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Treinamento FMEA

F ailure
M ode and
E ffects
Analysis
Análise dos
A
Efeitos
E dos
Modos de
M
F
Falhas
O que é FMEA ?
É uma técnica analítica para identificar e analisar a
influência (probabilidade) dos potenciais modos de
falhas de um produto (projeto, processos e
sistemas) ou serviço, cujos efeitos devam ser
considerados, eliminados ou minimizados, por meio
de uma avaliação de índices (probabilidade de
ocorrência, severidade e possibilidade de detecção
de falhas), que correspondem a um valor da
criticidade na utilização do produto, sua
mantenabilidade e segurança (operacional e
ambiental).
Um pouco da história do FMEA

1949 – Criado o primeiro método associado ao


FMEA pelo exército norte-americano (Procedimento
Militar MIL-P-1629).

Década de 60 – Amplamente utilizado pela industria


e agências de pesquisa aeroespacial e teve um papel
significativo no sucesso da primeira viagem tripulada
a lua.
Um pouco da história do FMEA

Década de 80 – Ford Motor Company, após a


desastrosa performance de um de seus lançamentos,
adotou o FMEA e passou aplicá-lo tanto na área de
projeto quanto na manufatura.
Ao final da mesma década foi montada uma força
de trabalho composta por representante da Chrysler
Corporation, Ford Motor Company e General Motors
Corporation, onde desenvolveu a Norma QS 9000, em
que foi incluído o FMEA como uma das ferramenta de
qualidade, sendo hoje modificada para a NORMA
TS 16949.
Um pouco da história do FMEA

1993 - AIAG (Automotive Industry Action Group) e a


ASQC (American Society for Quality Control)
patentearam os padrões relacionados ao FMEA,
criando um manual.
O mesmo vale para a SAE (Society of Automotive
engineers) detentora do procedimento SAE J-1739
que trata do FMEA.
2004 – Votorantim Metais, define o FMEA como uma
das ferramentas de trabalho da Engenharia de
Confiabilidade.
Variações do Conceito da FMEA

DFMEA – Aplicado em Projetos


PFMEA – Aplicado em Processos
MFMEA – Aplicado em Manutenção
Variações do Conceito da FMEA

Variações de Conceito (Reliasoft)

MFMEA
Modificações na PFMEA/DFMEA

PFMEA/DFMEA MFMEA

Funções Função do Equipamento

Modo de Falha Degradação do equipamento/componente

Efeitos Consequência na linha/processo

Severidade Gravidade do baixo rendimento da linha/processo

Classificação Descartada

Ocorrência Frequência de parada do equipamento

Controles Atuais Preditivas/Preventiva

Detecção Previsão de parada do equipamento

Ações Recomendadas Manutenção corretiva/preventiva/preditiva

Responsáveis Área da Manutenção


Montando a Equipe

1. Número de Membros da Equipe:


De 5 a 7 pessoas.
2. Profissionais da Equipe:
Engenheiros, Técnicos, Operadores e outros
profissionais.
3. Áreas dos profissionais:
Manutenção, Processo, Comercial, DHO, Logistica,
etc.
Montando a Equipe

Fornecedores
+
Clientes
=
Informações Úteis
1ªDica

“Fundamental e Importantíssimo a
criação da MELHOR equipe para o
desenvolvimento do FMEA.”
Construindo um FMEA
Etapas do FMEA

Estruturação
Identificação
Avaliação
Ações
Acompanhamento
Estruturação
Esta etapa começa com o planejamento do
projeto FMEA com maior potencial de
retorno de qualidade/confiabilidade para a
organização e seus clientes.
Aqui detalhamos e identificamos as funções
do componente/item do produto ou
operação do processo a serem
analisados.
Estruturação

Funções (tarefa)
O que esse produto (projeto, processo ou
sistema) ou serviço deve fazer para
satisfazer os clientes?
ou;
Quais são todas as funções deste produto
(projeto, processo ou sistema) ou serviço?
Estruturação

“ A incapacidade de se identificar todas as


funções do projeto tende a resultar em uma
lista incompleta de modos de falhas.”
Estruturação
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
Construindo um FMEA
Etapas do FMEA

Estruturação
Identificação
Avaliação
Ações
Acompanhamento
Identificação

Nesta etapa será identificado os potencias:

Modos de Falhas
Efeitos
Causas
Identificação

Modos de Falhas (desfunção)


Como esse produto (projeto, processo ou
sistema) ou serviço deixa de
desempenhar todas as funções que se
esperam dele?
2ªDica

“Não considerar todos os modos de falhas


concebíveis ao produto (projeto, processo,
sistema) ou serviço.”
Identificação
A observação de todos os modos de
falha concebíveis, certamente aumentará
o custo e a duração da análise, sem
nenhum benefício real pois embora
fisicamente possível, trata-se de um
modo de falha NÃO prático ou sem efeito
nocivo à segurança física ou patrimonial
do usuário/cliente final!
“Use o bom senso SEMPRE!!!”
3ªDica

“Redigir o modo de falha como a


expressão negativa da função.”
Função Modo de Falha Efeito

Suportar Não suportar ???


Peso peso

Muito mais uma sugestão que uma


regra, classificar o modo de falha desta
forma ajuda a equipe a concluir essa
coluna de forma simples e eficaz sem
alongar a discussão para identificação
desses modos de falhas.
“Opte pela simplicidade!!!”
Identificação
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
Identificação

Efeitos
Qual é o impacto de cada modo de falha
no cliente?
ou;
O que o cliente sente ou vê quando este
modo de falha ocorre?
Identificação
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
Identificação

Causas
Quais são as razões que possibilitam a
ocorrência de cada modo de falha?
ou;
Porque esse modo de falha ocorre?
Identificação

Causas
“Brainstorming de todas as causas possíveis”

Diagrama de ISHIKAWA
(Espinha de Peixe)
Árvore de Falhas (FTA)
5 Porquês
“Identifique apenas as causas básica”
Identificação
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
Construindo um FMEA
Etapas do FMEA

Estruturação
Identificação
Avaliação
Ações
Acompanhamento
Avaliação

Nesta etapa será avaliado os índices de;


Severidade
Ocorrência
Detecção
RPN (NPR)
Controles Atuais
Avaliação

Avaliação que estima através de


experiências anteriores e ou previsões
sem quaisquer cálculos.

Índice de SEVERIDADE
Índice de OCORRÊNCIA Tabela/Escala de Índices
Índice de DETECÇÃO
1 10
Avaliação
Severidade (gravidade do efeito)
Qual a gravidade das conseqüências de
cada modo de falha?
Notas de 1 a 10 completam essa coluna!
Quanto maior a severidade maior a pontuação
A segurança dos clientes corre risco.
O custo da falha será extremamente
alta a ponto de ameaçar o bem estar
financeiro da organização.
Avaliação
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
Avaliação
Ocorrência
Com que freqüência este modo de falha
ocorre?
Com que freqüência a causa deste modo de
falha ocorre?
A equipe deverá decidir por qual abordagem
utilizar e então avaliar o índice de ocorrência
Notas de 1 a 10 completam essa coluna!
Quanto maior a ocorrência maior a pontuação
Avaliação
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
Avaliação
Controles Atuais
Que tipos de controles foram planejados ou
estão em vigor para garantir que todos os
modos de falha sejam identificados e
eliminados?
Controles de Projeto: Reuniões de Projeto, testes de
bancada, testes acelerados.
Controles de Processo/Serviço: testes, auditorias, inspeções,
preditivas, preventivas.
Avaliação
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
Avaliação

Detecção
Qual é a chance de detectar o modo de falha
antes dos produtos serem entregues ao
cliente?
Defini-se cliente como qualquer pessoa ou operação
posterior ao local onde a falha pode ser gerada.

Notas de 1 a 10 completam essa coluna


Quanto maior a detecção menor a pontuação
4ªDica

“Selecionar uma abordagem para os modos


ou causas das falhas, fica a critério da equipe.”
Avaliação
Ocorrência Modo de
Detecção Falha
OU
Ocorrência
Detecção Causa

A equipe deverá decidir e concordar qual


abordagem será utilizada.
5ªDica

“Desenvolver cada coluna da FMEA


independentemente.”
Avaliação
Um dos maiores obstáculos dessa regra
aparece quando ao tentar resolver uma
coluna da FMEA, as perguntas precedentes
àquela coluna se fundem com perguntas
de outras colunas! Embora relevante e
muitas das vezes inevitável, NÃO devemos
misturar as colunas pois só desta forma
podemos manter o foco e o bom
desenvolvimento da FMEA.
“Mantenha o foco em cada coluna isoladamente!!!”
Avaliação
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
Avaliação

RPN (NPR – Número para Priorização do Risco)


É o índice utilizado para a priorização das
ações a serem tomadas.
RPN = S x O x D
Detecção
Ocorrência
Severidade
Avaliação
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
Avaliação

Os índices de Severidade, Ocorrência e


Detecção devem ser pontuados em consenso
de toda equipe durante as reuniões, e não de
forma aleatória.
Priorização dos Modos de Falhas
FMEA ESCALA DE SEVERIDADE
TABELA/ ESCALA ÍNDICE DE SEVERIDADE - VM - SF

S EFEITO EFEITO NA MANUFATURA

1 Ne nhum Nã o a fe ta o pro c e sso , e nã o c a usa p a ra d a d o e quip a me nto

Pe q ue na va ria b ilid a d e no p ro c e sso , nã o ne c e ssita nd o d e p a ra d a , a tivida d e po d e rá se r e xe c uta d a d ura nte p re ve ntiva d o


2 Muito Me no r
siste m a .

3 Me no r Pa ra d a d e a té 10 m inuto s d o siste m a o u e quip a m e nto nã o a fe ta ndo o p ro c e sso .

4 Muito Ba ixo Pa ra d a e ntre 10 e 30 m inuto s do siste m a o u e q uip a m e nto p o de ndo c a usa r pa ra d a p a rc ia l o u to ta l d a p la nta .

5 Ba ixo Pa ra d a e ntre 30 m inuto s e 1 ho ra d o siste ma o u e q uipa m e nto po d e nd o c a usa r p a ra da p a rc ia l o u to ta l da p la nta .

6 Mo d e ra do Pa ra d a e ntre 1 ho ra e 4 ho ra s d o siste ma o u e q uipa m e nto po d e nd o c a usa r p a ra d a p a rc ia l o u to ta l da p la nta .

7 Alto Pa ra d a e ntre 4 ho ra s e 8 ho ra s d o siste m a o u e q uip a m e nto c a usa nd o pa ra d a p a rc ia l o u to ta l d a p la nta .

8 Muito Alto Pa ra d a p o r m a is d e 8 ho ra s o d o siste ma o u e q uipa m e nto , c a usa ndo pa ra d a p a rc ia l o u to ta l da p la nta

Pe rig o so
Se ve rid a de a b usiva . Afe ta a se g ura nç a do p e sso a l d a o pe ra ç ã o , d a p la nta fa b ril o u d a ma nute nç ã o , e / o u nã o c ump re c o m
9 c o m Aviso
o s re g ula m e nto s d o g o ve rno p o ré m c o m a viso p ré vio , e / o u p a ra d a im e dia ta d a pla nta .
Pré vio
Se ve rid a de e xtre m a m e nte e le va d a . Afe ta a se g ura nç a d o pe sso a l da o pe ra ç ã o , d a p la nta fa bril o u d a m a nute nç ã o , e / o u
Pe rig o so se m
10 nã o c ump re c o m o s re g ula m e nto s g o ve rna m e nta is e se m a viso p ré vio , e / o u p a ra d a ime d ia ta d a pla nta , e / o u a fe ta o m e io
Aviso Pré vio
a m bie nte .
Priorização dos Modos de Falhas
SAE FMEA OCCURRENCE SCALE
TABELA/ ESCALA ÍNDICE DE OCORRÊNCIA - SAE

O PROBABILIDADE TAXAS DE FALHAS POSSÍVEIS

A fa lha o c o rre a c a d a 5 1 fa lha e m 25.000 ho ra s OU R(t) < 98%: O MTBF sã o 50 ve ze s m a io r q ue


1
a no s. o te m p o re q ue rid o p e lo usuá rio .

A fa lha o c o rre a c a d a 2 1 fa lha e m 10.000 ho ra s OU R(t) < 95%: O MTBF sã o 20 ve ze s m a io r q ue


2
a no s o te m p o re q ue rid o p e lo usuá rio .
A fa lha o c o rre a c a d a 1 fa lha e m 5.000 ho ra s OU R(t) < 90%: O MTBF sã o 10 ve ze s m a io r q ue
3
a no . o te m p o re q ue rid o p e lo usuá rio .
A fa lha o c o rre a c a d a 6 1 fa lha e m 2.500 ho ra s OU R(t) < 85%: O MTBF sã o 6 ve ze s m a io r q ue o
4
m e se s. te m p o re q ue rid o pe lo usuá rio .
A fa lha o c o rre a c a d a 3 1 fa lha e m 1.000 ho ra s OU R(t) < 78%: O MTBF sã o 4 ve ze s m a io r q ue o
5
m e se s. te m p o re q ue rid o pe lo usuá rio .
A fa lha o c o rre a c a d a 1 fa lha e m 350 ho ra s OU R(t) < 60%: O MTBF sã o 2 ve ze s m a io r q ue o
6
m ê s. te m p o re q ue rid o pe lo usuá rio .
A fa lha o c o rre a c a d a 1 fa lha e m 80 ho urs OU R(t) < 37%: MTBF é ig ua l a o te m p o re q ue rid o
7
se m a na . p e lo usuá rio .
A fa lha o c o rre a c a d a 1 fa lha e m 24 ho ra s OU R(t) < 20%: O MTBF é c e rc a d e 60% d o te m p o
8
d ia . re q ue rid o p e lo usuá rio .
A fa lha o c o rre a c a d a 1 fa lha e m 8 ho urs OR R(t) < 5%: MTBF é c e rc a d e 30% d o te m p o
9
turno . re q ue rid o p e lo usuá rio .
A fa lha o c o rre a c a d a 1 fa lha e m 1 ho ur OR R(t) < 1%: MTBF é c e rc a d e 10% d o te m p o
10
ho ra . re q ue rid o p e lo usuá rio .

Fonte: SAE Standard Profile: Based on AIAG FMEA-3, for Process FMEA (PFMEA) & Design FMEA (DFMEA)
Priorização dos Modos de Falhas
SAE FMEA DETECTION SCALE
TABELA/ ESCALA ÍNDICE DE DETECÇÃO - SAE

D DETECÇÃO CRITÉRIO

Co ntro le d e Pro je to irá q ua se c e rta m e nte d e te c ta r um a c a usa / m e c a nismo p o te nc ia l e


1 Qua se Ce rta m e nte
sub se q ue nte m o d o d e fa lha .

Po ssib ilid a d e m uito a lta q ue o Co ntro le d e Pro je to irá d e te c ta r um a c a usa / me c a nism o


2 Muito Alta
p o te nc ia l e sub se q ue nte m o d o d e fa lha .

Po ssib ilid a d e a lta q ue o Co ntro le d e Pro je to irá de te c ta r um a c a usa / m e c a nism o p o te nc ia l e


3 Alta
sub se q ue nte m o d o d e fa lha .

Mo d e ra d a m e nte Po ssib ilid a d e m o d e ra d a m e nte a lta q ue o Co ntro le d e Pro je to irá d e te c ta r um a


4
Alta c a usa / m e c a nism o p o te nc ia l e sub se q ue nte m o d o d e fa lha .

Po ssib ilid a d e m o d e ra d a q ue o Co ntro le d e Pro je to irá d e te c ta r um a c a usa / m e c a nism o


5 Mo d e ra d a
p o te nc ia l e sub se q ue nte m o d o d e fa lha .

Po ssib ilid a d e b a ixa q ue o Co ntro le d e Pro je to irá d e te c ta r uma c a usa / m e c a nismo p o te nc ia l e


6 Ba ixa
sub se q ue nte m o d o d e fa lha .
Po ssib ilid a d e m uito b a ixa q ue o Co ntro le d e Pro je to irá d e te c ta r um a c a usa / m e c a nism o
7 Muito Ba ixa
p o te nc ia l e sub se q ue nte m o d o d e fa lha .
Po ssib ilid a d e re m o ta q ue o Co ntro le d e Pro je to irá d e te c ta r um a c a usa / me c a nism o p o te nc ia l e
8 Re m o ta
sub se q ue nte m o d o d e fa lha .
Po ssib ilid a d e m uito re m o ta q ue o Co ntro le d e Pro je to irá de te c ta r uma c a usa / m e c a nism o
9 Muito Re m o ta
p o te nc ia l e sub se q ue nte m o d o d e fa lha .
Co ntro le d e Pro je to nã o irá e o u nã o po d e d e te c ta r um a c a usa / me c a nism o po te nc ia l e
10 Qua se Im po ssíve l
sub se q ue nte m o d o d e fa lha o u nã o e xiste Co ntro le d e Pro je to .

Fonte: SAE Standard Profile: Based on AIAG FMEA-3, for Design FMEA (DFMEA)
Priorização dos Modos de Falhas

Grafico de Pareto (Reativa)

12
A
10 B
C
8 D
E
RPN

6
F
4 G
H
2

0
Modos de Falhas
Priorização dos Modos de Falhas
(Proativa)

Alta Prioridade

Baixa Média
Ações
Nesta etapa decidimos quais as
melhores ações afim de;
Prevenir a Modo de Falha;
Reduzir a Severidade;
Minimizar a Ocorrência;
Melhorar a detecção.

Prazos e responsáveis são também


nomeados nessa etapa.
Ações
Prevenir o Modo de Falha;
Existe uma maneira de se PREVENIR um modo
de falha?

Prevenção da Causa

Manual de instruções
Guia de Cuidados / Precauções
Notas de Alerta para Usuário
Ações
Reduzir a Severidade;
Existe uma maneira de se REDUZIR a severidade
de um modo de falha?

Alteração de Projeto

Desenho
Ordem de Engenharia
Outras Tecnologias
Ações
Minimizar a Ocorrência;
Existe uma maneira de se MINIMIZAR a
ocorrência de um modo de falha?

Prevenção e Controle das Causas de Falha

Alterações no Projeto ou Processo


Ações
Melhorar a Detecção;

Qual é a chance de se detectar o modo de falha


antes que chegue ao cliente?

Sistema automático de desligamento


Alarmes audiovisuais
Inspeções
Medições
CEP
Ações
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
Acompanhamento
Nesta etapa acompanhamos as ações tomadas e
avaliamos toda a FMEA, otimizando seus índices
e garantindo a eficácia da análise.
Verificamos o que está sendo feito no momento
para avaliar a viabilidade das ações.
Definimos os responsáveis pelas ações e prazos
para implantações.
Acompanhamento
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
Acompanhamento
O FMEA é uma ferramenta dinâmica, onde você
estará sempre acompanhado e atualizando os
índices.

Após implantado as ações, os índices de


Severidade, Ocorrência e Detecção deverão
ser repontuados para definição do novo RPN.
Acompanhamento
Sistema / Processo em Estudo:
Componente:
Equipe:
Responsável pelo processo: Número do FMEA:
Preparado por:
Data de Inicio: Data da ultima revisão:

Entrada Principal do Ações Resultantes


Modo de Falhas Efeitos Potenciais Causas Ações Resp.

RPN
SEV

DET
Oco
Processo (Função / Controles Atuais
Potencial da Falha Potenciais Recomendadas (data)
requisitos)

OCC

RPN
SEV

DET
Ações Tomadas
O FMEA para um bom resultado depende
de empenho de toda equipe, pois por
melhor que seja uma ferramenta, ela não
trabalha sozinha.