UNIVERSIDADE DE FRANCA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA PÓLO RIBEIRÃO PRETO – BAUHAUS

PORTIFÓLIO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ANÁLISE DE INVESTIMENTOS II

PLÍNIO ALEXANDRE DOS SANTOS CAETANO CURSO: EAD-ADMINISTRAÇÃO / 6º SEMESTRE PROFESSOR: KARL WIENS SCHUMACHER CÓDIGO DO ALUNO: 902807

MAIO, 2011

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1. PROPOSTA

Elabore um trabalho sobre Modelo de Precificação de Ativos (CAPM), com redação de no máximo 3 laudas, espaçamento 1,5 cm, letra Arial, devidamente articulado (início, meio e fim). 2. MODELO DE PRECIFICAÇÃO DE ATIVOS (CAPM) De acordo com Assaf Neto & Guasti Lima, um dos aspectos mais relevantes do desenvolvimento recente da teoria de finanças e risco é o modelo de precificação de ativos, cuja nomenclatura em inglês é Capital Asset Pricing Model (CAPM), modelo que se encarrega pelo estudo e encontro de respostas acerca das relações/mensurações entre risco e retorno, componentes básicos de uma avaliação de ativos. Bastante utilizado no mercado de capitais, o CAPM permite a apuração da taxa de retorno requerida pelos investimentos, bem como a avaliação de suas condições de risco. Pode-se relacionar, em conformidade com a precificação de ativos, o comportamento de um título (ou carteira específica destes) com a carteira de mercado (ou seja, a parte pelo todo) a partir do emprego da reta característica (feita por regressão linear). Tal relação entre os retornos de um título e os retornos da carteira de mercado pode ser desenvolvida por intermédio de dados históricos e previsão de sua reprodutibilidade no futuro; sendo passível de ilustração por meio de uma reta no plano cartesiano (Rm - Rf) x (Rj – Rf) onde Rm é o retorno da carteira de mercado, Rj o retorno esperado de uma dada ação em cada ano no horizonte de tempo
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de estudo e, por fim, Rf é a taxa de juros de títulos livre de risco (risk free). Uma vez plotado tal gráfico, é possível obter os coeficientes angular (β) e linear (α); sendo que o primeiro tem grande importância em razão de identificar o risco sistemático do ativo em relação ao mercado. Ross et al relacionou o coeficiente angular (β) de algumas empresas estadunidenses, em conformidade com o índice da bolsa de valores Nyse/Dow Jones (com fonte da Value Line Investment Survey, 2006) na tabela a seguir: Coeficiente Beta (β) General Mills Coca-Cola Bottling ExxonMobil 3M The Gap eBay Yahoo! 0,55 0,65 0,85 0,90 1,20 1,35 1,80

Em conformidade com a tabela de acima, podemos indicar que os títulos da The Gap, eBay e Yahoo! apresentavam melhores possibilidades de lucratividade ao final de 2006, porém também representavam investimentos de alto risco (β ≥ 1). No que diz respeito à variável risco, podemos compreendê-la a partir de duas perspectivas: o risco sistemático (ou não diversificável) e o risco não sistemático (ou diversificável). O segundo tipo apontado – o risco não sistemático – é passível de eliminação em razão da diversificação de riscos em uma dada carteira de mercado.
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Assim, o modelo CAPM exprime o risco sistemático de um ativo, a partir do coeficiente (ou parâmetro) angular β, admitindo que a carteira de mercado contenha tão somente um único risco sistemático, com valor de β igual a 1,0. Uma vez estudada a reta característica, quanto maior o valor de β, maior será o risco de uma ação, porém maior o retorno esperado. Além do mais, o coeficiente β determina o grau de inclinação da reta característica, revelando como o retorno em excesso de uma ação se move em relação ao retorno em excesso do mercado todo. 3. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSAF NETO, Alexandre. GUASTI LIMA, Fabiano. Curso de Administração Financeira. São Paulo: Editora Atlas, 2009.

ROSS, Stephen A. WESTERFIELD, Randolph W. JORDAM, Bradford D. Administração Financeira. 8ª Edição. São Paulo: McGraw-Hill, 2008.

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