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Convento do Desterro (I.A.A.

F)
Projeto Social por um mundo melhor

Elisângela Sousa Santana

O que é Covid-19?

Salvador
2023
Elisângela Sousa Santana

O que é Covid-19?

Curso: Cuidador de idosos


Docente: Enfermeira Daniela Nogueira
Discente: Elisângela Sousa Santana

Salvador
2023
Questão norteadora:
De quais formas a pandemia de Covid-19 afetou a vida das pessoas?

Objetivo:
- Demonstrar como a pandemia da covid 19 agravou a exclusão social e quais foram seus efeitos na saúde mental das
pessoas;

Metodologia e seu Processo de Integração:


A busca dos artigos para maior compreensão acerca do tema foi realizada no mês de abril de 2023, através das
plataformas Google Acadêmico; foram levados em consideração os artigos eletrônicos, completos, publicados em
língua portuguesa, em formato de artigos científicos, sendo eles: pesquisas qualitativas e quantitativas; estudos
reflexivos que abordassem a temática dos efeitos do isolamento social decorrente a pandemia de Covid-19 na saúde
mental das pessoas. Para a busca foram utilizados os seguintes descritores e suas combinações: Idoso, Abandono,
Covid-19, Solidão na terceira idade, Automedicação, Exclusão social dos idosos, Violência contra idosos e Vacina.
A pesquisa foi por conveniência, aleatória, com a finalidade de questionar quais foram os impactos do isolamento
social percebidos na saúde mental das pessoas.

Revisão bibliográfica:

A Covid-19 é uma infecção respiratória aguda causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, potencialmente grave, de
elevada transmissibilidade e de distribuição global.
Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em muitas espécies diferentes de animais, incluindo o
homem, camelos, gado, gatos e morcegos. Raramente os coronavírus de animais podem infectar pessoas e depois se
espalhar entre seres humanos como já ocorreu com o MERS-CoV e o SARS-CoV-2. Até o momento, não foi
definido o reservatório silvestre do SARS-CoV-2;
O primeiro caso do covid 19 surgiu Em fevereiro de 2020, no início dos trabalhos legislativos, senadores já
manifestavam preocupação com a pandemia que viria e com os brasileiros que estavam em Wuhan, cidade chinesa
onde foram identificados os primeiros casos de, até então, um novo tipo de pneumonia que levava os pacientes à
morte.

Sintomas e transmissão:

Na maior parte dos infectados, a doença se assemelha a uma gripe. Mas alguns casos podem ser mais graves,
principalmente em idosos e portadores de outras doenças. Nessas pessoas pode ocorrer a síndrome respiratória
aguda e outras complicações, podendo levar à morte. Alguns dos sintomas são: febre, calafrios, dor de garganta,
dor de cabeça, tosse, coriza, falta de ar, distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos. Em crianças, além dos
sintomas citados, a obstrução nasal também pode aparecer. Há também pessoas assintomáticas, que embora não
tenham sinais, transmitem a doença.
A disseminação acontece de pessoa para pessoa. As formas mais comuns de transmissão do coronavírus ocorrem
pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, por meio de gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro,
e o contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão. A transmissão também pode ocorrer pelo contato com
objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.
O período de incubação, ou seja, o tempo que leva para os primeiros sintomas aparecerem desde a infecção é
estimado entre 1 e 14 dias, com mediana de 5 a 6 dias, de acordo com o Ministério da Saúde. Com rápida
velocidade de transmissão, a variante Ômicron tem o período de incubação estimado entre 2 a 3 dias, em média,
segundo um estudo americano;
Diagnóstico:

De acordo com o Ministério da Saúde, além dos exames de imagem, o diagnóstico laboratorial pode ser realizado da
seguinte maneira:
Biologia molecular: permite identificar a presença do material genético (RNA) do material genético (RNA) do vírus
SARS-CoV-2 em amostras de secreção respiratória, por meio das metodologias de RT-PCR em tempo real (RT-qPCR) e
amplificação isotérmica mediada por loop com transcriptase reversa (reverse transcriptase loop-mediated isothermal
amplification, RT-LAMP).
Sorologia: detecta anticorpos IgM, IgA e/ou IgG produzidos pela resposta imunológica do indivíduo em relação ao vírus
SARS-CoV-2, podendo diagnosticar doença ativa ou pregressa. As principais metodologias são: Ensaio
Imunoenzimático (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay – Elisa), Imunoensaio por Quimioluminescência (Clia) e
Imunoensaio por Eletroquimioluminescência (Eclia).
Testes rápidos: Estão disponíveis dois tipos de testes rápidos, de antígeno e de anticorpo, por meio da metodologia de
imunocromatografia. O teste rápido de antígeno detecta proteína do vírus em amostras coletadas de naso/orofaringe,
devendo ser realizado na infecção ativa (fase aguda) e o teste rápido de anticorpos detecta IgM e IgG (fase
convalescente), em amostras de sangue total, soro ou plasma.

Tratamento:

Atualmente, o tratamento para casos leves de covid-19 recomendado é muito parecido com o feito em outras infecções
respiratórias causadas por vírus, como a gripe. O médico pode prescrever remédios para alívio dos sintomas, como
analgésicos para as dores e antitérmicos para controlar a febre. É importante notarmos que esses medicamentos atuam
nos sintomas, e não na causa da doença!
Além disso, é importante repouso e mais ingestão de líquidos para evitar desidratação. O médico pode solicitar exames
de sangue ou de imagem, como o raio-x, para avaliar a condição clínica do paciente.

Prevenção:

● . Lave bem as mãos e com frequência, usando álcool em gel ou água e sabão.
Por quê? Lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool em gel mata os vírus que podem estar nas suas mãos.
● Mantenha uma distância mínima de 1 metro entre você e qualquer pessoa que tosse ou espirra.
Por quê? Quando alguém tosse ou espirra, gotas de fluido que podem conter o vírus são liberadas pelo nariz ou pela
boca. Se você estiver muito perto, pode respirar as gotículas e, com elas, o vírus COVID-19.
● Evite tocar nos olhos, nariz e boca.Por quê? As mãos tocam muitas superfícies e podem “pegar” vírus. Uma
vez contaminadas, as mãos podem transferir o vírus para os olhos, nariz ou boca. A partir daí o vírus pode
entrar no seu corpo e causar doenças.

● Você e as pessoas ao seu redor devem manter uma boa higiene das vias aéreas. Isso significa cobrir a boca e o
nariz com o cotovelo dobrado ou com um lenço de papel quando tossir ou espirrar. O lenço usado deve ser
descartado imediatamente.
Por quê? Os vírus se espalham através de gotículas. Ao manter uma boa higiene respiratória, você protege as pessoas ao
seu redor contra vírus como resfriado, gripe e COVID-19.

● Fique em casa se não estiver bem. Se você tiver febre, tosse e falta de ar, procure atendimento médico e ligue
com antecedência para o posto de saúde, UPA ou pronto-socorro.
Por quê? Ligar com antecedência permitirá que o seu atendimento seja direcionado rapidamente ao centro de saúde
certo. Isso também irá protegê-lo e ajudar a impedir a propagação de vírus e outras infecções.
Vacina:

Programa Nacional de Imunizações - PNI


Em janeiro de 2021, o Brasil deu início à campanha nacional de vacinação contra a covid-19 com o envio das primeiras
doses, pelo Ministério da Saúde, aos estados e ao Distrito Federal. Quase três anos depois, com R$ 37 bilhões investidos
na aquisição de imunizantes, mais de 585,6 milhões de vacinas COVID-19 foram distribuídas para todos os cantos do
País. Cerca de 80,2% dos brasileiros com mais de 6 meses de idade completaram o esquema básico contra a doença.
As vacinas COVID-19 que são ofertadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) são eficazes, efetivas e seguras,
possuem autorização de uso pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e passam por um rígido processo de
avaliação de qualidade pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), da Fundação Oswaldo
Cruz, instituição responsável pela análise de qualidade dos imunobiológicos adquiridos e distribuídos pelo Sistema
Único de Saúde (SUS). Para que as vacinas cheguem até a população brasileira, essas passam por um processo
complexo de distribuição, coordenado pelo Ministério da Saúde.
As vacinas COVID-19 tiveram grande impacto na redução da morbimortalidade da doença, tendo evitado muitos óbitos
e internações no Brasil desde a sua introdução. De fato, desde o início da 1ª Campanha Nacional de Vacinação contra a
Covid-19, em janeiro de 2021, pode-se observar uma queda importante das internações e dos óbitos por covid-19 nas
diferentes faixas etárias à medida que se avançou na vacinação.

Referência:
https://www.gov.br/saude/pt-br/coronavirus/o-que-e-o-coronavirus
https://www.paho.org/pt/covid19
https://bvsms.saude.gov.br/covid-19-2/
https://docs.google.com/document/d/1gTtSeqm8Cl4fZq52oJ3RUNyqGos6Oa2C/edit

Salvador
2023

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