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Tráfego Aéreo Internacional

7 - Mensagens
A –MENSAGEM DE POSIÇÃO

A mensagem de posição é uma notificação padronizada transmitida


por uma aeronave em vôo ao órgão ATS apropriado. Destina-se a fornecer
elementos essenciais à segurança do tráfego aéreo.
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1 – Transmissão das Mensagens de Posição

As mensagens de posição são exigidas:


a. Sobre pontos de notificação compulsórios, previstos nas
cartas de rota e cartas de área, ou imediatamente após passá-los.
b. Em rotas não definidas por pontos de notificação
compulsórios, as aeronaves transmitirão suas posições após os
primeiros trinta minutos de vôo e, depois, a intervalos de uma hora.
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1 – Transmissão das Mensagens de Posição
As mensagens de posição são exigidas:

c. Por solicitação do órgão ATS, quando julgado necessário.


Adicionalmente quando solicitado pelo órgão ATS responsável pelo
espaço aéreo em que voe a aeronave, a última notificação de posição,
antes de cruzar os limites laterais de áreas de controle ou FIR
adjacentes, será transmitida ao órgão ATS responsável pelo espaço
que a aeronave vai penetrar.
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1 – Transmissão das Mensagens de Posição
As mensagens de posição são exigidas:

c. Por solicitação do órgão ATS, quando julgado necessário.


Adicionalmente quando solicitado pelo órgão ATS responsável pelo
espaço aéreo em que voe a aeronave, a última notificação de posição,
antes de cruzar os limites laterais de áreas de controle ou FIR
adjacentes, será transmitida ao órgão ATS responsável pelo espaço
que a aeronave vai penetrar.
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2 – Conteúdo da Mensagem de Posição
A mensagem de posição conterá os seguintes elementos:
a.Identificação da aeronave;
b.Posição;
c.Hora;
d.Nível de vôo ou altitude;
e.Próxima posição e hora de sobrevôo;
f. Ponto significante subseqüente.
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2 – Conteúdo da Mensagem de Posição
Nota 1. – Os elementos d, e e f poderão ser omitidos na mensagem de
posição, quando prescritos no acordo regional de navegação aérea.
Nota 2. – O elemento d poderá ser omitido quando o nível do vôo ou
altitude for apresentado continuamente ao controlador em forma de
etiqueta ou informação do modo C do SSR.
Nota 3. – A expressão "acordo regional de navegação aérea" refere-se
a um acordo aprovado pelo conselho da OACI, normalmente adotando
o assessoramento de uma conferência regional de navegação aérea.
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B –MENSAGENS ADICIONAIS
Independente de solicitação específica do órgão de controle, o
piloto deve reportar uma mensagem sempre que:
1 –Atingir um fixo qualquer que haja sido designado como fixo
de espera;
2 –Abandonar um fixo de espera;
3 –Abandonar um nível de vôo ou altitude que estava
mantendo;
4 –Atingir um nível de vôo ou altitude que irá manter;
5 –Sobrevoar fixos que façam parte do corpo de uma
CLEARANCE;
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B –MENSAGENS ADICIONAIS
6 –Penetrar em áreas ou rotas ADVISORY;
7 –Atingir um ponto ou fixo CLEARANCE LIMIT;
8 –Encontrar condições meteorológicas adversas;
9 –Iniciar um procedimento de arremetida;
10 –A velocidade aerodinâmica (VA) variar além de 5% da
lançada no plano de vôo;
11 –Os mínimos meteorológicos, encontrados por ocasião da
execução de um procedimento IFR, não coincidirem com os mínimos
indicados na informação meteorológica;
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B –MENSAGENS ADICIONAIS

12 –O estimado para o próximo fixo compulsório variar de mais


de 3 minutos;
13 –Informações meteorológicas (AIREPS) forem solicitadas.
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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
1 – Contatos iniciais com todos os órgãos ICAO.
a. Indicativo de chamada do órgão;
b. Indicativo de chamada da aeronave.
Ex.: HEATHROW GROUND, PR-ABC / LE BOURGET TOWER, PR-ABC
PARIS (DEPARTURE) CONTROL, PR-ABC
BAHRAIN CENTER, PR-ABC
EZEIZA APPROACH (CONTROL), PR-ABC.
Na prática, após o primeiro contato, ao falar novamente com o
mesmo órgão, pode-se suprimir este contato inicial.
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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
2 – Comunicação com todos os órgãos ICAO

a. Para o CLEARANCE DELIVERY, informe:


(1).Indicativo de chamada do órgão;
(2).Indicativo de chamada da aeronave;
(3).Autorização solicitada, informação, etc...
(4).Designador da informação ATIS (se houver).

Ex.: HEATHROW CLEARANCE DELIVERY, PR-ABC, REQUEST ATC


CLEARANCE, INFORMATION WHISKEY.
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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
2 – Comunicação com todos os órgãos ICAO
b. Para o GROUND CONTROL saindo, informe:
(1).Indicativo de chamada do órgão;
(2).Indicativo de chamada da aeronave;
(3).Posição da aeronave no aeródromo;
(4).Tipo de plano de vôo e destino;
(5).Autorização solicitada, informação, etc...
(6).Designador da informação ATIS (se houver).
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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
2 – Comunicação com todos os órgãos ICAO
b. Para o GROUND CONTROL saindo, informe:

Ex.: HEATHROW GROUND, PR-ABC, APRON YANKEE, STAND 312, IFR TO


PARIS LE BOURGET, REQUEST START UP.
HEATHROW GROUND, PR-ABC, REQUEST TAXI INSTRUCTIONS.

Nota 1. – O designador da informação ATIS será omitido quando já tiver sido


reportado para o CLEARANCE DELIVERY.
Nota 2. – O Tipo de Plano e Destino serão omitidos caso já se tenha obtido a
autorização do CLEARANCE DELIVERY.
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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
2 – Comunicação com todos os órgãos ICAO
c. Para o GROUND CONTROL, após o pouso, informe:
(1).Indicativo de chamada do órgão;
(2).Indicativo de chamada da aeronave;
(3).Posição da aeronave no aeródromo;
(4).Autorização solicitada, instrução, informação, etc...

Ex.: LE BOURGET GROUND, PR-ABC, VACATING RUNWAY 7, LAST


INTERSECTION, REQUEST TAXI TO GATE THREE.
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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
2 – Comunicação com todos os órgãos ICAO
d. Para a CONTROL TOWER, saindo, informe:
(1).Indicativo de chamada do órgão;
(2).Indicativo de chamada da aeronave;
(3).Posição da aeronave no aeródromo;
(4).Autorização solicitada, informação, etc...

Ex.: LISBON TOWER, PR-ABC, HOLD SHORT OF RUNWAY 3, READY FOR


DEPARTURE.
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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
2 – Comunicação com todos os órgãos ICAO
e. Para a CONTROL TOWER, chegando, informe:

(1).Indicativo de chamada do órgão;


(2).Indicativo de chamada da aeronave;
(3).Posição da aeronave, pista.

Ex.: LISBON TOWER, PR-ABC, ON FINAL APPROACH OF RUNWAY 21.


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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
2 – Comunicação com todos os órgãos ICAO
f. Para o DEPARTURE CONTROL, saindo, informe:
(1).Indicativo de chamada do órgão;
(2).Indicativo de chamada da aeronave;
(3).Procedimento de Saída executado;
(4).A altitude que está cruzando.

Ex.: FRANKFURT DEPARTURE CONTROL, PR-ABC, TEKA DEPARTURE,


LEAVING 1.000 (ONE THOUSAND).
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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
2 – Comunicação com todos os órgãos ICAO
g. Mensagem de posição para o CENTER, CONTROL, APPROACH
CONTROL, RADIO, informe:
(1).Indicativo de chamada do órgão; (5).*Nível de vôo ou altitude;
(2).Indicativo de chamada da aeronave; (6).*Próxima posição e hora;
(3).Posição; (7).*Posição subseqüente.
(4).Hora;
Nota 1. – Nos locais onde houver ATIS informe ao APPROACH no primeiro
contato ter recebido aquela informação.
Ex.: MADRID CONTROL, PR-ABC, CASTEJON 15:00, FL 240 ESTIMATING MAELLA
15:30, BARCELONA (IS THE NEXT).
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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
2 – Comunicação com todos os órgãos ICAO
g. CENTER, CONTROL, APPROACH CONTROL, RADIO
Atingindo um fixo ou ponto de espera, informe:
(1).Indicativo de chamada do órgão;
(2).Indicativo de chamada da aeronave;
(3).Posição;
(4).Hora;
(5).*Nível de vôo ou altitude, a expressão HOLD.
Ex.: PIARCO APPROACH, PR-ABC, PIARCO VOR 08:15, FL 080, HOLD.
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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
2 – Comunicação com todos os órgãos ICAO
g. CENTER, CONTROL, APPROACH CONTROL, RADIO
Abandonando um fixo ou ponto de espera, informe:
(1).Indicativo de chamada do órgão;
(2).Indicativo de chamada da aeronave;
(3).Posição;
(4).Hora;
(5).*Nível de vôo ou altitude
Ex.: PIARCO APPROACH, PR-ABC, LEAVING PIARCO VOR 08:30, 4.000Ft.
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C –MENSAGENS PADRONIZADAS
2 – Comunicação com todos os órgãos ICAO
g. CENTER, CONTROL, APPROACH CONTROL, RADIO
Abandonando um fixo ou ponto de espera, informe:
(1).Indicativo de chamada do órgão;
(2).Indicativo de chamada da aeronave;
(3).Posição;
(4).Hora;
(5).*Nível de vôo ou altitude
Ex.: PIARCO APPROACH, PR-ABC, LEAVING PIARCO VOR 08:30, 4.000Ft.
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8 - Emergências
A – PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA QUALQUER FASE DA
EMERGÊNCIA (INCERTEZA, ALERTA, PERIGO, PERDIDO):
a. Ajuste o TRANSPONDER para o modo 3/A código 7700;
b. Informar ao órgão adequado a natureza da emergência e a
intenção do piloto. Se impossibilitado, deve ser tentado contato com
qualquer órgão nas freqüências normais e, caso haja necessidade, use
as seguintes freqüências de emergência:

UHF/VOICE = 243.0 MHz MF/VOICE = 2182 KHz


VHF/VOICE = 121.5 MHz MF/CW = 500 KHz
HF/CW = 8364 KHz
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A – PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA QUALQUER FASE DA
EMERGÊNCIA (INCERTEZA, ALERTA, PERIGO, PERDIDO):
a. Ajuste o TRANSPONDER para o modo 3/A código 7700;
b. Informar ao órgão adequado a natureza da emergência e a
intenção do piloto. Se impossibilitado, deve ser tentado contato com
qualquer órgão nas freqüências normais e, caso haja necessidade, use
as seguintes freqüências de emergência:

UHF/VOICE = 243.0 MHz MF/VOICE = 2182 KHz


VHF/VOICE = 121.5 MHz MF/CW = 500 KHz
HF/CW = 8364 KHz
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8 - Emergências
A – PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA QUALQUER FASE DA
EMERGÊNCIA (INCERTEZA, ALERTA, PERIGO, PERDIDO):
c. A mensagem deve conter os seguintes elementos:

1) MAY DAY, MAY DAY, MAY DAY, (se em perigo).


PAN, PAN, PAN (se em incerteza ou alerta).
2) Identificação da estação.
3) Identificação da aeronave e tipo.
4) Natureza da emergência.
5) Condições meteorológicas.
6) Intenção do piloto.
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8 - Emergências
A – PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA QUALQUER FASE DA
EMERGÊNCIA (INCERTEZA, ALERTA, PERIGO, PERDIDO):
c. A mensagem deve conter os seguintes elementos:

7) Posição e proa.
8) Altitude ou nível de vôo.
9) Autonomia.
10) Número de pessoas a bordo.
11) Qualquer outra informação.
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8 - Emergências
B –FALHA DE COMUNICAÇÕES
1 – Falha de Comunicações Aeroterrestres
a. Quando uma aeronave não conseguir estabelecer contato em
outra freqüência apropriada para a rota e, se esta tentativa falhar, a
aeronave deverá tentar estabelecer comunicações com outras
aeronaves ou outras estações aeronáuticas apropriadas. Após terem
sido esgotados os meios para se restabelecer as comunicações, a
aeronave deverá transmitir suas mensagens duas vezes nas freqüências
primárias e secundárias, precedida da frase "TRANSMITING IN BLIND"
(transmitindo às cegas) e, se necessário, incluir o nome da estação para
a qual a mensagem está sendo endereçada. Antes de mudar a
freqüência, a aeronave deve informar a freqüência para a qual está
mudando.
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B –FALHA DE COMUNICAÇÕES

2 – Falha de Recepção

a. Quando uma aeronave estiver impossibilitada de estabelecer


comunicações devido a falhas de recepção, as mensagens deverão ser
transmitidas na freqüência em uso precedidas da frase "TRANSMITING
IN BLIND DUE TO RECEIVER FAILURE" (transmitindo às cegas devido
falha de recepção).
b. As mensagens deverão ser transmitidas duas vezes e
conterão a hora estimada da próxima transmissão.
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B –FALHA DE COMUNICAÇÕES

2 – Falha de Recepção

c. A aeronave que esteja operando em vôo controlado deverá


também transmitir as intenções do piloto com relação à continuação do
vôo.
d. Se a aeronave estiver equipada com IFF/SIF, ajuste o
TRANSPONDER para o modo 3/A, código 7600.
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B –FALHA DE COMUNICAÇÕES
3 – Procedimentos de Vôo
Para ambos os casos previstos em 1 e 2, os seguintes procedimentos de
vôo deverão ser executados:
a.Em condições meteorológicas de vôo visual será:
· Manter-se em VMC;
· Pousar no aeródromo adequado mais próximo; e
· Informar o seu pouso ao órgão ATC apropriado, pelo meio
mais rápido.
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B –FALHA DE COMUNICAÇÕES
3 – Procedimentos de Vôo
b. Em condições meteorológicas de vôo por instrumentos, ou se as
condições meteorológicas reinantes indicarem que não é possível
terminar o vôo de acordo com o previsto em 3, deverá:
· Prosseguir, segundo o plano de vôo em vigor, até o auxílio-
rádio básico do aeródromo de destino. Se a hora prevista para iniciar a
descida (EAT ou ETA) não for atingida execute espera sobre o auxílio-
rádio básico até o começo da descida.
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B –FALHA DE COMUNICAÇÕES
3 – Procedimentos de Vôo
· Iniciar a descida na hora estimada de aproximação recebida
(EXPECTED APPROACH TIME - EAT) ou, na falta desta, iniciar a descida
na hora estimada de chegada (ETA) de acordo com o plano de vôo em
vigor ou o mais próximo possível dessa hora.
· Completar o procedimento de aproximação por instrumentos
previsto para o aeródromo de destino e pousar, se possível, dentro de
30 minutos após a hora estimada de chegada (ETA), ou da esperada de
aproximação (EAT), considerada a posterior.
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B –FALHA DE COMUNICAÇÕES
3 – Procedimentos de Vôo
Nota 1. – Hora esperada de aproximação (EXPECTED APPROACH TIME -
EAT) é a hora na qual o órgão de controle prevê que uma aeronave que
chega, sujeita a espera, abandonará o ponto de espera para completar
sua aproximação para pouso.
Nota 2. – Se a CLEARANCE para os níveis cobrir somente parte da rota
de vôo, a aeronave deverá manter o(s) último(s) nível(is) de cruzeiro
autorizado(s) até o(s) ponto(s) especificado(s) na CLEARANCE; e, daí por
diante, prosseguir segundo o(s) nível(is) de cruzeiro previsto(s) no plano
de vôo em vigor.
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C –DESCIDA DE EMERGÊNCIA
Caso uma aeronave em emergência necessite descer para um
nível inferior através de níveis ocupados por outras aeronaves, o órgão
ATS deve ser notificado imediatamente. Em conseqüência, todas as
aeronaves nas proximidades deverão ser instruídas a abandonarem a
área.
O órgão ATS deverá empregar a seguinte fraseologia:
- EMERGENCY DESCENT AT (local) ALL AIRCRAFT BELOW (nível) WITHIN
(distância) NAUTICAL MILES OF (local ou auxílio à radionavegação)
LEAVE IMMEDIATELY (instruções de proa de rumo, etc).
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C –DESCIDA DE EMERGÊNCIA
Os pilotos ao receberem esta mensagem deverão abandonar a
área especificada e aguardar novas instruções.
O piloto da aeronave que receber prioridade por haver
declarado estar em emergência poderá ser solicitado pelo órgão ATS a
justificá-la no prazo de 48 horas.
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D –INTERFERÊNCIA ILÍCITA
1 – Sempre que uma aeronave estiver sob interferência ilícita, o
piloto deve tentar usar o modo A, código 7500 para dar indicação da
situação, a não ser que as circunstâncias justifiquem o uso do código
7700.