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Estacas Secantes

• Necessidades de construções subterrâneas ;

• Devido ao elevado custo de área territorial nos


grandes centros urbanos faz-se necessário a
• Maximização da utilização do espaço;

• Grandes profundidades

• Explorar áreas ate a divisa do terreno

• Não causar vibrações

• Essas necessidades tornou mais viável a concepção e


execução das estacas secantes
• Comum e países da Europa como Inglaterra e
Alemanha

• Sistema recente no Brasil (15 anos)

• Origem na adaptação do equipamento de execução


de estacas hélice continua (perfuratriz) ,para
construção de uma cortina de contenção

• Segundo Joppert(2007) este é um sistema de


concorrência direta com a parede diafragma com
lama bentonítica.
Vantagens da Metodologia Executiva

• Versatilidade
• Capacidade de perfurar materiais mais rígidos
como argila dura
• Rapidez na execução
• Possibilidade de ser executada praticamente
em todo perímetro da divisa, possibilitando o
uso máximo da área do terreno
• Impermeabilização
GABARITO
• Faz-se necessário apenas da construção de um
gabarito para modular a perfuratriz das estacas com
cm de espessura
PERFURAÇÃO
• Equipamento utilizado: Perfuratriz
de Hélice Continua
• Cabeça Dupla: Composta por um tubo metálico
que gira no sentido anti-horário, com função de
recortar o solo ou argamassa
• Trato Helicoidal: Gira no sentido horário, com a
função de retirar o material escavado através de
uma abertura no alto da torre, limpando a parte
interna do tubo
• Conjunto composto pelo tubo de revestimento e
trado possui comprimento de 18 metros,
permitindo uma perfuração de no máximo 17,5
metros
CONCRETAGEM

• A Concretagem é feita com argamassa fluida pós-


misturada e cimento e areia
• Fornecida em silo ou argamassa proveniente de usina
transportada por caminhão betoneira
• Injetada simultaneamente á retirada do tubo com o
trado
• FCK entre 18 e 25 Mpa
• SLUMP TEST minimo de 28 +/- 1 cm (altura adensada)
• SLUMO FLOW 32 +/- 2 cm (espalhamento do concreto)
ARMAÇÃO

• As estacas são executadas em dias subsequentes


• As primeiras estacas são preenchidas com argamassa
sem nenhum tipo de armadura, chamadas de estacas de
abertura
• Posteriormente são executadas as estacas de
fechamento, recebendo armadura para suportar os
esforços de empuxo
• As estacas de fechamento recortam as estacas de
abertura nos seus dois lados, de modo a garantir seu
funcionamento e interação de toda cortina, sendo
armadas geralmente com uma gaiola de armação
POSSIBILIDADES DE ARMADURAS E
EXECUÇÃO
• Existe a possibilidade de utilização de perfis I de
aço laminado para estruturação das estacas
tornando mais versátil e com custos bastante
competitivos
• Existe ainda a possibilidade de se executar essas
com uma pequena inclinação vertical. Na Europa
as estacas inclinadas são feitas principalmente
para evitar interferência nas fundações vizinhas,
aumentando a base da cortina
DETALHES EXECUTIVOS
SUBSOLO
CONSIDERAÇÕES FINAIS
• As grandes vantagens apresentadas pelas
estacas em comparação a outros tipos de
contenção, como a parede diafragma com
lama bentônica e as estacas no mercado pela
elevada produtividade em um curto espaço de
tempo. Apesar de recente no Brasil, países
Europeus já descobriram que esta alternativa
pode significar bons resultados finais, tanto
em desempenho técnico, como financeiro
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• PAREDES DIAFRAGMA COM ESTACAS
SECANTES . Disponível em:
http://www.pergamum.udesc.br/dados-
bu/000000/00000000000C/00000C59.pdf
Acesso em: 02 de abril 2016
• JOPPERT Jr, Ivan. Fundações e contenções de
edifícios. Qualidade total na gestão do projeto
e execução. Ed. Pini. São Paulo, 2007