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CAPACIDADES MOTORAS

CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONAIS CONDICIONAIS São determinadas pelas componentes energéticas, onde predominam os
CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONAIS CONDICIONAIS São determinadas pelas componentes energéticas, onde predominam os

CONDICIONAISCONDICIONAIS

CAPACIDADES MOTORAS CONDICIONAIS CONDICIONAIS São determinadas pelas componentes energéticas, onde predominam os

São determinadas pelas componentes energéticas, onde predominam os processos de obtenção e transformação de Energia.

FORMAS DE MANIFESTAÇÃO
FORMAS DE MANIFESTAÇÃO

COORDENATIVASCOORDENATIVAS

FORMAS DE MANIFESTAÇÃO COORDENATIVAS COORDENATIVAS Baseiam-se nos processos de transmissão da informação do

Baseiam-se nos processos de transmissão da informação do SNC. Permitem que o atleta consiga dominar de forma segura e económica as acções motoras.

FORMAS DE MANIFESTAÇÃO
FORMAS DE MANIFESTAÇÃO

FORÇA

VELOCIDADE

RESISTÊNCIA

FLEXIBILIDADE

CAP. DIFERENCIAÇÃO CINESTÉSICA CAP. ORIENTAÇÃO ESPACIAL CAP. EQUILIBRIO CAP. REACÇÃO CAP. RITMO

CINESTÉSICA CAP. ORIENTAÇÃO ESPACIAL CAP. EQUILIBRIO CAP. REACÇÃO CAP. RITMO Sofia Oom EF - CAP. MOTORAS
CINESTÉSICA CAP. ORIENTAÇÃO ESPACIAL CAP. EQUILIBRIO CAP. REACÇÃO CAP. RITMO Sofia Oom EF - CAP. MOTORAS

CAPACIDADESCAPACIDADES CONDICIONAISCONDICIONAIS

CAPACIDADES CAPACIDADES CONDICIONAIS CONDICIONAIS FORÇA Capacidade que através da contra cção muscular permite vencer

FORÇA

Capacidade que através da contracção muscular permite vencer uma determinada resistência, com base nos processos de inervação e do metabolismo muscular.

ase nos processos de inervação e do metabolismo muscular. F. MÁXIMA / F. RÁPIDA / F.

F. MÁXIMA / F. RÁPIDA / F. RESISTÊNCIA

muscular. F. MÁXIMA / F. RÁPIDA / F. RESISTÊNCIA VELOCIDADE Capacidade de executar movimentos no mais

VELOCIDADE

Capacidade de executar movimentos no mais curto espaço de tempo

VEL. REACÇÃO / VEL. EXECUÇÃO / VEL. RESISTÊNCIA ÇÃO / VEL. RESISTÊNCIA

tempo VEL. REACÇÃO / VEL. EXECU ÇÃO / VEL. RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA Capacidade de suportar e recuperar

RESISTÊNCIA

Capacidade de suportar e recuperar a fadiga física e psíquica durante um certo tempo de esforço. QuantoQuanto àà duraçãoduração dodo esforço:esforço:

à à duração duração do do esforço: esforço: RESIST. CURTA DURAÇÃO (entre os 45’’ e os

RESIST. CURTA DURAÇÃO (entre os 45’’ e os 2’) RESIST. MÉDIA DURAÇÃO (entre os 2’ e os 8’) RESIST. LONGA DURAÇÃO (superior a 8’) QuantoQuanto àsàs formasformas dede mobimobilizaçãolização bioenergéticas:bioenergéticas:

RESIST. ANAERÓBIA ALÁCTICA (ATP-CP – sem O2) RESIST. ANAERÓBIA LÁCTICA (Glicogénio – sem O2) RESIST. AERÓBIA (Hidratos de Carbono – com O2)

sem O2) RESIST. AERÓBIA (Hidratos de Carbono – com O2) FLEXIBILIDADE Capacidade de executar movimentos de

FLEXIBILIDADE

Capacidade de executar movimentos de grande amplitude, por si mesmo ou por influência de forças externas.

por si mesmo ou por influência de forças externas. FLEXIB. ESTÁTICA / FLEXIB. DINÂMICA ACTIVA PASSIVA

FLEXIB. ESTÁTICA / FLEXIB. DINÂMICA

ACTIVA

influência de forças externas. FLEXIB. ESTÁTICA / FLEXIB. DINÂMICA ACTIVA PASSIVA Sofia Oom EF - CAP.

PASSIVA

CAPACIDADESCAPACIDADES COORDENATIVASCOORDENATIVAS

CAPACIDADE DE DIFERENCIAÇÃO CINESTÉSICA

Permite a recolha de informação sobre o peso do corpo, o movimento muscular e articular.

sobre o peso do corpo, o movimento muscular e articular. CAPACIDADE DE ORIENTAÇÃO ESPACIAL Utiliza as

CAPACIDADE DE ORIENTAÇÃO ESPACIAL

Utiliza as informações visuais para determinar as mudanças de posição do corpo num espaço conhecido ou desconhecido.

posição do corpo num espaço conhecido ou desconhecido . CAPACIDADE DE EQUILÍBRIO Necessária para a solução

CAPACIDADE DE EQUILÍBRIO

conhecido ou desconhecido . CAPACIDADE DE EQUILÍBRIO Necessária para a solução de tarefas moto ras que

Necessária para a solução de tarefas motoras que exijam pequenas alterações de plano ou situações de equilíbrio instável.

CAPACIDADE DE REACÇÃO

Capacidade de reagir no mais curto espaço de tempo a estímulos ou a anteriores acções motoras.

de tempo a estímulos ou a anteriores acções motoras. CAPACIDADE DE RITMO Capacidade de compreender e

CAPACIDADE DE RITMO

Capacidade de compreender e interpretar as estruturas temporais e dinâmicas contidas na evolução do movimento.

interpretar as estruturas temporais e dinâmicas c ontidas na evolução do movimento. Sofia Oom EF -

ESTRUTURASESTRUTURAS BIOLÓGICASBIOLÓGICAS

Estruturas de suporte ao movimento

• O corpo humano é constituído por uma diversidade de Estruturas Biológicas, agrupados em três
• O corpo humano é constituído por uma diversidade de
Estruturas Biológicas, agrupados em três grandes grupos:
Morfológicas (Locomotoras), Orgânicas e Perceptivo-
Cinéticas
Estruturas Biológicas
Morfológicas
Perceptivo-Cinéticas
Orgânicas
Actua
Alimenta
Recebe-Analisa-Comanda
Ossos
Músculos
Articulações
Órgãos / Coração
Sistema Circulatório
Sistema Respiratório
Sistema Digestivo
Órgãos dos Sentidos
Sistema Nervoso
Suporte
Protecção
Dar forma ao corpo
Movimento
Desenvolver a
capacidade do
Organismo de
produzir trabalho
Receber e interpretar
as mensagens
provenientes do próprio
ou do meio exterior
Sofia Oom
EF - CAP. MOTORAS
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EstruturasEstruturas MorfológicasMorfológicas ouou LocomotorasLocomotoras

Estruturas Estruturas Morfológicas Morfológicas ou ou Locomotoras Locomotoras Sofia Oom EF - CAP. MOTORAS 5
Estruturas Estruturas Morfológicas Morfológicas ou ou Locomotoras Locomotoras Sofia Oom EF - CAP. MOTORAS 5
Estruturas Estruturas Morfológicas Morfológicas ou ou Locomotoras Locomotoras Sofia Oom EF - CAP. MOTORAS 5

EstruturasEstruturas OrgânicasOrgânicas

Estruturas Estruturas Orgânicas Orgânicas Sofia Oom EF - CAP. MOTORAS 6
Estruturas Estruturas Orgânicas Orgânicas Sofia Oom EF - CAP. MOTORAS 6
Estruturas Estruturas Orgânicas Orgânicas Sofia Oom EF - CAP. MOTORAS 6
Estruturas Estruturas Orgânicas Orgânicas Sofia Oom EF - CAP. MOTORAS 6

EstruturasEstruturas PerceptivoPerceptivo--CinéticasCinéticas

Estruturas Estruturas Perceptivo Perceptivo - - Cinéticas Cinéticas Sofia Oom EF - CAP. MOTORAS 7
Estruturas Estruturas Perceptivo Perceptivo - - Cinéticas Cinéticas Sofia Oom EF - CAP. MOTORAS 7

Ciclo de Auto-Renovação da Matéria Viva

O desenvolvimento do ser humano traduz-se na capacidade de responder aos diversos estímulos (CARGA FUNCIONAL). À medida que o estímulo provoca alterações no organismo estamos perante uma ADAPTAÇÃO.

alterações no organismo estamos perante uma ADAPTAÇÃO. Quando há ADAPTAÇÃO o organismo reequilibra-se e a este

Quando há ADAPTAÇÃO o organismo reequilibra-se e a este novo “equilíbrio” chamamos de HOMEOSTASIA!!

e a este novo “equilíbrio” chamamos de HOMEOSTASIA!! SUPERCOMPENSAÇÃO SUPERCOMPENSAÇÃO MELHORIA PROGRESSIVA

SUPERCOMPENSAÇÃOSUPERCOMPENSAÇÃO

de HOMEOSTASIA!! SUPERCOMPENSAÇÃO SUPERCOMPENSAÇÃO MELHORIA PROGRESSIVA DA CONDIÇÃO FÍSICA Alimentação /

MELHORIA PROGRESSIVA DA CONDIÇÃO FÍSICA

MELHORIA PROGRESSIVA DA CONDIÇÃO FÍSICA Alimentação / Repouso REPOSIÇÃO ENERGÉTICA SUPERIOR À
Alimentação / Repouso
Alimentação / Repouso
PROGRESSIVA DA CONDIÇÃO FÍSICA Alimentação / Repouso REPOSIÇÃO ENERGÉTICA SUPERIOR À QUE FOI GASTA Nível

REPOSIÇÃO ENERGÉTICA SUPERIOR À QUE FOI GASTA

Nível Energético Inicial

Aplicação da carga

FOI GASTA Nível Energético Inicial Aplicação da carga FADIGA Para se conseguir melhorar as capacida des

FADIGA

Para se conseguir melhorar as capacidades motoras deve-se recorrer a estímulos de carga apropriados de forma a provocar uma ADAPTAÇÃO no organismo, criando assim um novo “estado fisiológico” (uma nova HOMEOSTASIA), através da SUPERCOMPENSAÇÃO,SUPERCOMPENSAÇÃO que permita superar uma nova carga mais elevada

que permita superar uma nova carga mais elevada CARGA CARGA DE DE TREINO TREINO – É

CARGACARGA DEDE TREINOTREINO É o estímulo ou actividade adicional do organismo causado pelo treino e pelas dificuldades que vão sendo superadas

ALTERAÇÕES/ADAPTAÇÕESALTERAÇÕES/ADAPTAÇÕES NONO ORGANISMOORGANISMO PROVOCADASPROVOCADAS PELAPELA APLICAÇÃOAPLICAÇÃO DEDE UMAUMA CARGACARGA DEDE TREINOTREINO

ORGÂNICAS:ORGÂNICAS:

CARGA DE DE TREINO TREINO ORGÂNICAS: ORGÂNICAS: • • - Diminuição do Ritmo Cardíaco (FC) em

- Diminuição do Ritmo Cardíaco (FC) em repouso e em esforço

- Aumento do Volume Sistólico (sangue expelido pelo coração)

- Aumento da concentração de Hemoglobina no sangue (maior capacidade de transporte de O2)

- Aumento da Capacidade de Ventilação Pulmonar após o esforço (maior quantidade de transformações do CO2 em O2 => Aumento do Volume de O2)

- Aumento da Capilarização dos Tecidos (maior difusão do O2)

MORFOLÓGICAS:MORFOLÓGICAS:

ecidos (maior difusão do O2) MORFOLÓGICAS: MORFOLÓGICAS: • • - Hipertrofia Muscular Cardíaca (a umento do

- Hipertrofia Muscular Cardíaca (aumento do MIOCÁRDIO => mais força para bombear o sangue para o Organismo)

- Hipertrofia Muscular do Aparelho Locomotor (aumento da massa muscular)

- Hipertrofia dos Tendões e Ligamentos (mais fortes e resistentes)

- Multiplicação e Aumento do Volume das Mitocondrias (células existentes nos músculos onde ocorrem os processos químicos de transformação

do ATP com a presença do O2

químicos de transformação do ATP com a presença do O2 PERCEPTIVO PERCEPTIVO - - CINÉTICAS: CINÉTICAS:

PERCEPTIVOPERCEPTIVO--CINÉTICAS:CINÉTICAS:

Resistência Aeróbia

PERCEPTIVO - - CINÉTICAS: CINÉTICAS: Resistência Aeróbia • • - Melhoria do controlo do sist ema

- Melhoria do controlo do sistema nervoso sobre os músculos e outros órgãos, tornando os movimentos mais coordenados e aumentando assim o rendimento dos exercícios.

BIOQUÍMICAS:BIOQUÍMICAS:

- Aumento das reservas de Fosfocreatina (PC)

- Aumento das reservas de Adenosina Trifosfato (ATP) (composto químico armazenado nas células musculares)

- Aumento das reservas de Glicogénio Muscular e Hepático (proveniente dos Hidratos de Carbono [mel, vegetais, frutas, batatas, arroz…], estes são transformados em açucares mais simples e são armazenados sob a forma de Glicogénio nos músculos e no fígado)

EfeitosEfeitos dodo TreinoTreino DesportivoDesportivo

Efeitos Efeitos do do Treino Treino Desportivo Desportivo Fig.1 – Trabalho com efeito positivo e progressivo
Fig.1 – Trabalho com efeito positivo e progressivo
Fig.1 – Trabalho com efeito positivo e
progressivo

O Treino seguinte é iniciado no pico da SUPERCOMPENSAÇÃO

Fig.2 – Trabalho negativo e prejudicial
Fig.2 – Trabalho negativo e prejudicial

O período de recuperação é muito curto, não permitindo que seja feita a reposição energética a níveis, pelo menos, idênticos ao inicial

PRINCÍPIOS PRINCÍPIOS DO DO TREINO TREINO DE DE ORDEM ORDEM BIOLÓGICA BIOLÓGICA • • P.

PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS DODO TREINOTREINO

DEDE ORDEMORDEM BIOLÓGICABIOLÓGICA

P.P. SobrecargaSobrecarga Para haver

adaptação tem que existir um estímulo que a provoque. Se o estímulo é comum não há adaptação, ou melhor, o corpo já está adaptado.

P.P. ReversibilidadeReversibilidade

Quando não há estímulo, ou ele é inadequado, as capacidades físicas voltam ao seu estado inicial.

P.P. EspecificidadeEspecificidade O

organismo adapta-se de uma forma específica ao estímulo que recebe

P.P. HeterocronismoHeterocronismo As

várias estruturas do nosso organismo têm diferentes modos de reacção aos diferentes estímulos, respondendo em tempos e intensidades diferentes

de reacção aos diferentes estímulos, respondendo em tempos e intensidades diferentes Sofia Oom EF - CAP.
de reacção aos diferentes estímulos, respondendo em tempos e intensidades diferentes Sofia Oom EF - CAP.
de reacção aos diferentes estímulos, respondendo em tempos e intensidades diferentes Sofia Oom EF - CAP.
PRINCÍPIOS PRINCÍPIOS DO DO TREINO TREINO DE DE ORDEM ORDEM PEDAGÓGICA PEDAGÓGICA • • P.

PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS DODO TREINOTREINO

DEDE ORDEMORDEM PEDAGÓGICAPEDAGÓGICA

P.P. ContinuidadeContinuidade A

estrutura do treino deve ser idealizada consoante o(s) treino(s) anterior(es).

P.P. ProgressãoProgressão A

carga deve ser aumentada de forma gradual.

P.P. AlternânciaAlternância A

carga de treino deve suceder- se no tempo, variando a natureza, intensidade e volume do estímulo.

P.P. IndividualizaçãoIndividualização

A carga deve ser adequada à capacidade do indivíduo. A mesma carga pode representar diferentes adaptações de indivíduo para individuo.

A mesma carga pode representar diferentes adaptações de indivíduo para individuo. Sofia Oom EF - CAP.
A mesma carga pode representar diferentes adaptações de indivíduo para individuo. Sofia Oom EF - CAP.
A mesma carga pode representar diferentes adaptações de indivíduo para individuo. Sofia Oom EF - CAP.
A mesma carga pode representar diferentes adaptações de indivíduo para individuo. Sofia Oom EF - CAP.

INDICADORESINDICADORES DEDE ESFORÇOESFORÇO

INDICADORES INDICADORES DE DE ESFORÇO ESFORÇO Frequência Cardíaca A frequência cardíaca é um indicador do
INDICADORES INDICADORES DE DE ESFORÇO ESFORÇO Frequência Cardíaca A frequência cardíaca é um indicador do

Frequência Cardíaca

A frequência cardíaca é um indicador do trabalho cardíaco que é expresso através do número de batimentos do coração durante um minuto.

O controle da Frequência Cardíaca pode ser feita das seguintes formas:

No peito colocar a palma da mão sobre a zona do coração, contar

o número de batimentos durante 15 segundos e multiplicar por quatro. Esta técnica utiliza-se sobretudo após esforço.

Na artéria carótida colocar os dedos indicador e médio no pescoço, pressionando um pouco a artéria carótida, contar o número de batimentos durante 15 segundos e multiplicar por quatro;

Ao nível da artéria radial colocar os dedos indicador e médio sobre o pulso, contar o número de batimentos durante 15 segundos

e multiplicar por quatro.

Cardiofrequencímetro ou monitor de frequência cardíaca banda elástica que se coloca no peito e emite um sinal com o número de batimentos do coração por minuto para um relógio.

Porquê controlar a frequência cardíaca?

relógio . • Porquê controlar a frequência cardíaca ? Quando se faz exercício o coração bate
relógio . • Porquê controlar a frequência cardíaca ? Quando se faz exercício o coração bate
relógio . • Porquê controlar a frequência cardíaca ? Quando se faz exercício o coração bate
relógio . • Porquê controlar a frequência cardíaca ? Quando se faz exercício o coração bate

Quando se faz exercício o coração bate mais depressa para ir ao encontro da maior necessidade de sangue e oxigénio nos músculos. Assim, controlar a taxa de batimentos do coração durante o exercício pode ser uma excelente forma de controlar a intensidade do exercício.

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Sofia Oom

EF - CAP. MOTORAS

INDICADORESINDICADORES DEDE ESFORÇOESFORÇO (FC(FC contcont.).)

( F C ( F C c o n t c o n t . )

Para assegurar a qualidade do exercício físico, é importante controlar a frequência cardíaca. Existem limites de intensidade de exercício que são descritos como seguros e eficazes para promover benefícios no organismo.

Para determinar o limite ideal, é necessário conhecer os seguintes conceitos:

Frequência Cardíaca Máxima (FCmáx.) está relacionada com a

idade. Para estimar a FCmáx. utiliza-se a seguinte fórmula: FCmáx = 220 – idade.

Frequência Cardíaca de Treino (FCtreino) representa o número de

batimentos por minuto que o coração deve produzir durante o exercício. Para a maioria das pessoas saudáveis, este nível está entre 50 e 80% da FCmáx.

Exemplo: com uma FCmáx. de 180 bpm, o limite mínimo de treino seria 90 bpm (50% da FCmáx) e o limite máximo de 144 bpm (80% Fmáx.)

Intensidade de treino a escolher - o intervalo da FCtreino é o indicador que estabelece o objectivo do treino. As pessoas que se iniciam na actividade física devem estabelecer como objectivo inicial o limite mais baixo e ir aumentando progressivamente de acordo com o seu conforto durante o exercício. Aqueles que já têm maior condição física, ou estão a treinar para uma competição, podem planear para o limite superior.

ZONASZONAS INTENSIDADEINTENSIDADE Iniciação actividade física - 50-60% FCmáx Controle de peso (resistência) - 60-70% FCmáx Melhoria capacidade respiratória - 70-80% FCmáx Melhoria performance (atletas) - 80-90% FCmáx Esforço máximo (atletas) - 90-100% FCmáx

- 80-90% FCmáx Esforço máximo (atletas) - 90-100% FCmáx • Nota : Estas frequências cardíacas de

Nota: Estas frequências cardíacas de treino referidas são recomendadas para pessoas sem qualquer problema de saúde. Caso a pessoa tome medicação que influencie a frequência cardíaca, deve-se consultar o médico e saber qual a FCtreino recomendada.

INDICADORESINDICADORES DEDE ESFORÇOESFORÇO ((contcont.).)

ESFORÇO ESFORÇO ( ( c o n t c o n t . ) . )

Frequência Respiratória

O controle da frequência respiratória é fundamental para manter uma frequência cardíaca baixa e conseguir manter uma actividade física durante um período mais prolongado.

uma actividade física durante um período mais prolongado. O controle da frequência respiratória é feito através
uma actividade física durante um período mais prolongado. O controle da frequência respiratória é feito através

O controle da frequência respiratória é feito atravésuma actividade física durante um período mais prolongado. da contagem do número de inspirações (ar que

da contagem do número de inspirações (ar que entra nos pulmões) e expirações (ar que sai dos pulmões). Durante a execução de um exercício físico é importante inspirar e expirar sempre ao mesmo ritmo, pois assim esforçamos menos o coração, conseguindo que ele “bata menos vezes por minuto”.

Durante o exercício físico o nosso organismo necessita de mais sangue e oxigénio. Assim, o coração começaconseguindo que ele “bata menos vezes por minuto”. a bater mais depressa e aumenta a quantidade

a bater mais depressa e aumenta a quantidade de sangue

bombeado por minuto. A profundidade e a frequência dos movimentos respiratórios também aumenta, fazendo com que

o sangue que passa nos pulmões contenha mais oxigénio.

No entanto, a continuidade do exercício físico leva à fadiga

No entanto, a continuidade do exercício físico leva à fadiga

e

esta recupera-se com uma boa alimentação e repouso.

alimentação é importante na medida em que os nutrientes é importante na medida em que os nutrientes

A

ingeridos nos alimentos constituem a energia essencial para

o

funcionamento normal dos músculos.

O repouso é também fundamental, pois dormir o suficiente ajuda a recuperar a energia despendida e repouso é também fundamental, pois dormir o suficiente ajuda a recuperar a energia despendida e a restabelecer o equilíbrio do organismo (8 a 10 horas é o ideal).

despendida e a restabelecer o equilíbrio do organismo (8 a 10 horas é o ideal). Sofia
Sinais de Fadiga Durante o exercício físico, o esforço não deverá prolongar-se para lá da
Sinais de Fadiga Durante o exercício físico, o esforço não deverá prolongar-se para lá da

Sinais de Fadiga

Durante o exercício físico, o esforço não deverá prolongar-se para lá da sensação de fadiga/cansaço, pois pode correr-se o risco de provocar desequilíbrios funcionais, como a descoordenação de movimentos, instabilidade emocional, os erros de execução ou o aumento de possibilidade de contrair lesões.

ou o aumento de possibilidade de contrair lesões. Assim, importa conhecer os sinais de fadiga mais
ou o aumento de possibilidade de contrair lesões. Assim, importa conhecer os sinais de fadiga mais

Assim, importa conhecer os sinais de fadiga mais frequentes e que são:

Dificuldades de concentração;

Dores musculares;

Dores de cabeça;

Dificuldade em controlar a respiração;

Batimento cardíaco muito acelerado;

Reacções mais lentas;

Insónias.

• Batimento cardíaco muito acelerado; • Reacções mais lentas; • Insónias. Sofia Oom EF - CAP.
• Batimento cardíaco muito acelerado; • Reacções mais lentas; • Insónias. Sofia Oom EF - CAP.