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Matéria – História da Arte Brasileira Prof. Dr. Luiz Freire Alunas: Nágela Weber Tereza Cristina

Matéria – História da Arte Brasileira Prof. Dr. Luiz Freire Alunas: Nágela Weber Tereza Cristina Del Rey Pinho

Seminário: Arte Contemporânea na Bahia

Foto: Mário Cravo Neto

Foto: Mário Cravo Neto

Um pouco de história —   Anos 60 – inquietação, contra-cultura , tropicália, experimentalismo e
Um pouco de história —   Anos 60 – inquietação, contra-cultura , tropicália, experimentalismo e

Um pouco de história

— Anos 60 – inquietação, contra-cultura , tropicália, experimentalismo e as rupturas dos suportes tradicionais;

— Anos 70 - salões domésticos, mostrava a produção local, defasada, sem intercâmbio com outros Estados.

Bienais da Bahialocal, defasada, sem intercâmbio com outros Estados. concretismo, neoconcretismo, tropicália; Galeria Bazarte

concretismo,sem intercâmbio com outros Estados. Bienais da Bahia neoconcretismo, tropicália; Galeria Bazarte José Castro

neoconcretismo,com outros Estados. Bienais da Bahia concretismo, tropicália; Galeria Bazarte José Castro Revista

tropicália;com outros Estados. Bienais da Bahia concretismo, neoconcretismo, Galeria Bazarte José Castro Revista “Semiótica”

Galeria Bazarte Bazarte

José Castrocom outros Estados. Bienais da Bahia concretismo, neoconcretismo, tropicália; Galeria Bazarte Revista “Semiótica”

Revista “Semiótica”intercâmbio com outros Estados. Bienais da Bahia concretismo, neoconcretismo, tropicália; Galeria Bazarte José Castro

Um pouco de história —   Anos 80 Manifestações artísticas experimentais; Movimento “Diretas Já” A

Um pouco de história

— Anos 80

Manifestações artísticas experimentais;

Movimento “Diretas Já”—   Anos 80 Manifestações artísticas experimentais; A nova Constituição Brasileira Instituto Goethe Museu de

A nova Constituição Brasileiraartísticas experimentais; Movimento “Diretas Já” Instituto Goethe Museu de Arte Moderna da Bahia – MAM “O

Instituto GoetheMovimento “Diretas Já” A nova Constituição Brasileira Museu de Arte Moderna da Bahia – MAM “O

Museu de Arte Moderna da Bahia – MAMJá” A nova Constituição Brasileira Instituto Goethe “O Sacrifício do Sentido” I Exposição contemporânea

“O Sacrifício do Sentido” I Exposição contemporânea individual do MAM.Instituto Goethe Museu de Arte Moderna da Bahia – MAM Glauber Rocha lança o filme Idade

Glauber Rocha lança o filme Idade da Terra.“O Sacrifício do Sentido” I Exposição contemporânea individual do MAM. Salões: Metanor Zivé Giudice /Copenor

Salões:contemporânea individual do MAM. Glauber Rocha lança o filme Idade da Terra. Metanor Zivé Giudice /Copenor

Metanorcontemporânea individual do MAM. Glauber Rocha lança o filme Idade da Terra. Salões: Zivé Giudice /Copenor

Zivé Giudice Giudice

/Copenor

O que há de contemporâneo —   A arte emerge da tendência de expressar a
O que há de contemporâneo —   A arte emerge da tendência de expressar a
O que há de contemporâneo —   A arte emerge da tendência de expressar a
O que há de contemporâneo —   A arte emerge da tendência de expressar a

O que há de contemporâneo

— A arte emerge da tendência de expressar a inquietude pulsante da época globalizada. — O artista se apropria das novas tecnologias e passa a utilizá-las como suporte e ferramenta do fazer artístico. — Aprofunda o caráter híbrido da arte tanto nas instalações e performances fundindo a plástica, poesia, música, dramaturgia, arte digital — A arte se afirmando para fora das paredes de museus e galerias ganha novos públicos e espaços: bares, ruas — “ Deselitização” a arte com um tom social.

“Na arte contemporânea não existe limites estabelecidos para a invenção da obra, embora nem tudo
“Na arte contemporânea não existe limites estabelecidos para a invenção da obra, embora nem tudo
“Na arte contemporânea não existe limites estabelecidos para a invenção da obra, embora nem tudo
“Na arte contemporânea não existe limites estabelecidos para a invenção da obra, embora nem tudo

“Na arte contemporânea não existe limites estabelecidos para a invenção da obra, embora nem tudo em nome da liberdade, sem critérios e sem o risco de referências, a transgressão sem saber de que, divulgado como arte, é arte”.

“O que vai determinar a contemporaneidade é a qualidade da linguagem, o uso preciso do meio para expressar uma ideia, onde pesa experiência e informação. Não é simplesmente o manuseio do pincel ou do computador que vai qualificar a atualidade de uma obra de arte”.

Almandrade

Almandrade: “O Sacri<cio do Sen=do” —   Desenhos: —   Objetos: —   Textos:
Almandrade: “O Sacri<cio do Sen=do” —   Desenhos: —   Objetos: —   Textos:
Almandrade: “O Sacri<cio do Sen=do” —   Desenhos: —   Objetos: —   Textos:
Almandrade: “O Sacri<cio do Sen=do” —   Desenhos: —   Objetos: —   Textos:

Almandrade: “O Sacri<cio do Sen=do”

— Desenhos:

Almandrade: “O Sacri<cio do Sen=do” —   Desenhos: —   Objetos: —   Textos:

— Objetos:

Almandrade: “O Sacri<cio do Sen=do” —   Desenhos: —   Objetos: —   Textos:

— Textos:

Almandrade: “O Sacri<cio do Sen=do” —   Desenhos: —   Objetos: —   Textos:
Almandrade —   Baiano, arquiteto, poeta, escritor . Participou das XII, XIII e XVI Bienal
Almandrade —   Baiano, arquiteto, poeta, escritor . Participou das XII, XIII e XVI Bienal

Almandrade

— Baiano, arquiteto, poeta, escritor . Participou das XII, XIII e XVI Bienal de São Paulo. Foi premiado no Museu de Arte Moderna da Bahia , em 1981-82, recebeu o Prêmio Fundarte no XXXIX Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, em 1986, e o prêmio Copene de Cultura e Arte, 1997. Destaque na XIX Bienal Internacional de São Paulo.

Almandrade
Almandrade
Almandrade
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Almandrade

Almandrade
Almandrade
Almandrade
Almandrade
Almandrade

Almandrade

Fátima Tosca Aos 16 anos Fátima fazia desenhos e aquarelas para jornais e revistas. Aos
Fátima Tosca Aos 16 anos Fátima fazia desenhos e aquarelas para jornais e revistas. Aos
Fátima Tosca Aos 16 anos Fátima fazia desenhos e aquarelas para jornais e revistas. Aos
Fátima Tosca Aos 16 anos Fátima fazia desenhos e aquarelas para jornais e revistas. Aos

Fátima Tosca

Aos 16 anos Fátima fazia desenhos e aquarelas para jornais e revistas. Aos 19 iniciou o curso de Artes Plásticas na UCSal e foi premiada no I Salão MEC-FUNARTE. Participou da mostra Artístas Latino Americanos em 1986 – Brasília, ganhou prêmio de viagem ao exterior no Salão de Curitiba de Arte e só 1988 e 89 mostrou sua arte nos dois Salões Baianos de Salvador.

de viagem ao exterior no Salão de Curitiba de Arte e só 1988 e 89 mostrou
Fátima Tosca 19 86
Fátima Tosca 19 86

Fátima Tosca 19 86

Fátima Tosca
Fátima Tosca
Fátima Tosca
Fátima Tosca
Fátima Tosca

Fátima Tosca

Fátima Tosca 2009 O cobertor vermelho guarda seu calor
Fátima Tosca 2009 O cobertor vermelho guarda seu calor
Fátima Tosca 2009 O cobertor vermelho guarda seu calor
Fátima Tosca 2009 O cobertor vermelho guarda seu calor
Fátima Tosca 2009 O cobertor vermelho guarda seu calor

Fátima Tosca 2009

O cobertor vermelho guarda seu calor

Zivé Giudice 2004
Zivé Giudice 2004
Zivé Giudice 2004
Zivé Giudice 2004
Zivé Giudice 2004

Zivé Giudice 2004

Inha Bastos 2004
Inha Bastos 2004
Inha Bastos 2004
Inha Bastos 2004
Inha Bastos 2004

Inha Bastos 2004

Inha Bastos 2004 Sonhos roubados
Inha Bastos 2004 Sonhos roubados

Inha Bastos 2004

Sonhos roubados

Sérgio Rabinovitz Iniciou seu caminho na arte pela gravura frequentando o ateliê de Calasans e
Sérgio Rabinovitz Iniciou seu caminho na arte pela gravura frequentando o ateliê de Calasans e

Sérgio Rabinovitz

Iniciou seu caminho na arte pela gravura frequentando o ateliê de Calasans e Mário Cravo. Na década de 70 frequentou a EBA. Em 1975 fez a primeira individual na ACBEU. Em 1978 ganhou bolsa para estudar em NY. Em 91 recebeu a Comenda de Cavaleiro da Ordem do Mérito do Estado da Bahia. De 2003 a 2006 foi membro do Conselho de Cultura do Estado.

a Comenda de Cavaleiro da Ordem do Mérito do Estado da Bahia. De 2003 a 2006
Sérgio Rabinovitz A cidade, 2004
Sérgio Rabinovitz A cidade, 2004

Sérgio Rabinovitz

A cidade, 2004

Sérgio Rabinovitz A cidade, o cais e as ladeiras, 2004
Sérgio Rabinovitz A cidade, o cais e as ladeiras, 2004
Sérgio Rabinovitz A cidade, o cais e as ladeiras, 2004
Sérgio Rabinovitz A cidade, o cais e as ladeiras, 2004
Sérgio Rabinovitz A cidade, o cais e as ladeiras, 2004

Sérgio Rabinovitz

A cidade, o cais e as ladeiras, 2004

Leonel Mattos Iniciou nas artes em 1974 com realismo figurativo passando em 78 da representação

Leonel Mattos

Iniciou nas artes em 1974 com realismo figurativo passando em 78 da representação do que via para interpretação de ações e ideias. Só na década de 80 apresenta na pintura sinais da definição do seu estilo. Muda-se para São Paulo onde em 85 conquista o II Prêmio Pirelli de Pintura Jovem do MASP. Volta para Salvador em 90 e junto com outros artistas provoca a volta dos salões baianos de arte quando integrava o grupo experimental contemporâneo.

com outros artistas provoca a volta dos salões baianos de arte quando integrava o grupo experimental
Leonel Mattos
Leonel Mattos

Leonel Mattos

Leonel Mattos Elenco da Bahia 1998
Leonel Mattos Elenco da Bahia 1998

Leonel Mattos

Elenco da Bahia 1998

Um pouco de história —   Anos 90 – na segunda metade da década é

Um pouco de história

— Anos 90

– na segunda metade da década é

n c o n t e m p o r â n e a n o c i r c u i t o de arte baiano. Absorve-se novas linguagens que passam a conviver sem atrito com as tradições locais.

m o d a

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com as tradições locais. m o d a i s t r a d a u

Revitalização do Pelourinho;com as tradições locais. m o d a i s t r a d a u

Reformas no Teatro Castro Alves, Museu de Arte da Bahia e Museu de Arte Modernasem atrito com as tradições locais. m o d a i s t r a d

Bienal do Recôncavoa d a u a a Revitalização do Pelourinho; Reformas no Teatro Castro Alves, Museu de

Marepe Marcos Reis Peixoto Nascido em Santo Antônio de Jesus - Recôncavo baiano Estreou na
Marepe Marcos Reis Peixoto Nascido em Santo Antônio de Jesus - Recôncavo baiano Estreou na
Marepe Marcos Reis Peixoto Nascido em Santo Antônio de Jesus - Recôncavo baiano Estreou na
Marepe Marcos Reis Peixoto Nascido em Santo Antônio de Jesus - Recôncavo baiano Estreou na

Marepe

Marcos Reis Peixoto

Nascido em Santo Antônio de Jesus - Recôncavo baiano Estreou na arte em 1991 na 1ª Bienal do Recôncavo É hoje o raro artista brasileiro, no restrito grupo dos oito melhores do mundo atual, segundo Matildes Matos. Expõe seus trabalhos em galerias de Paris, Madrid, Londres, Veneza e em bienais de São Paulo.

trabalhos em galerias de Paris, Madrid, Londres, Veneza e em bienais de São Paulo . Marepe

Marepe Satélite Baldio 2006- 2007

Marepe 2006 Bienal de São Paulo
Marepe 2006 Bienal de São Paulo

Marepe 2006 Bienal de São Paulo

Marepe
Marepe
Marepe
Marepe
Marepe

Marepe

Marepe
Marepe
Marepe
Marepe
Marepe

Marepe

Iêda Oliveira Peca dor, 2005
Iêda Oliveira Peca dor, 2005

Iêda Oliveira Peca dor, 2005

Ayrson Heráclito Mãos de epô, 2005
Ayrson Heráclito Mãos de epô, 2005

Ayrson Heráclito

Mãos de epô, 2005

Ayrson Heráclito Arraia “O condor do Atlântico: A Moqueca”
Ayrson Heráclito Arraia “O condor do Atlântico: A Moqueca”

Ayrson Heráclito

Arraia “O condor do Atlântico: A Moqueca”

Daniela Steele ,2007 s/ titulo
Daniela Steele ,2007 s/ titulo

Daniela Steele,2007

s/ titulo

Fernando Oberlaender s/ título, 2010
Fernando Oberlaender s/ título, 2010

Fernando Oberlaender

s/ título, 2010

Willyams Martins Mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes, UFBA - 2006. 2005
Willyams Martins Mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes, UFBA - 2006. 2005
Willyams Martins Mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes, UFBA - 2006. 2005

Willyams Martins Mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes, UFBA - 2006.

em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes, UFBA - 2006. 2005 – “O mar te

2005 – “O mar te levara”.

Intervenções ambientais. Praia de Pratigi , Itueberá , BA. “Arte e erotismo”. Galeria Cañizares. Salvador, BA.

2004 – “ Blood gun”. Intervenção.

Fórum Social. Porto Alegre, RS.

2004 – “Coquetel de cores”. Centro

de Convenções. Recife, PE. Individual

2008 – Aliança Francesa da Bahia –

Salvador, Ba.

2007 – “Peles grafitadas”. Galeria

Solar Ferrão. Salvador, BA.

Coletivas :

2008 – XI Bienal de Arte

Contemporânea de Santos – SP 36º Salão de Arte Contemporânea de Santo André – SP 14º Salão Unama de Pequenos

Formatos – Belém – PA

2007 – XIV Salão do Mam-Bahia.

Sala Paralela ao XIV Salão do MAM – BA.

2007 – “Faz-se projeto como salvar o

mundo”.Performance . Salvador, BA

2006 – VIII Bienal do Recôncavo.

Centro Cultural Danneman . São Felix, BA.

Willyams Martins Prêmios e Bolsas 2008 – Oficina – Arte & Ambiente – Calendário de
Willyams Martins Prêmios e Bolsas 2008 – Oficina – Arte & Ambiente – Calendário de
Willyams Martins Prêmios e Bolsas 2008 – Oficina – Arte & Ambiente – Calendário de
Willyams Martins Prêmios e Bolsas 2008 – Oficina – Arte & Ambiente – Calendário de

Willyams Martins

Prêmios e Bolsas

2008 – Oficina – Arte & Ambiente – Calendário de Apoio

Cultural – Funceb , Ba.

2007 – Prêmio aquisição: Salões Regionais de Artes Plásticas.

Juazeiro, Ba.

2006 – Prêmio Braskem de Cultura e Arte. Salvador, Ba.

Prêmio Destaque: Salões Regionais de Artes Plásticas.

Alagoinhas, Ba. Prêmio Revelação: Salões Regionais de Artes Plásticas. Valença, Ba.

2004 – Bolsa de Mestrado – (CAPES).

2000 – Prêmio: II Salão Municipal de Artes Plásticas. Teresina, Pi . Vídeos

Willyams Martins-Peles Grafitadas
Willyams Martins-Peles Grafitadas
Willyams Martins-Peles Grafitadas
Willyams Martins-Peles Grafitadas
Willyams Martins-Peles Grafitadas

Willyams Martins-Peles Grafitadas

Willyams Martins Ocupação de espaços efêmeros IV. Placa fincada em terreno baldio 2010
Willyams Martins Ocupação de espaços efêmeros IV. Placa fincada em terreno baldio 2010

Willyams Martins Ocupação de espaços efêmeros IV. Placa fincada em terreno baldio 2010

Willyams Martins
Willyams Martins

Willyams Martins

Willyams Martins
Willyams Martins

Willyams Martins

Willyams Martins
Willyams Martins
Willyams Martins

Willyams Martins

Vinícius S.A.
Vinícius S.A.
Vinícius S.A.
Vinícius S.A.
Vinícius S.A.

Vinícius S.A.

Vinícius S.A. Lágrimas de São Pedro
Vinícius S.A. Lágrimas de São Pedro
Vinícius S.A. Lágrimas de São Pedro
Vinícius S.A. Lágrimas de São Pedro
Vinícius S.A. Lágrimas de São Pedro

Vinícius S.A.

Lágrimas de São Pedro

Vinícius S.A.
Vinícius S.A.
Vinícius S.A.
Vinícius S.A.
Vinícius S.A.

Vinícius S.A.

Christian Cravo Nascido em 1974 em Salvador aos 7 anos vai morar na Dinamarca com
Christian Cravo Nascido em 1974 em Salvador aos 7 anos vai morar na Dinamarca com
Christian Cravo Nascido em 1974 em Salvador aos 7 anos vai morar na Dinamarca com
Christian Cravo Nascido em 1974 em Salvador aos 7 anos vai morar na Dinamarca com

Christian Cravo

Nascido em 1974 em Salvador aos 7 anos vai morar na Dinamarca com a sua mãe.

Aos 17 anos ele volta para o Brasil

e por incentivo de seu pai viaja por dois anos pelo sertão nordestino e descobre

a beleza de um país que até então

desconhecia. Essa imersão fez com que ele percebesse que a fotografia era

o

veículo pelo qual ele poderia conhecer

o

mundo e o homem. Foi neste momento

também decide que este é o ofício que quer desenvolver como profissão. Uma nova missão, a criação do Instituto

Mario Cravo Neto destinado a preservação

e manutenção da obra do seu pai

Uma nova missão, a criação do Instituto Mario Cravo Neto destinado a preservação e manutenção da
Christian Cravo
Christian Cravo
Christian Cravo
Christian Cravo
Christian Cravo

Christian Cravo

Christian Cravo
Christian Cravo
Christian Cravo
Christian Cravo
Christian Cravo

Christian Cravo

Caetano Dias Um dos artistas mais versáteis e premiados do atual cenário artístico baiano, trabalha
Caetano Dias Um dos artistas mais versáteis e premiados do atual cenário artístico baiano, trabalha
Caetano Dias Um dos artistas mais versáteis e premiados do atual cenário artístico baiano, trabalha
Caetano Dias Um dos artistas mais versáteis e premiados do atual cenário artístico baiano, trabalha

Caetano Dias

Um dos artistas mais versáteis e premiados do

atual cenário artístico baiano, trabalha em vários suportes e linguagens. Algumas de suas obras integram acervos importantes como o do Museu Berardo, de Lisboa, ou

a Coleção de Gilberto

Chateaubriand, no Rio de

Janeiro. Seu repertório sobre

o açúcar como matéria-prima

sócio-cultural baiana e brasileira, tem sido objeto de

mostras no Brasil, Equador, Espanha, Venezuela, Cuba, Argentina, França e Estados Unidos.

Venezuela, Cuba, Argentina, França e Estados Unidos. “ Cinemaexpandido”, composto por uma projeção de

“ Cinemaexpandido”, composto por uma projeção de vídeo digital sobre algodão

Caetano Dias Mar -Vídeo instalação
Caetano Dias Mar -Vídeo instalação

Caetano Dias

Mar -Vídeo instalação

Em “ Saccharum Ba ” é apresentado o site specific “Fábulas”, que dá seguimento à
Em “ Saccharum Ba ” é apresentado o site specific “Fábulas”, que dá seguimento à
Em “ Saccharum Ba ” é apresentado o site specific “Fábulas”, que dá seguimento à
Em “ Saccharum Ba ” é apresentado o site specific “Fábulas”, que dá seguimento à

Em “ Saccharum Ba” é apresentado o site specific “Fábulas”, que dá seguimento à instalação “Canto Doce”, que ocupou a Estação Ferroviária da Calçada, em novembro de 2006. A forma labiríntica toda feita de açúcar, ocupa o subsolo que outrora abrigou a senzala do Solar do Unhão, estabelecendo um paradoxo entre a doce efemeridade da matéria presente e a agrura da lembrança do passado

um paradoxo entre a doce efemeridade da matéria presente e a agrura da lembrança do passado

Caetano Dias

Fábula

Eneida Sanches Arquiteta e artista visual Tem obras em coleções nos EUA e Inglaterra Participou
Eneida Sanches Arquiteta e artista visual Tem obras em coleções nos EUA e Inglaterra Participou
Eneida Sanches Arquiteta e artista visual Tem obras em coleções nos EUA e Inglaterra Participou
Eneida Sanches Arquiteta e artista visual Tem obras em coleções nos EUA e Inglaterra Participou

Eneida Sanches

Arquiteta e artista visual Tem obras em coleções nos EUA e Inglaterra Participou de exposições em Angola,

Portugal e no Brasil em Salvador, Rio de Janeiro, Minas.

É criadora do Circuito das Artes que

inclui mais de 200 artista no corredor da Vitória – Ba

É membro da diretoria do Instituto

Sacatar – Residência Internacional de Artes na Ilha de Itaparica-Ba

– Ba É membro da diretoria do Instituto Sacatar – Residência Internacional de Artes na Ilha
Eneida Sanches Transe, 2005
Eneida Sanches Transe, 2005

Eneida Sanches

Transe, 2005

Eneida Sanches
Eneida Sanches
Eneida Sanches
Eneida Sanches

Eneida Sanches

Bel Borba Nascido em Salvador, 1957, modifica a paisagem da Bahia, que hoje se confunde
Bel Borba Nascido em Salvador, 1957, modifica a paisagem da Bahia, que hoje se confunde
Bel Borba Nascido em Salvador, 1957, modifica a paisagem da Bahia, que hoje se confunde

Bel Borba Nascido em Salvador, 1957, modifica a paisagem da Bahia, que hoje se confunde com ele, com suas obras de intervenção pública, sobretudo os painéis de mosaicos, que se espalham nas encostas, paredes, túneis, postes e nas retinas dos baianos. Um mosaicista luminoso que enobrece a arte e a redimensiona numa escala nunca vista antes no Brasil.

retinas dos baianos. Um mosaicista luminoso que enobrece a arte e a redimensiona numa escala nunca
Bel Borba
Bel Borba
Bel Borba
Bel Borba
Bel Borba

Bel Borba

Bel Borba
Bel Borba

Bel Borba

Zmário José Mário Peixoto Santos é professor, artista performático, E pesquisador da linguagem artística

Zmário

José Mário Peixoto Santos é professor, artista performático, E pesquisador da linguagem artística performance. Mestre em artes visuais pelo PPGAV – EBA-UFBA onde pesquisou a performance Art na Cidade de Salvador na linha de Teoria e História da Arte. Organizou a exposição de registros “Performance Salvador” no Espaço Xisto Bahia Coordenou a Mostra de Performance:

Corpoabertocorpofechado em 2011 na galeria Canizares-EBA

Coordenou a Mostra de Performance: Corpoabertocorpofechado em 2011 na galeria Canizares-EBA Zmário O dia do despacho

Zmário O dia do despacho

Zmário Festival MAM RJ
Zmário Festival MAM RJ
Zmário Festival MAM RJ
Zmário Festival MAM RJ
Zmário Festival MAM RJ

Zmário Festival MAM RJ

Zmário Como fazer uma caipirinha B. Aires - AR
Zmário Como fazer uma caipirinha B. Aires - AR
Zmário Como fazer uma caipirinha B. Aires - AR
Zmário Como fazer uma caipirinha B. Aires - AR
Zmário Como fazer uma caipirinha B. Aires - AR

Zmário Como fazer uma caipirinha B.Aires - AR

Zmário Depilação Masculina 2010
Zmário Depilação Masculina 2010
Zmário Depilação Masculina 2010
Zmário Depilação Masculina 2010
Zmário Depilação Masculina 2010

Zmário Depilação Masculina 2010

Vencedores dos Salões de Artes Visuais Regionais Augus Asas Cortadas

Vencedores dos Salões de Artes Visuais Regionais

Vencedores dos Salões de Artes Visuais Regionais Augus Asas Cortadas

Augus

Asas Cortadas

Adilson Borges Pixelgrafia
Adilson Borges Pixelgrafia
Adilson Borges Pixelgrafia
Adilson Borges Pixelgrafia
Adilson Borges Pixelgrafia

Adilson Borges

Pixelgrafia

Daniel Oliveira Tem fogo?
Daniel Oliveira Tem fogo?
Daniel Oliveira Tem fogo?

Daniel Oliveira

Tem fogo?

Edinísio Ribeiro Pouso na lua
Edinísio Ribeiro Pouso na lua

Edinísio Ribeiro

Pouso na lua

Fábio Magalhães Diz-se das Línguas maledicentes /Óleo sobre Tela/100 x 130 cm/2010
Fábio Magalhães Diz-se das Línguas maledicentes /Óleo sobre Tela/100 x 130 cm/2010
Fábio Magalhães Diz-se das Línguas maledicentes /Óleo sobre Tela/100 x 130 cm/2010

Fábio Magalhães

Diz-se das Línguas maledicentes /Óleo sobre Tela/100 x 130 cm/2010

Fábio Magalhães Nasceu em Tanque Novo-BA , 1982. Vive e trabalha em Salvador, onde se
Fábio Magalhães Nasceu em Tanque Novo-BA , 1982. Vive e trabalha em Salvador, onde se
Fábio Magalhães Nasceu em Tanque Novo-BA , 1982. Vive e trabalha em Salvador, onde se
Fábio Magalhães Nasceu em Tanque Novo-BA , 1982. Vive e trabalha em Salvador, onde se

Fábio Magalhães

Nasceu em Tanque Novo-BA , 1982. Vive e trabalha em Salvador, onde se graduou em Artes Visuais - UFBA. Realizou sua primeira exposição individual em 2008, na Galeria de Arte da Aliança Francesa de Salvador. Em 2010 foi premiado nos Salões: I Salão Semear de Arte Contemporânea, com Prêmio Aquisição e júri Popular em Aracaju/SE; Salão de Artes Visuais da Bahia, com o Prêmio Fundação Cultural do Estado, em Vitória da Conquista/BA, e Menção Especial em Jequié/BA. Entre suas principais participações estão: 60º Salão de Abril, em Fortaleza/CE, e 63º Salão Paranaense, em Curitiba/PR, ambos em 2009; XV Salão da Bahia, em Salvador/BA, em 2008; I Bienal do Triângulo, em Uberlândia/MG, no ano de 2007; IX, VIII e VII Bienal do Recôncavo, na cidade de São Félix/BA, nos anos de 2008, 2006 e 2004; além da presença constante nos Salões Regionais da Bahia, realizados nas cidades de Vitória da Conquista, Itabuna, Jequié, Feira de Santana e Juazeiro.

Fontes de pesquisa: 50 Anos de Arte na Bahia – Matilde Matos – 1ª edição
Fontes de pesquisa: 50 Anos de Arte na Bahia – Matilde Matos – 1ª edição

Fontes de pesquisa:

50 Anos de Arte na Bahia – Matilde Matos – 1ª edição 2010 Artecont.htm Eneidasanches.blogspot.com.br Fabiomagalhaes.com.br/fabio_magalhaes_portifolio.pdf PEREIRA, Suzana Alice .“ Decaconde : percurso de um artista baiano da geração 80”. Salvador, p. 35, 2003. Visioponto.blogspot.com.br www.zmarioperformer.blogspot.com.br www.mam.ba.gov.br