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E.B.S.

do centro de Portugal

Furacões, Sismos e
Tornados
Índice
 Diferença entre um furacão e um tornado
 Descrição das características meteorológicas dos furacões e tornados
 Escala de avaliação dos furacões e tornados
 Áreas mais suscetíveis à formação e à afetação de furacões e tornados á escala
planetária
 Incidência de furacões no arquipélago dos Açores e de tornados no território
continental português
 Consequências da passagem dos furacões e dos tornados nos territórios
 Algumas medidas de proteção antes e durante a passagem de furacões e tornados
 Oque é um sismo?
 As causas dos sismos
 Escala de avaliação dos sismos
 As áreas mais suscetíveis a formação e a afetação dos sismos
 Consequências dos sismos
 Medidas de prevenção/proteção durante e após o sismo
Introdução
 Neste trabalho vamos abordar o tema sobre os
furações, tornados e sismos. Com este trabalho
pretendemos aprofundar os conhecimentos que
aprendemos nas aulas.
 Para a produção do trabalho nós recorremos a
pesquisas na internet e do livro.
Diferença entre um furacão e um
tornado
Furacão Tornado

Formam-se sobre oceanos quentes; Formam-se sobre a terra;

Diâmetro máximo de 1500 Km, a Diâmetro máximo de 2 Km, a velocidade


velocidade dos ventos vai de 118 a 300 dos ventos pode chegar a 500 Km/h;
Km/h;
Pode durar até semanas; Pode durar entre 10 minutos até 1 hora;

Pode ser visto no espaço. Não pode ser visto no espaço.


Descrição das características
meteorológicas dos furacões e tornados

Furacões Tornados
 Tem origem no mar;  São as perturbações
 Resultam de mais violentas na
enormes sistemas de
atmosfera;
baixas pressões.  Podem gerar ventos
mais fortes do que o dos
furacões;
 São um remoinho de
vento.
Escala de avaliação dos furacões e
-Furacões tornados
Categoria Velocidade do vento Efeito
1 119 a 153 Km/h Algumas inundações; poucos
ou nenhuns danos estruturais;
2 155 a 177 Km/h Queda de árvores; danos em
telhados (telhas arrancadas);
3 178 a 209 Km/h Inundações; danos estruturais;
habitações sem alicerces
destruídas;
4 210 a 248 Km/h Inundações; telhados
arrancados; grandes danos
estruturais;
5 Acima de 249 Km/h Inundações; sérios danos em
maioria às casas de madeira
-Tornado
Escala Velocidade do vento Danos

0 64 a 116 Km/h Árvores partidas; danos em


chaminés;
1 117 a 180 Km/h Casas arrancadas das bases;

2 181 a 252 Km/h Casas destruídas; queda de


árvores;
3 253 a 330 Km/h Carros destruídos; queda de
telhas e de paredes;

4 331 a 419 Km/h Demolição de paredes fortes;

5 420 Km/h ou mais Casas arrastadas e arrancadas


a consideráveis distancias;
Áreas mais suscetíveis à formação e à
afetação de furacões e tornados á
escala planetária
Incidência de furacões no arquipélago
dos Açores e de tornados no território
continental português
 Comparando o clima anual dos Açores com o resto da Europa,
observamos que:
 Nos Açores, o mês mais seco é julho e tem 9 mm de precipitação. O
mês mais seco é janeiro, com uma média de 144 mm.
 Na Europa, abril é o mês mais seco com 2 mm. O mês de maior
precipitação é agosto, com uma média de 74 mm.
Consequências da passagem dos
furacões e dos tornados nos territórios

Furacões Tornados
▶ Destruição de veículos, edifícios, ▶ Ramos de árvores, e sinais de
pontes, etc; trânsito destruídos;
▶ Inundações; ▶ Telhas arrancadas;
▶ Queda de árvores; ▶ Garagens parcialmente destruídas e
▶ Danos em telhados, portas e janelas. automóveis deslocados;
▶ Casas móveis destruídas;
▶ Casas completamente destruídas;
▶ Ventos fortes e destruição total.
Algumas medidas de proteção antes e
durante a passagem de furacões e
tornados

 Antes da passagem de um furacão ou um terramoto:


 Estabeleça um plano de emergência;
 Conheça o plano de evacuação da área;
 Organize um lista de contactos importantes;
 Armazene alimentos, mantimentos e medicamentos;
 Reforce portas, janelas e telhados;
 Carregue telemóveis, radio e janelas;
 Depois da passagem de furacões ou um terramoto:
 Trate das lesões;
 Verifique os danos;
 Ajude os outros.
Oque é um sismo?
 Um sismo ou terramoto é uma súbita libertação de tensão acumulada por
rotura dos materiais na crosta terrestre. Quando a deformação desses
materiais excede a força de coesão das rochas sob tensão eles partem-se
através de planos de fraqueza os quais que podem já ser preexistentes.
 A presença de líquidos e a temperatura são fatores que facilitam a
libertação destas tensões. O local em profundidade onde se inicia a rotura
é denominado hipocentro e o ponto à superfície na sua vertical é
denominado epicentro. Por vezes, devido à forte direcionalidade do padrão
de distribuição de energia e a uma maior profundidade do foco do sismo, o
epicentro pode não ser exatamente o local mais afetado.
As causas dos sismos
 Sismos tectónicos: são devidos a movimentos tectónicos. (1, 2 e 3). Podem ter
origem em forças de vários tipos:
1. Compressivas: os materiais são comprimidos, tendendo a diminuir a distância
entre as massas rochosas.
2. Distensivas: levam ao estiramento e alongamento do material, aumentado a
distância entre as massas rochosas.
3. Cisalhamento: os materiais são submetidos a pressões que provocam
movimentos horizontais, experimentando alongamento na direção do
movimento e estreitamento na direção perpendicular ao movimento.
 Sismos de colapso: são devidos a abatimentos em grutas e cavernas ou ao
desprendimento de massas rochosas.
 Sismos vulcânicos: são provocados por fortes pressões que um vulcão
experimenta antes de uma erupção e por movimentos de massas magmáticas
relacionados com fenómenos de vulcanismo.
Escala de avaliação dos sismos
Escala de Escala de Número de sismos Efeito em áreas povoadas
magnitude de intensidade por ano
RICHTER MERCALLI
<3,4 I 800 000 Registado só por sismógrafos
3,5-4,2 II e III 30 000 Sentido por algumas pessoas
4,3-4,8 IV 4 800 Sentido por muitas pessoas
4,9-5,4 V 1 400 Sentido por toda a gente
5,5-6,1 VI e VII 500 Pequenos danos em edifícios
6,2-6,95 VIII e IX 100 Muitos edifícios danificados
7,0-7,3 X 15 Danificações profundas, pontes
partidas, fraturas em paredes
7,4-7,9 XI 4 Grandes danos, colapso de
edifícios
>8 XII 1 entre 5 e 10 anos Danificação total, ondas na
superfície do solo, objetos
atirados pelo ar
As áreas mais suscetíveis a
formação e a afetação dos sismos
Consequências dos sismos
 A ocorrência de um sismo traz sempre muitas consequências, entre
elas mortes, cortes de energia e danos nos meios de comunicação,
desalojamento de pessoas, destruição de estradas, quedas de
edifícios e destruição de edifícios, etc…
 Dependendo do pais ou da região estas consequências sísmicas
podem ser mais devastadoras ou não devido à maior preparação ou
não eventual de um sismo.
Medidas de prevenção/proteção
durante e após o sismo
Durante um sismo Após um sismo
 Se estiver em casa vá para um lugar  Cortar imediatamente o gás,
seguro debaixo de uma mesa eletricidade e água porque pode
resistente ou da cama; haver fugas;;
 Afastar-se de vidros, janelas ou  Utilizar a lanterna a pilhas e não
objetos que possam cair; acender velas, fósforos ou isqueiros;
 Na rua ir para um local aberto.  Ficar afastado de fios elétricos
 Afastar de postes de eletricidade, soltos e não tocar nos objetos
árvores, candeeiros, edifícios e metálicos que esteja em contacto
muros; com os fios;
 Nos locais com muitas pessoas não  Ficar atento à queda de objetos;
correr para a saída, ir para um lugar  Cumprir as recomendações
seguro, rapidamente e não sair de transmitidas pela rádio.
lá antes de o sismo terminar.
Conclusão
 Com este trabalho ficámos a conhecer mais sobre os sismos, os
furacões e os tornados.
 Este trabalho foi feito no âmbito da disciplina de geografia, e
contribuiu para o nosso conhecimento nas aulas.
 Com este trabalho cumprimos o objetivo que nos fora proposto.
Bibliografia
 http://geoap.blogspot.pt/2008/02/tornados-e-furaces.html
 http://escolakids.uol.com.br/diferenca-entre-furacao-e-
tornado.htm
 http://www.obichinhodosaber.com/2015/10/27/geografia-
9o-riscos-naturais/
 http://www.escolavirtual.pt/html/AulasExemplo/9geo_09_1/i
ndex.html