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Laudo Pericial de Insalubridade - Resumo PPT _ PUC 2010

Laudo Pericial de Insalubridade - Resumo PPT _ PUC 2010

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Laudo Pericial de Insalubridade - Resumo PPT - Autor: Eng. Segurança do Trabalho João Manoel C. Ferreira - PUC PR 2010.
Laudo Pericial de Insalubridade - Resumo PPT - Autor: Eng. Segurança do Trabalho João Manoel C. Ferreira - PUC PR 2010.

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ Pós-Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho JOAO MANOEL CAMARGO FERREIRA Engenheiro Mecânico

LAUDOS PERICIAIS DE INSALUBRIDADE
Orientador: Prof. Antonio Denardi Jr.

CURITIBA – PR 2010

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LAUDOS PERICIAIS DE INSALUBRIDADE

RESUMO Método: Pesquisas Documentais e Bibliográficas (registrar: leis, normas, decretos, súmulas, jurisprudências...)

Prestar laudos que esclarecem e corroboram na elucidação das influências nocivas aos trabalhadores em seu ambiente de trabalho.

Pag 6 TCC

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1.INTRODUÇÃO O trabalho seguro e salubre é um dos direitos sociais fundamentais garantidos pela CF/88, Artigo 7º, Alínea XXII. A CF/88 determina que é direito dos trabalhadores o “adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei.” (Enfoque Constitucional). A CLT elaborou as Normas da Segurança e Medicina do Trabalho, e também das atividades de seus órgãos reguladores, com o caráter de prevenção, mitigação e moderação de acidentes no trabalho. Em meio às Normas que regulamentam e integram, destaca-se a NR-15, que especifica todas as atividades insalubres no ambiente de trabalho. 3

1.2.1 OBJETIVO GERAL • A prática para a elaboração de laudos periciais de insalubridade (simplificar, esclarecer e sistematizar). • Atuação especifica do Engenheiro se Segurança do Trabalho na elaboração dos Laudos Periciais de Insalubridade nas Condições Ambientais do Trabalho. 1.2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Identificar Normas Regulamentadoras, Portarias, Leis... (CLT, CPC, CF, STF, TST, CC, OJ...) • Relacionar Atividades e Operações Insalubres. • Def. Parâmetros para enquadramento da exposição aos agentes nocivos (Portaria Nº 3214/78). • Formulação de Quesitos. • Roteiro básico para a formalização e apresentação de laudo pericial de insalubridade. • Jurisprudências em Perícia de Insalubridade.
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1.3 ENUNCIADO Debater o seguinte tema: “Como preparar laudos periciais de insalubridade no ambiente de trabalho, elaborado por profissionais aptos legalmente habilitados e com especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho” • Perfil e conhecimento necessário do Eng. de Seg. do Trabalho apto para elaborar laudos periciais de insalubridade. • Autonomia e a Perspectiva dos Profissionais de Engenharia de Segurança do Trabalho. • Caracterização que comprova o trabalho como insalubre.

• Subsídios trarão para assegurar o efetivo aproveitamento do direito legal nas atividades com suspeitas de insalubridade.
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1.4 JUSTIFICATIVA • Dificuldade da compreensão dos agentes nocivos à saúde dos trabalhadores. • Somente após a elaboração da Perícia Técnica é que serão comprovados através dos laudos judiciais casos de insalubridade. • Espera-se que este trabalho influencie os empregadores para adotar ações concretas e palpáveis para eliminação ou neutralização dos agentes insalubres.
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2.1 PERITO PERITUS: pessoa hábil, experiente, que possui sabedoria e demonstra conhecimento no vocabulário Técnico / Direito. Profissional que nomeado pelo Juiz, em uma ação ou pleito, vai tomar parte ou elaborar uma perícia. 2.2 ASSISTENTE TÉCNICO Podem as partes ou apenas uma delas, recomendar um “assistente técnico”, nomeado de “Perito da Parte” que atende com os mesmos requisitos éticos, profissionais e autonomia. Também elabora o laudo técnico. 2.3 PERÍCIA É a diligência executada pelo perito, é o conjunto de procedimentos técnicos e científicos destinados a levar à instância decisória elementos de prova necessários a subsidiar a justa solução do litígio. Mediante laudo pericial ou parecer judicial.
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2.4 EXAME PERICIAL A perícia enquadra-se dentre os meios das provas dos atos jurídicos como sendo a principal e mais eficaz forma de comprovação de prova entre autor e réu.
(confissão, depoimento pessoal, documentos particulares, inspeção, prova documental, prova testemunhal, prova pericial).

Por encargo da autoridade judiciária é uma operação atribuída a pessoas peritas em cada ciência ou arte. O Perito alcança detalhamento técnico especializado que o juiz não dispõe. (esclarecimento dos magistrados) Na perícia existe restrição do assunto sob apreciação, não é legal ao perito exceder da matéria julgada.
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2.5 POSTURA E PERFIL DO PERITO Ao comprometer-se o Perito fica protegido de credibilidade. Necessita ser resguardado e respeitada sob qquer circunstância. Conduta: cidadão integro, competência técnico-profissional, ética, moralidade e honestidade. O perfil do Perito deve abranger conhecimento geral e profundo da ciência e da teoria. • • • • • • • • Constituição Federal (CF88). Código Civil (CC). Código do Processo Civil (CPC). Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Súmulas do Supremo Tribunal Federal (STF). Súmulas do Tribunal Federal de Recursos (TFR). Enunciados do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Legislações complementares.
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2.6 ATRIBUIÇÕES LEGAIS DO PERITO Tabela de Códigos de Competências Profissionais, em conexão com os Campos de Atuação Profissional inseridas no Sistema CONFEA / CREA. (Resolução nº 1.010/2005). ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PERITOS • Supervisionar, classificar, ordenar, aconselhar, encaminhar, destacar e executar perícias criminais em geral. • Destacar diligências técnico-científicas e investigação na área forense. • Preparar matéria especifica com relação ao ambiente de trabalho. • Desempenhar atividades profissionais periciais pertinentes às classes profissionais a que pertence. • Indicar medidas de controle sobre grau de exposição a agents agressivos • Caracterizar atividades, operações e locais insalubres. • Esquematizar, administrar e coordenar as atividades científicas. • Provir levantamentos fotográficos e a apreciações periciais, laboratoriais, ambientais, químicos, físicos, biológicos e microbiológicos. • Ministrar subsídios elucidativos para a instrução de inquéritos/processos.
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2.7 LAUDO PERICIAL • Peça escrita e fundamentada em que os peritos expõem as observações colhidas e as conclusões a que chegaram sobre o exame da matéria pericial
(arts. 978 e 1045 CPC). (Academia Brasileira de Letras Jurídicas).

• Deve ser lavrado pelo próprio Perito, mesmo quando houver Assistentes Técnicos. • É um documento que merece fé pública e judicial, é um documento oficial, irá fornecer uma conclusão a um litígio. • Alvo de impugnação pelas partes. Deve ser lavrado com elevada veracidade e atenção para anunciar o fato de maneira inequívoca e prática. • Por mais exatos e sofisticados que sejam não determinam deliberações judiciais. • A experiência do juiz permite-lhe contestar o laudo sem desmerecer o trabalho do perito. 11

2.8 A PERÍCIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO A perícia para a qualificação da insalubridade é regulada e requerida pela Legislação Processual Trabalhista e impetrado pelo disposto no Código de Processo Civil. (Artigo 8º, parágrafo único da CLT Decretolei N.º 5.452).

2.8.1 CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Art. 420 CPC. O juiz indeferirá a perícia quando: • A prova do fato não depender do conhecimento especial de técnico. • For desnecessária em vista de outras provas produzidas. • A verificação for impraticável. Art. 421. O juiz nomeará o perito fixando de imediato o prazo para a entrega do laudo. Incumbe às partes, dentro em 5 dias, contados da intimação de nomeação do perito: • Indicar o assistente técnico. • Apresentar quesitos.
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Art. 422 CPC. O perito cumprirá escrupulosamente o encargo que lhe foi cometido. Os assistentes técnicos são de confiança da parte, não sujeitos a impedimento ou suspeição. Art. 423 CPC. O perito pode escusar-se, ou ser recusado por impedimento ou suspeição. Se procedente a impugnação, o juiz nomeará novo perito. Art. 424 CPC. O perito pode ser substituído quando: • Carecer de conhecimento técnico ou científico; • Deixar de cumprir o encargo no prazo que lhe foi assinado.
(ocorrência à corporação profissional, impor multa).

Art. 425 CPC. Poderão as partes apresentar, durante a diligência, quesitos suplementares. Art. 426 CPC. Juiz: Indeferir quesitos impertinentes. Art. 427 CPC. Juiz: dispensar prova pericial quando as partes apresentarem pareceres técnicos ou documentos elucidativos que considerar suficiente.
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2.9 PODERES DO PERITO E ASSISTENTES TÉCNICOS Art. 429 CPC – No desempenho da função: testemunhas, informações, documentos (poder das parte ou repartições públicas), instruir com plantas, desenhos, fotografias... Art. 431: Agendamento da perícia. As partes terão ciência para início à produção da prova. Art. 432 CPC - Por motivo justificado se o perito não apresentar o laudo dentro do prazo. O juiz concederá prorrogação, por uma vez, segundo o seu arbítrio. O perito apresentará o seu parecer técnico em 10 dias, a contar da data diligência. A pedido fundamentado poderá ser prorrogado por igual tempo. Art. 433 CPC – O perito oficial apresentará o laudo em cartório, no prazo fixado pelo juiz, pelo menos 20 dias antes da audiência. O assistente técnico oferecerá seu parecer no prazo de 10 dias após a apresentação do laudo. Institui-se: Não existe impedimento aos peritos assistentes assinem o laudo pericial, desde que tenham participado e assessorado o perito oficial, e não existam desacordos. Divergências: Esfera cível Art. 433 CPC (Lei nº 8.455/92). Esfera trabalhista Art. 3º: “Assistente apresenta o Laudo no mesmo prazo 14 assinado que o perito (Lei No 5.584/70).

• Art. 435 CPC. A parte que desejar esclarecimento do perito, requererá ao juiz para intimá-lo comparecer à audiência, formulando os quesitos. Só estarão obrigados a comparecer se intimados 5 dias antes da audiência. 2.11 LIVRE APRECIAÇÃO PELO MAGISTRADO. • Art. 436 CPC: "O juiz não está adstrito ao laudo pericial, podendo formar a sua convicção com outros elementos ou fatos provados nos autos”. (livre persuasão). • Art. 437. O juiz poderá determinar de ofício ou a requerimento da parte, a realização de nova perícia, quando a matéria não lhe parecer suficientemente esclarecida. • Art. 438. A segunda perícia tem por objeto os mesmos fatos da primeira (corrigir eventual omissão ou inexatidão). • Art. 439. A segunda perícia não substitui a primeira, cabendo ao juiz apreciar livremente o valor de uma e outra.
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3.1 CLT: Cap. V - Da Segurança e Medicina do Trabalho Seção XIII - Das Atividades Insalubres e Perigosas

Art.189: São atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados aos agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza, da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos. Art.190: O Ministério do Trabalho aprovará o quadro das atividades e operações insalubres e adotará normas para caracterização da insalubridade, LT aos agentes agressivos, meios de proteção e o tempo máximo de exposição. Art.191 CLT: A eliminação ou a neutralização da insalubridade ocorrerá com medidas que conservem o ambiente de trabalho dentro dos LT. (EPI’s, diminuir a intensidade do agente agressivo) (DRT’s notificar).
Art. 192. Atividades ou operações penosas: fadiga física, mental ou psicológica. § 2º Trabalho em condições penosas, acima do LT estabelecidos MTb, assegura a percepção do adicional de, respectivamente: 40%, 20% e 10% do salário-mínimo da região (mmm). (Lei nº 6.514/77). Os adicionais das atividades penosas agregam trabalhistas: férias acrescidas de 1/3, 13°salário e FGTS... todos os pecúlios
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CLT Capítulo V - DAS ATIVIDADES INSALUBRES

Art.193 CLT: Os adicionais de penosidade (I/P) não são devidos cumulativamente. Art.194 CLT: O direito do empregado ao adicional de insalubridade cessará com a eliminação do risco.

Art.195 CLT: “A caracterização e a classificação da penosidade (I/P) far-se-ão através de perícia a cargo de Médico do Trabalho ou Engenheiro do Trabalho, registrados no MTb”. (Lei 6.514)

Art.196 CLT: “Os efeitos pecuniários decorrentes do trabalho em condições de penosidade (I/P) serão devidos a contar da data de inclusão da respectiva atividade nos quadros aprovados pelo MTb”.

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3.3 PERITOS LEGALMENTE HABILITADOS Art. 195 CLT

Regulamentações dos cursos e atribuições do Especialista: Eng. de Seg. do Trabalho e do Medico do Trabalho, com funções específicas associadas aos seus pertinentes Conselhos de Classe. Tecnólogos em segurança do trabalho não podem apostilar curso de Pós em Eng. Seg. do Trabalho, pois não geram títulos nem atribuições. (SSA 31.463). (CBO 2149-35 MTb). O profissional habilitado em Perícia Técnica é o Eng. de Seg. do Trabalho, portador do certificado de conclusão de Especialização ou PósGraduação, devidamente registrado junto ao Conselho de Classe (Art. 2° Reso CONFEA 359/91). Comprovação do Perito legalmente habilitado: regularmente registrado no CREA. Portador da carteira profissional (devidas anotações da resolução CONFEA), confirmação no portal CREA (UF vinculado) e ratificar a anuidade quitada (meio de certidão protocolada).
Da Habilitação - LEI Nº 7.410/85 Exercício exclusivo: Certificado de conclusão do curso de Eng. de Seg. do Trabalho em nível de Pós-Graduação ou Especialização.
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3.7 DOLO OU CULPA DO PERITO Art. 147 CPC: O perito que, por dolo ou culpa, prestar informações inverídicas, responderá pelos prejuízo, ficará inabilitado por 2 anos e incorrerá na sanção da lei penal. 3.8 FALSO TESTEMUNHO OU FALSA PERÍCIA Art. 342. Fazer afirmação falsa, ou negar ou calar a verdade como perito em processo judicial ou administrativo, inquérito policial. (Lei nº
10.268/01).

Pena - reclusão, de um a três anos, e multa. • 1º. As penas aumentam-se de um sexto a um terço, se o crime é praticado mediante suborno ou cometido para obter prova a produzir efeito em processo penal ou processo civil. (Lei nº 10.268/01). • 2º. O fato deixa de ser punível se o agente se retrata ou declara a verdade. (Lei nº 10.268/01).

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3.10 CLASSIFICAÇÃO DE INSALUBRIDADE • A Lei 6.514/77, Cap V - Da Segurança e da Medicina do Trabalho, Art. 195, refere-se que a classificação de Insalubridade, conforme Normas do MTb, necessita ser realizada por Médico do Trabalho ou Engenheiro de Segurança do Trabalho, o que comprova imparcialidade factível das atribuições dos respectivos profissionais. Critérios aceitos para caracterizar a atividade de insalubridade: • No critério subjetivo o adicional de insalubridade exclusivamente é devido quando o trabalhador manifestar sintomas de doença profissional ou ocupacional. Neste caso é indispensável o exame médico para caracterizar a insalubridade, evento em que somente o profissional da medicina ocupacional se legitima competente a caracterizar a atividade insalubre. • No critério objetivo o elemento da pericia será unicamente o ambiente do trabalho, e não o trabalhador. Assim sendo não se deve falar em competência exclusiva do Médico do Trabalho.

pag 35 TCC

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4. NORMAS REGULAMENTADORAS A Portaria MTb Nº 3.214/78, aprova as NR, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho, atende à determinação do artigo 190 da CLT: “As discriminações dos agentes nocivos à saúde, com os limites de tolerância, encontrar-se previstos nos anexos da NR-15”. NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES. 15.1 São consideradas atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem: – Acima dos LT previstos nos Anexos n.º 1, 2, 3, 5, 11 e 12 (critério quantitativo através da concentração do agente de risco) – Nas atividades mencionadas nos Anexos n.º 6, 13 e 14 (critério qualitativo é caracterizada por avaliação pericial da exposição ao risco) – Comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho, constantes dos Anexos n.º 7, 8, 9 e 10. 15.1.5 "Limite de Tolerância“: Concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral. 15.2 O exercício de trabalho em condições de insalubridade, assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da região, equivalente a: • 40% para insalubridade de grau máximo • 20% “ “ “ “ médio 21 • 10% “ “ “ “ mínimo.

15.3 Na incidência de mais de um fator de insalubridade, será apenas considerado o de grau mais elevado, sendo vedada a percepção cumulativa. 15.4 A eliminação ou neutralização da insalubridade determinará a cessação do pagamento do adicional respectivo. (medidas de ordem geral ou EPI’s). 15.4.1.1 Cabe à autoridade regional competente em matéria de segurança e saúde do trabalhador, comprovada a insalubridade por laudo técnico fixar adicional devido aos empregados expostos à insalubridade. 15.4.1.2 A eliminação ou neutralização da insalubridade será caracterizada através da avaliação pericial que comprove inexistência de risco à saúde do trabalhador.
15.5 É facultado às empresas e aos sindicatos requererem ao MTb, através das DRTs, a realização de perícia com o objetivo de caracterizar e classificar atividade insalubre. 15.6 O perito descreverá no laudo a técnica e a aparelhagem utilizadas. 15.7 O MTb possui ação fiscalizadora e ex-officio da perícia, quando 22 solicitado pela Justiça, nas localidades onde não houver perito.

ANEXOS DA NR15

Critério Quantitativo Quantitativo

A determinação do Grau de Insalubridade: Definida pela regulamentação do MTb Portaria nº 3.214

Quantitativo

Qualitativo

Laudo de Inspeção Laudo de Inspeção Laudo de Inspeção Laudo de Inspeção Quantitativo Quantitativo

Qualitativo Qualitativo

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5.1 CARACTERIZAÇÃO DA INSALUBRIDADE • Em uma ação reclamatória trabalhista, o Juiz do Trabalho necessita deliberar a execução da perícia técnica, que por meio do laudo técnico revela se o empregado (ou classe) se enquadra nas condições definidas para a caracterização da atividade insalubre. • A caracterização da insalubridade depende de uma apreciação criteriosa dos requisitos estabelecidos pela Lei e só assim deverá ser considerado esta atividade como insalubre. • Há a obrigação de que a atividade desenvolvida pelo empregado exponha o trabalhador: Contato com um agente nocivo. O agente nocivo encontre-se acima do LT estabelecido pelo MTb Contato persista por determinado espaço de tempo.
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7. BASE DE CÁLCULO. Súmula nº 17 TST : “O adicional de insalubridade devido ao empregado que, por força de lei, convenção coletiva ou sentença normativa, percebe salário profissional será sobre este calculado.” Súmula nº 187 TFR: O adicional insalubridade incide sobre o salário regional. O artigo 192 CLT determina que sua base de cálculo seja o salário mínimo. Art 7º, incis IV, CF88 proíbe vinculação do salário mínimo para qquer finalidade. STF de 30/04/08 : “A vinculação de adicional de insalubridade ao salário mínimo é inconstitucional”. (Súmulas do TST). O embasamento da incidência do adicional de insalubridade é o salário mínimo, exceto quando instituído o salário profissional (Súm. nº 228 TST). Resolução nº 148/08 Súmula nº 228 TST: “A partir de 09 maio 2008, data da publicação da Súmula Vinculante nº 4 do STF, o adicional de insalubridade será calculado sobre o salário básico, salvo critério mais vantajoso fixado em instrumento”. O motivo de ser inconstitucional ou não empregar o salário mínimo como base de cálculo é uma questão ainda em debate, pretexto pelo qual confere motivo à aplicação de outras bases de cálculo.
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JURISPRUDÊNCIAS

TST

11.1 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE POR TRABALHO EXPOSTO A RUÍDO. O laudo pericial concluiu que os EPI’s neutralizavam os ruídos existentes no local de trabalho, O acórdão regional entendeu devido o adicional de insalubridade, concluiu pela ineficácia do fornecimento dos equipamentos de proteção para efeito de neutralizar os agentes insalubres. A decisão fundamentou-se na inospitalidade do local de trabalho, e no fato dos empregados não suportarem o uso contínuo e prolongado do equipamento. 11.2 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE CONTATO COM AGENTES QUÍMICOS O Regional concluiu que o reclamante estava exposto a agentes químicos por laborar na limpeza de banheiros da reclamada. A limpeza e a coleta de lixo em residências e escritórios não podem ser consideradas atividades insalubres, ainda que constatadas por laudo pericial, porque não se encontram entre as classificadas como lixo urbano, na Portaria do Ministério do Trabalho. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE POR TRABALHO EXPOSTO A: • • • • • Ruído Agentes Químicos Serviços de Limpeza Geral Lixo Urbano Raios Solares • • • • Telemarketing Trabalho em Minas de Subsolo Lixo Hospitalar Amianto

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12. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Resguardar a integridade física e a saúde do trabalhador. Comprovado agente insalubre, a empresa cabe o ônus: fornecer o EPI, fiscalizar o seu uso efetivo e correto. (TRT-13. nº 10.147). Gratuito, apropriado ao risco, perfeito estado, CA, nas seguintes situações: 1. 2. 3. 4. Proteção coletiva se mostrarem tecnicamente inviáveis. Proteção coletiva encontrarem-se em implementação (uso temporário). Esgotadas todas as alternativas técnicas possíveis para eliminar o risco. Casos de emergência.

• O simples fornecimento do aparelho de proteção pelo empregador não o exime do pagamento do adicional de insalubridade. • Tomar as medidas para à diminuição ou eliminação da nocividade (Art 191). Ficará caracterizada através de avaliação pericial, por órgão competente, que comprove a inexistência de risco à saúde do trabalhador. • • Uso efetivo dos EPI’s (TST Súmula nº 289). Obrigação de fiscalizar se o empregado está utilizando o equipamento. 27

– 13.2.1 AGENTES NOCIVOS Descreve-se como riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos encontrados nos ambientes de trabalho, que em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de trazer detrimento à saúde do trabalhador. Natureza os agentes são classificados em químicos, físicos ou biológicos. Nocividade os agentes são classificados nos graus máximo, médio e mínimo. 13.2.3 AGENTES FÍSICOS
Os riscos físicos se caracterizam por: exigirem um meio de transmissão (em geral o ar) para propagarem sua nocividade, agirem mesmo sobre pessoas que não têm contato direto com a fonte do risco e em geral ocasiona lesões crônicas, mediatas. São agentes físicos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas (frio ou calor), radiações ionizantes e não ionizantes, umidade; bem como o infra-som e ultra-som.

13.2.4 AGENTES QUÍMICOS
Entende-se por agente químico as substâncias, compostos ou produtos que possuem a capacidade de penetrar no organismo pelas vias respiratórias, na forma de poeiras, fumos, neblinas, névoas, gases ou vapores, ou que, pela característica da atividade de exposição, pode apresentar contato ou serem absorvidos pelo trabalhador através da pele ou por ingestão. Substâncias que reagem quimicamente com o organismo humano provocando lesões mediatas ou imediatas, dependendo da: composição, concentração, via de penetração e tempo de exposição.

13.2.5 AGENTES BIOLÓGICOS
Possuem a capacidade de proliferar doenças infecto-contagiosas (hepatite) Infecções (dermatites, doenças pulmonares) Infecções cutâneas ou sistêmicas, (contágio). Como são raramente visíveis, os riscos que comportam nem sempre são considerados. A insalubridade será caracterizada pela avaliação qualitativa, do seguinte modo:

a) Insalubridade de Grau Máximo (40%): b) Insalubridade de Grau Médio (20%): 28

16 ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE LAUDOS PERICIAIS A primeira fase compreende a leitura dos autos identificando a petição inicial, a réplica do réu/reclamado, conferindo atenção à decisão do juiz e aos quesitos que deverão ser respondidos. Na fase do Planejamento os seguintes tópicos são de relevância: • • • • • • • • • Partes envolvidas. O objeto da perícia é de competência do Perito. Levantar documentos apensados. Verificar o nº de quesitos e sua natureza. Prazo para entrega do Laudo. Volume do processo. Indicação de Assistentes Técnicos (qualificação técnica). Diligências necessárias. Local de realização da perícia. Acesso aos elementos necessários. Necessidade de equipe auxiliar. Dificuldades devem ser comunicadas formalmente ao juiz. O trabalho do perito é técnico e não policial.

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17 ESTRUTURA DO LAUDO TÉCNICO PERICIAL O Laudo Pericial deve ter no mínimo os seguintes itens: 1- Critério adotado
Mencionar legislação, normas, leis, ... (critério qualitativo e/ou quantitativo). faixas de leitura, certificado de calibração, etc.)

2- Instrumentos utilizados Instrumentos especificados no Laudo (marca, modelo, tipo, fabricante, 3- Metodologia de avaliação
Descrita sucinta. A NR 15 e Portaria 3311/89 estabelecem metodologias.

4- Descrição da atividade Atividades desenvolvidas pelo reclamante, locais de trabalho com os e condições de exposição respectivos agentes insalubres. (testemunhas, pessoal das áreas,
documentos, fotografias ... (art. 429 CPC)).

5- Dados obtidos

Dados relativos aos locais de trabalho e a exposição do empregado (avaliações quantitativas, tempo de exposição, certificados de análises químicas, áreas de risco, croquis, tabelas, gráficos...) Constatada a insalubridade, o perito deve informar o seu grau (mmm), que é variável de acordo com o agente insalubre. O perito deve estudá-los cuidadosamente antes de realizar a prova pericial e respondê-los de maneira objetiva e fundamentada. (decisão judicial, objetivo, facilitar julgamento). Explicitar claramente se a atividade analisada é considerada insalubre, mencionar o grau de insalubridade e o embasamento legal. 30

6- Grau de insalubridade 7- Resposta aos quesitos formulados pelas partes 8- Conclusão pericial

17.2 FLUXO DO LAUDO PERICIAL

Litígio Pedido da perícia Nomeação do perito do judicial Intimação das partes para apresentar os quesitos Apresentação do assistente pericial Convocação do perito Apresentação da proposta de honorários do perito judicial Comunicação as partes pelo juízo para contestação Não havendo contestação é dado prazo para depósito dos honorários pela parte de direito Marcado prazo para início da perícia Início da perícia Realização de diligências Apresentação do laudo Solicitação da liberação dos honorários
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17.2 FLUXO DO LAUDO PERICIAL

Litígio Pedido da perícia Nomeação do perito do judicial

Etapas para Elaboração:
Conhecer o objeto da perícia

Intimação das partes para apresentar os quesitos Apresentação do assistente pericial Convocação do perito

• Identificar os fatos • Analisar os quesitos • Retorno de pedido às partes • Obtenção de elementos • Pedido de prazo e elementos ao Magistrado •Elaboração do laudo •Prólogo de encaminhamento •Abertura •Considerações preliminares •Quesitos •Respostas •Conclusões •Assinatura do Perito •Anexos •Pareceres

Apresentação da proposta de honorários do perito judicial Comunicação as partes pelo juízo para contestação Não havendo contestação é dado prazo para depósito dos honorários pela parte de direito Marcado prazo para início da perícia Início da perícia Realização de diligências Apresentação do laudo Solicitação da liberação dos honorários
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FORMULAÇÃO DE QUESITOS PARA INSALUBRIDADE

São perguntas de caráter técnico ou científico - discorridas pelo perito. São valorizadas pelo juiz, pois mitigam contestações, discussões e diligências. Todo laudo técnico é singular. Provas e técnicas precedentes necessitam ser utilizadas com prudência. 1. Ações de Acidentes de Trabalho (subsídios para ações de cobrança de insalubridade). • Cumprimento da legislação específica de segurança do trabalho. • Treinamentos e/ou orientações recebidos pelo autor. • Detalhamento sobre as condições e conjunturas de acidente. • Ocasionais exposições de riscos. • Medidas preventivas de acidentes. • Ações inseguras cometidas pelo acidentado. 2. Ações de Cobrança de Adicionais por Agentes Nocivos (ou múltiplos). • Jornada de trabalho do reclamante. • Detalhamento do local de trabalho e Atividades desenvolvidas pelo reclamante. • Dia da vistoria técnica, o horário do início e término, nome e função dos acompanhantes. • Exposição a agentes nocivos constantes na NR15. • Instrumento de medição utilizado (devidamente calibrado). • Fornecimento EPI’s ao reclamante. • EPI’s possuem ligação real e concreta com os agentes nocivos considerados. Descrevê-los. • Avaliar se “A eliminação ou neutralização da insalubridade ocorre com a utilização de EPI’s”. 191. • Informar se o reclamante laborou em condições insalubres justificando a sua conclusão.33

19 NOMEAÇÃO e MANUTENÇÃO do PERITO Requer procedimento diligente, digno e confiável. Deverá decorrer de contato pessoal, formal, nas dependências e durante o expediente do Fórum (apresentação). Juízes mantêm registros pessoais sobre a qualidade dos peritos (observando prazos). Os registros são comungados. Uma má nomeação atinge a pessoa e a carreira do juiz. O Laudo é endereçado ao juiz que nomeou o perito. Nada deve ser antecipado às partes. (sigilo). Comentários e esclarecimentos somente em juízo. Contato entre as partes só na ocasião das diligências, com os assistentes durante as pesquisas e com funcionários cartoriais no âmbito do Fórum. Acertos cartorários pleiteando nomeações é grave falta contra a honestidade de propósitos do perito.
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20 HONORÁRIOS PERICIAIS É da parte sucumbente na pretensão objeto da perícia, salvo se beneficiária de justiça gratuita (Enun. 236 do TST). Será paga pela parte que houver requerido o exame (ou determinado de ofício). Assistente técnico: Cada parte pagará a remuneração da sua indicação. Deposito em juízo: Por determinação do juiz, será liberado ao perito após a apresentação do laudo, facultada liberação parcial. Depósito Antecipado: Fator de segurança ao perito. O Perito necessita requerer o depósito dos honorários antes do início dos trabalhos (Art. 19 CPC). Se não acontecer o depósito o Perito necessita ajuizar ação (Art. 585 CPC e Art. 275 CPC). A ação para cobrança dos honorários prescreve no prazo de um ano a contar da sentença (Art. 178 e Art. 206 CC). Partes X Quesitos Suplementares (Art 425 CPC). Se a proposta inicial não prever o perito arcará com o prejuízo. Requerer ao juiz a possibilidade de completar a verba honorária. 35 Estimativa inicial: objetiva na sua abrangência para apresentação ao judiciário.

21 CONCLUSÃO As contestações jurídicas à reverência das condições de trabalho insalubres estão sempre centralizadas nos adicionais que aspiram indenizar o malefício e não suprimir o risco ou resguardar a saúde. O beneficio da elaboração de Laudos Periciais em Insalubridade não se destina objetivamente a parcela pecuniária a ser paga ao empregado, mas sim desestimular a negligência com o ambiente de trabalho. Constitui-se em instrumento de alerta aos profissionais que atuam nesta área, no sentido de efetivamente elaborarem laudos periciais, para que através deles, possam garantir a aplicabilidade da legislação vigente.
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MODELO PADRÃO DE ESTIMATIVA DE HONORÁRIOS DE PERÍCIA JUDICIAL Demonstração da composição dos honorários - Quadro Horçamentário Demonstrativo das horas alocáveis para a elaboração do Laudo Pericial Extrajudicial Processo(s): 1. Custos Diretos e Indiretos JCJ/Vara(s): Cartório: Autor(es): Réu(s): (a) Custos Diretos no Processo Horas R$ por hora Parciais em Do Pessoal Envolvido Alocadas R$ Compromisso e Carga 0 0 0 Diligências e Vistorias 0 0 0 Análise Autos/Docs./Relatórios 0 0 0 Pesquisa e Levantam. de Dados 0 0 0 Exames e Análises Técnicas 0 0 0 Descrição e Conclusão Técnica 0 0 0 Conferência Reservada 0 0 0 Planejamento / Execução / Cálculos 0 0 0 Cálculos e Elaboração de Anexos 0 0 0 Redação do Laudo 0 0 0 Reuniões com Assistentes Técnicos 0 0 0 Montagem Laudo 0 0 0 Revisão/Assin./Entrega do Laudo 0 0 0 Revisão Técnica 0 0 0 Subtotais 0 0 0 (b) Custo Indireto no Porcesso - Total Horas R$ por Hora Parciais em Material Alocadas R$ Depreciações, en. El., veículos etc. 0 0 0 Outros Custos fiscais e econômicos 0 0 0 Total da Estimativa de honorários 0 0 0 Subtotais 0 0 0 HORAS ITEM VLR. HORA TOTAIS EM 2. CUSTOS INDIRETOS R$ R$ Custo Hora do Escritório em Função 0 0 0 dos Custos Fixos Mensais: Gastos de Infra-estrutura
(Depreciação, Amortização, Aluguéis, Água, Luz, Telefone, Seguros, Manutenção de Equipamentos, Impostos) Subtotais

0

0

0

0

0 R$ 0 0 0

0

3. RESUMO Custos Diretos Custos Indiretos TOTAL DOS HONORÁRIOS PERICIAIS

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LAUDO TÉCNICO PERICIAL DE INSALUBRIDADE ANEXO 8 - NR 15 - VIBRAÇÕES

MODELO DE LAUDO PERICIAL FORMAL

No. Data:

CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA Razão Social - RS Alteração RS C.N.P.J. Endereço CEP C.N.A.E. (Portaria MTb No. 01/95)

Município Grau de Risco

DADOS DO FUNCIONÁRIO Nome / Identidade / CTPS Função Data Admissão / Saída CARACTERÍSTICAS DO LOCAL OBJETO DA PERÍCIA Setor / Local de Trabalho Os limites de tolerância definidos pela Organização Internacional para a Critério Adotado Normalização - ISSO, em suas normas ISSO 2631 e ISSO/DIZ 5349 ou suas substitutas. Marca: Tipo Série Instrumental Utilizado Data Calibração: Metodologia de Avaliação Descrição das Condições de Tempo de Exposição às Vibrações Resultados da Avaliação Medidas para Eliminação e/ou Neutralização da A insalubridade, quando constatada, será de grau médio (por exemplo). CONCLUSÃO Perícia Realizada em: Data: Acompanhantes / Informantes Nome e Assinatura do Engenheiro de Segurança. CREA No. ............ INFORMAÇÕES PERICIAIS Horário:

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• http://www.protecaoeventos.com.br/ • O Curso de Higiene Ocupacional - Operação Prática de Instrumentos demonstração e utilização de mais de uma centena de instrumentos de avaliação, incluindo os menores dosímetros de ruído do mundo, o dosímetro de duplo canal, as novas bombas de amostragem de ar e os novos detectores de gases do mercado. • Objetivo: Capacitar os participantes em metodologia e estratégia de amostragem de riscos físicos, químicos e biológicos, com ênfase na utilização prática de instrumentos de avaliação, mostrando soluções para problemas que já ocorreram ou que podem ocorrer com os profissionais da área. • Docente: Eng. Marco Aurelio Luttgardes.

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