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TREINAMENTO

DESPORTIVO

TEORIA E METODOLOGIA DO TREINAMENTO 1


• O treinamento desportivo é a forma
CONCEITO DE básica de preparação do atleta. É a
preparação SISTEMATICAMENTE
TREINAMENTO ORGANIZADA por meio de exercícios
que, de fato, constitui um processo
DESPORTIVO pedagogicamente estruturado
condução do desenvolvimento do
de

atleta (do seu aperfeiçoamento


desportivo).

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EVOLUÇÃO
Aumento do nível desportivo dos atletas
Aperfeiçoamento dos SISTEMAS
DE PREPARAÇÃO

ASPECTOS envolvidos no
contexto do treinamento

Tipos e MATERIAIS
de treinamento 3
BASE PARA O TREINAMENTO
• Ideia de que um sistema de treinamento
estruturado objetiva características fisiológicas,
psicológicas e de desempenho especificas de
determinado esporte e atletas;

• BIOENERGÉTICA : processo de modulação e


direção (como o corpo fornece energia);

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OBJETIVOS DO TREINAMENTO
• CONDICIONAMENTO FÍSICO GERAL: Fornece a base do
treinamento para o sucesso em todos os esportes.

• Visa a melhoria das capacidades biomotoras básicas:


• RESISTÊNCIA;
• FORÇA;
• VELOCIDADE;
• FLEXIBILIDADE;
• COORDENAÇÃO.

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OBJETIVOS DO TREINAMENTO

• DESENVOLVIMENTO FÍSICO ESPECIFICO DO ESPORTE: é


o desenvolvimento de características fisiológicas ou de
condicionamento físico especifico a um esporte.

• Necessidades especificas ou combinadas: habilidade,


flexibilidade, força, treinamento aeróbio, etc.

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OBJETIVOS DO TREINAMENTO
• HABILIDADES TÉCNICAS: concentra-se no
desenvolvimento das habilidades técnicas necessárias ao
sucesso na atividade esportiva;

• O desenvolvimento da técnica deve ocorrer em condições


normais e incomuns e concentrar-se sempre no
aperfeiçoamento das habilidades especificas exigidas pelo
esporte.

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OBJETIVOS DO TREINAMENTO

• HABILIDADES TÁTICAS: Destinado a melhorar as


estratégias competitivas e baseia-se no estudo das táticas
dos adversários.

• É destinado a desenvolver estratégias que tiram proveito


das capacidades técnicas e físicas do atleta para que as
chances de sucesso aumentem.

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OBJETIVOS DO TREINAMENTO

• FATORES PSICOLÓGICOS: Garantir a otimização do


desempenho físico.

• Desenvolvimento de características psicológicas como


disciplina, coragem, perseverança, e confiança são
essenciais no desempenho atlético.

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OBJETIVOS DO TREINAMENTO

• MANUTENÇÃO DA SAÚDE: A saúde global do atleta deve


ser considerada.

• Lesões e doenças exigem atenção especificas e a


administração apropriada dessas ocorrências é uma
importante prioridade a considerar durante o processo de
treinamento.

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OBJETIVOS DO TREINAMENTO
• RESISTÊNCIA A LESÕES: A aplicação inadequada do
treinamento, que inclui a carga excessiva, aumentará o risco de
lesões.

• O desenvolvimento físico multilateral é crucial, porque este


permite o desenvolvimento de capacidades biomotoras que
ajudarão a diminuir o potencial de lesão.

• A administração da fadiga é importante, quando a fadiga é alta,


a ocorrência de lesões é significativamente maior.

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OBJETIVOS DO TREINAMENTO
• CONHECIMENTO TEÓRICO: O treinamento deve aumentar
o conhecimento dos atletas da base fisiológica e
psicológica do treinamento, planejamento, nutrição e
regeneração;

• É crucial que o atleta compreenda por que certas


atividades estão sendo realizadas;

• Melhora a probabilidade de que o atleta venha a tomar


boas decisões pessoais sobre o treinamento e o esporte.
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OBJETIVOS DO TREINAMENTO
CONDICIONAMENTO FÍSICO
GERAL E ESPECIFICO

HABILIDADES TÉCNICAS
HABILIDADES TÁTICAS
FATORES PSICOLÓGICOS
MANUTENÇÃO DA SAÚDE
RESISTÊNCIA A LESÕES
CONHECIMENTO TEÓRICO
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CLASSIFICAÇÃO DE HABILIDADES
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CLASSIFICAÇÃO DE
HABILIDADES

MÉTODO TRADICIONAL:
CAPACIDADES BIOMOTORAS:
Individual (atletismo, ginástica, boxe);
Força, velocidade, treinamento aeróbio
e coordenação. Esportes de equipe (futebol, vôlei,
basquete)

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CLASSIFICAÇÃO DE
HABILIDADES
• HABILIDADES CÍCLICAS: A principal característica é o ato
motor de movimentos repetitivos, uma vez que o atleta
aprende um ciclo de movimentos este pode duplicar-se
continuamente por longos períodos.

• Ex: caminhada, remo, natação, ciclismo, caiaque,


canoagem.

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CLASSIFICAÇÃO DE
HABILIDADES

• HABILIDADE ACÍCLICAS: Essas habilidades consistem das


funções integrantes executadas em uma ação.

• Ex: lançamento de peso, lançamento de disco, luta livre,


boxe e esgrima.

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ADAPTAÇÃO AO TREINAMENTO
18
ADAPTAÇÃO AO TREINAMENTO
Platô
Estagnação do Desempenho
C
a
r
g
a

p
a
d
r Melhoria
ã
o
Fase preparatória Fase competitiva

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ADAPTAÇÃO AO TREINAMENTO
Desempenho

Estímulo de
Estímulo de treinamento
Estímulo de
treinamento novo e
treinamento

Adaptação

Adaptação
Adaptação
novo e
Adaptação

Estímulo de novo e variado


treinamento variado
variado

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ADAPTAÇÃO AO TREINAMENTO
Desempenho

Mesmo Mesmo Mesmo

Adaptação

Adaptação
Adaptação
Adaptação

Estímulo de estímulo de estímulo de estímulo de


treinamento treinamento treinamento treinamento

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ADAPTAÇÃO AO TREINAMENTO
Desempenho

Estímulo de Excessivo
Má-Adaptação

treinamento estímulo de Excessivo

Má- Adaptação

Má-Adaptação

Má-Adaptação
treinamento estímulo de Excessivo
treinamento estímulo de
treinamento

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ESPECIFICIDADE DE
ADAPTAÇÃO

• Um programa de treinamento sistemático e


bem organizado induz adaptações das
principais funções do corpo:

• NEUROMUSCULAR: aumentar a eficiência dos


movimentos e da coordenação, aumentar a
atividade reflexa do sistema nervoso,
sincronizar a atividade da unidade motora,
aumentar o recrutamento da unidade motora,
aumentar o disparo da unidade motora,
aumentar a hipertrofia muscular, aumentar a
biogênese mitocondrial.
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ESPECIFICIDADE DE
ADAPTAÇÃO

• METABÓLICA: Aumentar o armazenamento


muscular de adenosina trifosfato (ATP) e
fosfocreatina (CrP);
• Aumentar a capacidade de armazenar
glicogênio do músculo, aumentar a capacidade
do músculo de tolerar o acúmulo de ácido
lático e retardar o aparecimento da fadiga;
• Aumentar a rede de capilares para um
suprimento superior de nutrientes e oxigênio,
aumentar a utilização de gordura como energia
para atividades de longa duração

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ESPECIFICIDADE DE
ADAPTAÇÃO

• CARDIOPULMONAR: Aumentar o volume do


pulmão, aumentar a hipertrofia da parede
ventricular esquerda, aumentar o volume do
ventrículo esquerdo para aumentar o volume
sistólico e assim facilitar o fornecimento de
sangue oxigenado aos músculos de trabalho;

• Diminuir a frequência cardíaca, aumentar a


densidade capilar, aumentar o limiar de lactato
para que o atleta possa desempenhar-se numa
taxa maior de consumo de oxigênio e aumentar
o VO2 Máx. para melhorar a capacidade aeróbia
em exercícios prolongados.
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ESPECIFICIDADE DE ADAPTAÇÃO
NOVO LIMIAR DE
ADAPTAÇÃO

LIMIAR ATUAL DE
ADAPTAÇÃO

A quebra do limiar de adaptação deve melhorar o desempenho


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EFEITO DO
TREINAMENTO
• EFEITO IMEDIATO do treinamento:
Pode ser detectado durante e
imediatamente após uma sessão de
treinamento sob a forma de reação
fisiológica a uma carga de treino.
• Aumento da FC;
• Aumento da pressão sanguínea;
• Força diminuída;
• Fadiga aumentada.
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EFEITO DO
TREINAMENTO
• EFEITO RETARDADO do treinamento:

É os benefícios positivos do treinamento, é


aparente após dissipar-se a fadiga
associada a ele.

Depende da sessão do treinamento: quanto


maior a carga, mais longo o período de
tempo antes dos ganhos serem percebidos.

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EFEITO DO
TREINAMENTO

• EFEITO CUMULATIVO:
É o resultado de varias sessões ou mesmo
fases do treinamento, que podem incluir
sessões com cargas muito desafiadoras
que se destinam a romper o limiar de
adaptação de uma determinada fase do
treinamento.

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EFEITO IMEDIATO

EFEITO
RETARDADO

EFEITO
CUMULATIVO

EFEITOS DO TREINAMENTO
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SÍNDROME GERAL DA ADAPTAÇÃO
(SGA)
Estímulo de
treinamento
C Novo nível de
Treinamento típico desempenho

Nível de A
Desempenho

desempenho
original

Fase de Recuperação ou fase


alarme de adaptação

B Treinamento excessivo ou exaustão

Tempo

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SÍNDROME GERAL DA
ADAPTAÇÃO (SGA)

• Base da sobrecarga progressiva;


• Cargas de treinamento, volumes,
especificidade bioenergéticas tem que ser
alternados;
• O treinador deve alternar blocos de
treinamento que alternem intensidades
altas, moderadas e baixas.
❑PERIODIZAÇÃO;
❑SUPERCOMPENSAÇÃO.
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SUPERCOMPENSAÇÃO

• É a relação entre trabalho e regeneração


que conduz a adaptação física superior
bem como a estimulação metabólica e
neuropsicológica antes de uma
competição.

• Considera-se supercompensação como a


base de um aumento funcional de
eficiência atlética, resultante da
adaptação do corpo ao estimulo (carga)
do treinamento e do reabastecimento de
glicogênio do músculo. 33
SUPERCOMPENSAÇÃO

• Ajuda o atleta a administrar o estresse ;


• Ajuda o treinador a criar sistemas
estruturados de treinamento;
• Evita o aparecimento critico de FADIGA e
o treinamento excessivo;
• Torna o treinador consciente de alternar
intensidades para melhores adaptações;
• Diferentes tipos de técnicas de
recuperação;
• Utiliza técnicas fisiológicas e psicológicas
no treinamento. 34
SUPERCOMPENSAÇÃO
SUPERCOMPENSAÇÃO INVOLUÇÃO

HOMEOSTASE
ESTADO
BIOLÓGICO
NORMAL
COMPENSAÇÃO
FADIGA

I II III IV
Utilização de cargas progressivas proporcionando
supercompensação ao organismo
35
FASES DE SUPERCOMPENSAÇÃO
Fadiga central induzida
pelo exercício, aumento
FASE I: Duração 1 a 2 Redução na ativação
de serotonina o que
horas. neural do músculo;
pode levar a fadiga
mental;

Calcio prejudicado pelo Glicogênio muscular e


Aumento na absorção
reticulo fosfocreatina
da glicose (GLUT4);
sarcoplasmático; diminuído;

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FASES DE SUPERCOMPENSAÇÃO

Glicogênio muscular EPOC elevado 24 a 38


FASE II: 24 a 48 horas
restaurado; horas;

Síntese proteica
Retorno em
15 a 48 horas elevação aumentada 4 H
aproximadamente 36
do gasto de energia; após/50% e 24 H após
horas;
109%;

37
FASES DE SUPERCOMPENSAÇÃO

Capacidade de força Dor muscular


FASE III: 36 a 72 horas
restabelecida 72 H; restabelecida;

Capacidade de lidar Glicogênio totalmente


Supercompensação
com o estresse do recuperado permitindo
psicológica;
treinamento; novo treinamento;

38
FASES DE SUPERCOMPENSAÇÃO

ESTÍMULO

MELHORIA DO
DESEMPENHO

CURTOS INTERVALOS ENTRE AS SESSÕES DE


TREINAMENTO.
39
FASES DE SUPERCOMPENSAÇÃO

ESTÍMULO

MELHORIA DO
DESEMPENHO

LONGOS INTERVALOS ENTRE AS SESSÕES DE


TREINAMENTO. (EX: 3 X NA SEMANA)
40
FASES DE SUPERCOMPENSAÇÃO
ESTÍMULO

DECLÍNIO DO
DESEMPENHO

DECLÍNIO NO DESEMPENHO POR PROLONGADOS


ESTÍMULOS DE MÁXIMA INTENSIDADE.
41
PRINCÍPIOS
BÁSICOS
DO TREINAMENTO

42
PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO FÍSICO
Individualidade Adaptação
Biológica
Sobrecarga
Conscientização
Especificidade
Continuidade ou
Reversibilidade Manutenção

43
PRINCÍPIO DA
CONSCIÊNCIA

44
PRINCÍPIO DA CONSCIÊNCIA
Não engloba apenas a Compreensão dos motivos
realização do exercício de sua aplicação

Praticante canaliza sua expectativa


para os aspectos motivacionais

Resultados
Monteiro, 2002
mais eficientes
45
PRINCÍPIO DA CONSCIÊNCIA
MOTIVAÇÃO RESULTADOS

CONCIENTIZAÇÃO
46
PRINCÍPIO DA
INDIVIDUALIDADE
BIOLÓGICA

47
PRINCÍPIO DA INDIVIDUALIDADE
BIOLÓGICA
Qualquer ser vivo, é o resultado da interação do meio
ambiente com o Genótipo. Que é expressado no
Fenótipo.

• Para cada indivíduo um determinado estímulo


provoca uma adaptação específica.
• Um mesmo estímulo deverá provocar
adaptações diferentes em pessoas diferentes. 48
PRINCÍPIO DA INDIVIDUALIDADE
BIOLÓGICA
Diferenças existentes quanto
a carga genética (genótipo)

Experiências adquiridas após


o nascimento (fenótipo)

Diferentes respostas ao
mesmo treinamento
Barbanti, 2001
49
PRINCÍPIO DA INDIVIDUALIDADE
BIOLÓGICA

IDADE BIOLÓGICA

IDADE CRONOLÓGICA
50
PRINCÍPIO DA
INDIVIDUALIDADE
BIOLÓGICA

• IDADE DE TREINAMENTO: É definida como


numero de anos em que o individuo tem
estado a preparar-se para uma atividade
esportiva.

• HISTÓRICO DE TREINAMENTO: A história de


treinamento do atleta influencia sua
capacidade de trabalho e a probabilidade de
desenvolver os níveis de aptdão necessários
para tolerar altas cargas de treinamento.

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PRINCÍPIO DA INDIVIDUALIDADE
BIOLÓGICA
• STATUS DE SAÚDE: Atleta doente ou lesado terá uma
capacidade de trabalho reduzida e muitas vezes não será
capaz de tolerar as cargas de treinamento prescritas.

• ESTRESSE E TAXA DE RECUPERAÇÃO: Estressores


geralmente são considerados aditivos e fatores que colocam
uma alta demanda sobre o atleta podem alterar sua
capacidade de tolerar uma carga de treinamento.

52
PRINCÍPIO DA
ADAPTAÇÃO

53
PRINCÍPIO DA ADAPTAÇÃO

Conjunto de reações E que tende a conservar a


fisiológicas que asseguram a estabilidade relativa do
adaptação do organismo. meio interno

À mudança das
ADAPTAÇÃO
condições circundantes

54
PRINCÍPIO DA ADAPTAÇÃO

ADAPTABILIDADE: é a denominação das


diferentes formas de assimilação de estímulos,
frente à mesma quantidade e qualidade de
sobrecarga de treinamento.

“O desenvolvimento da condição
de treinamento é muito rápida
no início, tornando-se cada vez
mais lenta”
55
SITUAÇÕES
ESTIMULADORAS

DIFERENTES SÉRIE DE REAÇÕES


REAÇÕES(SAG) FISIOLÓGICAS;

ALTERAÇÃO DO
SE OS ESTÍMULOS EQUILÍBRIO
ATUAREM HOMEOSTÁTICO;
CONTINUAMENTE;

OUTRAS SÉRIES DE
REAÇÕES COMO
RESPOSTAS; 56
PRINCÍPIO DA ADAPTAÇÃO
Efeito Imediato: alterações que ocorrem no
trabalho físico, podendo ser após sessão de treino

Efeito Posterior: alterações entre o término do


trabalho físico até o próximo estímulo

Efeito Sumário: soma dos efeitos de treinamento


de diversas cargas

Efeito Acumulativo: combinação dos efeitos


imediatos e posteriores das sessões de treino
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PRINCÍPIO DA
SOBRECARGA

58
PRINCÍPIO DA SOBRECARGA

• CARGAS DE GANHO: uma carga de treinamento de


maior magnitude que a carga de treinamento habitual.

• CARGA DE DESTREINAMENTO: é substancialmente


mais leve que a habitual.

• CARGA DE MANUTENÇÃO: que é a carga de trabalho


habitual do atleta, permite manter o condicionamneto
físico.
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PRINCÍPIO DA SOBRECARGA
PLATÔ
ESTAGNAÇÃO DO
DESEMPENHO
CARGA
C
a PADRÃO
r
g
a

p
a
d
r MELHORIA
ã
o
FASE PREPARATÓRIA FASE COMPETITIVA

60
PRINCÍPIO DA SOBRECARGA

200

AUMENTO
AUMENTO DE
CARGA (%) LINEAR DA
SOBRECARGA
40

4 8 12 16
DIAS DE TREINAMENTO 61
PRINCÍPIO DA SOBRECARGA

CARGA
CARGA DE PROGRESSIVA
TREINAMENTO

1 2 3 4

MICROCICLOS 62
PRINCÍPIO DA SOBRECARGA

Mudanças funcionais no corpo


ocorrem somente quando a carga é
suficiente para causar uma ativação
considerável de energia e mudança
plástica nas células relacionadas à
síntese de novos tecidos.

63
PRINCÍPIO DA SOBRECARGA

Sobrecarga de intensidade abaixo do


limite crítico

Não promove efeito positivo


de treinamento

Redução da capacidade funcional do


organismo
64
PRINCÍPIO DA SOBRECARGA

Aumento progressivo na carga de trabalho

A partir do momento em que o indivíduo adapta-


se a esta carga para a melhoria da aptidão física

❑ A sobrecarga pode ser aplicada no


volume ou na intensidade 65
PRINCÍPIO DA SOBRECARGA

INTENSIDADE: QUALIDADE DA CARGA

Aplicação PROGRESSIVA na SOBRECARGA

Tempo de RECUPERAÇÃO deve ser


SUFICIENTE para que haja ADAPTAÇÃO a
cada nível solicitado
66
PRINCÍPIO DA
ESPECIFICIDADE

67
PRINCÍPIO DA ESPECIFICIDADE

O efeitos do treinamento são específicos para as


partes e sistemas corporais solicitados

Sistema de produção de energia

Grupos musculares envolvidos

Biomecânica específica do movimento


68
PRINCÍPIO DA ESPECIFICIDADE

O treinamento dever ser intimamente relacionado


com a CARACTERÍSTICA DO ESPORTE

Envolver os músculos que participam do gesto


esportivo, principalmente a FORMA como esses
MÚSCULOS SÃO RECRUTADOS

69
PRINCÍPIO DA ESPECIFICIDADE

O exercícios com sobrecarga devem ser


executados com a estrutura parcial ou total dos
GESTOS ESPORTIVOS

A VELOCIDADE DE EXECUÇÃO deve ser muito


próxima à do gesto do esporte

A AMPLITUDE dos movimentos deve ser similar

70
PRINCÍPIO DA ESPECIFICIDADE
Maiores mudanças funcionais e morfológicas

Ocorrem somente nos órgãos, células e


estruturas intracelulares

Responsáveis pelo movimento

As ADAPTAÇÕES do organismo se fazem


de acordo com o ESTÍMULO aplicado 71
PRINCÍPIO DA ESPECIFICIDADE
Toda aquisição que se ganha lentamente
em um TEMPO PROLONGADO

Mantém-se com mais facilidade e PERDE-SE


com mais LENTIDÃO

Do que as aquisições conseguidas


rapidamente e em TEMPO CURTO 72
PRINCÍPIO DA
MANUTENÇÃO

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PRINCÍPIO DA MANUTENÇÃO
Volume de carga para manter
nível de DESEMPENHO
MENOR do que o necessário
para atingi-lo

MANUTENÇÃO com leve redução da duração


e da freqüência de treinamento por
CURTOS PERÍODOS

Manutenção da
INTENSIDADE 74
PRINCÍPIO DA
CONTINUIDADE OU
REVERSIBILIDADE

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PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE

Os efeitos do treinamento são TRANSITÓRIOS e


REVERSÍVEIS

Suspensão ou redução do treinamento leva ao


REAJUSTE dos sistemas corporais, de acordo
com o estímulo FISIOLÓGICO DIMINUÍDO

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