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FÍSICA APLICADA 2

ESTÁTICA DO PONTO MATERIAL

Quando se vê um corpo pendurado por um, dois ou mais fios, diz-se que o mesmo está em equilíbrio estático.

O objetivo desse capítulo é verificar como ocorre o equilíbrio e com que intensidade de

força cada fio está esticado.

ESTÁTICA

Estática é o ramo da Física que analisa o equilíbrio estático dos corpos.

A Estática é dividida em duas partes:

Estática do ponto material.dos corpos. A Estática é dividida em duas partes: Estática do corpo extenso. ESTÁTICA DO PONTO

Estática do corpo extenso.é dividida em duas partes: Estática do ponto material. ESTÁTICA DO PONTO MATERIAL Um ponto material

ESTÁTICA DO PONTO MATERIAL Um ponto material está em equilíbrio estático em relação a um sistema de referência, se sua velocidade V permanecer nula no decorrer do tempo. Nessas condições, a aceleração a é nula e, de acordo com o Principio Fundamental da Dinâmica, também é nula a resultante das forças que atuam sobre o ponto material: F r =0.

A condição F r =0 pode ser imposta pelo método :

=0. A condição F r =0 pode ser imposta pelo método : das projeções: considerando –

das projeções: considerando se as forças coplanares, escolhe-se um sistema de ortogonal Oxy, no plano das forças, e impõe-se que as projeções F rx e F ry de F r nos Ox e Oy sejam nulas : F rx =0 e F ry =0.

e impõe-se que as projeções F r x e F r y de F r nos

da linha poligonal das forças : as forças que agem no ponto material são representadas uma em seguida a outra, de modo que a extremidade de uma coincida com a origem da seguinte. A última força desenhada deve ter a extremidade coincidente com a or igem da primeira. Desse modo, a linha poligonal das forças é fechada, indicando que a força resultante é nula.

é fechada, indicando que a força resultante é nula. MÉTODO DAS PROJEÇÕES No caso em que

MÉTODO DAS PROJEÇÕES

No caso em que a força F forma com o eixo Ox uma ângulo

temos:

x =F.cos x =F.cos

F

y =F.sen y =F.sen

F

com o eixo Ox uma ângulo temos: x =F.cos F y =F.sen F , como mostra
com o eixo Ox uma ângulo temos: x =F.cos F y =F.sen F , como mostra

, como mostra a figura 01,

A força resultante (F r ) será obtida a partir de suas projeções ( F rx e F ry ) . Sendo :

Aplicando o teorema de Pitágoras poderemos calcular a força resultante:

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Exemplo

Considere o ponto material submetido a três forças coplanares como mostra a figura abaixo. Vamos calcular a força resultante aplicando o método das projeções e verificar se

o ponto material está ou não em equilíbrio.

verificar se o ponto material está ou não em equilíbrio. Vamos calcular os módulos de F

Vamos calcular os módulos de F 2x e F 2y :

Vamos calcular os módulos de F 2 x e F 2 y : F x =F.

F x =F. cos F x =10 .0,866 F x = 8,66 N

y : F x =F. cos F x =10 .0,866 F x = 8,66 N F

F x = 10.cos 30°

F y = F.sen F y = 10.0,5 F y = 5 N y = F.sen F y = 10.0,5 F y = 5 N

F y = 10.sen 30° y = 10.sen 30°

Assim, teremos quatro forças conforme mostra a figura abaixo:

teremos quatro forças conforme mostra a figura abaixo: A força resultante F r y =-25 N

A força resultante

forças conforme mostra a figura abaixo: A força resultante F r y =-25 N F r

F ry =-25 N

F ry =5- 30

na

vertical será: F ry =F 2y -F 3

A força resultante na horizontal será F rx =F 2x -F 1

F rx =8,66 -20

será F r x =F 2 x -F 1 F r x =8,66 -20 F r

F rx =-11,34 N

A força resultante será calculada aplicando o teorema de Pitágoras:

F r 2 = F rx 2 + F F r 2 = (11,34) 2 +(25) 2 F r 2 =128,5956 +625 F r 2 =753,5956 F r =27,45 N

2

ry

Assim, como a força resultante não é nula. O ponto material não está em equilíbrio.

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MÉTODO DA LINHA POLIGONAL

O sistema de forças mostrado na figura abaixo está em equilíbrio. Vamos calcular a intensidade das forças F 2 e F 1 aplicando a Lei dos senos.

REVISÃO- LEI DOS SENOS

Num triângulo qualquer a razão

,

e

é constante

DOS SENOS Num triângulo qualquer a razão , e é constante Poderemos aplicar a Lei dos

Poderemos aplicar a Lei dos Senos em sistemas com três forças concorrentes e em equilíbrio.

Lembre-se que a soma dos ângulos

, e
,
e

é igual a 180°.

Lembre-se que a soma dos ângulos , e é igual a 180°. Como a soma das

Como a soma das medidas dos ângulos internos de um triângulo é igual a 180° podemos

ângulos internos de um triângulo é igual a 180° podemos x=180°-100° calcular a medida do ângulo

x=180°-100°

calcular a medida do ângulo oposto ao vetor F 2 . Assim: x+ 70°+30°=180°

x=80°

Logo , os módulos de F 1 e F 2 serão:

F 1 =56,34 N

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F 2 = 59,04 N

EXERCÍCIOS

1)Considere o sistema de três forças concorrentes representado abaixo. Aplique o método das projeções para determinar a intensidade da força resultante.

a

b

c

d

a b c d
a b c d
a b c d
a b c d

2)No sistema de três forças concorrentes representado abaixo determine a intensidade da força resultante.O sistema está em equilíbrio?

da força resultante.O sistema está em equilíbrio? 3)O módulo da resultante do sistema de forças que

3)O módulo da resultante do sistema de forças que age sobre a partícula da figura vale:

de forças que age sobre a partícula da figura vale: a)200N b)300N c)500N d)100N e)150N 4)

a)200N

b)300N

c)500N

d)100N

e)150N

4) Calcule o módulo da resultante do sistema de forças que age sobre a partícula da figura.

c)500N d)100N e)150N 4) Calcule o módulo da resultante do sistema de forças que age sobre

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5) Calcule o módulo da resultante do sistema de forças que age sobre a partícula da figura.

do sistema de forças que age sobre a partícula da figura. 6) O sistema abaixo está

6) O sistema abaixo está em equilíbrio.O peso do corpo suspenso é de 100N .Determine as intensidades das trações nos três fios.

.Determine as intensidades das trações nos três fios. 7) Determine as trações T nos fios ideais

7) Determine as trações T nos fios ideais AB e BC, sabendo-se que o sistema está em equilíbrio na posição indicada.Dados : sen =0,6 e cos =0,8 e P= 900N

na posição indicada.Dados : sen =0,6 e cos =0,8 e P= 900N 8)Para o sistema da
na posição indicada.Dados : sen =0,6 e cos =0,8 e P= 900N 8)Para o sistema da
na posição indicada.Dados : sen =0,6 e cos =0,8 e P= 900N 8)Para o sistema da

8)Para o sistema da figura está em equilíbrio.O peso do corpo A é de 400 N.Determine as trações nos três fios .

corpo A é de 400 N.Determine as trações nos três fios . 9)O sistema da figura

9)O sistema da figura está em equilíbrio. Calcule as trações nos três fios.

as trações nos três fios . 9)O sistema da figura está em equilíbrio. Calcule as trações

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10) Na figura abaixo o corpo suspenso tem massa igual a 20 kg.Os fios têm pesos desprezíveis e o sistema está em equilíbrio estático.Determine as trações nos fios AB e BC.

estático.Determine as trações nos fios AB e BC. 11)Nos sistema em equilíbrio esquematizado, o fio BC

11)Nos sistema em equilíbrio esquematizado, o fio BC deve permanecer horizontal.Os fi os e a polia são ideais.Sendo M 1 = 3 kg e g=10m/s 2 , determine:

a)o peso do bloco 2; b)a tração no fio AB

, determine: a)o peso do bloco 2; b)a tração no fio AB 12)Na figura o sistema

12)Na figura o sistema está em equilíbrio. Sabendo que a força de atrito entre o bloco M e o plano tem intensidade 300 N. Faça o diagrama de forças em cada corpo. Determine as intensidades das trações nos três fios.

Determine as intensidades das trações nos três fios. 13)O corpo representado na figura tem peso 40N.Ele

13)O corpo representado na figura tem peso 40N.Ele é mantido em equilíbrio por meio do fio ideal

AB de comprimento 50 cm e pela força horizontal

cm, determine a tração no fio AB e a intensidade da força

.Sabendo-se que a distância BC é igual a 30

.

horizontal cm, determine a tração no fio AB e a intensidade da força .Sabendo-se que a

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ESTUDO DIRIGIDO 1 1)Uma partícula está submetida à ação de várias forças, conforme a figura. A intensidade da força resultante é igual a:

a)F

b)2F

c)3F

d)6F

e)10F

da força resultante é igual a: a)F b)2F c)3F d)6F e)10F 2)Duas força de intensidades 9N

2)Duas força de intensidades 9N e 12 N, respectivamente, atuam sobre um ponto material. A intensidade da resultante é:

a)igual a 15N

d)compreendida entre 3N e 21N

b)menor que 9N

c)maior que 12 N e menor que 21 N e)igual a 3 N

3)Uma força de módulo 10N e outra de módulo 12 N são aplicadas simultaneamente a um

corpo.Qual das opções abaixo apresenta uma possível intensidade da resultante dessas forças?

a)0

b)1 N

c) 15 N

d)24 N

e)120 N

4)Um ponto material está sob a ação de duas forças de mesmo módulo 50N, formando entre si um ângulo de 120°.Para equilibrar o ponto é necessário aplicar uma força de módulo:

a)100 N

b)75 N

c)50.2 1/2 N

d)50 N

e) 25 N

5)A figura representa uma esfera de peso P=10.3 1/2 N , apoiada sobre uma superfície horizontal, presa à parede vertical por meio de um fio inextensível e de massa desprezível.Sendo F=20.3 1/2 N, as intensidades de T e F N são respectivamente:

a)30 N e 0 b)30N e 20.3 1/2 N

c) 20.3 1/2 N e 20.3 1/2 N

d) 15.3 1/2 N e 20.3 1/2 N

1 / 2 N d) 15.3 1 / 2 N e 20.3 1 / 2 N

6)Na figura ao lado, o corpo suspenso tem peso de 100 N.Os fios são idéias e têm pesos desprezíveis, e o sistema está em equilíbrio estático(repouso).A tração na corda AB, em N, é de:

a)20

b)40

c)50

d)80

e)100

e o sistema está em equilíbrio estático(repouso).A tração na corda AB, em N, é de: a)20

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Para resolver as questões 8, 9 e 10 utilize a regra do polígono e aplique a lei dos senos.

07)O sistema da figura está em equilíbrio .

lei dos senos. 07)O sistema da figura está em equilíbrio . Neste caso vamos representar todas

Neste caso vamos representar todas as forças que agem no nó (Ponto A). Temos três forças :

300 N , T 1 e T 2 , como mostra a figura (1). Como o sistema está em equilíbrio vamos traçar o polígono de forças, figura (2).

vamos traçar o polígono de forças, figura (2). Aplicando as relações de semelhança vamos determin ar

Aplicando as relações de semelhança vamos determin ar as medidas dos três ângulos . Observe as medidas dos ângulos indicados abaixo. A medida do ângulo â será:

â +50° + 60°=180°

â=70°

A medida do ângulo â será: â +50° + 60°=180° â=70° â=180°-110° Calcule as intensidades das

â=180°-110°

â será: â +50° + 60°=180° â=70° â=180°-110° Calcule as intensidades das força T 1 e

Calcule as intensidades das força T 1 e T 2 aplicando a lei dos senos.

08)O sistema da figura está em equilíbrio . Calcule as trações T1 e T2.

T 1 e T 2 aplicando a lei dos senos. 08)O sistema da figura está em

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09) O sistema da figura está em equilíbrio . Calcule as trações T1 e T2.

figura está em equilíbrio . Calcule as trações T1 e T2. 10) Uma caixa de 40

10) Uma caixa de 40 kg está suspensa como mostra a figura abaixo.Considere que g =10m/s 2 .O sistema está em equilíbrio.Determine as intensidades das forças T 1 e T 2 .

que g =10m/s 2 .O sistema está em equilíbrio.Determine as intensidades das forças T 1 e

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ESTÁTICA DO CORPO EXTENSO Vamos iniciar o estudo das condições de equilíbrio estático de um corpo extenso.Para isso, devemos considerar o equilíbrio translação e rotação.Antes de estabelecermos essas condições, vamos definir uma grandeza escalar importante, relacionada com o movimento de rotação de um corpo. É o momento de uma força.

Chama-se momento de uma força

aplicada num ponto P, em relação a um ponto O,

denominado pólo, o produto da intensidade F da força pela distância do ponto O á linha de ação da força (fig 1)

distância do ponto O á linha de ação da força (fig 1) Vamos considerar o sinal

Vamos considerar o sinal positivo para o momento em que a força tende a produzir em torno do pólo a rotação no sentido horário e negativo no sentido anti-horário. A unidade de momento no Sistema Internacional é newton. metro(N.m). Para podermos interpretar fisicamente o momento de uma força (ou torque), considere uma barra AO situada num plano vertical e que pode girar em torno do ponto O. Vamos determinar o momento da força F, de intensidade F= 20 N, em relação ao ponto O, nos quatro casos mostrados na figura 2.

ao ponto O, nos quatro casos mostrados na figura 2. Nos casos a e b, as

Nos casos a e b, as distâncias d do ponto O às linhas de ação das forças são nulas. Portanto, nulos são os momentos da força F em relação ao ponto O. Note, nessas duas situações, que a força F não tende a produzir rotação da barra AO em torno de O. Observe, no caso c, que a força F tende a produzir rotação da barra em torno de O, no sentido anti-horário. Portanto:

No caso d teremos:

Nos casos c e d, a força F tende a produzir rotação da barra em torno de O, e os momentos não são nulos. Na situação d, em que o momento é maior, torna-se mais fácil girar a barra.Desse modo, concluímos que:

MOMENTO É UMA GRANDEZA QUE MEDE A EFICIÊNCIA DE UMA FORÇA EM PRODUZIR ROTAÇÃO.

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EQUILÍBRIO DE BARRAS ARTICULADAS

Nos exercícios resolvidos anteriormente, as barras estavam simplesmente apoiadas. Vamos analisar casos de equilíbrio de barras articuladas em uma de suas extremidades.

Considere, por exemplo, uma barra horizontal AB de peso

um fio ideal, preso à extremidade B. A articulação pode ser entendida como um pino que passa por um orifício existente numa pequena placa fixa numa parede e pelo orifício existente na extremidade A da barra(figura3).A barra pode girar em torno da articulação A.

, articulada em A e sustentada por

torno da articulação A. , articulada em A e sustentada por Na barra atuam três forças:

Na barra atuam três forças: o peso

, a força de tração

,e a força

devida à

articulação.Conhecemos as linhas de ação de ,aplicamos o teorema das três forças:

Quando um corpo está em equilíbrio sob ação de três forças não paralelas, e devem ser concorrentes.

e

. Para determinar a linha de ação de

las

Na figura 4, as linhas de ação de

e

concorrem num ponto C.Logo, a força

tem a linha

de ação da reta AC. A demonstração desse teorema pode ser feita observando-se que, para haver equilíbrio, deve ser nula a soma algébrica de todos os momentos em relação ao ponto C. Os momentos de

e são nulos, pois essas forças passam pelo ponto C.Logo,o momento de

, em relação ao

ponto C , também deve ser nulo.Isso só acontece se a linha de ação de

deve ser nulo.Isso só acontece se a linha de ação de passar por C. Na resolução

passar por C.

Na resolução de exercícios de equilíbrio de barras articuladas, em vez de trabalhar diretamente com a força F, consideramos suas componentes X A e Y A . Também podemos decompor a força como mostra a figura 5.

a força F, consideramos suas componentes X A e Y A . Também podemos decompor a

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EXERCÍCIOS 1)Calcule o momento resultante sobre a barra abaixo,em relação ao ponto O

resultante sobre a barra abaixo,em relação ao ponto O Sendo F 1 = 200 N ,

Sendo F 1 = 200 N , F 2 = 50N , F 3 =150 N ,d 2 =1m , d 1 =2m e d 3 =2,5m

2)Calcule o momento resulatnte sobre a barra abaixo

=2,5m 2)Calcule o momento resulatnte sobre a barra abaixo Sendo :F 1 =200 N , F

Sendo :F 1 =200 N , F 2 = 200N ,P= 500N , x= 2 m y= 3m

3)Calcule o momento resultante sobre a barra abaixo,em relação ao ponto O.

resultante sobre a barra abaixo,em relação ao ponto O. 4)Qual é o momento P=450 N. resultante

4)Qual é o momento P=450 N.

resultante sobre a

ao ponto O. 4)Qual é o momento P=450 N. resultante sobre a barra abaixo? Considere F

barra abaixo? Considere F 1 =350 N , R a = 100 N e

5)Para que a barra abaixo fique em equilíbrio quais devem ser as intensidades das forças R a e F 1 ?

devem ser as intensidades das forças R a e F 1 ? 6) A barra abaixo

6) A barra abaixo está em equilíbrio.Quais são as intensidades das forças F 1 e R ? Considere :

F 3 = 600 N , F 2 = 100 N , d 1 =4 m , d 2 = 2m

e d 3 = 3 m

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FÍSICA APLICADA 2 7)A barra da figura pesa 200 N e mede1,6m. A barra encontra-se apoiada

7)A barra da figura pesa 200 N e mede1,6m. A barra encontra-se apoiada nos pontos A e B. Nas extremidades da barra estam aplicadas duas forças de intensidades 100N e 300N. A barra encontra-se em equilíbrio. Determine as intensidades das forças de reação nos apoios ( R a e R b ).

das forças de reação nos apoios ( R a e R b ). 8) Uma barra

8) Uma barra homogênea pesa 1000 N e encontra-se em equilíbrio como mostra a figura abaixo.Determine as intensidades das forças de reação ns apoios ( R a e R b ).

das forças de reação ns apoios ( R a e R b ). 9)A barra abaixo

9)A barra abaixo pesa 100 N e está em equilíbrio. Determine as intensidades das forças R b (reação no apoio b) e F 1 . Considere: R a =40N , F 2 =200 N.

b) e F 1 . Considere: R a =40N , F 2 =200 N. 10)No sistema

10)No sistema em equilíbrio esquematizado determine a tração no fio e a reação no apoio.

=40N , F 2 =200 N. 10)No sistema em equilíbrio esquematizado determine a tração no fio

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11)A figura representa uma gangorra equilibrada no ponto C por efeito das massas ma=20 kg e mb=40 kg .Qual deve ser o comprimento total AB , em metros , sendo AC=6m ?

a)

7

b)7,5 c)8

d)8,5

e)9

AB , em metros , sendo AC=6m ? a) 7 b)7,5 c)8 d)8,5 e)9 12)A viga

12)A viga representada abaixo pesa 1000 N e está em equilíbrio conforme mostra a figura abaixo.Considere que centro de gravidade da viga está no centro geométrico da barra.Determine as intensidades das reações nos apoios.

da barra.Determine as intensidades das reações nos apoios. 13) A viga abaixo pesa 400 N e

13) A viga abaixo pesa 400 N e está em equilíbrio.Considere que a força de 300 N esteja aplicada no centro da barra.Determine as intensidades das reações nos apoios.

da barra.Determine as intensidades das reações nos apoios. 13)Os três semáforos têm, cada um, massa 10

13)Os três semáforos têm, cada um, massa 10 kg e o tubo em balanço AB tema massa de 1,5 kg/m .Depreze a massa da placa.Considere que o peso do tubo AB se concentre no meio.Determine o momento resultante sobre o tubo AB em relação ao ponto B. Dado g =10 m/s 2

tubo AB se concentre no meio.Determine o momento resultante sobre o tubo AB em relação ao

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14) A barra abaixo encontra-se em equilíbrio. Determine a intensidade da força de tração no fio.

Determine a intensidade da força de tração no fio. 15)A barra abaixo pesa 500 N e

15)A barra abaixo pesa 500 N e está em equilíbrio na posição mostrada abaixo.Determine as intensidades das forças R a , R b e T.

as intensidades das forças R a , R b e T. 16)A barra abaixo pesa 200

16)A barra abaixo pesa 200 N e está em equilíbrio na posição indicada abaixo.Determine as intensidades das forças T e R a .

pesa 200 N e está em equilíbrio na posição indicada abaixo.Determine as intensidades das forças T

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Corrente elétrica

É possível tornar útil o movimento das cargas elétricas? Imagine o que seria o mundo atual sem a eletricidade obtida em grande escala e transportada para todos os cantos da Terra. Só para se pensar um pouco, nenhum computador funcionaria sem a energia elétrica transportada justamente pelas cargas elétricas em movimento, porém de forma razoavelmente ordenada, que chamamos de corrente elétrica.

CORRENTE ELÉTRICA É UM MOVIMENTO RAZOAVELMENTE ORDENADO DE CARGAS ELÉTRICAS. Como se consegue ordenar o movimento das cargas elétricas? Para isso você deve ter um dispositivo (como uma pilha, uma bateria ou um dínamo) capaz de impor uma diferença de potencial em seus terminais e assim gerar um campo elétrico no interior do condutor. Observe a ilustração:

elétrico no interior do condutor. Observe a ilustração: Um dos terminais (pólos) da pilha apresenta potencial

Um dos terminais (pólos) da pilha apresenta potencial maior (pólo positivo) e o outro um potencial menor (pólo negativo). Ligando os extremos de um fio condutor (de cobre, por exemplo) aos pólos da pilha, surge uma ddp nesses extremos e conseqüentemente um campo elétrico dirigido do pólo positivo para o negativo. O mesmo ocorre se no lugar do fio metálico você usar uma solução de água e sal, como ilustra o esquema:

usar uma solução de água e sal, como ilustra o esquema: Sob ação do campo elétrico

Sob ação do campo elétrico criado pela ddp (V nos terminais do condutor, as cargas elétricas ficam sujeitas a uma força elétrica (F = q E) que as movimentam ordenadamente no mesmo sentido do campo (cargas positivas) ou no sentido oposto a ele (cargas negativas), estabelecendo assim uma corrente elétrica.

• O sentido convencional da corrente elétrica é o mesmo que o do vetor campo elétrico

aplicado no condutor. Assim, quando existem elétrons livres, o sentido é da corrente é o oposto ao movimento dos mesmos.

• O movimento das cargas sob ação do campo elétrico não é tão simples nem tão

ordenado como sugerem as ilustrações anteriores. No interior de um fio metálico (por exemplo) os elétrons livres ora aceleram e ora desaceleram na direção do c ampo elétrico, que constitui

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uma direção preferencial. Entretanto, continuam a existir elétrons em movimento em outras direções e sentidos. Intensidade de Corrente elétrica Suponha um condutor metálico em forma de fio cilíndrico e uma seção transversal no mesmo :

de fio cilíndrico e uma seção transversal no mesmo : A quantidade de carga elétrica que

A quantidade de carga elétrica que atravessa a seção transversal do fio por unidade de

tempo caracteriza a grandeza denominada intensidade de corrente elétrica. Se num intervalo

de tempo

elétrica i será dada por:

Se num intervalo de tempo elétrica i será dada por: t passa através da seção uma

t passa através da seção uma quantidade de carga Q, a intensidade de corrente

i

Q t
Q
t

No SI a unidade de intensidade de corrente elétrica é o ampère (A), nome em homenagem a André-Marie Ampère (1775-1836), cientista francês responsável por algumas leis importantes da eletricidade. Pela definição de intensidade de corrente elétrica é evidente que 1 A = 1 C/l s, isto é. uma corrente elétrica tem intensidade de 1 A quando pela seção transversal de um condutor passa uma quantidade de carga elétrica de 1 coulomb em cada segundo. Submúltiplos do ampère:

1mA= 1 mili ampère=0,001 A ou 10 -3 A

1

do ampère: 1mA= 1 mili ampère=0,001 A ou 10 - 3 A 1 A=1 micro ampère=0,000

A=1 micro ampère=0,000 001 A ou 10 -6 A

Embora não esteja explícito na fórmula, a quantidade de carga Q deve ser toma da em módulo. Se o condutor for iônico, a carga total será a soma dos módulos das cargas devido aos cátions (+) e aos ânions () que passam por uma seção do condutor. Também não está explícito, mas a intensidade de corrente assim definida corresponde à

intensidade média da corrente, cujo valor coincide com a intensidade em c ada instante apenas quando a corrente elétrica é contínua, isto é, invariável no decorrer do tempo.

é contínua, isto é, invariável no decorrer do tempo. A corrente elétrica nos condutores residenciais, comerciais

A corrente elétrica nos condutores residenciais, comerciais e industriais não é contínua.

Neste caso ela varia sua intensidade e seu sentido com freqüência de 60 vezes por segundo:

Neste caso ela varia sua intensidade e seu sentido com freqüência de 60 vezes por segundo:

PROPRIEDADE GRÁFICA

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FÍSICA APLICADA 2

Nos exercícios em que a intensidade da corrente elétrica no condutor I varia com o tempo, para o cálculo da carga elétrica transportada pela cor rente, num dado intervalo de

. Porque I não é constante. Nesses casos,

devemos construir um gráfico (i x t), mostrando como a intensidade da corrente elétrica varia com o tempo e, nesse gráfico, efetuar um cálculo de área. No gráfico da Intensidade instantânea da corrente elétrica em função do tempo, a área é numericamente igual à carga elétrica que atravessa a secção transversal do condutor, no Intervalo de tempo t .

tempo t , não podemos usar a expressão

de tempo t . tempo t , não podemos usar a expressão i Q t EXERCÍCIOS

i

Q t
Q
t
t . tempo t , não podemos usar a expressão i Q t EXERCÍCIOS CORRENTE ELÉTRICA
t . tempo t , não podemos usar a expressão i Q t EXERCÍCIOS CORRENTE ELÉTRICA

EXERCÍCIOS

CORRENTE ELÉTRICA

01. A figura abaixo representa o gráfico da variação da intensidade de corrente elétrica, num condutor, em função do tempo.Qual a intensidade da corrente elétrica, no intervalo de 10 s a 40 s ?

da corrente elétrica, no intervalo de 10 s a 40 s ? 02. Se um condutor

02. Se um condutor é percorrido por uma corrente elétrica de 5 mA, durante 1 000 s, Qual a carga, em coulombs, que o atravessa, nesse intervalo de tempo?

03. Em uma tarde de tempestade, numa região desprovida de pára-raios, a antena de uma casa recebe uma carga que faz fluir uma corrente de 1,2 x 10 4 A, em um intervalo de tempo de 25μs. Qual a carga total transferida para a antena?

Tensão elétrica

A diferença de potencial que é imposta pela pilha aos terminais do fio condutor é responsável, em última análise, pelo surgimento da corrente elétrica.A partir daí, como se consegue manter a intensidade da corrente num valor constante no decorrer do tempo? Para se manter a corrente é necessário manter a diferença de potencial entre os dois pontos onde a corrente é estabelecida, e os dispositivos capazes de manter essa diferença de potencial são chamados geradores elétricos, tais como a pilha ou a bateria.

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FÍSICA APLICADA 2

Vimos no capítulo anterior que a ddp entre dois pontos pode ser determinada pela razão entre o trabalho da força elétrica (t) e a quantidade de carga (q) sob ação essa força, isto é,

U

U

q

A

unidade de potencial (ou ddp) no SI

é

o volt (V), sendo 1

volt

igual

a 1

joule por 1

coulomb. Múltiplos do volt 1kV=1 quilovolt= 1000 V ou 10 3 V 1MV=1 megavolt=1000 000 V ou 10 6 V A ddp estabelecida nos terminais de um gerador pode também ser chamada de tensão elétrica. Vamos entender como se relacionam a intensidade de corrente, a tensão, a carga e a energia elétrica num circuito elétrico simples. Para tanto, você deve primeiramente obter um circuito elétrico, isto é, um caminho por onde as cargas elétricas possam se mover ordenamente quando sujeitas a uma tensão elétrica. Num circuito elétrico é indispensável um gerador e fios condutores (em geral de

cobre), além de lâmpadas, interruptores e outros elementos. Para haver corrente, o circuito deve estar fechado, ou seja, não pode haver um ponto de interrupção no caminho da corrente, como é mostrado na montagem adiante, acompanhada do esquema correspondente.

na montagem adiante, acompanhada do esquema correspondente. Numa lâmpada de filamento, os terminais onde devem ser

Numa lâmpada de filamento, os terminais onde devem ser ligados os fios condutores ficam na própria rosca de fixação e na base, separados por um isolante.

rosca de fixação e na base, separados por um isolante. Dentro de uma pilha, os elétrons

Dentro de uma pilha, os elétrons livres são obrigados a ir do pólo positivo para o pólo negativo, graças à energia liberada em reações químicas e transferida para os elétrons na

forma de energia potencial elétrica. Assim, dentro da pilha a energia química se transforma em energia elétrica. Ao circular pelos fios condutores e pela lâmpada, os elétrons livres cedem a energia elétrica obtida na pilha, realizando um trabalho à custa da energia elétrica que recebeu da pilha. Esse trabalho (realizado pela força elétrica que movimenta os elétrons livres) transforma-se principalmente em calor, aquecendo todos os elementos por onde a corrente elétrica passa, principalmente onde ela encontra mais resistência à sua passagem (nesse caso, no filamento da lâmpada de incandescência).

A tensão elétrica nos terminais da pilha indica a quantidade de energia elétrica que ela

pode fornecer por unidade de carga elétrica. Por exemplo, numa pilha comum de 1,5 V , cada coulomb de carga que passa pela pilha pode receber teoricamente 1,5 J de energia

19

FÍSICA APLICADA 2

elétrica. Numa bateria de 12 V cada coulomb pode receber 12 J e numa tomada de 220 V cada coulomb pode receber 220 J de energia elétrica (desprezando as perdas i nternas). Quanto maior a voltagem, mais energia é despendida por unidade de carga elétrica. Importante é destacar que a intensidade de corrente elétrica é a mesma em todos os pontos do circuito esquematizado. Isso significaque não há consumo de corrente el étrica, como se ouve dizer com freqüência. Na realidade a corrente é apenas um transportador de energia para todos os pontos do circuito: ela se ―abastece‖ de energia elétrica no gerador e ―entrega‖ essa energia elétrica para os demais componentes do circuito elétrico, que a utilizam conforme suas características. Reforçando, no circuito elétrico não existe consumo de corrente: a corrente que entra num elemento é a mesma que sai desse elemento. Resistência elétrica

Por que há um aquecimento do material por onde a corrente elétrica circula? Basta pensar no caminho percorrido pelos elétrons livres da corrente elétrica: eles têm um movimento forçado através de fios condutores formados de átomos, com seus núcleos e demais elétrons ―não livres‖. Evidentemente ocorrem interações entre os elétrons da corrente elétrica e as demais partículas atômicas, que resultam em aumento da agitação dos átomos constituintes do material, elevando sua temperatura. Consegue-se então a transformação da energia elétrica em energia tér mica (fenômeno denominado efeito joule) graças à dificuldade de movimentação dos elétrons livres. A maior ou menor dificuldade que a corrente elétrica encontra à sua passagem constitui a resistência elétrica (R) do condutor. O físico alemão George Simon Ohm (1787-1854) realizou uma série de experiências e verificou que a resistência de um condutor depende da temperatura desse condutor, do material de que ele é constituído e de suas dimensões. Além disso, Ohm demonstrou, também através de uma série de experiências, que para um dado condutor (mantido a uma certa temperatura) a resistência elétrica (R) não depende da corrente (i) que circula por ele ou da tensão (U) a que é submetido. Assim, considere, por exemplo, que um fio de cobre mantido a 20°C apresenta um comprimento L e uma área de seção transversal A, isto é, tem dimensões fixas a uma dada temperatura. Ligando-se as extremidades do condutor a um gerador que imponha uma tensão U variável, mede-se a intensidade de corrente i correspondente a cada tensão.

a intensidade de corrente i correspondente a cada tensão. Efetuando-se a razão entre a tensão U

Efetuando-se a razão entre a tensão U e a correspondente intensidade de corrente i, comprova-se que U/i permanece constante para aquele condutor. A constante de proporcionalidade representa a resistência elétrica (R) do condutor, cujo

U

i

a resistência elétrica (R) do condutor, cujo U i R valor não depende da tensão ou

R

valor não depende da tensão ou da intensidade de corrente. Portanto:

Lei de Ohm Essa relação matemática entre U, i e R traduz a chamada lei de Ohm, numa justa homenagem a George Simon Ohm. Além disso, a unidade de resistência elétrica no SI

20

FÍSICA APLICADA 2

também foi chamada de ohm, cujo Símbolo é a letra grega maiúscula ômega (O). Assim, um condutor percorrido por uma corrente de intensidade 1 A, ao ser submetido a uma

tensão de 1 V, apresenta uma resistência elétrica de 1 Múltiplos do ohm 1kΩ=1 quilo ohm= 1000 Ω =10 3 Ω 1M Ω=1 mega ohm=1000 000 Ω=10 6

=10 3 Ω 1M Ω=1 mega ohm=1000 000 Ω=10 6 Ω , isto é, 1 =

, isto é, 1

Ω 1M Ω=1 mega ohm=1000 000 Ω=10 6 Ω , isto é, 1 = 1 V/A.

= 1 V/A.

EXERCÍCIOS

1) No circuito a seguir calcule os valores indicados, segundo a Lei de Ohm.

2)

calcule os valores indicados, segundo a Lei de Ohm. 2) a) U= 5V b) I=15 mA

a) U= 5V

b) I=15 mA , R=1,2 k Ω , U= ?

c) U=30 V, i=0,18A , R=?

d) I=750µA , R=0,68 M Ω , U= ?

e) U=600 mV, R=48 Ω , i= ?

f) Um resistor de resistência elétrica 20 Ω é submetido a uma tensão elétrica de 12 V. Qual é a intensidade da corrente elétrica que o atravessa, em mA ?

, R= 330 Ω , I= ?

Medindo-se a intensidade da corrente elétrica (i) e a diferença de potencial(U) em um resistor, obtêm-se os valores indicados na tabela a seguir:

U(V)

5

10

15

20

25

I(A)

0,1

0,2

0,3

0,4

0,5

a)construa o gráfico da diferença de potencial U( eixo das ordenadas) em função da intensidade da corrente i( eixo das abscissas);] b)qual é o valor da resistência elétrica R do resistor ?

3) O gráfico da tensão elétrica U em função da intensidade da corrente elétrica i é dado abaixo. Determine os valores de U 2 e i 1 .

é dado abaixo. Determine os valores de U 2 e i 1 . 4) Em um

4) Em um laboratório foram realizados ensaios elétricos com um fio condutor, submetendo-o a diversas tensões. A tabela abaixo apresenta os valores dessas tensões (U) em função da intensidade da corrente elétrica (i) correspondente estabelecida no condutor. A resistência deste condutor tem valor igual a:

21

FÍSICA APLICADA 2

a)0,30Ω

b)300 Ω

c)30 Ω

d)100 Ω

e)4,4 Ω

 

U(V)

1,5

3,0

4,5

6,0

 

I(A)

5,0

10

15

20

2ª Lei de Ohm As grandezas físicas que influem na resistência podem ser relacionadas através da expressão (2ª Lei de Ohm):

R

. l
.
l

A

em que

L
L

representa o comprimento do condutor,

A representa a área de sua seção transversal representa a resistividade do material de que é feito o condutor ( : letra grega rô minúscula). A resistividade é uma característica do material de que é feito o condutor e varia com a temperatura. Se considerado o inverso da resistividade. Experiências efetuadas com diversos materiais a diversas temperaturas mostram ainda que a resistividade varia linearmente com a temperatura (dentro de certos limites), segundo a equação:

1 0 0
1 0
0
(dentro de certos limites), segundo a equação: 1 0 0 em que é a resistividade à

em que

é
é

a resistividade à temperatura padrão

θ 0 é a resistividade a uma temperatura qualquer θ

e

θ 0 é a resistividade a uma temperatura qualquer θ e é uma constante chamada coeficiente

é uma constante chamada

coeficiente de temperatura (semelhante ao coeficiente de dilatação térmica, sendo inclusive medido em °C -1

Dependendo do material, função de 0, tem-se:

em °C - 1 Dependendo do material, função de 0, tem-se: pode ser positivo, negativo ou

pode ser positivo, negativo ou nulo. Representando

em °C - 1 Dependendo do material, função de 0, tem-se: pode ser positivo, negativo ou
em °C - 1 Dependendo do material, função de 0, tem-se: pode ser positivo, negativo ou

em

em °C - 1 Dependendo do material, função de 0, tem-se: pode ser positivo, negativo ou

22

FÍSICA APLICADA 2

EXERC´CIOS-2ª LEI DE OHM

1)Um fio de cobre homogêneo, de 2 m de comprimento, tem área de secção transversal de 20 cm 2 Sabendo que sua resistividade r é de 1,7 . 10 -8 Ω. m . Calcule o valor da resistência do fio, em ohms.

2)Considere uma barra de cobre de comprimento 20 m e área seção transversal 0,5 cm 2 . Calcule a resistência elétrica dessa barra. Consulte a tabela para obter a resistividade elétrica do cobre.

a tabela para obter a resistividade elétrica do cobre. 3)Qual é a resistência elétrica de um

3)Qual é a resistência elétrica de um fio de cobre com 30 m de comprimento e diâmetro2 mm?

4)Qual deverá ser a área de seção transversal de um fio de níquel-cromo de comprimento 20 m que apresenta uma resistência elétrica de 4 Ω ?

5)Calcule a medida da seção transversal de um condutor , cuja resistência elétrica vale 2Ω , comprimento 50m e resistividade elétrica vale 1,59.10 -8 Ω.m.

Potência elétrica

Quando um resistor é percorrido por corrente elétrica, ocorre a transformação de energia elétrica em energia térmica, devido ao choque dos elétrons livres com os átomos do condutor.Este fenômeno é denominado EFEITO JOULE. Observe-se que as cargas elétricas que constituem a corrente sofrem, por parte do condutos, uma forte oposição ao seu movimento.A dificuldade que o resistor oferece à passagem da corrente elétrica caracteriza sua propriedade física básica: a resistência elétrica(R) . Nos circuitos elétricos, os resistores são representados por um dos símbolos ;

os resistores são representados por um dos símbolos ; A potência elétrica dissipada pelo resisitor é

A potência elétrica dissipada pelo resisitor é dada por:

A potência elétrica dissipada pelo resisitor é dada por: Lembrando que U=R.i , Lei de Ohm

Lembrando que U=R.i , Lei de Ohm , a expressão anterior pode ser escrita :

Poderíamos também escrever

EXERCÍCIOS

e a potência dissipada será:

FÍSICA APLICADA 2

1)

Uma lâmpada de 60 W, quando atravessada por corrente de intensidade 2 A. Determine:

2)

a)a resistência elétrica da lâmpada; b)a tensão à qual está ligada. Determine a resistência elétrica de uma lâmpada de 100 W que opera sob uma ddp

constante de 120 V. 3) Uma lâmpada incandescente de 60 W, construída para trabalhar sob 220 V, é ligada a uma fonte de 110 V.Supondo que a resistência elétrica da lâmpada permaneça

4)

constante qual a potência dissipada pela lâmpada nestas condições ? A figura representa a curva característica de um elemento resistivo. Qual a potência dissipada ?

de um elemento resistivo. Qual a potência dissipada ? 5) Um resistor dissipa 100W de potência

5)

Um resistor dissipa 100W de potência ao ser percorrida por uma corrente elétrica de intensidade 5 A .Calcule:

a)a resistência elétrica desse resistor; b)a ddp aplicada em seus terminais

6)

Um chuveiro elétrico é construído para a ddp de 220 V dissipando, então potência igual a 2 k W. Por engano, submete-se o chuveiro a ddp igual a 110V. Admitindo que a resistência elétrica do chuveiro permaneça invariável,a potência que ele dissipa passa a ser:

a)0,5 kW

b)1 kW

c)2 kW

d)zero

e)2,5kW

ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES Na associação de resistores em série, os resistores são ligados um em seguida ao outro, de modo a serem percorridos pela mesma corrente. A figura abaixo mostra três resistores em série.

corrente. A figura abaixo mostra três resistores em série. É possível substituir a associação toda por

É possível substituir a associação toda por um único resistor. Esse resistor, denominado resistor equivalente, ao ser submetido à mesma tensão U da associação, é percorrido pela mesma corrente que atravessa a associação.

24

FÍSICA APLICADA 2

Para a associação em série valem as seguintes propriedades:

a associação em série valem as seguintes propriedades: Todos os resistores são percorridos pela mesma corrente(i),

Todos os resistores são percorridos pela mesma corrente(i), inclusive o resistor equivalente.

A tensão total U aplicada à associação se divide entre os resistores associados.pela mesma corrente(i), inclusive o resistor equivalente. Para se obter a resistência(R e q ), somam-se

Para se obter a resistência(R e q ), somam-se as resistências associadas. eq ), somam-se as resistências associadas.

EXERCÍCIOS

1)Considere o circuito representado abaixo

EXERCÍCIOS 1)Considere o circuito representado abaixo Determine: a) a resistência equivalente; b) a ddp nos

Determine:

a) a resistência equivalente;

b) a ddp nos terminais de cada resistor ( U 1 , U 2 e U 3 );

c)a tensão total (U)

2)Três resistores são ligados em série, conforme esquema abaixo. Sendo R 1 =10Ω , R 2 = 15 Ω , U 1 =20 V e U=100 V, determine:

a)I b)U 2 c)U 3 d)R 3

=20 V e U=100 V, determine: a)I b)U 2 c)U 3 d)R 3 3)Dois resistores de

3)Dois resistores de mesma resistência, R , são associados em série, e à associação aplica-se uma tensão de 24 V. A corrente elétrica que atravessa a associação tem intensidade 2 A. Calcule a resistência R de cada resistor. 4)Três resistores, de resistências 30 Ω , 40Ω e 50Ω, são associados em série. À associação aplica-se uma tensão de 60 V. Qual é a tensão elétrica a que o resistor de 40Ω fica submetido? 5)No circuito abaixo temos: R 1 = 10Ω , R 2 = 30 Ω e R 3 = 20 Ω . Sendo a tensão U= 30 V. Determine:

a) A resistor equivalente.

b) A corrente elétrica em cada resistor.

c) A tensão nos terminais de cada resistor.

a) A resistor equivalente. b) A corrente elétrica em cada resistor. c) A tensão nos terminais

25

FÍSICA APLICADA 2

ASSOCIAÇÃO EM PARALELO Na associação em paralelo, os terminais de entrada da corrente são ligados entre si e ao pólo positivo do gerador, enquanto os terminais de saída são ligados entre si e ao pólo negativo do gerador.Veja um exemplo desse tipo de associação.

do gerador.Veja um exemplo desse tipo de associação. Observe a figura abaixo. Sejam U a tensão

Observe a figura abaixo. Sejam U a tensão elétrica aplicada à associação e i a intensidade da corrente elétrica total da associação.Os resistores associados, de resistências R 1 , R 2 e R 3 , são percorridos respectivamente pelas correntes de intensidades i 1, i 2 e i 3 .O resistor equivalente, de resistência elétrica R p , é submetido à mesma tensão U e é percorrido pela corrente total i.

à mesma tensão U e é percorrido pela corrente total i. Para a associação em paralelo

Para a associação em paralelo valem as seguintes propriedades:

a associação em paralelo valem as seguintes propriedades: Todos os resistores são submetidos à mesma tensão

Todos os resistores são submetidos à mesma tensão elétrica U, inclusive o equivalente.

A corrente total i se divide entre os resistores de modo que: i=i 1 + i 2 +i 3 . 1 + i 2 +i 3 .

O inverso da resistência equivalente é a soma dos inversos das resistências associadas.os resistores de modo que: i=i 1 + i 2 +i 3 . EXERCÍCIOS 1) Qual

é a soma dos inversos das resistências associadas. EXERCÍCIOS 1) Qual é o valor do resistor

EXERCÍCIOS

1) Qual é o valor do resistor equivalente em cada um dos circuitos abaixo ?

c)

a)

associadas. EXERCÍCIOS 1) Qual é o valor do resistor equivalente em cada um dos circuitos abaixo

d)

26

b)

associadas. EXERCÍCIOS 1) Qual é o valor do resistor equivalente em cada um dos circuitos abaixo

FÍSICA APLICADA 2

FÍSICA APLICADA 2 2) No trecho do circuito esquematizado abaixo, sabe-se que R 1 = 30Ω
FÍSICA APLICADA 2 2) No trecho do circuito esquematizado abaixo, sabe-se que R 1 = 30Ω

2) No trecho do circuito esquematizado abaixo, sabe-se que R 1 = 30Ω e R 2 = 15 Ω. Sendo i 1 = 10 A, determine:

a) O valor do resistor equivalente.

b) A tensão elétrica U, nos terminais de cada resistor.

c) A corrente elétrica i 2 .

de cada resistor. c) A corrente elétrica i 2 . 3) Considere o trecho do circuito

3) Considere o trecho do circuito esquematizado abaixo. Sendo R 1 =8Ω , i=10 A e i 1 = 6ª, determine i 2 e R 2 .

4)

, i=10 A e i 1 = 6ª, determine i 2 e R 2 . 4)

Considere o trecho de circuito esquematizado abaixo. Sendo i= 6 A , determine i 1 e i 2 .

2 e R 2 . 4) Considere o trecho de circuito esquematizado abaixo. Sendo i= 6

27

FÍSICA APLICADA 2

Termologia Conceitos de Temperatura e Calor

Como a sensação térmica é variável de indivíduo para indivíduo, ela não se presta como medida da temperatura de um sistema.

Energia interna

Todos os corpos são constituídos por partículas que estão sempre em movimento.Esse movimento é denominado energia interna do corpo.

O nível de energia interna de um corpo depende da velocidade com que suas partículas se

movimentam.

O estado de aquecimento de um corpo influi no estado de agitação de suas partículas,

tornando-o mais acentuado à medida que o corpo vai ficando mais quente.

acentuado à medida que o corpo vai ficando mais quente. Temperatura É uma grandeza física que

Temperatura

É uma grandeza física que mede o estado de agitação das partículas de um corpo,

caracterizando o s eu estado térmico.

Termômetros

Aparelhos que permitem medir a temperatura de um corpo.

A temperatura de um corpo indica se esse corpo vai ganhar ou perder energia interna ao entrar em contato com outro corpo.

Se dois corpos, um quente e outro frio, forem colocados em contanto, uma parcela da energia interna do corpo quente passará para o corpo frio sob a forma de calor.

Um termômetro colocado sobre o corpo quente mostra que sua temperatura diminui, enquanto que outro termômetro colocado sobre o corpo frio mostra que sua temperatura aumenta.

Equilíbrio Térmico

Após um certo tempo, as temperaturas dos dois corpos igualam -se. Nesse momento, o fluxo de calor é interrompido, e diz-se que os corpos se encontram em equilíbrio térmico.

É importante diferenciar calor de temperatura, pois são grandezas físicas diferentes:

28

FÍSICA APLICADA 2

temperatura é a medida do nível de energia interna de um corpo; calor é a passagem de energia de um corpo para outro, devido à diferença de temperatura entre eles.

Calor é a energia térmica em trânsito, entre dois corpos ou sistemas, decorrente apenas da existência de uma diferença de temperatura entre eles.

Escalas Termométricas Uma escala termométrica corresponde a um conjunto de valores numéricos, onde cada um desses valores está associado a uma temperatura.

Pontos fixos

Para a graduação das escalas, foram escolhidos, para pontos fixos, dois fenômenos que se reproduzem sempre nas mesmas condições: a fusão do gelo e a ebulição da água, ambos sob pressão normal.

1.° ponto fixo: corresponde à temperatura de fusão do gelo; é chamado ponto do gelo.

2.° ponto fixo: corresponde à temperatura de ebulição da água; é chamado ponto do vapor.

de ebulição da água; é chamado ponto do vapor. Em nosso curso, utilizaremos as seguintes escalas:

Em nosso curso, utilizaremos as seguintes escalas:

do vapor. Em nosso curso, utilizaremos as seguintes escalas: 1 . Escalas Celsius: o intervalo de

1. Escalas Celsius: o intervalo de 0ºC a 100ºC é dividido em 100 partes iguais, e cada uma das divisões corresponde a 1ºC.

2. Escala Fahrenheit: o intervalo de 32ºF a 212ºF é dividido em 180 partes iguais, e cada uma das divisões corresponde a 1ºF.

29

FÍSICA APLICADA 2

3. Escala Kelvin: o intervalo de 273K a 373K, é dividido em 100 partes iguais, e cada uma das divisões corresponde a 1K. A escala Kelvin é chamada escala absoluta de temperatura. Kelvin propôs atribuir o zero absoluto à menor temperatura admitida na natureza. RELAÇÕES ENTRE AS ESCALAS DE TEMPERATURA

Numa região do rio Purus, o termômetro indica 30ºC. Qual o valor dessa temperatura na escala Fahrenheit?

tf= 85°F Variação de Temperatura Consideremos que a temperatura de um sistema varia de um valor

inicial t 1 para um valor final t 2 num dado intervalo de tempo. A variação de temperatura

dada pela diferença entre o valor final, t 2 e o valor inicial t 1 .

entre o valor final, t 2 e o valor inicial t 1 . t é t

t é

o valor final, t 2 e o valor inicial t 1 . t é t =

t = t 2 t 1

Logicamente, a variação de temperatura será positiva (

(t 2 > t 1 ), negativa (

será positiva ( (t 2 > t 1 ), negativa ( t > 0) quando a

t > 0) quando a temperatura aumentar

1 ), negativa ( t > 0) quando a temperatura aumentar t < 0) quando a

t < 0) quando a temperatura final for menor que a inicial (t 2 < t 1 ).

Vamos correlacionar as variações de temperatura express as na escala Celsius ( t C ), Fahrenheit ( t F ) e Kelvin ( t K ).

( t C ), Fahrenheit ( t F ) e Kelvin ( t K ). EXERCÍCIO
( t C ), Fahrenheit ( t F ) e Kelvin ( t K ). EXERCÍCIO
( t C ), Fahrenheit ( t F ) e Kelvin ( t K ). EXERCÍCIO

EXERCÍCIO

1)No dia da inauguração do largo de São Sebastião, no centro histórico de Manaus, ao lado do teatro Amazonas a temperatura registrada pela manhã foi de 28ºC e à tarde foi de 34ºC. Qual é o valor dessa variação de temperatura expresso na escala:

a) Kelvin?

b) Fahrenheit?

2)A temperatura de um corpo é de 20°C .Na escala Fahrenheit essa temperatura corresponde a :

a)

180 °F

b)

44°F

c)

68°F

d)

6,66°F

e)

20°F

30

FÍSICA APLICADA 2

3)A temperatura de 248°F corresponde na escala Celsius a:

a) 478,4°C

b) 120 °C

c) 48,8 °C

d) 100 °C

4)A temperatura de um corpo variou 40°C. Essa variação na escala Fahrenheit corresponde a

:

a) 7,2 °F

b) 72 °F

c) 720 °F

d) 104 °F

5)A diferença entre a indicação de um termômetro graduado na escala Fahrenheit e a de um termômetro graduado na escala Celsius para um mesmo estado térmico é 40. Qual a leitura dos dois termômetros ?

a) 10°C e 50°F

b) 20°C e 60°F

c) 30°C e 70°F

d) 40°C e 80°F

6)Em que temperatura a indicação da escala Fahrenheit supera em 8 graus ao triplo da indicação da escala Celsius?

a) 28°C

b) 20°C

c) 60°C

d) 120°C

31

FÍSICA APLICADA 2

Dilatação Linear

É aquela em que predomina a variação em uma única dimensão, ou seja, o comprimento.

Para estudarmos a dilatação linear, consideremos uma barra de comprimento inicial L i , à temperatura inicial t i .

Aumentando a temperatura da barra para t f , seu comprimento passa a L f .

Em que L = L f L i é a variação de comprimento, isto é, a dilatação linear da barra, na variação de temperatura t = t f t i .

na variação de temperatura t = t f – t i . Experimentalmente, verificou-se que: a)
na variação de temperatura t = t f – t i . Experimentalmente, verificou-se que: a)
na variação de temperatura t = t f – t i . Experimentalmente, verificou-se que: a)

Experimentalmente, verificou-se que:

a) L é diretamente proporcional ao comprimento inicial L i .

a) L é diretamente proporcional ao comprimento inicial L i .
b) L é diretamente proporcional à variação de

b) L é diretamente proporcional à variação de

b) L é diretamente proporcional à variação de

temperatura t.

c) L depende do material que constitui a barra.

c) L depende do material que constitui a barra.

A partir dessas relações, podemos escrever.

a barra. A partir dessas relações, podemos escrever. L = L i t ou L f

L = L i

A partir dessas relações, podemos escrever. L = L i t ou L f = L

t ou L f = L i (1 +

podemos escrever. L = L i t ou L f = L i (1 + t)

t)

Em que a é uma constante característica do material que constitui a barra, denominada

coeficiente de dilatação linear. A unidade de

denominada coeficiente de dilatação linear. A unidade de é 1/ºC = ºC - 1 . COEFICIENTES

é 1/ºC = ºC -1 .

COEFICIENTES DE DILATAÇÃO LINEAR

denominada coeficiente de dilatação linear. A unidade de é 1/ºC = ºC - 1 . COEFICIENTES

FÍSICA APLICADA 2

Dilatação Superficial

FÍSICA APLICADA 2 Dilatação Superficial É aquela em que predomina a dilatação em duas dimensões. Quando

É aquela em que predomina a dilatação em duas dimensões.

Quando se aquece uma chapa com um orifício, ela se dilata como se fosse inteiriça, ou seja, o orifício se dilata como se fosse constituído do mesmo material.

A 0 0

C - 1 ) variação da temperatura (º C)
C - 1 ) variação da temperatura (º C)

C -1 )

variação da temperatura (º C)

0
0

A = A 0

0 C - 1 ) variação da temperatura (º C) 0 A = A 0 Dilatação

Dilatação Volumétrica

da temperatura (º C) 0 A = A 0 Dilatação Volumétrica É aquela em que ocorre

É aquela em que ocorre variação da largura, comprimento e espessura.

V 0 0

0
0

V = V 0

da largura, comprimento e espessura. V 0 0 V = V 0 (º C - 1
(º C - 1 ) variação da temperatura (º C)
(º C - 1 ) variação da temperatura (º C)

(º C -1 )

(º C - 1 ) variação da temperatura (º C)

variação da temperatura (º C)

EXERCÍCIOS-DILATAÇÃO

FÍSICA APLICADA 2

a)

0,04 cm

b)0,06cm

c)0,08cm

d)0,10 cm

2) O comprimento de uma haste de certo material varia de 5,000 cm para 5,002 cm quando sua temperatura é aumentada de 20°C para 220°C. Determine, para esse intervalo de temperatura, o coeficiente de dilatação linear do material que constitui a haste.

a)

2.10 -2 °C -1

b)2.10 -4 °C -1

c)2.10 -6 °C -1

d)2.10 -8 °C -1

3) Uma barra metálica tem, a 30°C, comprimento igual a 1 m. Eleva-se então sua temperatura para 1030°C. Sendo o coeficiente de dilatação linear do metal da barra igual a 12 10 -6 °C.Determine a variação de comprimento sofrida pela barra.

a)

12 m

b)1,2 m

c)0,12 m

d)0,012 m

e)0,0012 m

4) Determine o coeficiente de dilatação linear de uma substância, sabendo que uma barra dessa substância sofre uma dilatação igual a um milésimo de seu comprimento inicial ao ser aquecida de 50°C a 250°C.

a) 5.10 -4 C -1

A lâmina bimetálica da figura abaixo é feita de cobre ( = 1,4.10 -5 ºC -1 ) e de alumínio ( =

2,4.10 -5 ºC -1 ). Uma das partes não pode deslizar sobre a outra e o sistema está engastado

numa parede.

5)

b)5.10 -5 °C -1 c)5.10 -6 °C -1 d)5.10 °C -1

°C - 1 c)5.10 - 6 °C - 1 d)5.10 °C - 1 Se na temperatura
°C - 1 c)5.10 - 6 °C - 1 d)5.10 °C - 1 Se na temperatura
°C - 1 c)5.10 - 6 °C - 1 d)5.10 °C - 1 Se na temperatura

Se na temperatura ambiente (27 ºC) ela é horizontal, a afirmativa correta sobre o

comportamento da lâmina (

a afirmativa correta sobre o comportamento da lâmina ( é o coeficiente de dilatação linear) é:

é o coeficiente de dilatação linear) é:

a) Sempre se curva para baixo quando muda a temperatura.

b) Sempre se curva para cima quando muda a temperatura.

c) Curva-se para baixo se

d) Curva-se para cima se

e) Somente se curva se

baixo se d) Curva-se para cima se e) Somente se curva se > 27 ºC e

> 27 ºC e para cima de

> 27 ºC e para baixo se

< 27 ºC.cima se e) Somente se curva se > 27 ºC e para cima de > 27

< 27 ºC.cima se e) Somente se curva se > 27 ºC e para cima de > 27

Somente se curva se > 27 ºC e para cima de > 27 ºC e para
Somente se curva se > 27 ºC e para cima de > 27 ºC e para

> 27 ºC.

FÍSICA APLICADA 2

Dilatação superficial

1.

A área de um disco metálico aumenta de 0,05 m 2 quando sua temperatura se eleva de 0°C para 500 °C. A área do disco a 0°C é de 2 m 2 . Determine os coeficientes de dilatação superficial e linear do metal que constitui o disco.

2.

A

porcelana tem coeficiente de dilatação linear igual a 3,0. 10 -6- °C -1 . Uma placa desse

material tem área de 200 cm 2 a 10°C. Há um aquecimento até a temperatura de 60°C.

Determine o valor da variação da área da placa (dilatação superficial) e sua área à temperatura de 60°C.

3.

Uma placa de granito, cujo coeficiente de dilatação linear é 8,0. 10 -6 °C tem área de 500

cm

2 a 0°C. Determine a dilatação superficial sofrida pela placa e sua área final, ao ser

aquecida até a temperatura de 200°C.

4.

Uma chapa de chumbo tem área de 900 cm 2 a 10 °C. Determine a área de sua superfície a 60 °C. O coeficiente de dilatação linear médio do chumbo entre 10 °C e 60 °C vale 27 .10 -6- °C -1 .

Dilatação volumétrica

1)

Um paralelepípedo a 10°C possui dimensões iguais a 10 cm x 20 cm x 30 cm.Determine o acréscimo de volume quando sua temperatura aumenta para 110°C.Considere

2)

Um recipiente de cobre tem 1000 cm 3 de capacidade a 0°C. Sua capacidade a 100°c mede :

a)

b)

c) 1003cm 3 Considere

1017 cm 3 1005 cm 3

d)

e)

1002 cm 3 1001 cm 3

3) Um bloco de ferro tem volume de 50cm 3 a 0°C.Determine até qual temperatura devemos

50,425 cm 3 . Considere

aquecê-lo

a

fim

de

que

seu

volume

seja

igual

a

4) Um sólido homogêneo apresenta, a 5°C, um volume de 4,00dm 3 .Aquecido até 505°C, seu

volume aumenta de 0,06dm 3 .Qual é o coeficiente de dilatação linear do material que constitui

esse sólido ?

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