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Tema 2: Gestão de Stocks

2.1 Noções de básicas de Stock: Definição, Funções


de Stock, Gráficos de Evolução de Stocks
(Movimento de existências em armazém)
2.2 Métodos de previsão dos consumos (ou vendas)
2.3 Custo Total de Aprovisionamento
2.4 Stock de Segurança
2.5 Gestão Económica de Stocks
2.6 Avaliação da Gestão de Stocks através dos
resultados: Taxa de Rotação vs Taxa de Ruptura
de Stocks

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2.1 Noções Básicas de Stocks

2.1.1 Definição de Stock


Stock é o conjunto de unidades de cada artigo que permite satisfazer uma
necessidade futura de consumo.

Nomenclatura: Conjunto de termos que definem com precisão os artigos


consumidos pela empresa, registados e ordenados de forma adequada.

Designação: Serve para identificar o produto através de uma descrição


convencionada no âmbito da linguagem falada (do geral para o particular)

Codificação: O código constitui uma simplificação complementar da designação e


tem por finalidade, através de símbolos (numérico, alfabético, alfanumérico),
identificar de forma abreviada cada artigo (do geral para o particular)

Stock normal: agrupa todos artigos consumidos de modo mais ou menos regular.
Activo: artigos para satisfação imediata dos clientes
Reserva: existências do stock normal que não tem espaço no
local destinado ao stock activo.

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2.1.1 Definição de Stock (cont.)

– Stock de segurança ou de protecção: parte do stock global destinado a


responder a alterações bruscas da procura, aumentos de prazos de entrega
acordados; rejeição de material na sua recepção, roubos, etc.

– Stock afectado: Stock destinado a fins específicos.

– Stock global: toda existência física de determinado artigo num dado


momento, que é igual à soma dos stocks normal, se segurança e afectado.

2.1.2 Funções de Stock


– Os stocks desempenham o papel de amortecedores entre as compras e as
vendas, entre as compras e a produção e também entre a produção e as
vendas.

– Constituir stocks com finalidade especulativa, isto é comprar a preços


baixos para revender ou utilizar quando os preços subirem.

– Evitar compras frequentes em pequenas quantidades.

– Obter reduções de preços por compras de grandes quantidade.

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2.1.3 Gráficos de Evolução de Stocks
A evolução dos stocks (movimento das existências) pode ser expressa pelo
gráfico de dentes de serra, que relaciona as entradas e as saídas dos artigos com ao
tempo.

Stock global = normal (activo+reserva)+segurança+afectado


Stock médio = média de todas existências calculadas entre duas recepções de
artigos

Gráfico de movimentação real do stock

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2.2 Métodos de previsão dos consumos (ou vendas)

Estes métodos baseiam-se no levantamento estatístico de valores verificados


(histórico), e na detreminação da recta da tendência desses valores.
Essa tendência, uma vez extrapolada indica qual é previsão desses valores para
um período próximo de tempo.

A previsão acompanha a gestão empresarial, nomeadamente a gestão de stocks.

Pressupostos para uma boa previsão:


– Conhecimento do ambiente e sua evolução a curto prazo, médio e longo prazo;
– Conhecimento do produtos e do seu ciclo de vida.
– Conhecimento da empresa e da sua política de distribuição

Métodos de previsão mais vulgarizados: o das médias aritméticas, o dos


mínimos quadrados e o das médias móveis.

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2.2.1 Método das Médias Artiméticas

Fórmula de cálculo:

x2 - x1
x  x1  (t  t1 )
t 2  t1

Em que:
x – valor do consumo (ou vendas)a determinar;
x1 – média mensal dos valores dos consumos (ou vendas) no período t1
x2 – média mensal dos valores dos consumos (ou vendas) no período t2
t1 – data que corresponde a metade do período do tempo t1
t2 – data que corresponde a metade do período do tempo t2
t – mês que corresponde ao valor do consumo (ou venda) a determinar

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2.2.1 Método das Médias Artiméticas(Cont.)

Exemplo: Recorrendo aos consumos de um Valores verificados


Valores calculados recta da
tendência
artigo durante 24 meses (ver tabela ao lado), Meses
ANO A-1 ANO A-2 ANO A-1 ANO A-2
aplicando a fórmula do método das médias
1 2 3 4
aritméticas, teremos:
1 50 66 49.5 64.5

2 52 59 50.8 65.8
70,75 - 55,75
x  55,75  (t  6) 3 53 62 52.0 67.0
18  6
4 56 67 53.3 68.3

5 48 71 54.5 69.5
Assim obtemos a função da recta tendência
6 47 70 55.8 70.8

x = 48,25 + 1,25 x t 7 58 68 57.0 72.0

8 61 75 58.3 73.3
A partir desta, determinam-se os consumos dos 9 57 78 59.5 74.5
24 meses, e constata-se que os valores são 10 60 72 60.8 75.8
muito próximos dos consumos em histórico. A
11 62 80 62.0 77.0
previsão do consumo para Julho do ano
seguinte ao histórico A, será: 12 65 81 63.3 78.3

Soma 669 849    

x = 48,25 + 1,25 x (24+7) = 87 unidades Média 55.75 70.75    

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2.2.2 Método dos Mínimos Quadrados

Tal como o método anterior, também se baseia na determinação de uma recta


tendência, com a expressão: x = a + bt.

Pelo método dos mínimos quadrados, teremos:

 t.x  x . t _ _
b _ e depois a  x - b .t
t  2
t . t

Recorrendo aos dados históricos do quadro do método anterior,


aplicando as fórmulas para o cálculo de a e de b, obtém-se a
seguinte recta da tendência:
x = 45,88 + 1,37 x t
Nota: comparando as previsões obtidas pelos dois métodos os
resultados são diferentes. Ambos tem idêntico rigor ou risco nas
previsões que oferecem, a adopção de um ou de outro depende da
preferência na execução dos cálculos a efectuar.

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2.3 Custo
2.3 CustoTotal
Total de
de Aprovisionamento
Aprovisionamento

O custo total de aprovisionamento (CTA) inclui todos encargos com:


Aquisição (compra), Efectivação de Encomenda e Armazenamento.

2.3.1 Custos de Aquisição (C1)


Incluem a preparação das requisições, selecção de fornecedores,
negociação, transportes,
despachos alfandegários, etc.

C1 = N x p

N – número total de encomendas num ano

p – preço médio unitário

A minimização deste custo, deve satisfazer a seguintes condições:


a) Evitar prazos e pagamento longos
b) Reduzir compras de urgência
c) Organizar as compras de modo a centralizá-las

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2.3.2 Custos de Realização de Encomenda (C2)
Envolve os encargos salariais, custos com material utilizado para processar a
encomenda, amortizações das instalações e equipamentos do sector de compras, custos
indirectos (faxes, telefones, iluminação, etc).
O custo de realização da encomenda é igual ao custo de realização de uma
encomenda (E), vezes o número de encomenda efectuadas durante o ano.
O valor de E obtém-se somando todos os gastos com a realização da encomenda dividindo-
os pelo número anual de encomendas

c2  Ex N
L
E – Custo de uma encomenda; N – consumo anual; L – Lote

Ne = N/L (número de encomendas)

2.3.2 Custos de Armazenagem (C3)


O custo de armazenagem envolve a taxa de posse dos stocks e o valor do stock
médio.
A taxa de posse é constituída por: despesas relativas aos armazéns (x); juros do
capital imobilizado em stocks (y); desvalorização do stock (z).

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2.3.2 Custos de Armazenagem (C3) (Cont)

As despesas relativas aos armazéns respeitam a: salários com o pessoal;


amortização de instalações e equipamentos; obsolescência; imposto e seguros;
transportes; iluminação, etc.

– Dividindo-se o total das despesas anteriores pelo valor médio imobilizado em


stocks no período em análise (normalmente um ano), temos percentagem de x.
– Juros do capital imobilizado: juro efectivo do capital a que se tenha recorrido
para comprar os stocks, ou, dispondo de capitais próprios, seria o juro aplicado
numa outra aplicação do capital, e assim obtemos a percentagem y.
– Desvalorização do stock, é em norma 2% a 10% do capital imobilizado, é a
percentagem z a reter.

t= x + y + z (taxa de posse)

L
C 3  t. .p
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2.3 Custo Total de Aprovisionamento (Cont.)

A soma dos três custos C1 + C2 + C3 é igual ao custo total de aprovisionamento.

N L
CTA  Nxp  E t p
L 2
O lote económico (Le): o mínimo do CTA corresponde ao lote económico (ou
quantidade económica de encomenda - Qee) e nesse ponto o C2 = C3.
Para calcular Le em função do CTA, basta achar a derivada

N L
(CTA)'  ( Nxp  E   t   p) '
L 2
EN tp
Cujo ponto mínimo é igual a   0
( Le) 2 2

2EN
Le  (Fórmula de Wilson)
tp

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2.3 Custo Total de Aprovisionamento (Cont.)

Custo Total de Aprovisionamento por quantidades encomendadas

Periodicidade de encomendas: o espaço de tempo entre duas


encomendas.
L
Pe  (meses)
N / 12

Caso particular: o espaço de tempo entre duas encomendas, com


lote económico, designa-se Periodicidade económica de encomendas
(Pee).
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2.4 Stock de Segurança

Constitui uma existência adicional ao stock normal, que tem por objectivo
proteger da empresa de rupturas, que podem ter origem em consumos (ou venda)
acima do previsto.

1. FÓRMULA INGLESA:
K Nível de serviço (%)

0,5 70

S.seg  K  C  d 0,8 80

1 85

1,3 90
K – nível de serviço (tabela ao lado)
1,7 95
C – Consumo médio mensal
d – prazo de entrega (meses) 2 98

2,4 99

2. FÓRMULA DE ZERMATI: 2,8 99,72

3 99,96

S .seg  Cx P 3,2 100

C – consumo médio mensal


P – periodicidade de encomenda mensal

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2.5 Gestão Económica dos Stocks
• Quando encomendar?
• Quanto encomendar?

È objecto de estudo da gestão económica dos stocks, saber em que momento


se deve proceder a uma nova encomenda, em que quantidade, com o mínimo de
custo total.
Serão apresentados dois métodos limites de gestão de stocks: ponto de
encomenda e método da periodicidade fixa.

2.5.1 Método do ponto de encomenda


Neste método, faz-se uma nova encomenda sempre que o stock atinja um
determinado nível, denominado ponto de encomenda.
A quantidade a encomendar de cada vez é fixa e igual ao lote económico (Le)

Fórmula de cálculo do ponto de encomenda: P = Kxd + s

K- consumo mensal por unidade de tempo; d – prazo de entrega; s – stock de segurança

Nota importante: A quantidade a encomendar (Le) calcula-se com a fórmula de


Wilson.

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2.5.1 Método do ponto de encomenda (Cont.)

Vantagem do método
• Automatismo, uma vez determinado o ponto de encomenda e o Le, tudo de processa
de forma automática. Sempre que atinge esse ponto de encomenda, encomenda-se
o lote que foi definido.

Desvantagens do método
• Difícil utilização quando há frequentes e importantes variações do consumo, neste
caso tem que se alterar constantemente o ponto de encomenda, perde-se assim o
automatismo sua principal vantagem.
• Não permite agrupamentos de artigos na mesma encomenda, porque só por acaso
artigos susceptíveis de serem encomendados a um mesmo fornecedor atingem o
ponto de encomenda na mesma data.

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2.5.2 Método da periodicidade fixa de encomenda

Neste método, também designado método de revisão contínua, o período de


tempo de aprovisionamento é constante (é igual a periodicidade económica de
encomenda - Pee), variando a quantidade e encomendar.

Qn  K(P  d)  s  (A  G)
K - consumo mensal previsto; P - periodicidade de aprovisionamento (Pee);
d – prazo de entrega; A – stock existente em armazém ; G – quantidade encomendada
ainda por entregar.

Vantagens do método
• A principal vantagem deste método é a possibilidade de agrupar encomendas de
vários artigos de um mesmo fornecedor, o que possibilita elaboração de planos de
aprovisionamento que permitem distribuição igual das encomendas ao longo do ano
e consequentemente se consegue reduzir o custo de realização de encomenda,
obtém-se descontos por quantidade e menores encargos com transporte.
• Permite o ajustamento as reais necessidades de consumo da empresa, pelas
diferentes quantidades que são encomendadas de cada vez, que dependem da
previsão do consumo e da existência em armazém

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2.5.2 Método da periodicidade fixa de encomenda (cont.)
Desvantagens do método
• É sensível a variações imprevistas de consumo e de prazos de entrega, que se
forem relevantes podem causar rupturas de stock, bem como o facto de se
manter “cego” durante a periodicidade de aprovisonamento e, portanto vulnerável
às variações de consumo.

Comparação dos Métodos de Gestão de stocks

Métodos de Gestão Quanto encomendar Quando encomendar


económica de stocks
Constante
Ponto de encomenda (é igual ao lote económico ou Variável
(Lote económico ou quantidade económica de
Qee) encomenda)
Constante
Periodicidade fixa de Variável (é igual ao período
encomenda económico)

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2.6 Avaliação da Gestão de Stocks
através dos resultados

A gestão de stocks procura evitar a existência de artigos:

1.Com rentabilidade ou rotação diminuta


2.Com ruptura de stock
3.Cujo fornecimento não seja feito ao mínimo custo total

Para que tal seja conseguido é necessário um controlo adequado daquela


gestão, recorrendo a indicadores que avaliem se aqueles objectivos estão a ser
alcançados. Esses indicadores são: taxa de rotação de stocks, taxa de ruptura de
stocks e a igualdade entre o custo de realização de encomenda e o custo de
armazenagem.

2.6.1 Taxa de rotação de stocks

Volume das saídas de armazém (ano)


Taxa de rotação 
Stock médio mensal (ano)

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2.6.1 Taxa de rotação de stocks (cont)
• Este indicador traduz o número de vezes que o stock se renova por ano.
• Quanto maior for esta taxa, mais possibilidades existem de ocorrerem rupturas,
porque isso indica que os investimentos são relativamente baixos para as
unidades saídas dos armazéns. Por outro lado, alta rotação significa que esse
stock é de grande rendibilidade para a empresa, sendo o inverso verdadeiro.

Stock médio mensal se determina somando a quantidade existente em stock


no fim de cada mês (todos os meses do ano) dividindo depois esse valor por 12.

2.6.2 Taxa de ruptura de stocks


Uma ruptura de stock implica dois tipos de custos:
– Perda de venda de artigo (custo de oportunidade) ou paragem de
fabricação.
– Perda de imagem da empresa, cujo custo é impossível de determinar

Nº de unidades requisitad as ao armazém não satisfeita s


Taxa de ruptura  (%)
Nº total de unidades requisitad as ao armazém

A noção de qualidade ou nível de serviço é complementar desta, quanto


menor for o número de falhas no fornecimento melhor será a qualidade de
serviço.

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UNIVERSIDADE SÃO TOMÁS DE MOÇAMBIQUE

Cardeira: Gestão Logística e Qualidade

TRABALHO INDIVIDUAL AULA PRÁTICA N° 2 DATA: 16 DE AGOSTO DE 2006 (2PGS1; 2PGS3)


DATA: 17 DE AGOSTO DE 2006 (2PGS2); 2LGS1)

1. a) Faça o gráfico da evolução de quantidades em armazém de um artigo em se


registaram no 1º semestre as seguintes recepções de material: 2 de Janeiro, 420
litros; 23 de Fevereiro, 350 litros; 10 de Abril 450 litros; 15 de Junho, 400 litros e
as seguintes saídas: 15 de Janeiro 400 litros; 25 e Fevereiro, 390 litros; 15 de
Abril, 400 litros; 30 de Junho, 400 litros. Transitaram 10 litros do ano precedente.
b) Indique também os stocks máximo, médio e mínimo observados naquele
semestre.
Sugestão: construa uma tabela para organizar os dados.
2. Determine pelo método das médias aritméticas, para Março do 1º ano, sabendo
que há um histórico de 24 meses, que as médias dos consumos obtidos no 1º e
2º ano foram respectivamente, de 360 e 440 Kg.

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3. Sabendo que ao longo do ano se compraram 100 lotes de 200 Kg cada, que o
preço médio unitário foi de 50 u.m., que os salários do pessoal das compras, o
telefone, o aquecimento, a luz e a amortização das instalações e dos
equipamentos totalizaram 2 500 u.m. e que os juros do capital imobilizado em
stock é de 12%. As despesas de armazenagem foram de 2 800 000 u.m., o
valor médio do imobilizado em stock foi de 70 000 000 u.m e a desvalorização
dos stocks de 3,5 %.
a) Calcule o CTA
b) Calcule o número de encomendas mais económico
c) Se optasse por comprar lotes económicos, o custo total de
aprovisionamento seria superior ou inferior ao da alínea a). Justifique.
4. Determine o stock de segurança pela fórmula inglesa, sabendo que o consumo
anual foi de 180 peças, o prazo de entrega de 1 semana, e que se determinou
um nível de serviço máximo.

5. Um determinado artigo tem um consumo anual N = 7200 kg, o preço médio


unitário p = 20 u.m., o custo de realização de encomenda E = 800 u.m., a taxa
de posse de stocks é de t = 0,2, o prazo de entrega d = 1 mês e o stock de
segurança de s = 50 kg.

a) Pelo método do ponto de encomenda, calcule o ponto de encomenda (Pe) e


a quantidade a comprar em cada encomenda

b) Pelo método da periodicidade fixa de encomenda, determine a quantidade


relativa a primeira encomenda sabendo que o período de aprovisionamento
é de 2,8 meses, e existência em armazém é de A = 12 kg e que resta ainda
receber de encomendas anteriores G = 5 kg.

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6. a) Qual é a taxa de rotação na situação em que se verificou uma saída anual de
armazém de 1320 kg e que no 1º semestre existiu em armazém todos os meses
uma quantidade de 200 kg e 2º semestre de 240 kg? Com que periodicidade se
reniva o stock?

b) Qual é a taxa de ruptura quando foram requisitados a 2 de Abril 1000 kg e


fornecidos 980 kg, a 11 de Junho requisitados 1200 kg e fornecidos 1200 kg e a
13 de Dezembro requisitados 900 kg e fornecidos 880 kg?

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