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CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA MECÂNICA

RENAULT DUSTER 1.6 16V


Mecânica 2000 apresenta, neste volume, o manutenção desse veículo.
manual de manutenção do Renault Duster 1.6 Uma delas está no sistema de partida a frio, que
16V equipado com o sistema de injeção Valeo V42. possui um bico injetor próprio para injetar o
O Renault Duster chegou ao mercado no início de combustível na flauta, no momento em que for
2012 com o propósito de ser o principal necessário. Outro detalhe é que, para se alcançar a
concorrente da Ford Ecosport e tem sido, desde correia dentada, é necessário desmontar vários
então, um bom rival. Ele é disponibilizado em componentes como, por exemplo, o suporte do
duas opções de motorização e tração, um 2.0 4x4 coxim, tomando trabalhosa a manutenção do
e um 1.64x2. veículo.
Detentor de um bom espaço interno, ele possui Por esses e outros motivos, a Mecânica 2000
um painel de instrumentos com boa visibilidade, decidiu desvendar os segredos desse veículo, e
embora seja de relativa simplicidade, muito apresenta todos os procedimentos de montagem e
semelhante aos utilizados no Logan e Sandero. O desmontagem para sua reparação e manutenção.
interior do veículo é praticamente todo montado O sistema elétrico é apresentado no manual, por
em plásticos de texturas diferentes. A alavanca de intermédio de diagramas, localização e identi-
câmbio possui corpo longo, melhorando a ficação de conectores, componentes, terminais e
ergonomia do motorista, pois os bancos também chicotes, tudo isso para permitir uma ampla
possuem posição elevada do assento. visualização e compreensão. A injeção eletrônica
O Renault Duster 1.6 cilindradas 16 Válvulas é aborda todas as características do sistema, com
equipado com o motor K4M. Esse motor equipa destaque para o passo-a-passo dos testes dos
também os Renault Clio, Sandero, Scenic e Logan, sensores e atuadores.
o que facilita sua reparação, devido ao longo A Mecânica 2000 agradece seus clientes,
período em que esses veículos da marca francesa colaboradores, parceiros e amigos que tomam
se apresentam no mercado. Mais uma vantagem realidade a produção deste grande projeto.
desse motor é a grande gama de peças de Bons serviços!
reposição. Entretanto, há novidades na
Equipe Mecânica 2000
Corpo editorial
Direção geral: Marcley Lazarini
Desenvolvimento técnico:
Alysson Ramos - Francilene Mendes - Rodrigo Bekerman
Programação visual: Gil Braz
Fotos: Gil Braz - Solano Soares
Capa: Pedro Bonneau
Revisão ortográfica: Cleimara Lott
Desenhos técnicos: Emerson Neves
Colaboração: Solano Soares

Reollzoção

CENTRO DE DESENVOLVIMENTO
DE TECNOLOGIA MECÂNICA
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Av. Sebastião de Brito, 215 - D. Clara
31260-000 - Belo Horizonte- MG
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Televendas - (31) 3123-0700
www.mecanica2000.com.br r-"\

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Parceria
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Apoio /'.

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MTE· THOMSON
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Filtros
SCHADEK T~c#il.
A qualidade que é lfder.

2 ~------------------------------------------------------------~~
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Indica

CQ I Rcha técnica
FICHA TÉCNICA DO VEÍCUL0 ........................................................................................................................ 8
MANUTENÇÃO PERIÓDICA PREVENTIVA ........................................................................................................ g

CHECK-LIST................................................................................................................................................... lQ

CQ I Sistemas MeciJnlcos
CORREIA DENTADA. .................................................................................................................................... 13
REMOÇÃO DA CORREIA DENTADA ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 13
INSTALAÇÃO DA CORREIA DENTADA. ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 15

BOMBA D'ÁGUA. .......................................................................................................................................... 19


REMOÇÃO DA BOMBA D ' ÁGUA ......................................................................................................... 19
INSTALAÇÃO DA BOMBA D'ÁGUA,,,,,,,,,,,,,,, ....................................................................................... 20

BOMBA DE ÓLEO ......................................................................................................................................... 22


REMOÇÃO DA BOMBA DE ÓLEO ........................................................... ,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, .................. 22
INSTALAÇÃO DA BOMBA DE ÓLEo .......... ,, .. ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,, ....................................................... 24

CABEÇOTE. ......................... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .......................................................................................... 27


REMOÇÃO DO CABEÇOTE E SUA JUNTA .............................................................................................. 27
INSPEÇÃO DO CABEÇOTE ................................................................................................................ 30
INSTALAÇÃO DO CABEÇOTE ,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,.,,,,, ................................................................................. 31

FREIOS ... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ......................................................... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ......... 34


DIAGRAMA DO SISTEMA DE FREIOS Renault Duster .................................................................... 34
INSPEÇÃO NO DISCO DE FREIO................................................................................................. 34
REMOÇÃO DO DISCO DE FREIO ................................................................................................. 36
INSPEÇÃO DAS PASTILHAS E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO ........................................................... 36
FREIOS TRASEIROS ..... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,.,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ......... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, ...... 37
INSPEÇÃO E REMOÇÃO DAS SAPATAS DE FREIO ......................................................................... 37
MONTAGEM DO CONJUNTO NO VEÍCULO .................................................................................... 39

EMBREAGEM,,,, ..,., ............ ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .......... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 40


REMOÇAO DA EMBREAGEM,,,,.,,,,,,,,,,.,,,,,,,,.,,,,,,.,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,....................... 40
INSTALAÇÃO DA EMBREAGEM ••• ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.. ,,,,, ................ 44

SISTEMA DE ARREFECIMENTO,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,, ... ,, .. ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,, ................. 47


DESCRIÇÃO················"'''''''''''''''''''''''''''"'''''''''"''''''''''''''''''"'''"'''''''''"''''''''''''"''''''''''''''"''""' 47
ESQUEMA DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO DO MOTOR ..................................................................... 47

SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE AR ............................................................................................................... 49


SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE CABINE ...... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, ....... 50
SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE COMBUSTÍVEL ............................... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,, ............................. 51
SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE ÓLEO ......................................................................................... ,,,,,,,,,,,,,,,,, 52
TORQUES DE APERTO ................................................................ ,,,,,,,,,, ........................................... ,,,,,,,,,,.,, 53
FERRAMENTAS UTILIZADAS ....................................................................................................................... 54
INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO UTILIZADOS ........... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, .. ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .......... 55

@ I Alternador e Motor de parUda


ALTERNADOR VALEO 14V /lOOA ....................................................................... ,,,,,,,,,.,,,,.,,,,,,, .................... 57
TESTE DO SISTEMA DE CARGA,,.,,,,,,,,,, ...........................................................................,,,,,.,,,,.,,,,,, 57
SISTEMA DE CARGA - REMOÇÃO DO ALTERNADOR ............................................................................. 59
INSPEÇÃO E TESTES DOS COMPONENTES .... ,, .... ,,,,,,,.,,,,,,,, ................................................................ 61
1. CORREIA····""''"'''"'''"''""'''"''"'''"''""'''"'''"''''''"'"''"''''''''"''''"''''''''''''"'''''''''"'''"''''''''' 61
2. ROLAMENTOS ......................................... ,,,.,,,,.,,,,,,,.,,.,,,,.,,,.,,,,.,,,,,,.,,,,,,,, ............................... 61
3. ANÉIS COLETORES .................................................................................................................. 61
4.ESTATOR................................................................................................................................. 62
5. SISTEMA RETIFICADOR ............................................................................................................ 63
DIODOS POSITIVOS ............................................................................................................. 63
DIODOS NEGATIVOs ............................................................................................................ 64
MONTAGEM DO ALTERNADOR ............................................................................................................ 65

3
t(A lndlce

@ Alternador e Motor de parUda


MOTOR DE PARTIDA VALEO 12V ................................................................................................................. 68
TESTE NO SISTEMA DE PARTIDA ....................................................................................................... 68
REMOÇÃO DO MOTOR DE PARTIDA .................................................................................................... 69
INSPEÇÕES DOS COMPONENTES ....................................................................................................... 70
1. ESCOVAS ............................................................................................................................... 70
2. INDUZIDO.............................................................................................................................. 70
3 . SOLENOIDE ............................................................................................................................ 70
4 . MANCAL ANTERIOR ................................................................................................................. 71
S. MANCAL POSTERIOR ............................................................................................................... 71
MONTAGEM DO MOTOR DE PARTIDA .............................................................................................. 72
TESTE NA BANCADA GAUSS............................................................................................................. 73

@ I Sistemas elétrlcos

CAIXA DE RELÉS E FUSÍVEIS DO VÃO DO MOTOR (CVM) ........................................................................... 75 ,....-.


COMPONENTES E SUAS LOCALIZAÇÕES ............................................................................................. 75
DESCRIÇÃO DOS FUSÍVEIS, MAXI-FUSÍVEIS E RELÉS DA CVM .............................................................. 75
DETALHE DOS COMPONENTES DA CVM .............................................................................................. 75
CAIXA DE FUSÍVEIS DO PAINEL (CP) .......................................................................................................... 76
COMPONENTES E SUAS LOCALIZAÇÕES ............................................................................................ 76
LOCALIZAÇÃO DA CAIXA DE FUSÍVEIS DO PAINEL ............................................................................. 76
DESCRIÇÃO DOS FUSÍVEIS DA CP.................................................................................................... 76
DETALHE DOS COMPONENTES DA CP................................................................................................ 76
MÓDULO DE CONFORTO (MCF) ................................................................................................................... 77
LOCALIZAÇÃO DO MÓDULO DE CONFORTO ........................................................................................ 77
PINAGEM DOS CONECTORES DO MCF ................................................................................................ 77
DIAGRAMA DO MÓDULO DE CONFORTO ............................................................................................ 78
CONECTORES AUXILIARES ......................................................................................................................... 79
PONTOS DE ATERRAMENTO ............................................................................................................................ 83
CHICOTES ELÉTRICOS ................................................................................................................................... 86 ~
PAINEL DE INSTRUMENTOS ....................................................................................................................... 87
INDICADORES DO PAINEL................................................................................................................ 87
DIAGRAMA DO PAINEL DE INSTRUMENTOS ........................................................................................ 88
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DAS LÂMPADAS ............................................................................................. 89
ESPECIFICAÇÕES DAS lÂMPADAS DO FAROL ..................................................................................... 89
ESPECIFICAÇÕES DAS lÂMPADAS DA LANTERNA ................................................................................ 89
DIAGRAMA DOS FARÓIS ALTO E BAIXO .............................................................................................. 90

@ I Diagramas elétrlcos
DIAGRAMA DO INTERRUPTOR DE MÚLTIPLA FUNÇÃO ......................................................................................... 91
DIAGRAMA DO COMUTADOR DE IGNIÇÃO, ALTERNADOR E MOTOR DE PARTIDA .................................................... 92
DIAGRAMA DA BUZINA E BUZINA DO ALARME .................................................................................................. 93
TOMADA 12v•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 93
DIAGRAMA DO !MOBILIZADOR ....................................................................................................................... 93
DIAGRAMA DO AR-CONDICIONADO E DA VENTILAÇÃO INTERNA ......................................................................... 95
DIAGRAMA DAS LUZES DE FREIO .................................................................................................................... 96
DIAGRAMA DAS LUZES DE POSIÇÃO E PLACA ................................................................................................... 97

4
lndlce

CQ I Diagramas elétricos
DIAGRAMA DOS FARÓIS DE NEBLINA,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ............................................................................................ 97
DIAGRAMA DAS TRAVAS ELÉTRICAS ........................................ .......................................................................... 98
DIAGRAMA DAS LUZES DE DIREÇÃO E ADVERTÊNCIA .......................................................................................... 99
DIAGRAMA DO MÓDULO ABS ....................................................................... ...................................................... 100
DIAGRAMA DO AIR BAG .................................................................................................................................... 101
DIAGRAMA DO DESEMBAÇADOR DO VIDRO TRASEIRO ......................................................................................... 101
DIAGRAMA DO RÁDIO ...................................................................................................................................... 102
DIAGRAMA ELÉTRICO DO SISTEMA DE ARREFECIMENT0 ...... ,,,,,,,,,,,,,,,, ................................................................ 103
DIAGRAMA DOS LIMPADORES E DO LAVADOR DO PARA- BRISA .............................................................................. 104
DIAGRAMA DOS RETROVISORES ELÉTRICOS ....................................................................................................... 105
DIAGRAMA DOS VIDROS ELÉTRICOS ............... ............................................................................................ ........ 106
DIAGRAMA DAS LUZES DE RÉ ............................... ............................................................................................ 107

CQ I ln/eção eletr8nica
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .................................... ,,,,,,,,,,,,,, ....................... 109
ESQUEMA DO SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO ............................................................................................. 109
DIAGRAMA ELÉTRICO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL ................................................................................ 110
SISTEMA DE PARTIDA A FRIO- SPF .............................................................................................................. 113
ESQUEMA DO SISTEMA DE PARTIDA A FRIO """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""113
DIAGRAMA ELÉTRICO DO SISTEMA DE PARTIDA A FRIO .......................................................................... 113
ESQUEMA DA INJEÇÃO ELETRÔNICA VALEO V42 ............................................................................................ 114
LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES DA INJEÇÃO NO VEÍCULO ...................................................................... 115
DIAGRAMA DO CONECTOR DE DIAGNÓSTICOS ................................................................................. .. ........... 120
TABELA DE CÓDIGOS DE DEFEITO DO SISTEMA DE INJEÇÃ0 ......................................................................... 120
PINAGEM DO MÓDULO DE COMAND0 ............................................................................................................ . 122
PINAGEM DOS CONECTORES A, B E C DO MÓDULO DE COMANDO ............................................................ 122
DESCRIÇÃO DOS PINOS '""''''''"'""''''''"""''''' "''''''''''"'''"'''''''''"''""""'"''""""""""'"""""'''"'""'122

TESTES PASSO A PASS0 ................................................................................................................................... . 124

1. MÓDULO DE COMANDO - MC .................................................. , ................................................... 124


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAIS DOS CONECTORES ................................................... 124
SINTOMAS EM CASO DE FALHAS ..................................................................................................... 125
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0..................................................................................................... 125
TESTE 1 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 .............................................................................................. 126
TESTE 2 - ATERRAMENT0 ................................................................................................................ 127

2. SENSORES DE OXIGÊNIO- HEGO 1 E 2 ....................................................................................... 129


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAIS DOS CONECTORES ................................................... 129
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO .................................................................................................... 129
TESTE 1 - RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃO DOS SENSORES HEGO 1 E HEGO 2 .................................. 130
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DOS SENSORES HEGO 1 E HEGO 2 ............................................ 131
TESTE 3- RESISTÊNCIA ELÉTRICA DOS SENSORES HEGO 1 E HEGO 2 ................................................ 131

3. SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO - ECT............................................ 132


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR .......................................................... 132
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO .................................................................................................... 132
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR ECT ............................ ...................................... 133
TESTE 1 -RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃ0 .................................................................................... 133
TESTE 2 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA .................................................................................................. 134
TESTE 3- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃo .............................................................................................. 134

4. SENSOR DE TEMPERATURA DO AR ADMITIDO- ACT ............................................................................ 135


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ............................................................. 135
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ....................................................................................................... 135
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR ACT ..................................................................... 136
TESTE 1- RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃ0 ...................................................................................... 136
TESTE 2 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA .................................................................................................... 137
TESTE 3- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃo ................................................................................................ 138

5
t(A Índice

S. SENSOR DE PRESSÃO ABSOLUTA- MAP •••••••••••••••••••••••.••.••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••.• 139


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR•••••••••••••••••••••••••..••••••••••••••••.•••••••••••• 139
-
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR MAP •••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 139
SINTOMAS EM CASO DE FALHAS ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 140
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ·······························································································140
TESTE 1 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ························································································140
TESTE 2 - RESPOSTA DINÂMICA DE PRESSÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 141

6. BORBOLETA MOTORIZADA- ETC •••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••• 142


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 142
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••..••••••••••••••••••••••• 142
TESTE 1 - RESPOSTA DINÂMICA DOS POTENCIÔMETROS·····························································143
TESTE 2- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 143

7. SENSOR DE POSIÇÃO DA ÁRVORE DE MANIVELAS- CKP ........................................................ 145


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ·····················································145
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 145
TESTE 1 -RESPOSTA DINÂMICA DE FREQUÊNCIA •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••• 146
TESTE 2- TENSÃO DE RESISTÊNCIA ELÉTRICA .............•.........................................•..... .............. 146 r--.

8. SENSOR DE DETONAÇÃO- KS ............................................................................................... 147 ~


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 147
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ······························································································147 ,.--,
TESTE 1 - RESPOSTA DE TENSÃO ······························································································147

9. ELETROINJETORES- INJ ······································································································148


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 148
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ······························································································148
TESTE 1 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA ····························································································149
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0·························································································149
TESTE 3- PULSOS DE ATERRAMENT0 •••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 150

10. BOBINAS DE IGNIÇÃO- BIG ·······························································································151


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 151
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 152
TESTE 1 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA ····························································································152
TESTE 3- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ······························································••••••••••••••••••••••••••152
TESTE 3 - PULSOS DE ATERRAMENTO ························································································154

11. SENSOR DE POSIÇÃO DO PEDAL DO ACELERADOR- SPA ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••• 155


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR. •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 155
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 155
TESTE 1 -RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃ0··············································································156
TESTE 2 -TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 •••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 156
TESTE 3 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA ····························································································157

12. ELETROVÁLVULA DE PURGA DO CÂNISTER- CANP •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 158


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••• ••••••••••••• ••••••• 158 ;--,
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 158
TESTE 1 - ESTANQUEIDADE DA CANP •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 159 ,--..
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ......................................................................................... 159

13. BOMBA DE COMBUSTÍVEL- SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL SAC .................... 160


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ..................................................... 160
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 160
CIRCUITO HIDRÁULICO DE ALIMENTAÇÃO DOS CILINDROS DO MOTOR........................................... 161
TESTE 1- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 ......................................................................................... 161
TESTE 2- VAZÃO DA BOMBA COM A LINHA DE RECALQUE SUBMETIDA A PRESSÃO ATMOSFÉRICA ........ 162
TESTE 3- PRESSÃO DA LINHA DE ALIMENTAÇÃ0 .......................................................................... 163

14. SISTEMA DE PARTIDA A FRIO- SPF ..................................................................................... 164


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAIS DOS CONECTORES ............................................... 164
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 .............................................................................................. 165
TESTE 1- RESPOSTA DINÂMICA- FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ................................................. 165
TESTE 2- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE GASOLINA- BPF............................................ 167
TESTE 3- TESTE DE ALIMENTAÇÃO DO ELETROINJETOR DE PARTIDA A FRI0 ................................... 168

TABELA DE VALORES IDEAIS ................................................................................................................ 169


DIAGRAMA ELÉTRICO DA INJEÇÃO VALEO V42 ....................................................................................... 170

@ I Teste seus conhecimentos


AVALIAÇÃ0 .............................................................. ,,,,,,,,,, .. ,,,,,,,,,,,,, .. ,, .................................................... 172

6 ~----------------------------------------------------~
ELEVADORES AUTOMOTIVOS
AUTO LUBRIFICADOS A ÓLEO

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t?a Ficha técnica

FICHA TÉCNICA - RENAULT DUSTER 1.6 16V


-
Motor
Tipo Transversal , dianteiro
Alimentação lnjeção eletrônica M.P.F.I.
Número de cilindros 4 em linha
Número de válvulas por cilindro 4
Ordem de ignição 1-3-4-2
Diâmetro do cilindro 79,5 mm
Curso do pistão 80,5 mm
Cilindradas 1598 cm 3
Taxa de compressão 9,8:1
110 cv a 5750 rpm (gasolina)
Potência do motor
115 cv a 5750 rpm (etanol)

15,1 kgfm a 3750 rpm (gasolina)


Torque
15,5 kgfm a 3750 rpm (etanol)
Acionamento da distribuição Por correia
Transmissão
Tipo Manual de 5 velocidades
18 marcha 3,73:1
28 marcha 2,05:1
38 marcha 1,32:1
Relação de transmissão
4 8 marcha 0,97:1
58 marcha 0,82:1
Em marcha a ré 3,55:1
Tipo de tração 4x2 Dianteira
Suspensão
Independente, tipo McPherson, com triângulos inferiores,
Dianteira
amortecedores hidráulicos telescópicos com molas
helicoidais, montada em um subchassi

Semi-independente com barra estabilizadora, molas heli-


Traseira
coidais e amortecedores hidráulicos telescópicos verticais

Freios
Tipo Dois circuitos em X, de acionamento hidráulico
Dianteiros Disco ventilado de 269 mm de diâmetro
Traseiros Freio com tambor de 228 mm de diâmetro
Fluido DOT4
Comando atuante nas rodas traseiras,
Freio de estacionamento
acionado por meio de cabo.

Sistema de direção
Tipo Pinhão e cremalheira, com assistência hidráulica
Diâmetro de giro 10,7 m
Rodas e Pneus
Especificação Pneus Radiais 215/65 R16
Especificação Rodas Aço estampado

Capacidade do porta-malas
Capacidade 475 L
Peso
Em ordem de marcha 1202 kg
Carga útil (5 passageiros mais bagagem) 497 kg

Sistema elétrico
Motor de partida Valeo 12V
Alternador Valeo 14V, 100A

8 ~--------------------------------------------------------------~-
Ficha técnica I Manutenção periódica preventiva

,----..
Dimensões externas
("""' Comprimento total 4315 mm
Largura carroceria 1822 mm
r-
Altura 1690 mm
~
Altura em relação ao solo 210mm

,----.. Distância entre eixos 2673 mm

r- Capacidades de lubrificantes e fluidos


4,8 L (com filtro de óleo)
,..---., Cárter
4 ,0 L (sem filtro de óleo)
Tanque de combustível 50 L
Sistema de arrefecimento 6,0 L
~

Manutenção periódica preventiva


Serviços a serem executados I Revisões a cada 10.000 km ou 1 ano 18 28 38 48 58 68 ?· a• ga1oa
Alinhamento e balanceamento: verificar
••••••••••
Carroçaria e parte inferior do veiculo: verificar quanto a eventuais avarias, danos
na pintura e na proteção contra corrosão. ••••••••••
Cárter do motor: limpeza do sistema de ventilação do cárter do motor.
••••••••••
Controle de equipamentos de segurança: extintor, cintos de segurança, sistema de
iluminação interna e externa, comandos elétricos dos vidros, portas e limpadores. ••••••••••
Controle do sistema de ignição/injeção: com utilização de equipamento de
autodiagnóstico. ••••••••••
Correia dentada da distribuição: verificar o estado e o funcionamento do tensor
automático. ••••••••••
•• •• •• •• •• ••• •• •• •• ••
Correia dentada da distribuição: substituir.
Correia Micro-V: verificar.
Dobradiças, limitadores e fechaduras das portas e capô do motor: verificar.
Embreagem: regulagem do curso do pedal da embreagem.
• • •••• • •• •
Filtro de ar: substituir.
Filtro de combustível: substituir.
• • •
•• •• •• •• •• •• •• ••
• • •• •• •• •• •• ••• ••• •••
Filtro de óleo do motor: substituir.
Freio de estacionamento: verificar e regular, se necessário.

•• ••• • •• • •• • •• • ••
Freios: verificar quanto ao desgaste das pastilhas e discos.
Freios: verificar quanto ao desgaste das lonas e tambores.
Guarnições e protetores de pó: verificar o estado, posicionamento e eventuais vazamentos.
Liquido de arrefecimento: substituir.
Liquido de freio: substituir.
• •
Óleo do motor: substituir.
• •• •• •• •• •• •• • •• ••
Pneus e rodas: verificar estado, perfil e pressão (incluindo estepe).
• •
r--
Restabelecimento dos níveis: líquido do arrefecimento, freios, direção hidráulica,
lavador do para-brisa, embreagem hidráulica. ••••••••••
,......-. Substituição de amortecedores: substituir.
• •
r-
Teste de emissões de poluentes: efetuar o teste verificando os valores de funciona-
mento do motor e o estado dos componentes relacionados à emissões de poluentes. • • •
Transmissão: verificar o nível de óleo e completar, se necessário.
• • • •• • • • • • •
Velas de ignição: substituir.

Verificação visual do estado: tubulações (escapamento, alimentação de combustível,
freios), tubulações flexíveis do sistema dos freios. ••••••••••

9
t?a Check-llst
o
cn
Manutenção Preventiva: você e seu cliente só têm a ganhar. o
Informe os dados do cliente 11 Informe os dados do veículo o
Nome:
End:
11 Marca:
11 Modelo:
o
Tel: I Placa: n
E-mail: 11 Km :
Verificações
IIc.Ano:
:.__::__:_: _:__-=======:; n
Direção Arrefecimento D 0 Ok
Volante e coluna D 0 Ok DI ~ Nível do líquido incorreta o
D I~ Folgas excessivas ID I~ Ausência de aditivo rJ
D I~ Danificado ou com funcionamento deficiente lO ~~~~va=z=a=m=e=n=to=s=========== n
Equipamentos obrigatórios Correias auxiliares D 0 Ok
Limpador e lavador de para-brisa O 0 Ok D I~ Conservação/ fixação deficiente
D I~ Inexistente I Pneus e rodas
D I~ Danificado ou com funcionamento deficiente I Estado geral de fixação das rodas D 0 Ok
Extintor de incêndio O 0 Ok DI~ Falta um ou mais parafusos de fixação I
O I~ Validade vencida 10 I~ Exist. De trincas ou amassamentos na parte externa I
Buzina O 0 Ok DI~ Corrosão acentuada I
D I~ Inexistente I Desgastes da banda de rodagem D 0 Ok
DI~ Funcionamento deficiente 10 I~ Pneu(s) com pronf. de sulco inf. a 1,6mm
Cintos de segurança O 0 Ok Sinalizações
DI~ Inexistente ou quantidade insuficiente I Luz indicadora de direção (setas) D 0 Ok
Triângulo de segurança O 0 Ok DI~ Uma ou mais não funcionam
D I~ Inexistente I Luz de freio D 0 Ok
Estepe O 0 Ok DI~ Uma ou mais não funcionam
D I~ Fixação deficiente I Luz indicadora de posição D 0 Ok
Freios DI ~ Uma ou mais não funcionam
Reservatorio do líquido de freio D 0 Ok Luz de ré D 0 Ok
DI~ Falta estanqueidade ID '-'= l~,c.:N
~a"-o "::_f.:.=u~n~
ci~
o!.!:
na~_ _ _ _ _ _ _ _ __ j
D I~ Nível do líquido insuficiente I Suspensão
Freio de estacionamento O 0 Ok Amortecedores D 0 Ok
D I~ Danificado ou com funcionamento deficiente 10 I~ Conservação/ fixação deficientes
Gerenciamente Eletrônico D '-'= 1~='--V
-'-'a""z,a~m~e~n~to~ de~ fl~
ui~
d~o _ _ _ __ _ _ _
Carga e Bateria O 0 Ok Bandejas, braços e pivô D 0 Ok
D I~ Tensão da bateria inadequada 10 I~ Conservação/ fixação deficientes
DI~ Tensão do alternador inadequada 10 ~.: 1~=<-=--F~ol~g~ as~ex~c~e~s~si~v~ as~----=-=------=====---
Gerenciamento eletronico 0 0 Ok Dados da Oficina
DI~ Anomalia acesa quando existente li=l~N~o~m~e~:==============~
Iluminação 1;:::~Eê=n~d=:==============~
Lâmpadas dos faróis principais D 0 Ok Te I:
DI~ Uma ou mais não funcionam 1IL ~E=--.!!
m~a!.'!il,_:- - -:::::-- ----=-- --====-__j
Lâmpadas de ilumin da placa traseira O 0v Ok Observações
I~
I
D Funcionamento deficiente
-
I l
Motor e Climatização
l
Moto r 0 0 0k l
D I~ Vazamento de óleo I l
cli matização 0 0 0k l
D I~ Funcionamento do ar quente irregular I l
D I~ Funcionamento do ar frio irregu lar I l

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As correias são utilizadas em dois formatos: a


Especificação técnica GATES
correia micro-V e a correia dentada. A correia
micro-V exerce a função de movimentar Correia dentada
dispositivos auxiliares que não necessitam 40850X27XS
sincronismo, como o alternador, o compressor do
ar-condicionado e a bomba da direção hidráulica.
A correia dentada tem a função de manter o
sincronismo entre a árvore de manivelas e o
comando de válvulas, garantindo o exato
cumprimento dos ciclos de trabalho do motor.
Como todo componente mecânico, as correias
sofrem desgaste natural de funcionamento,
devendo ser substituídas conforme a especifi-
cação do veículo.

Especificação técnica GATES

Tensor da correia micro-V


T39163 Especificação técnica GI'JES

Correia micro-V
6PK1822

Remoção da correia dentDda

l.lnstale a ferramenta de ancoragem do motor; Fig.l - Remoção do suporte do motor


2.Desloque as mangueiras do sistema de
alimentação de combustível e do cânister fixas ao
suporte do motor;
3.Remova os cinco parafusos 16 milímetros de
fixação do suporte do motor, e retire-o; (Fig.l)

~~-------------------------------------------------------------- 13
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos -Correia dentada

4.Utilize chave 13 milímetros para remover os três


...
Fig.4 - Desaperto do parafuso da polia da
parafusos e as duas porcas de fixação da cobertura árvore de manivelas
superior da correia dentada; (Fig.2)

Fig.2 - Remoção da cobertura superior da correia dentada

10.Retire, em seguida, o parafuso e a polia;


11.Remova a ferramenta de travamento do
volante do motor;
12.Com auxílio de chave 8 milímetros remova os
quatro parafusos de fixação da cobertura inferior
da correia dentada, e remova-a;
5.Retire a cobertura superior; 13.Utilize chave de fenda para remover as tampas
6.Utilize chave 15 milímetros com cabo de força de proteção dos eixos comandos de válvulas; (Fig.S)
articulado para deslocar a correia micro-V das
polias, girando o parafuso do tensor no sentido Fig.S - Remoção das tampas de proteção dos eixos
horário; comandos de válvulas
7 .Desloque a correia micro-V;
8.Instale a ferramenta de travamento do volante
do motor para possibilitar a posterior remoção da
polia da árvore de manivelas; (Raven 151008)

A ferramenta de travamento do
'"""'--""""" volante do motor é instalada no
alojamento do sensor de posição da
árvore de manivelas. (Fig.3)

14.Instale novamente o parafuso de fixação da


Fig.3 - Ferramenta de travamento do volante engrenagem da árvore de manivelas;
do motor instalada 15.Gire a árvore de manivelas através de seu
parafuso 18 milímetros, até que os rasgos dos
eixos dos comandos de válvulas estejam
alinhados na horizontal, porém desalinhados
para baixo em relação ao centro; (Fig.6)

Fig.6 - Posicionamento dos eixos

9.Desaperte o parafuso da polia da árvore de


manivelas com chave 18 milímetros; (Fig.4)

14 '---------------------------------------------------------------~-
.
~,....................................................................................
. ..

16.Encaixe a ferramenta específica de sincroni-


DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Correia dentada

17.Com chave 13 milímetros remova a porca de


.

zação dos eixos comandos de válvulas; (Fig.7) fixação do tensor da correia dentada, e retire-o;
(Raven 151001) (Fig.S)

Fig.7 - Instalação da ferramenta de sincronização Fig.8 - Remoção do tensor da correia dentada

Caso a ferramenta não se encaixe,


gire novamente os eixos até encon-
trar a posição adequada. 18.Retire a correia dentada.

lnsttlloçõo do correio denttldo

Inspecione a correia dentada e seu 4.Selecione e instale o tensor da correia dentada


tensor quanto a possíveis desgastes no veículo, atento a sua correta posição de
excessivos, fissuras na correia ou encaixe;
mau funcionamento do tensor. Tais condições S.Apenas encoste sua porca;
implicam na imediata substituição do conjunto. 6.Selecione e instale a correia dentada;

l.Trave novamente o volante do motor com a Posicione a correia adequadamente.


ferramenta específica; Inicialmente posicione-a em tomo
2.Retire o parafuso 18 milímetros de fixação da da engrenagem da árvore de mani-
árvore de manivelas, e a ferramenta de travamento; velas, passe-a pela engrenagem da bomba
3.Certifique-se de que a chaveta da engrenagem da d'água, contorne internamente a polia auxiliar,
árvore de manivelas esteja voltada para cima; (Fig. 9) passe externamente pelas duas polias dentadas
dos comandos de válvulas e, por fim, contorne o
Fig.9 - Correta posição da engrenagem da seu tensor. (Fig.10)
árvore de manivelas
Fig. lO- Disposição da correia dentada

Polia do comando Polia do comando


de válvulas de descarga de válvulas de admissão
n;a~-z~

Tensor da

Engrenagem da
árvore de manivelas

--------------------------------------------------------------~ 15
tsa DUSTER 1.6 16V ·Sistemas Mecânicos ·Correia dentada ••

~~~--------------------------------------------------------~~
7 .Ajuste a tensão da correia. Com chave 11.Aperte seu parafuso e aplique torque de 40 ± 2
,.........
U I
hexagonal 6 milímetros, gire o tensor, no sentido
anti-horário, até que o ponteiro indicador de
Newton-metros ao mesmo acrescido de torque
angular de 145,00 ± 7,25 graus;
n
tensão esteja sobre a cavidade em "U" na sua base; 12.Retire a ferramenta de sincronização dos
nesse ponto, aperte a porca de fixação do tensor; comandos e instale novas tampas;
(Fig.ll) 13.1nstale a cobertura superior da correia
dentada;
14.Instale também o suporte do motor;
Fig.ll · Ajuste da tensão da correia 15.Aplique torque de 62,0 ± 3,1 Newton-metros
aos parafusos e porcas;
16.Remova a ferramenta de ancoragem do motor;
17 .Reposicione as mangueiras do sistema de
alimentação de combustível e do cânister;
18.Instale a correia micro-V;

A correia micro-V deve incorporar as


polias: da árvore de manivelas, do
compressor do ar condicionado, do
alternador, da bomba da direção hidráulica, da
polia auxiliar e do seu tensor. (Fig.13)

8.Aplique torque de 27,00 ± 1,35 Newton-metros


à porca;
9.Instale a cobertura inferior da correia dentada;
10.Trave novamente o volante do motor, e instale Fig.13 ·Disposição da correia micro-V
a polia da árvore de manivelas; (Fig.12)
Bombada
direção hidráulica

Fig.12 ·Instalação da polia da átvore de manivelas

Tensor da
Polia auxiliar

Compressor do
Polia dentada ar-condicionado
da árvore de manivelas

19 .Por fim, instale os demais componentes.

Série Veículos - Série Motores Otto - Série Motores Diesel


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DICAS PARA UMA TROCA PERFEITA

Redução do nível de líquido no Dano por óleo/derivados


sistema de arrefecimento de petróleo
Aparência: Vazamentos, umidades Aparência: Dilatação/Inchaço. A borracha
e goteiras. fica mole, com bolhas e com consistência
Problema: Mangueiras mal encaixadas, pegajosa ao toque, como cola.
abraçadelras com folgas e/ou sem o Problema: Derivados de petróleo reagem
torque correto, rachaduras no bocal da mangueira e trinca no quimicamente com os compostos de borracha, enfraquecendo
bocal do radiador. sua estrutura. Isso faz com que as camadas da mangueira se
Soluçio: Sub stitua as mangueias antes de romper. despreendam, causando bolhas e o rompimento prematuro da
É recomendada a troca das abraçadeiras a cada troca de mangueira.
mangueiras. Aplique o torque correto na abraçadeira . Soluçlio: Substitua as mangueiras antes de romper. Corrija a
origem do vazamento de óleo.
Dano por calor Observação: Use somente detergentes neutros para limpeza
do motor.
Aparência: Dilatação/Inchaço.
A borracha fica com a consistência
pegajosa ao toque, como cola. Perda de
borracha de superfície, os fios tê xteis
ficam expostos. Dano por ozônio
Problema: Com as altas temperaturas do motor e do líquido de Aparência: Pequenas rachaduras na
arrefecimento, é ocasionado o rompimento da mangueira. cobertura da mangueira.
Solução: Substitua as mangueiras antes de romper. Use sempre a Problema: A alta concentração de ozônio
mistura correta do aditivo de radiador+ água. dentro do compartimento do motor
ataca diretamente os componentes
de borracha. Pequenas rachaduras ocorrem principalmente em
Dano por abrasão curvas e locais de fixação. Através destas rachaduras, os gases
Aparência: Fios têxteis expostos. penetram e reduzem a vida útil da mangueira.
Problema: Ocorre quando a mangueira Soluçio: Substitua as mangueiras antes de romper. As
entra em atrito com partes fixas do motor. mangueiras Gates são fabricadas em um composto de EPDM,
As mangueiras Gates são construídas resistente ao ozônio .
100% de acordo com os projetas das
mon ra s, e não evem ter cantata com outras partes do motor.
Soluçlio: Substitua as mangueiras antes de romper.
Em uma emergência, você pode usar sobrecapa, usando um
pedaço cortado de uma outra mangueira.

Dicas e cuidados para instalação


Nunca substitua a mangueira com o motor aquecido ou com o líquido no sistema.
Deve ser aplicada a proporção correta da mistura de água + aditivo de radiador (propileno glicol e etileno
glicol) para garantir a vida útil da mangueira e dos componentes do sistema de arrefecimento.

Para remover a mangueira do bocal Faça a limpeza do Uso de ferramentas Certifique-se de


do rad iador, solte a abraçadeira e bocal removendo adequadas: para que a magueira
gire a mangueira ao redor do bocal. todas as impurezas. abraçadeiras com sistema está perfeitamente
Se ainda assim a mangueira não se Se necessário, usar mola (de pressão), usar encaixada na
soltar, use uma lâmina para cortar. detergente neutro. alicate- abraçadeira . posição correta do
Importante: Cuidado para não bocal do radiador e
quebrar o bocal do radiador durante a abraçadeira bem
a remoção da mangueira. fi xada.

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o DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Bomba d'água

o
o
o
o
o A bomba d'água é a responsável por gerar um
o fluxo e fazer circular o líquido de arrefecimento
o pelo motor, bloco e cabeçote, até atingir o
radiador, onde ocorre a troca de calor com o ar
() externo. O motor do Duster está equipado com
o uma bomba do tipo centrífuga, instalada no bloco
e acionada pela correia dentada. O não
o funcionamento da bomba d'água interrompe o
o fluxo do líquido de arrefecimento, comprome-
tendo o funcionamento de todo o sistema e
o
')
colocando em risco a própria durabilidade do
motor, uma vez que o líquido de arrefecimento
não circulará por ele e não será resfriado no
r radiador, provocando superaquecimento. Por &pecificação técnica SCHADEK

r isso, é importante ficar atento a vazamentos,


ruídos e estado da correia de acionamento da
Bomba d'água

c bomba d'água.
SCH N° 20.160·1

o PJ Remoção d11 bombtl d'6gu11

j
l.Drene o líquido de arrefecimento; S.Remova a correia dentada. Veja os procedi-
í' mentos no item: "Remoção da correia dentada";

CJ Retire a tampa do reservatório do


Seja precavido ao retirar a bomba
(' líquido de arrefecimento para
acelerar a drenagem do líquido. d'água, pois parte do líquido de
( arrefecimento permanece retido aí e
poderá escoar.
G 2.Utilize alicate bomba d'água para soltar a
o abraçadeira da mangueira inferior do radiador, e
desconecte-a; (Fig.l) 6.Remova o parafuso 10 milímetros e os outros
(\ sete parafusos 8 milímetros de fixação da bomba
r) Fig.l - Drenagem do líquido de arrefecimento
d'água, e retire-a; (Fig.2)

í_' _,~
Fig.2 - Remoção da bomba d'água

(J
o

3.Aguarde o escoamento completo do líquido de


arrefecimento;
4.Conecte novamente a mangueira do radiador e 7 .Remova sua junta de vedação.
o ajuste a abraçadeira;
o
(]-------------------------------------------- 19
DUSTER 1.616V- Sistemas Mecânicos- Bomba d'ág.:ua::...._-=:::..--------------..i i i- -----,_. ,.-
p] InsiDiação da bomba d•6gua

2.Instale a bomba d'água;


Limpe a região em tomo do aloja- 3.Aperte seus parafusos, e aplique torque de
mento da bomba. 11,00 ± 0,55 Newton-metros;
4.1nstale a correia dentada e os demais
l.Selecione a nova junta de vedação e instale-a no componentes, conforme procedimentos apresen-
veículo; (Fig.3) tados no item "Instalação da correia dentada";
5.Abasteça o sistema de arrefecimento na
proporção de 40% de aditivo e 60% de água.
Fig.3 - Instalação da junta de vedação da bomba

Série Motores Diesel


A força dos motores diesel
nas páginas da Mecânica 2000

Apresentam abordagens exclusivas


sobre as características dos sistemas
de alimentação com
gerenciamento eletrônico
(onde aplicável).

'----
20 ~------------------------------------------------------------------r"
~
PROBLEMAS MAIS COMUNS RELACIONADOS
,--.... A QUEDA DE PRESSÃO DE ÓLEO SCHADEK
NOS MOTORES BV E PRINCIPALMENTE 16V

PROBLEMA SOLUÇÃO

Válvula de Retenção ou de Segurança Substituir o Filtro de óleo


,... do filtro de óleo com defeito

Entradas de ar pelo sistema Observar pela vareta do óleo, com o motor em


funcionamento e com o óleo quente, se o óleo
está espumando. Se estiver, significa que está
tendo entrada de ar. Verificar então se a base
do pescador está empenada ou com uso de
cola, se existem possíveis fissuras no bloco ou
cabeçote.

Válvula de Retenção do cabeçote Verificar se há válvula de retenção no cabeçote


e se está em perfeito funcionamento, caso
contrário substitua-a.

Viscosidade do óleo incorreta Substituir o óleo e utilizar o especificado pelo


fabricante.

Carbonizações no sistema Efetuar a limpeza completa e detalhada no


sistema.

Impurezas no interior do tubo de Recomenda-se trocar o tubo de sucção


sucção sempre que trocar a bomba de óleo.

Folga dos mancais incorreta Ajustar as folgas corretamente dentro do


especificado.

Desgastes do cabeçote Fazer a retífica completa do cabeçote.

Desgastes dos Tuchos Hidráulicos Efetuar a troca dos tuchos gastos


(é recomendado que todos sejam trocados).

Não utilizar cola Não se deve usar cola na aplicação da bomba


de óleo ou do tubo de sucção, utilizar somente
a junta que acompanha o produto.

ATENÇÃO: Muito cuidado com problemas relacionados à combustivel adulterado,


pois o mesmo vem prejudicando e condenando muitos motores no pais.

BOMBAS DE ÓLEO, BOMBAS D'ÁGUA, REPAROS E ACESSÓRIOS AUTOMOTIVOS.


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DUSTER 1.616V- Sistemas Mecânicos- Bomba de óleo
~====~==~:2=:==========~~==~========~·~
-
SCHAE;!EK

O sistema de lubrificação é responsável por funcionamento do motor. A bomba de óleo, um


fornecer óleo às peças móveis do motor para dos componentes desse sistema, é a responsável
reduzir o atrito entre elas, minimizar a geração de pelo fluxo de lubrificante no interior do motor.
calor e filtrar as impurezas geradas durante o Esse óleo em circulação lubrifica e auxilia na
refrigeração dos principais componentes internos
do motor, tais como: pistões, comando de
válvulas, árvore de manivelas, anéis, dentre
outros. A bomba de óleo presente no Duster é uma
bomba de engrenagens, que está posicionada na
parte inferior do bloco, e ela é acionada pela
árvore de manivelas através de corrente. A
substituição da bomba de óleo se faz necessária
quando houver baixa pressão na linha de
recalque, vazamentos de óleo pelo retentor ou
ruídos excessivos.

Especificação técnica SCHADEK

Bomba de óleo

SCH N° 1 0.272

rJ Remoção do bombo de 61eo

1.Drene todo o óleo presente no cárter. Posicione 6.Solte o parafuso 10 milímetros que fixa o
um coletor de óleo sob o cárter, e remova o bujão suporte da mangueira do sistema de arrefecimen-
de dreno com chave 5/16 polegadas; (Fig.1) to ao cárter;
?.Utilize chave 13 milímetros para soltar os
Fig.l- Drenagem do óleo do motor quatro parafusos que fixam o cárter à caixa de
marchas; (Fig.2)

Fig.2 - Remoção dos parafusos de fixação do cárter


à caixa de marchas

2.Aguarde o escoamento completo do óleo;


3.A seguir, instale novamente o bujão de dreno e
aperte-o;
4.Remova os três parafusos 13 milímetros que
fixam o eixo da homocinética ao cárter;
S.Remova também o parafuso 13 milímetros que 8. Utilize chave 8 milímetros para remover os
fixa o cárter ao suporte do compressor do ar vinte parafusos que fixam o cárter ao bloco do
condicionado; motor conforme a sequência indicada; (Fig.3)

22
-------------------------------------------------------------------------------~
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Fig.3 - Sequência de desaperto dos parafusos de


DUSTER 1.6 16V. Sistemas Mecânicos- Bomba de óleo

Fig.S - Remoção do parafuso da travessa da suspensão


fixação do cárter

17
13 20
16 12
5
4

2 • .. 3
6 10 19 15 11
14 18
15.Remova os dois parafusos 16 e o parafuso 18
milímetros que fixa a travessa menor à carroçaria,
9 .Desloque o cárter com auxílio de uma alavanca; e retire-a;
16.Feito isso, desloque um pouco a travessa da
Para remover completamente o suspensão, do lado direito do veículo, logo abaixo
cárter é necessário o deslocamento do cárter; (Fig.6)
da travessa da suspensão do lado
direito do veículo. Fig.6 - lado direito da suspensão deslocado

10.Para tal, remova a porca 18 milímetros de


,..--..,. fixação do pivô da suspensão à manga de eixo, e
em seguida, desloque-o; (Fig.4)

FigA - Remoção da porca do pivô da suspensão

17.Em seguida, retire o cárter e sua junta;


18.Utilize chaves 10 e 13 milímetros para
remover os dois parafusos de fixação da bomba
de óleo ao bloco do motor;
19.Remova a bomba de óleo depois de soltá-la da
corrente de acionamento; (Fig. 7)

Fig. 7 - Remoção da bomba de óleo


11 .Utilize chaves 16 milímetros e hexagonal 5
milímetros para remover a porca de fixação do
tirante da barra estabilizadora à torre da
suspensão;
12.Desloque o tirante;
13.Remova a porca 13 milímetros de fixação do
tirante da suspensão à carroçaria do veículo;
14.Com chave 18 milímetros, remova o parafuso
que fixa a travessa da suspensão à carroçaria;
(Fig.S)

~~--------------------------------------~-----------------J 23
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Bomba de óleo
-
-..
SCHADEK

Caso seja necessária alguma manu- Fig.9- Tampa fixa ao bloco do motor
tenção na corrente de acionamento
da bomba de óleo, siga tais procedi-
mentos.

20.Remova a correia dentada. Consulte os


procedimentos no item "Remoção da correia
dentada";
2l.Solte o parafuso 18 milímetros de fixação da
engrenagem e remova-a; (Fig.8)

Fig.8 - Remoção da engrenagem da árvore de manivelas


23.E retire a corrente.

Ao reinstalar a corrente, siga os


procedimentos na ordem inversa de
sua remoção, atento apenas ao fato
de aplicar junta líquida na superfície de contato
da tampa que será fixada ao bloco do motor.
(Fig. lO)

Fig.lO - Aplicação de junta líquida na tampa

22.Remova os seis parafusos de fixação da tampa


fixa ao bloco do motor com chave 8 milímetros e
remova-a; (Fig. 9)

PJ Instalação da bomba de 61eo

Limpe adequadamente os compo- 2.Encaixe a bomba na sua corrente de aciona-


nentes que serão reinstalados no mento, e fixe-a com seus parafusos; (Fig. li)
veículo e a região do alojamento da
bomba no bloco do motor, removendo Fig.ll- Instalação da bomba de óleo
quaisquer resquícios de junta e impurezas
existentes, que possam comprometer o bom
funcionamento da bomba de óleo.

l.Selecione a nova bomba de óleo, e instale-a no


veículo;

Antes da instalação da nova bomba


de óleo, preencha-a com óleo novo
para motor.

24
-
S CHADEK
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Bomba de óleo

9 .Instale novamente os parafusos de fixação da


Certifique-se de que a corrente
travessa da suspensão: o parafuso de fixação da
- -"'-'"i.-l..oo'll esteja devidamente encaixada nas
travessa à carroçaria e a travessa menor com seus
engrenagens da bomba de óleo e da
três parafusos;
árvore de manivelas.
10.Instale o pivô da suspensão e sua porca de
fixação;
3.Aplique torque de 22,0 ± 1,1 Newton-metros ll.Fixe o tirante da suspensão à carroçaria e o
aos parafusos da bomba de óleo; tirante da barra estabilizadora à torre da
4.Encaixe a nova junta no cárter e leve-o para ser suspensão;
instalado no veículo; (Fig.12) 12.Por fim, abasteça o motor com 4,0 litros de
novo óleo, sem a substituição do filtro. Com a
Fig.12- Instalação da junta no cárter substituição do filtro, a capacidade do sistema é
de4,8litros; (Fig.14)

Fig.14 - Abastecimento do motor

O fabricante recomenda a substitui-


ção da junta sempre que o cárter for
removido.

S.Instale o cárter; Segundo especificações do fabri-


6.Aperte seus parafusos conforme a sequência cante, recomenda-se a utilização do
indicada; (Fig.13) óleo sintético SAE 10W40.

Fig.13- Sequência de aperto dos parafusos de


13.Aguarde por aproximadamente 3 minutos
fixação do cárter
para que o óleo escoe completamente para dentro
do motor; verifique o nível do óleo, e complete-o,
12' 8 se necessário.
5 9
16

tW

19 • 18
15 6 10 14 '
11 3 2
7

?.Aplique um pré-torque de 8,0 ± 0,4 Newton-


metros aos parafusos, seguidos de um torque de
14,0 ± 0,7 Newton-metros sempre obedecendo a
sequência;
8.Aplique pré-torque de 8,0 ± 0,4 Newton-
metros, seguidos de um torque de 44,0 ± 2,2
Newton-metros aos parafusos de fixação do cárter
à caixa de marchas;

25
-
CD
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.__
CD

Sabó. Omaior
portfólio do Brasil
para o maior herói
dos clientes.
Não tem pra ninguém. Oportfólio mais completo
de retentores, juntas e mangueiras do Brasil é
Sabó. Só que não basta ser maior, tem que ser
melhor. Por isso, aqualidade é reconhecida no
Brasil e no mundo. Mas, a Sabó sabe que não
pode parar, e que para estar sempre salvando
o dia do cliente junto com você, tem que inovar
comsuperlançamentos o ano inteiro.

TECNOLOG IA DA PERFEI ÇÃ O

IJ www.facebook.com/sabogrupo www.twitter.com/sabogrupo Iii) www.youtube.com/sabogrupo w w w. s a b o g r ou p . co m . b r


O cabeçote, devido a sua construção, é o compo-
nente responsável por conduzir a entrada e saída
de ar e combustível dos cilindros localizados no
bloco. Nele está alojado o sistema de acionamento
das válvulas, as próprias válvulas, além da
superfície superior da câmara de combustão. O
cabeçote é instalado sobre o bloco. Entre a
superfície superior do bloco e a superfície inferior
80368 do cabeçote é posicionada ajunta do cabeçote. Ela
tem a função de assegurar a estanqueidade das
câmaras de combustão, bem como a continuidade
dos circuitos de arrefecimento e de lubrificação do
bloco do motor para o cabeçote, isolando-os
adequadamente. Os parafusos usados para fixar o
cabeçote ao bloco do motor exigem aperto com
torque angular. A vedação entre o cabeçote e a
tampa de válvulas é feita por junta líquida
resistente a altas temperaturas. Alguns dos
o Especificação técnica SABÓ
Parafusos do cabeçote
indícios de possível problema com a junta do
o 78498
cabeçote são: perda de compressão do motor,
redução do nível do fluido de arrefecimento ou do
o lubrificante e superaquecimento do motor. Sua
avaria pode provocar a perda considerável de
o potência do motor, e até mesmo danos mecânicos
o
r-
graves. Em geral, a substituição da junta é
requerida nas manutenções que exigem a
remoção do cabeçote, ou em caso de identificação
de sintomas operacionais como os apresentados.

O Duster é equipado com tuchos hidráulicos e possuem a chamada "regulagem automática",


que dispensam ajuste ou regulagem. Os tuchos mecânicos devem ser regulados com folga
predeterminada pelo fabricante, através do calibrador de lâminas. Já os tuchos hidráulicos,
)
diferentemente dos tuchos mecânicos, eliminam esta folga, pois funcionam com a pressão e o fluxo do
óleo.
o
PJ Remoção do cabeçote e sua juntll

l.Desconecte os cabos da bateria com chave 10


milímetros, e desloque-os;
2.Retire o parafuso 13 milímetros de fixação da
bateria, e remova-a do veículo;
3.Remova também o apoio da bateria;
4.Desconecte o tubo de sucção de ar do conjunto
filtro de ar e solte os parafusos fixadores do
conjunto com chave Torx T25;
S.Desconecte a mangueira de aeração da tampa
de válvulas, e em seguida, retire o conjunto filtro
de ar; (Fig.1)

~~-------------------------------------------------------------J 27
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Ca te

6.Remova os dois parafusos 10 milímetros de Fig.4 - Remoção do terminal do injetor de partida a frio
fixação do suporte das mangueiras de arrefeci-
mento ao cabeçote;
?.Retire o suporte;
8.Desconecte as mangueiras do sistema de
arrefecimento com auxílio de alicate bomba
d'água, e desloque-as;
9.Desconecte também o terminal elétrico do
sensor de temperatura do líquido de arrefeci-
mento (ECT);
10.Solte os dez parafusos 8 milímetros que fixam
a carcaça da válvula termostática ao cabeçote;
1l.Remova a carcaça e sua junta; (Fig.2)

Fig.2 - Remoção da carcaça da válvula termostática Fig.S - Remoção do terminal do ACT

12.Remova a correia dentada e drene o líquido de 15.Desconecte também os terminais das bobinas
arrefecimento. Se necessário, consulte os de ignição, dos eletroinjetores e do sensor de
procedimentos nos itens "Correia dentada" e detonação (KS);
"Bomba d'água". 16.Remova os dois parafusos fixadores do tubo
13.Desaperte as duas porcas 13 milímetros de distribuidor de combustível com chave 8
fixação do protetor do tubo distribuidor de milímetros, e desloque-o; (Fig.6)
combustível, e remova-o; (Fig.3)
Fig.6 - Remoção do tubo distribuidor de combustível
Fig.3 - Remoção do protetor do tubo
distribuidor de combustível

17 .Desaperte os oito parafusos 8 milímetros de


fixação do coletor de admissão;
14.Solte os terminais elétricos do injetor de 18.Utilize chave 8 milímetros para soltar os
partida a frio, da borboleta motorizada (ETC), do parafusos fixadores das bobinas de ignição;
sensor de pressão absoluta (MAP) e do sensor de 19 .Remova as bobinas;
temperatura do ar (ACT); (Figs.4 e 5) 20.Remova o coletor de admissão; (Fig. 7)

H ~------------------------------------------------------~~~
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos-

Fig. 7 - Remoção do coletor de admissão 27.Desaperte os 24 parafusos 8 milímetros de fixação


da tampa de válvulas na sequência correta; (Fig.10)
Fig. lO- Sequência de desaperto dos parafusos de
fixação da tampa de válvulas

2l.Utilize chave E8 para soltar os dois parafusos


de fixação da caixa do filtro de ar, e desloque-a da
borboleta motorizada; (Fig.8)

Fig.8 - Deslocamento da caixa do filtro de ar 28.Remova a ferramenta de travamento dos


comandos de válvulas;
29. Utilize chave 8 milímetros para soltar os dois
parafusos de fixação da alça de içamento do
motor, no lado do volante do motor, e retire-a;
30.Retire a tampa de válvulas com auxílio de uma
espátula;

Observe as referências nos coman-


._-......
dos de válvulas, para não confundir
no momento da instalação. (Fig.11)

Fig.ll - Referências nos eixos comandos de válvulas


22.Retire a tampa do decantador de óleo, para
isso, solte os oito parafusos 8 milímetros
conforme a sequência indicada; (Fig. 9)

Fig. 9 - Sequência de desaperto dos parafusos da


tampa do decantador de óleo

3l.Remova os eixos comandos de válvulas;


32.Retire todos os balancins; (Fig.12)

Fig.12- Remoção dos balancins

23.Em seguida, remova a caixa do filtro de ar;


24.Remova os cinco parafusos do defletor de calor
com chave 8 milímetros, e retire-o;
25.Remova os dois parafusos 13 milímetros e a
porca 16 milímetros que fixam o tubo primário ao
coletor de escapamento;
26.Remova a ferramenta de ancoragem do motor;
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Ca ote

Conserve os balancins em local 35.Solte o conector do sensor de oxigênio CHEGO 1);


IAJ~[!g..l limpo para evitar possíveis conta- 36.Remova cuidadosamente o cabeçote do motor
minações. juntamente com o coletor de escapamento;
37.Por fim, retire ajunta do cabeçote. (Fig.14)
33.Utilize saquete E12 e cabo de força para
Fig.14 - Remoção da junta do cabeçote
desapertar os dez parafusos fixadores do
cabeçote, conforme a sequência de desaperto;
(Fig.13)

Fig.13- Sequência de desaperto dos parafusos de


fixação do cabeçote

Inspecione o seu estado: junta


queimada indica alguma deficiência
no sistema de arrefecimento; junta
com problema de vedação é indício de desvio
de planicidade na superfície do cabeçote e/ ou
do bloco.

34.Retire os parafusos do cabeçote; fique A junta removida não deve ser


reutilizada. No instante em que são
Optou-se pela remoção do cabeçote aplicados os torques aos parafusos,
vinculado ao coletor de escapamen- a junta se deforma, moldando-se àquela
to devido ao difícil acesso aos para- posição específica, e não se assentará
fusos que fixam tais componentes. adequadamente noutra posição.

P l lnspeção do cabeçote

Ao substituir a junta do cabeçote é Fig.lS- lnspeção do cabeçote


recomendado inspecionar a planici-
dade das faces de contato do
cabeçote e do bloco. O empeno admissível é de
0,06 milímetros. Se a incerteza do calibrador
for 0,01 milímetro, o limite superior da zona de
conformidade é 0,05 milímetros. A lâmina de
cinco centésimos de milímetro é, portanto,
adequada para essa medição.
l.Apoie a régua de fio (KI..-0140-76) de forma
perpendicular à superfície do cabeçote;
2.Tente inserir a lâmina de cinco centésimos de
milímetro entre a régua e o cabeçote; (Fig.15)
3.Da mesma forma, inspecione a face do bloco.
pi'CICI!Ciknenl se a 1"amma
CORREIO . na- o passar em nenh u-
~ ma posição, significa que o resul-
tado base é inferior a cinco centési- Se a lâmina não passar, significa
mos. Nesse caso a superfície desse cabeçote está que a planicidade está em confor-
em conformidade. midade. O que ocorre nesse caso.

30 '---------------------------------------------------------------~--
rJ Instalação do cabeçote

Os resíduos de junta e outras Fig.17 - Sequência de aperto dos parafusos de


impurezas devem ser removidos fixação do cabeçote
--~"""' das superfícies do cabeçote e do
bloco, e também dos orifícios dos parafusos,
sem deixar que entrem nas galerias de água e
de óleo.

l.Selecione a nova junta do cabeçote, e instale-a


no bloco do motor;
Atenha-se à sua correta posição de
instalação, indicada pela guia
~--liill"'l
presente no bloco do motor, à qual
deve se encaixar ao seu respectivo orifício na
junta.

2.1nstale o cabeçote; (Fig.16)

Fig.16- Instalação do cabeçote ?.Instale os balancins;


8.1nstale os eixos comandos de válvulas; (Fig.18)

Fig.18 - Instalação dos eixos comandos de válvulas

Evite movimentos bruscos para não


danificar os anéis guias.

3.Selecione os novos parafusos do cabeçote; 9 .Lubrifique os eixos comandos de válvulas e os


tuchos hidráulicos;
Os parafusos do cabeçote devem ser 10.Aplique junta líquida para altas temperaturas
substituídos. Eles se deformam no na borda de contato do cabeçote; (Fig.19)
momento da aplicação do torque e
não devem ser reutilizados. Fig.19 - Aplicação de junta líquida na borda
de contato do cabeçote

4.Lubrifique a rosca do novo parafuso com um fio


de óleo novo, e o insira no seu alojamento;
S.Repita o procedimento para os demais
parafusos;
6.Aperte os parafusos, de forma gradual,
iniciando do centro para as extremidades,
seguindo a sequência apresentada; Na primeira
etapa, aperte os parafusos com torque de 20 ± 1
Newton-metros. A seguir, aplique torque angular
em mais duas etapas de 120 ± 6 graus em todos os
parafusos; (Fig.17)

~-------------------------------------------------------------J 31
l~~~=dD~U~ST~E~R~1-~6~16~V~-S~Is=w;m=as~M=~
... ----
~nl~co;s··~C~a~~t~e. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .~~~-~~;~~;;~;~;:;~~. . . . . . . . . . . .. . .

Não aplique excessivamente a 20.Encaixe a caixa do filtro de ar à borboleta


junta, sob o risco de obstruir as motorizada e em seguida, fixe-a à tampa do
galerias internas de lubrificação do decantador de óleo por meio de seus parafusos;
cabeçote. 21 .Instale a ferramenta de travamento dos
comandos de válvulas e a alça de içamento do
11.1nstale a tampa de válvulas, apenas encos- motor;
tando seus parafusos; 22.1nstale também a ferramenta de ancoragem do
12.Aperte seus parafusos com pré-torque de 8,0 ± motor;
0,4 Newton-metros seguindo a sequência de 23 .Instale o coletor de admissão;
aperto; (Fig.20) 24.1nstale as bobinas de ignição; (Fig.22)
Fig.20 - Sequência de aperto dos parafusos de
fixação da tampa de válvulas

13.Em seguida, aplique torque de 15,00 ± 0,75 25.Reconecte o terminal elétrico do sensor de
Newton-metros aos parafusos de 1 a 12, 14 a 19, detonação e instale o tubo distribuidor de
21 e 24; E por fim, desaperte os parafusos 13, 20, combustível; (Fig.23)
22 e 23, e aperte-os novamente com 15,00 ± 0,75
Newton-metros;
Fig.23 - Instalação do terminal do sensor de detonação
14.1nstale o defletor de calor;
15.Fixe também o coletor de escapamento ao tubo
primário;
16.Posicione a caixa do filtro de ar em seu devido
alojamento;
17.Aplique junta líquida para altas temperaturas
na superfície da tampa de válvulas, sobre a qual se
assentará a tampa do decantador de óleo;
18.1nstale a tampa do decantador de óleo;
19.Aplique torque de 10,0 ± 0,5 Newton-metros
aos seus parafusos conforme a sequência
indicada; (Fig.21)

Fig.21- Sequência de aperto dos parafusos da 26.Instale os terminais elétricos dos eletroinje-
I tampa do decantador de óleo
tores, das bobinas de ignição, do sensor de
temperatura do ar, do sensor de pressão absoluta
do ar, da borboleta motorizada e do injetor de
partida a frio;
27.1nstale o protetor do tubo distribuidor de
combustível;
28.1nstale os demais componentes: a carcaça da
válvula termostática com suas mangueiras, o
conjunto filtro de ar, a bateria, a correia dentada,
entre outros;
29.Por fim, abasteça o sistema de arrefecimento
na proporção de 40% de aditivo e 60% de água.
\..J
n
r--\

"'
~

Mangueira
do filtro de ar.
Mais um
lançamento
.--..... da Sabó
soprando
a seu favor.

~
Motor Flat Are 1.3L BV: Florlno (mod. Uno) 03107
55161 FIAT Motor Fira 1.3 L 8V MPI: Uno 041 ... Mangueira do Filtro de Ar 50017371
Motor Flre 1.0L BV: Uno 02106

Motor Flat Fn 1.011.3L 16V:


55162 FIAT Mangueira do Filtro de Ar 467811767
Palio I Palio Weekend I Slena 01103

Motor Flat Flre 1.4L BV: Flex Palio lldea I 517458681


----.. 55163 FIAT
Palio Weekend I Slena I Strada 20061 ...
Mangueira do Filtro de Ar
5503232

r-- Motor Flat Fn 1.0L BV: Palio 01104


Motor Flre Flex 1.0L 8V: Palio 20061... ; Uno 06106 551801981
55164 FIAT Mangueira do Filtro de Ar
Motor Are 1.3L BV: Palio 03106 I Palio Weekend I 467811717
Slena I Strada 03105
r--
Motor G.M.1.6L 8V: Celta 01102; Motor 1.6L BV.MPFI:
Mangueira do Filtro de Ar
55165 G.M. Corsa Classic 03/041 Corsa Pick-up 96103; 90466213
(com Sensor)
Motor 1.011.6L BV.MPFI: Corsa 96102

Motor G.M. 1.6L BV. Celta 01102;


Motor 1.011.6L BV.MPFI: Corsa 96102; Mangueira do Filtro de AI
55166 G.M. 90411727
Motor 1.6LBV.MPFI: Corsa Claaslc 031041 (com Bocal para Sensor)
Corsa Plck-up 1111103

Motor G.M. 1.011 .6L VHC: Celta I Mangueira do Filtro de Ar


55167 G.M. 93396087
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Émais uma novidade para você continuar sendo o herói do seu cliente, todos os dias.
IaliJ/lJM
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DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Freios

O conjunto de freios que equipa o Renault Duster é de acionamento hidráulico com duplo circuito
distribuído em diagonal. O sistema utiliza disco ventilado de diâmetro externo 269 milímetros e espessura
mínima de aproximadamente 19,8 milímetros nas rodas dianteiras. Nas rodas traseiras, utiliza tambor,
cujo diâmetro externo é de 260,5 milímetros e o interno é de 228 milímetros. O sistema utiliza também
servofreio, com assistência a vácuo. O freio de estacionamento possui acionamento mecânico, atuante nas
rodas traseiras, e o fluido de freio utiliza a especificação DOT 4.

Diagrama do sistema de freios do Renault Duster

estacionamento

PJ lnspeção no disco de freio


~
1.Realize inicialmente a inspeção visual de todo o fique A espessura m1mma do disco,
conjunto, procurando por vazamentos de fluido considerando o seu desgaste natural,
ou alguma falha grave, como quebra ou trinca de é 19,80 ± 0,25 milímetros. O limite
algum componente; inferior da tolerância é 19,55 milímetros e o limite
2.A seguir, inspecione detalhadamente o disco superior é 20,05 milímetros.
ventilado quanto a sua espessura;

A tolerância dimensional para a Se utilizarmos um paquímetro com


A11111rD~~- espessura do disco dianteiro novo, incerteza de 0,05 milímetros, a zona
definida pelo fabricante, é 22,50 ± de conformidade do disco desgas-
0,25 milímetros. O limite inferior da tolerância é tado é determinada somando-se 0,05 milímetros
22,25 milímetros e o limite superior da tolerância ao limite inferior da tolerância (19,55 milíme-
é 22,75 milímetros. tros). Portanto, o resultado base da medição deve
ser maior ou igual a 19,60 milímetros.

34 ~----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.616V- Sistemas Mecãnicos- Freios

3.Realize a medição encaixando o paquímetro no


Se utilizarmos um relógio compa-
disco. Ajuste os bicos à superfície do disco e faça a rador com incerteza de 0,013
leitura da indicação; (Fig.1) milímetros, a zona de conformi-
dade do disco empenado é determinada
Fig. I- Medição da espessura do disco de freio subtraindo-se 0,013 milímetros do limite
superior da tolerância (O, 139 milímetros).
Portanto, o resultado base da medição deve ser
menor ou igual a O, 126 milímetros.
9.Fixe a base magnética na suspensão do veículo.
Posicione o apalpador na faixa externa do disco, que
é mais suscetível a empenas, e zere o relógio; (Fig.3)
Fig.3 - Instalação do relógio comparador

4.0 resultado base da primeira medição é 22,10


milímetros;
S.Realize outra medição a 180 graus da primeira;
6.0 resultado base da segunda medição é,
também, 22,10 milímetros; (Fig.2)

10.Gire o disco de freio lentamente, por duas


voltas completas, e faça a leitura da indicação do
ponteiro;
1l.Nessa medição observe que a variação do
ponteiro no relógio ficou entre O e 10, ou seja, o
empeno foi menor que O, 100 milímetros.

Comparando o resultado com a zona


de conformidade, conclui-se que o
empeno do disco está dentro da
especificação do fabricante.

Comparando o resultado base com a O resultado da medição é, portanto:


zona de conformidade podemos RM < 0,100mm.
concluir que a espessura do disco está
dentro da especificação do fabricante. Nesta Porém, é recomendável que se
condição poderá ser reutilizado. realize outras duas medições: na
faixa central e na faixa interna do
disco, para certificar-se de sua boa condição.
Os resultados das medições da
espessura do disco devem ser pnMIICirneneo se to d as as me d.rçoes
r'I.DI);;tl ~ estiverem
. em
expressos como: RM1 = RM2 = I' iV conformidade, o disco poderá ser
22,10 ± O,OSmm. reutilizado.
7.Agora, inspecione o disco quanto ao empeno;
8.Para realizar estas medições, utilize o relógio
comparador;
Em caso de necessidade de troca do
Segundo especificação do fabricante, disco, faça a substituição do disco do
a tolerância máxima do empeno do lado oposto, simultaneamente, para
disco é 0,100 ± 0,039 milímetros, ou que suas espessuras fiquem equivalentes e
seja, o limite inferior da tolerância é 0,061 produzam o mesmo deslocamento dos êmbolos
milímetros e o limite superior é O, 139 milímetros. das pinças, quando solicitados.

---------------------------------------------------------------J 35
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas Mecânicos· Freios

PJ Remoção do disco de freio

!.Remova os dois parafusos de fixação da pinça de


Fig.S - Remoção do suporte da pinça
freio com auxílio de chaves 13 e 16 milimetros; (Fig.4)

Fig.4 - Remoção da pinça de freio

5.Retire o suporte;
6.Solte os dois parafusos de fixação do disco de
freio com chave Torx T40, e remova o disco. (Fig.6)
2.Desloque a pinça;
Fig.6 - Remoção do disco de freio

Pendure a pinça na suspensão para


._-......... não danificar o conduíte de freio;

3.Remova as pastilhas;
4.Utilize soquete 18 milímetros para remover os
dois parafusos de fixação do suporte da pinça de
freio; (Fig.5)

lnspeção das pastilhas e insiDiação do conjunto

1.Instale o disco de freio; 4.Na sequência, faça a medição das pastilhas;


2.Aplique torque de 14,0 ± 0,7 Newton-metros
aos seus parafusos; A espessura mínima do material de
3.Instale o suporte da pinça de freio, e aplique atrito é 2,00 ± 0,25 milímetros, ou
·.;;.;;.;;_,M

torque de 105,00 ± 5,25 Newton-metros aos seus seja, os limites de tolerância estão
parafusos; (Fig.?) compreendidos entre 1,75 milímetros e 2,25
milímetros.
Fig. 7 - Instalação do suporte da pinça de freio

Se utilizarmos o paquímetro com


_ _ ""'" incerteza de 0,05 milímetros para
realizar a medição, a zona de
conformidade é obtida somando-se essa
incerteza ao limite inferior da tolerância 1,75
milímetros. Portanto, a zona de conformidade
será maior ou igual a 1,80 milímetros.

S.Ajuste a vareta de medição de profundidade do


paquímetro ao material de atrito da pastilha e
faça a leitura da indicação; (Fig.8)

36 '-----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Frnios

Fig.8 - Medição da espessura das pastilhas Como a pastilha já apresenta


!A1-!!9~· desgaste, sugere-se que se faça uma
nova revisão brevemente. Pastilhas
com espessura inferior a 1,80 milímetros devem
ser substituídas.

?.Instale as pastilhas de freio; (Fig.9)

Fig. 9 - Instalação das pastilhas

6.0 resultado base obtido é 9,80 milímetros;

Ao comparar o resultado base com a


- ....-......, zona de conformidade certificamos
que a espessura da pastilha está
dentro da especificação e, portanto, ela pode ser
reaproveitada.

8.Instale a pinça e aperte seus parafusos com


O resultado da medição deve ser
torque de 35,00 ± 1,75 Newton-metros.
~-.-. expresso da seguinte forma: RM =
9,80 ± 0,05 mm.

Freios traseiros ·lnspeção e remoção das sapatos de freio

LSolte cuidadosamente a tampa de proteção do


rolamento do cubo de roda com auxílio de Fig.2 - Remoção do tambor de freio
martelo e saca pino, e posteriormente, uma
alavanca; (Fig.1)

Fig.l - Remoção da tampa de proteção do


rolamento do cubo de roda

4.A seguir, realize a inspeção do material de atrito


das lonas das sapatas de freio;

·~!~I A tolerância dimensional da espes-


., sura do material de atrito das lonas
2.Desaperte a porca de fixação do cubo de roda das sapatas novas, definida pelo
com chave 36 milímetros e cabo de força, e retire-a;
fabricante, é 5,00 ± 0,25 milímetros. O limite
3.Retire cautelosamente o tambor de freio; inferior da tolerância é 4, 75 milímetros e o
(Fig.2) limite superior da tolerância é 5,25 milímetros.

------------------------------------------------------------~ 37
A espessura mínima admissível para 7.Utilize um alicate universal para retirar a trava
da sapata primária, a mola e o pino de retenção;
- ...- ........... o material de atrito das lonas das
sapatas de freio, segundo o S.Solte a mola do regulador automático com
fabricante, é 2,00 ± 0,25 milímetros, ou seja, os auXIlio de um gancho; (Fig.5)
limites de tolerância estão compreendidos Fig.S - Remoção da mola do regulador automático
entre 1, 75 milímetros e 2,25 milímetros.

Se utilizarmos o paquímetro com


___ ......., incerteza de 0,05 milímetros para
realizar a medição, a zona de
conformidade é obtida somando-se essa
incerteza ao limite inferior da tolerância 1,75
milímetros. Portanto, a zona de conformidade
será maior ou igual a 1,80 milímetros.

5.Ajuste o paquímetro à sapata e efetue a leitura


da indicação; (Fig.3) 9.Com o mesmo gancho, remova a mola de
retomo inferior das sapatas de freio; (Fig.6)
Fig.3 - Medição da espessura do material
de atrito da lona da Fig.6 - Remoção da mola de retorno inferior das sapatas

6.0 resultado base da medição é 4,80 milímetros;


(Fig.4) 10.Remova a sapata primária;
11.Retire a trava, a mola e o pino de retenção da
Fig.4 - Espessura encontrada
sapata secundária;
12.Desloque a sapata do espelho de freio, retire a
mola de retomo superior, e solte o regulador
automático com sua mola traseira; (Fig. 7)

Fig. 7 - Remoção do regulador automático

Analisando o resultado base, pode-


mos concluir que a espessura do
material de atrito da lona da sapata
está dentro da especificação do fabricante.
Nesta condição a sapata poderá ser reutilizada.

O resultado da medição da espes-


sura do material de atrito da lona da
sapata deve ser expresso como: RM 13.Solte o cabo do freio de estacionamento da
= 4,80 ± 0,05 mm. sapata, e retire-a.

38 '-----------------------------------------------------------~~
- FJ Montagem do conjunto no veiculo
DUSTER 1.616V- Sistemas Mecânicos- Freios #(#

LFaça a limpeza de todo o conjunto. lnspecione ?.Trave a sapata primária ao espelho de freio;
visualmente as peças quanto a trincas e desgaste 8.Encaixe na sapata, a alavanca e a mola do
excessivo; regulador automático, encaixando a extremidade
2.Monte o regulador automático com sua mola da mola com auxílio de um gancho;
traseira na sapata secundária; (Fig.8)
Caso necessário, regule as lonas das
Fig.8 - Montagem do regulador automático sapatas através da porca dentada de
na sapata secundária
ajuste. Com auXI1io de uma chave de
fenda, aperte a porca no sentido anti-horário
para abrir as sapatas. (Fig.ll)

3.Encaixe na sapata também a mola de retomo


superior e, em seguida, o cabo do freio
estacionamento;
4.Fixe-a ao espelho de freio; (Fig. 9)

Fig.9- Travamento da sapata


9.Verifique o correto encaixe e funcionamento do
regulador automático das sapatas de freio;
10.Teste o funcionamento do sistema: por
algumas vezes, acione e solte o freio de
estacionamento, e observe simultaneamente a
sincronia dos movimentos do conjunto;

Este modelo de sapata é dotado de


uma haste auto ajustáveL Ao pisar
sucessivamente no pedal de freio, o
pinhão de ajuste se encarrega de regular
5.Encaixe a mola de retomo superior na sapata
automaticamente a distância entre as lonas e o
primária, e posicione a sapata no espelho de freio;
tambor.
6.lnstale a mola de retomo inferior às sapatas;
1 Llnstale o tambor de freio;
Fique atento ao correto posiciona- 12.lnstale a porca do cubo de roda, e aplique
~ti!BJ~· mento do cabo do freio de estacio- torque de 175,00 ± 8, 75 Newton-metros; (Fig.12)
namento. Ele deve passar pela
Fig.12- Instalação da porca de fixação do cubo de roda
frente do seu alojamento. (Fig.1 O)

Fig. lO- Correto posicionamento do cabo


do freio de estacionamento

13.Por fim, instale a tampa de proteção do


rolamento do cubo de roda.
39
DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos- Embreagem

O sistema de embreagem tem a função de acoplar e desacoplar o motor à caixa de marchas, permitindo a
transferência do torque do motor às rodas do veículo. O sistema presente no Duster é composto pelo disco
de embreagem, chapa de pressão (platô) e atuador hidráulico. A substituição da embreagem é
recomendada quando houver endurecimento excessivo do pedal, dificuldade na mudança de marchas ou
"patinação". E sempre que houver a necessidade de substituir algum componente do sistema de
embreagem, deve-se substituir todo o conjunto.

~ Remoção da embreagem

l.Desconecte os cabos da bateria com chave 10 6.Remova a cobertura do para-choque;


milímetros, e desloque-os;
2.Retire o parafuso 13 milímetros de fixação da
Posicione um coletor de fluidos abai-
bateria, e remova-a do veículo;
xo do veículo para drenar o fluido do
3.Remova também o apoio da bateria; (Fig.1)
sistema de arrefecimento.
Fig.l - Remoção do apoio da bateria
?.Utilize alicate bomba d'água para soltar a
abraçadeira da mangueira inferior do radiador, e
desconecte-a;
8.Aguarde o escoamento completo do líquido de
arrefecimento;
9.Conecte novamente a mangueira do radiador e
ajuste a abraçadeira;
10.Remova os dois parafusos 10 milímetros de
fixação do suporte das mangueiras de arrefeci-
mento ao cabeçote; (Fig.3)

Fig.3 - Remoção do suporte das mangueiras do


sistema de arrefecimento
4.Desconecte o tubo de sucção de ar do conjunto
filtro de ar e solte os parafusos fixadores o
conjunto com chave Torx T25;
S.Desconecte a mangueira de aeração da tampa
de válvulas, e em seguida, retire o conjunto filtro
de ar; (Fig.2)

Fig.2 - Desconexão da mangueira de aeração


da de válvulas

11 .Retire o suporte;
12.Desconecte as mangueiras do sistema de
arrefecimento com auxílio de alicate bomba
d'água, e desloque-as;
13.Desconecte também o terminal elétrico do
sensor de temperatura do líquido de arrefeci-
mento (ECT);
DUSTER 1.616V- Sistemas mecânicos- Embreagem
--.::o..~:-

14.Solte os dez parafusos 8 milímetros que fixam 19. Utilize chave de fenda para soltar os cabos de
a carcaça da válvula termostática ao cabeçote; seleção das marchas fixos ao conjunto seletor de
(FigA) mudança de marchas; (Fig. 7)

Fig. 7 - Remoção dos cabos de seleção das marchas


Fig.4 - Remoção da carcaça da válvula termostática

15.Remova a carcaça e sua junta; 20.Em seguida, desprenda os cabos da caixa de


16.Desconecte o terminal elétrico do sensor de marchas e desloque-os;
posição da árvore de manivelas (CKP); 21.Remova os sete parafusos superiores de
17.Solte os parafusos 10 milímetros que fixam o fixação da caixa de marchas com chave 13
sensor CKP, e retire-o; (Fig.S) milímetros;
22.1nstale a ferramenta específica de ancoragem
Fig.S · Remoção do CKP do motor;
23.No lado dianteiro esquerdo, trave o cubo de
roda com a ferramenta específica; (KL-0115)
24.Utilize saquete 30 milímetros e cabo de força
para remover a porca da homocinética; (Fig.8)

Fig.8 - Remoção da porca da homocinética

18.Desconecte o terminal elétrico do sensor de


velocidade (VSS); (Fig.6)

Fig.6 - Remoção do terminal elétrico do VSS

25.Retire a ferramenta de travamento do cubo de


roda;
26.Remova a porca 18 milímetros de fixação do
pivô da suspensão à manga de eixo, e em seguida,
desloque-o; (Fig.9)

~~------------------------------------------------------------~ 41
Fig.9- Remoção da porca do pivô da suspensão 34.Desloque o tirante;
35.Repita os procedimentos da desmontagem da
suspensão dianteira no lado direito do veículo;
36.Com saquete 18 milímetros, remova os dois
parafusos de fixação do suporte pendular inferior
que fixa a caixa de marchas à travessa da
suspensão, e retire-o; (Fig.12)

Fig.l2- Remoção do suporte pendular inferior

27.Com aUXIlio de chaves Torx T30 e 16 milíme-


tros, desaperte a porca do terminal da barra de
direção;
28.Utilize um extrator de juntas articuladas para
desacoplar o terminal de direção; (Fig.10)

Fig. lO- Extração do pivô do terminal da barra de direção

37.Posicione adequadamente o macaco telescó-


pico sob a travessa de suspensão para apoiá-la;
(KL-0145-10)
38.Remova a travessa da suspensão. Para isso,
remova os dois parafusos 21 milímetros de
fixação à barra da direção hidráulica; os 4
parafusos 16 e os 2 parafusos 18 milímetros que
fixam as travessas menores; o parafuso 1Oe os
dois parafusos 13 milímetros que fixam a
29.Remova a porca do terminal, e desloque-o; tubulação do ar condicionado à travessa; e por
30.Desloque a manga de eixo, desacoplando o fim, os dois parafusos 18 milímetros que fixam a
semieixo da homocinética do cubo de roda; travessa à carroçaria; (Fig.13)
31.Remova os dois parafusos de fixação do leque à
travessa da suspensão com auxílio de chaves 21 Fig.l3- Remoção do parafuso de fixação da tubulação
milímetros, e retire o leque; do ar condicionado à travessa da suspensão
32.Remova a porca 13 milímetros de fixação do
tirante da suspensão à carroçaria do veículo;
33.Utilize chaves 16 milímetros e hexagonal 5
milímetros para remover a porca de fixação do
tirante da barra estabilizadora à torre da
suspensão; (Fig.ll)

Fig.ll- Remoção da porca do tirante da barra estabilizadora

Remova a trava que fixa o conden-


sador ao para-choque e utilize de
abraçadeira plástica para prender o
condensador ao para-choque para evitar a sua
queda ao remover a travessa da suspensão.
(Fig.14)

42 '-------~------------------------------------------------------~~
Fig.14 - Remoção da trava que fixa o condensador 43.Solte o terminal de aterramento preso à caixa
ao para-choque de marchas, com chave 13 milímetros; (Fig.17)

Fig.l7- Remoção do aterramento preso à caixa de marchas

39.Desça cautelosamente a travessa de suspensão


apoiada no macaco telescópico; (Fig.15)
44.Remova o parafuso 10 milímetros que fixa o
Fig.lS- Remoção da travessa da suspensão suporte da mangueira do sistema de arrefeci-
mento à caixa de marchas; (Fig.18)

Fig.l8- Remoção do parafuso do suporte da


mangueira do sistema de arrefecimento

40.Desconecte o terminal elétrico do interruptor


de ré;
4l.Remova os dois parafusos 13 milímetros que
fixam a tubulação da direção hidráulica à caixa de 45.Remova os três parafusos 13 milímetros que
marchas; fixam o suporte da homocinética à caixa; (Fig.l9)
42.Com alicate de bico, solte a trava e remova o
tubo da embreagem hidráulica; (Fig.16)
Fig.l9- Remoção do suporte da homocinética

Fig.l6- Remoção do tubo da embreagem hidráulica

~~------------------------------------------------------_J ~
DUSTER 1.616V- Sistemas mecânicos- Embreagem

46.Posicione novamente o macaco telescópico 49. Utilize uma espátula para desencaixar a caixa
para sustentar a caixa de marchas; de marchas cuidadosamente;
4 7.Retire a porca e os quatro parafusos inferiores SO.Desça o macaco e retire a caixa de marchas;
13 milímetros que fixam o cárter à caixa de (Fig.21)
marchas;
48.Remova o suporte superior de fixação da caixa
de marchas. Para isso, retire todos os seus
parafusos e porcas com auxílio de chaves 16 e 18
milímetros; (Fig.20)

Fig.20 - Remoção do suporte superior de


da caixa de marchas
-..,,......._.~-

Sl.Solte os seis parafusos 11 milímetros de


fixação da chapa de pressão e remova-a
juntamente com o disco de embreagem.

P l lnstolação da embreagem

1.Instale o conjunto composto pelo disco de em-


Fig.23 - Embreagem alinhada
breagem e o platô. Encoste seus parafusos
fixadores, sem apertá-los completamente;
2.Insira a ferramenta de centralização no orifício
cêntrico do disco;
3.Aperte os parafusos de forma alternada e grada-
tiva, tomando cuidado para não descentralizar o
disco;
4.Aplique torque de 20 ± 1 Newton-metros aos
parafusos de fixação do platô; (Fig.22)

Fig.22 - Aperto dos parafusos do platô

6.Leve a caixa de marchas sobre o macaco teles-


cópico para instalá-la no veículo;
7.Eleve e guie com cuidado o macaco com a caixa,
até alojá-la adequadamente, alinhando a
extremidade da árvore primária ao centro do
volante do motor;

Evite movimentos bruscos. Posi-


cione a caixa de marchas correta-
mente em seu alojamento, tomando
os devidos cuidados para que a árvore primária
S.Retire a ferramenta de centralização e certifi- seja introduzida no orifício do disco, sem
que-se se a embreagem está corretamente alin- danificá-lo.
hada; (Fig.23)

44 ~----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos- Embreagem

8.Encoste os parafusos de fixação da caixa de 14.Instale o tubo da embreagem hidráulica;


marchas; (Fig.24) 15.Aplique torque de 44,0 ± 2,2 Newton-metros
aos parafusos fixadores da caixa;
Fig.24 - Instalação da caixa de marchas 16.Fixe o suporte da homocinética à caixa;
17.Instale a travessa da suspensão;
18.Instale também os demais componentes da
suspensão em ambos os lados do veículo: o leque,
o terminal da barra estabilizadora, o terminal da
direção, o pivô da suspensão;
19.Aplique torque de 62,0 ± 3,1 Newton-metros
aos parafusos de fixação do leque à travessa;
(Fig.27)

Fig.27 - Aperto do leque

9 .Retire o macaco telescópico;


10.Instale o suporte superior de fixação da caixa
de marchas, e aplique torque de 105,00 ± 5,25
Newton-metros aos seus parafusos;
11.Instale o conector do interruptor de ré;
(Fig.25)

Fig.25 - Instalação do conector do interruptor de ré

20.Retire a abraçadeira plástica e reinstale a trava


de fixação do condensador ao para-choque;
21.Instale o suporte pendular inferior; (Fig.28)

Fig.28 - Instalação do suporte pendular inferior

12.Fixe a tubulação da direção hidráulica á caixa;


(Fig.26)

Fig.26 - Fixação da tubulação da direção hidráulica à caixa

22.Instale a porca da homocinética;


23.Instale os cabos de seleção das marchas e o
terminal elétrico do sensor de velocidade (VSS);
24.Instale o sensor de posição da árvore de
manivelas (CKP) e seu terminal elétrico;
25.Por fim, instale a carcaça da válvula
termostática com suas mangueiras, o conjunto
filtro de ar, a bateria e a cobertura do para-
choque.
13.Instale o aterramento à caixa de marchas;

~~-----------------------------------------------------------J 45
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DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Sistema de arrefecimento

Nos veículos automotivos, o sistema de arrefecimento é maior. A circulação do líquido de arrefecimento no


encarregado de manter a temperatura no ponto ideal. motor é realizada pela bomba d'água, que é uma bomba
Quando o sistema opera nessa condição, o motor tem centrífuga, localizada na parte lateral direita do bloco
melhor desempenho, maior durabilidade, maior do motor. Acionada pela correia dentada, a bomba
economia de combustível, menor desgaste e atrito entre proporciona velocidade de circulação ao líquido. O
os seus componentes, menor emissão de poluentes, e líquido é composto por água e aditivos com
necessitará, com menos frequência, de manutenção. O propriedades lubrificantes, antioxidantes e inibidores
sistema de arrefecimento do Renault Duster é fechado, de corrosão em meio aquoso; a concentração da
ou seja, ele troca calor com o meio externo por meio de mistura, segundo recomendação do fabricante, é de 35
um radiador, baixando a temperatura do líquido para a 50% de aditivo, complementando com água potável.
que seja novamente aproveitado. O sistema também é O sistema tem capacidade para, aproximadamente, 6,0
pressurizado, o que contribui para reduzir as perdas por litros.
evaporação, e faz com que a eficiência do sistema seja

. , Esquema do sistema de arrefecimento do motor

Especificação técnica
MTE-THOMSON
Válvula termostática
VT438.89

N° Componente
11 Reservatório de expansão
fi Sensor de temperatura ECT
IJ Mangueira inferior do radiador
1191 Mangueira superior do radiador
IJ Radiador
IJ Eletroventilador
IJ Carcaça da válvula termostática
IJ Bomba d'água
EJ Trocador de calor interno

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DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos -Substituição de filtros

o
o
o Especificação técnicaTECFIL

() Filtro de ar

n ART5051

n
('
n
j

o
n l.Solte a presilha de borracha e desconecte o tubo
de sucção de ar do conjunto filtro de ar; (Fig.l)
4.Retire o filtro do seu alojamento;
S.Selecione o novo filtro de ar;
6.Insira-o em seu alojamento, e fixe o conjunto,
() Fig.l- Remoção do tubo de sucção de ar apertando seus parafusos; (Fig.3)

o Fig.3 - Encaixe do ffitro de ar em seu alojamento


o
o
o
o
n
o
o 2.Desconecte a mangueira de aeração da tampa
o de válvulas;
7 .Instale o tubo de sucção de ar;
n 3.Solte os parafusos fixadores do alojamento do
filtro de ar com chave Torx T25, e remova-o; (Fig.2) 8.Por fim, instale a mangueira de aeração da
n tampa de válvulas. (FigA)
Fig.2 - Remoção dos parafusos fixadores do Fig.4 - Instalação da mangueira de aeração da
'-
alojamento do ffitro tampa de válvulas
DUSTER 1.616V- Sistemas mecânicos- Substituição de filtros

Especificação técnica TECFIL

Filtro de cabine

ACP820

I4JI!JI~I O filtro de cabine está localizado no Fig.2- Remoção do filtro de cabine


l• interior do veículo do lado do
passageiro, logo abaixo do porta-
luvas. (Fig.l)

Fig.l - Alojamento do filtro de cabine

Inspecione o estado em que se


encontra o filtro. É recomendada a
substituição do filtro com muita
poeira e sujeira retida.

l.Utilize chave Torx T20 para remover os três


parafusos de fixação da tampa do alojamento do 4.Selecione um novo filtro de cabine;
filtro; S.Encaixe-o adequadamente em seu alojamento,
2.Retire a tampa; atento ao seu lado correto de instalação;
3.Em seguida, remova o filtro; (Fig.2) 6.Finalmente, instale a tampa.

~ ~----------------------------------------------------~- r-"\
DUSTER 1.616V ·Sistemas mecânicos· Substituição de filtros

Fig.2 - Remoção das mangueiras presas ao filtro


f "rtfe'c:#il Especificação técnicaTECFIL
Filtro de combustível

GIS0/7

4.Remova o filtro de combustível;


S.Selecione o novo filtro de combustível;
6.Instale-o no veículo, fixando a ele as manguei-
ras. (Fig.3)

Fig.3 - Instalação do filtro de combustível

A linha de combustível deve estar


.._-.,..... despressurizada.

1.Dê partida no motor, solte o terminal elétrico da


bomba de combustível, e aguarde que o motor
desligue por falta de combustível; (Fig.1)

Fig.l · Remoção do tenninal elétrico da bomba de combustível

Observe a seta de indicação do


fluxo de combustível. Ela deve
indicar o sentido da esquerda para a
direita do veículo. (FigA)

FigA - Seta indicando o sentido do fluxo de


combustível no filtro

2.Desligue a chave de ignição e reconecte o


terminal elétrico da bomba;
3.Utilize alicate para combustível para soltar as
mangueiras presas ao filtro; (Fig.2) (KL-0121-38)
DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos- Substituição de filtros

Especificação técnicaTECFIL

Filtro de óleo

PSL77

PSL77

.., c:#il
PSL77
FilHW DE óLEO

!.Desaperte as duas porcas 13 milímetros de 4.Instale o filtro; (Fig.2)


fixação do protetor do tubo distribuidor de
combustível, e remova-o; (Fig.l)
Fig.2 - Novo filtro de óleo instalado
Fig.l - Protetor do tubo distnbuidor de combustível

Aperte o filtro apenas com a força


2.Remova o filtro de óleo com auxílio de da mão.
ferramenta adequada;
3.Selecione o novo filtro de óleo;
S.E por fim, instale o protetor do tubo distribuidor
Lubrifique a borracha do filtro com de combustível.
óleo novo.

51 ~------------------------------------------------------------~~
( GEDORE) W DUSTER 1.616V - Sistemas Mecânicos- Torques de aperto

PJ Tabela de forques de aperto


PIDNCIPAISTORQUESDEAPERTO
Descrição Valores (Nm)
Bujão de dreno do cárter 25,00 ± 1,25
Parafuso da alça de içamento (lado do volante do motor) 11,00 ± 0,55
Parafuso da polia dentada da árvore de manivelas (40 ± 2) + (145,00 ± 7,25)"
Parafuso da polia auxiliar da correia dentada 45,00 ± 2,25
Parafuso da polia auxiliar da correia micro-V 21,00 ± 1,05
Parafuso de fixação do aterramento à caixa de marchas 21,00 ± 1,05
Parafuso do tensor da correia micro-V 21,00 ± 1,05
Parafuso superior do tirante da suspensão 21,00 ± 1,05
Parafusos da bomba d'água 11 ,00 ± 0,55
Parafusos da bomba de óleo 22,0 ± 1,1
Parafusos da cobertura superior da correia dentada 41,00 ± 2,05
Parafusos da pinça de freio 35,00 ± 1,75
Parafusos da tampa de válvulas (8,0 ± 0,4) + (15,00 ± O, 75)
Parafusos da tampa do decantador de óleo 10,0 ± 0,5
Parafusos de fixação da borboleta motorizada 13,00 ± 0,65
Parafusos de fixação da caixa de marchas 44,0 ± 2,2
Parafusos de fixação da carca~ da válvula termostática 11,00 ± 0,55
Parafusos de fixação da roda · 105,00 ± 5,25
Parafusos de fixação da travessa da suspensão dianteira 105,00 ± 5,25
Parafusos de fixação do cárter à caixa de marchas (8,0 ± 0,4) + (44,0 ± 2,2)
Parafusos de fixação do cárter ao bloco do motor (8,0 ± 0,4) + (14,0 ± 0,7)
Parafusos de fixação do disco de freio 14,0 ± 0,7
Parafusos de fixação do leque à travessa da suspensão 62,0 ± 3,1
Parafusos de fixação do platô 20 ± 1
(20 ± 1) + (120 ± 6)"
Parafusos do cabeçote do motor
+ (120 ± 6)"
Parafusos do coletor de admissão 9,00 ± 0,45
Parafusos do defletor de calor 12,0 ± 0,6
Parafusos do suporte da pinça de freio 105,00 ± 5,25
Parafusos do suporte superior da caixa de marchas 105,00 ± 5,25
Parafusos do tubo distribuidor de combustível 21,00 ± 1,05
Parafusos dos suportes do motor 62,0 ± 3,1
Parafusos inferiores de fixação do amortecedor 105,00 ± 5,25
Porca de fixação do cubo de roda traseiro 175,00 ± 8,75
Porca de regulagem do terminal de direção 50,0 ± 2,5
Porca do tensor da correia dentada 27,00 ± 1,35
Porca do terminal de direção 37,00 ± 1,85
Porca superior do amortecedor 21,00±1,05
Porcas de fixação do coletor de escape ao cabeçote 23,00 ± 1,15
Velas de ignição 25,00 ± 1,25

~--------------------------------------------------------------~ 53
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Ferramentas utilizadas ( GEDORE ) W

FerramentDs utilizadas na realização de procedlmentDs neste manual


Martelo tipo bola TorcoFlex-k Alicate de corte diagonal Chave de fenda simples
Gedore: 8601-200 Gedore: 3550-20 Gedore: 8314-16010X Gedore: 150-5/16x6"

Jogo de soquetes Jogo de chaves combinada Talhadeira-Punção-Saca-pino Carro de ferramenta


Gedore: 019 PMZ Gedore: 1 B-26M Gedore: VK 245 Gedore: 1580

Ex1ensão flexível imantada Jogo de soquetes torx 32 peças Jogo de soquetes sextavado
Gedore: 4420-01 Gedore: 450 KLANN: KL-4041-300K KLANN: KL-4021-300K

Ferramenta para ancoragem Ferramenta de centralização Macaco telescópico universal Ferramenta para sincronização
do motor do disco de embreagem KLANN: KL.0145-10 dos eixos comandos de válvulas
Raven: 151001

\
t

Extra to r de juntas articuladas Cabo arúculado Ferramenta para travar cubo de roda
Goniômetro para torque angular
KLANN: KL-0163-1 KLANN: KL-4007-311 KLANN: KL-0115

Paquímetro universal Micrômetro 0-25 mm Calibrador de lãminas Scanner automotivo - Rasther III
Digimess Digimess 0,05 - 1,00 mm Tecnomotor

54 '------------------------------------------------------------------ ,...--.
(GEDORE ) ~ DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Instrumentos de medição

SISTEMAS MECANICOS
.. · ~~
.-. ;~

Instrumentos de medição utilizados ·.:· :~~


·-
lll Rel6glo comparador
Força de medição
Instrumento Graduação (mm) Incerteza (mm)
mãxima (N)
Relógio comparador analógico
Mostrador com indicação 0-100
0,01 1,4 ± 0,013

Paquimetro
Faixa de medição
Graduação (mm) Incerteza (mm)
(mm)
Paquímetro de titânio 0,05 o- 150 ± 0,05

Torquimetro
Graduação
Capacidade Incerteza ("'o)
(Nm)
Torquímetro de estalo 8-300 Nm 2 a 10 5%

Multímetro

Função Capacidade Resolução Incerteza

Tensão DC 600,0 mV a 1000,0 V 0,1 mVa 1 V 2,0% + 3


Resistência 600,0 na 1000,0 kO 0,1 na 1 kO 3,0% + 5

Cálculo da incerteza de medição (IM):

Sendo a incerteza (Accuracy) definida por Accuracy = %Acc + Nacc;


U a leitura da indicação e R a resolução do instrumento, temos:

IM = ± (Fl + F2) unidade


onde: Fl = %Acc x U
F2 = NaccxR

Graduação
Instrumento Capacidade Incerteza ("'o)
(psi)
Manômetro analógico O- 300 psi 5 5%

Calibrador de laminas \\\I! Jj ,


~L----------------------------------------------------------- ,~,
Cálculo da incerteza de medição (IM): ..-

A resolução (R) do calibrador é determinada subtraindo-se o valor encontrado para a folga medida, do
valor da lâmina imediatamente superior.
E a incerteza da medição é igual a R/5.

~~---------------------------------------------------------J 55
• Velas de Ignição •

• Correias V, Poly V e Sincronizadoras •

Atuador de Marcha Lenta • Bico lnjetor • Bomba de Combustível • Retificador • Diodo


Equipamento de Teste • Fita Isolante • Módulo de Ignição • Palheta • Regulador de
Voltagem • Sensor de Detonação • Sensor de Fase • Medidor de Fluxo de Ar • Sensor de
Posição da Borboleta • Sensor de Rotação • Sensor MAP • Sonda Lambda
êGAUSS DUSTER 1.6 16V- Sistemas Elétricos- Alternador

c
')
o
r;
AlternadorVALEO 14V/100A
Teste do sistema de cargo

Utilize o volt-amperímetro VA 600


GAUSS conectado aos cabos da
bateria, observando a polaridade
correta;

l.Instale inicialmente os cabos do voltímetro; (Fig. 1)

Fig. l-Cabos do voltímetro instalados

Ir--"\ 2.Certifique-se da tensão na bateria que deve ser


de aproximadamente 12,5 volts; (Fig. 2)
êGAUSS
Regulador de tensão GA 984
Fig. 2-Certificação da tensão para execução do teste

r.

3.Em seguida instale os cabos de potência; (Fig. 3)


Placa retificadora GA1885
®GAUSS
C)
~CJ-J~----------------------------------------------------__, 57
J
OUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétricos - Alternador êGAUSS

Fig. 3-Cabos de potência instalados Fig. 6-Corrente alta após partida


Volt·Amperlmetro VA
I

4.Instale a pinça amperimétrica e fazendo a 8. Após isso, a corrente diminui sua intensidade,
mantendo os componentes do sistema de injeção,
medição pelo cabo positivo, realizando assim, ignição, bomba de combustível, entre outros;
uma melhor leitura da corrente. Observe o sentido (Fig.?)
correto, indicado pela seta. O sentido é da saída
do alternador para a bateria; (Fig.4) · Fig. 7 -Queda na corrente após funcionamento

Fig. 4-Indicação da instalação correta da pinça amperimétrica Volt·Amperlmetro VA

A
f®GAUSS

Observe que em baixa rotação o


~JfJJ.a regulador de tensão do alternador
limita a tensão gerada em 14,0
S.Pinçainstalada; (Fig. 5) volts; (Fig. 8)

Fig. 5-Pinça instalada 9 .Mantenha a rotação do motor próxima de 3.000


rpm;

Fig. 8-Manutenção da tensão em 14 volts

6.Dê a partida no motor;


?.Logo que o motor entra em funcionamento é
observado um aumento da intensidade da
corrente, pelo regulador de tensão, compensando Aplique alta carga, semelhante à
o desgaste no momento da partida; (Fig. 6) capacidade máxima do alternador;

~ ~---------------------------------------------------r~
®GAUSS DUSTER 1.616V- Sistemas Elétricos -Alternador

quando a pinça amperimétrica estiver instalada


no cabo positivo da bateria, sendo esta a função
do regulador de tensão; (Fig. 10)

10.A carga aplicada, em tomo de 100 amperes


está em conformidade com a capacidade máxima Fig. lO-Aumento da corrente em função dos consumidores
do alternador; (Fig. 9). Volt·Amperlmetro VA

Fig. 9-Carga compatível com o alternador

13.Quando a alta carga é retirada e os consumi-


dores desligados, a corrente e a tensão retomam
1l.Faça, agora, o teste com os próprios consumi- aos valores iniciais;
dores do veículo; 14.Remova os cabos e retire o volt/amperímetro;
12.Acenda as lanternas, os faróis alto e baixo, e a
ventilação interna mais o ar-condicionado que, ao
serem acionados comandam o eletroventilador, e Se forem obtidos esses resultados,
observe, nos visores do volt/amperímetro que a significa que o sistema de carga está
cada consumidor ligado o amperímetro acusa perfeito. Caso contrário, o alterna-
maior intensidade da corrente elétrica, isto é, dor deve ser removido para manutenção.

Slstem11 de CIITJII • RemllfãD do 11ltem11dor

O alternador está localizado na 3.Remova o conjunto do farol direito para facilitar


parte superior direita do veículo, o acesso ao alternador; (Fig. 12)
entre a bomba da direção hidráulica
e o compressor do ar condicionado.
Fig. 12-Remoção do conjunto do farol do lado direito

1.Desconecte o cabo negativo da bateria;


2.Remova a capa do pára-choque; (Fig. 11)

4.Eleve o veículo;
S.Com chave 15 milímetros e extensão longa
acione o tensionador no sentido horário para
remover a correia do alternador; (Fig. 13)

~~-----------------------------------------------------------J 59
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador êGAUSS

Fig. 13-Movimentação do tensionador para Fig. 16-Finalizando a remoção com soquete e catraca
remoção da correi,;;a_..._,,......

6.Utilize cabo de força articulado e soquete longo


13 milímetros para tirar o torque e remover os
parafusos externos do compressor do ar-condicio-
nado; (Fig. 14) O parafuso inferior não sai inteira-
mente, para isso existe um recorte
Fig. 14-Retirando o torque dos parafusos do
no suporte inferior do alternador.

,, compressor do ar condicionado (Fig. 17)

Fig. 17-Recorte no suporte inferior do alternador

7.Em seguida remova os parafusos internos do


compressor;
8.Desloque o compressor;
9.Com chave combinada 13 milímetros, retire o 11.Abaixe o veículo;
torque dos parafusos de fixação do alternador; 12.Remova as porcas e retire o suporte de prote-
(Fig. 15) ção da flauta dos bicos injetores; (Fig. 18)
Fig. 15-Retirando torque dos parafusos
de fixação do alternador Fig. 18-Remoção da proteção da flauta dos bicos injetores

10.Em seguida utilize catraca com soquete para


deslocá-los; (Fig. 16) 13.Desloque a flauta com seus injetores;

~ '-------------------------------------------------------------~-
,.....--.
®GAUSS DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador

14.Retire também os parafusos do suporte de 19.Remova o alternador; (Fig. 21)


proteção da flauta; (Fig. 19)
Fig. 21-Deslocamento e remoção do alternador
Fig. 19-Remoção dos parafusos de fixação da
proteção da flauta

Desmonte completamente o alter-


1S.Solte os parafusos de fixação do tubo de óleo
nador e lave seus componentes,
da direção hidráulica para movimentá-lo.
secando-os em seguida para reali-
16.Remova o conector do alternador;
zação da montagem.
17.Com chave 13 milímetros retire a porca que
fixa o cabo B+;
18.Utilize espátula metálica para deslocar o
alternador; (Fig. 20)

Fig. 20-Utilização de espátula para deslocar o alternador

I'!] lnspeçilo e testes dos componentes

1.Correla 3. Anlls coletores

A correia não deve ter desgaste a.O diâmetro dos anéis coletores é de 14,0 milí-
--- excessivo, trincas, perda de borra-
....... cha e nem estar ressecada; metros aproximadamente;

2.Rolamentos Substitua o rotor em caso de qual-


quer desgaste nos anéis.

Os rolamentos não devem apresen-

--"' tar folgas e nem ruídos excessivos;

~------------------------------------------------------------ 61
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador
®GAUSS

b.Meça, com um multímetro, a resistência do Utilize o multímetro na função teste


enrolamento de campo -rotor; (Fig. 22) de resistência, com sinal sonoro .
.__...,

Fig. 22-Valor de resistência do enrolamento


a.Retire as soldas e separe as pontas das bobinas
do estator;
b.Faça o teste de continuidade entre as espiras do
enrolamento do estator; (Fig.24)

Fig. 24-Teste entre as bobinas do estator

proc:eclmento Deve ser de aproximadamente 2, 7


~ r/ Ohms;

c.Faça o teste de isolamento entre o enrolamento


e a armadura metálica; (Fig. 23)
A extremidade de cada bobina deve
Fig. 23-Teste de isolamento
ter continuidade apenas com sua
outra extremidade;

proc:eclmento Se houver continuidade, o sinal


CORIIIO ~ sonoro é emitido e a resistência
indicada deve ser próxima de zero;

b. Faça o teste de isolamento do estator em rela-


ção à sua armadura metálica; (Fig. 25)

Fig. 25-Teste de isolamento

d.Se o valor apresentado estiver muito acima do


especificado, próximo de zero Ohm ou em
contato com a armadura metálica que envolve o
enrolamento, substitua o rotor;

li. Estator

As extremidades das bobinas do


- - ,. . .. .l;jililll
estator devem estar separadas e
isoladas umas das outras para
execução dos testes.
Não deve haver continuidade;

u '-------------------------------------------------------------~-
r----
êGAUSS DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétrlcos • AHemador

Se os testes não apresentarem esses a.Encoste a ponta de prova preta no metal da pla-
resultados, o estator deverá ser ca e a vermelha na haste isolada do diodo; (Fig. 28)
._-...... substituído.
Fig. 28-Teste nos diodos positivos no sentido de condução

5.Slstemo retlflcodor

Utilize o multímetro para realizar o


teste dos diodos;

a.Selecione a função teste de diodo;

O visor indicará aproximadamente


3 volts. Tensão a ser aplicada nos
diodos durante o teste; (Fig. 26) proaKimento Deve ser apresentado um valor
~ r/ próximo de 0,5 volt; (Fig. 29)
Fig. 26-Tensão para testes nos diodos
Fig. 29-Valor correto do diodo

Dlodos positivos b.Inverta as pontas de prova e repita o procedi-


mento anterior;
c. O visor deve indicar 3 volts; (Fig. 30)

__ Esses diodos estão fixados na placa


.... dealumínio, que é devidamente
isolada da carcaça; (Fig. 27)
Fig. 30-Valor apresentado no sentido de bloqueio

Fig. 27-Placa retificadora positiva

Os diodos positivos devem ser subs-


tituídos em conjunto.

~~------------------------------------------------------------ ~
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador
®GAUSS

Esse procedimento deve ser reali- b.Inverta as pontas de prova e repita o procedi-
zado em todos os diodos positivos; mento anterior; (Fig. 33)

Fig. 33-Pontas de provas invertidas


Diodos negativos

____,.. Esses diodos estão fixados no man-


cai posterior; (Fig. 31)

Fig. 31-Mancal posterior com diodos fixados

Fig. 34-Valor apresentado com as pontas invertidas

a.Encoste a ponta de prova vermelha no mancai e


a preta na haste isolada do díodo; (Fig. 32)

Fig. 32-Testes nos diodos negativos no sentido de condução

Os diodos negativos podem ser subs-


---...-u. tituídos individualmente.

Os diodos geralmente podem estar


em curto-circuito ou em circuito
aberto, caso os resultados dos testes
prociiCirnlnto Deve ser apresentado um valor forem diferentes dos apresentados.
L"'WIIHII1illãl•..\~ próximo de 0,5 volt;

Esse procedimento deve ser rea-


--...,.......,,.., lizado em todos os diodos negati-
vos;

64 ~----------------------------------------------------------~-
®GAUSS DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elélricos -Alternador

P'J Montogem do alternador

l.Leve os rolamentos, o rotor e o mancai anterior 12.Aplique torque de 70 Nm; (Fig. 37)
para instalá-los na prensa;
2.Apóie o mancai com segurança na prensa e Fig. 37-Torque aplicado de 70 Nm
encaixe, manualmente, o rolamento;
3.Instale a ferramenta para pressionar o
rolamento; (Fig. 35)
Fig. 35-Jnstalação do rolamento anterior com
ferramenta de pressão

13.Em seguida fixe o conjunto na morsa pela


polia;
14.0bserve a marca à tinta feita no momento da
desmontagem e o furo guia no mancai, para
4.Apóie com segurança o rotor na prensa; instalação correta do estator; (Fig. 38)
S.Acople uma ferramenta vazada, com diâmetro
igual semelhante à pista interna do rolamento; Fig. 38-Referências no estator e no mancai anterior
(Fig. 36)

Fig. 36-lnstalação do rolamento posterior

Esta marca foi feita para facilitar e


- -::...;;;;..-li.ol"'l
simplificar a montagem, já que o
estator não possui nenhuma refe-
rência.
6.Acione a prensa e instale o rolamento;
7.De volta a bancada, apóie o mancai anterior na
morsa, e instale o retentor do rolamento e aperte lS.Encaixe o estator manualmente;
seus parafusos com chave Torx T20; 16.Instale os parafusos de fixação do estator e
8.Encaixe manualmente o rotor; aperte-os com chave tipo canhão 8 milímetros;
9.Reposicione o conjunto na morsa e prenda-o (Fig. 39)
pelo rotor;
lO .Instale a polia e a porca;
ll.Encoste a porca com cabo de força e saquete 24
milímetros;

---------------------------------------------------------------- 65
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétrlcos • Alternador ®GAUSS

Fig. 39-Fixação dos parafusos do estator Fig. 41-Instalação do regulador de tensão com as
escovas travadas

17 .Reaperte com chave combinada; 24.Após o aperto dos parafusos do regulador de


18.Em seguida encaixe também o mancai tensão, pressione a proteção plástica para baixo
posterior, observando o seu pino guia com o furo até ouvir o "click" liberando das escovas; (Fig. 42)
guia do mancai anterior;
19.Instale os parafusos de fixação dos mancais e Fig. 42-Pressão para liberação das escovas
aperte-os;
20.Instale o conjunto retificador com seus
parafusos isolados, e aperte-os com chave tipo
canhão 7 milímetros; (Fig. 40)

Fig. 40-Instalação do retificador com seus parafusos

25.Una todos os terminais do conjunto retificador,


utilizando alicate de bico; (Fig. 43)

Fig. 43-Fixação dos terminais de todo o conjunto retificador

21.Reaperte os parafusos com chave combinada;

As escovas novas possuem aproxi-


madamente 12,0 milímetros de
~--........ comprimento.

O comprimento mínimo deve ser


superior a 5,0 milímetros;
·- -.........

26. Utilize solda e um soldador para fixar os termi-


22.Instale a capa-trava das escovas; nais do estator ao conjunto retificador; (Fig. 44)
23. Com as escovas já recuadas instale o regulador
de tensão e aperte seus parafusos; (Fig. 41)

66 ~--------------------------------------------------------------~-
®GAUSS DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétrlcos - Alternador

Fig. 44-Soldagem dos terminais 37.Aplique alta carga, compatível com a capaci-
dade do alternador, por meio da alavanca da
bancada;
Observe que a corrente ultrapassa um pouco os
100 amperes; (Fig. 46)

----
Fig. 46-Corrente alta aplicada

27 .Instale a tampa de proteção plástica exercendo


sobre ela uma leve pressão para baixo;
28.Leve o alternador para a bancada de testes;
29 .Fixe o alternador na bancada;
30.Feche a tampa de segurança da correia;
31.Em seguida instale o cabo negativo na carcaça;
32.Instale o cabo positivo no borne B+;
33.Instale o cabo da lâmpada no pino 1 borne do
alternador; A tensão sofre uma queda em
34.Ligue o interruptor do painel da máquina; virtude desta alta carga;
35.Ligue em seguida a chave que alimenta os
cabos da bateria; 38.Ao liberar a alavanca, a corrente e a tensão
retornam aos valores iniciais; (Fig. 4 7)
A tensão da bateria é 12,7 volts;
Fig. 47-Valores anteriores retornam

A corrente é zero ampere;

36.Ligue a chave de acionamento do motor da


bancada;

A tensão produzida é 14,3 volts;

A baixa corrente elétrica indica a


alimentação do próprio alternador
~- ...
e também a recarga da bateria da
bancada; (Fig. 45) 39 .Desligue os interruptores da bancada;
40.Remova os cabos elétricos;
Fig. 45-Tensão de trabalho e baixa corrente de consumo 41.Retire a correia, remova o alternador e leve-o
até a bancada;
42.0 alternador já pode ser instalado no veículo.

lnstolação do alternador no veículo

Os procedimentos de instalação do alternador no


veículo devem ser realizados na ordem inversa da
remoção.

------------------------------------------------------------------~ 67
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Motor de partida
'-"'----

Motor de partida VALEO 12 Volts

O motor de partida localiza-se por


trás do motor, abaixo do coletor
de descarga, na parte central.

~ Sistema de partida

Teste do sistema de partida 2.Retire a tampa da CP (central de fusíveis do


painel) , e retire o fusível F2 de 5 amperes para que
o veículo não entre em funcionamento; (Fig. 2)
L Teste, inicialmente, se a bateria está funcionan-
do corretamente; Fig. 2-Remoção do fus ível
Instale o multímetro, conectando suas garras nos
terminais da bateria, obedecendo à polarização, e
ligue-o em seguida selecionando a função: tensão
contínua (VDC) ;

proceciRienlo A tensão no display deve ser de, a pro-


CORREIO ~ ximadamente, 12,5 Volts. (Fig. 1)

Fig. l-Tensão para executar o teste

I ] 10 '
I(. I ) 3.Dê partida no motor por 10 segundos, ininter-
ruptamente;

Durante a partida, a tensão da


bateria deve ser superior a 10,5
Volts, indicando que o sistema está
em perfeito funcionamento. (Fig. 3)

68 '---------------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Elélricos- Motor de partida

Fig. 3-Tensão durante a partida Se isso não ocorrer, verifique as


condições dos cabos de aterra-
menta , no compartimento do
• •n9 · motor, com relação a possíveis oxidações ou
ferrugens que podem ocasionar mau contato
t I.U !l
com a carroçaria e com o motor de combustão.
Se não houver irregularidades remova o motor
de partida para ser inspecionado, pois pode
estar nele o inconveniente.

4.Recoloque o fusível e a tampa da CVM em seus


respectivos lugares;
S.Desligue o multímetro e desconecte as garras de
provas.

rJ Remoção do do motor de pDrUda

L Desconecte o cabo negativo da bateria;


2.Retire manualmente a cinta plástica que fixa a 7.Com chave tipo canhão 8 milímetros remova a
mangueira do filtro de ar e remova o conjunto porca de fixação do borne 50; (Fig. 6)
completo;
3.Com chave 13 milímetros, retire o torque dos Fig. 6-Desligando o cabo 50
parafusos de fixação do motor de partida; (Fig. 4)

Fig. 4-Remoção dos parafusos do motor de partida

8.Remova o motor de partida;


4.Utilizando catraca e soquete 13 milímetros 9 .Fixe-o em uma morsa para a desmontagem.
termine de removê-los; Desmonte completamente o motor de partida,
S.Eleve o veículo; lave todos os seus componentes, com exceção do
6.Com catraca e soquete longo 10 milímetros, impulsor de partida e do solenóide, e seque-os,
remova a porca de fixação do cabo 30; (Fig. 5) em seguida, para realização da montagem.

Fig. 5-Desligando o cabo 30

/ 69
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Elétricos- Motor de partida

PJ inspeçiio dos componentes

t.Escovas O impulsor de partida é fixado no


eixo do induzido, portanto, em caso
As escovas novas possuem aproxi- de defeito, deve ser substituído o
madamente 13,0 milímetros de conjunto completo.
comprimento.

2.lnduzido 3.Solenoide

Utilize o multímetro na escala de resistência e a.Meça a resistência entre as bobinas de retenção


sinal sonoro. e de chamada; (Fig. 9)
Verifique a eficiência do sinal sonoro unindo as
duas pontas de provas. Fig. 9-Medida de resistência entre bobinas

a.Meça a continuidade entre as espiras do enrola-


mento; (Fig. 7)

b.Meça a resistência entre a bobina de retenção e


a carcaça; (Fig. 1O)
b.Meça o isolamento entre o coletor e a armadura
metálica; (Fig. 8)
Fig. lO-Teste entre retenção e a carcaça

Qualquer desgaste na face do


coletor, interrupção entre as espiras
do enrolamento ou curto--circuito
entre o coletor e a armadura metálica, c.Finalmente, meça a resistência entre a bobina
substitua o induzido. de chamada e a carcaça; (Fig. 11)

70 ~--------------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Eiélrlcos - Motor de partida

Fig. 11-Teste entre chamada e a carcaça g.Instale a mola de retrocesso e o êmbolo;


h.Feche o circuito, alimentando o borne 50;

JlfOGICimento O solenóide deve atrair o êmbolo,


CORREJO ~ fechando a ponte de conta to
interna e acionando o sinal sonoro.
(Fig. 14)

Fig. 14-Solenoide energizado e êmbolo atraído

Se houver interrupção, em quais-


quer dos testes, ou resistência de
zero Ohm, substitua o solenóide.

d.Instale garras tipo jacaré, substituindo as


pontas de provas;

e.Instale-as nos bornes 30 e 30a; (Fig. 12) i.Desconecte os cabos de alimentação e as garras
do multímetro;
Fig. 12-Garras entre os bornes 30 e 30a j.Desligue o multímetro.

tt.Mancal anterior

A bucha de bronze poroso no


._-....... mancai anterior não deve ter folga
excessiva . Se isso ocorrer, o
movimento do induzido pode ser comprome-
tido. Em caso de desgaste, substitua-a.

f.Prenda uma garra de alimentação de 12 volts ao s.Mancal posterior


borne 30a; (Fig. 13)

Fig. 13-Borne 30a energizado O rolamento de roletes, fixado no


~'-!!!J~R mancai, não deve ter folga exces-
siva. Isso também pode compro-
meter o movimento do induzido. Se isso ocor-
rer substitua o rolamento.

--~-----------------------------------------------------------J l1
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétricos - Motor de partida

rJ Montagem do matar de partida

Antes de iniciar a montagem, 9.Utilizando chave de fenda fina, instale o


lubrifique o impulsor de partida, mancal/porta-escovas; (Fig. 17)
com uma fina camada de graxa, o
êmbolo, o rolamento do mancai posterior e o
eixo do induzido. Fig.17-Instalação do mancai porta-escovas

1.Prenda o mancai posterior na morsa;


2.Instale a alavanca de acionamento no êmbolo;
3.Acople a alavanca de acionamento à guia do
impulsor de partida;
4.Insira o conjunto, induzido e impulsor no
mancai; (Fig. 15)

Fig. 15-Conjunto sendo instalado no mancai

10.Ligue o cabo das escovas ao solenóide, instale a


porca e aperte com chave combinada 13
milímetros;
ll.Em seguida, encaixe os parafusos da carcaça e
aperte-os com chave tipo canhão 7 milímetros;
(Fig.18)

Fig. 18-Fixação do mancai porta-escovas

S.Em seguida, encaixe o vedador plástico entre a


carcaça e o solenóide;

6.Instale a mola no êmbolo;
?.Encaixe o solenóide e prenda seus parafusos
com chave torx T20;
8.Instale a carcaça observando sua referência
inferior; (Fig. 16)

Fig. 16-Referência inferior na carcaça

12.Confirme o aperto de porca e parafusos;


13.Estão concluídos os procedimentos.

72 ~--------------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétricos - Motor de partida

rJ Teste no boncodo GAUSS

l.Fixe o motor de partida à bancada de teste; (Fig. 19) 4.Em seguida, aplique, 12 volts no terminal 30a;
(Fig. 22)
Fig. 19-Motor de partida pronto para os testes
Fig. 22-Borne 30a com alimentação 12 volts

2.Prenda o cabo negativo a sua carcaça; procac1mento O motor de partida deve apenas girar.
3.Aplique 12 volts no bome 50 do solenóide; (Fig. COIRTO ~ (Fig. 23)
20)

Fig. 23-Motor de partida apenas girando


Fig. 20-Borne 50 alimentado com 12 volts

S.Instale o cabo positivo no terminal30 do motor


proceclmento O impulsor de partida deve apenas de partida; (Fig. 24)
CORREJO V" avançar. (Fig. 21)
Fig. 24-Cabo positivo no borne 30 do solenoide
Fig. 21-Impulsor de partida apenas avançado

---------------------------------------------------------------- n
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétrlcos - Motor de partida

6.Aplique novamente 12 volts no terminal 50 do O induzido do motor de partida


solenóide; (Fig. 25) deve girar e, simultaneamente,
fazer avançar o impulsor de
Fig. 25-Borne 50 novamente alimentado partida; (Fig. 26)

Fig. 26-Motor de partida funciona perfeitamente

?.Retire os cabos de alimentação;


8.Leve o motor de partida para ser instalado no
veículo, na ordem inversa da sua remoção .


va

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74 '-------------------------------------------------------------------~
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- CVM

~ Componentes e suas localizações


A caixa de relés e fusíveis está localizada na parte Descrição dos maxi-fusíveis da CVM
esquerda do vão do motor. Fusível Amperes Aplicação
M.F01 25 Módulo do ABS
Localização da caixa de relés e fusíveis M.F02 50 Módulo do ABS
M.F03 40 Alimentação dos relés de 1' e 2' velocidades do
eletroventilador
M.F04 60 Alimentação do fusíveis F28, F29, F30, F31 e F36 da CP
M.F05 60 Comutador de ignição

Descrição dos relés da CVM


Relé Aplicação
R1 Relé da bomba de partida a frio
R2 Vazio
R3 Relé da buzina do alarme
R4 Relé dos faróis de neblina
R5 Relé principal do sistema da ventilação interna e do
ar-condicionado
Descrição dos fusíveis da CVM
R6 Relé da principal da injeção
Fusível Amperes Aplicação
R? Relé da bomba de combustível
F1 Vazio
R8 Relé da 1' velocidade do eletroventilador
F2 25 Alimentação (via linha 30) do relé principal e do relé da bomba
de combustível R9 Relé do compressor do ar-condicionado
F3 Vazio R10 Relé da 2' velocidade do eletroventilador
F4 Vazio

Detalhe dos componentes da CVM

75
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- CP

rJ Componentes e suas localizações

A caixa de fusíveis está localizada à esquerda do F12 10 Farol alto direito


painel. F13 30 Vidros elétricos traseiros I Alimentação da bobina do relé de
inibição dos vidros elétricos traseiros
Localização da caixa de fusíveis do painel F14 30 Vidros elétricos dianteiros
F15 10 Alimentação (via linha 15) do módulo do ABS
F16 15 Não utilizado
F17 15 Buzina
F18 10 Luzes de posição esquerdas
F19 10 Luzes de posição direitas I Luzes de placa
F20 Vazio ,.--.
F21 5 Luz indicadora do desembaçador traseiro no painel de instru-
mentos
F22 Vazio
~
F23 15 Não-utilizado
F24 e F25 Vazio
F26 5 Alimentação (via linha 15) do módulo do air bag
F27 20 Luzes de ré I Limpador traseiro
Descrição dos fusíveis da CP F28 15 Alimentação das luzes de cortesia via MCF I Sistema de áudio
Fusível Ampéres Aplicação ..--,
F29 15 Conector de diagnóstico I Alimentação (via linha 30) do MCF I
F1 20 Limpador do para·brisa I Alimentação (via linha 15) do MCF Imobilizador ,___
F2 5 Painel de instrumentos I Alimentação (via linha 15) do MC e da F30 20 Alimentação (via linha 30) do MCF
bobina do relé da bomba de combustível F31 15 Faróis de neblina I Luz indicadora das luzes de neblina no
F3 10 Luzes de freio painel de instrumentos
F4 10 !mobilizador I Conector de diagnóstico I Alimentação (via linha F32 30 Desembaçador traseiro
15) do MCF Vazio
F33 ao F35
F5 ao FB Vazio F36 30 Sistema da ventilação interna e ar·condicionado
F9 10 Farol baixo esquerdo I Luz indicadora de farol baixo no painel F37 5 Retrovisores elétricos r-'

de instrumentos F38 15 Tomada 12V I Sistema de áudio


!""""""'.
F10 10 Farol baixo direito F39 10 Alimentação da bobina do relé do sistema do ventilação interna
F11 10 Farol alto esquerdo I Luz indicadora de farol alto no painel de e do ar-condicionado
instrumentos

Detalhe dos componentes da CP

76 ~------------------------------------------------------~
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos • MCF #(I

M6dulo de conforto e sua localização


O módulo de conforto está fixado na parte inferior 22 AM/BR Alimentação (linha 15) via fusível F4 da CP
esquerda do painel. 23 MR/BR Módulo do air bag (37)
24 BG IMF(8-A1)
25 Vazio
Localização do módulo de conforto
26 RS/BR IMF (A-A?)
27 Vazio
28 VD/BR IMF (A-AS)
29 Vazio
30 RS/BR Interruptor do capô (8) / Interruptor do porta-malas (2) I
Interruptores das portas TE e TD (1)
31 Vazio
32 RS/BR Painel de instrumentos (A 1)
33 MRIBR Comando das luzes de advertência (8)
34 BG/BR Módulo de comando (A-84) I MóduloA8S (17) I Módulo do
air bag (9) I Conector de diagnósticos (7)
35 BR Comando da bobina do relé da buzina do alarme (2)
36 CZ/BR Módulo de comando (8-D2)
37 Vazio
Conector A do módulo de conforto (MCF) 38 BG/BR Módulo de comando (A-82) I Painel de instrumentos (A21)
39 Vazio
40 MRIBR Interruptores das portas DE e DD (1)

Conector B do módulo de conforto (MCF)

Pinagem do conector A do MCF


Pino Fio/Cor Aplicação
1 ao 4 Vazio
s BG/BR Painel de instrumentos (A 15)
Pinagem do conector B do MCF
6 MR!BR Painel de instrumentos (A22) I Módulo do air bag (40) I
MC (8-K1) I (A13) Sistema de áudio I (28) Módulo do Pino Fio/Cor Aplicação
A8S
A1 PR TO?
7 cz IMF (B·A4) I Bomba do lavador (2)
A2 RS/BR Luz do teto dianteira e traseira (2)
8 CZ/BR Comando das travas elétricas (8 1)
RS Luz do porta-malas (4)
9 ao 14 Vazio
A3 VM Alimentação (linha 30) via fusível F29 da CP
1S AZIBR Comando das travas elétricas (A 1) I Comando da ventilação
,.----., A4 BR IMF (8-A6)
intema e ar-condicionado (A?) I Comando do desembaçador
traseiro (A 1) I Comando das luzes de advertência (1) I Siste- AS MR!AM Alimentação (linha 15) via fusível F1 da CP
ma de áudio (A1) /I nterruptor de inibição dos sensores de AS MR Limpador do para-brisa (2)
ré (A 1) I Luz do porta-luvas (1)
A? Vazio
16 BR !mobilizador (4) A8 BG Comando das luzes de advertência (2) I Luz de direção DD
17 VD/BR Comando das travas elétricas (A3) (1)/Luz de direção TD (4) I Luz de direção lateral D (1)
18 e 19 Vazio A9 RS Luz de direção DE (1) I Luz de direção TE (4)/ Luz de
20 BG/BR Painel de instrumentos (812) direção lateral E (1)

21 Vazio

77
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- MCF

81 8G Trava elétrica DO (3) I Trava elétrica TE (3) I Trava elétrica 83 VM Alimentação (linha 30) via fusível F30 da CP
TO (3) I Trava elétrica do porta-malas (3) B4 cz Trava elétrica DE (1)
82 VD Trava elétrica DO (t) /Trava elétrica TE (1) /Trava elétrica
85 VM Luz do porta-malas (1) I Luzes do teto dianteira e traseira (4)
TO (1)/ Trava elétrica DE (1) /Trava elétrica do porta-malas
(1) 86 VM Alimentação (linha 30) via fusível F28 da CP

rJ Diagrama do m6dulo de conforto

MRIBR -«::ornando de acionamento das luzes de advertência

RS/BR « Sinal dos interruptores do capô, das portas traseiras


e do porta-malas
MRIBR - - - - « Sinal do interruptores das portas dianteiras

VD/BR --« Comando de acionamento das luzes indicadoras


de direção diretas
RS/BR --« Comando de acionamento das luzes indicadoras
de direção esquerdas
BG -« Comando de acionamento das luzes de advertência
e indicadoras de direção direitas
RS -« Comando de acionamento das luzes de advertência ,...........,
e indicadoras de direção esquerdas
BR --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa

Caixa de fusíveis do painel


MR --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa
BG --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa
CZ --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa

BR ------« Comando da bobina do relé da


buzina do alarme
BG/BR ---« (7) Conector de diagnósticos I (A-84) Módulo de
comando I (17) Módulo doABS I
(9) Módulo do air bag
VM
MRIBR ---« (A22) Painel de instrumentos I (B·K1) Módulo de
comando I (28) Módulo do ABS I (40) Módulo do
airbag
------« Comando de travamento das portas
Bateria CZ/BR ----« Comando de destravamento das portas
RS ---« Comando das luzes do teto e do porta-malas
Comando de destravamento das portas traseiras esquerda e »--- BG
direita, porta dianteira direita e tampa do porta-malas ---------« (37) Módulo do air bag
Comando de travamento das portas e tampa do porta-malas »--- vo BG/BR ---« Comando da luz indicadora de portas abertas
no painel de instrumentos
Comando de destravamento da porta dianteira direita » - - - - - - cz BG/BR ----« Comando da luz indicadora das luzes de
advertência no painel de instrumentos
(4) !mobilizador»---------------- BR
RS/BR ---« Comando da luz indicadora do imobilizador
no painel de instrumentos
(CAOt ) -----« (A1) Comando do desembaçador traseiro I

o
AZIBR
CZ ~ CZ/BR (A7) Comando da ventilação interna e ar-
concicionado I (1) Comando das luzes de
- - - - - - + - - - - - - - - - - - B G/BR advertência I (A 1) Sistema de áudio I
(A 1) Comando central das travas elétricas I
(A1) Interruptor de desativação dos
Módulo de L-----« (A21 ) Painel de instrumentos Módulo de conforto sensores de ré
comando

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78
Conector auxiliar- CA01

O CAO 1 está fixado dentro da caixa de relés e fusíveis do vão do motor.

Localização do CAOl Detalhe do CAOl

Conector fêmea

~~ Conector auxlllar- CA02


O CA02 está fixado na longarina esquerda, atrás do para-choque dianteiro.

Localização do CA02 Detalhe do CA02

Conector macho

Conector fêmea

Conector auxlllar- CA03

O CA03 está fixado na parte superior da coluna esquerda.

Localização do CA03 Detalhe do CA03


~ :::: ~
~ :::: ~
Conector macho

~ --!! ~
Conector fêmea

79
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos- Conectores auxiliares

rJ Conector ouxlllor- CA04

O CA04 está fixado ao suporte do módulo de conforto na parte


inferior esquerda do painel.

Localização do CA04 Detalhe do CA04


Conector macho

Conector fêmea

D Conector ouxlllor- CAOS

O CAOS encontra-se fixado próximo ao CA04.

10 • ~
~~~~!~~::~
Localização do CAOS Detalhe do CAOS

Conector macho

~: ·=··=··=··=··=·+·=··=··=·~
~-·:··:·t·:··:·t·:· ·=·-~
Conector fêmea

rJ Conector owcillor - CA06

O CA06 está localizado na parte inferior da coluna direita.

r:tnl
~~ ;;; ;.:.;;.: .:
Localização do CA06 Detalhe do CA06
...... ----------
. . -... -.-
-. -
20
Conector macho

~:. ·=··=· ·=··=··=· +·=·.:.~


:
r::-1 ______.:--:··:·t ·:··:·t ·:··=·.
l.2!.r -
Conector fêmea

80 ~----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos- Conectores auxiliares

. , Conector auxiliar- CA07

O CA07está fixado abaixo do porta-luvas.

Localização do CA07 Detalhe do CA07

Conector macho

Conector fêmea

PJ Conector auxiliar- CAOS

O CAOS encontra-se fixado na coluna central esquerda.

Localização do CAOS Detalhe do CAOS

Conector macho

• Conector auxiliar- CA09

O CA09 está fixado na coluna direita.

Localização do CA09 Detalhe do CA09

Conector macho

81
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- Conectores auxiliares

I"J Conector auxiliar· CA10

O CAl Oestá localizado atrás do para-choque traseiro.

Localização do CAlO Detalhe do CAlO

Conector fêmea

-
mecan1ca
2000
.
Automotlve

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82 ~--------------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos ·Pontos de aterramento

O TOl está fixado no vão do motor, próximo a Aterramento T03


bateria. Ele interliga o borne negativo da bateria à
carroçaria do veículo.

Aterramento TOl

Buzina esquerda e direita (2)


Limpador do para-brisa (1)
Interruptor do reservatório do fluido de freio (2)
Interruptor do capô (A)
Luz indicadora de direção lateral esquerda (2)
Conector Ado MC (G3, G4, H1 e H4) Farolesquerdo(3)
Farol de neblina esquerdo e direito (2)
Relé dos faróis de neblina (2)
Relé da ventilação interna e ar-condicionado (85)
O T02 está fixado ao suporte da bateria.
O T04 está fixado atrás do bloco do farol direito.

Aterramento T02 Aterramento T04

Motor do eletroventilador (2) Farol direito (3)


Sensor do nível do reservatório da BPF (2) Luz indicaora de direção lateral direita (2)
BPF(2)

O TOS encontra-se fixado no vão do motor,


O T03 está fixado atrás do bloco do farol próximo ao módulo do ABS.
esquerdo.

83
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- Pontos de aterramento

Aterramento TOS Aterramento T07

Módulo doABS (13 e 38) Conector B do módulo de conforto (A 1)


Conector Ado painel de instrumentos (7)
Conector B do sistema de áudio (12)
O T06 está fixado ao lado esquerdo do suporte da
Comando da ventilação interna e do ar-condicionado
coluna de direção. (A6)
Conector de diagnóstico (5)
Imobilizador (2)

Aterramento T06
O TOS está fixado debaixo do console contral.

Aterramento TOS

ConectorB do painel de instrumentos (1 Oe 24)


Tomada 12V (3)
Conector Ado IMF (A6)
Conector B do IMF (B3 e B5)
Interruptor do pedal da embreagem (1)
Módulo do air bag (6)
Interruptor do sensor de ré (A2 e B3)
Comando do desembaçador traseiro (B2)
Relé de inibição dos vidros elétricos traseiros (3) O T09 está fixado ao suporte do painel, próximo à
Luzes de teta dianteira e traseira (3) coluna direita.
Comando dos vidros dianteiros da porta DE (84)
Comando dos vidros traseiros da porta DE (B4) Aterramento T09
Interruptor de inibição dos vidros traseiros (82)

O T07 está fixado ao lado direito do suporte da


coluna de direção.

84 ~------------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos ·Pontos de aterramento

Comando dos retrovisores elétricos (9)


Aterramento Tll
Motor do ventilador interno (2)
Comando das luzes de advertência (5 e 6)
Conector de diagnóstico (4)
Comando das travas elétricas (A2)
Interruptor do porta-luvas (1)
Comando do vidro elétrico DO (A2)

O TIO se encontra fixado do lado esquerdo do


porta- malas.

Aterramento TlO

Luz de placa direita (2)


Lanterna direita (3)

O T12 está fixado na caixa de roda traseira direita.


Ele evita a existência de arco-voltaico próximo a
linha de combustível.

Aterramento T12

Interruptores das portas DE, DO, TE e TO (2)


Limpador traseiro (3)
Módulo dos sensores de estacionamento (5)
Desembaçadortraseiro (2)
r- Luz de placa esquerda (2)
Brake light (4)
Lanterna esquerda (3)
Trava elétrica do porta-malas (1)
SAC(6)

O Tll se encontra fixado do lado direito do porta-


malas.

• •
1agram SIS mas de injeção ele rônica

Diagramas elétricos são sempre


essenciais em toda oficina.

-----------------------------------------------------------' 85
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos -Chicotes elétricos

Caixa de fusíveis do painel (CP)


Módulo de conforto (MCF)
Conector auxiliar CAOS
Conector auxiliar CA04
Interruptor do pedal da embreagem
Módulo dos sensores de estacionamento Interruptor do pedal de freio
Alerta sonoro de auxílio de estacionamento Sensor do pedal do acelerador (SPA)
Luz do porta-malas Aterramento T06
Aterramento T1 O Conector Ado painel de instrumentos
Lanternas Conector Ado IMF
Conector auxiliar CA 1O Conector C do IM F
Sensores de estacionamento Conector B do IMF
Brakelight Módulo do imobilizador
Desembaçador traseiro
Limpador traseiro
Trava elétrica do porta-malas
Luzes de placa
Interruptor do porta-malas

••
Sensor o nível do reservatório de partida a frio
BPF

Conector D+ do alternador
B+ do alternador
Compressor do ar-condicionado
Eletroinjetores
Bomba do lavador do para-brisa
Sensor de detonação (KS)
Aterramento T05
Aterramento T02
Módulo doABS
Módulo de comando (MC)
Interruptor do reservatório do fluido de freio
Bobina de ignição (BIG)
Motor do limpador do para-brisa
Sensor de pressão absoluta (MAP)
Aterramento T03
Borboleta motorizada (ETC)
Sensor da roda dianteira esquerda
Luz indicadora de direção lateral esquerda

86 ~----------------------------------------------------------~
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos - Painel de instrumentos

rJ Painel de Instrumentos

Indicador de baixo nível de combustível no Indicador de anomalias no sistema do ABS


reservatório de partida a frio
Indicador dos faróis alto
Indicador do sistema de injeção eletrônica
Indicador de baixa pressão do óleo do motor
Indicador do desembaçador traseiro
Indicador de anomalias no sistema de
Indicador dos faróis baixos
carga
Indicador de baixo nível do reservatório de
freio e freio de estacionamento acionado Indicador de temperatura elevada do
líquido de arrefecimento do motor
Indicador das luzes de direção
Indicador de portas abertas
Indicador do air bag
Indicador de parada obrigatória do veículo
Indicador do sistema de controle de
poluição Indicador dos faróis de neblina dianteiros
Indicador do imobilizador

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87
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- Painel de instrumentos

, Diagrama do painel de Instrumentos

CZJBR ----------« Sistema de carga e partida


VD/BR K (7) Módulo do air bag
BG/BR - - - - - - - - - - < K Sistema dos faróis alto e baixo

VD/BR - - - - - - - - - - < K Sistema dos faróis alto e baixo

AZ/BR -------« Sistema das luzes de posição e placa


MR K Sinal de temperatura da água
Módulo de BG/BR K Sinal do sensor do nível de combustível do tanque
comando
RS/BR --« Aterramento do sensor do nível de combustível do tanque
OEQJ
vo - - - - - - - - - - « Sistema das luzes de neblina

k3>
Interruptor de
pressão do
RS/BR
BR - - - - - - - - « Sistema do desembaçador traseiro

Sistema das luzes de freio

MRIBR - - - « (A13) Sistema de áudio I (B-K1) Módulo de comando


(40) Módulo do air bag I (28) Módulo do
óleo
ABS I (A6) Módulo de conforto
01D
~ VD
@]
[ITJ (CHAVE)
~ . PR l
Sensor de nível do
1
T02 "f AM ~ AM ~4
reservatório da BPF @8]
VM/BR ~ VM

Caixa de fusíveis LCVM l ~


do painel ,.

(3) Módulo do ABS ~>------------- RS VM


(29) Módulo do ABS ~ RS

(B-87) IMF ~!>-------------- VM

. Painel de ' "'W' ro 1 . Caixa de relés e fusíveis


Instrumentos ~ 8atena do vão do motor
.......-----~

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Ao substituir as lâmpadas utilize sempre lâmpadas anti-ultravioletas para não


degradar o vidro plástico dos faróis

Fique atento sempre às especificações técnicas de cada lâmpada.

~ Especificações das 18mpadas do farol


Farol direito

H4 12V-60/55W

Especificação Descrição
H7 12V- 55W Farol alto
H112V- 55W Farol baixo
PY21W Luzes indicadoras de direção
W5W Luzes de posição

da lanterna

Especificação Descrição
PY21W Luzes indicadoras de direção
P2115W Luzes de freio e posição
P21W Luzes de ré

89
..PJ-.~------------------------------------------------------------------~- ,.
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos - Especificações técnicas das lâmpadas

Diagrama dos (Dr61s alto e baixo

VM

VM

Interruptor de
múltipla função Caixa de relés e fusíveis
do vão do motor

Painel de
instrumentos

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A força dos motores diesel
nas páginas da Mecânica 2000

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de alimentação com
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90 ~------------------------------------------------------------~
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos- Diagramas elétricos

Diagrama do Interruptor de múlUpla função

Sistema do air bag RS VD Sistema do air bag


Sistema da buzina cz BG Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
Sistema das luzes de neblina BR
BR Sistema do limpador do para-brisa
Sistema dos faróis alto e baixo ~ cz e bomba do lavador
VD Sistema do limpador do para-brisa
Sistema dos faróis alto e baixo BG e bomba do lavador
Sistema das luzes de posição e placa 1\l. cz Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
Sistema das luzes indicadoras ~ VD/BR RS Sistema do limpador do para-brisa
de direção e advertência e bomba do lavador
Sistema das luzes indicadoras RS/BR AMIMR Sistema do limpador do para-brisa
de direção e advertência e bomba do lavador
(A23) Painel de instrumentos MRIBR MRICZ Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
BG Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
MRIAM Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador

Interruptor de
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor
múltipla função

Detalhe do IMF

Conector C

91
__
........,..._ DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos - Diagramas elétricos

ramo do comutador de I nlção, alternador e motor de ortldo

VM ----t-- VM

Caixa de relés e fusíveis


do vão do motor

CKJ

L..-----~
Painel de
o
Módulo de
cz

cz
instrumentos oomando

AM --+-«(INF) F1 , F2, F3, F4, F13, F14, F15, F16, F26 e F27
(DIR) F32 .___.,_____ _ _ VM
AM -+-«(DI R) F37, F38 e F39

Caixa de fusíveis do painel Bateria


ignição

Localização do motor de partida Localização do alternador Localização do oonector do oomutador de ignição

Mecânica 2000 Focus 1.6


Mecânica 2000 apresenta o manual de
manutenção do Ford Focus 1.6 Flex, equipado
com o motor SIGMA e lnjeção Eletrônica
BOSCH Motronic ME 17 .8.5 para o Focus 2.0
16V Flex (2009) e o Fiesta 1.6 16V Flex (201 0).
E ainda suas principais características,
manutençôes nos vários sistemas e diagramas
elétricos de todo o veículo.

92 ~--------------------------------------------------------------r--
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos ·Diagramas elétricos

---
IIJ'1 Diagrama da buzina e buzina do alarme

OMD
[][]

~ RS :'-"-f3-.-t----.ll-- VM ~
Cfli)
VM
cz ~
L . P - PR l CillJ VM ~
Buzina 1 To 3"'i'" Relé da buzina SUP INF Interruptor de
do alarme múltipla função
[][]
Caixa de fusíveis do painel

~ :: ,
LP- ..L
INF

Caixa de relés e fusíveis (]&]


Buzina 2 ...

( MCF )
T03 "'i'"

••••••••............................ ..........'-
do vão do motor

•••-•••-•• -•..-.•.-...-.. -...-...-.,- - - - - - VM --------------<9 ~ h • •

~ BR l Bateria T01 ~
Módulo de
conforto

P'J Tomada 12V

(CHAVE) ( BAT )

AM ~ MRNM VM ~
PR """]_ Caixa de fusíveis Caixa de relés e fusíveis Bateria Tot =
do painel do vão do motor
Tomada de Tos'ª'"
12Volts

, Diagrama do /mobilizador

GillJ @] __l CVM )

PR --jll•• T07 QIJ (CHAVE) I.


(MF05)
AM ------+--<~ AM ~ MRNM ~ VM
BR - - - - - ,
Caixa de fusíveis do painel l MCF l Caixa de relés e fusíveis do
Módulo do • ······················i vão do motor
imobilizador l
CD-----: : : ~
• Módulo de
conforto

Localização do módulo do imobilizador e sua vista


em detalhe Localização da tomada 12V

93
®

AR CONDICIONADO AUTOMOTIVO

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1\CI\ DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos - Diagramas elétricos

Pressostato
do sistema de
refrigeração
de ar
®
v

cz Pressostato
n do sistema de
refrigeração
de ar

n Resistência da
ventilação interna
n
PRIBR -1Jt•• T07 AM +1-1--!-. CTID
n ( MCF ) Relé da ventilação interna
l~
~ ®)
e do ar-mndicionado
Caixa de fusíveis do painel
AnBR
(M.F05)
Comando d: ····... Módulo de VM -----~MRNM AM
ventilação interna •••••••• conforto

~
(M.F04)
VM----~~~~-~---------__J
·-···········-········..., ..............
~
MRNM----~ ~ -1--11--4

Relé do compressor
do ar-condicionado
VM

Embreagem do
compressor do sistema
de refrigeração de ar

Localização do compressor do ar-condicionado Localização do pressostato 1 do ar-mndicionado Localização do pressostato 2 do ar-condicionado

:"""'
\
~ · ·-::o-
----.,
...
~

~,.\\~ /· ll
~<~ . ~~
:'---. '

.-
~~-----------------------------------------------------------J 95
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos- Diagramas elétricos
1\CI\

Localização da resistência da ventilação interna e Localização do díodo na caixa de relés e fusíveis do


sua vista em detalhe Localização do motor do ventilador interno
vão do motor

rJ Diagrama das luzes de freio

[flJ (CHAVE) (MF05) (]ill

:::: r AM ~ AM ~MRNM~ VM ~
Ca1xa de fus1ve1s do pa1nel Caixa de_relés e fusíveis Bateria TO!:
do vao do motor

PRl
Luz de freio r--..
esquerda
T10'ê'
(J.jÇJ ,..........
~ CM[)
~ : : ---'.,......_- MRJCZ~ ,..........

Módulode
comando
~ABS Módulo do
Interruptor do
reservatório do
fluido de freio
PRl ,..........

T11'ª'
QO lJ[O

~~·-~---------+-------.......-~·-<8
Painel de Interruptor do
instrumentos freio de estacionamento

Localização do interruptor do pedal de freio e sua


vista em detalhe O interruptor foi representado com o
pedal de freio em repouso.

www.mecanica2000.com.br

96 '-------------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos

rJ Diagrama das luzes de posição e placa

~
CillJ (CA 04 )

'
AZ/BR ~ AZ/BR INF
f\l. ~
--111••
~
PR T10
. - - - - - - - - VM
Farolete TE
Interruptor de
Caixa de fusíveis do painel múltipla função
l}Q[) f\l.

o< CKJ
.,_-- AZIBR ~
PR/MR -j11u T03

Farolete DE .......... VM

··································································
Painel de Caixa de relés e fusíveis
CEQ[) f\l. instrumentos do vão do motor

'
PR/MR -jll•• T04

Farolete DD
PR/BR l

Luz de placa E T10 'f


AZ/BR

PRIBR l

T11 'ª"

P'J Diagrama dos far6is de neblina

Q[J ~ ..................
VD/MR VD ----.-~--~

PRIMR PR -jllu T03 BR - -+----.,


Caixa de fusíveis
Farol de
neblina E do painel

~VD/MR vo -----.
PR -jllu T03
,.>
l : : : : : : J I ' - PRIMR

Farol de
neblina D

CKJ
,.> Caixa de relés e fusíveis
do vão do motor
@"'\ AS . __ _ _ _ _ _ ____,

Sistema das luzes de »-- f\l.


posição e placa
Painel de Interruptor de
instrumentos múltipla função

97
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos

IJ'1 Diagrama das travas elétrlcas


[i}[]

~MRffiR Os conectores das travas elétricas


DE, DD, TE ,TD e do porta-malas são
~PRJBR-jlluT10 - Jiiil - iguais.
lnt~:!'tg~da ~
.· 1

[i}[] .

ª :::;;:;;;·· ····· · · · · ··········'


Interruptor do o:

~~·~[~i
[i}[] [i}[]

~RSIBR-+---RS/BR~
R -jlluT10 ~PRffiR-jii••T10 T1Qnii~PRJBR~
Interruptor da Interruptor da Interruptor da
porta DD porta TD ,...~ porta TE
...................·······

~------BG --~-4

VD
[i}[]

~RS
BG--+-•

Trava elétrica TE
(TETD )
~PR --jii••T03
~ VD Interruptor do
••••····" capô
~BG ....····· C!ill)
Trava elétrica TD Trava elétrica do /

porta~~.:~:~........
AZIBR
C!ill) ~ VD/BR

MR~VD ( CZ/BR

BG ~ BG --t--------;------....1 PRffiR~
...... - Módulo de
Trava elétrica DD Comando das ••••••·•• TOe :
travas elétricas ·····~ oonforto
................................

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98 '---------------------------------------------------------------------~~
~-
... DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos Diagramas elétricos I?M

~=-~------------~~-RS BG--~------------~--::~
Seta lateral T03~ ~ T04 Seta lateral
esquerda ••• direita

~:""]_ ~r. . . . . . ,
••••••/ ( SOO )

~::~
;:~ED)E ~-..............:~:. :.................j~ ............ ~ T04 Seta DD

~ CZ/BR~ (CA04) 29 BR ~
~PR~ ~PR~
Seta TE ~... T10 ~ ~ T11 SetaTD

CJM[) •••••••••••·•··•••·••.••
Jt-----""::"'""---- VD/BR --------;;-----.
····:
Jt---+----R~R----~~-.
..,___________ AZIBR

.,__________ MRIBR
BG/BR =6
;a. 1

S
( CLA )

6
PRIBR -jtto• T09

PR/BR + T09
PRIBR +111" T06

Interruptor de • Módulode Comando da~··•••

··:~ ~
múltipla função luzes de advertência~

A . e
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99
DUSTER 1.6 16V · Sistemas elétricos Diagramas elétricos

~ Diagrama do m6dulo ABS

~
~ MRNM
(M.F02)

(MF01 )
I ~---- VM ~-l (M.F05)

~
Bateria
(]ill

T01:
VMIRS ~ MRNM --+-----------,L (CHAVE)

Caixa de relés e fusíveis do vão do motor MRNM ~ AM


QO

------------------~
(1) Interruptor do pedal de freio I Painel de Caixa de fusíveis do painel
(A-E3) Módulo de comando instrumentos __.....
(CA04)
cz ---« Luzes de freio CillJ

~)
BR -----------------~

PR -----------------~

@[) Sensor da roda

-------------<~
TE

:: ) ,........,
BG/BR ---<< (A-84) Módulo de comando I (A34) Módulo de conforto I (9) Módulo do air bag I Sensor da roda
l]Q[) ,..--.
(7) Conector de diagnóstico TD

~)
,........,
,---..
MRIBR ---« (A22) Painel de instrumentos I (40) Módulo do air bag I (A6) Módulo de conforto I Sensor da roda
(A 13) Sistema de áudio I (B-K1) Módulo de comando []Q[)
DE

~
···························-··----- - +
Sensor da roda
DD
)

Localização do módulo do ABS

0~----él-!t'i'l~'.i,,
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100 ~----------------------------------------------------------~~
............
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos Diagramas elétricos

P'J Diagrama do alr bag


26

.-----RS AM/BR
.----- vo
Air bag Interruptor de
do motorista múltipla função

~:===:
@TI

~ VM
'i' T01 Bateria Caixa de relés e fusíveis
Airbag do vão do motor
do passageiro

(A6) Módulo de conforto/ (A 13) Sistema de


áudio I (28) Módulo do ABS I (B-K1 ) Módulo de comando MR/BR ---« (A23) Módulo de conforto

CKJ BGIBR ---<< (7) Conector de diagnóstico I (A-B4) Módulo de comando


(A34) Módulo de conforto I (17) Módulo doABS
~::: ___________________________
Painel de Módulo do air
instrumentos bag

Localização do módulo do air bag Localização do conector C do IMF

CIR) (CHAVE)

AM --------t--tGE~so§f~~DI~R)---t----- AM ~ MRIVM
Caixa de relés e fusíveis
do vão do motor

BR BRIM R
L
Caixa de fusíveis do painel Painel de
instrumentos
~-------------------------BR
Bateria []I]

PR/BR -11t•• T06 ( MCF J BR~


Comando do
desembaçador
. -~
· Módulo de conforto
T10''tlr---- PR~
Desembaçador do
vidro traseiro
do vidro traseiro

----------------------------------------------------------------~ 101
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétrlcos Diagramas elétrlcos

• Ologromo do r6dlo

(CAOS) QO
~ ,,.,,
~
MRND 2
MRND
RS/MR --------~~,________ RS/MR - - - - - - -
MRIVD
MRIRS
-=-§.'
~,,,,,,
:
~

VD/BR -« Conector de disgnósticos (13) (CA


05 1
QO

:~ --------------------~~~-------------- cz RS 2
ê'=
.,,,,,, ...

MRIPR --jltu T07


(CA09) QO

::---------~~------:: _______~ ~
VD/MR 2
RSIM R ,,,,, .:
~ ...

Alto-falante TD
RS/BR-« Conector de disgnósticos (12) (CAos) QO
,,,,,
~: --------------------~~~-------------- cz
MR 2
@=
-:.,,,., ...
......

...._-----------------------------------« (28) Módulo do ABS I (B-K1) Módulo de comando


(40) Módulo do air bag I (A22) Painel de instrumentos
( CVM )

Rádio :..:"··............................. Caix:


0
d;a~!:veis Caixa de relés e fusíveis do
vão do motor

~,:: !"'"~ ···· · ~~;·, ~~ Bateria

~ ··;o~~~r·~ · ~

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da instalação do
ar-condicionado.

102 ~--------------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétrlcos

~MR
LY-PR/MRl
Motor do "'f
eletroventilador TOZ

~BR
~MR
Painel de
Resistência do instrumentos
eletroventilador

Módulo de Sensor de temperatura


comando do liquido de arrefecimento

Localização do conector do eletroventilador


Os conectores da
resistência da venti-
lação interna e do
mo-tor do eletroventilador são
iguais.

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DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos
"""'"'----

Localização da bomba do lavador do para-brisa Localização do motor do limpador do para-brisa Localização do motor do limpador traseiro

Conheça os conceitos técnicos e científicos da eletrônica


embarcada nos veículos com injeção eletrônica.

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•Estudo de Sistemas Eletroeletrônicos
•Estudo de Eletricidade Básica
de JPieca~_. t 1•1 ~' ~ ·Estudo de lnjeção Eletrônica
·Osciloscópio

104 ~------------------------------------~------------------------
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos

rJ Diagrama dos retrovisores elétricos

[][]

~=
Retrovisor
elétrico E
r----------------------------- AM
CBQ]

~ ::~:
_ [ PRIBR

~ T09 •••••••~ Comando dos

LP-CVBR
Retrovisor ~•••
DIR

Caixa de fusíveis do painel ,...•••


••• •••
/ retrovisores
elétricos

~~
elétrico D •••••••

=
~ VM --t-(~8:s:e~~~--- -,~
,:. 4 3
I : T01 Bateria Caixa de relés e fusíveis do

~ :: :----m
• vão do motor

w---- :: ~ Localização do comando dos retrovisores elétricos

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conceitos das medições.

~~-----------------------------------------------------------J 105
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétrlcos Diagramas elétrlcos

. , Diagrama dos vidros elétrlcos

Os conectores dos comandos dos vidros elétricos


DD, TE, TD são iguais.

MR ~
MR
~1 2 2
MR
MR/CZ

11 11 RS/MR

Motor do vidro
Comando do vidro
elétrico TD
elétrico DD
( MDD )

MR ~
' - - - - - - - - - - - cz ~
r;;l ~ J.'l Motor do vidro

~--/~ei:;D
Caixa de fusíveis do painel
MR

íil
.__R_e-lé-d-os_v_id-ro-s-el-ét-rico_• ,_~ "'~
T06 ••IJr PR/RS~ PR~
Interruptor de inibição
dos vidros traseiros

MRNM

Caixa de relés e fusíveis


do vão do motor

Localização do relé de inibição dos vidros elétricos


traseiros
DUSTER 1.616V Sistemas eiétrtcos Diagramas eiétricos

~ Dlogromo dos luzes de ré


OfiTJ QD
RD- RSJMR~ RS/MR----~28Uj~:D2[8,_--r-----RSIMR ~ (CA01) (CA04 )
PR J..
~ AM/MR ~ AMIMR C}QJ luzderéE T10:

Interruptor • '-,................................................. PR -jllu T11


de ré

.'-.
Alerta sonoro de "···
auxílio de estacionamento"· ,
...........................................l
MR ---------~---------~

-...---+-----.-: ~
Sensor de ré 1 Interruptor
----+----~- MR --------· de inibição do
alerta sonoro
BG-----------
Sensor de ré 2
[§[]

RX-<I[il Módulo de
conforto
BG~
Sensor de ré 3 ~ ·······:

Módulo dos Central de fusíveis


sensores de do painel
estacionamento

Localização do interruptor de inibição do alerta


sonoro de auxílio de estacionamento
~ :::::: ~
~ /- ······ ~ '-='
~ '@

rEP-VM
(]ill

'!" T01 Bateria Central de relés e fusíveis


do vão do motor

Localização do módulo dos sensores de estaciona- Localização do interruptor de ré e sua vista em Localização do alerta sonoro de auxílio de
mento e sua vista em detalhe detalhe estacionamento
LP
co p SENSO DE
VELOCIDADE
~
LP- 206 28 3/2000

o'
REF.
RENAULT CLIO 1.0 16V 2001 ·2005 GASOLINA
PEUGEOT 206 1.0 16V GASOLINA
N
LP-1 03064/1 001
oI
r

c: R f O GN 2 1 7 lc.S
RENAULT CLIO/SANDERO/
LOGAN MOTOR FLEX

CD LP-206919/2001

VOLKSWAGEN GOLIPARATI 1.0 MI1 6V


E
LP-103065/1002 cu
C.>
c:
cu REHAULT CUO/ SCENIC/

REF ORI I " OO


VOLKSWAGEN GOLIPARATI 1.0 MI 8V
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.J
~

,.......,
\. _)
,.......,
_)

o
('
,........
,......
,......,
\

r.
~
'

Thbulação de abastecimento Thbo distribuidor


Tanque Eletroinjetores
Bomba Linha de vapor
Linha de alimentação Cânister
Filtro combustível CANP

\...J Linha de retomo Corpo de borboleta

~C)
o=-----------------------------------------------------J/1~
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônlca- Sistema de alimentação de combustível

PJ Diagrama elétrlco do bombo de combustlvel


·~

~ LCA04)
í
: ::: 41

RS/BR
~
~ '"
MRIPR ~ \....../
Bombade ~1 T10 "'i'"
combustível ~

~ BG/BR Módulo de
comando
L BAT )

~ RS/BR ----....1
Painel de
instrumentos
r--------- ~ --------~~M~i;~M~--------i----------_j
(CA01)
o
uu o
~ ----------<~----- MRNM -----<~
(CHAVE) (M.F05)
G
Caixa de fusíveis do painel
YM

Caixa de relés e fuslveis do vão do motor


o
L.J
o
Especificação técnica: o
o
Regulador de pressão LP
LP-47222/262
o
o
o

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motorização do motor fire, com as mudanças
tecnológicas que favorecem a economia de
combustível e menor emissão de poluentes. O
sistema de injeção abordado é o Magneti Marelli
IAW 4FB. Veja também, nesse manual, todo o
preparo do veículo para a instalação do sistema
de refrigeração de ar, e a instalação em si.

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Interruptor Válvula Solenóide ~

de partida a frio
,...----..,

,--..
,-...
r-'
Medidor/Sensor
de nível de combustível
linha leve """"""'
..........

Medidor/Sensor
de nível de combustível
linha pesada
Válvula Termostática

(ll lndebrás
Tradição, tecnologia e confiança.
( l lndebrás DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnlca • Sistema de partida a frio
==?
í'""""'\
~===--

,. . ., rJ Sistema de partida a frio - SPF

O sistema auxiliar de partida tem a função de vaporização do álcool. O sistema é automático, e


permitir que o motor entre em operação em não exige a intervenção do condutor para entrar
,- temperaturas inferiores à temperatura de em operação.

Fig. 4 - Diagrama do sistema de partida a frio

Reservatório de gasolina Linha de alimentação


Bomba de partida a frio Corpo de borboleta
Eletroinjetor de partida a frio Linha de vapor (respiro)

Diagrama elétrico do sistema de partida a frio

ml
~MR/CZ
~MR/PRl
Bomba de "'ª'"
gasolina para T0 2
partida a frio

BR
BG---.J

BR------------------r---------c AM
Módulo de Relé de bomba
comando de combustível
A4

(CHAVE) (M.F05)

G ~~':{I)-----MRJVM-------------~VM

c
,--..,
Caixa de fusiveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vão do motor

\......) 113
o
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônica - Componentes e suas localizações

rJ Esquema da lnjeção eletrãnlca Valeo V42


.--,
.........__
Sensores Atuadores
.-----..._

-------
(H~ ~C ) r-"""\
Sensor de Borboleta
oxigênio motorizada

~ ~ ,---..
lnjetor de
Sensor de combustível
temp. do líq. ---"\
Arre!.
,......
~
t Bobina
de ignição

(M!ll t
Sensor ,..........,
de pressão

~ ~
absoluta do
coletor
lnjetor de
partida a frio

( C~
Sensor de
p~~~~~ ~~
manivela
t ~
Bomba de
partida a frio ...--..

,......
~ ~BA)
,----_
Sensor de
detonação Bomba de r--

t combustlvel
,---..

( S~ O sistema possui sensores e atuadores. Sensores são


Sensor de componentes que identificam temperaruras, pressões,
posição do
a&T~~d~~ movimentos e concentração de oxigênio. Tais informações são
enviadas ao módulo de comando na forma de sinais elétricos. O
MC, por sua vez, de posse das informações que monitoram todo
o funcionamento do motor, determina a ação dos atuadores,
~ componentes estes capazes de executar movimentos para
controle de vazão, estanqueidade e acionamentos elétricos.
Interruptor
do pedal
da embreagem Estes dispositivos, corretamente comandados, permitem o
controle ótimo da massa de combustível introduzida no motor e
dos instantes de início de combustão em cada cilindro, o que
provê funcionamento perfeito ao motor.

114 ~------------------------------------------------------------­
r -,
__
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletrônica Componentes e suas localizações .-,_,

rJ M6dulo de comando- MC -Item 1


Localização do Módulo de
Comando- MC Detalhe da localização do MC MC

n Sensor de oxiglnio- HEGO -Item 2


Localização do sensor de Detalhe da localização do HEGO 1
oxigênio 1 - HEGO 1 HEG01

Localização do sensor de Detalhe da localização do


oxigênio 2 - HEGO 2 HEG02
HEG02

Sensor de tem eratura do IIi uido de arre ecimento - ECT -Item 3


Localização do sensor de temperatura
do líquido de arrefecimento - ECT Detalhe da localização do ECT ECT

-·~----------------------------------------------------------~ 115
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônlca Componentes e suas localizações

Sensor de tem eratura do ar admitido - ACT -Item 4


Localização sensor de Detalhe da localização do ACT
temperatura do ar - ACT ACT

Sensor de ressõo absoluta do coletor de adm/ssõo - MAP -Item 5


Localização do sensor de pressão
absoluta - MAP Detalhe da localização do MAP MAP

D Borboleta eletr6nlca - ETC -Item 6


Localização da borboleta Detalhe da localização da ETC
motorizada - ETC ETC

Sensor de poslçõo da 6rvore de manivelas - CKP -Item 1


Localização do sensor de posição
da áiVore de manivelas - CKP Detalhe da localização do CKP CKP

116'---------------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletr6nlca Componentes e suas localizações

r:=J Sensor de detonaçõo - KS- Item 8


Localização do sensor Detalhe da localização
de detonação - KS do sensor KS KS

rJ Eletrolnjetores -lN/ -Item 9


Detalhe da localização do
Localização dos eletroinjetores - INJ eletroinjetor Eletroinjetor

rJ Bobinas de lgnlçõo- BIG -Item 10


Localização das bobinas de Detalhe da localização das
ignição - BIG bobinas BIG

Sensor do edal do acelerador- SPA -Item 11


Localização do sensor do pedal SPA
Detalhe da localização do SPA
do acelerador SPA

----------------------------------------------------------------~ 117
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica Componentes e suas localizações

Eletrov6lvula de do c8nlster- CANP -Item 12


Localização da eletroválvula de
Detalhe da localização da CANP CANP
purga do cânister - CANP

Bomba de combustfvel- SAC -Item 13


Localização do conjunto da bomba de Detalhe da localização da bomba
combustível - SAC Bomba de combustível
de combustível

rJ Sistema de partida a frio - SPF -Item 14

Localização da bomba de partida


Detalhe da localização da BPF BPF
a frio- BPF

Localização do eletroinjetor
de partida a frio
Eletroinjetor de partida a frio vcc

118 '----------------------------------------------------------------
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletrônica • Componentes e suas localizações

Localização do interruptor do Detalhe da localização do IPE IPE


pedal da embreagem · IPE

Série Motores Otto


A manutenção de
motores consagrados I e
naspag1nas
da Mecânica 2000

O conceito de Potência O conceito de Torque


vídeo teórico vídeo teórico

Conheça os procedimentos
de desmontagens, montagens,
medições e testes dos componentes.

~~-----------------------------------------------------------' 119
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica - Diagrama do conector de diagnósticos

PJ Diagrama do conector de dlagn6stlcos

( CVM ;;.._
) __ ....

PR -j"T09 Caixa de fusíveis do painel [@] Caixa de relés e fusíveis


• • do vão do motor
PR --;..ro1
cz ---« (A·A4) Módulo de comando
~ ~ ~~-------------------VM
MR ---« (A·A3) Módulo de comando YT01 Baleria

RSJBR---« (A16) Sistema de áudio

VOIBR ---« (A 15) Sistema de áudio

BGIBR---« (A·B4) Módulo de comando I (A34) Módulo de conforto I


(9) Módulo do Air bag I (17) Módulo do ABS
Conector de _.
diagnósticos

Localização do conector de diagnósticos

Tabela de c6dlgos de defeito do sistema de injeçio


Código Item detectado
10 Circuito modificador de temperatura do ar (ACT)
11 Modificador lei distribuição árvore de carnes
16 Coerência do sensor da árvore de carnes I regime do motor
95 Circuito sensor de temperatura do ar (ACT}
106 Coerência da pressão de admissão (MAP)
120 Circuito do potenciômetro de posição borboleta pista 1 (ETC)
130 Circuito sonda de oxigênio (HEGO 1)
135 Circuito aquecimento da sonda de oxigênio (HEGO 1)
136 Circuito sonda de oxigênio (HEGO 2)
141 Circuito aquecimento da sonda de oxigênio (HEGO 2)
170 Avaria funcional do circuito de combustível
185 Circuito do sensor de temperatura de Gás
201 Circuito de comando injetor cilindro 1
202 Circuito de comando injetor cilindro 2
203 Circuito de comando injetor cilindro 3
204 Circuito de comando injetor cilindro 4
217 Sobreaquecimento do motor (ECT)
220 Circuito potenciômetro borboleta pista 2 (ETC)
225 Circuito do potenciômetro da posição de pedal pista 1 (SPA)
226 Posição dos pedais do freio e do acelerador
300 Falha de combustão

120
DUSTER 1.8 18V • lnjeçlo Eletr6nlca TIIIN de código de defeito

301 Falha de combustão no cilindro 1


302 Falha de combustão no cilindro 2
303 Falha de combustão no cilindro 3
304 Falha de combustão no cilindro 4
313 Falha de combustão com nivel mlnimo de combustível
314 Falha de combustão
315 Coroa do volante do motor
325 Circuito do sensor de detonações motor
335 Sinal sensor de regime do motor
420 Avaria funcional do catalisador
340 Circuito sensor de árvore de carnes
443 Circuito da válvula de purga do canister
461 Circuito do sensor de nivel de combustível
480 Circuito de comando da pequena velocidade do GMV
500 Informação velocidade do veiculo
504 Coerência da informação da luz do int. de freio
530 Tensão do sensor de pressão do fluido do ar condicionado
560 Tensão de alimentação do módulo de comando
571 Circuito contato de stop
606 Módulo de comando
618 Sistema de gás
627 Circuito do comando relé da bomba de combustível
638 Posição incorreta da ETC
641 Tensão de alimentação dos sensores
645 Comando dos relés do compressor do ar condicionado
651 Tensão de alimentação dos sensores
657 Circuito comando relé principal
833 Coerência da informação do interruptor do pedal da embreagem
060A Módulo de comando
061A Módulo de comando
109A Relé de alimentação automática do módulo de comando
10AO Circuito interno do injetor 1
10A1 Circuito interno do injetor 2
10A2 Circuito interno do injetor 3
10A3 Circuito interno do injetor 4
10A4 Comando do injetor 1
10A5 Comando do inietor 2
10A6 Comando do injetor 3
10A7 Comando do injetor 4
1170 Avaria de funcionamento do circuito de GPL
1300 Falha de combustão em modo gás
1301 Falha de combustão no cilindro 1 em modo GPL
1302 Falha de combustão no cilindro 2 em modo GPL
1303 Falha de combustão no cilindro 3 em modo GPL
1304 Falha de combustão no cilindro 4 em modo GPL
1314 Detecção de falhas de combustão
1351 Circuito da bobina de ignição 1-4
1352 Circuito da bobina de ignição 2-3
1608 Calculador de comando dos injetores
1610 Tensão da bateria
1633 Válvula de partida a frio
1644 Circuito do relé de aquecimento adicional 1
1645 Circuito do relé de aquecimento adicional 2
1646 Circuito do relé de aquecimento adicional 3
1656 Ligação multiplexada de regulador de binário
2100 Circuito do comando ETC
2119 Funcionamento dependente caixa de ETC
2120 Circuito do potenciômetro da posição de pedal pista 1
2135 Coerência da posição de pedal/ETC
2265 Tensão do sinal do sistema de nlvel no depósito de gás
2293 Pressão do gás
2294 Circuito regulador de pressão

~--------------------------------------------------------------~ 121
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônlca Plnagem do módulo de comando

Conector e
Conector A do MC Bome MC Cor fios Some componente - Descrição
A1 BG Comando do elelroinjetor 4 (2)
A2 cz Comando do elelroinjetor 3 (2)
A3 MR Comando do elelroinjetor 2 (2)
A4 RS Comando do elelroinjetor 1 (2)
B1 vazio
B2 PR Malha de atenamento do KS
B3 VM Sinal do KS (1)
B4 BR A!erramento do KS (2)
C1 vazio
C2 MR Comando da ventilaçao interna e ar-condicionado (AS)
C3 vazio
C4 BR Pressostato do ar-condicionado 2 (1)
01 Vazio
02 cz Conector Ado módulo de ronforto (36)
03 BR Sinal do poteOOclmetro 2 da ETC (6)
04 MR Comando do relé principal da injeção (2)
E1 vazio
E2 VO Sinal do ACT (1)
Conector A A!erramento do ACT (2)
E3 BR
Bome MC Cor fios Some componente - Descriçao
A1 eA2 vazio
E4 cz Sinal do CKP (1)
F1 vazio
A3 MR Conector de diagnóstico (14)
F2 MR Sinal do ECT (82)
A4 cz Conector de diagnóstico (6)
F3 BR Alem!mento do CKP (2)
......--._
B1 BR Comando da bobina do relé da 1' vel. do eletroventilador (2)
F4 RS Sinal do ECT (81)
B2 BG/BR Painel de instrumentos (A) I Conector Ado módulo de coofortn
G1 vazio
,.........
(38)
G2 BG Alimentação dos poteOOclmetros da ETC (5)
B3 vazio
Sinal do potenciõmetro 1 da ETC (2) .---..
G3 VO
B4 BG/BR Conector Ado módulo de coofortn (34)1 Módulo doABS (17)
G4 RS Alem!mento dos potenciOmetros da ETC (1)
Módulo do air bag (9) I Conector de diagnóstico (7)
H1 vazio ,..----,
C1 BR Comando da bobina do relé da '1!' vel. do eletroventilado (86)
C2 e C3 vazio
H2 cz Alimentação do MAP(C)
H3 BR Sinal do MAP (B)
C4 BG lntenuptor do pedal da embreagem (2)
H4 MR A!erramento do MAP (A)
01 AM Alimentação Oirlla 15) via F2 da CP
J1 vazio
02 ao E2 vazio
Pressostato do ar-condicionado 1 (B)
J2 MR
E3 cz lnlerruptor do pedal de freio (1)1 Módulo doABS (30)1
J3 VO Pressostato do ar-condicionado (C)
Luzes de freio
J4 vazio
E4 BG lnlerruptor do pedal de freio (3)
K1 MR Módulo do air bag (40) I Painel de instrumentos (A22) I Módulo
F1 vazio
ABS (28) I Conector Ado módulo de ronforto (6) I Conector A
F2 BR Alimentação do potenciOmetro 1 do SPA (5)
do sistema de áudio (13)
F3 VO Sinal do potenciOmetro 2 do SPA (6)
K2 RS Pressostato do ar-condicionado 1 (A)
F4 RS Aterramento do potenciOmetro 2 do SPA (1)
K3eK4 vazio
G1 VO Pré-<lisposição
L1 BR Comando do elelroinjetor de partida a frio
G2 BG Alimentação do potenciOmetro 2 do SPA (4)
L2 ao M1 vazio
G3 MRIPR T01
M2 MRIVO Alimentação do módulo via relé principal
G4 MRIPR T01
H1 MRIPR T01
M3 cz ETC(4)
M4 RS ETC(3)
H2 cz Sinal do potenciOmetro 1 do SPA (3)
H3 MR Aterramento do potenciOmetro 1 do SPA (2)
H4 MRIPR T01 ......--._
Conector C do MC
Conector B do MC

tn l-------------------------------------------------~~
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletrônica Pinagem do módulo de comando

Conector C F1 e F2 Vazio
Borne MC Cor fios Some componente - Descrição F3 MR Pressoslato do ar-rondicionado 2 (2)
A1 Vazio F4 Vazio
A2 BR Sinal da HEGO 2 (2) G1 cz Conector D+ do altenador (2)
A3eA4 Vazio G2aoG4 Vazio
B1 MR Sinal da HEGO 1 (2) H1 VO Painel de instrumentos (823)
B2 cz Alerramento da HEGO 2 (1) H2 ao J1 BR Vazio
r- 83 VD Paine de instrumentos (819) J2 BR Painel de instrumentos (A4)
84 Vazio J3 e J4 Vazio
C1 8R Aterramento da HEGO 1 (1) K1 cz Comando do relé do compressor do ar-condicionado (2)
C2 ao C4 Vazio K2 Vazio
D1 8R Comando do relé da bomba de combustivel (2) K3 MR Painel de instrumentos (A3)
02 8R Comando do relé do sistema de partida a frio (1) K4 e L1 Vazio
03 Vazio L2 MR/RS HEGO 1 (3)
04 VD Painel de instrumentos (85) L3 MRJVD HEG02(3)
E1 RS Comando da CANP (2) L4 ao M2 Vazio
E2 e E3 Vazio M3 RS DIS3(2)
E4 cz Painel de instrumentos (A2) M4 cz DIS4(2)

oco
I V Y \
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~~---------------------------------------------------------- 123
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo eletr6nk:a Tntes pnao 1 peuo

M6dulo de comando • MC

É uma central eletrônica digital, responsável por


todo o gerenciamento dos sistemas de injeção e
ignição do motor. Recebe e processa os sinais de
todos os sensores, para proporcionar estratégias
de funcionamento capazes de determinar o
instante e a duração da abertura dos eletroinje-
tores, a frequência de aterramento das bobinas de garantem a continuidade do funcionamento do
ignição, de forma a suprir as demandas do motor motor, em caso de perda de sinal de algum sensor,
quanto à massa de combustível admitida e ao exceto o CKP. O MC do Renault Duster possui 3
avanço de ignição, de acordo com as solicitações conectores elétricos, nomeados por Mecânica
instantâneas impostas pelo condutor e pelas 2000 como A, B e C. O conector A fica localizado
condições de operação. na parte superior e o conector C na parte inferior,
Comanda também estratégias de emergência, que com o módulo em sua posição de trabalho.

Circuito de e oteiTtlmento do m6dulo

M::D------------------------------------------------~~
MRIPR--jlloo T01 [][) ~ l ~
~
AM ---~~3ID AM --<Il?":''D- -- MRNM

MRIPR---jlr- T01
Caixa de fusiveis do painel
MRIPR ___,.. T01 MRNM ESQ

MRIPR--jlloo T01

Módulo de
comando Caixa de relés e fuslveis do vAo do motor

Conector A do MC Conector B do MC

124 '-....................................................---------------------------------------------~--
DUSTER 1.616V ·I

Conector C do MC

Slntom•s em mso de

O MC pode apresentar falhas internas de funções pode gerar alterações nem sempre perceptíveis
específicas. Mas, isso não fará necessariamente no funcionamento do motor. Se for detectada
com que o motor não funcione. Porém, pode ser alguma falha no módulo de comando, o
que componentes comandados ou alimentados componente deverá ser substituído, já que não
pelo MC não funcionem, como: eletroinjetores, admite intervenções.
borboleta motorizada, CANP, entre outros; Isso

D R•cloclnlo fHirtl m•nutenção

Uma maneira prática de identificar se o MC pode desconfiar do MC. Caso contrário, o MC deve ser
ser responsável pelo não funcionamento do motor verificado. Na hipótese de o motor não entrar em
é a realização dos testes de alimentação e funcionamento, inicie os testes do MC pelo teste
freqüência de aterramento, tanto para a bobina de de alimentação, conforme descrito a seguir.
ignição, quanto para os eletroinjetores. Se ambos
os resultados estiverem OK, não há razão para

~ O MC está perfeitamente alimentado pela bateria e pela chave de ignição? (teste 1)


'-,=-----------'~
rõ'iil
Sim, está alimentado em todos os chicotes testados. Verifique então o aterramento do MC (teste
2).

O aterramento do MC está correto? (teste 2)

Sim, está correto. Conclui-se que todas as condições para operação do MC estão atendidas.
Caso o motor não entre em funcionamento, suspeite do próprio MC somente se nenhum dos
componentes apresentar mau funcionamento (CKP, BIG, INJ). É um indicativo de falha
interna do MC. Entretanto, a conclusão é feita por exclusão das demais possibilidades.

~ Não, está incorreto. Verifique então a continuidade do chicote de aterramento.

X Não. Existem falhas de alimentação. Verifique a continuidade do chicote de alimentação e, no


caso de falha no circuito de alimentação do relé principal, inspecione o próprio relé (relé 6) .
Verifique o fusível F2 da CVM . Oriente-se pelo diagrama elétrico.

~~-------------------------------------------------------J 125
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletrônica- Testes passo a passo

PJ Teste 1 - Tensão de alimentoção


condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·
NCIAL a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico A do MC: desconectado.

1 Ligue a chave de ignição;


2- Meça a tensão entre os terminais apresentados na figura abaixo.

Relé principal da
injeção

INF

<>-----4111• T01 Caixa de fuslveis do painel


ESQ
<>----41roo T01
<>-----411" T01
Módulo de
comando o ~ Bateria
--'
Caixa de relés e fusfveis do vão do motor

pRICII6neniD
~ Aprox. 12,5 Volts

a: chave de ignição: desligada;


b: desconecte o terminal B do MC e reconecte o terminal A do MC
c: faça umjumper entre o borne D4 do conector B do MC e a massa;
d. ligue a chave de ignição e meça a tensão conforme a figura abaixo.

Multímetro Auto motivo


Este Programa de Treinamento
apresenta os recursos e a
utilização dessa ferramenta
essencial para testes automotivos.
DUSTER 1.616V lnjeção eletrônica- Testes passo a passo

Relé principal da
injeção

r [fl]
~ ~ INF
l CflJ
Caixa de fusíveis do painel
DIR ESQ

Módulo de
comando Caixa de relés e fusíveis do vão do motor

. , Teste 2- Aterramento

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


IICIAL8 a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico A do MC: desconectado.

l-Meça a resistência entre os bomes do chicote do MC e o terminal negativo da bateria, conforme represen-
tado abaixo.

~~••T01
Relé principal da
injeção

CflJ
SUP INF INF

~llooT01 Caixa de fuslveis do painel CflJ


DIR ESQ
;;. ~llooT01
~llooTQ1
Módulo de
comando Caixa de relés e fuslveis do vão do motor

~~---------------------------------------------------------- 127
,--... I

MTE-THOMSON 7Passos :
SENSOR LAMBDA
MANUAL DE DIAGNÓSTICO
Agora será mais fácil saber se o problema no veículo é a Lambda ou não!
Descubra em 7 passos o correto diagnóstico do principal
Sensor da lnjeção Eletrônica.
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SENSOR LAMBDA
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DUSTER 1.6 16V ·lnjeçio elelr6nlca Testas passo a passo «?#

Especificação técnica
Também conhecido como "sonda lambda", é um MTE-THOMSON
sensor de oxigênio instalado no escapamento do
veículo, capaz de identificar a concentração de MTE
oxigênio nos gases resultantes da combustão. 8960.40.040
Informa ao MC a porcentagem de oxigênio
existente nos gases de descarga, para que este
controle as emissões de poluentes através da
adequação da mistura ar/combustível aos valores
próximos do estequiométrico - lambda próximo
de 1. Devido às reações ocorridas no motor,
diferentes concentrações de oxigênio na descarga
são observadas a todo momento. O Duster possui
dois sensores de oxigênio: um localizado antes e
outro após o catalisador. Esse arranjo possibilita
ao MC avaliar a eficiência catalítica com base nas
informações fornecidas pelos sensores HEGO 1 e
HEG02.

P1 Circuito elltrlco

Caixa de relés e fusíveis do vão do motor

MR --------------------------~
Módulo de
comando

C Rt1clodnlo JHIITI mGnulenfio

Realize o teste apresentado para ambos os sensores HEGO 1 e HEGO 2.

,.......... ~ OsinalderespostadosensorHEGOestácorreto (teste 1)?

Sim, o sinal está correto. Ainda assim é aconselhável realizar teste com o osciloscópio para
verificar o tempo de resposta do sensor. Verifique, por segurança, o chicote elétrico, para garantir
que o sinal está chegando ao MC. Para tanto, consulte o diagrama elétrico. Se estiver em ordem,
conclui-se que o sensor está em boas condições. Mesmo assim, verifique as condições de sua
resistência de aquecimento (teste 3).

~~------------------------------------------------------------ us
f(A DUSTER 1.6 16V ·lnjeção eletrõnica ·Testes passo a passo
...
~ A alimentação da resistência de aquecimento está correta (teste 2)?
Sim, está correta. Então realize o teste de resistência (teste 3).
Os valores ôhmicos da resistência de aquecimento estão corretos (teste 3)?

Sim, estão corretos. O sensor está isento de defeitos.


Não, está incorreta. Substitua o sensor, pois sua resistência de aquecimento está sendo
alimentada mas não atua adequadamente.
Não há alimentação para a resistência de aquecimento do sensor. Neste caso, verifique o
circuito de alimentação do sensor, o fusível F2 da CVM e o relé principal (relé 6). Descubra a
origem da ausência de alimentação elétrica e efetue os reparos necessários.

Não há sinal do sensor HEGO ou o sinal está incorreto. Substitua o sensor, pois não está ativo.

dlnllmlco de tensio dos sensores HEGO 1 e HEGO 2

condi~io
Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir·
IICIAL8 a- Motor em marcha lenta, funcionando na temperatura ideal de operação.

1-Meça a tensão conforme a figura abaixo.

Relé principal da
ínjeção
l
Caixa de relés e fusíveís do vão do motor

Sensor de
oxigênio

Módulo de
comando

Tensão de resposta do HEGO 1: 50 a 900 mV


Tensão de resposta do HEGO 2: 400 a SOO

130 ~----------------------------------------------------------~
DUSTER 1.6 16V lnjeçlio eletrônica Testes passo a passo

Teste 2 - Tensão de dos sensores NEGO 1 e NEGO 2

condisão Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir:


NCIAL3 a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminais elétricos dos sensores HEGO 1 e HEGO 2: desconectados.

1-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação, conforme a figura.

Sensor de
oxigénio

!!o2)

Módulo de
comando
• Sensor de
oxigénio

proa!Cimei":1 Aproximadamente 12,6 v (tensão de


~ bateria). Resultado esperado para
HEGO 1 eHEG02.

Teste 3 - Reslstlnclo elétrlco dos sensores NEGO 1 e NEGO 2

condisão Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir:


NCIAL3 a-Chave de ignição: desligada;
b- Terminais elétricos dos sensores HEGO 1 e HEGO 2: desconectados.

1 Meça a resistência entre os bomes indicados na figura abaixo.

Sensor de
oxigénio

-------------------------------------------------------------- 131
DUSTER 1.818V ·lnjeçlo aletr&nlc. T..t.. paMo a paaao

Sensor de ·ECT
O sensor é composto por um resistor tipo NTC Especificação técnica
(coeficiente negativo de temperatura), no qual o MTE-THOMSON
aumento da temperatura do meio onde se 4058
encontra (líquido de arrefecimento do motor)
causa a redução de sua resistência interna. Como
o sensor recebe alimentação constante do módulo arrefecimento é utilizada pelo MC para o controle
de comando (5 volts), a variação de sua da razão ar/combustível, correção da rotação de
resistência interna em função da temperatura marcha lenta, controle de avanço de ignição e
causa alteração na tensão de resposta do sensor ao tempo de injeção. O sensor possui três pinos:
MC. A informação da temperatura do líquido de alimentação, sinal de resposta para o MC e
informação para o painel de instrumentos.

Circuito elltrlco do sensor de

ao
(CA01 ) ~
MR~MR~
Painel de
M6dulode
oomando temp~~s~~~3o de Instrumentos
arre'leCimento

EJl Rt1cloclnlo fHirtl mtJnulenfiO

'-,~
-(1;;__o_s_in_a_l_d_e_r_e_sp_o_s_t_a_d_o_s_e_n_so_r_E_c_T_ e_s_tá_ co_r_r_e_to_ C_te_s_te_ l)_?___________ ~
Sim, está correto. Conclui-se que o sensor está enviando ao MC a tensão que corresponde ao real
valor de temperatura do líquido de arrefecimento. Realize por segurança o teste de resistência
elétrica (teste 2) para verificar toda a faixa de operação do sensor.

~ A resistência elétrica está correta (teste 2)?

Sim, está correta. Neste caso, o circuito do ECT está em ordem e qualquer falha apresentada
no sistema de injeção tem outra origem.
Não. O valor da resistência está fora do especificado. O sensor está danificado. Substitua-o.

Não, o sinal está incorreto ou não existe sinal. Verifique então se o problema está na alimentação
do sensor (teste 3).

~ Atensão de alimentação está correta (teste 3)?

Sim, está correta. Neste caso, o sensor ECT está danificado, pois está sendo alimentado e
envia sinal de resposta incorreto. Substitua o ECT.
Não há tensão de alimentação. Verifique o chicote elétrico e substitua-o se necessário.
Acompanhe o diagrama elétrico e identifique possíveis rompimentos no chicote. Caso o
chicote esteja perfeito, e não haja alimentação no ECT, suspeite de falhas internas do MC.

1U ~--------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V • lnjeçlo eletr6nlcll · T•tea pano 1 paliO

Tabelas de valores caracterlstlcos do sensor ECT

Temperatura (°C] Tensão M


r- Gráfico G.3.1
-10 4,48
r--- o 4,16 5
4,5
10 3,76 -.....,
4
20 3,28 :E 3,5 ......
30 2,74 o 3
•ca 2,5
r- UI
40 2,24 c 2
50 1,78 ~ 1,5
.......
....._
60 1,38 1 ....__,
0,5
70 1,06 o
80 0,81 -10 o 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110
90 0,62 Temperatura ("C)
100 0,47
110 0,38
...........
Tabela T.3.1

Temperatura (0 C] Resistência [0)


-10 12372
o 7276 Gráfico G.3.2
10 4434 14000
20 2797 §: 12000
30 1780 ca
'ij 10000
1\
c
40 1188 :!UI 8000
\
50 800 'iii ~
6000
60 578 ~ '\

-
4000 -....,
70 389
2000 ........
80 256
90 203 o
100 149 -10 o 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110
110 114 Temperatura ("C)

Tabela T.3 .2

. , Teste 1 - RespostD dlnlmlca de tensão

Realize este teste inicialmente com o motor frio, em seguida, com o motor aquecido. Utilize o
gráfico que representa a curva do sensor para identificar a tensão de resposta nas várias
temperaturas. Em seguida ligue o motor, aguarde seu aquecimento e faça uma nova medida
de tensão de resposta.

=r:... 'O'
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Terminal elétrico do sensor ECT· conectado;
b-Chave de ignição: ligada.

~~--------------------------------------------------------~ 133
DUSTER 1.616V lnjeção ele1rõnica Tes1es passo a passo

l-Meça a tensão elétrica, como apresentado na figura abaixo.

~ ~
(CA01 ) ~
[c-! j A--------4Esi5sJ:f.~B!ss;-.....------4A12 ~
Sensor de Painel de
Módulo de temp. do líquido de instrumentos
comando arrefecimento

Tensão esperada para motor frio: 3,28 Volts


Para motor aquecido: 0,62 Volts

rJ
&:...--..~....
_
Teste 2- Reslstincla elétrlca
________;_~~----~ ~
condisão Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir
IICIAI.~ a-Chave de ignição: desligada; h-Terminal elétrico do sensor: desconectado.

1- Meça a resistência interna do sensor, conforme figura abaixo, e compare com a tabela (T.3.2).

"T)
Sensor de Medida obtida
temp. do líquido de
arrefecimento

~Resposta de tensão esperada para temperatura de 20°C é de aproximadamente 2,80 k:n.

I'J Teste 3 - Tensão de alimentação


condi são Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·
INICIAL8 a-Terminal elétrico do sensor ECT· desconectado; h-Chave de ignição: ligada.

1- Meça a tensão elétrica entre os bornes do terminal elétrico do chicote do sensor, como indicado na figura
abaixo.

ao
o-----~-------~~1 Painel de
Módulo de Sensor de instrumentos
comando temp. do líquido de
arrefecimento

134
DUSTER 1.616V -lnjeção eletrõnica- Testes passo a passo

Sensor de temperatura do ar admitido -AG


O sensor é composto por um resistor tipo NTC. O
aumento da temperatura do ar no interior do
coletor de admissão causa a redução de sua
resistência interna. O sensor recebe alimentação
constante (5 v) do módulo de comando e
conforme a resistência elétrica varia em função da
temperatura, seu sinal de resposta também varia.

Circuito elétrico do sensor de temperatura

Módulo de
-~LU) sg~~ra~~~~~g- ~··············································································································································'
comando

r---- EJ'l Raclocfnio para manutenção

~~
-~___o__si_n_a_l_d_e_r_e_s_p_o_st_a_d_o__s_en__so_r_A__C_T__e_st_á_c_o_r_r_e_to__C_t_e _st_e_l_)_?_______________________ ~
Sim, está correto. O sensor está enviando ao MC a tensão que corresponde ao real valor de
temperatura do ar no interior do coletor de admissão. Realize o teste de resistência elétrica
(teste 2) para verificar toda a faixa de operação do sensor.

~ A resistência elétrica está correta (teste 2)?

Sim, está correta. O circuito do ACT está em ordem.

Não. O valor da resistência está fora do especificado. Substitua o sensor.

Não, o sinal está incorreto ou não existe sinal. Verifique então se o problema está na alimentação
do sensor (teste 3).

~ A tensão de alimentação está correta (teste 3)?

Sim, está correta. Neste caso, o sensor ACT está danificado, pois está sendo alimentado e
envia sinal de resposta incorreto. Substitua o ACT.
Não há tensão de alimentação. Verifique o chicote elétrico e substitua-o se necessário.
Acompanhe o diagrama elétrico e identifique possíveis rompimentos no chicote. Caso o
chicote esteja perfeito, e não haja alimentação no ACT, suspeite de falhas internas do MC.

~-------------------------------------------------------------J 135
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçio aletr6nlca • T•tM pauo a paaao

Tabelas de wlores caracterlstlcos do sensor ACT

Temperatura [°C] Tensão [V]


Gráfico G.4.1
-10 3,92 4,5
o 3,51 4
3,5
r--..
10 3,01 ...............
20 2,49 :E 2,5 ...............
30 2 o ..............
--....
- --
ln!
III
40 1,57 c 1,5 --....., "--
50 1,22 ~ 1
60 0,93 0,5

0,73 o
70
0,57 ·10 o w ~ ~ ~ m ~ m w
80
Temperatura ("C)
Tabela T.4.1

Temperatura [°C] Resistência [!1]


9374 Gráfico G.4.2
-10 10000
o 5998 9000
'\
10 3811 8000
20 2491 g: 7000 '\
\
IV 6000
30 1671 'ij
40 1150
807 -
c
cQI
III
5000
4000 "" "" .........
50 'iii 3000
!'-.
569 Ql 2000
60 o:: 1000 ~
70 424 o
80 319 ~ o w ~ ~ ~ m ~ m w
Tabela T.4.2 Temperatura ("C)

p] Teste 1 • RespostD dlnlmlca de tensio


Realize este teste inicialmente com o motor frio, em seguida, com o motor aquecido. Utilize o
gráfico que representa a curva do sensor para identificar a tensão de resposta nas várias
temperaturas. Em seguida ligue o motor, aguarde seu aquecimento e faça uma nova medida

=:,.
de tensão de resposta.

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir


U a-Terminal elétrico do sensor ACT· conectado;
b-Chave de ignição: ligada.

136 ~------------------------------------------------------------
DUSTER 1.616V ·lnjeçlo elell6niC11 Teatu ptiHO I ptiHO

l-Meça a tensão elétrica, como apresentado na figura abaixo e compare com a tabela (T.3.1).

Módulo de
comando

PJ Teste 2 • Reslstlncl11 elltrlc11


Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Chave de ignição: desligada;
b-Terminal elétrico do sensor: desconectado.

1- Meça a resistência interna do sensor, conforme figura abaixo, e compare com a tabela (T.3 .2).

Módulo de
comando

Medida obtida

--~------------------------------------------------------------ 131
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica Testes passo a passo

PJ
condição
Teste 3 - Tensão de alimentação

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir


IICIAL8 a-Terminal elétrico do sensor ACT: desconectado;
h-Chave de ignição: ligada.

1- Meça a tensão elétrica entre os bomes do terminal elétrico do chicote do sensor, como indicado na figura
abaixo.

~T )

Módulo de
oomando
~ Sensor de temp.
do ar admitido

Sistema de REFRIGERAÇÃO de AR
A cada verão, aumenta o interesse por ter
um ar-condicionado instalado no veículo.
Aproveite esse mercado.
Programa de treinamento sobre o princípio
da refrigeração de ar automotiva, que tem o
objetivo de levar conhecimento sobre os
principais itens envolvidos: a termodinâmica
e a tecnologia empregada; completo estudo
sobre os fenômenos físicos da troca de calor
e da variação de temperatura, as
propriedades básicas do fluido ao condensar
e ao vaporizar, e como esses fenômenos são
utilizados e controlados.

Inclui: TELEVENDAS ~·
Ugaçao local ' •
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138 '---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------~~
.. DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica • T - passo a passo «?#
Sensor de pressão tJbsolutD - MAP

Informa ao Módulo de Comando a pressão Especificação técnica


absoluta do ar existente no interior do coletor de Mm-THOMSON
admissão. É alimentado diretamente pelo MC e
envia sinal de resposta proporcional à pressão no 7136
coletor. O cálculo da massa de ar admitida é feito
principalmente com base nas informações
fornecidas pelos sensores MAP, ACT e CKP.

I'J Circuito elétrico

Módulo de
comando

Tt1belt1 de vtJiores ctJrtJcteristlcos do sensor MAP

TABELA T.5.1 Gráfico G.5.1


Depressão [mmHg] Tensão M •.s .........._
o 4,4S
~ 3,S
...........
100 3,9S o .........
200 3,26 ':
c:
2,5
.........
~
300 2,S3 2
I.S
r--.....
400 1,80 ..........
soo 1,12 o.s

100 ~

Depressão aplicada no sensor Depressão [mmHg)

TABELA T.5.2
Pressão abs. [mbar] Tensão M Gráfico G.5.2
soo 2,13
600 2,66
v
---
700 3,20
800
900
3,73
4,2S
____.. !--"
1000 4,80

Pressão absoluta do coletor de admissão soo 700 800 ... 1000

Pressão absoluta [mbar)


TABELA T.5.3
Pressão abs. Resistência
[mbar] [lill] Gráfico G.5.3

70
soo 69,94 1"'--
g 60

600
700
4S,7S
29,S6 <11
1l
.
so
"' r--.._

""'
c:

--
800 18,04 '$
.; ............
900 9,40
1000 2,63 :!
20

lO
r--....
Pressão absoluta do coletor de admissão
soo 600 700 800 ... 1000

Pressão absoluta [mbar]

--------------------------------------------------------------- 139
t(A DUSTI:R 1.6 16V lnjeçio eletr6nlc.l Testes passo a passo

-
. , Slntomtls em CtiStl de {rllhtiS

Ao trabalhar com valores errados de pressão no Em caso de perda do sinal de pressão do coletor, o
coletor de admissão, o funcionamento do motor é MC adota um valor fixo, e o motor reage muito
bastante afetado, sobretudo em regimes mal às solicitações de aceleração.
transientes de operação.

EJ1 ~ RtlcltiCinlo fHITtl mtlnutenção


Antes de realizar os testes, verifique se há alguma ineficácia, pois a restrição ao enchimento dos
entrada falsa de ar no coletor de admissão ou no cilindros se eleva conforme a saturação do
próprio alojamento do sensor. Inspecione também elemento filtrante, causando a queda do
o filtro de ar. Embora os testes não identifiquem rendimento do motor.
falhas no sensor, a alimentação do motor pode
ficar comprometida em consequência de sua

~ Os resultados do teste do sensor em pressões variadas estão corretos (teste 2)?

Sim, estão corretos. O sensor está funcionando normalmente. Apenas, certifique-se de que não
haja entradas falsas de ar no alojamento do sensor e tampouco em qualquer outro ponto do
coletor de admissão ou do corpo de borboleta. Verifique a continuidade do chicote entre o sensor
e o módulo de comando. Assegure-se de que seus sinais estejam chegando ao MC.

~ Não. Foram verificadas falhas nesta aferição. Faça então o teste de alimentação elétrica (teste 1).

~ A alimentação elétrica está correta (teste 1)?

Sim, está correta. O sensor está alimentado, mas não envia sinal de resposta ao MC. Neste
caso, a falha está no próprio sensor. Verifique a integridade do chicote elétrico. Se estiver
perfeito, substitua o sensor.

Não. A alimentação do sensor está incorreta. Verifique então a continuidade do chicote entre o
sensor e o MC. Caso o chicote esteja perfeito, inspecione os terminais do MC quanto à
integridade e mau contato. Suspeite do MC na hipótese, pouco provável, de não estar
alimentando o sensor.

• Teste 1 - Tensão de t1Hment11çiio

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


NCIAI.8 a-Terminal elétrico do sensor MAP· desconectado;
h-Chave de ignição: ligada.

140 '-------------------------------------------------------------~---
DUSTER 1.616V lnjeção eletrõnica Testes passo a passo

l-Meça a tensão de alimentação, como mostrado na figura a seguir.

~
r- o
Módulo de Sensor de pressão
comando absoluta
r-

Teste 2- Respost/1 dlnamlca de pressão

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


INICIAL8 a-Chave de ignição: ligada;
h-Sensor MAP· removido, mas conectado a seu chicote elétrico.

l-Conecte a bomba de vácuo ao sensor MAP, aplique as depressões sugeridas e meça cada tensão conforme
a figura abaixo.

~
~
o Jt---------4( A

~
Depressão [mmHg]
o
Tensão [V]
4,45
Módulo de 100 3,95
comando Sensor de pressão
absoluta 200 3,26
300 2,53
400 1,80
soo 1,12
Depressão aplicada no sensor

Conheça os conceitos técnicos e científicos da eletrônica


embarcada nos veículos com injeção eletrônica.

•Estudo de Sensores e Atuadores


·Estudo de Sistemas Eletroeletrônicos
•Estudo de Eletricidade Básica
•Estudo de lnjeção Eletrônica
·Osciloscópio

--~------------------------------------------------------------_, 141
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônica Testes passo a passo

Borboleta motorizado - ETC


Compreende o conjunto do corpo de borboleta, que incorpora uma válvula
controladora de fluxo de ar de admissão (borboleta), o motor elétrico
(acionado com frequência de 1 kHz) responsável por movimentar a
borboleta e dois potenciômetros que informam ao MC a posição instantânea
da borboleta. Tanto o motor quanto os potenciômetros são alimentados
diretamente pelo MC .

. , Circuito elétrlco

RS

cz

RS
VD
BR
BG
Módulo de
comando

c:::n Roclocinio poro manutenção


O mau funcionamento da borboleta motorizada A borboleta motorizada está sujeita a contami-
afeta não apenas as condições transientes de nações que podem afetar o controle de marcha
operação, mas também a marcha lenta, uma vez lenta. Por isto são recomendadas a inspeção e
que não existe neste sistema um atuador limpeza de seu eixo, bem como a verificação de
específico de marcha lenta, pois é a própria sua livre movimentação angular até a posição de
borboleta motorizada quem a controla. plena carga.

~ O sinal de resposta dos potenciômetros do ETC está correto (teste 1)?

Sim, o sinal está correto. Significa que o ETC está alimentado e seu potenciômetro funciona
corretamente. Verifique o chicote elétrico entre o ETC e o MC, pois pode não haver continuidade
e seu sinal não estar chegando ao MC. Confira também as condições dos terminais do chicote e
do próprio MC.
~ O chicote elétrico está em boas condições?

Sim, o chicote está em ordem. O circuito dos potenciômetros do ETC está funcionando
corretamente.
Não. O chicote apresenta mal contato ou curto-circuito. Corrija o defeito ou substitua o chicote.
Não. O sinal do ETC está incorreto. Neste caso, o problema pode estar no sensor ou na alimentação
elétrica. Verifique primeiro a alimentação do ETC (teste 2).

~ A tensão de alimentação está correta (teste 2)?

Sim, está correta. O defeito pode ser do próprio sensor ou do fio de sinal do chicote.
Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote elétrico e procure por pontos de
interrupção do mesmo. Se estiver danificado, corrija o defeito ou substitua-o se necessário. Se
o chicote estiver perfeito e não houver alimentação no ETC, é possível que o MC não esteja
alimentando o ETC. Verifique o MC.

142 ~------------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.616V -lnjeção eletrõnica Testes passo a passo

dln8mic11 dos

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


IICIAL8 a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico do ETC: conectado.

l-Ligue a chave de ignição. Meça a tensão conforme a figura.

r
r

Medidas obtidas

proceclmeniD potencwmetro 2 :
o A

~GI-IDDj-q Borboleta totalmente fechada: 4,49 V


Borboleta em repouso: 0,89 V Borboleta em repouso: 4,10V
Borboleta totalmente aberta: 4, 72 V Borboleta totalmente aberta: 0,34 V

Potenciômetro 1: ponta de prova vermelha no fio 2 (verde) e ponta de prova preta no fio 1 (rosa);
Potenciômetro 2: ponta de prova vermelha no fio 6 (branco) e ponta de prova preta fio 1 (rosa) .

. , Teste 2 - Tensiio de lllimenfllçiio

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


IICIAI. a-Terminal elétrico do ETC: desconectado;
h-Chave de ignição: ligada.

l-Meça a tensão, conforme a figura.

Módulo de
comando

~~------------------------------------------------------------------------ 143
LP
DUSTER 1.6 16V lnjeçllo eletr6nlca ·Testes passo a pesso

Sensor de da 6rvore de manivelas • CKP

É um sensor do tipo indutivo, composto por um


cartucho hermético, onde estão presentes um ímã
permanente e um indutor. Através do
deslocamento relativo dos dentes de uma roda
dentada, o sensor CKP gera tensão alternada com
freqüência proporcional à rotação do motor. A
ausência de dois dentes na roda dentada informa
,_,.., ao MC a posição inicial da árvore de manivelas,
\..-.J
r--"\
permitindo o sincronismo dos sistemas de injeção
'---' e ignição. Esta ausência de dois dentes é atribuída
r--'1 a uma posição definida da árvore de manivelas exato de ignição e injeção. O sensor é fixado no
~ - -' bloco do motor e posicionado de forma radial à
,......., para o cilindro 1 e, ao ser identificada, o
\.__, processador reconhece a posição da árvore de roda dentada. O não funcionamento do sensor
,.-.. manivelas permitindo o cálculo do momento impossibilita o funcionamento do motor.
\,__)

o
~
PJ Circuito elltrlco
\._ __)

•r---")
\.__J ~ ~l
c
f '·
\._)
~

Lt
l9:==::~
Módulo de Sensor de posição da ~ ..................................................................................................../
comando árvore de mamvelas
.~
'----'
o
c
o
mJ Rac/ocfnlo para manutenção

c-J
o
(~
~ A resposta dinâmica de frequência está correta? (teste 1)?
'---/
,..--.. Sim, está correta. Significa que o sensor está gerando sinais corretamente. É necessário certificar-
LJ se que os sinais estão chegando ao MC. Para tanto, consulte o diagrama elétrico no final desta
o edição e faça um teste de continuidade entre o CKP e o MC.

r
\,__J
~ Não, está incorreta. Realize então o teste de resistência para verificar se há rompimento (teste
.r -"\
LJ 2).

o ~ A resistência elétrica está correta Cteste 2)?


o Sim, está correta. Verifique o alinhamento e o posicionamento do sensor. Limpe o sensor e
o elimine quaisquer resíduos metálicos que possam ter sido atraídos por seu núcleo imantado.
Confira a integridade da roda dentada, que pode afetar o sinal do CKP Realize novamente o
u teste de resposta dinâmica. Se não apresentar resultado correto, é possível que haja
o rompimento interno do chicote do sensor. Substitua-o.

o Não. A resistência está incorreta. O sensor está danificado e deve ser substituído.
o
'
L_,

~CJ
~·---------------------------------------------------J 145
o
DUSTER 1.616V lnjeçlo eletr6nlca. TniH pu•o • ~

dln8mlca de

Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir-


a-Terminal elétrico do sensor CKP: desconectado.

1-Dê partida no motor.


2-Meça a frequência de resposta do sensor, corno na figura abaixo.

O motor não entrará em funcionamento.

Módulo de Sensor de poslcao da


comando árvore de manrvelas

Teste 2 • Reslstlncla elltriCII

Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico do sensor CKP· desconectado.

l-Meça a resistência entre os bomes do terminal do sensor, corno na figura abaixo.

Módulo de Sensor de peslcao da


comando árvore de manrvelas

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146 '-------------------------------------------------------------- ~
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletrônica- Testes passo a passo

Sensor de -ICS

Instalado em posição estratégica no bloco do


motor, o sensor de detonação não possui
alimentação elétrica. É um cristal piezoelétrico,
capaz de captar as vibrações do bloco do motor, e freqüência e amplitude reconhecidas pelo MC.
transformá-las em tensão alternada, com Então, uma vez assim identificada a existência de
freqüência e amplitude proporcionais à detonação, o módulo de comando atrasará, por
intensidade da vibração. A ocorrência de medida de segurança, o ponto de ignição,
detonação no motor fará com que o sensor gere independentemente do valor imediato de avanço
sinal de tensão alternada numa faixa de de ignição encontrado no instante da detonação.

rJ Circuito elétrico

~
VM

BR

Sensor de +-------
PR detonação
Módulo de
comando

rn Rllciocínio piiTII mllnutençiio

~ O sensor de detonação está respondendo corretamente às batidas aplicadas (teste 1)?

Sim, está respondendo. Significa que o sensor está operante. Por segurança, verifique as
condições do chicote e cheque sua continuidade. Oriente-se pelo diagrama elétrico.

~ Não. O KS não responde. Neste caso, substitua o sensor. Na instalação, limpe bem a superfície
do bloco onde o KS se encaixa, e aperte-o com o torque de 25 Nm.

P'J Teste 1 - Respostll de tensão


condi~ão
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
IICIAI. a-Chave de ignição: desligada; h-Terminal elétrico do KS: desconectado.

l-Bata com firmeza e repetidamente com uma haste metálica no parafuso do KS, e meça a tensão de
resposta, como apresentado na figura abaixo.

~

Módulo de
~~
comando
Aplicar leves golpes no sensor KS Tensão gerada a cada batida no KS:
aprox. 0,7 Volts.

---------------------------------------------------------------J 147
DUSTER 1.6 16V - lnjeção eletrônlca Testes passo a passo

Injetam combustível no coletor de admissão em forma pulverizada. São


alimentados pelo relé principal da injeção (Relé 6) e comandados
individualmente pelo MC.

P'J Circuito elétrlco

VM T
VM _j

~ Eletroinjetor 2 '4 Caixa de relés e fusíveis do vão do motor

cz
Eletroinjetor 3 ~
BG

Eletroinjelor 4
MR
Módulo de
comando

~ Raciocínio para manutenção


~ A resistência interna está correta Cteste 1)?

\L Sim, está correta. Faça agora o teste de alimentação elétrica Cteste 2 ) .

~ A alimentação dos eletroinjetores está correta (teste 2)?

Sim, eles estão sendo alimentados corretam ente. Faça então o teste de pulso para verificar se o
MC está aterrando os eletroinjetores corretamente (teste 3 ).

~ Os pulsos de aterramento estão sendo aplicados em todos os eletroinjetores?

Sim, existem pulsos de aterramento em cada um dos 4 eletroinjetores. Neste caso, não há
falhas de acionamento, pois os eletroinjetores estão sendo alimentados e aterrados
corretamente. Para se assegurar da funcionalidade dos mesmos, remova-os e instale-os no
equipamento de teste e limpeza. Efetue a limpeza e faça os testes de vazão, formato de spray
de combustível e estanqueidade.

148 ~--------------------------------------------------------------
DUSTER 1.616V lnjeção eletrOnica Testes passo a passo

Não há pulsos de aterramento. Verifique a continuidade dos chicotes dos eletroinjetores ao


MC. Caso os chicotes estejam perfeitos, suspeite do MC, que pode não estar enviando os
pulsos de aterramento. Faça o teste no sensor CKP.

Não há alimentação no eletroinjetor. Neste caso verifique o fusível F2 e o relé principal (Relé 6)
da CVM. Inspecione também o chicote elétrico de alimentação. Oriente-se pelo diagrama
elétrico para tanto.

Não. A resistência do eletroinjetor está fora da faixa especificada. Isto significa defeitos no
enrolamento interno e compromete o funcionamento do componente. Substitua todos os
eletroinjetores cuja resistência apresenta-se incorreta.

rJ Teste 1 - Reslstlncla elétrlca

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·


NCIAI.8 a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico dos eletroinjetores: desconectado.

l -Meça a resistência elétrica de todos os eletroinjetores.

Eletroinjetor 1

Repita esse teste em todos os


eletroinjetores.

PJ Teste 2- Tensão de alimentação

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·


INICIAL8 a-Terminais elétricos dos eletroinjetores: desconectados;
h-Chave de ignição: desligada.

l-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação de cada um dos eletroinjetores, como
apresentado abaixo.

149
DUSTER 1.6 16V - lnjeção eletr6nica - Testes passo a passo

Eletroinjetor 1 ~

~ 0 Eletroinjetor2 Caixa de relés e fusíveis do vão do motor

0 Eletroinjetor3 ~

0 Eletroinjetor4

Módulo de
comando

12,6 V (tensão

PJ Teste 3- Pulsos de tlfe"tlmentD

Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir:


a-Chave de ignição: desligada.

l-Dê a partida no motor e verifique os pulsos de aterramento dos injetores com uma caneta de polaridade,
como apresentado abaixo.

--- ( CVM )

Relé principal da
injeção
l Caixa de relés e fusfveis do vão do motor
Eletroinjetor 2

Eletroinjetor 4

Módulo de
comando

~1 Ao ligar a chave de ignição, o led Caso o motor não entre em funcio-


~
vermelho deve acender, indicando namento, execute o teste durante
que o eletroinjetor está sendo a partida.
alimentado. Ao dar a partida, o led verde deve
piscar e o vermelho permanecer aceso, indi-
cando que o MC está comandando o eletro-
injetor.

150 ~--------------------------------------------------------------~
DUSTER 1.6 16V • lnjeçio eletr6nlca • Teetes pa111o a pa1110

O sistema monobobina possui 4 bobinas de


ignição, cada uma posicionada sobre uma vela. O
terminal de alta tensão de cada bobina se encaixa
sobre a vela correspondente. Portanto, não
existem cabos de velas neste sistema. Cada bobina
é um componente independente, responsável por
fornecer alta tensão para somente uma vela. mas ao bome 1 da bobina do cilindro 4, por onde
No entanto, as bobinas dos cilindros 1 e 4 esta é alimentada. Já o bome 2 da bobina do
possuem circuito de alimentação e aterramento cilindro 4 é ligado ao bome M4 do conector C do
ligados em série. O mesmo ocorre para as bobinas MC, que é responsável pelo comando de pulsos de
dos cilindros 2 e 3. aterramento das bobinas dos cilindros 1 e 4.
A bobina do cilindro 1 recebe alimentação elétrica Assim, uma eventual falha (de alimentação ou de
pelo seu bome 1. O bome 2 da bobina do cilindro aterramento) de uma bobina, causará falha
1 não é ligado ao MC para aterramento eletrônico, também na bobina do cilindro gêmeo.

Clrcu/tD elltrlco

Módulo de Bobinas de Bobinas de ESQ


comando igniçao 4 ignlçao 1

~
.-------- AM -------€l""EJE)~---- AM --+---------'
~ ~
AM -------<IP'3D-----MRNM-......_--~ VM
Caixa de fuslvels do painel
l
Caixa de relés e fuslvels do vao do motor

Série Veículos - Série Motores Otto - Série Motores Diesel l l(ô'Y!._\~l·}.,


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151
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletr6nlca Teetes passo a passo

f;j] Racloclnlo para manutenção


~ A resistência elétrica do circuito primário está correta (teste 2)?

w Sim, está correta. Neste caso, procure por trincas, deformações e sinais de
aquecimento excessivo na bobina. Verifique então a alimentação elétrica.
~ A alimentação elétrica está correta (teste 3)?

Sim, está correta. Neste caso, o defeito pode estar no chicote que vai do MC até
a bobina, ou na própria bobina. Faça o teste de pulsos de aterramento para
verificar se o MC está comandando a bobina corretamente. (teste 4)
~ Os pulsos estão sendo enviados corretamente?

t:
Sim, estão chegando pulsos à bobina. Neste caso, a falha está na
bobina. Substitua-a.
Não há pulsos de aterramento. Verifique então o chicote elétrico, entre o MC e
a bobina. Oriente-se pelo diagrama elétrico. Verifique o correto aterramento e
alimentação do MC. Se os sensores CKP e CMP estiverem em ordem, o
suspeite do MC.
Não há tensão de alimentação. Verifique então o chicote, sempre orientando-se pelo
diagrama elétrico. Verifique o fusível F2 da CVM e o relé da bomba de combustível (relé
7). Limpe todos os terminais elétricos envolvidos. Faça um teste de continuidade e curto-
circuito. Possivelmente a falha está no chicote elétrico.
Não. A resistência não está conforme o especificado. Substitua todas as bobinas que
apresentarem resistência incorreta .

. , Teste 1 • Reslstlncla elltrlca

co~o Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·


lN 8 a-Terminais elétricos das bobinas: desconectados.

l-Meça a resistência, como na figura abaixo:

Bobina de
lgnlçêo 3

Teste Z • Tenslo de

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·


a-Terminais elétricos das bobinas 1 e 2: desconectados. b-Chave de ignição: desligada.

tU ~----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.6 16V lnjeçlo eletr6nlca ·Testes passo a passo

l-Ligue a chave de ignição e, simultaneamente, meça a tensão, como indicado na figura.

ESQ

LCA 01)
A4 A4

INF INF SUP

Caixa de fuslvels do painel Caixa de relés efuslveis do vao do motor

l -Ligue a chave de ignição e,simultaneamente, meça a tensão, como indicado na figura.


2-Desligue a chave de ignição;
3-Reconecte os terminais elétricos das bobinas 1 e 2;
4-Desconecte os terminais elétricos das bobinas 3 e 4;

Bobinas de
Jgnlção4

(CA01)
A4 A4

INF SUP

Caixa de fuslvels do painel Caixa de relés e fuslvels do vao do motor

-------------------------------------------------------------' 153
DUSTER 1.8 18V ·lnjeçio eletr6nlca • T - paSio a pae110

Teste 3 - Pulsos de t1te"t1mentD

Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir


a-Chave de ignição: desligada.

l-Dê a partida no motor e verifique os pulsos de aterramento dos injetores com uma caneta de polaridade,
como apresentado abaixo.

INF SUP

Caixa de fuslveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vao do motor

.............
~CGIIID~'V Ao ligar a chave de ignição, o led vermelho deve acender, indicando que a bobina está
alimentada. Ao dar a partida, o led verde deve piscar e o vermelho permanecer aceso,
indicando que o MC está enviando os pulsos de aterramento. O Led verde piscará com intensidade mais
forte nos testes das bobinas 3 e 4.

Caso o motor não entre em funcionamento, execute o teste durante a partida.

Mecânica 2000 A
Apresentamos, nesta edição, o Agile 1.4 da Chevrolet,
com injeção eletrônica Multec H N 14YF- C. Veja as
metodologias das etapas de diagnósticos de falhas,
como realizar manutenções no sistema de direção
hidráulica e os procedimentos habituais de desmon- ,....-....
tagens, testes, substituições e montagens em seus
sistemas.

Inclui:
• Manual
emCO
• 2 OVOs www.mecanica2000.com.br

154 '-----------------------------------------------------------~=-
DUSTER 1.616V lnjeçAo eletrônlca Testes passo a passo

Sensor de do do t1celert1dor- SPA

O SPA é integrado por dois potenciômetros independentes,


que informam ao MC a posição instantânea do pedal do
acelerador, para que o MC reconheça a intenção do condutor
e determine a atuação de abertura da borboleta. É
alimentado com SV diretamente pelo módulo de comando.

PJ Circuito elétrlco

BG -----411
cz -----411
MR -----411
BR -----411
VD -----411
RS -----411
Módulo de Sensor de 8osiçao• · · · · ·................................................... . ......................./
dodaOJ~r:~or
comando

6J Rtlciocfnlo ptlrtl mtlnutenção

~ A resposta dinâmica de tensão está correta (teste 1)?

0 Sim, seu sinal de resposta está correto. Significa que o sensor de posição do acelerador está
funcionando perfeitamente. Ainda assim é necessário verificar se seu sinal está chegando ao MC.
Confira o chicote elétrico entre o SPA e o MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico.

~ O chicote elétrico está em boas condições?

Sim, está perfeito. Neste caso, o circuito do SPA está em ordem e a falha apresentada pelo
veículo tem outra origem.

Não. Foi observado curto-circuito ou algum ponto de interrupção do chicote (mal contato).
Efetue os reparos necessários, ou substitua o chicote.

Não. O sinal do SPA está incorreto. Realize o teste de alimentação elétrica para identificar se a falha
está na alimentação ou no sensor (teste 2).

~ A tensão de alimentação está correta (teste 2)?

0 Sim, o sensor está devidamente alimentado. Se não estiver enviando sinais de resposta
corretos, substitua o sensor.

~~---------------------------------------------------------J 155
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçio eletr6nlca Testes passo a passo

~ A resistência elétrica está correta (teste 3)?

Sim, está correta. Inspencione o chicote e os conectores do SPA e do MC.

Não. Substitua o SPA, pois este apresenta defeito em seus potenciômetros.

Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote elétrico e substitua-o se necessário. Se


estiver perfeito e não houver alimentação no SPA, suspeite do MC. Embora remota, existe a
possibilidade de o MC não estar alimentando o sensor SPA.

• Teste 1 • Resposlll dlnlmlctl de tenslo

a=:r V
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Chave de ignição: ligada.

l-Meça a tensão de resposta do sensor nas duas situações, como indicado na figura abaixo.

o
Módulo de
comando

• Teste 2 • Tenslo de 11Umenlllçio

a=:r V
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Terminal elétrico do sensor SPA: desconectado;
h-Chave de ignição: ligada.

l-Meça a tensão conforme a figura abaixo.

156 ~----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo eletr6nlc:a THiel puao 1 puao

Medida obtida

Módulo de Sensor=e slçao


oomando do ai
do a lerador

=:.. Teste 3 - Reslstfncla elétrlca

V
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Terminal elétrico do sensor SPA: desconectado;
h-Chave de ignição: desligada.

1-Meça a resistência nas seguintes condições representadas abaixo.

Módulo de
oomando

··-~:fi Potenciômetro 2:
t' w Pedal livre: 1,24k.Cl.
Pedal pressionado: 2,00 k.Cl.

Durante a movimentação do pedal o valor de resistência elétrica deve variar sem


descontinuidade entre os valores mínimo e máximo apresentados.

lf%1~[.~1
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~~------------------------------------------------------------
r- 157
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletr6nlca Testes passo a passo

Eletroválvula de purga do clnlster- CANP


A válvula de purga do canister tem a função de controlar o fluxo de vapor de
combustível (purga) gerado no tanque, direcionando-o para o canister
(filtro de carvão ativado), ou para o coletor de admissão, conforme os vários
regimes do motor, evitando a poluição atmosférica por hidrocarbonetos e
contribuindo para a economia de combustível. É controlada pelo MC, e
quando aberta, permite a passagem do vapor de combustível proveniente do
tanque para o coletor de admissão, para ser incorporado à mistura ar/combustível. Quando fechada,
os vapores são direcionados para o canister, onde são absorvidos no filtro de carvão ativado.

Circuito elétrlco

~ ~ ( CV~M~)--------------~

lc:::::)Jo.• ~ RS .VJ~~:
Módulo de ~
J ~MRNM~
,..........................• Válvula de purga Bateria T01
comando do canister Relé principal da
lnjeçêo
'----------------------------
Caixa de relés e fuslvels do vao do motor

c;Jl Racloclnlo para manutenção

Sim. A eletroválvula CANP está funcionando corretamente. Não é necessário


prosseguir com os testes.
Não. A CANP não está funcionando corretamente. Então o próximo passo é identificar
onde está a falha: se na válvula ou no circuito elétrico. Faça o teste de alimentação
elétrica (teste 2).

~ A CANP está recebendo alimentação corretamente (teste 2)?

Sim, está sendo alimentada corretamente. Verifique então, a continuidade do fio de


aterramento da CANP ao MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico.
O chicote elétrico está em ordem?

Sim, o chicote está perfeito. Faça um teste de pulso de aterramento no fio do borne 2 da
CANP. Deve haver pulsos durante o funcionamento do motor. Neste caso, conclui-se que o
circuito elétrico da válvula está funcionando corretamente e a própria válvula possui "'""'
defeito interno. Substitua-a.

Não. O chicote apresenta algum rompimento ou curto-circuito. Procure sanar a avaria, ou


substitua o chicote.

Não há alimentação para a CANP. Inspecione o fusível F2 e o relé 6 da CVM. Confira o chicote
elétrico de alimentação, teste sua continuidade e verifique a existência de curtos, conforme o
diagrama elétrico.

158 '--------------------------------------------------------------------~~-
DUSTER 1.616V lnjeçlo eletr6nlca ·Testes pano 1 pano

~
~_._Te_s_m__1_·_&_m_n_q~u_e_~_a_d_e_d_a_CA__N_P______________________________~~
condisão Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições abaixo:
IICIAL8 a- Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico da CANP: desconectado.

1-Desconecte a mangueira da eletroválvula CANP;


2-Instale a bomba de vácuo na CANP, como demonstrado na figura abaixo;
3-Aplique uma depressão de 0,5 bar;

4-Em seguida, aplique tensão de 12 Volts na eletroválvula de purga do cânister, como demonstrado na
figura abaixo.

~ Teste 2 • Tenslo de allmenmçlo


Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Terminal elétrico da eletroválvula CANP: desconectado;
h-Chave de ignição: desligada.

1-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação, como apresentado a seguir.

~ ~P)

~~
Módulo de
comando
Válvula de purga
do canister ~ ~--R-elé-lnjeçllo
p-rln-ci_pa_ld_a_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ___,
_

Caixa de relés e fuslveis do vao do motor

~~------------------------------------------------------------' 1"
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo eletr6nlc:a ·Testes paliO 1 paliO

Bombtl de combustlvel - Slstem11 de de combustlvel- SAC


A bomba elétrica de combustível tem a função de recalcar (bombear) combus-
tível, desde o tanque até os eletroinjetores, fornecendo-o em quantidade
suficiente para o funcionamento do motor, nos vários regimes solicitados pelo
condutor. Está alojada dentro do tanque e opera submersa no combustível. A
bomba é alimentada pelo relé 7 (relé da bomba de combustível), quando a
chave de ignição é ligada e a linha 15 (pós-chave) é energizada. Se não for
dada a partida no motor, a bomba é desligada após aproximadamente um
segundo, pois o MC reconhece que não foi dada a partida, pela ausência do
sinal do sensor de rotações e, por medida de segurança, desatraca o relé da
bomba. Integrado ao conjunto da bomba, existe um regulador de pressão que
tem por finalidade manter a pressão na linha constante em 3, 7 bar.

Circuito elétrlco de tlclontlmento do bombtl de combustlvel

1
:~~: 39
RSIBR
--=';.J--' ~
~~
MRIPR=+-
Bomba de CE] T10
~BGIBR----'
ESQ
combustlvel
Módulo de (]&)
comando
~RSIBR-----'
Painel de
instrumentos (CA o1)

~-------~-------~M~~nM~--------t--------__j
@]
~ ~
~ -------<IfS"ID~----MRNM----~ VM

Caixa de fusiveis do painel Caixa de relés e fuslvels do vao do motor

E:1J Rtlcloclnlo p11r11 mtlnutl!nfiO


A tensão de alimentação está correta (teste 1)?

Sim, está correta. Significa que a bomba está sendo alimentada corretamente, sugerindo que a
falha possa não ser no circuito de alimentação. Limpe os contatos do conector elétrico. Se houver
tensão de alimentação e a bomba não girar, é sinal de que seu motor elétrico está danificado ou
travado, o que requer a substituição da bomba. Se a bomba gira, o que pode ser identificado pelo
seu ruído característico, os testes hidráulicos são necessários. Realize, neste caso, o teste de vazão
de combustível (teste 2).

160 '---------------------------------------------------------------~--
DUSTER 1.6 16V lnjeçlo eletr6nlca • T - pauo a pano

~ A vazão de combustível medida está correta? (teste 2)?

Sim, está correta. Isto indica que a bomba está operando corretamente. Contudo, ainda é
necessário testar o circuito hidráulico (tubulações e regulador de pressão). Aproveite e realize o
teste de pressão de operação para testar o restante do circuito (teste 3 ) .
~ A pressão de operação está correta (teste 3)?

Sim, está correta. O circuito hidráulico está em ordem. Se os sintomas de falta de combustível
persistirem, inspecione a linha de alimentação para verificar vazamentos, obstruções ou
dobras. Teste também os eletroinjetores.
Não, está incorreta ou não há pressão. Pode haver dano no regulador de pressão ou na bomba
de combustível. Se o regulador estiver íntegro, substitua a bomba.

Não, a vazão está incorreta. Neste caso a bomba não pode alimentar o motor adequadamente.
Não necessariamente serão observadas variações significativas de funcionamento do motor.
Entretanto, valores de vazão da bomba abaixo dos apresentados são indicativos de falha
iminente, e a substituição da bomba é aconselhada.

Não há tensão de alimentação. Faça então um teste de continuidade e curto-circuito no chicote.


Verifique o funcionamento do relé da SAC (relé 7), dos eletroinjetores e o fusível F2 da CVM. Estes
componentes são responsáveis pelo controle e pela proteção da linha de alimentação elétrica da
bomba.

Circuito hldr6uUco de dos c/Undros do motor


Tubo distribuidor

t
Tanque de
combustível

Linha de alimentaçãe>--+

Teste 1 - TensiJo de

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


IICIAL8 a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico da bomba de combustível: desconectado.

l-Ligue a chave de ignição e, simultaneamente, meça a tensão entre os bomes 3 e 6 do terminal elétrico da
bomba.

~-------------------------------------------------------------- 161
DUSTER 1.616V lnjeçllo eletr6nlca Testas passo a passo

( CVM )
-----
(CA 01)
A12 A12

DIR
Módulo de
comando

Painel de
instrumentos (CA01 )
A4 A4

INF SUP

Caixa de fuslveis do painel Caixa de relés e fusíveis do vão do motor

=:r Teste 2- Vazio da bombtl com a linha de

17
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Chave de ignição desligada.

l-Antes de iniciar o teste é necessário despressurizar o sistema. Dê partida no motor, desconecte o terminal
elétrico da bomba e aguarde até que o motor pare de funcionar por falta de combustível;
2-Desligue a chave de ignição e reconecte o terminal elétrico da bomba;
3-Desconecte a tubulação de alimentação de combustível, preferencialmente antes do filtro;
4-Posicione um recipiente graduado para coletar o combustível que irá ser expelido pela tubulação;
5-Desconecte o terminal elétrico C do MC;
6-Faça umjumper (curto-circuito) entre o borne Dl do conector C do MC e o terminal negativo da bateria.
Este procedimento permite o atracamento do relé da bomba, enquanto a chave de ignição estiver ligada;
7 - Ligue a chave de ignição e meça a vazão de combustível recalcada nos intervalos de tempo
cronometrados. A bomba será acionada e o combustível fluirá pela tubulação.

Tubo distribuidor

Tanque de
combustlvel

Eletroínjetores
Filtro de combustlvel
Linha de alímentaçllo --+

tu ~----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.616V -lnjeção eletrõnica- Testes passo a passo ___ _,

Abaixo, está representado o jumper utilizado para atracar o relé da bomba durante os testes de vazão e
pressão de combustível.

Bomba de illJ
combustível DIR ESQ

Módulo de
comando

Painel de
instrumentos (CA01)
A4 A4

INF INF SUP

Caixa de fusíveis do painel Caixa de relés e fusíveis do vão do motor

[ ] Teste 3 - Pressão da linha de alimentDção

condi~ão
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·
IICIAI. a-Chave de ignição desligada.

1-Despressurize a linha de alimentação de combustível, conforme descrito no teste de vazão de


combustível;
2-Desconecte a tubulação de alimentação de combustível e instale um manômetro na linha de alimentação;
3-Desconecte o terminal elétrico C do MC;
4-Faça umjumper (curto-circuito) entre o bome Dl do conector C do MC e o terminal negativo da bateria.
Este procedimento permite o atracamento do relé da bomba, enquanto a chave de ignição estiver ligada;
5-Ligue a chave de ignição e meça a pressão de combustível.

Tubo distribuidor

Eletroinjetores

Tanque de
combustível t
Linha de alimentação -+
Filtro de combustível

.............
COIIIlO ~ Aprox. 3, 7 bar.

Despressurize novamente a linha, remova o manômetro, reconecte a tubulação, desfaça o


IAlrB!Jb..,-. jumper e reconecte o terminal elétrico C do MC.

163
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletrõnica Testes passo a passo

-SPF

A bomba de partida a frio tem a função de enviar


gasolina para o coletor de admissão durante a
partida do motor em baixas temperaturas
ambientes, baixas temperaturas do líquido de
arrefecimento, estando o veículo abastecido
predominantemente com álcool. Isto facilita o
funcionamento do motor, devido à maior solenóide, normalmente fechada, cuja função é
volatilidade da gasolina em relação ao álcool. A impedir que vapores de combustível sejam
bomba de partida a frio possui aterramento aspirados pelo coletor de admissão durante o
próprio. É comandada pelo MC e alimentada por funcionamento do motor. É alimentado pelo relé
um relé exclusivo (relé 1). principal (relé 6) e aterrado eletronicamente pelo
O eletroinjetor de partida a frio está localizado bome L1 do conector B do MC. Juntamente com a
entre a BPF e o corpo de borboleta. É uma válvula BPF, compõe o sistema de partida a frio.

Circuito elétrico de

Relé de partida
a frio

BR

BG---~

AM
Módulo de Relé de bomba
comando de combustível
r---------AM M

Caixa de fusíveis do painel Caixa de relés e fusíveis do vão do motor

1" ~--------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo elelr6nlca • TNtes paNO 1 paNO

[:JI Rt1clotlnlo pt1rt1 mtlnutençlo


~ O funcionamento do sistema está correto (teste 1)?

Sim, está correto. Não é necessário prosseguir com os testes.

Não, o teste não apresentou resultado correto. Existem duas possibilidades: a bomba é acionada,
mas a gasolina não flui pela tubulação, ou não existe acionamento da bomba. Realize então o teste
de alimentação elétrica da BPF (teste 2).

~ A alimentação elétrica da BPF está correta (teste 2 )?

Sim, está correta. Significa que a bomba de partida a frio tem condições de funcionar. Faça o
teste de alimentação do eletroinjetor de partida a frio (teste 3).

~ A alimentação do eletroinjetor de partida a frio está correta (teste 3 ) ?

Sim, está correta. Verifique se o MC está comandando o funcionamento do sistema


adequadamente. Com uma caneta de polaridade, certifique-se da existência de
aterramento no fio 2 do eletroinjetor durante o teste de funcionamento. Caso exista,
substitua o eletroinjetor de partida a frio.

Não há alimentação. Verifique o chicote de alimentação e o relé principal (relé 6).

Não há alimentação. Verifique todo o circuito de alimentação. Oriente-se pelo diagrama


elétrico e faça as correções necessárias.

Teste 1- dlnlmlctl- dos/stem11

=~ Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


't1 a-Chave de ignição: desligada;
b-Terminais elétricos B e C do MC: desconectados.

1-Desconete a tubulação de entrada de combustível no corpo de borboleta e direcione-a para um recipiente


adequado;
2-Faça umjumper entre os seguintes bomes dos terminais:
D1 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria;
D2 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria;
L1 do conector B do chicote do MC e o terminal negativo da bateria;
D4 do conector B do chicote do MC e o terminal negativo da bateria.

2-Ligue a chave de ignição. A gasolina fluirá pela tubulação.

~-----------------------------------------------------------' 165
DUSTER 1.616V lnjeção eletrllnlca ·Testes passo a passo

Bomba de
gasolina para
partida a frio

DIR ESQ

Módulo de
comando
A4

l
Caixa de fuslveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vão do motor

MIH!W\~ 1 A bomba deve ser acionada e o Certifique-se de que não haja


combustível flui pela tubulação. vazamentos, curtos-circuitos ou
fontes de calor próximas ao
combustível.

Correio Técnico Mecânica 2000


Perguntas e dúvidas frequentes,
diagramas elétricos, dicas
e informações para o dia a dia
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166 '-----------------------------------------------------------~
DUSTER 1.616V lnjeçio eletrOnlca ·Testes passo a passo

Teste 2- Teste de da bomba de -BPF

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


NCIAL8 a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico da bomba de partida a frio: desconectado;
c-Terminal elétrico C do MC: desconectado.

1-Faça um jumper entre os seguintes bornes dos terminais:


D1 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria;
D2 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria.

2-Ligue a chave de ignição;


3-Meça a tensão entre os bornes 1 e 2 do chicote da bomba de partida a frio.

~l

~ ~02
Bomba de
gasolina para
_

partida a frio

DIR ESQ

(CA01 )
A4 A4

INF

Caixa de fuslveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vao do motor

167
~~~=O=
U==R
~ =1~.6-1W
-.·~
In~
---~
--~~.-.TMN .. ...PH ..~.....................................................w•--,_
..~.a.pa

Teste 3 • Teste de

a :r Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


l7 a-Chave de ignição: ligada;
h-Terminal elétrico do eletroinjetor de partida a frio: desconectado.

l-Ligue a chave de ignição e meça a tensão, conforme a figura abaixo:

Bomba de
gasolina para
partida a frio

Módulo de
comando
M M

INF INF

Caixa de fusíveis do painel Caixa de relés e fusíveis do vão do motor

pnxaclmento Aproximadamente 12,5 Volts.


r (tensão da bateria)

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1" ~----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletr6nk:a ·Tabela de valores Ideais

. , Tt1beltl de Vt1lores lde~~ls


Procedimento
Item Teste a ser realizado Valores ideais
--1--
Tensão de alimentação do MC MC-ACH 01 BAT(·)
12,5M
Tensão de alimentação do MC pós chave MC-BCH M2 BAT (·)
MC Aterramento MC-ACH H1
(1)
MC-ACH H4 BAT(-) Aprox. 0,0 [Q)
MC-ACH G3
r-
MC-ACH G4
r- Tensão de resposta HEGOFI02 BAT (-) 50 a 900 [mV] oscilante
HEG01 Tensão de alimentação BAT (-) 12,5M
HEGOCH4
(2)
Resistência elétrica do componente HEGOCP3 HEGOCP4 10,0[Q)
Tensão de resposta HEGOFI02 BAT(·) 400 a 500 [mV] oscilante
HEGO 2 Tensão de alimentação HEGOCH4 BAT(·) 12,5M
2
~
( ) Resistência elétrica do componente HEGOCP3 HEGOCP4 10,0 [Q)
Tensão de resposta 3,28 M com o motor frio (20 •c)
ECTFIOB2 BAT (·) 0,62 M com o motor aquecido (90 •c)
ECT
(3) Tensão de alimentação ECTCH B1 BAT (-) 5,0M
Resistência elétrica do componente ECTCPB1 ECTCPB2 2,80 [lúl) a 2o·c /203 Q a go•c
Tensão de alimentação MC-BCH E2 BAT (-) 5,0M
Tensão de resposta ACTFIO 1 BAT (-) 1,57 M à 4o•c
ACT
(4) Resistência elétrica do componente ACTCP1 ACTCP2 1,15 [kQ)
MAP 4,45 M pressão atmosférica
Tensão de resposta MAPFIOB BAT (-)
(5) 1,80 M depressão 400 mmHg
Tensão de alimentação MAPCH C BAT (-) 5,0M
Tensão de alimentação ETCCH 5 BAT (-) 5,0M
0,51 M borboleta fechada
Resposta de tensão dos potenciómetros
ETCFI02 ETC FIO 1 0,89 M borboleta em repouso
ETC Potenciómetro 1 4,72 M borboleta aberta
(6)
4,49 M borboleta fechada
Resposta de tensão dos potenciómetros
~
ETC FI06 ETC FIO 1 4,10 M borboleta em repouso
Potenciómetro 2
0,34 M borboleta aberta
CKP Frequência de resposta CKPCP 1 BAT(-) 6,0 [Hz] durante partida
(7) Resistência elétrica do componente CKPCP 1 CKPCP2 240[Q)
KS <s> Tensão de resposta (bater levemente no sensor KS) KSCP1 KSCP2 Variação de tensão alternada

INJ Resistência elétrica do componente INJ CP 1 INJ CP2 12,8[Q)


(9) Tensão de alimentação INJ CH 1 BAT (-) 12,5M

DIS Tensão de alimentação DISCH 1 BAT (-) 12,5M


(1 0) 0,5[Q)
Resistência elétrica dos terminais de baixa tensão DIS BT 1 DISBT2
SPACH4 SPACH2 Potenciómetro 1: 5,0 M
Tensão de alimentação dos potenciômetros
SPACH5 SPACH 1 Potenciómetro 2: 5,0 M
0,74 M pedal livre
SPA Tensão de resposta - Potencíômetro 1 SPAFI03 SPAFI02
(11) 4,18 M pedal pressionado
0,37 M pedal livre
Tensão de resposta - Potencíômetro 2 SPAFI06 SPA FIO 1
2,00 M pedal pressionado

C~~p Tensão de alimentação KSCH 1 BAT (-) 12,5M

Medição antes do filtro


Va:zã> da bomba de combustível 3,9 [Vmín]
de combustível
SAC Manômetro antes do filtro
(1 3) Pressão da linha de alimentação (motor em ft.n:íonamerío) 3,9 [bar)
de combustível
Tensão de alimentação SACCH3 BAT (-) 12,5M
Tensão de alimentação da BPF BPFCH 1 BPFCH2 12,5M
SPF
(13)
Tensão de alimentação do eleroinjetor de partida a frio INJ CH 1 BAT (-) 12,5M

-------------------------------------------------------------J 169
DUSTER 1.616V lnjeção eletrônlca Diagrama elétrico

Sensor de
te~~e1~Ji~~~~ de
D T01 nii~MR/PR
(]ill
T01 ••11~ MRJPR

[rngg-~~
Sensor de
te~gin1~s~~de T01 nll~ MRIPR
T01 nll~ MRIPR

('~-
MR -marrom cz- cinza BR
VM • vermelho AM-amarek>
PR-preto RS- rosa MR
SR- branoo LA-laranja
VD-verde AZ- azul Pressostato do
RX·roxo sistema a~ ~~~~geração
Inferior (INF)

CKl RS

:tbl
MR
BG VD

I"
v ......-Interruptor do
Pressostato do
sistema de refrigeração
de ar 1
~~ -Toe__ .....···· pedal da embreagem
~~
:.........................···
.... D
C9S[) ~A )

:~
~~~?~ ~~ ~0iÃfv~adsa

~C )
RS
Sensor de posição
do pedal
cz do acelerador

PR
RS
VD VM
BR
BG BR
Módulo de Sensor de Módulo de
comando detonação comando

170 '---------------------------------------------------------------~- ~
DUSTER 1.6 16V lnjeçio eletr6nlça Diagrama elétrlco

o VM
VM

MR-----------------4

~ Eletroinjetor 2
o
CZ ~MRND------.
~
Eletroinjetor 3
11
00
BG - - - - - - - - - - - 4 t

~ Eletroinjetor 4

BR-0--vo--------~
Eletrolnjetor de
partida a frio
MR----------------4-~

"'
<
MRND----4
N
v "'
< Caixa de relés e fuslveis do

> vão do motor

oUJ ~
..J m
~
Sensorde c
~
MR/CZ~
r MR/PR~
oxigênio

~ ~ --4»-------~i TT02 Bomba de


gasolina para
partida a frio
Válvula de purga

~
do cânister

~::--------------·40
L__$:=•.,,1 = Caixa de fusíveis
~ do painel
!~~~~t~~l T02t ~RS/BR
8 »- MR ~BG/BR------' ~
Painel de
instrumentos
BR ----------------------------------------~
'-----i-~MRNJ
BR ------------------------------------------~
~----------------------~--~

Módulo de Bobinas de Bobinas de


comando ignição 4 ignição 1

171
t?» DUSTER 1.616V -Teste seus conhecimentos

1.Qual destes componentes é preciso retirar para possibilitar a remoção 10.0 sincronismo do motor do Renault Duster se faz por meio de?
da bomba de óleo? a) Corrente;
a)Correia dentada; b )Correia dentada;
b)Cárter; c)Engrenagens;
c)Engrenagem da árvore de manivelas; d)Nenhuma das alternativas anteriores.
d)Suporte do motor. 11.0 fluido de freios utilizado no Renault Duster apresenta
especificação?
2.Segundo especificação do fabricante para serviços de manutenção a)DOT5;
periódica, a correia dentada deve ser substituída em que intervalo de
tempo? b)DOT 5.1;
a)40.000 km; c)DOT4;
d)DOT2.
b)10.000 km;
c)60.000 km; 12.Qual destes itens não está presente no Renault Duster?
d)Nenhuma das alternativas anteriores. a) Duplo comando de válvulas;
b )Thchos hidráulicos;
3.Para qual destes componentes não é recomendada uma sequência de c) Cabos de velas;
desaperto/ aperto dos seus parafusos de fixação? d)Correia dentada.
a)Cárter;
b) Cabeçote; 13.0 acionamento da embreagem do Renault Duster é?
c)Tampa de válvulas; a) Hidráulico;
d)Piatô. b)Pneumático;
c) Eletromecânico;
4.Qual o torque recomendado para o aperto dos parafusos de fixação do d)Eietropneumático.
cabeçote do motor?
a)(20 ± 1) Nm + torqueangularde (120 ± 6) graus; 14.0nde está localizado o mecanismo de regulagem das sapatas de
freio?
b)Apenas (20 ± 1) Nm;
a)O sistema é automático, não precisa desse dispositivo;
c)(20 ± 1) Nm + 2 sequências de torque angular de (120 ± 6) graus; b)Dentro do tambor de freio;
d)(20 ± 1) Nm + 3sequênciasdetorqueangularde (60 ± 3) graus; c)Próximo à alavanca do freio de estacionamento;
d)Próximo ao pedal de freio.
5.Conforme especificação do fabricante, qual a espessura mínima
admissível para o disco de freio, considerando seu desgaste natural? 15.Caso o material das pastilhas de freio alcance 8 milímetros, qual o
a)19,80 ± 0,25mm; procedimento a ser feito?
a) Substituir as pastilhas e substituir o disco de freio;
b)22,50 ± 0,25 mm;
b )Substituir as pastilhas e levar o disco de freio para retífica;
c)21,00 ± 0,25 mm;
c)Nada, pois o sistema ainda está em boas condições;
d)22,10 ± 0,25 mm.
d)Nada, pois não é possível a espessura da pastilha atingir o valor de 8
milímetros.
6.Marque a alternativa INCORRE"D\:
a)Segundo especificação do fabricante, a tolerância máxima do 16.Qual é o sistema de injeção eletrônica presente no Renault Duster
empeno do disco de freio é O, 100 ± 0,039 milímetros; 1.616válvulas?
b)A ferramenta de travamento do volante do motor é instalada no a)Magnetti Marelli IAW 4 LV;
alojamento do sensor de posição da árvore de manivelas; b)Valeo V42;
c)O Duster é equipado com tuchos hidráulicos; c)Bosch MotronicM-17.5 .50;
d)A bomba de óleo está posicionada na parte inferior do bloco, e ela é d)Siemens VL-97.
acionada pela árvore de manivelas através da correia dentada.
17.Qual destes componentes não é alimentado pelo relé principal (relé
7 .Qual dos seguintes componentes não é acionado pela correia micro-V? 6)?
a)Eietroinjetor?
a)Bomba d'água;
b)Módulo de comando;
b)Compressor do ar condicionado;
c)CANP;
c)Bomba da direção hidráulica; d)Bobina de ignição.
d)Alternador.
18.Sobre as bobinas de ignição do Renault Duster, é correto afirmar:
8.0nde está localizado o filtro de cabine? a)São alimentadas pelo relé principal (relé 6), e comandadas
a)No vão do motm; próximo ao limpador de para-brisas; individualmente pelo MC;
b)Novão do motor, próximo ao módulo de comando; b)São alimentadas pelo relé da bomba de combustível (relé 7) e ligadas
em série nos cilindros 1 e 4, e também nos cilindros 2 e 3;
c)No interior do veículo, próximo ao pedal do acelerador;
c)São alimentadas pela chave de ignição, com alimentação e
d)No interior do veículo, logo abaixo do porta-luvas. aterramento independentes;
d)São alimentadas pelo relé da bomba de combustível (relé 7) e ligadas
9.Qual das afirmativas abaixo apresenta alguma informação em paralelo, com alimentação e aterramento independentes entre elas.
INCORRE"D\?
a)Para a substituição do filtro de combustível, a linha de combustível
19.Qual destes não está presente no sistema de injeção eletrônica do
deve estar despressurizada;
Renault Duster?
b)O filtro de óleo deve ser apertado com ferramenta adequada; a)CKP;
c)O sistema de embreagem presente no Duster é composto pelo disco de b)MAP;
embreagem, chapa de pressão (platô) e atuador hidráulico;
c)CMD;
d)A espessura mínima adrníssível para o material de atrito das lonas das d)KS.
sapatas de freio, segundo o fabricante, é 2,00 ± 0,25 milímetros.

172 ~------------------------------------------------------------~~
~
DUSTER 1.616V ·Teste seus conhecimentos M?M
20.A alimentação elétrica da bomba de combustível é: 30.É correto afirmar, exceto:
a) 12 volts, pelo bome 3 do conector; a)Os eletroinjetores são alimentados pelo Relé principal (relé 6);
b)5volts, pelo borne 2 do conector; b)A bomba de combustível e as bobinas de ignição são alimentadas pelo
c) 12 volts, pelo bome 1 do conector; relé da bomba (relé 7);
c)Os sensores HEGO são alimentados pelo relé da bomba (relé 7);
d)5 volts, pelo bome 6 do conector;
d)Os sensores ECT, MAP e SPA são alimentados diretamente pelo MC.

2l.Qual a pressão de operação da linha de alimentação de combustível? 31-Sobre o diagrama do sistema de arrefecimento, é INCORRETO
a)4,5 bar; afirmar:
b)3,9bar; a)O pino A-C1 do MC aterra a bobina do relé da segunda velocidade do
c)3,0bar; eletroventilador;
d)3,0Psi. b)O pino B-D4 do MC aterra a bobina do relé da primeira velocidade do
eletroventilador;
c)As bobinas dos relés da primeira e segunda velocidades do
22.0s bomes B·A1 e B-G2 são responsáveis, respectivamente, por: eletroventilador recebem alimentação via relé principal a injeção;
a)Alimentação e resposta do sensor ECT; d)O MF03 da CVM alimenta as potências dos relés da primeira e
b)Aterramento eletrônico do eletroinjetor 4 e alimentação dos segunda velocidades do eletroventilador.
potenciómetros da borboleta motorizada;
c)Aterramento eletrônico da bobina do terceiro cilindro e sinal do 32-Qual é o pino do MC que aterra a bobina do relé do compressor do ar-
potenciómetro 2 da borboleta motorizada; condicionado?
d)Aterramento elerrônico da bobina do quarto cilindro e sinal do a)B-J2;
potenciómetro 2 do sensor do pedal do acelerador. b)B-K2;
c)C-F3;
23.Qual bome do módulo de comando, se danificado ou com mau d)C-Kl.
contato, impediria o funcionamento do motor?
a)C-L3; 33-Sobre o diagrama do sistema do ABS, é CORRETO afirmar:
a) O pino 32 do módulo recebe alimentação (linha 15) via F15 da CP;
b)C·D1;
b)O pino 3 do módulo recebe alimentação (linha 15) via F15 da CP;
c)B -Ll; c)Os pinos 6 e 28 recebem sinal da roda dianteira direita;
d)A·F2. d)O pino 3 do módulo recebe é aterrado.

24.Se o teste de tensão de resposta do sensor ACT apresentar resultado 34-0nde está localizado o CA03?
de 2,3 volts, significa que: a)Na parte superior da coluna esquerda;
a)A temperatura do ar no interior do coletor de admissão é de 30 'C; b)Abaixo do porta-luvas;
b)A temperatura do ar ambiente é de 30 ' C; c)Na coluna central esquerda;
c)A temperatura do líquido de arrefecimento que aquece coletor de d)Atrás do para-choque traseiro.
admissão é de 25 ' C;
d)A temperatura do ar no interior do coletor de admissão está entre 20 35-Sobre o aterramento T03 pode-se afirmar que:
' Ce30 ' C. a) Está localizado atrás do farol esquerdo e aterra somente o limpador
dianteiro;
25.Qual destes componentes, quando defeituosos, impediriam o b)Está localizado atrás do farol esquerdo e aterra, entre outros, o motor
funcionamento do motor do Renault Duster 1.6 16v? do eletroventilador;
c) Está localizado atrás do farol direito e aterra, entre outros, o relé da
a)Cabos de velas; ventilação interna e ar-condicionado;
b)SensorCMD; d)Está localizado atrás do farol esquerdo e aterra, entre outros, o relé
c) Sensor SPA; das luzes de neblina, o farol esquerdo, a buzina e o interruptor do capô.
d)Sensor CKP.
36-Sobre o aterramento T06, NÃO se afirmar que:
26.Qual destas possibilidades causaria a falha exclusivamente no a)Aterra o interruptor do pedal da embreagem;
terceiro cilindro do motor? b)Aterra as luzes de teto dianteira e traseira;
a)Dano na vela de ignição do cilindro 3; c)Aterra o conector A do painel de instrumentos;
b)Dano no chicote de alimentação do cilindro 3; d)Está fixado ao lado esquerdo do suporte da coluna de direção.
c)Dano no bome C M3 do MC;
37-0 MF04 alimenta diretamente todos fusíveis citados abaixo, exceto:
d)Dano no bome 2 do conector do chicote do cilindro 3. a)F29;
b)F37;
27.Qual a vazão de combustível do sistema de alimentação de c)F30;
combustível do Duster? d)F36.
a)2litros por minuto;
b)3,9litros por minuto; 38-Todos os relés descritos abaixo estão situados dentro da caixa do vão
c)900 mililitros em 10 segundos; do motor, exceto:
d)5,3litros por minuto. a)Relé dos vidros elétricos;
b)Relé do compressor do ar-condicionado;
c)Relé da bomba de partida a frio;
28.Para atestar a funcionalidade do sensor MAP, é necessário: d)Relé da 1• velocidade do eletrovenrilador.
a) Remover o sensor, desconectar seu terminal elétrico,ligar a chave de
ignição e medir resistência elétrica;
39-Qual é o pino do painel de instrumentos que recebe o sinal referente
b)Remover o sensor, desconectar seu terminal elétrico,ligar a chave de a pressão do óleo do motor?
ignição, aplicar depressões conhecidas e comparar a resistência elétrica a)A10;
com os valores tabelados; b)A22;
c)Remover o sensor, espetar o fio de sinal de resposta, aplicar c)A14;
depressões conhecidas e comparar a resistência elétrica com os valores d)A23 .
tabelados;
d)Remover o sensor, espetar o fio de sinal de resposta, ligar a chave de
ignição, aplicar depressões conhecidas e comparar a tensão de resposta 40-Sobre o diagrama do painel de instrumentos, assinale a afirmativa
com os valores tabelados; INCORREU\:
a) O módulo de conforto envia ao pino B12 do painel um sinal que avisa
que alguma porta ficou aberta, fazendo acender o indicador de portas
29.Quais são os bomes responsáveis pelo aterramento do módulo de abertas no painel;
comando? b)O painel de instrumentos recebe alimentação de bateria via F28 da
a)B-H1, B-H2, B-H3 e B-H4; CP;
b)A-H1, A-H2, A·H3 e A-H4; c) Quando constatada qualquer avaria, o módulo do air bag envia ao
c)A-H1, A-H4, A-G1 eA-G4; pino A20 do painel um sinal, fazendo com a luz de avaria do sistema
fique acesa;
d)A-H1, A-H4, A-G3 eA-G4. d)O pinosA7, B10 e B24são aterradospeloT06.

173
Realização: Organização eComercialização:

I,\ 'I'J
r,~~ Sllte•a o
Montadora Oficial:
n --
Patroclnio:

-
Apoio de Mldla:

Ell
IIICIPI~II SEBRAE
AIIIIICII ICli
~--
.ST/\NOSHOW
CE
Apoio lnstüucional:

Ç-'
7ecomércio CE SJNCOPEÇAS n. J
B '· I mÜitiCa SERVPEÇAS
Folha de respostas

P1 Gula de orlentllçiio às perguntlls do Manual


O guia de orientação Mecânica 2000 foi desenvolvido para avaliação e certificação, todo o processo seja também uma
atender o profissional de reparação automotiva, auxiliando-o ajuda na identificação dos diversos itens e recursos abordados
a realizar as avaliações pertinentes a cada sistema abordado. em cada manual.
Na sua concepção foram utilizados critérios específicos que Nos modernos centros de ensino, as avaliações devem ser
permitem ao CDTM veríficar a capacidade de consulta do estimulantes e agradáveis de serem realizadas. Assim pensa o
profissional aos manuais Mecânica 2000. CDTM, preocupando-se em ensinar até no instante da
A avaliação é composta por um banco de questões de múltipla certificação. Temos a certeza que com essa abordagem, você
escolha, consultado para realização de todo o teste. O CDTM se terá mais condições de entender o conteúdo do manual e mais
preocupa em aprovar todos os profissionais inscritos, facilidade em consultar qualquer assunto, rapidamente.
apresentando questões orientadas, para que, além da

, - ] CDTM
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IJI'1 Avaliação
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A avaliação consta de questões de múltipla escolha referentes


ao sistema abordado. Cada exemplar do manual possui um
Guia de Orientação com um Quadro de Respostas, que é
independente, pessoal e intransferível.

IJI"J Quadro de respostlls DUSTER 1.6 16V- VoL 62

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
AODDD DDDDDDDDDDDDDDDD
sODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
cODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
oODDD DDDDDDDDDDDDDDDD
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
AODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
sODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
cODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
oODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
Nome legível (letra de forma)
lnfonne aqui seu telefone:

~~'----------' Assinatura

--~-------------------------------------------------------------- 175