PROTEÍNAS:
METABOLISMO E
ESTRATÉGIAS
NUTRICIONAIS
PROF. JOÃO PAIM
q Graduação em nutrição pela Universidade Salvador (2012)
q Pós graduação em nutrição clínica e esportiva pelo Instituto de Pesquisas
ensino e gestão em saúde (2014)
q Certificação Internacional Nível 1 em Antropométria pela International
Society for the Advancement of Kinanthropometry (ISAK) (2015)
q Sócio proprietário da clínica nutrição pensante
q CEO da João Paim Cursos EAD
Prof. João Paim
FUNÇÃO
Catalisadores
de reações
enzimáticas
Defesa do
organismo Proteínas Transporte de
substâncias
Movimentação
e contração de
estruturas
Guyton & Hall - Tratado de Fisiologia Médica - 11ª Ed. 2006
Denise R. Ferrier,2019
Guyton & Hall - Tratado de Fisiologia Médica - 11ª Ed. 2006
AMINOÁCIDOS
Guyton & Hall - Tratado de Fisiologia Médica - 11ª Ed. 2006
Guyton & Hall - Tratado de Fisiologia Médica - 11ª Ed. 2006
MUSCULATURA
ESQUELÉTICA
Guyton & Hall - Tratado de Fisiologia Médica - 11ª Ed. 2006
Guyton & Hall - Tratado de Fisiologia Médica - 11ª Ed. 2006
Sarcopenia : Perda
involuntária de
força, massa
muscular e função
ao longo da idade.
Aumento no risco Diminuição na
de osteoporose, M.M de 3 a 8% por
diabetes Jpo 2, década a partir dos
obesidade e 30 anos ficando
doenças mais intenso
cardiovasculares. depois dos 60 .
Perda de força
Aumento na muscular de 3 a 5%
resistência a em homens e 2-3%
insulina em idosos em mulheres por
cada ano.
Diminuição na
massa muscular
está associada a
um aumento
progressivo na
massa gorda
E.VOLPI. Curr Opin Clin Nutr Metab Care. 2004
NET BALANCE (NBAL)
• Diferença entre a síntese proteica e degradação
proteica muscular.
Síntese
proteica Degradação
Hipertrofia
muscular proteica
K. Tipton. Essays in Biochemistry volume 44 2008
NET BALANCE (NBAL)
EVITAR
FAVORECER
Proteínas
SÍNTESE DE PROTEINAS MUSCULARES
Quanto de proteína é u7lizado?
Nutrients. 2018 Feb; 10(2): 180.
Nutrients. 2018 Feb; 10(2): 180.
RECOMENDAÇÕES
• 1,2 a 2,5 g/kg/dia
• 0,3 - 0,4g por/ kg/refeição
• Intervalos entre 3 ou 4 horas
• Mínimo de 4 refeições ao dia
• 1,5g - 2g de Leucina por
cada refeição
• Pós exercício: 20 - 40g até 3
horas pós exercício.
J Physiol 591.9 (2021) pp 2319–2331
Obje]vo: Inves]gar se a suplementação proteica na dieta
aumenta os ganhos na massa muscular e força induzidos
pelo treinamento.
Dados de 49 estudos com
1863 participantes mostraram
que a suplementação de
proteina foi capaz de ...........
FORÇA MUSCULAR
MASSA MAGRA
MASSA MAGRA
IDADE
WHEY PROTEIN 80 % CASEIN
20% WHEY PROTEIN
• CONCENTRADO
Entre 25 a 89% de proteínas, carboidratos (lactose) e lipídeos. Um bom whey
concentrado contém em torno de 80% a 89% de proteínas do soro do leite,
reduzindo a quanDdade de carboidratos e gorduras.
• ISOLADO
Sofre processo de filtração obtendo mais de 90% de proteínas, possui maior grau
de pureza, sendo removida a quanDdade de carboidratos e gorduras.
• HIDROLISADA
Quebra (Digestão enzimáDca) das proteínas em tamanhos menores, facilitando
a digestão e sendo mais “rapidamente” e “facilmente” absorvidas.
Qual o melhor tipo
de Whey?
WHEY CONCENTRADO
WHEY HIDROLISADO
WHEY ISOLADO
20g de Whey Protein + 10g de CHO
20g de Whey Protein + 40 g de CHO
20 g de Whey Protein
Am J Physiol Endocrinol Metab 293: E833–E842, 2007.
Am J Physiol Endocrinol Metab 293: E833–E842, 2007.
Am J Physiol Endocrinol Metab 293: E833–E842, 2007.
Exemplo prá;co
• Refeição 01 - 09:00
• Refeição 02 – 13:00
• Refeição 02 – 17:00
• Refeição 04 – 20:00
NA
PRÁTICA
Pedro, 28 anos, iniciante, eutrófico
176 cm.
70 kg
Obje]vo: Ganhar massa muscular
Musculação todos os dias antes do café da manhã (em jejum) – 08:00
REFEIÇÃO O1 - 09:00
1 pão + 1 ovo + 1 fatia de queijo (20g) + Café - 14G DE PROTEÍNA
REFEIÇÃO 02 - 12:00
Feijão (80g) + Arroz (120g) + Frango (100g) + Salada diversa - 36G DE PROTEÍNA
REFEIÇÃO 03 – 20:00
Cuscuz ou aipim + 2 fatias de queijo (40g) - 7G DE PROTEÍNA
57g de proteína no total (0,8 g por kg/dia)
ü 1,5g por kg/dia – 105g de proteína por dia
ü 4 refeições
ü Média de 26g por refeição
REFEIÇÃO O1 - 09:00
1 pão + 2 ovos + 1 fatia de queijo (20g) + Café + 200 ml de leite - 26G DE PROTEÍNA
REFEIÇÃO 02 - 12:00
Feijão (80g) + Arroz (120g) + Frango (100g) + Salada diversa - 36G DE PROTEÍNA
REFEIÇÃO 03 – 16:00
1 Sanduiche de atum (60g) e requeijão (20g) - 22G DE PROTEÍNA
REFEIÇÃO 04 – 20:00
Cuscuz ou aipim + 2 fatias de queijo (40g) + 60g de carne moída - 23G DE PROTEÍNA
TOTAL 107G NO TOTAL
Transl Psychiatry. 2019; 9: 226.
PORCENTAGEM DE INGESTÃO DE PROTEÍNA
DERIVADA DE FONTES VEGETAIS E ANIMAIS
EM DIFERENTES PARTES DO MUNDO.
Nutrients . 2019 Aug; PMID: 31394788
Teor de aminoácidos
essenciais
4 FATORES QUE Digestão
DETERMINAM
A QUALIDADE
DA PROTEÍNA: Absorção
Retenção
Nutrients . 2019 Aug; PMID: 31394788
O ESCORE DE AMINOÁCIDOS CORRIGIDO
PARA DIGESTIBILIDADE DA PROTEÍNA
(PDCAAS)
• Leva em consideração a composição de
aminoácidos essenciais, bem como sua verdadeira
digestibilidade fecal.
• < 100%, as proteínas não podem atender as
necessidades do corpo.
DIGESTIBLE INDISPENSABLE AMINO ACID
SCORE (DIAAS)
• Leva em consideração o conteúdo de aminoácidos
digestíveis em comparação com uma proteína de
referência e sua digestibilidade ileal.
• Reflete melhor a absorção dos aminoácidos da
dieta, uma vez que não leva em consideração o
nitrogênio da microbiota. Nutrients . 2019 Aug; PMID: 31394788
Van Vliet et al. 2015
Van Vliet et al. 2015
Proteina de soja
• WHEY PROTEIN
• PLACEBO
• SOY PROTEIN
Proteína da ervilha
§ 161 homens
§ 12 semanas
§ De manhã e depois do treino
§ 25g de proteína em cada shake
§ Medição da espessura do bíceps por
ultrassom
Proteína do Arroz
Proteína de arroz
üConsuming 48 g of rice or whey protein isolate
üDual emission x-ray absorptiometry
Joy et al. Nutrition Journal 2013, 12:86
Proteína de arroz
Joy et al. Nutrition Journal 2013, 12:86
Proceedings of the Nutrition Society (2018), 77, 20–31
ERVILHA = Me]onina Lisina
ARROZ = Metionina Lisina
Van Vliet et al. 2015
20 homens jovens
31g de Leite VS 70g de Mycoprotein
SÍNTESE PROTEICA MUSCULAR
Conclusions
The ingestion of a single bolus of mycoprotein stimulates resting and
postexercise muscle protein synthesis rates, and to a greater extent
than a leucine-matched bolus of milk protein, in resistance-trained
young men.
Estratégias para vegetarianos
1 – Adição de EAA
2 – Dose dobrada
3 – Blend Proteico
OPÇÕES QUE EU USO
NA PRÁTICA CLÍNICA
INGREDIENTES: FORMULA BEST VEGAN BLEND (Proteína Isolada da Ervilha, Proteína
Concentrada do Arroz, Proteína Concentrada da Semente de Abóbora, Proteína da Chia),
Polpa de Maçã em Pó, Leite de Coco em Pó, Quinoa em Pó, Amaranto em Pó, Cloreto de
Sódio, Vitamina B12 (Me]lcobalamina), Espessante Goma Acácia, Aroma]zante Idên]co ao
Natural e Edulcorante Natural Reb A (Glicosídeos de Esteviol). “NÃO CONTÉM GLÚTEN.”
INGREDIENTES: Proteína de arroz, proteína da
ervilha. NÃO CONTÉM GLÚTEN.
VANTAGENS
ü São mais sustentáveis
ü Estão relacionadas a mais benefícios para a saúde metabólica
ü Saúde cardiovascular
ü Menor resistência a insulina
ü Melhor perfil lipídico
ü Favorecer a saúde intestinal
DESVANTAGENS
ü Menor teor de AA essencias
ü Menor digestibilidade
ü Menos anabólica
ü Requer mais estratégias
• São excelentes fontes de proteínas
• Sempre optar por pelo menos 2
diferentes fontes no mesmo produto
TAKE • Se já es8ver com B12, é melhor ainda
HOME • A textura não é muito agradável.
• Em torno de 3g de leucina já é
MESSAGE: suficiente para es8mular a síntese
proteica muscular
• 35 – 50g de proteína vegetais
(suplemento)
CREATINA
Prof. João Paim
Como é feita a produção no laboratório?
CREATINA Creatina
Arginina
ácido α-meUl guanidino acéUco
Glicina
Metionina
- 5 % no coração,cérebro,testículos e retina
- 95 % é armazenado no
músculo esquelético;
- Podem ser obtidos na
Fonte natural: carnes (3 a 4g/kg de alimento).
alimentaçã o pelo consumo de
carnes vermelhas e peixe;
(GUALANO, 2010).
Sistemas energé8cos
Dias
2h
1 a 4 minutos
Estoques de Energia
5 a 10s
3s
ATP Fosfocreatina Glicólise Glicogênio Gorduras
anaeróbica Via oxidativa
MCARDLE,2008
Creatina
SISTEMA ATP-PC
AIRBUS A 330
Voos longos: Reservatório central (3)
Voos curtos: Reservatório das asas (1 e 2)
CREATINA
• Jogos Olímpicos de Barcelona
(1992)
• Linford Chrs?e -100m
• Colin Jackson 110m com barreiras
• Sally Gunnele -400m
• Não é uma substância proibida pelo
COI.
• Em torno de 2g/dia é sinte?zado
endogenamente.
(PERALTA & AMANCIO, 2002)
TESTE : APLICAÇÃO DA CREATINA NAS
MODALIDADES ESPORTIVAS
Futebol
Corrida (fundistas)
Esportes de Luta
Ciclismo (Tour de France)
Vôlei
Velocistas
Tennis
Natação
Levantamento de peso
Cafeína anula os efeitos da crea1na?
• Condição 1 : 0,5g de Creatina
• Condição 2 : 0,5g por kg de creatina + 5
mg por kg de cafeína
• Menor produção de força no grupo que
consumiu cafeína.
J Appl Physiol (1985). 1996 Feb;80(2):452-7.
Ø 12 indivíduos ativos
Ø 0,3g de creatina OU 0,3g de creatina + cafeína
Ø Intermittent high-intensity sprints on a cycling ergometer
Conclusion: The present study determined that caffeine
inges7on a8er crea7ne supplements augmented intermi9ent
high-intensity sprint performance.
Creatina e Cafeína
EM ALTAS DOSES PODE SER EM BAIXAS DOSES NÃO HÁ
PREJUDICIAL! PROBLEMA!
Crea%na e queda de cabelo
O QUE CAUSA A QUEDA DE CABELO?
DHT é um metabólito de outro androgênio: testosterona . Uma enzima chamada 5-alfa-redutase converte testosterona livre
(testosterona não ligada à albumina sérica ou globulina de ligação a hormônios sexuais(SHBG)) em DHT. [7] O DHT pode se ligar a
receptores nos folículos capilares do couro cabeludo, causando encolhimento e cessação da produção capilar ao longo do
tempo. [8] [9] Drogas que bloqueiam as ações da 5-alfa-redutase, como a finasterida (Propecia), podem ser muito eficazes na prevenção
da perda de cabelo.
Creatina
CREATINA e CREATININA
Creatina Creatinina Eliminada pela urina
(DEVLIN, 1992 apud PERALTA & AMANCIO, 2002).
CreaUna
Creatina e hipertrofia muscular
1 – Retenção hídrica (intramuscular)
2 – Sinalização das células satélites
3 – Volume de treinamento
GUALANO,2010
CreaUna
Creatina e hipertrofia muscular
EFEITOS NA MASSA MUSCULAR
EFEITOS NA FORÇA E DESEMPENHO NO TREINO
CREATINA CreaUna
ü20 a 30% da população não obtém resultados positivos
com a suplementação de creatina.
üAtletas vegetarianos são os mais beneficiados
üIndependentemente do quão longa foi a suplementação, a
condição do corpo voltará ao normal a partir do momento
em que houver uma parada nesse consumo;
BURKE & BERNING, 1996 apud PERALTA & AMANCIO, 2002
RECOMEDAÇÃO
• Saturação(de 5 a 7 dias) – 20g/dia
• OBS: Casos de preenchimento urgência
nos estoques de fosfocrea?na
• Manutenção 5g/dia
• 0,1g/ kg dia
COMO AS PROTEÍNAS ATUAM
NO EMAGRECIMENTO?
O que iremos falar hoje?
• Conceitos fisiológicos no emagrecimento
• Influencia e mecanismos das proteínas no processo de
emagrecimento
• Estudos randomizados
• Recomendações e aplicabilidade prática
A energia pode ser transformada de uma forma
para outra, mas não pode ser criada ou destruída.
Lipólise - Liberação hidrolitica do glicerol e ácido graxo.
LHS
Lipase do triacilglicerol (ATGL) Diacilglicerol
MAG
LIPASE
Monoacilglicerol (MAG)
Ácido graxo
Sinte]zar TAG no •gado
Ácido graxo Glicerol Glicólise
Gliconeogênese
Ácido graxo
ATP
CO2 + H2O
ß oxidação
Componentes do
gasto energético total
FATOR TÉRMICO
DOS ALIMENTOS
Proteína: 20 a 30% de energia
Carboidrato: 5 a 10% de energia
Gordura: 3% de energia
REGULAÇÃO
HORMONAL
Hormônios e peptídeos Local de produção Efeitos na regulação do
apetite
CCK (COLOCISTOCININA) DUODENO REDUÇÃO
GLP-1 (PEPTÍDEO SEMELHANTE AO ÍLEO E COLÓN REDUÇÃO
GLUCAGON 1)
OXINTOMODULINA ÍLEO E COLON REDUÇÃO
GIP (PEPTÍDEO INSULINOTRÓPICO DUODENO REDUÇÃO
GLICOSE DEPENDENTE
LEPTINA TECIDO ADIPOSO REDUÇÃO
PYY (PEPTÍDEO YY) ÍLEO, COLÓN E RETO REDUÇÃO
PP (POLIPEPTÍDIO PANCREÁTICO) PÂNCREAS REDUÇÃO
INSULINA PÂNCREAS REDUÇÃO
ADIPONECTINA TECIDO ADIPOSO REDUÇÃO
UROGUANILINA INTESTINO REDUÇÃO
POMC (PRÓ ÓPIO MELANOCORTINA) NÚCLEO ARQUEADO REDUÇÃO
CART (TRANSCRITOS RELACIONADOS Á NÚCLEO ARQUEADO REDUÇÃO
COCAÍNA E ANFETAMINA)
NPY (NEUROPEPTÍDIO Y) NÚCLEO ARQUEADO MEDIAL AUMENTO
AgRP (PEPTÍDEO DO GENE AGOUTI) NÚCLEO ARQUEADO MEDIAL AUMENTO
GRELINA ESTOMAGO AUMENTO
Material elaborado por João Paim
Rev Bras Clin Med. São Paulo, 2011
Int. J. Pediatri Endocrinol 2009; 141753.
Rev. Psiq. Clin. 31 (4); 150-153, 2004
MECANISMO DE REGULAÇÃO DA SACIEDADE
PROTEÍNAS
Grelina
GLP-1
PYY
Leptina
CCK
GIP
Receptores NPY Receptores MC3 e MC4
NA
SACIEDADE
Nervo vago
NTS
Physiology & Behavior Volume 94, Issue 2, 23 May 2008
SÍNTESE E DEGRADAÇÃO PROTEICA
Physiology & Behavior Volume 94, Issue 2, 23 May 2008
GLICONEOGÊNESE
Physiology & Behavior Volume 94, Issue 2, 23 May 2008
J Obes Metab Syndr. 2020 Sep 30; 29(3): 166–173.
E OS
ESTUDOS?
§ 118 adultos
§ Dieta hipocalórica (500 kcal a menos da TMB)
§ 0,8g OU 1,3g ptn/kg/dia
§ 6 meses
Obes Facts 2017;10:238–251
Obes Facts 2017;10:238–251
1. Normal-protein (10%), normal-carbohydrate (50%)
2. Normal-protein(10%), low-carbohydrate (25%)
3. high-protein (20%), normal-carbohydrate (50%)
4. high-protein (20%), low-carbohydrate (24%)
Todos perderam peso mas o
Grupo 3 e 4 foi maior
Conclusion: Body-weight loss and weight-maintenance depends on
the high-protein, but not on the ‘low-carb’ component of the diet,
while it is unrelated to the concomitant fat-content of the diet.
Physiology & Behavior 107 (2012) 374–380
É possível ganhar massa muscular e
perder gordura ao mesmo tempo?
E a quan'dade por Iguais ou diferentes?
refeição?
§ 41 homens e mulheres (média de 35 anos com sobrepeso)
§ Dieta restrita por 16 semanas
§ Treino: 2x por semana
Grupos (Total de proteína nos dois grupos - 90g)
Even: 30g no café, almoço e jantar
Skewed: 10g no café, 20g no almoço e 60g no jantar
CONCLUSÃO:
As melhorias na composição corporal podem
ser alcançado através da restrição calórica
combinada com treino resistido quando a
quantidade de proteína total é consumida
em um padrão de distribuição uniforme ou
distorcido.
Pontos posi;vos
• Maior flexibilidade nas prescrições.
• Lei da compensação.
Pontos nega*vos
• Saciedade e plenitude podem ser prejudicadas.
• Disciplina e atenção com a quanKdade de proteína
prejudicados.
Recomendação de proteínas diárias
• 1,3 a 2,5g por kg/dia
• Média de 15 a 30g por refeição dependendo do peso corporal, do
apetite no momento e dos hábitos de consumo.
• Média de 0,3g – 0,4g PTN/KG por refeição
• Flexibilidade sempre.
OBJETIVOS DA
NUTRIÇÃO NA
PERFORMANCE
Adequação de
nutrientes e
hidratação
Avaliação Melhoria do Suplementação
nutricional
desempenho correta
Necessidades
individuais
J Am Diet Assoc. 2009;109:509-527.
Sistemas energéticos
Dias
2h
1 a 4 minutos
Estoques de Energia
5 a 10s
3s
ATP Fosfocreatina Glicólise Glicogênio Gorduras Proteínas
anaeróbic Via oxidativa
a
MCARDLE,2008 Obs: São necessárias várias semanas para
ocorrer contribuição energética por meio
dos aminoácidos
RECOMENDAÇÃO DE
MACRONUTRIENTES NO ENDURANCE
NUTRIENTE RECOMENDAÇÃO PRÉ EXERCÍCIO DURANTE O PÓS EXERCÍCIO
DIÁRIA EXERCÍCIO
5–7 g/kg/day (1 h/day) 30–60 g/h (<2.5 h) 8–10 g/kg/day (first
1–4 g/kg (1–4 h prior to
60–70 g/h (>2.5 h) 24 h) sendo 1.0–
CARBOIDRATO 6–10 g/kg/day (1–3 h/day) event)
90 g/h 1.2 g/kg/h (first 3–5
(>2.5 h, se tolerável ) h)
8–12 g/kg/day (4≥ h/day)
PROTEÍNAS 1.4 g/kg/day 0,3g/kg antes ou 0,25g/kg se for 0,3g/kg pós
0.3 g/kg every 3–5 h depois do exercício. muito intenso treino
Não restringir menos de 20% do total calórico
GORDURAS Considere limitar a ingestão de gordura na carga de carboidratos ou
antes do exercício se for relatado desconforto gastrointestinal
Nutrients 2019, 11, 1289; doi:10.3390/nu11061289
•OBRIGADO