2018/1
Arquitetura escolar
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
Arquitetura Escolar
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
“... o arquiteto, ao definir os espaços e
usos da instituição escolar, pode
influenciar a definição do conceito de
ensino na escola. Por essa razão, cabe ao
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arquiteto o conhecimento dos aspectos
pedagógicos, uma vez que eles refletem o
tipo de atividade que as escolas vão
desenvolver e, consequentemente, são
elementos essenciais à definição do
programa de necessidades de cada
edificação escolar.” (KOWALTOWSKI, 2011,
p. 12)
Fonte[Link]
Arquitetura Escolar
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
HISTÓRICO DOS FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO
“A educação é vista como a transmissão de valores e o acúmulo de
conhecimento de uma sociedade.” (KOWALTOWSKI, 2011, p. 12)
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“Atualmente se espera que,
na escola, realize-se a
socialização intelectual da
criança. Em geral, a sala de
aula procura ser um
modelo que mostra à
criança como é a sociedade
em que ela vai crescer e
passar a vida”
(KOWALTOWSKI, 2011, p.
13)
Fonte: <[Link]
Arquitetura Escolar na Europa
“O prédio de uma escola é a concretização de uma visão da educação e de
seu papel na construção da sociedade” (KOWALTOWSKI, 2011, p. 64)
ARQUITETURA ESCOLAR NA EUROPA
A escola de sala única dominava, até o século XV, a arquitetura dessa
tipologia. Muitas vezes, a moradia do professor era acoplada a essa sala e
havia dependências no sótão para alunos carentes e seminaristas.
Na Inglaterra sala única em forma de espaços retangulares estreitos e
longos, com bancos alinhados ao longo das duas pareces mais compridas
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da sala. Dessa forma, permite-se a comunicação visual entre alunos
sentados de um ou outro lada da sala, com boa iluminação e aberturas
altas nas quatro paredes.
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Arquitetura Escolar na Europa Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
Exemplo de escola de ambiente único do século XIX com forno central
(KOWALTOWSKI, p. 66).
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Arquitetura Escolar na Europa
Divisão da escola em salas de aula por idade defendida por Comenius no
século XVI consagrado pelas escolas jesuítas do século XVII.
Surgem prédios escolares com salas de aula dispostas ao longo de um
corredor lateral, ou com corredor central.
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Arquitetura Escolar na Europa Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
Exemplos de plantas de
escolas da Alemanha do
século XVI, com corredor
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lateral ou central
(KOWALTOWSKI, p. 66).
Arquitetura Escolar na Europa
Os precursores das escolas do século XIX apresentam as configurações
arquitetônicas de muitos prédios escolares atuais, baseados no programa
de necessidades de salas de aula por série de ensino, com preocupação
disciplinar dos alunos.
Inglaterra após 1870 investe-se significativamente na educação pública,
projetos de R. Robson – projetos austeros, com base em plantas
simétricas, com pé-direito alto, janelas no alto das paredes externas, sem
permitir aos alunos olhar para o exterior.
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Arquitetura Escolar na Europa Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
Duas salas de aula de ensino de meninas, de E. R. Robson (KOWALTOWSKI, p. 68).
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Alemanha – usava sistema prussiano de salas de aula, separado em volta
de um grande vestíbulo ou hall de entrada. Carteiras para dois alunos com
arranjo ortogonal .
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Exemplo de sala de aula para 304 alunos com cortinas para quebrar o volume grande e amenizar
as questões ambientais, de acordo com M. Seaborne: (a) planta e (b) vista da Southwark Central
School, Ingraterra, século XIX (KOWALTOWSKI, p. 68).
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Escócia – Robert Owen estabeleceu as primeiras pré-escolas, em 1816, e
abriu as salas de aula para jardins de contemplação e autocontrole da
tentação (não era permitido tocar nas flores ou nas frutas).
Em 1895 R. Mackintosh, do Scottish Arts and Crafts Movement, projetou a
sua primeira escola em Glasgow e, em 1902, a escola Scotland Street
formas orgânicas quebram a austeridade da arquitetura escolar comum
até então.
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Schotland Street School, Glasgow, projeto de C. R. Mackintosh, de 1902: (a) vista exterior
(maquete); (b) vista da escada principal (KOWALTOWSKI, p. 69).
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Estabelecimento educação compulsória na maioria dos países da Europa e
dos EUA educadores influenciaram a arquitetura escolar, para adequá-
la à população carente (Margaret MacMillan em Londres e Maria
Montessori em Roma).
Montessori – escolas projetadas para a escala da criança.
Primeira guerra hiato no desenvolvimento
Pós-guerra novas tendências (modernismo, substituição do professor
homem pela professora na escola primária).
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Muitos educadores acreditavam que a educação deveria servir
primariamente para formar a mão de obra da indústria participação do
público feminino trouxe novos objetivos ao ensino e procurou um papel
social mais relevante e significativo para a escola e sua arquitetura.
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Escola passa a ser vista como integrante dos novos conjuntos habitacionais
de interesse social, estabelecidos primeiramente na Alemanha e na
Áustria.
Ex. Karl Marx Hof, Viena, conjunto
residencial que abriga, entre outras
atividades, uma escola.
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Arquitetura Escolar na Europa
Em 1930, influência da Bauhaus, de Walter Gropius, se fez presente na
arquitetura escolar, quando projetou a School and Community College,
em Impington, Inglaterra. (amplas janelas nas salas de aula com vista para
fora proibido durante o nazismo, por ser muito moderno e inovador).
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Fonte: [Link]
Arquitetura Escolar na Europa
School and Community College, em Impington, Inglaterra.
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Fonte: [Link]
Arquitetura Escolar na Europa
School and Community College, em Impington, Inglaterra.
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Fonte: [Link]
Arquitetura Escolar na Europa
Alemanha pós-guerra, espaço passou a ser visto como um terceiro
professor ( o 1º é o profissional; o 2º é o material didático, e o 3º é o
ambiente escolar).
Almeja-se ampliar a experiência dos alunos por meio de projetos
diferenciados e com aparências que intriguem, questionem e envolvam a
população.
Ex. Geschjwister-School-Gesamtschule, Lünen, Alemanha, arquiteto Hans
Scharound, construída entre 1956 e 1962, como uma escola secundária
para meninas.
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Esboço da Geschwister-
School-Gesamtschule
(KOWALTOWSKI, p. 71).
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Geschwister-School-Gesamtschule
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Geschwister-School-Gesamtschule
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Geschwister-School-Gesamtschule
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Geschwister-School-Gesamtschule
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Geschwister-School-Gesamtschule
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Geschwister-School-Gesamtschule
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Arquitetura Escolar nos Estados Unidos
Século XIX – escolas em terrenos pequenos, com espaços livres reduzidos,
linguagem arquitetônica clássica na fachada principal, mas com
detalhamento simples.
Final do século XIX – arquitetura torna-se mais exuberante, ocupa lotes
maiores e surge a escola nos subúrbios, com estilo menos formal e projeto
menos verticalizado.
O auditório é um novo ambiente do projeto escolar, e o ginásio de esporte
é incorporado ao complexo educacional, em plantas simétricas e com
ordenação formal e ortogonal dos espaços.
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Arquitetura Escolar nos Estados Unidos Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
Planta da escola Carl Schultz High School, Chicago, EUA, 1907, com auditório,
ginásio de esportes, laboratório e biblioteca (KOWALTOWSKI, p. 75).
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Escola Carl Schultz High School, Chicago, EUA, 1907
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Arquitetura Escolar nos Estados Unidos
Em 1902 Frank Lloyd Wright projetou a Hillside Home School, em
Wisconsin, nos EUA, com base nas idéias de Jonh Dewey (as escolas
experimentais de Dewey tinham com base a democracia, estimulou a visão
da escola como uma comunidade cooperativa, abriu a escola para o
mundo real e sua diversidade, substituição das preocupações estilísticas
por preocupações sociais).
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Arquitetura Escolar nos Estados Unidos
Frank Lloyd Wright projetou a Hillside Home School, em Wisconsin, EUA.
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Arquitetura Escolar nos Estados Unidos
Depressão econômica dos anos 20 interrompe o desenvolvimento da
arquitetura escolar nos EUA.
Após 2ª Guerra Mundial, construção de escolas em larga escala.
Adotam princípios do modernismo, com um projeto simplificado, em
linhas retilíneas e construções econômicas. Surgem escolas com fachadas
de cortina de vidro, sem preocupação com orientações solares e sem
vegetação complementar.
Crítica novas tendências.
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Ex. Escola Crow Island School, Winnetka, Illinois, projetada por Perkins,
Wheeler & Will em associação com Eliel e Eero Saarinen. Inaugurada em
1940.
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Arquitetura Escolar nos Estados Unidos
Ex. Escola Crow Island School, Winnetka, Illinois, projetada por Perkins,
Wheeler & Will em associação com Eliel e Eero Saarinen. Inaugurada em
1940.
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Arquitetura Escolar nos Estados Unidos
Ex. Escola Crow Island School, Winnetka, Illinois, projetada por Perkins,
Wheeler & Will em associação com Eliel e Eero Saarinen. Inaugurada em
1940.
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Arquitetura Escolar nos Estados Unidos
Ex. Escola Crow Island School, Winnetka, Illinois, projetada por Perkins,
Wheeler & Will em associação com Eliel e Eero Saarinen. Inaugurada em
1940.
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Arquitetura Escolar nos Estados Unidos
Destaque para projetos de Richard Neutra para a região de Los Angeles, na
Califórnia. Projetos das décadas de 1930 e 1940 valorizam a circulação
horizontal e usam o conceito de planta livre, permitindo o livre acesso dos
alunos a todos os espaços, sem o confinamento tradicional das salas de
aula.
Ex. Corona School, em Los Angeles, Califórnia, com projeto de Richard
Neutra construída em 1935.
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Arquitetura Escolar nos Estados Unidos Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
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Projeto de Richard Neutra: Corona School, Los Angeles, EUA: (a) planta das salas de
aula; (b) vista do pátio de uma sala de aula; (c) vista do interior de sala de aula
(KOWALTOWSKI, 2010, p, 77).
Arquitetura Escolar nos Estados Unidos
Atualmente, busca-se a construção de escolas de alto desempenho, cujos
objetivos, entre outros, é a redução do custo de operação, com programas
de uso eficiente de água e energia, ou seja, buscam-se projetos escolares
que tenham um impacto ambiental reduzido.
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Arquitetura Escolar em países em desenvolvimento
Há exemplos de projetos que
incorporam elementos da
arquitetura do local e sua
pedagogia, aplicam materiais e
técnicas construtivas regionais e
adotam formas que acomodam
costumes e tradições culturais.
Ex. Escola METI, em Rudrapur,
Bangladesh.
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Escola METI em Rudrapur,
Bangladesh, projeto de Anna Hering
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e Eike Roswag (KOWALTOWSKI,
20101, p. 79).
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Ex. Sun School Kargyak, na Índia, projeto de Jan Tilinger. O projeto levou em
conta o clima frio da região, aproveitando principalmente a insolação para o
aquecimento das salas de aula. Elementos da arquitetura local tradicional são
incorporados ao projeto.
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Arquitetura Escolar nos Estados Unidos
Ex. Druk White Lotus School, localizada no vilarejo de Shey, proximo à
cidade de Ley, na Índia. Projeto do grupo Arup Associates, de Londres.
Concluído em 2002. Utilização de materiais da região, como pedra a
madeira. Programa atende 750 alunos, com ambientes para o ensino
desde a infância até 18 anos. Estrutura leva em conta possíveis terremotos
e durabilidade em função do clima e do isolamento do local.
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Arquitetura Escolar no BRASIL
Período do Império: sistema unificado para todo o território nacional, que
estabelecia um padrão pedagógico e arquitetônico voltado para a
educação religiosa. Escola muitas vezes eram extensão da casa do
professor, funcionando em paróquias, cômodos de comércio, em salas
pouco ventiladas e pouco iluminadas, fruto da falta de organização.
FINAL DO SÉCULO XIX ATÉ 1920
Arquitetura neoclássica, edifícios imponentes, com eixos simétricos, pé-
direito alto e andar térreo acima do nível da rua, com imensas escadarias,
para um impacto no entorno urbano.
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Arquitetura buscava acompanhar os valores culturais da época (ex.
divisão entre áreas femininas e masculinas).
Durante Primeira República, a maioria dos edifícios escolares ficava em
áreas contíguas às praças, como referência à expressão do poder e da
ordem política.
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Arquitetura Escolar no BRASIL
FINAL DO SÉCULO XIX ATÉ 1920
A arquitetura escolar desse período foi projetada por arquitetos de
renome internacional, principalmente com formação européia (Ramos de
Azevedo, Victor Dugubras, Manuel Sabater, Carlos Rosencrantz, Artur
Castagnoli).
Programa arquitetônico: salas de aula e um número reduzido de ambintes
administrativos.
Características: simetria da planta, rígida separação entre as alas femininas
e masculinas, concepção dos espaços condicionada pelo Código Sanitário
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de 1894.
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Arquitetura Escolar no BRASIL
FINAL DO SÉCULO XIX ATÉ 1920
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Edifício inaugurado em 1894 para abrigar a Escola Normal, na Praça da
República (centro da capital), atualmente sede da Secretaria de Estado da
Educação de São Paulo.
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Fonte: Arquitetura escolar e política educacional: os programas na atual administração do Estado, 1998
[Link]
Arquitetura Escolar no BRASIL
FINAL DO SÉCULO XIX ATÉ 1920
Exemplo de Grupo Escolar é o edifício Escola Modelo da Luz, de 1897,
construído na Av. Tiradentes (bairro da Luz), autoria de Ramos de Azevedo.
Programa arquitetônico: 12 salas de aula em formato retangular, com
janelas grandes e altas, voltadas para duas das fachadas, distribuídas em
três pavimentos, com dimensões de 9,5 m x 7 m. No porão abrigava
oficinas de marcenaria e modelagem de gesso.
Características: arquitetura imponente e eclética.
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Obs. Aproveitamento de uma mesma tipologia construtiva para diversos
municípios com a preocupação de modificações e detalhamentos das
fachadas e ornamentos, mantendo a imponência que marcava a primeira
era republicana.
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[Link]
Arquitetura Escolar no BRASIL
FINAL DO SÉCULO XIX ATÉ 1920
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Escola Modelo da Luz, Av. Tiradentes, SP (1897), do arquiteto Ramos de
Azevedo: (a) vista do exterior; (b) vista e planta baixa do porão, térreo e
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pavimento superior (KOWALTOWSKI, 2011, p. 84).
Arquitetura Escolar no BRASIL
PERÍODO DE 1921 ATÉ A DÉCADA DE 1950
Semana de Arte Moderna (1922)
Revolução de 1930
Influenciaram o setor da educação, com reflexos na arquitetura escolar. O
edifício, aos poucos, deixou de ser compacto, extinguiu-se a divisão entre
os sexos, a implantação apresentava características mais flexíveis, como o
uso de pilotis, deixando o térreo livre para a as atividades recreativas.
Programa: salas de aula amplas, claras e bem-ventiladas, com dimensões
de 6 m x 8 m, e com pé-direito de 3,60 m, pintadas entre o creme e o
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verde-claro; dependências de trabalho; auditório; sala de educação física,
jogos canto, cinema educativo, sala de festas, de reunião; biblioteca,
instalações para assistência médica, dentária e higiênica.
Estilo dos prédios: arquitetura moderna. Linguagem formal sem
ornamentação, de formas simples e bem geométricas, com aberturas
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predominantemente horizontais.
Arquitetura Escolar no BRASIL
PERÍODO DE 1921 ATÉ A DÉCADA DE 1950
Estilo dos prédios: recomendava-se a integração dos espaços internos e
externos, com grandes corredores para uma boa circulação. INICIA-SE O
FUNCIONALISMO NA ARQUITETURA ESCOLAR. As plantas são em geral em
“L” ou “U”, agrupando os conjuntos de salas de aula, administração e
auditório. A área de ensino constitui o volume principal, caracterizados
pelas aberturas horizontais e regulares das salas de aula, em contraste
com as formas verticais das escadas.
Ex. Grupo Escolar Visconde de Congonhas do Campo, bairro Tatuapé em
SP. Construído em 1936, arquiteto José Maria da Silva Neves, e tem como
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base uma articulação dos corredores de dois pontos de inflexão, para
isolar os dois corpos das salas de aula (6 salas de aula por pavimento, num
total de 12 salas), dispostos em apenas uma das faces do corredor,
apoiados sobre pilotis, criando um espaço de recreação no térreo. O
volume central permite o acesso ao bloco de concentração das atividades
administrativas, de apoio pedagógico, museu e biblioteca, salas de leitura
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e auditório.
Arquitetura Escolar no BRASIL
PERÍODO DE 1921 ATÉ A DÉCADA DE 1950
Ex. Grupo Escolar Visconde de Congonhas do Campo, bairro Tatuapé em
SP. Construído em 1936, arquiteto José Maria da Silva Neves.
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(a) Planta pavimento térreo; (b) planta 1º pav.; (c) Planta 2º pav.; (d) vista da escola
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PERÍODO DE 1921 ATÉ A DÉCADA DE 1950
No Brasil, enquanto a questão da quantidade atropelava a questão da
qualidade das construções escolares, Anísio Teixeira, Secretário da
Educação da Bahia, inspirado pelas escolas comunitárias norte-americanas
com o programa da escola-parque, propôs um sistema em que a educação
da sala de aula fosse complementada por uma educação dirigida. Nessa
escola, funcionavam as atividades complementares de educação física,
sociais, artísticas e industriais, em um sistema composto de “escola-classe”
para mil alunos, no entorno das “escolas-parque” para quatro mil alunos,
que freqüentariam ambas, num sistema alternado de turnos. Em 1947, em
Salvador, o arquiteto Diógenes Rebouças projetou a escola-parque
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Centro Educacional Carneiro Ribeiro, com a idéia de um espaço completo
de formação, num período em que se mesclavam princípios modernos na
arquitetura e idealismo social nos programas arquitetônicos.
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PERÍODO DE 1921 ATÉ A DÉCADA DE 1950
Projeto da escola-parque Centro Educacional Carneiro Ribeiro. (Arquiteto
Diógenes Rebouças, Salvador/BA - 1947)
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PERÍODO DE 1921 ATÉ A DÉCADA DE 1950
Projeto da escola-parque Centro Educacional Carneiro Ribeiro. (Arquiteto
Diógenes Rebouças, Salvador/BA - 1947)
Escola-parque ou
Centro
Educacional
Carneiro Ribeiro
(em duas etapas:
1947 e 1956), em
Salvador, de
Diógenes
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Rebouças
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PERÍODO DE 1921 ATÉ A DÉCADA DE 1950
Centro Educacional Carneiro Ribeiro.
Escola-parque ou Centro
Educacional Carneiro
Ribeiro (em duas etapas:
1947 e 1956), em
Salvador, de Diógenes
Rebouças
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2/anisio-texeira-o-inventor-da-
[Link]
Arquitetura Escolar no BRASIL
PERÍODO DE 1921 ATÉ A DÉCADA DE 1950
A escola como centro integrado de educação ressurgiu em outros
momentos históricos do Brasil:
Década de 1980, no RJ, com Centros Integrados de Educação Pública
(CIEPs);
Década de 1990 governo Fernando Collor criaria os Centros de
Atendimento Integral à Criança (CAICs);
Década de 2000 em SP, governo Marta Suplicy, que fez dos Centros
Educacionais Integrados (CEUs), o carro-chefe da política educacional da
sua administração entre 2001 e 2004.
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PERÍODO DE 1960 A 1990
Nova concepção na arquitetura, com prédios educacionais que aplicassem
as novas técnicas construtivas, como os elementos pré-fabricados.
Ex. Escola de Guarulhos, projetada por Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi,
em 1962.
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PERÍODO DE 1960 A 1990
Escola de Guarulhos, projetada por Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, em
1962.
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PERÍODO DE 1960 A 1990
Escola de Guarulhos, projetada por Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, em
1962.
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PERÍODO DE 1960 A 1990
Escola de Guarulhos, projetada por Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, em
1962.
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PERÍODO DE 1990 a 2010
Arquitetura bastante padronizada. Em SP, predominam edificações de 03
pavimentos em um bloco monolítico. Inclusão de quadras influencia o
volume da edificação escolar e, em alguns casos, interfere no desempenho
acústico da escola, porque o isolamento das vibrações de atividades
esportivas exige detalhamento e qualidade construtiva.
Ex. Escola do EE Conjunto Habitacional Campinas F1: espaço interno
apresenta fechamentos de alvenaria e elementos vazados de concreto; a
topografia do terreno, constituída de pequeno desnível, contribui para a
criação de dois grandes pisos: um para o convívio e a administração,
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inclusive com quadra esportiva, e outro para salas de aula. Os demais itens
foram distribuídos pelo piso intermediário. O programa com oito salas de
aula foi acomodado em dois setores de modulação padrão (cinco módulos
de 7,20 m por um vão de 10,80 m), separados por um vazio central da
quadra de esportes coberta, envolta pela circulação de acesso às salas de
aula do piso superior. Dessa forma, têm-se as salas de aula comuns de
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formato quadrado, com dimensões em planta de 7,05 m x 7,05 m e pé-
direito de 3,10 m.
2010
Campinas F1
Ex. Escola do EE
PERÍODO DE 1990 a
Conjunto Habitacional
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PERÍODO DE 1990 a 2010
Em SP, distinguem-se quatro tipos de tipologias dominantes:
Escolas compactas e verticais;
Escolas horizontais com a quadra em seu centro;
Escolas dispostas em mais de um volume;
Escolas longitudinais.
Incorporação da quadra de esportes coberta, que coincidiu com a
utilização dos espaços escolares aos fins de semana pela comunidade e
inserção das salas de informática.
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
O projeto padrão para instituições como escolas, hospitais e creches
é uma prática comum em projetos públicos de interesse social, que usam
programas de necessidades padronizados das atividades estipuladas pelos
órgãos administrativos de equipamentos urbanos. O partido arquitetônico
procura atender aos objetivos econômicos, à racionalidade construtiva e à
Funcionalidade.
Argumentos a favor da padronização: economia pela produção em massa,
redução do custo do projeto e de elaboração; mão-de-obra treinada;
menos falhas na execução; montagem rápida de módulos pré-fabricados.
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São utilizadas também com o objetivo de identificação com uma certa
administração, ou determinado momento político.
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Arquitetura Escolar no BRASIL
OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Governo de Leonel Brizola, no Estado do Rio, identificado pelos CIEPs
(Centros Integrados de Educação Pública), com projeto de Oscar Niemeyer,
em 1985.
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Arquitetura Escolar no BRASIL
OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Governo de Leonel Brizola, no Estado do Rio, identificado pelos CIEPs
(Centros Integrados de Educação Pública), com projeto de Oscar Niemeyer,
em 1985.
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Arquitetura Escolar no BRASIL
OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Governo de Leonel Brizola, no Estado do Rio, identificado pelos CIEPs
(Centros Integrados de Educação Pública), com projeto de Oscar Niemeyer,
em 1985.
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Arquitetura Escolar no BRASIL
OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Governo de Leonel
Brizola, no Estado do Rio,
identificado pelos CIEPs
(Centros Integrados de
Educação Pública),
com projeto de Oscar
Niemeyer, em 1985.
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Arquitetura Escolar no BRASIL
OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
governo de Leonel Brizola, no Estado do Rio, identificado pelos CIEPs
(Centros Integrados de Educação Pública), com projeto de Oscar Niemeyer,
em 1985.
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
“era” do Presidente Fernando Collor, na década de 1990, identificada
pelos CIACs (Centros Integrados de Apoio à Criança) projetados pelo
arquiteto João Filgueiras Lima (Lima, 1999). Esse projeto seguiu o
programa de outro projeto padrão, associado ao governo de Leonel
Brizola,no Estado do Rio, identificado pelos CIEPs
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
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OS PROJETOS PADRÃO:
EXPERIÊNCIAS E
SIGNIFICADOS
Exemplos:
“CIACs (Centros Integrados
de Apoio à Criança)
projetados pelo arquiteto
João Filgueiras Lima.
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
Exemplo de Projeto Ciac de
João Filgueiras Lima (1999):
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
(a) implantação; (b) esboço
do projeto)
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Na administração municipal da Prefeita Marta Suplicy, na cidade de São
Paulo, foram construídos outros projetos padrão, os CEUs (Centros
Educacionais Unificados), projetados por Alexandre Delijaicov, André
Takiya e Wanderley Ariza. Várias dessas propostas são iniciativas isoladas e,
muitas vezes, desvinculadas de um projeto político pedagógico mais
amplo, razão pela qual não têm continuidade nem conseguiram atingir os
seus objetivos declarados (Ribeiro, 2004).
No caso dos CEUs, da administração da prefeita Marta Suplicy, o projeto
apresenta uma composição formal de volumes. Além da preocupação
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
pedagógica e de pretender servir como praça e ponto de encontro nos
finais de semana, os CEUs acumulam a função de “catalisador” urbano,
por estarem em áreas de construções precárias. Espera -se que sua
presença exerça uma marca positiva no bairro, favorecendo melhorias
gerais na região (Bastos, 2009).
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Exemplos:
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
CEU Rosas da China, São Paulo, Implantação sobre aerofotogrametria. Arquitetos Alexandre
Delijaicov, André Takiya e Wanderley Ariza
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
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CEU Rosas da China, São Paulo. Arquitetos Alexandre
Delijaicov, André Takiya e Wanderley Ariza
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
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CEU Rosas da China, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov,
André Takiya e Wanderley Ariza
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Foto David Rego Jr
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
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CEU Rosas da China, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov,
André Takiya e Wanderley Ariza
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Foto David Rego Jr
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
CEU Rosas da China, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov,
André Takiya e Wanderley Ariza
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Foto David Rego Jr
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
CEU Rosas da China, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov,
André Takiya e Wanderley Ariza
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CEU Jambeiro, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov, André
Takiya e Wanderley Ariza
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Foto David Rego Jr
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Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
CEU Perus, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov, André
Takiya e Wanderley Ariza
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
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CEU Três Lagos, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov, André
Takiya e Wanderley Ariza
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
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CEU Butantã, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov, André
Takiya e Wanderley Ariza
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Foto Nelson Kon
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
CEU Butantã, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov, André
Takiya e Wanderley Ariza
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Foto Nelson Kon
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
CEU Butantã, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov, André
Takiya e Wanderley Ariza
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Foto Nelson Kon
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
CEU Butantã, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov, André
Takiya e Wanderley Ariza
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
Foto Nelson Kon
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OS PROJETOS PADRÃO: EXPERIÊNCIAS E SIGNIFICADOS
Exemplos:
Arq. Me. EUDES VINICIUS DOS SANTOS
CEU Butantã, São Paulo. Arquitetos Alexandre Delijaicov, André
Takiya e Wanderley Ariza
ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
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ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
CEU Butantã, São Paulo, plantas térreo e primeiro pavimento. Arquitetos Alexandre
Delijaicov, André Takiya e Wanderley Ariza
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ARQUITETURA E URBANISMO UL BBRA I Prática de Projeto IV
CEU Butantã, São Paulo, implantação sobre aerofogrametria. Arquitetos Alexandre
Delijaicov, André Takiya e Wanderley Ariza
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