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Mapa Mapa da da Exclusão/Inclusão Exclusão/Inclusão Social Social São Paulo - Brasil - 2000 AA

MapaMapa dada Exclusão/InclusãoExclusão/Inclusão SocialSocial

São Paulo - Brasil - 2000

AA ll dd aa íí zz aa SS pp oo ss aa tt ii C
AA ll dd aa íí zz aa
SS pp oo ss aa tt ii
C
O
O
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N
A
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A

1

PUC/SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Programa de Estudos Pós Graduados em Serviço
PUC/SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Programa de Estudos Pós Graduados em Serviço
PUC/SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Programa de Estudos Pós Graduados em Serviço
PUC/SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Programa de Estudos Pós Graduados em Serviço

PUC/SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Programa de Estudos Pós Graduados em Serviço Social

Paulo Programa de Estudos Pós Graduados em Serviço Social Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Seguridade

Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Seguridade e Assistência Social

2

Coordenação:

AldaízaAldaíza SposatiSposati

(assistente social)

Pesquisadores:

DirceDirce KogaKoga

(assistente social)

GilbertoGilberto CâmaraCâmara

(engenheiro)

JorgeJorge KayanoKayano

(assistente social)

 

AndersonAnderson KazuoKazuo NakanoNakano

(arquiteto urbanista)

Consultores e Assessores

MargaridaMargarida MariaMaria LiraLira

(médica sanitarista)

 

FredericoFrederico RomanoRomano RamosRamos

(arquiteto urbanista)

AntônioAntônio MiguelMiguel VieiraVieira MonteiroMonteiro

(engenheiro)

FernandoFernando BastosBastos

(arquiteto urbanista)

GeraldoGeraldo JoséJosé CalmonCalmon dede MouraMoura

(arquiteto)

 

3

Mapas construídos: n n n n Cidade Cidade de de São São Paulo Paulo (1995
Mapas construídos: n n n n Cidade Cidade de de São São Paulo Paulo (1995
Mapas construídos: n n n n Cidade Cidade de de São São Paulo Paulo (1995
Mapas construídos: n n n n Cidade Cidade de de São São Paulo Paulo (1995

Mapas construídos:

nn

nn

CidadeCidade dede SãoSão PauloPaulo (1995(1995 1996)1996)

CidadeCidade dede SantoSanto AndréAndré (1999)(1999)

nn

nn

RegiãoRegião dede PiracicabaPiracicaba (2000)(2000)

MapaMapa SãoSão PauloPaulo (2000)(2000) :: DinâmicaDinâmica SocialSocial dosdos AnosAnos 90.90.

4

Parcerias Estabelecidas: n Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE/Programa de Pesquisa em Geoprocessamento;
Parcerias Estabelecidas: n Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE/Programa de Pesquisa em Geoprocessamento;
Parcerias Estabelecidas: n Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE/Programa de Pesquisa em Geoprocessamento;
Parcerias Estabelecidas: n Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE/Programa de Pesquisa em Geoprocessamento;

Parcerias Estabelecidas:

n Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE/Programa de Pesquisa em Geoprocessamento;

n Instituto de Governo e Cidadania (Santo André);

n Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais – PÓLIS;

n Fapesp - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo;

n Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social - Divisão Regional de Piracicaba;

n Equipes Diocesanas e Arquidiocesanas da Campanha da Fraternidade.

5

O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social? 6
O que é o Mapa da
Exclusão/Inclusão Social?
6
O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social? n n uma metodologia de análise georeferenciada
O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social? n n uma metodologia de análise georeferenciada
O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social? n n uma metodologia de análise georeferenciada
O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social? n n uma metodologia de análise georeferenciada

O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social?

n

n

uma metodologia de análise georeferenciada dos territórios de uma cidade através de variáveis que medem o grau de desenvolvimento humano, eqüidade, qualidade de vida, autonomia, democracia e cidadania.

estas variáveis são agregadas em índices compostos e produzem o índice de exclusão/inclusão social;

7

O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social? n uma construção metodológica que produz a
O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social?
n uma construção metodológica que produz a
análise multidimensional de dados
censitários e constrói uma medida territorial
do grau de presença da exclusão/inclusão
social nos lugares de uma cidade;
8

O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social?

n

permite conhecer “o lugar” dos dados – sua posição geográfica no território de uma cidade – como elemento para a análise geo-quantitativa da dinâmica social e da qualidade ambiental;

n

procura construir novas relações entre os dados de uma cidade de modo a permitir um novo olhar das condições de vida das regiões intra- urbanas;

9

O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social? n n um instrumento que possibilita a
O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social? n n um instrumento que possibilita a
O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social? n n um instrumento que possibilita a
O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social? n n um instrumento que possibilita a

O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social?

n

n

um instrumento que possibilita a leitura da realidade social dos territórios de uma cidade estabelecendo a relação comparativa da parte com o todo e a reconstrução desse todo pela incidência das manifestações da exclusão/inclusão social;

busca construir uma nova visão da totalidade da cidade, incorporando suas diferenças em cada região e no conjunto de regiões referenciado em padrões básicos de inclusão e exclusão social;

10

O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social? n a metodologia do Mapa permite examinar
O que é o Mapa da Exclusão/Inclusão Social?
n a metodologia do Mapa permite examinar a
presença de exclusão/inclusão social
mesclando dados numéricos com o
geoprocessamento construindo o que se
poderia denominar de uma topografiatopografia socialsocial.
11
Caráter Transdisciplinar É uma metodologia transdisciplinar que tem reunido: assistentes sociais sociólogos
Caráter Transdisciplinar É uma metodologia transdisciplinar que tem reunido: assistentes sociais sociólogos
Caráter Transdisciplinar É uma metodologia transdisciplinar que tem reunido: assistentes sociais sociólogos
Caráter Transdisciplinar É uma metodologia transdisciplinar que tem reunido: assistentes sociais sociólogos

Caráter Transdisciplinar

É uma metodologia transdisciplinar que tem reunido:

assistentes

sociais

sociólogos

geógrafos

economistas

médicos sanitaristas

epidemiologistas

educadores

engenheiros

físicos

12

Caráter Político É um instrumento político para conquista da cidadania através da difusão de padrões
Caráter Político É um instrumento político para conquista da cidadania através da difusão de padrões
Caráter Político É um instrumento político para conquista da cidadania através da difusão de padrões
Caráter Político É um instrumento político para conquista da cidadania através da difusão de padrões

Caráter Político

É um instrumento político para conquista da cidadania através da difusão de padrões básicos de inclusão.

n instrumento de decisão política para pactos de cidadania do lugar e para priorização de políticas públicas.

n produz conhecimento para a cidadania pois seus resultados são de leitura popular:

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‹ tabelas são evidenciadas em mapas; ‹ índices são convertidos em notas a fim de
‹ tabelas são evidenciadas em mapas; ‹ índices são convertidos em notas a fim de
‹ tabelas são evidenciadas em mapas; ‹ índices são convertidos em notas a fim de
‹ tabelas são evidenciadas em mapas; ‹ índices são convertidos em notas a fim de

tabelas são evidenciadas em mapas;

índices são convertidos em notas a fim de construir linguagem acessível a todos;

densidades de variáveis: são representadas por incidência de cores, ferramenta de fazer pensar;

permite múltiplas relações e recortes a partir do interesse específico de análise da realidade:

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- por faixa etária; - por cobertura de serviços; - por renda; - por níveis
- por faixa etária; - por cobertura de serviços; - por renda; - por níveis
- por faixa etária; - por cobertura de serviços; - por renda; - por níveis
- por faixa etária; - por cobertura de serviços; - por renda; - por níveis

- por faixa etária;

- por cobertura de serviços;

- por renda;

- por níveis de educação; e várias outras.

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Fundamentos sócio-políticos desta experiência

 

1) o impacto das políticas neoliberais em países latinoamericanos se caracteriza pelo aumento da exclusão social:

 
 

pelo desemprego;

 

n

n pela ausência de possibilidades e oportunidades geradas aos jovens;

 

n pela discriminação resultante de modelos políticos elitistas e formas de governo que ainda se assemelham a ditaduras civis e não propriamente democracias;

n

pelo

não

acesso

universal

à

educação

e

à

linguagem digital;

 

n

pela

ausência

de

incentivo

às

expressões

 

culturais populares.

 

16

Fundamentos sócio-políticos desta experiência n o efeito do neoliberalismo sobre as políticas sociais não é
Fundamentos sócio-políticos desta experiência n o efeito do neoliberalismo sobre as políticas sociais não é
Fundamentos sócio-políticos desta experiência n o efeito do neoliberalismo sobre as políticas sociais não é
Fundamentos sócio-políticos desta experiência n o efeito do neoliberalismo sobre as políticas sociais não é

Fundamentos sócio-políticos desta experiência

n o efeito do neoliberalismo sobre as políticas sociais não é propriamente seu desmonte pois no contexto dos países latinoamericanos elas nunca foram universais; O que ocorre é que elas não se revestem de fato e de direito em instrumentos de confronto à exclusão social.

n ocorre a ausência de padrões de qualidade e defesa da cidadania nos serviços sociais públicos, uma vez que se dirigem a uma camada da população, os mais pobres, e não a todos os cidadãos. É preciso combater a precariedade da

qualidade e da quantidade dos serviços sociais públicos.

17

Fundamentos sócio políticos desta experiência n ocorre por conseqüência a fragilidade de direitos sociais na
Fundamentos sócio políticos desta experiência n ocorre por conseqüência a fragilidade de direitos sociais na
Fundamentos sócio políticos desta experiência n ocorre por conseqüência a fragilidade de direitos sociais na
Fundamentos sócio políticos desta experiência n ocorre por conseqüência a fragilidade de direitos sociais na

Fundamentos sócio políticos desta experiência

n ocorre por conseqüência a fragilidade de direitos sociais na medida em que a cobertura das políticas sociais não é de efetiva responsabilidade dos governantes que não sofrem punições por não executá-las mesmo que descumpram a lei. Está em curso no Brasil a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal dos governantes com as respectivas punições.

n há um apelo à benemerência e à filantropia travestido de uma proposta de parceria solidária cujo modelo adotado não efetiva direitos e não é universal.

18

Fundamentos sócio políticos desta experiência n em contextos de alta desigualdade, a análise da realidade
Fundamentos sócio políticos desta experiência
n
em contextos de alta desigualdade, a análise
da realidade através de médias ameniza os
graus de exclusão social e dilui a discrepância
da concentração de renda e altíssimos graus
de inclusão na riqueza social, científica,
tecnológica e cultural produzida no mundo
global.
o Mapa é uma ferramenta a serviço do
processo civilizatório de modo a formar
opinião crítica da sociedade e fomentar a
indignação com a exclusão, e ao mesmo
tempo mostrar que é possível caminhar na
direção da inclusão social.
19
Instrumento para conquista de cidadania n n n busca objetivar na subjetividade coletiva o lugar
Instrumento para conquista de cidadania n n n busca objetivar na subjetividade coletiva o lugar
Instrumento para conquista de cidadania n n n busca objetivar na subjetividade coletiva o lugar
Instrumento para conquista de cidadania n n n busca objetivar na subjetividade coletiva o lugar

Instrumento para conquista de cidadania

n

n

n

busca objetivar na subjetividade coletiva o lugar da inclusão social como lugar de dignidade e cidadania;

é uma metodologia que busca facilitar que o

cidadão enxergue as discrepâncias de condições

de vida na sua cidade;

busca estimular a consciência dos cidadãos sobre

a proximidade da situação de exclusão social no cotidiano da vida na cidade;

20

Instrumento para conquista de cidadania n n n busca construir uma leitura que supere análises
Instrumento para conquista de cidadania n n n busca construir uma leitura que supere análises
Instrumento para conquista de cidadania n n n busca construir uma leitura que supere análises
Instrumento para conquista de cidadania n n n busca construir uma leitura que supere análises

Instrumento para conquista de cidadania

n

n

n

busca construir uma leitura que supere análises setoriais da realidade;

é uma metodologia de construção participativa para conhecer as desigualdades de condições de vida em uma cidade e propor ações coletivas;

é um processo contínuo que permite envolver forças da sociedade civil no reconhecimento das formas concretas de exclusão social e a busca de caminhos para seu enfrentamento;

21

Instrumento para conquista de cidadania n n n n busca socializar uma condição básica de
Instrumento para conquista de cidadania n n n n busca socializar uma condição básica de
Instrumento para conquista de cidadania n n n n busca socializar uma condição básica de
Instrumento para conquista de cidadania n n n n busca socializar uma condição básica de

Instrumento para conquista de cidadania

n

n

n

n

busca socializar uma condição básica de vida

a todos de uma cidade;

busca construir referências sobre padrões de condições de vida e satisfação de necessidades;

busca construir utopias locais em defesa de padrões básicos de cidadania;

é mais um modo de analisar para propor, do que resultados prontos e acabados;

22

Conceito de exclusão social

 

n

a exclusão social é multifacetada;

n

é um conceito histórico construído a partir de uma ética humana;

 

n

supõe diversas formas: cultural, econômica, social, política que podem se completar;

ela indica os rumos e decisões que uma sociedade adota entre seus pares;

 

n

n

a análise da exclusão é vinculada a inclusão;

n

ocorre a exclusão de uma inclusão;

23

Conceito de exclusão social n o conceito é interdependente exclusão/inclusão social, caso contrário se trata
Conceito de exclusão social
n o conceito é interdependente
exclusão/inclusão social, caso contrário se
trata da medida reducionista e tautológica
como os estudos da pobreza que analisam os
graus da pobreza sem referenciá-los ao que
seria a não-pobreza.
n a
análise
da
exclusão
supõe
objetivar
a
utopia da inclusão.
24
 

Heterotopias de inclusão social

A inclusão como heterotopia é considerada como um lugar digno de:

 

autonomia;

 

n

n

desenvolvimento humano;

n

qualidade de vida;

n

eqüidade;

n

democracia;

cidadania;

 

n

n

felicidade

A

metodologia supõe objetivar na subjetividade coletiva

a partir da vida real das cidades o lugar da inclusão nessa heterotopia.

25

e

Autonomia

 

n a capacidade e a possibilidade do cidadão em suprir suas necessidades vitais, especiais, culturais, políticas e sociais

n a possibilidade de exercício de sua liberdade,

tendo

reconhecida

a

sua

dignidade,

e

a

possibilidade de representar pública e partidariamente os seus interesses.

 

26

Qualidade de vida n a possibilidade de melhor redistribuição – e usufruto – da riqueza
Qualidade de vida n a possibilidade de melhor redistribuição – e usufruto – da riqueza
Qualidade de vida n a possibilidade de melhor redistribuição – e usufruto – da riqueza
Qualidade de vida n a possibilidade de melhor redistribuição – e usufruto – da riqueza

Qualidade de vida

n a possibilidade de melhor redistribuição – e usufruto – da riqueza social e tecnológica aos cidadãos de uma comunidade;

n a garantia de um ambiente de desenvolvimento ecológico e participativo de respeito ao homem e à natureza, com o menor grau de degradação e precariedade.

27

Desenvolvimento Humano

 

n a possibilidade de todos os cidadãos de uma sociedade melhor desenvolverem seu potencial como menor grau possível de privação e de sofrimento;

n a

possibilidade

da

sociedade

poder

usufruir

coletivamente do mais alto grau da capacidade humana.

 

28

n n Eqüidade a possibilidade das diferenças serem manifestadas e respeitadas, sem discriminação; condição
n n Eqüidade a possibilidade das diferenças serem manifestadas e respeitadas, sem discriminação; condição
n n Eqüidade a possibilidade das diferenças serem manifestadas e respeitadas, sem discriminação; condição
n n Eqüidade a possibilidade das diferenças serem manifestadas e respeitadas, sem discriminação; condição

n

n

Eqüidade

a possibilidade das diferenças serem manifestadas e respeitadas, sem discriminação;

condição que favoreça o combate das práticas de subordinação ou de preconceito em relação às diferenças de gênero, políticas, étnicas, religiosas, culturais, de minorias etc.

29

Cidadania n a possibilidade do reconhecimento do direito ao acesso a um conjunto de condições
Cidadania
n
a possibilidade do reconhecimento do direito
ao acesso a um conjunto de condições e
usufruto de bens e serviços como parte do
padrão de dignidade humana e vida coletiva
solidária a todos os membros de uma
sociedade.
30
Democracia n a possibilidade do reconhecimento e exercício público do direito a estar presente, tomar
Democracia
n
a possibilidade do reconhecimento e exercício
público do direito a estar presente, tomar parte,
emitir opinião e tomar partido nas decisões que
afetam e interferem na vida do cidadão no campo
privado e público.
31
Felicidade n é a possibilidade de viver a capacidade humana da alegria, da plenitude, do
Felicidade n é a possibilidade de viver a capacidade humana da alegria, da plenitude, do
Felicidade n é a possibilidade de viver a capacidade humana da alegria, da plenitude, do
Felicidade n é a possibilidade de viver a capacidade humana da alegria, da plenitude, do

Felicidade

n

é a possibilidade de viver a capacidade humana

da alegria, da plenitude, do prazer, do riso, do lúdico, do descanso, do arrebatamento, do sonho, da esperança, de estar em harmonia com

o todo, do prazer de pertencer ao lugar etc.

32

O Mapa é ao mesmo tempo uma metodologia e uma pedagogia para a inclusão social.
O Mapa é ao mesmo tempo uma
metodologia e uma pedagogia
para a inclusão social.
33
Linguagens Como instrumento de análise e decisão sobre a vida coletiva o mapa usa de
Linguagens Como instrumento de análise e decisão sobre a vida coletiva o mapa usa de
Linguagens Como instrumento de análise e decisão sobre a vida coletiva o mapa usa de
Linguagens Como instrumento de análise e decisão sobre a vida coletiva o mapa usa de

Linguagens

Como instrumento de análise e decisão sobre a vida coletiva o mapa usa de várias linguagens:

n

n

n

n

quantitativa;

qualitativa;

participativa;

geoespacial.

34

Quantitativa Produz índices: n n n n Iex – Índice de exclusão/inclusão social; Iexi –
Quantitativa Produz índices: n n n n Iex – Índice de exclusão/inclusão social; Iexi –
Quantitativa Produz índices: n n n n Iex – Índice de exclusão/inclusão social; Iexi –
Quantitativa Produz índices: n n n n Iex – Índice de exclusão/inclusão social; Iexi –

Quantitativa

Produz índices:

n

n

n

n

Iex – Índice de exclusão/inclusão social;

Iexi – Índice composto de exclusão/inclusão social;

Idi – Índice de discrepância;

IMV – Índice do movimento das variáveis por intervalos de tempo.

35

IEXIEX ChefesChefes semsem InstruçãoInstrução -1 -0,75 -0,50 -0,25 0 0,25 0,50 0,75 1 Morar em
IEXIEX ChefesChefes semsem InstruçãoInstrução
-1
-0,75
-0,50
-0,25
0
0,25
0,50
0,75
1
Morar em
um distrito
onde 20 a
25,4% dos
chefes de
família não
são
alfabetizados
Morar em
um distrito
onde 11 a
12% dos
chefes de
família não
são
alfabetizados
Morar em
um distrito
7,4 a 10%
dos chefes de
família não
são
alfabetizados
Morar em
um distrito
onde 0,5 a
5,28% dos
chefes de
família não
são
alfabetizados
Morar em
um distrito
onde 0,4%
dos chefes de
família não
são
alfabetizados
36
IEXIEX Longevidade/96Longevidade/96 -1 -0,75 -0,50 -0,25 0 0,25 0,50 0,75 1 Morar em um Morar
IEXIEX Longevidade/96Longevidade/96
-1
-0,75
-0,50
-0,25
0
0,25
0,50
0,75
1
Morar em um
Morar
em
Morar
em
Morar
em
Morar em um
distrito onde
3,2 a 4,8% da
população
alcançou
um
distrito
um distrito
um
distrito
distrito onde
onde
5
a
onde 0,71 a
onde
1,6
a
3%
da
6,7%
da
1,20%
da
2%
da
população
população
população
Morar em um
distrito onde
2,6 a 2,9% da
população
alcançou
mais de 70
anos de vida
população
alcançou
mais de 70
anos de vida
mais
de
70
alcançou
alcançou
alcançou
Morar em um
distrito onde
2,1 A 2,4%
da população
alcançou
mais de 70
anos de vida
anos de vida
mais
de
70
mais
de
70
mais
de
70
Morar em um
distrito onde
6,8 a 8,4% da
população
alcançou
mais de 70
anos de vida
Morar em
um distrito
onde 8,6 A
10%
da
população
anos de vida
anos de vida
anos de vida
alcançou
mais de 70
de
anos
37
38
38
EXCLUSÃO/INCLUSÃO SOCIAL NA CIDADE DE SÃO PAULO 1,50 1,00 0,50 0,00 -0,50 -1,00 -1,50 EXCLUSÃO/INCLUSÃO
EXCLUSÃO/INCLUSÃO SOCIAL NA CIDADE DE SÃO PAULO
1,50
1,00
0,50
0,00
-0,50
-1,00
-1,50
EXCLUSÃO/INCLUSÃO
39
EXCLUSÃ/INCLUSÃO EM SÃO PAULO 4,00 3,00 2,00 1,00 0,00 -1,00 -2,00 -3,00 -4,00 AUTONOMIA QUALIDADE
EXCLUSÃ/INCLUSÃO EM SÃO PAULO
4,00
3,00
2,00
1,00
0,00
-1,00
-2,00
-3,00
-4,00
AUTONOMIA
QUALIDADE DE VIDA
DESENVOLVIMENTO HUMANO
EQUIDADE
40
IEX FINAL SANTO ANDRÉ 1,50 1,00 0,50 0,00 -0,50 -1,00 -1,50 EXCLUSÃO/INCLUSÃO 41
IEX FINAL SANTO ANDRÉ
1,50
1,00
0,50
0,00
-0,50
-1,00
-1,50
EXCLUSÃO/INCLUSÃO
41
EXCLUSÃO/INCLUSÃO SOCIAL EM SANTO ANDRÉ 1,50 1,00 0,50 0,00 -0,50 -1,00 -1,50 AUTONOMIA QUALIDADE DE
EXCLUSÃO/INCLUSÃO SOCIAL EM SANTO ANDRÉ
1,50
1,00
0,50
0,00
-0,50
-1,00
-1,50
AUTONOMIA
QUALIDADE DE VIDA
DESENVOLVIMENTO HUMANO
EQUIDADE
42
EXCLUSÃO/INCLUSÃO NA REGIÃO DE PIRACICABA 1,50 1,00 0,50 0,00 -0,50 -1,00 -1,50 EXCLUSÃO/INCLUSÃO 43
EXCLUSÃO/INCLUSÃO NA REGIÃO DE PIRACICABA
1,50
1,00
0,50
0,00
-0,50
-1,00
-1,50
EXCLUSÃO/INCLUSÃO
43
Qualitativa Qualitativa Estabelece hierarquias de condições de exclusão/inclusão social a partir de: n notas
Qualitativa Qualitativa Estabelece hierarquias de condições de exclusão/inclusão social a partir de: n notas
Qualitativa Qualitativa Estabelece hierarquias de condições de exclusão/inclusão social a partir de: n notas
Qualitativa Qualitativa Estabelece hierarquias de condições de exclusão/inclusão social a partir de: n notas

QualitativaQualitativa

Estabelece hierarquias de condições de exclusão/inclusão social a partir de:

n

notas

n

rankings

Estabelece hierarquias de condições de exclusão/inclusão social a partir de: n notas n rankings -1 0
Estabelece hierarquias de condições de exclusão/inclusão social a partir de: n notas n rankings -1 0
Estabelece hierarquias de condições de exclusão/inclusão social a partir de: n notas n rankings -1 0
Estabelece hierarquias de condições de exclusão/inclusão social a partir de: n notas n rankings -1 0

-1

0

1

44

nn IexIex maismais dede 7070 anosanos -- dezdez melhoresmelhores

 
 

DISTRITO

% Pop. Mais de 70 ANOS

IEX Mais de 70 ANOS

 

87 BARRA FUNDA

8,28

0,72

88 BELEM

8,36

0,73

89 SANTA CECILIA

8,46

0,75

90 VILA MARIANA

8,60

0,77

91 CAMBUCI

8,67

0,78

92 MOOCA

9,02

0,82

93 PINHEIROS

9,23

0,85

94 LAPA

9,39

0,88

95 CONSOLACAO

9,60

0,90

 

96 JARDIM PAULISTA

10,29

1,00

 

45

 

nn IexIex maismais dede 7070 anosanos -- dezdez piorespiores

 

DISTRITO

% Pop. Mais de 70 ANOS

IEX Mais de 70 ANOS

 

1 CIDADE TIRADENTES

1,13

-1,00

2 JARDIM ANGELA

1,28

-0,92

3 GRAJAU

1,30

-0,91

4 IGUATEMI

1,37

-0,88

5 PARELHEIROS

1,39

-0,86

6 PEDREIRA

1,44

-0,84

7 LAJEADO

1,48

-0,82

8 JARDIM HELENA

1,60

-0,75

 

9 GUAIANASES

1,85

-0,63

10 JARDIM SAO LUIS

1,86

-0,62

 

46

nn IexIex educaçãoeducação dodo chefechefe -- dezdez melhoresmelhores DISTRITO IEX EDUCAÇÃO DO CHEFE 87 0,80
nn IexIex educaçãoeducação dodo chefechefe -- dezdez melhoresmelhores DISTRITO IEX EDUCAÇÃO DO CHEFE 87 0,80
nn IexIex educaçãoeducação dodo chefechefe -- dezdez melhoresmelhores DISTRITO IEX EDUCAÇÃO DO CHEFE 87 0,80
nn IexIex educaçãoeducação dodo chefechefe -- dezdez melhoresmelhores DISTRITO IEX EDUCAÇÃO DO CHEFE 87 0,80
nn IexIex educaçãoeducação dodo chefechefe -- dezdez melhoresmelhores DISTRITO IEX EDUCAÇÃO DO CHEFE 87 0,80
nn IexIex educaçãoeducação dodo chefechefe -- dezdez melhoresmelhores
DISTRITO
IEX EDUCAÇÃO
DO CHEFE
87
0,80
88
0,81
89
0,84
90
0,85
91
0,88
92
0,88
93
0,89
94
0,95
95
REPUBLICA
ALTO DE PINHEIROS
SANTA CECILIA
PERDIZES
VILA MARIANA
PINHEIROS
ITAIM BIBI
MOEMA
CONSOLACAO
0,99
96 JARDIM PAULISTA
1,00
47
n n Iex Iex educação educação do do chefe chefe - - dez dez piores
n n Iex Iex educação educação do do chefe chefe - - dez dez piores
n n Iex Iex educação educação do do chefe chefe - - dez dez piores
n n Iex Iex educação educação do do chefe chefe - - dez dez piores

nn IexIex educaçãoeducação dodo chefechefe -- dezdez piorespiores

DISTRITO

IEX EDUCAÇÃO DO CHEFE

1

MARSILAC PARELHEIROS

2

3 IGUATEMI

4

5

6

7 JARDIM HELENA

ITAIM PAULISTA PERUS PEDREIRA

8

9

JARDIM ANGELA LAJEADO GRAJAU

10

-1,00

-0,64

-0,61

-0,60

-0,56

-0,54

-0,52

-0,46

-0,42

-0,42

48

nn IexIex maismais dede 1515 anosanos dede estudoestudo -- dezdez melhoresmelhores

 

DISTRITO

% Chefes 15 ou

IDI Chefes

IEX Chefes 15 ou mais anos de est

 
 

mais anos de est. 15 anos ou

 

mais est.

87 CAMPO BELO

45,63

89,03

0,74

88 PERDIZES

47,70

93,08

0,78

89 VILA MARIANA

48,84

95,29

0,79

90 CONSOLACAO

50,32

98,18

0,82

91 PINHEIROS

51,05

99,61

0,83

92 ITAIM BIBI

52,03

101,52

0,85

93 ALTO DE PINHEIROS

52,82

103,07

0,86

 

94 MORUMBI

54,61

106,55

0,89

95 JARDIM PAULISTA

58,38

113,91

0,95

96 MOEMA

61,33

119,67

1,00

 

49

nn IexIex maismais dede 1515 anosanos dede estudoestudo -- dezdez piorespiores

 
 

DISTRITO

% Chefes 15 ou mais anos de est.

IDI Chefes 15 anos ou mais est.

IEX Chefes 15 ou mais anos de est.

 

1

IGUATEMI

0,51

1,00

0,00

2

JARDIM ANGELA

0,61

1,19

0,00

3

PARELHEIROS

0,72

1,41

0,00

4

LAJEADO

0,73

1,43

0,00

5

MARSILAC

0,87

1,70

0,01

6

GRAJAU

0,90

1,75

0,01

7

CIDADE TIRADENTES

1,08

2,10

0,01

8

SÃO RAFAEL

1,12

2,18

0,01

 

9

JARDIM HELENA ANHANGUERA

1,20

2,34

0,01

10

1,40

2,72

0,01

 

50

nn IexIex ChefesChefes semsem instruçãoinstrução -- dezdez melhoresmelhores

 
 

DISTRITO

% Chefes sem instrução

IDI Chefes

IEX Chefes sem instrução

 

sem

 

instrução

87 BELA VISTA

1,33

3,38

-0,05

88 PERDIZES

1,31

3,33

-0,05

89 ALTO DE PINHEIROS

1,31

3,32

-0,05

90 SANTO AMARO

1,17

2,96

-0,04

91 ITAIM BIBI

1,08

2,74

-0,03

92 PINHEIROS

1,00

2,54

-0,03

93 VILA MARIANA

0,83

2,11

-0,02

 

94 CONSOLACAO

0,57

1,46

-0,01

95 MOEMA

0,52

1,32

-0,01

96 JARDIM PAULISTA

0,39

1,00

0,00

 

51

nn IexIex ChefesChefes semsem instruçãoinstrução -- dezdez piorespiores

 
 

DISTRITO

% Chefes sem instrução

IDI Chefes

IEX Chefes

 

sem

sem

 

instrução

instrução

1

MARSILAC

20,08

50,92

-1,00

2

LAJEADO

12,52

31,75

-0,62

3

IGUATEMI

12,51

31,74

-0,62

4

JARDIM HELENA

12,28

31,14

-0,60

5

PARELHEIROS

11,82

29,98

-0,58

6

VILA ANDRADE

11,79

29,91

-0,58

7

ITAIM PAULISTA

11,17

28,33

-0,55

8

JARDIM ANGELA

11,07

28,07

-0,54

9

GRAJAU PERUS

10,31

26,14

-0,50

10

10,17

25,79

-0,50

 

52

Participativa

 

Permite a discussão com a população

através

 

de:

n

debates (fotos)

 

n

vídeos (fotos)

n

cartilhas (fotos)

cartografia de crianças (fotos) Permite levantamento de campo com grupos populares

n

 

n guia

 

n

legenda

mapas qualitativas

 

n

 

53

Geoespacial: m n n Pelo uso do mapeamento dos resultados através de: Mapas coropléticos :
Geoespacial: m n n Pelo uso do mapeamento dos resultados através de: Mapas coropléticos :
Geoespacial: m n n Pelo uso do mapeamento dos resultados através de: Mapas coropléticos :
Geoespacial: m n n Pelo uso do mapeamento dos resultados através de: Mapas coropléticos :

Geoespacial:

m

n

n

Pelo uso do mapeamento dos resultados através de:

Mapas coropléticos: cartografia que distribui, simbolicamente por cores, os resultados de forma homogênea no território.

Mapas de superfície de tendência: cartografia que distribui os resultados de forma relativa à população do território.

54

Cartografia coroplético Cartografia de superfície de tendência 55
Cartografia coroplético
Cartografia de superfície
de tendência
55
Passos para a construção do Mapa 1º) Definir a territorialização interna da cidade a adotar:
Passos para a construção do Mapa 1º) Definir a territorialização interna da cidade a adotar:
Passos para a construção do Mapa 1º) Definir a territorialização interna da cidade a adotar:
Passos para a construção do Mapa 1º) Definir a territorialização interna da cidade a adotar:

Passos para a construção do Mapa

1º) Definir a territorialização interna da cidade a adotar:

n

n

escala da cidade se refere a agregação da cidade por regiões;

escala do cidadão se refere à unidade de produção de dados mais próxima a vizinhança como um setor censitário.

56

São Paulo : Escala da cidade: n 10 milhões de habitantes n 96 distritos Escala
São Paulo : Escala da cidade: n 10 milhões de habitantes n 96 distritos Escala
São Paulo : Escala da cidade: n 10 milhões de habitantes n 96 distritos Escala
São Paulo : Escala da cidade: n 10 milhões de habitantes n 96 distritos Escala

São Paulo:

São Paulo : Escala da cidade: n 10 milhões de habitantes n 96 distritos Escala do
São Paulo : Escala da cidade: n 10 milhões de habitantes n 96 distritos Escala do
São Paulo : Escala da cidade: n 10 milhões de habitantes n 96 distritos Escala do
São Paulo : Escala da cidade: n 10 milhões de habitantes n 96 distritos Escala do
São Paulo : Escala da cidade: n 10 milhões de habitantes n 96 distritos Escala do

Escala da cidade:

n

10 milhões de habitantes

n

96 distritos

Escala do cidadão:

n

270 unidades de planejamento viário (Metrô)

n

10.190 setores censitários

57

 

Gráfico com escalas da cidade:

 
     

REFERÊNCI

No

 

NÍVEL

UNIDADE

UNIDADE PARTICIPAÇÃO

 

AGREGAÇÃO

 

VOLUME DA

A DE

CIDADE

DE GESTÃO

 

ESPACIAL

POPULAÇÃO

EQUIPAMEN

 

TO

OPOLITANO

Prefeitura

 

Instâncias

Fóruns

 

Ë 17,7 milhões

 

39

Conselhos setoriais,

 

NICIPAL

 

de minorias,

Foro da

 

Cidade,

Ë

10 milhões de habitantes

 

Secretarias

 

segmentos,

cidade,

Município

Ë

2,6 milhões de domicílios

1

Municipais

 

Conferências,

Fóruns

 

Conselho Municipal

Temáticos

Ë

1.509 km2

 

do OP

 
   

Conselho de

Fóruns

   

GIONAL

Representantes

Regionais,

Agregação de Distritos

 

Ë média de 300 mil habitantes

 

Média de

Subprefeitura

Conselho Regional

Fóruns

 

30

 

do OP

Temáticos

Ë 60 mil domicílios Ë 50km2

1:3

Diretorias Temáticas e ou Distritais da Subprefeitura

 

··

Câmara

 

Ë 2,3 km2 a 200km2

   

STRITAL

distrital de OP,

   

Distritos (Lei nº11.220 de

 

Ë

média de 30 mil domicílios

Hospital,

96

 

··

Conselhos

 

Centro Cultural

   

Tutelares

20/05/1992)

Ë

6 mil a 300 mil habitantes

1:3

   

··

Unidade

 

··

Unidade OD do Metrô Conjunto de setores censitários.

 

Ë

20 mil a 30mil habitantes

 

ÁREA

 

Territorial de

     

SITÁRIA

Micro-regiões

O.P.

··

 

Ë

média de 4 mil

UBS;

270

(Unidades

··

Delegados do

 

domicílios

Espaço Público;

 

Programáticas)

O.P.

 

Ë

média de 5km de área

Transporte

1:38

   

Público

Equipamentos

Conselho de Escola; Creche

 

Definida pelo IBGE

 

Ë 2 mil habitantes

Escola;

 

ETOR

SITÁRIO

locais

Ë

média de 400 domicílios

Creche

10.190

   

Ë

média de 1,5km2

       

Bairros

2.489

SQL

2.500.000

 

58

O Território: A cidade de São Paulo tem 1.509 quilômetros quadrados distribuídos desigualmente entre seus
O Território:
A cidade de São Paulo tem 1.509
quilômetros quadrados
distribuídos desigualmente entre
seus 96 distritos:
n
11% ou 11 distritos vão de 2,1 a
4,6 Km 2
n 43% ou 41 distritos de mais de 5
Km 2 a 10 Km 2
n
34% ou 33 distritos de mais de
10 Km 2 a 20 Km 2
n
11% ou 11 distritos de mais de
20 Km 2 a 200 Km 2
59
População População Total Total   PAÍS POPULAÇÃO URUGUAI 3,3 milhões 3,5 milhões 4,4 milhões
População População Total Total   PAÍS POPULAÇÃO URUGUAI 3,3 milhões 3,5 milhões 4,4 milhões
População População Total Total   PAÍS POPULAÇÃO URUGUAI 3,3 milhões 3,5 milhões 4,4 milhões
População População Total Total   PAÍS POPULAÇÃO URUGUAI 3,3 milhões 3,5 milhões 4,4 milhões

PopulaçãoPopulação TotalTotal

 

PAÍS

POPULAÇÃO

URUGUAI

3,3 milhões 3,5 milhões 4,4 milhões 4,9 milhões 5,2 milhões 5,3 milhões 5,4 milhões 6 milhões 8,9 milhões 9,9 milhões 10,02 milhões 10,1 milhões 10,6 milhões 10,6 milhões 11,2 milhões

SYNGAPURA

NORUEGA

NICARAGUA

FINLANDIA

DINAMARCA

PARAGUAI

ISRAEL

SUECIA

PORTUGAL

BÉLGICA

HUNGRIA

GRECIA

YUGOSLAVIA

CUBA

Fonte: PNUD/2000

60

PopulaçãoPopulação dede 00 aa 44 anosanos 61
PopulaçãoPopulação dede 00 aa 44 anosanos
61
PopulaçãoPopulação dede 1515 aa 2424 anosanos 62
PopulaçãoPopulação dede 1515 aa 2424 anosanos
62

1º)1º) Passo:Passo: LevantamentoLevantamento dosdos dadosdados territoriaisterritoriais disponíveisdisponíveis sobresobre aa cidadecidade ee suassuas regiões:regiões:

n

IBGE;

n

Prefeitura;

n

Órgãos Públicos;

Escolher variáveis a serem utilizadas dentre as disponíveis;

n

Dimensioná-las territorialmente em números absolutos e relativos.

n

 

63

O mapa pode ser construído em duas modalidades: n variáveis básicas para construir os Iex;
O mapa pode ser construído em duas
modalidades:
n
variáveis básicas para construir os Iex;
n
variáveis complementares analisadas sob a
metodologia Idi/Iex para estudos temáticos da
exclusão/inclusão social.
64
3º Passo Índice de Discrepância – IDI n é a medida de desigualdade construída pela
3º Passo
Índice de Discrepância – IDI
n é a medida de desigualdade construída pela
distância entre a maior e a menor incidência
territorial de uma variável.
IDIIDI == B/AB/A
AA
BB
n estabelece a escala de distância entre a pior
e a melhor posição de cada variável no
território;
65
Exemplo Exemplo de de IDI IDI IDI Emprego (PEA) 1997 1 ·· Cidade Tiradentes ··
Exemplo Exemplo de de IDI IDI IDI Emprego (PEA) 1997 1 ·· Cidade Tiradentes ··
Exemplo Exemplo de de IDI IDI IDI Emprego (PEA) 1997 1 ·· Cidade Tiradentes ··
Exemplo Exemplo de de IDI IDI IDI Emprego (PEA) 1997 1 ·· Cidade Tiradentes ··

ExemploExemplo dede IDIIDI

IDI

Emprego (PEA) 1997

1 ·· Cidade Tiradentes

·· 46

Lançamentos Imobiliários

1 ··

·· 322

Raposo

Tavares

Belém

66

4º Passo n Definir o padrão básico de inclusão e posicioná-lo na escala do Idi
4º Passo
n
Definir o padrão básico de inclusão e
posicioná-lo na escala do Idi para medição
da inclusão/exclusão social;
n
não se trabalha nem com médias de
ocorrências, nem com tendências face a
maior incidência percentual e sim como
afastamento para mais e para menos de
uma medida de inclusão social.
n
O que é o Padrão Básico de inclusão?
67
5º Passo Adotar o Padrão Básico de Inclusão n n lugar de referência da passagem
5º Passo Adotar o Padrão Básico de Inclusão n n lugar de referência da passagem
5º Passo Adotar o Padrão Básico de Inclusão n n lugar de referência da passagem
5º Passo Adotar o Padrão Básico de Inclusão n n lugar de referência da passagem

5º Passo

Adotar o Padrão Básico de Inclusão

n

n

lugar de referência da passagem da exclusão para inclusão social.

construção real e histórica fundada no entendimento de uma sociedade sobre condições básicas de cidadania a serem universalizadas

como de inclusão social para todos.

68

Exemplos de padrão PADRÕESDISTRITAISDEEXCLUSÁOINCLUSÁOSOCIALEM EQUIDADE CIDADEDESÁOPAULO INDICADORES -1
Exemplos de padrão PADRÕESDISTRITAISDEEXCLUSÁOINCLUSÁOSOCIALEM EQUIDADE CIDADEDESÁOPAULO INDICADORES -1
Exemplos de padrão PADRÕESDISTRITAISDEEXCLUSÁOINCLUSÁOSOCIALEM EQUIDADE CIDADEDESÁOPAULO INDICADORES -1
Exemplos de padrão PADRÕESDISTRITAISDEEXCLUSÁOINCLUSÁOSOCIALEM EQUIDADE CIDADEDESÁOPAULO INDICADORES -1

Exemplos de padrão

PADRÕESDISTRITAISDEEXCLUSÁOINCLUSÁOSOCIALEM

EQUIDADE

CIDADEDESÁOPAULO

INDICADORES

-1

-0,75

-0,50

-0,25

0

0,25

0,50

0,75

1

 

Moraremum distrito onde 24

Moraremum distrito onde 16

Moraremum distrito onde 9 a

Moraremum distrito onde 1 a

Moraremum

       

distrito onde

MULEHRES

a31%dos

a23,8%dos

23%dos

8%dos

0,4%dos

CHEFESNÃO

domicíliossão

domicíliossão

domicíliossão

domicíliossão

domicíliossão

ALFABETIZADAS

chefiados por

chefiados por

chefiados por

chefiados por

chefiados por

1991

mulheres não

mulheres não

mulheres não

mulheres não

mulheres não

alfabetizadas.

alfabetizadas.

alfabetizadas.

alfabetizadas.

alfabetizadas.

 

Moraremum distrito onde 37,8 a 42 % dos domicíliossão

Moraremum distrito onde 34

Moraremum distrito onde 29

Moraremum distrito onde 24,5 a 28 % dos domicíliossão chefiados por mulheres.

Moraremum

Moraremum

Moraremum distrito onde 18,9 a 21,4 % dosdomicílios são chefiados pormulheres.

Moraremum distrito onde 17,3 a 18,3 % dosdomicílios são chefiados pormulheres.

Moraremum distrito onde 13,4 A 15,8 dosdomicílio são chefiados pormulheres

distrito onde

distrito onde

MULHERCHEFE

a37%dos

a33%dos

24,1% dos

21,6a24%dos

DEFAMILIA

domicíliossão

domicíliossão

domicíliossão

domicíliossão

1996

chefiados por mulheres.

chefiados por

chefiados por

chefiados por

chefiados por

mulheres.

mulheres.

mulheres.

mulheres.

69

Emprego: Idi – Pior - Morar em um distrito onde 18 a 40 % dos
Emprego:
Idi – Pior - Morar em um distrito onde 18 a
40 % dos moradores não têm emprego
Padrão básico;
Pleno emprego (morar
em umdistrito onde haja um emprego
para cada morador entre 14 e 69 anos de
idade)
Melhor - Morar em um distrito onde haja
mais de 8 empregos por morador
70
Acesso a água: n Idi – Pior - Morar em um distrito onde 98,82% das
Acesso a água:
n
Idi – Pior - Morar em um distrito onde 98,82%
das casas não são servidas por água;
n
Padrão básico
Morar em um distrito onde
0,6% a 0,19% das casas não são servidas por
água. (esta foi a melhor ocorrência da cidade
(Base: Censo 1991)).
n
Melhor - Morar em um distrito onde todas as
casas são servidas por água
71
n TRABALHAR MOMENTOS ISTO n 1º) SÓ IDI (MAIS PADRÃO) EM n DEPOIS DE APRESENTAR
n TRABALHAR MOMENTOS ISTO n 1º) SÓ IDI (MAIS PADRÃO) EM n DEPOIS DE APRESENTAR
n TRABALHAR MOMENTOS ISTO n 1º) SÓ IDI (MAIS PADRÃO) EM n DEPOIS DE APRESENTAR
n TRABALHAR MOMENTOS ISTO n 1º) SÓ IDI (MAIS PADRÃO) EM n DEPOIS DE APRESENTAR

n TRABALHAR MOMENTOS

ISTO

n

1º) SÓ IDI (MAIS PADRÃO)

EM

n

DEPOIS DE APRESENTAR A ESCALA É QUE COLOCAMOS COMPLETO

2

72

6º Passo CONSTRUÇÃO DO ÍNDICE DE EXCLUSÃO/INCLUSÃO SOCIAL – IEX n Medida de distância do
6º Passo CONSTRUÇÃO DO ÍNDICE DE EXCLUSÃO/INCLUSÃO SOCIAL – IEX n Medida de distância do
6º Passo CONSTRUÇÃO DO ÍNDICE DE EXCLUSÃO/INCLUSÃO SOCIAL – IEX n Medida de distância do
6º Passo CONSTRUÇÃO DO ÍNDICE DE EXCLUSÃO/INCLUSÃO SOCIAL – IEX n Medida de distância do

6º Passo

CONSTRUÇÃO DO ÍNDICE DE EXCLUSÃO/INCLUSÃO SOCIAL – IEX

n Medida de distância do comportamento territorial de cada variável agregada por quartis negativos e positivos a partir do padrão básico de inclusão.

e positivos a partir do padrão básico de inclusão. -1 -0,75 -0,50 -0,25 0 0,25 0,50
e positivos a partir do padrão básico de inclusão. -1 -0,75 -0,50 -0,25 0 0,25 0,50
e positivos a partir do padrão básico de inclusão. -1 -0,75 -0,50 -0,25 0 0,25 0,50
e positivos a partir do padrão básico de inclusão. -1 -0,75 -0,50 -0,25 0 0,25 0,50
e positivos a partir do padrão básico de inclusão. -1 -0,75 -0,50 -0,25 0 0,25 0,50
e positivos a partir do padrão básico de inclusão. -1 -0,75 -0,50 -0,25 0 0,25 0,50
e positivos a partir do padrão básico de inclusão. -1 -0,75 -0,50 -0,25 0 0,25 0,50
e positivos a partir do padrão básico de inclusão. -1 -0,75 -0,50 -0,25 0 0,25 0,50

-1

-0,75

-0,50

-0,25

0

0,25

0,50

Padrão básico de inclusão

0,75

1

73

n n distribuir a incidência territorial em quantos negativos e positivos a partir do padrão
n n distribuir a incidência territorial em quantos negativos e positivos a partir do padrão
n n distribuir a incidência territorial em quantos negativos e positivos a partir do padrão
n n distribuir a incidência territorial em quantos negativos e positivos a partir do padrão

n

n

distribuir a incidência territorial em quantos negativos e positivos a partir do padrão básico de inclusão.

construir o índice de inclusão/exclusão social de cada variável em cada parcela do território pela distância negativa e positiva do padrão básico de inclusão que recebe nota zero.

74

n Exemplo 75
n Exemplo
75
ACESSOAÁGUA NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 1distr=1.424domicílios
ACESSOAÁGUA NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 1distr=1.424domicílios
ACESSOAÁGUA NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 1distr=1.424domicílios
ACESSOAÁGUA NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 1distr=1.424domicílios

ACESSOAÁGUA

NOTAS

REPRESENTAÇÃO

DESCRIÇÃO

-1

1distr=1.424domicílios

Moraremumdistritoonde98,82%dascasasnãosãoservidaspelarededeágua

-0,75

 

Moraremumdistritoonde40,0%dascasasnãosãoservidaspelarededeágua

-0,5

1distr.=4.938domicílios

Moraremumdistritoonde40,0%dascasasnãosãoservidaspelarededeágua

-0,25

71 distr.= 58.978 domicílios

Moraremumdistritoonde4a20%dascasasnãosãoservidaspelarededeágua

PADRÃODE

23distr=3.048domicílios

Moraremumdistritoonde0,6%a0,19%dascasasnãosãoservidaspelarededeágua

INCLUSÃO

0,25

-

Moraremumdistritoonde100%dascasassãoservidaspelarededeágua

0,50

-

Moraremumdistritoonde100%dascasassãoservidaspelarededeágua

0,75

-

Moraremumdistritoonde100%dascasassãoservidaspelarededeágua

1,0

-

Moraremumdistritoonde100%dascasassãoservidaspelarededeágua

76

EMPREGO NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 (2distr=18.400hab.)
EMPREGO NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 (2distr=18.400hab.)
EMPREGO NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 (2distr=18.400hab.)
EMPREGO NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 (2distr=18.400hab.)

EMPREGO

NOTAS

REPRESENTAÇÃO

DESCRIÇÃO

-1

(2distr=18.400hab.)

Moraremumdistritoondenãohajanenhumaofertadeempregoparasuapopulação.

-0,75

(25distr.=3.353.796hab.)

Moraremumdistritoemquehajaofertade0,08a0,18empregosporpessoadapopulaçãoresidente

-0,5

(22distr.=2.483.917hab.)

Moraremumdistritoemquehajaofertade0,19a0,28empregosporpessoadapopulaçãoresidente

-0,25

(9distr.=976.936hab.)

Moraremumdistritoemquehajaofertade0,29a0,37empregosporpessoadapopulaçãoresidente

PADRÃO

(10distr.=966.418hab.)

Moraremumdistritoemquehajaofertade0,3a0,55empregosporpessoadapopulaçãoresidente

DE

INCLUSÃO

0,25

-

Moraremumdistritoemquehajaofertade0,60a1,7empregosporpessoadapopulaçãoresidente

0,50

-

Moraremumdistritoemquehajaofertade0,60a1,7empregosporpessoadapopulaçãoresidente

0,75

(27distr.=1.788.921hab.)

Moraremumdistritoemquehajaofertade0,60a1,7empregosporpessoadapopulaçãoresidente

1,0

(1distr.=57.797hab.)

Moraremumdistritoemqueaoferta deempregos sejade5empregosporpessoadapopulação residente

77

LONGEVIDADE NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 8 distr = 9.313 pessoas Morar em um distrito onde
LONGEVIDADE NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 8 distr = 9.313 pessoas Morar em um distrito onde
LONGEVIDADE NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 8 distr = 9.313 pessoas Morar em um distrito onde
LONGEVIDADE NOTAS REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 8 distr = 9.313 pessoas Morar em um distrito onde

LONGEVIDADE

NOTAS

REPRESENTAÇÃO

DESCRIÇÃO

-1

8 distr = 9.313 pessoas

Morar em um distrito onde 0,71 a 1,20% da população alcançou mais de 70 anos de vida

-0,75

20

distritos = 37.207 pessoas

Morar em um distrito onde 1,25 a 1,66% % da população alcançou mais de 70 anos de vida

-0,5

08

distritos = 16.027 pessoas

Morar em um distrito onde 1,79 a 2,26%% da população alcançou mais de 70 anos de vida

-0,25

12

distr.= 35.882 pessoas

Morar em um distrito onde 2,32 a 2,79% da população alcançou mais de 70 anos de vida

PADRÃODE

07

distr.= 21.481 pessoas

Morar em um distrito onde 2,86 a 3,28%% da população alcançou mais de 70 anos de vida

INCLUSÃO

 

0,25

11

distr.= 34.422 pessoas

Morar em um distrito onde 3,40 a 4,50% da população alcançou mais de 70 anos de vida

0,50

14

distr.=58.321 pessoas

Morar em um distrito onde 4,57 a 5,67% da população alcançou mais de 70 anos de vida

0,75

9distr.=40.447pessoas

Morar em um distrito onde 5,78 a 6,92% da população alcançou mais de 70 anos de vida

1,0

7distr.=43.130pessoas

Morar em um distrito onde 7 a 8,22% da população alcançou mais de 70 anos de vida

78

MULHERES CHEFES DE FAMÍLIA NOTAS   REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 4 d i s t r
MULHERES CHEFES DE FAMÍLIA NOTAS   REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 4 d i s t r
MULHERES CHEFES DE FAMÍLIA NOTAS   REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 4 d i s t r
MULHERES CHEFES DE FAMÍLIA NOTAS   REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO -1 4 d i s t r

MULHERES CHEFES DE FAMÍLIA

NOTAS

 

REPRESENTAÇÃO

DESCRIÇÃO

-1

4

distr.= 39.719 domic.

Morar em um distrito onde 37 a 38 % dos domicílios são chefiados por mulheres.

-0,75

6

distr.= 45.309 domic.

Morar em um distrito onde 30 a 34 % dos domicílios são chefiados por mulheres.

-0,5

8

distr.= 38.222 domic.

Morar em um distrito onde 25,6 a 28,5% dos domicílios são chefiados por mulheres.

-0,25

13 distr.= 88.902 domic.

Morar em um distrito onde 21,5 a 25 % dos domicílios são chefiados por mulheres.

PADRÃO DE

8

distr.= 39.308 domic.

Morar em um distrito onde 20 a 21% dos domicílios são chefiados por mulheres.

INCLUSÃO

 

0,25

26

distr.= 148.311 domic.

Morar em um distrito onde 17,8 a 19,7 % dos domicílios são chefiados por mulheres.

0,50

21

distr.= 100.111 domic.

Morar em um distrito onde 15,6 a 17,6 % dos domicílios são chefiados por mulheres.

0,75

8

distr.= 28.349 domic.

Morar em um distrito onde 13,2 a 15,2 % dos domicílios são chefiados por mulheres.

1,0

 

2 distr.= 501 domic.

Morar em um distrito onde 11 % dos domicílios são chefiados por mulheres.

79

7º Passo Índice Composto n Construir o índice composto da inclusão/exclusão social pela agregação de
7º Passo
Índice Composto
n
Construir o índice composto da inclusão/exclusão
social pela agregação de variáveis;
n
Iexi – Índice composto de exclusão/inclusão social
que agrega variáveis pelos campos de autonomia,
qualidade de vida, desenvolvimento humano,
democracia e cidadania e sua composição final para
o índice de exclusão/inclusão social.
n
IMV – índice percentual do movimento (para mais e
para menos) territorial da incidência das variáveis
em um intervalo de tempo determinado.
80
8º Passo Ordenação do Ranking n n Classificação dos lugares de uma cidade a partir
8º Passo Ordenação do Ranking n n Classificação dos lugares de uma cidade a partir
8º Passo Ordenação do Ranking n n Classificação dos lugares de uma cidade a partir
8º Passo Ordenação do Ranking n n Classificação dos lugares de uma cidade a partir

8º Passo

Ordenação do Ranking

n

n

Classificação dos lugares de uma cidade a partir da maior incidência negativa ou positiva dos índices de: discrepância (IDI), movimento (IMV) ou exclusão/inclusão social (IEX).

Exemplo de Ranking

81

n MAPA IEX
n MAPA IEX

MAPA IDI

82

Produtos Produtos do do Mapa: Mapa: Medida territorial de inclusão/exclusão social expressa por: n n
Produtos Produtos do do Mapa: Mapa: Medida territorial de inclusão/exclusão social expressa por: n n
Produtos Produtos do do Mapa: Mapa: Medida territorial de inclusão/exclusão social expressa por: n n
Produtos Produtos do do Mapa: Mapa: Medida territorial de inclusão/exclusão social expressa por: n n

ProdutosProdutos dodo Mapa:Mapa:

Medida territorial de inclusão/exclusão social expressa por:

n

n

n

n

n

n

gráficos

tabelas

padrões

índices

mapas

ranking

83

O O Mapa Mapa da da Exclusão/Inclusão Exclusão/Inclusão Social Social dá dá novas novas bases
O O Mapa Mapa da da Exclusão/Inclusão Exclusão/Inclusão Social Social dá dá novas novas bases
O O Mapa Mapa da da Exclusão/Inclusão Exclusão/Inclusão Social Social dá dá novas novas bases
O O Mapa Mapa da da Exclusão/Inclusão Exclusão/Inclusão Social Social dá dá novas novas bases

OO MapaMapa dada Exclusão/InclusãoExclusão/Inclusão SocialSocial novasnovas basesbases

n mostra que a população está submetida a riscos de vida diferenciados, principalmente pela forma com que as cidades brasileiras elitizam as condições de vida no território da cidade.

n mostra, em contrapartida, a discrepância real no acesso a um padrão de segurança de vida.

84

O Mapa da Exclusão/Inclusão Social dá novas bases n concretiza a meta de padrões de
O Mapa da Exclusão/Inclusão Social dá novas bases n concretiza a meta de padrões de
O Mapa da Exclusão/Inclusão Social dá novas bases n concretiza a meta de padrões de
O Mapa da Exclusão/Inclusão Social dá novas bases n concretiza a meta de padrões de

O Mapa da Exclusão/Inclusão Social dá novas bases

n concretiza a meta de padrões de dignidade para todos como base de uma cultura de superação da apartação social.

n mobiliza novas responsabilidades sociais e parcerias, pois trabalha com a subjetividade coletiva.

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O Mapa da Exclusão/Inclusão Social dá novas bases n estimula a gestão descentralizada e intersetorial
O Mapa da Exclusão/Inclusão Social dá novas bases n estimula a gestão descentralizada e intersetorial
O Mapa da Exclusão/Inclusão Social dá novas bases n estimula a gestão descentralizada e intersetorial
O Mapa da Exclusão/Inclusão Social dá novas bases n estimula a gestão descentralizada e intersetorial

O Mapa da Exclusão/Inclusão Social dá novas bases

n estimula a gestão descentralizada e intersetorial das cidades, em contraponto a hegemonia, quer das regiões mais ricas, quer dos setores de governo.

n cria outra base para a relação de solidariedade da sociedade que não a de benemerência.

n mostra que a sociedade só será sustentável se eliminar a apartação e o nível de discrepância entre a população.

86