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Curso Profissional de Técnico de Desporto

Ano letivo 2019-2020

Estudo do Movimento

Módulo 3: Controlo e Coordenação do


Movimento
Módulo 3: Controlo e Coordenação do
Movimento

Bloco A – Sistema Nervoso


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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

Estuda a constituição geral e o


funcionamento do sistema
nervoso e as relações com o
músculo esquelético

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

1. Organização geral, funções e estrutura funcional

O sistema nervoso é composto por dois subsistemas


interligados que coordenam a informação entre o exterior e o
corpo:

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO
1. Organização geral, funções e estrutura funcional

Sistema nervoso central (SNC)

O encéfalo e a espinal
medula coordenam o corpo.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO
1. Organização geral, funções e estrutura funcional

Sistema nervoso periférico (SNP)

Nervos e os gânglios que levam


a informação dos recetores ao
centro nervoso e deste para os
órgãos efetores.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

1. Organização geral, funções e estrutura funcional

A transmissão das informações no sistema nervoso ocorre sob


a forma de impulsos nervosos.

O neurónio é a célula do sistema nervoso responsável pela


condução do impulso nervoso.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

1. Organização geral, funções e estrutura funcional

O neurónio está dividido em três partes:

Corpo celular

Dendrites ou
dendritos

Axónio

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1. Organização geral, funções e estrutura funcional

O neurónio está dividido em três partes:

Corpo celular

Local da célula
onde está a maioria
dos organitos.

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1. Organização geral, funções e estrutura funcional

O neurónio está dividido em três partes:

Dendrites

Prolongamento
ramificado do
corpo celular.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

1. Organização geral, funções e estrutura funcional

O neurónio está dividido em três partes:

Axónio

Estrutura ao longo
da qual se propaga
o impulso nervoso.

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2. Sistema Nervoso Periférico

Os nervos e os gânglios que levam a informação dos recetores


ao centro nervoso e deste para os órgãos efetores.

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2. Sistema Nervoso Periférico

Gânglios - são pequenas dilatações em certos nervos.

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2. Sistema Nervoso Periférico

Nervos - feixes de fibras nervosas, constituídas por dendritos


ou axónios, envoltos por uma capa de tecido conjuntivo.

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2. Sistema Nervoso Periférico

2.1. Tipos de nervos quanto à sua função

a) Nervo sensitivo ou aferente - contêm somente fibras


sensitivas, ou seja, conduzem impulsos dos órgãos dos sentidos
para o sistema nervoso central.

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2. Sistema Nervoso Periférico

2.1. Tipos de nervos quanto à sua função

b) Nervo motor ou eferente - contêm somente fibras motores,


que conduzem impulsos do sistema nervoso central até os
órgãos efetuadores (músculos ou glândulas).

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2. Sistema Nervoso Periférico

2.1. Tipos de nervos quanto à sua função

c) Nervo misto - contêm tanto fibras sensitivas quanto motoras


e conduzem impulsos nos dois sentidos, das diversas regiões do
corpo para o sistema nervoso central e vice-versa.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

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2. Sistema Nervoso Periférico

2.2. Tipos de nervos quanto à sua origem

a) Nervos cranianos – Com origem no encéfalo.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

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2. Sistema Nervoso Periférico

2.2. Tipos de nervos quanto à sua origem

b) Nervos raquidianos – Com origem na espinal medula em que


os diferentes ramos inervam os músculos, a pele e as vísceras.

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3. Receção de informação e recetores

A receção de informação é feita através de:

3.1. Paladar ou gustação (quimiorecetor);

3.2. Olfato (quimiorecetor);

3.3. Tato (mecanorrecetor);

3.4. Audição (ondas de choque no ar);

3.5. Visão (fotorrecetora).

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4. Efeção e efetores

As ações voluntárias resultam da contração de músculos


estriados esqueléticos, que estão sob o controlo do sistema
nervoso periférico voluntário ou somático.

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4. Efeção e efetores

As ações involuntárias resultam da contração da musculatura


lisa e cardíaca, controladas pelo sistema nervoso periférico
autónomo, também chamado involuntário ou visceral.

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4. Efeção e efetores

4.1. Músculo liso

Músculo liso involuntário – responsável pelos movimentos


involuntários do corpo.

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4. Efeção e efetores

4.2. Músculo cardíaco

Músculo estriado involuntário – responsável por bombear o


sangue através do sistema circulatório.

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4. Efeção e efetores

4.3. Músculo esquelético

Músculo estriado voluntário – responsável pelos movimentos


voluntários do corpo.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

4. Efeção e efetores

4.4. Glândulas endócrinas

As glândulas endócrinas eliminam sua secreção diretamente na


corrente sanguínea e não possuem ducto glandular;

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

4. Efeção e efetores

4.4. Glândulas endócrinas

A sua secreção é denominada de hormona e o conjunto dessas


glândulas forma o sistema endócrino.

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4. Efeção e efetores

4.4. Glândulas endócrinas

Exemplos de glândulas endócrinas – hipotálamo, tiróide,


hipófise, pâncreas, supra-renais, ovários/testículos, entre
outras.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

4. Efeção e efetores

4.5. Glândulas exócrinas

Glândulas que lançam a secreção na superfície livre e


apresentam canais ou ductos por onde a secreção passa até
atingir o local onde será eliminada

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4. Efeção e efetores

4.5. Glândulas exócrinas

Exemplos de glândulas exócrinas - glândulas mamárias,


sudoríparas e sebáceas.

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5. Sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo

5.1. Sistema nervoso somático ou voluntário

Recebe e processa informações provenientes do ambiente


externo, através da pele músculos, olhos, etc;

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

5. Sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo

5.1. Sistema nervoso somático ou voluntário

É constituído pelos nervos motores que conduzem os impulsos


do sistema nervoso central aos músculos esqueléticos;

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5. Sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo

5.1. Sistema nervoso somático ou voluntário

As ações voluntárias resultam da contração de músculos


estriados esquelético.

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5. Sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo

5.2. Sistema nervoso autónomo ou involuntário

Controla as funções básicas e involuntárias do organismo;

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

5. Sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo

5.2. Sistema nervoso autónomo ou involuntário

Constituído pelos nervos motores que controlam órgãos


internos de modo automático e inconsciente;

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

5. Sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo

5.2. Sistema nervoso autónomo ou involuntário

Divide-se em: sistema simpático e parassimpático.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

5. Sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo

5.2. Sistema nervoso autónomo ou involuntário

a) sistema simpático - Prepara o organismo


para situações de stress, como a reação de lutar, fugir ou uma
discussão.

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5. Sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo

5.2. Sistema nervoso autónomo ou involuntário

Essas ações são: a aceleração dos batimentos cardíacos,


aumento da pressão arterial, o aumento da adrenalina, a
concentração de açúcar no sangue e pela ativação do
metabolismo geral do corpo.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

5. Sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo

5.2. Sistema nervoso autónomo ou involuntário

b) sistema parassimpático - É o responsável por estimular ações


que permitem ao organismo responder a situações de calma;

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

5. Sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo

5.2. Sistema nervoso autónomo ou involuntário

Essas ações são: a desaceleração dos batimentos cardíacos,


diminuição da pressão arterial, a diminuição da adrenalina e
açúcar no sangue..

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

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6. Neurónio e sinapse

6.1. Tipos de neurónio

a) Neurónio sensitivo ou aferente - Transmite os impulsos


nervosos do órgão recetor ao sistema nervoso central.

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6. Neurónio e sinapse

6.1. Tipos de neurónio

b) Neurónio conector - Liga os neurónios sensitivos aos


neurónios motores.

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6. Neurónio e sinapse

6.1. Tipos de neurónio

c) Neurónio motor ou eferente - Transmite os impulsos


nervosos do sistema nervoso central ao órgão efetor.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

6. Neurónio e sinapse

6.2. Noção de Sinapse

Comunicação de um neurónio com o corpo celular ou dendritos


do outro, ou com a membrana de uma célula muscular.

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6. Neurónio e sinapse

6.2. Noção de Sinapse

Comunicação de um neurónio com o corpo celular ou dendritos


do outro, ou com a membrana de uma célula muscular.

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6. Neurónio e sinapse

6.2. Noção de Sinapse

As membranas das células que fazem sinapses estão muito


próximas, mas não se tocam. Há um pequeno espaço entre as
membranas celulares (o espaço sináptico ou fenda sináptica).

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

6. Neurónio e sinapse

6.2. Noção de sinapse

Quando os impulsos nervosos atingem as extremidades do


axónio da célula pré-sináptica, ocorre liberação de substâncias
químicas denominadas neurotransmissores, desencadeando o
impulso nervoso.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

6. Neurónio e sinapse

6.2. Noção de sinapse

Exemplos de neurotransmissores:

- - acetilcolina;

- - adrenalina;

- - dopamina;

- - serotonina, etc.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

6. Neurónio e sinapse

6.3. Tipos de Sinapses

a) Sinapses neuromusculares

Ligação entre as terminações axónicas e as células musculares.


(liberação da substância neurotransmissora acetilcolina que
estimula a contração muscular).

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

6. Neurónio e sinapse

6.3. Tipos de Sinapses

b) Sinapses elétricas

As sinapses elétricas ocorrem no sistema nervoso central,


atuando na sincronização de certos movimentos rápidos.

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Módulo 3: Controlo e Coordenação do
Movimento

BLOCO B – Sistema Nervoso Central


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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
1. Funções gerais e estrutura.
Espinal medula controla Atos reflexos inatos

Sistema
nervoso formado Centros
central
por nervosos
Cérebro controla Atos voluntários

Movimentos
Encéfalo Cerebelo controla voluntários dos
membros

Movimentos
Bolbo controla involuntários dos
raquidiano órgãos

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL

Encéfalo

Está protegido pela caixa craniana, coordena os


movimentos voluntários e involuntários.

formado por

• Cérebro • Cerebelo
• Bolbo raquidiano • Hipotálamo

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL

Espinal medula

Está protegida pela coluna vertebral, é responsável


pelos atos reflexos (reações involuntárias).

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
2. Andares do SNC
Córtex
2.1. Córtex cerebral cerebral
Cérebro

a) Responsável pelo pensamento,


memória, linguagem, dirige

as reações voluntárias;

Substância
branca

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
2. Andares do SNC
Córtex
2.1. Córtex cerebral cerebral
Cérebro

b) Divide-se em dois hemisférios


que coordenam atividades e
funções específicas;

Substância
branca

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
2. Andares do SNC
Córtex
2.1. Córtex cerebral cerebral
Cérebro

c) É formado por milhões de


neurónios que formam o córtex
cerebral;

Substância
branca

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
2. Andares do SNC
Córtex
2.1. Córtex cerebral cerebral
Cérebro

d) Os axónios dos neurónios


formam a substância branca.

Substância
branca

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
2. Andares do SNC

2.2. Encéfalo baixo

a) Corpo caloso - Formado


por fibras nervosas
que estabelecem a
comunicação entre os
hemisférios cerebrais;

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
2. Andares do SNC

2.2. Encéfalo baixo

b) Bolbo raquidiano - Localiza-se


na base do cérebro;

Controla os movimentos
involuntários do organismo;

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
2. Andares do SNC

2.2. Encéfalo baixo

c) Cerebelo – divide-se em dois


hemisférios;

Coordena os movimentos
voluntários e o equilíbrio do
corpo.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
2. Andares do SNC

2.3. Medula

a) É a porção alongada do
sistema nervoso central;

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
2. Andares do SNC

2.3. Medula

b) É a continuação do
encéfalo, que se aloja no
interior da coluna vertebral;

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
2. Andares do SNC

2.3. Medula

c) Encontra-se protegida
pela coluna vertebral e
pelas meninges.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
3. Estágios de processamento de informação

Pessoa

Tarefa Ambiente

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
3. Estágios de processamento de informação

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
3. Estágios de processamento de informação

1. 3.
2. Seleção da
Identificação Programação
resposta
do estímulo da resposta

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
3. Estágios de processamento de informação

1. Identificação do estímulo

2. - Sensação/deteção: estimulação dos órgãos sensoriais;

3. - Perceção/interpretação/identificação: dar significado ao


estímulo.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
3. Estágios de processamento de informação

1. Seleção da resposta

2. - Estabelecer o que fazer.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
3. Estágios de processamento de informação

1. Programação da resposta

2. - Definição de como fazer;

3. - Ativação de um programa motor.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
3. Estágios de processamento de informação

Registo e medição da estimulação elétrica no músculo

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
3. Estágios de processamento de informação

Medição de processamento de informação:

a) Tempo de reação (TR) – tempo entre a apresentação de um


estímulo não antecipado e o início da resposta de movimento;

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3. Estágios de processamento de informação

Medição de processamento de informação:

b) Tempo de movimento (TM) – tempo entre o início e o término


do movimento;

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3. Estágios de processamento de informação

Medição de processamento de informação:

c) Tempo de resposta (Tresp) – soma do tempo de reação com o


tempo de movimento.

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3. Estágios de processamento de informação

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4. Medula

4.1. Localização

1. - Encontra-se no interior da coluna vertebral, protegida pela


sua estrutura óssea e pelas meninges.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
4. Medula

4.1. Localização

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
4. Medula

4.2. Funções

1. - Recebe, através dos nervos sensitivos, informação sobre a


temperatura, dor, tato, tensão muscular e posição das
articulações;

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4. Medula

4.2. Funções

1. - Funciona como meio de comunicação entre o encéfalo e o


sistema nervoso periférico;

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4. Medula

4.2. Funções

1. - É o centro da maioria dos reflexos.

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4. Medula

4.2. Funções

4.2.1. Condução

1. - A informação é enviada para o cérebro, pela substância


branca, de forma a estimular conscientemente a resposta;

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4. Medula

4.2. Funções

4.2.2. Regulação reflexa

- A informação depois de entrar na medula pode ser utilizada


para controlar a tensão muscular ou estimular respostas
reflexas.

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5. Porções do tronco cerebral

O tronco cerebral ou tronco encefálico é a porção do sistema


nervoso central, situada entre a medula espinhal e o diencéfalo,
sendo quase na sua totalidade intracraniano.

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5. Porções do tronco cerebral

5.1. Bolbo raquidiano

a) Conecta o encéfalo com a medula;

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5. Porções do tronco cerebral

5.1. Bolbo raquidiano

b) Contém os centros cardíacos, respiratórios e vasomotores


responsáveis por regular a frequência cardíaca, respiração e
pressão arterial;

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5. Porções do tronco cerebral

5.1. Bolbo raquidiano

c) Responsável por regular o reflexo de tossir, espirrar, engolir e


vomitar.

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5. Porções do tronco cerebral

5.1. Bolbo raquidiano

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5. Porções do tronco cerebral

5.2. Ponte de Varólio

a) Conecta os sinais do cérebro, medula e cerebelo;

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5. Porções do tronco cerebral

5.2. Ponte de Varólio

b) Contém núcleos que regulam principalmente: sono,


respiração, deglutição, controlo da bexiga, audição, equilíbrio,
gosto, movimento dos olhos, expressões faciais, sensação facial
e postura.

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5. Porções do tronco cerebral

5.2. Ponte de Varólio

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5. Porções do tronco cerebral

5.3. Mesencéfalo (composto por teto e pedúnculo cerebral)

a) Possui núcleos que regulam movimentos oculares, audição,


tônus muscular, prazer, sono/vigília, alerta e regulação da
temperatura.

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5. Porções do tronco cerebral

5.3. Mesencéfalo (composto por teto e pedúnculo cerebral)

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6. Córtex cerebral

6.1. Localização

O córtex cerebral corresponde à camada mais externa do


cérebro, sendo rico em neurônios e o local do processamento
neuronal mais sofisticado e distinto.

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6. Córtex cerebral

6.2. Lobos

O córtex cerebral divide-se em 4 lobos:


Lobo parietal
Lobo frontal

Lobo occipital
Lobo temporal

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6. Córtex cerebral

6.2.1 Lobo Occipital

A função deste lobo é quase exclusivamente visual.

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6. Córtex cerebral

6.2.2 Lobo Temporal

O lobo temporal está associado regra geral a 4 funções:

a) Córtex auditivo primário;

b) Compreensão da linguagem;

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6. Córtex cerebral

6.2.2 Lobo Temporal

O lobo temporal está associado regra geral a 4 funções:

c) Processamento da informação visual;

d) Aprendizagem e memória.

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6. Córtex cerebral

6.2.3 Lobo Parietal

O lobo parietal está associado regra geral a 3 funções:

a) Processamento da informação táctil e propriocetiva;

b) Compreensão da linguagem e cálculo;

c) Orientação espacial e perceção.

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6. Córtex cerebral

6.2.4 Lobo Frontal

O lobo frontal está associado regra geral a 4 funções:

a) Controla e coordena a motricidade voluntária;

b) Produção da escrita e da linguagem falada;

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6. Córtex cerebral

6.2.4 Lobo Frontal

O lobo frontal está associado regra geral a 4 funções:

c) Pensamento abstrato;

c) Relacionado com a personalidade.

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6. Córtex cerebral

6.3. Função geral

O córtex cerebral é o local onde chegam os impulsos nervosos,


que são processados e “devolvidos” com uma resposta motora.

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6. Córtex cerebral

6.3. Função geral

O córtex cerebral encontra-se dividido em 2 hemisférios (direito


e esquerdo).

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6. Córtex cerebral

6.3. Função geral

Hemisfério direito – relacionado com a área de caráter criativa e


intuitiva:

• Formas;
• Fantasia;
• Perigo;
• Intuição.

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6. Córtex cerebral

6.3. Função geral

Hemisfério esquerdo – relacionado com a área do raciocínio


lógico:

• Análise;
• Matemática;
• Lógica;
• Língua.

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6. Córtex cerebral

6.4. Tipos de áreas funcionais

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6. Córtex cerebral

6.4.1 Área Motora (área primária)

Localizada no córtex motor primário

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6. Córtex cerebral

6.4.2 Áreas Sensitivas (área primária)

Localizadas nos córtices sensoriais primários:

- Visual;

- Auditivo;

- Gustativo;

- Olfativo, etc.

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6. Córtex cerebral

6.4.3 Áreas Associativas Secundárias

- Áreas de associação sensorial;

- Áreas de associação motora

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6. Córtex cerebral

6.4.4 Áreas Associativas Terciárias

- Área pré-frontal;

- Área temporoparietal;

- Área de associação límbica.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
7. Substância reticulada

É uma parte do tronco cerebral que está envolvida em ações


como os ciclos de sono, o despertar e a filtragem de estímulos
sensoriais, para distinguir os estímulos relevantes dos estímulos
irrelevantes.

A sua principal função é ativar o córtex cerebral.

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7. Substância reticulada

7.1. Estrutura

Apresenta uma estrutura intermédia entre a substância branca e


a substância cinzenta.

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7. Substância reticulada

7.2. Localização

A formação reticular ocupa a parte central do tronco cerebral, e


projeta-se cranialmente para dentro do diencéfalo, e
caudalmente para a porção mais alta da medula espinhal.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
7. Substância reticulada

7.3. Funções gerais

7.3.1 Regulação do tónus muscular

A formação reticular apresenta neurónio responsáveis pela


manutenção do tónus muscular.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
7. Substância reticulada

7.3. Funções gerais

7.3.2 Nível de vigília cortical

É responsável pela ativação cortical e consequente estado de


vigília.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
8. Cerebelo

8.1. Localização

Situado na fossa craniana posterior, sendo coberto


superiormente pela tenda do cerebelo.

Constitui a maior parte do cérebro posterior.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
8. Cerebelo

8.2. Funções gerais

É a parte do encéfalo responsável pela manutenção do


equilíbrio, pelo controlo do tónus muscular, dos movimentos
voluntários e aprendizagem motora.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
8. Cerebelo

8.2.1 Programação motora

Sempre que executamos um movimento com determinada


finalidade, registamos a impressão que ele proporciona às áreas
sensoriais.

Essa impressão é então memorizada.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
8. Cerebelo

8.2.2 Função comparadora

Quando desejamos reproduzir uma mesma ação, a área motora


aciona os efetores e as áreas sensoriais começam a captar as
impressões propriocetivas desencadeadas pelo movimento.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
8. Cerebelo

8.2.2 Função comparadora

Essas impressões são confrontadas com as anteriores e a área


motora é avisada se o movimento está correto ou necessita de
correção.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
8. Cerebelo

8.2.3 Regulação do tónus muscular

O controlo dos movimentos envolve duas etapas:

- planeamento do movimento;

- correção do movimento já em execução.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
8. Cerebelo

8.2.4 Regulação do equilíbrio

Promove a contração adequada dos músculos dos membros, de


modo a manter o equilíbrio e a postura normal.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
9. Sistema límbico e o controlo das emoções

É uma região do córtex cerebral constituída por neurônios,


células que formam uma massa cinzenta denominada de lobo
límbico.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
9. Sistema límbico e o controlo das emoções

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
9. Sistema límbico e o controlo das emoções

O sistema límbico é a unidade responsável pelas emoções,


comportamento sexual, comportamentos sociais e
processamento da memória.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
9. Sistema límbico e o controlo das emoções

9.1 Componentes do sistema límbico

a) Amígdala - É o centro identificador de perigo, gerando medo e


ansiedade. Responsável pelo estado de alerta, preparando o
corpo para fugir ou lutar.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
9. Sistema límbico e o controlo das emoções

9.1 Componentes do sistema límbico

b) Hipocampo - Responsável pela memória de longa duração.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
9. Sistema límbico e o controlo das emoções

9.1 Componentes do sistema límbico

c) Tálamo - Responsável pelas reações da reatividade emocional,


além da regulação da consciência, sono e estado de alerta.

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BLOCO B – SISTEMA NERVOSO CENTRAL
9. Sistema límbico e o controlo das emoções

9.1 Componentes do sistema límbico

d) Hipotálamo - Tem como função regular determinados


processos metabólicos, ligando o sistema nervoso ao sistema
endócrino, sintetizando a secreção de hormonas.

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Módulo 3: Controlo e Coordenação do
Movimento

BLOCO C – Recetores sensoriais que mais


contribuem para a regulação do
comportamento motor
BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
1. A receção de informação é feita através de:

1.1. Paladar ou gustação (quimiorecetor):

- Papilas gustativas (sabores)

- Papilas táteis (perceção de partículas na língua).

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR

A = amargo
B= ácido (azedo)
C = salgado
D = doce

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
LOGO
CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
1.2. Olfato (quimiorecetor):

- Nas fossas nasais está o Epitélio Olfativo (mucosa pituitária).

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
1.3. Tato (mecanorreceptor):

- Corpúsculos sensitivos na pele fornecem diferentes tipos de


informação

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
1.4. Audição (ondas de choque no ar):

a) Ouvido externo

b) Ouvido médio

c) Ouvido interno

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
1.5. Visão (fotorrecetora)

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
2. Sensibilidade somática e específica:

2.1. Recetores cutâneos

Pele e a sua função sensorial – corpúsculos:

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
a) Terminações livres: dor

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
b) Ruffini: calor

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
LOGO
CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
c) Krause: frio

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
d) Meissner: tato

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
e) Pacini: pressão

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
2. Sensibilidade somática e específica:

2.2. Articulares

Responsáveis pela amplitude de movimento

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
2. Sensibilidade somática e específica:

2.3. Musculares

Responsáveis pela realização do movimento e pelo seu


“refinamento”.

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
2. Sensibilidade somática e específica:

2.4. Fuso Neuromuscular

É um recetor sensorial que responde às variações de


estiramento das fibras musculares. Tem uma função protetora.

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
2. Sensibilidade somática e específica:

2.5. Órgão tendinoso de Golgi

É uma estrutura encapsulada localizada na inserção músculo,


sensível ao estiramento do tendão. Tem uma função protetora.

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
3. Constituição geral e funções dos principais constituintes do
globo ocular

3.1. Esclerótica – Branco dos olhos, onde se encontra a córnea


(proteção)

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR

3.2. Retina – membrana mais interna do olho cuja função é a


formação da imagem.

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR

3.3. Córnea – componente refrativo que oferece proteção, para


as estruturas internas do olho, das agressões ambientais.

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR

3.4. Íris – é a parte mais visível (e colorida) do olho e tem como


sua função controlar os níveis de luz.

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR

3.5. Pupila – “orifício negro” no centro da íris cuja função é


controlar a quantidade de luz que entra no olho.

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR

3.6. Lente ou cristalino – focaliza a luz que penetra na pupila e


forma imagens na retina. Responsável pelo ajuste fino para o
foco e a leitura.

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BLOCO A – SISTEMA NERVOSO

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
4. Constituição geral e funções dos principais constituintes do
ouvido

4.1. Ouvido externo:

- Pavilhão auditivo: canaliza o som

- Canal auditivo : leva o som ao tímpano

- Tímpano: transmite as vibrações aos ossículos

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
4.2. Ouvido médio:

- Ossículos (martelo, bigorna e estribo): transmite as vibrações


à cóclea.

- Tuba auditiva: Equilibra a pressão externa

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR
4.3. Ouvido interno:

- Cóclea (labirinto) perceção do som (nervos)

- Canais semi-circulares: equilíbrio

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BLOCO C – RECETORES SENSORIAIS QUE MAIS
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CONTRIBUEM PARA A REGULAÇÃO DO
COMPORTAMENTO MOTOR

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Módulo 3: Controlo e Coordenação do
Movimento

BLOCO D – Mecanismos de coordenação


neuromuscular
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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
1. Coordenação intramuscular e intermuscular

Coordenação – corresponde a vários “sistemas” a trabalhar em


conjunto para uma mesma finalidade.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
1. Coordenação intramuscular e intermuscular

Coordenação intramuscular – corresponde à coordenação


existente entre as diferentes fibras musculares que constituem
um músculo.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
1. Coordenação intramuscular e intermuscular

Coordenação intramuscular depende de:

• Motoneurónio

• Unidade e grupo motor

• Tipos de unidade motora

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
1. Coordenação intramuscular e intermuscular

Coordenação intermuscular – corresponde à coordenação


existente entre diferentes fibras musculares, de músculos
diferenciados.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
1. Coordenação intramuscular e intermuscular

Coordenação intermuscular depende de:

• A coordenação agonista/antagonista:

- co-contração;

- inervação recíproca;

- movimentos balísticos

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
Sequência de ações que terminam na contração muscular

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
2. Conceitos de unidade motora e de grupo motor

Unidade motora é composta por um único motoneurónio e


todas as fibras musculares que ele inerva.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
2. Conceitos de unidade motora e de grupo motor

Um motoneurónio pode enervar várias fibras musculares.

Uma fibra muscular pode ser enervada pelas ramificações de


apenas um motoneurónio.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
2. Conceitos de unidade motora e de grupo motor

Grupo motor - conjunto de unidades motoras de um músculo.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
2. Conceitos de unidade motora e de grupo motor

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
2. Conceitos de unidade motora e de grupo motor

Existem dois tipos de unidades motoras:

a) Unidades motoras tónicas - Constituídas por motoneurónios


de menores dimensões, com limiares mais baixos, e por fibras
musculares lentas do tipo I.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
2. Conceitos de unidade motora e de grupo motor

b) Unidades motoras fásicas - Apresentam motoneurónios de


grandes dimensões, com limiar mais elevado, e são constituídas
por fibras musculares rápidas do tipo II.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
3. Mecanismos de coordenação intramuscular – recrutamento

Limiar de excitabilidade - é o estímulo mínimo necessário para


que seja desencadeado um potencial de ação através de um
neurônio.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
3. Mecanismos de coordenação intramuscular – recrutamento

Princípio de Henneman - as UM de menores dimensões


possuem limiares de excitabilidade mais baixos e são
recrutadas em primeiro lugar.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
3. Mecanismos de coordenação intramuscular – recrutamento

Lei do "Tudo ou Nada" - quando o neurónio envia um impulso


nervoso às fibras musculares, só pode ocorrer uma das
seguintes respostas:

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
3. Mecanismos de coordenação intramuscular – recrutamento

- As fibras permanecem descontraídas se a intensidade do


estímulo for inferior ao seu limiar de excitabilidade;

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
3. Mecanismos de coordenação intramuscular – recrutamento

- As fibras contraem-se com toda a intensidade, se o estímulo


for igual ou superior ao seu limiar de excitabilidade.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
3. Mecanismos de coordenação intramuscular – frequência de
descarga das unidades motoras

Um motoneurónio pode enviar um segundo estímulo para a


fibra muscular em menos tempo do que esta leva a relaxar.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
3. Mecanismos de coordenação intramuscular – frequência de
descarga das unidades motoras

Quando isso acontece, a fibra contrai outra vez mas com maior
tensão.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
3. Mecanismos de coordenação intramuscular – frequência de
descarga das unidades motoras

As fibras lentas aumentam a frequência de forma lenta e


contínua mas apenas até um certo nível, podendo manter essas
frequências durante longos períodos de tempo.

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BLOCO D – Mecanismos de coordenação
neuromuscular
3. Mecanismos de coordenação intramuscular – frequência de
descarga das unidades motoras

As fibras rápidas, só começam a disparar de forma repetida a


frequências mais elevadas e aumentam até aos seus níveis
máximos. O período de ativação destas fibras é curto.

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Módulo 3: Controlo e Coordenação do
Movimento

BLOCO E – Regulação central do


movimento
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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

1. Regulação reflexa

Um reflexo é uma resposta automática a um estímulo.

Os reflexos são produzidos pelo arco reflexo.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

1. Regulação reflexa

O arco reflexo é a unidade funcional básica do SN, capaz de


receber um estímulo e produzir uma resposta.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

1. Regulação reflexa

O arco reflexo tem 5 componentes básicas:

- 1 Recetor sensorial;

- 1 neurónio aferente;

- 1 neurónio de associação;

- 1 neurónio eferente;

- 1 órgão efetor

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

1. Regulação reflexa

Resposta

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

1. Regulação reflexa

No ato reflexo o impulso é também enviado ao cérebro pelo


que tomamos consciência da reação efetuada.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

2. Reflexo miotático e miotático inverso

2.1. Reflexo miotático

O reflexo miotático origina-se nos recetores dos fusos


neuromusculares (FNM).

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

2.1. Reflexo miotático

Em resposta ao estiramento de um músculo as fibras sensitivas


levam à medula potenciais de ação, sinalizando a ativação dos
recetores do FNM.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

2.1. Reflexo miotático

O resultado do reflexo é a contração do músculo previamente


estirado, e dos seus agonistas.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

2.2 Reflexo miotático inverso

O reflexo miotático inverso origina-se nos recetores do órgão


tendinoso de Golgi (OTG).

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

2.2 Reflexo miotático inverso

OTG é estimulado pelo estiramento do tendão, que resulta das


contrações musculares potentes.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

2.2 Reflexo miotático inverso

O resultado do reflexo é o estiramento do músculo.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

3. Iniciação do movimento voluntário

A produção de um movimento implica a entrada em ação, por


uma determinada ordem, de diferentes estruturas do sistema
motor, organizadas de forma hierárquica.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

3. Iniciação do movimento voluntário

1º. O movimento é globalmente representado sob a forma de


um objetivo no córtex cerebral (p.e. lançar uma bola) ;

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

3. Iniciação do movimento voluntário

2º. A ideia sobre o movimento pretendido é convertida em


rotinas neurais;

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

3. Iniciação do movimento voluntário

3º. Escolha dos programas motores que melhor servem o


objetivo;

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

3. Iniciação do movimento voluntário

4º. As instruções motoras programadas são transmitidas aos


motoneurónios;

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

3. Iniciação do movimento voluntário

5º. Estimulação das fibras que determina o início e o fim dos


movimentos, bem como a sua força e velocidade.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

4. Programação do movimento

Quando executamos movimentos, preocupamo-nos com os


objetivos que perseguimos e com o padrão global do
movimento e não com os músculos ou unidades motoras
ativados.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

4. Programação do movimento

O programa motor corresponde a um conjunto de comandos


armazenados na memória a que se recorre antes de iniciar um
movimento.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

4. Programação do movimento

É constituído por uma sequência de instruções que dirigem a


ativação dos músculos envolvidos numa determinada ação.

Existem três tipos de instruções fundamentais:

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

a) Sequência de ativação

O programa contém uma ordem da sequência de ações que


podem ser executadas por diferentes grupos musculares;

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

b) estrutura temporal das contrações

A duração de uma ação obedece a um factor de escala de tal


forma que, quando o movimento é executado mais depressa,
as diferentes partes do movimento (músculos) encurtam na
mesma proporção;

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

c) Intensidade das ativações

As forças de contração dos diferentes músculos tendem a


manter uma proporção constante entre si, independentemente
da duração e da amplitude do movimento.

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

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BLOCO E – REGULAÇÃO CENTRAL DO
MOVIMENTO

5. Regulação do tónus muscular

Tónus muscular é mantido através de impulsos provenientes da


medula.

Impulsos são controlados pelo encéfalo e por impulsos que


partem dos fusos musculares.

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Módulo 3: Controlo e Coordenação do
Movimento

BLOCO F – Regulação do equilíbrio


LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

1. Músculos antigravíticos – posturais

A posição vertical do corpo contra a força da gravidade, é


mantida pela contração de determinados grupos musculares
que estabilizam a posição das articulações do tronco e membro
inferior.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

1. Músculos antigravíticos – posturais

A contração destes músculos, apesar de pouco intensa, é


permanente quando o homem está na posição bípede e é
controlada a um nível subconsciente.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

1. Músculos antigravíticos – posturais

- extensores da coluna (fundamentalmente os mais profundos)

- extensores das principais articulações do membro inferior


(coxo-femoral, joelho e tornozelo).

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

2. Recetores nervosos implicados no processo de equilíbrio:

2.1. Recetores vestibulares (ouvido interno)

A posição da cabeça é a mais importante para o equilíbrio, já


que influi na posição das restantes partes do corpo.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

2. Recetores nervosos implicados no processo de equilíbrio:

2.2. Visão

A perceção da posição e do movimento relativo do corpo em


relação aos objetos é uma das formas de nos localizarmos no
espaço e de determinarmos a nossa posição em relação a
vertical.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

2. Recetores nervosos implicados no processo de equilíbrio:

2.3. Recetores tácteis da planta dos pés

Os recetores de pressão informam constantemente como se


distribui o peso do corpo, antecipando possíveis desequilíbrios.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

2. Recetores nervosos implicados no processo de equilíbrio:

2.4. Fusos neuromusculares dos músculos antigravíticos

O mecanismo reflexo (reflexo miotático) tem uma ação muito


importante na regulação automática do comprimento dos
músculos antigravíticos.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

2. Recetores nervosos implicados no processo de equilíbrio:

2.5. Recetores articulares da coluna

Os recetores das articulações da coluna cervical permitem


controlar a orientação da cabeça em relação ao resto do corpo.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

2. Recetores nervosos implicados no processo de equilíbrio:

2.5. Recetores articulares dos membros inferiores

Os recetores nervosos das articulações, informam sobre a


posição e movimento relativo dos diferentes segmentos
corporais.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

3. Principais centros e processos envolvidos na regulação do


equilíbrio:

3.1. Medula

Responsável pela transmissão da informação eferente para os


músculos antigravíticos.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

3. Principais centros e processos envolvidos na regulação do


equilíbrio:

3.2. Núcleos Vestibulares

Centro de controlo do processo de equilíbrio;

Recebem informações dos diferentes recetores sensoriais e


determinam os ajustamentos posturais necessários.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

3. Principais centros e processos envolvidos na regulação do


equilíbrio:

3.3. Substância Reticulada

Regula a atividade muscular associada a sustentação do corpo


contra a gravidade.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

3. Principais centros e processos envolvidos na regulação do


equilíbrio:

3.4. Cerebelo

O cerebelo tem um papel primordial na correção do


movimento.

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LOGO BLOCO F – REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

3. Principais centros e processos envolvidos na regulação do


equilíbrio:

3.5. Córtex Cerebral

Fornece, à medula e ao cerebelo, projeções motoras relativas


ao controlo da motricidade.

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Módulo 3: Controlo e Coordenação do
Movimento

BLOCO G – Fadiga neuromuscular


LOGO BLOCO G – FADIGA NEUROMUSCULAR

1. Conceito, fatores que influenciam o seu aparecimento e


respetiva influência

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LOGO BLOCO G – FADIGA NEUROMUSCULAR

1.1. Conceitos

Fadiga muscular - incapacidade para manter, durante o


exercício, o nível de determinados parâmetros de produção
muscular.

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LOGO BLOCO G – FADIGA NEUROMUSCULAR

1.1. Conceitos

Fadiga nervosa - menor capacidade do SNC manter um certo


nível de atividade no músculo.

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LOGO BLOCO G – FADIGA NEUROMUSCULAR

1.2. Fatores que influenciam o aparecimento da fadiga

- condição física dos sujeitos;

- tipo de músculo (tipo de fibras musculares recrutadas);

- natureza da tarefa:

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1.2. Fatores que influenciam o aparecimento da fadiga

- natureza da tarefa:

a) relação entre intensidade e duração das cargas aplicadas;

b) modalidade de contração (estática, concêntrica ou


excêntrica);

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1.2. Fatores que influenciam o aparecimento da fadiga

- natureza da tarefa:

c) tipo, duração e intensidade do exercício;

d) condições ambientais de realização do exercício.

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2. Causas musculares de fadiga

- Alterações da homeostasia no próprio músculo esquelético -


decréscimo da força contráctil;

- Diminuição da velocidade de contração;

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- Alterações metabólicas:

• Alteração do pH intracelular (acumulação do fosfato e


iões de hidrogénio).

- Diminuição das reservas de glicogénio.

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3. Causas nervosas de fadiga

- Falhas na ativação do sistema nervoso central (SNC);

- Alterações na placa motora;

- Alteração no processo acoplamento excitação/contração;

- Diminuição da frequência ou sincronização de disparo das UM;

- Redução dos potenciais de ação dos motoneurónios.

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Módulo 3: Controlo e Coordenação do
Movimento

BLOCO H –Adaptações neuromusculares


ao exercício físico
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neuromusculares ao exercício físico
O exercício físico regular e sistemático induz no músculo
alterações estruturais e funcionais que dependem do estímulo
de treino, tendo em consideração:

- o tipo;

- a intensidade;

- a duração;

- a frequência.

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neuromusculares ao exercício físico
1. Alterações de volume muscular

1.1. Conceito de hipertrofia

Aumento do volume muscular das fibras já existentes.

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neuromusculares ao exercício físico
a) Fatores da hipertrofia

- Aumento do número de proteínas contrácteis;

- Aumento de elementos do sarcoplasma:

a) Reservas energéticas

b) Enzimas

- Aumento da concentração de hormonas de crescimento;

- Testosterona.

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neuromusculares ao exercício físico
1.2. Conceito de hiperplasia

Aumento do número de fibras musculares.

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neuromusculares ao exercício físico
a) Fatores da hiperplasia

- Treino de elevada intensidade;

- Após o ter sido atingido o limite de desenvolvimento


hipertrófico;

A hiperplasia é consequência da regeneração daa fibras


musculares.

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neuromusculares ao exercício físico
2. Adaptações metabólicas

a) Exercício aeróbio provoca o aumento:

- da capacidade aeróbia máxima (VO2máx);

- do número de capilares;

- do volume sistólico, hipertrofia do ventrículo esquerdo;

- da quantidade, eficiência e tamanho das mitocôndrias.

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neuromusculares ao exercício físico
2. Adaptações metabólicas

b) Exercício anaeróbio provoca o aumento:

- da força, resistência e potência muscular;

- da massa magra, metabolismo basal e gasto energético.

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neuromusculares ao exercício físico
2. Adaptações metabólicas

c) Identificação das adaptações metabólicas

- Quantidade de O2que chega à fibra muscular;

- Resposta dos sistemas enzimáticos implicados nos processos


oxidativos;

- Capacidade de mobilização das reservas energéticas.

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neuromusculares ao exercício físico
3. Alterações na composição muscular

Transformação de fibras IIb em fibras IIa.

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neuromusculares ao exercício físico
4. Alterações neurais ao exercício físico

4.1. Na coordenação intramuscular

- Aumento da capacidade em mobilizar um maior número de


UM;

- aumento da solicitação das unidades motoras;

- Inibição do órgão tendinoso de Golgi.

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4. Alterações neurais ao exercício físico

4.2. Na coordenação intermuscular

- Melhoria na coordenação entre agonistas e sinergistas;

- Inibição da contração dos antagonistas.

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neuromusculares ao exercício físico
4. Alterações neurais ao exercício físico

4.3. No ganho de origem reflexa

a) Adaptações no ciclo muscular alongamento/encurtamento

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neuromusculares ao exercício físico
a) Adaptações no ciclo muscular alongamento/encurtamento –
reflexo miotático

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neuromusculares ao exercício físico
a) Adaptações no ciclo muscular alongamento/encurtamento –
reflexo miotático inverso

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neuromusculares ao exercício físico
b) Adaptações no processamento de informação no SNC

Tratamento de Programação
Tomada de
Informação dos
decisão
sensorial movimentos

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