Exame Mental
e
Exame Neurológico
I
Emanuel Moura Gomes
Semiologia e Semiotécnica
Relação Mente - Cérebro
Funções intelectuais
Personalidade
Emoção
Condições essenciais para avaliação
dos aspectos
mentais/comportamentais do
paciente
Aceitação da pessoa do paciente.
Disponibilidade interna.
Encorajamento contínuo à expressão espontânea do outro.
Empatia.
Envolvimento emocional.
Confiança.
Compromisso.
Sigilo profissional.
Atitude de não-julgamento.
Estímulo à autoestima.
Estrutura do Exame do Estado
Mental
CASOMI
ACCP APeJuCoL
Consciência Afetividade
Aparência
Atenção Pensamento
Comportamento
Sensopercepção Juízo Crítico
Cognição
Orientação Comportamento/
Pensamento Conduta
Memória
Inteligência Linguagem
ACCP
Aparência
Consciência
Comportamento Fala
Humor e Afeto
Orientação
Cognição Atenção
Memória
Aprendizado
Processos de pensamento
Pensamento Conteúdo de pensamento
Percepções
Como avaliar o estado mental - Andris
Nívelde consciência
Postura e comportamento motor
Aparência
Comportamento
Fala
Humor e afetividade
Desempenho intelectual
Julgamento
Discernimento
Percepção
Mecanismos para lidar com as circunstâncias
adversas
Conteúdo do pensamento
Libido
Competência
APARÊNCIA
Ansiedade
Peso Hipertireoidismo
Condição da pele, cabelo, unhas, dentes
Higiene Odor Depressão
Demência
Vestimenta e cosméticos
Síndrome Cerebral Orgânica
adequados
Postura e Movimentos do Corpo Esquizofrenia Esquizofrenia
Fase maníaca
CONSCIÊNCIA
Intensidade de estimulação verbal e tátil necessária para
obter resposta do cliente.
Qualidade de resposta do cliente (qualidade dos
movimentos, conteúdo e coerência da fala, nível de
abertura dos olhos e o contato visual.
Postura e comportamento
motor
Tipode postura.
Ritmo, amplitude e característica dos movimentos.
Escala de
Coma
de Glasgow
Alerta
Letárgico (ou sonolento)
Obnubilado
Estupor
Coma
Estado Confusional Agudo (Delirium)
COMPORTAMENTO
Comportamento em relação aos outros.
Tristeza, alegria ou falta de expressão.
Distância entre o paciente e os outros.
Gestos inapropriados.
Tiques ou tremores.
Cooperativo, desconfiado, encabulado, hostil.
Nível de atividade: tenso, calmo, inquieto.
FALA
Disfonia
Observar conteúdo e qualidade da fala:
escolha ilógica de temas Disartria
respostas ilógicas às perguntas
defeitos na fala
Afasia
fala excessivamente rápida ou lenta
interrupções súbitas
Global
volume excessivo X tom de voz alterado
de Broca -
fala inaudível expressão
quantidade excessiva ou mínima de
palavras de Wernick –
recepção
AFETIVIDADE
HUMOR x AFETO
Pergunte ao paciente sobre seus sentimentos atuais.
Observe sua expressão facial e postura.
Pergunte se o paciente é capaz de manter as alterações
de humor sob controle.
Medo Ambivalência
Afeto embotado Elação
Depressão Euforia Irritabilidade Labilidade
Despersonalização Ansiedade Raiva Afeto inapropriado
COGNIÇÃO
AUTOPSÍQUICA
HALOPSÍQUICA
Orientação
RECENTE
REMOTA
Memória ANTERÓGRADA
Atenção
Compreensão
Formação de INTELIGÊNCIA
conceito
Conhecimento
JULGAMENTO
Verifique a habilidade do paciente em avaliar escolhas e
tirar conclusões.
Planos de trabalho e/ou para o futuro
Obrigações sociais ou familiares
JUÍZO CRÍTICO
Verifiquea visão que o paciente tem de si e de sua doença.
Avalie seu grau de discernimento: completo, parcial ou ausente.
PENSAMENTO E PERCEPÇÃO
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Fa o sso
Observar conteúdo do pensamento P
Avalie a habilidade de interpretar a realidade e usar os
sentidos.
Mecanismos para lidar com as
circunstâncias
Identifique os mecanismos do paciente para lidar com
circunstâncias adversas.
Pensamento Percepção
PROCESSO CONTEÚDO
Bloqueio
Confabulação
Neologismo Fobia
Circunlocução Alucinação
Perseveração Hipocondria Ilusão
Circunstancialidade Ecolalia Obsessão
Associações vagas Reverberação Compulsão
Fuga de ideias Delírios
Salada de palavras
Libido
Verifique alterações no desejo sexual e no nível de prazer.
Evite linguagem que implique orientação heterossexual.
COMPETÊNCIA
Avalie a compreensão do cliente da realidade e das
consequências de suas ações.
Avalie a compreensão da doença e do tratamento e das
consequências de evitar o tratamento.
Presuma a competência, a menos que o comportamento do
paciente sugira fortemente o oposto.
REFERÊNCIAS
ANDRIS, D. A.; et al. Semiologia: bases para a prática
assistencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
JARVIS. Exame físico e avaliação
BARROS, A.L.B.L. Anamnese e exame físico: avaliação
diagnóstica de enfermagem no adulto. 2.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010.
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