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Arquitetura verde e o impacto nas cidades e meio ambiente

Maria Lúcia Bastos Coelho e Lídia Alves Gonçalves Nogueira

Universidade Estadual de Goiás

marrylucia2011@gmail.com lidianogueira.ag@hotmail.com

Resumo: A desarmonia entre o acelerado processo de urbanização, os investimentos


insuficientes em infraestrutura e a inexistência de um planejamento capaz de suprir as
carências da população, causou danos severos a sociedade urbana, como a construção de
edificações insustentáveis, transito congestionado, alta produção de resíduos, esgotamento de
recursos naturais, etc. Devido a soma desses elementos, vincular a arquitetura verde à gestão
do meio urbano é essencial para o progresso da cidade sustentável. A arquitetura verde projeta
sob a perspectiva de que a cidade deve satisfazer objetivos sociais e ambientais, dessa forma,
profissionais da arquitetura desempenham um papel de destaque. A finalidade dessa pesquisa
é abordar assuntos relacionados à sustentabilidade urbana. O procedimento metodológico foi
pautado em uma revisão bibliográfica.

Palavras-chaves: Arquitetura Verde. Cidades Sustentáveis. Aglomerados Urbanos

Abstract: The disharmony between the accelerated urbanization process, the insufficient
investments in infrastructure and the lack of planning to meet the needs of the population,
caused severe damage to urban society, such as the construction of unsustainable buildings,
congested traffic, high production of waste, Depletion of natural resources, etc. Due to the
sum of these elements, linking green architecture to urban management is essential for
sustainable city progress. Green architecture projects from the perspective that the city must
meet social and environmental goals, in this way, architecture professionals play a prominent
role. The purpose of this research is to address issues related to urban sustainability. The
methodological procedure was based on a bibliographical review.

Keywords: Green Architecture. Sustainable Cities. Urban Agglomerates

INTRODUÇÃO

Desde o século XX, a ideia de consciência ambiental tem ganhado força de forma
significativa no Brasil e no mundo. Modelos de crescimento econômico, que se apropriam de
recursos ambientais começaram a ser questionados devido ao aumento de pressão popular
face aos graves e constantes acidentes ambientais que ocorreram em variados locais do
planeta e devido ainda ao esgotamento de recursos naturais não renováveis e fundamentais
para as gerações futuras. Esses fatos levaram governos e empresas a normatizar ações que
visem preservar ambientes naturais, assim como construir ambientes urbanos que sejam
sustentáveis. Como resultado desse impulso ambiental, no começo do século XXI, um
pequeno grupo de arquitetos, que desenvolviam projetos comprometidos com o meio
ambiente, fez surgir o conceito de “Arquitetura Sustentável” (VIEIRA E FILHO, 2009).
Sabe-se que o tema sustentabilidade abrange aspectos socioeconômicos e ambientais,
trazendo a necessidade de novas pesquisas, práticas e ensinos. A primeira definição de
desenvolvimento sustentável foi desenvolvida por Brundtland Report em 1987
(BRUNDTLAND, 1987), que descrevia desenvolvimento sustentável como o que contempla
às necessidades do presente, sem prejudicar o atendimento às necessidades das gerações
futuras.
Nos anos seguintes, aconteceram grandes conferências mundiais, como a Rio’92, no
Rio de Janeiro, em 1992, e a Rio+10, em Johannesburgo, em 2002. Nessas conferências,
foram debatidas soluções para o desafio de minimizar os impactos ambientais dos
aglomerados urbanos, no entanto houve grandes conflitos ideológicos e econômicos e as
ações que se seguiram ficaram aquém das expectativas e grande parte das questões ambientais
não foram solucionadas. Em 1997, o Earth Council afirmou que o uso de recursos da
humanidade já era superior em 20% a capacidade de suporte global e que o planeta foi
sustentável até a década de 80 (MEADOWS, 2004).
Entre o final de 1980 e início de 1990, as questões de sustentabilidade atingiram a
arquitetura internacional de forma definitiva, construindo parâmetros atuais. O tema ganhou
destaque devido a discussões internacionais, de 1970, que previam uma crise enérgicas, de
dimensões mundiais, causada pelo crescimento populacional, que resultaria no crescimento
dos aglomerados urbanos e aumentariam a demanda por recursos naturais, somado ao alto
consumo de energia de base fóssil (GONÇALVES e DUARTE, 2006)
Compreende-se “Arquitetura Sustentável” como a concepção e execução de
empreendimentos que almejam o aumento do bem-estar do ser humano e do ambiente
construído ao seu entorno, adaptado às características da vida e do clima locais, além de um
emprego mais consciente e eficaz dos recursos naturais. Com o desenvolvimento da
Arquitetura Sustentável, ou Arquitetura Verde, houve uma popularização de
empreendimentos “ecologicamente corretos”, que criaram métodos de avaliação de
desempenho e eficácia destes empreendimentos. O objetivo principal desses métodos é
classificar as obras em diversas categorias, como: o relacionamento com o entorno; o uso
eficiente da água; o uso eficiente de energia; a utilização de matérias-primas; entre outras.
(CORBELLA e YANNAS, 2003).
No contexto das edificações, o estudo dos precedentes arquitetônicos revela que houve
uma vulgarização da arquitetura verde, a partir de 1945, impulsionado pela convicção de que
a modernização de sistemas prediais possibilitaria controlar as condições ambientais de
qualquer edifício, o resultado foi a repetição das caixas de vidro e o gasto exagerado de
energia nos anos que se seguiram, popularizado em diversas cidades pelo mundo. Contudo, o
tempo em que as premissas fundamentais de projeto e seu impacto nas condições de conforto
ambiental e no consumo de energia não eram considerações decisivas foi curto. A arquitetura
bioclimatica cresceu interiormente a definição de sustentabilidade, isso foi possibilitado pela
ligação entre conforto ambiental e consumo de energia, inerente a utilização dos sistemas de
condicionamento ambiental artificial e de iluminação artificial (GONÇALVES e DUARTE,
2006).

“A Arquitetura sustentável é a continuidade mais natural da Bioclimática,


considerando também a integração do edifício à totalidade do meio ambiente, de
forma a torná-lo parte de um conjunto maior. É a arquitetura que quer criar
prédios objetivando o aumento da qualidade de vida do ser humano no ambiente
construído e no seu entorno, integrando as características da vida e do clima
locais, consumindo a menor quantidade de energia compatível com o conforto
ambiental, para legar um mundo menos poluído para as próximas gerações. ”

No Brasil, nas obras compreendidas no período de 1930 a 1960, encontra-se diversas


características bioclimáticas, principalmente o uso de quebra-sóis e cobogós, bastante
utilizados por arquitetos do período. Os usos desses elementos permitiam adaptar a edificação
ao clima local e vincula as obras à influência corbusiana e aos seus propósitos estéticos.
Estudos de casos em obras do período, visando avaliar seu desempenho ambiental, demostram
que por muitas vezes esses elementos não haviam sido planejados visando o conforto
ambiental e sim por preocupações formais (RUSSO, 2004).
A verdade é que considerações sobre a energia consumida em sistemas de
climatização e iluminação artificial influenciaram consideravelmente as revisões das
premissas arquitetônicas, no entanto é importante ressaltar que novas investigações e
propostas estão sendo desenvolvidas. Com início nas preocupações com o alto gasto de
energia, que surgiram em meados de 1970, o tema da arquitetura sustentável se desenvolveu
para outras questões do impacto ambiental causadas pelas edificações, abordando desde o
impacto causado pelos processos de industrialização dos materiais até a procura por sistemas
prediais mais eficientes (VIEIRA E FILHO, 2009).
Historicamente, o início das discussões sobre arquitetura verde abordava os edifícios,
sem desprezar o ambiente urbano ao qual estava inserido. Na atualidade as discussões estão
focadas em questões maiores como: estruturas morfológicas compactas, concentração da
população, transporte público, resíduos e reciclagem de energia, água, diversidade e
pluralidade socioeconômica, cultural e ambiental. Acentuando a função das edificações como
uma parte do projeto urbano e da sustentabilidade urbanizada, ressalta-se aspectos como sua
localização e infraestrutura, qualidade ambiental dos espaços internos e impacto que causará
na qualidade da vizinhança mais próxima, potencialização no de recursos e seu potencial em
contribuir para as dinâmicas socioeconômicas locais (GONÇALVES, 2000).
Nesse quadro, projetos recentes têm possibilitado a formação de uma geração moderna
de edifícios no âmbito mundial, elaborados para satisfazer aos desafios ambientais e
tecnológicos da sustentabilidade. É importante que sejam realizadas discussões acerca de
projetos e novas tecnologias que resultem em reformulações nos valores ambientais que
originam as idealizações, os projetos e as construções arquitetônicas. É responsabilidade da
arquitetura fazer a junção projeto, ambiente e tecnologia, dentro de um determinado contexto
ambiental, cultural e socioeconômico (RUSSO, 2004).
Conhecimentos sobre a arquitetura sustentável indicam a importância de uma
metodologia de inserção do edifício que considere todos os aspectos de caracterização do
contexto de intervenção, incluindo elementos socioeconômicos, culturais e ambientais. Nessa
análise, a cidade deve ser compreendida inserida em seu contexto regional, englobando clima,
os recursos naturais disponíveis e vinculo econômico que possui com outros centros urbanos
próximos, a soma de todos esses fatores é adicionada ao desempenho dos edifícios vistos em
conjunto. A maior finalidade de um edifício sustentável deve ser com que ele seja solução
ambiental, social e economicamente executável nas circunstancias globais da sustentabilidade.
Nessa perspectiva, a abordagem de impacto ambiental não deve ser abreviada apenas a gastos
energéticos, e sim expandidas para os contextos locais e globais. Um edifício sustentável é
apenas uma fração do ambiente construído, e suas características urbanas e ambientais
também devem prosseguir em direção à sustentabilidade. Sendo assim, se o proposito
fundamental for minimizar o impacto ambiental das cidades e atingir uma melhor qualidade
ambiental urbana, em um cenário ideal, a busca pela arquitetura sustentável deve ocorrer em
três categorias: a da edificação, a do desenho urbano e a do planejamento urbano e regional.
Nessa visão, as edificações devem ser concebidas de modo que favoreçam a diversidade de
usos e classes sociais, a socialização do espaço público, a eficiência da infraestrutura urbana e
a qualidade ambiental do ambiente construído (GONÇALVES, 2003).
Nas principais discussões sobre sustentabilidade urbana, o tema da densidade assume
um papel fundamental, considerando os benefícios para o aperfeiçoamento da infraestrutura e
as demais vantagens ambientais e socioeconômicos. Quanto aos modelos para a densidade
populacional e construída, diversos arranjos urbanos e arquitetônicos podem equivaler a um
mesmo padrão de densidade, com concepções de espaços abertos distintos, condições
microclimáticas e distribuições de usos. No entanto, a compacidade e a verticalização das
cidades podem causar consequências climáticas desfavoráveis, ocasionando
comprometimento do desempenho ambiental e energético das edificações e da qualidade dos
espaços urbanos, caso não sejam utilizadas medidas ambientais apropriadas ao clima do lugar
em questão. Assim, tais medidas devem abranger um equilíbrio entre as condições de
adensamento requeridas para atingir certas metas de economia de energia e limitação do uso
de recursos materiais, e aquelas necessárias à manutenção ou à melhoria da qualidade do
ambiente externo. Entretanto, esse ponto de equilíbrio ainda está em debate, e ao que tudo
indica não há um modelo universal para solucionar essa questão, mesmo que sejam viáveis,
devido ao desenvolvimento das várias pesquisas em andamento no âmbito global,
metodologias comuns de abordagem. Simultaneamente, experiências particulares de edifícios
projetados com o objetivo de minimizar o impacto ambiental da arquitetura continuam sendo
válidas para o avanço do tema, mas deve ser lembrado que a transformação do ambiente
construído em direção à sustentabilidade ambiental urbana depende de uma abordagem mais
complexa e mais ampla, envolvendo várias escalas de atuação (SILVA, 2003).
Dessa forma, para que se possa chegar a definição do desenho urbano, o tipo de
arquitetura, características ambientais adequadas para os espaços abertos e a tecnologia mais
eficiente para atender as demandas da cidade e dos edifícios é fundamental que se responda à
seguinte pergunta: “que cidades desejamos edificar? ”. Cidades como Londres, Frankfurt e
Roterdã exemplificam o empenho de buscar a resposta para essa questão de forma a facilitar a
visualização do plano de desenvolvimento urbano (GONÇALVES, 2000).
Em resumo, a cidade deve ser projetada e administrada de modo que as edificações,
em conjunto, apresentem rendimentos e performance potencializados, resultando em efeitos
positivos. Desse modo as intervenções urbanas que levem em consideração os variados
elementos que formam as cidades, incluindo infraestrutura, áreas abertas e edificações
possuem o potencial de realizar uma mudança positiva no impacto causado pelos centros
urbanos sobre o meio ambiente e urbano (GONÇALVES, 2000).
Quando se responde ao questionamento “que cidades desejamos edificar? ”, surgem as
ideias iniciais para uma intervenção na cidade. Em Jacobs (2000), a autora demonstra que os
princípios do planejamento urbano devem se desenvolver até que as cidades sejam percebidas
como um sistema orgânico. A esse respeito, Girardet (1999) demostra a inevitabilidade de
uma modificação do modelo urbano convencional de consumo dos mais variados recursos.
Battle e McCarthy (2001) chamam o movimento das cidades de metabolismo urbano,
formado por seis ciclos, interdependentes entre si, mas que possuem características
particulares. São eles:

1) transporte;
2) energia;
3) água;
4) resíduos;
5) microclima, paisagem natural e ecologia; e
6) materiais, construções e edifícios.

Os autores salientam que as medidas de alteração de cada um desses ciclos, tendo por
finalidade reduzir o impacto ambiental, são particulares da região, no entanto sofre
interferência de assuntos econômicos, sociais e culturais de contextos regionais, nacionais e
globais.
Seguindo essa linha de pensamento, inicialmente os limites para o consumo energético
devem ser definidos, bem como de onde serão captados os recursos, como água e energia;
após deve-se buscar a definição para eleger a tecnologia e a definição da capacidade dos
processos de consumo desses recursos (na operação dos edifícios); e, por fim, metas e
tecnologia para o gerenciamento da consequente geração de resíduos, incluindo a poluição
atmosférica, devem ser determinadas. A fração desses recursos que serão produzidos,
reaproveitados e reciclados no interior do perímetro urbano da cidade, irão indicar o
engajamento da sociedade urbana com questões imediatas de impacto ambiental.
Com essa perspectiva sobre o ambiente construído, a procura pela sustentabilidade
urbana concorda com os seguintes propósitos:

a) Proteção e liberação de espaços naturais pelos resultados e benefícios da


compacidade urbana;
b) Socialização do espaço público;
c) Maior eficiência energética e níveis reduzidos de poluição pelo sistema de
transporte;
d) Microclimas urbanos mais favoráveis ao uso do espaço público e ao desempenho
ambiental das construções;
e) Edifícios ambientalmente conscientes;
f) Consumo consciente dos recursos em geral; e
g) Reuso e reciclagem (diminuição do impacto ambiental proveniente da geração de
resíduos em geral).

Desenvolvendo o debate sobre sustentabilidade urbana, a renovação de diversas áreas


urbanas de organizações e usos distintos é uma opção de ocupação de zonas desgastadas e
depreciadas, em objeção à ampliação urbana, com a ocupação de áreas verdes. Em síntese, de
acordo com Gonçalves e Duarte (2006), a finalidade de planos como esses são:

a) ocupar zonas desgastadas inseridas na cidade, potencializando o uso da


infraestrutura disponível com base em parâmetros de densidade e uso misto;
b) interligar espaços da cidade, vencendo as barreiras físicas existentes;
c) aprimorar a qualidade ambiental da área como um todo;
d) potencializar o gasto de recursos nas edificações e na cidade; e
e) ampliar o valor ambiental e socioeconômico de um local existente, ou reestabelecer
o seu valor inicial.

O avanço da arquitetura e do ambiente construído ao encontro da sustentabilidade


ambiental, considerando vantagens socioeconômicos, resulta em um reexame do processo
projetual convencional, em que métodos de pesquisa pró-projeto remetem a uma interação
maior entre pesquisa e proposição, com a inclusão de novas variáveis, compondo arquitetura,
desenho urbano e planejamento em suas várias escalas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A importância do tema da sustentabilidade, com destaque para as questões ambientais,


tem um peso certamente crescente e determinante para a concepção da arquitetura e do
ambiente construído como um todo, que vem ganhando abrangência no contexto global. No
entanto, uma série de perguntas sobre o futuro da arquitetura sustentável permanece.
Certamente, a criação de novos paradigmas da arquitetura sustentável, cada vez mais,
exige integração entre pesquisa, prática e ensino. A arquitetura para a sustentabilidade não
tem porte nem lugar, ou seja, a pertinência do tema cabe a qualquer tipologia de edifício e a
qualquer função, em qualquer contexto.
Com os movimentos acerca da sustentabilidade surgindo e se tornando o foco de
preocupação da sociedade como um todo. As empresas e, especificamente, as áreas da
construção civil não deixaram de se envolver com esse novo aspecto que está em alta.
Edifícios que sejam ecologicamente corretos e que se integrem com o ambiente em que estão
inseridos, respeitando-os e, dessa forma, não os degradando, têm obtido destaque. Assim,
tanto no Brasil, como no mundo, surgiram vertentes de arquitetura que têm como o foco o
desenvolvimento de pesquisas que tornem economicamente e socialmente viáveis edificações
verdes, o projeto de arquitetura deve apresentar soluções viáveis que considerem as condições
ambientais com o objetivo de causar o menor impacto ambiental possível contribuindo então
para um futuro melhor.
A arquitetura verde vai além da busca de métodos que visem a economia de recursos
energéticos. Dando a possibilidade de modificar ambientes urbanos já existentes, e causar
profundas modificações em locais que estejam degradados e desvalorizados. A modificação
de espaços urbanos já existentes exige um estudo complexo de variáveis que dependem da
localização e do objetivo das cidades.
As preocupações com o meio ambie nte levaram a arquitetura a reformular suas
premissas, na década de 1970, e desde então as evoluções nesse contexto não cessaram,
vivemos um ponto em que conseguimos enxergar as cidades como metabolismos urbanos.
Compreendemos que as edificações são partes do ambiente construído e que devemos no
questionar “Qual tipo de cidades desejamos construir? ”. São inúmeros os estudos que ainda
hoje são realizados no âmbito da arquitetura sustentável buscando alcançar um ponto de
equilíbrio em que as cidades contemplaram às necessidades do presente, sem prejudicar o
atendimento às necessidades das gerações futuras.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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