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Projeto Pós-graduação

Curso Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável


Disciplina Certificação e Acreditação Ambiental
Diretrizes e Princípios do Sistema de Gestão
Tema
Ambiental
Professor Nicole Celupi

Introdução
O tema da aula de hoje, “Diretrizes e Princípios do Sistema de Gestão
Ambiental”, tem como objetivo prover entendimento sobre os objetivos e as
bases da gestão ambiental em uma organização.
Acompanhe o vídeo da Professora Nicole!
Bons estudos!
(vídeo disponível no material on-line)

Problematização
Certamente você já ouvir falar sobre o tema desenvolvimento
sustentável. O objetivo do desenvolvimento sustentável é alcançado somente
com o equilíbrio dos três pilares da sustentabilidade, ou seja, entre o meio
ambiente, a sociedade e a economia.
Tal equilíbrio é fundamental para que se possa satisfazer as
necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações
futuras de satisfazer as suas necessidades.
Mudanças climáticas, uso ineficiente de recursos, impactos sobre o meio
ambiente decorrentes de poluição, perda de biodiversidade, legislação cada
vez mais rigorosa, entre outros fatores, tem feito a sociedade exigir das
organizações a responsabilização por suas atividades, produtos e serviços.
Pensando nisso, o que uma organização poderia fazer para atender as
expectativas de suas partes interessadas em relação ao desenvolvimento

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sustentável?
(vídeo disponível no material on-line)

Contexto ambiental da organização


A preocupação ambiental está numa posição de destaque nos diversos
setores da sociedade e é uma realidade que pode ser vista:

 Na intensa produção intelectual voltada para o questionamento do


modelo de desenvolvimento seguido pelos países;
 No desenvolvimento de pesquisa por tecnologias mais limpas e
para a diminuição dos impactos ambientais no ciclo de vida dos
produtos;
 No aprimoramento de acordos internacionais;
 Na legislação ambiental;
 Na fiscalização dos órgãos públicos.

Um dos setores que demonstra essa crescente preocupação ambiental é


o setor empresarial, o qual passou a incorporar a gestão ambiental às suas
atividades.
Para entender melhor os motivos pelos quais uma empresa decide fazer
gestão ambiental, é necessário conhecer as pressões exercidas sobre ela.
Observe na Figura 1 uma representação do contexto ambiental de uma
organização.

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Figura 1 – Contexto Ambiental da Organização

São diversas as questões pertinentes ao propósito de cada organização


e que afetam, tanto positiva como negativamente, a sua capacidade de
alcançar os resultados pretendidos e gerenciar suas responsabilidades
ambientais. Essas questões estão no âmbito externo e interno à organização e
incluem condições ambientais.
Uma parcela das empresas instaladas no Brasil tem dado uma maior
atenção ao seu desempenho ambiental, pois algumas são filiais de
transnacionais e seguem as diretrizes vindas do exterior para que adotem
padrões corporativos, sobretudo com interesse em preservar a imagem.
Veja no vídeo disponível um estudo de caso contendo a análise do
contexto ambiental de uma organização.
(vídeo disponível no material on-line)

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A evolução da política ambiental
A promulgação da Política Ambiental Americana, em 1969 (NEPA), foi o
primeiro dos quatro principais eventos que marcaram a trajetória evolutiva da
política ambiental no mundo.
O segundo evento foi a realização da Conferência das Nações Unidas
em Estocolmo, em 1972. Nesta década, a política ambiental era vista como
uma filosofia.
Na prática, as empresas ao redor do mundo iniciaram suas ações
ambientais por meio de controles no final da linha de produção, ou seja, as
decisões diziam respeito apenas ao lixo gerado.
O terceiro evento foi marcado pelo trabalho realizado pela Comissão
Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que resultou na publicação
do relatório “Nosso Futuro Comum” em 1987.
Nesse período, começou-se a adotar o modelo dos 3 R´s: reduzir,
reutilizar e reciclar. Você deve estar se perguntando: se o 3 R´s é um modelo
da década de 80, como em pleno século XXI algumas empresas resistem em
fazer ações simples como destinar corretamente seus resíduos?
Finalmente, o quarto principal evento é a realização da Conferência das
Nações Unidas no Rio de Janeiro, em 1992. É na década de 90 que o conceito
de prevenção da poluição foi abordado, fazendo com que durante o projeto de
seus produtos, as organizações também planejassem sistemas e controles
operacionais com o objetivo de evitar ou minimizar os aspectos e impactos
ambientais.
Atualmente, não é mais suficiente que a política ambiental seja
adotada somente dos muros das organizações para dentro, é necessário
analisar o ciclo de vida dos produtos e serviços providos pela mesma e com
base no que ela pode controlar ou influenciar.
É o que se denomina de perspectiva de ciclo de vida e, segundo a
ABNT NBR ISO 14001:2015, está definido como:

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Estágios consecutivos e encadeados de um sistema de produto (ou
serviço), desde a aquisição da matéria-prima ou de sua geração, a
partir de recursos naturais até a disposição final.

Vale ressaltar que esse conceito é diferente do ciclo de vida de um


produto no mercado (sob a ótica do marketing), o qual se refere às fases de
lançamento do produto, de crescimento, de maturidade e saturação/declínio.
Os produtos (ou serviços) fornecidos pelo sistema produtivo para
atender às demandas da sociedade possuem uma história que se inicia com a
obtenção dos recursos necessários do sistema natural e termina com a
destinação pós-consumo. Esta pode ser uma destinação final (aterro,
incineração, compostagem, etc) ou um retorno para o ciclo produtivo com
reciclagem, reuso etc. (VALLE, 2014)

Figura 2: Ciclo de vida de um produto

Fonte: Ciclo Vivo, 2015.

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Este olhar mais amplo sobre o ciclo de vida é importante para evitar a
adoção de soluções que sejam eficientes em um determinado estágio, mas que
possam ser prejudiciais em outro.
Exemplo: a escolha de um novo componente para um determinado
produto deve levar em conta não apenas os ganhos na qualidade e no retorno
financeiro (Silva, 2015), mas também questões relacionadas às características
da sua obtenção (como a não utilização de trabalho escravo, trabalho infantil, o
respeito às populações indígenas, a minimização do impacto ambiental, por
exemplo) e às características pós-consumo (como a forma de descarte, a
possibilidade de separação e reciclagem, etc).
Observa-se uma tendência em transferir para o fabricante a
reponsabilidade sobre a destinação correta aos seus produtos fabricados, ao
fim de sua vida útil.
A legislação sobre logística reversa é um exemplo dessa tendência, mas
que tem levantado inúmeras discussões acerca dos impactos operacionais e
econômicos relevantes em torno disso e da deficiência de mecanismos e
incentivos que viabilizem a logística reversa.
Portanto, surge a necessidade de analisar e rever os projetos dos
produtos, tornando-os menos agressivos ao meio ambiente e, em muitos
casos, com maior durabilidade e com menor uso de recursos naturais,
principalmente os não renováveis, obedecendo ao conceito de
sustentabilidade.
Confira no vídeo disponível um exemplo de análise de ciclo de vida.
(vídeo disponível no material on-line)

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Lei de crimes ambientais: a lei da natureza
O Brasil é destaque mundial quando se fala em criação de legislações
rígidas para garantir a preservação do meio ambiente. A própria Constituição
Federal dedica um capítulo ao meio ambiente, com abordagem moderna e
inovadora do direito de propriedade. As constituições estaduais e legislações
municipais incorporaram o tema ambiental, ampliando o foco regional do
tratamento dado pela Constituição Federal.
Com a aprovação da Lei de Crimes Ambientais (Lei Nº 9.605 de 13 de
fevereiro de 1998), a sociedade brasileira, os órgãos ambientais e o Ministério
Público passaram a contar com um mecanismo para punição aos infratores do
meio ambiente. Essa lei redefiniu a legislação ambiental brasileira no que se
refere às infrações e punições, pois aponta que a responsabilidade das
pessoas jurídicas não exclui a das pessoas físicas, autoras e coautoras da
infração.
Apesar desse avanço com a Lei de Crimes Ambientais, o Brasil ainda é
deficitário de mecanismos de fiscalização e apuração dos crimes, fazendo com
que as leis ambientais não sejam suficientemente aplicadas. Faltam recursos e
capacidades técnicas aos órgãos públicos para fazer valer as leis.
De acordo com a Lei de Crimes Ambientais, existem seis diferentes tipos
de crimes ambientais:

 Crimes contra a fauna: agressões cometidas contra animais


silvestres, nativos ou em rota migratória.
 Crimes contra a flora: destruir ou danificar floresta de
preservação permanente mesmo que em formação, ou utilizá-la em
desacordo com as normas de proteção.
 Poluição e outros crimes ambientais: a poluição que provoque
ou possa provocar danos à saúde humana, mortandade de animais e
destruição significativa da flora.

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 Crimes contra o ordenamento urbano e o patrimônio cultural:
construção em áreas de preservação ou no seu entorno, sem
autorização ou em desacordo com a autorização concedida.
 Crimes contra a administração ambiental: afirmação falsa ou
enganosa, sonegação ou omissão de informações e dados técnico-
científicos em processos de licenciamento ou autorização ambiental.
 Infrações administrativas: ações ou omissão que viole regras
jurídicas de uso, gozo, promoção, proteção e recuperação do meio
ambiente.

Com todas essas categorias de crimes não é à toa que existe uma
preocupação por parte de toda a população, principalmente, dos empresários.
Apesar de conhecidamente haver crimes ambientais que levam anos
para serem julgados e os responsáveis ainda saem impunes, uma análise do
ponto de vista da legislação ambiental brasileira deve ser realizada por todos
aqueles que possuem funções, responsabilidades e autoridades dentro de uma
organização.

Princípios da gestão ambiental


No relatório da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e
Desenvolvimento, denominado “Nosso Futuro Comum”, ficou evidente a
importância da preservação ambiental para que se atinja o Desenvolvimento
Sustentado (ONU, 1987).
Dentro dessa percepção e reconhecendo que a proteção ambiental se
inclui entre as principais prioridades a serem buscadas em qualquer negócio, a
Câmara de Comércio Internacional estabeleceu, em 27 de novembro de 1990,
o documento Business Charter for Sustainable Development (Carta
Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável), que inclui uma série de
princípios que deverão ser almejados pelas organizações.

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São 16 os princípios para a gestão ambiental que visam ajudar as
empresas ao redor do mundo a melhorar seu desempenho ambiental:

1. Prioridade Organizacional.
2. Gestão Integrada.
3. Processos de Melhoria.
4. Educação do Pessoal.
5. Prioridade de Enfoque.
6. Produtos e Serviços.
7. Orientação ao Consumidor.
8. Equipamentos e Operacionalização.
9. Pesquisa.
10. Enfoque Preventivo.
11. Fornecedores e Subcontratados.
12. Planos de Emergência.
13. Transferência de Tecnologia.
14. Contribuição ao Esforço Comum.
15. Transparência de Atitude.
16. Atendimento e Divulgação.

Confira no vídeo disponível como os 16 princípios para a gestão


ambiental são aplicados.
(vídeo disponível no material on-line)

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Revendo a problematização
Após o período de estudos, é necessário retomar ao desafio
apresentado no início da aula: o que uma organização poderia fazer para
atender as expectativas de suas partes interessadas em relação ao
desenvolvimento sustentável?

Opção 1: A organização poderia aguardar uma manifestação das partes


interessadas, como por exemplo, a fiscalização do órgão ambiental estadual, a
fim de que sejam apontadas as legislações a serem atendidas para,
posteriormente, a organização providenciar as adequações. Dessa forma, a
organização teria a certeza de que todos os requisitos legais aplicáveis
estariam atendidos e com isso, a sociedade e o meio ambiente seriam
beneficiados.
Opção 2: A organização poderia adotar uma gestão ambiental em seus
processos, onde primeiramente a direção definiria uma política ambiental
apropriada ao seu propósito, contexto e às necessidades e expectativas das
partes interessadas. Essa política seria desdobrada para todas as funções e
níveis da organização, fazendo com que fossem adotados controles, práticas e
critérios operacionais dentro do ciclo de vida dos produtos fabricados.
Opção 3: A organização poderia contratar um profissional especializado em
meio ambiente, o qual seria responsável por todo o controle ambiental dos
processos e também prestaria conta às demandas das partes interessadas.

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Síntese
A gestão ambiental mostra ser um dos meios para que as organizações
ao redor do mundo contribuam com o pilar ambiental da sustentabilidade. Uma
abordagem de ciclo de vida e a adoção de uma série de princípios ambientais
garantem uma gestão ambiental eficaz.
Até a próxima!
(vídeo disponível no material on-line)

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Referências
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ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São
Paulo: Markron Books, 2000. 256 p.
COLTRO, LEDA. Avaliação do Ciclo de Vida como Instrumento de Gestão.
Campinas: CETEA/ITAL, 2007. 75 p.
CORREIA, C. de M. e S. Mudanças Organizacionais com a Implantação do
Sistema de Gestão Ambiental: O Caso da Usina de Monlevade. Disponível
em:
<http://www.fumec.br/anexos/cursos/mestrado/dissertacoes/completa/christiane
_miranda_silva.pdf>. Acesso em: 11 fev. 2016.
DUTRA, Alessandra C. Processo penal ambiental: aspectos processuais da
Lei 9.605/98. Jurisp. Mineira, Belo Horizonte, a. 55, n° 170, p. 17-50, out/dez.
2004.
EMBRAPA. Sistema de Gestão Ambiental: aspectos teóricos e análises de
um conjunto de empresas da região de Campinas. SP: Jaguariúna. ISSN
1516-4691. 2004.
MAGRINI, Alessandra. Política e gestão ambiental: conceitos e
instrumentos. Revista Brasileira de Energia. Vol. 8, nº 2.
MEYSTRE, J. de A. Acompanhamento de Implementação da Certificação
Ambiental pela Norma NBR ISO 14001/96 em uma Microempresa de
Consultoria Ambiental. In: SEMINÁRIO ECONOMIA DO MEIO AMBIENTE, 3.
2003, Campinas. Regulação estatal e auto-regulação empresarial para o
desenvolvimento sustentável. Campinas: Instituto de Economia. Campinas:
UNICAMP, 2003.
REIS, L. F. S. de S. D.; QUEIROZ, S. M. P. Gestão ambiental em pequenas e
médias empresas. Rio de Janeiro: Ed. Qualitymark, 2002. 123 p.
SGS ACADEMY. AMB-002 Guia do Aluno: ISO/FDIS 14001:2015. São Paulo:
2016. 138 p.

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SILVA, Marcelo M. Levantamento e Avaliação de Aspectos e Impactos
Ambientais em uma Indústria do Setor Madeireiro com base na ISO 14001.
In: EPAEP - VI Encontro Paraense de Engenharia de Produção. UFPA/
Campus de Abaetetuba, 2015.
SOUZA, M. A. D. Proposta de Planejamento de Implantação de um Sistema
de Gestão Integrado em Empresa de Prestação de Serviços Utilizando as
Práticas de Gerenciamento de Projetos: Um Estudo de Caso. In: VII
SEPRONE “A Engenharia de Produção frente ao novo contexto de
desenvolvimento sustentável do Nordeste: coadjuvante ou protagonista?
Mossoró: 2012. 13 p.
VALLE, R. e DE SOUZA, R. G. Logística Reversa. São Paulo: Atlas, 2014.
PNUMA. As normas ISO 14000. Iniciativa: Instituto Brasil PNUMA. Disponível
em: <http://www.brasilpnuma.org.br/saibamais/iso14000.html>. Acesso em: 05
fev. 2016.

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Atividades
1. Para que uma organização estabeleça, implemente, mantenha e
continuamente melhore seu sistema de gestão ambiental, é necessário
que ela entenda o contexto no qual está inserida. Marque a alternativa que
define o que é contexto ambiental de uma organização.

a. Contexto ambiental abrange os limites físicos e organizacionais aos


quais se aplica o sistema de gestão ambiental de uma organização.
b. Contexto ambiental compreende os requisitos das partes interessadas
externas que uma organização é obrigada a atender.
c. Contexto ambiental é um conjunto de princípios declarados como
compromissos, em que a Alta Direção descreve as intenções da organização
para apoiar e aumentar o seu desempenho ambiental.
d. Contexto ambiental é um conjunto de questões internas e externas que
podem afetar, tanto positiva como negativamente, a maneira pela qual a
organização gerencia suas responsabilidades ambientais.

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2. A Análise do Ciclo de Vida é a técnica selecionada pela ISO 14000
para avaliação de produtos e para auxiliar na definição de investimentos/
desenvolvimentos que certamente trarão melhorias ao desempenho
ambiental de um produto. Que tipos de informações são necessárias para
aplicar a ACV?

I. Consumo de matérias-primas, água e energia (elétrica ou outras fontes).


II. Transporte (tipo, distância, capacidade de carga, tipo de combustível).
III. Emissões para o ar, água e solo.

a) Nenhum está correto.


b) Somente o item I está correto.
c) Somente os itens I e II estão corretos.
d) Todos os itens estão corretos.

3. Qual documento propôs o “Desenvolvimento Sustentável”?

a. Protocolo de Montreal, Canadá, 1987.


b. Relatório “Nosso Futuro Comum”, também chamado de Relatório
Brundtland, em 1987.
c. Agenda 21, durante a ECO 92/ Cúpula da Terra no Brasil, 1992.
d. Protocolo de Kyoto, Japão, 1997.

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4. Quais são os processos que o Ministério Público e Órgão
Ambiental integrante do SISNAMA podem instaurar para o Gerador?

a. Processo penal e processo administrativo


b. Processo civil e processo criminal.
c. Processo penal e processo civil.
d. Processo legal e processo criminal.

5. Assinale V, para as afirmativas VERDADEIRAS, e F, para as


FALSAS sobre as formas de uma empresa atender aos princípios da
gestão ambiental.

Atuar fornecendo bens e serviços a preços competitivos que satisfaçam as


necessidades humanas e tragam qualidade de vida, ao mesmo tempo em que
reduzem progressivamente o impacto ambiental e o consumo de recursos ao
longo do ciclo de vida.
Incorporar os objetivos ambientais em seus processos de planejamento
estratégico.
Apresentar os relatórios aos membros organizacionais e aos parceiros
sobre os progressos na sua responsabilidade ambiental.
Implementar um sistema de gestão ambiental baseado na ISO 14001.
Investir em projetos envolvendo energias limpas, tais como biomassa,
Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), eólica, solar e etc.
Restaurar os danos causados por suas operações.
Treinamento aos funcionários para que conheçam o sistema de
sustentabilidade da empresa, sua importância e formas de colaboração.

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A alternativa que apresenta a sequência correta é:
a) V – V – F – V – V – F – V
b) V – F – F – V – V – V – V
c) V – V – V – V – V – V – V
d) V – F – F – V – V – F – V

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