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perfil de professor

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PERFIL DO PROFESSOR LISTA DE QUALIDADES

1- ASPECTOS HUMANOS

1. Empenha-se com uma atitude crítica na consecução dos objectivos gerais do ensino. 2. Manifesta abertura e optimismo pedagógico. 3. Enriquece-se sob o ponto de vista profissional e humano pelo trabalho pessoal e pelo contacto com os outros. 4. Disponível para o trabalho em grupo. 4.1. cooperante, pondo em comum experiências e conhecimentos. 4.2. dinamizador. 4.3. confia nos outros estimulando e reforçando positivamente as suas intervenções. 4.4. Fundamenta os seus pontos de vista mas admite perspectivas diferentes das suas. 5. Revela estabilidade emocional. 5.1 . Actua em situações de conflito: 5.1.1. Enfrenta a situação conflituosa. 5.1.2. Facilita a definição do problema. 5.1.3. Ajuda a encontrar soluções para o problema. 5.2. Responde com tranquilidade e segurança a perguntas mais ou menos extemporâneas. 5.3. Manifesta disponibilidade afectiva em relação a alunos e colegas.

6. Está consciente da importância da inter-relação escola-meio tendo em vista a construção de uma sociedade mais justa. 6.1. Procura documentar-se sobre o meio económico e cultural em que a Escola está inserida. 6.2. Procura contribuir para a promoção de reuniões com membros da comunidade para:

- intercâmbio de valores culturais

- resolução de problemas Escola-Meio
6.3. Estimula a capacidade de apreciação de valores relacionados com os domínios sócio-afectivo e intelectual. 6.4. Contribui para o desenvolvimento da consciência ecológica. 7. Revela capacidade de análise crítica. 7.1. Faz crIticas fundamentadas e construtivas (auto e heterocríticas) .

7.2. É receptivo à crítica tirando partido dela. 8. Revela criatividade. 8.1. Não se limita a aceitar o proposto. 8.2. Modifica criativamente a sua atitude em situações imprevistas. 9. Oferece aos alunos oportunidade de reflectirem sobre eles próprios e suas aspirações.

11- ASPECTOS RELATIVOS AO CONHECIMENTO

1. Amplia. aprofunda e actualiza conhecimentos científicos e psicopedagógicos. 2. Mobiliza conhecimentos. 2.1. Organiza os conhecimentos de forma a que a sua transmissão seja correcta. 2.2. Utiliza adequadamente conhecimentos do seu ramo e/ou de outros- ramos. 2.3. Não comete erros . 2.4. Dá resposta co1'recta. ainda que posteriormente. a problemas que lhe são postos.
III – PREPARAÇÃO DAS AULAS

1. Define objectivos adequados ao nível dos alunos. 2. Selecciona conteúdos do programa. 3. Distingue num conteúdo o essencial do acessório. 4. Define e selecciona. atendendo às diferenças do meio e individuais. estratégias variadas e adequadas aos objectivos. ao conteúdo. à idade dos alunos e aos princípios metodológicos gerais e da disciplina. 5. Articula conteúdos objectivos estratégias e avaliação. 6. Prepara o material a utilizar nas aulas com cuidado e antecedência. 7. Planifica trabalhos para casa numa perspectiva de criação, nos alunos, de hábitos de trabalho. IV- CONCRETIZAÇÃO DAS AULAS 1. Organiza o espaço aula de modo a que existam boas condições de trabalho.
2.) Interessa-se pelos seus alunos, confia neles e tenta compreendê-los.

3. Motiva os alunos. 3.1. Clarifica com os alunos os objectivos a atingir de modo a desenvolver o sentido da responsabilidade. 3.2. Cria situações problemáticas e significativas. 3.3. Emprega estratégias adequadas e variadas. 4. Cria ambiente de trabalho. 4.1. Assume habitualmente o papel de animador democrático do grupo turma. 4.2. Revela tranquilidade. firmeza e compreensão. 4.3. Aproveita os conflitos para reflexão sobre comportamentos e/ou estabelecimentos de normas. 4.4. É entusiasta e alegre. 4.5. Revela disponibilidade. 4.6. Eyita a competição. 5. Utiliza pequenos grupos para actividades de aprendizagem. 5.1. Propõe tarefas adequadas. 5.2. Fomenta a interajuda e a coesão dos grupos. 5.3. Articula as conclusões dos pequenos grupos. 6. Mantém um ritmo de aula equilibrado e adequado características da turma. 6.1. Dá tempo aos alunos para pensarem. 6.2. Procura manter todos os alunos activos. 6.3. Evita tempos mortos. 6.4. Faz o ponto da situação oportunamente. 7. Explora situações problemáticas. 7.1. Formula correctamente os problemas. 7.2. Empenha os alunos no planeamento e/ou execução de estratégias tendo em vista a resolução de problemas. 7.3. Faz com que os alunos evidenciem as relações lógicas entre as ideias. 8. Supera situações imprevistas. 8.1. Adapta a sua atitude a condições materiais imprevistas. 8.2. Reage criativamente a perguntas. sugestões e comportamentos imprevistos. 9. Fomenta a autonomia dos alunos. 9.1. Responsabiliza os alunos. encarregando-os da execução de pequenas tarefas individuais ou em grupo. 9.2. Ensaia a concretização do «trabalho independente». 10. Explora convenientemente o material utilizado. 11. Facilita e varia a comunicação na aula. 11.1. Fornece informações aos alunos num diálogo criteriosamente conduzido.

11.2. Suscita a a comunicação dos alunos (entre os elementos do grupo e entre grupos). 11.3. Aceita e explora respostas diferentes e/ou erradas. 11.4. Aproveita estimulando e valorizando mensagens recebidas. 11.5. Solicita ou estimula a participação de todos os alunos especialmente dos mais passivos. 11.6. Utiliza uma linguagem adequada (não infantilizante. rigorosa. adaptada ao nível dos alunos). 11.7. Recorre ao silêncio, utiliza diferentes tons de voz e recursos não verbais (mímica). 11.8. Apresenta expressão corporal e gestual adequada. 11.9. Sintetiza a lição destacando o essencial dos assuntos e registando-o de forma conveniente e no momento oportuno. 11.10. Varia as técnicas de comunicação tendo em conta as diferenças individuais. 12. Pratica avaliação continuada. 12.J. Pratica avaliação formativa: Procura as causas do insucesso (detecta as dificuldades interpretando-as). - Reformula estratégias. empenhando-se no progresso do aluno. - Interessa os alunos na sua auto-avaliação. 12.2. Pratica avaliação sumativa conseguindo que os alunos a liguem à sua auto-superação. 12.3. Incita a auto e heterocrítica dos alunos.
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Gabinete de Matemática Gabinete de Ciências da Natureza Gabinete de Francês Com a colaboração dos Orientadores de Estágio 1979/1980 In CIFF (1981), Orientar … Como? Problemas da orientação pedagógica, Lisboa: ME/GEP

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