Manual de Instruções - BCI 300H DR
Manual de Instruções - BCI 300H DR
ÍNDICE
1. Introdução............................................................................................................................................................8
1.1 Instruções de segurança.................................................................................................................................9
1.2 Segurança do pessoal.....................................................................................................................................9
1.3 Segurança no local de trabalho.......................................................................................................................10
1.4 Segurança com equipamento elétrico.............................................................................................................11
2. Informações técnicas........................................................................................................................................12
2.1 Introdução..........................................................................................................................................................12
2.2 Notas importantes..........................................................................................................................................13
2.3 Danos durante o transporte............................................................................................................................13
2.4 Tratamento de prevenção de ferrugem antes da entrega................................................................................14
2.5 Armazenamento de um britador montado..................................................................................................14
2.6 Armazenagem de um britador parcialmente montado...................................................................................15
2.7 Partida................................................................................................................................................................16
2.7.1 Dê partida com segurança........................................................................................................................16
2.8 Aperto de fixações rosqueadas....................................................................................................................17
2.8.2 Requerimentos para fixações com ligações rosqueadas (Fixações Normais)......................................17
2.8.3 Fixação entre o cilindro posicionador e a carcaça inferior (Fixação Especial).......................................18
2.8.4 Fixação entre a tampa do cilindro posicionador e o cilindro posicionador (Fixação Especial)..........................18
2.8.5 Fixação entre a barra de retenção e o colar anti poeira (Fixação Especial).........................................18
2.8.6 Fixação da engrenagem do excêntrico/suporte da engrenagem (Fixação Especial)..........................19
2.8.7 Fluido de fixação para ligações rosqueadas.............................................................................................19
2.9 Soldagem...........................................................................................................................................................19
2.9.1 Soldagem dos revestimentos de desgaste em manganês nas carcaças superior e inferior do britador...........20
2.9.2 Soldagem das placas de revestimento ao interior da carcaça Inferior..............................................................20
2.9.3 Soldagem da porca do cone e do manto...............................................................................................20
2.9.4 Olhais de içamento em mantos e em revestimentos da carcaça.............................................................20
2.10 Pesos.................................................................................................................................................................21
3. Instalação...........................................................................................................................................................23
3.1 Generalidades....................................................................................................................................................23
3.2 Estrutura de apoio..........................................................................................................................................24
3.3 Arranjos de alimentação e descarga................................................................................................................25
3.4 Arranjos de alimentação para britadores cônico tipo H.........................................................................27
3.5 Arranjos da alimentação para britagem fina..................................................................................................29
3.6 Arranjos de alimentação para britadores cônicos tipo S.............................................................................30
3.7 Arranjos de descarga.......................................................................................................................................30
3.8 Arranjos de acionamento..................................................................................................................................32
3.9 Sistemas de lubrificação...................................................................................................................................32
3.10 Sistemas do cilindro posicionador.....................................................................................................................34
3.11 Sistemas do cilindro de descarga......................................................................................................................34
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4. Sistema elétrico.......................................................................................................................................35
5. Partida.......................................................................................................................................................36
5.1 Generalidades...........................................................................................................................................36
5.2 Dando partida no britador.......................................................................................................................39
5.3 Verificação de regulagem........................................................................................................................40
5.4 Carga máxima..........................................................................................................................................41
6. Sistema de lubrificação............................................................................................................................43
6.1 Introdução.................................................................................................................................................43
6.2. Bomba de óleo.........................................................................................................................................44
6.3. Termostatos...............................................................................................................................................45
6.4. Aquecimento do óleo..............................................................................................................................46
7. Limpeza....................................................................................................................................................47
7.1 Coletor de sujeira....................................................................................................................................47
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• Desenhos de conjuto e listas de peças / Configuração de revestimento BCI’s / Ficha técnica BCI
Termo de garantia
ANEXOS
FABRICANTE
PARA MANUTENÇÃO
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IDENTIFICAÇÃO DO BRITADOR
As placas contém dados necessários de identificação do equipamento, dados para lubrificações e para
contato com a IMIC e referências do equipamento específico deste manual.
Para solicitação de informações o número de série do equipamento gravado na placa deverá ser informado.
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1. INTRODUÇÃO
É com satisfação que a IMIC – INDÚSTRIA MECÂNICA IRMÃOS CORGOZINHO procura por meio deste manual,
fornecer de modo claro e objetivo, informações que julga serem importantes à instalação, operação e manutenção
destes equipamentos.
A observação destas instruções de operação é pré-requisito básico para uma ope¬ração sem falhas e para o at-
endimento a eventuais reivindicações dentro do prazo de garantia. Por isso deve-se, ler atentamente as instruções
de operação antes de colocar o equipamento em operação.
As pessoas responsáveis pela operação da máquina devem estar bem informadas quanto a sua operação e con-
cepção e devem saber quando e como efetuar os ajustes necessários.
Portanto, deve-se ler cuidadosamente todo este manual, estudar e compreender os desenhos ilustrativos antes
de instalar ou operar o equipamento. Adicionalmente, certifique-se que o(s) operador (es) da máquina também
tenha(m) consigo cópia deste manual.
Este manual de instruções contém as informações necessárias para permitir acompanhar e manter o seu equipa-
mento em satisfatórias condições de uso. Se você pretende obter a máxima disponibilidade e vida útil da máquina,
nossas instruções devem ser cuidadosamente seguidas. Lubrificação inadequada ou negligência no reparo de de-
feitos aparentemente insignificantes podem conduzir rapidamente a problemas mais sérios resultando em onerosa
perda de tempo.
Especialmente no caso de equipamento novo ou recém-instalado torna-se particularmente importante que as in-
struções de operação e manutenção sejam seguidas cuidadosamente, ambas para atender os termos de garantia
e assegurar que a máquina seja corretamente operada.
Em todos os contatos e correspondências trocadas com o fabricante, deve ser mencionado o tipo, modelo e o
número de série. Estes dados podem ser encontrados na plaqueta de identificação do equipamento.
Leia o manual todo antes de instalar ou usar o equipamento e mantenha-o sempre à mão caso necessite. No caso
de alguma dúvida entre em contato com a IMIC.
- Elaborar programas e normas de segurança, e assegurar o seu cumprimento por parte de todo o pessoal.
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As nossas instruções contém informação importante que todos os usuários deverão conhecer e compreender
antes de utilizar o equipamento.
A seguinte lista sobre medidas de segurança deve ser considerada como diretas e recomendadas. Podem ocorrer
outras condições e variações no funcionamento do equipamento que não são cobertas por estas.
O operador é responsável em conhecer os requisitos, precauções, áreas de risco existentes e esclarecer qualquer
dúvida com seu supervisor.
1. Leia e assimile todos os avisos, medidas de precaução, o significado de todos os letreiros que há no equipa-
mento e em seu redor, e instruções do livro de instruções de manobra.
2. Informe todos os incidentes e acidentes ao superior responsável. Consulte tão rápido quanto possível o médico
ou outro pessoal hospitalar se tiver havido lesões pessoais.
3. Mantenha uma lista de números de emergência, bem visível perto do telefone, e informe todo o pessoal, de onde
estes se encontram.
4. Não trabalhe nas instalações caso esteja sob o efeito de álcool, medicamentos fortes, calmantes ou outras
drogas que possam colocá-lo desatento.
5. Quando se mover na máquina ou em redor, use corrimãos, guarda corpos, escadas e outros dispositivos de
segurança. Use cinto de segurança com talabarte se for necessário.
6. Não opere equipamentos usando cabelo comprido ou roupas folgadas, evitando assim que estes se prendam
em peças rotativas, móveis ou comandos.
7. Use sempre óculos de proteção, em todos os locais onde há riscos de projeção de partículas.
8. Use sempre, se possível, luvas protetoras para proteger as mãos e dedos de pancadas, cortes, queimaduras e
materiais químicos.
10. Retire anéis, relógios, pulseiras e colares antes de começar a trabalhar na instalação.
11. Use proteção de ouvidos em zonas de trabalho com alto nível de ruído.
12. Use máscara de proteção quando trabalhar em qualquer ambiente que possa afetar a sua saúde.
13. Não movimente cargas com peso excessivo ou perigoso que possam lesionar sua coluna, utilize dispositivos
auxiliares. Use as pernas e não as costas quando necessitar levantar objetos.
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1. Mantenha a zona de trabalho limpa e livre de materiais acumulados. Não deixe pedras ou outros materiais
acumularem-se em passadiços, plataformas, escadas e embaixo de transportadores.
2. Não permita que pessoas não autorizadas permaneçam na área de trabalho ou proximidades. Tenha sempre
controle total sobre quem lá estiver.
3. Áreas de acesso aos equipamentos devem que ser mantidas limpas e livres de óleo e graxas.
6. Não fique embaixo de equipamento içado ou suspenso, nem permita que alguém o faça. Use gancho de segu-
rança ou gancho com fecho de segurança quando içar e use calços quando necessário.
7. Procure se informar das capacidades de carga dos equipamentos utilizados para içamento de cargas.
9. Fique atento quanto ás condições de visibilidade geral na área de trabalho e em suas proximidades.
10. Durante a manutenção da máquina, o motor da mesma tem que ter seu acionamento bloqueado através de
dispositivo apropriado.
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Cuidado!
Desligue e/ou desconecte a fonte de alimentação dos motores antes de realizar procedimentos de manuten-
ção. Sempre bloqueie a alimentação do motor antes de limpar, ajustar, fazer manutenção e reparos.
1. Somente pessoal qualificado deve receber autorização para trabalhar com componentes elétricos na instalação
ou equipamento.
2. Leve em conta sempre a possibilidade de o equipamento elétrico está energizado, até que se prove por meio de
teste que não está energizado.
3. Bloqueie o interruptor de segurança/interruptor principal e ponha letreiros de aviso com ”Manutenção” antes de
iniciar qualquer inspeção, serviço de manutenção, lubrificação ou ajuste à máquina.
4. Repare ou substitua condutores elétricos, cabos ou ligações que estejam gastos ou danificados.
5. Certifique-se que cabos de terra, e ligações de cabos de alta potência estão ligados como especificado e com
segurança, antes de dar a partida no equipamento.
6. Todos os cabos de alta tensão e cabos subterrâneos devem de fácil localização e conhecidos. Tenha extremo
cuidadoso durante trabalhos em áreas de alta tensão.
Informe-se de onde estão caixas elétricas com os interruptores dos condutores principais.
7. Nunca trabalhe com equipamento elétrico em recintos úmido ou quando está na água ou superfície molhada, a
não ser que saiba que a corrente está cortada.
8. Seja cauteloso quando trabalhar perto de, ou com eletricidade. Informe imediatamente ao seu superior se houver
risco ou suspeita de avaria no sistema elétrico.
Observação
Seja cauteloso quando trabalhar com acumuladores hidráulicos. Estes, nunca devem ser sujeitos a aqueci-
mento, soldagem ou choques.
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2. INFORMAÇÕES TÉCNICAS
2.1 INTRODUÇÃO
Designação do tipo
Os britadores cônicos IMIC BCI tipo H e S distinguem-se pelo formato cônico do manto e pelo tamanho e capa-
cidade incomum entre os dois, sendo que o tipo H é diferente do tipo S pelo fato do tipo S ter seu manto interior
mais “aguçado” que o tipo H. Por esta característica a pressão de britagem seguida para baixo é maior no tipo H
que no Tipo S.
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Todo britador é inspecionado e testado antes da entrega. O britador é testado sem carga, e, portanto não foi tes-
tado por completo.
Normalmente o britador é fornecido sobre um chassi de transporte, e a unidade de tanque é expedida em caixotes.
Nunca transporte um britador montado, a menos que o eixo principal esteja bloqueado.
Cuidado!
Deve sempre ser tomado o máximo cuidado ao manusear os componentes do britador, para evitar danos
às superfícies dos mancais e outras partes usinadas. Use sempre suportes de madeira e jamais coloque
componentes diretamente no solo.
Isto deve ser feito baixando o eixo principal até à sua posição mais baixa e fixando-o por cunhas de madeira
apropriadas dentro da câmara de britagem. Se o eixo principal puder ser movido para cima e para baixo, ou se o
britador for sujeito a oscilações severas, os componentes do mancal de escora poderão ser destruídos.
Pela mesma razão, é importante ter cuidado ao levantar o britador. Nunca faça repousar o britador sobre o seu
lado, porque os componentes do mancal de escora ficarão desalinhados das suas posições corretas.
O equipamento de içamento de cargas deve ser dimensionado para a elevação que está sendo levada a cabo. Os
pesos dos vários componentes são indicados no desenho de instalação, e na seção 2.10.
Se um guincho com translação for instalado acima do britador, a direção de translação do guincho deve coincidir
com o eixo do eixo pinhão. Desta forma, será mais fácil remover o conjunto de eixo pinhão. Deverá também haver
uma área de armazenagem debaixo da via do guincho, de modo a colocar aí os componentes do britador.
Uma vez que o agente da transportadora é responsável pelas perdas ou danos que possam ocorrer durante o
transporte, inspecione cuidadosamente o fornecimento quando ele chegar, e verifique-o através da lista de em-
barque. No caso de qualquer falta ou dano, faça uma reclamação ao agente da transportadora na altura e informe-
nos ao mesmo tempo, de forma a que possamos reverificar o fornecimento. É sempre da
responsabilidade do consignado - e não do fornecedor - enviar a reclamação ao agente da transportadora.
Assegure-se de que os equipamentos fiquem imediatamente sob uma cobertura, ou seja, por qualquer outro meio,
protegidos da chuva.
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Antes da entrega pela fábrica, o britador é tratado com preventivos anti-ferrugem suficientes para aproximada-
mente 30 dias de transporte e armazenagem.
Em casos especiais, pode ser especificado na encomenda um tratamento adicional preventivo da ferrugem.
Antes da entrega pela fábrica, todos os britadores são rodados em teste por algumas horas, com óleo circundando
através do britador. Quando essa rodagem de teste é completada os furos de entrada e saída do óleo de lubrifica-
ção e do óleo do Cilindro posicionador são tampados. Isto significa que as superfícies internas do britador estão
cobertas com óleo e, portanto seladas em relação ao ambiente exterior.
Um britador completamente montado que foi rodado em teste antes da entrega poderá, portanto suportar cerca de
30 dias de transporte e armazenagem antes da instalação e acionamento, desde que seja protegido dos elementos
atmosféricos por cobertura com um encerado ou toldo.
Se a máquina não for posta em operação dentro de 30 dias após ser despachada da fábrica, siga as instruções
descritas na guia abaixo.
1. Inspecione o britador e a unidade do tanque sobre danos externos ver Seção 2.3 DANOS DURANTE O TRANS-
PORTE.
3. Não coloque componentes pesados diretamente sobre o solo. Use apoios de madeira devidamente dispostos.
4. Inspecione o britador armazenado regularmente verifique se o filme preventivo de ferrugem está intacto e que
não tenham ocorrido danos.
Se o britador montado não for posto em operação dentro de 30 dias após ter sido despachado da fábrica, leve a
efeito o seguinte:
Use o sistema de óleo do britador para encher a carcaça inferior com óleo lubrificante, até que um pouco de óleo
transborde sobre o anel anti poeira. Tampe a linha de retorno do óleo, de forma que o óleo não possa escorrer
para fora do britador. Feche a(s) válvula(s) entre o tanque de óleo e a bomba, para evitar que o óleo retorne para
o britador através da bomba.
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Encha a bucha da aranha com graxa, para evitar a condensação nas superfícies de deslizamento.
Rode a polia do britador com a mão, pelo menos quatro voltas a cada 15 dias.
Cubra a parte exposta da camisa do eixo principal (entre a aranha e a porca do cone) com graxa.
Estas recomendações aplicam-se também a britadores que tenham estado fora de operação por em um período
superior a 30 dias.
Quando os componentes do britador tenham chegado ao local de armazenagem, considere as seguintes instruções:
2. Não coloque componentes pesados sobre o solo. Use apoios de madeira devidamente dispostos.
3. Enrosque o olhal de içamento na extremidade superior do eixo principal. Levante o conjunto do eixo principal
para fora do seu chassi de transporte e coloque-o deitado sobre blocos de madeira colocados de baixo do olhal de
içamento e da borda inferior do manto. Evite o contato com as superfícies de deslizamento nas duas extremidades
do eixo principal.
4. Inspecione os componentes armazenados regularmente e verifique que o filme preventivo de ferrugem esteja
intacto, e que os componentes não tenham sido danificados.
5. Cubra a unidade do tanque de óleo com um encerado (toldo) se estiver armazenado no exterior.
6. Armazene vedações e juntas em local escuro e sem poeiras. Mantenha-os dentro das suas embalagens até
que sejam necessários. Se possível, mantenha a área de armazenagem à temperatura ambiente normal. Nunca
amarre vedações com arame de aço, ou pendure pregos ou pinos durante a armazenagem.
Os componentes de borracha devem ser armazenados livres de quaisquer tensões, de forma a evitar trincas ou
deformações.
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2.7 PARTIDA
Antes da primeira partida do britador, drene todo o óleo dos componentes que tenham sido previamente cheios.
Inspecione cuidadosamente todos os componentes para assegurar-se de que não há corrosão ou dano que possa
interferir com a operação adequada da máquina.
Faça a primeira partida do britador com a ajuda do pessoal da assistência técnica da IMIC.
Para mais informações sobre como pôr o britador em operação, veja a Seção 5. PARTIDA.
6. Não se arrisque com sua máquina em condições anormais. Informe ao seu supervisor.
Verifique se há peças soltas, gastas ou danificadas. Reporte ou corrija imediatamente qualquer condição insegura
e não opere a máquina até que os defeitos tenham sido corrigidos.
Mesmo um simples defeito pode se tornar sério. Informe qualquer defeito observado ao seu supervisor.
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As ligações rosqueadas do britador devem ser apertadas aos valores indicados na tabela 2.8.1 para a dimensão re-
spectiva. Os requerimentos para as ligações rosqueadas do tipo “fixações normais” encontram-se na seção 2.8.2.
Nas seções 2.8.3 - 2.8.6 descrevem-se ligações rosqueadas do tipo “fixações especiais”, que requerem um maior
nível de controle e rigor nas tolerâncias dos binários, no processo de aperto e no modo de trabalhar.
Tabela 2.8.1.
- Parafusos de aço de grau 8.8 com acabamento superficial dependente das dimensões:
- Apertos usados com chave dinamométrica que possa ser calibrada, ou com chave de parafusos/
porcas com limitador de binário.
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- Aperto levado a efeito com chave de binário que possa ser calibrada, ou chave de parafusos/porcas com limitador
de binário.
2.8.5 FIXAÇÃO ENTRE A BARRA DE RETENÇÃO E O COLAR ANTI POEIRA (FIXAÇÃO ESPECIAL)
O binário de aperto para esta junta é calculado tendo em consideração a resistência das roscas existentes na
barra de retenção, e, portanto são independentes do grau do parafuso usado.
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- Aperto levado a efeito com uma chave de binário que possa ser calibrada, ou chave de parafusos/porcas
com limitador de binário.
Em alguns pontos deste manual de instrução, você chegará à recomendação para usar fluido e fixação. A menos
que seja especificado em contrário, isso significa nomeadamente usar Loctite 243 ou um equivalente.
Use Loctite 577, ou equivalente, para vedar roscas de tubulações no sistema de lubrificação, onde não seja usado
outro tipo de vedação. Para tubos acima de 3/4” (polegada) de tamanho - e no sistema Cilindro posicionador - use
Loctite 543, ou um equivalente. É importante limpar as roscas de óleo e Loctite, ao tornar a montar um parafuso
usado anteriormente.
2.9 SOLDAGEM
Em determinadas circunstâncias, pode ser necessário realizar serviços de solda nas manutenções no britador.
Para obter bons resultados, é importante que o serviço de solda seja executado por pessoal qualificado, e que
sejam aplicados os eletrodos corretos.
Abaixo damos instruções respeitantes a alguns trabalhos de soldagem que podem ser requeridos.
Siga as instruções de soldagem para o eletrodo que será usado, e aterre tão perto quanto possível da área de
trabalho. Não permita que a corrente de soldagem passe através de componentes importantes de desligamento
(buchas, rolamentos, etc.).
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Depois de acertar os protetores de desgaste do braço contra a parte inferior do tripé, solde-as contra o lado interior
deste, com três comprimentos de soldadura de aprox. 50-100 e medida A 4-6 mm para o BCI 300 H e BCI 300 S.
O protetor de desgaste de braço em britador cônico tipo H é soldado contra este, a toda a volta dos orifícios alonga-
dos. Medida A aprox. 4-6 mm para BCI 300 H & 300 S.
Os pinos de apoio do protetor de desgaste acertam-se e solda-se a toda a volta contra o lado posterior do protetor
de desgaste com elétrodo ESAB OK 63.35 ou equivalente. Medida A 4-6 mm BCI 300 H & 300 S.
Depois de acertadas, as chapas são soldadas nas tomadas para esse efeito contra a parte inferior com eletrodo de
tipo ESAB OK 48.00, ou correspondente, segundo as instruções existentes no desenho da lista de peças sobres-
salentes. Medida A 5-6 mm para H & S 300.
Se forem soldados olhais de içamento nos mantos ou nos revestimentos da carcaça, use um eletrodo adequado
para soldar aço manganês, por exemplo, ESAB OK Selectrode 67.45 (ou equivalente).
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2.10 Pesos
A tabela 2.10.1 dá detalhes dos pesos dos componentes que requerem manuseio durante os trabalhos de manuten-
ção ou reparação.
Os pesos aqui dados servem para a seleção do equipamento de içamento, etc., e não devem ser considerados
como exatos. Os pesos dados para os anéis côncavos, por exemplo, aplicam-se ao mais pesado revestimento de
cada modelo.
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Beneficiando o futuro.
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3. INSTALAÇÃO
3.1 GENERALIDADES
Para cada britador nós fornecemos um desenho de instalação (uma cópia reduzida deste desenho pode ser encon-
trada na lista de peças sobressalentes) com instruções para a instalação.
O desenho de instalação dá detalhes sobre o espaço requerido para desmontagem e também dá informação á
cerca dos pesos dos componentes mais pesados. Também poderá ser encontrada informação sobre pesos na
Seção 2.10. Instale aparelhagem de içamento de forma a que a instalação e remoção das peças de
desgaste possam ser efetuadas rapidamente.
Assegure-se de que haja suficiente espaço debaixo do britador para a remoção dos componentes do Cilindro
posicionador.
Para reduzir as tensões nas fundações ou na estrutura de suporte, é aconselhável instalar o britador sobre am-
ortecedores de vibrações (coxins de borracha), os quais absorvem as vibrações geradas quando o britador está
funcionando.
Para assegurar-se de que o movimento do britador seja harmônico, os apoios de compressão deverão ser ajusta-
dos verticalmente, de forma a serem igualmente carregados.
Quando está a rodar normalmente, o britador girará até mais ou menos 15 mm no plano horizontal, mas durante o
acionamento e a paragem o movimento é maior. Uma folga de, no mínimo 35 mm deverá, portanto ser providen-
ciada à volta do britador.
Há o risco de entalar dedos, etc., quando a máquina está rodando, principalmente quando é acionada ou pára.
O britador é fornecido sobre uma estrutura de suporte, assegure-se de que ele fique montado horizontalmente, e
fique apoiado sobre uma fundação firme. Se a fundação não for suficientemente estável, a estrutura de suporte
vibrará e, portanto será submetida a tensões anormais.
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Cuidado!
A tremonha de alimentação tem portas de inspeção. Nunca as abra quando a máquina estiver britando.
Se uma porta tiver que ser aberta quando a máquina estiver a rodar em vazio, abra-a cuidadosamente e
assegure-se de que não há quedas de material de caleiras, etc., enquanto a inspeção está sendo efetuada.
Use óculos protetores e capacete de segurança. Isto é especialmente importante no caso de tremonha de
alimentação aberta (não encapsulada) onde podem ocorrer projeções de pedras ou fragmentos de pedra
para fora da máquina.
Cuidado!
Quando o britador estiver em operação - mesmo que esteja vazio - Material caindo pode também causar
ferimentos na proximidade dos pontos de encaixadas na câmara de britagem, e que possam cair nas prox-
imidades da máquina. Transferência - entre os transportadores ou alimentadores com os britadores por
exemplo, pode ocorrer à projeção violenta para fora de pedras. Providencie guardas de proteção adequada
para proteger contra estas pedras que são ejetadas, ou que caem.
Assegure-se de que os pontos de apoio do britador estão nivelados, e prenda os apoios em borracha ao britador.
Baixe o britador até a posição normal, e solde as placas de suporte inferiores à estrutura de suporte.
Se os apoios de compressão forem, em vez disso, parafusados à estrutura de suporte, marque as posições dos
furos de fixação. Levante o britador para fora da sua posição normal, fure as furações para os parafusos de fixação
e então baixe o britador de volta à posição normal, instalando os parafusos de fixação.
A estrutura de apoio em concreto deve ser dimensionada e armada de acordo com os dados fornecidos referentes
às cargas e a consistência e resistência do solo. Utilize unicamente concreto da melhor qualidade.
A fundação deve ser aprofundada até uma posição firme e depois ser armada. O trabalho de concretagem deve
ser executado por pessoal experiente.
As placas de fundação (não fornecidas com o britador) devem ser juntas com a fundação.
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Limpe cuidadosamente qualquer poeira ou óleo das superfícies de concreto por baixo dos apoios.
Fixe os amortecedores de vibrações no britador/quadro e baixe o britador até estar quase em contato com a
fundação.
Posicione quatro calços entre o britador/quadro e a furação, de forma a que as faces inferiores dos apoios em
borracha fiquem, no máximo, a 25 mm acima da fundação. Nivele o britador.
Levante as placas de fundação para os apoios de compressão (amortecedores de vibrações) e solde as placas do
fundo dos apoios à face superior das placas de fundação.
Também se pode montar o britador diretamente sobre a fundação, sem apoios de compressão (amortecedores de
vibrações). Neste caso devem ser usados pernos de fundação (não fornecidos com o britador).
Introdução
Um dos fatores mais importantes que contribuem para uma longa vida do britador e baixos custos de operação é
desenhar o arranjo da alimentação de forma a que o material seja distribuído equitativamente à volta da câmara de
britagem, e que a câmara de britagem fique cheia. Se você tiver quaisquer dúvidas sobre os arranjos da alimenta-
ção e descarga que deseja utilizar, contacte a IMIC para ser informado.
Cuidado!
O sistema de alimentação deve ser amplamente dimensionado de forma a que o material possa receber
suficiente quantidade de material. O material deve ficar nivelado com o topo da tampa da aranha.
Deve ser instalado um detector de metais para se impedir a entrada de objetos metálicos no britador.
A tremonha de alimentação deve ter um monitor de nível, que interrompe a alimentação se o nível de
material ultrapassar o limite.
A ligação elétrica do sistema de alimentação deve ser tal que a alimentação não possa começar sem que a
britagem e o sistema de saída estejam a funcionar.
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Dependendo do tamanho do material alimentado, a tremonha pode ser munida de chapas de guia (cones) ou de
distribuidor, ver FIG. 3.3.1 e 3.3.2.
Nota
Como se pode ver na FIG. 3.3.1, nos britadores cônicos tipo H com distribuidor de alimentação, os braços
devem ficar sempre no sentido longitudinal da alimentação.
Os britadores cônicos tipo H com distribuidor na tremonha de alimentação devem sempre ter os braços da parte
superior da base em posição transversal relativamente ao sentido longitudinal da alimentação.
- Baixa capacidade.
- Baixa produção.
- Altos custos.
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Se um transportador ou uma calha forem usados para alimentar o britador, o material mais grosso tenderá a
separar-se do mais fino (segregação). É importante homogeneizar a alimentação antes que ela alcance o britador.
Isto pode ser conseguido com uma caixa de alimentação acima da tremonha do britador, tal como se mostram nas
FIG. 3.4.1 e 3.4.2. A caixa de alimentação deverá ser desenhada de forma a poder ser movida longitudinalmente,
para guiar corretamente o material.
A caixa de alimentação pode também ser usada quando for instalado um alimentador. Ver FIG. 3.4.3. Alimentação
a partir de um alimentador vibratório, diretamente sobre a tampa da aranha.
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Os suportes do alimentador devem ser de fácil ajuste a posição do alimentador de forma a obter uma correta dis-
tribuição de material no britador. Uma caixa de alimentação do tipo mostrado na FIG. 3.4.1 e 3.4.2 pode também
ser usada.
Um distribuidor de alimentação pode também ser usado quando o material provém de uma calha ou de um alimen-
tador.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Dos diferentes tipos de britagem, a britagem fina é a que dá os mais altos esforços sobre o britador. Para obter uma
alimentação correta, deverá ser usado um distribuidor de alimentação, para tamanhos de alimentação até 80 mm.
O distribuidor evita a segregação e também distribui o material equitativamente ao redor da câmara de britagem.
O material deve ser conduzido ao distribuidor através de uma área tracejada mostrada na FIG. 3.5.1. Isto pode
ser obtido, usando uma placa de cobertura sobre a tremonha de alimentação e cortando uma abertura apropriada.
A função do distribuidor é dividir o material em vários fluxos não segregados que providenciem uma distribuição
equitativa ao redor da câmara de britagem. Ele apoia sobre a tampa da aranha, que forma o fundo do “comparti-
mento” médio.
A largura deste compartimento médio pode ser ajustada pelo afastamento dos parafusos (não mostrados na FIG.
3.5.1) entre o distribuidor e o perfil de suporte em cantoneira, através da tremonha de alimentação.
Depois de um curto período de operação, três pilhas de pedras (não mostradas na FIG. 3.5.1) serão formadas, e
reduzirão do desgaste sobre os componentes de chapa.
ALIMENTAÇÃO
AJUSTÁVEL
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Beneficiando o futuro.
Para evitar danos no britador e desgastes desnecessários da tampa da aranha e nos revestimentos dos braços, a
alimentação ao britador deve ser feita de forma a que o material caia dentro de uma “caixa de pedra”, antes dele
cair no britador propriamente dito. Isto reduz a altura de queda e reduz a velocidade do material, sendo particular-
mente importante para os britadores cônicos tipo S e H com câmaras de britagem EC (ou C), uma vez que estas
máquinas são alimentadas com material relativamente grosso.
Em tais casos, é aconselhável manter o nível do material na tremonha de alimentação um pouco mais baixo do que
nas câmaras de britagem finas ou médias, devido ao risco de formação de ponte (engaiolamento).
Os arranjos de alimentação para o britador 300 S são os mesmos usados nas figuras 3.4.1, 3.4.2, 3.4.3 e 3.4.4 em
arranjos de alimentação para britadores tipo H.
O arranjo de descarga deve ser desenhado da forma a que não haja possibilidade de acumulação de mate-
rial para baixo do britador. Se o material se acumular, o anel de vedação de pó do britador pode ser danificado,
permitindo, portanto a entrada de contaminação no óleo de lubrificação. Proteja as linhas de lubrificação e do
cilindro posicionador quanto a quedas de material.
Para facilitar a remoção de componentes do cilindro posicionador, deverá haver altura suficiente entre o trans-
portador de descarga e o britador, ou então o transportador ser facilmente removível. Veja a seguir os desenhos
esquemáticos de instalação.
Arranjos de descarga
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Beneficiando o futuro.
ARRANJOS DE DESCARGA
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Beneficiando o futuro.
ARRANJOS DE DESCARGA
Cuidado!
Os produtos de óleo apresentam riscos ambientais e de incêndio, e podem causar lesões se forem inalados
ou postos em contato com a pele. Siga as instruções do seu fornecedor de lubrificantes, e as instruções de
segurança quando se manusear óleos e graxas.
A unidade de tanque deverá ficar situada de forma a ser não só facilmente acessível como também protegida
contra queda de objetos, pedras e água, etc. Assegure-se de que há suficiente espaço para drenar o óleo para
fora. Coloque a unidade de tanque tão perto quanto possível do britador para dar o menor comprimento possível
ao tubo de retorno, e assim reduzir a resistência desse tubo de retorno ao mínimo. As mangueiras fornecidas para
as ligações de entrada e saídas deverão ser aplicadas no britador, para prevenir a transmissão de vibrações à
unidade de tanque. Os tubos para ligação entre estas mangueiras e a unidade de tanque não são fornecidos com
o britador, podendo ser usado para isso tubo hidráulico normal. No que se refere à vedação das roscas dos tubos,
veja a Seção 2.8.7 FLUIDO DE FIXAÇÃO PARA LIGAÇÕES ROSQUEADAS.
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Beneficiando o futuro.
Nota
O tubo de retorno deverá ter uma inclinação (gradiente) de, pelo menos, 1 em 12 (5°). Se o tubo tiver mais
do que 3 m de comprimento, aumenta a inclinação para 10°, para prevenir a formação de bolsas de ar. Se
o tubo tiver que incluir mudanças de direção, evite cotovelos. Use curvas de tubo com raio grande, em vez
de reduzir a resistência no tubo. O óleo é fornecido ao britador através de uma ou duas ligações.
Cuidado!
Assegure-se de que a tubulação está livre de excessos, metal e sujeira, antes de ligá-la ao britador e à uni-
dade de tanque. A tubulação deverá ser lançada de forma a ficar protegida contra queda de pedras, e deverá
ser apoiada firmemente, para evitar vibrações.
Se for usado um trocador de calor água/óleo, deverá o mesmo ser montado sobre a unidade de tanque, com as
mangueiras fornecidas. Se o trocador de calor água/óleo for montado em outro local, podem ser usados tubos
entre as mangueiras e a unidade de tanque.
Se for montado um trocador de calor ar/óleo na traseira da unidade de tanque, as mangueiras fornecidas com o
britador serão suficientes. Se o trocador de calor ar/óleo for instalado em qualquer outro local, use tubos para ligar
a unidade de tanque às mangueiras.
Para reduzir tanto quanto possível a quantidade de poeira que assenta nos favos do radiador, o trocador de calor
ar/óleo deverá ser preferencialmente colocado de forma a que o ventilador sopre na direção do britador.
Se o ar ambiente contiver bastante poeira, é aconselhável conduzir ar fresco para o trocador de calor através de
um duto, e a partir de um local livre de poeira. O duto não deverá ser tão comprido que restrinja o fluxo de ar, e não
deve ser conectado rigidamente ao trocador de calor.
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Beneficiando o futuro.
A unidade de tanque do Cilindro de posicionamento está combinada com a unidade de tanque de lubrificação.
A ligação entre o britador e a válvula de comando no tanque é feita por mangueira e tubulação.
Nota
A mangueira está incluída no fornecimento e deve ser ligada diretamente ao britador para evitar que as
vibrações se propaguem ao tanque. Os tubos devem ser cuidadosamente limpos por dentro antes de serem
montados, para remover ferrugem, crostas e arestas. Devem evitar-se curvas apertadas e cotovelos na
tubulação, para reduzir a resistência o mais possível.
A tubulação deve ser convenientemente apoiada. Veja na seção 2.8.7 as instruções de vedação das uniões
rosqueadas da tubulação.
Cuidado!
A tubulação de óleo hidráulico entre o britador e a válvula de comando no tanque deve ser do tipo de alta
pressão, dimensionada para 20 Mpa.
O tanque do hidráulico deve ser inspecionado, e limpo se necessário, antes de ser cheio com óleo. Antes de o
sistema hidráulico ser posto em funcionamento, deverá ser bem limpo.
Cuidado!
Os produtos de óleo apresentam riscos ambientais e de incêndio, e podem causar lesões se forem in-
alados ou postos em contato com a pele. Siga as instruções do seu fornecedor de lubrificantes, e as
instruções de segurança quando se manuseiam óleos e graxas.
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Beneficiando o futuro.
Observação
Verificar as medidas das hastes do cilindro de descarga conforme desenho de CONJUNTO DO CILINDRO
HIDRÁULICO BCI 200 H DR na página 10 da guia CATÁLOGO DE PEÇAS. Todas as hastes devem estar
mantidas com as medidas reguladas iguais para operação do britador.
Cuidado!
O motor do britador deve estar programado de forma a ser acionado depois do sistema de lubrificação,
sendo assim a bomba de óleo deverá estar em ação, o fluxo de óleo de entrada e saída estarem corretos
e o óleo não estar excessivamente quente.
4. SISTEMA ELÉTRICO
Se qualquer dos Intertravamentos de segurança relacionados abaixo estiver ativado, o motor do britador deverá
parar. Para se evitarem paralisações devidas a sobrecarga do britador com material, pode-se ligar de forma que
a alimentação pare imediatamente e o motor do britador pare 10 ou 15 segundos mais tarde.
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Beneficiando o futuro.
Importante!
A bomba de óleo deve ser parada só após o britador ter sido parado.
Se o motor de acionamento do britador e a bomba de óleo de lubrificação forem acionados e parados através
de uma botoeira comum, deverão ser providenciados Intertravamentos, que assegurem que a bomba de óleo é
acionada primeiro. O motor de acionamento do britador deve ser acionado somente quando o termostato e o inter-
ruptor de fluxo do óleo de retorno estejam ativados e indiquem «britador pronto para a partida».
Quando a máquina tiver que ser parada, a bomba de óleo não deverá parar antes de um minuto após o motor de
acionamento do britador ter sido parado.
O sistema de alimentação deve ser ligado de tal forma que a alimentação seja impossível, até que o britador e o
sistema de descarga estejam a funcionar e que a velocidade do eixo-pinhão do britador seja correta. A alimentação
deve ser parada se o dispositivo de evacuação e/ou o britador parar.
Os componentes dentro do tanque de óleo são ligados à caixa de ligações na parte externa do tanque.
5. PARTIDA
5.1 GENERALIDADES
1. Verifique que as linhas de lubrificação do Cilindro posicionador entre o britador e a unidade hidráulica estejam
corretamente instaladas e que a linha de óleo de retorno tenha desnível suficiente e tenha sido dimensionada
adequadamente.
2. Verifique se as voltagens da rede elétrica coincidem com os dados indicados nos motores e demais periféricos.
3. Verifique se os relés de proteção contra sobrecargas do motor estejam regulados para os valores corretos da
corrente elétrica.
4. Encha com óleo os tanques de lubrificação e do Cilindro posicionador. Para os tipos e quantidade de óleo, veja
a Seção 9. RECOMENDAÇÕES REFERENTES A LUBRIFICANTES.
5. Verifique se as válvulas de isolamento estejam abertas nas linhas de sucção das bombas de lubrificação e do
Cilindro posicionador.
6. Verifique se a carcaça do eixo-pinhão esteja cheia com óleo até ao topo do tubo de nível de óleo. Para o tipo e
quantidade de óleo, veja a Seção 9. RECOMENDAÇÕES REFERENTES A LUBRIFICANTES.
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Beneficiando o futuro.
7. Antes de dar a partida, pela primeira vez, em um britador novo ou recondicionado, encha a carcaça do eixo-
pinhão com óleo até ao nível correto, mesmo que o britador tenha um sistema circulatório de lubrificação. Isto se
justifica porque a bomba de lubrificação do eixo-pinhão é acionada ao mesmo tempo em que o motor de aciona-
mento do britador, e leva certo tempo para que o óleo alcance a carcaça do eixo pinhão.
8. Verifique se a bucha da aranha está cheia com graxa até ao topo da bucha, quando o eixo principal está na sua
posição mais baixa. Para recomendações sobre a graxa, veja a Seção 9. RECOMENDAÇÕES REFERENTES A
LUBRIFICANTES.
9. Verifique o sentido de rotação do motor da bomba de óleo de lubrificação. Veja a Seção 6. BOMBA DE ÓLEO.
10. Se for aplicado um trocador de calor água/óleo, verifique se a água de resfriamento está disponível, e que não
há vazamentos nas linhas de água.
11. Dê partida com a bomba de óleo de lubrificação, e verifique se não há vazamentos nas linhas de óleo. Rode a
bomba por cerca de 30 minutos e então limpe quaisquer contaminantes como por exemplo, resto do composto de
vedação, que tenham ficado retidos no filtro de óleo de retorno. Torne a dar partida com a bomba.
12. Levante e abaixe levemente por repetidas vezes, o eixo principal, e verifique se os circuitos elétricos de controle
da regulagem estão ligados corretamente.
14. Baixe o eixo principal para posição mais baixa, e meça a distância entre a porca da cabeça e a face inferior da
aranha, e registre esta dimensão (“Dimensão A”) FIG.10.1.1 seção 10. CONJUNTO DA CARCAÇA SUPERIOR.
Isto permitirá mais tarde a determinação do desgaste do mancal de escora sem ter que desmontá-la do britador.
16. Verifique se o motor do britador está alinhado e que as correias de transmissão estejam tensionadas correta-
mente.
17. Acione o motor do britador, e verifique se o sentido de rotação está correto. Veja Seção 16. ARRANJO DO
ACIONAMENTO.
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Beneficiando o futuro.
O motor de acionamento do britador deve parar quando forem feitas as seguintes verificações:
24. Ajustar o termostato de proteção TG1 para uma temperatura logo abaixo da temperatura do óleo de
retorno (lida no medidor de temperatura). Quando a verificação tiver sido levada a efeito, regule
novamente o termostato para a regulagem correta, tal como indicado na Seção 8. TERMOSTATOS.
Importante!
A bomba de lubrificação nunca deve ser parada até que o britador tenha parado completamente.
Nota
Verifique se o material não está alimentando o britador, a menos que o britador e o sistema de descarga
estejam rodando.
Em temperaturas extremamente baixas é preciso verificar o transbordo do óleo sobre o colar anti poeira, quando
o britador é acionado, antes que seja alcançada a temperatura normal de operação.
Acione e pare respectivamente a bomba de óleo a intervalos de 10 segundos, até obter o sinal “britador pronto
para acionamento”. Acione então o britador e deixe-o trabalhar vazio. Verifique se o fluxo de óleo é normal.
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Beneficiando o futuro.
As instruções contidas nesta página também se aplicam a britadores reformados e em aplicação de peças novas.
2. Quando acender a lâmpada “BRITADOR PRONTO PARA PARTIDA”, ligue o motor de acionamento do britador.
3. Verifique e ajuste a abertura. A abertura, durante o primeiro funcionamento, deve ser um pouco maior do que o
mínimo recomendado.
4. Carregue o britador com cuidado e sucessivamente até 75% dos valores indicados na seção 5.4 para alcançar
a carga e pressão hidráulica do motor.
5. Verifique regularmente a temperatura do óleo de retorno. Esta temperatura deve normalmente situar-se entre
40° C (104° F) e 50° C (122° F).
Cuidado!
A câmara de britagem deverá estar bem cheia. Normalmente o britador deverá estar rodando após aproxi-
madamente 16 horas de operação a 75% da carga. Depois disso aumente a carga sucessivamente até
ao máximo. Conforme o acesso ao material e outras razões tecnológicas e de processamento, a rodagem
pode levar mais tempo. Durante o processo de rodagem é importante seguir com vigor os itens 5, 6 e 7
descritos abaixo.
6. Verifique se o sistema de resfriamento liga com a temperatura do óleo de 45° C (113°F) e desliga a 40° C
(104° F).
Se as condições de operação diferem do normal, e se for usado um óleo com viscosidade ISO VG 220 ou ISO VG
100, regule os termostatos para os valores corretos, tal como indicado na Tabela 6.14.2, na Seção 8. TERMOSTA-
TOS.
7. Inspecione e limpe regularmente o filtro de óleo. A maior parte das vezes, poderá ser encontrada uma pequena
quantidade de finas partículas de aço e de bronze no filtro de óleo, durante o período inicial de rodagem.
10. Verificar se não há vazamentos de óleo nas linhas de lubrificação e do Cilindro de posicionamento.
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11. Verificar se o ponteiro indicador do manômetro do Cilindro de posicionamento se move com regularidade.
15. Registrar a(s) pressão(ões) do óleo lubrificante do Sistema de lubrificação principal e nos britadores a pressão
do sistema de lubrificação do eixo-pinhão.
Pare de alimentar o britador e escute se há ruídos anormais neste. Um som metálico poderá indicar um manto ou
anel côncavo solto.
17. Verificar o nível de óleo na carcaça do eixo-pinhão, quando o óleo estiver quente e o britador ainda estático.
18. Após as primeiras horas de funcionamento, reaperte todos os parafusos e estique as correias trapezoidais.
19. É muito importante limpar o filtro de sucção no lado da sucção da bomba de óleo de lubrificação, uma vez que
é bastante comum a decantação nesse dispositivo do composto de vedação usado nas linhas de óleo.
O C.S.S. (Close Side Setting) ou A.P.F (Abertura na Posição Fechada) é verificado facilmente através do uso de
um pedaço de chumbo amarrado a um arame de aço, que é baixado lentamente dentro da área de descarga da
câmara de britagem. O pedaço de chumbo será apertado, e a sua espessura corresponderá então à regulagem. O
pedaço de chumbo deverá obviamente ser tão grande que permite realmente que ele fique apertado.
A regulagem deverá ocasionalmente ser verificada em 4 pontos, adequadamente espaçados à volta da câmara
de britagem. Isto permitirá que você possa detectar desgaste anormal, o que indica um arranjo insatisfatório de
alimentação.
Cuidado!
A regulagem (abertura) nunca deve ser tão pequena que a potência absorvida pelo britador exceda o limite
de potência permitido. Além disso, a pressão do Clindro de posicionamento não deverá exceder o limite
dado na Tabela 5.4.4.
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Beneficiando o futuro.
As tabelas 5.4.1 e 5.4.2 mostram a potência média necessária. Entretanto, uma potência mais alta é aceitável
desde que seja uniforme e não tenha picos e a pressão hidráulica não exceder os valores da tabela 5.4.4. Em caso
nenhum deve a potência média ultrapassar os valores da tabela 5.4.3.
Tabela 5.4.1
Tabela 5.4.2
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Beneficiando o futuro.
Tabela 5.4.3
Tabela 5.4.4
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6. SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO
6.1 INTRODUÇÃO
O britador é equipado com um tanque de lubrificação com dispositivos de segurança e monitorização, de forma a
assegurar que tenha lubrificação e resfriamento suficientes e eficientes, assim como um trocador de calor.
Segue junto a este manual um manual específico da unidade hidráulica deste britador.
Cuidado!
Os produtos à base de óleo apresentam riscos ambientais e de fogo, e podem causar danos pessoais se
inalados ou postos em contato com a pele. Siga as instruções do seu fornecedor de lubrificantes e as in-
struções de segurança quando manusear óleos e graxas.
Todos os tanques de óleo, assim como os instrumentos e as válvulas são controlados e ajustados na fábrica para
condições normais de funcionamento (temperatura ambiente máxima. 32°C e viscosidade do óleo ISO VG 150).
Em condições normais, todas as verificações e ajustes deverão ser feitos à temperatura do óleo de retorno de 40
a 45° C (104 a 113° F).
Nota
Ainda que a unidade de tanque tenha sido rodada em teste, todos os instrumentos e medidores deverão ser
verificados antes de o britador ser posto em operação.
Para operação em condições que diferem do normal, os termostatos TG1, TG2 e TG3 deverão ser ajustados para
os valores mostrados nas tabelas 6.3.1 e 6.4.1, e deverá ser usado um grau diferente de óleo de lubrificação. Ver
Seções 9.1 e 9.2.
Para operação a baixas temperaturas, os ajustes deverão ser feitos à temperatura do óleo de retorno de 33 a 37°
C (91 a 99° F).
O óleo lubrificante é arrefecido através de um trocador de calor, quer ar/óleo, quer água/óleo.
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Beneficiando o futuro.
A bomba requer pouca manutenção. Se for usado óleo limpo, o desgaste será mínimo. O desgaste será grande
se o óleo estiver contaminado com partículas duras derivadas dos materiais britados ou metálicos. Sintomas de
desgaste da bomba é a redução do fluxo de óleo.
A capacidade total da bomba, à temperatura e pressão referentes às condições normais de operação, quando o
motor está ligado a uma rede elétrica de 60 Hz, é mostrada na tabela 6.1.1. Se o motor for ligado a uma rede de
60 Hz, a velocidade da bomba será 20% mais alta, e o fluxo aumentará.
A bomba de óleo deverá ser trocada quando o fluxo tiver caído abaixo do valor mínimo indicado na coluna cor-
respondente da Tabela 6.1.1.
O fluxo de óleo pode ser verificado convenientemente através da medição do fluxo de óleo de retorno. Posicione
um balde de volume conhecido diante da abertura na câmara do flutuador, e meça o tempo necessário pra encher
o balde.
Exemplo: Um balde de 10 litros demora 7,3 segundos a encher. O fluxo de óleo será, portanto 10 × 60 ÷ 7,3 = 82
l/m.
BCI 300 H
BCI 300 S
Capacidade normal lit/min. 82
(U.S. gal./min.) (21.66)
Rede de 50 Hz
Capacidade mínima lit./min. 70
(U.S. gal./min.) (18.49)
Capacidade normal lit/min. 98
(U.S. gal./min.) (25.89)
Rede de 60 Hz
Capacidade mínima lit./min. 70
(U.S. gal./min.) (18.49)
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Beneficiando o futuro.
6.3. TERMOSTATOS
São montados dois termostatos na descarga do óleo de retorno para o tanque de óleo.
Um deles tem a função de controlar o resfriamento do óleo bombeado para o britador, enquanto que o outro desa-
tiva o motor do britador se a temperatura do óleo subir muito.
É extremamente importante que os termostatos TG1 e TG2 sejam regulados de acordo com as recomendações
dadas na Tabela 6.3.1 para as diferentes condições de operação.
Tabela 6.3.1
Condições
Operação a Operação a
Normais de
temperatura elevada temperaturas baixas
operação
Temperatura do ar Máx. 32° C Máx. 40° C Abaixo de 0° C
ambiente (90° F) (104° F) (32° F)
Viscosidade do óleo ISO VG 150 ISO VG 220 ISO VG 100
Termostato de proteção TG 1
Regulagem básica: 60° C (140° F) 65° C (149° F) 52° C (126° F)
Fecha a: 60° C (140° F) 65° C (149° F) 52° C (126° F)
Abre a: 63° C (140° F) 68° C (154° F) 55° C (113° F)
Regulagem diferencial: 1 1 1
Ligações elétricas: 1-2 1-2 1-2
Termostato de controle de arrefecimento TG 2
Regulagem básica: 40° C (104° F) 47° C (117° F) 33° C (91° F)
Fecha a: 45° C (113° F) 51° C (124° F) 37° C (99° F)
Abre a: 40° C (104° F) 47° C (117° F) 33° C (91° F)
Regulagem diferencial: 4 3 1
Ligações elétricas: 1-4 1-4 1-2
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O óleo deve ser aquecido à temperatura dada na Tabela 6.4.1 antes de ser acionado com o britador. Isto evita que
o óleo transborda sobre o colar antipoeira.
Os elementos de aquecimento são instalados em tubos, de forma a aquecer o óleo indiretamente. Há um termo-
stato de controle separado, TG 3, montado na parede do tanque de óleo.
Tabela 6.4.1
Condições Operação a
Operação a
Normais de temperaturas
temperaturas baixas
operação elevadas
Temperatura do ar Máx. 32° C Máx. 40° C Abaixo de 0° C
ambiente (90° F) (104° F) (32° F)
Viscosidade do óleo ISO VG 150 ISO VG 220 ISO VG 100
60° C (140° F) 65° C (149° F) 52° C (126° F)
Temperatura adequada 60° C (140° F) 65° C (149° F) 52° C (126° F)
antes de o britador 63° C (140° F) 68° C (154° F) 55° C (113° F)
arrancar 1 1 1
1-2 1-2 1–2
Termostato de aquecimento TG 3
Regulagem básica: 30° C (86° F) 37° C (99° F) 20° C (68° F)
Fecha a: 30° C (86° F) 37° C (99° F) 20° C (68° F)
Abre a: 35° C (95° F) 42° C (108° F) 25° C (77° F)
Regulagem diferencial: 3 3 3
Ligações elétricas: 1–2 1–2 1-2
O aquecimento deve estar ligado 24 horas por dia. A disjunção é efetuada automaticamente com o auxílio de um
termostato.
Nota
Assegure-se de que os tubos dos elementos de aquecimento e o termostato ficam sempre cobertos com
óleo durante a operação.
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7. LIMPEZA
Partículas contaminantes tais como pó de pedra, água, etc., que misturam ao óleo lubrificante assentam, no fundo
do tanque. Este deverá, portanto ser completamente limpo duas vezes por ano, se provar necessário. Esta limpeza
periódica evita que as lamas acompanhem o óleo que está sendo retirado do tanque, através da saída justamente
situada logo acima do fundo do tanque. A água de condensação pode ser removida tirando o parafuso no bujão
de dreno.
Quando o tanque está para ser limpo, remova a mangueira de óleo do trocador de calor (ou corte o circuito em
qualquer outro ponto adequado) e bombeie o óleo para um tambor.
Pare a bomba quando o nível de óleo tiver caído até logo acima da saída de sucção, senão poderá ocorrer risco
grave de danos na bomba.
O coletor de sujeira protege a bomba de óleo, e é montado à frente dela. Se não for limpo e, pelo contrário, se
deixar entupir, poderá ocorrer cavitação na bomba.
A válvula de isolamento à frente do coletor de sujeira deve ser fechada antes de o bujão ser desenroscado.
Durante o período de rodagem, e quando o tanque for limpo, verifique o coletor de sujeira diariamente.
O elemento de tela não deve, em nenhumas circunstâncias, ser retirado ou substituído por outro com malha
diferente.
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8.1 DESCRIÇÃO
O sistema hidráulico usado nos britadores cônicos IMIC é chamado Cilindro posicionador. O sistema Cilindro posi-
cionador permite que as mudanças na regulagem sejam feitas fácil e rapidamente. Além disso, o controle da regu-
lagem pode ser automatizado de forma simples.
Para proteger um britador cônico IMIC tipo H, como exemplo quando peças não britáveis penetram na câmara de
britagem, o sistema cilindro posicionador incorpora um acumulador.
Adicionalmente, há uma válvula de segurança e alívio no sistema hidráulico, tanto no tipo H como no tipo S, para
proteger a tubulação e outros componentes.
A regulagem do britador é mudada subindo (a regulagem diminui) ou descendo (a regulagem aumenta) o pistão do
cilindro posicionador, e o conjunto do eixo principal (completo com o manto), que é suportado pelo pistão do cilindro
posicionador.
Quando a regulagem deve ser reduzida, o óleo é bombeado para o cilindro posicionador por uma bomba acionada
por motor. Quando a regulagem deve ser aumentada, o óleo é bombeado de volta ao tanque do cilindro posiciona-
dor. Sobre a unidade de tanque existe um medidor de pressão que indica a pressão no sistema cilindro posicionador.
Cuidado!
Os produtos à base de óleo apresentam riscos ambientais e de fogo, e podem causar danos pessoais se in-
alados ou postos em contato com a pele. Siga as instruções do seu fornecedor de lubrificantes e as instruções
de segurança quando manusear óleos e graxas.
A regulagem diminui O óleo é bombeado do tanque do óleo para o cilindro hidráulico e levanta o manto interno
até ser obtida a abertura desejada.
A regulagem aumenta O óleo é bombeado do cilindro, de volta para o tanque do óleo, permitindo que o manto
desça até à posição desejada.
Abertura da câmara de britagem em caso de sobrecarga Válido apenas para tipo H, o óleo é comprimido do
cilindro hidráulico para o acumulador, em consequência do que o manto interno desce para liberar o material não
britável. Assim que o material não britável passar, a pressão do gás dentro do acumulador comprime o óleo de volta
ao cilindro.
[Link]
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8.2 ACIONAMENTO
Quando o tanque do cilindro posicionador e a tubulação tenham sido ligados e completamente limpos, encha o
tanque com óleo novo e limpo. Informações sobre o tipo de óleo, viscosidade e quantidade podem ser encontrados
na Seção 9.3. ÓLEO PARA O SISTEMA DO CILINDRO POSICIONADOR.
Retirada de ar do sistema
Abra as válvulas de isolamento entre o tanque e a bomba do cilindro posicionador. Acione a bomba com a botoeira
“reduzir regulagem” para bombear óleo para o britador e levantar o eixo principal alguns milímetros.
Abra o parafuso superior de retirada de ar até que comece a sair óleo sem bolhas.
Quando a bomba é acionada, deve haver óleo no tanque, e a válvula da linha de aspiração entre o tanque e a
válvula de controle deve estar completamente aberta.
No fundo da bomba há uma saída de dreno que é ligada ao tanque do cilindro posicionador. A válvula de linha do
dreno no tanque deve estar sempre completamente aberta.
Entre o britador e a bomba do cilindro há uma válvula anti-retorno, atuada por fluxo e especialmente fabricada. Ela
incorpora uma válvula de alívio para proteger a bomba.
Princípio de operação
O conjunto da válvula de controle atuada por fluxo consiste numa placa de base onde todas as ligações externas
são feitas, e um bloco de válvulas que é parafusado à placa de base.
O bujão magnético é montado no terceiro ramo do coletor de sujeira, que é montado na linha do cilindro posiciona-
dor, perto da válvula de controle. A finalidade do bujão magnético é remover as partículas magnéticas do sistema.
O bujão magnético é fácil de desenroscar e limpar quando a pressão do sistema for aliviada, isto é, quando o eixo
principal e o pistão do cilindro posicionador estiverem no extremo inferior do seu curso. Verifique se há fugas de
óleo.
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
O filtro de óleo montado entre a válvula de controle e o tanque do cilindro posicionador é do tipo fluxo pleno. Isto
significa que todo o óleo que por ele passa é filtrado.
O filtro é de desenho simples e é fácil remover e substituir o elemento de filtro que é do tipo descartável.
Quando efetuar uma mudança de filtro - a qual deverá ser feita cada vez que o óleo do cilindro posicionador é
trocado, ou a cada seis meses - alivie a pressão do sistema baixando o eixo principal e o pistão do cilindro posicio-
nador para as suas posições inferiores. Desenrosque o elemento do filtro e substitua-o por um novo.
A válvula de segurança é montada na placa de base da válvula de controle. Ela é testada a uma regulagem de
7,5 Mpa (1 088 psi) e é selada antes da entrega, verifique também a Seção 8.12 RESPONSABILIDADE DO PRO-
PRIETÁRIO.
A unidade de tanque é equipada com um medidor de pressão, de forma a que se possa observar a pressão de op-
eração no sistema cilindro posicionador. Um transdutor de pressão especial pode ser aplicado para dar indicação
remota da pressão do cilindro posicionador na cabine de controle.
Para evitar danos no ponteiro indicador do medidor de pressão devido à vibração causada pela operação do
britador, é colocada uma válvula amortecedora entre a linha do cilindro posicionador e o medidor de pressão.
A válvula amortecedora deverá ser montada com a seta apontando na direção do medidor de pressão.
Abra a válvula uma vez por semana para limpar a válvula de agulha, quando isto tiver sido feito, feche a válvula
até que o ponteiro indicador do medidor se mova suavemente durante a operação normal.
Para evitar que o eixo principal levante depressa após o pedaço de ferro ter passado através do britador, é apli-
cada uma válvula de retenção estrangulada - o regulador de fluxo entre o cilindro posicionador e o acumulador.
Quando o óleo flui desde o britador para o acumulador, ele é retardado de forma a que o manto seja lentamente
erguido até à sua posição original.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
8.11 ACUMULADOR
O acumulador consiste num vaso de pressão cilíndrico, em aço, que contém uma bexiga de borracha fixada ao
topo desse vaso por uma válvula. A bexiga de borracha é cheia com nitrogênio à pressão mostrada na Tabela
8.11.1.
Use somente nitrogênio (N2) no acumulador. Não sujeite o acumulador a danos mecânicos ou térmicos (impactos,
soldagens, etc.)
Equipamento de carga
Pode ser usado um equipamento de carga especial para controlar o enchimento do acumulador com nitrogênio.
Esse equipamento não faz parte do equipamento Standard, mas pode ser pedido como opcional.
Importante!
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IMIC
Beneficiando o futuro.
9.1 Generalidades
Não use lubrificantes que não sejam aprovados pelas especificações da IMIC durante o período de garantia.
Cuidado!
Os produtos derivados de óleo são perigosos para o meio ambiente e são inflamáveis, e também podem
causar lesões às vias respiratórias se forem inalados e à pele em caso de contato. Quando
manuseá-los obedeça às instruções do fornecedor e as normas de segurança.
Miscibilidade
Quando mudar de marca e/ou tipo de lubrificante tenha cuidado. Lubrificantes de marca ou tipo diferente podem
não ser miscíveis. Se lubrificantes não miscíveis forem misturados, isso poderá provocar avarias dispendiosas.
Normalmente, antes de mudar, retire cuidadosamente todo o óleo lubrificante velho, lavando. Os fabricantes de
óleo podem dar esclarecimentos sobre a sua miscibilidade.
Armazenagem
Guarde os lubrificantes num lugar limpo e segundo as instruções dadas pelo fornecedor do lubrificante. Antes de
abrir frascos e latas limpe a tampa. Use apenas recipientes bem limpos.
Se houver infiltração de água no sistema de óleo - através de condensação, por exemplo, ou se alguma poeira for
introduzida no óleo - troque o óleo. Uma mudança da cor do óleo pode indicar a presença de água ou de sujeira.
O óleo lubrificante que recomendamos deverá ter aditivos EP suaves bem como satisfazer os seguintes requisitos
e exigências especificadas na tabela 9.2.1.
Se a temperatura ambiente for tão alta que o sistema de resfriamento não consiga manter a temperatura do óleo de
retorno abaixo de 50° C, poderá ser necessário permitir a operação a uma temperatura elevada. Ao mesmo tempo,
deverá ser feita mudança para um óleo de lubrificação de viscosidade mais alta. Veja “Temperatura de operação
aumentada”, na tabela 9.2.1.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Em temperaturas extremamente baixas, pode por vezes ser recomendável a mudança para um óleo menos vis-
coso - veja a tabela 9.2.1, “Operação no inverno”.
Se for feita tal mudança, os termostatos TG1, TG2 e TG3 deverão ser reajustados.
Importante!
Quando voltar a ser feita a mudança para o óleo normal, os termostatos deverão ser novamente reajustados
completamente.
Especificação e exigências
O óleo deverá satisfazer os requisitos de DIN 51 517-CLP para a viscosidade respectiva e o óleo deverá conter
aditivo para impedir oxidação e formação de espuma bem como conter aditivos anti-desgastantes, também chama-
dos anti-wear.
A tabela 9.2.1 especifica os tipos de óleos lubrificantes para uso sob diferentes condições de operação.
CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO
Temperatura de Operação no
Normais
operação aumentada inverno
Temperatura do ar ambiente Máx. 32°C Máx. 40°C Abaixo de 0°C
Viscosidade do óleo ISO VG 150 ISO VG 220 ISO VG 100
DIN 51 517 – DIN 51 517 – DIN 51 517 –
Exigências
HLP 150 HLP 220 HLP 100
Características Método de teste Exigido Exigido Exigido
Viscosidade do
óleo básico a 40°C DIN 51 519 150 220 100
a mm2/s (cSt)
Índice de
DIN IS0 51 354 ≥ 100 ≥ 100 ≥ 100
viscosidade
FZG DIN 51 354 ≥ 12 ≥ 12 ≥ 12
Temperatura
DIN ISO 3016 ≤ -9°C ≤ -6°C ≤ -12°C
mínima de fluidez
Aditivos EP Enxofre/Fósforo Enxofre/Fósforo Enxofre/Fósforo
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Os exemplos abaixo tratam dos lubrificantes que segundo o fabricante respectivo satisfazem as exigências pro-
postas pela IMIC.
Os dados foram-nos fornecidos pelos diversos fabricantes. Pode haver diferenças de país para país. Para ter a
certeza pergunte o seu fornecedor de lubrificante se ele satisfaz as exigências em questão.
Além dos lubrificantes exemplificados, há outras marcas e qualidades que estão de acordo com as especificações
requeridas pela IMIC, podendo, portanto também ser usados.
Óleo
O volume do tanque de óleo de lubrificação é dado na Tabela 9.2.2. Quando o britador operar, o nível de óleo deve
estar acima do traço de nível mínimo. Veja o indicador de nível de óleo na unidade de tanque.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Óleo biodegradável
Se for necessário utilizar este tipo de óleo, recomendamos o emprego exclusivo de um óleo totalmente sintético à
base de ésteres. Devido ao maior índice de viscosidade deste tipo de óleo, pode normalmente ser usado um óleo
segundo ISO VG 150 durante todo o ano.
Se a temperatura ambiente for superior a 32°C, pode ainda ser necessário afinar os termostatos TG1 e TG2 para
“Temperatura de operação aumentada”, para evitar o risco de disparo de TG1 devido a excesso de temperatura do
óleo, com desativação do britador.
Certa quantidade de óleo permanecerá no britador e nas linhas de suprimento de óleo, e, portanto o tanque de-
verá ser atestado após o teste de rodagem. Para impedir o transbordo do filtro de óleo, quando houver retrocesso
devido a obstrução do britador, quando houver condutores compridos entre o depósito e o britador, é conveniente
restringir o enchimento.
Cuidado!
Assegure-se de que os tubos dos elementos de aquecimento e o seu termostato estejam sempre cobertos
pelo óleo durante a operação. Isto evitará o sobreaquecimento dos elementos de
aquecimento.
Importante!
A cada 2000 horas trabalhadas ou 06 meses de trabalho efetuar a troca do óleo lubrificante, limpeza
do reservatório, e limpeza dos filtros e troca dos elementos filtrantes.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Cuidado!
O óleo hodráulico no sistema dos cilindros deverá ser miscível com o óleo lubrificante bem como satisfazer
as mesmas exigências. Contudo a viscosidade deverá ser segundo a ISO VG 68.
Indicação: Óleo hidráulico ISO VG 68 - Lubredraw EP 68 - Lubritech
Nota
Nunca use óleo mais espesso do que ISO VG 68. Também não use óleos hidráulicos normais.
No caso de um britador que opera ao ar livre e a temperaturas muito baixas, poderá haver problemas com o óleo
normalmente recomendado.
Importante!
A cada 4000 horas trabalhadas ou 12 meses de trabalho efetuar a troca do óleo, limpeza do
reservatório, limpeza dos filtros e troca dos elementos filtrantes.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Quando o tanque dos cilindros está cheio, o eixo principal e eixo dos cilindros hidráulicos deverão estar na sua
posição mais baixa. Se o tanque for atestado com o eixo principal na sua posição mais alta, poderá não haver es-
paço suficiente no tanque para todo o óleo, quando o eixo principal for descido. A quantidade de óleo está indicada
na tabela 9.3.2.
A carcaça do eixo pinhão é lubrificada pelo sistema de fluxo de óleo controlado automáticamente.
O óleo usado para a lubrificação do eixo-pinhão é o mesmo que o óleo do sistema circulatório de lubrificação
principal. Ver Seção 9.2 ÓLEO PARA SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO.
O óleo sai da unidade hidráulica para carcaça do eixo-pinhão e circula lubrificando-o, depois retorna para o
recipiente. As quantidades de óleo são indicadas na Tabela 9.4.1.
O óleo hidráulico para os cilindros hidráulicos (descarga da máquina) é o mesmo que o óleo do sistema cilindro
posicionador (Tabela 9.3.2)
O óleo sai da unidade hidráulica para as mangueiras que atua pressionando o pistão fechando a carcaça su-
perior. Quando é acionado para abrir a carcaça superior, o óleo é retornado para tanque e entra para as outras
mangueiras que suspendem os cilindros de descarga abrindo a máquina e esvaziando a câmara de britagem.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Requisitos
A graxa deverá satisfazer os requisitos da tabela abaixo para poder assegurar a lubrificação da bucha de topo tanto
em caso de haver vibrações como em altas sobrecargas prolongadas. Além disso, a graxa deverá proporcionar
uma boa proteção anticorrosiva.
A bucha de topo contém ligas de aço, ferro cinzento e borracha nitrílica. Por essa razão a graxa deverá ser inofen-
siva contra esses materiais.
O tipo de graxa recomendada para esta vedação é à base de sabão complexo de lítio,
nas seguintes especificações:
Grau NLGI 00
Penetração Trabalhada (ASTM) a 25 °C 276 mm
Ponto de Gota 260 °C
Outras características:
• Conter aditivos EP
• Ser bombeável
• Temperatura de operação recomendada -10°C a +100°C. A temperatura ambiente extremas contate o fornece-
dor de lubrificante.
Exemplo de graxa
Os exemplos abaixo tratam das graxas que, segundo o fabricante , satisfazem as exigências impostas pela IMIC:
Além das graxas exemplificadas, há outras marcas e qualidades que estão de acordo com as especificações re-
queridas pela IMIC, podendo, portanto também ser usadas.
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Quantidade de graxa
A graxa deve ser abastecida até ao nível do bordo superior da bucha terminal, ver tabela 9.6.2. O eixo principal
deverá estar na sua posição inferior. A graxa pode ser abastecida por um canal situado num dos braços da carcaça
superior.
Durante as primeiras semanas de operação, o nível da graxa deverá ser verificado diariamente, desenroscando o
bujão na tampa da aranha. Se for observada uma quantidade anormalmente grande de graxa sobre o eixo principal
abaixo da bucha da aranha, é possível que a vedação da bucha da aranha esteja danificada.
É importante manter o eixo principal livre de acúmulo de graxa e de poeira, para evitar que tais contaminações se-
jam comprimidas contra a bucha da aranha, através da vedação, cada vez que o eixo é levantado. O nível da graxa
deverá ser verificado frequentemente, e deverá ser adicionada graxa nova, quando necessário.
Quando um manto novo, ou côncavo, for aplicado, a bucha da aranha e a vedação devem ser cuidadosamente
limpas e então encher com graxa nova. Para evitar paradas não programadas, recomendamos que a vedação da
bucha da aranha seja substituída cada vez que se mudam os revestimentos.
Importante!
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
MANTO EXTERIOR
Sem considerar a remoção anual recomendada para limpeza e inspeção, a carcaça superior é usualmente re-
movida para substituição dos revestimentos.
1. A inspeção dos revestimentos deve ser levada a efeito a intervalos corretos. Veja a Seção 17. MANUTENÇÃO
DE ROTINA. Uma máquina nova deve ser inspecionada a intervalos frequentes. Depois de uma ou duas mudanças
de revestimentos, os intervalos entre inspeções podem ser sucessivamente aumentados.
2. Estas inspeções de rotina darão uma indicação sobre quando os revestimentos devem ser mudados. É difícil dar
um limite exato no qual os revestimentos estarão gastos. Podemos dizer que estarão gastos quando a capacidade
cair ou quando a espessura tiver sido reduzida tanto que ocorram indentações ou trincas.
Condições extremas de operação podem requerer substituição dos revestimentos antes que estes estejam “gas-
tos”. Uma razão pode ser alimentação incorreta, de forma tal que ocorra desgaste aumentado numa determinada
seção do anel côncavo ou dos côncavos.
Isto também significa que a regulagem (abertura na posição fechada) varia de acordo com a posição onde a me-
dida é feita, à volta da câmara de britagem. O arranjo da alimentação deve ser tal que o material de alimentação
seja distribuído equitativamente à volta da câmara de britagem, a segregação seja evitada, e que a câmara de
britagem seja mantida cheia. Exemplos de diferentes arranjos de alimentação são dados na Seção 3. INSTALA-
ÇÃO. Arranjos incorretos de alimentação podem causar muito pouca utilização dos revestimentos, alto consumo
de potência (igual a altas cargas nas buchas), baixa capacidade, baixa redução e forma de produto mais pobre.
3. Danos caros nas superfícies de contato da carcaça superior e do cone central. Em adição, os revestimentos
devem ser substituídos se a manutenção de uma desejada regulagem significa levantar o eixo principal tão acima
que a distância entre a porca da cabeça e a face inferior da aranha for menos que 15 mm
(dimensão “A”, na FIG.10.1.1).
4. Perda de produção devido à capacidade reduzida ou a um produto final incorreto ou por causa de uma paragem
não programada.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Problemas similares aos causados por um arranjo incorreto da alimentação podem também ser experimentados
se o material de alimentação não for uma mistura com granulometria uniformemente distribuída.
Se quase todo o material de alimentação estiver próximo do tamanho máximo, a britagem se concentrará na
parte superior da câmara. Isto dará origem ao aparecimento de um canal anular à volta da câmara de britagem
inteira como mostra na indicação B na FIG.10.1.1).
A preponderância de material fino na alimentação, por seu lado, concentra a britagem na parte inferior da câ-
mara, com o resultado mostrado por C na FIG.10.1.1.
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Nota
O britador não deve ser posto em operação à escala total até que tenha sido estabelecido que o
arranjo da alimentação funcionasse corretamente e que o tamanho de alimentação é correto.
Os benefícios ganhos continuando a britar com revestimentos gastos são pequenos em comparação com as
desvantagens descritas acima. Uma substituição planejada de revestimentos no tempo certo sempre dará ótimas
economias de operação.
Estas recomendações também se aplicam a britadores equipados com equipamento de regulagem automática da
abertura.
O desgaste dos revestimentos é compensado pelo levantamento hidráulico do eixo principal de forma que a regu-
lagem desejada seja mantida.
A Dimensão A (FIG.10.1.1) é uma indicação de que os revestimentos deverão ser substituídos se a regulagem tiver
que ser mantida.
Cuidado!
O eixo principal não deve ser levantado tanto que a dimensão A, como mostrado na FIG.10.1.1 seja menor
que 15 mm para os britadores BCI 300 H & S . Se o eixo principal for levantado mais do que isso, poderão
ser causados danos dispendiosos na bucha da aranha, na carcaça superior.
Nota
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Nota
Sempre que um britador for desmontado, as verificações descritas abaixo deverão ser priorizadas antes
que a carcaça superior seja removida. Poderá, portanto, desta forma, ser obtida uma ideia de extensão
da desmontagem que o britador deverá sofrer, por exemplo quando estiver planejada uma troca de reves-
timentos.
1. Verifique o jogo entre a camisa do eixo principal e a bucha da aranha. Ver Seção 11.1 VERIFICANDO O
CONJUNTO TAMPA DA ARANHA.
2. Verifique o jogo entre o anel de vedação de pó e o colar anti poeira. Ver Seção 12.9. ANEL DE VEDAÇÃO DE
PÓ.
3. Verifique a folga no flanco dos dentes nas engrenagens. Ver Seção 15.3. FOLGA NO FLANCO DOS DENTES.
4. Inspecione o filtro do óleo de retorno para qualquer contaminação. Se for encontrada qualquer quantidade ou
tipo de contaminação - partículas metálicas, por exemplo - a causa deverá ser imediatamente investigada.
Remova os parafusos que ligam as carcaças superior e inferior. Há quatro parafusos de extração no flange da
carcaça superior para separar a carcaça superior da inferior.
Remova a tampa (capacete) da aranha, para evitar um vácuo que possa causar uma ligeira subida do eixo prin-
cipal quando a carcaça superior estiver a ser içada. O respiro de ar e o canal de ar podem estar bloqueados.
Cuidado!
Use aparelhagem amplamente dimensionada de levantamento de cargas (estropes, etc.). Tome grande
cuidado quando içar a carcaça superior, para evitar danificar o eixo principal, a bucha da aranha e outras
superfícies usinadas.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Inspeção
Verifique se as superfícies cônicas de ajuste estejam livres de ferrugem. Verifique visualmente se houve qualquer
movimento entre a carcaça superior e a carcaça inferior, do qual tenha resultado dano para as superfícies côni-
cas de ajuste. Se for esse o caso, as superfícies deverão ser recondicionadas por solda e usinadas novamente.
Consulte a IMIC.
Limpe completamente e unte com óleo as superfícies cônicas de ajuste das carcaças superior e inferior.
Coloque a carcaça superior em suportes de madeira (barrotes ou similares) de forma a que as superfícies usina-
das não sejam danificadas.
Reinstalação
Cubra as superfícies de ajuste e as faces de contato dos flanges com graxa ou com óleo espesso. O uso de uma
graxa ou óleo contendo bissulfeto de molibdênio reduzirá o risco de corrosão por contato.
Cuidado!
Baixe cuidadosamente a carcaça superior e assegure-se de que a vedação da bucha da aranha não seja
danificada pelo eixo principal.
Quando a carcaça superior está apoiada sobre a carcaça inferior, há uma folga de cerca de 3 mm entre os
flanges.
Nota
Aperte os parafusos em rotação diagonal até que os flanges repousem encostados. Depois de a máquina ter
britado durante umas poucas horas, reaperte estes parafusos. Entretanto, verifique ocasionalmente que não
há movimento relativo, colocando um dedo sobre a junta.
Encha a bucha da aranha até acima com graxa. Isto deve ser feito com o eixo principal abaixado, isto é, com o
Cilindro de posicionamento no ponto inferior do seu curso Veja a Seção 9. RECOMENDAÇÕES REFERENTES A
LUBRIFICANTES.
Reponha a tampa da aranha. Veja a Seção 11.2. SUBSTITUIÇÃO DA BUCHA DA ARANHA E DA VEDAÇÃO.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
A condição de projeto do BCI 300 é tal que todos os anéis côncavos - desde o EF ao EC - podem ser montados
numa única carcaça superior.
O anel de enchimento é instalado com um ajuste cônico metal-contra-metal na carcaça superior, e o revestimento
é, por seu lado, instalado com ajuste metal-contra-metal, dentro do anel de enchimento. Ver Secção 10.5. ANEL
DE ENCHIMENTO DO BCI 300.
Para o revestimento EF é usado um anel de desgaste duplo que é soldado contra o anel de bloqueio com o auxílio
de quatro calços de 10x10x75 fornecidos. Medidas A 3-4 mm. Ver FIG.10.5.1.
O revestimento da câmara é preso à carcaça superior por quatro ligações rosqueadas, através dos olhais de
fixação no bordo superior do anel côncavo, ver a FIG.10.5.1.A IMIC recomenda-se a aplicação de cola-resina (até
facear a borda sendo aproximadamente 10 a 12kg) entre o revestimento da câmara e o anel de enchimento, para
ajudar na fixação.
Se tiverem que ser soldados olhais de içamento no revestimentos, assegure-se de que eles são amplamente di-
mensionados, e de que é usado um eletrodo de solda adequado a aço manganês. Ver Secção 2.9.4.
Remoção
Quando a carcaça superior está a ser levantada para fora do britador, posicione-a sobre barrotes de madeira, de
forma a que o revestimento da câmara não fique obstruído.
Nota
Os parafusos de retenção no topo da carcaça superior, que seguram o anel de enchimento, não devem ser
desmontados ao substituir o revestimento da câmara.
Remova os parafusos que grampeiam o revestimento da câmara à carcaça superior. Tome um apontamento sobre
a forma pela qual as molas de disco são dispostas. Ver FIG.10.5.1.
Os blocos de localização para o revestimento da câmara não necessitam de ser removidos. Eles são ajustados
quando um novo revestimento for instalado.
Deverá ser possível remover o revestimento da câmara da carcaça superior com umas poucas pancadas fortes
no bordo superior.
Se o revestimento da câmara não ficar solto, podem ser posicionados dois macacos entre o bordo superior do s
revestimentos e os braços da carcaça superior. Bata no revestimento da câmara à volta do seu bordo superior, ao
mesmo tempo em que os macacos são operados.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
4 5
2
6
8
9
4 5
10
6 MACACO
2 7
8
9
CÂMARA EF
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Inspeção
Se tiverem sido formados quaisquer sulcos ou depressões na carcaça superior, ou no anel de enchimento, pelas
superfícies maquinadas de contato do revestimento da câmara, elas deverão ser esmerilhadas antes de começar
a remontagem.
Se houver desgaste sério ou se o revestimento da câmara provocar canais profundos de desgaste na carcaça
superior ou no anel de enchimento, contacte a IMIC para informações sobre as medidas apropriadas que deverão
ser tomadas.
Se o anel de enchimento ficar solto, deverá ser retirado para fora para inspeção das superfícies de contacto e dos
parafusos do anel de retenção. Ver Secção 10.5. ANEL DE ENCHIMENTO.
Remontagem
Abaixe a carcaça superior sobre o revestimento da câmara e rosqueie os parafusos, aplicando as anilhas, as molas
de disco, camisas e porcas. Ver FIG.10.5.1. Meça a dimensão “T” antes de apertar as porcas, Ver FIG.10.5.1.
Nota
Quando prender o manto exterior, assegure-se de que obtém um aperto equilibrado contra a parte
superior do tripé, através do aperto das juntas em cruz até às dimensões T-3,5 mm o que corresponde
a um ângulo de giro da porca de 420°.
Quando você tiver apertado os parafusos, verifique com um palpa-folgas de que não há folga entre a carcaça
superior ou o anel de enchimento e a parte inferior do revestimento da câmara.
Verifique e ajuste os blocos de posicionamento de forma a que eles se apoiem contra os batentes, sobre o reves-
timento da câmara. Estes blocos de posicionamento têm um furo posicionado excentricamente, de forma a que
possa ser obtido um bom alinhamento contra os batentes do revestimento da câmara.
Quando os parafusos de grampeamento do revestimento da câmara tiverem sido apertados, encha o espaço entre
o revestimento e a carcaça superior com uma espuma de selagem (composto de selagem) para evitar a penetra-
ção de poeiras ou umidade.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Recapitulando as informações anteriores, todos os anéis côncavos podem ser aplicados numa única carcaça
superior.
O anel de enchimento do BCI 300 atua como um espaçador com contato metal e contra-metal, preenchendo
simultaneamente contra a carcaça superior e o anel côncavo. Ver FIG.10.5.1.
São usados dois tipos de aneis de enchimento, um MF que depois de instalado é cheio por trás com composto
plástico na parte superior, e a parte inferior em contato metálico com a carcaça superior. O outro MC não é cheio
com composto plástico contra a carcaça superior e tem contato metálico em toda sua altura.
Remoção
Se a intenção é de mudar para uma câmara de britagem mais grossa, o anel de enchimento poderá precisar ser
removido. Verifique na lista de peças sobressalentes qual é o anel de enchimento que deve ser usado com o re-
spectivo anel côncavo.
Remova os parafusos que seguram o anel de bloqueamento e o anel de enchimento na carcaça superior.
O anel de enchimento tem um assento cônico na carcaça superior, e deverão ser usados macacos para pressioná-
lo para fora.
Posicione os macacos entre o bordo superior do anel de enchimento e os braços da carcaça superior.
Pressione para fora o anel de enchimento. Use dois macacos, cada um com a capacidade aproximada de 40
Toneladas.
Se o anel de enchimento ainda não ficar solto, poderá ser necessário aquecer a carcaça superior enquanto os
macacos são operados.
Inspeção
Se houver quaisquer sulcos ou depressões, deverão ser esmerilhadas para completa remoção, antes de começar
a remontagem.
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63
IMIC
Beneficiando o futuro.
Remontagem
Lubrifique o anel O-ring e posicione-o na ranhura da superfície externa do anel de enchimento. Ver FIG.10.5.1.
Levante o anel de enchimento até à sua posição na carcaça superior. Instale o anel de bloqueamento (o qual puxa
o anel de enchimento para cima até à posição), unte os parafusos com massa e aplique-os.
Aperte os parafusos em rotação diagonal até que eles fiquem bem apertados. Verifique o aperto das roscas uns
poucos dias de operação. Em certos casos, isto significa remover as placas cônicas da tremonha de alimentação.
Os britadores cônicos BCI 300 S possuem na carcaça superior como câmara de britagem, um revestimento exterior
em forma de manto composto por uma linha de revestimentos superiores e, na inferior um revestimento inferior.
Para substituição apenas do anel revestimento inferior verifique a guia “10.9. SUBSTITUIÇÃO SOMENTE DO
REVESTIMENTO INFERIOR DA CARCAÇA”.
Para içamento dos revestimentos superiores ou revestimento inferior através de olhais de içamento soldados,
verifique se esses estão amplamente dimensionados e que será usado um eletrodo de solda específico para aço
manganês como descrito na guia “2.9.4. OLHAIS DE IÇAMENTO EM MANTOS E EM REVESTIMENTOS DA
CÂMARA”.
[Link]
64
IMIC
Beneficiando o futuro.
Remoção
Todos os revestimentos superiores da carcaça são chanfrados nas arestas traseiras para facilitar a remoção. Ver
FIG.10.10.1. Remova os revestimentos superiores através de cunhas. Poderá ser necessário ter que recorrer a um
maçarico de corte para removê-los, dependendo do desgaste que estes se encontram.
Perigo!
Não permaneça dentro do britador enquanto estiver removendo os côncavos. Não use explosivos para des-
locar e soltar os revestimentos superiores da carcaça.
Quando cortar revestimentos superiores usando maçaricos de corte, assegure-se de que o local de trabalho está
bem ventilado.
Se a carcaça superior estiver virada de cima para baixo quando os revestimentos superiores da carcaça estiver-
em a ser removidos, proteja a bucha da aranha de forma a que não seja danificado pelos revestimentos supreio-
res que caiam.
Atenção!
Proteja as superfícies usinadas da carcaça superior. Fixe com blocos a flange de ligação da tremonha de
alimentação. Ver FIG.10.13.1.
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Para facilitar a remoção do primeiro revestimento superior da carcaça, as arestas dos revestimentos adjacentes
poderão ser cortadas a maçarico fazendo chanfros, como mostrado acima “REVESTIMENTOS SUPERIORES DA
CARCAÇA FIG.10.10.1”.
O revestimento inferior da carcaça tem recessos na parte externa que tornam mais fácil a remoção através de
cunhas.
Divida o revestimento inferior pelas ranhuras (diretamente por detrás das reentrâncias de marcação) e use cunhas
nos recessos para pressionar o segmento para fora. Veja a seguir “REVESTIMENTO INFERIOR FIG.10.10.2”.
Cuidado!
Quando trabalhar usando maçarico, assegure-se de que o local de trabalho esteja bem ventilado e use
máscara respiratória.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Inspeção
Se houver depressões profundas, elas deverão ser cheias por solda, e a carcaça superior deverá ser
usinada novamente.
Remontagem
Coloque a carcaça superior e o revestimento inferior da carcaça numa superfície lisa (por exemplo, uma chapa)
bem selada com cordões inteiros de composto de selagem. Ver FIG.10.10.3.
Ajuste a posição do revestimento inferior de forma a que haja uma folga uniforme em relação à carcaça superior,
a toda a volta. Ver FIG.10.10.2.
Posicione os revestimentos superiores na carcaça superior com folgas uniformes entre cada uma.
Deverá haver também folgas de 6 a 8 mm entre os revestimentos superiores e o topo do revestimento inferior.
Fixe os revestimentos superiores no lugar calçando com cunhas de madeira entre eles e o anel de suporte. Ver
FIG.10.11.4.
Sele as folgas entre revestimentos supeiores adjacentes até à profundidade de 10-15 mm a partir da superfície de
britagem.
Use argamassa de cimento que não tenha contração, por exemplo, com um aditivo tal como o Sika-3 ou similar.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Vaze o composto plástico completamente misturado através dos recortes nos bordos superiores dos côncavos, de
forma a que o espaço atrás dos côncavos fique cheio até acima.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Se tiver que ser substituído apenas o revestimento inferior da carcaça, para facilitar este trabalho é mais conveni-
ente se for executado com a carcaça superior invertida (virada de cima para baixo).
Se tiverem que ser soldados olhais de içamento ao revestimento inferior da carcaça, assegure-se de que eles
sejam amplamente dimensionados e que seja usado eletrodo de solda adequado a aço manganês. Ver Seção
2.9.4.
Levante o revestimento inferior dentro da carcaça superior, e assegure-se de que haja uma folga uniforme toda a
volta, no interior da carcaça superior, e entre o revestimento inferior e o revestimentos superiores.
Se a carcaça superior tiver que ser virada para a posição correta, antes que o composto plástico esteja “seco” (com
presa) siga a sequência descrita abaixo:
Aplique quatro segmentos de chapa com parafusos no bordo inferior da carcaça superior, para travar (bloquear) o
revestimento inferior da carcaça no seu devido lugar. Ver FIG.10.13.1. Sele cuidadosamente a folga.
Vire cuidadosamente a carcaça superior em sua posição de montagem (para cima), e coloque-a sobre a carcaça
inferior.
Nota
Se for instalado um revestimento inferior da carcaça novo em conjunto com os revestimentos superiores
da carcaça, gastos, a área de transição deverá ser inspecionada para assegurar que não haja saliências,
tipo “bordas”, na câmara de britagem. Se houver essas “bordas” e elas ficarem salientes mais do que 10-
12 mm (para o BCI 300 S), chanfre-as ou remova-as com um maçarico de corte.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
6-8 mm
2
Devem ser tomados cuidados especiais quando se substituem revestimentos superiores da carcaça num britador
que brite material duro, mas menos abrasivo. Um material duro que não seja abrasivo martelará os revestimentos
superiores de forma que estes alastram mais rapidamente do que se desgastam. Ver FIG.10.14.1.
1. Se não forem tomadas precauções especiais, as folgas entre revestimentos superiores da carcaça podem de-
saparecer completamente, e isto pode conduzir a rachaduras na carcaça superior.
2. Verifique as folgas entre os revestimentos superiores da carcaça a cada dia. Quando elas diminuírem e dimen-
sões abaixo de 3 mm, corte com maçarico as arestas dos côncavos chanfrando-as. Isto se refere também ao côn-
cavo inferior e á fieira superior de revestimetnos superiores. Use se possível, corte por arco elétrico com carbono.
1. 2.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
O conjunto da tampa da aranha tem função importante no britador já que é onde se encontra o ponto de pivota-
gem (articulação) para o movimento giratório do eixo principal.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
A folga máxima permissível para a bucha da aranha (Medida “S” na FIG.11.1.1) deve ser verificada a cada vez que
os revestimentos são trocados, ou, no mínimo, duas vezes por ano. Ver Tabela 11.1.2.
Se a folga “S” estiver próximo do máximo possível, e for decidido manter o funcionamento com a bucha antiga, o
lubrificante deve ser verificado e atestado mais frequentemente que o normal. Ver também as Seções 9.5 e 12.6.
Quando a medida “S” estiver a ser medida, o eixo principal deve ser empurrado na direção na qual ele está
inclinado, e a medida deve ser feita do lado oposto com um apalpa-folgas.
Medir ao nível do ponto de retorno, medida L na FIG.11.1.1. A craveira faz parte da caixa de ferramentas que
acompanha o britador.
Se tiver sido excedido a folga máxima, a bucha da aranha e/ou a camisa do eixo principal deverão ser substi-
tuídos. Quando a bucha for desmontada, os componentes velhos podem ser medidos e comparados com as
medidas obtidas a partir dos componentes novos, de forma a determinar qual o item que está mais gasto e onde
o jogo aceitável poderá ser obtido se apenas um item for substituído.
Para informação sobre a inspeção do acabamento superficial da camisa do eixo principal, ver a Seção 12.6.
CAMISA DO EIXO PRINCIPAL.
Se a folga exceder consideravelmente o máximo valor permissível, o eixo principal tomará uma inclinação anor-
mal durante a britagem, e então desgastará a bucha do excêntrico por formar um ângulo incorreto.
Cuidado!
Se for aplicada uma nova bucha da aranha e uma nova camisa do eixo principal, o eixo retornará à sua
inclinação correta. Isto resultará num contato linear entre a bucha do excêntrico e o eixo principal.
A pressão excessiva será muito alta para a bucha do excêntrico e o resultado poderá ser uma gripagem.
A bucha do excêntrico deverá, portanto ser mudada ao mesmo tempo em que se substitua a bucha da
aranha quando estiverem extremamente gastos.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
A bucha da aranha e a vedação poderão ser trocadas sem remover a carcaça superior.
É sempre recomendável que esta mudança seja efetuada em simultâneo com a mudança dos revestimentos,
uma vez que a acessibilidade será melhor e será mais fácil limpar os componentes quando a carcaça superior for
removida. Isto pode também, em alguns casos, dar uma boa ideia para mudar a vedação da bucha da aranha, a
cada vez que os revestimentos são substituídos.
Remoção
Remova os parafusos que seguram a tampa (capacete) da aranha, e retire-a fora da carcaça superior.
Remova os parafusos que retém a bucha da aranha, e empurre-a para cima e para fora da aranha, rodando os
mesmos parafusos nos furos roscados existentes no flange superior da bucha. Aperte os parafusos todos à volta
com binário gradualmente crescente. Os parafusos deverão ser apertados no sentido anti-horário.
A vedação da bucha da aranha sairá fora juntamente com a bucha, e pode, portanto ser substituído.
Inspeção
Limpe e Inspecione o assento para o anel o’ring entre a tampa da aranha e a carcaça superior.
Verificar se as passagens para lubrificação e para ventilação (saída de ar) na carcaça superior não estejam
obstruídas, e que a graxa alcance a bucha. Verifique também se a saída de ar está limpa.
Limpe os furos de circulação na bucha da aranha e assegure-se de que não se encontram entupidos.
Remontagem
Quando aplicar o anel de vedação, empurre-o para dentro da ranhura de posicionamento na parte inferior da bucha
da aranha, e assegure-se de que o lábio de selagem está virado pra cima. Ver FIG.11.1.1.
Quando a bucha for colocada na carcaça superior, a folga entre a flange da bucha e a carcaça superior é de
aproximadamente 3 mm.
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Beneficiando o futuro.
Aperte os parafusos a toda a volta, aumentando gradualmente a sua tensão. O rebordo da bucha do topo deverá
estar encostado à parte superior. Apertar os parafusos com um binário de acordo com a Tabela 2.8.1.
Encha o rolamento do topo com graxa até ao nível do bordo superior da bucha. (Ver seção 9.5. LUBRIFICAÇÃO
DA BUCHA DA ARANHA).
Posicione o anel o’ring no seu assento sobre a tampa da aranha, tal como mostrado na FIG.11.1.1 em “VERIFI-
CAÇÃO DE FOLGAS NA BUCHA DA ARANHA”. Lubrifique primeiro, e completamente, o anel o’ring com graxa.
Aplique a tampa da aranha e aperte os parafusos.
Se a bucha da aranha e a vedação da bucha da aranha tiverem que ser mudados sem que a carcaça superior seja
removida do britador, é importante lubrificar adequadamente o diâmetro externo, e o lábio de selagem da vedação.
Isto é feito para reduzir o risco de que a vedação não assente adequadamente. É também importante que o espaço
entre a aranha e a camisa do eixo principal tenha sido adequadamente limpo.
Cuidado!
Assegure-se de que a superfície interior da bucha da aranha está bem lubrificada com graxa antes de
abaixar sobre a manga do eixo principal.
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Beneficiando o futuro.
MANTO INTERIOR
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Beneficiando o futuro.
12.2 GENERALIDADES
Quando o conjunto da carcaça superior é removido, o conjunto do eixo principal permanece na carcaça inferior.
Neste estágio é sensato levar em consideração diversos procedimentos de inspeção e manutenção como por
exemplo, trocar o manto e verificar o jogo entre o colar contra pó e o anel de vedação de pó.
Nota
Ainda que o manto seja mudado com o eixo principal em posição dentro do britador, o eixo deve
sempre ser levantado de forma que a bucha de escora seja inspecionada.
Ver Seção 13. CONJUNTO DA CARCAÇA INFERIOR.
Inspecione e se necessário, limpe o excesso do anel de vedação de pó entre o cone central e o anel de
retenção.
Remoção
Cuidado!
Corte com maçarico o anel entre o manto e a porca de cabeça e então desenrosque a porca.
Nota
Os britadores IMIC linhas H & S têm uma rosca direita na porca da cabeça.
Quando cortar fora o anel, tome cuidado em manter a chama longe do eixo principal.
A soldadura entre o anel côncavo e o anel de corte é feita com material em aço inoxidável.
Quando houver dificuldade em queimar com aço inoxidável é conveniente esmerilhar primeiro essa soldadura.
Esse método também diminui a alimentação de calor à porca, diminuindo assim o risco de que o anel da rosca
aqueça e destrua o líquido do fecho do eixo.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Observação
Quando se usar um maçarico para corte, assegure-se de que haja boa ventilação e use uma máscara
respiratória.
Inspeção
Limpe cautelosamente as roscas da porca interior no topo do conjunto do eixo e da porca do topo do conjunto do
eixo com uma escova de arame, e lubrifique as roscas com pasta de bissulfeto de molibdênio ou um equivalente.
Inspecione a superfície do eixo principal abaixo destas roscas. Faça o polimento de quaisquer áreas danificadas,
até obter uma superfície lisa.
Para verificar a posição do cone central, meça a distância do topo do cone central ao topo do eixo. Compare o valor
medido com a maior das duas dimensões estampadas no topo do eixo. Ver Seção 12.8.
Reaplicação
Rosqueie a porca e aperte-a fortemente, batendo nas saliências para batente com uma marreta.
Solde o anel à porca e ao manto. Veja a FIG. 12.3.1 e a tabela referente ao tamanho da solda a ser usada. Comece
a solda entre o anel e a porca. Use cordões de solda de 80 mm de comprimento, com intervalos de 130 mm.
Para se evitar a entrada de material triturado na abertura entre as extremidades do anel de calor, elas são soldadas
com eletrodo OK 48.00.
Evite soldar imediatamente abaixo das saliências de batente da porca de cabeça. Uma solda nesta área torna mais
difícil a remoção da porca de cabeça.
Em alguns casos, poderá ser necessário soldar a toda a volta do anel, por exemplo, quando é britado material
úmido.
O eletrodo usado para soldar entre o anel de queima e o manto deve satisfazer os requerimentos da norma DIN
8556: E 18 8 Mn B20+110, com a seguinte análise aproximada na solda:
C Mn Cr Ni
% 0.1 6 18 8.5
Para a solda entre o anel e a porca de cabeça use um eletrodo ESAB OK 48.00, ou um equivalente.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Nota
Ligue sempre o fio terra perto do lugar onde será executado a solda. Ligue também sempre o fio terra à
porca (manto do eixo principal).
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Beneficiando o futuro.
A porca interna só precisa ser removida se os seus fios de rosca externos estiverem danificados.
Remoção
Corte a talhadeira ou esmerilhe um sulco na porca interna, e divida-a com uma cunha.
Cuidado!
Não talhe ou esmerilhe tão fundo de forma que os fios de rosca do eixo principal sejam danificados.
Remontagem
Limpe as roscas do eixo principal e da porca interna de cabeça com um líquido desengordurante. Verifique que a
porca interna de cabeça possa ser rodada até ao final da rosca. Remova a porca interna de cabeça mais uma vez,
e aplique Loctite 270 ou um equivalente nos fios de rosca do eixo principal. Rosqueie a porca interna de cabeça
até que ela fique apertada contra o raio do eixo principal. Ver FIG. 12.3.1
12.5 MANTO
Remoção
Quando a porca de cabeça tiver sido removida, levante o manto para fora do cone central com a ajuda de ganchos
por debaixo do bordo inferior, ou soldando nele dois olhais de içamento.
Se forem soldados olhais de içamento ao manto, eles deverão ser amplamente dimensionados e deverão ser
soldados com eletrodo adequado a aço manganês. Ver Seções 12.3 e 2.9.4.
Cuidado!
Quando soldar, ligue sempre o fio terra perto do lugar de soldadura. Ligue sempre o fio terra à porca/
manto do eixo principal.
Se o manto não puder ser içado para fora, bata à vontade do seu bordo inferior com uma marreta enquanto estiver
a ser içado, e se necessário, aqueça o manto.
Cuidado!
O composto plástico decompõe-se à temperatura aproximada de 160o C, assegure-se de que a área es-
teja bem ventilada. Tome cuidado para evitar danificações das superfícies de deslizamento (apoio) do eixo
principal e as roscas, com o manto.
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Inspeção
O escoamento do aço manganês (que flui antes de endurecer) no manto pode originar o crescimento de uma folga
entre o cone central e o manto, permitindo que esses componentes se movam um em relação ao outro.
Isto provoca desgaste na parte inferior da superfície de contato do cone central. Se isto ocorrer, o ajuste poderá
ser reconstituído por esmerilhagem e polimento. Se esse desgaste for severo contacte a IMIC para informação das
medidas que deverão ser tomadas.
Posicione o manto sobre o cone central e aplique a porca de cabeça, tal como se descreve na Seção 12.3. Antes
de soldar, verifique com um apalpa-folgas que a parte inferior do manto está em contato com o cone central ao
redor de toda a sua periferia.
Nota
Para simplificar uma futura remoção do manto, cubra a superfície externa do cone central com uma fina camada
de graxa ou de spray de silicone.
Posicione o manto sobre o cone central e aperte a porca de cabeça de forma a que o côncavo se apoie contra o
cone central. Verifique com um apalpa-folgas à volta da parte inferior do manto. Remova a porca de cabeça.
Nota
Não permita que o nível do composto plástico suba acima do ombro do cone central. Reaplique a porca de
cabeça, e aperte-a logo que o composto plástico tenha sido vazado.
[Link]
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Beneficiando o futuro.
A extremidade superior do eixo principal é dotada de uma camisa protetora, que pode ser substituída, se a super-
fície de deslizamento (apoio) se tornar gasta ou danificada.
O desgaste na superfície de apoio da camisa do eixo principal poderá tomar a forma de um contorno regular.
Não necessariamente significa que tenha que se substituir a camisa, desde que a folga máxima não exceda o
valor descrito na Seção [Link] DA RANHA, verificação do jogo. A parte inferior da camisa do eixo principal
é exposta ao desgaste pelo material de alimentação. Cada vez que a carcaça superior é removida (por exemplo,
para substituição do manganês) remova quaisquer rebarbas ou sulcos com papel de lixa.
Remoção
Nota
Quando a camisa do eixo principal tiver que ser removida, esmerilhe um sulco longitudinal nela, de forma a
que possa ser dividida com uma cunha. Seja muito cuidadoso quando esmerilhar, para evitar danos no eixo
principal. Outro método é aquecer rápido a manga, ao mesmo tempo em que a desaperta.
Inspeção
Aplicação
A camisa do eixo principal é montada sobre este com ajuste por interferência (aperto). Antes da montagem,
verifique se todas as superfícies estão limpas e lisas.
Aqueça a camisa do eixo principal a cerca de 150° C (302° F), não ultrapasse essa temperatura.
Isto pode ser feito em banho de óleo ou, em caso de não haver, aquecendo com maçarico de gás propano por
dentro da camisa.
Se for usado maçarico, aqueça a camisa em dois estágios. Aqueça a camisa a 150° C (302°F) e permita que o
calor se distribua a ele próprio uniformemente através da camisa, durante cerca de 5 minutos. Verifique a tempera-
tura e, se necessário, - reaqueça a camisa até à temperatura correta. Pressione a camisa sobre o eixo principal
até que ela se apoie contra o ombro.
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Remoção
Para que se possa verificar mais detalhadadamente o eixo principal, ele deve ser levantado para fora da carcaça
inferior.
Antes de isto ser feito, limpe cuidadosamente o eixo principal, a flange e os braços da carcaça inferior, e também
à volta do retentor do anel de vedação de pó, para evitar que a sujeira entre nas buchas, quando o eixo estiver a
ser levantado.
Quando o eixo for levantado, é importante cobrir o colar contra pó, para evitar que a sujeira entre no óleo e nas
buchas.
Cuidado!
É possível que quando o eixo principal for levantado para fora, a anilha da bucha de escora fique agarrada
à bucha de escora do eixo principal e venha junto com o eixo. Verifique se ele esteja na posição correta
dentro do britador, e não virada ao contrário (invertida).
Quando o eixo principal for levantado para fora, o anel de vedação interior permanece normalmente dentro do colar
contra pó. Ver Seção 13.3. ANEL DE VEDAÇÃO INTERIOR.
Quando o eixo principal é levantado para fora da bucha do excêntrico, a folga entre o eixo principal e a bucha do ex-
cêntrico pode ser medido. Use micrômetros para medir o eixo principal e a bucha do excêntrico. Ver Tabela 12.7.1.
Após aplicar um eixo recuperado, a folga não deverá exceder o valor dado na Tabela 12.7.2.
Se as superfícies de apoio (deslizamento) estiverem desgastadas uniformemente, é permissível uma folga maior,
desde que nenhuma das peças seja reparada. Por outras palavras, é permissível uma folga maior entre componen-
tes que se tenham desgastado um contra o outro. Se a bucha do excêntrico for trocada, a bucha da aranha deverá
também ser verificada. Ver Seção 11.1.
Tão logo o eixo principal seja levantado, coloque um pedaço de papel limpo sobre o colar contra pó para evitar que
entre sujeira dentro do britador e, portanto cause danos.
Se houver uma quantidade anormal de sujeira dentro do colar contra pó, veja a Seção 18.9.
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Beneficiando o futuro.
Inspeção
Inspecionar a superfície de deslizamento (mancal da bucha) do eixo principal. Se tiver um aspecto embaçado (não
polido), isto é sinal de óleo contaminado. Uma superfície brilhante indica usualmente óleo limpo.
Inspecione também os componentes da bucha de escora. Ver Seção 13.5. BUCHA DE ESCORA.
Inspecione o anel de vedação de pó. Ver Seção 12.9. ANEL DE VEDAÇÃO DE PÓ.
Remontagens
Nota
Antes de remontar o eixo principal, alinhe a anilha de rela entre o centro do cilindro e o prolongamento do
orifício da bucha do excêntrico. Verifique também se a superfície esférica está virada para cima.
Fixe o anel interior de vedação no eixo principal, colocando-o de esguelha (obliquamente). Quando o eixo entrar
na bucha do excêntrico, o anel poderá ser libertado do eixo com uma ligeira pancada, e cairá para baixo sobre o
colar contra pó.
Nota
Reinstale o eixo principal na carcaça inferior e tome muito cuidado quando baixá-lo dentro da bucha do
excêntrico. As superfícies de deslizamento do eixo principal e a rela (bucha de escora) do eixo principal não
deverão ser danificadas por impactos ou por queda dentro da carcaça inferior. Quando o anel de vedação de
pó se aproxima do colar contra pó, deverá ser tomado muito cuidado para assegurar que o anel de vedação
desliza corretamente sobre o anel contra pó. Caso contrário, o anel de vedação de pó poderá ser danificado
quando o eixo for abaixado.
Cuidado!
Para diminuir o risco de danos pessoais e no equipamento, verifique pelas aberturas de inspeção da parte
inferior da base de suporte se o anel de vedação de pó está centrado e encaixado no anel de deslizamento.
[Link]
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Beneficiando o futuro.
Será mais fácil mover o anel de vedação de pó para a posição correta se o eixo for rodado quando o anel está para
entrar sobre o colar contra pó. Quando o anel de vedação de pó estiver entrado sobre o anel de deslizamento, pare
a rotação do eixo para não deslocar a placa de pressão intermédia.
Nota
O cone central é montado com ajuste por interferência (aperto) na fábrica. Para estabelecer que este ajuste por
interferência é ainda válido, verifique o deslocamento do cone central pela medição “B” entre o topo do cone central
e o topo do eixo. Ver FIG.12.8.1.
A dimensão “B” que for medida deve corresponder à maior das dimensões estampadas na extremidade superior
do eixo (a dimensão menor indica a posição do cone central antes do aperto).
Em aditamento, verifique o ajuste no lado maior do cone e do eixo principal. Não deverá haver jogo nenhum.
Se a dimensão “B” não corresponder à dimensão gravada, ou se houver outros sinais de que o cone central esteja
se soltando, contacte a IMIC.
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
O anel de vedação de pó, que é suportado por debaixo do cone central, é livre para mover-se e tem um fácil
ajuste deslizante sobre o colar contra pó. É a mais importante vedação de todo o sistema de óleo do britador.
A vedação é composta pelo anel de vedação de pó e por um anel de retenção. O anel de retenção é fixado ao
cone central por parafusos. Ver FIG.12.9.2.
Remoção
Para remover o anel de vedação de pó, levante o eixo principal para fora do britador, e apoie-o sobre blocos
de madeira. Remova os parafusos e então coloque quatro parafusos novamente nos furos roscados do anel
de retenção. Aperte estes quatro parafusos para pressionar para fora o anel de retenção, soltando-o do cone
central. Suporte o anel de retenção de forma a que ele não caia e danifique o eixo principal.
Inspeção
Inspecione as superfícies usinadas do anel de retenção e faça o polimento delas, retirando quaisquer riscos e
ferrugem que possa, de outra forma, danificar o anel de vedação de pó. O ajuste entre o anel de retenção e o
cone central deve ser bem apertado. Não deverá haver nenhum movimento entre estes dois componentes.
Nota
Verifique se o anel de vedação de pó desliza facilmente sobre o colar contra pó, apenas sob o seu
próprio peso. Se isso não acontecer, o furo do anel de vedação de pó pode ter sido deformado durante
o transporte ou armazenagem. Ajuste o anel de forma a que ele possa ser facilmente movido para cima
e para baixo sobre o colar contra pó.
A folga entre o anel de vedação de pó e o colar contra pó não deve exceder o valor dado na Tabela 12.9.1.
Reaplicação
Quando fizer a remontagem, verifique se o anel de vedação de pó pode mover-se livremente entre o cone
central e o anel de retenção.
Tabela 12.9.1 Máximo de folga permissível entre o anel de vedação de pó e o colar contra pó.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
12.10 RASPADOR
Para evitar a acumulação de poeira e material, etc., na parte externa do colar de vedação, o britador tem um raspa-
dor montado na parte inferior do anel de retenção da gaxeta. Ver FIG.12.9.2.
O raspador consiste numa aba de borracha e uma chapa de retenção (suporte do raspador) que é aparafusada na
parte inferior do anel de retenção da gaxeta do anel de vedação de pó.
A finalidade do raspador é a de assegurar que haja sempre espaço para o movimento para baixo do conjunto do
eixo principal, por exemplo, se entrar no britador algum corpo metálico estranho.
Verifique o estado do raspador a intervalos regulares através das aberturas de inspeção na carcaça inferior.
Cuidado!
Em hipótese alguma abra as tampas de inspeção quando a máquina estiver britando. Nunca introduza a mão
dentro do britador quando este estiver rodando.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
13.2 GENERALIDADES
A carcaça inferior e com o corpo do cilindro montado pode ser considerada como um conjunto, uma vez que nor-
malmente o cilindro não precisa ser desmontado. Quase todo o trabalho de assistência pode ser feito por cima,
com a carcaça superior e o eixo principal desmontado.
Cuidado!
Na parte externa da carcaça inferior estão dois furos de inspeção através dos quais o anel de vedação de
pó e o colar contra pó podem ser inspecionados e podem ser feitas verificações sobre o estado dos reves-
timentos e vazamentos de óleo. Não abra as tampas enquanto a máquina estiver britando. Não introduza a
mão dentro enquanto o britador estiver rodando.
Use equipamento amplamente dimensionado de levantamento, estropos, etc. Tome grande cuidado para não
danificar as superfícies de deslizamento (apoio) e componentes.
Antes de levar a efeito qualquer trabalho dentro do britador, drene todo o óleo, cortando a linha de entrada do óleo
num ponto adequado.
O anel de vedação interno tem a função de evitar a entrada de poeira nas buchas, e evitar que o óleo vindo da
bucha do excêntrico espirre sobre o colar contra pó. Ver FIG.13.1.1.
Remoção
Quando o eixo principal tiver sido removido fora, o anel de vedação interno permanece no colar contra pó.
Inspeção
Limpe o anel de vedação interno, e assegure-se de que os furos de dreno do colar contra pó estão livres de ob-
struções.
Verificar se o anel repousa horizontalmente sobre o anel de assentamento, o qual, por seu turno, deverá apoiar-se
plano no colar contra pó. Ver FIG.13.4.1.
O jogo entre o anel interno de vedação e o eixo não deverá exceder 2,5 mm.
Recolocação
Coloque o anel interno de vedação no eixo principal e mantenha-o no lugar, levantando-o de esguelha.
Quando a parte inferior do eixo tiver entrado na bucha do excêntrico, solte o anel interno de vedação com uma leve
pancada, de forma a que ele caia para baixo, em posição dentro do colar contra pó.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
A barra de posicionamento, que é ligada por parafusos à face inferior do colar contra pó, atua como um batente
para o suporte da engrenagem, para evitar o movimento para cima causado pelas forças nas engrenagens cônicas
espirais.
Inspeção
Medir a folga “S” entre a barra de posicionamento e o suporte da engrenagem com um calibrador de folga quando
o anel interno de vedação e o anel de retenção da bucha tenham sido removidos. A folga é a mesma para todos
os britadores da série, sendo normalmente de 0,2 mm e o máximo permitido é 0,4 mm. Ver FIG.13.4.1. A folga é
ajustada através da remoção ou adição de calços (T) entre a barra de posicionamento e o colar contra pó.
Quando a folga do flanco dos dentes (backlash) é ajustada, a folga da barra de posicionamento deverá ser veri-
ficada.
Recolocação
Quando se recoloca a barra de posicionamento, aperte os parafusos para o valor dado na Tabela 13.4.2.
Binário de aperto
45 Newtons - metro (33 Libras - pé)
T
S
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Recomendamos que você inspecione os componentes do mancal de escora em conjugação com as mudanças de
revestimentos, e renove os componentes da bucha a intervalos que sejam baseados na experiência.
Remoção
Os componentes do mancal de escora podem ser içados através da bucha do excêntrico, com a ajuda de um
gancho de levantamento. Veja a FIG.13.5.1. Tome cuidado em evitar danos ou riscos na bucha do excêntrico. O
prato de escora do eixo é seguro na extremidade inferior do eixo principal por um anel de trava.
Nota
Devido às placas de pressão estar cercadas de óleo, podem aderir umas às outras e ao topo do pistão.
Levantar, portanto com cuidado e certificar-se de que não ficam agarradas umas às outras nem ao topo do
pistão.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
O anel de desgaste do pistão assenta sobre o pistão do Cilindro posicionador e é posicionado por um recesso
existente no meio do pistão. Um pino excêntrico evita a rotação sobre o pistão.
O mancal de escora repousa livre sobre o anel de desgaste do pistão, e sai fora com o último, quando é removido.
Inspeção
O mancal de escora do pistão é feito em bronze com alto teor de chumbo, isto pode conduzir a um escurecimento
temporário das superfícies que friccionam. O prato e o mancal de escora são feitos em aço, e normalmente não
necessita de substituição de cada vez que o mancal de escora do eixo é trocado. Se o mancal de escora tiver que
ser ainda usado, ele deve ser verificado contra o prato de escora do eixo e o anel de desgaste do pistão. A folga
máxima entre os componentes do mancal de escora é de 0,05 mm.
Problemas contínuos com o mancal de escora indicam que o britador está sobrecarregado, ou que o óleo está
contaminado.
Os componentes do mancal de escora devem ser removidos do britador a intervalos regulares, para inspeção dos
canais de óleo. Se os canais de óleo tiverem arestas vivas contra as superfícies de deslizamento, chanfre-as fora
1 a 2 mm com uma esmerilhadora de cinta, por exemplo. Ver FIG.13.5.5.
O prato de escora do eixo e o anel de desgaste do pistão têm canais (ranhuras) de óleo nas superfícies de fricção
que repousam contra o mancal de escora. Quando a espessura total do mancal de escora (dimensão H) é reduzida
abaixo do valor dado na tabela 13.5.3, o prato de escora do eixo e o anel de desgaste do pistão devem ser substi-
tuídos. Isto corresponde aproximadamente à profundidade dos canais de óleo.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Montagem
Cubra as superfícies de deslizamento com uma fina camada de graxa de bissulfeto de molibdênio. Não use uma
camada muito espessa, e mantenha a graxa fora dos canais de óleo, para evitar obstruções na circulação do óleo.
Assegure-se que os pinos no pistão do Cilindro posicionador e no eixo principal entram nos furos correspondentes
da placa de desgaste do pistão e na escora do eixo, mas não contatam com o fundo desses furos.
O mancal de escora deve ser rodado de forma a que a sua superfície plana repouse contra o anel de desgaste do
pistão.
Monte o mancal de escora e o anel ranhurado no eixo. Verifique se fica uma pequena folga entre a extremidade
do eixo e o prato de escora.
Os componentes do mancal de escora podem também ser mudados pela parte de baixo, se a tampa do Cilindro
posicionador e o pistão deste forem removidos.
[Link]
92
IMIC
Beneficiando o futuro.
A bucha do excêntrico faz parte do conjunto do excêntrico e é mantido no devido lugar através de um anel de
retenção e de uma chaveta. Ver FIG.13.1.1.
A excentricidade do britador é alterada pela troca da bucha do excêntrico, ou pela rotação dessa bucha no furo
do excêntrico.
Nota
A excentricidade (em mm) é estampada no bordo superior da bucha, perto do relevante rasgo de chaveta,
juntamente com a letra H para tipo H ou S para tipo S (por exemplo: H-32 ou S-32). Uma seta estampada
no topo do rasgo de chaveta da bucha do excêntrico indica qual a excentricidade que foi usada. Uma bucha
excêntrica destinado a um tipo H não pode ser usado num tipo S, ou vice-versa.
Para detalhes de folgas entre o eixo principal e a bucha do excêntrico, ver a Seção 12.7. EIXO PRINCIPAL.
Remoção
A bucha pode então ser removida do excêntrico. Use a ferramenta de elevação que faz parte do equipamento, em
princípio da mesma maneira que se levanta a bucha da carcaça, ver FIG.13.12.1.
Se a bucha tiver um ajuste apertado, o conjunto completo do excêntrico deverá ser removido, verifique a Seção
13.8 CONJUNTO DO EXCÊNTRICO. A bucha poderá então ser retirada para fora do excêntrico com um bloco de
madeira e um martelo.
Se a bucha não puder ser retirada fora desta maneira, deve ser pressionada para fora com um macaco hidráulico,
tal como se mostra na FIG.13.6.1.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Se o eixo principal com o anel convexo tiver rodado durante a operação com a velocidade de rotação do excêntrico,
isso é indício de agarramento do eixo principal com a bucha do excêntrico. Neste caso, o eixo principal não poderá
ser levantado para fora pelo processo normal.
O colar contra pó deve ser solto, de modo a que o eixo principal e o conjunto do excêntrico possam ser levantados
para fora.
Tente retirar os parafusos que grampeiam o anel de retenção da bucha do excêntrico, ao topo do excêntrico.
Se esse processo se se tornar impossível de ser realizado, tente empurrar o excêntrico para baixo. Se não conse-
guir fazer isto, o colar contra pó deverá ser destruído. O excêntrico poderá então ser removido do eixo e da bucha.
Inspeção
Antes de aplicar uma nova bucha, Inspecione o furo do excêntrico. Ele deve estar liso, e não deve estar ovalizado
nem cônico. Qualquer ovalização ou conicidade pode ser corrigida por retificação do furo do excêntrico com uma
retifica elétrica.
A folga máxima permissível entre a bucha do excêntrico e o excêntrico é 0,22 mm para os britadores H & S 300.
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Se houver riscos profundos entre o eixo principal e a bucha do excêntrico, podem abrir-se fissuras térmicas (que
lembram o desenho de escamas de peixe), devido à elevada temperatura da superfície de contato do eixo prin-
cipal. Trata-se de delgados riscos verticais com 3-5 mm de comprimento, que podem ser difíceis de detectar. Se
essas fissuras não forem tratadas, corre-se o risco de avaria grave. Entre em contato com a IMIC para que sejam
tomadas as medidas necessárias.
Remontagem
Assegure-se de que a chaveta está na posição, no devido rasgo de chaveta da bucha, antes de ele ser instalado
no excêntrico.
Em determinadas circunstâncias, a bucha pode tornar-se distorcido. Em tal situação, poderá ser necessário usar
prensa para colocar a bucha no lugar. Nunca bata na bucha de bronze.
O bordo superior da bucha do excêntrico não deve estar acima do plano superior do excêntrico. Meça o interior da
bucha para verificar se ele é redondo e direito.
Aplique o anel de retenção da bucha do excêntrico que bloqueia o mesmo no excêntrico propriamente dito. Aperte
os parafusos no binário correto (ver Seção 2.8) e fixe-os com o fluido de travar roscas (ver Seção 2.8.7).
Não é normalmente necessário remover o colar de vedação, a menos que o conjunto do excêntrico tenha que ser
retirado para fora.
Remoção
Ao desmontar o anel de deslize tome cuidado, para não danificar a junta em baixo dele. Use os parafusos com
rosca completa para pressionar para fora o anel de deslize da carcaça inferior.
Cuidado!
Para evitar um levantamento demasiado alto do colar de vedação, use um estropo de içamento em quatro
partes, nos olhais de içamento (4x) indicados na posição 3 da FIG.13.7.1.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Inspeção
Se o colar de vedação tiver trabalhado solto e tiver rodado de forma a que o seu ajuste com a carcaça inferior tenha
sido destruído, contacte com a IMIC. Verifique se a superfície externa do colar de vedação não esteja desgastada
ou danificada de forma que a poeira penetre entre o colar de vedação e o anel de vedação de pó.
Remontagem
Quando o colar de vedação é reaplicado, assegure-se de que os furos na junta se alinham com os furos correspon-
dentes na carcaça inferior. Assegure-se de que o pino de posicionamento na carcaça inferior está alinhado com o
furo correspondente no colar de vedação, de forma a que o bloco de fixação fique posicionado acima do pinhão.
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Remoção
Nota
Depois de desmontar o anel de deslize, são colocados três olhais de elevação nos orifícios roscados no cubo
do topo. Depois levante o conjunto do excêntrico cerca de 10 mm. Verifique através do furo de suporte da
engrenagem se a placa de desgaste permanece no seu lugar na carcaça inferior.
Ver FIG.13.8.1. Em seguida levante com cuidado o conjunto do excêntrico de forma a não danificar a bucha
da carcaça.
Nos britadores atuais desmonta-se primeiro o anel que prende a bucha do excêntrico e o conjunto do excêntrico é
levantado com quatro olhais de elevação situadas no topo do excêntrico.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Se o excêntrico tiver oxidado na bucha da carcaça inferior, será impossível rodar a polia do britador. A bucha
da carcaça inferior e a placa de desgaste deverão então acompanhar o conjunto do excêntrico quando este for
levantado. A bucha da carcaça inferior que foi seriamente danificada na sua superfície de deslizamento, deverá
em alguns casos ser dividida, de forma a poder removê-la.
Inspeção
Examine o excêntrico para ver se as superfícies de desgaste apresentam riscos ou foram sujeitas a desgaste
pesado ou a temperatura excessiva. Examine também a placa de desgaste, ver a Seção 13.11.
Inspecione a superfície interna da bucha do excêntrico, igualmente. Repare especialmente se há desgaste, riscos
ou pontos escuros, os quais podem indicar que a bucha foi submetida a altas temperaturas.
Se houver agarramento profundo entre o excêntrico e a bucha da carcaça, podem abrir-se fissuras térmicas (que
lembram o desenho de escamas de peixe), devido à elevada temperatura da superfície de contato do excêntrico.
Trata-se de riscos verticais em formato delgado com 3-5 mm de comprimento, que podem ser difíceis de serem
detectados. Se essas fissuras não forem tratadas, corre-se o risco de avaria grave. Entre em contato com a IMIC
para que sejam tomadas as medidas necessárias.
Remontagem
Nota
Unte a superfície externa do excêntrico com óleo. Tome grande cuidado quando o excêntrico estiver sendo
baixado dentro da bucha da carcaça inferior para evitar danificá-la.
Justamente antes que o excêntrico alcance a sua posição final, rode a polia do britador levemente em ambas
as direções, enquanto desce cuidadosamente o excêntrico. Isto permitirá que a engrenagem do excêntrico e o
pinhão se encaixem de forma correta.
Remoção
O suporte da engrenagem e contrapeso tem um ajuste por interferência (aperto forçado) sobre o excêntrico, por-
tanto terá que ser prensado para extração dessas peças. Veja a seguir FIG.13.9.1.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Inspeção
Remontagem
Aqueça a engrenagem a uma temperatura acerca de 50° C (122° F) acima da temperatura do excêntrico, e monte-
a no excêntrico. Assegure-se de que a chaveta está instalada corretamente e que o suporte da engrenagem esteja
alinhado com o ombro do excêntrico, quando os componentes tiverem esfriado.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Remoção
São providenciados três furos roscados no suporte da engrenagem. Use parafusos de pressão nestes furos para
remover a engrenagem.
Inspeção
Remontagem
Puxe a engrenagem sobre o suporte dela através dos parafusos de ligação até que ela repouse a nível com o as-
sento no suporte. É importante que estes parafusos sejam corretamente apertados, uma vez que não há nenhuma
chaveta neste conjunto.
A placa de desgaste sobre a qual o conjunto do excêntrico é suportado é desenhada de forma a absorver o mo-
mento torsor da bucha da carcaça inferior. A placa de desgaste é fixada à carcaça inferior por pinos.
Ver FIG.13.12.1.
Inspeção
Examine as saliências que bloqueiam a bucha da carcaça inferior, e esmerilhe fora qualquer deformação mesmo
que seja pequena, de forma a obter um bom contato contra os batentes da bucha.
A placa de desgaste deve ser substituída se não se puder manter a folga correta quando a folga no flanco dos
dentes (backlash) for ajustada. Deverá, contudo ser substituída também quando estiver gasta até à espessura
mínima mostrada na tabela 13.11.1.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Remoção
O ajuste entre a bucha e a carcaça inferior é tal que a bucha pode ser facilmente levantada. A bucha expande-se
devido ao calor do atrito, portanto deve haver espaço suficiente para que isso aconteça.
Os olhais de levantamento não são dimensionados para puxar a bucha para fora do seu assento, isto deverá ser
feito com uma ferramenta especial de levantamento.
A bucha deve ser puxada para fora da sua posição com ferramenta que se coloca na sua extremidade inferior.
A ferramenta faz parte do equipamento. Esta ferramenta não é destinada a levantar a bucha para fora do britador.
Para isso use os olhais de elevação.
Nota
Os olhais de elevação não têm capacidade para levantar a bucha do seu lugar. Ver figura 13.12.1.
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101
IMIC
Beneficiando o futuro.
Inspeção
A folga entre o excêntrico e a bucha da carcaça inferior é encontrada pela medição dos diâmetros com micrômetros
adequados. Ver tabela 13.12.2.
Tabela 13.12.2
Se o excêntrico tiver sido usinado novamente, a folga máxima não deverá exceder o valor dado na Tabela 13.12.3.
Tabela 13.12.3 Folga máxima permissível entre o excêntrico e a bucha da carcaça inferior.
Se as superfícies de deslizamento estiverem gastas uniformemente, será permissível um jogo maior, desde que
nenhum dos componentes seja substituído.
Antes de aplicar uma nova bucha, Inspecione o furo na carcaça inferior. Deverá estar liso e não ter ovalização
nem conicidade. Se a bucha nova não puder ser instalada com um ligeiro ajuste por empurrão, não deverá ser
forçado para ficar no lugar. Qualquer ovalização ou conicidade causada por rodagem a quente deverá ser corrigida
por rasqueteamento ou por esmerilhamento com uma esmerilhadora de cinta, no furo da carcaça inferior. A folga
máxima permissível entre a carcaça inferior e a bucha da carcaça inferior é 0,22 mm para o BCI 300 H e BCI 300 S.
Se o furo da carcaça inferior estiver redondo, uma bucha ligeiramente oval pode ser cuidadosamente pressionada
para baixo até o lugar.
Remontagem
Uma vez que as alças na placa de desgaste são fixas em relação à carcaça inferior, a bucha da carcaça inferior
pode ser rodada até uma posição onde os seus recessos combinem com as saliências da placa de desgaste. O
flange à volta do topo da bucha deve ficar à face contra o topo da carcaça inferior.
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102
IMIC
Beneficiando o futuro.
No fundo do pistão encontra-se a gaxeta do Cilindro posicionador (tipo espinha de peixe) mantido no lugar por
um anel de grampeamento.
Na parte superior do pistão há um canal de alimentação do óleo lubrificante, que percorre estreitos canais sobre
a parte externa do pistão. Isto providencia lubrificação da parte superior do pistão, do anel de desgaste do pistão,
do prato de escora e a bucha excêntrica. Também serve para evitar que a sujeira caia entre o pistão e a bucha
do Cilindro posicionador.
O óleo de lubrificação entra no britador através da parede do cilindro posicionador e flui através do pistão do
Cilindro posicionador e para cima, através da bucha de escora.
Remoção
O pistão do Cilindro posicionador pode ser removido por cima ou por baixo.
Nota
Antes de retirar o pistão, desligue a linha de suprimento de óleo lubrificante e levante o pistão para cima o
suficiente, permitindo que todo o óleo dentro do pistão seja drenado para fora.
Quando isto tiver sido feito, abaixe o pistão até à sua posição mais baixa, e desligue a linha do Cilindro
posicionador.
O pistão pode ser levantado com o auxílio de dois olhais de levantamento incluídos no jogo de ferramentas forne-
cido com o britador.
Se o pistão tiver que ser removido, siga as instruções dadas na Seção 13.15 GAXETA DO CILINDRO
POSICIONADOR.
Inspeção
Limpe o pistão e, se necessário, mude a gaxeta do Cilindro posicionador. Inspecione a superfície externa do
pistão. Inspecione também o furo da bucha do Cilindro posicionador, tal como se descreve na Seção 13.6 BUCHA
DO EXCÊNTRICO.
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103
IMIC
Beneficiando o futuro.
Remontagem
Cubra as superfícies de fricção do pistão e da bucha do Cilindro posicionador com bissulfeto de molibdênio antes
de reaplicar o pistão.
Tome cuidado para evitar danificar os lábios de selagem do conjunto de vedações do Cilindro posicionador, quan-
do o pistão é baixado dentro do Cilindro posicionador e dentro da bucha deste.
Com uma nova junta de pistão pode ser difícil empurrá-lo para dentro da camisa. Monte então as placas de
pressão e use o eixo principal como contrapeso e pressione, com cuidado, o pistão para dentro da camisa.
Nota
O sensor de posição deve ser desmontado antes de se montar o pistão por cima, para impedir que o sen-
sor de posição sofra danos.
No britador BCI 300 H e BCI 300 S a carcaça inferior e o Cilindro posicionador são unidades separadas.
A junta entre o Cilindro posicionador e a carcaça inferior é vedada através de um anel o’ring e a menos que ocorra
severo vazamento, é muito raro necessitar de troca. Ver FIG.13.1.1. No que diz respeito ao aperto dos parafusos,
ver a Seção 2.8 (2.8.3).
Se o Cilindro posicionador tiver que ser retirado, use as barras de abaixamento no jogo de ferramentas
fornecido com o britador.
É localizada na parte inferior do conjunto do cilindro posicionador, em uma junção desta peça com outras ao pistão
do cilindro posicionador. Se este conjunto de vedação tiver que ser mudado, o trabalho pode ser feito mais conve-
nientemente por debaixo.
Remoção
Desligue a linha de fornecimento de óleo lubrificante e levante o pistão do Cilindro posicionador suficientemente
acima para permitir que o óleo dentro do pistão possa ser drenado todo para fora.
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104
IMIC
Beneficiando o futuro.
Nota
Se o eixo principal não tiver sido removido, baixe-o até ao final do seu curso e então levante-o ligeiramente.
Bloqueie-o com um barrote de madeira debaixo do cone central, sob o topo dos braços da carcaça inferior,
e baixe o eixo principal sobre esses blocos. O eixo principal não deve ficar apoiado sobre o colar contra pó
dentro do cone, ou sobre o anel de vedação de pó. Isto é evitado pelo bloqueamento descrito, que também
elimina o risco de que o óleo permaneça sob pressão quando a linha do Cilindro posicionador é desligada.
Use as barras de abaixamento e o retentor do pistão que estão incluídos no jogo de ferramentas fornecido
com o britador, para baixar a tampa do Cilindro posicionador.
Quando a ranhura - cerca de 90 mm a partir da extremidade inferior do pistão - se torna visível, aplique o
retentor do pistão, como é mostrado na FIG.13.15.1. Use um dos parafusos da ligação roscada da tampa do
cilindro. Verifique se o retentor do pistão está bem posicionado e seguro dentro da ranhura do pistão.
Quando o retentor do pistão está em posição, baixe a tampa do cilindro posicionador de forma que haja
espaço para retirar os parafusos que seguram a placa de grampeamento da gaxeta do Cilindro posicionador.
Nota
Coloque duas das barras de abaixamento de forma a possibilitar a remoção do pistão entre elas, se for
necessário. O pistão tem uma ponta que sai para a tampa do cárter quando ele está na sua posição inferior.
Ver figura 13.1.1. Por essa razão o pistão tem de ser suportado por baixo se for desmontado.
Inspeção
Examine o conjunto de vedação do Cilindro de posicionamento quanto a danos. Lembre-se que ele deverá
suportar uma pressão de até 20 Mpa (2900 psi). Se for encontrado qualquer dano na superfície que veda contra
a bucha do cilindro, o pistão deverá ser removido de forma que a bucha possa ser examinada.
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105
IMIC
Beneficiando o futuro.
Remontagem
Aplique a gaxeta novamente. Os lábios de selagem devem apontar para baixo. Assegure-se de que a placa de
grampeamento seja puxada para cima firmemente contra o pistão, de forma que a gaxeta de vedação seja com-
primida ligeiramente.
Uma vez que a gaxeta do Cilindro posicionador foi desenhada para as dimensões do seu assento, ele será cor-
retamente grampeado de início quando ele e o pistão tiver de ser instalados na bucha do Cilindro posicionador.
Nota
O pistão pode ser retirado tanto por baixo do britador (como mostrado na FIG.13.15.1) quanto por cima,
sendo que por cima serão fixados olhais de içamento nos furos encontrados na parte superior do pistão.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Monte os vários componentes no britador por ordem inversa da remoção. Tome grande cuidado em evitar danos
nos lábios de selagem quando inserir a gaxeta dentro da bucha do Cilindro posicionador.
Nota
O anel o’ring entre a tampa do cárter e o cárter deve sempre ser substituído.
Aperte os parafusos da placa de cobertura com o binário correto. Ver Seção 2.8 (2.8.4).
Se o pistão for removido completamente, Inspecione os componentes da bucha de escora, e se necessário, sub-
stitua-os. Ver FIG.13.5.4.
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107
IMIC
Beneficiando o futuro.
A bucha do Cilindro posicionador é uma bucha curta na seção inferior do Cilindro posicionador, onde a gaxeta do
cilindro posicionador veda.
A bucha do Cilindro de posicionamento é mantida em posição por um pequeno parafuso e anilha por baixo do
bordo inferior do Cilindro de posicionamento. Este parafuso também posiciona a tampa do Cilindro de posiciona-
mento, de forma a que a linha de óleo deste sempre fique alinhada debaixo de um dos braços da carcaça inferior.
A bucha do Cilindro de posicionamento providencia uma superfície de vedação na parte inferior desse. Juntamente
com o pistão, a gaxeta e a tampa do Cilindro de posicionamento, ele funciona como um cilindro hidráulico.
Na parte superior do Cilindro de posicionamento não há bucha. O topo do pistão é posicionado pela superfície
interna do cilindro. Ver FIG.13.1.1.
[Link]
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IMIC
Beneficiando o futuro.
Remoção
Quando o pistão do cilindro de posicionamento tiver que ser removido - como mostrado na FIG.13.15.1 – a bucha
também deverá ser removida com a ajuda das barras de abaixamento e a tampa do Cilindro de
posicionamento.
Inspeção
Inspecione a superfície interior quanto a riscos ou irregularidades. Não deverá haver danos na bucha. Riscos ou
irregularidades podem facilmente permitir que o óleo vaze através da gaxeta e, portanto permitir que a regulagem
Abertura na Posição Fechada (APF) aumente.
Inspecione também a parte superior do Cilindro de posicionamento - acima da bucha - que atua como
superfície posicionadora para o pistão. Faça o polimento completo de quaisquer riscos ou irregularidades nessa
área.
Montagem
Monte o anel o’ring e lubrifique as áreas de contato entre o cárter e a camisa com dissulfito de molibdênio e pres-
sione a camisa para cima, bloqueando-a contra o cárter com o parafuso situado na gola da camisa. Monte placas
de pressão, pistão, o’rings e tampa do cárter segundo a seção 13.15.
Nota
O anel o’ring entre a tampa do cárter e o cárter deve sempre ser substituído.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
14.1 LUBRIFICAÇÃO
O BCI 300 H e BCI 300 S têm lubrificação em banho de óleo. O óleo sai da unidade hidráulica, entra na carcaça
do eixo-pinhão lubrifica-o e retorna a unidade.
Sistema de circulação é desenhado de forma a que um constante fluxo de óleo seja bombeado da unidade de
tanque até à carcaça do eixo-pinhão.
O nível existente na unidade hidráulica mantém um controle constante na carcaça do eixo-pinhão, enquanto que o
óleo em excesso volta para o tanque através da mangueira principal de retorno.
Para mais informações, veja a Seção 6. SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO e a Seção 9.4 LUBRIFICAÇÃO DO EIXO-
PINHÃO.
Meça a distância entre o flange da carcaça do eixo-pinhão e a carcaça inferior com um apalpa-folgas. Há um re-
cesso na borda da junta para facilitar esta medição. Escreva a dimensão resultante, uma vez que esta informação
poderá ser útil se a junta for danificada quando o conjunto do eixo-pinhão for retirado do britador.
Verifique as buchas de bronze existente no conjunto do eixo pinhão quanto a desgastes, essas buchas se desgas-
tam queimando pelo fato de serem montadas metal contra metal ocasionando na desregulagem do conjunto do
eixo pinhão. Para regulagem veja a guia 15.2 INSTALAÇÃO E AJUSTE DO EIXO-PINHÃO
Remova um dos parafusos de ajuste do engrenamento e os parafusos que retém o conjunto do eixo-pinhão na
carcaça inferior. Veja a FIG.15.3.3.
Coloque um estropo à volta da extremidade da carcaça do eixo-pinhão e levante-o até que o estropo esteja
esticado.
[Link]
110
IMIC
Beneficiando o futuro.
[Link]
111
IMIC
Beneficiando o futuro.
Aperte os parafusos nos furos roscados da polia do britador e aperte-os de forma a que a polia não se solte.
Retire o anel de retenção. Monte um extrator robusto como mostrado na FIG.14.3.3. Proteja os dentes com uma
chapa por debaixo da extremidade maior do pinhão. Se o pinhão não puder ser removido com o extrator apenas,
aqueça o pinhão enquanto o extrator é apertado.
Cuidado!
Os britadores têm uma tampa especial para buchas com uma superfície agregada para extrator. Ver FIG.14.3.3.
Quando isto tiver sido feito, o eixo-pinhão - com buchas e espaçadores devem ser removidos. Ver FIG.14.3.1.
Cuidado!
Deve ser tomado bastante cuidado, e a limpeza é vital quando executado trabalhos em buchas. Nunca deixe
os componentes ficarem desprotegidos.
[Link]
112
IMIC
Beneficiando o futuro.
CONJUNTO DO EIXO-PINHÃO
[Link]
113
IMIC
Beneficiando o futuro.
REMOÇÃO DO PINHÃO
Cuidado!
O trabalho deve ser executado no interior do edifício, em ambiente limpo. Quando aquecer
componentes que tenham que ser contraídos no lugar (para aperto com interferência), use um banho de
óleo ou uma estufa. Em caso de aquecimento com chama direta, esta deve ser tratada com grande cui-
dado, uma vez que há risco sério de sobreaquecimento, ou aquecimento localizado.
Cuidado!
[Link]
114
IMIC
Beneficiando o futuro.
Aplique os componentes por ordem inversa da sequência de remoção. Lembre-se de aplicar anéis “O” (o’ring)
novos entre os espaçadores e o eixo.
Para evitar danos nos anéis “O”, quando estes estão a ser aplicados sobre o eixo-pinhão, remova todas as arestas
vivas das chavetas e ranhuras de anéis de retenção. Unte com óleo as superfícies sobre as quais o anel “O” será
aplicado. Coloque o anel “O” no recesso do espaçador. Assegure-se de que ele não está torcido ou danificado.
Os lábios, comprimidos por mola, das vedações interno e externo, devem sempre ficar apontados na direção do
pinhão.
Trave os parafusos da tampa das buchas com um fluido de trava. Ver Seção 2.8.7.
Monte a polia do britador no eixo. Aperte o parafuso da anilha central de retenção fortemente, antes de
introduzir a polia sobre a bucha cônica.
Se for instalada uma nova carcaça do eixo-pinhão, ou se o eixo-pinhão, engrenagens ou espaçador interno tiverem
sido mudados, você deverá verificar a folga no flanco do dente e a impressão do dente, como descrito na Seção 15.
Aplique uma junta de espessura correta entre o flange do eixo-pinhão e a carcaça inferior (a que foi medida previa-
mente durante a remoção, ver Seção 14.2 e 15.2.
Empurre o conjunto do eixo-pinhão para dentro da carcaça inferior. Quando ele se aproximar da posição correta,
gire lentamente o eixo para trás e para frente, de forma a que o pinhão engrene corretamente com a engrenagem
do excêntrico.
[Link]
115
IMIC
Beneficiando o futuro.
15.1 GENERALIDADES
Os britadores cônicos hidráulicos IMIC “Série 300” possuem em seu Conjunto de transmissão engrenagens côni-
cas de dentes retos. Em condições normais de operação a transmissão por engrenagens é confiável, e requer
pouca manutenção. A engrenagem e o pinhão são fabricados como um conjunto combinado, por esta razão, não
use uma engrenagem de um conjunto com um pinhão pertencente a outro conjunto.
Se a engrenagem e pinhão, carcaça do eixo-pinhão, etc., tiverem que ser substituídos, nota-se que há uma junta
entre o flange da carcaça do eixo-pinhão e a carcaça inferior.
O britador é entregue com calços de regulagem, usados para regulagem da folga do flanco dos dentes.
Esses calços são montados entre o flange da carcaça do eixo pinhão e a carcaça inferior. Veja na FIG.15.2.1 a
montagem do conjunto da transmissão com os calços de regulagem.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
A regulagem com calços das folgas do flanco dos dentes da engrenagem é feita de acordo com o desgaste
causado durante o tempo de operação, a cada regulagem feita é necessário que a folga depois do desgaste
analisada pelo movimento da polia torne a ser de 2,3 mm até 3,0 mm como descrito na tabela 15.3.2.
Nota
A regulagem com os calços deverá chegar a uma espessura de até 6 mm, se passar desta medida deverá
ser trocado a bucha de bronze que estará desgastada de forma que exceda o limite de regulagens.
Aplique uma junta de espessura correta. Deslize o conjunto do eixo-pinhão e rode o eixo lentamente para trás
e para frente até que o pinhão entre em contato com a engrenagem do excêntrico.
Aperte os parafusos que fixam a carcaça do eixo-pinhão à carcaça inferior. Verifique e - se necessário - ajuste,
a folga do flanco do dente e o contato de um .
A tabela 15.3.2 dá a correta folga do flanco dos dentes para engrenagens cônicas. Estes valores são teorica-
mente calculados para referência durante a fabricação e instalação das engrenagens.
A experiência prática tem mostrado que a folga nominal do flanco dos dentes pode ser excedida - devido à geo-
metria da instalação - mas os valores dados deverão ser considerados como guia quando for julgado o estado
da engrenagem e do pinhão.
Se forem encontrados problemas, contacte a IMIC para informações. A folga correta no flanco do dente e a
impressão de contato são essenciais para as engrenagens operarem adequadamente.
Inspeção
Havendo folga entre o excêntrico e a bucha da carcaça inferior, a folga no flanco dos dentes das engrenagens
poderá variar de acordo com a posição do excêntrico.
Para determinar corretamente a folga no flanco dos dentes é necessário fazer quatro medições, rodando o pin-
hão e rodando a engrenagem do excêntrico a 90° entre cada medida. A média destas medições deverá então
ser considerada como a atual folga no flanco dos dentes. Uma rotação de 90° do excêntrico corresponde a
ligeiramente menos que uma volta completa da polia do britador.
Uma vez que a folga no flanco dos dentes não pode ser medida diretamente entre o pinhão e a engrenagem do
excêntrico, é medido o movimento da polia do britador e a folga é calculada a partir desta medição.
Um relógio comparador deverá ser usado para estas medições. Se não estiver disponível nenhum relógio
comparador, pode ser usado um esquadro. Neste caso, são feitas marcas de inscrição na polia, e é medida a
distância entre marcas. Ver FIG.15.3.1.
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Beneficiando o futuro.
A seguir uma tabela com as dimensões e folgas corretas relacionados ao conjunto da transmissão
Tabela 15.3.2.
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Beneficiando o futuro.
Os britadores cônicos BCI 300 H BCI 300 S são fornecidos com conjunto de polias e correias e 1 motor de
acionamento, sendo que a proteção das correias é um acessório que será incluso ao equipamento só diante de
uma solicitação do cliente em adquirir esse produto.
Cuidado!
Devem ser usados proteções fixas sobre as peças móveis do arranjo de acionamento do britador. Quando o
britador for acionado por correias, deverá ser verificada a sua tensão. Os dispositivos de proteção deverão
ser de natureza tal que satisfaçam as normas vigentes quanto a proteção a contato físico.
O ângulo entre a linha de centro vertical do britador e a linha unindo os centros das polias é estipulado automati-
camente pelo fato do britador, motor e polias já saírem montados sobre uma base de transportesuportado sobre
apoios de compressão em borracha como mostrado na FIG.16.1.
Direção de rotação
A polia com correias trapezoidais do britador deverá sempre rodar na direção indicada pela seta na carcaça
inferior. Veja a FIG.16.1. Isto causará um efeito de auto aperto da porca do cone.
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Beneficiando o futuro.
Durante os primeiros dias de operação, a tensão das correias deve ser verificada frequentemente, dado que as
correias novas esticam. Se as correias não forem tensionadas suficientemente, poderá ocorrer
escorregamento, e a vida das correias será consideravelmente reduzida.
A tensão das correias pode ser verificada com uma balança de mola ou com um instrumento especial, o Tensiô-
metro ou o seu equivalente. Veja FIG.16.2. A tensão pode ser determinada com a ajuda de uma carga defletora.
Ver Tabela 16.3.
l
F
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2. Multiplique essa distância por 1,5 para dar a deflexão da correia (l) em cm.
3. Regule o lado de cima do Anel (o’ring) inferior para a deflexão correta em cm, na escala inferior do medidor.
5. Pressione o medidor contra a correia a meio da distância entre centros, e carregue com bastante força para levar
o lado de cima do anel o’ring inferior ao nível da correia.
6. Remova o medidor releia a carga (F) em Quilogramas-peso (libras-força) no lado de cima do anel o’ring superior.
A carga correta é obtida pela Tabela 16.3, que é também reproduzida no medidor.
7. Se a carga for muito baixa ou muito alta em todas as correias, estique-as ou alivie-as.
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Beneficiando o futuro.
17.1 GENERALIDADES
Cada britador - e o seu equipamento extra deve ser sujeito a verificações regulares e sistemáticas. Daqui resul-
tarão reparações menores e menos dispendiosas, e, portanto custos totais de operação mais baixos.
Uma vez que os britadores operam sob condições completamente diferentes, é impossível recomendar um pro-
grama de inspeção e manutenção que seja aplicável a todos os britadores. Todavia é necessária alguma espécie
de inspeção regular, por exemplo, os procedimentos de inspeção diária descritos abaixo.
Nota
Uma máquina nova deverá primeiramente ser inspecionada após um curto e razoável tempo em operação.
Os intervalos entre inspeções podem então ser aumentados até se encontrar uma frequência adequada.
Deve ser mantido um registo escrito. Devem ser anotadas nele as condições de operação do britador e as suas
cargas, leituras dos instrumentos importantes, ajustes levados a efeito e quaisquer reparações efetuadas.
Para os binários de aperto das ligações rosqueadas ver a Seção 2. APERTO DE LIGAÇÕES ROSQUEADAS.
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Beneficiando o futuro.
Verifique que o material não esteja encravado na tremonha de alimentação ou no distribuidor, bloqueando a ali-
mentação.
4. Durante a britagem:
Verifique a distância entre a porca da cabeça e a face inferior da aranha (isto é, a Dimensão “A”).
Verifique que não há aumento ou alteração na contaminação do filtro de óleo de retorno, isto é, aumento
anormal de partículas metálicas.
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Beneficiando o futuro.
Meça a regulagem (abertura = A.P.F.) em 4 pontos à volta da câmara de britagem, para verificar desgastes anor-
mais.
Verificar o nível de óleo na carcaça do eixo-pinhão, ou verifique se o sistema de lubrificação do eixo-pinhão opera
corretamente.
Verificar a matriz do radiador do trocador de calor ar/óleo. Sopre-a, se necessário, até ficar limpa.
Verificar o estado do raspador que roda acima do colar anti poeiras. Isto deve ser feito através das tampas de
inspeção da carcaça inferior.
Verificar com uma craveira o encosto entre os cones de apoio do manto interior e a parte superior do manto exterior.
Efetuar a troca do óleo lubrificante, limpeza do reservatório, e limpeza dos filtros. (Óleo lubrificante com viscosidade
ISO VG 150.)
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Beneficiando o futuro.
Para verificação do desgaste do manganês ver seção 10.1 AVALIAÇÃO DO DESGASTE DO MANGANÊS.
Faça verificações antes de remover a carcaça superior como indicado na seção 10.2 VERIFICAÇÕES ANTES
DA REMOÇÃO.
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Beneficiando o futuro.
Efetuar a troca do óleo hidráulico, limpeza do reservatório, limpeza dos filtros. (Óleo hidráulico ISO VG 68 -
Tutela Hidrobak 68 - PETRONAS)
Efetuar a troca do óleo lubrificante, limpeza do reservatório, e limpeza dos filtros. (Óleo lubrificante com visco-
sidade ISO VG 150.)
18.1 INTRODUÇÃO
Os sintomas e as medidas corretivas descritas nesta seção sobre detecção de defeitos não cobrem todos os
problemas que poderão ser agravados na máquina.
Os diagramas de detecção de defeitos devem ser considerados mais como sugestões para levar a efeito veri-
ficações sistemáticas das funções básicas.
Para interpretar corretamente os sintomas das falhas cobertas pelos diagramas, comece pelo campo da ”Falha”
e verifique a seguir os campos das ”Causas”. Siga as colunas das tabelas a respeito da
”Ação corretiva” a ser procedida.
Quando corrigir faltas identificadas, consulte a seção apropriada do manual de instruções para informação e
explicações mais detalhadas.
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Beneficiando o futuro.
Descrição
CAUSA CORREÇÃO
A bomba de óleo do eixo pinhão está interbloqueada com o
A bomba de óleo do eixo-
motor de acionamento do britador. Verifique os circuitos elétricos
pinhão não funciona
e o arranque do motor de acionamento.
Verifique a operação do sistema de arrefecimento.
Verifique o termostato do controle TG2.
Óleo muito quente. Verifique o motor do ventilador e o seu arrancador.
Termostato de proteção TG1 Verifique a matriz do radiador. Limpe-a por dentro e por fora.
ativado. Inspecione o coador de óleo de retorno.
Verifique a válvula de segurança 0,7 Mpa (7kp/cm2) não vaza
óleo.
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Beneficiando o futuro.
Descrição
CAUSA CORREÇÃO
Vazamento de óleo Verifique as linhas de óleo.
no Cilindro posicionador. Vede ou substitua os componentes relevantes.
Pressão do gás no A regulagem aumenta durante a britagem, mas retorna ao normal quando em
acumulador muito baixa. vazio.
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Descrição
CAUSA CORREÇÃO
Termostato de proteção Verifique a operação do ventilador de arrefecimento.
(TG1) ativado. Verifique o motor do ventilador e o seu arrancador.
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Descrição
CAUSA CORREÇÃO
A bomba de óleo não
Verifique os circuitos elétricos e o arrancador do motor da bomba
funciona.
A bomba de óleo
funciona e há sinal Verifique o equipamento de arranque do motor de acionamento do britador e
“britador pronto para os outros circuitos elétricos.
arranque”.
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Beneficiando o futuro.
Descrição
CAUSA CORREÇÃO
Verifique se a bomba de óleo do eixo pinhão está funcionando e que o óleo
chegará a carcaça do eixo pinhão.
Temperatura alta dentro
Se o nível de óleo continua caindo, isso indica vedante interno danificado.
e fora da carcaça do
Verifique o nível de óleo.
eixo pinhão.
Pare o britador. Remova o conjunto do eixo pinhão para inspeção e, se
necessário, substitua os componentes das buchas.
Vibração no britador Verifique as polias das correias trapezoidais. Retire qualquer poeira acumulada.
ou na carcaça do eixo Verifique a tensão das correias se estão ou não patinando.
pinhão. Avaria do conjunto incipiente.
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Descrição
CAUSA CORREÇÃO
Engrenamento incorreto ou insuficiente folga acima do correto no flanco dos
Engrenagens cônicas dentes (“Backlash”) podem causar ruídos nas engrenagens.
aplicadas incorretamente. Remova o conjunto do eixo pinhão. Meça a correta espessura da junta.
Ajuste o “Backlash”.
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Descrição
CAUSA CORREÇÃO
Verifique o arranjo da alimentação.
Inclinação em patim
Certifique-se que o britador é alimentado em “câmara cheia”.
formada nos
Verifique a separação do tamanho máximo antes do britador. Verifique se há
revestimentos.
uma grande proporção de material menor que a APF.
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Beneficiando o futuro.
Descrição
CAUSA CORREÇÃO
Verifique o estado do óleo regularmente durante o primeiro ano de operação.
Óleo contaminado. Mude regularmente o óleo de acordo com os resultados da monitoração do
estado do óleo.
Anel de vedação de pó Verifique a folga entre o colar anti poeiras e o anel de vedação de pó se a
gasto ou danificado. folga exceder os valores da tabela 12.9.1.
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Beneficiando o futuro.
Descrição
Gripagem entre o
excêntrico e a bucha da
Se possível, retire os parafusos que seguram o
O eixo principal não carcaça inferior.
colar anti poeiras. Remova o conjunto do eixo
consegue ser rodado.
Falha da bucha no principal e o conjunto completo do excêntrico.
conjunto do eixo-pinhão.
Partículas em forma de
Oxidação ou desgaste
agulhas no coador do óleo
nas engrenagens.
de retorno.
Temperatura alta ou
Partículas de estanho ou sobreaquecimento
Veja as ações corretivas listadas para “temperatura
chumbo (escamas) no localizado e oxidação
do óleo alta” (18.4).
coador de óleo de retorno. nas buchas ou no
conjunto de escora.
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Beneficiando o futuro.
Nós recomendamos que você tenha sempre em estoque as seguintes peças de reposição:
PEÇAS SOBRESSALENTES:
Pos.
CÓDIGO Qtd. DESCRIÇÃO
Catálogo
S1-040138-000 1 02 TAMPA DA ARANHA BCI-300
S1-021217-000 1 03 BUCHA DA ARANHA BCI-300
17786 1 04 RETENTOR BUCHA ARANHA BCI-300
17790 1 14 MANCAL DE ESCORA FUNDIDO SAE-67
16899 1 18 REVESTIMENTO DO BRACO DA ARANHA BCI-300
Pos.
CÓDIGO Qtd. DESCRIÇÃO
Catálogo
S1-022705-000 6 3 BUCHA DE FIXACAO REVESTIMENTO DA CAMARA BCI-300
PR-022706-001 6 4 ARRUELA PARA FIXAR REVESTIMENTO BCI-300
17791 54 7 MOLA PRATO DIAM.90 X DIAM.46 X 5
20254 REVESTIMENTO DA CAMARA TIPO “F” BCI-300 H
17792 1 8 REVESTIMENTO DA CAMARA TIPO “M” BCI-300 H
20253 REVESTIMENTO DA CAMARA TIPO “C” BCI-300 H
02069 6 9 PORCA SEXT.8.8 1.1/4” 2H
17793 6 10 PARAFUSO SEXT.8.8 1.1/4” X 14”
Pos.
CÓDIGO Qtd. DESCRIÇÃO
Catálogo
21171 BUCHA EXCENTRICA 16+20+24 ACABADA C94100 BCI-300H
18457 1 6 BUCHA EXCENTRICA 24+28+32 ACABADA C94100 BCI-300H
18459 BUCHA EXCENTRICA 32+36+40+44 ACABADA C94100 BCI-300H
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Pos.
CÓDIGO Qtd. DESCRIÇÃO
Catálogo
17798 1 01 GAXETA EIXO PRINCIPAL BCI-300
S1-021265-000 1 02 ANEL DE RETENCAO DA GAXETA BCI-300
VC-022111-000 1 03 RASPADOR BCI-300
A1-022104-000 1 04 SUPORTE DO RASPADOR BCI-300
S1-021514-000 1 06 PRATO DE ESCORA BCI-300/300S
S1-021218-000 1 07 CAMISA DO EIXO PRINCIPAL BCI-300S
S1-021287-000 1 08 PORCA INTERNA BCI-300
S1-021275-000 1 09 PORCA EXTERNA BCI-300
S1-022102-000 1 10 ANEL DE TRAVAMENTO BCI-300
17797 MANTA “A” BCI-300 H
1 14
20255 MANTA “B” BCI-300 H
Pos.
CÓDIGO Qtd. DESCRIÇÃO
Catálogo
17809 1 1 ANEL DE APOIO SAE-67 BCI-300
17810 1 2 BUCHA DA CARCACA SAE-67 BCI-300
Pos.
CÓDIGO Qtd. DESCRIÇÃO
Catálogo
S1-021557-000 1 01 ANEL DE DESGASTE DO PISTAO BCI-300
17879 1 05 GAXETA CIL. POSICIONADOR 400 X 430 X 43MM BCI-300
Pos.
CÓDIGO Qtd. DESCRIÇÃO
Catálogo
17817 2 2 BUCHA DA CARCACA DA TRANSMISSAO SAE-67 BCI-300
18981 1 14 ANEL DE SEGMENTO BCI-200H/S & BCI-300H/S
Nota
As peças descritas nas tabelas desta guia estão todas relacionadas no caderno de peças que compõe
este manual, inclusive desenhos, posição catálogo, quantidade (qtd.) e códigos.
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Britador Cone - Linha H
De série:
• Motores elétricos conforme especificações de
Engenharia;
• Proteções para as partes girantes;
• Rolamentos FAG/SKF;
• Circuito hidráulico completo;
• Cesto de material;
• Correia de acionamento;
• Chassi básico.
Opcionais:
• Estrutura de sustentação;
• Bica de finos;
• Plataforma de manutenção;
• Painel elétrico.
L
A2 A1
C
FICHA TÉCNICA BRITADOR CÔNICO IMIC - BCI
Dados do Britador
TAG:
Modelo: 150 200 300 400 Tipo: H S
Caracteristica do Material
Tipo
Ti ded Material:
M t i l Peso
P Específico:
E ífi ton/m³
t / ³
Alimentação (mm):
BCI-150H Até 35 Até 60 Até 80
BCI-200H Até 45 Até 80 Até 130
BCI-300H Até 65 Até 100 Até 155
BCI-400H Até 75 Até 120 Até 190
BCI-200S Até 195 Até 240 Até 275
BCI-300S Até 300 Até 310 Até 330
4 5 6 8 10 13 16 19 22 25 29 32 35 38 41 44 48 51 54
Produto (mm):
Configuração
Revestimento: EC C MC M F Manta: A B
Anel de Enchimento: Nenhum C MC M MF F
Bucha Excêntrica:
BCI-150H BCI-200H BCI-300H BCI-400H BCI-200S
13-16-18 16-19-22 16-20-24 18-20-24-28 16-20-25-30
18-20-22 22-25-29 24-28-32 28-32-36-40 BCI-300S
Condições da Garantia:
• Durante o período de garantia estabelecido neste certificado, a IMIC compromete-se a reparar ou, quando
aplicável, substituir as peças e/ou equipamentos fornecidos que apresentem, comprovadamente, defeitos de
fabricação de sua exclusiva responsabilidade.
• O prazo para substituição ou reparo da peça e/ou equipamento em garantia será acordado entre as partes,
considerando as condições e características de cada fornecimento. A garantia abrange a substituição da peça
e/ou de todo ou parte do equipamento defeituoso, desde que, a critério do nosso técnico especializado, se
constate que o defeito ocorreu em condições normais de uso.
• A garantia perde automaticamente seu efeito se a peça e/ou equipamento sofrer qualquer tipo de dano
causado por acidente, agentes da natureza, uso abusivo, desacordo com as instruções da IMIC, apresentar
sinais de violação por pessoas não autorizadas pela IMIC, desgaste natural, falta de lubrificação, montagem
inadequada realizada por terceiros, remoção ou transferência de qualquer parte ou de todo equipamento do
local inicial de operação / instalação sem a prévia autorização da IMIC ou armazenagem inadequada.
• Caso seja necessário o deslocamento de profissionais da IMIC, e se constate que a peça e/ou equipamento
não é objeto de garantia, por qualquer dos motivos expostos neste certificado, a contratante deverá arcar com
os custos de deslocamento, alimentação e hospedagem, além do custo das horas despendidas, conforme
tabela vigente na IMIC.
• A garantia do equipamento fica cancelada se, em qualquer momento durante a vigência da mesma, forem
utilizadas peças que não sejam originais ou autorizadas pela IMIC.
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IMIC
Beneficiando o futuro.
• Este Certificado de Garantia não cobre despesas de frete de peças e/ou equipamentos.
• Caso haja algum débito do comprador junto à IMIC, referente ou não ao equipamento em análise de garantia,
a garantia será suspensa durante o período desse débito e expirará automaticamente após ultrapassar o prazo
inicial de garantia de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias.
• A entrega técnica é obrigatória; caso não ocorra, o cliente perderá a garantia dos equipamentos em qualquer
tipo de falha. O cliente deverá entrar em contato para agendar com o setor responsável assim que a máquina
estiver instalada na área de operação. Os custos de deslocamento e as horas de mão de obra dos técnicos
para a realização do start-up estão inclusos no fornecimento da IMIC.
[Link]
IMIC
Beneficiando o futuro.
ANEXOS:
[Link]
DISTRIBUIDOR AUTORIZADO
DATA BOOK
UNIDADE HIDRÁULICA
BCI-300H
IMIC
FLUID CONTROL Av. João Samaha, 155 - São João Batista, Belo Horizonte - MG, 31515-250–
TEL. (31) 3457-4948
DISTRIBUIDOR AUTORIZADO
DESENHO
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FLUID CONTROL Av. João Samaha, 155 - São João Batista, Belo Horizonte - MG, 31515-250–
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DIAGRAM HIDRÁULICO
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CATÁLOGOS
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ACOPLAMENTO
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FILTRO DE AR
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TAMPA DE INSPEÇÃO
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PRESSOSTATO (0 a 25 BAR)
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RESISTÊNCIA ELÉTRICA
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CHAVE DE FLUXO
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TERMOSTATO
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TROCADOR DE CALOR
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RELATÓRIO DE TESTE
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FOTOS
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Beneficiando o futuro.
MANUTENÇÃO
DOS MOTORES
WEG
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Beneficiando o futuro.
1.1 - LIMPEZA
Os motores devem ser mantidos limpos, isentos de poeira, detritos e óleos. Para limpá-los, deve-se utilizar
o jateamento de ar comprimido, soprando a poeira da tampa defletora e eliminando toda acumulação de pó contida
nas pás do ventilador e nas aletas de refrigeração.
Em motores com proteção IP55, recomenda-se uma limpeza na caixa de ligação. Esta deve apresentar os
bomes limpos, sem oxidação, em perfeitas condições mecânicas e sem depósito de pó nos espaços vazios. Em
ambiente agressivo, recomenda-se utilizar motores com grau de proteção IPW55.
Rolamento
Carcaça Forma construtiva
Dianteiro Traseiro
Motores totalmente fechados com ventilador externo
63 6201 ZZ 6201 ZZ
71 6203 ZZ 6202 ZZ
80 6204 ZZ 6203 ZZ
90 S 6205 ZZ 6204 ZZ
90 L 6205 ZZ 6204 ZZ
100 L 6206 ZZ 6205 ZZ
112 M 6307 ZZ 6206 ZZ
132 S 6308 ZZ 6207 ZZ
132 M 6308 ZZ 6207 ZZ
160 M 6309-C3 6209 Z-C3
160 L 6309-C3 6209 Z-C3
180 M TODAS 6311-C3 6211 Z-C3
180 L 6311-C3 6211 Z-C3
200 L 6312-C3 6212 Z-C3
200 M 6312-C3 6212 Z-C3
225 S/M 6314-C3 6314-C3
250 S/M 6314-C3 6314-C3
6314-C3* 6314-C3
280 S/M
6316-C3 6316-C3
6314-C3* 6314-C3
315 S/M
6319-C3 6316-C3
6314-C3* 6314-C3
355 M/L
6322-C3 6319-C3
Tabela 1.1 a - Rolamento por tamanho de motor
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Rolamento
Carcaça Forma construtiva
Dianteiro Traseiro
Motores totalmente fechados com ventilador externo
143T
6205-ZZ 6204-ZZ
145T
W182/4T 6206-ZZ
182T
6307-ZZ 6206-ZZ
184T
W213/5T
213T 6308-ZZ 6207-ZZ
215T
W254/6T
254T 6309-C3 6209-Z-C3
256T
284T
284TS
6311-C3 6211-Z-C3
286T
286TS
324T
324TS
6312-C3 6212-Z-C3
326T
326TS
364/5T
TODAS 6314-C3
364/5TS
404/5T NU316-C3 6314-C3
404/5TS 6314-C3
504/5TS 6314-C3
586/7TS 6314-C3
5008TS 6314-C3
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Rolamento
Carcaça Forma construtiva
Dianteiro Traseiro
80 S MS 6207 ZZ 6207 ZZ
80 M MS 6307 ZZ 6207 ZZ
B3
80 L MS 6307 ZZ 6207 ZZ
90 L MS 6308 ZZ 6208 ZZ
Tabela 1.1 c- Rolamento para motosserra
Rolamento
Carcaça Forma construtiva
Dianteiro Traseiro
MOTORES ABERTOS A PROVA DE PINGOS
48 B 6203 ZZ 6202 ZZ
56 A 6204 ZZ 6203 ZZ
56 B TODAS 6204 ZZ 6203 ZZ
56 C 6204 ZZ 6203 ZZ
56 H 6204 ZZ 6203 ZZ
Tabela 1.1 d - Rolamento para motores carcaça NEMA
**Somente para motores II polosTabela 1.1 d - Rolamento para motores carcaça NEMA
1.2 - LUBRIFICAÇÃO
Os motores até a carcaça 132 são fornecidos com rolamentos ZZ não possuem graxeira, enquanto que para
motores da carcaça 160 até a carcaça 200 o pino graxeira é opcional. Acima desta carcaça (225 à 355) é normal de
linha a presença do pino graxeira. A finalidade de manutenção, neste caso, é prolongar o máximo possível, a vida
útil do sistema de mancais.
A manutenção abrange:
a) observação do estado geral em que se encontram os mancais;
b) lubrificação e limpeza;
c) exame minuncioso dos rolamentos.
O controle de temperatura num mancal também faz parte da manutenção de rotina. Sendo o mancal lubri-
ficado com a graxa indicada na placa de identificação ou conforme tópico 9.4. Os rolamentos devem ser lubrificados
para evitar o contato metálico entre os corpos rolantes e também para proteger os mesmos contra a corrosão e
desgaste.
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A quantidade de graxa correta é sem duvida, um aspecto importante para uma boa lubrificação. A relubifica-
ção deve ser feita conforme os intervalos de relubrificação especificados na placa de identificação. Na relubrificação
inicial (após substituição dos rolamentos), consulte o fabricante de rolamentos ou a WEG para conhecer a quanti-
dade em gramas, ou realize o preenchimento somente dos espaços vazios dos corpos rolantes dos rolamentos.
Recomendamos utilizar uma balança para conhecer exatamente a quantidade em gramas que uma bom-
bada de sua engraxadeira é capaz de realizar. Desta maneira é possível conhecer o número exato de bombadas a
serem realizadas em uma relubrificação. Na ausência destas informações, o rolamento deve ser preenchido com
a graxa até a metade do seu espaço vazio (somente espaço vazio entre os corpos girantes). Na execução dessas
operações, recomenda-se o máximo de cuidado e limpeza, com o objetivo de evitar qualquer penetração da sujeira
que possa causar danos no rolamento.
OBSERVAÇÃO
Os rolamentos ZZ que vão de 6201 ao 6308 não necessiram ser lubrificados pois sua vida útil está em torno
de 20.000 horas, ou seja, no período da sua substituição.
As tabelas 9.2a e 9.2b se destinam ao período de relubrificação para temperatura do mancal de 70 ºC (para
rolamento até 6312 e NU 312) e temperatura de 85 ºC (para rolamentos 6314 e NU 314 e maiores).
Para cada 15 ºC de elevação, o período de lubrificação se reduz à metade. Os período citados nas tabelas
abaixo, são para uso de graxa Polyrex e não servem para aplicações especiais.
Os motores, quando utilizados na posição vertical, tem seu intervalo de relubrificação reduzido em 50% em
relação aos motores utillizados na posição horizontal.
Como proteção do motor elétrico, recomenda-se a utilização de sensores de temperatura nos rolamentos
(lado acoplado e lado oposto ao acoplado). O valor da temperatura de alarme deverá ser no máximo 110 ºC e o
valor da temperatura de desligamento deverá ser no máximo 120 ºC. Em caso de dúvidas consulte a WEG.
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Tabela 1.2 a - Intervalo de lubrificação e quantidade de graxa para rolamentos. Rolamentos fixos de uma carreira de esferas -
Séries 62 / 63
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Tabela 1.2 b - Intervalo de lubrificação e quantidade de graxa para rolamentos. Rolamentos fixos de rolos - Série NU 3.
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NOTA * : Em caso de indisponibilidade da Mobil Polyrex EM 103, a graxa abaixo podera ser utilizada para aplica-
ções normais.
* Para motores em posição vertical e motores que operam em altas velocidades (EX. 02 polos), utilizar preferencial-
mente a Mobil Polyrex EM 103.
NOTA: Mobil Polyrex EM 103 e Mobil Polyrex EM são graxas da mesma série de produtos e são completamente
compatíveis entre si.
As graxas Mobil Polyrex EM 103 e Mobil Polyrex EM contam com um avançado espessante a base de poliuréia,
agindo em conjunto com uma tecnologia recentemente desenvolvida e patenteada, que assegura o desempenho e
proteção dos rolamentos. Suas principais características de desempenho são:
• Vida útil mais longa e confiável, mesmo sob altas temperaturas;
• Maior durabilidade, mesmo quando sujeitas a esforços mecânicos de cisalhamento;
• Resistência a lavagem por água;
• Resistência a ferrugem e corrosão, mesmo quando em presença de água;
• Devido ao maior grau de consistência NLGI 3, a graa Mobil Polyrex EM 103 permite cobrir com vantagens,
uma grande gama de aplicações, inclusive motores em posição vertical, motores que operam em altas veloci-
dades, dentre outras.
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A desmontagem dos rolamentos não é difícil, desde que sejam usadas ferramentas adequadas (extrator de
rolamentos). As garras do extrator deverão ser aplicadas sobre a face lateral do anel interno a ser desmontado, ou
sobre uma peça adjacente.
É essencial que a montagem dos rolamentos seja efetuada em condições de rigorosa limpeza e por pessoal
qualificado, para assegurar um bom funcionamento e evitar danificações.
Rolamentos novos somente deverão ser retirados da embalagem no momento de serem montados. Antes
da colocação do rolamento novo, se faz necessári verificar se o encaixe no eixo não apresenta senais de rebarba ou
sinais de pancadas. Os rolamentos não podem receber golpes diretos durante a montagem. O apoio para prensar
ou bater o rolamento deve ser aplicado sobre o anel interno.
Após a limpeza, proteger as peças aplicando uma fina camada de óleo protetivo nas partes usinadas a fim
de evitar oxidação.
Tomar cuidado quanto as batidas e/ou amassamento dos encaixes das tampas e da carcaça e na retirada
da caixa de ligação, evitando quebras ou achaduras na carcaça. Durante a remoção dos rolamentos, os mesmos
podem se danificar. Desta maneira, não é recomendada a reutilização dos rolamentos no processo de manutenção.
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IMPREGNAÇÕES:
Proteger as roscas da carcaça através de parafusos apropriados e os encaixes de apoio da caixa de ligação, co-
brindo com esmalte anti-aderente (ISO 287 - ISOLASIL).
O esmalte de proteção das partes usinadas deve ser retirado logo após a cura do virniz de impregnação. Esta op-
eração deve ser feita com a mão, sem uso de ferramentas cortantes.
MONTAGEM:
Fazer inspeção de todas as peças visando detectar problemas como trincas nas peças, partes encaixadas com
incrustações, roscas danificadas, etc.
Montar fazendo uso de martelo de borracha e bucha de bronze, certificando-se de que as partes encaixam entre
si perfeitamente. Os parafusos devem ser montados com as respectivas arruelas de pressão, sendo apertadas
uniformemente.
Em cada intervenção (abertura do motor), as vedações (ex: V’Ring, retentor, etc...) deverão ser substituídas. Para a
vedação labirinto taconite é necessário limpar os labirintos e repor graxa e para a vedação W33eal recomendamos a
substituição dos componentes de borracha além da inserção de nova quantidade de graxa.
TESTES:
Girar o eixo com a mão, observando problemas de arraste nas tampas e anéis de fixação.
Antes da montagem da caixa de ligação, deve-se proceder a vedação das janelas de passagem de cabos na carca-
ça utilizando espuma auto - extinguível (1ª camada), e em motores à prova de explosão existe ainda uma segunda
camada composta de mistura de resina Epoxi ISO 340 com pó de quartzo.
O tempo de secagem da referida mistura é de 2 (duas) horas, período durante o qual a carcaça não deve ser movi-
mentada, devendo permanecer com as janelas (saída dos cabos) virada para cima.
Após a secagem, observar se houve uma perfeita vedação das janelas, inclusive na passagem dos cabos.
Ao montar a caixa de vedação, um cuidado especial no posicionamento da caixa de ligação deve ser observado
para que a junta de vedação não se dobre ou danifique, prejudicando a vedação do motor.
RECOMENDAÇÕES GERAIS
Qualquer peça danificada (trincas, amassamento
de peças usinadas, roscas defeituosas) deve ser
substituída não devendo em hipótese alguma ser
recupeada
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O motofreio consiste de um motor de indução acoplado a um freio monodisco, formando uma unidade com-
pacta e robusta. O motor de indução é totalmente fechado com ventilação externa, com as mesmas características
de robustez e desempenho da linha de motores.
O freio é constituído com poucas partes móveis, que assegura longa duração com o mínimo de manuten-
ção. A dupla face das pastilhas forma uma grande superfície de atrito, que proporciona pequena pressão sobre as
mesmas, baixo aquecimento e mínimo desgaste.
Além disso, o freio é resfriado pela própria ventilação do motor. A bobina de acionamento do eletroimã,
protegida com resina epoxi, funciona continuamente com tensões de 10% acima ou abaixo da nominal.
Sua alimentação é por corrente contínua, fornecida por uma ponte retificadora composta de diodos de silício
e varistores, que suprimem picos indesejáveis de tensão e permitem um rápido desligamento da corrente. A alimen-
tação em corrente contínua proporciona maior rapidez e uniformidade de operação de freio.
APLICAÇÕES:
• Máquinas-ferramenta;
• Teares;
• Máquinas de embalagem;
• Transportadores;
• Máquina de lavar e engarrafar;
• Máquinas de bobinar;
• Dobradeiras;
• Guindastes;
• Pontes-rolantes;
• Elevadores;
• Ajustes de rolos de laminadores;
• Máquinas gráficas
Enfim, em equipamentos onde são exigidos paradas rápidas por questão de segurança, posicionamento e economia
de tempo.
FUNCIONAMENTO DO FREIO:
Quando o motor é desligado da rede, o controle também interrompe a corrente da bobina e o eletroimã para
de atuar. As molas de pressão empurram a armadura na direção da tampa traseira do motor. As pastilhas, que estão
alojadas no disco de frenagem, são comprimidas entre as duas superfícies de atrito, a armadura e a tampa, freiando
o motor até que ele pare.
A armadura é atraíida contra a carcaça do eletroimã, vencendo a resistência das molas. As pastilhas ao fica-
rem livres deslocam-se axialmente em seus alojamentos ficando afastados das superfícies de atrito. Assim , termina
a ação de frenagem, deixando o motor partir livremente.
Opcionalmente pode ser fornecido disco de frenagem de lonas.
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INSTALAÇÃO
O motofreio pode ser montado em qualquer posição, desde que o freio não fique sujeito à penetração excessiva de
água, óleo, poeiras abrasivas, etc, através da entrada de [Link] montado na posição normal, o conjunto moto-
freio obedece o grau de proteção IP55* da ABNT.
ESQUEMAS DE LIGAÇÃO
O motofreio WEG admite três sistemas de ligações, proporcionando frenagem lentas, médias e rápidas.
a) Frenagem Lenta
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b) Frenagem média
Neste caso, intercala-se um contato para interrupção da corrente de alimentação da ponte retificadora no circuito de
CA. É essencial que este seja um contato auxiliar NA do próprio contator ou chave magnética do motor, para garantir
que se ligue ou desligue o freio simultaneamente com o motor.
c) Frenagem rápida
Intercala-se o contato para interrupção diretamente num dos fios de alimentação da bobina, no circuito CC. É ne-
cessário que este seja um contato auxiliar NA do próprio contator ou chave magnética.
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b) Alimentação independente
Para motores de outras tensões, ligar os terminais da bobina do freio a fonte independente de 24 Vcc, porém
sempre com interrupção simultânea com a alimentação do motor. Com alimentação independente, é possível fazer
eletricamente o destravamento do freio conforme figura 10.4.
CONJUGADO DE FRENAGEM
Pode-se obter uma parada mais suave do motor diminuindo o valor do conjugado de frenagem, pela retirada de
parte das molas de pressão do freio.
IMPORTANTE!
As molas devem ser retiradas de maneira que as restantes permaneçam
simetricamente dispostas evitando que continue existindo fricção mesmo
após acionado o motor, e desgaste desuniforme das pastilhas.
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MANUTENÇÃO DO FREIO
Por serem de contrução simples, os motofreios praticamente dispensam manutenção, a não ser a ajusta-
gem periódica do entreferro.
Recomenda-se proceder uma limpeza interna, quando houver penetração de água, poeira, etc, ou por oca-
sião da manutenção periódica do motor.
AJUSTAGEM DO ENTREFERRO
Os motofreios são fornecidos com o entreferro inicial, ou seja, a separação entre a armadura e a carcaça
com o freio aplicado, pré-ajustado na fábrica em seu valor mínimo indicado na tabela 9.4.
Tabela 9.4
Com o desgaste natural das pastilhas, o entreferro aumenta gradativamente, não afetando o bom funciona-
mento do freio até que ele atinja o valor máximo indicado na tabela 9.4. Para reajustar o entreferro a seus valores
iniciais, procede-se como segue:
a) Retirar os parafusos de fixação e remover a tampa defletora.
b) Remover a conta de fixação
c) Medir o entreferro em três pontos, próximos aos parafusos de ajustagem, a qual é feita com um jogo de lâminas
padrão (espião).
d) Se a medida encontrada for maior ou igual ao valor máximo indicado, ou se as três leituras forem diferentes
entre si, prosseguir a ajustagem da seguinte maneira:
1 - Soltar as contraporcas e os parafusos de ajustagem
2 - Ajustar o entreferro ao seu valor inicial indicado na tabela 9.4, apertando por igual os três parafusos de
ajustagem. O valor do entreferro deve ser uniforme nos três pontos de medição e ser de tal forma, que a lâmina
padrão correspondente ao limite interior, penetre livremente em toda a volta, e a lâmina correspondente ao limite
superior não possa ser introduzida em nenhum ponto.
3) Apertar os parafusos de travamento até que sua porta fique apoiada na tampa do motor. Não apertar
em demasia
4) Apertar firmemente as contraporcas.
5)Fazer verificação final do entreferro, procedendo as medições conforme o item 2.
6) Recolher a cinta de proteção
7) Recolocar a tampa defletora, fixando com os parafusos.
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A WEG dispõem de outras opções de freio para applicações mais rigorosas (ex: pontes
rolantes, tracionadores, redutores, etc...). Em caso de dúvidas, consulte a WEG
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Linha 1: ~ Alternado
3 Trifásico
132S Modelo da carcaça
25MAR04 Data de fabricação
BM20035 Nº de série do motor (certidão de nascimento)
* Quando não houver marcação, a elevação de temperatura é normalizada. Para classe de isolamento B, a eleva-
ção de temperatura é 80K.
** Quando não houver marcação, a temperatura ambiente máxima é 40ºC e a altitude máxima é 1000m.
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Linha 10: Caracteriza a participação do produto no Programa Brasileiro de Etiquetagem, coordenado pelo
INMETRO e PROCEL.
Nota: A placa de identificação dos motores monofásicos podem ser diferentes, porém as informações constantes
na mesma são basicamente as mesmas,
4.0 - ARMAZENAGEM
Os motores não devem ser erguidos pelo eixo, mas sim pelo olhal de suspensão localizados na carcaça.
O levantamento ou depósito deve ser suave, sem choque, caso contrário, os rolamentos podem ser danificados.
Se os motores não forem imediatamento instalados, devem ser armazenados em local seco, isento de
poeira, gases, agentes corrosivos, dotados de temperatura uniforme, colocando-os em posição normal e sem
encostar neles outros objetos.
Motores armazenados por um período prolongado, poderão sofrer queda da resistência de isolamento e
oxidação nos rolamentos.
Os mancais e o lubrificante merecem importantes cuidados durante o período de armazenagem. Per-
manecendo o motor inativo, o peso do eixo do rotor tende a expulsar a graxa para fora da área entre as superfí-
cies deslizantes do rolamento, removendo a película que evita o contato metal - com - metal.
Como prevenção contra a formação de corrosão por contato nos rolamentos, os motores não deverão per-
manecer nas proximidades de máquinas que provoquem vibrações, e os eixos deverão ser girados manualmente
pelo menos uma vez por mês.
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Recomenda-se que sejam feitos registros periódicos que serão úteis como referência para se tirar conclusões
quanto ao estado em que a máquina se encontra.
A resistência de isolamento deverá ser checada antes do ínicio de operação através de um megômetro. O valor
mínimo recomendado para uma operação segura e confiável é de 100 MegaOhms. Caso o valor encontrado seja
menor, consulte o Assistente Técnico mais próximo ou a WEG.
1 - EMBALAGEM
Os motores elétricos são fornecidos em embalagens de papelão, plástico e ou madeira. Estes materiais
são recicláveis ou reutilizáveis. Toda a madeira utilizada nas embalagens dos motores WEG provém de refloresta-
mento e não sofre tratamento químico para conservação.
2 - PRODUTO
Os motores elétricos, sob o aspecto construtivo, são fabricados essencialmente com metais ferrosos (aço,
ferro fundido), metais não ferrosos (cobre, alumínio) e plástico.
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• Desbalanceamento;
• Eixo torto;
• Alinhamento incorreto;
• Rotor fora de centro;
Alto nível de ruído • Ligações erradas;
• Corpos estranhos no entreferro;
• Objetos presos entre o ventilador e a tampa defletora;
• Rolamentos gastos / danificados;
• Aerodinâmica inadequada.
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O motor elétrico, de maneira geral, é um produto que possui vida útil longa, porém quanto ao seu des-
carte, a WEG recomenda que os materiais da embalagem e do produto sejam devidamente separados e encamin-
hados para reciclagem.
Os materiais não recicláveis deverão, como determina a legislação ambiental, ser dispostos de forma
adequada, ou seja, em aterros industriais, co-processados em fornos de cimento ou incinerados. Os prestadores
de serviço de reciclagem, disposição em aterro industrial, co-processamento ou incineração de resíduos deverão
estar devidamente licenciados pelo órgão ambiental de cada estado para realizar estas atividades.
O tempo de vida operacional do enrolamento de um motor elétrico monofásico depende de vários fatores,
como: especificação correta (tensão, frequência, número de pólos, grau de proteção, etc.), instalação e operação
correta, etc. Caso ocorra a queima de um motor elétrico, a primeira providência a se tomar é identificar a causa
(ou possíveis causas) da queima, mediante a análise do enrolamento danificado. É fundamental que a causa da
queima seja identificada e eliminada, para evitar eventuais novas queimas do motor. Identificada a causa mais
provável, o usuário deverá eliminá-la e/ou melhorar o sistema de proteção do motor. Para auxiliar na análise, as
fotos e o quadro abaixo apresentam as características de alguns tipos de queimas de enrolamentos e suas pos-
síveis causas.
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O tempo de vida operacional do enrolamento de um motor elétrico trifásico depende de vários fatores,
como: especificação correta (tensão, frequência, número de pólos, grau de proteção, etc.), instalaão e operação
correta, etc. Caso ocorra a queima de um motor elétrico, a primeira providência a se tomar é identificar a causa
(ou possíveis causas) da queima, mediante a análise do enrolamento danificado. É fundamental que a causa da
queima seja identificada e eliminada, para evitar eventuais novas queimas do motor. Identificada a causa mais
provável, o usuário deverá eliminá-lo e/ou melhorar o sistema de proteção do motor. Para auxiliar na análise, as
fotos e o quadro abaixo apresentam as características de aluns tipos de queimas de enrolamento e suas possíveis
causas.
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IMIC - Indústria Mecânica Irmãos Corgozinho
Rua São Francisco de Assis, 20 - Distrito Industrial - Sarzedo
Minas Gerais - Brasil - CEP: 32.450-000
Telefone: +55 31 3399-4400
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