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Universidade Federal de Alagoas – UFAL Centro de Tecnologia – CTEC

Carlos Henrique Diego Bruno Moises Eduardo Pedro Rildomar dos Santos Rafael Leandro Webert Silva Simões

Relatório de Ensaios em Solos no. 1

Este relatório de ensaios é parte do sistema de avaliação da disciplina Laboratório de Mecânica dos Solos 1 Semestre Letivo: 2010.2 Professora: Luciana C. L. M. Vieira

Maceió, 22 de Outubro de 2010

Conteúdo
1 Resumo...............................................................................................................................................3 2 Introdução............................................................................................................................................4 3 Preparação da amostra de solo para os ensaios de caracterização ..................................................5 3.1 Introdução.....................................................................................................................................5 3.2 Equipamentos e Procedimentos...................................................................................................5 3.3 Resultados e Interpretações Experimentais.................................................................................7 5 Determinação da Massa Específica..................................................................................................9 5.1Introdução.....................................................................................................................................9 5.2Equipamentos e Procedimentos.................................................................................................10 5.3Resultados Experimentais...........................................................................................................12 5.4Interpretação de Resultados.......................................................................................................12 5.5Conclusões.................................................................................................................................13 6 Determinações do Limite de Liquidez...............................................................................................13 6.1Introdução...................................................................................................................................13 6.2Equipamentos e Procedimentos.................................................................................................14 6.3Resultados Experimentais...........................................................................................................15 6.4Interpretação de Resultados.......................................................................................................16 6.5Conclusões.................................................................................................................................16 7.1Introdução...................................................................................................................................17 7.2Equipamentos e Procedimentos.................................................................................................17 8.1Introdução...................................................................................................................................20 8.2Equipamentos e Procedimentos.................................................................................................20 8.3Resultados Experimentais...........................................................................................................22 8.4Interpretações de Resultados.....................................................................................................22 8.5Conclusões.................................................................................................................................22 9 Análise Granulométrica dos Solos....................................................................................................23 9.1Introdução...................................................................................................................................23 9.2Equipamentos e Procedimentos.................................................................................................23 9.3 Resultados Experimentais........................................................................................................28 9.4Interpretações de Resultados.....................................................................................................30 9.5Conclusões.................................................................................................................................30 10.1-Introdução................................................................................................................................30 10.2- Equipamentos e Procedimentos.............................................................................................31 10.3 - Resultados Experimentais.....................................................................................................34 10.4-Interpretações de Resultados..................................................................................................34 10.5-Conclusões..............................................................................................................................35 11 Conclusões gerais..........................................................................................................................35 12 Agradecimentos..............................................................................................................................35 13 Referências.....................................................................................................................................35

1 Resumo
O presente relatório visa mostrar como foram realizados os ensaios nos Laboratórios de Mecânicas do solo 1, bem como seus respectivos resultados e suas devidas conclusões. Cada ensaio contido neste relatório está de acordo com ABNT. Esse relatório começa com uma introdução geral de solos e dos tipos de amostras que pode ser deformada ou indeformada.Depois vêm todos os ensaios realizados no laboratório com introdução ,equipamento e procedimento,resultados , interpretação dos resultados e conclusões. Por fim uma conclusão geral, agradecimentos, referências e apêndice. A tabela seguinte mostra todos os ensaios feitos no Laboratório de Mecânica dos Solos 1:

Ensaios: -Preparação de amostras de solos para ensaios de caracterização ....... -Determinação dos Índices Físicos ..................................................... -Determinação da massa específica dos grãos de solo......................... -Determinação do Limite de Liquidez.................................................. -Determinação do Limite de Plasticidade ............................................ -Determinação do Limite de Contração .............................................. -Análise Granulométrica ..................................................................... -Determinação do Equivalente de Areia .............................................

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sem o emprego de explosivos. Nas barragens de terra.Como material de construção e de fundação. os solos têm grande importância para o engenheiro civil. Existem vários métodos para retirada desse tipo de amostras: Retirada em forma de bloco. Essas amostras devem ser as mais representativas possíveis do material original ou área a ser caracterizada. determinação dos limites de liquidez. detalhada e para remediação). e que são utilizados como material de construção ou de suporte para estruturas. Cravação de forma metálica. Quando um volume de solo precisa ser caracterizado. normalmente não existe a possibilidade de que todo ele seja examinado. os seus objetivos devem ser definidos (investigação confirmatória. dos métodos de conservação das amostras e das necessidades analíticas). A retirada desse tipo de amostras não apresenta nenhuma dificuldade. Que são amostras escavadas e recolhidas em um recipiente qualquer. devendo constar o número. 4 . estrutura e umidade e são destinadas à execução de ensaios para determinação das propriedades físicas e mecânicas do solo. Sondagem com retirada de amostras indeformadas. nas fundações de estruturas. a profundidade e local de que foi retirada e as indeformáveis são aquelas que conservam a textura. plasticidade e contração. Os únicos cuidados se referem à identificação. levá-lo à ruptura. o solo – assim como o concreto e o aço – está sujeito a esforços que tendem a comprimi-lo e a cisalhá-lo. pois são os fatores determinantes no planejamento do programa a ser executado (definição da densidade. são um aglomerado de partículas provenientes de decomposição da rocha. que podem ser escavados com facilidade. massa específica dos grãos do solo e umidade higroscópica). sendo necessário que amostras do mesmo sejam coletadas e depois preparadas para ensaios em laboratórios (análise granulométrica com sedimentação. dos procedimentos de campo.2 Introdução A definição de solo para o engenheiro civil. eventualmente. As amostras devem ser cuidadosamente etiquetadas. Antes de iniciar-se qualquer programa de amostragem de solo. As amostras podem ser classificadas em : deformadas. provocando deformações e podendo. da posição dos pontos de amostragem.

até próximo da umidade Secamos higroscópia. Bandejas metálicas.5kg. determinação dos limites de liquidez. Do material passado na peneira de 76 mm. plasticidade e contração.00 . função da dimensão estimada dos grãos maiores para análise granulométrica 5 . tomar uma quantidade. • Peneiras de 76.2.Desmanchamos os torrões.42mm de acordo com a NBR 5734. e homogeneizara amostra.0.2 – 50. Balanças com capacidade para 1. 10kg e 20kg. Em seguida tomamos uma fração da amostra obtida acima e passar na peneira de 76 mm. 3. com resoluções de 0.8 . reduzir a quantidade de material até se obter uma amostra representativa em quantidade suficiente para a realização dos ensaios requeridos. evitando-se a quebra de grãos.2.1 – 4. Pá manual ou concha de solo. Repartidor de amostras.1g.Daí com um auxílio do repartidor de amostra ou pelo quarteamento.1Equipamentos Utilizados • • • • • Almofariz e mão de gral recoberta de borracha. desprezando-se o material eventualmente retido. massa específica dos grãos do solo e umidade higroscópica.2Procedimentos a) Preparação com secagem prévia a amostra ao ar.2 Equipamentos e Procedimentos 32. 1g e 5g. 3.3 Preparação da caracterização amostra de solo para os ensaios de 3.8 – 19.1 Introdução Este método fixa o modo pelo qual se procede à preparação de amostras de solos para os seguintes ensaios de caracterização: análise granulométrica com sedimentação.

42mm) Tomamos uma fração da amostra. raízes.de modo a se ter uma quantidade de material passado na peneira de 76mm e retido na de 4. a ser utilizado no cálculo da análise granulométrica por sedimentação. correspondente a cerca de 500g de material seco e passar 6 . deveríamos secar ao ar metade da amostra.Fizemos a mesma coisa para determinar da massa específica aparente e da absorção de água dos grãos de pedregulho retidos na peneira de 4. etc. obtida acima. Quantidade mínima determinada por observação visual (mm) a tomar (kg) < 25 2 25 a 50 8 50 a 76 16 Nota: O material assim obtido constitui a amostra a ser ensaiada b) Preparação sem secagem prévia (deve ser empregado apenas no caso da amostra apresentar.8 mm. Dimensão dos grãos maiores contidos na amostra. deve ser determinado a partir de cerca de 500g de material passado na peneira de 2. O material assim obtido constituiu a amostra a ser ensaiada Tomamos uma fração da amostra.Lembrando O valor da massa específica dos grãos. e passar na peneira de 4. obtida na análise granulométrica. Assim com esse procedimento determinamos os Limites de Liquidez e Plasticidade.0mm. correspondente a cerca de 200g de material seco. de modo a se ter cerca de 500g de material passado para determinar a massa específica dos grãos de solos que passam na peneira de 4. 10% de material retido na peneira de 0. e passar na peneira de 0. Essas porções constituem as amostras a serem ensaia das. função da dimensão estimada dos grãos maiores.42 mm. Removemos manualmente conchas.8mm. gravetos.8mm.8mm. de modo a se obter cerca de 200g de material passado. só que tomamos amostra que passar na peneira de 76 e 4. obtida conforme para analise granulométrico..Se o material estivesse muito úmido. obtida acima. assim como os grãos mais grossos eventualmente presentes na amostra. conforme indicado na tabela abaixo.8 mm.Depois pegamos uma amostra para determinação dos Limites de Liquidez e Plasticidade. até a umidade correspondente ao primeiro ponto do ensaio do limite de liquidez e o restante até o ponto correspondente ao limite de plasticidade presumível. Depois pegamos uma fração da amostra. que no caso foi uma fração da amostra. no máximo.

8mm. • Paquímetro. O material assim obtido constituiu a amostra a ser ensaiada para a determinação da massa especifica dos grãos. A fase sólida é caracterizada pelos grãos.01g. Este relatório tem como finalidade caracterizar o solo em função de tais índices.3 Resultados e Interpretações Experimentais Assim fizemos toda a preparação da amostra para todos os ensaios apresentados nesse relatório Com a amostra em mãos foi possível realizar todos os ensaios definidos no laboratório tais como: análise granulométrica com sedimentação.1Introdução Os solos apresentam três fases constituintes: sólida. plasticidade e contração.na peneira de 4. 7 . determinação dos limites de liquidez. porosidade e grau de saturação são estas relações. • Balança com precisão de 0. 4 Determinações do Índice Físico 4. massa específica dos grãos do solo e umidade higroscópica. a líquida pela presença de água no solo e a gasosa pelo ar incorporado e dissolvido neste.2Equipamento e Procedimento Os equipamentos utilizados neste experimento foram: • Talhador. 3. 4. Índices de vazios. Então os índices físicos exprimem relações de pesos e volumes entre as fases. líquida e gasosa.

2. 4.23 Depois calculamos a umidade média como mostra a tabela acima 8 . Os experimentos relatados aqui são dos dois primeiros parâmetros.23 1. O procedimento descrito abaixo está da forma de como visualizamos o experimento. facas.6 14. enquanto o terceiro parâmetro é relatado num outro relatório.8 15. Essas cápsulas são postas n a estufa para que a amostra perca completamente a água incorporada.6 80.23 1. espátulas. Então as cápsulas com solo são pesadas novamente P2.• Estufa • Cápsulas de alumínio. Os índices físicos determinados aqui são funções da umidade natural do solo.2 65.3Resultados Experimentais Utilizando a equação 1 para calcular umidade obtemos a seguinte tabela: DETERMINAÇÃO DA UMIDADE HIGROSCÓPICA CÁPSULA Nº PESO BRUTO ÚMIDO (g) PESO BRUTO SECO (g) PESO DA CÁPSULA (g) PESO DA ÁGUA (g) PESO DO SOLO SECO (g) UMIDADE (%) UMIDADE MÉDIA (%) Fator de Correção 129 151 81. da massa unitária deste e da massa específica dos grãos do solo.1 1.1Determinação da Umidade natural do solo (Higroscópica) Retiramos 20g da amostra do solo e colocamos em duas cápsulas de alumínio e tomamos seus pesos P1 que é o peso do solo na umidade natural (a ser determinada).8 79.8 0.7 0.6 80. portanto: Medido e porcentagem (%)(Eq 1) 4. Precisamos também dos pesos das cápsulas.8 65. A umidade natural (h) é.

A massa específica do solo pode ser calculado através da eq.4.5Conclusões Assim calculamos o teor da umidade higroscópica de acordo com o procedimento desse ensaio.1 Ps + Pa − Pas Ps = peso em g do solo seco em estufa a 105º-110ºC. segundo o qual um corpo submerso num líquido desloca um volume deste igual ao volume do próprio corpo.4Interpretações dos Resultados Com isso calculamos o teor da umidade higroscópica pra determinar a massa total da amostra seca 4. ou seja. os vazios não são computados.1Introdução A massa específica real de um solo é o valor médio da massa específica dos grãos do solo.Tem como fundamentação teórica o princípio de Arquimedes. 9 . A sua obtenção é necessária para o cálculo do ensaio de sedimentação e a determinação do índice de vazios e demais índices físicos do solo. 5 Determinação da Massa Específica 5.1: δ= onde: Ps × γ a Eq. visto que esse ensaio foi realizado de acordo com o método da NBR.

5ºC de 0º a 50ºC. 5. Logo em seguido fizemos a dispersão da amostra com o aparelho dispersor. • Balança que permita pesar 1000g sensível a 0. ou outro dispositivo capaz de produzir dispersão eficiente da amostra. γ a = massa específica da água (g/cm3) à temperatura do ensaio.Pa = em g do picnômetro cheio d'água à temperatura do ensaio. 5.8 mm Colocamos a amostra com água destilada na capsula em quantidade suficiente para obtermos a pasta. • Estufa capaz de manter a temperatura entre 105º e 110ºC.2 Procedimentos do Ensaio Primeiramente a amostra que nós utilizamos para esse ensaio foi a que passam na peneira de 4.2. Depois de dispersa. transferimos a amostra para um picnômetro e colocamos água destilada até a metade do picnômetro(figura 1) 10 . • Bomba de vácuo para remoção do ar aderente às partículas.1 Equipamentos do Ensaio • Picnômetro com capacidade de 500cm3 calibrado a 20ºC com a respectiva curva de calibração (variação do peso do picnômetro cheio d'água em função da temperatura). • Termômetro graduado em 0. • Cápsulas e espátulas. Pas = peso em g do picnômetro mais solo.1g.2.2Equipamentos e Procedimentos 5. mais água. • Aparelho de dispersão com hélices substituíveis e copo munido de chicanas.

através da curva de calibração. Pesamos o picnômetro com aproximação de 0. para extrais todo o ar da amostra(figura 2). Figura 1-colocando água destilada Fizemos o vácuo no picnômetro durante 15 minutos. para ter certeza que todo o ar tinha sido da amostra. Figura 2-fazendo o vácuo Determinamos logo a seguir a temperatura do conteúdo do picnômetro. Se todo o ar tivesse saído da amostra nível de água devia permanecer constante. Por fim transferimos o conteúdo do picnômetro para uma cápsula de peso conhecido e deixamos secando em estufa a 105º-110ºC até 11 . Enxugamos a parte externa do picnômetro e a parte interna do gargalo acima do menisco. mesmo aparecendo bolhas.1g e anotamos como Pas. Em seguida deixamos o picnômetro em repouso até que a temperatura da solução se equilibrasse com a do ambiente. o peso do picnômetro cheio de água. Com esse valor podemos abter. até próximo da que a base do menisco coincidisse com a marca referida. Pa (figura 3). Logo depois adicionamos água destilada até a base do gargalo e fizemos o vácuo novamente. Enchemos o picnômetro com água destilada até próximo da marca de calibração e continuamos adicionando água..

Onde.4Interpretação de Resultados O resultado calculado no item 2. figura 3-pesando o picnometro com amostra 5.7 49.3 corresponde ao valor da massa dos grãos do solo.2 551. excluindo o volume dos vazios presente no solo. Pesamos com aproximaçãode 0.4 501. ou seja.65g/cm3.1g.3Resultados Experimentais A tabela 1 mostra as massas medidas no laboratório: Peso do Picnômetro + água Peso do Picnômetro + Solo + Água Peso da cápsula + Solo seco Peso da cápsula Peso do Solo Seco Temperatura de Ensaio: Tabela 1 – Massas dos conjuntos. Esses valor foi obtido de acordo com o método da NBR-6508/84 12 . =1 g/cm3: 5.2 651. o valor da massa do solo por unidade de volume. Pa (g) Pas (g) (g) (g) Ps (g) T(oC) 620.7 25 Assim calculando o valor da massa especifica pela equação 1 obtemos: δ = 2.massa constante. γ a. e obtemos o peso do solo seco em estufa (doscontando-se o peso da cápsula).

sob a ação de 25 golpes desse aparelho. Para a realização deste ensaio foi utilizado o aparelho de Casagrande. marcados em abcissas. O limite de liquidez do solo pode ser determinado de duas formas: a concha de Casagrande e o picnometro de cone. os bordos inferiores de uma canelura.h – Teor de umidade.Ps – Peso do material seco em estufa a 105º 110ºC. Representa-se por LL e exprime-se em porcentagem. 6 Determinações do Limite de Liquidez 6. Ps Onde . no qual acima dele o solo apresenta o comportamento de um líquido. aproximada para o inteiro mais próximo. com os números de golpes correspondentes. 13 .5Conclusões O valor encontrado para a massa específica é bem condizente com o valor para massa específica para solos granulares. feita em uma massa de solo colocada na concha de um aparelho normalizado (aparelho de Casagrande).1Introdução Limite de liquidez é o limite de água. Emprega-se em abcissas uma escala aritmética e em ordenadas uma escala logarítmica.Ph – Peso do material úmido. A umidade é calculada pela a seguinte equação: h= Ph − Ps × 100 Equação 1.5. até constância de peso Com a umidade e o numero de golpes podemos construir a curva de fluidez que é a curva resultante da representação gráfica da relação dos teores de umidade. em porcentagem. Porém na nossa analise tacto-visual concluímos que o solo era um solo siltoso. Utilizando-se esta representação obtém-se uma reta. Ele marca a transição do estado plástico ao estado líquido. É o teor de umidade do solo com o qual se unem um centímetro de comprimento. marcados em ordenadas.

e 105 a Cápsula de porcelana com aproximadamente 120mm de diâmetro.2. Com a mistura homogeneizada. Cinzel com as características normalizadas. com consistência tal que sejam necessários cerca de 35 golpes para fechar a ranhura. Esfera de aço com 8 mm de diâmetro.2. foi transferida parte dela para o 14 .1Equipamentos Utilizados • • • • • • • • • Estufa capaz de manter a temperatura de 60 a 65ºC 110ºC. amassando e revolvendo.2Procedimentos Primeiramente foi Colocada a amostra na cápsula de porcelana. vigorosa e continuamente com auxílio da espátula. Aparelho Casagrande figura 1 6. depois foi adicionando a água destilada em pequenos incrementos.01g e sensibilidade compatível.2Equipamentos e Procedimentos 6. Gabarito para verificação da altura de queda da concha. Espátula de lâmina flexível com aproximadamente 80mm de comprimento e 20mm de largura. Aparelho de Casagrande.6. Recipientes adequados (pares de vidros de relógio com grampo). que evitem a perda de umidade da amostra Balança com resolução de 0. de forma a obter uma pasta homogênea.

e o restante da massa foi para a cápsula de porcelana.7 3.3 94.3 99.14 52.7 2. figura2-Casa grande dividido em duas parte a amostra 6.9 45. O excesso de solo foi devolvido à cápsula.12 45 37 23 16 10 Tabela 1 – Dados para o cálculo do limite de liquidez.2 41.7 2.94 48. de maneira que foi aberta uma ranhura na parte central.aparelho de Casagrande. deixando-a em queda livre. Com a concha recolocada no aparelho. onde foi passado um cinzel através dela. aproximadamente.3 1. uma pequena quantidade do material de junto das bordas que se uniram para um recipiente adequado para determinação da umidade. normalmente à articulação da concha (figura 2).7 46. foi transferida imediatamente. E com isso foi anotado o numero de golpes necessários para que as bordas inferiores da ranhura se unam ao longo de 13mm de comprimento.9 41. Do solo que ficou no aparelho de Casagrande. Com isso.8 43.calculamos a umidade correspondente a cada número de golpe daí os resultados estão na tabela abaixo: Cápsula nº Cápsula e solo úmido (g) Cápsula e solo seco (g) Cápsula (g) Água (g) Solo seco (g) Umidade Número de (%) pancadas 12 24 26 101 114 44.2 37.9 44.7 2. girando a manivela em torno de duas voltas por segundo. 15 .5 3.3 42. foi dividido em duas partes.06 40 45.3 48.3 47 45 97.7 1 1 1. onde esta mistura foi moldada até atingir 10 mm de espessura na parte central e evitando a formação de bolhas de ar no interior da mistura.6 43.7 1. ela foi golpeada contra a base.3Resultados Experimentais Através da equação 1 e dos dados coletados na tabela 1.

pôde-se perceber uma linearidade dos valores de umidade e com isto foi obtido uma boa equação de ajuste e.Com a tabela construímos o seguinte gráfico: Assim como o limite de liquidez é a umidade correspondente aos 25 golpes logo o valor do limite de liquidez é 44.4Interpretação de Resultados Através da curva de liquidez.Todo o procedimento para esse ensaio foram feito pelo método da NBR 6459 16 .94%. 6. ou seja . o nosso ensaio teve um bom resultados. como nós queríamos. conseqüentemente. um bom resultado para o limite de liquidez encontrado.Veja também que os valores das umidade da tabela deram muito próximo. 6..5Conclusões Com o valor da umidade nos 25 golpes determinamos o limite de liquidez.

01g. com cerca de 30cm de lado.7 Determinação do Limite de Plasticidade 7. o Balança que permita pesar nominalmente 200g.2. 17 . com 3mm de diâmetro e 100mm de comprimento(figura 1). com resolução de 0.2Equipamentos e Procedimentos 7. Para calcular o índice de plasticidade utilizamos a seguinte equação: IP = LL – LP Onde: IP = Índice de Plasticidade LL = Limite de Liquidez LP = Limite de Plasticidade 7. o Espátula de lâmina flexível. com aproximadamente 80mm de comprimento e 20mm de largura. que evitem a perda de umidade da amostra. o Cápsula de porcelana com aproximadamente 120mm de diâmetro. correspondente ao teor de umidade em que o solo passa do estado plástico para o estado semi-sólido.65ºC e de 105º . o Recipiente adequados.1Equipamentos Utilizados o Estufa capaz de manter a temperatura de 60º .1Introdução Limite de Plasticidade é o teor de umidade em que o solo se rompe quando moldado na forma de um cilindro ao atingir 3 mm de diâmetro.110ºC. o Gabarito cilíndrico para comparação. o Placa de vidro de superfície esmerilhada. tais como pares de vidros de relógio com grampo.

aproximadamente. e foi adicionada água destilada em pequenos incrementos. com a finalidade de determinar a umidade. com o tempo de homogeneização variando de 15 à 30min. com a palma da mão. Com o cilindro fragmentado como e diâmetro de 3 mm e comprimento de 10mm. Para este ensaio foram moldados três cilindros.Figura 1-gabarito 7. que foi rolada. de consistência plástica. Depois foi tomada uma pequena quantidade da amostra para formar uma pequena bola. Figura 2 18 .2Procedimentos Primeiramente foi colocada a amostra na cápsula de porcelana. a fim de que esta bola tomasse a forma de um cilindro (figura 2). este foi colocado em uma cápsula e depois foi colocada na estufa. amassando e revolvendo. aproximadamente.2. de forma a obter uma pasta homogênea. vigorosa e continuamente. Este cilindro deve atingir o diâmetro de 3 mm. com o auxílio da espátula. sobre a placa de vidro.

o índice de plasticidade é dado como não-plástico.9 26 43.44 18.8 43.2 1.1 Solo seco (g) 1.33 18.3 Umidade (%) 25 8.4Interpretações dos Resultados Através do que foi visto nas tabelas 2 e 3.7 101 43. 7. Caso não tenha havido erro durante o ensaio.3 42.98 80.5 41.2 44. concluindo assim que a dispersão nos valores de umidade é devida a algum erro ocorrido durante o 19 .33 33.33 18.6 42.3 24 44. Com isso.33 33.3Resultado Os dados que obtidos estão representados na tabela 1 Cápsula Cápsula e Cápsula e Cápsula nº solo solo seco (g) úmido (g) (g) 12 42. pois apenas um valor de umidade foi menor que 5% em relação a umidade média.2 0.69 Limite de Plasticidade Tabela 1 – Dados para o cálculo do limite de plasticidade.7.0 94.2 1.7 Água (g) 0. Com esses dados calculamos a um media das umidades Umidad e% 25 8.2 1.1 96. pôde-se perceber que não foi possível encontrar o limite de plasticidade. onde as argilas possuem um alto índice de plasticidade. este ensaio de limite de plasticidade deveria ser repetido para verificar se houve algum erro durante o ensaio.69 Umidade Média % Relação das umidades em relação a umidade média % 35.3 0.10 1.1 1.5Conclusões Pelo que foi visto nos ensaios anteriores o solo possui características argilosas.9 41.18 7.4 0.5 114 96. 7.1 0.76 58.8 42.09 54. 506 Tabela 3 – relação entre umidade e umidade média.1 42.18 7.

01g.2.1Equipamentos • balança com precisão de 0. 8. capacidade de 25ml. 20 .1Introdução É a determinação de um teor de umidade teórico do solo. não sendo possível o cálculo do índice de plasticidade. com cerca de 40mm de diâmetro e 10mm de altura (cápsula de contração). • proveta graduada. abaixo do qual não se tem variação apreciável no volume de um corpo de prova quando submetido à secagem Calcula-se o limite de contração usando a fórmula: Vs 1 − ) × γ a × 100 Ps δ LC = ( onde: equação 1(%) Ps = peso da pastilha de solo seco em g Vs = volume da pastilha de solo seco em cm3. 8.2Equipamentos e Procedimentos 8. metálica de fundo plano. já determinado. γ a = massa específica da água (1 g/cm3).ensaio de limite de plasticidade. • cápsula de porcelana. • cápsula para moldagem do corpo de prova: cápsula cilíndrica. δ = massa específica dos grãos do solo em g/cm3. Determinação do Limite de Contração 8.

• cuba de vidro de cerca de 50mm de diâmetro e 25mm de altura.01g. protegida com folhas de papel. • mercúrio.2. • régua de aço de cerca de 30cm de comprimento. colocamos no centro do molde uma quantidade de amostra. a cuba de vidro cheia de mercúrio.• placa de vidro com três pinos de metal. Colocarmos a pastilha cuidadosamente sobre o mercúrio. • Vaselina esterilizada. Untamos as paredes laterais da cápsula de moldagem com vaselina a fim de impedir a aderência do solo às paredes da cápsula. Daí. até se verificar constância de peso e determinamos com aproximação de 0. equivalente a 13 do volume do molde e depois batemos a cápsula de encontra a uma superfície firme.110ºC. na cuba e pressionamos com os dedos a placa de vidro. removendo-se o excesso por pressão da placa de vidro. Posteriormente colocamos na cápsula de porcelana. com temperatura entre 105º . durante aproximadamente 5 minutos. o peso do solo seco contido na cápsula (Ps). 8. A umidade do solo deverá corresponder ao limite de liquidez. em que seja fácil moldar o corpo de prova sem bolhas de ar. até que se obtemos uma pasta uniforme e sem bolhas de ar. formando uma pasta uniforme. suficiente para encher os vazios do solo. • espátula com lâmina flexível de cerca de 80mm de comprimento e 20mm de largura. 21 .2Procedimentos Colocamos a amostra em uma cápsula de porcelana acresccentando uma quantidade de água destilada. a = Homogeneizamos a umidade amostra com o auxílio de uma espátula. • estufa. a quantidade de água a ser adicionada pode ser determinada com o uso da fórmula: LL× Pam/100 onde Pam = peso da amostra utilizada no ensaio.a seguir colocamos o corpo de prova em estufa. para mergulhar a pastilha de solo no mercúrio. de modo que os 3 pinos obriguem a pastilha a mergulhar inteiramente no mercúrio.

Assim medimos com uma proveta o volume de mercúrio deslocado pela pastilha.3Resultados Experimentais Os dados colhidos nos laboratórios foram peso da pastilha de solo seco P s =12g e Volume de mercúrio deslocado(cm³) Vs =8. 22 . 8.4Interpretações de Resultados Assim calculamos o limite de contração pela equação 1. Este volume é igual ao volume do solo seco (Vs).5Conclusões Verificamos que pela equação chegamos num valor de limite de contração que é a umidade teórica do solo.60% 8.2cm³ e como massa especifica foi de δ = 2. obtemos o valor do limite de contração que foi de %LC=30. Logo pela equação1.65g/cm3 . seguindo todos o método da NBR-7183 8.

• balança com resolução de até 0.1ºC entre 0ºC e 50ºC.Através dos resultados obtidos desse ensaio é possível a construção da curva de distribuição granulométrica. • aparelho de dispersão. proveta de vidro. capilaridade etc.995 a 1. 23 . • densímetro de bulbo simétrico. • • béquer de vidro. permeabilidade. • termômetro graduado em 0. bases estabilizadas.9 Análise Granulométrica dos Solos 9.1Introdução O ensaio de granulometria é o processo utilizado para a determinação da percentagem em peso que cada faixa especificada de tamanho de partículas representa na massa total ensaiada.1 Equipamentos Utilizados: • estufa capaz de manter a temperatura entre 60ºC e 65ºC e entre 105ºC e 110ºC. com capacidade de 1000 cm3. se necessário.2Equipamentos e Procedimentos 9.2. com capacidade de 250cm3. com capacidade de 250cm3 e resolução de 2cm3. • relógio com indicação de segundos.050. com cerca de 450mm de altura e 65mm de diâmetro. • proveta de vidro. graduado de 0.001.01g. calibrado a 20ºC e com resolução de 0. tão importante para a classificação dos solos bem como a estimativa de parâmetros para filtros. A determinação da granulometria de um solo pode ser feita apenas por peneiramento ou por peneiramento e sedimentação. que permitam guardar amostras sem variação de umidade. tais como dessecadores. • recipientes adequados. 9.

9. Passamos esse material na peneira de 2. tomamos 120g com resolução de 0.1g e anotamos como Mh.5. 19.25. inclusive tampa e fundo. 0. 25.0mm.075mm. A fórmula para o calculo da massa total da amostra seca esta representada a seguir pela Eq. 0.42. de acordo com a norma NBR 5734.0 mm Para calcular as porcentagens de materiais grossos que passam nas peneiras 50.8. O material obtido nesse processo foi levado ao peneiramento grosso.2. 1. 0. 38.0 mm. 38.2. • baqueta de vidro. • bisnaga.15 e 0. Em seguida lavamos a parte retida na peneira de 2.0mm. 4.• peneiras de 50. desmanchando os torrões para assegurar a retenção na peneira somente os grãos maiores que a abertura.0 mm h = umidade higroscópica do material passado na peneira de 2.2 Procedimento Com uma resolução de 0.075mmomaterial obtido. 9. • agitador mecânico de peneiras.0mm a fim de eliminar o material fino adrente e deixamos secar na estufa 105ºC – 110ºC. com dispositivo para fixação de até seis peneiras. 9. 25. 4. 2.8 e 2. Do material passado na peneira de 2. Lavamos na peneira de 0.1g determinamos a massa da amostra seca ao ar e anotamos como Mt. utilizando a expressão: 24 . • escova de cerdas metálicas.1: Ms = Onde: (Mt − M g ) (100 + h) × 100 + M g Eq.6. 0. até massa constante. 19. 1 Ms = massa total da amostra seca Mt = massa da amostra seca ao ar Mg = massa do material seco retido na peneira de 2.5.0.

60. colocamos o material em ‘’banho’’. referidas a massa total da amostra. em g h = umidade higroscópica do material passado na peneira de 2. calculado no ítem 2 δ = massa específica dos grãos do solo.δ (L − Ld ) × M hc (δ − δ d ) (100 + h ) × 100 Eq 3 Onde: Qs = porcentagem de solo em suspensão no instante da leitura do densímetro N = porcentagem de material que passa na peneira de 2. Com isso. em g/cm3 V = volume da suspensão. utilizando-se a expressão: Qs = N × δ V . Para calcular as porcentagens correspondentes a cada leitura do densímetro. 70g foram utilizadas no trabalho de sedimentação. Após esse procedimento.1Sedimentação Do material que passou na peneira de #10 (2. 900 e 1800s. agitamos a mistura no dispersor elétrico por 15 minutos. na mesma temperatura Mh = massa do material úmido submetido à sedimentação. 240. à temperatura do ensaio.2.2.0 mm. à temperatura de calibração do densímetro (20ºC) em g/cm3 L = leitura do densímetro na suspensão Ld = leitura do densímetro no meio dispersor. em g/cm3 δ d = massa específica do meio dispersor. efetuamos as leituras do densímetro nos instantes de 30.0mm). 480.Qg = Onde: (M s − M i ) × 100 Eq 2 Ms Qg = porcentagem de material passado em cada peneira Ms = massa total da amostra seca Mi = massa do material retido acumulado em cada peneira 9.0 mm. em cm3 δ c=massa específica da água. 25 .

34 6.13 7.1cm. em cm t = tempo de sedimentação. obter a viscosidade da água por interpolação linear.92 7.45 6 11.38 8.79 10 20 30 Obs. em s δ = massa específica dos grãos do solo.66 4 11.72 7. que fora as de 1.99 10.52 6. pegamos 150g e peneiramos nas peneiras menores. em g/cm3 Nota: Para efeito de cálculo.0mm).68 9. 0.25. 0.98 9.15.6.98 2 12.30 9.63 9. à temperatura de ensaio.80 7.03 7.20 7 11.000 g/cm3 e µ correspondente ao Coeficiente de viscosidade da água (tabela abaixo). utilizando-se a expressão (Lei de Stokes): d = Onde: 1800 µ a × δ − δd t Eq 4 d = diâmetro máximo das partículas.16 1 12. Em seguida pesamos a fração retida em cada peneira e a massa retida na peneira de 0. correspondente à leitura do densímetro.42.92 9 10.82 3 12. em g/cm3 δ d = massa específica do meio dispersor.O Calculo do diâmetro da partícula máximo em suspensão no momento de cada leitura do densímetro.075mm.54 8.075mm lavamos e com 26 .09 8.2.56 7. 0.2Peneiramento Fino Pegamos o material parcialmente úmido e peneiramos na peneira de #10 (2.29 8. em mm µ = coeficiente de viscosidade do meio dispersor à temperatura de ensaio.81 8. considerar δ d=1.06 8 10.34 7.2. 0. 0.2. em g× s/cm2 a = altura de queda das partículas.: Para temperaturas intermediárias. Do material passante. com resolução de 0. 9.50 5 11.36 10. Tabela: Viscosidade da água (valores em 10-6 g× s/cm2 o C 0 13.

19. 25. Mi = massa do material retido acumulado em cada peneira. lavamos e secamos em estufa.8. 38.3Peneiramento Grosso Pesamos o material retido na peneira de 2. A porcentagem de material passado em cada peneira é dada por: M h × 100 − M i (100 + h) ×N M h × 100 Qf = Eq. Logo depois passamos o material na peneira de 50. Mh = massa do material úmido submetido ao peneiramento fino ou à sedimentação.1g as massas retidas em cada peneira. Anotamos com resolução de 0.2. N = porcentagem de material que passa na peneira de 2. 2.00 mm 9. 2 Onde: Qg = porcentagem de material passado em cada peneira Ms = massa total da amostra seca Mi = massa do material retido acumulado em cada peneira 27 . h = umidade higroscópica do material passando na peneira de 2.isso colocamos na estufa. 2: (M s − M i ) × 100 Ms Qg = Eq. 4.0mm.0 mm.5. Calculamos as porcentagens retidas em cada peneira através da eq.5 Onde: Qf = porcentagem de material passado em cada peneira.00mm. 9.2.

8. 4. 2: MATERIAL PENEIRAS RETIDO (mm) 50 38 25 19 9. 28 .8 Parcial Acumulado (g) Mi (g) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 PASSANDO Qg (%) 100 100 100 100 100 100 MATERIAL 2 2. O valor da umidade higroscópica foi calculado mais atrás.0 mm. estão listados na tabela 1: Massa(g) Mt 1500 Mg 2.3 Resultados Experimentais Os valores das massas recolhidas em laboratório. calculados a partir da eq. 2. .5 Mg = [2. Assim uitlizando a eq. e foi igual a h = 1%.5 4.0mm. Como os valores de N e h foram já calculados anteriormente. Peneiramento Grosso A tabela 2 mostra os valores retidos e acumulados retidos nas peneiras de 50. A tabela abaixo mostra os valores obtidos de cada porcentagem através dos experimentos feitos no laboratório. 25. 19.5 Tabela 1 – Massa da amostra seca ao ar e massa retina na peneira de 2. Ms = 1485. 38. é possível calcular a porcentagem de material passado em cada peneira.17g.9. Ms. 9.5.5] N = [ 99] Tabela 2 – Material retido e acumulado em cada peneira. podemos calcular a massa total da amostra seca.

5 1026.25 0. Curva Glanulométrica Porcentagem do Material Passante 120 100 80 60 40 20 0 0.8 34.7 MATERIAL PASSANDO Qf (%) 98.8 12. é possível fazer a curva granulométrica do material utilizado no laboratório que está logo abaixo.PENEIRAS (mm) 1.5 38 19 50 Série1 Diâmetro das Peneiras (mm) 29 .15 0.8 18. Mi (g) 0.5 8.7 7.6 47.9 67.5 Através das tabelas de granulometria do peneiramento grosso e fino.6 0.9 Após os procedimentos de sedimentação serem efetuados.1 55.2 4.6 61.5 93.25 0.8 9.6 MATERIAL RETIDO Acumulado.075 Parcial (g) 0.5 75.2 0.8 86.15 0.6 2 25 1. encontramos as seguintes leituras do densímetro nos tempos correspondentes.08 0.1 11 15. Tempo (seg) 30 60 240 480 900 1800 Leitura densimétrica L 1028 1028 1028 1027 1026.42 0.7 7.42 0.

pois a maioria de suas partículas está localizada no intervalo de partículas finas da curva. menor a quantidade de finos e impurezas na amostra. ou seja. Para calcular o equivalente de areia utiliza-se a seguinte equação: EA = Leitura no topo da areia × 100 Leitura no topo da arg ila Equação 1. como índice de plasticidade.1-Introdução O Equivalente de areia é a Relação Volumétrica que corresponde à razão entre a altura do nível superior da areia e a altura do nível superior da suspensão argilosa de uma determinada quantidade de solo ou de agregado miúdo. 10-Determinação do Equivalente de Areia 10.9. numa proveta. pois não temos as outras características do solo. índice de contração e etc. isso nos leva a crer que o solo possui em sua maioria partículas finas 9. pela curva granulométrica.5Conclusões A curva granulométrica apenas indica que o solo pode ser um solo argiloso. o solo tem características de um solo argiloso. Este ensaio determina a quantidade de impurezas e finos em determinada mistura de agregado. em condições estabelecidas neste procedimento. mas ainda não podemos concluir isso.4Interpretações de Resultados Como podemos perceber. quanto maior o equivalente de areia. 30 .

com uma pinça de Mohr ou dispositivo similar para interromper o escoamento.4mm de diâmetro.10. Agitador para equivalente de areia • • 31 . a partir da base. graduada de 2 mm em 2mm. • Garrafão com capacidade de 5 litros dotada de sifão constituído de rolha de borracha com dois furos e de um tubo de cobre dobrado. de forma que o conjunto alcance a massa de 1 kg. tendo dois orifícios de 1 mm de diâmetro perfurados nas faces da cunha e junto à ponta. que se adapta ao topo da proveta.1Equipamentos Utilizados: • • Peneira de 4. • Tubo lavador de cobre ou latão. • Tubo de borracha de 5 mm de diâmetro interno.4mm de diâmetro externo e 50 cm de comprimento. • Recipiente de medida com capacidade de 85 mais ou menos 5 ml. serve de guia para a haste. de 32 mm de diâmetro interno e cerca de 40 cm de altura.Equipamentos e Procedimentos 10. até pelo menos 38cm. tendo na extremidade inferior uma sapata cônica de 25. Um disco perfurado. Este tubo é usado para ligar o tubo lavador ao sifão.8mm Proveta cilíndrica. A extremidade inferior é fechada em forma de cunha. Um lastro cilíndrico é fixado à extremidade superior da haste. ou apresentando dois círculos de referência a 10cm e a 38cm da base respectivamente.2. Funil para colocar o solo na proveta. transparente.2. de 6. O garrafão é colocado 90 cm acima da mesa de trabalho. • Pistão constituído por uma haste metálica de 46 cm de comprimento. A sapata possui três pequenos parafusos de ajustagem que permitem centrá-la com folga na proveta.

figura 1. soprando-se no topo do garrafão que contém a solução.8mm e com auxilio de um funil transferimos para proveta (Figura 2). batemos firmemente no fundo da proveta com a palma da mão várias vezes. Em seguida pegamos um recipiente com aproximadamente 110g da amostra que passa na perneira de 4.2Procedimentos Primeiramente abrimos a pinça do tubo de ligação. para a proveta de modo a atingir a altura de 10 cm com relação à base da proveta. Depois Deixamos a proveta em repouso durante 10 min. Em seguida. que já estava preparada no laboratório. Transferimos a solução do garrafão. 32 . a fim de deslocar as bolhas de ar e ajudar a molhar a amostra. Daí verificou-se o escoamento da solução.Todos os equipamentos utilizados 10.2. através de um pequeno tubo de respiro. Acionamos o sifão.

Passados os 20 minutos efetuamos a leitura anotando o nível superior da suspensão da argila (figura 3). figura 3 33 . Deixamos em repouso por 20 minutos sem qualquer movimento. retiramos a rolha e introduzimos o tubo lavador.figura 2 Passado os 10 minutos. Lavamos rapidamente as paredes do recipiente e inserimos imediatamente o tubo até o fundo da proveta. Cada ciclo compreende um movimento completo de vaivém. agitamos levemente com o tubo lavador a camada de areia para levantar o material argiloso eventualmente existente. com um deslocamento de cerca de 20 cm. suspendemos o tubo lavador lentamente sem parar o escoamento e de tal modo que aquele nível se mantenha aproximadamente constante. Daí. Regulamos o escoamento pouco antes de se retirar completamente o tubo e ajustar o nível naquele traço de referência. Quando o líquido atingiu o círculo de referência superior da proveta. Após a agitação. a 38 cm da base. tapamos a proveta com a rolha de borracha e agitamos vigorosamente com um agitador no sentido horizontal num movimento alternado executando 90 ciclos em aproximadamente 30 segundos.

Lembrando que esse pode ser determinado medindo-se a distância entre o topo do disco que se apóia na boca da proveta e a base inferior do peso cilíndrico. daí isso implica que o a mostra que nós pegamos tem uma alta quantidade de impurezas ou finos. Nesta posição.4-Interpretações de Resultados Verificando o resultado do equivalente de areia. introduzimos o pistão cuidadosamente na proveta até assentar completamente na areia. e subtraindo-se desta. Logo utilizando a equação 1 obtemos que o equivalente de areia %AF=2. a mesma distância. por meio de um parafuso nele existente. Assim determinamos o nível do centro de um dos parafusos de ajustagem e adotamos como leitura correspondente ao nível superior da areia (figura 4). Giramos a haste ligeiramente sem empurrá-la para baixo. figura 4 10. nota-se que deu um valor em porcentagem muito baixo.7%. até que um dos parafusos de ajustagem torne-se visível. 10. uma vez que a porcentagem do equivalente de areia deu muito pequena 34 . deslocamos o disco que corre na haste até que ele assentou na boca da proveta. fixando-o à haste.7cm para areia.Logo em seguida. medida quando a sapata está assentada no fundo da proveta (constante do aparelho).Resultados Experimentais As alturas de argila e de areia que nós medimos no ensaio foram de 25.8 cm para argila e 0.3 .

quanto maior o equivalente de areia menor a quantidade de impurezas ou finos presentes na amostra. 11 Conclusões gerais Assim terminamos todos os ensaios contidos nesse relatório podemos caracterizar o solo através da amostra que nós preparamos e utilizamos nesses experimentos.10. 3º ed.5-Conclusões Como verificado. uma vez que o a nossa porcentagem do equivalente de areia deu 2. A todos que compões o grupo que com sua participação incrível chegamos a realizarmos todos os ensaios previstos pra esta etapa de relatório.R Ortigão • Apostila do Professor Colatino 35 .A. 13 Referências • Introdução a Mecânica dos Solos dos Estados Críticos. bem como o técnico Marcos que nos ajudou em todos os ensaios. Daí a amostra que nós preparamos no ensaio tinha uma grande quantidade de impurezas ou finos presentes.7%. A professora Luciana que nos suportou e orientou na realização dos ensaios. 12 Agradecimentos Agradecemos.2007-J. primeiramente ao sábio Deus por nos ter ajudado a terminar no período determinado o relatório.

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