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Entendendo o Enredo na Escrita Criativa

O curso de Escrita Criativa da Wesleyan University aborda a importância do enredo na narrativa, destacando a diferença entre história e enredo, e apresentando a estrutura clássica de três atos. Os módulos discutem a criação de personagens dinâmicos, a construção de cenas eficazes e a edição e revisão do texto, enfatizando a necessidade de clareza e coerência na narrativa. Exemplos práticos, como a análise de 'O Grande Gatsby' e 'Harry Potter', são utilizados para ilustrar os conceitos apresentados.
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Entendendo o Enredo na Escrita Criativa

O curso de Escrita Criativa da Wesleyan University aborda a importância do enredo na narrativa, destacando a diferença entre história e enredo, e apresentando a estrutura clássica de três atos. Os módulos discutem a criação de personagens dinâmicos, a construção de cenas eficazes e a edição e revisão do texto, enfatizando a necessidade de clareza e coerência na narrativa. Exemplos práticos, como a análise de 'O Grande Gatsby' e 'Harry Potter', são utilizados para ilustrar os conceitos apresentados.
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ANOTAÇÕES CURSO: Escrita criativa: The Craft of Plot (A arte do enredo)

Wesleyan University

MÓDULO 1
O que é plotagem?
Para quem já está escrevendo um romance ou pensando em escrever um,
o enredo é formado pelos principais acontecimentos concebidos
e apresentados pelo escritor como uma sequência inter-relacionada.
Acontecimentos principais são as coisas que acontecem na sua história,
literalmente, as ações ou acontecimentos que ocorreram.
Então o enredo é isto: o que acontece na sua história
e a ordem conexa em que tais acontecimentos ocorrem.
É isso.
O grande autor inglês E.M. Forster define a diferença da seguinte maneira:
"O rei morreu, depois a rainha morreu" é a história, enquanto "O rei morreu,
depois a rainha morreu de tristeza" é o enredo.
Isso indica uma relação causal entre os dois acontecimentos.
Na primeira descrição, primeiro aconteceu X, depois Y aconteceu.
Não há relação entre as duas ações.
Gustav Freytag
Parte inicial (exposição): Por exemplo, você pode apresentar ao leitor
informações sobre o local, sobre os eventos que ocorreram antes do enredo
principal de sua história. Informações sobre o passado dos personagens e
qualquer informação que possa contextualizar o seu enredo fazem parte da
exposição.

Inicial Incident: Em seguida, tem-se o chamado incidente inicial. Esse é o


acontecimento que impulsiona a ação da sua história. Esse acontecimento
também informa o leitor sobre qual será o principal conflito do seu enredo.
Rising Action: temos a elevação da ação. Trata-se de um acontecimento ou
série de acontecimentos emocionantes que começam logo após o incidente
inicial e crescem em direção ao clímax. O enredo depende desses
acontecimentos para preparar o clímax da sua história. Aqui é quando
normalmente conhecemos o antagonista, que é o principal oponente de nosso
protagonista. O antagonista da sua história tenta criar o máximo de obstáculos
possíveis no caminho do protagonista.
Climax: É aqui que se encontra a maior tensão de sua história, o evento mais
emocionante do seu enredo. Tudo na elevação da ação leva a ele que, por sua
vez, define tudo que virá em seguida no declínio da ação. É quando o
protagonista, o principal, colocado contra a parede, finalmente mostra do que é
capaz.
Falling Action: Esses acontecimentos são consequências da grande ação que
ocorreu no clímax. É aqui também que conhecemos o conflito entre o
protagonista e os obstáculos que foram postos em seu caminho.
Resolution: Na base do outro lado da pirâmide, temos a resolução. É aqui que
o protagonista, ou personagem principal, resolve o problema central
ou conflito. Por último, do outro lado da pirâmide, o desfecho, que é seu
final. Quaisquer segredos, perguntas ou mistérios que restaram após a
resolução são solucionados pelos personagens ou explicados pelo autor.

COMO FUNCIONA O ENREDO EM HARRY POTTER?


Uma exposição de como esse padrão da pirâmide de Gustav Freytag acontece
nos escritos de Harry Potter. (muito parecido com o padrão que vi no artigo e
que uso nos contos novos)

PERSONAGEM + AÇÃO = ENREDO


John Gardner, romancista americano, brincou que há apenas dois tipos de
enredo em toda literatura: alguém sai numa jornada e um estranho chega à
cidade.
Hayao Miyazaki, um dos animadores mais célebres do Japão, diretor de A
viagem de Chihiro, O castelo animado, Ponyo e muitos outros, disse que o que
conduz a animação é a vontade dos personagens. Você não retrata o destino,
você retrata a vontade.

Cinco perguntar para fazer na criação de um personagem dinâmico:


1. O que eles querem? Essa primeira pergunta é a mais fundamental para
você responder ao criar um bom personagem. Todos os bons
personagens desejam algo. Kurt Vonnegut, autor de Matadouro-cinco e
outros grandes romances disse que o primeiro passo para escrever uma
boa história é criar um personagem que queira algo, mesmo que seja
um simples gole de água. Desejo é um componente crucial ao criar um
personagem verossímil. Isso é diferente de um personagem que precisa
de algo.
2. Quais são suas fraquezas? Pense na lista dos melhores personagens
ficcionais: J. Gatsby (de O Grande Gatsby), Holden Caulfield (O
Apanhador no Campo de Centeio), Harry Potter (da saga Harry
Potter). Cada um desses personagens é mais interessante de
acompanhar por causa de suas fraquezas, e não de seus pontos
fortes. Super-homem não é um personagem interessante porque é
invulnerável. Ele é um personagem interessante por ser vulnerável à
kryptonita. Então, ao compilar uma lista de traços para seus
personagens, tenha certeza de que suas fraquezas são mais
interessantes que suas forças. – Importante citar que o que deixa o
personagem humanizado – interessante – são justamente suas
fraquezas. Elas trazem o poder de aproximar o protagonista e demais
personagens.
3. De onde eles são? Dizer de onde o personagem veio, ajuda a identificar
o que ele deseja. Geograficamente falando, é importante sugerir no texto
a origem do personagem. Existe, ainda, uma resposta mais emocional,
que traz exatamente de onde esse personagem veio, no sentido de
traumas, desilusões, dores, etc. então surgem perguntas: ele tinha uma
boa família? Foi criado pelos tios? Sofria bullying na escola? De onde
ele vem emocionalmente nos ajuda a entender a motivação do
personagem para agir da maneira que age.
4. Aonde eles vão? Sabendo de onde os personagens vieram,
naturalmente fica claro quais são os seus desejos – onde ele quer
chegar.
5. O que seus personagens podem fazer para surpreendê-lo?
Procure lugares na sua história em que façam coisas que não se
esperava que fizessem e encoraje seus personagens seguindo-os em
vez de tentar liderá-los.
ELEVAÇÃO DA AÇÃO
Seu personagem principal quer algo. Algum obstáculo, pode ser alguma
coisa, outro personagem, as próprias falhas do personagem principal, entra
no caminho dele impedindo que consiga aquilo que ele tanto deseja.
Esses obstáculos são elevações da ação. Seu personagem supera esses
obstáculos, essas elevações, só para encontrar obstáculos ainda maiores
no próximo nível ou capítulo. Essa é a próxima elevação da ação. Assim,
como nos níveis de um videogame, seu personagem deve continuar
superando obstáculos. Ele tem que continuar superando elevações da
ação até chegar ao ponto em que possa conseguir o que deseja.

RESUMO DE UM ENREDO:

MÓDULO 2
O QUE É ESTRUTURA?

MODO ARISTOTÉLICO: A DIVISÃO EM TRÊS ATOS (DISPOSTA NO LIVRO


A POÉTICA)
O INÍCIO: onde você apresenta os personagens, suas relações, suas vontades
e desejos.
O MEIO: onde o enredo chega ao clímax.
O FIM: onde se resolve o enredo.
Já Horácio fez a separação em 5 atos.

Anne Lamott trouxe a estrutura A B D C E


A = ACTION – Colocar o personagem fazendo algo que faça jus a palavra
ação! Algo específico e físico.
B = BACKGROUND – É o contexto; aquilo que o personagem estava fazendo
antes da história. Parte que dá informações necessárias para sabermos o que
move o personagem.
D = DEVELOPMENT – O desenvolvimento da história. É onde o enredo
acontece. Onde o personagem se descobre na história e encontra respostas
para o que busca.
C = CLÍMAX - É onde acontece a maior elevação de ação da sua história. É
quando a principal reviravolta narrativa da sua história acontece. Por causa
dessa reviravolta, as coisas ficam diferentes para seus personagens principais
de forma realmente significativa.
E = ENDING – É aqui onde o personagem se transforma em outra pessoa por
tudo o que ocorreu durante todo o processo da história.
“boas histórias são como espirais: elas nos levam de volta ao mesmo lugar,
porém, de alguma forma, mudados.
O impulso da ação na história é geralmente dramático. O Backgroud, contexto,
dá respostas claras sobre o passado para entender as motivações presentes
do personagem.
No desenvolvimento, explicito o que o personagem quer e as coisas que estão
em seu caminho. E, no clímax, é onde ocorre a decisão final do personagem. O
momento mais crítico da história. Por fim, o final é a conclusão do clímax. A
explicitação de onde o clímax levou o personagem.
A ESTRUTURA A B D C E NO LIVRO O GRANDE GATSBY

A: Nosso personagem principal, Nick Carraway, se muda para Long Island,


alugando uma casa no bairro fictício de West Egg e aceita um emprego na
cidade de Nova York, como um vendedor de apólices.

B: A prima de Nick é Daisy, que está casada com um homem chamado


Tom Buchanan, um conhecido de Nick da universidade.

D: Nick encontra o misterioso e enigmático Jay Gatsby, que um dia teve um


romance com Daisy, e está passando o verão no mundo de Gatsby. Daisy e
Jay retomam seu romance e começam um caso. Nick descobre através de uma
mulher que ele está encontrando que Tom tem uma amante chamada Myrtle
Wilson. Quando Tom percebe que Daisy está apaixonada por Gatsby, Tom
confronta Gatsby e revela para Daisy que Gatsby fez sua fortuna através de
contrabando. Tom então manda Daisy e Gatsby para West Egg.

(A IDEIA É DE SEMPRE SER UMA QUESTÃO CRESCENTE NA HISTÓRIA)

C: O carro de Gatsby, conduzido imprudentemente em um ataque de raiva de


Daisy, mata a amante de Tom.

E: Gatsby é asassinado pelo marido de Myrtle, e Nick muda-se de Long


Island em um estado de desilusão completa e se muda novamente para o Meio
Oeste.

UMA CONVERSA COM DOUGLAS MARTIN: Como estrutura e sinopse


podem ajudar na organização da produção.
MÓDULO 3
O QUE É UMA CENA?
As cenas são blocos de construção da narrativa.

Mike Nichols disse que uma boa cena é uma dessas três coisas: Discussão,
Sedução ou Negociação.

Numa ação o personagem deve levantar e fazer alguma coisa.


Cinco pontos de uma boa cena:

1. Uma ação – é preciso fazer o personagem realizar algo.


2. Diálogo - Todo diálogo, na verdade toda frase que você escreve, deve
fazer duas coisas, aprofundar a compreensão sobre o personagem ou
desenvolver o enredo, ou ambos.
3. Detalhes íntimos e específicos - Íntimos quer dizer detalhes que o
leitor não seria capaz de ver ou notar sozinho, sem sua ajuda.
4. Cena com ponto de vista interno - A escritora Ann Hood se refere a
isso como os três R's: reagir, refletir ou revelar. Agora deixe-me
explicar. Quando for a hora do personagem explicar como se sente
sobre determinada ação, objeto, outro personagem ou obstáculo no
caminho, ele deve fazer uma dessas três coisas.
4.1. Reagir: Isso significa que ele faz algo naquele exato
momento. Ele chuta uma porta, pega uma cadeira, puxa uma
arma, etc.
4.2. Refletir: Isso significa que o personagem pensa no que está
enfrentando no momento e avalia internamente suas opções. Se
chutar a porta, pode quebrar o pé ou pode ter alguém com um
taco atrás da porta esperando para acertá-lo.
4.3. Revelar: Isso significa que o personagem revela algo sobre si
mesmo para o leitor que ajuda a entender quem é ele, como vai
responder àquela ação, objeto, personagem ou dificuldade. Quem
sabe da última vez que o personagem derrubou uma porta, ele
levou um tiro na perna, então agora vai procurar uma janela
aberta.
5. Início e fim bem definidos – uma cena eficaz tem um início e fim bem
claros.
EXEMPLOS DE CENAS EFICAZES
Usando as táticas acima, uma cena fica mais vívida e traz o leitor para o texto.

CONVERSA COM AMITY GAIGE

Cenário – Lugar e momento em que a história acontece.


Descrição – Materiais e palavras usadas para descrever o lugar e momento.
“tentar narrar um bom conto é como tentar transmitir um sonho.” Amity Gaige.
Lançar detalhes nas histórias fazem-na parecer real.

Elizabeth Bowen:
"Nada acontece sem um lugar."
MÓDULO 4
EDIÇÃO E REVISÃO
Muitos livros não vendem porque ainda não estavam prontos para serem
mostrados. Não deixe isso acontecer com você.

21 PONTOS SOBRE O RASCUNHO COMPLETO.


1. CORREÇÕES FÁCEIS – Eliminação de erros fáceis, os de digitação.
2. OMITIR PALAVRAS DESNECESSÁRIAS – Analisar a importância de
cada palavra no texto.
3. CORTAR TRECHOS EM QUE ESTOU FAZENDO O PAPEL DE
PENSAR PELO LEITOR – Não devo contar sobre o fato, devo mostrar o
fato no texto, para que o leitor pense.
4. CORTAR DIREÇÃO DE CENA, EXPLICAÇÕES ÓBVIAS, HISTÓRIAS
DE APOIO DESAJEITADAS, ETC. –
4.1. Direção de cena: contar, por exemplo, cada passo que o
personagem dá até chegar na cozinha. Não devo explicar os
passos, devo levar o leitor até a mente do personagem.
5. GARANTIR UMA MOTIVAÇÃO COERENTE DO PERSONAGEM – O
desejo do personagem tem que fazer sentido com a personalidade que
ele carrega.
6. ACONTECEU ALGUMA AÇÃO CONCRETA ATÉ O FIM DO PRIMEIRO
PARÁGRAFO?
7. MINHA HISTÓRIA É COERENTE? – Os detalhes físicos e emocionais
são coerentes até o fim da história?
8. EXISTEM CENAS? – Elas são claras? Elas contemplam os cinco pontos
da lista de verificação de cena? Estou mostrando e não contando-as?
9. COMEÇO CADA CAPÍTULO E CADA CENA COM ALGO ATIVO?
10. ESTOU ESCREVENDO NA VOZ ATIVA? EVITEI A VOZ PASSIVA?
11. O CENÁRIO ESTÁ FUNCIONANDO? – Sempre citar onde a história
está acontecendo.
12. MEUS PERSONAGENS AGEM DE FORMA CONVINCENTE? – Cada
um deles quer algo? Os defeitos deles são verossímeis?
13. AS TRANSIÇÕES ENTRE PARÁGRAFOS E SEÇÕES ESTÃO
CLARAS?
14. MINHA HISTÓRIA SE ENCAIXA DE MANEIRA CERTA? – Ela segue a
estrutura dos cinco atos? (ABDCE)
15. EU EXPLIQUEI PARA O LEITOR TODOS OS RISCOS ENVOLVIDOS
PARA CADA UM DOS MEUS PERSONAGENS ENVOLVIDOS? –
Personagens que se arriscam nos dão histórias.
16. EU EXPLIQUEI PARA O LEITOR AS CONSEQUÊNCIAS DESSES
RISCOS?
17. TODAS AS FRASES APROFUNDAM NOSSA COMPREENSÃO DO
PERSONAGEM OU CONTRIBUEM PARA AVANÇAR NO ENREDO?
18. O MEU SEGUNDO RASCUNHO É 10% MENOS QUE O PRIMEIRO?
19. ESTOU PRONTO PARA PÁGINAS OU RASCUNHOS INTEIROS QUE
NÃO FUNCIONAM AO INVÉS DE TENTAR COSTURÁ-LOS? Se você
não fizer revisões significativas a cada ano de trabalho no livro, ele não
vai melhorar. Se não estiver melhorando, é hora de jogar essas páginas
fora.
20. O QUE EU PENSEI NA CABEÇA ESTÁ O MAIS CLARO POSSÍVEL NO
TEXTO?
21. ENCONTRAR LEITORES EXTERNOS (MEUS LEITORES DEIXARAM
DE ESTAR CONFUSOS?)
21.1. Nunca peça a um leitor para ler sua obra sem lhe dar instruções
específicas.
21.2.

Shop Talk com Amy Bloom – conversa sobre personagem

“Quando alguém chama a sua atenção, começa a construção de


personagem com base em um menino, um senhor, uma moça que você vê na
rua.”
O personagem precisa ser real. Precisa ser tridimensional.
"Como eu começo a imaginar alguém?"
“Um dos primeiros exercícios a fazer é pensar nas pessoas da sua família, e
pensar neles em outras épocas, imaginando sua mãe ou seu pai 30 anos
atrás. Como eles eram quando mais jovens? Imaginar uma irmã ou irmão mais
novo como um adulto. E forçar sua imaginação, ampliando-a, para começar a
imaginar pessoas não reais.”
É importante numa ficção, expor os defeitos dos personagens.
“pessoas boas fazem coisas ruins.”
“O interessante é quando pessoas boas que têm boas intenções se deparam
com seus próprios desejos, com seus próprios anseios, e estão em conflito
dentro de si mesmos. O primeiro conflito, para um personagem, que cria seu
defeito visível, é o conflito interno.”
Ex: Eu quero isto e eu quero aquilo. Eu quero ser magra, mas eu quero um
donut. Eu quero ser uma pessoa boa, mas eu gostaria de ser rica. Nem sempre
é fácil unir essas coisas.
Duas qualidades essenciais para a construção de personagens: observação e
empatia. Olhe ao redor, sempre olhe ao redor. Se você for escritor, mesmo que
bem no início do aprendizado sobre como ser escritor, você é um observador.
“pessoas más não acham que são ruins”.
Conversa de loja com Salvatore Scibona

Importa ler a produção em voz alta para entender como está o sentido do texto.
Ler em voz alta é a chave para a percepção de erros de digitação, frases soltas
ou chatas e questões afins que podem ser retiradas para que o texto seja
melhor.
“As pessoas dizem que o jornalismo é responsável pelos fatos e a ficção é
responsável pela verdade.”
REESCRITA E REVISÃO SÃO FUNDAMENTAIS.

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