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História e Funcionamento do OBD

O documento descreve a história e o funcionamento do sistema OBD (On-Board Diagnostics). Resumidamente: (1) O sistema OBD monitora os componentes do veículo para garantir o cumprimento das normas de emissões; (2) Ele é composto por uma ECU, lâmpada MIL, conector de diagnóstico e scan tool; (3) O sistema realiza testes contínuos e não contínuos para detectar falhas nos componentes.
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História e Funcionamento do OBD

O documento descreve a história e o funcionamento do sistema OBD (On-Board Diagnostics). Resumidamente: (1) O sistema OBD monitora os componentes do veículo para garantir o cumprimento das normas de emissões; (2) Ele é composto por uma ECU, lâmpada MIL, conector de diagnóstico e scan tool; (3) O sistema realiza testes contínuos e não contínuos para detectar falhas nos componentes.
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Treinamento de OBD

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Historia do OBD
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• 1969: Volkswagen introduz o primero veículo produzido em escala
com Sistema de Injeção Eletrônica, nos seus modelos Tipo 3 com
Bosch D-Jetronic.
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• Para o teste da ECU D-Jetronic era necessário um simulador de
ECU(nos dias de hoje vendido por €750,00 no Ebay), e todos os
sensores e atuadores deviam ser testados separadamente.
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• 1975: Datsun 280Z foi o primeiro veículo comercializado em escala
que apareceu no Estados Unidos com com Computador “On-Board”,
usava sistema de injeção de combustível Bosch L-Jetronic, atendia o
“Air Clean Act”, mas com auto diagnose bastante precária.
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• 1980: GM implementa uma interface e um protocolo de comunicação para teste de ECU para EOL
da GM chamado de ALDL(Assembly Line Diagnostic Link) o protocol comunicava à 160 baud
implementados em veículos nas versões California e 49 Estados. A única função disponível para o
usuário era o “Blinky Codes” ou “Códigos de Piscadas”, os DTC’s podiam ser lidos pelas “piscadas”
através da “Check Engine” mais tarde chamada de “MIL”(Malfunction Indicator Lamp).

• 1988: A SAE(Society of Automotive Engineers) recomenda a padronização do conector de


diagnóstico(DLC) e o conjunto dos terminais sob a norma SAE J1962.
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• 1991: A CARB(California Air Resource Board) requer que todos os veículos novos vendidos no
Estado da California, tenham capacidades básicas de OBD, posteriormente chamados de OBD-I.
• 1994: Motivado por um desejo de um programa de testes de emissões em todo o estado, o CARB
emite a especificação OBD II e manda que seja adotado para todos os veículos vendidos na
Califórnia a partir do ano modelo 1996 (CCR Title 13 Section 1968.1 e CFR 40 Part 86 Section
86.094). Os DTC’s e o conector DLC sugeridos pela SAE, foram incorporados a esta especificação.
• 1996: A Especificação OBD-II é mandatória para todos os veículos vendidos nos Estados Unidos da
América.
• 2001: A União Europeia fez o EOBD mandatório para todos os veículos com motores Otto(Petrol)
vendidos na EU(European Emission Standards Directive 98/69/EC).
• 2003: A União Europeia fez o EOBD mandatório para todos os veículos com motores Diesel
vendidos na EU.
• 2008: Todos os veículos vendidos nos Estados Unidos foi requerido o uso do ISO15765-4
CAN-BUS(protocolo de comunicação desenvolvido pela Robert Bosch Alemanha).
• 2010: HDOBD(Heavy Duty) especificação é mandatória para veículos comerciais.
Teoria Básica
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• O que significa OBD?
É uma sigla em lingua inglesa que significa
“On-Board Diagnostics”(Diagnostico a Bordo), ou simplesmente OBD.

• Para que serve o OBD?


Um veículo atual deve atender aos requisitos legais de controle de
emissões no pais ao qual ele é comercializado.
O sistema OBD garante que durante toda a vida útil do veículo, o
mesmo ainda continue atendendo os requisitos legais de controle de
emissões pelo qual ele foi certificado.
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• O Veículo “XXXX” é OBD ou não?
O sistema OBD deve ser aplicado no Brasil(OBDBr-2) a todo veiculo
vendido à partir de 01 de janeiro de 2010, o sistema de gerenciamento
de motor deve ter a capacidade de verificar se uma determinada
degradação do veículo/motor está ultrapassando os limites legais de
controle de emissões e informar o condutor através de uma lâmpada
no quadro de instrumentos “MIL”, que existe ao menos um evento
efetivo que provocou um aumento substancial na carga de poluentes
que o veículo emite para atmosfera.
Obs.: MODE$01, PID$1C, deve estar declarado “1Dh”(OBDBr-2)
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• Como se compõem o sistema OBD?
O sistema OBD tem basicamente 4(quatro) partes distintas:
• ECU
• MIL
• Conector de Diagnose OBD(DLC-Dianostic Link Connector)
• Scantool
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• ECU: É a unidade eletrônica que contém o sistema de gerenciamento de
motor, onde o mesmo contém algoritmos de software específicos que
satisfazem os requisitos OBD, monitorando os vários sistemas disponíveis
no veículo/motor.

Obs.: Pode existir mais de uma ECU compatível com os requisitos OBD como
por exemplo: Transmissão, A/C, ABS, e etc.
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• MIL: Malfunction Indicator Lamp, é a interface entre o condutor e o
veículo, uma lâmpada que informa ao condutor que o
comportamento do sistema não está em conformidade com os
requisitos OBD.

Obs.: Observar que o cluster pode contemplar mais de uma lâmpada de


mal funcionamento, ou apenas a MIL comtemplando também a função
de “Check Engine”.
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• Concector de Diagnose OBD: O conector permite a comunicação de
forma padrão com um equipamento externo denominado “Scantool”,
e é padronizado segundo norma SAE J1962.
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• Scantool: É o equipamento externo que pode ser conectado ao
conector OBD, tem a função acessar os dispositivos OBD do veículo
criando um meio amigável de comunicação com técnico de serviço,
pode-se ter acesso á varias funções de serviço dos dispositivos OBD
onde legalmente o mesmo equipamento deve ser compatível com
qualquer veículo que seja compatível com OBD.
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• Como saber se OBD está funcionando corretamente?
A nível do usuário/condutor do veículo, se a lâmpada MIL acende no momento do
“key-on”, e apaga quando o motor entra em funcionamento, significa que o sistema
OBD está operando como deveria e não existem falhas detectadas.
Se houver o acendimento da lâmpada MIL com o motor em funcionamento
significa que 1(uma) ou mais falhas “relevantes” foram validadas pelo OBD e existe
mal funcionamento em sistemas, componentes, combustível ou modo de
condução, então o usuário deve o mais rápido possível levar o veículo à um
profissional especializado para efetuar a intervenção necessária para sanar o
problema.
Obs: Se lâmpada MIL “pisca” durante a condução do veículo, o usuário deve aliviar
a carga do trabalho do motor para que não ocorram danos irreversíveis ao motor
ou catalisador.
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• Como o OBD funciona?
O sistema OBDBr-2 é executado internamente na ECU através de
algoritmos específicos de software que atende aos requisitos OBDBr-2,
sendo subdividido dois sub sistemas básicos:
• Real Time Tasks, e Off Line Tasks.
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• Real Time Tasks
São tarefas de execução em tempo real, também conhecido no jargão
do OBD como “Readiness Test” ou “Readiness Monitor” são parte
integrante do software da ECU, são ativadas desde o momento que se
coloca a chave em posição “key-on” até o momento do “Power Latch”
da ECU, não requerem qualquer intervenção do condutor do veículo ou
do técnico de serviço, são executadas em processamento paralelo as
tarefas primárias de controle do motor e diagnose, e podem ser
divididas em dois grupos principais:
Testes de monitoramento “Contínuo”, e “Não Contínuo”.
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• Testes de Monitoramento Contínuo:
Esses testes são disparados em um momento específico(Key-On ou
Engine-Run) e seus resultados são obtidos continuamente sobre a uma
base de tempo(ms) ou uma base posição(TDC’s), ou seja na prática o
sistema monitora o motor continuamente.
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• Testes de Monitoramento Não Contínuo:
Esses testes são disparados em um momento específico(Key-On ou
Engine-Run) e seus resultados são obtidos somente uma vez durante o
trip, ou seja na prática o sistema monitora o motor à cada trip.
Obs.:
Trip= Evento compreendido entre o “key-On” e “Power Latch”, porém
entre os dois eventos deve haver motor funcionando e distancia
percorrida pelo veículo, ou seja, “uma viagem”.
Todos os testes tem dois Estados possíveis: OK e NOK
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• Readiness Tests requisitados na norma OBDII:
Readiness Test Descrição Readiness Type
Misfire Falha de Combustão Contínuo
Fuel System Alimentação de Combustível Contínuo
Comprehensive Components Diagnoses Não OBD Contínuo
Catalytic Converter Catalisador Não Contínuo
Heated Catalytic Converter Catalisador Aquecido Não Contínuo
Evaporative Emission Emissões Evaporativas Não Contínuo
Secondary Air System Sistema de ar secundário no escape Não Contínuo
A/C Refrigerant Fluido regrigerante do A/C Não Contínuo
HEGO Sensor de O2 Não Contínuo
HEGO Heater Aquecedor no Sensor de O2 Não Contínuo
EGR Sistema de EGR Não Contínuo
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• Readiness Tests requisitados na norma OBDBr-2:
Readiness Test Descrição Readiness Type
Misfire Falha de Combustão Contínuo
Fuel System Alimentação de Combustível Contínuo
Comprehensive Components Diagnoses Não OBD Contínuo
Catalytic Converter Catalisador Não Contínuo
Heated Catalytic Converter Catalisador Aquecido Não Contínuo
Evaporative Emission Emissões Evaporativas Não Contínuo
Secondary Air System Sistema de ar secundário no escape Não Contínuo
A/C Refrigerant Fluido regrigerante do A/C Não Contínuo
HEGO Sensor de O2 Não Contínuo
HEGO Heater Aquecedor no Sensor de O2 Não Contínuo
EGR Sistema de EGR Não Contínuo
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• Misfire:
A definição de Misfire conforme a legislação OBDBr-2 é:
Falha de combustão ("misfire") - significa falta de combustão no
cilindro de um motor devido a deficiências no sistema de ignição,
mistura ar-combustível inadequada, pressão, temperaturas baixas etc.,
sendo indicada por uma porcentagem de falhas de combustão num
total de combustões consecutivas, que resulte em níveis de emissões
acima dos limites prescritos nesta Instrução Normativa, ou aquela
porcentagem que provoque envelhecimento precoce ou super-
aquecimento do conversor catalítico com dano irreversível.
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• Estratégia de reconhecimento de Misfire:
O reconhecimento de um Misfire é caracterizado pela medição da
aceleração angular do virabrequim através da contagem dos dentes da
roda fônica conforme figura abaixo:

Quando ocorrer uma perturbação no tempo entre consecutivos TDC’s o


sistema valida o evento como um “Misfire”, e incrementa em “1” o
contador de Misfire.
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• Tipos de Misfire:
Os sistemas de gerenciamento de motor atuais são equipados com
2(duas) estratégias básicas de reconhecimento de Misfire:

Misfire 200=Mede as falhas de combustão à cada 200 Engine Cycles


Misfire 1000=Mede as falhas de combustão à cada 1000 Engine Cycles
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• Misfire200:
Misfire200, tem por objetivo impedir o derretimento do catalisador por
superaquecimento, calcula o percentual de misfire’s em 200 Engine
Cycles(400 TDC), se a porcentagem for superior à um limite calibrado,
imediatamente o sistema alerta o condutor “piscando” a lampada MIL
durante um determinado período, e o P0300 é gravado no sistema.
Obs.: Se o condutor insistir na manobra, a destruição do Catalisador por
superaquecimento é inevitável.
O valor % de Misfire varia em função das condições de rotação e carga do
motor, mas a temperatura do catalisador jamais poderá ser superior á
~900ºC para Cat cerâmico ou ~1000ºC para Cat de Aço Inoxidável.
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• Misfire1000
Misfire1000 monitora a queda da eficiência de conversão do
catalisador por misfire, o mesmo calcula o percentual de misfire’s em
1000 Engine Cycles(2000 TDC), se a porcentagem for superior à um
limite calibrado, o sistema alerta o condutor “acendendo” a lampada
MIL de forma permanente, e o P0300 é gravado no sistema.
Obs.: Se a lampada MIL passa do estado “piscante” para “permanente”,
e logo após um DTC P0420 é confirmado, isso é evidencia de dano
permanente e irreversível ao catalisador.
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• Segue abaixo um exemplo extremo de catalisador danificado por
“misfire” e posterior superaquecimento:
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• Fuel System:
O Readiness Test de “Fuel System” reconhece falha nos componentes do sistema de alimentação de
combustível, ou seja, injetores, circuito de combustível, bomba de combustível, regulador de pressão e etc,
evitando assim resultar em incremento na carga de emissões de poluentes que possa superar os limites legais,
comumente a diagnose de Fuel System valida uma falha quando o fator de correção imposto pelo sistema para
“centrar” a sonda lambda é maior que um determinado limite calibrado(correção de Título).
Os modos de falha possíveis de serem detectados são:
a) Sistema muito rico.
b) Sistema muito pobre.
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• Catalytic Converter:
Diagnose de Catalisador é uma estratégia que mede a eficiência de conversão ao qual assume as seguintes premissas:
0% = Catalisador totalmente inoperante, ou envenenado.
100% = Catalisador novo com a máxima capacidade de conversão

Lambda12  Lambda2 2
Cat Ef    100
Lambda12

O sistema confirma uma falha no trip quando a eficiência do Cat é baixa ao


ponto de superar os limites legais de emissões de poluentes.
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• Heated Catalytic Converter:
A eficiência do Catalisador é controlada pela ECU através de uma carga
elétrica em sinal PWM para o aquecedor do CAT, a relação entre o sinal
PWM e a eficiência do CAT é monitorada por esse Readiness Test.
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• Evaporative Emissions:
O Readiness Test de EVAP, monitora desvio de correção de combustível
imposto pelo sistema para compensar o incremento de
hidrocarbonetos emitidos pelo sistema EVAP, se a correção ou pressão
de vapor de combustível forem muito altas a ponto de superar os
limites legais de emissões, a falha é confirmada.
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• Secundary Air System:
O Readiness Test de Ar Secundário, monitora desvio de correção da
cadeia de ar e compara com a eficiência do catalizador esperada se
houver um desvio no montante de massa de ar inferido no coletor de
escape a ponto de superar os limites legais de emissões a falha é
confirmada.
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• A/C Refrigerant:
O Readiness Test de Fluido Refrigerante do A/C, monitora o vazamento
do gas R11/R12 no sistema A/C, se houver uma queda de pressão a
ponto de superar os limites legais de emissões de Ozonio a falha é
confirmada.
Obs.: Com as novas especificações de fluidos de A/C, e as novas centrais
de controle de A/C, nos veículos atuais esse Readiness Test está em
desuso mesmo no Estudos Unidos e Europa, permanece por questões de
legado.
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• HEGO:
Diagnose do Sensor de Oxigênio é uma estratégia que mede a
eficiência da sonda com relação a sua capacidade de medir a presença
de oxigênio no gás de escape em função do comportamento do
formato do sinal enviado pelo sensor, os possíveis comportamentos
avaliados são:
• Diagnose de Frequência
• Diagnose de Simetria
• Dagnose de Offset
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• Diagnose de Frequência
O sistema mede frequencia de oscilação do sinal da sonda:

Fq
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• Diagnose de Simetria
A diagnose de Simetria mede basicamente a histerese o sinal da sonda:

Sim
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• Dagnose de Offset
A diagnose de offset verifica o desvio do valor médio absoluto do sinal
de Lambda:

Ofset
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• Cálculo de Eficiência do HEGO
O sistema assume as seguintes premissas:
0% = Sensor totalmente inoperante.
100% = Sensor novo com a máxima capacidade de medição de O2.

   ( FqErr  SimErr  OfsetErr )


100
 ( FqTot  SimTot  OfsetTot )

A Eficiência da sonda é definida como o quociente entre a somaria de todos os


testes que falharam sobre todos os teste aplicados em um determinado período de
tempo, se a % for maior que um determinado valor que supere os limites legais de
emissões durante o trip o sistema valida a falha.
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• HEGO Heater
O Readiness Test Heater de Sonda, é uma diagnose elétrica verificada
pelo hardware(driver dedicado ou circuito discreto) de controle do
aquecedor da sonda, se o valor da corrente que passa pela resistência
elétrica estiver fora de uma determinada faixa de trabalho(Curto
Circuito ao positivo, Curto Circuito à Massa ou Circuito Aberto), o
sistema valida uma falha e acende a lampada MIL em estado
permanente durante o trip.
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• EGR(Exhaust Gas Recirculation)
O Readiness Test de EGR, monitora a eficiência do sistema pelo de
desvio de O2 medido pela sonda pré cat, ou pelo desvio de massa de ar
durante a operação da EGR, se os desvios forem suficientes para
provocar o aumento de emissões que superem os limites legais a falha
é confirmada.
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• Off Line Tasks:
Tarefas off line são tarefas que são executadas apenas no momento que se solicita a execução, através do conector de DLC por meio
de Scantool, o sistema OBD é subdividido em serviços distintos chamados de “Mode”, cada Mode executa uma determinada tarefa
quando solicitado.

1) Mode $01 – Parametros de Diagnose


2) Mode $02 – Freeze Frame
3) Mode $03 – Lista de Diagnostic Trouble Codes
4) Mode $04 – Clear/Reset de Informações de Diagnose relativo à Emissões
5) Mode $05 – Resultados dos Testes de Monitoramento do Sensor de Oxigenio
6) Mode $06 – Resultados de Teste “On-Board” definidos pelo fabricante do veículo
7) Mode $07 – Diagnostic Trouble Codes Pendentes
8) Mode $08 – Controle de componentes pelo sistema “On-Board”
9) Mode $09 – Solicitação de informações do Veículo
10) Mode $0A – Lista de Diagnostic Trouble Codes Permanentes
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• Conector de Diagnose OBD(DLC):
O conector de diagnose OBD é um conector padrão que deve atender a
norma SAE J1962, a localização física do conector no veículo deve ser
preferencialmente(porém não mandatório) sob o painel de
instrumentos, lado do motorista, na parte inferior esquerda:
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• Pin Out do Conector OBD:
• Sendo o conector padrão e sendo possível várias interfaces fisicas de
comunicação os 16 pinos são dispostos de tal forma comportar as
várias interfaces disponíveis e de acordo com seus repectivos
terminais pode-se identificar a interface fisica pela qual a ECU pode
suportar:
Pin 2 Pin 6 Pin 7 Pin 10 Pin 14 Pin 15* Interface
J1850 CAN High ISO 9141-2 J1850 Bus CAN Low ISO 9141-2
Bus+ K Line and L Line and
ISO14230-4 ISO14230-4
must have # # must have # # J1850 PWM
must have # # # # # J1850 VPW
# # must have # # may have ISO9141-2
ISO14230-4
# must have # # must have # CAN
* O Conector pode ter: Pin 4 - Chassis Ground, Pin 5 - Signal Ground, Pin 16 -Battery power
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• Mode $01 – Parameter ID
No Mode $01, obtemos os parâmetros de leitura da ECU, existe um
elenco fixo é pré definido pela norma SAE J1979 onde pode ser lido à
qualquer momento por qualquer Scantool .
Obs:
Os PID’s que são suportados ou não na ECU, é uma definição do
fabricante do veículo.
O elenco completo de PID’s pode ser encontrado no seguinte endereço:
[Link]
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• Mode $02 – Freeze Frames
No Mode $02, obtemos os Freeze Frames, é um conjunto de PID’s no
momento que a falha foi confirmada, existe um elenco fixo é pré
definido pela norma SAE J1979 onde pode ser lido à qualquer
momento por qualquer Scantool .
Obs:
Os PID’s que são suportados ou não na ECU, é uma definição do
fabricante do veículo.
O elenco completo de PID’s pode ser encontrado no seguinte endereço:
[Link]
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• Mode $03/Mode $07 – Diagnostic Trouble Codes:
O propósito deste servico é habilitar o Scantool à obter os respectivos códigos de falha relacionados à
emissões de poluentes.
Os códigos de falha são denominados DTC(Diagnostic Troble Code), os DTC’s devem seguir a seguinte
arquitetura:
X N1 N2 N3 N4 DTC Schema
Exemplo: N4
0 to 9 = Sub DTC code based on SAEJ2012
A to F = Sub DTC code based on Manufacturer
P0130 N3
0 to 9 = Sub DTC code based on SAEJ2012
A to F = Sub DTC code based on Manufacturer
P= Powertrain 1 = Fuel and Air Metering
2 = Fuel and Air Metering
3 = Ignition system or Engine Misfire
0= Defined by SAE J2012 4 = Auxiliary Emissions Controls
N2 5 = Vehicle Speed Control and Idle
1= Fuel and Air Metering Controls
6 = Computer Output Circuits
7 and 8 = Transmission Controls
30= Sub DTC code Based on SAE J2012 9 to F = Manufacturer Defined
0, 2, 3 = Defined by SAEJ2012
Descrição: N1
1 = Manufacturer Defined
P = Powertrain
“O2 Sensor Circuit Malfunction (Bank 1 Sensor 1)” X
C = Chassis
B = Body
U = Undefined
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• Mode $03/Mode $07 – Diagnostic Trouble Codes:
A diferença entre o Mode $03/Mode$07 é:
Mode$03=Serviço dos DTC’s “confirmados” no sistema.
Mode$07=Serviço dos DTC’s “pendentes” no sistema.

Os DTC’s normalizados pode ser encontrado nos seguintes sites:


[Link]
[Link]

Para os DTC’s que definidos pelo fabricante do veículo entrar em contato com o
mesmo.
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• Mode $04 – Reset de Informações relativo á Emissões
O propósito deste serviço é prover um meio para o Scantool comandar a ECU
apagando todas as informações de diagnose relacionadas á emissões, e outras que
são relativas á Diagnose funcional do veículo conforme definição do fabricante:
Action Adress Definition
Number of diagnostic trouble codes Mode $01, PID $01 SAE J1979
Diagnostic trouble codes Mode $03; $07 SAE J1979
Trouble code for freeze frame data Mode $02, PID $02 SAE J1979
Freeze frame data Mode $02 SAE J1979
Oxygen sensor test data Mode $05 SAE J1979
Status of system monitoring tests Mode $01, PID $01 SAE J1979
On-board monitoring test results Mode $06 SAE J1979
Distance travelled while MIL is activated Mode $01, PID $21 SAE J1979
Number of warm-ups since DTC cleared Mode $01, PID $30 SAE J1979
Distance since diagnostic trouble codes cleared Mode $01, PID $31 SAE J1979
Minutes run by the engine while MIL activated Mode $01, PID $4D SAE J1979
Time since diagnostic trouble codes cleared Mode $01, PID $4E SAE J1979

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