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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO

CAMPUS CARAÚBAS
DOCENTE: FRANCISCO CÉSAR DE MEDEIROS FILHO

PARTICA 5:
COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE FORÇAS

BRUNO VINICIUS SENA DE OLIVEIRA


JAILDE DE OLIVEIRA JALES
JOHNNATAN FAWLER JACOME MORAIS
LUCAS CANDEIA DE SOUZA
YASSODHARA GABRIELLE SILVA GONDIM

CARAÚBAS
2019
INTRODUÇÃO

Realizamos este trabalho com a finalidade de conhecer a decomposição e


composição de forças num plano, que veio para suprir a necessidade em achar uma força
resultante que fosse a representação de todas as outras de um determinado experimento.
Podendo ser calculado através da lei dos cossenos, que irá utilizar o ângulo entre as forças
do ensaio.
OBJETIVOS

A prática tem como objetivo determinar a força resultante de várias forças


coplanares concorrentes. Fazendo a sua decomposição e composição de forças em um
plano através da lei dos cossenos.
DESENVOLVIMENTO TEÓRICO

Nesta atividade determinaremos a força resultante de um conjunto de três forças


coplanares concorrentes. Fazendo a composição e decomposição de força, pela lei dos
cossenos.

A composição e decomposição de uma força é um método físico, que utiliza o


processo de transformar a força em um vetor, que pode estar em cima do plano ou não,
para poder determinar a resultante (soma de todos os vetores) no eixo. A lei dos cossenos
é um dos métodos utilizados para somar todas as componentes em uma só, porém este
processo é feito de duas em duas forças e utiliza o ângulo entre elas, como mostrado na
fórmula abaixo:

Onde:
𝐹𝑅 : força resultante
α: ângulo entre as forças F1 e F2

MATERIAL UTILIZADO
 Painel metálico
 Escala angular
 Dinamômetros de fixação magnética
 Fios de linhas com anéis (deveria ser nylon mas não tinha disponível)
 Gancho lastro com várias massas
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL E RESULTADOS

A figura a seguir ilustra os componentes experimentais usados nesta aula.

O experimento desta pratica foi realizado em quatro etapas para determinar a


força resultante. Utilizando o dinamômetro para medir a cada força que age sobre ele.

Inicialmente os dois dinamômetros superiores foram conectados com um fio de


nylon. O terceiro dinamômetro foi pendurado e tracionado no ponto médio da conexão
anterior. Os três dinamômetros foram presos magneticamente ao painel. Depois disso os
dinamômetros foram posicionados de modo a formarem um ângulo de 120º entre si.
Colocou -se o dinamômetro F3 na vertical e em seguida anotou-se os valores dos módulos

das três forças. Apresentados logo abaixo.

F1 = 0,082 N

F2 = 0,082 N

F3 = 0,072 N

Com esses valores foi possível encontrar o módulo da força resultante entre as
forças F1 e F2, por meio da fórmula (lei d e cossenos), para assim se fazer uma
comparação com o módulo da força F3.

O valor obtido a partir da fórmula (lei dos cossenos) é mostrado a seguir:


𝐹𝑟2 = 0,822 + 0,822 + 2. 0,82. 0,82. cos 120 °
𝐹𝑅2 = 0,6724 + 0,6724 + 1,3448. (-0,5)

𝐹𝑅 = √0,6724
𝐹𝑅 = 0,82 N
Teoricamente o resultado da força resultante era pra ser igual a 𝐹3 , porem erros
podem ter ocorrido já que a linha usada não era a linha indicada para o processo, pois a
mesma não fazia auto ajuste ao sistema, ocorrendo erros nos ajustes manuais.

Posteriormente posicionou-se os dinamômetros de forma que os superiores


formassem um ângulo de 90º entre si. Usamos os ângulos de 53 º e 37º entre as forças e
a linha vertical. E usou-se novam ente o método das componentes vetoriais para
determinar a força resultante das três forças. Mostrados a seguir.

F1 = 0,68 N

F2 = 0,84 N

F3 = 0,92 N

Usando a lei dos cossenos para encontrar a força resultante:


𝐹𝑟2 = 0,682 + 0,842 + 2. 0,68. 0,84. cos 90 °
𝐹𝑅2 = 0,4624 + 0,7056 + 0

𝐹𝑅 = √1,168
𝐹𝑅 = 1,08 N

Mais uma vez a força resultante era pra ser igual a F3, que era o esperado no

experimento (porem erros podem ter ocorrido nos ajustem manuais). Onde o esperado é
que o valor teórico se igualar ao valor experimental.
Em seguida posicionou -se os dinamômetros superiores de modo a formar um
ângulo de 30º com a vertical (60º entre si). E o dinamômetro F3 continuou na vertical.

Dessa forma pudemos analisar que a força resultante aumenta, já que o ângulo
formado é menor.
𝐹𝑟2 = 0,82 + 0,82 + 2. 0,8. 0,8. cos 60 °
𝐹𝑅2 = 0,64 + 0,64 + 1,28. (0,5)

𝐹𝑅 = √1,92

𝐹𝑅 = 1,39 𝑁
Substituindo o terceiro dinamômetro por um gancho lastro com várias massas acopladas.
Determinou-se o peso das massas. Mostradas a seguir:

P = m. g, onde P é a força peso e g é a aceleração da gravidade que consideramos

9,8m/s². Sendo assim, temos:

1,39 = m. 9,8
1,39
m= 9,8

m = 0,142 kg
CONCLUSÃO

Os objetivos propostos inicialmente foram cumpridos. Já que pudemos realizar


a composição e decomposição das forças, através da lei dos cossenos. Podendo assim
analisar se o valor teórico condizia com o valor experimental. Foi algo muito necessário
para poder compreender ainda mais sobre o assunto, pois vimos na prática assuntos
estudados em sala de aula, ajudando assim na compreensão do assunto proposto.
REFERENCIA BIBLIOGRAFICA
1. Sears & Zemanski, Young & Freedman, Física I, Mecânica, 12ª Edição, Pearson
2008.