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A IMPORTÂNCIA DE UM PLANEJAMENTO

PREVIDENCIÁRIO
• Parecer técnico com análises do CNIS, verificando se os
vínculos e remunerações do segurado possuem alguma
pendência;
• Contagem de tempo, simulação de RMI’s presentes e futuras;
• Possibilidade de indenização de períodos em atraso;
• Possibilidades de averbações de tempo em diferentes regimes;
• Análise de possível reconhecimento de tempo rural, bem como
de PPP’s e possibilidades de reconhecimento de tempo
especial;
• Análise e indicação do melhor benefício e melhor data para
aposentadoria.
LEI DO TEMPO REGE O ATO
• No planejamento previdenciário é necessário ressaltar que o parecer é
elaborado com base na legislação vigente à época;
• Princípio do “tempus regit actum” nas relações previdenciárias. A
jurisprudência pacificada do STF é no sentido de serem os benefícios
previdenciários regulados pela lei vigente ao tempo em que preenchidos
os requisitos necessários à sua concessão;
• Exemplo prático compreende a Lei n. 9.032/95, que alterou o coeficiente
da pensão por morte para 100% do salário de benefício. A norma anterior
previa percentual menor, por isso, inúmeras pessoas ingressaram com
medidas judiciais pleiteando a majoração do referido coeficiente. No
entanto, o Supremo Tribunal Federal, apreciando o Recurso
Extraordinário n. 415454/SC, de relatoria do Ministro Gilmar Mendes,
decidiu que, nessa situação, aplica-se a lei vigente na data do óbito do
segurado.
QUESTÕES ESPECÍFICAS DOS PROFISSIONAIS
MÉDICOS
APOSENTADORIA ESPECIAL - ENQUADRAMENTOS
• Enquadramento por atividade profissional com base nas
profissões relacionadas nos quadros anexos dos Decretos
53.831/1964 e 83.080/1979 até: 28/04/1995 – Advento da Lei
9.032/1995 (exceto os agentes ruído e calor que necessitam
laudo);
• A partir de: 29/04/1995 até: 05/03/1997 é exigido a
comprovação da exposição a agentes nocivos, por qualquer meio
de prova: (formulários: SB-40, DSS e DIRBEN-8030);
• A partir de: 06/03/1997 (Lei 9.528/1997) se torna necessário a
comprovação por meio de (LTCAT) laudo técnico das condições
ambientais de trabalho.
CODIFICAÇÃO
FORMULÁRIOS
• DIRBEN-8030, regulamentado pela IN INSS/DC 39 de 26/10/2000
(emitidos entre 26/10/2000 e 31/12/2003);
• DSS-8030, regulamentado pela OS INSS/DSS 518 de
13/10/1995 (emitidos entre 13/10/1995 e 25/10/2000);
• DISES BE 5235, regulamentado pela Resolução INSS/PR 58 de
16/09/1991 (emitidos entre 16/09/1991 e 12/10/1995);
• SB-40, regulamentado pela OS SB 52.5 de 13/08/1979 (emitidos
entre 13/08/1979 e 11/10/1995);
• Para períodos laborados a partir de 1º de janeiro de 2004, o
documento a ser apresentado deverá ser o PPP, conforme estabelecido
por meio da Instrução Normativa INSS/DC nº 99, de 5 de dezembro
de 2003, em cumprimento ao § 3º do art. 68 do RPS (art. 258, IV da
IN.77/2015).
DEMONSTRAÇÃO AMBIENTAL
• Até 05/03/1997 não é exigida apresentação de LTCAT ou
outros documentos ambientais;
• De 06/03/1997 a 31/12/2003, é exigida a apresentação de
LTCAT ou outra demonstração ambiental, descrevendo se há
ou não há exposição ao agente biológico de modo
permanente nas atividades realizadas;
• A partir de: 01/01/2004, conforme parágrafos 12 e 13 do
artigo de nº. 68 do Decreto 3.048/1999, deve ser utilizada na
avaliação ambiental a metodologia NHO da Fundacentro;
como não existe para agentes biológicos, são aceitas as
normas das: NR 15 e NR 32 do MTE.
ALTERNATIVAS AO LTCAT
• IN. 77/2015. Art. 261. Poderão ser aceitos, em substituição ao LTCAT, e ainda
de forma complementar, desde que contenham os elementos informativos
básicos constitutivos relacionados no art. 262, os seguintes documentos:
• I - laudos técnico-periciais realizados na mesma empresa, emitidos por
determinação da Justiça do Trabalho, em ações trabalhistas, individuais ou
coletivas, acordos ou dissídios coletivos, ainda que o segurado não seja o
reclamante, desde que relativas ao mesmo setor, atividades, condições e local de
trabalho;
• II - laudos emitidos pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e
Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO;
• III - laudos emitidos por órgãos do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;
• IV - laudos individuais acompanhados de:
• a) autorização escrita da empresa para efetuar o levantamento, quando o
responsável técnico não for seu empregado;
• b) nome e identificação do acompanhante da empresa, quando o responsável
técnico não for seu empregado; e
• c) data e local da realização da perícia.
ALTERNATIVAS AO LTCAT

• V - as demonstrações ambientais:
• a) Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA;
• b) Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR;
• c) Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na
Indústria da Construção - PCMAT; e
• d) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional -
PCMSO.
LAUDOS NÃO CONTEMPORÂNEOS

• Súmula nº 68 da TNU:
• “O laudo pericial não contemporâneo ao período
trabalhado é apto à comprovação da atividade especial do
segurado”.

• Desde que haja a efetiva avaliação do layout da empresa.


PPP – PERFIL PROFISSIOGRÁFICO
PREVIDENCIÁRIO
• Instituído a partir de: 01/01/2004 (INSS - IN.96/2003 – art. 187-
A);
• Documento elaborado com base em laudos técnicos (LTCAT),
ficando assim dispensado o acompanhamento deste junto ao PPP,
inclusive no caso de exposição ao agente ruído: (STJ. Pet nº 10262
/ RS (2013/0404814-0);
• Na hipótese em que o PPP não apontam informações que condizem
com a realidade de trabalho?
• (Ação autônoma na Justiça do Trabalho, em virtude da constante
alegação de que nos JEF’s não é admitida prova pericial tida como
complexa).
AGENTES BIOLÓGICOS
• Bactérias, fungos, protozoários, parasitas, vírus e outros que
tenham a capacidade de causar doenças ou lesões em
diversos graus nos seres humanos e que podem ser chamados
de patógenos;
• Risco biológico é a probabilidade de exposição ocupacional a
agentes biológicos;

• Fonte: tópico nº 3, pág. 106 e 107 do Manual de


Aposentadoria Especial do INSS – Resolução 600 de
10/08/2017. D.O.U 14/08/2017.
DIFERENCIAL DOS AGENTES BIOLÓGICOS

• Na análise dos agentes biológicos, o raciocínio que se


deve fazer é diferente do que se faz para os demais
agentes, pois não existe o acúmulo da exposição
prejudicando a saúde e sim uma chance de
contaminação.

• O risco de contaminação está presente em qualquer


estabelecimento de saúde.
MÉDICOS CONTRIBUINTES INDIVIDUAIS
• Agentes biológicos: avaliação qualitativa e não quantitativa;

• Consideram-se nocivos todos os âmbitos de atendimentos da


área da saúde;

• Habitualidade e permanência relativizada (risco em potencial);

• A partir de: 29/04/1995 INSS entende que CI não possui


direito a aposentadoria especial pela ausência de contribuição
específica, bem como falta de controle de exercício de
atividade habitual e permanente.
ENTENDIMENTO JUDICIAL

• Súmula 62 da TNU: “O segurado contribuinte individual pode


obter reconhecimento de atividade especial para fins
previdenciários, desde que consiga comprovar exposição a
agentes nocivos à saúde ou à integridade física”. DOU
03/07/2012 PG. 00120;

• O contribuinte individual não cooperado (autônomos e


empresários), de acordo com jurisprudência dominante do STJ
possui direito a aposentadoria especial desde que comprove a
exposição a agentes nocivos.
ENTENDIMENTO ATUAL DO STJ SOBRE O
TEMA
“Conforme entendimento jurisprudencial desta Corte
Superior, é possível a concessão da aposentadoria
especial ao Segurado que cumpriu a carência e
comprovou a realização do trabalho em condições
especiais nocivas à sua saúde ou integridade física, nos
termos da lei vigente à época da prestação do serviço,
independentemente de ser contribuinte individual não
cooperado”. STJ. AgInt no RECURSO ESPECIAL Nº 1.617.096
- PR(2016/0198668-7) RELATOR : MINISTRO NAPOLEÃO
NUNES MAIA FILHO - Data de publicação: 03/02/2017.
MEIOS DE COMPROVAÇÃO DA EXPOSIÇÃO
A AGENTES NOCIVOS BIOLÓGICOS
• Necessidade de se contratar um profissional (médico do trabalho, ou
engenheiro de segurança do trabalho para elaboração do LTCAT e
PPP;
• Além dos referidos documentos o profissional pode e deve anexar
demais documentos aptos a comprovar o trabalho permanente
na sua respectiva atividade;
• Exemplos: fotos exercendo atividade, alvará de funcionamento da
clínica, certidão de regularidade do pagamento de ISS fornecido pela
prefeitura, declaração de Imposto de Renda de todos os anos em que
deseja comprovar a atividade, certificado de regularidade de
pagamentos ao CRM, fichas de pacientes, diplomas de graduação ou
cursos relacionados a profissão.
EPI EFICAZ
EPI eficaz? STF ARE 664.335
“O direito à aposentadoria especial pressupõe a efetiva
exposição do trabalhador a agente nocivo à sua saúde,
de modo que, se o EPI for realmente capaz de neutralizar
a nocividade não haverá respaldo constitucional à
aposentadoria especial.”
• IRDR no TRF 4 – Tema nº. 15 - Relator: Desembargador
federal Paulo Afonso Brum Vaz - tese fixada:
• “A mera juntada do PPP referindo a eficácia do EPI não
elide o direito do interessado em produzir prova em
sentido contrário”.
STF ARE 664.335

No precedente vinculante do STF formado no julgamento


do ARE 664.335, ficou consignado o seguinte:
“A Administração poderá, no exercício da fiscalização, aferir as
informações prestadas pela empresa, sem prejuízo do inafastável
judicial review. Em caso de divergência ou dúvida sobre a real
eficácia do Equipamento de Proteção Individual, a premissa a
nortear a Administração e o Judiciário é pelo reconhecimento
do direito ao benefício da aposentadoria especial. Isto porque
o uso de EPI, no caso concreto, pode não se afigurar
suficiente para descaracterizar completamente a relação
nociva a que o empregado se submete”.
IMPORTANTE

• O próprio Manual de Aposentadoria Especial do INSS


reconhece não haver constatação de eficácia de EPI na
atenuação de agentes biológicos;
• Devem ser reconhecidos como especiais os períodos
expostos a agentes biológicos, mesmo que conste a
informação de utilização de EPI eficaz;

• Fonte: tópico nº 3.1.5, pág. 112 do Manual de Aposentadoria


Especial do INSS – Resolução 600 de 10/08/2017. D.O.U
14/08/2017
MANUAL DE APOSENTADORIA ESPECIAL
INSS
MÉDICOS-RESIDENTES SÃO RESPONSÁVEIS PELO
RECOLHIMENTO DAS PRÓPRIAS CONTRIBUIÇÕES
PREVIDENCIÁRIAS
• A 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região
entendeu ser devida a contribuição previdenciária sobre os
valores recebidos a título de bolsa de estudos pelos
médicos-residentes, na qualidade de “contribuinte
individual”.
• Por essa razão, segundo o Colegiado, a obrigação tributária
não recai sobre o hospital onde o médico presta serviços.

• Processo nº: 0035391-63.2001.4.01.3800/MG - Decisão:


13/6/2017 - Publicação: 30/6/2017 - Fonte: TRF1
PROFISSIONAIS VINCULADOS AO RPPS
• Súmula nº 33 do STF:
• “Aplicam-se ao servidor público, no que couber, as regras do regime geral da
previdência social sobre aposentadoria especial de que trata o artigo 40, § 4º,
inciso III da Constituição Federal, até a edição de lei complementar
específica”.
• Precedente Representativo
• “A aposentadoria especial de servidor público portador de deficiência é assegurada
mediante o preenchimento dos requisitos previstos na legislação aplicável à
aposentadoria especial dos segurados do Regime Geral de Previdência Social, até que
seja editada a lei complementar exigida pelo art. 40, § 4º, II, da CF/1988. (...) 2.
A eficácia do direito à aposentadoria especial objeto do art. 40, § 4º, da
CF/1988 exige regulamentação mediante lei complementar de iniciativa
privativa do presidente da República, de modo que cabe ao Supremo Tribunal
Federal, ex vi do art. 102, I, q, da Lei Maior, o julgamento do mandado de
injunção impetrado com o objetivo de viabilizar o seu exercício”.
[MI 4.158 AgR-segundo, rel. min. Luiz Fux, P, j. 18-12-2013, DJE 34 de 19-2-2014
RPPS
• Direito ao abono de permanência - STF - tema: Rep. Geral 888
• Servidor busca o reconhecimento do tempo trabalhado e o
pagamento do abono de permanência com a continuidade no
serviço público; (reconhecimento somente na via judicial);
• Conversão de tempo especial em comum no RPPS? Precedentes
favoráveis em TRF’ s e TJ’ s, porém tema com Recurso
Extraordinário (RE) 1014286, de relatoria do ministro Luiz Fux,
com repercussão geral reconhecida;
• Desdobramentos: Aposentadoria com integralidade e paridade com
base nas regras de transição das EC. 41 e 47, ao passo que a
aposentadoria especial no RPPS se dá pela média contributiva.
MÉDICO CONCURSADO EM MUNICIPIO
QUE NÃO POSSUI RPPS

• O médico concursado em município que não possui um


RPPS (regime próprio de previdência) também tem direito
a aposentadoria especial do médico e o município é
obrigado a fornecer os laudos de insalubridade (PPP ou
LTCAT) como os empregadores da área privada.
IRDR TEMA 07 TJMG
• Questão submetida a julgamento: Possibilidade, ou não, da
exoneração de servidor, em razão da sua aposentadoria
voluntária pelo RGPS, nos termos da lei local, sobretudo
quando o ente municipal não possui regime próprio de
previdência dos seus servidores.

Tese firmada: Com a aposentadoria voluntária do servidor
público municipal efetivo, regido pelo regime geral de
previdência social, ocorre o rompimento do vínculo deste
com a Administração Pública, gerando a vacância do
cargo, não se admitindo a sua permanência no cargo.
POSSIBILIDADES DENTRO DO
PLANEJAMENTO DO PROFISSIONAL
MÉDICO
• Aposentadoria Especial – obrigatoriedade do afastamento da
atividade? - Art. 57 § 8º - Lei 8.213/1991.

• Precedentes do TRF 4 reconhecem o dispositivo como


inconstitucional (direito ao livre exercício da profissão) -
(Incidente de Arguição de Inconstitucionalidade n. 5001401-
77.2012.404.0000, Rel. Des. Federal Ricardo Teixeira do Valle
Pereira, julgado em 24-05-2012);

• STF - TEMA EM REPERCUSSÃO GERAL 709 – PENDENTE


DE JULGAMENTO.
REGRA 85/95
• Com a conversão do tempo especial em comum, o
segurado possui a possibilidade de somar seu tempo de
contribuição com sua idade e na hipótese de alcançar a
soma 85 se mulher e 95 se homem se aposentar com 100
da média contributiva;

• Nesta hipótese poderá continuar normalmente na


respectiva atividade profissional.
A FÓRMULA 85/95 É FIXA?
• 85/95 vai valer até 2018. Depois vai aumentando, até 2027,
quando será 90/100. Veja como será a mudança nos
próximos anos:
• 2015 a 2018: 85 para mulheres/95 para homens;
• 2019 a 2020: 86 (mulheres)/96 (homens);
• 2021 a 2022: 87 (mulheres)/97 (homens);
• 2023 a 2024: 88 (mulheres)/98 (homens);
• 2025 a 2026: 89 (mulheres)/99 (homens);
• 2027: 90 (mulheres)/100 (homens).
OPERAÇÃO AUTÔNOMOS RFB
• A RFB cruza as informações lançadas nas declarações de
IRPF com os valores pagos a título de contribuição
previdenciária;
• Constatando-se que o contribuinte não recolheu de acordo
com sua remuneração mensal declarada no IRPF, ocorre a
notificação para pagamento das diferenças com os acréscimos
legais;
• Possibilidade do CI que não presta serviços a PJ e
renuncia a Aposentadoria por Tempo de Contribuição,
recolher sobre a alíquota de 11% sobre o salário mínimo
(art. 21 § 2º Inc. I da Lei 8.212/1991).
RESTITUIÇÃO DE VALORES PAGOS A
MAIOR
• É comum que médicos prestem serviços para vários seguros
de saúde, o que pode ocasionar recolhimentos acima do teto;
• Necessidade de declaração relatando que já houve o
recolhimento sobre o teto máximo, seja por outra PJ, ou
mesmo pelo próprio segurado via CI;
• Em havendo recolhimento acima do teto previdenciário, é
possível junto à RFB, por meio do programa PER/DCOMP,
que o segurado requeira a restituição corrigida dos valores,
sendo atribuído ao contribuinte o ônus de comprovar
documentalmente o recolhimento acima do devido.
DICA PRÁTICA

• Na prática, na maioria dos casos a RFB não respeita o


prazo de 360 dias dado pelo art. 24 da Lei 11.457/2007
para responder ao pedido administrativo;

• Se fazendo necessário a impetração de mandado de


segurança para que o órgão faça a análise do pedido.
HONORÁRIOS E POSSIBILIDADES
FUTURAS
• Planejamentos previdenciários para médicos são complexos,
dado a múltiplas possibilidades relatadas, fazendo com que o
valor de honorários para tal trabalho seja mais elevado;

• Dependendo da conclusão do planejamento, podem ser


pactuados novos contratos para diligências junto ao INSS, ou
respectivos RPPS’s, bem como: requerimentos de
aposentadorias com cobrança de honorários na tutela e no %
de atrasados.
• André Luís Rodrigues
• Advogado previdenciarista pós graduado em RGPS e pós
graduando em RPPS;
• Sócio fundador do escritório: Rodrigues e Guimarães
Sociedade de Advogados – Advocacia e Consultoria
Previdenciária;

• Contatos: contato@rodrigueseguimaraes.com.br
• Telefones: 037-3212-9880 e WathsApp: 037-9-9908-1696
Muito Obrigado!
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