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1-(UFBA) A primeira hipótese cientificamente válida para explicar a natureza da luz:
a) Data do antigo Egito, tendo sido elaborada pelo faraó Amenóphis IV em homenagem
a Aton.
b) Foi criada no ano de 1500 por Robert Hooke.
c) Foi elaborada em conjunto por Newton e Huyghens, no final do século XVII.
d) Supunha a existência de partículas materiais denominadas fótons.
e) Nda.

2-(FUNBA-RS) De acordo com a teoria corpuscular, a luz é formada por:


a) Minúsculas partículas dotadas de pequenas velocidades.
b) Partículas grandes dotadas de elevadíssimas velocidades.
c) Minúsculas partículas dotadas de grandes velocidades.
d) Ondas.
e) Nda

3-(UNIV FED. PARANÁ) O modelo de partículas para a luz não explica facilmente:
a) A propagação retilínea da luz.
b) A reflexão da luz.
c) A refração da luz.
d) A formação das sombras.
e) O espalhamento (reflexão difusa) da luz.

4-(UNIV FED. MARANHÃO) Assinale o fenômeno explicado pelo caráter corpuscular


da luz:
a) Difração.
b) Efeito fotoelétrico.
c) Interferência.
d) Polarização.
e) Nda.

5-(MED.BRAGANÇA-SP) Uma das grandes vantagens do modelo ondulatório da luz


foi a possibilidade de explicação para:
a) Dispersão.
b) Reflexão.
c) Polarização.
d) Radiação.
e) Nada disso.

6-(UNEB) De acordo com o físico Max Planck, que introduziu o conceito de energia
quantizada, a luz, elemento imprescindível para manutenção da vida na Terra, como
toda radiação eletromagnética, é constituída por pacotes de energia denominados:
a) Bárions.
b) Dipolos.
c) Íons.
d) Pulsos.
e) Fótons.

7-(UFRN) Amanda, apaixonada por História da Ciência, ficou surpresa ao ouvir de um


colega de turma o seguinte relato: J.J. Thomson recebeu o prêmio Nobel de Física, em
1906, pela descoberta da partícula elétron. Curiosamente, seu filho, G.P. Thomson,
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recebeu o prêmio Nobel de Física, em 1937, por seu importante trabalho experimental
sobre difração de elétrons por cristais. Ou seja, enquanto um verificou aspectos de
partícula para o elétron, o outro percebeu a natureza ondulatória do elétron. Nesse
relato, de conteúdo incomum para a maioria das pessoas, Amanda teve a lucidez de
perceber que o aspecto ondulatório do elétron era uma comprovação experimental da
teoria das ondas de matéria proposta por Louis de Broglie, em 1924. Ou seja, o relato do
colega de Amanda estava apoiado num fato bem estabelecido em Física, que é o
seguinte:
a) O princípio da superposição, bastante usado em toda a física, diz que aspectos de
onda e de partícula se complementam um ao outro e podem se superpor num mesmo
experimento.
b) O princípio da incerteza de Heinseberg afirma que uma entidade física exibe ao
mesmo tempo suas características de onda e de partícula.
c) A teoria da relatividade de Einstein afirma ser tudo relativo; assim, dependendo da
situação, características de onda e de partícula podem ser exibidas simultaneamente.
d) Aspectos de onda e de partícula se complementam um ao outro, mas não podem ser
observados simultaneamente num mesmo experimento.

8-(UNIV FED.VIÇOSA-MG) Acerca da dualidade onda-partícula da luz são


verdadeiras as afirmativas abaixo, exceto:
a) A teoria ondulatória de Huyghens supunha que a luz se propagava como ondas
esféricas.
b) A teoria corpuscular de Newton explicava os fenômenos da reflexão e absorção da
luz.
c) A medida da velocidade da luz na água, efetuada em 1850 por Foucault, fortaleceu a
teoria corpuscular de Newton.
d) O fenômeno de interferência é tipicamente ondulatório.
e) A propagação retilínea da luz constitui-se num agrupamento a favor da teoria
corpuscular.

9-(FUVEST) A energia de um fóton de freqüência f é dada por E=hf, onde h é a


constante de Planck. Qual a freqüência e a energia de um fóton de luz, cujo
comprimento de onda é igual a 5000 Ao?
Dados: h= 6,6 x 10-34 J.s. ; c=3 x 108 m/s e 1 Ao=1 ângstrom=10-10m
a) 6 x 1014 hz e 4,0 x 10-19J
b) 0 hz e 0 J
c) 6 hz e 4,0 J
d) 60 hz e 40 J
e) 60 hz e 0,4 J

10-(UFBA-adaptada) Uma mesma radiação luminosa que difrata ao redor de um


obstáculo pode, a partir daí, incidir sobre uma superfície metálica, provocando a
emissão de elétrons. Isso ocorre porque tem comportamento:
a) Exclusivamente corpuscular.
b) Exclusivamente ondulatório.
c) Inteiramente imprevisível.
d) Dual, ora comportando-se como onda (quando em conjunto), ora como partícula
(quando feixe isolado).
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11-(PUC-MG) O efeito fotoelétrico consiste:
a) Na existência de elétrons em uma onda eletromagnética que se propaga em um meio
uniforme e contínuo.
b) Na possibilidade de se obter uma foto do campo elétrico quando esse campo interage
com a matéria.
c) Na emissão de elétrons quando uma onda eletromagnética incide em certas
superfícies.
d) No fato de que a corrente elétrica em determinados metais é formada por fótons de
determinada energia.
e) Na idéia de que a matéria é uma forma de energia, podendo transformar-se em fótons
ou em calor.

12-(FUND. CARLOS CHAGAS) A figura mostra uma placa de vidro que é atravessada
perpendicularmente por um raio de luz, propagando-se na direção X, da esquerda para a
direita. A placa está imersa no vácuo.

De acordo com o Modelo Corpuscular da Luz, proposto por Newton, qual dos seguintes
gráficos melhor representa a velocidade da luz (v) dentro e fora do vidro? No eixo
horizontal, os pontos A e B dos gráficos correspondem aos pontos A e B da figura:

13-(UFRN) Pedro está trabalhando na base de um barranco e pede uma ferramenta a


Paulo, que está na parte de cima. Além do barranco, não existe, nas proximidades,
nenhum outro obstáculo. Do local onde Paulo está não vê Pedro, mas escuta-o muito
bem porque, ao passarem pela quina do barranco, as ondas
sonoras sofrem:

a) convecção
b) reflexão
c) polarização d) difração
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14-(UFRN) Quando a luz incide sobre a superfície de uma placa metálica, é possível
que elétrons sejam arrancados dessa placa, processo conhecido como efeito fotoelétrico.
Para que um elétron escape da superfície do metal, devido a esse efeito, a energia do
fóton incidente deve ser, pelo menos, igual a uma energia mínima, chamada função
trabalho (Wo), uma grandeza característica de cada material. A energia de cada fóton da
luz incidente é igual ao produto hf, onde h é a cte de Planck e f é a freqüência da luz
incidente. Quando a energia do fóton incidente é maior que Wo, a energia restante é
transformada em energia cinética do elétron. Dessa forma, a energia cinética máxima
(Em) do elétron arrancado é dada por:
Em= hf – Wo
Considere o experimento no qual um feixe de luz que contém fótons com energias
associadas a um grande intervalo de freqüências incide sobre duas placas, P1 e P2,
constituídas de materiais diferentes. Para esse experimento pode-se afirmar que o
gráfico representando a energia cinética máxima dos elétrons emitidos, em função das
freqüências que compõem a luz incidente, é:

15-(UFBA) A figura abaixo representa o comportamento de um feixe de luz


monocromática, que se propaga no ar e incide sobre um diafragma, que contém as
fendas F1 e F2. As medidas d,l e x representam, respectivamente, as distâncias entre as
fendas, entre o anteparo e o diafragma, e entre duas linhas nodais no anteparo.

De acordo com as informações em relação a esse fenômeno, pode-se afirmar:


(01) A luz é constituída por pequenas partículas que se propagam em linha reta e com
grande velocidade.
(02) O feixe luminoso sofre dispersão ao atravessar as fendas.
(04) A largura das fendas é menor que o comprimento de onda da luz incidente.
(08) O feixe projeta franjas de interferência no anteparo.
(16) O comprimento de onda da luz incidente pode ser determinado a partir das medidas
das grandezas d, l e x.

16-(UFBA) Em 1911, Ernest Rutherford, analisando a trajetória de partículas alfa,


carregadas positivamente, que incidiam em uma folha fina de ouro, concluiu que os
elétrons giravam em torno de um núcleo massivo localizado no centro do átomo. De
acordo com a Física Clássica, um elétron movendo-se em órbita circular, irradia ondas
eletromagnéticas, perde energia e cai sobre o núcleo, tornando o átomo instável, o que
contrariava os resultados experimentais. Em 1913, Niels Bohr,
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familiarizado com as idéias da Física Moderna, utilizou o quantum de ação de Planck,
para impedir o colapso do elétron sobre o núcleo, previsto pela Física Clássica.
De acordo com os modelos atômicos citados no texto, é correto afirmar:
(01) As partículas alfa, quando passam próximo ao núcleo, não mudam de direção.
(02) O colapso do elétron sobre o núcleo, previsto pela Física Clássica, ocorreria devido
à aceleração centrípeta do elétron.
(04) Um elétron, que se encontra em uma determinada órbita atômica, obedece à lei de
Coulomb e não atende à emissão de radiação prevista pelo Eletromagnetismo Clássico.
(08) O elétron emite um fóton quando passa de uma órbita para outra mais afastada do
núcleo.
(16) As lei da Física Clássica, que se baseiam na experiência com sistemas
macroscópicos, sofrem restrições quando aplicadas a sistemas microscópicos.

17-(UFPE) O efeito fotoelétrico é a emissão de elétrons pela superfície de certos metais,


quando submetidos a ondas eletromagnéticas de determinadas freqüências. Qual dos
gráficos abaixo representa o potencial de corte Vcorte dos elétrons emitidos, em função
da freqüência f da luz que incide sobre uma superfície metálica?

18-(UPE) No modelo planetário do átomo, o núcleo tem carga positiva e pequena


dimensão e os elétrons circulam em volta dele. De acordo com a Mecânica Clássica de
Newton, o equilíbrio da órbita depende de que a força de atração entre núcleo e elétron
faça o papel de força centrípeta. Desse modo, os raios das órbitas atômicas poderiam ter
qualquer valor. Na prática, observa-se que só algumas órbitas são permitidas. Conforme
a teoria eletromagnética de Maxwell, cargas elétricas aceleradas irradiam. O elétron,
girando, tem aceleração centrípeta e, como carga acelerada, perde energia. Assim, o
modelo atômico de Bohr seria inviável. Entretanto, várias evidências apóiam esse
modelo. Para preservar a concepção do átomo, propôs-se que, em determinadas órbitas,
o elétron não irradiaria energia, contrariando o eletromagnetismo. Estas órbitas
especiais atenderiam à condição de quantização da quantidade de movimento angular
ou, equivalentemente, do perímetro de cada órbita eletrônica. Em relação a esses
comentários, analise as proposições seguintes como verdadeiras ou falsas, considerando
as seguintes informações adicionais:
Z = número atômico; m = massa do elétron; e = carga do elétron; K = constante elétrica;
r = raio da órbita; h = constante de Planck; v = velocidade do elétron na órbita; n = 0, 1,
2, 3, ...
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I II
0 0 A condição clássica para estabilidade da órbita é m v² r = K Z e².
1 1 A condição quântica para estabilidade da órbita é 2 π r m v = n h.
2 2 A condição quântica para estabilidade da órbita é 2 π n r = m v h.
3 3 A condição clássica para estabilidade da órbita é m w² r³ = K Z e².
4 4 A condição quântica para estabilidade da órbita é m v r = K Z e².

19-(UFBA) A abordagem do Universo pelas Ciências Naturais produziu e acumulou


conhecimento que permite a comparação de fenômenos que envolvem desde o mundo
extremamente pequeno dos átomos até as enormes dimensões do cosmos, incluindo a
complexidade dos sistemas vivos. Considerando-se a interação de propriedades
estabelecidas entre os diferentes níveis de organização, desde o átomo até as galáxias, é
correto afirmar:
(01) O modelo atômico proposto por Ernest Rutherford, em 1911, tem como
característica uma intensa e uniforme dispersão das partículas subatômicas no interior
do átomo.
(02) O elétron de massa m e carga de módulo igual a q no modelo de Bohr para o átomo
de hidrogênio, descreve um movimento circular uniforme de raio r, com velocidade de
módulo igual a (Kq2/mr)1/2, onde K é a constante eletrostática do meio.

20-(UFMT) A porta automática de um shopping center, as calculadoras, e relógios que


funcionam com energia solar são recursos tecnológicos utilizados no dia a dia de uma
cidade e que envolvem energia luminosa e cargas elétricas constituindo o fenômeno
físico conhecido como “efeito fotoelétrico”. Sobre esse tema, julgue as afirmativas.
0. A energia luminosa constitui-se de “pacotes discretos” denominados fótons que
podem ser considerados partículas.
1. Quando um fóton incide sobre um pedaço de metal e interage com um elétron, este
absorve a energia daquele e pode ser arrancado do metal.
2. A velocidade dos elétrons que se desprendem do metal devido à incidência da luz
depende da freqüência e da intensidade da luz.
3. A luz tem natureza dual (onda-partícula), sendo o efeito fotoelétrico uma
manifestação do aspecto corpuscular.
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21-(UERJ) Em 1911, o cientista Ernest Rutherford realizou um experimento que
consistiu em bombardear uma finíssima lâmina de ouro com partículas α , emitidas por
um elemento radioativo, e observou que:
* a grande maioria das partículas α atravessava a lâmina de ouro sem sofrer desvios ou
sofrendo desvios muito pequenos;
* uma em cada dez mil partículas α era desviada para um ângulo maior que 900.
Com base nas observações acima, Rutherford pôde chegar à seguinte conclusão quanto
à estrutura do átomo:
a) O átomo é maciço e eletricamente neutro.
b) A carga elétrica do elétron é negativa e puntiforme.
c) O ouro é radioativo e um bom condutor de corrente elétrica.
d) O núcleo do átomo é pequeno e contém a maior parte da massa.

22- (VUNESP) De acordo com o modelo atômico atual, os prótons e os neûtrons não
são mais considerados partículas elementares. Eles seriam formados de 3 partículas
ainda menores, os quarks. Admite-se a existência de 12 quarks na natureza, mas só 2
deles formam os prótons e os nêutrons, o quark up (u), de carga elétrica positiva, igual a
2/3 do valor da carga elétron, e o quark down (d), de carga elétrica negativa, igual a 1/3
do valor da carga do elétron. Com base nessas informações, assinale a alternativa que
apresenta corretamente a composição do próton e do nêutron. I - próton e II - nêutron
a) (I) d,d,d (II) u,u,u
b) (I) d,d,u (II) u,u,d
c) (I) d,u,u (II) u,d,d
d) (I) u,u,u (II) d,d,d
e) (I) d,d,d (II) d,d,d

23-(UFRN) Bárbara ficou encantada com a maneira de Natasha explicar a dualidade


onda-partícula, apresentada nos textos de Física Moderna. Natasha fez uma analogia
com o processo de percepção de imagens, apresentando uma explicação baseada numa
figura muito utilizada pelos psicólogos da Gestalt. Seus esclarecimentos e a figura
ilustrativa são reproduzidos abaixo.
“A minha imagem preferida sobre o comportamento dual da luz
é o desenho de um cálice feito por dois perfis. Qual a realidade
que percebemos na figura ao lado? Podemos ver um cálice ou
dois perfis, dependendo de quem consideramos como figura e
qual consideraremos como fundo, mas não podemos ver ambos
simultaneamente. É um exemplo perfeito de realidade criada
pelo observador, em que nós decidimos o que vamos observar.
A luz se comporta de forma análoga, pois, dependendo do tipo
de experiência (“fundo”), revela sua natureza de onda ou sua
natureza de partícula, sempre escondendo uma quando a outra é
mostrada.”
Diante das explicações acima, é correto afirmar que Natasha estava ilustrando, com o
comportamento da luz, o que os físicos chamam de princípio da
a) incerteza de Heisenberg c) superposição
b) complementaridade de Bohr d) relatividade

24-(UFRN) Em um aparelho de televisão, existem três funções básicas (cor, brilho e


contraste), que podem ser controladas continuamente, para se obter uma boa imagem.
Ajustar uma dessas funções depende essencialmente do controle da diferença de
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potencial que acelera os elétrons emitidos pelo tubo de raios catódicos e que incidirão
na tela fluorescente. Assim, no tubo de imagem do televisor, os elétrons podem ter
qualquer valor de energia, dependendo da diferença de potencial aplicada a esses
elétrons.
A Física Quântica, quando aplicada ao estudo de átomos isolados, constata que a
energia dos elétrons nesses átomos é uma grandeza discreta ao invés de contínua,
como estabelecido pela Física Clássica. Essas afirmações, valores contínuos de energia
para os elétrons emitidos pelo tubo e energias discretas para os elétrons do átomo, não
são contraditórias, porque os elétrons emitidos pelo tubo de raios catódicos:
a) são livres e os elétrons que estão nos átomos são confinados.
b) são em grande quantidade, diferentemente dos elétrons que estão nos átomos.
c) perdem a carga elétrica, transformando-se, em fótons e os elétrons que estão nos
átomos permanecem carregados.
d) têm comprimento de onda de de Broglie associado igual ao dos elétrons que estão
nos átomos.

25-(UFRN) A técnica de difração é largamente utilizada na determinação da estrutura


dos materiais cristalinos. Essa técnica consiste em analisar o feixe difratado de nêutrons
ou de raios-X que incide sobre o cristal cuja estrutura se deseja determinar. Observa-se
por meio de detectores apropriados, que a difração dos nêutrons e dos raios-X apresenta
máximos e mínimos de intensidade em direções bem definidas. Esses máximos e
mínimos de intensidade correspondem às interferências construtivas e destrutivas
provenientes da interação dos nêutrons ou dos raios-X com os átomos do cristal.
Fazendo-se um estudo da localização desses máximos e mínimos, determina-se, então, a
disposição espacial dos átomos no cristal. Pelo exposto, podemos afirmar que a
interação dos nêutrons e a interação dos raios-X com o cristal evidenciam a natureza:
a) de partícula para os nêutrons e ondulatória para os raios-X.
b) de partícula para os nêutrons e para os raios-X.
c) ondulatória para os nêutrons e para os raios-X.
d) ondulatória para os nêutrons e de partícula para os raios-X.

26-(UFRN) Cláudia, ginasta e estudante de Física, está encantada com certos apelos
estéticos presentes na Física Teórica. Ela ficou fascinada ao tomar conhecimento da
possibilidade de uma explicação unificadora para todos os tipos de forças existentes no
universo, isto é, que todas as interações fundamentais conhecidas na natureza
(gravitacional, eletromagnética, nuclear fraca e nuclear forte) poderiam ser
derivadas de uma espécie de superforça. Em suas leituras, ela pôde
verificar que, apesar dos avanços obtidos pelos físicos, o desafio da grande
unificação continua até os dias de hoje. Na execução da coreografia ao
lado, podemos reconhecer a existência de várias forças atuando sobre a
ginasta Cláudia e/ou a corda. Forças de atrito, peso, tração e reação do solo
(normal) podem ser facilmente identificadas. Esse conjunto de forças,
aparentemente, não está contemplado no diagrama abaixo que mostra as
interações fundamentais do universo.
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Isso pode ser compreendido, pois, em sua essência, as forças:


a) de atrito e peso são de origem eletromagnética.
b) normal e peso são de origem gravitacional.
c) normal e de tração são de origem eletromagnética.
d) de atrito e de tração são de origem gravitacional.

27-(UFBA) Em 1905, Albert Einstein explicou teoricamente o efeito fotoelétrico e, em


carta a um amigo, reconheceu ser esse “um trabalho revolucionário”. Atualmente esse
efeito é muito utilizado em alarmes de raios laser e no acendimento automático da
iluminação pública, dentre outras aplicações. A equação que, segundo Einstein, explica
esse efeito é escrita como Ecinética = hf – U, na qual:
• Ecinética é a energia cinética máxima dos elétrons arrancados da superfície;
• f é a freqüência da onda eletromagnética incidente;
• h é uma constante universal proposta, pela primeira vez, pelo físico alemão Max
Planck;
• U é a função trabalho.
A função trabalho é a quantidade mínima de energia necessária para arrancar um elétron
da superfície. A quantidade hf representa a energia de uma “partícula de luz” –– um
fóton. Estava, então, colocada a dualidade onda-partícula.
Um experimento, para determinar a constante de Planck, pode ser realizado, usando-se a
equação de Einstein. Em um capacitor de placas paralelas, no vácuo, os elétrons são
arrancados da placa positiva, fazendo-se incidir nela uma onda eletromagnética, luz ou
radiação ultravioleta.
O aparecimento de uma corrente elétrica indica o fluxo desses elétrons entre as placas
do capacitor. Uma diferença de potencial Vo aplicada entre as placas do capacitor é
ajustada o suficiente para fazer com que a corrente desapareça e, nesse caso, tem-se que
eVo = Ecinética, em que e é a carga do elétron.
O resultado desse experimento realizado em uma superfície de cobre é expresso na
tabela.
Com base nessas informações e nos dados da tabela, determine a constante de Planck, h,
e a função trabalho, U, do cobre, considerando e=1,6 x 10-19C.
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28-(UPE) Em relação às Forças Fundamentais da Natureza.
I II
0 0 A força de atração entre as massas é a força gravitacional.
1 1 A força eletromagnética é a que se manifesta entre partículas eletrizadas,
englobando as forças elétricas e as forças magnéticas.
2 2 A força nuclear forte é a que mantém unidos os prótons e os nêutrons no interior
do núcleo do átomo.
3 3 A força nuclear fraca tem intensidade maior que a força eletromagnética.
4 4 A força gravitacional é a menos intensa entre as fundamentais.

29-(UEPB-06)
“ Quanta do latim
Plural de quantum
Quando quase não há
Quantidade que se medir
Qualidade que se expressar
Fragmento infinitésimo
Quase que apenas mental...”
(Gilberto Gil)
O trecho acima é da música Quanta, que faz referência ao quanta, denominação
atribuída aos pequenos pacotes de energia emitidos pela radiação eletromagnética,
segundo o modelo desenvolvido por Max Plank, em 1900.Mais tarde Einstein admite
que a luz e a s demais radiações eletromagnéticas deveriam ser consideradas como um
feixe desses pacotes de energia, aos quais chamou de fótons, que significa “partículas de
luz”, cada um transportando uma quantidade de energia. Adote, h = 6,63 . 10-34J.s e 1ev
= 1,6 .10-19J. Com base nas informações do texto acima,
pode-se afirmar que:
a) quando a freqüência da luz incidente numa superfície metálica excede um certo valor
mínimo de freqüência, que depende do metal de que foi feita a superfície, esta libera
elétrons;
b) as quantidades de energia emitidas por partículas oscilantes, independem da
freqüência da radiação emitida;
c) saltando de um nível de energia para outro, as partículas não emitem nem absorvem
energia, uma vez que mudaram de estado quântico;
d) a energia de um fóton de freqüência 100MHz é de 663.10-28ev;
e) o efeito fotoelétrico consiste na emissão de fótons por uma superfície metálica,
quando atingida por um feixe de elétrons.

30-(UEPB-05) Em 1905, Albert Einstein apresentou seu trabalho referente ao efeito


fotoelétrico. Este explicou, com base na hipótese de Max Planck apresentada em 1900,
na qual a radiação térmica emitida por um corpo negro é constituída por quantas de
energia, que a energia dos elétrons emitidos, por uma placa metálica iluminada, depende
apenas da freqüência da luz incidente. Naquele período, constatou-se que para alguns
fenômenos que ocorrem com a luz, ela se comporta como onda produzindo interferência
(como no experimento da dupla fenda de Young), entretanto, em outros fenômenos ela
apresenta comportamento de partícula (como no efeito fotoelétrico). Diz-se então que a
luz possui uma natureza dual: ora se comporta como uma onda e ora se comporta como
partícula. A respeito da dualidade onda partícula da luz, apresentam-se as seguintes
proposições:
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I. O comportamento ondulatório e o comportamento corpuscular da luz são
complementares.
II. O comportamento ondulatório da luz exclui seu comportamento corpuscular.
III. O comportamento ondulatório e o comportamento corpuscular da luz são
equivalentes.
Com relação às proposições apresentadas é correto afirmar que:
a) Apenas II é verdadeira.
b) II e III são verdadeiras.
c) Apenas I é verdadeira.
d) I e III São verdadeiras.
e) Apenas III é verdadeira.

GABARITO
1- d 2- c 3-c 4-b 5- c 6- e 7- d 8-c 9- a 10- d 11-c 12- e 13- d 14- a
15-28 16-22 17- a 18- VVFVF 19- 02 20- VVFV 21- d 22- c
23- b 24- a 25- c 26- c 27- 28- VVVFV 29-a 30- c