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Órgãos Genitais Femininos - Anatomia, RC, TC e RM (Printable)

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APARELHO REPRODUTOR FEMININO

U.C. Sistema Urogenital
Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa Prof. Ricardo Albuquerque 2011/2012

NOTA
As imagens utilizadas nesta apresentação têm apenas fins académicos.

2

OBJECTIVOS
• Identificar as estruturas anatómicas dos órgãos genitais femininos. • Identificar as principais patologias que afectam o útero e anexos. • Adequar os métodos e técnicas em radiologia (protocolos de estudo) que

permitam estudar a região anatómica dos órgãos genitais femininos.

3

CONTEÚDOS
• Anatomia:
 Útero  Ovários

 Vagina
 Vulva

• RC, TC, RM:

Principais indicações clínicas

4

ANATOMIA
SISTEMA REPRODUTOR FEMININO

5

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino
 Ovários órgãos reprodutivos primários:
 Produzem os óvulos;
 Secretam hormonas a partir das células do corpo

amarelo ou lúteo (estrogénio e progesterona).

 Canais acessórios:
 Trompas de Falópio ou uterinas, Útero, Vagina e

Vulva.

 Glândulas Anexas
6

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino

7

ANATOMIA
SISTEMA REPRODUTOR FEMININO - OVÁRIOS

8

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Ovários

Localização:
 Durante

gestação a localização varia (região lombar, inicialmente e depois descem).

a

 Estão localizadas no escavado

pélvico junto das paredes laterais, à frente do recto e da articulação sacro-ilíaca (2cm).
 O ovário esquerdo geralmente

é mais anterior que o direito.
9

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Ovários

 Forma ovóide ligeiramente achatada na ♀ adulta com superfície irregular.  Na ♀ menopausica atrofia-se.  Podem existir ovários supra-numerários.  A ausência dos 2 ovários é muito rara mas se ocorrer, geralmente existem outras

malformações associadas.
 Único órgão abdominal que não está revestido totalmente por peritoneu na região do hilo.  Na gravidez pode atingir a região lombar.

10

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Ovários

A Dimensão é variável (fisiologia):  Multípara: 4x2x1 cm (c x l x e) com ovário direito > que o esquerdo;  Nulípara: dimensões <. Peso: 2g, 8g e 20g. (infância e menopausa <) (gravidez >). Cor e consistência:  Adulta: branco-rosado e vermelho (menstruação) / Firme;  Roxo: gravidez;  Menopausa: Cinzento / > Dureza.

 

11

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Ovários Fixação:
 

Geralmente não está fixo no mesmo local; Relaciona-se com a parede abdominal e aos órgãos vizinhos através de 4 ligamentos:

 Suspensor do ovário ou lombo-ovárico (relaciona-se com os vasos ilíacos externos);  Tubo-ovárico (ovários – trompas de Falópio);  Próprio do ovário ou utero-ovárico;  Mesovárico.

12

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Ovários

13

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Ovários Conformação:

Possuem 2 faces:  externa/parietal ;  interna/uterina. Possuem 2 bordos:  Anterior (recebe os vasos e nervos ováricos – hilo do ovário);  Posterior (livre em toda a extensão). Possuem duas extremidades:  pólo superior (coberto pela trompa uterina e dá inserção aos ligamentos suspensor e tubo-ovárico);  pólo inferior.
14

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Ovários Constituição:

Invólucro Ovárico  Epitélio germinativo sob o qual está uma camada de tecido conjuntivo denso – Túnica Albugínea.

Parênquima Ovárico
 Composto por zona medular – central – e zona cortical;  A zona medular possui vasos e tecido conjuntivo laxo;  O córtex possui organitos (folículos nas várias desenvolvimento que culminam no corpo amarelo).

fazes

de

15

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Ovários Constituição:

Folículos Ováricos:  São cerca de 400 000 numa recém-nascida mas a > parte atrofia (Folículos atrésicos);  Podem ser primordiais, em crescimento, atrésicos, maduros ou vesículas de Graaf).

Corpos Amarelos:

 Ou Lúteos – resultam da ruptura dos folículos maduros e pode ser de menstruação (ou de ovulação) e gravídico ou verdadeiro.
16

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Ovários

17

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Ovários

18

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Sistema Reprodutor Feminino - Ovários

19

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Ovários – Radiologia Convencional

Só se visualizam se existirem calcificações ou massas tumorais significativas; Os teratomas também se visualizam devido aos derivados ectodérmicos.

20

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Ovários – Radiologia Convencional

• Teratoma

21

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Ovários – Tomografia Computorizada

 Têm deficiente tradução tomodensitométrica quando são normais.  Visualizam-se quando apresentam elementos de natureza cálcica, gordura

ou teratomas.
 É importante a opacificação das vias digestivas para que se possam

distinguir as estruturas.
 Um ponto anatómico de referência para a localização das estruturas são as

vasos ilíacos primitivos.

22

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Ovários – Tomografia Computorizada

23

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Ovários – Tomografia Computorizada

24

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Ovários – Ressonância Magnética

Não se visualizam bem por RM;

Visualizam-se massas tumorais, nomeadamente o ponto de origem fazendo um varrimento de vários cortes.

25

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Ovários – Ressonância Magnética

26

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Ovários – Ecografia

 Estudo por imagem adequado de preferência endovaginal;  Para se localizarem deve-se iniciar o estudo com útero e seus cornos até aos

vasos ilíacos;
 Na mulher adulta tem forma de amêndoa com 3 a 3,5 cm no > eixo;  Podem distinguir-se quistos, folículos;  Depois da menopausa é difícil identificar estas estruturas.

27

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Ovários – Ecografia

• Folículos no ovário

28

PATOLOGIAS
OVÁRIOS

29

PATOLOGIAS
Ovários

Quistos


  

Torsão
Endometriose Tumores Metástases

30

ANATOMIA
SISTEMA REPRODUTOR FEMININO – TROMPAS DE FALÓPIO

31

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Trompas de Falópio

Canais

bilaterais

que

se

encontram perto dos pólos superiores dos ovários e que se inserem nos ângulos

superiores do útero.

Por acção química e mecânica permitem haja recolha dos óvulos que saem dos ovários.
32

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Trompas de Falópio

 As trompas estão à frente dos

ovários

e

tem

uma

direcção

transversal desde o inicio no útero até alcançar o pólo inferior do ovário. Depois inflecte-se para cima

verticalizando-se.

 Junto do pólo superior inflecte-se

para baixo e para trás.
33

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Trompas de Falópio
 Dimensões:
 Multípara possui trompas de > dimensão;

 10 a 12 cm de comprimento;
 2 a 4 mm de diâmetro junto do útero e com 6 a 8 junto do ovário.

 Fixa-se:
 Internamente ao útero (variando a sua posição de acordo com este)  Externamente relaciona-se com o ovário condicionando os seus

movimentos de acordo com este;  Além destas conexões, fixa-se pelo ligamento tubo-ovárico e por 2 folhetos do ligamento largo do útero.
34

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Trompas de Falópio Possui 4 porções:  Intersticial  Está na espessura da parede uterina.  Possui 1 a 1,5 cm  Istmo de Barkow  Possui 2 a 4 cm de (c)  Ampola de Henle  Canal sinuoso com parede fina e extensível com 7 a 8 cm  Pavilhão ou Infundibulo  Possui uma forma de funil cuja base é irregular apresentando 10 a 15 franjas com 10 a 15 mm  Existe uma franja + longa – franja ovárica de Richard que se liga ao l. tubo-ovárico.  Estas franjas podem aderir nos processos inflamatórios provocando oclusão do pavilhão.
35

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Trompas de Falópio

Interiormente apresentam:
 

Canal tubário (virtual); A mucosa com saliências muito numerosas paralelas ao seu eixo.

As trompas possuem anexos embrionários:
  

Hidátide pediculado de Morgagni; Epóforo ou Corpo de Rosenműller; Corpo de Waldeyer.

36

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Trompas de Falópio

Constituição Anatómica:


  

Túnica Serosa
Túnica Subserosa (vasos e estruturas nervosas) Túnica Muscular Túnica Mucosa

37

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
TROMPAS DE FALÓPIO

38

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Trompas de Falópio

39

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Trompas de Falópio – Radiologia Convencional

 

Não se visualizam a não ser que existam massas tumorais ou calcificações; Para serem estudadas é necessária a administração de contraste.

40

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Trompas de Falópio – Radiologia Convencional

41

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Trompas de Falópio – Radiologia Convencional
• Tomografia • Computorizada • Ressonância Magnética

• Ultrassonografia

Não tem tradução radiográfica ou ecográfica excepto se existirem massas tumorais. A ecografia endovaginal pode permitir a visualização destas estruturas mas com dificuldade A ecografia pode ser útil para a identificação de gravidez ectópica ou infecções com colecções liquidas.
42

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Trompas de Falópio
• Ressonância Magnética

43

ANATOMIA
SISTEMA REPRODUTOR FEMININO – ÚTERO

44

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero
 Considerações Gerais
 Órgão impar, localizado medianamente na escavação pélvica por detrás

da bexiga e à frente do recto;
 Por cima tem as ansas intestinais e por baixo apresenta-se a vagina;
 Evolui com a gravidez e a localização altera-se:

1ºs meses 3º mês 4º mês 5º mês 6º mês

Mantém-se na escavação Fundo uterino – 8 cm acima da SP Fundo uterino – 11 cm acima da SP Fundo uterino – 14 cm acima da SP Fundo uterino – 24 cm acima da SP

7º mês 8º mês 9º mês

Fundo uterino – 27 cm acima da SP Fundo uterino – 30 cm acima da SP Fundo uterino – 32 cm acima da SP. Posição abdomino-torácica

45

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero

46

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero
 Forma:  Cone achatado de base superior e vértice inferior.  Varia entre mulheres nulíparas e multíparas.  Na multípara: corpo, istmo e colo.  Posição:  Possui mobilidade mas depende de:  pressão abdominal  Tonicidade do útero  Variações fisiológicas da bexiga e recto.  O corpo e o colo fazem um ângulo aberto para a frente na direcção da sínfise púbica.

47

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero

Este ângulo pode sofrer modificações:  Antroflexão  Retroflexão  Lateroflexão direita e esquerda

48

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero

Dimensões e Peso na:
 

Mulher nulípara: 6 cm (c) x 4 cm (l) com 40 a 50g; Mulher multípara: 7 cm (c) x 5 cm (l) 60 a 70 g;

O útero é duro e elástico;

Dependendo do desenvolvimento embrionário pode ocorrer ausência do útero ou duplicidade.

49

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero

 O vértice inferior apresenta estreitamento que divide o útero em 2

porções:  Corpo (cone achatado) com 2 faces (AI e PS), 3 bordos (laterais e superior ou fundo uterino – porção + larga do útero) e 3 ângulos (cornos uterinos – que se confundem com a inserção das trompas - e inferior que se confunde com o colo nível do istmo).
 Colo (forma cilíndrica) liga-se com a vagina o que faz com que se

divida em 3 partes:  Segmento superior extravaginal que se continua pelo corpo uterino através do istmo;  Segmento vaginal;  Segmento intravaginal ou focinho de tenca e apresenta o orifício do colo uterino visível através do espéculo. Este apresenta alterações na forma na nulípara e na multípara.
50

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero

51

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero

No interior, o útero apresenta:

Cavidade Uterina: virtual, achatada que se continua em cima pelos cornos uterinos e em baixo pela vagina;

Possui uma capacidade de 3 a 4 cm3 na nulípara e 5 a 6 cm3 na multípara;

Esta cavidade continua-se pelo canal cervical uterino que é fusiforme e

possui pregas longitudinais que se designam de árvore da vida. Estas
árvores que estão em cada face possui glândulas cervicais.
52

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero
 O útero mantém a sua orientação por acção de 4 ligamentos:
 2 laterais: ligamentos largos –

unem o útero transversalmente às paredes laterais da escavação pélvica (aponevrose do músculo obturador interno e osso coxal).
 2 anteriores: ligamentos redondos

direito e esquerdo. Estendem-se desde o corpo do útero (cornos uterinos) até à região púbica e à medida que fazem esse percurso perdem a forma cilíndrica.
53

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero

54

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero

55

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero

Além deste sistema de ligamentos existe ainda o sistema de suspensão que mantém o útero na sua posição fisiológica:

 

Ligamento do sistema transversal que está junto dos ligamentos largos ; Ligamentos do sistema longitudinal que se inserem posteriormente e se fixam no sacro.

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ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero Constituição anatómica da parede do útero:
 Túnica serosa (externa):

 Cobre apenas o corpo e o istmo;  Na face posterior da vagina flecte até atingir a face anterior do recto, formando o fundo de saco recto-vaginal de Douglas.
 Túnica muscular ou Miométrio:

 No corpo e no colo existem fibras musculares lisas, fusiformes que se encontram agrupadas em feixes e orientadas de várias formas segundo 3 planos: externo, médio e interno;  No colo as fibras são menos abundantes.
 Túnica mucosa ou Endométrio:

 Reveste a cavidade uterina na totalidade;  Apresenta coloração rosada e a sua espessura varia com o ciclo menstrual.
57

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero

 Endométrio durante o Ciclo Menstrual

58

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino – Útero

59

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
ÚTERO

60

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero

61

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Radiologia Convencional
Permite visualizar:
 Fibromiomas calcificados (pequenas imagens irregulares de densidade

cálcica);

 Com a técnica da Histerossalpigografia é possível estudar melhor o útero

devendo ser mantidas as condições de assepsia; infecções ou mesmo hemorragias;

 A Histerossalpigografia não deve ser realizada a mulheres grávidas ou com

 Deve ser realizado após a fase menstrual, nos 10 primeiros dias;  Deve-se utilizar entre 5 a 10 cc de contraste radiopaco e hidrossolúvel já que

esta é a capacidade do útero;

 Esta técnica permite ver:

 Colo, istmo e fundo uterino  Cavidade uterina  Corno uterino e orifício da trompa

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DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Radiologia Convencional

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DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Tomografia Computorizada

 Permite visualização de massas com ponto de origem difícil de determinar;  Deve ser realizado após a menstruação

e com recurso a contraste

endovenoso para ser possível avaliar a posição, dimensões, forma e estrutura;
 Também se pode observar a separação entre o miométrio e o endométrio;  Deve-se avaliar se existe colecções peri-uterinas ou estruturas calcificadas.

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DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Tomografia Computorizada

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DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Tomografia Computorizada

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DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Tomografia Computorizada

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DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Tomografia Computorizada

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DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Ressonância Magnética
 Efectuam-se ponderações em T1 e T2;  Em T1 o útero apresenta hipossinal e em T2 já se visualizam colecções peri-

uterinas, quistos e uma linha branca que representa o endométrio com 5 a 6 mm de espessura consoante a fase do ciclo menstrual;
 Realizam-se cortes axiais que se complementam com os coronais e com os

sagitais e com variantes oblíquas;
 Proporciona uma boa visualização do útero, especialmente do endométrio e

do miométrio nas fases férteis e pós-menopausa (THS).

69

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Ressonância Magnética

Permite uma avaliação das regiões envolventes: recto, vagina, bexiga, ligamentos uterinos, cólon pélvico e linfáticos.

Nos cortes coronais podem visualizar-se:

As trompas, ovários e cornos uterinos para apreciação global

70

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Ressonância Magnética

71

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Ressonância Magnética

72

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Ressonância Magnética

Cancro dos Ovários

Cancro do Cérvix
73

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Ecografia
 É o exame de primeira linha para o estudo do útero e anexos;  Efectua-se, geralmente, uma abordagem supra-púbica

com replecção

vesical após fase menstrual;
 A endovaginal também apresenta mais-valias;
 Este exame permite avaliar a posição, dimensões, forma e estrutura do útero

e região serosa do miométrio;
 Permite a detecção de massas (que podem ter cone de reforço posterior - nos

fibromiomas);
 O endométrio é avaliado durante a fase fértil e pós-menopausa;

 Pode-se avaliar a região adjacente e as relações anatómicas do útero e

anexos.
74

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Ecografia
 Em cortes longitudinais ou sagitais aparece medianamente e em anteversão

com 8 cm (L); 4 cm (T) e 3 cm (AP);
 Os contornos devem ser regulares e o miométrio deve ter uma

ecogenicidade média e homogénea;
 O endométrio deve ser hiperecogénico e apresenta-se como uma linha dupla

justaposta.

75

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Útero – Ecografia

76

PATOLOGIAS
Útero

  

Patologia Congénita; Patologia do miométrio (Mioma); Patologia do Colo Uterino (quistos, carcinoma cervical,…);

Patologia do endométrio (pólipos e carcinoma).

77

ANATOMIA
SISTEMA REPRODUTOR FEMININO - VAGINA

78

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Vagina
 Canal músculo-membranoso, muito extensível ;  A extensibilidade diminui com a idade;  Está situada entre o útero e a vulva;

 É impar e mediano e localiza-se na loca vaginal. Adiante tem a bexiga e uretra, atrás recto, em cima útero e lateralmente os músculos levantadores do ânus. Inferiormente encontra-se a vulva.

79

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Vagina
 Forma quando está vazia: achatada, as paredes anterior e posterior estão em

contacto uma com a outra.
 Possui 8 cm de comprimento médio, podendo ser mais curtas (5cm) ou mais

longas (14 cm);
 O calibre é irregular, sendo estreito na extremidade inferior e alargado na

extremidade superior;
 A extremidade superior também é designada por doma vaginal.

80

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Vagina

Mantém-se na sua posição por acções aos meios de fixação à bexiga, recto, colo uterino e períneo anterior.

No interior apresenta um sistema de pregas ou rugas vaginais mais desenvolvidas na linha mediana

81

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Vagina

82

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Vulva
 Órgão genital externo da mulher;  É uma saliência ovóide constituída por:
 Monte púbico de Vénus
 Formações Labiais  Espaço interlabial  Órgãos erécteis

 Glândulas de Bartholin

 Os limites desta estrutura são:
 Adiante: parede anterior do abdómen;  Atrás: períneo;  Lateralmente: coxas.
83

ANATOMIA
Sistema Reprodutor Feminino - Vulva

Principais constituintes da Vulva:

84

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Vagina e Vulva

85

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Vagina e Vulva

• Radiologia Convencional • Tomografia Computorizada • Ressonância Magnética • Ecografia

 

Em RC estas estruturas não têm tradução na imagem. A vagina é bem visualizada em TC, RM e Eco bem como a vulva, embora se recorra à observação directa.

86

PATOLOGIAS
VAGINA E VULVA

87

PATOLOGIAS
Vagina e Vulva

 

Quistos; Obstrução do canal genital (Hidrometrocolpos e Hematometrocolpos).

88

CONSIDERAÇÕES FINAIS

89

BIBLIOGRAFIA

ACR Practice Guidelines For The Performance of Abdominal Radiography,
Reston, Va: American College of Radiology; 2006 (Disponível em www.acr.org)


Pina, J.A. Esperança, Anatomia humana dos órgãos, Lisboa: Lidel, 2004
Pisco, João; Sousa, Luís Aires, Noções Fundamentais de Imagiologia, Lisboa: Lidel, 1999

90

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