídas junto dos colegas do departamento e Conselhos de Turma e Equipa da
Educação Especial. Planifiquei e procedi à adequação das metodologias e estratégias dos conteúdos
programáticos em função das caraterísticas das turmas. Prestei apoio personalizado e ensino diferenciado
aos alunos com maiores dificuldades na assimilação/aquisição de conteúdos, privilegiando/motivando a
sua autonomia e o seu projeto de vida. Colaborei com o grupo de Educação Especial na deteção de
dificuldades e na planificação de estratégias e metodologias inovadoras para a superação de dificuldades.
Estabeleci com os alunos uma relação de empatia, identificando as suas principais dificuldades,
capacidades e potencialidades, tais como, concentração, trabalho mental, de relacionamento interpessoal,
métodos de trabalho, capacidade de realizar trabalho prático, disponibilidade para colaborar, falta de pré-
requisitos, de autonomia, de objetivos de vida, coexistindo com um comportamento disciplinado. Face aos
resultados obtidos nas disciplinas, tentei estabelecer meios de reforço da autonomia; diversificar os
instrumentos de avaliação e flexibilizar a operacionalização dos critérios de avaliação. Os alunos sempre
que possível, utilizaram metodologias mais práticas e participativas, pesquisa bibliográfica/cibernautica de
conteúdos com base em guiões de trabalho, apresentação oral dos trabalhos (Comunicação em Ciência) e
ainda a metodologia de portfólio que lhes permite exercitar a capacidade reflexiva – pensar o que se faz,
identificando os pontos fortes e fracos.

Respeitando o ritmo de aprendizagem de cada aluno, incentivei-os para o estudo das Biologia e Geologia,
promovi o confronto dos alunos com os fenómenos científicos; promovi vivências educativas que levaram
o aluno a investigar, a realizar experiências, a ler e a interpretar diversas fontes; promovi o pensamento de
forma criativa e critica relacionando evidências e explicações, confrontando as diferentes perspetivas de
interpretação científica; promovi a comunicação, proporcionando condições para os alunos se
expressarem e comunicarem utilizando as TIC; utilizei também, o estudo dirigido e a pesquisa orientada
nos trabalhos de grupo e a pares, ao nível das fichas de trabalho; realizei resumos da matéria, mapa de
conceitos, após a conclusão dos conteúdos; procedi a um ensino e avaliação diferenciada respeitado os
tempos e realidades de cada aluno; realizei avaliações diagnósticas, formativas, sumativas e a
autoavaliação e heteroavaliação. Assim, mobilizei recursos técnicos e de aprendizagem e com resiliência e
integrei toda a dinâmica tecnológica e processual, utilizando regularmente as plataformas da Microsoft
TEAMS (Notebook, Forms e Kahoot Quizz) e a Escola Virtual.

Fazendo o balanço da atividade letiva, posso referir que os resultados dos alunos evoluíram ao longo do
ano devido à minha persistência na metodologia adotada. Valorizei a melhoria dos resultados, mesmo que
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em alguns alunos fossem insignificantes do ponto de vista estatístico ou da sua consistência e fui
corrigindo as estratégias que não tiveram êxito.
Foi feita a caracterização das turmas, a avaliação diagnóstica, formativa, sumativa, utilizando instrumentos
diversificados e adaptados às necessidades identificadas. Centrei-me num ensino diferenciado ao nível das
estratégias de aprendizagem e de avaliação e, para os alunos já identificados pelos serviços de educação
especial, respeitei as medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão, em cumprimento do ponto 5 do
artigo 21 do Dec-Lei n. º54 de 6 de julho de 2018. Ao longo do ano, a evolução positiva das classificações
foi notória nas duas turmas, como é possível comprovar através do estudo estatístico realizado pelos
órgãos competentes da escola. Ambas as turmas, se caracterizaram por ter alunos interessados, aplicados
e na sua maioria apoiados pelos seus encarregados de educação e de comportamento afável. No entanto,
em ambas a turma surgiu uma pequena percentagem de alunos com pouca autonomia, falta de hábitos de
trabalho, pouca perseverança e resiliência pessoal sobretudo na apreensão cognitiva de novos
conhecimentos, mas também com bloqueios nas suas competências de raciocínio e capacidade de
abstração, falta de pré-requisitos relativamente às aprendizagens anteriores. Estes factos foram menos
evidentes próximo das avaliações sumativas, onde a maioria dos alunos se aplicava mais no progresso das
suas aprendizagens. Ressalto que para os alunos em que se tornou evidente o não acompanhamento do
desempenho da maioria, por razões diversas, foram selecionadas acomodações curriculares adequadas,
para colmatar as dificuldades sentidas. Detetadas as dificuldades iniciais e para obter sucesso nesta turma,
promovi os seus pontos fortes e incentivei os alunos para a superação das suas dificuldades, reforçando e
valorizando respostas, atitudes, autoestima e a resiliência pessoal. Promovi o gosto pela disciplina,
proporcionando a realização de estratégias diversificadas, trabalho de pares, aulas laboratoriais, estudo
dirigido com fichas de trabalho, testes pequenos, questões aulas. Ambas as turmas terminaram as
disciplina de Biologia e de Biologia e Geologia, com 100% de sucesso. O valor e qualidade do sucesso
aumentou ao longo dos três períodos e a média da disciplina ficou em 16,34 para o 11,º ano Na turma C,
no primeiro período apresentava 12,5% de insucesso e no terceiro período ficou com 0% de insucesso. O
valor e qualidade do sucesso aumentou ao longo dos três períodos e a média da disciplina ficou em 13,54.
Procedi à autoavaliação em todos os períodos letivos, apliquei dois testes de avaliação sumativa em cada
período e fichas de trabalho e testes formativos sobre cada um dos temas que foram lecionados. Efetuei
sempre a observação direta do trabalho dos alunos, nas aulas de trabalho experimental, quer nas
restantes, avaliando a participação, o desempenho, o respeito pela opinião dos outros, o relacionamento
com colegas e professor, a pontualidade, a assiduidade e a preocupação em trazer o material escolar.
Todos os processos/instrumentos de avaliação tiveram como objetivo principal motivar, evitando lacunas
na sua aprendizagem e recuperando conteúdos em que revelaram maiores dificuldades. Considero, por
isso, ter alcançado um desempenho muito bom no âmbito do processo de ensino/aprendizagem,
refletindo-se nos resultados obtidos da avaliação final dos alunos.

Os meus alunos participaram em sessões de sensibilização no âmbito da cidadania/promoção da


saúde/educação sexual/educação ambiental. Acompanhei os alunos do 11.ºB, a uma Visita de Estudo à
Assembleia da República, no âmbito do discurso politico e aos alunos do 12.ºA às atividades propostas
pela Inspiring Future, na Feira das Universidades, com objetivo de obter informações sobre o acesso ao
ensino superior. No projeto de Educação Sexual, contribui com 13 treze tempos letivos, no 12.º ano. Numa
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estratégia aprendizagem interpares, os alunos do 12.ºano expuseram, aos alunos do 11.º ano,
apresentações, no âmbito da educação sexual, nomeadamente, contraceção, infertilidade, reprodução
medicamente assistida, questões da bioética, gestação de substituição (barrigas de aluguer) e inseminação
post mortem (estudo de casos), seguido de debate. Assisti com os meus alunos ao documentário sobre a
obra literária, Novas cartas portuguesas, (as três marias), sobre a igualdades de género, seguido de
debate. Participei, nos Conselhos EcoEscolas com duas alunas do 11.ºB.

No âmbito do projeto Ciência Viva, os alunos 12.º ano participaram na atividade prática, Drosophilas em
sala de aula. Os estudantes iniciaram o estudo da drosophila melanogaster, o seu ciclo de vida, as
vantagens do seu uso em investigação, assim como métodos para estabelecer cruzamentos e reconhecer
marcadores genéticos dominantes e recessivos. Esta atividade resultou de uma colaboração no âmbito do
programa educativo Ciência et al, do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, situado na cidade do
Porto, em parceria com a Ciência Viva.

No âmbito das atividades científico-didáticas do grupo 520, participei, com os alunos do 11.º B e 12.ºA, na
Feira das Neurociências (Semana Internacional do Cérebro – Brain Awareness Week, iniciativa coorganizada
pela Nova Medical School, e pelos professores do Grupo de Biologia e Geologia, , nas atividades de mostras
científicas, cérebro e músculos e encontros com cientistas. Nos dias 13 e 14 de fevereiro , respetivamente,
os alunos do 12.ºA e 11.º B participaram, no Dia das Ciências e Tecnologias, na Universidade Lusófona,
onde realizaram atividades com os docentes e alunos dos respetivos cursos, a saber: cursos Engenharia do
Ambiente “A Importância da Engenharia do Ambiente nos novos desafios de um planeta sustentável”
Biotecnologia: “O papel da Biotecnologia na produção de cerveja” Engenharia Eletrotécnica; Engenharia
Biomédica “Modelos e Recolha de sinais eletrofisiológicos”; Engenharia Civil “A resposta da Engenharia
Civil aos desafios da Sociedade”; Engenharia e Gestão Industrial; Engenharia Informática; Medicina
Veterinária: Visita ao Hospital Veterinário e “Clinical Skills”: Ciências da Nutrição “A caça ao Sal secreto”;
Ciências Farmacêuticas: “Vem Descobrir a Profissão e Desvendar Alguns Mitos” Biologia: “Compreender o
início da vida: desenvolvimento embrionário influência das condições ambientais”; Psicologia: “Realidade
Virtual e Psicologia?” e Bioquímica. Participei na Visita de estudo inter-turmas à Ilha de S. Miguel – Açores, nos
dias 2 a 5 de maio, com as turmas A, B e C do 11º ano. As atividades desenvolveram-se em, Ponta Delgada
(Lotaçor com palestra “Sustentabilidade marinha – proteção dos oceanos” e Visita guiada à Gruta do
Carvão); na Freguesia de Furnas (Visita guiada ao Centro de Monitorização e Investigação das Furnas, visita
à Lagoa e às caldeiras das Furnas e sistema hidrotermal do Parque Terra Nostra); Centro Interpretativo
Ambiental da Caldeira Velha e visita guiada à Central Geotérmica da Caldeira Velha; Lagoa das Sete
Cidades; Ponta Delgada (conhecer visita a uma estufa de produção de ananás; espaços museológicos da
cidade: a Igreja dos Jesuítas com o seu núcleo de exposições alusivas ao naturalista Gaspar Frutuoso; o
núcleo de Santo André com o seu circuito de História Natural com uma coleção de base naturalista que foi
o alicerce para a fundação do Museu Carlos Machado - através das suas oito salas os alunos tiveram a
oportunidade de experienciar a diversidade, o exótico e o saber, onde são abordadas diferentes áreas do
Tanto os discentes como os docentes organizadores da visita consideram que a visita de estudo foi uma
mais-valia para a aquisição e consolidação de conhecimentos científicos relacionados com conteúdos quer
de 10º como 11º ano da área de Geologia conhecimento científico, com destaque para zoologia, geologia,
mineralogia, botânica. No último núcleo, o de Santa Bárbara, os alunos tiveram a oportunidade de explorar
uma exposição que presta uma homenagem ao Príncipe Albert I do Mónaco, dando ênfase à relação do
Príncipe com os Açores, abordando memórias afetivas e o seu legado na construção do conhecimento
científico do Atlântico) Os alunos participarem numa Campanha SOS Cagarro. Trata-se de uma campanha
promovida pelo Governo dos Açores, através da Direção Regional de Políticas Marítimas, com o apoio da
Secretaria Regional do Ambiente e Alterações Climáticas.

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Processo de avaliação das aprendizagens dos alunos e análise dos resultados obtidos.

II – DIMENSÃO DO DESEMPENHO: PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA E RELAÇÃO COM A COMUNIDADE EDUCATIVA


Ao nível da vertente profissional, social e ética, procurei respeitar o compromisso com a construção e uso do
conhecimento, mantendo-me informada e participativa face às políticas educativas, reconhecendo a
responsabilidade profissional na promoção do sucesso das aprendizagens, pelo que os meus objetivos visaram a
concretização dos objetivos e metas fixadas no projeto educativo e no plano anual de atividades. As minhas
planificações estão de acordo com as orientações do departamento, tiveram em conta as capacidades e
competências dos alunos. As planificações permitiram a transdisciplinaridade com outras disciplinas e tiveram em
conta a participação em projetos de escola tais como a Educação Ambiental, Saúde e outras atividades do PAA.
Participei e colaborei de forma assídua e construtiva, nas reuniões e iniciativas das estruturas educativas em que
estou integrada e desenvolvi trabalho colaborativo no seio do Departamento de Ciências Experimentais. Ao nível
do desenvolvimento do ensino e da aprendizagem preparei a organização das atividades letivas e planifiquei-as no
quadro dos vários níveis e âmbitos da decisão curricular. Na realização das atividades, promovi estratégias
adequadas aos diferentes alunos e contextos e de acordo com a diversidade dos alunos e incorporando os seus
contributos no processo de ensino. Na relação pedagógica, promovi com os alunos o respeito pelas regras de
convivência e cidadania. Prestei apoio aos alunos, individualmente e/ou em grupo, com recurso às TIC e/ou tarefas
diversificadas, de modo a desenvolver as competências essenciais para a literacia científica, para a melhoria do
aproveitamento relativamente à avaliação diagnóstica. No processo de avaliação das aprendizagens dos alunos,
desenvolvi instrumentos e atividades de avaliação diagnóstica, regulação do processo de ensino e avaliação e
certificação dos resultados promoveram processos de autorregulação nos alunos que permitiram apreciar e
melhorar os seus resultados. Colaborei positivamente com os conselhos de turma, diretores de turma,
departamento curricular, projeto de educação para saúde, (Educação Sexual), Eco-Escola, Olimpíadas da Biologia,
Direção, Educação Especial, SPO, UAARE. Participei com os meus alunos nas atividades: “Drogas e
toxicodependências” promovida pela Escola Segura; Ação de sensibilização sobre a poluição nos oceanos e a vida
marinha intitulada, “Quando +1 é igual a -1”, promovida pela Sónia Sousa, da Associação de Voluntariado para a
Limpeza dos Oceanos; Campanha de solidariedade “Dá-me uma tampa” da Junta de freguesia de Estrela; Sessão de
sensibilização sobre a extensão da plataforma continental portuguesa: um mar de oportunidades.

III – DIMENSÃO DO DESEMPENHO: FORMAÇÃO CONTÍNUA E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL


- contribuir para a tomada de consciência da necessidade de valorizar e preservar o património natural
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(biodiversidade e geodiversidade);
- criar dinâmicas de trabalho de equipa e de relacionamento interpessoal; motivar os alunos para a aprendizagem da
Biologia e da Geologia;
- desenvolver a literacia científica e a comunicação científica;
- implementar a interdisciplinaridade;
- permitir a consolidação de conhecimentos adquiridos na sala de aula e a sua aplicação em contextos práticos do
quotidiano;
- permitir a divulgação de trabalhos científicos na Comunidade Educativa (através de pósteres científicos produzidos
após a atividade);
- possibilitar o contacto com especialistas/investigadores em áreas temáticas lecionadas na Biologia e na Geologia;
- promover a criatividade, o espírito crítico e a capacidade análise e de pesquisa;
- promover o gosto pelo conhecimento científico;
- reconhecer a importância da proteção ambiental e do desenvolvimento sustentável;
- reconhecer a importância da Geologia na prevenção de riscos geológicos e na melhoria de gestão ambiental.

Lisboa, ___

Avaliado(a)

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