FMEA
Exemplos de causas típicas em PROCESSO (continuação)
9 Tratamento térmico não conforme-
Temperatura-tempo
9 Aperto não conforme
9 Empeno da ferramenta
9 Sujidade no gabarit/no batente
9 Desgaste de batentes
9 Ferramenta danificada
9 Ferramenta partida
SÓ ERROS ESPECÍFICOS RELACIONADOS COM PARÂMETROS OU
FUNÇÕES ESPECÍFICAS MAL EXECUTADAS ( Ex: funil de moldagem mal
posicionado) PODEM SER LISTADOS
Expressões ambíguas, ( erro do operador,operação standard não executada,
mau funcionamento da máquina, etc, não devem ser utilizadas)
Só excepcionalmente ( se os dados históricos o justificarem) se pode
considerar uma operação anterior, ou uma matéria-prima, como causa:
POR PRINCÍPIO O QUE FOI FEITO ANTES FOI BEM FEITO-PRODUTO BOM E
[Link] BOA.
GIAGI –Jeremim Martins 39
FMEA
2.5-Identificar a capacidade de Detecção (Controlos Actuais)
Exemplos de meios e métodos de controlo para Detectar os Modo de
Falha ( Detecção) ou detectar e Prevenir-impedir a ocorrência das Causas
que os podem originar (Prevenção).
D-FMEA P-FMEA
Prevenção Prevenção
¾Anti-erros ( Poka Yokes)
¾ Cálculo
¾ Manut., preventiva, preditiva
¾ Simulações numéricas
¾ Manutenção de 1º Nível
¾ CAD
¾ Registos de melhores práticas
Detecção
Detecção ¾ Controlo estatístico
¾ Inspecções, simples, múltiplas
¾ Revisão do projecto ¾ Medições
¾ Testes em protótipos ¾ Auditorias
¾ POE-Planos de Experiência ¾ Anti-erros ( Poka Yokes)
GIAGI –Jeremim Martins 40
20
FMEA
Notas complementares sobre a detecção
A noção de detecção é mais abrangente que a
de controlo.
Ex : um controlo a 100% pode ser ineficaz em
termos de detecção da causa
( a maior parte das vezes é-o de facto)
Deve inscrever-se nas colunas de detecção o
PREVISTO (Controlos actuais) e não o “ideal”
ou o que se prevê.
GIAGI –Jeremim Martins 41
FMEA
(Fase de Análise)
Modo potencial Causa potencial CONTROLOS
de Falha de falha ACTUAIS
Em D-FMEA
O que está previsto Privilegiar as
Modo ou maneira Cadeia de causas
para impedir que detecções
como o sistema - ..................
P- a causa teóricas , em
deixa de - .................. potencial de falha detrimentos das
funcionar ou
- OCORRA físicas (
funciona mal
- protótipos,
D-a causa ou o
MODO, NÃO sejam ensaios, testes,
DETECTADO e controlo de
atinja o cliente n+1 fabrico, não
ou o utilizador final montabilidade)
P- Sistema de Controlo preventivo para detectar a Causa
D- Sistema de Controlo para Detecção do Modo de Falha
Mas enquanto se analisa ….
……não se avalia.
GIAGI –Jeremim Martins 42
21
(Lógica da Análise) FMEA
P-FMEA CAUSAS POTENCIAIS Controlos preventivos
do Processo
Processo (n+1) Utilizador Método ([Link]...)
Máquina (Afinações, reg....)
ou
Modo de Falha
Tipo de Ñ Materiais (ferram. disposit...)
Conformidade
MOD ( [Link]...)
Controlos detectivos do Produto
Meio ([Link]....)
GIAGI –Jeremim Martins 43
FMEA
Etapa 3-AVALIAÇÃO/QUANTIFICAÇÃO
Permite fazer a triagem das ideias, sob
forma quantificada, identificando
prioridades ( os mais preocupantes) e Plano de
realiza-se a partir de Tabelas Acções
Responsável
S O D C
pré-determinadas (valores Data
convencionados) respeitantes aos (Fecho)
AVALIAÇÃO
seguintes Índices
S- Severidade ou G-Gravidade
O- Ocorrência ou F-Frequência
D-Detectabilidade ou Não Deteccção
e S x O x D =NPR, IPR ou C
(Índice/Número de Prioridade de Risco ou Criticidade)
GIAGI –Jeremim Martins 44
22
FMEA
3.1-Atribuir Indice S-Tabela de Severidade (D-FMEA)
Fonte: AIAG FMEA
Manual, 4ª ed.
(Cópias originais,
em anexo)
GIAGI –Jeremim Martins 45
FMEA
3.1-Atribuir Indice S-Tabela de Severidade (P-FMEA)
Cliente Final (utilizador) ou cliente n+1 Cliente n+1 (efeito sobre operações
(operações subsequentes) seguintes, internas e externas)
GIAGI –Jeremim Martins Fonte: AIAG FMEA Manual, 4ª ed. (Cópias originais em anexo) 46
23
FMEA
3.2-Atribuir Indice O-Tabela de Ocorrência (D-FMEA)
Fonte: AIAG FMEA
Manual, 4ª ed.
(Cópias originais
em anexo)
GIAGI –Jeremim Martins 47
FMEA
3.2-Atribuir Indice O-Tabela de Ocorrência (P-FMEA)
Fonte: AIAG FMEA
Manual, 4ª ed.
(Cópias originais
em anexo)
GIAGI –Jeremim Martins 48
24
FMEA
3.3-Atribuir Indice D-Tabela de Detecção (D-FMEA)
Fonte: AIAG FMEA
Manual, 4ª ed.
(Cópias originais,
em anexo)
GIAGI –Jeremim Martins 49
FMEA
3.3-Atribuir Indice D-Tabela de Detecção (P-FMEA)
Fonte: AIAG
FMEA Manual,
4ª ed. (Cópias
originais, em
anexo)
GIAGI –Jeremim Martins 50
25
(Lógica da Avaliação) FMEA
Severidade CAUSAS POTENCIAIS Controlos preventivos
P-FMEA do Processo
Processo (n+1) Utilizador 10 Método ([Link]...) 10 Influenciam
. . a atribuição
.
Influenciam a atribuição 5 do índice
1
do índice…. .
1 Máquina (Afinações, reg....) 10
.
ou .
1
Modo de Falha
Tipo de Ñ Materiais (ferram. disposit...) 10
Conformidade .
.
1
MOD ( [Link]...) 10
.
.
Controlos detectivos do Produto 10 1
.
Influenciam a atribuição
5
do índice…. Meio ([Link]....) 10
. .
1 .
1
GIAGI –Jeremim Martins Detecção Ocorrência 51
FMEA
D e P-FMEA Síntese da metodologia de uso da Matriz
Item S C Controlos actuais D
ou e l O e N Acções-Responsabilidades-Resultados
Requisito Modo de Efeito v a
Causa c t P Resp. Acções S O D Novo Data
Op.
ou Falha Potencial da e s Potencial da o e R Acções Data de Facto e c e do Fecho Resp.
Função Critério Potencial Falha r s Falha Prevenção <-- r Detecção<---- c recomendadas p/Realiz. Realizadas v c t NPR da Acção Rub.
FUNÇÃO de Qual o seu Qual a Eficácia
grau de Severidade deste controlo D
Serviço( ou
Técnica) a analisar Registar novos Indices
Qual a Eficácia e nova criticidade
dos controlos P
Que CONTROLO(S)
Que Detectam os Modos
EFEITO(S) não Evidência da
Que CONTROLO(S) EFICÁCIA das Acções
desejados se Previnem a ocorrência
verifica(m) das causas
Qual a CRITICIDADE
(SxOxD)da respectiva cadeia
Com que frequência CAUSA- MODO-EFEITO
OCORREM as causas
De que MODO (ou Modos)
é que a função pode ser:
-quebrada; Qual ou quais, é
-perturbada (são) a (s) CAUSAS Se é elevada (*) o que fazer?
- ocorrer que geram o Modo -alterar o projecto -alterar
intenpestivamente? o processo?-melhorar o controlo?
GIAGI –Jeremim Martins 52
26
FMEA
(Fase de Avaliação)- Todos os
S ….e só depois todos os O
….. e só depois todos os D
Função ou Efeito S O D Acções de Novo
Modo Causa Detecção NPR Responsável
Operação Cliente 1 2 P-D 3 Melhoria IPR Data
1 2 6 3 81
Cavilhas com Clente muito
Op.140 folga e tampo descontente 9 Diâmetro 12 3
solto rejeita +/-0,5 Calibre
Furação > ao especificado
1 produto
-Broca trocada
Passa/Não
passa
(1/100 peças)
-Folga na árvore
5 -
4 3
Cavilhas Clente muito
partidas na descontente Diâmetro 12 +/-0,5 Calibre
montagem e rejeita
9 < ao especificado 6 Passa/Não 3
2
tampo solto produto
-Desgaste da broca
-Broca partida
passa
(1/100 peças) 162 PDCA
-Má programação
-
Análise Avaliação P DCA
GIAGI –Jeremim Martins 53
FMEA
Etapa 4-Procurar Soluções
PRIORIDADES DE ACÇÃO
Não é recomendável usar como
único critério um valor limite para o
NPR (Exemplo: Acções preventivas
se NPR > 100)
Exemplo de contradição indutora de risco:
Modo/Causa Severidade Ocorrência Detecção npr
A 9 2 5 90
B 7 4 4 112
Acção para Modo Causa B, nada fazendo para Modo Causa B
com uma Severidade de 9 !
GIAGI –Jeremim Martins 54
27
FMEA
PRIORIDADES DE ACÇÃO
A prioridade de acção não deve depender unicamente do valor do IPR
15 diferentes situações com NPR=360
Alternativa Alternativa
SD SO= SxO
104 90
106 60
109 40
94 90
95 72
98 45
910 72
85 72
89 40
66 60
610 36
58 45
59 40
49 40
40 36
GIAGI –Jeremim Martins Fonte: Manual FMEA 4ª Ed. da AIAG 55
FMEA
Etapa 4-Procurar Soluções
PRIORIDADES DE ACÇÃO
Recomendável usar critérios mistos conjugados tendo
em conta os valores de S, SxO, ou outras combinações
Renault
=10 se S=10 (segurança)
> 50 se S=9 ou 8
> 100 se G=S=7 ou inferior
GM > 40 (SxO)
Jonhson Control se S=8,9 ou 10
> 70 (SxOxD)
Faurecia > 36
GIAGI –Jeremim Martins 56
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FMEA
IPR ( Índice de Probabilidade do Risco) = G x O x D
GRAVIDADE-G
Obs: Fonte Renault
1à7
8 et 9 ACÇÕES CORRECTIVAS
10
1 1000 NPR
NPRÆ =10 <50 <100
Estes critérios
OBJ OBJ OBJ são também os
seguidos pela
GIAGI –Jeremim Martins 57
FMEA
EM FUNÇÃO DA COMPLEXIDADE DAS
ACÇÕES E TENDO EM CONTA
SOBRETUDO OS COMPROMISSOS DE
CONCEPÇÃO E/OU
INDUSTRIALIZAÇÃO, PARA COM O
CLIENTE, NO FINAL DESTA ETAPA
DEVE-SE PROCEDER À
REPLANIFICAÇÃO DAS SESSÕES
PARA REAVALIAÇÃO E SEGUIMENTO
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