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Informação profissional

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Á Stilo 1.8 8V
Sistema de injeção
Delphi HSFI 2.3
coiTRowwiiPiiumvrATifc fflRRh WCMiU
Stilo 1.8 8V
Mecânica 2000 apresenta o dentro do que consideramos ótimo, para a
manual de manutenção do Fiat Stilo, utilização no dia a dia das oficinas. As
equipado com o motor Powertrain 1 .8 de 8 operações mecânicas como os
válvulas e o sistema de injeção eletrónica procedimentos de substituição da oorreia
Delphi HSFI 2.3. Diversas unidades do dentada e remoção do cabeçote, também
Stilo 1 .8 foram avaliadas pelo CDTMr para foram criteriosa mente apresentadas, pois
apresentar a você o detalhamento dos também consideramos ser de grande
circuitos elétricos, do sistema de injeção importância na ação de reparação
eletrónica e dos sistemas mecânicos do automotiva.
veículo.
Junto a todas essas informações,
O Stilo apresenta inovações Mecânica 2000 esbanja conteúdo,
tecnológicas, como a direção elétrica e o oferecendo uma riqueza de detalhes que
sistema MIN! FL ORE N C E, que você atende as ma is variadas operações de
conhecerá nesta edição. Os componentes manutenção.
da injeção eletrónica, bem como seus
testes e procedimentos de diagnóstico, O CDTM maís uma vez agradece a
são apresentados de forma simples, confiança dos parceiros e deixa seus votos
prática e objetiva, seguindo a metodologia de bons serviços aos profissionais da
já criada para a Mecânica 2000. manutenção automotiva,

O sistema elétrico, foco maior do


nosso estudo, foi detalhado ao máximo, Equipe Mecânica 2000

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índiceÿ)

Corpo editorial

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Direção geral: Ma rcley Lazarini
Desenvolvimento técnico: Th i ago Lyra / Rodrigo Bekerman
Programação Visual: Haroldo Mainenti/ Pedro Bonneau

Realização Parceria

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©ST BK
ÂutojTJoèlvm
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BOSCH
CENTRO DE DESENVOLVIMENTO
DE TECNGLDGIA MECÂNICA
Av. Sebastião de Brito, Z1S D. Clara
JiZBO-OOO - Saio hiorLuinta - MC
Televendas (31)2121-0777
www.cdtm.com.b r

Apoio

thomson ;WPRICMQTQRJCOM

AUTOA
.GEDnRE)/ÿ érbJotFUx- |BOXT
ELEVADORES

índice analítico
Ficha téCnlcã
Ficha técnica do veiculo 5
Sistemas mecânicos
Motor Powertrain 1,e 12
Análise dogues 16
Substituição da OOrreia déntad a 19
Ca bsçols do motor 25
Suspensão 35
Freios 37
Direção Elétrica 41
Sistema de arrefecimento 44
Sistema de alimentação decombustível e recuperação de vapor 49
Torques de aperto SS

G O mecãftien
70011
índice >
Sistemas elétricos
Caixa de relés e fusíveis do painel 58
Caixa de relés e fusíveis do váe do molor 60
Caixa de fusíveisda bate ria 62
Reléda ventilação mtema 63
Teste de baterias 64
Pontes de aterramentodo veículo 65
Painel de instrumentos &e
I nterru piores de mú llipla fu nção 71
RedeCAN 74
Sea nner automotivo KTS 550 76
Conectores auxiliares 76
Centrais das porias 64
Chave de ignição 86
I mobilizador B6
Motor de pa rtida i AI te mador 60
Luzes de posição (faroletes) 90
Luzde placa 91
Fanol baixo 92
Farol alto 93
Luz de freio 94
Luz de ré 95
Luzes de direção 96
Luz de neblina 97
Luz decortesia dia nlei ra 96
Luz de cortesia traseira 96
Acendedor de cigarros 99
Luz docinzeiro 100
Luz do porta luvas 100
Ventilador interno 101
Desembaçado r do vid rc trasei ro 102
Limpadores dos vidros 103
Condicionador de ar 104
Eletrcvenliíador do radiador 105
Direção elétrica 106
Buzina 107
Vidro elétricodo motorista 106
Vidro elétricodo passageiro 109
Trava elétrica do motorista 110
Trava elétrica do passageiro 111
Trava elétrica das podas traseiras 112
Espelho eiéthoo 113
Trava do poda malas 114
injeção Eletrd nica
Pinagem do méduiodecomando 115
Recursos do sca nnor 116
Diag nóstioosdefalhas 116
Testes passo a passo
Item 01 - Módulo do comando (MC) 121
Item 02 -Sensorde oxigénio (EGQ) 124
Item 03- Sensor de temperatura do liquido de arrefeci mento (ECT) 127
Item 04 -Conjunto medidorde densidade (CMC) 131
Item 05-Sensor de posição do pedal doacelerador (SPA) 137
I tem 06 - Borboleia motorizada (ETC) 143
Item 07 -Sensor de detonação (KS) 151
Item 0&- Sensor de velocidade (VSS) 153
Item 09-Sensor de posiçãoda árvore de manivelas (CKP) 156
Item 10-EletroinjetoresflNJ) 159
Item 11 - Sistema do alimentação de combusUval (SAC) 163
item 12 - Eietrgvãivuia de purga do canister(CANP) 167
Item 13- Bobina de ignição fDlS) 171
-
Item 14 1 nlerru pior do pedal defreio (IPF) 176
-
Item 15 Interruptor do pedal da embreagem (CPP)
Tabela de valores ideais
160
163
Diagrama elétrico 166
Avaliação
Teste seus conhecimentos 190

6 o mecãfticti
2000
'S-,

FEIRA INTERNACIONAL DE SERVIÇOS, PEÇAS,


ACESSÓRIOS E ABASTECIMENTO AUTOMOTIVO

01 A 03 DE SETEMBRO 2006
EXPOMIN AS - Centro de Feira* e Exposições de Minas Gerais
Av. Amazonas, 6.030 | Belo Horizonte - MG

INFORMAÇÕES
BH LC Eventos : (31) 3344-9119 / lc-eventos@lc-eventos.com.br
SP - Alcantara Machado : (11) 6233-5011 / tecnica@alcantara.com.br

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Motor
Tipo Ignição por centelha, 4 tempos
Aspiração Natural
Material do bioco
Material do cabeçote
wmm Ferro fundido
Alumínio
Cilindros
Diâmetro do cilindro
m 4 em linha
60,5 mm
Curso do êmbolo 68,2 mm
Cilindrada total / unitária 1795/448,8 cm5
Potência ABNT 103,0 cv {75,8 KW) a 5400 rpm
Torque ABNT 17,0 kgm (166.8 N.m) a 2800 rpm
Rotação de marcha lenta 750 rpm

Sistema de arrefecimento
Sistema Com bomba aentrifuga no bloco do motor (Full Flux)
Vaso de expansão Separado do radiador
Temperatura de abertura da válvula termostática 92 ± 2 "C
Termostato
Tipo de refrigeração
-
93275736 WAHLER
Forçada

Sistema de direção
Pinhão e crema Ih eira com assistência elétrica da coluna de direção
Tipo telescépica com duas juntas universais e motor elétrico com
Coluna de direção
redutor. Permite regulagem de altura e profundidade
Curso da cremai heira 140 mm
Número de voltas do volante 2,9
Diâmetro mínimo de giro E 10,5 m

Câmbio
Especificação C 510.5
Ajuste da pré-carga dos rolamentos Através de calços
Relação de marchas
3,909 (43/11)
2a 2,238 (47/21)
3“ 1 .520 (38/25)
4a 1.156 (37/32)
5T I 0,919(34/37)
Marcha a ré 3.909 (43/11)
Diferencial 3.867(15/58)
Ajuste da pré-carga dos rolamentos Através de calços
Interferência prescrita para obtenção exata da pré-ca rga dos rolamentos
Rolamentos descarregados 0,12
Rolamentos carregados (350 daN) 0,08
Folga entre as engrenagens planetárias e satélites. Menor ou igual a 0,10 mm
Regulagem da fblga entre as engrenagens planetárias e satélites. Não é feita nenhuma regulagem

O O 2000
Ficha Técnica

Freios
Comando do freio Hidráulico com comando a pedal dotado deABS/EBD
Circuito Duplo circuito diagonal independente
Servofreio Tipo ISOVAC com diâmetro de 10" atusnte nas 4 rodas
Diâmetro do êmbolo do cilindro mestre 23,8 mm (15/16")
Rodas dianteiras
Sistema Disco ventilado, com pinça flutuante
Dimensões do disco 0 257 x 22 mm
Diâmetro do êmbolo da pinça 0 54 mm
Superfície Frenante da pastilha =
A 43 cma
Espessura minima admissível 1,5 mm
Rodas traseiras
Tambor, com sapatas autooentrantes e
Sistema
recuperação automática de folgas
Diâmetro do tambor 228 mm
Diâmetro do cilindro da roda 20,64 mm
Espessura mínima admissível 2,0 mm
Cometer de frenagem Com câmara dupla, sensível â carga
Freio de estacionamento Com comando mecânico adonado por cabos, atuante nas rodas traseiras

Suspensões
Suspensão dianteira
Tipo McPherson com rodas independentes, braços
oscilantes em aço forjado ligados a uma
travessa auxiliar com barra estabilizadora
Amortecedores Hidráulicos, telescópios de dupla ação
Curso do amortecedor 173 mm
Diâmetro da haste 22 mm
Elemento elástico Mola helicoidal
Diâmetro do fio da mola 11.6 ± 0.1 mm
Comprimento livre (sem ar condicionado) 449 mm
Comprimento livre (com ar condicionado) 461 mm
Diâmetro da barra estabilizadora 17 mm
Suspensão traseira
Tipo Com rodas se mi-independentes, eixo com
2 eEementos tubulares e travessa de torção de
seção aberta, barra estabilizadora e apoios
hidráulicos de deformação controlada
Amortecedores Hidráulicos, telescópios de dupla ação
Curso do amortecedor 246 mm
Diâmetro da haste 12.4 mm
Elemento elástico Mola helicoidal
Diâmetro do fio da mola 11,0 ± 0,05 mm
Comprimento livre 353 mm
Diâmetro da barra estabilizadora (tubular
21 ,3 mm
soldada ao eixo traseiro)

O o mgcõftica
2000
Ficha Técnica

Alinhamento
Alinhamento dianteiro
Câmber {-) 0M5f ± 30'
Caster 2°50 ± 30‘
Convergência (-) 1,5 ± 1 mm
Alinhamento traseiro
Câmber (-) 1” 30'
Convergência 4,5 ± 2 mm

Rodas e pneus
Medidas das rodas 6.5 J x 15* H2 em chapa (opcional &5 J x 1E? H2 em
liga leve com estepe em chapa 6-5" x 15")
Medidas dos pneus 195/65 R15 91H
Calibragem dos pneus em média carga
Rodas dianteiras 1,9 kg/cm2 (27 Ib/poF)
Rodas traseiras 1,9 kg/cm2 (27 Ib/poF)
Calibragem dos pneus com carga total
Rodas dianteiras 2,3 kg/cm* (33 Ib/poF)
Rodas traseiras 2.3 kg/cm2 (33 lb/pol2)

Capacidades
Sistema de arrefecimento (com aquecedor) 6,2 L
Sistema de arrefecimento (com ar condicionado) 7,0 L
Água + 30% de aditivo

Câmbio + diferencial 1,98 L (Tutela ZC 75 FF)

Cárter do motor I 3,25 U


Cárter do motor +ÿ filtro de óleo 3,5 L

Circuito de freio sem ABS 0,425 L


Circuito de freio com ABS 0,525 L

Compressor do ar condicionado 150 mL

Caixa de direção mecânica 0,070 kg (engrenamento)

Juntas homocinétícas e coifas do câmbio \ 0,080 kg


Juntas homocinétícas e coifas lado da roda 0,125 kg

Reservatório d O limpador do pára brisa 3,0 L

Sistema de climatização 500 g

Tanque de combustível 58,0 L


Reserva do tanque de combustível 9,0 L

O
Ficha Técnica

Fluídos e lubrificantes recomendados


Motor API SL SAE 15W40 (se mi-sintético)
Consumo máximo de óleo a cada 1000 km 400 g
Freio Fluido com especificação DOT-4
Sistema de clímatização R 134 A
Tipo Dual Temp (permite a diferenciação da
Sistema de clímatização (ar condicionado)
temperatura dianteira do habitáculo)
Compressor Delphi CVC 125

fflikfc@ê§;fg#e§s cfe meç Metaênikai


Pósteres com o detafhamento
. compteto de todo o sistema
.
de injeção de mats de 50 veículos

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:rÿn 50 Fiat e Volkswagen, e agora


também de veículos FORD e GM.

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Disponíveis em CD

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Em todas as revisões, verifique os - Controle visual das condições de motor,


seguintes itens: câmbio, transmissão, tubulações de descarga,
elementos de borracha (coifas, buchas,
-iluminação
Controle do funcionamento da instalação de
(faróis, indicadores de direção,
mangueiras, etc), tubulações flexíveis das
instalações dos freios e alimentação;
emergência, vão do porta-malas, habitáculos,
porta-luvas, luzes espia do quadro de
instrumentos, etc.);
- Controle do estado de carga da bateria
(med ia nte h id rômetro ótico ) ;

- Controls das condições/desgaste


e eventual calibragem da
dos pneus
pressão (incluindo
-dosControls visual das condições das correias
coma n d os dos órgãos aux i l ia nes;
pneu sobressalente);
- Controle e eventual restabelecimento do nível
-limpador-
Controle do funcionamento da instalação do
lavador do pára-brisa, regulagem dos
dos líquidos (arrefecimento dc motor, freios,
lavador do pára-brisa, etc,);
esguichos;
- Substituição do óleo do motor;
- Controle/posicionamento das palhetes do
limpador do pára-brisa e do limpador do vidro - Substituição do filtro do óleo do motor;
traseiro;

* Controle das condtçõesftiesgaste das


-antiVerificação
póien.
e eventual substituição do filtro

pastilhas dos freios a disco dianteiros;

Serviços a serem executados / Revisões a cada 1 5.000 Km 1* 2a 3" 4’ 5" 6a 7* Q9 9a 1Q*


Substituição das velas e controle doscabos
Controle das condições das pastilhas de freio díanteiras/índícador de
desgaste
Controle das pastilhas dos freios traseiros dos veículos Abarth ou
equipados com ABS
Controle visual das condições: tubulações de descapamento,
alimentação de combustível, ar condicionado, freios e elementos de
borracha (corfa, guarnições, mangueiras e pneus, inclusive estepe)
Controle dos sistema eietroeietrõnicos [rádio, GPS, zeramento dom
EDI do sistema indicativo de manutenção, alarme, teto solar, etc.) de
iluminação interna e externa, do quadro de instiu mentos e indicadores,
das palhotas e lavadoresdos vidrose faróis.
Controle e eventual regulagem do curso da alavanca do freio de
estacionamento
Verificação/lrmpeza do sistema de ventilação de cãrter do motor (blow-
by) e controle do sistema antievaporativo
Controle das condições e desgaste das sapatas traseiras (freio a
tambor) dos veículos 1.8

O o mocãftíco
2000
Ficha Técnica

Serv cos a serem executados / Revisões a cada 15.000 km 1" 2a 3a 4" 5" 6a 7* 8- 9a 10'
Em condições amenas de utilização.
proceder a substituição a cada 1 5,000
km ou a cada 12 meses, o que ocorrer
primeiro. Substituíra cada 7,500 km se
Substituição do filtro de úleo/óteo do motor (ou a cada 1 2 meses) o veículo estiver sujeito a reboque,
estradas lamacentas, arenosas ou
poeirentas, trajetos curtos (inferiores a
8 km), operações íongas em marcha
lenta ou longos períodos de
inatividade.
Controle do nívet doõleo do càmbio/diferenciai
Substituição do õleodo câmbio
Substituição do cartucho do filtro de ar
Cortroie e eventual substituição do filtro anti pólen com carvão ativado
(cu a cada ano)
Substituição do fluido defreio (ou a cada 2 anos)
Verificação de níveis: refrigeração, motor, freios, embreagem hidráulica
elavadordos vidros,
Controle dos equipamentos de segurança, extintor, cintos de
segurança
Controle de funcionamento dos sistema de injeçâo/ignição (E.D.I)
Controle das emissões de gases de escapamento
Substituição da cotreia dentada do oomando da distribuição (ou a cada
3 anos)
Controle visual das corneas dos órgãos auxiliares e distribuição

Qbs.; Componentes como óleo do motor, filtros prazo indicado no presente Plano de
em geral e corneias de veículos utilizados Manutenção Programada.
predominantemente em estradas poeirentas.
arenosas, lamacentas ou em condições Após a realização da última revisão indicada
severas de uso. tais como: reboque, tâxi. (150 000 km), considerara mesma frequência
veículo de entrega de porta em porta (ou em para substituição e verificação de itens a partir
caso de longa inatividade do mesmo), devem da revisão de 45.000 km.
ser substituídos/verrficados na metade do

mocõoícti
O «O 2000
A ISO TECH possui uma completa

mwm Unha de produtos para manutenção

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interna preventiva de motores
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iGASÒlIlNÀ' O&SSSSQ,

PRODUTOS AUTOMOTIVOS

Melhor rendimento, economia e segurança* DescsnMntzante


E o principal, ecologicamente correto . apitcado via
fldmísjáo.
/«Shld ft limpÿjít
A ISO TECH vem atuando no mercado automotivo desde 1996. desen¬ solub'- iarido
volvendo novos conceitos para o tratamento químico automotivo. fÿslduos de borre.
Buscando sempre trazer produtos de extrema qualidade, que ater dam verniz e MIV*).
ás necessidades da veicules cada vez mais moderros e que enfrentam
algumas condições adversas come: tráfego intenso nas grandes ckJades
ea qualidade de nossos combustíveis
Com um trabalho consistente e uma linha de produtos de alie qualidade,
vem conquistando a satisfação de seus clientes dia-a-dia Sua linha de ]
L
produtos, tem como foco principal a limpeza e a descarbonização de
motores e seus componentes internos por um processo químico diferen¬
ciado. tanto na maneira de aplicação como nos componentes utilizados.
que atendem veiculos Ciclo Diesel e Oito Sào produtos que geiam
J
pralicidade. produtividade e economia na manutenção do sistema de ali¬
mentação dos motores, respeitando o meio ambiente e proporcionando ISNÍiAHTE IU
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resultados excepcicnais em sua linha de utilização, bem como na t[l dl thflkUCU
geração de Pucios para as empresas reparadoras que por consequên¬ . '..U 5 o pn;i II r t!: *• r

cia, vêm acreditando nesse novo conceito ISO TEÇH

h/£ o um
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Principais resultados
com a utilização dos
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produtos ISO TECH:
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das válvulas;
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a retomada de compressão
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dos cilindros;
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de combustível;
o redução na emissão
de poluentes.
f LUSHING v. ISO TECH
RJ O/L Produtos automotivos Ltda.
- // FonetFax: (11)4447-5155
ww kvjsofecfjpa.com.br
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O Fiat Stilo 1.8 de 8 válvulas é os eletroinjetores. Possui uma junta de
equipado com o mesmo motor que equipa vedação entre o cabeçote e o bloco, a qual
o Palio 1 ,8 e o Corsa 1-8. É o conhecido deve ser substituída sempre que o ooletor
motor “família I" da General Motors, for removid o,
derivado dos motores de baixa cilindrada
que equipava mo Corsa. O coletor de descanga é feito em
ferro fundido e protegido por um anteparo
O motor possui bloco de ferro de calor em alumínio. Ajunta deverá ser
fundido e cabeçote em liga de alumínio. O substituída caso o coletor seja removido.
bloco possui 4 cilindros que podem As porcas de fixação do coletor são feitas
apresentar 3 classes Standard: A, B ou C. de cobre para facilitar a dissipação de calor
Caso haja necessidade de recondicio- e não sofrer deformações.
namento do motor, é possível a operação
de retifica nos cilindros com aumento do O motor utiliza tuchos hidráulicos
diâmetro de 0,50 mm e a substituição dos para ajuste automático da folga das
êmboEos pelos majorados. válvulas, o que dispensa a necessidade de
regulagem periódica,
A árvore de manivelas e fixada ao
bloco por 5 mancais (munhões) e o
casquilho (bronzina) centrai incorpora os
semi-anéis de controle da folga axial da
zrv
árvore de manivelas. Ela é feita em aço-
liga e recebe tratamento de têmpera de
indução na região dos munhões e dos
moentes, seguido de revenimento.

Os êmbolos são feitos em liga de á


alumínio-silício. Os pinos dos êmbolos são I
fixos nas bielas (montados com 1
interferência) e flutuantes nos cubos dos *
êmbolos (montados oom folga). As bielas
são feitas em aço liga e possuem a capa
fraturada, o que assegura o acasalamento
perfeito das duas partes durante o
funcionamento do motor. . 1

/
O coletor de admissão é produzido
em alumínio e aíoja a borboleta
motorizada, o conjunto medidor de
densidade (CMD) e o tubo distribuidor com

O «p mgçQolca
2000
MOTOR
ffiir/iWMNMirim awn*
Motor
Ciclo Otto
Tempos 4
Natural
Material do bloco Ferro fundido
Material do cabeçote Alumínio
Número e disposição dos cilindros 4 em linha
Diâmetro do cilindro (mm) 80,5
Curso do êmbolo (mm) 88,2
Cilindrada total (cmJ) 1795
Cilindrada unitária (em*) 448,8
Razão de compressão 9,4:1
Número de válvulas por cilindro 2
Acionamento da distribuição por correia dentada

Árvore de manivelas
Diâmetro do munhào (mm)
Classe A / 0 54,988 a 54,997
Classe B í 1 54,980 a 54,988
Diâmetro do moente (mm) 42.971 a 42,987
Número de mancais 5
Diâmetro da sede das bronzinas dos munhões (mm)
Classe A / 0 59,000 a 59,006
Ciasse B f 1 59,006 a 59,013
Espessura das bronzinas dos munhões (mm)
Classe Aí marrom 1,989 a 1,995
Classe B f verde 1 .995 a 2,000
ssura das bronzinas das bielas (mm)
Classe Standard 1 ,487 a 1 ,495
FoJga radial entre as bronzinas e os munhões (mm) 0,013 a 0,043
Folga radial entre as bronzinas e o moente (mm) 0,023 a 0,067
ura do semi-anel de encosto (mm) 1 ,875 a 1 ,975
Folga axial da árvore de manivelas (mm) 0,120 a 0,250
Folga axial da bieta no moente (mm) 0,07 a 0,24
Conícidade máxima dos munhões e moentes (mm) 0.005 mm
Ovalizaçâo máxima dos munhces e moentes (mm) 0,004 mm

Cabeçote
Volume da câmara de combustão no cabeçote (cm3) 33,3 ± 0,5
Diâmetro dotucho(mm) 21,392 a 21,405
Diâmetro da sede do tucho no cabeçote (mm) 21,417 a 21,443
Folga entre o tucho e sua sede no cabeçote (mm) 0,012 a 0,051
Diâmetro interno da guia de válvulas (mm) 7,030 a 7,050
interferência entre a guia de válvulas e a sede no cabeçote (mm) 0,039 a 0,068

O 2000
Sistemas Mecânicos

Bielas
Diâmetro da sede das bronzinas de bieta (mm) 46,000 a 46,012
Interferência entre o piro do êmbolo e sua sede na biela (mm) 0,025

Cilindros
Tipo de êmbolo Com pino fixo na biela e flutuante nos cubos dos êmbolos
Diâmetro dos cilindros (mm)
Classe A / 99 80,485 a 80,495
Classe B / 00 80,495 a 80,505
Classe C / 01 80,505 a 80,515
Conicidade máxima admissível 0,010 mm
Ovalização máxima dos cilindros (excentricidade) 0,013 mm
Diâmetro dos êmbolos na borda inferior das saias (mm)
Classe A / 99 80,455 a 80,465
Classe B ( 00 80,465 a 80,475
Classe C f 01 80,475 a 80,485
Folga entre o êmbolo e o cilindro (parte -
inferior da saia mm)
Ciasse A/ 99 0,20 a 0,40
B
Classe f 00 0,20 a 0,40
Classe C / 01 0,20 a 0,40
Pino do êmbolo
Diâmetro do pino (mm) 17,995 a 18,000
Diâmetro da sede do pino no êmbolo (mm) 18,007 a 18.012
Folga entre o pino e a sede do êmbolo (mm) 0.009 a 0,014
Medidas das canaletas dos anéis dos êmbolos (mm)
1 " anel (de compressão) 1,230 a 1,250
2" anel (de compressão) 1,220 a 1,240
3 anel (de óleo)
6
2,010 a 2,030
Espessuras dos anéis (mm)
1 * anel (de compressão) 1,175 a 1,190
2o anel (de compressão) 1,175 a 1,190
3B anel (de óleo} 2,00
Folga entre os anéis e as canaletas dos êmbolos (mm)
1 * anel (de compressão) 0,040 a 0,085
2D anel (de compressão) 0,030 a 0,065
3" anel (de óleo) 0,010 a 0,030
Abertura entre as extremidades dos anéis montados no bloco padrão (mm)
1o anel (de compressão) 0,200 a 0.400
2a anel (de compressão) 0,250 a 0,450
3* anel (de óleo) 0,250 a 0,750

Lubrificação
Sislema de lubrificação forçada com bomba de engrenagens
Filtro de óleo de vazão total
Pressão de lubrificação a 10Q *C
Em marcha lenta Superiora 2,5 bar
a 4000 rpm Superiora 4,5 bar

mecânico
O 2000
Sistemas Mecânicos

Válvulas
Admissão
Diâmetro da hasíe (mm) 6,998 a 7,012
Diâmetro da base (mm) 37,82 a 38,82
Ângulo _ 92°
Escapa mento
Diâmetro da haste (mm) 6.972 a 6,992
Diâmetro da base (mm) 30,85 a 31,15
Ângulo 92e
Folga entre as válvulas e as guias (mm)
Admissão 0,018 a 0,052
Escapamento 0,038 a 0,078
Fases da distribuição
Admissão
Início 2roefAPMS
Término 71D52' DPMI
Escape
Início 63W APMI
Término 31°52'DPMS
Múmero de dentes da correi a dentada 111

Comando de válvulas
Comprimento do eixo comando de válvulas (mm) 432,35 a 432,65
Diâmetro dos mancais do eixo comando de válvulas (mm)
1o 39,500 a 39,525
2o 39,750 a 39,775
3o 40,000 a 40,025
4° 40,250 a 40,275
5o 40.500 a 40,575
Diâmetro dos munhões do eixo comando de válvulas (mm)
1q 39.435 a 39,455
2° 39,685 a 39,705
3d 39,935 a 39,955
4° 40,185 a 40,205
5° 40,435 a 40,455
Folga radial do eixo comando de váfvulas (mm) 0,040 a 0,090
Folga axial do eixo comando de válvulas (mm) 0,016 a 0,040
Elevaçao do carne (mm)
Admissão 6,12
Escape 6,12
Altura do came + altura da base (mm)
Admissão 32,12
Escape 32,12

O «D mecânico
2000
A VMS
O Analisador de Gases è um
equipamento muito eficiente que agiliza e
A
n
Sonda de análise aplicada ao Fiat Slílc

facilita o diagnóstico de falhas no motor e nos


seus sistemas auxiliares. Ele é capaz de
quantificar os gases que compõem o produto
da combustão dos motores,
i;1

v V'fii
1

BB
i

Para fazer uma análise criteriosa dos


V,
valores obtidos através do analisador de gases
o usuário precisa ter conhecimento sobre o
processo de combustão dos motores. Para
isso. aconselhamos a aquisição do vídeo
Análise de Gases produzido pelo CDTM.

Con ce/tos básicos

Interface da programa do análise


degases. Mistura estequio metric a - é a combinação
quimicamente correta para a perfeita queima
dentro da câmara de combustão (Lambda 1 ). =
Mistura pobre - ocorre quando a quantidade
JÉL
de oxigénio é superior à necessária para a
B 1 lÉM combustão (Lambda > 1 ).
*
wm [ffl| __
Ti pqpq
Mistura rica - ocorre quando a quantidade de
oxigénio é inferior ã necessária para a
M. combustão (Lambda < 1 ).
aEHiaE s
GE

16
meconíco
2000
0 BOSCH Sistemas Mecânicos

HC - são os Hid rocarbo netos (hidrogénio + CO, - é um gás residual da queima da mistura
carbono) presentes nos combustíveis que nâo a r/com bustive!. Seu valor deve estar próximo
foram queimados na câmara de combustão. de 15 % , i nd i ca nd o u ma excelente comb u stão.
Pode estar associado tanto ra mistura pobre
oomo na rica. Quanto menor o valor de HC CO - é um gás indesejado (tóxico) residual da
me I ho r a eftc iênci a da comb ustào . reação química da mistura ar/combustível.
Geralmente associado á mistura rica, onde a
O, - quando a mistura é estequiométrica, todo faita de oxigénio impede a formação completa
oxigénio que participa da combustão reage do COj. Valores elevados podem estar
com o oombuslíve]. Sendo assim, quanto associados ao mau funcionamento do
menor o valor de 07 melhor é a eficiência da catalisador. Quanto menor sua concentração
combustão. melhor,

Anaíisador de gases BEA 724


Analisador de gases.

-
O 8EA 724 possibilita o monitoramento dos
gases de escape, rotação do motor,
temperatura e pressão atmosférica e
temperatura do motor. A partir desses dados
pode-se avaliar o nível de emissão de
poluentes e possíveis falhas no sistema de
i n)eçã o e I etrên i ca ou d esga ste no moto r,
I JMÈ_* flfl

Sistema de análise de emissões


1
.
BEA 734

*
m / ! Ai
NQVO sistema de análise de emissões totalmente em conformidade com
legislação brasileira, para veículos a gasolina, álcool, GNV e diesel.

Software
ESlíUanltJ
Bosch Diagnostics

Equipamento
do TM te
Treinamento
Técnica
Hôtllne
Técnico
I
a

ww w.boschxom .br/brjeq u iteste


/
BOSCH
Tecnologia para a vida

re- nwcàftíca
3 17 } 2000

GreelTSirÍDe<ÿ$?
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Jy/fàM
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1
'S!

Correias V
Jcorre i a sÿM i crqA/JJ
jCoÿeiaslSincron iÿddras]
Tensionadores
Mangueiras de
co m b ustíyen
Dutos de ar
Tenssômetros

IWVW-qatesbrasil.com.br qatesmkt@qatesbrasil:cprn?Dfll

O único fabricante presente em todas as montadoras


i
- 7A

(Ml ivflmli ±1971


O perfeito funcionamento do motor desgastada ou vincada, uma vez que seu
depende diretamente do correto rompimento impede o funcionamento do
sincronismo entre a árvore de manivelas e motor, embora neste motor não haja risco
o eixo comando de válvulas, para que a de choques entre os êmbolos e as
abertura e o fechamento das válvulas válvulas.
ocorram nos instantes devidarnente
determinados pelo fabricante em suas O procedimento de remoção e
especificações de projeto. Este instalação da correía dentada será
sincronismo é feito pela carreia dentada e utilizado quando houver necessidade de
deve ser observado atenta men te pelo remoção do cabeçote, substituição da
reparador. bomba d'água, desmembramento de seus
componentes internos e recondiciona-
A montadora recomenda a mento do motor.
substituição da corre ia dentada a cada
60 000 km ou 2 anos. Porém é importante A Fiat recomenda a substituição da
inspecionar o estado da correia e substitui- oo rrei a dentad a toda vez q u e fo r re movida ,
la caso se apresente ressecada, independente do motivo.

Cometa dentada Gates Corneia dentada (sincmoniiadotia) Gates


GS 40433 X 17HNBR

O fO mocfloicti
2000
Sistemas Mecânicos

Remoção

-
1 Posicione o veículo no elevador; Filtro de ar removido

2* Com uma chave 10 mm, desconecte, 1


por segurança, o terminal negativo da
bateria; /,
3- Remova os parafusos da tampa de
1
1
proteção dos cabos de velas;
i J
4- Remova o parafuso de fixação do filtro j

de ar;

5* Remova o fiitro de ar;

Reservatório de expansão deslocado

'*ÿ
r ***** j h
<
6- Solte os dois parafusos de fixação do
reservatório de expansão e desloque o
reservatório, para poder remover o suporte
do motor;
À
Parafusos 10 mm da proteção plástica

Fr, «ns
7- Remova os parafusos da proteção
plástica superior anterior da correia
d mm
a
dentada e a própria proteção anterior; /
8- Apóie adequadamente o motor para
remover os parafusos do suporte do motor;

2íO 2000
Sistemas Mecânicos
Parafusos dP conjunto dq suporte dq mptpr
9- Com uma chave tone E-12, remova o
suporte do motor fixado à frente da corre ia
dentada. Solte inicialmente os 3 parafusos
que fixam o conjunto à carroçaria e em
i
seguida os 2 parafusos do suporte rígido;

V
Parafusos do suporte rígido
i

j
íll L
10- Desconecte os cabos de velas das
y
tf! velas;

m 11- Remova as quatro velas de ignição,


para facilitar o procedimento de girar a
árvore de manivelas;
12- Levante o veículo e remova a roda
dianteira direita;
13- Remova o protetor do carter;
Teneor da correia micro-V
14- Com uma chave 15 mm, gire o tensor
da correia micro-V para aliviar a tensão da á
corroía e remova-a;

E
_
15- Afrouxe o parafuso que fixa o tensor
móvel da correia micro-V ao bloco e
desloque o tensor para baixo;

16- A ba íxe o veicu I o;


d =
Reirtôçáo da polia da árvore de manivelas

*
* , *
17- Solicite a um auxiliar que pise
V firme mente no pedal do freio com a quinta
IÿT marcha engatada . Isto impede que o motor
gire no procedimento a seguir;

18- Com uma chave Torx E-18, remova o


parafuso e a arruela da polia da árvore de
manivelas. Remova também a própria
polia;

mocflfticd
O 20 2000
Sistemas Mecânicos

Proteções removidas

19- Remova os parafusos e a proteção


plástica inferior anterior da correia w .

dentada;

20- Instale nova mente o parafuso e a


arruela da polia da árvore de manivelas; ;
r-vr I Jk

Marcas de referencia do sincronismo

é Õ LP
í i - 21- Gire a árvore de manivelas no sentido
horário até que a marca de referência na
*
J
polia dentada da árvore de manivelas fique
alinhada com a marca na carcaça da

A
fe- bomba de óleo e até que a marca da polia
dentada do eixo comando de válvulas
fique alinhada com a manca na cobertura
superior da corneia dentada;

Porta de fixação do tensor

MJ
22- Com uma chave Tone T-40, afrouxe a
porca de fixação do tensor da corneia
dentada;
O
23- Remova a corneia dentada,

mocflftico
O 20 2000
Sistemas Mecânicos

Insta iaçâo
Ondenrt de instai açá& da correia deniada

1- Instale a nova corre ia dentada Gates


GS 40433 X 17 HNBR ínicialmente em
tomo da polia da árvore de manivelas. Em
••
seg uida, em tomo da polia do comando de
válvulas, da polia da bomba dágua e -1
o
finalmente em tomo do rolete tensor. Desta r*

n
forma, o segmento da correia entre a polia
dentada da árvore de manivelas e a polia * j ft.
do comando de valvulas ficará esticado, o 'm
que garantirá a exatidão do sincronismo do
motor;
Ajuste da tensão cfa coneis
o*

V
v
O 1V
(
o
I #
2- Com uma chave Alien 6 mm, gire o
tensor da correia dentada no sentido
horário até que o ponteiro do rolete tensor
} coincida com o centro da cavidade ‘LT da
marca NEW na base do tensor.
Simultaneamente, aperte o parafuso de
ft fixação do rolete tensor com uma chave
Toot T- 40. Ainda não aplique o torque final ;
3- Com uma chave Torx E-18, gire a polia
dentada da árvore de manivelas por duas
voltas e confira novamente as referências
de sincronismo da árvore de manivelas e
do eixo comando de válvulas. Caso as
i
referências não coincidam, refaça todo ©
procedimento de sincronismo do motor;
USJo
<3 o;: i

®)\
£v
y 4
o 0
OJ
o;
JL
ii iTT
m
O 20 mocflftico
2000
Sistemas Mecânicos

Torque no tensor: 20 Nm
4- Aplique agora o torque finai no parafuso
de fixação do tensor da corre ia denfada
com 20N,m;
.(ff-.:: - T.! I
L x
5- Instale os protetores inferior e superior
da correia dentada e aperte seus
parafusos com 4 N,m;

6- Posicione nova mente o tensor móvel da


correia micro-V em seu local de trabalho e A'
aperte seu parafuso com 35 N .m;

7- Solicite novamente a um auxiliar que /


pise firmemente no pedal do freio com a 12- Instale a roda dianteira esquerda;
quinta marcha engatada e remova o
parafuso e a arruela da polia dentada da 1 3- Abaixe o veículo, deixando-o apoiar
árvore de manivelas; parcialmente no chão e aperte os
parafusos da roda;
8- instale a polia da correia micro-V,
juntamente com o parafuso e a arruela. 14- Instale as velas de ignição e os cabos
Aperte o parafuso com 95 N m +ÿ 30" + 15°; das velas;
9- Instale a correia micro-V; 1 5- Posicione novamente o reservatório de
expansão do líquido de arrefecimento e
10- instale o suporte do motor e, com um aperte seus parafusos com 8 N .m;
torquFmetroe uma chave torx E-12, aperte
inícialmente os parafusos de fixação ao 16- Monte a caixa de ar;
suporte rígido do bloco do motor com 60
N.m, Em seguida aperte os parafusos que 17- Instale a tampa de proteção dos cabos
fixam ocon ju nto à ca rroça ri at co m o torq u e de velas;
de 50 N.m;
18- Reconecte o terminal negativo da
11-1nstale o proteto r d o ca rte r ; bateria.
\
TENSIÔMETROSONIC STT-1 GATES
0 tensiômetro Sonic Gates STT-1 v, y
indica se a tensão está correta,
alta ou baixa, sem a necessidade
O MAIÍ COMFlAvet OO MUNtKJ

3 da consulta a manuais, nem de EM COHHEIAS E MANGUEIRAS

calíbração do equipamento. www.ga tesbrasil, com.br


T/ Certeza de sempre utilizar
z a tensáo correta

Cp
WiT >.
Agilidade e ganho de tempo
9 de trabalho
V Não necessita calibração
20 2000
I
JF

f Hi

A
5
•ÈtwniMmnu
Remoção cio cabeçofe

1- Posicione o veículo no elevador;

2“ Despressurize a linha de alimentação


de combustível, conforme indicado na Abraçadeiras do blow-by e da mangueira
seção "Sistema de Alimentação de do filtro de ar
Combustível e Recuperação de Vapor" pvi
(página 49);

3- Desconecte o terminal negativo da


riu:
bateria;

4- Remova a tampa de proteção dos cabos


de velas; * m . i 1
5- Remova as abraçadeiras da mangueira
do blow-by na tampa de válvulas e as
abraçade ira s da ma n g u ei ra do filtro de ar;
Filtro de ar removido

/ ~ 6- Remova o filtro de ar do motor e sua


mangueira;
1
i 7- Solte os con setores elétrico dos
1 '
sensores CKR ECT, CMD, do ETC e da
CANP;

r
moconíca
O *0 2000
f
S/stemas Mecânicosÿ

Conexão de alimentação de combustível


no tubo distribuidor
8- Desconecte a mangueira de
alimentação de combustível do tubo
distribuidor;

Tomada de vácuo do sarvofreio

1

m
STr'

9- Desconecte a tomada do servofreio ao


coletor de ad m rssão;
10- Drene o liquido do sistema de
arrefecimento. Consulte a seção "Sistema
deArrefecimento1’ (página 44);
Aquecimento do habiláculo

11- Solte as mangueiras de aquecimento


(
interno do habitáculo;

i
Mangueira de âgua

<r 12- Solte a abraçadeira que fixa a


mangueira de água ao bocal da válvula
termostática;
Alerramento do cabeçote

i
f *

13- Com uma chave 13 mm, solte o


parafuso do cabo massa do cabeçote do
motor;

14- Com uma chave Torx E-10, solte os &


parafusos de fixação do corpo de
borboleta. Remova o ETC;

O 20 mecânico
2000
Sistemas Mecânicos7>

15- Desconecte os terminais elétricos dos 25- Remova a correia dentada. O


4 eletronijetores e o terminal elétrico do procedimento completo encontra-se na
sensor EGO; seção “Substituição da Correia Dentada"
(página 19);
16- Desconecte o terminal elétrico da DIS
edo KS; 26- Trave o eixo comando de válvulas com
uma chave fixa 22 mm e simultaneamente
17- Com uma chave Allen 5, remova os solte o parafuso da polia dentada do eixo
parafusos de fixação da DIS. Remova em comando de válvulas com uma chave
seguida a bobina; 17 mm;

18- Desconecte o terminal elétrico M do Rsmoção do parafuso da polia do comando


MC e desloque seu chicote; cte vâlvote

19- Remova os 2 parafusos Torx E-10


superiores do alterna dor;

20- Solte os cabosdas veias de ignição;


J\ •Jt

21- Com uma chave 13 mm, remova os


parafusos do tubo primário de A
escapa mento ao coletor de admissão e
*
*7*
Vi *ÿ
desloqueotubo; * " *
*
22- Remova os parafusos da tampa de
válvulas com uma chave Torx T-30,
conforme a sequência de desaperto
indicada;
27- Com uma chave Torx T-30, solte os
dois parafusos da proteção plástica
posterior da correia dentada;
B B
kiJi k* í
Parafusos da proteção plástica posterior

RN] RN] r*\

n B B B

23- Remova a tampa de válvulas do motor


com ajunta;
I A - A
I *.

24- Apéie adequadamente o motor e


remova os parafusos do suporte do motor,
lado da distribuição. Remova o próprio
suporte;

mecânico
O *0 2000
Sistemas Mecânicos

1 5 9 8 4
28- Com uma chave Torx E-12, solte os
parafusos de fixação do cabeçote, *
obedecendo a sequência indicada;
Carcaça do eixo comando da válvulas O *
t 2 6 m 7 3
i
J£í >; Obs.; Repare que, ao soltar os parafusos
-í do cabeçote, a carcaça do eixo comando
de válvulas se desloca ligeira mente para
A cima, devido à ação das molas das
válvulas.

JM-

Balancim

v; r
29- Desloque a parte superior da proteção
posterior da correia dentada (sem
deformá-la) e remova a carcaça do
comando de válvulas;
I
/
30- Remova os balancins, os encostos e /

'H
os tuchos hidráulicos. Identifique a posição
de cada um dos componentes, para que
sejam instalados posteriormeníe nas
mesmas posições; >
A ftv A*. . i /

Tucho hidráulico Encosto

s
/

d
?<>
(S? * A
X)*; 7I.
j
A {
i

i m
7*JF
v / n
31- Remova o cabeçote cuidadosa mente;

O 2â > mecânica
2000
Sistemas Mecânicos

Cuidados com o bloco do motor


RâmOÇào dá junla do cabEçote

-
1 Remova a junta do cabeçote usada;

2- Limpe a superfície do bloco e as


cabeças dos êm botos. Remova eventuais
is
resíduos de junta ou quaisquer impurezas.
Não permita que corpos estranhos ou
impurezas penetrem nas galerias de água .
e óleo do motor Não utilize ferramentas
cortantes para não danificar a rugosidade
das peças;

T
Superfície do bloco do motor
3- Limpe os orifícios dos parafusos no

:€W
bloco e certifique-se de que toda a
extensão da rosca interna esteja isenta de
impurezas, para evitar que contaminações
afetem a feitura do torque apíicado no
instante da instalação;

á
r/ t
Cilindros

rsfc.il m

4- Verifique também o aspecto dos


cilindros e seu bruni mento.
T O

Ç- , ' *'

k O
4

l jt

20
Sistemas Mecânicos

Análise e inspeção do cabeçote

Limpe o cabeçote, eliminando Cabeçote do motor e câmaras de


eventuais sujeiras, depósitos de carvão e combustão
quaisquer impurezas.

Verifique a rugosidade do cabeçote


e também a planicidade. Qualquer sinal de
problema recorra a uma retificado ra de sua
ia
confiança.

Inspecione o estado da junta do


cabeçote. Juntas queimadas indicam
deficiência no sistema de arrefecimento.
Juntas com problemas de vedação são
indícios de desvios de pianicidade nas
superficies do cabeçote e/ou do bloco.

Jamais tente reaproveitar uma A junta nova somente deve ser


junta de cabeçote usada, pois no instante retirada da embalagem no momento da
em que é a pf icado torque nos parafusos do instalação. Não instale juntas que se
cabeçote, a junta se deforma, moldando- apresentarem vincadas, dobradas ou com
quaisquer danos em suas superfícies.
se àquela posição especifica e não mais
aceitará uma reinstalação. Por esta razão,
A junta do cabeçote do motor 1 ,8
é recomendável também substituirá junta, d e 8 vá I vu la s é d rfe rente do motor 1.8 de 16
mesmo se houver necessidade de válvulas, apesar de ambos os motores
remoção de um cabeçote que acabou de utilizarem blocos iguais. A junta do motor
ser instalado e torqueado e mesmo que o 8v tem espessura de 1 ,2 mm e possui três
motor não tenha funcionado. lâminas,

Insta laça o do cabeçote


1- Gire a árvore de manivelas de forma a 3- tnstale o cabeçote (com os coletores).
posicionar os quatro êmbolos alinhados na Posícione-o cuidadosamente e certifique-
metade dos seus cursos; sede seu correto assentamento;

2- Com as superfícies limpas e secas, 4- Instale os tuchos hidráulicos, os


instale uma nova junta do cabeçote, com a encostos e os balancins, nas mesmas
inscrição voltada para cima; posições iniciais. Lubrifique-os com óleo
novo de motor;

0 30 >
Sistemas Mecânicos

5- Aplique no cabeçote um cordão de junta 9- Com um torquímetro corretamente


líquida na superfície de assentamento da aferido e uma chave Torx E-12, aplique
carcaça do eixo comando de válvulas. Não torque nos parafusos de fixação segundo a
aplique excessiva men te o produto, para sequência indicada. O procedimento
não correr o risco de obstruir galerias consiste em três etapas Primeiramente
internas de lubrificação do comando de aplique 25 N.m em cada parafuso,
válvulas. Não há necessidade de aplicar a o bedecend o a ordem d e a p erto.
junta líquida nos contornos dos parafusos Y
nem das galerias. Aplique somente nas 8 4 t 5 9
superfícies externas; * A

Y
+
* 7 _3_ 2 i Tõ)
*
Na segunda etapa aplique torque angular de
180" em cada parafuso, sempre seguindo a
sequência representada acima,
Y

o
160*

6- Instale a carcaça do eixo comando de /


válvulas;

7- Posicione a árvore de comando de


válvulas com os carnes do primeiro cilindro
no tempo de combustão, ou seja, voltados Por fim, aplique mais 10° em cada parafuso,
para cima; novamente obedecendo a sequência acima;
T Y

, Carnes dd 1® díirtdrú tampa de 107

è
i rtd
combustão

10- Com uma chave Torx T-30, aperte os


parafusos superiores de fixação da
cobertura posterior da corre ia dentada
com 12 N.m;

8- Instale novos parafusos de fixação do 11- Instale a mangueira do respiro de óleo


cabeçote;
na carcaça do comando de válvufas e em
seu tubo;

O 30
Sistemas Mecânicos

«
Trava mento do comando para apertar o
parafuso da polia
12- Instale a polia dentada do eixo
comando de válvulas com a inscrição A
voltada para cima. Instale também o
lyi
parafuso da polia. Trave o eixo comando
de válvulas com uma chave fixa de 22 mm
e aperte o parafuso da polia dentada com
um torque de 45 N .m;

Marca de referência da polia do conrando

es h

13- Gire o eixo de comando de válvulas até


;

que a marca em sua polia fique alinhada

••
com a marca na cobertura posterior da
correia dentada;

át li Referência de PM S dos cilindros 1 e 4

r \
14- Gire a árvore de manivelas até que a tf
marca na sua polia dentada fique alinhada '
j
com a marca na aba da carcaça da bomba
de óleo, no tempo de combustão do
primeiro cilindro;
WJS
y
15- Instale a correia dentada, conforme
indicado na seção "Substituição da Correia
Dentada”, (página 1 9);
/
/
1
__
O O 0 16- Instale a tampa de válvulas com uma
junta nova;
O
17- Aperte seus parafusos com 8 N.m na
sequência indicada, utilizando uma chave
TorxT-30;
jm
18- Instale as mangueiras do respiro;
H o B

meoéfljbg
O 32 > 2000
Sistemas Mecânicos

19- Instale o terminai massa do chicote 24- Reconecte a mangueira de


elétrico do sistema de injeção no cabeçote. alimentação de combustível no tubo
Certifique-se de que a região de fixação distribuidor;
esteja limpa e isenta de oxidação;
26- Instale nova mente o tubo primário de
20- Instale no corpo de borboleta (ETC); escapamento no coletor e aperte seus
parafusos;
21- Reconecte os terminais elétricos dos
sensores KS, EGOf CKP, ECT, CMD, do 26- Abasteça o sistema de arrefecimento,
ETC e da CANP; conforme recomendado na seção
' Sistema de arrefecimento’1 (página 44);
22- Aperte os dois parafusos Torx E-10
s u pe rio res d o a Ite m ador; 27- 1 nstale o filtro de ar e sua mangueira;

23- Instale a DIS, as velas de ignição e os 28- Conecte o terminal negativo da bateria.
cabosdas velas;

GEDORE
LIDER PELA QUALIDADE Jl
Fábrica
Rua Vicemina M. Frtais. 275
- -
CEP 93025-340 SáO UopcMO RS
Fone; (51) 563,9200 Fax: (51) 583,9222

-
CDs Centros de Distribuição
São Paulo SP: (11) 6955 9677
g od ore ©gedore.c orri, br www.gedore .co m.b t Uberlândia MG (34) 3£lí.S4O4/SSS0

mecânico
O 33 > 2000
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FORTE COMO A NATUREZA
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BORFLEX IND COM. DE ARTEFATOS DE BORRACHA LTDA.
AV FUNDIBEM.41Q - B. MICRO INDÚSTRIA - DIADEMA - SP - CEP: 09961-390 - PABX: (11 ) 4Q61 -6200 FAX: (11)4061-6209
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Suspensão d/ante/ra
Suspensão dianteira
A suspensão dianteira é do tipo
independente, com estrutura McPherson,
f J3
braços de controle em aço forjado fixados
à travessa e barra estabilizadora. Utiliza
amortecedores hidráulicos telescópicos fj W
de dupla ação. - ; ír r
'A .Eí ";
Diâmetro da haste do amortecedor 22 mm L,
Curso do amortecedor 173 mm u
Diâmetro do tio da mola helicoidal 11,8 ± 0,1 mm w u
Comprimento livre 449 mm (s/ar)
461 mm (c/ar)
Diâmetro da barra estabilizadora 17 mm :
V ÍVJ .7

Suspensão traseira
Suspensão traseira
A suspensão traseira è do tipo
semí-índependente. Possui eixo com 2
elementos tubulares e travessa de torção
de seção aberta. Utiliza amortecedores *
hidráulicos telescópicos de dupla ação, f
barra estabilizadora e apoios hidráulicos
de deformação controlad a, m r
Curso do amortecedor 246 mm m.m*
Diâmetro da haste do amortecedor
Diâmetro do fio da mola
12,4 mm
11,0 ± 0,05 mm
r
Comprimento livre
Diâmetro da barra estabilizadora
(tubular soldada ao eixo traseiro)
353 mm
21,3 mm Lm *

mocQoica
35 2000
Sistemas Mecan/cos

A fin ha mento da geometria do conjunto suspensão/direção

No Fiat Stilo, os ângulos de caster sobressalente e nâo deve conter nenhum


e câmber não são reguláveis. Entretanto, é objeto estranho em seu interior, capaz de
necessária a inspeção dos mesmos para alterar a massa do veículo durante as
afe ri r oco rreto a li n h a me nto do s i ste ma . medições.

Para esta operação o veículo deve Para cada V* de combustível


estar completamente abastecido de faltante no tanque, acrescente 15 kg de
combustível, lubrificante e líquido de peso (lastro) no veículo, na posição mats
arrefecimento. Deve conter roda p róxi ma poss ível d o ta nq ue ,

Procedimentos

1- Posicione o veículo no equipamento de Juntas esféricas


alinhamento;
4M* à
2- Inspecione a excentricidade e a m i
ortogonal idade das rodas, que não deve
ser superior a 3 mm;
3- Verifique a existência de folga axial nos
rolamentos das rodas, folga no pivô do
m £2
braço de controle, na bieleta da barra
estabilizadora e no terminal esférico de
direção;
ReguHagem de convergência
a
BTi>
4- Verifique o valor de convergência, que

m
fi 1 deve estar entre (- 0,5 mm) e (- 2,5 mm).
wt -
a u r i
Se este valor se apresentar fiora da faixa
especificada, solte as porcas de fixação
dos terminais de direção (A) e ajuste a
convergência. Para isto, gire os tirantes (B)
com uma chave fixa até obter o valor
correto;
I -M
5’ Reaperte as porcas dos terminais de
direção e verifique novamente o valor da
convergência. Se necessário, reajuste a
convergência,

Valores de alinhamento _ Obs.: as rodas traseiras não possuem


qualquer tipo de regulagem nos valores de
1 Dianteiro j Traseiro
convergência e camber. Caso os valores
Camber - O4 45' ± 30’ - r±30h encontrados nas rodas traseiras sejam
Caster 2° 50' ± 30'
Convergência - 1 ,5 ± 1 mm 4,5±1 mm diferentes dos especificados, a
recomendação é de substituição completa
doeixo traseiro,

36
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O sistema de freios do Stiio 1.8
u 9
a cada 2 anos ou a cada 45.000 km.
possui duplo circuito hidráulico
independente disposto em diagonal. As sapatas do freio traseiro devem
ser inspecionadas a cada 60.000 km. Em
A cada 15.000 km devem ser caso de desgaste das guarnições dos
verificadas as condições das pastilhas de freios traseiros a tambor, será necessário
freio e do indicador de desgaste. substituir as sapatas completas, pois as
guarnições (lonas) não são comercia¬
A substituição do fluido de freios de lizadas separada mente.
especificação DOT-4 deve ser executada

Inspeção do desgaste dos componentes do freio dianteiro


Remoção das pastilhas de freio Pinça de freip

1- Posicione o veículo no elevador;


2- Remova as rodas dianteiras;
3- Solte os parafusos de fixação da pinça tf
de freio ao cavalete e desloque a pinça.
Não deixe a pinça apoiada pelo flexível;
i
Sansor de desgaste

4- Desoonecte o sensor de desgaste da


pastilha de freio do lado esquerdo;

O 2000
Sistemas Mecânicos

5- Remova as pastilhas de freio do A espessura mínima admissível da


cavalete da pinça, puxando até que se pastilha é 1,5 mm.
soltem das molas de retenção;
Para instalação, execute o procedimento
6- Remova as mofas de retenção das inverso. Aplique torque de 33 N.m nos
pastilhas de freio do cavalete móvel parafusos de fixação do cavalete ao corpo
utili2ando uma chave de fenda; da pinça de freio.

Inspeção do estado dos discos de freio


Esftessura minima do disco
Com a roda dianteira removida,
inspecione visuaímente o estado dos
componentes quanto á existência de 20,2 mu?
ranhuras, trincas ou deformações. Meça a
espessura dos discos em pelo menos 4

f
pontos distintos A espessura mínima
admissível é de 20,2 mm. Caso seja
necessário retificar o discoT a espessura
mínima antes da operação deve ser de
aproximada mente 21,1 mm, para que a
remoção de material permita a utilização
do disco ainda dentro das medidas
especificadas.

Inspecione também o disco quanto


â empenamentos: com um relógio no relógio comparador em uma volta
comparador com base magnética, completa do disco não deve ser superior a
verifique o desvio de batimento medido a 0,15 mm. Se for necessário retificar ou
aproximada mente 2 mm da circunferência substituir os discos, remova-os, oomo
externa do disco. A máxima variação fida descrito a seguir

Remoção dos discos de freio


1- Com uma chave 19 mm, solte os 2- Solte os parafusos de fixação do disco
parafusos de fixação da pinça de freio à defreioaocubode roda e remova -o;
manga de eixo e desloque a pinça. Não Limpe a superfície do disco e do cubo de
deixe a pinça apoiada pelo flexível ; roda.

Instafação dos discos de freio


3- Instate a roda dianteira e seus
1- Posicione o disco no cubo de roda e parafusos. Ainda não aplique o torque
aperte seus dois parafusos de fixação com final;
12Nm;
4- Abaixe o veículo e aperte os parafusos
2- instale a pinça de freio na manga de eixo de roda com 86 Nm para as rodas de aço
e aperte seus parafusos com 105 Nm; ou 98 Nm para as rodas de liga leve.

3ô> 2000
Sistemas Mecânicos

Inspeção do desgaste dos componentes do freio traseiro


Parafuso? do lambor
-
1 Posicione o veículo no elevador;

2- Remova as rodas traseiras; jl *


Tambor removido E
. Sri
.
.
Li.
r
Vv*5.
3- Com uma chave 12 mm solte os
parafusos de fixação do tambor de freio
< traseiro ao cubo de roda. Remova
tambor;

Inspecione visualmente o tambor Tambor de freio


de freio quanto ã existência de trincas,
ranhuras ou deformações. Meça o
diâmetro do tambor em pelo menos quatro
pontos distribuídos porsua circunferência.
O diâmetro máximo admissível é de 230 B&s. iíí
mm. Se for necessário um trabalho de *
&
retifica, o tambor após a operação deve
,
4- m
apresentar diâmetro máximo de 229,5 '

mm.
/
Guarnições de freio

ix. 230 mm

Inspecione as guarnições de freio,


Caso possuam espessura inferior a 2,0
mm as sapatas devem ser substituídas,
como indicado a seguir:

mecânico
6 30 2000
Sistemas Mecânicos

Molas das sapatas

4- Solte, com uma chave de fenda, as (#


mo las de retenção superiores e inferiores
das sapa tas de freio;

5- Solte as molas e pinos de retenção das


sapatas de freio e remova a sapata
dianteira inicialmente;

6- Remova o dispositivo automático de


ajuste das sapatas;

7- Rara soltar a sapata traseira, solte a Na instalação execute o


extremidade do cabo do freio de procedimento inverso. Aplique o torque de
estacionamento da alavanca da sapata. 12 Nm nos parafusos de fixação do tambor
Remova a sapata traseira; de freio ao cubo de roda.

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BORFLEX IN D COM. DE ARTEFATOS DE BORRACHA LTDA.
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AV. FUNDIBEM. 410 - B. MICRO INDUSTRIA- DIADEMA- SP CEP: 09961-390 PABX (11) 4061-6300 FAX: {11)4061ÿ209

mecânica
O 40 l> 2000
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oSCTt m rA
O sistema de direção do Stilo funcionamento predisposta. Por meio das
possui assistência elétrica, diferente da informações fornecidas pelos sensores, a
eletro-hidráulica presente em alguns central identifica o sentido de rotação do
veículos modernos e também da volante e determina a corrente de
tradicional direção hidráulica. Porém tem alimentação do motor elétrico, de forma a
a mesma função de reduzir o esforço físico obtero efeito de assistência desejado.
do condutor nas operações de
esterçamento do volante de direção. O interruptor CtTY, localizado
próximo à alavanca de mudança de
O sistema é constituído por uma marchas, permite a seleção da intensidade
caixa de direção convencional, do tipo de assistência do dispositivo de direção
pinhão e cremalheira; um motor elétrico elétrica. Quando selecionada a opção
que aciona uma crema lheira aplicada à CITY, a atuação da servo-assistência é
coluna de direção: um sensor óptico de feita deforma maís intensa, o que aumenta
torque; um interruptor para seleção do o torque executado na coluna de direção
modo de assistência (CITY) e uma central em manobras a baixas velocidades, como
eletrónica que gerencia todo o em casos de manobras de estado na-
funcionamento do sistema, mento do veículo. A função CITY somente
estará habilitada para velocidades
A central eletrónica controla o inferiores a 70 Km/h .
sistema baseando-se em uma lógica de
Funcionamento do sistema
No instante em que o condutor sua posição instantânea. O sistema utiliza
aplica um torque no volante para esterçar também as informações do sinal D+ do
as rodas , o sen so r ó ptí co d e torção p erm ite aiternador e do sinal de velocidade
que a central eletrónica reconheça a sua (proveniente do VSS) para completar suas
intenção. A central, então, solicita ao variáveis de entrada. Estes sinais são
servo-motor a assistência necessária para compartilhados pela rede CAN, De posse
reduzir o esforço executado no volante. destas informações a central eletrónica da
direção determina a estratégia de
O servo-motor envia para a central acionamento do servo-motor, que
eletrónica da direção um sinal que informa efetivamente atuará na cremaíheira da

O 41
Sistemas Eietrícosÿ}

coluna de direção e reduzirá o esforço análoga, se o veículo desenvolver


físico do condutor nas manobras de velocidade baixat o retomo para a posição
condução do veículo. zero se dará deforma rápida

Existe também a função de “retorno ativo", O veículo, quando em movimento,


que garante o retomo do volante ao seu tem a força de resistência das rodas
"ponto zero", após a realização de uma reduzida à medida que a velocidade
manobra. Esta estratégia está relacionada aumenta. Portanto, a central eletrónica da
à velocidade do veículo, uma vez que se o direção utiliza o sinal de velocidade do
veículo desenvolver alta velocidade, o veículo para controlar a variação da servo-
retorno para a posição “zero” será assistência.
realizado de forma ma is lenta. De forma

O sensor óptico

O conjunto do sensor é composto solidário ao eixo de saída estão fixados os


por dois discos acoplados. Um disco é dois sensores receptores de luz. O
solidário ao eixo de entrada, voltado para o pequeno deslocamento relativo destes
volante, e o outro disco é solidário ao eixo discos, ocasionado pelo torque aplicado
de saída (parte inferior da coluna de ao volante peio condutor, faz com que a
direção). No disco solidário ao eixo de absorção de luz seja aiterada, o que
entrada estão localizados os dois permite á central eletrónica da direção
emissores de luz (LEDs). No disco identificar o torque aplicado no volante.

FONTE DE LUZ A FONTE DE LUZ B


ENTRADA PROVENIENTE
0 DO VOLANTE
1

L J
DETECTOR A

DISCO DE SAÍDA
/
SAÍDA PARA A
COLUNA DE DIREÇÃO
ISCO DE ENTRADA
DETECTOR B

mccôntco
O 42 J 2000
Sísfemas Elétricos

A central eletrónica da direção Luz espia da direção eléuica


também é capaz de controlar a amplitude
das oscilações geradas na coluna de
direção após uma manobra no volante. n
Este controle é realizado pela atuação no
servomotor. Esta estratégia de
amortecimento está relacionada à
velocidade do veículo e ao tipo de piso.
Portanto, caso o veículo desenvolva alta
velocidade, o controle do amortecimento
será maior, devido aos harmónicos com
alta amplitude. Caso contrário, a
assistência de amortecimento será menor.
A servo assistência somente será
habilitada se a central eletrónica da trifásrco auto-comutado (sem escova) e o
direção receber o sinal proveniente do D+ rotor (induzido) é um imã permanente. A
do altemador. Em caso de falha no sensor corrente elétrica no motor poderá chegar a
de velocidade, a central eletrónica da 70 A com frequência aproximada de
direção adota uma assistência padrão com 18kHz,
valor de velocidade fixo em 60 km/h,
As linhas de alimentação da central
Existe, no painel de instrumentos, são protegidas por um maxí-fusívei
uma luz-espia de sinalização que indica colocado na central do vão do motor, A
“avaria na direção elétrica'’, alimentação sob chave é protegida por um
fusível específico, também na central do
O motor elétrico é do tipo síncrono vão do motor.

mccfloica
6 43 y 2000
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ND Componente

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Radiador
Eletroventilador
Reservatório de expansão
Mangueira inferior do radiador aNTcõmponente

44
Mangueira superior do radiador
Válvula termostática
Sensor de temperatura do motor
Bomba d'agua

P mecânico
2000
Sistemas Mecân/cos

Substituição do líquido de arrefecimento


Esta operação deve ser realizada
prefe ren da I me nte com o motor frio.
Drenagem Engate rápido da mangueira inferior

1- Remova a tampa do reservatório de


expansão;

2- Pressione ma nu aim ente as moías do engate


rápido da mangueira inferior do radiador e
recolha o líquido de arrefecimento em um
recipiente adequado;

3- Conecte novamente o engate rápido da


mangueira inferior do radiador assim que o
fluido pare de escoar;

4- Abra a torneira de sangria da mangueira de * JflHBi.

retomo de água do aquecedor interno e a


torneira de sangria no radiador. Feche-as após
todo o fluido ter sido escoado.

A bastecimen to
1- Abasteça o sistema com uma solução por 2 vezes. Caso o eletroventiíador
composta por 30% de aditivo e 70 % de água permaneça acionado contmuamente, realize
potável. Portanto, abasteça-o com 2,1 litros de r ova mente o proced ime nto de sangria ;
aditivo para veículos com ar condicionado e 1 ,9
litros de aditivo para veículos sem ar 5- Desfigueo motor;
condicionado. Complete com âgua potável e
observe se será alcançada a marcação 6- Verifique novamente o nível do liquido de
superior no reservatório de expansão; arrefeci mento, completando-o se necessário.
Caso o motor esteja aq u ecid o , o si ste m a estará
2- Tampe novamente o reservatório de pressurizado. Portanto, para evitar risco de
expansão; acidentes, desenrosque lentamente a tampa
para que a pressão do sistema diminua.
3- Desligue o aquecimento interno do Somente com o sistema despressurizado retire
ha bitácu lo e o ar oondidonado: a tampa. O nível do líquido de arrefecimento
deve alcançar a marca superior se o motor
4- Dê partida no motor e aguarde alê que o estiver aquecido. Se estiver frio, o nível deve
eletroventiíador do radiador seja acionado estar no centro do campo graduado.
Sistemas Mecânicos

Substituição da bomba d’água


Ésta operação deve ser realizada com Parafusos da fixação da bomba d'água
o motor frio.
Remoção
1- Drene o líquido de arrefecimento, conforme
indicado no item "Substituição do Líquido de
arrefecimento”, nesta seção; warn
2- Remova a correia dentada de distribuição.
Consulte a seção '‘Substituição da Corneia I
Dentada’ (página 19);
wf7vI
3- Com uma chave alien 5 mm, solte os três
parafusos de fixação da bomba d 'água;

4- Remova a bomba d’água e seu anel de


vedação (o1ring);
mV

instalação
1- Inspecione e limpe a superfície de d’água com uma chave Alien 5 mm. Aperte-os
assentamento da bomba d'água; com 7 N.m;
2- Unte Eevementecom vaselina o novo anel de 5- Instale a correta dentada, conforme indicado
vedação da bomba d água; na seção “Substituição da Correia Dentada"
(página 19);
3- instale a nova bomba dlãgua manualmente.
A cavidade da bomba d'água se encaixa na 6- Abasteça o sistema de arrefecimento,
saliência da bomba de óleo; conforme indicado no item “Substituição do
Líquido deArrefeci mento", resta seção;
4- Instale os parafusos de fixaçao da bomba

Substituição da válvula termostática


Remoção
1- Drene o líquido de arrefecimento, conforme B O
indicado no item "Substituição do Líquido de
arrefecimento", nesta seção;
Lw.
2- Remova a corneia dentada de distribuição.
Consulte a seção "Substituição da Corneia
Dentada’ (página 19);
r.'i
3- Remova a tampa de válvulas segundo a
sequência indicada; B B a

40 2000
Sistemas Mecânicos

4- Com uma chave fixa 22 mm, trave o eixo Remoção do parafuso da polia do comando
comando de válvulas e remova o parafuso de
fixação de sua polia dentada com uma chave r
17 mm; J f

PoSia do comando removida


Japy*WA
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*A m
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A
rO
£
I:

5- Remova a polia de nta da do eixo comando de


válvulas;

Cobertura anterior removida


6’ Com uma chave Torx T-30, solte os
parafusos de fixação da cobertura posterior da
corneia dentada e remova a própria cobertura; £39
7- Solte a mangueira da carcaça da válvula ME'.
termostática;
8- Solte os parafusos de fixação da carcaça da 'V
t
válvula termostática e remova-a;
ts
rw
9- Remova o a n el de vedação e a j u nta ; \W
10- Limpe a região de alojamento da válvula yz
termostática no cabeçote,

Instalação
1- Antes de Instalar a nova válvula a- Instale a tampa de válvufas segundo a
termostática, unte com vaselina seu novo anel sequência indicada;
de vedação;
2- Instale a nova válvula termostática e seu
O B B
anel de vedação;

D
vv,
3- Instale os parafusos da carcaça e aperte-os
comlSNm;
£
4- Instale a mangueira da carcaça da válvula
termostática; try. r,>

5- Instale a cobertura posterior da correia


dentada e aperte seus parafusos;
0 a B
6- instale a polia dentada do eixo comando de 9- Instale a oorreia dentada, oonfbmne indicado
válvulas; na seção “Substituição da Corroía Dentada'
(página 19);
7- Fixe o eixo comando de válvulas com uma
chave 22 mm e, com uma chave 17 mm, aperte 10- Abasteça o sistema de arrefecimento,
o parafuso da polia dentada do comando de conforme indicado no item "Substituição do
válvulas; Líquido de Arrefecimento'’, nesta seção.

mocoolca
O «D 2000
Reguladores de pressão r«Ti [Ta rÿTi M

Exclusivo tratamento para tinha Álcool e Gasolina r


A | LP * mantém o mesmo padrão
interno para todos os modelos:
1 l Conexão p/ o coletor
M
u
\ de admissão
2 Mo la de pressão %
2 3 Diafragma
4 Anel oring de vedação 4
S Ritro tela da admissão
6 Entrada de combustível

$
7
S 7 Oring de vedação retorno
â Retomo de combustível ¥
Xt
O regulador de pressão é responsável por manter a
pressão do circuito de combustível de forma compatível !
com a p ressão i deal pa ra o fu nci or a m e nto dos bicos v
injetores. >
Internamente os reguladores de pressão possuem
duas câmaras isoladas entre si por um diafragma onde
uma fica em contato com combustível e a outra com o
I
vácuo do coletor de admissão; em sistemas onde o
*
regulador esteja montado junto à bomba, não se utiliza
este recurso.
\
Os reguladores LP são construídos em aço inoxzamak
e aço carbono beneficiados por processo de tratamento
térmico e químico conferindo-lhe altíssima resistência a
corrosão.

Com diafragma e anéis em Viton aliado ao sistema de Visite nosso site:


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radouro com gasolina ou álcool. www.Ip.ind.br

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*

e recuperação de vapor

SAC (sistema de alimentação de


combustível) é a nomenclatura adotada por
Mecânica 2000 para designar todo o conjunto
dos componentes que armazenam e
conduzem o combustível desde a sua entrada
no bocal de abastecimento do tanque até seu
destino final enquanto combustível: o interior
do motor,

Bomba de combustível
Canister
Eletroválvula de purga do canister
©- Hí Tubo distribuidor
Eletroinjetores
Linha de vapor
Linha de alimentação
Borboleta motorizada

Ô> ,L_J
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m,
IMÉ

mecânico
O 49 > 7000
Sísfemas Mecânicos

Tanque de combustível e bocal de enchimento


O tanque de combustível aloja a para o canister No boca! de enchimento do
bomba de combustível , Possui duas saídas de Ianque de combustível estão localizadas três
vapor de combustível que são direcionadas mangueiras: abatecimento, respiro eladrão.
Tanque de combustível Bocal de enchimento

itr

Tubo distribuidor e eletroinjetor de combustívei


Localização do tubo distribuidor e dos
elotroinjetcres dc combustível

O eletroinjetor de combustível é
responsável pela injeção pulverizada de
combustível no coletor de admissão. Os quatro
eletroinjetores estão montados no tubo VA
distribuidor de combustível.

r


Tubo distribuidor Eletroinjetor

mgcãntco
6 60 } 2000
rBomba de combustível
*
k\
KV v
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J Tfi > . v
ILvA
v,®
\
I Sistemas Mecânicos

A bomba de combustível está


localizada internamente ao tanque de
combustível, O medidor do rivet de Ó\
combustível está acoplado á bomba assim
como o regulador de pressão do combustível.
Com o regulador de pressão dentro do tanque,

veícuio) e aumentando a vida útil do
a linha de retomo não precisa ir até o componente (quando o regulador de pressão
compartimento do motor* economizando está instalado no compartimento do motor, a
material, diminuindo o risco de acidente (um temperatura é muito alta). O filtro de
condutor de combustível a menos debaixo do combustível está integrado à bomba.
Localização da bomba de combustível Bomba de combustível

I p m
Regulador de pressão
V )
y
.
vÿÿiiíiS-ÿ
aebflí
n Regulador de pressão
LP-47215/245

m
pre&são de operação: 3,0 bar
w
Filtro de çqmby&tível: interno go corpo da
bomba

ft J
A|
l

\
\ J <
O frltro de combustível é incorporado à
bomba e sua vida útil deve ser a mesma que a
da bomba de combustível, o que dispensa a
necessidade de substituição periódica,

II
mecftftíco
O 51 > 2000
Sistemas Mecânicos

Sistema de recuperação de vapor


O circuito tem a função de recuperar o seu baixo peso específico, para o canister.
vapor proveniente do tanque de combustível onde é retido e liberado no instante em que a
para minimizar seus efeitos poluentes na válvula CANP se abre. fluindo até o coletor de
atmosfera. O combustível contido no tanque admissão para ser queimado na câmara de
evapora oontinuamente, devido â sua alta combustão.
volatilidade. O vapor formado flui, devido ao

/ 2
Eletrovátvula ÇANP
LocalÈzaçao da CAMP
8VI /

«Éi A eletroválvula de purga do canister é


utilizada para controlar a vazão de vapor de
combustível para o coletor de admissão,

Can/ster
Localização do canister: na caixa da roda
traseira direita, sob o carpete
T
i L

•V t I
ativador é
Composto por um filtro de carvão
responsável pela absorção e
retenção do vapor de combustível e evita assim
Wã sua e m i ssão para a atmosfe ra .

mocofttca
O 52 ;> 2000
Sísfemas Mecânicos

Diagrama elétrico da bomba de combustível


Coneevor eíètrioo da bomba

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Localização do IICC
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elétrico que desativa o circuito elétrico da
bomba em caso de colisões.

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2000
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1
Ar condicionado
Descrição Valores
Parafuso de fxação da tubulação ao compressor. 35 N.m
Fixação do presscstato á tubulação. BN.m
Porca de fixação do tubo conde nsador/evaporador à válvula de expansão. 9 N.m
Porca de fixação do tubo de saída do evaporador à válvula de expansão. 9 N.m
Porca de fixação do tubo de saída do evaporador ao tubo do compressor. 9 N.m
Porca de fixação do suporte do tubo condensador/evaporador á carroceria. 9 N.m
Porca de fixação da presilha de sustentação do tubo condensadorfevaporador no
painel de fogo. 9 N.m
Porcas de fixação das tubulações ao conde nsador. 9 N.m
Parsfusos de fixação do compressor ao suporte 20 N m
Parafusos de Fxação do suporte do compressor ao bloco do motor 35 N.m

Dli
Descrição Valores
Parafusos de fxação da caixa de direção à travessa da suspensão. 85 N.m
Parafusos de fixação do dispositivo de comando elétrico da direção á travessa. 22 N.m
Porca de fixação tfo tirante de negutagem de convergência da caixa de direção. 50 N.m
Porca de fixação do volante da direção à coluna. 50 N.m
Parafuso de fixação coluna de direção ao pinhão da caixa de direção 55 N.m
Parafuso de fixação da árvore intermediária ao dispositivo de comando elétrico da 50 N.m
direção.

Freio
Descrição Valores
Parafuso de fxação do espaçador ã haste do corretor de frenagem. 11 N.m
Porcas de fixação do cilindro mestre ao servofreio. 20 N m
Porcas de fixação da pedaleira ao servofreio/painel de fogo 22 N.m
Parafusos de fxação do suporte da central ABS á carroceria. 25 N.m
Parafusos de fxação da pinça de freio dianteira ao montante. 105 N.m
Parafusos de fixação da pinça de freio traseira ao montante, 57 N.m
Parafusos de fxação do anteparo do disco de freio ao montante dianteiro. BN.m
Parafusos de fxação do anteparo do disco de freio traseiro/montante ao eixo traseiro 125 N.m
Parafusos de fxação do cavalete ao corpo da pinça de freio dianteira, 33 N.m
Parafusos de fxação do cavalete ao corpo da pinça de freio traseira. 33 N.m
Parafusos de fxação do cilindro de roda ao espelho de freio 8 N.m
Parafusos de fxação do corretor de frenagem ao suporte na carroceria 25 N.m
Parafusos de fxação do disoo de freio ao cubo da roda dianteira 12 N.m
Parafusos de fxação do disco de freio ao cubo da noda traseira 12 N.m
Parafusos de fxação do espelho de freio ao montante da roda traseira 25 N.m
Parafusos de fxação do tambor de freio ao cubo da roda 12 N.m
Conexão dc tubo flexívei da pinça dianteira ao tubo rígido. 16 N.m
Conexão do tubo flexívei da pinça traseira ao tubo rígido. 16 N.m
Conexão do tubo flexível de freio da pinça dianteira. 16 Nm
Conexão do tubo flexível de freio da pinça traseira. 16 N.m
Conexão do tubo rígido ao cilindro de roda 16 N.m
Conexão do tubo rígido ao corretor de frenagem 16 N.m
Conexões dos tubos rígidos ao cilindro mestre. 16 N.m
Conexões dos tubos rígidos na cenlrai ABS. 16 N.m
Parafuso de fxação do sensor de rotações ABS da roda dianteira. 7 N.m
Parafuso de fxação do sensor de rotações ABS da noda traseira. 7 N.m

O «D mocflftico
2000
Sistemas Mecânicosÿ

Motor
Descrição Wlores
Bujão da válvula de alívio da bomba de óleo 30 N.m
Bujão de dreno do óleo do motor 12 N.m
Interruptor da luz indicadora da pressão do óleo 30 Nm
Porca de fixação do ooEetor de admissão 20 Nm
Porca de fixação do ooEetor de escape 20 Nm
Parafuso de fixação da bomba drágua 290 N.m
Parafuso de fixação da bomba de óleo. 7.0 N.m
Parafuso de fixação da chapa de retenção do eixo comando de válvulas 5,5 N.m
Parafuso de fixação da polia dentada do eixo oomando de válvulas 45 N.m
Parafuso de fixação da tampa anterior da correia de distribuição 6 N.m
Parafuso de fixação da tampa da bomba de óleo 7 N.m
Parafuso de fixação da tampa traseira do cabeçote superior 9 N.m
Parafuso de fixação das tampas plásticas de proteção superior e inferior da correia
de distribuição 4 N.m
Parafuso de fixação do cárter 10 N.m
Parafuso de fixação do coxim do silencioso traseiro. 50 N.m
Parafuso de fixação do pescador da bomba de óleo 8 N.m
Parafuso de fixação do suporte do coxim lado motor 55 N.m
Parafuso de fixação do suporte do tensor móvel da corneia dos órgãos auxiliares 35 N.m
Parafuso de fixação do tanque de combustíveí 24 N.m
Parafuso de fixação do tubo do blow-by 7 N.m
Parafuso de fixação do volante do motor 35 N.m+ 30a + 15°
Parafuso de fixação dos mancais da árvore de manivelas 50 N.m +45°+ 15°
Parafuso e a porca de fixação do motor de partida 24 N.m
Parafuso fixação do cabeçote 1.6 5V. Obedecer a ordem de aperto indicado na figura 25 M m + 130° + 10*
Parafuso fixação do tensor móvel da correia dentada 20 N.m
Parafusos de fixação da polia da árvore de manivelas (roda fónica) 95 N.m +30°+ 15°
Sensor de detonação 20 N.m
Parafusos de fixação cárter ao suporte união (caixa seca) 38 N.m
Parafusos de fixação da central airbag ao túnel central. 9 N.m
Parafusos de fixação da polia da árvore de manivelas (roda fónica) 95 N.m+300+15*
Parafusos de fixação do ooxim dianteiro do tubo intermediário/catalisador 30 N.m
Parafusos de fixação do COxim lado distribuição 50 N.m
Parafusos de fixação do coxim lado distribuição ao suporte rígido no motor 60 N.m
Parafusos de fixação do reservatório de expansão 8 N.m
Parafusos de fixação do protetor do motor. 35 Nm
Parafusos de fixação tampa de válvulas 8 N.m
Parafusos de fixação do suporte união ao btoco motor 7 N.m
Parafusos de fixação inferior do altemador ao suporte da semi-árvone intermediária 35 N.m
Parafusos da fixação do suporte rígido lado distribuição ao bloco 55 N.m

Suspensão
Descrição Valores
Parafusos de fixação do amortecedor dianteiro ao montante da suspensão. 70 N m
Parafusos de fixação da barra estabilizadora à travessa da suspensão. 25 N.m
Parafuso de fixação do amortecedor traseiro ao eixo, 110 N.m
Parafuso de fixação da rótula inferior da haste do corretor ao eixo da suspensão 25 N.m
Porca de fixação do amortecedor dianteiro à camoceria. 40 N.m
Porca de fixação do amortecedor traseira à carroceira. 25 N m
Porca de fixação do ooxim ao amortecedor dianteiro. 60 N.m
Parafuso da fixação dianteira do braço oscilante à travessa da suspensão. 120 N.m
Parafuso da fixação traseira do braço oscilante á travessa da suspensão. 120 N.m
Porca de fixação do terminal da caixa da direção ao montante da suspensão, 40 N.m
Porca de fixação do tirante de ancoragem (bieEeta) à barra estabilizadora dianteira. 50 N.m
Porca de fixação do tirante de ancoragem (bleleta) ao amortecedor dianteiro. 50 N.m
Parafuso de fixação do pino esférico (pivó) ao montante, 70 N.m
Parafusos de fixação da travessa da suspensão à carroceria (traseiros). 150 N.m
Parafusos de fixação do eixo traseiro à carroceria. 50 N.m

mgcãoico
O SiO 2000
Sistemas Mecânicos )

Transmissão
Descrição Vá bores
Parafusos de fixação das rodas em chapa. 86 N m
Parafusos de fixação das rodas em liga, 96 N.m
Porca de fixação do tirante de reação ao câmbio. 75 N.m
Parafusos de fixação do suporte da semi-ârvore intermediária ao bloco do motor 35 N.m
Parafusos de fixação da semi-árvore intermediária ao suporte. 30 N.m
Porca de fixação do cubo da roda traseira ao montante. 260 N.m
Parafusos de fixação da junta homodnética lado câmbio à flange do câmbio. 40 r0 N.m
Parafusos da fixação horizontal do coxim do câmbio. 60 N.m
Parafusos da fixação vertical do coxim do câmbio, 85 N.m
Parafuso de fixação do tirante de reação do câmbio ao pavimento 135 N.m
Parafuso de fixação do platõ da embreagem 15 N.m
Parafuso de fixação da chapa de reforço ao suporte rígido do câmbio. 15 N.m
Porca de fixação da junta homocinética ao cubo da nod a/montante, 290 N.m
Parafusos de fixação do suporte do tirante de reação ao câmbio. 75 N.m
Parafusos de Fixação do suporte rígido ao câmbio, 35 N.m
Bujão de abastecimento do óleo do câmbio 36 N.m
Bujão de dreno do óleo do câmbio 36 N.m
Porca de fixação do coxim do câmbio ao suporte. 105 N.m

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Fusíveis reservas Localização da cai«a de ralés a fusíveis do


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Fusíveis

O Relés
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O sO mecânico
2000
Sistemas Elétricos

Fusivei
12 1S Farol baixo direito
13 15 Farol baixo esquerdo
31 7.5 Luzes de ré / Sensor de estacionamento I Rádio / Relê do ventilador interno
(relé 8)
32 15 Centrai das portas dianteiras (vidro elétrico, trava mento e interruptores)
33 20 Vidro elétrico traseiro esquerdo
34 20 Central das portas traseiras
35 7.5 Cruise control / interruptor do pedal do freio
36 20 Central das portas traseiras
37 10 Luzes de freio f Brake light f Quadro de instrumentos / Centrais dos faróis
38 10 Trava mento / destrava mento do porta -malas
39 10 Rádio f Luzes internas / climafeador f Sirene e sensores do alarme
40 30 Vidro traseiro térmico
41 7,5 Não utilizado
42 7,5 Sensor de velocidade / ABS / TC / ASR l ESP
43 Limpador do pára-brisa I vidro traseiro
44 20 Acendedor de cigarros
45 20 Acionamento do Sky Window
46 20 Acionamento do Sky Window
47 20 Vtdro elétrico dianteiro esquerdo
48 20 Vidro elétrico dianteiro direito
Sensores: estacionamento; chuva; crepuscular / Cíímatizador / Iluminação
49 7,5 dos comandos do Sky Window I Interruptor das luzes de emergência /
iluminação interna / iluminação do interruptor CITY
50 7,5 Central do air-bag
51 7,5 Não utilizado
52 15 Limpador / lavador do vidro traseiro
53 10 Luzes de emergência / Luzes de direção / Quadro de instrumentos

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1 Farol baixo
11 Aquecedor traseiro térmico
12 Acendedor de cigarros e limpador de pára-brisa / vidro traseiro
13 Acionamento dos vidros

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Fusíveis

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Sistemas Elétricos

Maxi-fusível I Amperes [ Aplicação


1 ao Nó do freio (NFR)
2 70 Central da direção elétrica
3 20 Comutador de ignição
4 Não utilizado
5 Não utilizado
6 30 Velocidade baixa do Eletroventilador
7 50 Velocidade alta do Eletroventilador
8 30 Eletroventilador do climatizador

Fusível |Amperes | Aplicação


9 20 Reserva
10 15 Buzina
11 15 Eletrovãivula de purga do canister
14 10 Farol alto direito
15 10 Farol alto esquerdo
16 7,5 Alimentação pós chave do MC
17 10 Alimentação através do relé principal para o MC
18 7.5 Alimentação direta do MC
19 7,5 Compressor do A/C
21 15 Relé da Bomba (relé 10)
22 15 Injetores de combustível e bobina de Ignição
23 Não utilizado
24 10 Direção elétrica
30 15 Farol de neblina

2 Farol alto
3 Buzina
5 Compressor do ar condicionado
8 Eletroventilador da caixa de ar do climatizador
9 Relé principal do sistema de injeção
10 Relé da eletrobomba de combustível
14 Farol de neblina

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12V «Mil MW

I Localização da caixa da fusíveis da bataria

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Fusivel I
70 150 Proteção consumidores ligados ao compartimento do motor
71 70 Proteção consumidores ligados à caixa de relês e fusíveis do painel
72 60 Proteção consumidores ligados á caixa de relés e fusíveis do painel
73 Não utilizado

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Localização dp fpIO 34: ftxatJq ap ladQ
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Relé ÈH
34 Relé da ventilação interna

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n-3 Inf a Fine -se através
do Tel even das
(3112121 0777
on acesse;
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Teoria do sistema e injeção eletrónica.
mecfloíoo
6 60 2000
IN líf
Teste de

O aKo nível de segurança, conforto e condições de operação ou necessita


conveniência disponibilizados nos modernos manutenção ou substituição.
veículos atuais tem exigido a instalação de
cada vez maís equipamentos elétricos. Isso Pode ser equipado com impressora
gera alta demanda tanto no alternado r quanto (equipamento opcional específico), permitindo
na bateria, Para garantir um seguro fornecer aos clientes uma cópia do resultado
funcionamento de todo o sistema, a BOSCH dos testes.
disponibíliza novos equipamentos de testes,
Testador de baterias
comoo Testado r D igita I de Bate ria BAT 121,
O Testador BAT 121 é um versátil
equipamento que permite o teste rápido e
preciso em baterias de veículos leves a
pesados, motos, entre outros,
•A
O teste de carga de bateria pode ser
realizado em 10 segundos pelo método da
••

W
condutância (não requer corrente da bateria),
tem sequência automática de testes e fornece
análise dos resultados de fácil compreensão,
informando se a bateria está em boas

Monitoramento com o Testador Digitai de Bateria BAT121

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Menu Principal BAT 121 - com Na opção Teste de bateria se inicia os parâmetros para a realização
opções de teste de bateria, teste de dos testes, como a corrente de arranque a frio, a norma na qual o teste
allernador. voltímetro, configuração será realizado ( EIM, SAE, IEC, J IS e DIN) e a faina de temperatura de
e utti mo teste realizada . operação da bateria .

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V
Na opção Teste do gerador Sã avalia a carga de partida do motor, Os Moniloramento da tensão
consumidores ese obtém oresultado do teste. de bateria.

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Pontos de
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Aíerramento 71
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“ <1 líA,
Some B do eletroventilador do radiador
Borne B2 da direção elétrica

«TI- Polo negativo da bateria

Aterramento 72
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Borne 5 do fanol direito
Borne 5 do fanol esq ucrdo
Borne &6 do relé do ventilador interno (Relé 8)
WL Borne 1 da embreagem do A/C
í7 Borne 1 da buzina _
BomeA7 interruptor de múltipla função
Borne 2 do motor do limpador do pára-brisa
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T2- Próximo é torre do
amortecedor esquerdo

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6 2000
Sistemas Elétricos

Aterramento 73
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K rí
, Some 30 do relé da ventilação interna (Relé 34)
Born© 86 do relé da ventilação interna (Relé 34)
Born© 1 do controlador da velocidade do ventilador interno
Borne 11 do contratador do A/C
Bome 3 da iluminação do controlador do A/C

Mi W
* T3- Túnel central do lado do
motorista

Aterramento 74
Borne K8 do BC
Born© K9 do BC
Borne B6 do inter uptor de múltipla função
Born© C5 do interruptor de múltipla função
Borne 2 do interruptor das luzes de emergência
Borne 86 do relé de exclusão {relé 12)
Bome 2 da luz do cinzeiro
Borne da luz do porta luvas
Borne B5 do interuptor de múltipla função
' T4- Túnel central do lado do
passageiro

Aterramento 75

n Bome 7 da luz de oortesia dianteira


Bome 3 do acendedor de cigarros
Borne 9 do interruptor CITY

iSLi í* Borne A1 9 da central da porta do motorista


Borne A1 9 da central da porta do passageiro
Borne B7 da central da porta do passageiro
Borne 1 do interruptor inercial

T5- Atrás do porta luvas

Aterramento 76 Borne 6 da lantema traseira esquerda


Bome 3 da luz de placa
r Bome 2 da luz de freio superior
Borne 1 da luz de neblina traseira esquerda
Borne 1 da luz de neblina traseira direita
. V Borne 7 da luz de oortesia traseira
Borne B do desombaçador do vidro traseiro
Borne B7 da central da porta do motorista
f St Borne Y B1 da central das portas traseiras
Borne Y CS da central das portas traseiras
* Trava elétrica traseira esquerda
Borne 3 da trava elétrica do porta malas
T6- Proximo á lantema traseira Borne 1 do motor do limpador do vidro traseiro
esquerda

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O 7000
Sísfemas Elétricos

Aterramento 77
L _ j>

r K
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A
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«V, Borne 6 da lanterna traseira direita
Trava elétrica traseira direita

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—a T7- Próximo à lanterna traseira
direita

Aterramento T8

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Borne M42 do MC
Carcaça do MC

— * TB- Ao lado do Módulo de


Comando

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m* 152páginas
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I os componentes -
I - Testes de todos Substituição da
correta dentada.
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Sistema elétrico
*- |ij|
r EH - eletrónico
detalhado.
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Golf 1-6 o diagrama elétrico
Jn;eçãa
Sistema dc
do sistema de injeção eletrónica
BpscfJ rvtotronic (Wf 7.5.10 do veículo.
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Mí-H iípnncD**likf,íl Jlrfgwra /á 0 seu. Televendas: {31)2121-0777

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| Difusores de ar
WM Alavanca de comando das luzes extemgs
H Painel de instrumentos
gl Alavanca de comando do limpador l lavador do pãraÿbrisa
Interruptor das luzes de emergência
Buzina
|Airbag
lil Botões de comando das luzes e do display multifuncional
|?I Vão porta-objetos f Acesso á central
BUI Alavanca de reg ui agem do voia nte
] Chave de ignição e dispositivo de partida
ÍM Comandos para aquecimento, ventilação e climatização

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2000
Sistemas Elétricos

Painel de Instrumentos

Indicador de temperatura
Indicador do nível do líquido de arrefecimento
Conta-girOs de combustível do motor Velocímetro

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\ Display multifunnkmal
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tÿl Programa elefrônico de estabilidade
[:Ç] Srstema anli travamento das rodas
| Funçõc aní. deslizamento das redas
Ht3 Sistema da freios
C3 Avaria no sistema de controle do motor
| de posição e faróis!"Follow me home*
Luÿes
Faróis de neblina
EH ineficadores de direção (intermitentes)
F>1 Faróis altos
[<c3 Lufes traseiras de neblina
-
[:*1 Sistema de proteção do veículo Flat CODE
p£l Direção "dualdrivc”
KJ Avaria genérica
Carga da bateria
&1 Piloto automático
Velas de pné- aquecimento {sé para versões diesel)
Umidade no filtro (só para versões diesel)
Avaria CA (não disponível)
| Pressão de óleo do motor
E3 Lufes externas
[#] Desgaste das pastilhas de freio
[Cj Máxima velocidade consentida (sé mercado Arébia)
T—1 Fechamento incorreto das portas
Ai rbegs laterais traseiros desligados
m Avaria do airbag
Airbag do passageiro desligado
Cinto de segurança não colocado

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Sistemas Etétricos

Diagrama eíétrico do painel de instrumentos

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4t Berscmo Mar-Otot fl»flUifljptoníiqS&

41 BcrflKHOoMC
ÉKI
AZSI
<L Canada do rrtBrrLptordocto-
to de seguança do motntota
Inlaruptor do einln dp
"
115 Corrector elétrico do painel (tocaizado deteKo cta banco
SSgÿiançSW mfitttislB de instrumentos do motorista) _
a

- BO
1p
nEm
meoÃftícti
G *o 2000
Interruptoresi
Interruptor das luzes externas e setas
Luzes apagadas: extremidade na
posição O
Lampejador do farol alto: com a
extremidade na porção O puxar a
alavanca {posição instável)

Luzes do posição {faro totes):


extremidade na posição -Çf
v
'm

Luzes do direção

/
O

#
5D -
Í1 i»
K

Farei baixo: extremidade na


posição jO _
I
Seta esquerda
Seta direita

Dispositivo "Follow me home”: com


a chave da ignição na posição STOP
Farol alto (posição estável): com a CHI fora do tambor, puxe a aíavanca
extremidade na poaiçãe (D empurrar
a alavanca

r*
\ V

fBPMáíCfl
O 70 2000
Sistemas Elétricos

interruptor tío limpador e lavador do pára-brisa


Acionam finto do limpador do
pá ng -brisa

H Movimento único (posição instável)


Desligado
Funcionamento intermitente
Funcionamento continuo lento
Funcionamento contínuo veloz

r Lavador (esguicho) do pá ra -brisa;


puxar a alavanca (posição Inslável)

Ajuste de intermitência: gire a


extremidade

tu
L - ty tip#
k

'V
1 ríH 4
Q] Lavador (esguicho) do vidro traseiro:
sm aunar a alavanca (posição instável)

-
*\
1 Intermitência baixa
-
2 Intermitência lenta
-
3 Intermitência média
A - Intermitência veloz
K
rwB
i
Limpador traseiro intermitente: com
o comutador na posição Cp , empurre
a alavanca

«\
G?, ~ upÿ k
Tecla TRIP; auxiliar na navegação
e zerar informações no computador

- 'V

r
de bordo

M
rw

mecânico
G 72 > 2000
Sistemas Elétricos

Botões de comando

if)
V V
A
V
MODE
_ _
AB A'O A
V V V
MODE

V
Afc
V
A
V
MODE

íÿ> pr Oí #t> 0£ pi* 01


Regulagem rJa iluminação dos
Regulagem do alcance Botoes de correndo do
instrumentos de bordo, display ci spiny multifuncional
e botões de comando (reostato) dOS fanôis

£0 hp A £0 À<o A £0 hp A
MODE MODE MODE

V V V V V V V V V

ÍO pí 0$ £0 Pr 0£ í» Rc Qí

Luÿes traseiras
Faróis de neblina Luzes de estacionamento
de neblina

Tele vendas:

7?
1 i I ífâíWrM
A JJMÚUJlJZADUJtâ
3112121-0777
r1
*

ki i¥ à i. BW Dm 'JiJZSOD
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FIAT
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%
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Ml
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FORD
ÍL‘ GM
m PEUGEOT
m - i
m mm -V RENAULT
TIB m m
5f
vw
£3
Procedimentos completos
_y > t> F c>_
UI da manutenção dos sistemas de imobilização
nwcòfttofl
6 73> 2000
I riwl
A rede CAN aplicada ao STILO é -
Diminuição do número de
denominada MINI RLORE.N.C.E. e tern a coneclores e simplificação do projeto das
função de gerenciar as funções elétricas e ligações elétricas;
eletrónicas do veículo.
- Podem ser adicionadas novas
As vantagens da utilização da funções ao sistema e para isso basta
Rede CAN são: apenas mudar o Software de
geren cia mento;
- As informações são comparti¬
lhadas pela rede, eliminando sensores - Aplicação de várias regras para
similares e fios com sinais repetidos com diagnosticar problemas eletro-eletrõnicos
destinos diferentes; no veículo,

Aplicação do MINI FLORENCE no STILO

Existem duas redes de comuni¬ As centrais elétricas interligadas


cação d o tipo CAN: pela rede C CAN são:

- B CA N - ve locidade ba ixa (50 Kbit/s ) - Módulo de Comando;

- C CAN - velocidade alta (500 Kbit/s) - Direção elétrica;


A rede B CAN é composta por 2 -Body Computer
cabos elétricos onde seus sinais estão
sempre em oposição, ou seja, quando um Existe um resistor focalizado
está em nível alto de tensão o outro está localizado na caixa de fusíveis do vão do
em nível baixo. motor que é parte integrante do circuito
elétrico da Rede CAN, Ele tem a função de
As centrais elétricas interligadas absorver o sinal da rede, não permitindo
pela rede B CAN são: que o mesmo reflita e interfira no sinaí
posterior.
-Centrais das portas; LgçalizsçãQ tio Çta CAN
- Painel de instrumentos; i:
- Body Computer,
A rede C CAN também é composta
por 2 cabos elétricos onde seus sinais
estão sempre em oposição, ou seja,
quando um está em nível alto de tensão o
outro está em n ível baixo. >5 *
.4
£A

mocooioti
O *0 2000
o D
Painel de instrumentos 5?’
ET!
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0 Ep 3
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7 §J
53
M íltfl •TllR

Transforme o PC ou o Laptop de sua oficina enrt


uma estação de testes para a realização do
«
diagnóstico veicular com o ESÍ[tnonic] KTS C »'
550.

São três os modelos de scanners a utomotivos &


da BOSCH L KTS 520. KTS 550 e KTS 650- \
Veja na tabela abaixo as diferenças entre os
modelos;
«>:

KTS 550| KTS550 | KTS65Õ O KTS 650 tern todas as funçãos


Diagnóstico da unidades de comando X X X do rmodeto KTS 550. e possui tela
Multfmetro de 1 canaE (U/R/l) X X X "touch screen" para sua utilização.
MuitEmetro de 2 canais (U/i) X X sem a necessidade de conexão a
um computador externo,
Osciloscópio de 2 canais X X

O KTS 550 ó um scanner automotivo equipados para testar todos os protocolos de


que permite comunicação direta com as comunicação atuais, tais como os de Norma
centrais de comando existentes no veículo.
tanto de injeção eletrónica, quanto ABS, Air-
ISO -
para veículos europeus. Norma SAE
para veículos americanos ©japoneses e REDE
-
Bag, etc. CAN - para testes nos modernos sistemas
CAN-BUS dos veículos novos.
O equipamento requer conexão a um
PC ou Laptop via USB ou interface serial. Por possuir osciloscópio, permite a
realização de testes direta mente nos sensores.
Os módulos do ESI[troníc] estão

KTS 550 Localização do conectar de diagnóstico

HT M
*
*
£;ie
LJI
ri*i£
E

..

mgfiòjdga
O 76 2000
# BOSCH Sistemas Elétricos 8

O KTS-550 possibilita o monitora- Ligação direta através do cabo OBD


mento da injeção eletrónica, teste de ou através do cabo universal multiptexador
sensores e atuadores. consulta à memória de automático controlado por software, que
erros, e opção de se apagar a memória de elimina a complicada mudança do cabo de
erros. comunicação com os diversos sistemas.

Conector de diagnóstico
-Ur
E3‘

i ícariEKaE-VLiU

ratai

m
Sistema!unidade de
comando

Comando do motor
Bus+
az/vd
BUç-
az/am
UNI2
az/br
UNI1
azul
K
verde
7
L
amarelo
16
preto
4/5
mm
vermelho
ABS 7 16 4/5
Airbag 7 4/5 16
Comando cx. de vel, 7 4/5 16
Aquec./ ar condicion. 7 4/5 16
Bloqueio da ignição 7 4/5 16
A tabela adma representa as conexões do cabo multíplexador ao conectar de diagnose do veículo.

KTS 520 /
Diagnóstico eletrónico JT

com função multí metro


/ /
KS 550 J-
&
Diagnóstico eletrónico com funções
multí metro e osciloscópio de 2 canais í
I//

Equipamento* para diagnóstico rápido e eficiente do sistema de injeção


eletrónica de veículos nacionais e importados. BOSCH
Tecnologia para a vida
Bosch Diagnostics

Software Equipamen to Treinamento


ESlftromc] d* Tvstm Técnico
www.bosch .com .b r/b r/ equlte ste

mecftoícfl
O 77 2000
•M A
4
Caixa de retés e fusíveis do vão do motor

Bmil C
3 ,a
30 SE UI

IP.
Q
w o: LTLH. n

*
K • i|
3J

60
X

09
Ill n
EB
pi_r TJ

O
LJ Kl

Conector C Conectar D

_
ir

Ns
os crLr"
1

PI
os
!r:- ã7 i7|

Pino
T I
I
Função
iHflO uliiEBdÒ
Conectar C
EB,
Pino
1
ES

SSKJíWWi
Não utilizado
C oncctor D
[EB

2 Não utilizado 2 Nòo utilizado


3 Não utilizado 3 Não utilizado
4 Alimentação do compressor- do ar-condicionado 4 Alimentação do tantn de neblma esquerda
1

3
9
5
6
7
Comando do relã do compressor do A/C (nelã 5}
Não utlbzado
Alimentação da elelnovãlwule do canister
Não utlNrado
Alim. Key Sense ng central de injeção (linha 15/54)
8
9
5
6
7
Não utllzado

Nâo utiliza*?
Não utilizado
_
Alimentação do farol de nebl nn direilo
Alimentação da di repão elétrica

10 UobinH do relí? principal (pino HG do rela 9) 10 Alimentação do interruptor de marche rã


11 Bobinado nslé da bomísa (pino 36 cforelA 10) , Alimentação do interruptor de marcha rA e do relA do
11
Yl Bobina da rele pnnapal (p no 66 do ralé d) ventilador interno (ralé- 6)
13 Nãoutibzado 12 Ftelé de comando do farol aHo
H Não urtfaMdó li Nãouafeadb
15 Não utilizado I H I Nflo
16 Não utilizada 15 I . n ha 50 - dnlraU H de ei im. do motor de pa rtida
17
16
1C|

20
Não utilizado

_
Alimentação dos a feiram. etaraS e bcbi.na de ignição
-
Linha 50 salda da alimentação p> automático do motor
Não utilizado
16
17
18
19
20
Não utilizado
Não utilizado
Não utilizado
NãD utilizado
Não utilizado
Comando pt ativação da 2* velocidade do eletnoveritila- 21 Ftelé de wmsiiúr) do evieadar acústico (nelã 3)
dor do radiador 22 Alimentação do farol alto direito
22 Não utifizwlo _ 23 RftlÓ de cpma.níío do farol de neb..ra (rçlã 14;.
23
24
25
Alimentação [ linha 30 ) do M C
Não uti: irado
Não utilizada
___
24
25
Não utilizado
Alimentação do farol alto esquerdo
Alcrr. da bobina do rclé da ventilador interna ao
26 Não utirizado habrtáeolo
27

29
Não utirizada
Comendo p/ nelè de r vetoddade do eleirovenlilador
do radiador
Bobina do nelê da bomba (pino 35 do refcé 10)
27
28
29
30
Não utilizado
Não utilizado
__
_
Alimentação do avissdor brianal - tom alio

Linha 1 5J54 comutador de ignição


35 Borne 67 do rolO da bomba (rclú 10) 31 Alimentação para comutador do ignição
31 Alimentação do MC _ 32 Não utilizado _
M Mi ja
nwoòftíco
O 70
Sistemas Elétricos

Conect&r X Conectar ¥

HSfipVH
* m 2JS *

ffl.
Cone c tor X
3GEL_
A Não utilizado A Alia velocidade tio eletrovenÊIador do radiador
B Alimentação da ú rcçâo elétrica B N LIO utilizado
C Motor do ventilsdor interno C Baixa velocidade do eletroventilador do radiador

Conectores auxiiiares Ee F (Localizados abaixo da caixa de fusíveis do vão do moto r)

Corrector E Corrector F

& kP
Wi r \r i,
irar mà
A1 Não utilizado AI Não utilizado
A2 Interruptor do pedaí de freio A2 Função res. cruise control
A3 UnliÇAWL A3 Função set + cruise control
AA
A5
A6
A7
AB
Linha CAN H
interruptor do pedat de freio
0+ eltemsdor
Luz de anomalia da injeção
Não utilizado
A4
AS
AB
A7
AS
Mã* utilizado
Não utli zado
_
Função sei - cruise conlnnJ
Função 'on -cru is* control
Não utilizado
'

U1
B2
B3
B4
(+]< Sensor de pressão do A/C
{ÿ) potenciímetro 2 do pedal acelerador
â>nal pCbenCbAmetrO 2 do pedal acelerador
{t} potendOrriel/o 2 do pedal acelerador
BI
B2
B3
B4
Não utiltzado
Não utilizado
Não utilizado
N3o utilizado
_
B5 (-) patenciõmotra 1 do pedal acelerador B5 Não utilizado
BB Sinal potencíBmetro 1 do pedai acelerador BB Nào utilizado
E3 7 :+) poLandâme-fro 1 cc pedal acelerador B7 Não utilizado
B0 Smai de solicitação do A/C BB Não utilizado
Cl {-) Sensor de pressão c'o AÍC Cl Não utilizado
C2 LinhÉ w G2 Não utilizado
C3 Sinal do SB nsor da pressão do A/C C3 Não utilizado
C4 CAN L C4 Não util.zado
C6 CAN H C!> (-) sensor de vehjcidado
C6 interruptor tio podai ombroagem CÊ Smal sensor da valoadado
C7 Linha K C7 í+J sensor de velocidade
Ca Alimentação elotrobMnba de combustível Cfl Alimentação da embraagem doA/C

meoinfea
O f£>
Sistemas Elétricos

Caixa de relés e fusíveis do painet

l f
i

C
*

I
g 1 c
I

m
E3 d
Conector H Conector I

/•
EB EE

MM
ConeçtorH Coneçror |
KSBEM
ufkzado _
-i 1 1|
1 Sinal de comando do eonetor do farol esquerdo e direito 1 Não
Alime rLação do rn utor do cúmatDr d t posição do farol 2 Alimentação da eanLral das porias traseiras.
_ esquerdo f direito _ 3 Não utilizado
3 Ali mtrnlaçãu do Ta rol ftsqiiardo 4 Não utilizado
4 Não utilizado 5 Alimentação do brake-light
5
6_ Não utilizado
Não utilizado
Ali rrténlaçãO do interruptor de marChé ré 0 do ralé do
ventilador interno (relè d) 9
6
7
B
Nãú utilizado
Sinal 4a marcha a rã lado esquerdo
SíMíLI ria marcha a ré ladD direito
Limpador do vH ro traseiro
8 Sinal ds comandD da marcha a ré 10 Linha CAN
9 Alimentação da eletrotomba de combustível 11 Ali merflação do fusfvel F32
. Alimentação dd limpador de pÉra-biisa 1 etetrotiamba 12 Não utilizado
bidirecional 13 Alimentação da central das portas traseiras
11 Alimentação do sensor da velocidade U Tomada de corra n1e [ potência )
12 Alimentação do farol direito 15 Ah menlação do desa mbaçador do vidro traseiro
13 Não utilizado 16 Não utilizado
14 Alimentação do rníorruptor do podai dd freio 17 Contrai das portas
15 Sinal do interruptor do pedal de freio 13 Trava elétrica do poria-mslas.
1o
17 Não utilizado _
Sma I do Irilsnruptor do podai de freio 1$
20
Não utilizado
Ali mentnção do motor do limpador do vidro traseiro
115 Não utilizado 21 Iluminação do comanda da luz Interna dianteira
IS Alimentação do interruptor -do pedal de freio 22 Não utilizado
20 Não utilizado 23 Iluminação do comando da luz intama traseira
24 Ali mentação do interruptor city
25 Não utilizado
26 Não utilizedo
Conector O 27 Não utilizado
28 Linha CAN
23 Não utilizado
30 Ali mentaçJo do motor do vidro dianteiro esquerdo
k * li * 31
32
Não utilizado
Alimentação da elelrobomba de combustível

7
M r*]

-4 1
2
Alimentação do Fusível MF71
Alimentação do fusível MF 72

meofinlco
O ao }
Sistemas Elétricos

Conectof L Conectar N

7/
tr
GD P. EB
- /

lEE;
\

Conector L Conector N
Pino
1
2
3
íaiWPíw
Alimentação do cornutador de gn ção
Sinai de comando das luzes de estacionamento f
comutador de ignição
Alimentação INT p; aulo-ràd*o (predisposição}
1
2
3
4
Não utilizado
Não utilizado
Néo otrlizsdo
__
Ahmeriiiçfio INT pf F37 ( predisposição >
4 Climatizadarr alimentação INT p' telefone (predisposição) 3 Não utilizado
CAN B aulo-fâdio (pfedísposrção} Não utilizado
\-í$ AJimenlaçâO INT pf airbag (predisposição)
6
7 Não utilizado
7 Alimentação pr aulo-rédio o mcména doaeto-rãdio 3 N5o utilizado
3 AJinriEntaçãa auto-ràd io {predisposição) 9 Não utilizado _
9
10
11
Não utilizado
Mas» de potência p/ central do painel
Alimentação do comutador de ignição
10
11
13
Não utilizado
Comando dq | mpadnr do vidrg traseiro
Ahmenlação do interruptor das luzes de emergência
- !
13 Isuminação auto-rádiot telefone (predisposição} 13 Náq utilizado
13 Não utilizado ,. Ali mentação do corretor de posição do farol no pamel
14 Alimentação INTfA p/fuaivnl F31 (predisposição) dB instm mn mios
'ÿ NãO utilizado 15 Limpador do vtdro traseiro
16 Não qiil irado 16 Não utilizado
17 CAN A a ulo-rãdio (pradi sposiçáo) 17 Ah mentação do limpador do pdra-brlsa
13 Não mil irado 18 Sinal se oomando do correlor de posição do farol
19 Nãoulirizadd
20 NhiuSeadP

Body Computer

13

EI
mm D Pino [ Fui
CflnKtSr S

1
3 Enlradâ do estado do interruptor presente no pedal de Treio
3 Emrsda do estado do mlemup. pa*a acendim. das luzes do Marcha a ré
Conectar 3 4 1 Não uiiiizado _
5 Urdia CAN baixa veloddatfe

i» m Se ida dg pilotagem do relé do vidro 1rase ing lãrm ico (relê 11 )

5"
6
7 Linha CAN baixa velocidade
8 Sg Ida de pilota gem do relé dos fardis baixos
Q 9 Emrada do estudo da posição do d llnd ro da ignição
1Q Pred ispnsição da trava do patte-males

1 I
= A8r
& '£6
i-O&K!
11
13
Comando do motoredulor da irava do porta-malas
Enlrgde 03 posição d<3 comqtadqr de ignição na posição do eslsciqnamento
13 F37 para pa mal do instrumentos
14 Sgida de pilotggem de rçié <te serviços (relé 13)

EB
h
m 15 Não utilizado
16
17
Não utilizado
Pista vazada para luz inl dianteira a traseira, tomada da diagnósticos e eftmatizadoi
18 Alimentação de potência pens o computador de bordo
.~ Alimentação de potência pana as luzes de direção a emergência e pa nei de
instru montes
30 Masia parâ o roolonodutot do destrava mento (predisposição}

nwcõftíca
O «O
Sistemas Elétricos

ConectoT J Conectof M

EE]
m
w EH
Ff»
ED
S3
EH T®
SI,
EH
Conector J Conícter M
Pino
1
FU ' '
•'• ••• - '

Entrada da estado do interruptor para acend. das luzes


'

1 Enlrada do estada de porta aberta na coluna do lado da


_
de marche a ré dfrecflo para câmbio nobotlzatfo ;
2 Saída da pilotagem da luz de direção later, esq (5W) 2 Não utilizado
3 Não utilizado 3 Salda de comando da luz de direção baselre cfír (21W)
4
B
B
Antena Immobilizer
_
Arttenu Iron totalizer
N5b utilizado
4
5
6
Entrada da nível de oambuslivel
Salda da pilotagem da luz de posição traseira esq (5W)
Se Ida da pilotagem da luz de posição traseira dir (5W)
7
3
9
.
_ Entrada do velocímetro de NFR
Saída ds p.lotagem do nelé dag Itaròis de neblina
Saída para pilotagem do relé dos fanéis altos
Enlreds do -estado do fusível das I uzee de parada e pista
passante para ligação da caixa dc fusíveis do painel
3
10
11
7
S
Linha serrai A-bus para o anlfturto
Interruptor da porta do motorista
Salda da pilotagem da luz de placa dire HA
Saida dii pilotagem da central da tela solar elétrico
Nâoulillzado
.1
_
Pfsta passante pare Jigaçio da caixa de fusiveis dp painel 12
13
Saida da pilotagem da luz da direção traseira asq (21W)
Não utilizado
12 Não utilizado 14 Entrada do estado do irriprTqptnr da afrtvnnca do traio da mão
Entrada da solicitação do lavador dos fanâis sinal 15 Entrada do nível cc eom-huslivcl
WISH-WASH IS Interruptor dn porta traseira esquerda
14 Saída da pilotagem do ralé da lavador dos fanais 17 Enfrada sinal do interruptor morcial
15 Massa do si nal de entrada do velocímetro pero o cãm bio 16 Linha script passante para a central de pressão dos pneus
16 Linha K no frenante {pisla passante) 19 Sinal provonionto da toda city no painoi
-y Entrada do sinal tfo velocímetro proveniente do câmbio 20 Saida da pilotagem da luz traseira direta da neblina
ro balizado 21 Salda da pilotagem da luz interna dianteira central
IS Entrada do e3tado do níve l baixo do líq uido f nenante 22 SaTda da pilotagem da luz da parada dim ta
Entrada da indieadar de recarga da bateria pela 23 salda da pilotagem das luzes internas (porta-malas)
jg
____ Sinal do pino da fochatfura do porta- malas (habilitação
29 Linha K para diagnósticos para a travamentoj
21 Massa da antena do receptor RF 25 interruptor da porta do passageiro
22 saída da btagern da loz lateral de direção dir. (5W) 26 Interruptor da porta traseira direita
23 Entrada do estado dc desgaste das pastilhas dos fre es M Pista passante para a ligação do F39 para luz int.
24 Entrada do estado do interruptor de abertura do capo dianteira f bíseira
normalmanle fechado 26 Exclusão da luz Int. dtanl./lras. na luz int. contra*
25 i mhaçerial A-BUS parqio anl íurto 29 Não utilizado
26 Linha CAN baixa velocidade 39 Saida da pilotagem da luz spot esc na luz inj dianteira

__
27 unho CAN baixa voiocidade 31 Se ids da pilotagem ds lu/ traseira esquenta de nebline
Saída da repetição do valocimetro para central do farol 32 Salda da pilotagem da luz da parada esquerda
_
Ja
esquerdo _ Se ids de pilotegem das luzes internes do hebitecuta
29
30 _
Serial de comunicação entre a imobiiizactar o o MC
Setae da pilotagem da taz de posição dianteira dir, (5W)
ípúra-sol esq. O dlf.)
Sinal do pino da fechadura do porta-matas (habilitação

__
j.
31
32
33
Antsrta do f-acsplor RF
Linha CAN aba velocidade
Linha CAN alta vetecidada
__
35
para o dKtfâvwsrdc)
Sinal do switch de abertura na maçaneta do porta -melas
Sinal do interrupter normalmanto aberto da sinalização
Pista passante para ligação da caixa de fus Iveis do painel do porta-metas aberto :
para elimantaçio da sirene do antiíurto 37 Saida da pilotagem da luz Spat dir. na luz interna diante- ra
35 Linha serial passante 33 Salda da pilotagem da luz da placa dineita
36 Unha CAN alta velocidade 39 P sta passante para a central do fusíveis do painel
37 Linha CAN alta velocidade 40 Salda do pilotagem ilum nação das serig rafias internas
33 Saída da pilotagem du Uz da dreçãò darrem i::-quen~: >\2‘W)
39 Saída da pilotagem da luz de dineção dianteira direita (21W)
40 Saida tta abtâge-p da Uz dô p0taç9Õ diante ta esquerda (5Wj

mocÃftíco
O 82 }
Sísfemas Elétricos ')

Conectar K
Pmo Fur7-
1 Enlrsda cfe estede do inlenup. de Acendimento dos fetois
de neblina
? Sinal de aaonemanta da modalrdede "auto’ des luzes

Alimentação do d rivet de pilotagem das luzes de direção


e serigrafias do painel de instrumentos
1 Fritada de estado do interruptor dos faidis baixos
5 Linha CAM bahts velocidade I
Concctor K 6 Linha CAN baixa velocidade I
T Enlrade de oamando das luzes de direção direito
8 Mate
S dâ potras
M m 10
11
Nle
Linha eeripi passante pato e centrai da diraçSo etelrfce
Linha senat passante para cental do air-bag

%
tf
JEj 13 Nfto ulHiiade I
14 Não ulilizado
l ISi 15
_
Nio utilizado

m 16
,
11

16
Iluminação do porta-luvas
Sinal des luzes de estacionamento (para preparações
EASY GO E KE Y-LESS GO)
Iluminação do ci njeiro e do iniennj plgr do A/C
13 Sinal de messa para o inlsmjplcr do display multiiímcional
3Ò jÿdtttado
21 Sã ida da pilotagem do led do vidre (Amnieo traseiro
22
23 Saída da rapesição do v*4oelm&trt> para a central do bato solar
24
25
Unha CAN baixa velocidade
Linha CAN baixa velocidade
\
26 Piste passante para a igação da central de fusíveis do painel
,yf Enlt. de diagnúet. lese de cranck de máquina: retire as
cargas que absorvam multo
2B Enlrada de estada de interruptor das luzes de posição
29 Saída da pilotagem das luzes da emergência
30 E nlrada c o cama ndo das luzes de direção esquerda
31 Pista passante do F37 0 diagnósticos estado do tiísivcl
das luzes de parada
32 Enlrada de estado do interruptor do vidro traseiro lêrmlco
33 Enlrada de esiedo de mlenupior dos totois sitos
34 Entrada do estado de interruptor das IUíOS de emergência
35 Entrada de OStode de intern ij)tor da tyz (rssprs de nehima
36 Massa do sinal I

nirrn

1 Linha serial passa me para cá franante


Coneelor de diagnóstico 2 Não utilizado
3 Linha serial passa nie para airbag
A Messe potência
_ _
O 6
5 Massa sinal

__
Linha CAN baixa velOGidede

It
Unha serial passamo para diagnósticos MC
oo 1!ÿ ci£ia. I 8
9
7

10
11
I Nfto uliazado
_
_
Linha serial pa asa nte para direção elétrica
Não uiiiízedo
Não utilizado
\2 Linha serial pessenie
8fg 13 Unha serial passanla __
I 14 _
Linha CAN baixa velocidade
[ 15 I N80 utlfaado
16 Piste possante pera igaçêc da central de fusíveis do painel

6 mocániQQ
Centrai da porta do motorista
Central da porta do motorista

t».

Y
j

Cnraclor A
Ping função
Sinal analógico de interruptores de comando dú . uvantuJcr do vidro
1 iMMifto araite _
2 Sensor do anu e smag a menta dc rid nj_(si nal)
„ Sinal negativo da interruptor de exclusão dos levanlaòones dos vidros
4
irasâime
4 Massa pera o led de jlwninação da maçaneta interna
5 Sensor do antiesrr-ijgumer.la do vidro
6 Massa para o led de Indicação do estado da porta

_
, Comando positivo do led de sinalização do travarnento dos ÉntomjptiorBS
dos levantadores dos vidros traseiros nas panas traseiras
fl Comanda positivo do led de astada das portas
Coneclor A S Comando positivo do led de iluminação da maçaneta interna

ea > «63
10

13
li
j
Mão dSlizwto
Nào utilizado
__
Sinal positivo do i nteruf ptor de comando do acsnd: mento do sxt
tiasoiro esquerdo / direito
Não utilizado

tn j ; Us - j

esquerda / direita _
Comando negativo temporizado f oom a nimcr luz Interna traseira

1S I B-CAHB
And>l Lm -
í
16 8 CAN A
17 Comando negativo ta mporlzado luz da soleira
16 Atimentpçgçi protegida para luz interna da soleira
ty Massa etelnónica
20 Sinal negativo do comutador da barra do motor N,c, (deslravamento)
21 Sinal negativo de abertura por switch da maçaneta e*tema
22 Massa da fechadura
23 S nal negativo do comutador da barra do motor N.A. (travarneme)
24 Sinat do negative do switch na fechadira para acionamento do dead-loch
26 Sinai do nesative do swflcii na fechacua para desaaonamenia do dead-tad;
26 Não utilizado
„ Sinal analogigo dpg interruptores de wmando do teve nladgr do vidro
traseiro esquerdo
-a Sinal analógico do comando do derietor dgs espelhos relícvdsores
elétricos (movimentação alto baixo)
Sinal anatógioc do comando do deFlatçjr dos espelhes reltcvisoras
clólncos (movimentação csq.!dir.}
30
j. ___
Sanai analógico do comando da seleção dos espelhos retrov. eteincos
Sinal analógico dos interrupLorcs de comando do tevantador da vidro
dtanMro I.Q.
Sinal analógico dos interruptores de comando do leva ntador da vidro
_
dianteiro l.p.
33 Massa da moldura dos interruptoras
34 Sinal do comando de travamento das portas do interruptor
35 Smal dc comando da destravamanto das portas do interruptor
Comando positivo pot dimmer da iluminação da moldura dos intenup.
3fi
no apoio tte brpeq . _ __

o «O ftwo&ftíco
Sistemas Elétricos

Conector B Con actor B


Pmo Funçáo
1 Moto.'ndutor ria abertura da parTg (negghvo)
2 Motor-adutor da abcntura da pala (positivo)
3 Motoredutor do dead-tock

_ 4 Motoradutor do Iravamento I destravamarito da porta

-
5 Motoredotor do Irgvatnenio!destravamento da tampa do combustível
*

c v
"h

Pí":
vTV
6 Comum motoros da fschadu ra (sagu rança ' doad-kicli)
7 Massa de potência
AíirTwnraçaa do tevantador do vidro o atoadones do empalho por VA( t
&
F4fl CPL
y Cornando positivo da subida do vidro
10 Comando positivo da descida do vidro _
ti +3ô da F-12
Motor edutor do tra vamenlo / destravamarito da tampa do combustível
(liÿaçSO oam Fê)
Conector C Conector C
f FinO Fgnçÿn
1 Comando positivo do motor do bascuiamonlo do ospolbo (fflchamoeito;

h Vi 2
3
4
Sinal de sondo da temperatoni e*lema
Atuado do deflator da espelho esq. f dlf.
Comum dos rrzilones do danetei do espaího
Et «ÿtvvrt; 5 Atuaçao do deflator do espc no alto t baixo
- »ÿÿÿÿÿ•r 6 Negative da senda da temperalura externa

SB* EE
1
8
S
AtimantaçSo proteguda do desambaçador do espelho
Comande positivo do motor do twseuleiriento do espelho (abedura}
Comando negativo temporizado do dasembaçador do espelho
10
11
ia Naoutuãxfc
O
M
I Nao utilizado
Nflftiiitaãfe
_ _
Sinal de petencijmebo da memorização da posiçôo horizonte do deílelor
Sinal do potenabmetro da memonzaçao da posição vertical do deflateÿ

, Hat. ncçjalivo íkrS púlanoAmatrOS da Sinal ização dâ posição do datatte


do espelho
1d A in- cnteçãa protcg. da tí a I uz da sdoira ro espelho
,7 Alimentação dos potencIGmetnos da sinalização da posiçSo do deflator
dn espelho
18 Comando negativo temporizado da luz da soleira no espelho

- g&Ê WÿÊnJhjDBZ tun DD-Jíiuti


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Sistemas Elétricos

Central da porta do passageiro

Central da porta do passageiro


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V
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V
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Conector A
1 Não utilizado
Y 2 Sensor do antl esmaga mento do vM no (sinal)
3 N&ô utilizado
E3 * . ÍT®
i
4 Massa do led de iluminação da maçaneta interna

S -1"
IQ— J
G
7
5 Sensor do àrrti «magamánto do vid ro
Massa do led de indicação do estado da poda
Não utilizada
â Não utilizado
9 Comando positivo do led de iíuminapãD da rr:aç;src1;s intcma
Comando positivo do rdé de comutação dos motores das Fechaduras
L 10
traseiras

... _ ___
_
Comando positivo do reta dos motores dead-iock das fechaduras
traseiras
. Sinal positivo do intorru-filor de cornando do accndmn . do spot traseiro
. ...... drFewi,
13 Não utilizado
. A Comando negativo te mporizedo /«md: rnmer de Eoz interna traseira
csq. t dir.
lalB-CANB
16 Q-CANA
17 Comando negativo temporizado da luz da soleira
19 Anmentaçao protegia da fuz da soleira
19 Massa eieuíniçg
20 Sinal negativo do comutador da haire do motor N.C. {íestíavamenta}
?1 Sinai negativo da ebedu ra do switch da maçaneta extema
22 Massa da fechadura
23 Sinal negative do comutador da barra do motor N.A. (travametao)
24 Smar negativo do swildi na fechadura para a&onamento da cfead-loct
25 Smaf negativo do svrrich na fechadura para desacionofinerno do dead-lock
,6 Comando positivo do reto dos motoros do iravamento t deslravamento
das fechaduras traseiras
27 Não utilizada
28 Não utilizado
29 N&g utilizado
30 Não utilizado
31 Não Utilizado
3-2 ânal analógico doe interruptora do comando do levantador do vidro diant.
33 Massa da moldura dos iutemjptores

__
34
35
Não utilizado
Não utilizado
Comando positivo por dimmer da ilu m mação da moldura -dos intarrup.
ro epoio de braço

mgcifttca
O Só }
Sistemas Elétricos

Conector B Codtclor B
Função
1 Motoredutor da abertura da porta (negativo)
2. Motgredutnr da abertura da porta (positivo)
3 MotoradiJtor do deadlock
4 Motgredutor do Jravamentp!destravemento da poda
5 Hão utilizado
6 Comum mpto-ms d p f echadu ra [sag u m nça I Uead-locSc)
:? v r v T 7 Massa do polflncia
m\ a Alimentação do íevgntador do vidro e slutidores do espelho por F-47 /
F4fl CPL
9 Comando positivo da subida do vidro
10 Comando positivo da descida do vidro
ii
12
mdifF-ãa
Não utilizado

ConecEor C

......
Conector C
Pino Função
1 Comando positivo dp mptor do baseulamenlçi do espalho (fediamentoj
2 Não zado
0 Aiua çãodt? deflator do espe' ho esg / dir.
n 5
6
4 Comum dos maiores do deflator do esparrio
AluaçSo do defletor cta espelho alto / bai*o
Não utilizado

nr- m 5
7
d
A1 mentação proteg. da do desembaçador do espelho
Comando positivo do motor do bascularrienlo do espalho (abertura)
Comando negativo temporizado do desembaçador cfo espelho
\J 10 Sinal do potenofimelni da mamonzaçâo ca posição horizontal do doltalor1
ti Smei do potenci&metro da memorização da posição vertical do defleton
12 Não utilizado
13 Não utilizado
14 Não utilizada
,e
&
Ret. negativo do& potendOmelres da sinalização da posição 5o dellelor
do espelho
16 Alimentação protegida da luz da soleira no espelho
, Alimentação dos potBnÇiOmatms Ca sinal izsção da posição dc deflator
do espelho
10 Comando negativo temporizada da luz dia soleira ng espelho

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mecânico
O 87
Sistemas Elétricos

V 13

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Conectór A cia chave de Conecte* B da chave de
IgiHçto ignição j
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Partida ««—
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Bateria
Chave da
tgniçAo

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Coroector elétrico da
antena- bobina do
ímobífeadar m
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Âme:a-bobina do
finnmr

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Sistemas Elétricos

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Altemador Motor de partida

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Diagrama eiéíríco do motor de partida / alternador

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Mrtiúa Bslerig

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O flO 2000
Sistemas Etétricos

LUíOS de posição

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Posição de aciona mento do farolete

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Acionamento da função PARK

Diagrama eiéfríco das fuzes de posição

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ruptor do display muttifun-
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VMU~ ctanal

Lsnura tra&flira
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Interruptor de
mutípia nunçâo
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Faroleie dianteiro
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Corrector da taetema
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Corrector B do interruptor
de múltipla funç&o

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6 PO 2000
Sistemas s E

Luzes de placa PosiçSo de adona mento do farolete

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Acionamento da FunçSo PARK

Diagrama elétrico das luzes de placa

Conecta etétnoo do inter¬


ruptor do display muftifurv
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Conecta B do intemjplor
de rnulLipla função

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Luz da placa
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Conecta C do interruptor
Conectòf da luz de pteca de mulbpla função

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2000
Sísfemas Elétricos

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Farol baixo Posição de adona mento do farol baixo

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Diagrama eiéíríco do farol baixo

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Fanol baixo
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Refer*
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Inlariuplor de
Tníbpla hnç»

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Conedor B do interruptor Corredor C do interruptor
Conectei do fonoi de múltipla função de múltipla função

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2000
Sísíemas Elétricos

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Posição de adona mento do faroí alto

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Diagrama elétrico do farot alto

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Conedor B do intemjptor Corredor C do interruptor
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Sistemas Elétricos >

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Luz de freio Pedal do freio acionado

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Diagrama eiéíríco da luz de freio

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Conector da ksz. de freio Conectar eiétrieo do inter¬
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G 90 70011
Sistemas Elétricos

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Luz de ré Marcha a ré engatada

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Diagrama eiéíríco da luz de ré

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Conectar elétrico do inrtem4>


Conecforda tantena Lor da luz de marcha a ré

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Sistemas Elétricos

Posição de acionamento das luzes de


Luzes de direção direção

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Interruptor das luzes da emergência


Diagrama elétrico das luzes tíe direção
Conecior B do interruptor
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Conecte* elétrico do inter¬


ruptor das luzes de emer¬
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G 96 2000
Sistemas Elétricos

Posição de aciona menta das luzes de


Luz de neblina neblina

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Diagrama eiéíríco da luz de neblina

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Conector da luz de neblina ruptór do efcsplay muítifun-
Corrector do fiarot traseira cianal

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Sistemas Elétricos

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de cortesia dianteira
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de cortesia traseira

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centrais das portas

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Luz de cortesia
traseira

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Sistemas Elétricos

Ti rii:u.mi
Acendedor de cigarros

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Diagrama eíétríco do acendedor de cigarros


r—m Conector eJétnco do
acendedor da agarras

01 MF71

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MFÍ MF70 BAT ''
TÿiTggEa:
pan FõWêJ rm Baiana
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Sistemas Etéfricos
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Conactor atélrico da luz


do onzeko

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Cpnedor etélriço da luz


do porta luvas

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Luz do porta Uÿas

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Sistemas Etéf ricos

Seletor de velocidade do ventilador inlemo

'

[ml

Diagrama elétrico do ventilador interno

Ftelg-W

M>—| Coneetor elélnco do sete-


Borre 1 doUVmjildrdfiHC jjT tnr de velocidade do verv
ttiador interno
IWé ds vemilaçto ’ u m

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interna

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Retsiijnes to n
vanlflsdor

D31 HF3 MF7D BAT


Ccnlmddcr dii vebddafe
do wenlilBdof inlenw

Motor no ventíador
_
(tív;
i
CHAVE CED Bâtenâ
HalFfÈ MFS , uSSsSÿ
tf
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HiJj
D1i

026 R*I6 do ventilador


rifemO
Ccnector elétrico das
resístènoaa do motor Conector elétrico do motor
12 do ventilador interno do ventilador interno
\
O
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mocãntoo
O 101
Sistemas Elétricos

I
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IJ.Vlll
Acionamento do desombaçodor do vidro
traseiro

Fny

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Diagrama elétrico do desembaçador do vidro traseiro

C[Vif:.:-:L;Y e éMnc. dn
conitiroiadtx do A/C |
1
PR/VD
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<T | '"iiU- 4
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1 T3 CdMfin'atto! da hC

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Relfe 11
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— MF71
fÕKÍÿAFSÿ- Saiera

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Rcÿi ao ctosoTiiiacainy
yid no (rasei ID

115 FiO
1KUR ConeÿdÉtrico do desem-
taçador do vidro traseéno

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W DatÿmbaÿdQ'
Tfl troseinj

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mooÃniíco
O 102 )
Sísíemas Elétricos

III flíMa Interruptor do limpador e lavador do


Limpador do pira-brisa pá ra- brisa

0
f

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À
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ESí

Diagrama eiéíríco dos limpadores dos v/dras


Conector etélrioo do lim¬ Corrector da bomba do
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Sísíemas Elétricos

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Sistemas Elétricos

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Sistemas Elétricos ')

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Sísfemas Elétricos

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Diagrama etétrico do vidro etéfrico do passageiro
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Sistemas Elétricos

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Trava da porta do motorista Central da porta do motorista

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Sísfemas Elétricos

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Sistemas Etéf ricos

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Sistemas Elétricos

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Sistemas Elétricos

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comp/eto de iodo o sistema
de injeção de mats de 50 veícuios
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50 Fiat e Volkswagen, e agora


também de veículos FORD e GM.
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Alimentação direta do MC (fusível F1S) MC
3 Pressoslalo do ar condicionado
4
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PnessostalQ do ar condicionado
Sinai do interruptor 2 do pedal de freio IPF
* m
7 Sinal para o rate do A/C (relé 5)
11 CAN HIGH
13 Steal do interruptor i do pedal de frefo IPF
IS Sinai para rete principal (rate 9)
19 Alimentação d ircla do MC (fiisivsl F1-B) MC
20 Alimentação do potenotômetro 2 do pedal do aoeterador SPA Localização do MC
23 Sinal para o ralé da bomba (relé 10)
24 Sinal para o relé da alto velocidade co ventilador (raid 7)
25 Sinai do interruptor dd pedal dd ambmeggnn CPP
30 Linha W
32 Sinal para a lâmpada de anomalia no painel de instrumentos
33 Aterramento do sinal do potenodmetno 2 do pedal do aoeterador SPA
36 Alimentação do potencíôfnetro 1 do pedal do soeterador BRA
36 Sinai do potendOmetro 2 do pedal do acelerador SPA
37 Sinai do potefidfimetno 1 do pedal da acelerador SPA
39 Sinai para o rete <fe baixa uefoddade do venijlador (rote 6)
43 CAN LOW
45 Sinal da solicitação do AÍC
49 Pressoslalo do er condloonedo
SO Aterramento do sinal do palendómetro 1 do pedal do acelerador SPA
52 Alimentação pós-chavs do MC (ftjsívei F16) MC
54 Linha K
57 Linha W
Conedor M I
Bome Descrição Itens
1 Sinal para a bobina de ignição (cilindros 2e3) DIS
3 Sinai pare e CANp CANP Terminal «tétrico K do MC
5 Sinai do sensor de rotação CKP
9 Sinai do potencidmetro 1 da borboleta motorizada ETC
10 Sinai do sensor de temperatura do tioukfo de arrefecimento ECT
12 Sinai do potenoiOmetno 2 da borboleta motorizada ETC
m
13
14
15
16
17
22
26
29
Aterramento do potencifimetro 1 da borboleta motorizada
Alimentação do rotendòmetro 2 da berbotete moionÿada
Controle da borboteta de aceleração
Contíolc da borboleta de aceleração
Sinal para a bobina de ignição (dlmdros 2 e 3)
Sinai do sensor tfe rotação
Sinal da pressão do ooielor do admissão
Aterramento do potenoômetro g da borboleta motorizada
ETC
ETC
ETC
ETC
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CKP
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31 Controle da borbotei» tfa aceleração ETC
32 Controle da borboleta de aoeleração ETC
33 Sinal para a bobina da ignição (cilindros 1 a 4) DIS
37 Aterramento d& mama do sensor CKP CKP
39 Sinal do sensor K5 K$
42 Aierramento -e-letrAnico do MC MC
43 Sinal da temperatura do ar adnubdo CMD
45 Sinai de aterramento do sensor CMD CMD
46 Alimentação do pot&nciômctro 1 da borboleta motorizada ETC Terminal etéthco M do MC
47 Alimentação vis reié pnncjpalòo MC (fusível Fi7) MC
46 Alimentação via relé principal do MC (fusível F17) MC
49 Sinal para a bobina dc ignição (cilindros 1 o 4) DIS
&6 Interruptor da pressão do íleo
57 Steal para 0 injetot 1 INJ
56 Sinal para injetor 3 INJ
59
60
Sinal para o injetor 4
Sinai para o injetor 2
INJ
INJ
l“JJ , J
fl-wÁwrt \*ÃK ™
61 Sinal do sensor de oxigénio HEGO
62 Atenramento eletrónico
63 Tensão de alimentação do sensor CMD CMD
64 Alimentação via reló principal do MC (fusível F17) MC

meconíoo
O 115
J»/ #

Recursos do

O scan/rer automotivo é um aparelho que


WiTkW/JiO râplda dos parâmetros operacionais do
permite uma comunicação direta com as veículo, além de proporcionar um diagnóstico
centrais de comando existentes no veículo. rápid o e p reciso nocaso d e fa lhas,
Esse tipo de ferramenta possibilita uma revisão
Localização do conector de diagnóstico Rasther conectado ao sistema

ir sç
II:

Diagrama elétrico do conector de diagnóstico
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Conector de diagnóstico
CE E> Linha K do Ná frenariie (nãa diípon ivel nes&e vâíCLib)

s
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<x ]ÿ> «i Linha serial do airbag (n&o depõe Ivé nesse veiculo) 3
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CE E> i EE,

CE Unha K para o MC
CE Bnme B4 da direção elétrica
CE JM> -n Linha serial do cémbio rohodzado, cruise control e fart» de gés
(não disponível nesse veiculo)
Linha serial do contrate da pressão do pneu (não disponha nesse estate)
cr «> 4) Borra 4 do painel de irislíornentoB (Linha CAN de baixa vafocidade)
<E Bome 3 do painel de íistramentos (Linha CAM de baixe vetocidede)
SAI

Gag místico
Bataria

mocaníca
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Grava
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até 300 horos
de funciono iriertW do

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O ThomjonÿTifí# SAVE è pequeno, compacto e d* tâcíl instalação no conecto* í) \


OBOIl do veículo, grovo veloádode o mois 4 porômettos do moto* o escolher como:
RPM * femperatura do Líquido do Motor
ni I,
*
•Temperatura do Ar ' ÍíOOJ do Sensor lambda
Iff
* Pwip» do Borboleta (fe Aceleroçòo - TPS •ftiBsòo do Cofetor de At/missâc
* Avanço * Pressão Combusífvef
* Ifensõo do isJfefío, ete

Registra e apago lambem o código de folha OBD II e mostra em gráficos todos


os parâmetros do motor escolhidos previa mente.

O T/íomíOfí-Tbií SAVE passai inúmeros aplicações como: QQJh


" Tempo e data de cada viagem * Acelerações e beodas bruscas
* Distância percorrida * Defeitos intermitentes e difíceis de diagnosticar
* Vfetacrdotfe * Controle total de frota e performance dos motoristas
Tfjomscn-Test SAVE, conlrole lotai de suas viagens I

thomson
www. omson - tes f. com . br
O diagnóstico de falhas deve ser a pressão não seria observada.
consistente e rápido, para que o desperdício de
tempo e a substituição equivocada e Os componentes do sistema Delphi
desnecessária de peças sejam evitados. HSFI 2,3 foram divididos em 3 grupos de
Existem itens no sistema de injeção eletrónica sintomas. No primeiro grupo, estão os
do Stilo 1.8 8v cuja anomalia apresenta dispositivos essenciais para o funcionamento
sintomas característicos e definidos, o que do motor. Se o motor não funciona, comece por
toma fácil o seu diagnóstico. Por outro fado, este grupo. Se o motor funciona com defeitos
muitas vezes a identificação da origem das aparentes, recorra ao segundo grupo. Por fim,
falhas não é feita de maneira direta, mas sim se não são notadas falhas no funcionamento
pelo método da eliminação. Para efeito de do motor durante a condução nomnal do
eliminação, algumas verificações rápidas nos veículo, consulte o terceiro grupo, que
penmitem avaliar se um dispositivo (ou um apresenta as sugestões de falhas em
grupo deles) está funcionando. Com isto, dispositivos que pouco afetam o
podemos identificar os itens que estão funcionamento do motor.
funcionando e eliminar hipóteses em tomo dos
componentes suspeitos de estarem causando Os testes de cada grupo foram
a falha. Por exemplo, se existe pressão de colocados propositadamente nas sequências
combustível, não é necessário testar o relé da apresentadas, porque sugerem o início pelos
bomba, pois se este estivesse com defeito, a testes mais fáceis. Recomendamos que siga
bomba de combustível não seria energizada e esta sequência.

Grupo 1-0 motor não funciono

0 Antifurto: O veículo é dotado de dispositivo i mobilizador. Se a chave não for reconhecida


pelo MC, esse dispositivo não habilitará a partida do motor. Experimente uma chave reserva.
Ao persistiro problema, procure o diagnostico via sistema imobilizador.
Existência de centelha: Instale o centelhador de teste na bobina e dê partida no motor. A
0 bobina está gerando centelha em todos os bornes de alta tensão?

0 Sim, está centelhando. Isto nos mostra que o CKP, a Dl$, o MC e o Antifurto estão
fu n cionando. Teste então o SAC e os injetores.
[X] Não, a bobina não está centelhando. Verifique os seguintes itens listados abaixo:


1

píf]
Falha da bobina de ignição: Causa
* funcionamento. Faça o teste da DIS.
a falta de centelha, impedindo o motor de entrar em

Falha no sensor de rotação (CKP): se houver, o MC não aciona dois componentes vitais: os
eletro i n jetores e a bob i r a . Por isto, teste o C KR
f <?] Ausência de alimentação dos etetroln jetores e no terminai da bomba de combustível:
indica fa lha no relé princípa I . Inspecione o rei é eseu circu ito d e a li menlaçâo .
fÿFl Ausência de aterramento eletrónico dos eletro injetores juntamente com ausência de
- pulsos nos terminais de baixa tensão da bobina de ignição: indica falhas no MC, falha no
CKP ou ainda nos chicotes envolvidos,
njn Falha do sistema de alimentação de combustível (SAG): Quando ocorre, a alimentação de
combustível não é suficiente para que o motor funcione. Se a bomba estiver queimada, por
exem pio , o motor n ão fu nciona rá em nen h u ma h i pó tese. EFetue o teste do SAG .

O 118J 2000
Sísfemas Elétricos

PC]
— Falha no relé principal: Causa a falta de alimentação elétrica da bomba de combustível, da
bobina de ignição e dos eietroinjetores, o que justifica o não funcionamento do motor, Verifique
sua correta alimentação, atracamentoe continuidade de seu chicote.

fín do MC paraMC:verificar
Falha do Alimentações e aterra mentos do MC podem ser comprometidos. Faça o teste
sua condição para funcionar

Grupo 2-0 mofor funciona com falhas visíveis

Verifique os itens abaixo nos casos em que o motor funciona apresentando famas, afto
consumo ou perda de potência.

S3 Falha do CMD: qualquer falha conjunto medidor de densidade afeta os parâmetros com os
quais o MC controla o sistema. Em caso de interrupção em seu circuito, ocorre alteração de
rotação somente no instante da perda do sinal. A lâmpada de anomalia no painel de
instrumentos se acende e no visor do painel de instrumentos aparece a mensagem "avaria
motor'1. Após poucos segundos a rotação se estabiliza nova mente.
OH Falha no ETC: Qualquer problema na borboleta motorizada afeta o bom funcionamento do
motor. Como neste sistema não existe um "by-pass", a própria borboleta motorizada controla
a vazão de ar necessária ã estabilização da rotação de marcha tenta. Assim, eventuais
acúmulos de impurezas entre a borboleta e as “paredes" do corpo de borboleta reduzem a
vazão de ar admitido em marcha fenta. Isto pode exigir a limpeza do corpo de borboleta.
Problemas de interrupção do circuito elétrico fazem com que seja impossível acelerar o
moto r. Ao perceber q u alq uer destes s i ntoma s , teste o ETC.
ʧ Falhas intermitentes no sistema de alimentação de combustível (SAC): afetam
díretamente a alimentação de combustível, ocasionando funcionamento irregular. Verifique
todo o sistema.
Falha no sistema de ignição (OIS); acarreta falhas de ignição que comprometem a
combustão nos cilindros. Estas falhas podem ser originadas das velas, cabos, bobina ou
chicote. Confira o sistema de modo geral.

B com informação
ECT:
Falha do Ocasiona mau funcionamento do motor, pois quando ocorre, o MC trabalha
irreal de temperatura do líquido de anefecimento, enriquecendo ou
empobrecendo em demasia a mistura admitida. O eletro ventilador, em caso de perda do sinal
de temperatura, permanece acionado por medida preventiva. Verifique o ECT.
Falha nos eíetroinjetores: Fazem com que o motor funcione com cilindro(s) a menos.
aumentando a vibração e reduzindo a velocidade de resposta de aceleração.

119}
Sistemas Elétricos

Grupo 3-0 motor não apresenta falhas visíveis

Justamente por não serem observados sintomas evidentes, estes casos são de maís difícil
diagnose.

Torque incorreto do sensor de detonação (KS) : quando acontece, o MC pode não otimizar
o avanço da ignição. Pode ocorrer detonação no motor

íÿ|
t—I
Abertura contínua da eletrovãlvula CANP: Não é peroeptivel, Nem mesmo a lâmpada
indicadora de avaria no sistema de injeção eletrónica se acenderá. Por istor recomendamos a
sua verificação, conforme o item 12,

[Q£J Falha cfo sensor de velocidade (VSS); Apesar de não causar falhas no motor, sua
ocorrência é fácil de ser percebida, poís não será registrada a velocidade no painel de
instrumentos, O velocímetro permanece inativo com o veículo em movimento.

Além destes, esteja atento para a existência de outros defeitos combinados, ou seja:
situações em que dois (ou mais) defeitos, simples ou não, são responsáveis pela situação
irregular do sistema de injeção eletrónica

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AummçÃo
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dos matares tai-camhustiueis.


Teoria do sistema e injeção eletrónica,

12(0 2000
injeção Eletrónicaÿ)

1 Módulo de Comando A a

M
Localização do módulo da comando: fixado \
I%
no pairai corta-fogc
M

hj.
Monitora as condições de operação do
9r motor através das informações fornecidas
pelos diversos sensores e gerencia seu
funcionamento por meio do comando dos
atuadores. Controla os sistemas de
alimentação de combustível e ignição, É fixado
no painel corta-fogo do veículo e possui dois
conectares elétricos: o oonector M é referente
aos componentes localizados no
compartimento do motor e o conector K aos
componentes do interior do veículo.
Smfomas em caso de falhas

O Módulo de Comando pode não funcionamento de componentes


apresentar falhas internas de funções comandados ou alimentados pelo MC, como
especificas, tal como não comandar eíetroinjetores, CANP, bobina, relê principal,
corretamente algum atuador ou não fornecer borboleta motorizada, entre outros, gerando
alimentação elétrica para algum componente. alterações nem sempre percept íveis no
Isto não necessariamente fará com que o funcionamento do motor.
motor não funcione. Porém, pode ocasionar o

Circuito elétrico
C9 ns 030 CHAVE D3t MF3 MFÍfl-
BAT
MC [W Ui
VM
VM J Bateria

CIO Rti> 3 C1Í C23 Fte


-<ijF —C -
KTB>
- ’
-
m
R»PIíJ**S3I
Terminal elétrico M do MC Terminal elétrico K do MC
F17
I—
_

BR
i «i m f
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í"??Çÿ?7?77í*r'S
i*ÊÉ
E
- ffl
SBJ i
77T7????77777??Í
; JTt*
1E23
T8
?
tu m
T
re

mecânico
O 120 2000
Injeção Eletrónica

Raciocínio para manutenção


0 diagnóstico de falhas do MC ê feito por exclusão, descrito nos testes individuais de cada
componente. Certifique- se de que os sinais do sensor CKP estão chegando perfeita mente ao MC. O
Módulo de Comando deve enviar pulsos de aterramento para a bobina de ignição e para os
eletroinjetores. Portanto, havendo a presença destes pulsos, não será o MC o causador do não
funcionamento do motor.
Caso o motor não fundone, teste inicialmente a alimentação elétrica do MC{teste 1 ).
O MC está perfeita mente alimentado pela bateria e pela chave de ignição
Oy (taste1)? íjgF
Sim, está alimentado em todos os chicotes testados. Verifique então seu
aterramento (teste 2),
[x] Não. Existem falhas de alimentação. Verifique a continuidade do chicote de
ali mentação , o re I é prindpa I e os fusíveis F16,F17, F1S, MF3eMF70, Se os fusíveis
estiverem queimados, identifique as causas da queima, substitua -os e verifique a
possibilidade de curto-circuito no chicote de alimentação do MC. Oriente-se peto
diag rama elétri co.
[?5/l O aterramento do MC está correto (teste 2)7
fi7]

Sim, está correto. Conclui-se que todas as condições para operação do MC
— estão atendidas. Suspeite do próprio MC apenas se nenhum dos
componentes da injeção apresentar mau funcionamento e se as condições
mecânicas do motor estiverem OK, É um indicativo de falha interna do MC,
Entretanto, a conclusão só pode ser atingida após a eliminação de todas as
possi biJ i dades exteriores ao M C.
[x] Não, está incorreto. Verifique então a continuidade do chicote de
aterramento. Oriente-se pelo diagrama elétrico apresentado no final desta
edição.
-
Teste 1 Tensão tíe alimentação
ff)J Para realizaresse teste, remova primei ram ente o conectorK e verifique as alimentações nos
bomes K2, K19 e K52. Reinstale o conector K e remova o conector M, Então verifique as
alimentações nos bomes M47, M48e M 64.
Alimentação do MC

MC
C9

CM
Fts

Fie
— -«


m
W7> 56
C31 1 PIT 1 m »
O

12,6 V BOSCH
MMD-149
.

BAT

Bate-la

O 122 >
Injeção Eletrónica

-
Teste 2 Aferra mento
BOSCH
MMD-149
Aterramento do MC

v
MC 0,0 Cl

‘•I
:*
’ TS

-m• (Mmmfl (SMF íJJ®


uJSaa
í Sistema de injeção BOSCH Motronic ME 7.5.10

IB
152páginas repletas de informação!
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3;;;yu - 05

-
componentes correia dentada.
da injeção.
Acelerador - Sistema efétríco
completo ,
eletrónico detalhado

Go/f t-6
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Acompanha super póster
com o diagrama elétrico
Sistema de írtjeçÃD
do sistema de injeção eletrónica
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123>
Injeção Eletrónica

2 Sensor de Oxigénio
rw#i
Localizaçao tto sensor de oxig&nio
I
r .

«
L

feri
r J
tensão que oscila entre 0,1 [V] a 0,9 [V] para o
MC, de acordo com o teor de oxigénio
resultante da combustão: valores inferiores a
450 [mV] índioam mistura pobre; valores
Informa ao Módulo de Comando a superiores a 450 [mV] indicam mistura rica em
concentração de oxigénio existente nos gases combustível. O valor de 450 [mV] corresponde
de escapamento. No Fiat Stílo 1 .8 8v o sensor à concentração de oxigénio liberada na
de oxigénio não possui resistência de combustão da mistura estequiomet ricamente
aquecimento. Seu aquecimento se faz pela balanceada. Como o sistema trabalha em
convecção de calor dos gases de malha fechada, o MC corrige continuamente a
escapamento. O sensor envia contínuamente proporção de mistura ar/com bustíveL

Sintomas em caso de falhas

Apresenta sintomas pouco percep- escapamento. Em caso de ausência de seu


tíveis em caso de perda do sinal, podendo sinal o scanner não acusa falhas e a lâmpada
haver ligeiro aumento no consumo de de anomalias não se acende no paínei de
combustível e na emissão de CO no instrumentos,

Circuito elétrico
Terminal elétrico do sensor
EGO
MC O
E G0 l jp

AM
<Z
JT' 1
3
E

O >
124
mecânico
2000
Injeção Eletrónica

Raciocínio para manutenção


0 teste complementar com osciloscópio ê a melhor maneira de
verificar o tempo de resposta do
sensor e concluir sobre as suas reais condições. Na tela dc osciloscópio é possível verificar o sinal,
semelhante a uma onda seroidal. Verifique, na rampa de subida, o intervalo de tempo entre os
pontos de 300 [mV] e 600 [mV]. Este tempo de resposta deve ser menor que aproximada mente 300
ms. Para tempos superiores a 300 ms. substitua o sensor por outro novo e veríf que se houve
melhoria na emissão de poluentes. Estes testes são conclusivos, porém exigem o uso de
osciloscópio e analisador de gases. Entretanto, apenas com o uso do mu Ití metro é possível verificar
seu sinal de resposta e atestar se está respondendo ou não. Um teste conclusivo se o sensor não
estiver respondendo, mas não conclusivo se estiver Execute o teste de resposta do sensor.

fffi] O sinal de resposta do sensor EGO está correto (teste 1)?


fs) Sim, o sinal está correto. Ainda assim é aconselhável realizar teste com o
osciloscópio para verificar o tempo de resposta do sensor. Verifique, por segurança,
o chicote elétrico, para se assegurar de que o sinal está chegando ao MC. Para isto,
consulte o diagrama elétrico. Se estiverem ordem, conclui-se que o sensor está em
boas condições,
[x] Não hã sinal do sensor EGO. ou o sinal está fixo em algum vaíor de tensão.
Substitua o sensor, pois não esta ativo.

-
Teste1 Resposta de tensào
Resposta do sensor EGO
MC 13
EGO
tfULTfift

/] A tensão deve oscilar entre 0,1 e 0.9 [V] indicando a variação entre mistura rica e pobre.
Curva de resjoosfa do sensor de oxigénio
t

I
Melar em marcha lenia e aquecido

I I
| EGO FI01 | HAT TftM(-)

É possível vera variação da tensão entre 0,1 e MM


m
h

-
0,9 [V] (mistura pobre e mistura rica),
m - i

msm
. .

125 >
Injeção Eletrónica

Procedimento para substituição

Para substituir o sensor EGO, o motor Desconecte o terminal elétrico do sensor EGO
deve estar frio ou o reparador deve usar luvas e desennosque-o com uma chave fixa 22 mm.
de proteção, devido ao aquecimento do coletor Limpe a região da rosca onde o novo sensor
de escapamento. A remoção da placa defletora será instalado. Instale um novo sensor, aperte-
sobre o coletor com urra chave Torx E-10 o com 41 N.mereoonecte seu terminal elétrico.
facilita o procedimento de ne moção do sensor

Televendas:
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Em FORD
rií â GM
mi PEUGEOT
m
n RENAULT
E s? WLí VW
0

Procedimentos completos
vi&Eú
m da manutenção dos sistemas de imobilização
mocooico
O 12& 2000
Injeção Eletr

3 Sensor de temperatura do líquido '%


de arrefecimento
%

Locaíizaçâo tfa sensor ECT

m
\
*\
*
*
Informa ao MC a temperatura do líquido
de arrefecimento do motor. É um resistor tipo
NTC. que reduz sua resistência interna na
medida em que a temperatura aumenta, É
alimentado diretamente pelo MC.

Com o motor em aquecimento, ao passar


dos 5Q*C. o MC reajusta sua própria resistência
interna. Com isso, a tensão de resposta sobe
para 3,75 V e volta a diminuir com o aumento da
-• temperatura. Este ganho aumenta a faixa de
tensão e, com isso, otimiza o sinal em
temperaturas maiores, (ouse/ve o gráfico abaixo)
Valores característicos do sensor ECT

Temperatura f°C]
0
Tensão
3.52
m
10 2.97
20 2.37
30 1,83
40 1,39
49 1,02
50 3.71
60 3.32
70 2.91
80 2,47
90 2.07
100 1.72
4

E
o
E *
I
1

0
D 10 20 30 40 50 SO 70 SO 90 100
Tem peratura PC]

TEMPERATURA SOB CONTROLE t


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Injeção Eletrónica

Temperatura |°C1 Resistência [frfll


0 9335
10 5755
20 3545
30 2260
40 1512
50 995
S0 685
70 432
30 333
90 246
100 183
10000
9000
8000
7000
G
“ 6000
0
5000
m
í
i
4000

3000
2000

1000
O
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Tem peratura j°C]
S/nfomas em caso de falhas
Falhas do ECT fazem com que o MC etetroventilador do radiador è acionado por
calcule inadequada mente o tempo de abertura medida de segurança. À lâmpada indicadora
dos eletroinjetores e o avanço da ignição. O de anomalia se acende no painel de
eletroventilador pode entrarem funcionamento instrumentos. A interrupção do circuito do ECT
sem que sua real temperatura de acionamento não impede o motor de entrar em
seja atingida. funcionamento No entanto, caso o sensor
forneça ao MC informações equivocadas sobre
Em caso de interrupção do circuito, a temperatura do liquido de arrefecimento, o
quando ocorre a perda do sinal do ECT o funcionamento do motor pode ser afetado,


Circuito elétrico
Terminal elétrico da sensor ECT

tu MC
j, i
m
ECT
MR
AZ

|p €& ui
O 120
Injeção Eletrónicaÿ

Raciocínio para manutenção


Antes de iniciar os testes, é conveniente observar as condições do sistema de arrefecimento, o
volume correto de líquido e a ausência de bolhas de ar (Consulte a seção Sistema de
Arrefecimento)

inicie os testes pelo de resposta dinâmica (teste 1 ).

fffi] O sinal de resposta do sensor ECT está correto (teste 1)?


°C
W
0 Sim, está correto. Conclui-se que o sensor está enviando ao MC a tensão que
corresponde ao real valor de temperatura do líquido de arrefecimento. Realize por
segurança o teste de resistência (teste 3) para verificar toda a faixa de operação do
sensor
[x] Não, o sina! está incorreto ou não existe sinal. Verifique então se o problema está na
alimentação do sensor (teste 2).

|ffi) A tensão de alimentação está correta (teste 2)?

7\ Sim, está cometa. Neste caso, o sensor ECT está danificado, pois está
sendo alimentado e envia sinal de resposta incorreto. Substitua o ECT.

[x] Não há tensão de alimentação. Verifique o chicote elétrico e substítua-o se


necessário. Acompanhe o diagrama elétrico e identifique possíveis
rompimentos no chicote. Caso o chioote esteja perfeito e não haja
alimentação no ECT. suspeite de falhas internas do MC.

Tesfe 1- Resposta de tensão

Tènsào de resposta do sensor


Tensão esperada para 20s C ECT

MUUEB
2.4 V lt MC
ECT

—-
im
%_JD-
rt

© 12í£>
Injeção Eletrónicaÿ)

Tesfe 2 - Tensão de alimentação

wr
Tensfio de alimentação do
sensor ECT

O:
ECT
v\ <v. J
MC
\
í ....
?

Teste 3 - Resistência elétrica

Resislância esperada para 20a C Resi&t&nçie do &en&qr ECT

MUUÊÍÍ
EH MC
3,5 ktl ECT

Ti
lo
J êg>: 4M

Procedimento para saPsíríuíçâo

Para a substituição do ECT, o motor danificado e a instalação de um novo deve ser


deve estar preferencialmente frio. Posicione o mais curto possível, para evitar a perda de
um recipiente para recolher o fuido de muito líquido de arrefecimento e a entrada de
arrefecimento que sairá quando o sensor for ar no sistema. Instale o novo sensor, aperte-o
removido. Desoonecte seu terminal elétrico er com o torque de 10 N,m e, se necessário,
com uma chave 19 mm remova o sensor. O reaba steça o si stem a de amefe ci mento.
tempo gasto entre a remoção do sensor

mecânico
O 13íD 2000
Injeção Eletrónica

&
4 Conjunto Medidor de Densidade
7
Localização do sensor CMD

V
1
*
Informa ao MC a temperatura do ar
admitido pelo motor e a pressão interna do
coletor, possibilitando o cálculo da massa de ar
admitida e o controle exato da quantidade de
combustível introduzida por dclo. O sensor
altera suas características elétricas quando
sujeito ás variações de pressão e diminui sua
resistência interna à medida que a temperatura
aumenta,

Valores característicos do sensor CMD

Temperatura |CC| Resistência fkil'I


0 5,49
10 3,65
20 2,43
30 1,65
40 1t16
50 0,83
60 0,60

a».
£
£ a-
1

o
o 10 20 30 40 50 60
Temperatura FC]

O 130 mecânico
2000
Injeção Eletrónica

Temperatura rc
0 4,13
10 3,79
20 3,37
30 2,92
40 2,48
80 2,06
60 1,66

£3
o

£ 2

0
D 10 20 30 40 50 60
Temperatura PC]

Mdl |1 1 i
lliiliil"" Tensão a
o 4,4
-100 3,7
-200 3,0
-300 2.2
-400 1,5
-500 0,6

S3
::

|2

õ
0 -100 200 -300 400 -500
Pressão [rnmHig]

meeáotca
O >
132 2000
Injeção Eletrónica

Sintomas em caso de falhas

0 mau funcionamento do CMD gera coletor de admissão é fixada em 10 Kpa,


erros na determinação do tempo de abertura quando o habitual em marcha lenta se situa
dos eletroinje lores e no avanço da ignição. entre 30 a 40 Kpa. O avanço de ignição em
Caso os sinais do sensor CMD não cheguem marcha ienta será ligeíramente adiantado e a
ao MC, no instante em que ocorre a penda dos lâmpada de anomalia acende no painel de
sinais do sensor é observada queda da instrumentos. A ausência de sinal do CMD não
rotação, restabelecida logo em seguida. O impede o motor de entrar em funcionamento.
tempo de injeção em marcha lenta não sofre No visor do quadro de instrumentos aparece a
alteração sensível, mas em desacele rações o mensagem H,avaria motor". Ao ser
tempo de injeção retoma lentamente aos restabelecido o sinal, a rotação se eleva
valores caracteristioos de marcha lenta. O ligeiramente e retorna ao normal em seguida.
valor de temperatura do ar tido é fixado em A lâmpada de anomalia se apaga. As falhas de
- 40 °C (devido à resistência tida como infinita
peia ausência do resistor NTC) e a pressão no
interrupção deste circuito são identificadas
pelo scanner.

Circo/ to elétrico
Terminal elétrico do sensor
CMD
CMD MC
MR'1AZ
MR 1
’O
Cwrunljtn Meddar
VD
PFVBR
P L-"P-~g

deDansdade

Raciocínio para manutenção


Antes de iniciar os testes, verifique a existência de entrada falsa de ar pelo coletor de admissão ou
no próprio alojamento do CMD. Inspecione também as condições do filtro de ar Embora os testes
não identifiquem falhas no sensor, a alimentação do motor pode se tornar comprometida em
consequência de sua ineficácia, pois a restrição ao enchimento dos cilindros se eleva conforme a
saturação do elemento filtrante, o que causa queda do rendimento do motor Quando isto ocorne. o
MC detecta a redução da massa de ar admitida e comanda novos parâmetros para compensar a
perda de eficiência volumétrica. Portanto, verifique o filtro e seu elemento quanto á saturação,
sujeira, substituição dentro do prazo determinado, danos e uniformidade entre as dobras do papel
fibroso.
Se existirem dúvidas a respeito da atuaçao do conjunto medidor de densidade, efetue inicialmente
os testes de resposta (testes 1 e 2).

133ÿ>
Injeção Eletrónica

Os sinais de resposta do CM D para temperatura e pressão estão corretos pelJ


(testes1e 2}? bar 1
Sim, os sinais estão corretos. Significa que o CMD está atuante e
1C/\ adequada mente nas temperaturas e pressões aqui avaliadas. No entanto, estes
respondendo
‘ dados são puntuais (isolados), Como o CMD opera de forma contínua para
quaisquer valores de temperatura e pressão, se houver indícios de mau
funcionamento, para maior segurança, teste sua condição em pressões variadas
(teste 5).
Os resultados dos testes do sensor em várias temperaturas e pressões
-
estão conetos (testeS)?
Sim, estão corretos. O sensor está funcionando nomnaimente Apenas
Ui
certifique-se de que nâo haja entradas falsas de ar no alojamento do
sensor. Verifique a continuidade do chicote entre o sensor e o módulo de
comando. Assegure-se que seus sinais estão chegando ao MC,
fx| Nâo. Foram verificadas falhas em algumas temperaturas ou pressões (ou
ambas) Então o sensor está defeituoso. Substitua-o.
|X1 Não. O sinal de temperatura ou pressão (ou ambos) está incorreto. Verifique a
alimentação elétrica do sensor (teste 3),
[?] A alimentação está correta (teste 3)?

[\7| Sim, está correta. Se o sinal de pressão está incorreto, procure por mau
contato ou dano no chicote elétrico ou nos terminais do sensor. Inspecione
o chicote. Se estiver danificado, substilua-o ou procure sanara falha. Se o
chicote estiver OK, substitua o sensor. Se o sinal de temperatura está
incorreto , realize o teste d e resistênci a elétrica (te ste 4) ,
|#1 A resistência íntema está perfeita (teste 4)?
-

jÿ/l Sim, está. Neste caso, procure por danos nos terminais do
sensor ou mau contato no chicote. Aplique um produto limpa-
contatos nos terminais do chicote e também do MC. Repita o
teste de resposta de tensão de temperatura (teste 1 ) e verifique
se a resposta é correta.
fx] Nâo, a resistência está incorreta. Substitua o sensor, pois está
danificado.
[Xj Não. Aaltmentação do sensor está incorreta. Verifique então a continuidade
do chicote do sensor e a existência de curto-cincuíto neste chicote. Caso o
chicote esteja perfeito, inspecione os terminais do MC quanto á integridade
e mau contato, e descubra se ele está alimentando o CMD. Suspeite do MC
na hipótese pouco provável de não estar alimentando o sensor,
Tesfe 1- Resposta de tensão da temperatura

TensSo esperada para 20° C Tensão de resposta do sensor


da temperatura,
MUUffi
aCMO MC
3,37 V]
{ 2 '-Tfr
i
fi í

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'snsass*
mecooíco
O «o 2000
Injeção Eletrónica >
Teste 2 - Resposta de tensão da pressão de marcha lenta
Tensào de resposta do sensor
Motor em marcha lenta e aqueciçfc) de pressão.

nuuífi
aCMD
1 MC TÉ 7T1
1,5 V
lilv
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Wrtriá-
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Oonjjita Medidor
ds Dwsidflde [

Tesfe 3 - Tensão rfe atfmentâçâo


Tenção de alimentação dg
sensor de temperatura

5»0 V nCMD *
MC
T. f I
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Tl

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c
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§
1

Tensão de alimentação do
MU IT ER
sensor de pressão

5.0 V aCMD MC k
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T> V .ízs
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Coneto ‘tied ciar
deDenwade

G 13S > mecfthicd


2000
Injeção Eletrónica

Teste 4 - Resistência elétrica do sensor de temperatura

Resistência esperada para 20* C Medida da resistência do


sensor de temperatura
rtULITR

12 4 Vr4 CMD MC
c o

r
1
I>*
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E>
»

“soar
-
Teste 5 Resposta de tensão da pressão

Resposta esperada pana uma depressão de 200 [mmHg] Tensfio de resposta do sensor

m
de pressão.

CMD

tv.y*
MC
r
$r.
!o
0

n
99ÿ
JSèJ
Curva de resposta do sensor de pressão após uma breve aceleração
Motor em nwdia lenta a aquecido

I I
| CMD FIO A | CMD FIO D

Durante o período de marcha lenta o sinal está [


estável em 1 ,5 [V]. Quando o motor é acelerado
o sinal sobe para aproxima damente 4,2 [V] o que
corresponde aproximadamente à pressão
r
; ; ; ;
. 7TTT..+ ——
+ (

atmosférica. Quando é desacelerado a tensão


ca te estabiliza nova mente em 1,5[V].
\Z43mEGi

Procedimento para substituição

Desoonecte o terminal elétrico do região do alojamento, instale o novo CMD e


sensor. Usando uma chave Torx T-27. solte o aperte novamente seu parafuso.
parafuso de fixação do sensor. Limpe bem a

mecõftfco
O «O 2000
Injeção Eletrónica

5 Sensor cfe posição do pedal


do acelerador

Localização do sensor SPA

m Localizado junto ao pedaí do


acelerador, informa ao MC a posição
instantânea do pedal do acelerador. Consiste
de dois potenciômetros distintos, com ângulo
de operação de 0" a 60°, que possuem
alimentação e aterramento independer tes.

Va/ores característícos do sensor SPA


13
F5L*3
0 0,77
10 1.17
20 1.52
30 i,as
40 2,23
50 2,58
60 2,93
70 3,27
80 3,62
90 3,96
100 4,30
Potenciómetro 1
5

£
s 3
A)

c
£
2

1
10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
% de abertura do pedal do acelerador

G 137}
Injeção Eletrónica

2
o 0,40
10 0,58
20 0,75
30 0,94
40 1,11
50 1,28
60 1,45
70 1,62
80 1,79
90 1,97
100 2,15
Potenciômetro 2
2,5

2,0

S 1,5
g
p 1,0

0,5

0,0
0 10 20 30 40 50 60 70 60 90 100
% de abertura do pedal do acelerador

Tensão Putcnciômetno 1 Polenciâ metro 2


Pedal sol lo 0,77 [V] 0,40 [V]
Pedal total mante pressionado 4,30 [V] 2.15 [V]
Resistência Potenciômetro 1 Potendòmetro 2
Pedal solto 1,17 (kíí] 1,12 [ktt)
Pedal tolalmente pressionado 2,07 [kíí] 1.71 [ktt]

S/n tomas em caso de falhas


Caso o SPA apresente falha em um do sinal do SPA, a rotação é elevada para
dos potenciòmetros, o sistema continuará aproximada mente 1200 rpm, para que seja
funcionando por meio do sinal do sensor de possível o deslocamento do veículo, O motor
pressão do coletor e do outro potenciômetro. não obedecerá ma is aos comandos do pedal
Neste caso, a abertura da borboleta se tomará do acelerador. Ao ser restabelecido o sinal do
lenta mesmo ao se acionar rapidamente o sensor, a falha permanece até que seja dada
peda! do acelerador, caso ocorra a penda total nova partida no motor.

mocõnlcti
O 13*0 2000
Injeção Eletrónica '}

Circuito elétrico

EBT Terminal elétrico do sensor SPA


O MC
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EBÍ
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EB3
-
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Sensor deposição!»
peagl JoáSeÍBraínr
\

Raciocínio para manutenção

Realize inicialmente o teste de resposta d ínã mica de tensão dos potenciõmetros (teste 1}.
í 7-
| A resposta dinâmica de tensão está correta (teste 1 )?
_
yOjfK
-
r-TT.
l \l] Devido ao acesso incómodo para realização deste teste e também para evitar danos
aos componentes do chicote elétrico, Mecânica 2000 recomenda que este
procedimento seja realizado com pontas de provas especiais para este fim. A foto do
teste de resposta é ilustrativa. Para a realização deste teste, o CDTM utiliza pontas
de prova especiais Bosch/Tecnomotor.
rpi Sim, seu sinal de resposta está correto. Significa que o sensor de posição do
J acelerador está funcionando perfeitamente. Ainda assim é necessário verificar se
seu sinal está chegando ao MC. Confira o chicote elétrico enire o SPA e o MC.
Oriente-se pel o d iagram a elétrioo .
|ffi| O ch ícote elétrico está em boas cond íçôes?

(\7j Sim, está perfeito. Meste caso, o circuito do SPA está em ordem e a falha
apresentada pelo veículo tem outra origem,
fx] Não. Foi observado curto-circuito ou algum ponto de interrupção do chicote
(mau contato). Efetue os reparos necessários, ou substitua o chicote.
[x] Não. O sinal do SPA está incorreto. Realize o teste de alimentação elétrica para
identificarse a falha está na alimentação ou no sensor (teste 2),
[ffil A tensão de alimentação está cometa (teste 2)?
p] Sím, o sensor está devidamente alimentado. Então o defeito pode estar no
próprio sensor ou no fio de sinal do chicote. Para localizar o problema, faça
o teste de resistência interna do sensor. Este teste garantirá a
operacionalidade do sensor (teste 3).
p?] A resistência do sensor está correta (teste 3)?

pjl É maís cômoda a realização do teste de resistência com o sensor


M
Remova o sensor conforme recomendado no
procedimento para substituição.
*
,
139j>
Injeção Eletrónica

4 è |\/| SEm, está correta e o sensor está em ordem. Neste caso verifique
o chicote e faça um teste de continuidade e curto~círcuíto,
orientando-se sempre pelo diagrama elétrico. Se não for
diagnosticado nada anormal no chicote, inspecione o ETC, que
pode não estar atuando corretamente,
[x] Não. A resistência está incorreta. Substitua o sensor de posição
do acelerador, pois está danificado interna mente.
fx| Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote elétrico e substitua-o
se necessário. Se estiver perfeito e não houver alimentação no $PA,
suspeite do MC, Embora remota, existe a possibilidade de o MC não estar
al i m enta n do o sensor SPA.

-
Teste1 Resposta de tensão

0,77 [V] potendfimetra 1


Petíal solto TensSo de resposta do
0.40 [VJ potendfimetro 2 potendâmeira 1 (pedal solto)

m
MUtTffl O
SPA
MC

-<KJ3

T
C

""'WESs?
/-
K
4,30 [V] potendfimetro 1
2,15 [V] potendfimetro 2 Petíal totalmente pressionado Tensão de resposta do
potenciõmetno 1 (pedal
pressionado)
MUITÊR
O

MC
V . L>
BMLTJ * <K5J

L
rn
V
c Z>——
Sã rear (fe peçtçào *ÿ i

mecfloica
O 140 2000
Injeção Eletrónica

Teste 2 - Tensão de alimentação

Tensão de alimentação do
potenaOmelro 1
mtm
5.QV SPA

[n
c
c tr> MC

t <K3?
ly
T>
Ei»

- :

reste 3 - Resistência elétrica

1 ,17 [kíl] potendômetro 1


1,12 [kflj potendômetra 2 Pedal solta
Rosistância do potcncifl metro 1
(pedal solto!
E3

o- <KMÍMC
z>
rn jyr <õ

2
El&, :
2,07 [kn] potend&metro 1 Resistência do pcienci&inetro 1
Pedal lotai mente pressionado
1,71 [kílj potendômetro 2 (pedal pressionado)

MIÍLTEU
EI
SFfc

7 MC
jy o
I>ÿ O- -ÇML
“ . >£— * <K33

e u£> mocantco
2000
Injeção Eletrónica

Curva de resposta do sensor de posição do acelerador


Pot&nciGmetno 1

I I
SPA FIO 4 SPA FIO 3

1n
O sinal está estável em 0,7 [V], Quando o pedai do
acelerador é acionado, nota-se que o sinal sobe
2uw: :
até 4,3 [V] sem nenhuma descontinuidade. SíP
Quando o pedal é liberado, o sinal torna a descer
sem descontinuidade até 0t7[V],
zimuíãm

Potaflciãmfflro 2

I I
SPA FIO 6 |SPA FIO 5 A*rrmamrm /
Q sinal está estável em 0,4 [V]. Quando o pedal do
acelerador é acionado, nota-se que o sinal sobe
até 2,2 [V] sem nenhuma descontinuidade.
Quando o pedal é liberado, o sinal torna a descer
sem descontinuidade até 0,4 [V] , SÍ P _J

zismzGa
Procedimento para substituição

Inicialmente desconecte o terminal completo do pedai do acelerador. Para


elétrico do SPA. Solte os quatro parafusos Toot instalação, execute o procedimento inverso.
T-30 de fixação do SPA e remova o conjunto

O 142ÿ> fflOCCHHCO
7000
Injeçào Eletrónica

6 Borboleta Motorizada
ml
Localização da Borboleta Motorizada
*

r com uma abertura que possibilita uma


V. JF passagem de ar de tal forma que a rotação
fique acima dos valores de marcha lenta.

Dois potenciômetros informam a


posição angular da borboleta. Cada
polenciòmetro possui ângulo de operação de 0
a 80,6 graus. Ambos possuem alimentação e
É um motor elétrico de corrente aterra mento i nd epe n dente s .
contínua que movimenta a borboleta do
acelerador. O MC controla seu posictona- No instante em que a chave de ignição
m ento, atravé s do e n vio deumsinaldeten são , é ligada, a borboleta atinge sua posição
com frequência de 2000 Hz, O ETC controla recuada, característica de operação em
também a rotação de marcha lenta e executa marcha lenta. Se após um intervalo de 30
as funções de dash pot. Para o fechamento da segundos não for dada a partida, ou não for
borboleta o atuador utiliza uma mola que acionado o pedal do acelerador, o motor
permite, com o motor elétrico não acionado, elétrico da borboleta será desativado.
recua r a borboleta d e acele ra ção.
Com isto, a borboleta retornará à sua
Somente pela ação da mola a posição de repouso, equivalente a 14% de
borboleta não irá fechar totalmente, ficando abertura.

Valores caracterfsticos da Borboleta Motorizada

Tensão Fotenciòmetíp 1 Fotenciõm&tro 2


Borboleta fechada 0,9 M 4,1 M
Borboleta total mente aberta 4,3 [V] 07 [V]

Resistência Potençiõmetro 1 Pote nciê metro 2


Borboleta fechada 1 ,38 [knj 0,96 [kfi]
Borboleta total mente aberta 4,68 (kH] 2,44 [kí3]

Frequência de acionamento do motor CC 2 kHz

G 143
mecânico
2000
injeção Eletrónica

Potenciômetro 1 Potendôrnetro 1
% de abertura da borboleta Tensão Ú % de abertura da borboleta Tensão U
10 0,8 60 2,8
2C 1.2 70 3,2
30 1.6 80 3.5
40 2,0 90 3,9
50 2,4 99 4,3

Potenciômatro 1
5,0

4,0

S 3,0
-
r
ffl 2,0

1,0

0,0
0 10 20 30 40 Í50 60 70 S0 90 100
% de abertura da borboleta

PotendOmetro 2 Potenci&rríetro 2
% de abertura da borboleta Tensão U % de abertura da borboleta Tensão tJ
10 4,1 60 2,3
20 3.6 70 1.9
30 3.4 80 1,5
40 3.1 90 1,1
50 2.7 99 0r7
Potenctôrmetro 2

5.0

4,0

3,0
O

o 2,0

1.0

0.0 T T T r T T T T 1*
0 10 20 30 40 SO 60 70 80 SO 100
% de abertura da borboleta

mecânica
6 144 )
2000
Injeção Eletrónica

Sintomas em caso de falhas


A atuação da borboleta motorizada é aproximada mente 2100 rpm. Caso ocorra
fundamental para o bom funcionamento do interrupção em apenas um dos
motor Seu mau funcionamento afeta não potenciômetros, haverá grande demora na
apenas as condições transientes de operação, aceleração do motor. Mesmo que a falha seja
mas também a marcha lenta, uma vez que não sanada, os sintomas permanecem até que seja
existe neste sistema um atua dor específico de dada nova partida no motor.
marcha lenta, pois é a própria borboleta
motorizada quem a controla, Em caso de mau contato no chicote
entre o MC e o ETC, haverá armazenamento
Em caso de interrupção do circuito, a de falhas que semente poderão ser apagadas
rotação do motor será elevada lígeiramente, pelo scanner. Neste caso. o motor poderá
pois a posição de repouso da borboleta é de responder lentamente aos comandos de
10% (posição superior á de marcha lenta). O aceleração ou mesmo não responder. Mesmo
motor não ma is responderá aos comandos de que a fatha seja sanada, ou seja, que o contato
aceleração. Entretanto, ao se pressionar o seja restabelecido, o sintoma permanecerá até
pedal do acelerador, o MC reconhecerá a que a falha seja apagada.
intenção de aumento de rotação por meio da
informação do SPA, Como a borboleta Se houver falha de um potenciõ metro,
motorizada estará inativa, o MC irá aluar na a borboleta ainda funcionará devido à atuação
variação do avanço de ignição para possibilitar do outro potenciômetro* porém com
um pequeno aumento de rotação. Nos testes desempenho limitado. Se ambos os
efetuados por Mecânica 2000, foi constatado potenciômetros apresentarem falhas
que o tempo de injeção não é afetado nestas simultaneamente, a borboleta deixará de
condições, mas com o pedal do acelerador funcionara não será possível alterar a rotação
solto, o avanço de ignição fica em torno de 14° do motor pelo comando do pedal do
e a rotação próxima a 1600 rpm. Quando o acelerador. Se a falha for corrigida, a luz de
pedal do acelerador é total mente pressionado, anomalia permanecerá acesa até a próxima
o avanço de ignição é adiantado para cerca de partida do motor.
30*. o que eleva a rotação para

Circuito elétrico

O Terminal elétrico do ETC


ETC
MC
AZJCZ
CS
€ MR


PR'W a :
AÍ-MU
:PV.:
£ AEVM
i:c :

5ji '
! t<Z

Borboleta
motorizada
t

«O
injeção Eletrónica

Raciocínio para manutenção


A borboleta motorizada está sujeita a contaminações que podem afetar o controle de marcha lenta.
Por Isto são recomendadas a inspeção e limpeza de seu eixo, bem como a verificação de sua livre
movimentação angular até a posição de abertura máxima. Falhas no circuito elétrico do ETC geram
efeitos mais sensíveis para o motorista, o que toma a condução incómoda, dificuldade de estabilizar
a rotação, ou a não abertura da borboleta. Quando estes sintomas forem notados, ou quando
surgirem dúvidas quanto ao funcionamento do ETC, realize inicial mente o teste de resposta
dinâmica (testei).
gg A resposta do ETC está correta (teste 1)?
m Para abrir a borboleta neste teste, pressione o pedal do acelerador. Não a abra
EI
manualmente se a chave de ignição estiver ligada.
P~1 Apotenciômetros
medição de tensão de resposta nos procedimentos 1 e 2 indica a eficiência dos
que informam a posição da borboleta, A medição de frequência no
procedimento 3 identifica o sinal de acionamento do motor elétrico do ETC,
lyl Sim, a resposta está correta, Significa que o ETC está alimentado e seu
L— }
potendõmetro funciona correta mente. Verifique o chicote elétrico entre o ETC e o
MC, pois pode não haver continuidade e seu sinal não estar chegando ao MC,
Confira também as condições dos terminais do chicote e do próprio MC,
O ch icote elétrioo está em boas con dições?

k/l Sim, o chicote está em ordem. O circuito do potenciômetro do ETC está


funcionandooorretamente.
[x] Não. Q chicote apresenta mau contato ou curto-circuito Corrija o defeito ou
substitua o chicote.


íx) Não. O sinal do ETC está incorreto. Neste caso, o problema pode estar no
componente ou na alimentação elétrica. Verifi que primeiro a alimentação do ETC
(teste 2).
[ÿ| A tensão de alimentação está cometa (teste 2}?


fcs) Sim, está correta, Q defeito pode ser do próprio ETC ou do fio de sinaf do
chicote. Para locaiear o problema, realize o teste de resistência interna do
ETC (teste 3).
A resistência interna dos potenciô metros do ETC está cometa r
(leste 3)? [Qgÿ)


[\7] Sim, está correta. Neste caso, o defeito está no chicote elétrico.
Faça um teste de continuidade e curto-circuito, Oríente-se pelo
d iagrama e I étrioo a presented o a o final desta ed ição.
[X| Não. A resistência interna está incorreta, Significa que o ETC está
danificado e deve ser substituído.
fx) Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote elétrico e procure por
pontos de interrupção do mesmo. Se estiver danificado, corrija o defeito ou
substitua o chicote. Se o chicote estiver perfeito e não houver alimentação
no ETC, é possível que o MC não esteja alimentando o ETC. Verifique o
MC.

e 146J
Injeção Eletrónica

Teste 1- Resposta dinâmica


0,9 (V] potenciômetro 1
4,1 [V] potenciômetro 2 Borboleta fechada Tensão de resposta do
poteociGmeVo 1 (borboteta
fechada)
HiriTEH
Ei
L rc
MC

11 '©ST* 4
-4MM
",

i z>
C
á
J> /-

-il
-»ÿ

ti

m Para abrir a borboleta motorizada utilize o pedal do acelerador Não force a sua abertura
man uai mente,

4.JÍV] potenciòmetro 1
Borboleta totalmenle aberta Tensão de resposta do
0.7 IV] polenci&metro 2 poteocifimeino 1 (borboleta
(oral mento aberta)
nurtfi O
ETC
MC
JTZ
H >h>
JL>
!E>
J> -t
A
M3

2' Ã>-~ /
:;-HS í> - *1
7—
1
%

b-iíttL-íjf.j
molnriíiida

ETC Frequência de acionamento do


MC motor CC (chave de ignição
MLTLTETR ligada)
Mg

|U£j|J B_

H \\y BwbtÍÉta jT
4HIã

4MIS
'
'.j

motorisacia jr

nwcõftíco
G 147 2000
Injeção Eletrónicaÿ)

-
Teste 2 Tensão de alimentação

Tensão de alimentação dos

M UUE.il
E'
f MC polenDiõrPElros

s.õvl iE> \ O-

l T>
Ji>
V <>,1 3
r

-<MZ9
V
ra
- “

í A o~ g.-X _ J

I -ÿ
™ I II

U' ~0t' *“t F3 .


t

mqtonisia

-
Teste 3 ffesísténcte ete trica

138 [kíl] potenciômetro 1 Borboleta fechada Resist&ncia do poienci&metro 1


0,96 [Ml] pOtencifimetnO 2 (borboleta fechada)
MU irou ’'’S
FTC
MC

M 1 A

£
O

o -4uiã
•Ji
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r

B ±3 O <iã£ã
....
I E>
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V-
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Boftoalets, ..."
- r
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melonisfla

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MUUER

vr
'
4.68 [KÍ1J potenciômetro 1
2.44 [kíl] potenciômetro 2 Borboleta totalmenle aberta

1
I IO

w
T>

z>
i
O-

o-
o—
<MF
fMl3
MC

0

Resist&ncia do poienobmetro 1
(borboleta abeda)
s-

3.
o-
O-
iuã
-<wH M
V
B*.?
-
foilweta,
rratariíada
., *
T 4MH

rneoònfoo
O 14B 2000
Injeção Eletrónica

Curvas de resposta da borboleta motorizada

PotsíiciâmHtro 1

I I
ETC FIOA ETC FIOC

O sinal está estável em GP9[V], Quando a borboleta


é aberta, nota-se que o sinal sobe até 4,3 fV] sem
nenhuma descontinuidade. Quando a borboleta é
?k\ - F- - + + -
- +-
liberada, o sinal toma a descer sem desconti¬
nuidade até 0,9 [V],
....
>

ztPTÊm TM S3*

Potenciõmetro 2

I I
ETC F10D 2 ETC FIO H

O sinal está estável em 4,1 [V], Quando a borboleta


é aberta, nota-se que o sinal desce até 0,7 [V] sem
nenhuma descontinu idade. Quando a borboleta é
liberada, o sinal toma a subir sem descontinuidade
até 4.1 [V].
: : : j

ZIPTÊCk TM 330

Motor CC em marcha lonia

I
ETC FIO E II ETC FIO F
E A
O MC alimenta o motor CC oom finequência M mu
constante de 2 [kHz] (f = 1!T = 1 fO .0005}. A tensão 5U
positiva indica o fechamento da borboleta durante
a marcha lenta.

mm i©

mocõníca
O 140 7000
Injeção Eletrónica

Mentor CC apte uma acelErapão


I I
ETC FIO 5 |ETC FIO 3
0,5 [ms]

1M
Note que a frequência do sinal de alimentação é a
mesma da marcha lenia: 2 [kHz], porém a tensão 5U
agora é negativa, indicando a abertura da -PIUS
borboleta.
.0,5 [msl

TWSTO

Proced/mento para substituição

Inicialmente, desconecte o terminal localizado abaixo do corpo de borboleta. Antes


elétrico. Solte os quatro parafusos de fixação de instalar o ETC, verifique o posicionamento
do corpo de borboleta motorizada e remova-o. do anel de vedação. Instale e aperte seus
Remova e inspecione o anel de vedação parafusos e reconecfe seu terminal elétrico.

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mocáitlca
O 150 7000
Injeção Eletrónica

7 Sensor de Detonação
r

Localização do sensor KS: fixado no bloco


do motor, ao lado do motor de partida

Informa ao MC a ocorrência de
n detonação no motor. Por ser um sensor tipo

m
piezoelétrico, não possui alimentação elétrica.
i É instalado em posição estratégica no bloco do
motor, que o permite captar as vibrações
it oriundas de detonação em quaisquer cilindros,
Uma vez identificada a existência de
detonação, o módulo de comando atrasará,
por medida de segurança, o ponto de ignição,
independentemente do valor imediato de
avanço de ignição encontrado nc instante da
detonação. Ao cessar a detonação, o avanço
da ignição será restabelecido de forma
gradual.
Sintomas em caso de falhas

O sensor, quando defeituoso, faz com menos evitar as avarias causadas por ela. A má
que o MC ignore seu sinal e limite o avanço da fixação do sensor, por outro lado. não admite
ignição a valores considerados seguros o que o MC adote estratégias de segurança e a
suficiente para inibir a detonação, ou pelo detonação não será reconhecida.

Circuito elétrico
Localização do terminal
Terminal elétrico do sensor KS elétrico do sensor KS

árfí
tr A

[ÿ m jf

MC
KS
fWVM I
-r
PR
s -4wi?
Sensa* de
detoneçSg

isO
Injeção Eletrónicaÿ

Raciocínio para manutenção


Verifique inicialmente a fixação do sensor e as condições do chicote elétrico.

O forque de aperto do parafuso de fixação é de 20 Nm e deve ser respeitado sempre que houver
necessidade de removê-lo.

O sensor de detonação está respondendo corretamente às batidas aplicadas ,

fl lteate1|?
W
f7| Sim, está respondendo. Significa que o sensor está operante. Por segurança,
verifique as condições do chicote entre o conector do sensor e o conector do MC e
cheque sua continuidade. Oriente-se pelo diagrama elétrico.
jxl Não. O KS não responde. Neste caso, substitua o sensor, pois está danificado.

Teste 1- Resposta de tensão

BOSC H Aplicar leves golpes no sensor KS


Tensão de resposta do sensor
MMD-149

0.1 Vac
A.
EH
““V_
A o
--
_—
PR/VW
£2 * L
MC

Scnsafflo
feímaçto
JL *
r Zr
1

7] A tsnsSo alternada deve variar a cada batida no sensor KÊ.


Procedimento para substituição

O acesso ao sensor é meihor por baixo Na instalação, limpe bem a superfície


do veículo. Desconecte o terminal elétrico do do bloco onde o KS se encaixa. Instale o
KS e solte seu parafuso. Remova o sensor. sensor e aperte seu parafuso com 20 Nm .

isC>
Injeção Eletrónica

8> Sensor de velocidade


m
Localização da sensor VSS: fixado ra
carcaça do diferencial
|T

Informa ao BC a velocidade do veículo,


através da frequência de pulsos elétricos
enviados a ele. O sinal de velocidade é
f i
compartilhado através da rede CAN e
disponibilizado para o módulo de comando. É
um sensor que opera segundo o princípio do
efeito Hall. O sensor é alimentado pela chave
SE- de ignição e seu sinal de resposta é enviado ao
BC.

Valores característtcos do sensor VSS

,»TK|*F= ÍÿM3E5I*SfflI!JT!51
20 63
30 122
40 162
50 202
60 242
70 264

300

250

N 200
:7

5 150
B-
tz 100

50

0
0 10 20 30 40 50 60 70
Velocidade (kmAi]
Smtomas em caso de falhas

Se o VSS deixar de atuar, o a real velocidade do veículo e aquela indicada


velocímetro do veiculo se tomará inativa. no painel de instrumentos.
Observe também se existe discrepância entre

mocaníca
O 153ÿ 2000
Injeção Eletrónica

Circuito elétrico
Terminal elétrico de senaor VSS

LII 'i i ma i [ nu i
Borne M da
Chave tte IgniçSo M Fsur mVSS
FC7
ec FC5 AZ/PR

vFC6 1
"

-Vi
0s
Vw
Sen«fda
Sforidada
W'
Raciocínio para manutenção
|ffi| O sinal de resposta do VSS está correto (teste 1)? H

|vÿ| Simp o sinal está correto. Significa que o sensor está operando corretamente. Apenas
verifique o chicote elétrico para certificar-se de que o sinal está chegando ao MC, Se
não forem notadas falhas no chicote, o VSS está em ordem,

jxj Não, o sinal está incorreto. Realize o teste de alimentação para confirmarse o sensor
está sendo alimentado (teste 2).
|fo| Aalimentação do VSS está correta (teste 2)?
W
7j Sim. o sensor está sendo alimentado oorretamente Isto indica falha no
sensor, pois sua alimentação está perfeita e o sensor não envia sinais
corretamente. Verifique a fixação e as condições mecânicas do sensor. Se
estiverem em ordem, substitua o sensor


rcri
1
'
Não há tensão de alimentação. Está identificada a causa da ausência de
resposta do sensor, pois sem alimentação, o VSS não gera sinal de
resposta. Neste caso, verifique o fusível F42, os conectones L, H, F nos
pinos 11. 11 e C7 respectiva mente, e todo o chicote de alimentação,
Oriente-se pelo diagrama elétrico de Mecânica 2000.

Teste 1- Resposta de frequência


Frequência da resposta do

er
Frequência esperada para a velocidade de 20 [km/h] ssnsqr VSS
fim
Q *
83 HJ VSS
f M \ &
< / JÍ5
T7> \ / >,
\ U
'

COTI juta der


deíwJo
&SSA

6
Injeção Eletrónica

Teste 2 - 7ensâo de alimentação


Tensão de alimentação do
MLTLTflEt sensor VSS

1 12,6 V Li

ÈWé
BC

i
f de'
J latter
..'5,

-O

Curva de resjoosfa do sensor de velocidade


FreqúÔncia da resposta do sensor VSS
(velocidade 2D [km/h])

I I /ÿr rffmmrm/
I VSS FIO 2 I VSS FIO 1

Cada pulso significa a passagem por um dente da - r1


roda fónica A frequência do sinal é
aproximada mente 83[Hz] (f 1 / T 1/0,012). A = = 2U.J..U;! Bi
amplitude do sinal é de 5 [VJ. 1

Procedimento para substituição

Para remover o sensor de velocidade é chave fixa 21 mm. Para retirar o sensor de seu
necessério desconectar seu terminai elétrico e alojamento basta puxá-lo para cima. Para
soltar o parafuso estriado de fixação, com uma instalação, siga a sequência inversa.

O 1SSj>
Injeção Eletrónicaÿ

9 Sensor de posição da árvore


de manivelas t
#ílf;
Localização do sensor CKP

1
\ kÿAL
L

O 'J É um sensor do tipo indutivo que


r m informa ao MC a rotação do motor e a posição
instantânea dos êmbolos.
X\
ik
Èfcil

Valores característicos do sensor CKP

Resistência 530 [£1]


Foloa
ru entre o sensor e a roda dentada 0,8 a 1 ,5 mm
S/ntomas em caso de fa/ftas

Caso o sinai do CKP nâo chegue ao isolamento do seu chicote afetam a exatidão
MC, o motor não entra em funcionamento. O do sinal, gerando falhas intermitentes.
posicionamento, a fixação e o correto
Circuito elétrico
Lqçalizgçao do terminal
Terminal elétrico do sensor CKP elâlrico do sensor CKP

y
i

Si
oCKP MC
'
-*
GBPR
T>
0 CZ/VM
MR

Sensor deposição da
árvore da manivelas

mocoeíco
O 156 > 2000
Injeção Eletrónica

Raciocínio para manutenção


f?| O motor funciona? n
|ÿ7|
" J
Sim, funciona. O sensor CKP está operante. Apenas confira a integridade dos dentes
da roda dentada na polia da árvore de manivelas e inspecione a folga entre o sensor
e a roda dentada, que deve ser de 0,8 mm a 1 ,5 mm.
|X) Não funciona. Neste caso, execute o teste de resposta do sensor (testei). -
pjTj A res posta di nâ mica de te n são está correta (te ste 1) ?
w
— Sim, está correta. O sensor está operando adequadamente. É necessário
então verificar se os sinais estão chegando ao MC. Faça um teste de
continuidade no chicote do sensor, entre o CKP e o MC. Guie-se pelo
diagrama elétrico. Inspecione também a integridade dos pinos do MC. Se
todos os itens citados estiverem perfeitos, faça os testes da DIS, do SAC e
dos eletroínjetcres. Se estiverem OK, o defeito pode ser no próprio MC.
|x] Não, está incorreta. Realize o teste de resistência elétrica (teste 2).
jffi) A resistência do sensor está correta (teste 2)?
w
— jffil
[7] Sim. está correta. Faça agora o teste de atenamento da malha de
blindagem (teste 3). _
A malha de blindagem está em boas cor dições?

[71 Sim, está. Neste caso, inspecione a integridade dos


dentes da roda dentada, do próprio CKP, a fixaçao do
sensor, a folga entre o sensor e a roda dentada (0,8 a 1,5
mm) e a existência de partículas metálicas que possam
ser atraídas pelo núcleo magnético do sensor Verifique
também as condições do chicote do sensor.
[x] Não. Neste caso, substitua ou execute os reparos
necessários no chicote, para que seja possível o correto
aterramentodoCKP,
[x] Não, está incorreta. Substitua o CKP, pois está danificado.

Tesfe 1- Resposta dinâmica

mJ O teste deve ser realizado durante a partida do motor. A tensão de resposta irâ variar com a
ca rg a d a bateria . Q ua nto mais rá pi do gira r o motor d e partida , ma i or será a te n são.
Tensão de resposta do sensor
CKP (durante a partida)
Tensão alternada esperada para a rotaçao de partida de motor
MUlTíR
MC
11.2 Vacll
Z> Á
f .tiJ tri
<*

157ÿ
Injeção Eletrónica

Teste 2 - Resistência elétrica


Resistência do sensor CKP

MVUEfl

1530 í 3
n MC í 1

! !

í an
D -

tepssiçSote
iivore te manias
2.

ry*1

-
Tesfe 3 Aterra mento da malha de blindagem
Verificação da malta de
ateramanLo

MUlTEfl

L0.0 II _
j
MC

(Õ| :
O <M2
-
E3 f MS

m
O
_

liiir-dt.- de fsstiçSChda
i iivore

Curva de resposta do sensor de posição da árvore de manivelas

I
| CKP FIO 1

Cada pulso signifi ca a passagem por um dente da


I
| -
CKP

FIO 2

m
Tensão de resposta do sensor CKP
(molor em mancha lenia e aquecido)

*
mm/mn//?$
1 A [ms]

1IIWWWI1
roda dentada. O espaço maior indica a passagem
pelos 2 dentes faltantes roda dentada. A frequência
do sinal é aproximadamente 715 [Hz]
(f=1/1=1/0,0014).

TM 5.10

Procedimento para substituição

Iriicialmente solte o terminal elétrico do micno-V e a região de alojamento do sensor.


CKR Levante o veículo e remova o protetor do Instale o novo CKP e aperte seu parafuso de
carter. Com uma chave Tone E-10, solte o fixação. Verifique se a folga especificada está
parafuso do sensor. Limpe a polia da oorreia respeitada.

«ÿo
Injeção Eletrónica

10 Eletroinjetores

s—+ Localização dos elelnoinjetores


injetam o combustível no ooletor de
admissão segundo uma estratégia se mi-
sequencial. Os eletroinjetores dos cilindros i e
4 são acionados simultaneamente, assim
oomo os eletroinjetores dos cilindros 2 e 3- O
volume de combustível injetado em cada
u S3 acionamento dos eletroinjetores é metade do
volume necessário para a formação de mistura
oom o e nch i m ento dos ctlind ros .
Em marcha lenta o tempo em que o
W' eletroinjetor permanece aberto (tempo de
injeção) é de aproximadamente 1,5 ms.

Valores característicos dos eletroinjetores

IJIJMÿIBIBB 13[ÍÍ]
aprox, 1 ,5 (ms]

S/nfomas em caso de falhas

Se um eletroinjetor deixarde funcionar, lâmpada indicadora de anomalias se acende


será observado aumento de vibração do motor no painel de instrumentos. Mesmo com apenas
e perda de potência, isto caso de dois dois cilindros operantes, o motor conseguirá
eletroinjetores deixarem de funcionar entrar em funcionamento. Em ambos os casos
simultaneamente, a vibração será excessiva, o tempo deinjeçãoeoavançodaigni ção serão
instabilidade em marcha lenta e o motor aumentados.
demorará muito para subir de rotação. A
Circuito elétrico

O
NJ
MC
MR/VM VM/AZ
Terminal elétrico dos
elelroinjelçres
oM Ectÿ-eio'
1

VM/AZ
C1B I f * n
o
» F22
3r
EMnÿnÿelw (NJ nt5nH
WRPR VM/AZ

O V- -J
IMJ Eletnÿijÿw
MRJVD
hf-I> VM/AZ

Etetojnjetar

O 150 mecânica
2000
Injeção Eletrónica

Raciocínio para manutenção


Se houver sintoma de cilindro falhando, este deve ser identificado da seguinte maneira: remova o
conector elétrico de um eletroinjetor e observe se há alteração no funcionamento (já irregular} do
motor. Se a falha aumentar é indicativo de que aquele cilindro está funcionando. De maneira
análoga, se não aumentar, é sinal de que aquele cilindro não está funcionando corretamente, e
possivelmente é o causador do problema. Reconecte seu terminal elétrico e repita o procedimento
até que seja identificado o cilindro causador do sintoma.

Podem ocorrer defeitos elétricos e mecânicos. Para a identificação dos defeitos mecânicos deve-se
remover os eletroinjetores e testá-los em equipamento próprio, para que seja possível avaliar
vazão, capacidade de estanqueidade e formato do spray de combustível de cada um dos
eletroinjetores, conforme recomenda o fabricante do equipamento de teste aplicado.

Os defeitos elétricos são mais fáceis de serem i dentrficad os. Siga o fluxograma aba ixo: _
[ffi] Os quatro eletroinjetores apresentam resistência interna cometa (teste 1)?
tffl
P alimentação
Sim, a resistência elétrica de cada eletroinjetor está correta. Faça agora o teste de
elétrica (teste 2).
P A alimentação de todos os eletroinjetores está correta (teste 2)7
p| Sim, eles estão sendo alimentados correta mente. Faça então o teste de
pulso para verificar se o MC está aterrando os eletroinjetores corretamente
(teste 3}.
íp Os pulsos de aterramento estão sendo aplicados em todos os
eletroinjetores (teste 3)7
P Sim. existem pulsos de aterramento em cada um dos quatro
0
e letroinjetores. Neste caso, não há fal has d e acionamento , poi s os
eletroinjetores estão sendo alimentados e aterrados
oorretamente. Para se assegurar da funcionalidade dos mesmos,
remova-ose insta le-os no equipamento de teste e limpeza. Efetue
a limpeza e faça os testes de vazão, formato de spray de
combustível e estanqueidade.
[x] Não há pulsos de aterramento. Verifique a continuidade dos
chicotes dos eletroinjetores ao MC, bem como o estado dos
terminais elétricos e dos pinos do MC. Caso os chicotes e os
componentes estejam perfeitos, suspeite do MC, que pode não
estarenvíando os pulsos de aterramento.
|X| Não há alimentação no eletroinjetor. Neste caso verifique o relô principal,
os fusíveis F18, F22, MF70 e inspecione todo o chicote elétrico de
alimentação e os conectores envolvidos. Oriente-se pelo diagrama elétrico
para tanto.
[x) Não. A resistência do eletroinjetor estã fora da faixa especificada. Isto significa
defeitos no enrolamento interno e compromete o funcionamento do componente.
Substitua todos os eletroinjetores cujas resistências se apresentam incorretas.

160J
Injeção Efetrônica _y

Teste 1- Resistência elétrica


Resist&ncia do IN J

13 íi
——
E3
INJ
MC
3 A
fl
C
». i

y<®í -<MS7
O
j

tf

'

mm
Teste 2 - Tensão de alimentação

Ml/UTÍt Tensão de aliitiertâçãodo IMJ


EI MC
12.6 V N,

l!L!

j O
Eiéÿnjelõf
1

Baíona

Tesfe 3 - Pu/sos de aterramento

BAT
Verificação dos pulsos de
aterramenio.

[iPil E3 MC
Bateria
INJ
1
Elevo njei or LW

íÿlJ Ao dar a apartida, o led verde deve piscar e o vermelho


permanecer aceso, indicando que o MC eslá
comandando os aletroínjetores.

mgcõoicfl
O 1*0 7000
Injeção Eletrónica

Curva de resposta do eletroinjetor


Sinal de acionamento do eletroinjetor

I I
INJ FIO 2 | BAT TRM(-)

A amplitude do sinal é de 12 [V] até o MC atenar o


fio 2, fazendo com que o injetor abra. Quando o MC
retira o sinal de terra, acontece um pico de tensão,
i
depois o sinal volta para 12 \V]. O tempo de injeção
é o tempo em que o MC mantém o fio 2 aterrado.

Procedimento para substituição

Remoção:
Inicialmente será necessário
despressurizar a linha de alimentação de
Parafuso de fixação dc tubo distribuidor
combustível. Consulte a seção ‘'Sistema de
Alimentação de Combustível e recuperação de
vapor* (página 49). *
Remova a tampa de proteção do motor
e da bateria. Desce necte os terminais elétricos
dos quatro eletroinjetores. Desconecte a m &
mangueira de alimentação de combustível do
tubo distribuidor e solte os dois parafusos Torx
E-10. Remova o tubo distribuidor oom os
eletroinjetores. Solte as travas de fixação e
desencaixe os eletroinjetores. Inspecione os
anéis de vedação (Q ríngs) e lubrifique-os. Se
estiverem ressecados, substitua-os.

Para instalação, execute o procedi¬


mento inverso.

O 162}
Injeção Eletrónica

1t> Sistema de alimentação de


combustível
©
Localização da bomba de combustível I

-
A? tanque. Bombeia o combustível até os
eletroinjetores e mantém a linha de
S combustível pressurizada durante o
of fu n cio namento do motor,

A bomba é alimentada pelo relé da


V bomba {relé 10), quando a chave de ignição é
ligada. Se não for dada a partida no motor, a
A
bomba è desligada após poucos segundos,
pois o MC reconhece que não foi dada a
O Sistema de Alimentação de partida, por meio da ausência do sinal do
Combustível (SAC) compreende todo o sensor de rotações e então, por medida de
sistema de combustível do veículo, composto segurança, desarma o relé.
de bomba, filtro, regulador de pressão, tanque
e tubulações. O filtro de combustível é incorporado á
bomba e sua vida útil deve ser a mesma que a
A bomba elétrica de combustível opera da bomba de combustível, o que dispensa a
submersa ao combustível no interior do necessidade de substituição periódica.
Valores característicos do sistema de alimentação

Pressão de operação 3,6 (bar)

Sintomas em caso de fathas


Baixa pressão na linha de alimentação funcionar, o motor não terá suprimento de
de combustível gera falhas em acelerações e combustível e não entrará em funcionamento.
perda de potência. Caso a bomba deixe de

Circuito elétrico
Terminal elétrico da bomba
de combustível
O
O SAC
II
RWVD
PH
ilMli Bower dorida bomb*
ftJUBS.
m
Ti-
rnte(TvJ*)rlíWfíi9l

Bomba de
rambusiirti
AZ/BR

Ur1<sã
t >
T 1 1 1
4 » |

1/J
1

5i™í para deMiavanwnto das parlas


Compuftdo» ite bonto

mecaatco
O 163}
2000
Injeção Eletrónica

Circuito hidráulico

Unha de alimentaçaa

Tubo disiribuidof
C
Tanque u u u u
MJ Eletrolnlslores

Raciocínio para manutenção

Assegure-se de que não existam obstruções ao longo das tubufações de alimentação, que possam
conduzira eventuais erros no diagnóstico. Se não existirem também vazamentos externos, inicie
pelo teste de tensão de alimentação da bomba de combustível (teste 2).

A ten são de alimentação está correta (teste 2)?


ÇM
forj Sim, está correta. Significa que a bomba está sendo alimentada cornetamente e que a

1 ] falha não está em seu circuito de alimentação elétrica. Se a bomba não é acionada,
inspecione seu terminal elétrico, pois possivelmente seu motor elétrico está
danificado ou travado, o que requer a substituição da bomba. Se a bomba gira, os
testes hidrâuficos são necessários. Realize, neste caso, o teste de pressão de
combustível (teste 1).
(fiijj| A pressão de combustível medida está correta (teste 1)? yy
I ! I Para executar o teste de pressão de combustível, é necessário
despressurízar a linha de alimentação de combustível. Remova o relé da
bomba (ralé 10). dé partida no motor e aguarde seu desligamento por falta
de combustível. Desligue a chave de ignição. Solte a conexão de entrada
de combustível no tubo distribuidor. Instale um manómetro em série na
linha de alimentação de combustível e faça um curto entre os bornes 30 e
87 do soquete do relé da bomba. Este procedimento causará a
pressurizaçáo da linha de alimentação de combustível, se a bomba estiver
operante, Faça a leitura da pressão indicada pelo manómetro,
rn
— bomba para despressurizar nova mente a remova o manómetro.
Após o teste, desfaça o curtoentre os bornes 30 e 67 do soquete do relé da
linha,
reconecte a tubulação de combustível e reinstale o reté da bomba.


jxj
Sim, está correta. O circuito hidráulico está em ordem. Se os sintomas de
falta de combustível persistirem, inspecione a linha de alimentação para
verificar vazamentos ou dobras. Teste também os eletroinjetores.
Não, está incorreta ou não há pressão. Este resultado indica que
provavelmente o regulador de pressão está danificado. Inspecíone-o e se
estiver danificado, substitua-o. Se estiver em ordem, substitua a bomba de
* combustível.

1Ó4J
Injeção Eletrónica


(x) Não há tensão de alimentação. Faça então irm tesle de continuidade e curto- circuito
no chicote. Verifique o funcionamento do relé da bomba (relé 10) e dos fusíveis F21 e
MF 70, Estes componentes sâo responsáveis pelo controle e peia proteção da linha
de alimentação elétrica da bomba,
|ÿ] Os com ponentes citad os está o e m ordem?
©
—C7)
— Sim, estão perfeitos Verifi que então se o MC está aterrando o Relé da
Bomba quando é dada a partida no motor. Sem o sinal de aterramento, o
relé não será atracado e os componentes não serão energizados.
Inspecione também o chicote elétrico entre o bome K23 do conector do MC
e o borne 11 do conector C e também entre o bome 11 do oonector C e o
borne 86 do relé da bomba (Oriente-se pelo diagrama elétrico}
Iffil O teste do sinal de aterramento do MC apresentou resultado
0
[Xr]
— Sim, apresentou resultado correto, Então verifique e limpe os
contatos elétricos do soguete do relé da bomba, do conector C e
do MC inspecione o chicote elétrico. Se o MC estiver enviando
sinal de aterramento ao relé. identifique a causa do seu não
atracamento. Oriente-se pelo diagrama elétrico apresentado no
final desta edição.
[x]
Não existe sinal de aterramento. Faça o teste de continuidade no
fio de acionamento do relé principal, oriente-se pelo diagrama
elétrico. Se estiver em bom estado, suspeite do MC. Embora
pouco provável, o MC pode nao estar aterrando o relé, ou mesmo
não estar sendo alimentado.
fjçjJ Nao, nao estão em ordem. Substitua o componente defeituoso e identifique
a causa de sua avaria, No caso de fusíveis queimados, verifique todo o
chicote elétrico, procure por sinais de mau isolamento ou curto-circuito, que
possa ter ocasionado a queima do fusível. Oriento-se polo diagrama
elétrico,

-
Teste 1 Pressão de combustível

Instale o manómetro na linha de alimentação após o filtro de combustível.


Teste de pressão
Línhí fl&illtnentiçío

3.8 mm
t\
\
uuuu

'f' & M. M >

165ÿ
Injeção Eletrónica

Teste 2 - 7ensâo de alimentação


Tensão de alimentaçao da
bomba de combustível
MUlTftt SAC
12,6 V 1
±_
ifML
o-
T5
&ÿ
v>
Sonlrfío
BSHMBSI
*

Procedimento para substituição

Inicialmente será necessário combustível.


despressurizar a linha de alimentação de
combustível. Remove o relé da bomba (relé Usando preferencialmente ferramenta
10), dê partida no motor e aguarde seu específica, gire a porca plástica que fixa a
desligamento. Desligue a chave de ignição, bomba ao tanque no sentido anti-horário.
levante o assento do banco traseiro e remova Retire a porca e remova a bomba, Ao instalara
os parafusos da tampa metálica de proteção da nova bomba, execute o procedimento inverso e
bomba de combustível, Desconecte o terminal instale o anel de vedação com sua face mais
elétrico e a tubulação de alimentação plana voltad a para a bo m ba .

ttuj CU-JJDJJJ

EP 3
5
5
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166J
Injeção Eletrónica

12 Eletroválvula de purga do canister 5

Tf#

Locailiaçao da CAMP

Controla fluxo de vapor de combustível


(purga) gerado no tanque, dírecionando-o para
jf
o canister (fittro de carvão ativado) ou para o
oofetorde admissão, durante os vários regimes
de funcionamento do motor, evitando a
poluição atmosférica por hidrocarbonetos e
contribuindo para a economia de combustível.
É alimentada pelo reJé principal e controlada
àUVj pelo Ma Quando aberta, permite a passagem
do vapor de combustível proveniente do
tanque para o coletor de admissão, para ser
incorporado á mistura arfcombustível. Quando
fechada, os vapores são direcionados para o
canister onde são absorvidos no filtro de
carvão ativado,

Sintomas em caso de falhas

O mau funcionamento da válvula de chicote elétrico, a lâmpada de anomalia no


controle de purga do canister afeta muito painel de instrumentos permanece apagada.
pouco o funcionamento do motor. Seus Porém, neste caso, será acusada falha pelo
sintomas são Im perceptive is a olho nu. Em scanner.
caso de falhas ou mesmo interrupção de seu

Circuito elétrico

Terminal elétrico da CAMP

MC
_
O
CASP


CT
0
MRJVM

Vihtjia rt purga
VMtBR
- « Fusível F11
“ w *
do Hii ster
s

mocõfttco
O 1Ó7J 2000
Injeção Eletrónica

Raciocínio para manutenção

___
Seu teste requer o uso da bomba de pressão para verificar sua estanqueidade. Apenas o teste de
resistência elétrica é inconclusivo» pois não verifica o estado de seu mecanismo interno, Para
verificar seu funcionamento, inicialmente certifique-se de que o relé principal (responsável pelo
controle de sua linha de alimentação) e o fusível F11 (que protege seu circuito elétrico} estejam em
ordem. Realize inícialmente o teste de funcionamento da eletroválvula (teste 1)*
A CANP funciona corretamente (teste 1 )? =§5=
Para este teste, remova a eletroválvula, empurrandcÿa para fora de seu suporte com
u m a espá tuia pfásti ca . Sol te a ma n gue i ra d a C AN P q ue va r até o coletor d e a d m i ssão
e instale a mangueira de depressão na tubulação de entrada da eletroválvula. Aplique
-
depressão ( 200 mmHg) na CANP e observe se a depressão se mantém, Aplique
tensão de bateria nos terminais elétricos do componente e observe se a depressão se
extingue.
[ÿ/j Sim, a eletroválvula CANP está funcionando corretamente. Realize o teste de
alimentação da eletroválvula CANP (teste 2).
fffilACANP está recebendo alimentação corretamente (teste 2)?
d
fs] Sim, está cometa mente alimentada. Verifique então a continuidade do fio de
aterrannento da CANP ao MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico. _

[ff?| O chicote elétrico está em ordem?

fc7] Sim, o chicote está perfeito, Conclui-se que o circuito elétrico da


W
válvula CANP está funcionando corretamente e que todas as
condições para o perfeito funciona mento da CANP são atendidas,

ÍXl
—jjTi Não. O chicote apresenta rompimento ou
' I sanara avaria ou substitua o chicote,
curto-circuito,

Não há alimentação para a CANP. Inspecione novamente o fusível F11,


Procure

assim como o relé principal, Confira o chicote elétrico de alimentação, teste


sua continuidade e verifique a existência de curto-circuito, conforme o
diagrama elétrico.
[x| Não. Faça entáo um toste de resistência (toste 3) para identificar o problema.
A resi stê n cia elétrica está correta (te ste 3) ?

|yÿ] Sim , está . Existem d u as possi bilidádes: a me mbrana i ntema d o com pone nte
M
pode estar danificada, ou pode haver mau contato nos terminais elétricos.
Limpe e inspecione os terminais elétricos. Se os contatos do terminai elétrico
esti vere m e m bom e stado, s u bstitua a e letrová Ivu I a CAN P.
[Xl Não, a resistência está incorreta. Neste caso, substitua a CANP, pois
apresenta dano em seu circuito interno.

O 108}
Injeção Eletrónica

Teste 1- Funcionamento da CANP


Aplicar e ma nter uma pressão d e -200 [m mHgj. Bomba de pressão aplicada à
CANP (-200 [nmHgOJ
-.200 mmftg

MC
CANP

IJr -Q O-

VálvL a de puigs
do csntater

Aeletrovál vula CANP deve apresentar esta n que idade.

Aplicar o positivo da bateria no componente B da CANP e


o negativo no componente A. Tensão aplicada na CANP
(0 [mmHg]]
D.0 mM)
MC
CANP

A
BAT
VátaJta puma [t \
íSr Battna
do canrster -

A pressão (medida no manómetro) deve cair para 0,0 [mmHg].

-
resfe 2 Tensão de alimentação
Tensão de alimentação da
CANP
MULTEU ’ A
O MC
[12,6 Vj CANP

£%\
*

m Vâ/vua cte purga


do canister

BAT

E-H'.HrM

© «O
Injeção Eletrónica

Teste 3 - Resistência elétrica

n
Resiâtència da CAMP
Mlítftlj
MC ,
c m>
íTÿ
*
ã" ~
m
B Vâhida da purga
do canister V1

Procedimento para substituição

Com uma espátula plástica, desloque mangueiras de vapor e remova-as da CANP


a CANP do seu alojamento, empurrando-a Para instalação, execute o procedimento
para frente. Identifique a posição das inverso.

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Injeçào Eletrónicaÿ

13 Bobina de ignição
i£iL ;
Localização da Bobina da ignição

£ tÀ

O sistema de ignição é estático (sem


«S+ - distribuidor). Alimentado pelo reté principal,
seu controle de aterra mento eletrónico é feito
a*/ pelo MC. Uma bobina alimenta
simultaneamente as velas dos cilindros 2 e 3, e
a outra bobina alimenta as velas dos cilindros 1
e4.
Gera a alta tensão fornecida às velas
para a produção do centel hamento que dá Todos os controles de avanço, ângulo
início ao processo de combustão. É um módulo de permanência e o ponto inicial de Ignição são
composto por duas bobinas de ignição, efetuados pelo MC, através de parâmetros pré-
encapsuladas numa única peça. com apenas definidos em sua memória e por meio de
um corrector elétrico. informações fornecidas pelos sensones.

Valores característicos do sistema de ignição


Resistência do primário o.5 m
Resistência do secundário 5,1 [k£l]
Fofga entre os elelrodos da vela 0.8 [mm]
S/nfomas em caso de falhas
Caso uma das bobinas apresente normalmente é notada vibração excessiva.
falhas, os sintomas podem ser similares aos de
motor funcionando com apenas dois cilindro, Se ambas as bobinas deixarem de
Pode também apresentar funcionamento operar simultaneamente, não haverá centelha
irregular, contínuo ou intermitente. A resposta em nenhum cilindro e o motor não terá
aos comandos de aceleração torna-se lenta, e condições de funcionar
Circuito elétrico
Terminal elétrico da Bobina de
Ignição
MC EI
DIS
{cziorj]
ED> — I
PR/AZ
Mas
~nm CIS
PR/VD } VM/AZ
Fusível F22

MOO
Bobirjde
5ÿ

mecânico
O 170 2000
Injeção Eletrónica

Raciocínio para manutenção


Observe a condição dos cabos quanto a resseca mentos, que podem ocasionar fugas de centelha.
assim como o estado dos seus terminais. Cabos duros e quebradiços devem ser substituídos. A
presença de agentes químicos nos terminais, como graxa e óleo, também facilita a fuga de centelha,
gerando falhas do motor e levando ao diagnóstico incorreto do sistema de ignição. Inspecione
também a bobina, que deve apresentar-se isenta de trincas, deformações ou aquecimento
excessivo.
f?l Acentelha está com o aspecto correto (teste 1}? e
(T| Se o centelhador não estiver disponível, o teste de resistência elétrica (teste 2) pode
auxiliá-lo a verifi car se os enrolamentos internos da bobina estão rompidos. Este
teste, no entanto, seré conclusive apenas se a resposta apresentada for incorreta,
pois mesmo com o enrolamento em bom estado pode estar havendo baixo
isolamento da carcaça e a bobina pode estar danificada
|y| Sim, a centelha se apresenta intensa e azulada, isto demonstra a boa condição da
bobina. Verifique os cabos e as velas (teste 5). Se necessário, substitua estes
componentes.
fx| Não, a centelha é fraca e amarelada. Realize o teste de resistência (teste 2) nos
circuitos primário e secundário para verificar se o problema está nesta parte do
circuito.
[x] Não há centelha. Neste caso é necessário inspecionar o circuito de ignição, Três
possibilidades são prováveis: ausência de alimentação, ausência de pulsos do MC e
bobina danificada. Realize o leste de alimentação elétrica (teste 3). _
pftj Aalimentação está correta (teste $)7
f7\ Sim, está correta. Neste caso, o defeito pode estar no chicote que vai do
MC até a bobina, no MC ou na própria bobina. Verifique o chicote elétrico,
Faça o teste de pulsos de aterramento para verificar se o MC está
co m anda nd o a bobina corretamente{teste 4) . _
|lÿj| Os pulsos estão sendo enviados corretamente (teste 4 )?
[x7] Sím, estão chegando pulsos à bobina. Neste caso, a falha está na
bobina. Substitua-a.
[x] Não hé pulsos de aterramento. Verifique então o chicote elétrico,
entre o MC e a bobina. Oriente-se pelo diagrama elétrico. Verifique
também, o sensor CKP (item de manutenção 9), uma vez que, sem
seu sinal, o MC não envia pulsos de aterramento para a bobina, o
que levaria a um diagnóstico incorreto, pois neste caso o problema
não estaria no sistema de ignição. Por fim, verifique o correto
aterramento e alimentação do MC, Se o CKP estiver em ordem e o
ch ícote do ci rcu ito de ig n ição perfeito, s u spe ite do M C ,

(x) Não há tensão de alimentação. Verifique então o chicote, o relé principal e


os fusíveis F1B, F22 e MF70, sempre se orientando peio diagrama elétrico.
Limpe todos os terminais elétricos envolvidos. Faça um teste de
continuidade e curto-circuito. Possivelmente a falha está no chicote
elétrico.

1/£>
Injeção Eletrónicaÿ)

Teste 1- Centelhamento

H r

— '
Te&te de ceniel ha mento

PH
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Teste 2 Resistência elétrica

Resi&t&ncia do primário

MC EE>
QIS

S3í G 1
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0,5»
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I
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dimlraí íilinftO 3
Resistência do secundário

MC i*

5,1 kí 1 BL'
OW" /
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E
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<E -I 000 J
m. C

/ Bútxra de
•grtic**
>v
± O: >1 ,

dmdiot cilindm 4

mfrcflftico
O 2000
Injeção Eletrónica

Teste 3 - Tensão de alimentação


Tensão de alimentação da DIS
MLÍLTEH

MC 1 12,6 Vl’

ããDÿ-i (ÿ0 OMíT cqQpp


I'.-J

[QUP}
d -TWl
<x -i m I
SM
2>

{czlQti]
m
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!

i
W

reste 4 - Pulsos de aterramento

Verificação doe pulsos de


MC DIS
aterra inenio-

0ÿ- -TWl
w
_
c3QOf
BAT A
K
-JMJ"
Balaria
C3St=F
<fe

Aodaraapartida.oledvemneEho acende e o verde osdla.

reste 5 - Reste téncte cios cafjos de alta tensão


Cabo 1: 3,3 Jkíl]
Cabo 1: 2,&{kD] Resistência dos cabos da alia
ruim Cabo 1:1.9 [kn] tensão

fflpcòftíco
O 174ÿ) 2000
Injeção Eletrónica

Curva de resposta da Bobina de ignição


Sinal de acionamento da bobina de

IS FIO 1 | BAT — |i

TRM {-)
ignição

Este é o sinal que o MC envia para a bobina de


ignição, A amplitude do sinal é de 12 [V] até o MC + + "'+ÿ + JIB
+ B

aterrar o fio 1, carregando energia na bobina. StP I


Quando o MC retira o sina! de terra, acontece a
centelha e um pico de tensão é observado. Depois
o sinal volta parai 2 [V].
w
Procedimento para substituição

Desconecte o terminal elétrico da Para instalação, execute o procedimento


bobina e. com uma chave Allen 5 mm, remova inverso.
seus 3 parafusos de fixação. Remova a bobina.

I
m V.
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6 175ÿ) 2000
Injeção Eletrónica

14' Interruptor do pedal do freio

Localização do IPF
u g

m
Ê um interruptor duplo, que informe ao
MC os estados do pedal do freio: pedal
acionado e pedal desacionado O interruptor
possui duas alimentações provenientes dos
ias fusíveis F3S e F37 (pós-chave). Com essas
informações de freio aplicado ou não, o MC
ui terá meios de inibir o acionamento de
estratégias de dash pote, com isto, favorecer a
condição de freio motor quando a frenagem
L estiver sendo executada. Quando o Cruise
Control (piloto automático) é utilizado, o MC
i utiliza a informação do IPF para reconhecer o
acionamento do freio e desligar o Cruise
Control, Q interruptor do pedal de freio também
faz o acionamento das lâmpadas de freio
monitoradas pela central.

Smfomas em caso de falhas


Como o interruptor do pedal do freto de identificar seu não funcionamento é
atua principalmente no controle do dash-pot, observar se as luzes de freio estão acendendo
as falhas que podem ocorrer serão quando o pedal é acionado. Em caso de falha
praticamente ímperceptíveis no comporta¬ no IPF a lâmpada de advertência do painel de
mento do motor. Uma maneira simples ©eficaz instrumentos não se acenderá ,

Circuito elétrico

F35

FW
H1S

H14 pt
|

O

-T>ÿ
IPF

V JB/VD

H15
EA2

H1S
MC

y Terminal elétrico do IPF

O
Injeção Eletrónica

Raciocínio para manutenção

As I uzes de freio acende m q ua ndo o peda I é acionado (chave d e ignição liga d a)? j
[ÿ7] Sim. As luzes acendem. Isso, contudo, não garante que o MC eslá recebendo o sinal
do I PR Rea I íze o teste de resposta di n âm ica (te ste 1).
Pr) Devido ao acesso incómodo para realização deste teste e também para evltardanos
aos componentes do chicote elétrico, Mecânica 2000 recomenda que este
procedimento seja realizado com pontas de provas especiais pana este fim. A foto do
teste de resposta é meramente ilustrativa. Ao executar este teste o CDTM utilizou
pontas de prova especiais Bosch/Tecnomotor para não danificar os fios nem o
chicote *
jx) Não, Nenhuma das luzes acende. Verifique os fusível F35 e F37 e faça o teste de
resposta dinâmica do interruptor (teste 1). Verifique, por segurança, o circuito das
luzes de freio, pois seu chicote pode estar rompido em algum ponto. Inspecione
todos os terminais elétricos envolvidos.
|7T| A resposta dinâmica do IPF está correta (teste 1)?
Ç/) Sim, está cometa. Verifique a continuidade no chicote para certificar-se de
que o MC está recebendo o sinal do IPF,
[x] Não, a resposta dinâmica está incorreta. Realize o teste de resistência
(teste 2).
(/frl A resistência elétrica do interruptor está correta (teste 2)?
ÇM
7 Sim, está correta. Inspecione os terminais do interruptor e sua
fixação O IPF está em ordem.
fx| Não, está incorreta. Substitua o IPR pois está danificado.

-
Tfeste 1 Resposta de tensão

Interruptor 1: 12,0 [V] Pedal de freio solto Tensão de resposta da


Interruptor 2: 0.0 M interruptor 1
d '1
MC
lís.: fvTL \ wj
ITT
3

0=5 *
4 'ÿ Jl
IfHefnjrttyío pwíal
BAT OftffSO

Batera

O 177}
Injeção Eletrónica

Tensão de resposta do
interruptor 1
1
Interruptor 1: 0,0 [V]

ML/LTEH
Interruptor 2: 12,0 [VJ
Pedal de freio pressionado
. J o.
--rrn MC |r
n
?
ED
4
— T>
\ I
do pedal

HD“ eria i &

reste 2 - Pes/sténcte elétrica

Intenuptor 1: 0,0 [ft] {circuito fechado)


Interruptor 2: oo (circuito aberto) Pedal de freio solto Resistência do interruptor 2

; -
.'V
im/
>4—v-L-p]
IFF

interrÿw do podai
--
o

o
<KTT
rK5
MC

c
.
t
v

Pedal de freio pressionado


Resistência do interruptor 2
Intenuptor 1: oo (circuito aberto)
Interruptor 2: 0,0 [ft] (circuito fechado) g,

jm/
oIFF MC m
4
rZi
Ml i

-
o <Eã
c 2
Z—
Intefnjbÿo pedal
Jf '

e *70 mecânico
2000
Injeção Eletrónica

Curva de resposta do interruptor do pedal de freio


imanrupLor 1

I I éi
I IPF FIO 1 |BAT TRMÍ-) W mmmnM /
O sinal está estável em 12 [V]. Quando o pedal do
freio é acionado, o sinal desce até 0,0 [V], Quando o j
ped al ó solto, o si n al volta a su bír até os 12 (V].

SíP •

msnB
Interruptor 2

I i
IPF FIO 2 |BAT TRM(-)

O sinal está estável em 0,0 [V}, Quando o pedal do i >


freio é acionado, o sinal sobe até 12 [V], Quando o
pedal é solto, o sinal volta a desceraté 0,0 [V].
IlIftffftHtfll
TM 330

Procedimento para substituição

Desconecte o terminal elétrico do IPF, gire-o no sentido anti-horário. Para instaEarum novo
interruptor, execute o procedi mento inverso.

O 179 >
Injeção Eletr

15> Interruptor do pedal de embreagem


r
, -* Localização do CPP

ww *
ep
É um intenuptor que informa ao MC
sobre o acionamento do pedal de embreagem,
É um componente que, em sua posição de
trabalho, atua como um interruptor
*fc normalmente aberto, que se fecha no instante
que o peda] de embreagem é acionado,
fechando o circuito entre o terminal K25 do MC
ã massa. Assim como o IPF. sua função
influencia o controle do Dash-pot e para
desabilitar o Cruise Control quando o pedai de
embreagem é acionado,
Smtomas em caso de falhas
O funcionamento do motor ou da circuito elétrico, a lâmpada de anomalia no
embreagem em rada será afetado caso o CPP painel de instrumentos permanece apagada, O
apresente alguma falha, de forma que scanner não acusa falhas para este
dificilmente o condutor perceberã seu mau oomponente.
funcionamento. Em caso de interrupção do seu
Circuito elétrico
Terminal elétriçQ <Jo CPP

CPP MC V
E CS 3 1
TLÿQt
T Intemjptor do pedal
aeeflnresgem 4 2

/
X
Raciocínio para manutenção

|ffij A resposta dinâmica de tensão do CPP está correta{teste 1)?


[XI Assim como no IPF. Mecânica 2000 recomenda que este procedimento seja
M
real i zado com pontas de p rovas e specials para este fim . A foto do teste de resposta é
ilustrativa- Para a realização deste teste, o CDTM utilizou pontas de prova especiais
Bosch/Tecno motor, para não danificar o chicote.
|T) Este proced imen to d eve ser realizado oom a ch a ve de ig n rçào lig ada .
(7\ Sim, está correta O interruptor do pedal da embreagem está em boas condições.
ii
O 180}
injeção Eletrónica

[x] Não, a resposta dinâmica está incorreta. Realize o teste de resistência {teste 2)

P?l A resistência elétrica do interruptor está correta{teste 2)?


W
7) Sim. está correta. Inspecione os terminais do interruptor e sua fixação. 0
CPP está em ordem.
|x] Não, está incorreta. Substitua o CPR pois está danificado.

reste 1- Resposta de tensão

|~|7j Realize esse teste apenas com a chave da ignição ligada

Pedal de embreagem softo Tensão de resposta do CPP

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MC
1
0,9 V li! CPP
ft ff*
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-1
V
T> — ECS

i
4

MarrvplPtbpaóal
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MJ
ilUH Batera
Tensão de resposta do CPP

Pedal de embreagem pressionado

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MC
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LI—: V V [MJ
J> * <TPMEã]

L fií Wemjriçutopextel
««nnrasgain

BAT

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Baltfia

mocòftíco
O iaC> 2000
Injeção Eletrónica

Teste 2 - Reste téncte e/étrica


Pedal de embreagem solto
Resistência do interruptor
nuuffl
MC
OL
w EI
CPP
| TI I1
X7 £0&

vz Inlsrruplor dí ceda;
««rttsfeagern
4

Resistência do interruptor
Pedal de embreagem pressionado

MC
O
C-FP
é
Ece

Indanuplor-d? ped*
deeflmreogepi

-
Curva de resposta do interruptor do pedal de embreagem
Intemjptor do pedal de embreagem
|i
BAT TRM (+) |CPP FIO 2 / rffMfwrn# /
i
O sinal está estável em 0>9 [V]. Quando o pedal :
de embreagem é acionado, o sinal sobe até .
12,0 [V]r Quando o pedal é solto, o sinal volta a !
desoeratéos0,9[V]

ZIPTcC
Procedimento para substituição

Desconecte o te rm inal e I étrioo d o C P P, novo interruptor, execute o procedimento


gíre-o no sentido anti-horárío. Para instalar um inverso.

moctiolca
O 1*0 2000
v
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:4 beta da*
i «;:/ fjafifK
Procedimento
Item Teste a ser realizado 33
MC CH K2 massa >11,5[V1
MCCH K52 massa >11,5 [V]
Tensão de alimentação do MC MC CH K19 massa >11,5 [ VJ
MCCH M47 massa >11 ,5 [ V]
MC MCCH M48 massa >11,5 [ V]
MC CH M64 massa >11,5 [V]
MC CH M42 Aterr. T8 0,0 a 1 ,0 [ a )
Atenramento do MC
Carcaça Aterr. T6 o.o a 1 ,o [ a )
EGO Tensão da resposta EGG FtO 1 massa 100 a 900 [ mV ]
Tensão de reposta EOT FIO B ECT FIO A ver pagina 127
ECT Tensão da alimentação ECTCH B ECT CH A 4,8 a 5.2 tV ]
Resistência do componente ECT CP B ECT CP A ver pagine 128
Tensão de resposta (temperatura do ar) CMD FIO C CMD FIO D ver pagina 132
Tensão de alimentação CMDCH B CMD CH D 4,8 a 5,2 [ V J
CMD Tensão de alimentação CMD CH C CMD CH D 4,8 a 5,2 [V]
Resistência elétrica do sensor CMD CPC CMD CP D ver pagina 131
Tensão de resposta (pressão do coletor em aprox. 1,6
marctia lenta)
CMD FIO A CMD FIO D E VI
Tensão de resposta SPAFI0 4 SPA FIO 3 Potenc. 1 . 0,77 [ V ]
(pedal não pressionado) SPAFIO 6 SPA FIO 5 Potenc. 2 : 0,40 [ V ]
Tensão de resposta SPAFIG4 SPA FIO 3 Potenc. 1 : 4,30 [ V J
(pedal pressionado) SPAFIO 6 SPA FIO 5 Potenc. 2 : 2,15 [ V I
Tensão de alimentação do potenciômetro 1 SPACH 2 SPA CH 3 4,8 a 6.2 [V]
SPA Tensão de alimentação do potenciômetro 2: SPACH 1 SPACH 5 4.8 a 6.2 {V]
Resistência do potenciômetro SPACP4 SPA CP 3 Potenc. 1 : 1,17[ kO]
(pedal não pressionado) 5 PA CP 6 SPA CP 5 Potenc. 2 : 1,12,98 [kO]
Resistência do potenciômetro SPACP4 SPA CP 3 Potenc- 1 : 2,07 [ ha ]
(padal pressionado) SPA CP 6 SPA CP 5 Potenc. 2 : 1,71 [ kil J
Tensão de resposta ETC FIO A ETC FIO C Potenc, 1 : 0,9 [ V]
(borboleta fechada) ETC FIO D ETC FIO H Potenc 2 : 4,1 [ V]
Tensão de resposta ETC FIO A ETC FIO C Potenc 1 : 4,3 [ V]
(borboleta aberta) ETC FIO D ETC FIO H Potenc 2 : 0,7 [ V j
Tensão de alimentação do potendômetro 1 ETC CH G ETC CH C 4,8 a 6,2 [ V J
ETC Tensão de alimentação do potenciômetro 2 ETC CH B ETC CH H 4.8a5,2[V]
Resistência do potenciômetro ETC CP A ETC CP C Potenc. 1 : 1.38 [ha J
(borboleta fechada) ETC CP D ETC CP H Potenc. 2 : 0,96 [ kil ]
Resistência do potenciômetro ETC CP A ETC CP C Potenc. 1 : 4.68 E ka ]
(borboleta aberta) ETC CP D ETC CP H Potenc. 2 : 2,44 [ ka ]
Frequência de acionamento do motor CC ETC FEOE ETC FIO F 2 ,0 [kHz ]

mecânico
O 1a3} 2000
Injeçào Eletrónica £>
Procedimento
item Teste a ser realizado Valores ideais
1 i-

Resposta dinâmica (bater levemente no Variaçao da tensão


KS CP A KS CP B
sensor KS) alternada
Tensão de alimentação VSS CH 3 VSS CH 1 >11,5 í V ] (tensão da
VSS bateria)
Resposta dinâmica VSS PIO 2 VSS FIO 1 ver pagina 153
Resistência do componente CKPCP1 CKPCP2 530 [ íí )
CKP -
Resposta dinâmica durante a partida do motor CKP CP 1 CKPCP2 1.2 [Vac]
Aterramento da malha de blindagem CKP CH 3 MC CH M37 continuidade 0[íi]
Resistência elétrica do eletroinjelor INJ CP 1 INJ CP 2 13[«]
INJ Tensão de alimentaçao massa >11.5( V] (tensão da
INJ CH 1 bateria)
Pressão da bomba de combustível ManSmelro instalado na linha aprox. 3,& [ Bar]
(em marcha lenta) de pressão
SAC
Tensão de alimentação da bomba BOMBA CH 4 BOMBA CH 3 >11.5 [ V 3 (tensão da
bateria)
Tensão de alimentação CANP CH B massa >11.5ÍV] (tensão da
CANP bateria)
Resistência elétrica CANPCPB CANP CP A 34 [O]
Tensão de alimentação massa >11,5 [V ] (tensão da
DISCH2 bateria)
Resistência elétrica dos terminais de baixa BT 1 BT2 aprox. 0.5 [n )
CIS BT 3 aprox. 0,5 [ O ]
tensão BT 2
Resistência elétrica dos terminais de alta AT 1 AT 4 aprox. 5,1 [ k£l ]
tensão AT 2 AT 3 aprox. 5,1[ kíí ]
Tensão de resposta IPF RO 1 massa >11,5 [ V 1 (tensão da bateria)
(pedal não pressionado) IPF FIO 2 massa o rvi
Tensão de resposta iPF FtO 1 massa 0M
(pedal pressionado) IPF FiO 2 massa >11,5 ( V J (tensão da bateria)
IPP
Resistência do componente IPF CP 1 IPF CP 3 continuidade 0[íí]
(pedal não pressionado) IPF CP 2 IPF CP 4 circuito aberto
Resistência do componente IPFCP1 IPF CP 3 circuito eberio
(pedal pressionado) IPF CP 2 IPF CP 4 continuidade 0[íí]
Tensão de resposta (pedal não pressionado) C PP FIO 2 massa 0,9 [V)
Tensão de resposta (pedal pressionado) CPP FIO 2 massa 12,0 [V]
CPP Resistência do componente CPP CP 2 CPP CP 4 circuito aberto
(pedal não pressionado)
Resistência do componente CPP CP 2 CPP CP 4 continuidade 0[íl]
(pedal pressionado)

mecflftico
O 184} 2000
o
W&íBS*
Testes
Aquecimento

Freio
Funilaria
Pintura
e ar-condicionadoí
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Motor 1.8 8V MC
MK.'AZ
Sistema *4ÿ* T>
MR

DELPHI HSFI 2.3


Entenda a simbologia da MECÂNICA 2000
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PR/BR

_
para o diagrama elétrico- Conjurflo Medidor
deDerswace
Número do teste onde vocã
awp
s—
o
CAKP
'
aprenderá tudo sobre o

\
componente
Abreviação do nome do > I
:
r CZ&R
_
G-JH-T) componente
I> i
CiWM

- Numeração do conector PR MR [M37
vu'a de purga
_ Descrição da função S
3
pfis . : di
'
mcsmsljar do componente jfvçra de nÿivfllgs
_ Conector elétrico auxiliar
D31 I
e sua numeração
ri
KS
-T> PftAfM
• i-
co
_ Faa Numeração do fusivei
PR I
T CN
fwiPÿÿlsiOSt Bornas do fusível indicando
a posição dele em relação
Sensor de t
ao veículo.
SUPERIOR (SUP)
m EQT
Mfi
cn
POSTERIOR ;ÿ
ANTERIOR
(AMD
rv {POS) AZ
<rr".
Sensorde lefnpçratua
ao l q. do anetoanwito

0, 0, E3
EGO
CL
AM
INFERIOR (INF) LU
Cores dos Aos:
MR - Marrom
o
Pomos de alimentação: VM
PR
-- vermelho
prelo ETC
O Alimentação via relê principal BR
VD
- verde
-
branco AZ/CZ
cz dnza T>
MR
AM - amarelo PfVVM
BG - bege T>
VT - violBta
AZÍV.R
-4í7&
URfl_A
RX * tow
A oor dos números dos bomes do MC tem um 1> AZVM
significado. Aprenda o significado de cada cor:
Cxnx ) Verde indica o sinal do componente > FR/AZ
_>
<xxO Vermelho indica a aliirienlação
do componente
Bcmalaia
meto usada
T


MR
[MS
Jxxxl Preto indica o aterramento
do componente TB 1 PR

Tà T

Q 186
mecânico
2000
4» DELPHI HSFI 2.3 o
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n DELPHI HSFI 2.3
ss 5/
Sísfemas Elétricos

ec

MC K do N6 fmnante (nâo disponivei resse veículo)


CL 4» Lirha

cr 41 Linha serial do air bag (nSo disponível nosso veiculo)

G:
cr Tòs>
tn
G. jãV 4» Lr ha K para o MC
CE Bone 34 da direção elãlrica
CE 7M> 41 Lirha serial do câmbio cruise contml e farôis da gás
(niodisponlvet nesw vetado}
d MÍÍ> Lirha serial do controle da pressão de pneu {não disponível nesse veiculo)
4i Bcne 4 do painel de instrument (Linha CAN de baixa velocidade)
CE n Bone 3 do painel de instrument [Linha CAN de baira velocidade)
F39 01 MF71

co d
Oiagnúílk» I
HZ>—
WF7P

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Copiputadsr U’
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Resistor do
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E Bfl
<£> 4i Sinal do inlenuptordoAfC
C&
4i Borne 66 do relé do A/C (Ralé 5)

4i Interruptor tie pnessâa do úleo

EA7
ÍHãl>
- Cc~> 4i Borne 10 do painel de instrumentos (luz de anomalia)

mocflftíco
6 189 2000
•Jÿ/I/aií/r/rarIF

01-0 motor que equipa o Fiat Stito 1.88v éo: 09- Outras falhas podem ocasionar o não
âJFiaSa 1.8MPFI; funcionamento do motor, exceto:
b) Powertrain 1,3, o mesmo do GM Corsa 1.3; aJChicote interrompi do entre a DLS e o MC;
c)F.i.R.E 1.8 de 8 válvulas; b)Relé principal defeituoso;
d) 1,75 L, o mesmo do Marea e do Brava HGT. c)Fa(ha de alimentaçàoda bomba de combustível;
dJSensor de detonação desco nectado.
02- Segundo o plano de manutenção periódica, a
oorreia dentada do Stilo 1 -8 8v deve ser substituída a 1 0- Qual o torque de aperto correto dos parafusos do
cada: cabeçote do motor?
aJSO.OOO km; a) 25 Nm + 190’;
8)80-000 km; b)25Nm + 180"+ 10’;
c)30.000km; c) 120 Nm;
d JSempre que apresentar ru idos em marcha lenta, d)25Nm + 70*+60' + 60',
03- Qual deve ser o prazo para reguiagem das 11- Se a resposta de pressão do sensor CMD acusa
válvulas do motor do Stilo? 3,0 Volts, significa que:
a) 50.000 km; a) A pressão no interior do coletor de admissão é de
b) Não requer regul agem;
apnoximadamente -200 mmHg;
c) 10,000 km;
d) 80,000 km. b) O sensor está em boas condições e náo há
necessidade de prosseguir com seus testes;
o fabricante do sistema de c) A pressão no interior do coletor de admissão está
04- Qual Injeção
eletrónica do Stilo 1,8? entre 50Q mmHg e 600 mmHg;
a)Magneti Manelli; d) A pressão observada pode gerar falhas em
b) Visteon; marcha lenta,
c) Bosch;
d) Delphi. 1 2- A resposta dinâmica de tensão do potenciõmetro
1 do SPA, para pedal totaimenle pressionado, deve
05- O motor que equipa o Stilo apresenta; ser d e aproxi mada mente:
a)Baianceiros roietados; a)4,3[V};
b JAcelerador elelnQn ico; b)4,4 [£!];
c)Duplo Gomandode válvulasvariável no cabeçote; c)43[V];
d )Col etor deadmissão va riáve I . d) 4 ,4 [mV],

06- Todas as alternativas apresentam funções do 1 3- Se o teste de resistência elétrica do ETC acusar
módulode comando, exceto: resistência incorreta, significa que:
aperendar o funcionamento do motor com base ap componente deve ser substituído, pois está
nas informações recebidas pelos sensores; danificado;
bJAlimentar e controlara borboleta motorizada; b}A alimentação elétrica deve ser testada, para
c)Atímentare controlar o atuadorde marcha ienta; comprovar o não funcionamento do da borboleta
d )Compa rti l har dados através da rede CAM . motorizada;
c)0 ETC deve ser aberto para que possa ser
07- Em relação ao relé principal, é corneto afirmar; comprovada visualmente a interrupção nas trilhas
a)Alimenta as bobinas de ignição, os eletroinjetores de seu potenci&metro ;
e a bomba de combustível; dp Módulo de Comando não está comandando
b)E alimentado pela chave de ignição e aterrado adequadamente os parâmetros para acionamento e
eletronicamente pelo pino M60 do MC; controle da borboleta motorizada.
c)Em caso de falhas sua função será suprida pelo
relé da bomba; 14- O controle da marcha lenta do Stilo é realizado
d)Em caso de falhas, o motor continuará por;
funcionando, mas com desempenho limitado.
a)Motorde Comente alternada que atua direta mente
08- Pode ser causa do não funcionamento do motor: na alavanca externa da borboleta;
ajSensor de rotação defeituoso; b)Eletrováivuia "duty cyde*;
b)Sensor ECT danificado; cJMotor de passo;
c)Circuito do ETC interrompido; d]Borboieta motorizada (ETC), que corrige
automaticamente as variações de carga e rotação
dJTerminal elétrico de um dos eletroinjetores em marcha lenta.
desconeotado.

mecftsíca
O 190J 2000
Avaliação

15- Durante a partida, a resposta dinâmica de 22- Qual deve ser a folga especificada entre OS
tensão do sen sor CKR deve ser: eletnodos das velas de ignição?
a ) Aproximada mente 1.2 [Vac]; a) 0,70 mm;
b) Aproximada mente 1 ,2 [Vdc]; b) 0,80 mm;
c)Aproximada mente 1 20 [rnVdc]; c) 1,00 mm:
d) Aproximada mente 12 [Hz], d) 1,10 mm.

16- O sensor de rotação e posição da árvore de 23- Qual a proporção de aditivo e água qua
manivelas é do tipo: com põe m o flu ido de a nrefeci mento do motor?
a) Hall; a) 30% e 70%,
b) Piezoelétrico; b) 50%e5Q%;
c) Indutivo; c)70%e30%;
d) Capacitive, d) 45% e 45%.

17-0 sincronismo (ou distribuição mecânica) do 24- O CMD infomna ao MC:


motor do Stilo 1.8 8v se faz por meiode: a) A posição da borboleta e a pressão absoluta no
a) Uma correra dentada; coletor de admissão;
b) Corrente: b) A temperatura do aradmitldoe a pressão absoluta
c) Engrenagens; no coletor de admissão;
d) Duas corneias dentadas. c) A temperatura do líquido de arrefecimento e a
te mperalura doar admiiid o ;
18- Em relação ao sistema de alimentação de d) A pressão absoluta no coletor de admissão e a
combustível, é correto dizer: pressão decombustível „
a)É do tipo Full Group, em que todos os
eletnoinfetores são acionados simultânea- mente: 25-Aeletroválvula de purga do canisteré acionada:
b)É do tipo semí-seqúençlal, em que os aJPneumaticamente pela pressão no coletor de
eletnoinjetores dos cilindros 1 e 4 são acionados admissão;
simultaneamente, defasados em 18Qe do b) Hidraulicamente pela pressão de vapor de
acionamento dos eletroinjeloresdos cilindros 2 e 3; gasolina excedente no tanque;
c)É do tipo sequencial, em que cada eletroinjetor é c) Eletronicamente pelo midulo de comando;
acionado semente na fase de admissão do djnuidodinamicamente através da variação da
respective cilindro; vazão no oorpo de borboleta.
d)Éum sistema monoponto analógico.
26- Os domes M6Q e M58 do MC fazem
19- Para a pressunzação da linha de alimentação de respectivamente o aterramento eletrónico:
combustível, o Stilo: a)Da bobina dos cilindros U 4 e da bobina dos
a)Possuí bomba elétrica localizada no cilindros 2e 3:
compartimento do motor; b)Da bobina dos cilindros 1 e 4 e dos eletroinjetones
bJPossuí bomba elétrica localizada sob o assoalho 1 e2;
do veiculo; c)Da bobina dos cilindros 2 e 3 e da bobina dos
c) Utiliza bomba da gasolina rotativa de alta pressão; cilindros 1 e4;
d)Possui bomba elétrica localizada dentro do tanque d)Dos elelroirjetOreS 2 e 3.
de combustível.
27- Quaí destas alternativas não é verdadeira?
20- A ausência de centelha nas valas pode ser a)A ausência do fusível F18 impede o
ocasionada, exceto, por: funciona mento do motor;
a) Relé principal oxidado, o que não permite a b)Mau contato ou dano no bome K16 do MC impede
alimentação da bobina; o funcionamento do motor;
c)Mau contato ou dano no borne M59 do MC impede
b) Sensor CKP danificado, fazendo com que o MC
não envie pulsos de atenramento à bobina; o funcionamento do motor;
c) Bobina danificada: d)A alimentação elétrica do CMD e do ETC é feita
d) Bomba de combustível não alimentada. diretamente peto MC.

28- Em relação ao sensor de detonação, é cometo


21 - Qual o prazo determinado pelo fabricante para a
substituição do filtro de combustível do Stilo? afirmar:
a)É alimentado paio MC a aterrado pelo relâ
aJAcada 7,500 km; principal;
b) A cada 30 000 km;
b)É alimentado e aterrado pelo MC;
c)Mão há prazo estipulado, pois a vida útil do filtro
c)É alimentado pelo relé principal e aterrado
deve ser a mesma que a da bomba;
d)Acada 45,000 km. eletronicamente pelo MC;
d)IMão possui alimentação elétrica.

mecãotcd
O is>0 2000
Avaliação

29- AsuspensãO dianteira do Stilo é de tipo: 35-0 StilO não possui:


a) Independente, com estrutura McPherson; a) Imobilizador (Fiat CODE):
b) Independente, do tipo Double Wishbones; b) Reds CAN;
c) Semi- In dependents, com barras de torção; c}Body Computer;
d) Multilink, com controle hid no-pneumático. d) Embreagem automática.

30- Quais as redes CAN que o Stilo possui? 36- Qual o borne do MC éo responsável pelo
a)CAN High e CAN Low; alracamento do Relé Principal?
b)B CAN e C CAN (velocidades baixa e alta); a)Ml6;
c)Sistema de conforto/conveniència, de tração, de b) K39;
segurança e de frenagem; c}M39;
d)CAN HSFI 2.3. d)K16,

31- Para testar a pressão de combustível, é 37- O uai fusível não protege o circuilo do
eletro ventilador do radiador do sistema de
necessário:
a)Que o motor esteja aquecido; arrefeci mento?
b)Que a bomba de combustível esteja removida; a)MF0;
b) MF 7;
c)lnserir o manómetro entre a linha de alimentação C}MF60:
de combustível e olubodislribuidor; d)MF7D.
d) Remover o relé principal e fazer um curto entre os
bomes 30 e 87 de seu soquete. 38-A resistência elétrica do sensOrCKPdeve serde,
aproximada mente:
32- Para remover a correia dentada, é necessário: a) 0,53{kíl];
a) Retira r o motor do veícu lo ; b)9,1 [kíí];
b) Remover o suporte do motor que se localiza em
c)50[íi];
frente á cobertura plástica da correia;
c)Substltulr o vedador de lábio frontal da árvore de d) 1.2[kíí],
manivelas;
d) Nenhuma das anteriores. 39- Onde fica localizado o regulador da pressão de
alimentação de combustível?
a) N o tu bodistri buidor de com bustive I ;
33- O sen sor VSS: b) N a 1 In ha de retomo de combust ível ;
a)É um sensor indutivo; c} Incorporado â bomba de combustível:
b) É um sensor Hall; d) O sistema não utiliza este dispositivo.
c)Capta e identifica a rotação do comando de
válvulas; 40- Caso o MC não receba o sinal do sensor CKP, o
d)Reconhece se o veículo está sendo fracionado, motor:
freadc ou andando em velocidade constante; a )Náo funciona;
b) Funciona, mas todos os eletroinjetores serão
34- Quando defeituosos, sâo possíveis oausadores acionados simultaneamente;
do não funcionamento do motor, exceto: cJFunciona, mas a marcha lenta será penalizada;
a) D3S; d)Funciona, mas a emissão de poluentes aumenta e
b) K5; a aceleração se toma hesitante devido ã ausência
C)MC; de correção no tempo de injeção e no avanço da
d) CKP ignição.

O 192} 2000
Manual Stilo 1.832
8V- Volume índice

Guia de orientação às perguntas do Manual


O guia de orientação Mecán/ca 2000 foi desenvolvido para atender o profissional de reparação automotiva,
auxiliando-o a realizar as avaliações pertinentes a cada sistema abordado. Na sua concepção foram utilizados
critérios específicos que permitem ao COTM verificar a capacidade de consulta do profissional aos manuais
Mecânica 2000.

A avaliação è composta por um banco de questões de múltipla escolha, consultado para realização de todo o
teste. O CDTM se preocupa em aprovar lodos os profissionais inscritos, apresentando questões orientadas,
para que, além da avaliação e certificação, todo o processo seja também uma ajuda na identificação dos
diversos itens e recursos abordados em cada manual.

Nos modernos centros de ensino, as avaliações devem ser estimulantes e agradáveis de serem realizadas.
Assim pensa o COTM, preocupando-se em ensinar até no instante da certificação. Temos a certeza que com
essa abordagem, você terá msis condições de entender o conteúdo do manual e mais facilidade em consultar
qualquer assunto, rapidamente.
CDTM Regulamento geral
Único responsável pela realização, distribuição, -Transfira suas respostas para a folha de respostas;
fiscalização e certificação dos candidatos em todo o
território nacional. O CDTM se reserva o direito de
- Utilize caneta esferográfica:
- Marque apenas uma alternativa correta;
aprovar e reprovar segundo o critério pré- - Não deixe nenhuma questão em aberto;
estabelecido, devendo cumprir integral mente o
- Preencha e assine o cadastro para identificação;
disposto.
Todas as questões foram cuídadosamente - Coloque num envelope, e envie pelo Correio, para o
seguinte endereço:
desenvolvidas para que o candidato encontre as
respostas no próprio manual de origem.
Candidate ao certificado -
CDTM Departamento de Certificação
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automotivo, ctiente Mecânica 2000 CEP 31260-000
Avaliação -CDTM;
Só serão aceitas folhas de respostas originais do
A avaliação consta de questões de múltipla escolha - Os certificados Serão assinados peto CDTM e,
referentes ao sistema abordado. Cada exemplar do automaticamente, emitidos àqueles candidatos que
manual possui um Guia de Orienlação com um alcançarem o mínimode 70% de acertos,
Quadro de Respostas, que é independente, pessoal e
intransferível

Quadro de respostas Manual StHo 1.8 8 V- Volume 32


3>€
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 1S 16 17 18 19 20

cooooooooooaoooooaoao
ca a a
caaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

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coooooooooooaaaaoaooo
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Informa aqui o númaro MU cadastrai
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Nora legível (leira da forma)


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O mecofticn
2000