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CURSO BOMBAS

1
ÍNDICE

 INTRODUÇÃO
 OBJETIVOS
 CARACTERÍSTICAS DA POLPA
 PROJETO DE BOMBAS DE
POLPA
 COMPONENTES PRINCIPAIS
DAS BOMBAS DE POLPA
 CONCEITOS PARA SELEÇÃO DE
MATERIAIS
 PROPRIEDADES DA POLPA
 EXEMPLO DE SELEÇÃO

2
OBJETIVOS

•• REPASSAR
REPASSARCONCEITOS
CONCEITOS ELEMENTARES
ELEMENTARESEE
BÁSICOS
BÁSICOSPARA
PARAAAOPERAÇÃO
OPERAÇÃO ADEQUADA
ADEQUADAEE
EFICIENTE
EFICIENTEDAS
DASBOMBAS
BOMBASCENTRIFUGAS
CENTRIFUGASDE
DEPOLPA
POLPA

3
BOMBEAMENTO

O TRANSPORTE DE POLPA É
UTILIZADO EM UM GRANDE
RANGE DE APLICAÇÕES E
NORNALMENTE É UTILIZADO
BOMBAS CENTRÍFUGAS .
AS APLICAÇÕES MAIS COMUNS SÃO :
- TRANSFERÊNCIAS DE POLPAS
- DESCARGA DE MOINHOS
- DRAGAGENS

4
CARACTERÍSTICAS
DA POLPA

 AS LAMAS ( POLPAS ) PODEM


SER CLASSIFICADAS EM DOIS
GRUPOS :
 MISTURAS HOMOGÊNEAS
 MISTURAS HETEROGÊNEAS

SÃO CONSIDERARADAS
MISTURAS HOMOGÊNEAS AS
QUE OS SÓLIDOS ESTEJAM
EM SUSPENSÃO

5
PRINCIPAIS DIFERENÇAS
ENTRE BOMBAS DE POLPA
E BOMBAS DE ÁGUA

 PARTES INTERNAS CONSTRUIDAS


EM MATERIAL RESISTENTE A
ABRASÃO, EROSÃO E CORROSÃO;
 PASSAGENS INTERNAS MAIS
LARGAS PARA EVITAR BLOQUEIO ;
 MAIOR ESPESSURA DAS PEÇAS;
 FOLGAS DE ESCOAMENTO DEVEM
SER EVITADAS;
 CONJUNTOS DE MANCAIS MAIS
ROBUSTOS;
 SISTEMA ESPECIAL DE VEDAÇÃO
DO EIXO.

6
PRINCIPAIS
COMPONENTES DAS
BOMBAS DE POLPA

 ROTORES

 CARCAÇAS

 VEDAÇÃO DO EIXO

7
ROTORES
 OS ROTORES SÃO O ELO NA
TRANSFERÊNCIA DA ENERGIA
MECÂNICA GERADA NO MOTOR EM
ENERGIA CINÉTICA E
POSTERIORMENTE EM ENERGIA
POTENCIAL GRAVITACIONAL.
 OS ROTORES PODEM SER
CLASSIFICADOS CONFORME SUA
APLICAÇÃO :
ROTORES STANDARD;
ROTORES DE ALTA EFICIÊNCIA;
ROTORES PARA BOMBAS DE DRAGA;
ROTORES PARA DRAGAGEM;
ROTORES BOMBAS VERTICAIS;
ROTORES PARA ESPUMA.

8
ROTORES STANDARD

9
ROTORES DE ALTA
EFICIÊNCIA

10
COMPARAÇÃO
ROTORES STANDARD
E HE

11
ROTORES DE
BOMBAS DE DRAGAS

12
ROTORES DE
BOMBAS VERTICAIS

13
ROTORES DE
BOMBAS DE ESPUMA

14
SELEÇÃO DE
ROTORES

 DEVIDO A TRAJETÓRIA DAS


PARTÍCULAS ALTERAR COM A
GRANULOMETRIA É DESEJÁVEL
DIFERENTES TIPOS DE ROTORES.
 PARTÍCULAS FINAS SÃO ARRASTADAS
POR QUALQUER TURBULÊNCIA NO
FLUXO .
 PARA REDUZIR A TURBULÊNCIA
UTILIZE ROTOR DE ALTA EFICIÊNCIA
PERTO DO Qbep.
 PARTÍCULAS GROSSAS POSSUEM
MAIOR INÉRCIA E NÃO
NECESSARIAMENTE SEGUEM O
FLUÍDO.
 USE ROTORES STANDARD (PARA
POLPA GROSSAS) QUE FORAM
PROJETADOS PARA TRAJETÓRIA DE
PARTÍCULAS ( NÃO FLUÍDO) 15
ROTORES DE ALTA
EFICIÊNCIA

 ROTORES INTERCAMBIÁVEIS
OBJETIVOS
 MELHOR EFICIÊNCIA
 NPSHR MAIS BAIXO
 MESMA RELAÇÃO H-Q
 MAIOR VIDA
 GERALMENTE UTILIZADOS
PARA POLPAS “FINAS”
d50<200 microns
 SOMENTE ROTORES EM METAL
 NÃO HÁ PALHETAS EXTERNAS
 SELAGEM POR GAXETAS.

16
CARCAÇAS

 AS BOMBAS DE POLPAS
PODEM SER
FABRICADAS COM
CARCAÇAS REVESTIDAS
OU CARCAÇAS EM
METAL SEM
REVESTIMENTO.

17
BOMBAS COM
CARCAÇAS
REVESTIDAS

 AS BOMBAS COM CARCAÇAS


REVESTIDAS POSSIBILITAM A
UTILIZAÇÃO DE UMA VASTA GAMA
DE MATERIAIS NOS
REVESTIMENTOS QUE PODEM SER:
ELASTÔMEROS OU REVESTIMENTOS
METÁLICOS
 A WEIR ( WARMAN /ASH) É O
ÚNICO FABRICANTE QUE FORNECE
ESTA VANTAGEM, CAPACITANDO
NOSSAS BOMBAS A UMA GRANDE
VARIEDADE DE APLICAÇÕES .
PODEMOS CITAR POR EXEMPLO AS
BOMBAS DA SÉRIE
AH,AHP,L,M,SRH,SRC.

18
BOMBAS COM
CARCAÇAS
REVESTIDA

19
BOMBAS COM
CARCAÇAS
REVESTIDA

20
INTERCAMBIABILIDADE
ENTRE BOMBAS

21
BOMBAS COM
CARCAÇAS EM
METAL DURO

 AS BOMBAS COM
CARCAÇAS NÃO
POSSIBILITAM A
INTERCABIALIDADE ENTRE
OS MATERIAIS .
 PODEM CITAR COMO
EXEMPLO AS BOMBAS
DÓS TIPOS: G, GH, D,
AHU,MMC

22
BOMBAS COM
CARCAÇAS

23
VEDAÇÃO DO EIXO

 A EFICIÊNTE VEDAÇÃO DO
EIXO É UM FATOR
IMPORTANTE NO PROJETO
DAS BOMBAS DE POLPA.

 HÁ TRÊS TIPOS PRINCIPAIS


DE VEDAÇÃO DO EIXO :
- SELAGEM HIDRODINÂMICA;
- SELAGEM CENTRÍFUGA;
- SELAGEM MECÂNICA.

24
SELAGEM POR
GAXETAS

A SELAGEM POR GAXETAS


CONSITE NA INJEÇÃO DE
LÍQUIDO PRESSURISADO EM
UMA CÂMARA, CAIXA DE
GAXETA,ONDE ESTÃO
ALOJADOS OS ANEIS DE
GAXETAS E O ANEL
DISTRIBUIDOR ( ANEL
LANTERNA OU ANEL
RESTRITOR).

25
ÁGUA DE SELAGEM

 A PRESSÃO DA ÁGUA DE SELAGEM


DEVER SER SUPERIOR A PRESSÃO
DE DESCARGA DA BOMBA (Pd),
VARIANDO ENTRE: (0,35Kgf/Cm2-
0,50Kgf/Cm2).
 A VAZÃO DA ÁGUA DE SELAGEM
DEVER SER SUFICIENTE PARA
PROPORCIONAR A SELAGEM,
REFRIGERAÇÃO, LIMPEZA E
LUBRIFICAÇÃO.
 A VAZÃO DE ÁGUA DEPENDERÁ
DO TIPO DE MONTAGEM DA
SELAGEM ESCOLHIDA E DO
TAMANHO DO CONJUNTO DE
26
MANCAL.
CÁLCULO DA VAZÃO DA
ÁGUA DE SELAGEM

Qs = 1,5xDxCxPI ; ONDE
Qs = VAZÃO DA ÁGUA DE SELAGEM (l/s)
D = DIÂMETRO MÉDIO DO ANEL (m).
ISTO É, O DIÂMETRO EXTERNO DA LUVA.
C = FOLGA RADIAL ENTRE A LUVA DO EIXO
E O ANEL RESTRITOR(mm).

NA PRÁTICA A VAZÃO DE ÁGUA DE SELAGEM


É FORNECIDA PELO O FABRICANTE DAS BOMBAS :
EXEMPLO : MANCAL D
ANEL RESTRITOR METÁLICO = O,55 l/s
ANEL RESTRITOR EM TEFLOM = 0,15 l/s
ANEL DE ENCOSTO (NECK RING) = 0,033l/s

27
SELAGEM POR
GAXETA - ANEL
RESTRITOR

28
SELAGEM POR
GAXETA - ANEL
RESTRITOR TEFLON

29
SELAGEM POR
GAXETA
NECK-RING

30
SELAGEM POR
GAXETAS

 VANTAGENS:
- BAIXO CUSTO DE IMPLANTAÇÃO;
- FÁCIL MANUTENÇÃO;
- ROBUSTOS;
- SEGURANÇA OPERACIONAL;
- FALHA GRADUAL;
- POTÊNCIA MÉDIA;
- PRESSÃO ALTA.
 DESVANTAGENS:
- INTERFENÇÃO FREQÜENTE;
- CONTAMINAÇÃO .

31
ÁGUA DE SELAGEM

LIMPA

PRESÃO
35 a 50 kpa SUPERIOR a
pressão de descarga de cada
bomba.
(En Shut off)

VAZÃO
(VER MANUAL)
1.7 l/s para 12/10 T-AHP
32
VAZÃO DA
ÁGUA DE SELAGEM

33
SELAGEM
CENTRÍFUGA

 O SELO CENTRÍFUGO É UM
SELO DINÂMICO A SECO,
SOMENTE EFETIVO
ENQUANTO A BOMBA
ENCONTRA-SE EM OPERAÇÃO,
TORNANDO NECESSÁRIO A
UTILIZAÇÃO DE UM SELO
SECUNDÁRIO. O SELO
CENTRÍFUGO PODE SER
OFERTADO EM METAL OU
ELASTÔMERO

34
SELO CENTRÍFUGO
EM METAL

35
SELAGEM
CENTRÍFUGA

MARCADO PELO

ANEL HIDRAULICO

36
SELAGEM
CENTRÍFUGA

 PRINCIPAIS VANTAGENS
BAIXO CUSTO;
NÃO HÁ CONTAMINAÇÃO;
FÁCIL MANUTENÇÃO;
SEGURANÇA OPERACIONAL;
POTÊNCIA MÉDIA.
 DESVANTAGENS
SELAGEM DINÂMICA;
SELO SECUNDÁRIO;
LIMITAÇÃO DE OPERAÇÃO
37
SELAGEM
CENTRÍFUGA

 AS PRINCIPAIS RESTRIÇÕES
OPERACIONAIS.

- PRESSÃO DE SUCÇÃO
INFERIOR A 10% DA
PRESSÃO DE DESCARGA;
- SELAGEM DINÂMICA;
- SUCÇÃO NEGATIVA;
- BOMBAS EM SÉRIE.

38
INTERCAMBIABILIDADE
ENTRE SELOS

39
SELO MECÂNICO

OS SELOS MECÂNICOS SÃO


UTILIZADOS QUANDO É
NECESSÁRIO A COMPLETA
ESTANQUIDADE E/OU
QUANDO É NECESSÁRIO
OPERAR COM LÍQUIDOS
QUE NÃO PODEM SER
CONTAMINADOS OU
CONTAMINANTES.
40
SELO MECÂNICO

PRINCIPAIS VANTAGENS:
- NÃO HÁ CONTAMINAÇÃO DO
FLUÍDO BOMBEADO;
- GRANDE CAPACIDADE DE
SELAGEM;
- BAIXO CONSUMO.

PRINCIPAIS DESVANTAGENS:
- BAIXA SEGURANÇA OPERACIONAL;
- FALHA REPENTINA;
- CUSTO ELEVADO;

41
SELEÇÃO DE
MATERIAIS

A SELEÇÃO DO TIPO DE MATERIAIS


DEPENDERÁ DE VÁRIOS FATORES ,
PRINCIPALMENTE:

1- TIPO DE BOMBA;
2- VELOCIDADE DA BOMBA;
3- MODELO DA BOMBA.

42
SELEÇÃO DE
MATERIAIS

OS DADOS BÁSICOS NECESSÁRIOS


PARA A SELEÇÃO DO TIPO DO
MATERIAL SÃO :

1- TAMANHO DA PARTÍCULAS;
2- CARACTERÍSTICAS DA PARTICULAS
2- PROPRIEDADE S DO LÍQUIDO

d50 - MALHA (DIÂMETRO) QUE 50%


DO MATERIAL É PASSANTE.

43
SELEÇÃO DE
MATERIAIS

OS MATERIAIS UTILIZADOS NA
FABRICAÇÃO DOS REVESTIMENTOS
E ROTORES PODEM SER DIVIDIDOS
EM DOIS GRUPOS :

- ELASTÔMEROS ;
- METAL.

VP = (DRxRPMxpi)/60

VP = VELOCIDADE PERIFÉRICA (m/s)


DR = DIÂMETRO DO ROTOR (m)
RPM = ROTACÃO (rpm)

44
SELEÇÃO DE
MATERIAIS

BORRACHA NATURAL:

- EXCELENTE RESISTÊNCIA A
EROSÃO, MAS LIMITADO A
PARTÍCULAS DE NO MÁXIMO 5mm;
- VELOCIDADE PERIFÉRICA
LIMITADA AO MÁXIMO DE 25m/s,
COMPOSTOS ESPECIAIS PODEM
CHEGAR A 32m/s;
- NÃO APLICÁVEL PARA ÓLEOS ,
SOLVENTES E ÁCIDOS FORTES;
- NÃO INDICADO PARA
TEMPERATURAS SUPERIORES A 70
GRAUS;
- NÃO APLICÁVEL PARA MATERIAIS
ANGULARES; 45
SELEÇÃO DE
MATERIAIS

POLIURETANO

- INDICADO PARA REVESTIMENTO E


ROTOR QUANDO A VELOCIDADE
PERIFÉRICA FOR SUPERIOR A
28m/s;
- BOA RESISTÊNCIA A EROSÃO E AO
IMPACTO DIRETO;
- MENOR RESISTÊNCIA A EROSÃO DE
PARTÍCULAS FINAS;
- NÃO UTILIZÁVEL A TEMPERATURAS
SUPERIORES A 70 GRAUS.

46
SELEÇÃO DE
MATERIAIS

ELASTÔMEROS SINTÉTICOS (NEOPREME,


BUTYL , HYPALON , VITON E OUTROS) SÃO
NORMALMENTE UTILIZADOS COMO
REVESTIMENTO E ROTOR QUANDO AS
CARACTERÍSTICAS CORROSIVAS E AS
DEMAIS INDICAÇÕES SÃO PARA A
UTILIZAÇÃO DE ELASTÔMEROS.

- MENOR RESISTÊNCIA A EROSÃO QUE A


BORRACHA NATURAL;
- MAIOR RESISTÊNCIA QUÍMICA QUE A
BORRACHA NATURAL;
- GERALMENTE PODEM OPERAR A
TEMPERATURAS MAIS ELEVADAS QUE A
BORRACHA NATURAL E ELASTÔMEROS .

47
SELEÇÃO DE
MATERIAIS

METAL
OS METAIS RESISTENTES A
ABRASÃO E/OU CORROSÃO PODEM
SER USADOS NOS REVESTIMENTOS
E ROTORES ONDE AS CONDIÇÕES
NÃO PERMITEM A UTILIZAÇÃO DE
ELASTÔMEROS .

1- VELOCIDADE PERIFÉRICA
SUPERIOR A 32m/s;
2- PARTÍCULAS ANGULOSAS;
3- TEMPERATURAS ELEVADAS;

48
COMO SE PRODUZ O
BOMBEAMENTO

49
PROPRIEDADE DA
POLPA

 ABRASÃO;
 EROSÃO;
 CORROSÃO;
 CONCENTRAÇÃO DE
SÓLIDOS

50
COMO
COMO SE
SE PRODUZ
PRODUZ

PRESSÃO
PRESSÃOEXTERNA
EXTERNA++FORÇA
FORÇACENTRIFUGA
CENTRIFUGA
PRESSÃO
PRESSÃOATMOSFÉRICA+ENERGIA
ATMOSFÉRICA+ENERGIAMOTRIZ
MOTRIZ

51
COLUNA
HEAD
HEAD ALTURA
ALTURA

52
ALTURA DE COLUNA DE
LÍQUIDO
 METROS DE ÁGUA

 METROS DE POLPA

 METROS DE LÍQUIDO

 PRESSÃO

53
ALTURA
ALTURA DINÂMICA
DINÂMICA

TDH=Hd+/-
TDH=Hd+/- Hs
Hs++ Hf
Hf
TDH=
TDH= 20-5
20-5+0
+0=15
=15mm
TDH=20-5
TDH=20-5+10
+10m
m

54
TDH
TDH ALTURA
ALTURA DINAMICA
DINAMICA

55
ALTURA DINÂMICA
TOTAL
 COLUNA DE LIQUIDO EM
MOVIMENTO
 TDH=Hd-(+)Hs+Hf+Hp+Hv= metros

 E a altura de coluna de lÍquido que a


bomba tem que produzir para manter
uma quantidade de fluIdo passando
através de um sistema determinado.

 Hd=Altura estática de Descarga


 Hs=Altura estática de Sucção
 Hf=Perdas por Fricção(metros)
 Hp=Pressão de Recipiente final(mts)
Ex . Ciclone
56
COLUNA de
POLPA

 A altura de coluna que produz uma


bomba centrífuga é independente da
densidade do fluído.

 A altura de coluna que produz uma


bomba centrífuga é dependente das
partículas sólidas.

 As partículas sólidas incrementam a


fricção e o consumo de energia.

57
CORREÇÃO
por SÓLIDOS
 FATOR DE CORREÇÃO HR

 É um fator empírico que se obtém de


Gráficos especiais
gráficos que relacionão as perdas por
fricção em função do tamanho médio
das partículas sólidas.

O fator se aplica aos cálculos e


curvas para obter a altura
equivalente de água

58
CORREÇÃO POR
SÓLIDOS

59
CORREÇÃO POR
SÓLIDOS

60
PRESSÃO
 SE ESPRESSA EM Kpa ou Kgf/cm2

 A PRESSÃO QUE UMA BOMBA


CENTRIFUGA PODE DESENVOLVER, ESTA
DETERMINADA P ELO DIÂMETRO DE SEU
ROTOR E SUA VELOCIDADE.

 A uma determinada velocidade(rpm)


uma bomba centrífuga alcança a
máxima pressão quando sua
descarga està bloqueada.

 Pressão na saída
Pd=(Hd+Hs)x9.81 x Sm polpa=kPa
1Kpa=0.01 Bar
1 Bar=100 kPa 61
CURVAS
CURVAS TIPICAS
TIPICAS
QQl/s-
l/s- HH m-
m- rpm-
rpm- EFF
EFF %
%-- NPSHr
NPSHr m
m

62
FATOR
FATOR HR
HR ee ER
ER

DD50(mm)
50(mm) %
%SOLIDOS
SOLIDOS em
emVOLUME
VOLUME Cv Cv
Pe
PeSOLIDOS
SOLIDOS Diam.
Diam.Impulsor
Impulsor(mm)
(mm)

63
NPSH
 ALTURA POSITIVA DE SUCÇÃO

 NPSH (Net Positive Suction Head)


 A altura positiva existente na entrada da
bomba é igual a:
 NPSHa=(Pressão Atmosférica)-
(pressão de vapor)+Hs-Hf-Hv= metros
coluna.
 Pressão atmosférica= Varia com a
altitude
 Pressão de vapor= Varia com a
temperatura e tipo de liquido.
 Hs= Altura de liquido de sucção. Positivo
sobre a bomba. Negativo abaixo da
bomba.
 Hf &Hv=Perdas por fricção e por
instalação.

64
NPSHa
NPSHa

65
EFICIÊNCIA
A bomba centrifuga é uma máquina que
transforma energia mecânica em cinética
.
 Parte da energia primária( fornecida
geralmente por um motor elétrico) se gasta
em vencer resistências do sistema de
transmissão (acoplamentos-rolamentos-
selagem).

 A eficiência hidráulica ou eficiência de


bombeamento é a relação entre a energia
absorvida pelo rotor e a efetivamente
transferida ao fluido em forma de pressão
ou de coluna de líquido.

 É uma caracteristica particular de cada


bomba. Se expressa como %, se encontra
graficada nas curvas caracteristicas.

66
67
EFICIÊNCIA
 É uma caracteristica particular de cada
bomba. Se expressa como %, se
encontra graficada nas curvas
caracteristicas.
 As curvas caracteristicas se referem
sempre à água limpa. Os
procedimentos de medição estão
regulados por Normas internacionais.

 Alguns fatores que afetam a eficiência de


uma bomba centrifuga são:
 geometria do rotor e voluta
 folga entre os componentes
 velocidade do fluido
 recirculação desde a periferia até o
olho do rotor.
 recirculação centrifuga
68
EFICIÊNCIA COM
POLPAS
 Os sólidos em suspensão afetam a
eficiência por:

 Energia absorvida por choque


entre partículas sólidas e entre
estas e as paredes da bomba;

 Deslizamento entre as partículas e


o líquido;

 Formação de vortices e turbilham.

 A % de sólidos -o tamanho, forma e


distribuição granulométrica-a Sm e
outras características da polpa alteram a
eficiência da bomba com respeito a seu
comportamento com água limpa.
69
CAVITAÇÃO
CAVITAÇÃO

70
CAVITAÇÃO
DEFINIÇÃO
 cavitação é a formação de bolhas de vapor
no interior da bomba. As bolhas se geram
como uma ebulição instantânea e violenta
quando um líquido esta sobmetido a uma
pressão inferior à sua pressão de vapor,
a qual pode se suceder no olho do rotor. A
pressão de vapor é peculiar de cada líquido
e é função da temperatura e altitude.
 NPSHd maior que NPSHr
 . O sistema de alimentação da bomba tem
que ser capaz de criar uma pressão
positiva no olho do rotor ( NPSHd) maior
que a pressão que requere a
bomba(NPSHr) para não produzir
cavitação.

71
CAVITAÇÃO
COMO SE PRODUZ

••
NPSHa<
NPSHa< NPSHr
NPSHr
•• .-- PRESSÃO
. PRESSÃO DE
DE VAPOR
VAPOR
(TEMPERATURA)
(TEMPERATURA)
•• .-PRESSÃO
.-PRESSÃOATMOSFÉRICA
ATMOSFÉRICA
(ALTITUDE)
(ALTITUDE)
•• .-BAIXO
.-BAIXO NÍVEL
NÍVEL DE
DE SUCÇÃO
SUCÇÃO
•• .-OBSTRUÇÃO
.-OBSTRUÇÃO NA
NASUCÇÃO
SUCÇÃO
•• .-VAZÃO
.-VAZÃO EXCESSIVA
EXCESSIVA
•• .-BOMBA
.-BOMBAINADEQUADA
INADEQUADA

72
73
EFEITOS da
CAVITAÇÃO
 A cavitação causa sérios
problemas às bombas, entre
outros:
 -diminui a altura ou pressão
de descarga
 -diminui a vazão(pode
chegar a zero)
 -baixa drasticamente a
eficiência
 -produz violento
desgaste no rotor
 -danos mecânicos ao eixo,
rolamentos

74
75
NPSHr
NPSHr
MEDIÇÃO
MEDIÇÃOSEGUNDO
SEGUNDONORMAS
NORMASINTERNACIONAIS
INTERNACIONAIS

76
ENTRADA
ENTRADA DE
DE AR
AR

NÃO
NÃO ÉÉ CAVITAÇÃO
CAVITAÇÃO
BOMBEAMENTO
BOMBEAMENTO INTERMITENTE
INTERMITENTEOU
OUNULO
NULO
RUIDO
RUIDO EE VIBRAÇÃO
VIBRAÇÃO

77
AR
AR ENTRANDO
ENTRANDO
FLUXO
FLUXO INTERMITENTE
INTERMITENTE OU
OU NULO
NULO

NA
NALINHA
LINHADE
DESUCÇÃO
SUCÇÃO==PODE
PODEPROVOCAR
PROVOCARCAVITAÇÃO
CAVITAÇÃO

DENTRO
DENTRODA
DABOMBA=
BOMBA=DETÉM
DETÉMOO BOMBEAMENTO
BOMBEAMENTO

NA
NALINHA
LINHADE
DEDESCARGA=FLUXO
DESCARGA=FLUXOINTERMITENTE
INTERMITENTEOU
OUNULO
NULO

78
DEFINIÇÕES
NPSH.-Diferença entre a pressão absoluta na sucção da bomba e a
pressão absoluta de vapor de líquido.Ambas se expressão
geralmente em METROS DE ÁGUA.

NPSHd.-(disponivel).É função do sistema em que opera a bomba é


particular para cada instalação. Por exemplo o NPSH disponivel em
um vaso de água a 30°C ao nível do mar é de 10.3(atm)-.5
(vapor)=9.8 mts coluna água=96.3kPa.A 80*C será 10.3-5.0=5.3 e
zero a 100*C.

NPSHr.-(requerido)É uma função do desenho da bomba. É fornecido


pelo fabricante nas curvas curvas de perfomance. O NPSH
disponivel tem que ser maior ao requerido para que se produza
bombeamento e não exista cavitação.

PRESSÃO ABSOLUTA. É a pressão real que existe em um ponto do


sistema. É a soma algébrica da pressão atmosférica com a
manométrica.Por exemplo no fundo de um tanque de 5 mts. cheio
de água a nvel do mar se tem 10.3+5.0=15.3=150kPa.

VELOCITY HEAD.-Em um sistema de bombeamento é a energia cinética


da massa líquida em movimiento. É equivalente aos metros de caída
livre que necessita a massa líquida para adquirir tal velocidade.
É igual à velocidade ao quadrado dividida por 2g.Se expressa em
metros de coluna de líquido.

79
ALIMENTAÇÃO
ALIMENTAÇÃO NEGATIVA
NEGATIVA
ALTURA
ALTURAMÁXIMA
MÁXIMADE
DE SUCÇÃO
SUCÇÃO

HHMax.
Max. == PRESSÃO
PRESSÃO ATMOSFÉRICA
ATMOSFÉRICA(Altitud)
(Altitud)

80
 MÁXIMA ALTURA DE
SUCÇÃO
 A bomba necessita que uma energia externa
empurre o fluido até seu flange de sucção a
uma pressão maior que o NPSHr.
 Em um sistema aberto para a atmosfera a
energia é suprida pela pressão atmosférica e
pela coluna de líquido.
 A altura teorica máxima que uma bomba
pode levantar em condições ideais sem
perdas por fricção ou outras restrições é igual
à pressão atmosférica ( em metros de
liquido) menos o NPSHr.
 EXEMPLO
 Até que profundidade pode succionar água
uma bomba nas seguintes condições:
NPSHR = 5m
Temperatura=30*C=.4m pressão vapor
Elevação=250m Perdas por fricção=1 m

LEVANTE MÁX.=10.0-5.0-1.0-.4?=3.6metros

81
82
LIMITAÇÕES.
 Como todo artefato mecânico as bombas tem
suas limitações que devemos conhecer e
respeitar.

 PRESSÃO.-O fabricante especifica a pressão


interior máxima que pode suportar. Nas
bombas centrífugas é uma função da velocidade
e é muito difìcil ultrapassa-la se a bomba foi bem
selecionada.

 VELOCIDADE (rpm).Limitada pelas


características mecânicas do eixo-rolamentos-
lubricação-velocidade crítica. Limitada pelos
materiais em contato com o fluido.(tip speed) e
pelo desgaste erosivo (nas bombas de polpa.)

 POTÊNCIA. A potência máxima aplicável ao


eixo está limitada pelas características do Frame
(estrutura), pela resistência do eixo e a
capacidade dos rolamentos.
83
AJUSTE
AJUSTE DE
DE PRESSÃO
PRESSÃO

AAVELOCIDADE
VELOCIDADEDO
DO ROTOR
ROTORÉÉO
O FATOR
FATOR
PREDOMINANTE
PREDOMINANTEPARA
PARAREGULAR
REGULARAA
PRESSÃO
PRESSÃO DEDEDESCARGA
DESCARGANAS
NASBOMBAS
BOMBAS
CENTRÍFUGAS
CENTRÍFUGAS
84
85
AJUSTE
AJUSTE DE
DE VAZÃO
VAZÃO

NAS
NASBOMBAS
BOMBASCENTRÍFUGAS
CENTRÍFUGASOO FATOR
FATORMAIS
MAISRELEVENTE
RELEVENTEÉÉAA
VELOCIDADE
VELOCIDADEDO
DOROTOR
ROTOR
AA REGULAGEM
REGULAGEMDA
DAVAZÃO
VAZÃOESTA
ESTALIMITADA
LIMITADAPELAS
PELAS
CARACTERISTICAS
CARACTERISTICASDA
DABOMBA-PELA
BOMBA-PELARELAÇÃO
RELAÇÃOQ/H-
Q/H-
POTÊNCIA-NPSH-CURVA
POTÊNCIA-NPSH-CURVADE
DERESISTÊNCIA
RESISTÊNCIADODOSISTEMA
SISTEMA

86
CURVAS
CURVAS TIPICAS
TIPICAS

87
CONSULTAS?

88
BOMBEAM.
EM SÉRIE

89
90
H succ Hdis/bb TDH BKW
• ETAPA 1 X Y X+Y Z
• ETAPA 2 X+Y Y X+2Y Z
• ETAPA 3 X+2Y Y X+3Y Z
• ETAPA n X+n-1Y Y X+n Y Z
• Total X+nY nZ

91
PARTIDA
LIMITAÇÃO POR SOBRECARGA
CONTROLE POR CAVITAÇÃO

VAZÃO MOTOR CAI


AUTOREGULA POR SOBRECAR
CAVITAÇÃO
92
NPSH REQUERIDO
vs
NPSH DISPONÍVEL

VAZÃO DE CAVITAÇÃO

93
LLENADO INICIAL

POSIBLE

SOBRECARGA

94
LLENADO INICIAL TIPICO
LIMITADO POR
CAVITACION

95
96
TREN DE REPULPEO

97
ÁGUA DE SELAGEM

LIMPA

PRESÃO
35 a 50 kpa SUPERIOR a
pressão de descarga de cada
bomba.
(En Shut off)

VAZÃO
(VER MANUAL)
1.7 l/s para 12/10 T-AHP
98
SELLO TIPO
PRENSA ESTOPA

Reten Alta
presion

99
VAZÃO DA
ÁGUA DE SELAGEM

100
BOMBEAMENTO

PARALELO

101
DUAS BOMBAS
EM PARALELO

102
DUAS BOMBAS
IGUAIS
EM PARALELO

SISTEMA #1
UMA=15 l/s DUAS= 18l/s
SISTEMA #2
UMA=45 l/s DUAS= 65 l/s
SISTEMA #3
UMA= 55 l/s DUAS = 100 l/s
103
DUAS BOMBAS
DISTINTAS OPERANDO
EM PARALELO
Fluxo reverso
Duas em
desde #1 a # 2
paralelo

Bomba
2
Bomba
#1

#1 bomba=63 l/s 35 Mt

# 2 bombas = 53 l/s 32 Mt

# 1+ # 2 = 30 +50 = 80 l/s 45 Mt
104
UMA WARMAN 12/10 F-AH
UMA A.CHALMER 10/8
(UM CASO REAL)

WARMAN =370 l/s 30 mt. 237 Kw

A.CHALMER=150 l/s 30 mt 123 Kw

EM PARALELO =450 l/s 30 mt 360 Kw


1.25 lt/Kw
UMA 12/10 = 450 l/s 30 Mt 260 Kw
1.73 lt/Kw 105
SELEÇÃO DE BOMBA

EXEMPLO DE
SELEÇÃO

106
FÓRMULAS

 Sm = Densidade da mistura
Sm=SL+CV/100(S-SL)
Sm= SL/1-(Cw/100((S-SL)/S)
 Concentração de sólidos
CV=(Sm-SL)/(S-SL)x 100 (%)
CW=CV x S/Sm (%)
 Vazão de polpa
Q= M x 1000/(3,6xC) (l/s)
 Velocidade na tubulação
V= (1273xQ)/d2 (m/s)
 Potência
P= (QxHmxSm)/102 x em (Kw)
107
NOMECLATURA 1

 C= Concentração de sólido
(g/l)
 CV= concentração de sólidos
na mistura por volume (%)
 Cw = concentração de sólidos
na mistura por peso (%)
 D= Diâmetro interno do tubo
em metros (m)
 d= Diâmetro interno do tubo
em milimetros (mm)
 D50 = Tamanho médio de
particulas (mm) 108
NOMECLATURA 2

 Er=Relação de eficiência em/er.


 Em=Eficiência quando a bomba
está operando com mistura (dec).
 Ew=Eficiência da bomba quando
está operando com água (dec).
 FL= Fator de velocidade limite de
assentamento.
 G= Aceleração da gravidade
(m/s2).
 H=TDH= Altura total desenvolvida
pela bomba (m).
 Hf= Perda por atrito (m)

109
NOMECLATURA 3
 Hm= Altura total desenvolvida pela
bomba para mistura (mcp).
 Hw= Altura total desenvolvida pela
bomba para água (mca).
 Hr= razão de altura.
 C= massa de sólido (t/h).
 Q= vazão (l/s).
 S= densidade do sólido.
 SL= Densidade do líquido.
 Sm= densidade da mistura.
 V= velocidade na tubulação (m/s).
 VL= velocidade limite de
assentamento ( m/s).
 Z= altura estática (m/s) 110
SELEÇÃO

DADOS:
 Q= VAZÃO = 600 l/s
 Cw = 50%
 d50 = 150 Microns = 0,15mm
 Altura geométrica = Z= 5m
 Lequiv = Comp. Equiv = 700m
 S = Densidade do sólido =2,65
 SL= Densidade do líquido = 1

111
CÁLCULO

 1-Cálculo da densidade
da polpa .
Sm=SL/1-Cw/100((S-SL)/S) =
Sm=1/1-50/100((1,65/2,65)=
 Sm= 1,45
 Cálculo da concentação em
volume =CV
 CV=(Sm-SL)/(S-SL)x100=
 CV= (1,45-1)/(2,65-1)x100=
 CV=27%
112
CÁLCULO

 3- Determinação do diâmetro
da tubulação .
 O processo para a seleção do
diâmetro de tubulação é por
tentativa.
 V= 1273xQ/d2.

 VL=FL(2xgxD((S-SL)/(SL))1/2

 V>VL
113
SELEÇÃO

114
115
DETERMINAÇÃO DO
DIÂMETRO DA
TUBULAÇÃO

Diâmetro 350mm 400mm 450mm

V(m/s) 6,23 4,77 3,77

VL(m/s) 3,43 3,67 3,89

DIÂMETRO SELECIONADO = 400mm

V > VL

116
SELEÇÃO

 4- Cálculo da perda de
carga
Hf=f (LV2)/D2g ; Onde:
f= fator de atrito de Darcy
L = comprimento equivalente
(m)
D = Diâmetro da tubulação
(m)
g= Aceleração da gravidade

117
ÁBACO DE DARCY

118
Fator de atrito de
Darcy 0,014

119
SELEÇÃO

 4- Cálculo da perda de
carga
Hf=f (LV2)/D2g ; Onde:
f= fator de atrito de Darcy
L = comprimento equivalente
(m)
D = Diâmetro da tubulação
(m)
g= Aceleração da gravidade

Hf=0,014X700X(4,77)2/(0,4X2X9,8)
Hf = 28,4
120
SELEÇÃO

121
PERDA DE CARGA
LOCALIZADA

122
SELEÇÃO

 5- Cálculo do TDH
TDH = Z-(Zs)+Hf+P
onde:
Z= 5,0m
Zs=0
Hf=28,4m
P=0
TDH=33,40 mcp

123
SELEÇÃO

 6- Derteminação do fator de
correção ( Hr e Er) e altura
corrigida.
Conforme ábaco anexo podemos
cálcular o fator Hr e Er
Onde :
d50=0,15mm; S=2,65; Cw=50%
Hr=ER = 0,85
Hw=Hm/Hr=33,4/0,85
Hw=39,29
124
SELEÇÃO

 7- Determinação da
curva do sistema
 (Hf1/Hf2)=(Q1)2 /(Q2)2

 A curva do sistema é traçada


por interpolação.
Q (l/s) Hf (m) Z(m) Hm (mcp) Hw (mca)
600 28,4 5 33,4 39,29
450 15,98 5 20,98 24,68
300 7,1 5 12,1 14,23 125
SELEÇÃO

 8-Determinação mínima
de assentamento.
 V=(1273xQ)/d2=
 Onde :
 V=VL=3,67 m/s
 d=400mm
 Q=461,3 l/s

126
127
SELEÇÃO

 9-Cálculo do motor

P=BHP=(QxHwxSm)/102xEf

P=600x33,4x1,45/102x0,66

P=432 Kw

Motor= 550Kw
128
SELEÇÃO

 10-Cálculo da
velocidade periférica

VP=Dia(rotor)xrpmXPI/60

VP= 25,12 m/s

129
SELEÇÃO

 11-Bomba selcionada :

modelo = 16/14 TUAH


Revestimento = borracha
Rotor = metal
Rotação = 450 RPM
Motor = 550 Kw

130
SELEÇÃO

131
SELEÇÃO

 C

132
SELEÇÃO

 C

133
CÁLCULO DO NPSHd

 Dados :
 Hs=altura geométrica de
sucção =0,5m
 Hfs = Perda de carga na
sucção = 0,10
 Temperatura = 350c
 Altitude = nível do mar = 0
 NPSHd=
 (Hatm-Hvap/sm)+(-hs)-hfs=
 NPSHd=6,17m

134

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