OBJETIVO
Passar aos interessados através de conceitos e
técnicas, conceitos fundamentais, relativos a
ferramenta de qualidade / confiabilidade FMEA
Fui responsável em 2003 em parceria com a Schuler do Brasil na implantação da
metodologia RMC/MCC (Manut. Centrada em Confiabilidade) no software
gerenciamento de manutenção. '''' SIM'''', na prensa da HONDA, onde foi feito um
CD do trabalho onde mostrava e determinava a melhor política de manutenção a
ser adotada, tal que foi considerado o grau de confiabilidade operacional e de
manutenibilidade do equipamento, assim buscando a forma de atuação preventiva
padronizando as atividades de manutenção que cause menor impacto financeiro e
que seja eficiente e eficaz dando uma maior confiabilidade para o cliente.
O QUE SIGNIFICA FMEA ?
F failure
M mode
E effects
A analysis
Ou
Análise dos Modos de Falha e Efeitos
Definição
É um grupo sistemático de atividades destinado a:
a) Reconhecer e avaliar a falha potencial de um
produto/processo e os efeitos desta falha;
b) identificar ações que poderiam eliminar ou
reduzir a possibilidade de ocorrência de uma
falha potencial;
c) documentar todo o processo
Segundo a QS 9000 (Quality System 9000)
Apresentação
Essa técnica é representada por um
documento/formulário cuja finalidade é
apresentar de forma o mais simples e objetivo
possível, informações técnicas o processo
(produto, processos e sistemas) ou serviço
contendo ainda os potenciais modos de falhas,
suas causas, seus efeitos, índices analíticos,
recomendações e ações corretivas/preventivas.
Para que serve ?
De um modo geral, essa técnica colabora com a grande
eficácia na implantação de um estudo de confiabilidade e
ou a um processo de qualidade que se pretende instalar
em qualquer processo (produto, projeto e sistemas) ou
serviço cujo planejamento exija controle significativo da
relação custo-benefício investida para garantir a
satisfação total do cliente final e bem estar de quaisquer
tipos de organizações independente de porte, setor ou
filosofia.
Para que serve ?
É preciso entender que FMEA é uma análise de
RISCO !
ÁREAS DE INTERESSE
• Desenvolvimento de Produtos;
• Teste e Ensaios de Componentes e Produtos;
• Engenharia da Confiabilidade;
• Asseguramento da Gestão da Qualidade;
•Asseguramento da Segurança e Meio Ambiente;
• Manutenção e Produção.
Quando se aplica ?
Quando iniciarmos um processo ou serviço novo
ou revisado e após estabelecido o processo APQP.
Ou ainda quando se pretende corrigir os
problemas já ocorridos ou ainda ocorrendo com
elevado índice de freqüência.
CARACTERÍSTICAS PARA APLICAÇÃO DO
FMEA
• Alta taxa de retrabalho;
• Falta de pessoal qualificado;
• Convivência com problemas Crônicos;
• Falta de Sobressalentes no estoque;
• Número elevado de serviços não previstos;
• Baixa Produtividade;
• Histórico de Manutenção inexistente ou não confiável;
• Falta de planejamento prévio;
• Horas extras em excesso;
• Abuso das “Gambiarras”
TOTAL FALTA DE TEMPO PARA QUALQUER COISA
O que é “GAMBIARRA” ???
G grande
A artifício da
M manutenção
B brasileira
I inventado para
A arrumar
R r e c u p e r a r ou
R realizar
A algo
PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS
• Moral do grupo sempre em baixa;
• Falta de confiança do(s) cliente(s);
• Constante falta de gente;
• Não cumprimento de prazos;
• Elevado número de equipamentos abertos ( manutenção);
• Disponibilidade baixa;
• MTBF (TMEF) baixo;
• Perda de produção por problemas de equipamentos;
• Manutenção predominantemente corretiva não planejada ;
Rotina do “CÍRCULO VICIOSO” até o CAOS
Qual a complexidade ?
Adquirir o conhecimento e saber aplicá-lo
não requer uma faculdade nem tampouco
anos de treinamento.
Sendo assim podemos dizer que a
complexidade é individual de cada
organização.
Qual a complexidade ?
“ Entender e saber aplicar a FMEA é tão
simples quanto elaborar um lista de
compras ! “
Vantagens e desvantagens ?
• Economiza nos custos e tempo de desenvolvimento;
• Serve como guia para planejamento de testes mais eficientes
• Ajuda a desenvolver sistemas eficazes de manutenção
preventiva
• Fornece idéias para testes incorporados ao processo
• Reduz eventos não previstos durante planejamento de um
processo
• Fornece uma referência rápida pra resolução de problemas
• Reduz mudanças de engenharia
• Aumenta a satisfação do cliente (interno e externo)
Vantagens e desvantagens ?
• Salvaguarda a repetição dos mesmos erros no futuro
• Captura e mantém o conhecimento do produto e do processo
na organização
• Aumenta a confiabilidade e a qualidade na organização
• Aumenta a segurança funcional, operacional e ambiental
• Melhoria significativa da comunicação interna na
organização
• Fornece suporte à Assistência Técnica
• Influencia todas as áreas/atividades dentro da organização à
melhoria contínua
• Identifica as preocupações de segurança a serem abordadas
Vantagens e desvantagens ?
Subsidiar os Bancos de Dados de Manutenção com Informações
sobre os Modos de Falha:
• Incluir todos os Modos de Falhas;
• Identificar Automaticamente Falhas Depedendentes/Falhas
Causadoras;
• Classificação das Falhas;
• Banco de Dados mais Consistente;
• Falhas Parametrizadas;
• Banco de Dados Mais Confiável;
• Modelar o Diagrama de Blocos de Confiabilidade - RDB
Vantagens e desvantagens ?
Podemos dizer que a maior desvantagem é que por mais simples
que seja o conceito de FMEA, trata-se de um processo muito
trabalhoso e que requer muita atenção e paciência de todos os
envolvidos. Sua aplicação exige muita atenção e total envolvimento
da equipe e uma dedicação especial do responsável pelo seu
desenvolvimento.
Inserir modelo de DFMEA
Fonte: FMEA - Paul Paladay
FMEA – Analise de Efeitos e Modos de Falhas
Cabeçalho
Funções Modos de Falha Efeitos S Causas O Controles D Ações Recomendadas Status
TIPOS DE FMEA (Projeto)
• Como esse projeto pode deixar de fazer o
que deve fazer ?
• O que devemos fazer para prevenir essas
falhas potenciais de projeto ?
TIPOS DE FMEA (Processo)
• Como este processo pode deixar de fazer o
que deve fazer ?
• O que devemos fazer para prevenir essas
falhas potenciais de processo ?
TIPOS DE FMEA
• DFMEA – FMEA de Projeto
• PFMEA – FMEA de Processo
• SFMEA – FMEA de Software
• HFMEA – FMEA de Hardware
• MFMEA – FMEA de Manutenção
A ABORDAGEM DO FMEA.......
Fonte: FMEA - Paul Paladay
FMEA – Analise de Efeitos e Modos de Falhas
Cabeçalho
Funções Modos de Falha Efeitos S Causas O Controles D Ações Recomendadas Status
Como construir o melhor FMEA ?
NÃO existe uma equação “certeira”que
resulte no sucesso da FMEA porém existe o
bom envolvimento e entendimento da equipe
e o completo gerenciamento às ações
preventivas/corretivas pelos respectivos
responsáveis.
Como construir o melhor FMEA ?
De um modo geral podemos estabelecer 5
regras básicas que nos encaminhe para
FMEA eficazes !
Como construir o melhor FMEA ?
Regra I
“ Fundamental e Importantíssimo a criação da
MELHOR equipe para o desenvolvimento da
FMEA “
Como construir o melhor FMEA ?
Regra I
Número de membros da Equipe
5 a 7 Membros
Áreas Profissionais
Engenharia de Produto
Engenharia da Qualidade
Engenharia de Materiais
Produção / Manufatura / Operação
Manutenção /Assistência Técnica / Segurança
Como construir o melhor FMEA ?
Regra I
FORNECEDORES
+
CLIENTES
=
INFORMAÇÕES ÚTEIS
Como construir o melhor FMEA ?
Regra I
Inserir quadro de confidencialidade
Como construir o melhor FMEA ?
Regra I
A FMEA eficaz exige:
1) Conhecimento de todos os aspectos do
processo/serviço;
2) Nível operacional de compreensão das
ferramentas de qualidade/confiabilidade;
3) Sólida compreensão de todas as exigências e
especificações do processo/serviço/Sistema;
Como construir o melhor FMEA ?
Regra I
A FMEA eficaz exige:
3) Sólida compreensão de todas as exigências e
especificações do processo/serviço/Sistema:
Especificações de engenharia (projeto);
Especificações de Confiabilidade/Qualidade;
Especificações de Legislação Vigente,
Especificações do Cliente
Como construir o melhor FMEA ?
Regra II
“ Não considerar todos os modos de falha
concebíveis ao processo ou serviço “
Como construir o melhor FMEA ?
Regra II
A observação de todos os modos de falha
concebíveis, certamente aumentará o custo e a
duração da análise, SEM nenhum benefício real
pois embora fisicamente possível trata-se de um
modo de falha NÃO prático ou sem efeito nocivo a
segurança física ou patrimonial do usuário/cliente
final.
Como construir o melhor FMEA ?
Regra II
Resumindo:
“ Use sempre o BOM SENSO “
Como construir o melhor FMEA ?
Regra III
“ Redigir o modo de falha como a expressão
negativa da função “
Como construir o melhor FMEA ?
Regra III
Muito mais uma sugestão que uma regra,
classificar o modo de falha desta forma ajuda a
equipe a concluir essa coluna de forma simples
e eficaz sem alongar a discussão para
identificação desses modos de falha.
Como construir o melhor FMEA ?
Regra III
FUNÇÃO MODO DE FALHA EFEITO CAUSA
Suportar Não Suportar peso XXX YYY
Peso
“ Opte pela Simplicidade ! “
Como construir o melhor FMEA ?
Regra IV
“ Selecionar uma abordagem para os modos
ou causas de falha “
Como construir o melhor FMEA ?
Regra IV
Ocorrência \
= Modo de Falha
Detecção /
ou
Ocorrência \
= Causa
Detecção /
Como construir o melhor FMEA ?
Regra IV
A Equipe deverá decidir E concordar em
qual abordagem será utilizada
Como construir o melhor FMEA ?
Regra V
“ Desenvolver cada coluna da FMEA
independentemente “
Como construir o melhor FMEA ?
Regra V
Elimine a Síndrome do “e se ...”
Como construir o melhor FMEA ?
Regra V
Um dos maiores obstáculos dessa regra aparece
quando ao tentar resolver uma coluna da FMEA,
as perguntas precedentes aquela coluna se fundem
com perguntas de outras colunas! Embora
relevante e muitas das vezes inevitáveis, NÃO
devemos misturar as colunas pois somente desta
forma podemos manter o foco e o bom
desenvolvimento da FMEA.
Como construir o melhor FMEA ?
Regra V
“ Mantenha o foco em cada coluna isoladamente “
Implementação do FMEA?
5 Etapas básicas ajudam na construção desse
elemento e DEVEM constar do desenvolvimento
de qualquer documento/formulário da FMEA. A
ausência de qualquer uma delas acarretará
ausência de qualidade/confiabilidade e portanto a
ineficácia do estudo.
Implementação do FMEA?
As 5 Etapas básicas são:
1 => ESTRUTURAÇÃO
2 => IDENTIFICAÇÃO
3 => AVALIAÇÃO
4 => AÇÕES
5 => ACOMPANHAMENTO
Implementação do FMEA?
1 = > ESTRUTURAÇÃO
Esta etapa começa com o planejamento do projeto FMEA
com o maior potencial de retorno de
qualidade/confiabilidade para a organização e seus clientes
Nesta etapa são detalhadas e identificadas as funções do
componentes/equipamentos/sistemas da operação ou do
processo a serem analisados.
Implementação do FMEA?
1 = > ESTRUTURAÇÃO
FUNÇÕES
= > O que esse processo/sistema deve fazer para satisfazer
os clientes ?
Ou
= > Quais são todas as funções deste processo/sistema ?
Implementação do FMEA?
1 = > ESTRUTURAÇÃO
FUNÇÕES
“ A incapacidade de se identificar todas as funções do
processo/sistema tende a resultar em uma lista incompleta de
modos de falhas. “
“ Ou será que existe algum equipamento/sistema que
desempenhe uma única função. “
Implementação do FMEA?
2 = > IDENTIFICAÇÃO
Nesta etapa identificamos os potenciais;
MODOS DE FALHA
EFEITOS
CAUSAS
Implementação do FMEA?
2 = > IDENTIFICAÇÃO
MODOS DE FALHA
= > Como este processo/sistema deixa de desempenhar
todas as funções que se esperam dele ?
Implementação do FMEA?
2 = > IDENTIFICAÇÃO
EFEITOS
= > Qual é o impacto de cada modo de falha no cliente* ?
ou
= > O que o cliente* sente ou vê quando este modo de falha
ocorre ?
* Cliente = Usuário Final ou operação posterior
Implementação do FMEA?
2 = > IDENTIFICAÇÃO
EFEITOS
=> Efeito Local
Próxima operação/Máquina
=> Efeito Global
Todo o processo/sistema
=> Efeito Final
No cliente/usuário
Implementação do FMEA?
2 = > IDENTIFICAÇÃO
CAUSAS
= > Quais são as razões que possibilitam a ocorrência de
cada modo de falha ?
ou
= > Por que este modo de falha ocorre ?
Implementação do FMEA?
2 = > IDENTIFICAÇÃO
CAUSAS
“ Brainstorming de todas as causas possíveis “
= > Diagrama de Espinha de Peixe (ISHIKAWA)
= > Árvore de Falhas (FTA)
Implementação do FMEA?
2 = > IDENTIFICAÇÃO
CAUSAS
“ Identificar apenas as causas básicas “
Inserir gráfico de Pareto
E
Pareto sobreposto evidenciando que 80 % das ocorrências
estão em 20 % das causas
Implementação do FMEA?
3 = > AVALIAÇÃO
Nesta etapa avaliamos os índices de;
SEVERIDADE
OCORRÊNCIA
DETECÇÃO
CONTROLES ATUAIS
RPN ( NPR )
Implementação do FMEA?
3 = > AVALIAÇÃO
SEVERIDADE
= > Qual a gravidade das conseqüências de cada modo de
falha ?
NOTAS DE 1 A 10 COMPLEMENTAM ESSA COLUNA
A segurança dos clientes corre risco
^ O custo da falha será extremamente alto a ponto de
ameaçar o bem estar financeiro da organização.
Implementação do FMEA?
3 = > AVALIAÇÃO
SEVERIDADE - Classificação
= > Próprias
= > Normalizadas.
SEVERIDADE – Agrupamentos
= > Crítica
= > Chave
= > Maior
= > Significativa
Tabela de Severidade
1 – NÃO PARA O PROCESSO.
2 – PARA POR 30’ O PROCESSO.
3 – PARA POR 1 h (HORA).
4 – PARA POR 4 h; NÃO AFETA O MEIO AMBIENTE.
5 – PARA 24 h; RISCO BAIXO AO MEIO AMBIENTE.
6 – PARA 24 h; RISCO BAIXO AO MEIO AMBIENTE; NÃO PARA O
EQUIPAMENTO.
7 – PARA ALGUMAS HORAS; RISCO BAIXO AO MEIO AMBIENTE;
PARADA PARCIAL DO EQUIPAMENTO.
8 – PARA 24 h; ALTO IMPACTO AO MEIO AMBIENTE; FERIMENTO;
PARADA PARCIAL DO EQUIPAMENTO.
9 – PARA 24 h; ALTÍSSIMO IMPACTO AO MEIO AMBIENTE; PARADA
TOTAL DO EQUIPAMENTO.
10 – VÁRIOS DIAS; MÁXIMO IMPACTO AO MEIO AMBIENTE; MORTE;
PARADA TOTAL DA MÁQUINA.
Tabela de Severidade
ESCALA DE SEVERIDADE GRAU
Efeito não percebido
1
Efeito insignificante
2
Efeito insignificante que causa perturbação perceptível 3
Efeito que causa perturbação com efeitos razoavelmente perceptível 4
Efeito que causa perturbação com efeitos perda de performance
5
Efeito que causa perturbação com efeitos perdas importantes de performance 6
Efeito de falha grave que pode impedir o equipamento e a instalação cumprir sua função 7
Efeito significativo, resultando em falha grave, não colocando porém a segurança de pessoas em riscos. 8
9
Efeito considerado critico com perturbações significativas e impõe risco de segurança
Efeito perigoso, ameaçando a vida de pessoas , custos significativos da falha colocando em risco 10
a saúde da organização
Fonte: FMEA - Paul Paladay
Implementação do FMEA?
3 = > AVALIAÇÃO
OCORRÊNCIA
= > Com que freqüência este modo de falha ocorre ?
= > Com que freqüência a causa deste modo de falha ocorre ?
“ A equipe deverá decidir por qual abordagem utilizar e então
avaliar o índice de ocorrência. “
NOTAS DE 1 A 10 COMPLEMENTAM ESSA COLUNA
Implementação do FMEA?
3 = > AVALIAÇÃO
DETECÇÃO
= > Qual é a chance de detectar o modo de falha antes de os
produtos serem entregues ao cliente ?
“ Define-se cliente como qualquer pessoa ou operação posterior
ao local onde a falha pode ser gerada. “
NOTAS DE 1 A 10 COMPLEMENTAM ESSA COLUNA
Tabela de Detecção
0 – NUNCA.
1 – RARA.
2 – 1 VEZ A CADA 5 ANOS.
3 – 1 VEZ A CADA 2 ANOS.
4 – 1 VEZ POR ANO.
5 – 1 VEZ POR SEMESTRE.
6 – 1 VEZ POR MÊS.
7 – 1 VEZ POR SEMANA.
8 – VÁRIAS VEZES NA SEMANA.
9 – 1 VEZ POR DIA.
10 – VÁRIAS VEZES POR DIA.
Implementação do FMEA?
3 = > AVALIAÇÃO
CONTROLES ATUAIS
= > Que tipos de controles foram planejados ou estão em vigor
para garantir que todos os modos de falha sejam identificados e
eliminados ?
“ Na 3º edição da FMEA são discriminados os controles atuais
PREVENTIVOS em uma coluna e DETECTIVOS em outra
coluna. “
Controles Atuais - Projeto
➢ Revisões de Projeto
➢ Plano de Testes
➢ Técnicas Estatísticas
➢ Especificações complementares
➢ Testes em campo
➢ Ensaios de Bancada
➢ Design Review
Controles Atuais - Processo
➢ Planos de Controle (Estatísticos e probabilísticos)
➢ Planos/Procedimentos de Inspeção
➢ Programas de Manutenção
➢ Instruções de trabalho
➢ Prova de erros (Poka Yoke)
➢ Auditorias
➢ Testes sazonais
➢ C.E.P.
Implementação do FMEA?
3 = > AVALIAÇÃO
RPN
R risk
P priority
N number
Grau de Prioridade de Risco
Implementação do FMEA?
3 = > AVALIAÇÃO
RPN – Risk Priority Nunber
RPN = S x O x D
SEVERIDADE
DETECÇÃO
OCORRÊNCIA
Implementação do FMEA?
3 = > AVALIAÇÃO
RPN – Risk Priority Nunber
Acceptable
Normas;
Companhia
Equipe FMEA
Implementação do FMEA?
3 = > AVALIAÇÃO
RPN – Risk Priority Nunber
Acceptable
RPN = S x O x D
SEVERIDADE
aceitável DETECÇÃO
aceitável
OCORRÊNCIA
aceitável
A ABORDAGEM DO FMEA
Fonte: FMEA - Paul Paladay
FLUXOGRAMA DE CONSTRUÇÃO DO FMEA
MODELO TRADICIONAL
FALHA
POTENCIAL
MODOS DE CONSEQUENCIAS
FALHA CAUSAS
OCORRÊNCIAS SEVERIDADE DETECÇÃO
RPN
A ABORDAGEM DO FMEA
Fonte: FMEA - Paul Paladay
MODELO PROATIVO
FALHA
POTENCIAL
MODOS DE CAUSAS CONSEQUENCIAS
FALJHA
OCORRENCIA SEVERIDADE DETECÇãO
Gráfico de área
No modelo Tradicional , estabelecemos as prioridades com base no risco (RPN) para o
processo de priorização e de decisões, podendo levar a ações incorretas.
Desenvolvimento: FMEA - Investigar e Priorizar
(Ganho de confiabilidade e baixo Custo)
Alto
Impacto
Baixo
Baixo Esforço Alto
(Tempo, Recursos, Investimentos,etc)
Foco em Alto Impacto e , Oportunidades com Baixo Esforço de Implantação
Desenvolvimento: Gráfico de Área
Fonte: FMEA - Paul Paladay
Grau de ocorrência
•P3
•P2
•P1
Grau de severidade
Implementação do FMEA?
4 = > AÇÕES
Nesta etapa decidimos quais as melhores ações afim de;
PREVENIR O MODO DE FALHA
REDUZIR A SEVERIDADE
MINIMIZAR A OCORRÊNCIA
MELHORAR A DETECÇÃO
“ Prazos e responsáveis são também nomeados nessa etapa ”
Implementação do FMEA?
4 = > AÇÕES
PREVENIR O MODO DE FALHA;
= > Existe uma maneira de se PREVENIR um modo de
falha ?
Prevenção da Causa !
➢ Manual de Instruções;
➢ Guia de cuidados / precauções;
➢ Notas de Alerta para o usuário ...
Implementação do FMEA?
4 = > AÇÕES
REDUZIR A SEVERIDADE;
= > Existe uma maneira de se REDUZIR a severidade de
um modo de falha ?
Alteração de projeto !
➢ Desenho;
➢ Ordem de Engenharia;
➢ Outras tecnologias ...
Implementação do FMEA?
4 = > AÇÕES
MINIMIZAR A OCORRÊNCIA;
= > Existe uma maneira de se MINIMIZAR a ocorrência de
um modo de falha ?
Prevenção e controle das Causas de Falha !
➢ Alterações no projeto ou processo;
Implementação do FMEA?
4 = > AÇÕES
MELHORAR A DETECÇÃO (Interna);
= > Qual é a chance de se detectar o modo de falha antes que
chegue ao cliente ?
Otimização do planejamento dos controles !
➢ FTA / RDB;
➢ Análise de Confiabilidade;
➢ Inspeção manual, medição ...
➢ Prova de erro, CEP ...
Implementação do FMEA?
4 = > AÇÕES
MELHORAR A DETECÇÃO (Cliente);
= > Qual é a chance do cliente detectar o modo de falha antes
que ele cause uma falha catastrófica ?
Otimização do planejamento dos controles !
➢ Rótulos de advertência;
➢ Ruídos internos de alerta;
➢ Sistema automático de desligamento;
➢ Manual de cuidados / precauções
Implementação do FMEA?
5 = > ACOMPANHAMENTO
Nesta etapa acompanhamos as ações tomadas e avaliamos
toda a FMEA otimizando seus índices e garantindo a eficácia
da análise.
“ A verificação dos documentos afetados são também
realizados nessa etapa ”
Implementação do FMEA?
5 = > ACOMPANHAMENTO
= > O que está sendo feito no momento para avaliar a
viabilidade das ações ?
= > Quem será responsabilizado ?
As informações contidas aqui deverão :
➢ Garantir o menor risco das ações implementadas;
➢ Acompanhar as atribuições individuais;
➢ Coordenar o desenvolvimento da FMEA;
➢ Documentar explicando os altos índices da análise.
Implementação do FMEA?
5 = > ACOMPANHAMENTO
Documentos afetados
Contrato de qualidade
Plano de testes
Desenho final do projeto
Plano de controle de produção
Instruções de trabalho
Diagrama de fluxo de processo
Cronograma de manutenção preventiva
Procedimentos de reparo
Instruções de montagem
Implementação do FMEA?
Ações Principais:
✓ Aquisição de peças originais
✓ Criação de procedimentos operacionais para revisão e controle
✓ Instalação de instrumentação para supervisão de pontos
✓ Implantação das ações de confiabilidade propostas no FMEA.
✓ Revisão planos mestres de manutenção
Desenvolvimento: FMEA - Critérios Para Aplicação
Equipe Multidisciplinar(Incluindo apoio de
fornecedores)
Aplicação em escala menor para ganhar Experiência
Priorização de ações que geram redução no nível de
severidade e ocorrência.
Severidade maior que 7 necessariamente define
ação de confiabilidade
Risco Acima de 100 implica ações de confiabilidade
Confiabilidade , Custos e Práticas Classe Mundial
Conclusões:
O FMEA é eficaz para aumentar confiabilidade.
O FMEA alia simplicidade com velocidade
Gráfico de área versus priorização de avaliação do
risco
A importância de se ter um histórico consistente
apoiado por ferramentas de análises de falhas.
Estender a análise à equipamentos similares
Ganhos associados importantes
Objetividade e priorização são palavras chaves
Adequar a implantação do FMEA às reais
necessidades
Investimentos de energia e tempo no esforço de
implantação
Disciplina na implantação
Participação de uma equipe motivada
RESUMO DA APLICAÇÃO FMEA
PROCESSO DE MAIOR RETORNO CONFIABILIDADE !
DEFINIÇÃO DA MELHOR EQUIPE FMEA !
UTILIZE OUTRAS FERRAMENTAS DA CONFIABILIDADE !
SIGA AS 5 REGRAS BÁSICAS !
OBEDEÇA AS 5 ETAPAS FUNDAMENTAIS !
AVALIE AS MELHORES AÇÕES CORRETIVAS/PREVENTIVAS !
EXIJA O CUMPRIMENTO DAS AÇÕES DE CADA MEMBRO DA
EQUIPE !
TRACE UMA ESTRATÉGIA DE MELHORIA:
1 – TENTE ELIMINAR O MODO DE FALHA;
2 – MINIMIZE A SEVERIDADE;
3 – REDUZA A OCORRÊNCIA;
4 – MELHORE A DETECÇÃO.
A ABORDAGEM DO FMEA
COMO PODE
FALHAR?
PORQUE
FALHA?
O QUE
ACONTECE
QUANDO
FALHA?