Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição
Norma

Revisão 02 – 12/2009 NORMA ND.20

br ND. 2009 179 páginas .com.ELEKTRO Eletricidade e Serviços S. 321 – Jd. Nova América Campinas – SP Tel.: (19) 2122-1000 E-mail: elektro@elektro.com.A. Diretoria de Operações Superintendência de Engenharia e Planejamento Rua Ary Antenor de Souza.elektro.br Site: www.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Campinas – SP.

Aprovações

André Augusto Telles Moreira Superintendente de Engenharia e Planejamento

Antonio Sérgio Casanova Gerente de Expansão e Preservação de Redes

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

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Revisão 02 –12/2009

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

Elaboração Clarice Itokazu Oshiro Emerson Ricardo Furlaneto Juracy Pereira Mamede Julio Cesar Bellan Paulo Couto Gonçalves Valmir Ziolkowski

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Página 6 Revisão 02 –12/2009 . dos materiais e equipamentos bem como das legislações em vigor.ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma. a qualquer tempo e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica.

..................................... 28 6........................... 16 Regulamentação ..........................................................6................................ 21 PROJETO ELÉTRICO .........................9 5.................................................. 2...............................ND................................... 6........ 18 Ponto de entrega .................................................... 4.......4 5........................7 Medição...................................................................................................................................................................8 5...........................1...........................................................6................ 24 Contrato de fornecimento..............12 5............................................................................5......... 29 6............................................................................................6 5.......................................................................................... 3......6 Subestação da entrada de energia .............................2 Localização ........13 6.......................... 19 Geração própria ......................................................... 5......................................................................................................... 25 6................................................................................... 19 Fator de potência ..........................................................................................................1 5........................................................... 18 Tensão de fornecimento ....................................1 Condições Gerais ....................................................... 17 Responsabilidade e atribuições profissionais ......................................2 6.... 26 6.......................................................4 Características gerais ......... 18 Unidades consumidoras ............................................................................. 13 REFERÊNCIAS NORMATIVAS .. 28 6..................7.......... 33 Página 7 Revisão 02 –12/2009 ..................................................5 Execução da obra....................5 Subestações abrigadas ................................................7............................................... 29 6.........................1 OBJETIVO ...........................................................................................................................................6............................................................................ 21 6...................................2 Apresentação do projeto .................................1..............10 5............................................................................................................................. 21 6.................................................................. 19 Limites de fornecimento ........................... 24 Ramal de ligação ......................................................................................................... 33 6................................................ 20 Fornecimento de materiais da entrada de serviço....................................................................................... 20 Laudo de conformidade ............................................................................................. 20 CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS .............................. 5....................3 6.............................................5 5...... 28 6...........................................................................7 5..................................6.........................................................................................................2 5...................................1 Consulta preliminar.............11 5.............................................................20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição ÍNDICE CONTROLE DE REVISÕES ... 19 Aumento de carga .......................................................1 Condições gerais ...........................................................................2 Ramal de entrada subterrâneo .. 33 6.................. 28 6................................................. 25 6............3 Tipos .................................................................................... 25 Ramal de entrada .......... 17 Suspensão de fornecimento ..................................... 15 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO .................................................... 13 DEFINIÇÕES ...................................................2 Tipos de medição ...................................4 6.......................................... 21 6..................................5. 11 1............................................................................................. 13 CAMPO DE APLICAÇÃO .3 5................... 16 Condições não permitidas .......................................................................................................6................................................1 Ramal de entrada aéreo .......

.................10..................................................5 Proteção contra inversão de fases (47) ..................... 34 Proteção geral ........................... 36 6.................................... 41 6....... 36 6........................................9.............. 34 6... 38 6...... 34 6.....................................................5 Seccionador tripolar .......................................................................8 6....10...................7.................................4 Proteção contra subtensão ou falta de fase (27) ........................................9........................................................................................10................................................................................................................................................................................ 39 6........ 41 6..3 Instalação .............................................................................................4 Caixas de medição ............................................................................................. 40 6..... 39 6..................................................................................................1 Posto de transformação ao tempo com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA .........11 Equipamentos para instalação em regiões de ambiente agressivo ........................................ 34 Proteção geral de média tensão.......6 Proteção contra sobretensões (59) ...........................................9.......................................................9...............10.....................................................................................................3 Proteção geral com disjuntor de média tensão ......7..............................................................................................................................................................................................9................9..........9.................................10.................................................................................................. 43 6.............2 Equipamento de medição .....6 Disjuntor ........ 41 6...................................... 44 6...............2 Subestação unitária com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA............10...10.....7 Proteção geral de baixa tensão .............................................................................................9............................................................... 42 6.....................................7 Barramentos .............................................................. 36 6.............9 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.....................................10..........................3 Para-raios ................. 40 6......................................................... 38 6.. 43 6..........................................10 Equipamentos e acessórios ............................................................................................................................................10.....10 Transformador de potencial ................ 36 6..........................................8 Proteção contra descargas atmosféricas ....4 Chave fusível ............................................10.................................. 38 6...........................................10.....8........................................1 Transformadores ...................1 Generalidades .........................9 Transformador de corrente para proteção ................................................ 44 TABELAS .....ND......9 Sistema de aterramento ....................................................................................8 Buchas de passagem.....9..................... 45 ANEXO................... 42 6................. 59 DESENHOS .............................................20 6................... 71 Página 8 Revisão 02 –12/2009 .................................................................... 43 6......................... 38 6............

........................................05.............20....Posição inclinada (poste particular)...............20....20.......20........07................02/1 Ramal de entrada subterrâneo (cabos unipolares).. ND.....Entrada aérea.....01/1 Detalhes construtivos em subestações .........05/1 Tampa para caixa de passagem........................................8 kV (medição indireta).............8 kV (medição direta)................... proteção e transformação ....20.... ND.........03/1 Posto de transformação em poste – 34...................20....20......02.......04................................03.03/1 Banco de dutos envelopados em concreto..............20.................. proteção e transformação .............5 kV (medição direta)...........20........ ND.......................01/1 Posto de transformação em poste – 34...........03..20...................20............Transformador auxiliar antes do disjuntor........................01/1 Detalhes construtivos em subestações ....01/1 Subestação ao tempo acima de 300 kVA ...........06/1 Posto de transformação em poste – 13...................... ND....................................................5 kV (medição indireta)..05...20........ ND.....20.....................20.............03/1 Subestação abrigada de medição e proteção .....................05...... ND.......Entrada subterrânea ..... ND.....................02/1 Posto de transformação em poste – 13............08.02/1 Subestação abrigada de medição e proteção .......................Entrada aérea ............ ND.... ND....20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição ÍNDICE DE DESENHOS Elementos da entrada de serviço.. ND................20.................... ND........ proteção e transformação – Entrada subterrânea ....04/1 Caixa de passagem..............................Entrada aérea Medição em AT .................Entrada aérea Medição em AT...............20..................01..Medição em AT......... ND........04..01/1 Instalação de chaves seccionadoras ........01/1 Disposição da entrada de serviço..02/1 Instalação de chaves seccionadoras ...... ND.....20.......................... ND...Medição em BT.........................01/1 Subestação abrigada de transformação ...05.................Entrada aérea .......06/1 Subestação abrigada de medição............02/1 Banco de dutos diretamente enterrados..........05....20......Medição em AT....02/1 Página 9 Revisão 02 –12/2009 .04.......................03.20..Medição em BT.........20..20.......20...............04/1 Subestação abrigada de medição..............................Medição em AT...Posição horizontal (poste particular).ND... ND............Instalação de para-raios.20..........................20. ND................06.....05/1 Subestação abrigada de medição................. ND.02.........01..................08.....04..................................... ND.......04/1 Subestação abrigada de transformação ......20.................... ND................................... ND.........................................................03...........Fixação da cadeia de isoladores.............................. ND.............07/1 Conjunto blindado para medição e proteção em AT................Entrada subterrânea ................ ND.......05.................. ND.......... ND.01/1 Ramal de entrada subterrâneo (cabo tripolar).........03......... ND...................................05..03................

..ND........ ND..09................................................... ND......20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Detalhes construtivos em subestações .02/1 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente ..20.....Medição em AT – 34.20.....Interligação do neutro... ND..............09..........Sistema de aterramento....... ND......................................03/1 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente ..............20......04/1 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares....... ND.....................................................................................03/1 Detalhes construtivos em subestações .................. ND...........01/1 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária..01/1 Página 10 Revisão 02 –12/2009 ..... ND............02/1 Subestações abrigadas ..8 kV......Medição em AT – 13..09...............08.....20....... ND........10.....................04/1 Suporte para isolador pedestal..................................11..20....10..............20.............................12...................................Dispositivo para drenagem de óleo......................20.........01/1 Caixa de medição tipo A.....20...08....20.01/1 Suporte para terminais poliméricos.20.......... para-raios e chaves fusíveis...... ND........ ND...5 kV..........09.....

− Editoração de acordo com o modelo F-SGQ-010. − Inclusão de diretrizes para projetos na tensão de 34. 02 18-12-2009 Página 11 Revisão 02 –12/2009 .20 Revisão Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição CONTROLE DE REVISÕES Data Descrição − Revisão e atualização do documento para atender as diretrizes do Sistema de Gestão da Qualidade.5 kV.ND.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 12 Revisão 02 –12/2009 .

como minas e outros semelhantes.1 Consumidor Pessoa física ou jurídica. legalmente representada. na área de concessão da ELEKTRO Eletricidade e Serviços S. inclusive.5 kV. DEFINIÇÕES 3. 3. 3.2 Unidade consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizados pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega.5 Entrada de serviço Condutores. regulamentares e contratuais. que são regulamentados por legislação específica.4 Origem da instalação Nas instalações alimentadas diretamente por rede de distribuição da ELEKTRO em média tensão. CAMPO DE APLICAÇÃO É exigido o cumprimento desta norma no projeto e execução das instalações de média tensão. 3. em todas as instalações novas. corresponde aos terminais de saída do dispositivo geral de comando e proteção.ND.3 Ponto de entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações elétricas da unidade consumidora.A. a partir do ponto de entrega até a origem da instalação. proteção e/ou transformação.20 1. As instalações existentes executadas de acordo com as normas anteriores. Excluem-se desta norma: . No caso excepcional em que tal dispositivo se encontre antes da medição. reformas ou ampliações de instalações existentes.Fornecimento em grosso para fins de revenda. equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede primária da concessionária e o posto ou subestação abrigada de medição. desde que as condições técnicas permitam e estejam em bom estado de conservação. .8 e 34. a origem corresponde aos terminais de saída do transformador de instrumento de medição. podem ser mantidas. 3. ou comunhão de fato ou de direito. 2. 3. que solicitar à concessionária o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das contas e pelas demais obrigações legais. permanentes ou em caráter provisório. com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. OBJETIVO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Esta norma tem por objetivo estabelecer as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica às unidades consumidoras atendidas através de redes aéreas de distribuição nas tensões nominais de 13. caracterizando-se como o limite de responsabilidade de fornecimento.Instalações especiais. Página 13 Revisão 02 –12/2009 .

no alinhamento designado pelos poderes públicos. 3. estando os equipamentos instalados ao tempo. condutores e acessórios destinados a proteção. em poste ou plataforma. proteção e/ou transformação. proteção e/ou transformação. podendo ser de instalação interna ou externa. em invólucro metálico. medição.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3. proteção e/ou transformação.11 Posto de transformação Estrutura em poste ou plataforma.13 Subestação unitária Subestação que possui e/ou alimenta apenas um único transformador. 3. 3. 3. 3.15 Carga instalada Soma das potências nominais de equipamentos elétricos de mesma espécie instalados na unidade consumidora e em condições de entrar em funcionamento.8 Limites de propriedade Demarcações que separam a propriedade do consumidor com a via pública e terrenos adjacentes de propriedade de terceiros.14 Conjunto blindado Unidade estrutural do conjunto de manobra e controle. 3.10 Posto Local destinado à instalação do conjunto de equipamentos e seus acessórios com as funções de medição. solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora. autosuportável. destinada à instalação do equipamento de transformação e seus acessórios.ND.7 Ramal de entrada Condutores. podendo situar-se em local isolado ou fazer parte da própria edificação. 3. inclusive. 3. acessórios e equipamentos compreendidos entre o ponto de entrega e o ponto de medição. proteção e transformação.6 Ramal de ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega.16 Demanda Média das potências elétricas ativas ou reativas. 3. destinado à instalação de equipamentos e seus acessórios com a função de medição. manobra e transformação de grandezas elétricas.9 Subestação Parte das instalações elétricas da unidade consumidora em média tensão que agrupa os equipamentos. durante um intervalo de tempo especificado. 3. Página 14 Revisão 02 –12/2009 .12 Subestação abrigada Recinto fechado destinado à instalação do conjunto de equipamentos e seus acessórios com as funções de medição.

• ABNT NBR 5413 .17 Fator de demanda Razão entre a demanda máxima num intervalo de tempo especificado e a carga instalada na unidade consumidora. • ABNT NBR 5356-2 .22 Tensão nominal É o valor eficaz da tensão pelo qual o sistema é designado.Parte 100: Disjuntores de alta-tensão de corrente alternada. • ABNT NBR 5356-1 .21 Medições indiretas Medições nas quais a tensão de alimentação e/ou a corrente de carga são ligadas aos terminais dos medidores. • ABNT NBR 5356-4 .Equipamentos de alta-tensão .Parte 2: Aquecimento. • ABNT NBR 5440 -Transformadores para redes aéreas de distribuição – padronização.Transformadores de potência .Transformadores de potência . 3. 3. • ABNT NBR IEC 62271-102 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3. ensaios dielétricos e espaçamentos externos em ar.Eletroduto de aço-carbono e acessórios.Guia para instalação e operação de capacitores de potência.Instalações elétricas de baixa tensão.19 Fator de potência Razão entre a potência ativa e a raiz quadrada das soma dos quadrados das potências ativa e reativa.1 Normas da ABNT • ABNT NBR 5060 .Transformadores de potência .Transformadores de potência . 3.Parte 4: Guia para ensaio de impulso atmosférico e de manobra para transformadores e reatores.Transformadores de potência . consumidas num mesmo período especificado. • ABNT NBR 5598 . com revestimento protetor e rosca BSP . Página 15 Revisão 02 –12/2009 . 4.Requisitos • ABNT NBR IEC 62271-100 . ocorrida no mesmo intervalo de tempo especificado. são aplicadas diretamente aos terminais dos medidores. • ABNT NBR 5356-3 .ND.Parte 5: Capacidade de resistir a curtos-circuitos.18 Fator de carga Razão entre a demanda média e a demanda máxima de uma unidade consumidora.20 Medições diretas Medições de energia elétrica nas quais tanto a tensão de alimentação quanto a corrente de carga. através de transformadores para instrumentos (Transformador de Corrente e/ou Transformador de Potencial).Equipamentos de alta-tensão .Parte 102: Seccionadores e chaves de aterramento. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 4. 3.Iluminância de interiores.Parte 1: Generalidades. • ABNT NBR 5356-5 . • ABNT NBR 5410 . 3.Parte 3: Níveis de isolamento.

ND.Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus.04 .78 – Proteção de redes aéreas de distribuição. • ABNT NBR 15749 – Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície do solo em sistemas de aterramento. d) A liberação do projeto pela ELEKTRO para execução. b) As instalações elétricas a partir da origem da instalação devem estar em conformidade com as normas ABNT NBR 14039 e ABNT NBR 5410.03 . • ND.2 kV. • ABNT NBR 15751 – Sistemas de aterramento de subestações – Requisitos. • ND. Esta responsabilidade é do(s) profissional(is) que o elaborou e/ou executou.Estruturas para redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica.12 . • ND.Materiais e equipamentos para redes aéreas de distribuição de energia elétrica.07 .Projetos de redes aéreas isoladas e protegidas de distribuição de energia elétrica.Estruturas para redes aéreas isoladas de distribuição de energia elétrica. • ABNT NBR 8124 -Chaves fusíveis de distribuição.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • ABNT NBR IEC 62271-200 . • ND. c) Os trabalhos nas instalações elétricas devem ser realizados de acordo com os requisitos e condições estabelecidos nas normas e regulamentações específicas.22 .1 Regulamentação a) A ligação pela ELEKTRO das instalações fica condicionada ao cumprimento das disposições desta norma e das normas complementares aplicáveis da ABNT e da ELEKTRO.Parte 200: Conjunto de manobra e controle de alta-tensão em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até e inclusive 52 kV. bem como o atendimento ao pedido de ligação e as vistorias efetuadas na entrada de serviço. Página 16 Revisão 02 –12/2009 . • ND. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 5. • ND. • ABNT NBR 15688 .Estruturas para redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica em 34.Conjunto de manobra e controle de alta-tensão .Estruturas para redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica.5 kV. e) As vistorias porventura efetuadas pela ELEKTRO nas instalações internas da unidade consumidora não implicam em responsabilidade desta por danos que sobrevierem a pessoas ou bens resultantes de seu uso. 5.2 Normas da ELEKTRO: • ND.Projetos de redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica. • ABNT NBR 14039 -Instalações elétricas de média tensão de 1.Projetos de redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica. • ND.0 kV a 36. 4.02 .Redes protegidas compactas – critérios para projetos e padronização de estruturas.01 . não transferem a responsabilidade técnica a ELEKTRO quanto ao projeto e execução das mesmas. • ABNT NBR 10295 -Transformadores de potência secos.21 . • ND. • ND.25 .

5. i) O consumidor deve permitir. h) O consumidor é responsável pelo zelo do ramal de entrada. bem como a propriedade usufruto de terceiros. com prazos pactuados e/ou o pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico da concessionária. sob pena de suspensão do fornecimento. destinadas a correção dos efeitos desses distúrbios.3 Suspensão de fornecimento A ELEKTRO suspenderá o fornecimento de energia elétrica quando apurar que esteja ocorrendo por parte do consumidor. que. e) Não é permitida a extensão das instalações elétricas além dos limites da propriedade do consumidor. à revelia da concessionária. II. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. proteção e do(s) equipamento(s) mantido(s) sob lacre. f) Não é permitido qualquer tipo de construção sob as redes aéreas. d) Não é permitida a ligação de unidades consumidoras em imóveis sem delimitação definida e que não estejam devidamente identificadas pelo Poder Público. g) A ELEKTRO inspecionará periodicamente todos os equipamentos que lhe pertençam e estejam instalados na unidade consumidora. devendo o consumidor assegurar o livre acesso dos funcionários aos locais em que estejam instalados os referidos equipamentos. referentes ao funcionamento dos equipamentos e da instalação. A instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora. b) Não é permitido qualquer tipo de interligação entre instalações elétricas de unidades consumidoras diferentes. e O ressarcimento à concessionária de indenizações por danos acarretados a outros consumidores. carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores. infração às normas ou nas situações previstas na legislação vigente. devidamente identificados. 5. Os casos excepcionais serão analisados pela ELEKTRO. c) Não é permitida uma medição única para mais de uma unidade consumidora. tenham decorrido do uso da carga provocadora das irregularidades. a qualquer tempo. j) De acordo com a legislação em vigor. medição.2 Condições não permitidas a) Não é permitida a ligação de mais de um ponto de entrega numa mesma propriedade. k) Os casos técnicos omissos ou duvidosos serão resolvidos em comum acordo com a ELEKTRO. o livre acesso dos representantes da ELEKTRO. Página 17 Revisão 02 –12/2009 . sendo que o acesso a este(s) somente é permitido à ELEKTRO.ND. se o consumidor utilizar na unidade consumidora. às instalações elétricas de sua propriedade. que reserva o direito de tratar somente com o responsável técnico pelo projeto e/ou construção. comprovadamente.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição f) As instalações existentes que estiverem em desacordo com as normas e padrões da ELEKTRO ou com as normas da ABNT e que ofereçam riscos à segurança devem ser reformadas ou substituídas dentro do prazo estabelecido pela ELEKTRO. mesmo que o fornecimento seja gratuito. é facultado a ELEKTRO exigir desse consumidor o cumprimento das seguintes obrigações: I.

quando solicitado).6 Unidades consumidoras a) A unidade consumidora caracteriza-se pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega. b) Até o ponto de entrega de energia é de responsabilidade da ELEKTRO adotar todas as providências com vistas a viabilizar o fornecimento de energia elétrica. o ponto de entrega situarse-á na estrutura inicial desta linha.4 Responsabilidade e atribuições profissionais a) Os projetos elétricos devem ser elaborados e assinados por profissionais habilitados.01. Arquitetura e Agronomia. o ponto de entrega situar-se-á na conexão deste ramal com a rede aérea. Arquitetura e Agronomia e do CREA – Conselho Regional de Engenharia.01. b) O atendimento a mais de uma unidade consumidora. ressalvados os seguintes casos: • Havendo uma ou mais propriedades entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. constando o nome do(s) profissional(is) responsável(is). o ponto de entrega pode situar-se dentro do imóvel em que se localizar a unidade consumidora. por ter medição individualizada e corresponder às instalações de um único consumidor. 5. a cópia da Certidão de Registro no CREA. de um mesmo consumidor.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 5. conforme regulamentações do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia. • Em área servida por rede aérea.5 Ponto de entrega a) O ponto de entrega deve situar-se no limite da via pública com o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. submetendo à análise e aprovação da ELEKTRO. • Carteira de Registro no CREA do(s) profissional(is) responsável(is) (cópia e original. 5. Página 18 Revisão 02 –12/2009 . • Visto do CREA do estado onde será realizado o serviço (quando aplicável). bem como a sua operação e manutenção. b) Todos os projetos de média tensão encaminhados a ELEKTRO devem estar acompanhados de: • ART – Anotação de Responsabilidade Técnica do CREA. c) Para os serviços executados por Empresas.02/1. devidamente preenchida e autenticada.20. no mesmo local pode ser feito desde que justificada a necessidade da subdivisão. • Havendo conveniência técnica e observados os padrões da ELEKTRO. observadas as condições estabelecidas na legislação e regulamentos aplicáveis. havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal subterrâneo.20. c) As localizações do ponto de entrega para os diversos tipos de entradas de instalações consumidoras em média tensão estão ilustradas nos desenhos ND. e que os circuitos internos de cada unidade consumidora sejam independentes e indicados no projeto a impossibilidade de interligações entre esses circuitos. • Quando se tratar de rede de propriedade do consumidor.01/1 e ND. também.ND. deve ser apresentada. o ponto de entrega situar-se-á no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária.

o interessado deve apresentar projeto elétrico para aprovação da ELEKTRO.10 Geração própria a) Não é permitido o paralelismo de geradores particulares com o sistema de fornecimento de energia da ELEKTRO. 60 Hz. em um só ponto de entrega.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 5. b) Para a instalação do sistema de geração própria. deve ser submetido à apreciação prévia da ELEKTRO. com detalhes de intertravamento e das proteções. contendo: • Diagrama unifilar elétrico e funcional. se vier a prejudicar o atendimento a outras unidades consumidoras. pelas suas características de funcionamento ou potência. c) A ELEKTRO pode estabelecer a tensão de fornecimento sem observar os limites acima.8 kV ou 34. não acarretar prejuízo ao interessado. b) O consumidor será responsabilizado por danos causados aos equipamentos de medição ou à rede de distribuição. 5. de acionamento manual ou elétrico com intertravamento mecânico e elétrico. desde que haja disponibilidade de energia no sistema de distribuição local e não acarretar prejuízo ao interessado. possa prejudicar a qualidade do fornecimento a outros consumidores. quando a unidade consumidora incluir-se em um dos seguintes casos: • Tiver equipamento que. • Havendo conveniência técnica e econômica para o sistema elétrico da ELEKTRO. para alternar o fornecimento de energia através do circuito alimentado pelo sistema da ELEKTRO e pelo gerador particular. Em ambos os casos. podendo inclusive suspendê-lo. • Construir um circuito alimentado exclusivamente pelo gerador particular independente dos circuitos da instalação normal. Nas instalações com o neutro do sistema elétrico da ELEKTRO interligado com o neutro das instalações da unidade consumidora. b) O atendimento a unidade consumidora com demanda superior a 2 500 kW pode ser feita em tensão primária de distribuição. a partir da rede aérea. Para evitar o paralelismo. a chave reversora deve possibilitar o seccionamento das fases e do neutro. decorrentes de aumentos de carga e/ou alteração de suas características. c) Em caso de inobservância pelo consumidor do disposto acima. o neutro do circuito alimentado pelo gerador particular deve ser independente do neutro do sistema da ELEKTRO.8 Limites de fornecimento a) O fornecimento é feito em tensão primária de distribuição quando a carga instalada da unidade consumidora for superior a 75 kW e a demanda contratada ou estimada pelo interessado para o fornecimento for igual ou inferior a 2 500 kW.ND.9 Aumento de carga a) Qualquer aumento de carga e/ou alteração de suas características na unidade consumidora. a ELEKTRO fica desobrigada de garantir a qualidade e a continuidade do fornecimento. 5.5 kV. realizados à revelia da ELEKTRO. Página 19 Revisão 02 –12/2009 . 5. na forma da legislação vigente.7 Tensão de fornecimento O fornecimento em tensão primária de distribuição a uma unidade consumidora é feito em 13. recomenda-se a adoção de uma das medidas a seguir: • Instalar um dispositivo de reversão. para verificação da viabilidade e das condições técnicas de atendimento.

adequadas à interrupção das correntes capacitivas previstas. quando da solicitação de vistoria. 5.11 Fator de potência a) O consumidor deve manter o fator de potência.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • Características do gerador. condutores. f) A instalação do banco de capacitores deve ser feita conforme recomendações do fabricante e estar de acordo com a ABNT NBR 5060. para-raios. cruzetas. transformadores. conduzidos por área específica da ELEKTRO. através das chaves ou disjuntores existentes. se necessário. juntamente com essas cargas. chaves fusíveis. etc.) são fornecidos e instalados pela ELEKTRO. equipamentos para correção do fator de potência. uma cópia do Laudo de Conformidade das instalações com a ABNT NBR 14039 e a respectiva ART do profissional responsável pelo Laudo. 5. instalando. Neste caso. chaves seccionadoras. 5. tais como. b) Sendo constatado nas suas instalações um fator de potência inferior ao valor de referência estabelecido na Legislação em vigor.13 Laudo de conformidade Deve ser apresentada. postes. indutivo ou capacitivo de sua instalação o mais próximo possível da unidade. elos fusíveis e ferragens são fornecidos pelo consumidor e devem estar de acordo com a padronização da ELEKTRO. a proteção deve ser feita por chaves fusíveis com abertura sob carga. isoladores. junto às cargas com baixo fator de potência. b) Os demais materiais e equipamentos da entrada de serviço. os capacitores são acionados. transformadores de corrente e de potencial. chaves de aferição. c) Para a correção do fator de potência é recomendada a instalação de capacitores no circuito de baixa tensão. • Características do dispositivo de reversão.12 Fornecimento de materiais da entrada de serviço a) O ramal de ligação (incluindo a estrutura de derivação do ramal primário e os condutores) e os equipamentos e acessórios para medição de energia elétrica (medidores.ND. O banco de capacitores deve ter ligações em delta ou estrela flutuante (neutro não aterrado). e) É permitida a instalação de capacitores na média tensão quando a medição for também na média tensão. d) Quando os capacitores forem instalados no circuito de entrada de energia em baixa tensão. a ELEKTRO efetuará o faturamento do consumo de energia e da demanda de potência reativa excedentes. • As solicitações de paralelismo momentâneo ou contínuo da geração própria com o fornecimento da ELEKTRO devem ser objeto de consulta prévia para análises e definições de procedimentos exclusivos. a proteção deve ser feita por meio de disjuntor ou seccionador com fusíveis adequados para interromper as correntes capacitivas previstas. Neste caso. Página 20 Revisão 02 –12/2009 . calculados de acordo com a Legislação.

contendo: • Objetivo ou finalidade do projeto e da instalação. endereço e telefone do proprietário e do responsável técnico e a data prevista para energização.1.2. contendo: designação e endereço da instalação consumidora a ser ligada. ou seja.20-F-002 . Observar que ao informar à ELEKTRO da condição de recuperação de demanda e/ou aumento do fator de utilização. devidamente preenchido.2. .ND. nome. visando obter as orientações a respeito das condições de fornecimento de energia e apresentar.2 Memorial descritivo Memorial descritivo com os elementos necessários à completa interpretação do projeto.1. pela ELEKTRO. 6. a viabilidade e as condições do atendimento.consulta de acesso.20-F-004. Todo processo deve conter os seguintes documentos: 6.1 PROJETO ELÉTRICO 6. pode ser elaborado o projeto definitivo.1.religação de consumidor desativado.alteração de contrato de demanda decorrente da inserção ou alteração de cargas.20-F-001 .2 Apresentação do projeto Após a análise da Consulta Preliminar e definida. em 1 (uma) via. . conforme modelo do ND. • ND.recuperação de demanda. fica atestado pelo consumidor que não houve nenhuma alteração das instalações elétricas e nem inserção ou alteração de cargas desde a última solicitação aprovada pela ELEKTRO.Informações para fornecimento de energia elétrica para ligação nova e religação sem aumento de demanda Aplicável as solicitações referentes: . Página 21 Revisão 02 –12/2009 . . 6. o interessado deve entrar em contato com a ELEKTRO.aumento do fator de utilização de cargas anteriormente informadas à ELEKTRO nos processos de ligação e aditamentos contratuais desta unidade consumidora. • Condições gerais sobre normas técnicas seguidas para o projeto e as que devem ser observadas na execução das instalações. relação dos documentos anexados. retorno a um patamar de demanda anteriormente contratado e efetivamente utilizado.1 Consulta preliminar Antes de iniciar a elaboração do projeto da entrada de serviço. o formulário aplicável à solicitação. conforme orientação a seguir: • ND. • ND. em 3 (três) vias assinadas pelo responsável técnico pelo projeto.ligação de novo consumidor ou nova unidade consumidora.1 Carta de apresentação Carta de apresentação do projeto.20-F-003 .Informações para fornecimento de energia elétrica para aumento de demanda e inserção de novas cargas Aplicável as solicitações referentes à: . CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS 6.Informações para fornecimento de energia elétrica para aumento de demanda devido à recuperação de demanda Aplicável às solicitações das unidades consumidoras decorrente de: .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.1. .ampliação/alteração das instalações existentes.

vistas e cortes das instalações de medição. distâncias. da instalação e das cargas. com indicação das bitolas dos condutores. bem como a previsão de futuros aumentos de carga.1. • localização do poste e tipo de estrutura da rede de distribuição da ELEKTRO mais próximo da propriedade. em 3 (três) vias assinadas pelo responsável técnico contendo o nome por extenso e o número ou visto do CREA. Devem constar dos projetos os seguintes desenhos: a) Planta de localização do imóvel. apresentando: • desenho da quadra onde se localiza o imóvel com os nomes das ruas e/ou avenidas delimitantes.2. • Condições específicas sobre pontos de realce ou de caráter especial do projeto da entrada. • Cronograma de execução do projeto da entrada e a data prevista para início de operação.4 Carga instalada Relação das cargas indicando as quantidades e as potências em kVA ou kW. Esses dados podem ser utilizados quando não forem disponíveis as potências reais.2.5 Cálculo da demanda Memória de cálculo da demanda máxima provável em kVA da instalação. definido em conjunto com a ELEKTRO. e) Malha de terra. etc.2. os valores das potências médias dos motores elétricos monofásicos e trifásicos. d) Diagrama unifilar da média e baixa tensão. cabos e acessórios. b) Planta de localização dos pontos de medição. aterramento. condutores de aterramento. • indicação do ponto de entrega. • Regime de trabalho. na escala de 1:25 ou 1:10. etc. 6. Devem ser consideradas as potências nominais indicadas pelos fabricantes nos manuais ou placas de identificação dos aparelhos ou equipamentos. Esse valor deve ser utilizado Página 22 Revisão 02 –12/2009 . potências e fatores de potência das cargas.. c) Plantas. ventilação (natural ou forçada). 6. em folhas de formatos padronizados pela ABNT com um espaço reservado para carimbo da ELEKTRO.1. dispositivos de proteção. conexões. proteção e transformação. com indicação precisa da instalação dos equipamentos de medição.ND. • distâncias de localização dos limites da propriedade na quadra e de localização do imóvel na propriedade.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • Procedimentos e recomendações técnicas para a operação das instalações. fator de potência e a tensão de funcionamento de todos os aparelhos e equipamentos elétricos a serem instalados.3 Desenhos Desenhos das plantas. indicando os detalhes dos eletrodos. etc. demandas mensais previstas e previsão de consumo em kWh. espaço de manobra. hastes. proteção e transformação. cortes e vistas. 6. Na Tabela 1 são apresentadas as potências de aparelhos condicionadores de ar e nas Tabela 2 e Tabela 3. • Acréscimos de carga instalada previstos para os (três) primeiros anos. considerando todas as cargas e seu regime mais severo de funcionamento contínuo.1. proteção e transformação na propriedade do consumidor.

Projeto da proteção das instalações da unidade consumidora Quando a proteção de média tensão for feita por disjuntor..9. chaves. Caso o responsável seja o mesmo pelo projeto elétrico da instalação pode ser apresentada uma única ART desde que esteja discriminado também a responsabilidade pelo projeto da proteção.ND. . relés com suas respectivas funções. TP’s. • Diagrama funcional com detalhes da lógica de atuação da proteção.). • Não existe nenhuma possibilidade de transferência de potenciais da área ocupada pela malha de aterramento para outros pontos. deve ser apresentado um projeto da proteção de acordo com os critérios e exigências previstos no item 6.1.20 6. Página 23 Revisão 02 –12/2009 . contendo: . disjuntor.3.a proteção da ELEKTRO e da instalação definidos no projeto da proteção. • Catálogos ou manuais técnicos dos relés. contendo as seguintes documentações: • Diagrama unifilar.9. Juntamente com o termo de responsabilidade deve ser fornecida a cópia da ART do responsável pelo projeto de aterramento. • Dimensionamento dos TC’s e TP’s de proteção. • Gráfico tempo x corrente em escala bi-log. indicando a localização dos principais componentes (TC’s. Caso o responsável seja o mesmo pelo projeto elétrico pode ser apresentada uma única ART desde que esteja discriminado também a responsabilidade pelo projeto de aterramento. 6. etc.ponto indicando a corrente de carga máxima acrescida da corrente de partida do maior motor x tempo de partida do mesmo motor. • Cálculo dos ajustes das proteções. sendo que a dissipação da corrente de falta não provocará o aparecimento de potenciais de passo e toque perigosos para pessoas e animais. • O sistema de aterramento é considerado seguro para quaisquer condições de defeito. • Cálculo das correntes de magnetização dos transformadores.ponto da corrente transitória de magnetização dos transformadores considerando a pior situação operativa da planta. • Valores das correntes de curto-circuito no ponto de derivação da rede fornecidos pela ELEKTRO.6 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição para o dimensionamento dos componentes da entrada da instalação e para os cálculos dos ajustes da proteção. • ART do responsável pelo projeto da proteção.2. • Diagrama trifilar de ligação.1. • Tipo e característica das fontes auxiliares. corrente e tempo de partida esperado. • Potência instalada e demanda máxima.2. • Todas as condições de segurança foram atendidas. .7 Termo de responsabilidade pelo sistema de aterramento O Termo de responsabilidade assinado pelo responsável técnico pelo sistema de aterramento da subestação deve conter as seguintes informações: • O projeto de aterramento está de acordo com as orientações do item 6.9 e foi elaborado conforme recomenda a norma ABNT NBR 15751. • Dados de partida do maior motor com seu dispositivo de partida.

com indicação do nome completo. 6.2 Execução da obra A execução da obra deve obedecer aos requisitos técnicos estabelecidos nesta norma e estar de acordo com o projeto aprovado pela ELEKTRO. o início Página 24 Revisão 02 –12/2009 .12 Anotação de responsabilidade técnica – ART Deve ser fornecida uma via de cada registro de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART do CREA referente aos serviços a serem prestados (projeto ou projeto e execução das instalações elétricas.ND. quando necessário. Se.2. A ELEKTRO se reserva ao direito de não efetuar a ligação caso a referida licença não seja apresentada quando do pedido de inspeção. contendo o nome por extenso e o visto do responsável técnico e respectivo número no CREA. de forma clara e precisa. da proteção e do aterramento). verificar-se a necessidade de execução de obras e/ou eventuais alterações no sistema elétrico da ELEKTRO. de acordo com os critérios e legislações vigentes. os termos de compromissos. Caso o responsável por todos os projetos seja o mesmo pode ser registrada uma única ART desde que estejam discriminados todos os serviços a serem prestados.2. 6.2. 6.20-F-006 – Modelo de Termo de Compromisso de manutenção das instalações.11 Termos de compromisso Devem acompanhar os projetos. Caso não venha a ser executado dentro desse prazo. a vistoria da execução da obra será feita somente após o envio da via de recolhimento da ART do(s) responsável(is) técnico(s) pela execução do(s) mesmo(s). a ELEKTRO poderá solicitar o projeto de aterramento para análise específica. Os modelos dos termos de compromissos estão apresentados nos formulários: • ND.1.1.1. em 3 (três) vias assinadas pelo proprietário.8 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Nota: caso julgue necessário. as especificações a serem utilizadas para aquisição de materiais e equipamentos da entrada da instalação. e o diagrama de ligação do mesmo. 6.10 Licença ambiental Apresentação de licença emitida por órgão responsável pela preservação do meio ambiente caso exerça atividade classificada como poluente.1. o projeto deve ser submetido à nova análise pela ELEKTRO. Relação de materiais Relação de materiais contendo.2. O prazo de validade para a execução do projeto é de 6 (seis) meses após a sua aprovação.2.20-F-005 – Modelo de Termo de Compromisso de ocupação de poste da ELEKTRO.20 6. • ND.3 Contrato de fornecimento A ELEKTRO orientará quanto aos documentos para a elaboração do contrato de fornecimento de energia elétrica.1. de acordo com a norma ABNT NBR 5356-1 ou ABNT NBR 10295. após análise do projeto apresentado pelo consumidor. 6. 6.9 Relatório de ensaio do transformador Relatório de ensaio de rotina do transformador. endereço e número do documento de identidade. Nota: caso conste a ART do responsável(is) técnico(s) ou firma(s) responsável(is) somente pelo(s) projeto(s).

50 m. b) Em subestações abrigadas de medição. e) Deve ser instalado de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas medidas na vertical. 6. f) Os condutores do ramal de ligação não devem passar sobre edificações e construções e nem sobre terreno de terceiros. Passando sobre cercas.0 m. entre o condutor inferior e o solo no ponto de maior proximidade: • vias exclusivas de pedestre: 5. c) A entrada na propriedade do consumidor deve ser. 6. f). etc. • ruas e avenidas: 6.07 e ND.04. d) O vão máximo permitido é de 50 m. e quando necessárias devem ser feitas nos trechos em que os cabos não estejam sujeitos a esforços mecânicos.5. instalando.20. g) e h) do item 6. preferencialmente.01/1 folhas 3/5 e 5/5.5 Ramal de entrada 6. operação e a manutenção do ramal de entrada aéreo são de responsabilidade do consumidor e devem obedecer as condições estabelecidas nos subitens: e). Nos casos de travessias sobre rodovias e ferrovias devem ser observadas as prescrições das Normas Brasileiras e normas específicas dos órgãos responsáveis..4. pela parte frontal da edificação. telhados. o ponto de entrega é na fixação dos condutores do ramal de ligação na subestação. instalado e mantido pela ELEKTRO. c) Para postos de transformação ou subestações abrigadas de medição. sacadas.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição da obra está vinculada ao pagamento da participação financeira do consumidor e a assinatura do contrato de fornecimento. h) Não é permitida emenda nos condutores do ramal de ligação. proteção e/ou transformação localizadas a menos de 50 m da estrutura de derivação da rede e for dispensável a instalação do poste particular.0 m.12 da ELEKTRO.03 ou ND. ND.1 Ramal de entrada aéreo a) A construção.01. g) O ramal de ligação não deve ser acessível de janelas. conforme desenho ND. b) O ramal de ligação deve derivar do poste da rede de distribuição determinado pela ELEKTRO. deve ser instalado um poste particular o mais próximo possível da divisa do terreno. medido do poste de derivação na rede até o ponto de entrega. devendo ser obedecidos os afastamentos mínimos estabelecidos na ABNT NBR 15688 e normas ND. um conjunto de seccionadores unipolares tipo faca. neste poste. escadas.02.4 Ramal de ligação a) O ramal de ligação das unidades consumidoras atendidas pela rede aérea em tensão primária de distribuição deve ser aéreo.ND. devem ser apresentados o projeto do ramal e a(s) respectiva(s) autorização(ões) de passagem(s). estas devem ser seccionadas e aterradas de acordo com as normas ND. localizados a mais de 50 m da estrutura de derivação da rede. proteção e transformação. Página 25 Revisão 02 –12/2009 . d) Havendo a necessidade de construção de um ramal que passe por propriedade(s) de terceiro(s) para a alimentação da instalação. • entradas de prédios e demais locais de uso restrito a veículos: 6. áreas adjacentes. e) Devem ser evitadas emendas nos condutores do ramal de entrada.

a uma profundidade mínima de 0. com isolação extrudada de XLPE ou EPR. g) O eletroduto externo de descida junto ao poste de derivação deve ser de açocarbono zincado pelo processo de imersão a quente. c) O comprimento máximo do ramal de entrada subterrâneo deve ser de 50 m. Neste caso. Os dutos devem ter diâmetro nominal mínimo de 100 mm quando for instalado um circuito completo por duto ou 50 mm quando for previsto um cabo por duto. tensão de isolamento de 8.80 x 1. deve ser colocada uma placa de advertência junto ao terminal do cabo reserva no interior da subestação abrigada alertando a sua condição de energizado. A derivação do ramal subterrâneo na rede primária deve ser executada conforme desenhos ND. j) Recomenda-se a instalação de duto e cabo reserva com as mesmas características do circuito principal. m)Ao longo do ramal de entrada subterrâneo.80 x 0.01/1 e ND. os cabos devem ser instalados em duto de polietileno de alta densidade (PEAD) diretamente enterrado ou envelopado em concreto ou de PVC rígido envelopado em concreto. Caso seja necessária.20-F-005.5 kV. A autorização para ocupação do poste da rede aérea para derivação do ramal subterrâneo fica a critério da ELEKTRO. b) O ramal de entrada subterrâneo deve partir. com boa impermeabilização. Quando instalado. e a sua conexão à rede aérea é executada pela ELEKTRO. h) Não é permitida a instalação do ramal subterrânea em poste que tenha instalado qualquer tipo de equipamento (transformador.03. unipolares ou tripolares. dimensionados conforme Tabela 6. operação e manutenção do ramal de entrada subterrâneo são de responsabilidade do consumidor. O eletroduto deve ser vedado na extremidade para evitar a entrada de água. o consumidor deve apresentar as autorizações obtidas junto aos órgãos públicos.20. conforme modelo ND.ND. religador. etc. 12 vezes o seu diâmetro externo.2 Ramal de entrada subterrâneo a) A construção. f) Os condutores do ramal de entrada subterrâneo podem ser de cobre ou alumínio.03.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. respectivamente. no mínimo. l) Os cabos isolados devem ser instalados de modo que a curvatura dos cabos seja de.02/1. chave a óleo. o consumidor deve apresentar um termo de compromisso de ocupação de poste. preferencialmente. medido do poste de derivação na rede até a subestação. i) No trecho subterrâneo.60 m na calçada ou 0. dimensionado conforme a Tabela 6.7/15 kV ou 20/35 kV para ligações em redes com tensões nominais de 13. que analisará a solicitação contendo as justificativas técnicas. e) Não é recomendada a travessia do ramal de entrada subterrâneo sob vias públicas. provida de tampa de concreto e com fundo falso de pedra britada nº 2.5.). arame de aço galvanizado 12 BWG ou bandagens. de um poste particular. k) Junto ao poste de transição deve ser prevista uma caixa de passagem com dimensões internas mínimas de 0. d) Caso seja autorizada a ocupação do poste da ELEKTRO.80 m na via pública.20 m.8 kV ou 34.20. com altura mínima de 5 metros acima do solo e ser fixado ao poste de forma adequada com cintas ajustáveis. próprios para instalação em locais não abrigados e sujeitos à umidade. recomenda-se que o cabo reserva fique energizado a partir da fonte. nos pontos com ângulos iguais ou superiores a 30º devem ser previstas caixas de passagens com dimensões internas Página 26 Revisão 02 –12/2009 .

para eventuais substituições dos terminais. 1% para facilitar o escoamento das águas de eventuais infiltrações. • Entradas e saídas do ramal nas caixas de passagem. combustíveis. p) Os dutos devem ser instalados com uma declividade adequada de. admite-se o uso da cor verde.03. providas de tampa de concreto com boa vedação e fundo falso com pedra britada nº 2. no mínimo. pode ser interligado ao neutro das instalações da unidade consumidora por meio de condutor de proteção tipo XLPE ou EPR com isolação de 0. v) Devem ser evitadas emendas nos cabos subterrâneos. comunicação.ND.25 m de largura. no mínimo.03. Os condutores de proteção e do neutro (se existir) devem ser identificados pelas cores verde e azul claro. respectivamente. • Na subestação abrigada. y) O condutor de proteção deve ser lançado no mesmo duto dos condutores de fase.50 x 1. No caso de dutos para materiais inflamáveis (gás.20.20 m. A identificação do condutor deve ser verdeamarela ou na falta da dupla coloração. 0. n) Os condutores do ramal subterrâneo de MT devem ser identificados com as seguintes cores: fase A: azul. w) A instalação de cabos diretamente enterrados no solo pode ser feita somente quando utilizados cabos com características mecânicas apropriadas. no mínimo.04/1. o) Os cabos devem possuir identificação das fases.) deve ser de. Para as configurações dos bancos de dutos. O desenho ND. Página 27 Revisão 02 –12/2009 . etc. fase B: branco e fase C: vermelho. no mínimo. devem ser executadas de forma a garantir as características físicas e elétricas originais do cabo e realizadas nas caixas de passagem. ao redor da sua abertura. junto aos terminais.00 x 1.6/1 kV. os dutos diretamente enterrados devem ser sinalizados com fita de advertência colocada a 0. z) A instalação dos cabos em dutos individuais ou um circuito completo por duto depende do critério adotado pelo projetista.03/1 ou ND. porém quando necessárias. etc.20.01/1 ilustra a instalação de um circuito completo por duto. r) Por toda extensão do ramal de entrada subterrâneo. s) As caixas de passagem construídas em locais sem acabamento do piso (terra ou gramado) devem possuir uma base de concreto de 0. q) A distância horizontal dos dutos do ramal de entrada subterrâneo com dutos de outros serviços de infraestrutura (água.03. reconstituições de cabos. x) Se o neutro da rede da ELEKTRO for contínuo e quando disponível.40 m acima do duto.20. telefone. dimensionado de acordo com os critérios da ABNT NBR 14039. etc. u) As blindagens metálicas dos cabos devem ser interligadas ao sistema de aterramento. Essa distância é válida também para os casos de cruzamentos. ver desenho ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição mínimas de 1. nos seguintes pontos: • Poste de transição. t) Recomenda-se que nas caixas de passagem sejam previstas reservas de cabo.30 m.) devem ser obedecidas as distâncias mínimas estabelecidas pelas empresas responsáveis pelo material.

04. • entrada subterrânea. estas destas devem ficar localizadas próximas à divisa com a via pública.6.6.01/1. no máximo a 10 metros.3 Tipos A escolha do tipo de subestação é feita a critério do consumidor e de acordo com a potência do transformador a ser instalado. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis.desenho ND.5 kV: • medição direta .04. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo. c) Subestação abrigada de medição e proteção. proteção e transformação incorporadas e os postos de transformação devem ser localizados o mais próximo possível da divisa do terreno com a via pública.1 Condições Gerais De acordo com a ABNT NBR 14039. Deve possibilitar fácil acesso a pessoas e veículos. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis. d) Quando forem projetadas subestações abrigadas apenas para a medição e proteção.04. sempre que possível.01/1 e ND. no limite da propriedade com a via pública e a mais próxima possível da entrada principal.02/1. medição em AT. em função das características da propriedade. somente é permitido o emprego de transformadores a seco. nos projetos das subestações devem ser observadas as seguintes condições: a) Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação industrial. e) Nos casos de atendimento a consumidores na área rural.04. • medição indireta .20. c) As subestações abrigadas com a medição (em AT ou BT).20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.6 Subestação da entrada de energia 6. o recinto não isolado ou desprovido de paredes de alvenaria e porta corta-fogo. medição em BT. b) Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação residencial e/ou comercial.20. Os tipos padronizados são: a) Posto de transformação em poste. 6.ND. para transformadores com potências até 300 kVA em 13.20.2 Localização a) A subestação de entrada de energia deve ser construída. 6. os postos de transformação aéreos podem ficar localizados próximos aos centros de carga.20.desenho ND. medição em BT.05.02/1. Nota: considera-se como parte integrante.20. para instalações com potências até 300 kVA: • entrada aérea. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro. bem como para instalação e remoção dos equipamentos. b) Subestação abrigada de transformação. para instalações com potências superiores a 300 kVA: Página 28 Revisão 02 –12/2009 . desenho ND.05.03/1 e ND. b) As subestações podem ser instaladas em local isolado ou fazer parte de uma edificação.20.04/1. não devendo ficar afastadas mais de 50 metros da mesma. desenho ND.6. somente é permitido o emprego de transformadores a seco. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro.8 kV ou 34.

6.03/1.04/1.20. b) Os postes devem ter as características mínimas definidas na Tabela 5 com comprimento adequado para atender os afastamentos mínimos estabelecidos. desenho ND.05. desenho ND. medição em AT. desenho ND. b) Devem ser dimensionadas de acordo com as características dos equipamentos a serem instalados.06.05. c) A laje de cobertura da subestação abrigada deve ser impermeabilizada e orientada de modo a não permitir escoamento de água de chuva sobre os isoladores e os condutores de média tensão.20. 6. As janelas devem possuir área útil de ventilação de 20 cm2 por kVA de potência de transformação. f) Devem possuir iluminação interna artificial obedecendo aos níveis de iluminamento fixados pela ABNT NBR 5413. com uma declividade mínima de 5%. bem como as condições mínimas necessárias de segurança.8 kV ou 34.07.06/1.5 kV.5 Subestações abrigadas a) Devem ser construídas em alvenaria ou concreto armado e apresentar características definitivas de construção.07/1.05. proteção e/ou transformação: desenho g) Subestação ao tempo. abrir para fora. e natural sempre que possível.ND.10 m para acesso de pessoas e de 1.20. As janelas devem ser convenientemente dispostas. desenho ND. para medição.6. desenho ND. • entrada subterrânea.4 Características gerais 6.01/1.4. não sendo permitido o uso de material combustível. de Página 29 Revisão 02 –12/2009 .20. sendo cada uma com área livre mínima de 1 m2. d) Os corredores e os locais de acesso da subestação abrigada devem ter dimensões de.20. e) As portas das subestações abrigadas devem ser metálicas. no mínimo. para transformadores com potências superiores a 300 kVA: desenho ND. medição em AT.10 m quando para acesso comum a pessoas e equipamentos. de modo a oferecer condições adequadas de operação e manutenção. proteção e transformação.80 x 2. sempre que possível. para instalações com potências superiores a 300 kVA: • entrada aérea. As dimensões indicadas nos desenhos padrões são as mínimas recomendadas.05. d) Subestação abrigada de medição. com todas as portas abertas e na pior condição com os equipamentos extraídos em manutenção.20.20. para instalações com potências superiores a 300 kVA: • entrada aérea. com dimensões mínimas de 0.01/1. e) Subestação abrigada de medição. proteção e transformação. ou forçada quando necessária.6. 6.05/1. conforme Tabela 7.70 m. 0. desde os terminais do transformador até a caixa de medição. f) Conjunto blindado ND. com transformador auxiliar antes do disjuntor.60 x 2.05. g) Devem possuir sistema de ventilação natural.1 Posto de transformação em poste a) Os postos de transformação em poste podem ser utilizados para instalações com transformadores com potências nominais até 300 kVA em 13. • entrada subterrânea.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • entrada aérea. para livre circulação de pessoas. c) Os condutores secundários devem ser protegidos por eletroduto rígido.

O piso da subestação abrigada deve ser de concreto dimensionado de maneira que resista ao peso dos equipamentos a serem instalados e ficar com uma cota positiva (100 mm) em relação ao piso externo. com os símbolos usuais indicadores de tal perigo. montagem.20.ALTA TENSÃO”.70 m do solo. próximo à porta de entrada. e) As demais condições quanto à proteção contra sobrecorrentes.ND.08. aterramentos. i) Deve ser provido de extintor de incêndio (CO2 ou pó químico seco) e atender as normas de segurança específica do Corpo de Bombeiros. j) k) Nos desenhos ND. c) Deve haver um espaçamento mínimo de 0. são as mesmas de uma subestação abrigada com transformador convencional. etc.50 m entre transformadores e entre transformador e paredes.01/1 a ND. em local acessível. porta corta-fogo e sistema de drenagem de óleo.04/1 são mostrados detalhes que devem ser observados na construção das subestações abrigadas e sugestões para ferragens e suporte de equipamentos.5. preferencialmente. um esquema geral da instalação. A tela metálica deve ser instalada até uma altura mínima de 1. placa de advertência. devidamente protegido contra intempéries. l) Os transformadores de potencial (TP) para serviços auxiliares devem ser ligados após a medição. operação e manutenção dos transformadores a seco.09. para facilitar o acesso para inspeção e possibilitar ventilação adequada. de arame galvanizado n°12 BWG. n) É obrigatória a fixação em local bem visível. não sendo necessário paredes divisórias entre equipamentos. 6. telas de proteção.20. m) Nas instalações de equipamentos que contenham líquido isolante inflamável com volume superior a 100 litros devem ser observadas as seguintes precauções: • Construção de barreiras incombustíveis entre os equipamentos ou outros meios adequados para evitar a propagação de incêndio. tanto no lado externo da porta como nas grades de proteção no interior da subestação abrigada.1 Instalação de transformador a seco a) Por se tratar de equipamento sem risco de explosão e por possuírem características auto-extinguíveis e não propagação de fogo é dispensada a construção de subestação abrigada a prova de fogo. com malha mínima de 13 mm e máxima de 25 mm. da placa de advertência “PERIGO .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição modo a promover perfeita circulação de ar. O TP deve ter proteção contra sobrecorrente e ser dimensionado de acordo com as recomendações do fabricante. Página 30 Revisão 02 –12/2009 . b) Os transformadores a seco devem ser instalados sobre piso adequadamente nivelado e resistente para suportar o seu peso. sobretensões. podendo ter uma abertura de até 0. h) As partes energizadas da instalação devem ser protegidas por anteparos rígidos constituídos de telas metálicas resistentes. com a colocação de janelas próximas ao piso e outras próximas ao teto.6. • Construção de dispositivo adequado para drenar ou conter o líquido proveniente de eventual vazamento.30 m na parte inferior. distâncias de segurança. o) No interior da subestação abrigada deve estar disponível. Recomenda-se que o mesmo seja instalado do lado de fora da subestação abrigada. d) Devem ser observadas as recomendações do fabricante quanto às condições de instalação.

Página 31 Revisão 02 –12/2009 . providas de trincos e fechaduras. corrente suportável nominal de curta duração (1 segundo): 16 kAef (mínima). correntes nominais para o barramento principal. devendo ser conservadas fechadas. A tela da cerca deve possuir malha de 50 mm de abertura.01/1.20. número de série e designação de tipo. valor de crista nominal da corrente suportável: 40 kA (mínima).20. os seguintes dados: • • • • • • • • • nome do fabricante. em local bem visível do lado externo do portão. no mínimo. 6. no máximo. grau de proteção. devendo ser observadas as disposições básicas dos equipamentos apresentadas no desenho ND.Conjunto de manobra e controle de alta-tensão .5.6. b) Deve estar de acordo com as exigências especificadas na norma ABNT NBR IEC 62271-200 . nível básico de isolamento: 95 kV (classe 15 kV) ou 150 kV (classe 36. em duas folhas. abrindo para fora. com os símbolos usuais indicadores de tal perigo. freqüência nominal: 60 Hz.2 Subestação ao tempo a) Este tipo de subestação pode ser utilizado somente por consumidores industriais.60 m de largura. g) Deve possuir cerca ou muro com altura mínima de 2. no mínimo.3 Conjunto de manobra e controle em invólucro metálico a) Os conjuntos de manobra e controle em invólucros metálicos para medição e proteção em média tensão e/ou transformação é utilizado exclusivamente para entradas subterrâneas.01/1.06. no máximo. b) A medição em AT e a proteção devem ser instaladas em subestação abrigada própria. d) As ferragens devem ser zincadas por imersão a quente. j) É obrigatória a fixação. c) As partes metálicas da subestação (cerca.07.5. com dimensões mínimas de 2.6. etc. conforme desenho ND. portões. localizada antes do posto e o mais próximo possível da divisa do terreno. h) O acesso a pessoas qualificadas deve ser feito por meio de portas. Recomenda-se que na parte superior da cerca ou muro sejam estendidas três ou quatro fiadas de arame farpado zincado. no máximo a 10 m.Parte 200: Conjunto de manobra e controle de alta-tensão em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até e inclusive 52 kV.2 kV). i) Deve possuir sistema de iluminação artificial.00 m de altura e 1.15 m. devendo ser obedecidas às distâncias mínimas deste à cerca. 0. f) Deve ser previsto piso com pedra britada ou um sistema de drenagem adequado para escoamento do líquido isolante do transformador.0 m em relação ao piso externo a fim de evitar a aproximação de pessoas não qualificadas ou animais. espaçadas de. 400 A (mínima). tensão nominal: 15 kV ou 36.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.ND. c) Deve ter placa de identificação contendo. e ser constituída de fio de aço galvanizado de 3 mm de diâmetro.2 kV. e) As dimensões do posto de transformação ao tempo são em função das dimensões do transformador. da placa de advertência “PERIGO ALTA TENSÃO”. carcaça.) devem ser solidamente conectadas à malha de terra com cabo de cobre nu de mesma seção da malha ou cabo de aço cobreado de seção equivalente.

as chapas metálicas dos conjuntos blindados devem sofrer tratamentos especiais. devidamente aterrado. sempre que possível. Alguns defeitos.6 mm (12 MSG) para instalação ao tempo ou de 2. contendo no mínimo: Página 32 Revisão 02 –12/2009 . n) A iluminação interna deve permitir visualizar todos os equipamentos de comando e controle da parte frontal e equipamentos de média tensão. deve ter um tratamento anticorrosivo. Para instalação interna não há necessidade das portas frontais externas. tanto na parte interna como na externa. O piso interno à cerca deve ter uma camada mínima de 200 mm de pedra britada n° 2 e um sistema de drenagem adequado para escoamento de águas pluviais. ou forçada. ou muro de alvenaria. o) Nas instalações ao tempo recomenda-se que o local seja delimitado por meio de cerca com tela de arame zincado 12 BWG e malha máxima de 50 mm. i) O conjunto blindado para instalação externa deve possuir portas frontais e traseiras internas. d) Pode ser instalado em local abrigado ou ao tempo. A ocorrência de arco interno pode provocar danos ou ferimentos a pessoas nas suas proximidades.ND. O conjunto blindado para instalação externa deve ser provido de beirais e a cobertura metálica deve apresentar inclinação adequada para escoamento da água.). Quando instalados nesses locais.00 mm (14 MSG) para instalação abrigada. seus efeitos sejam controlados para limitar sua duração e as suas conseqüências. com acesso permitido apenas a pessoas advertidas e qualificadas. devendo ser pintados nas cores convencionais da ELEKTRO. indicadas a seguir: • fase A – azul • fase B – branco • fase C – vermelho q) Deve ser apresentado o projeto do conjunto blindado. tensão de operação. condições excepcionais de serviço ou má operação podem ocasionar um arco elétrico interno no conjunto de manobra e controle. além das portas frontais externas. massa em quilogramas. f) O invólucro deve ser de chapa de aço com espessura mínima de 2. Dessa forma. e) Deve ser instalado sobre uma base de concreto com cota positiva (100 mm) em relação ao piso do recinto. p) Os barramentos devem ser de cobre eletrolítico rígido.20 • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição mês e ano de fabricação. l) m) A estrutura da subestação abrigada deve ser apropriada para fixação por chumbadores em base de concreto. j) k) Deve possuir aberturas de ventilação natural. tensão de comando. indústrias altamente poluentes. g) A superfície. h) Não é recomendada a instalação em locais sujeitos a ação corrosiva do meio ambiente (orla marítima. os conjuntos blindados devem ser projetados para evitar os arcos elétricos internos e quando ocorrerem. providas de trinco e fechadura. para inspeção e remoção dos equipamentos. etc.

e potências até 45 kVA com tensão secundária de 380/220 V. • relatório de ensaios de rotina. trepidação excessiva. Esses equipamentos são instalados e ligados após a vistoria e aprovação das instalações.20. 6. a medição é feita em tensão secundária (BT): • medição direta (sem TC´s): para transformadores com potências até 30 kVA com tensão secundária de 220/127 V ou 380/220 V. bombas.ND. entretanto. onde forem instalados os equipamentos de medição. s) Juntamente com o projeto das instalações da entrada de serviço. • ART do responsável técnico pelo projeto e construção do conjunto blindado. somente podem ser rompidos pela ELEKTRO. c) A medição deve ser instalada em local de fácil acesso. proximidades de máquinas. temperaturas elevadas. • relatórios de ensaios de tipo emitidos por Laboratório Oficial. tanques e reservatórios. umidade. realizados conforme ABNT NBR IEC 62271-200.01/1. • desenhos dimensionais e de disposição. inundações ou a abalroamento de veículos. r) Conjunto blindado compacto tipo “Metal Clad” ou “Metal Enclosed” para instalações abrigadas ou ao tempo está desobrigado de atender as características do desenho ND. escadarias e rampas. • massa do conjunto. • medição indireta (com TC´s): para transformadores com potências superiores aos valores acima e até 300 kVA.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • diagramas elétricos. • lista de materiais. • ART referente ao projeto e construção do conjunto blindado. operação. com a indicação do dispositivo de alívio de sobrepressão. realizados conforme ABNT NBR IEC 62271-200. b) Os lacres dos medidores. • detalhes de fixação.7 Medição 6. • instruções de instalação. manutenção e armazenagem. não devendo ser instalada em locais como: • • • • recintos fechados.2 Tipos de medição a) Nas instalações com transformador único com potência até 300 kVA (inclusive). deve ser apresentada a ART do responsável técnico pela montagem do conjunto blindado. poeira. com boa iluminação e condições de segurança adequadas. inclusive. Página 33 Revisão 02 –12/2009 . • Relatórios de ensaio de tipo emitidos por laboratório oficial.1 Condições gerais a) Os medidores e demais equipamentos destinados à medição de energia elétrica são fornecidos e instalados pela ELEKTRO em caixas adquiridas pelo consumidor. 6. caixas e cubículos. para a liberação para ligação deve ser apresentado: • Projeto completo do conjunto blindado.06.7.7. locais sujeitos a gases corrosivos.

transformadores de potencial.09. 6.ND. a medição é feita em tensão primária (AT). devem ficar em posição de tal modo que a iluminação interna possibilite fácil leitura dos medidores.7. não sendo admitida a instalação de caixas de passagem. 6.09. b) Medição em AT: • Caixa de medição tipo A – ver desenho ND.20.1 Generalidades a) No poste da rede aérea da ELEKTRO de onde derivar o ramal de ligação aéreo ou o ramal de entrada subterrâneo devem ser instaladas chaves fusíveis ou seccionadores unipolares tipo faca.3 Instalação a) Os equipamentos para medição. III (fibra de vidro). 10 m.20. b) A proteção geral das instalações da unidade consumidora em média tensão deve estar coordenada com o sistema de proteção da rede ELEKTRO. dimensionados e instalados pela ELEKTRO. Página 34 Revisão 02 –12/2009 . tais como. quando localizadas no interior de subestação abrigada.12. f) A distância entre os transformadores de medição e a caixa de medição deve ser de.4 Caixas de medição Devem ser utilizados os seguintes tipos de caixas de medição: a) Medição em BT: • Medição direta: caixa de medição tipos E (aço carbono). As caixas de medição devem ser de fabricantes homologados pela ELEKTRO. c) Nas subestações abrigadas com medições em AT.04/1. d) No local da instalação da medição deve ser prevista uma distância livre de. g) As caixas de medição e os compartimentos destinados à instalação dos equipamentos de medição devem possuir dispositivos para lacre.01/1.20.8. preferencialmente em instalação aparente. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico. 1. b) As caixas dos medidores devem ser instaladas de modo que o centro do visor fique a uma altura aproximada de 1. ou em alvenaria.8 Proteção geral 6. Esses equipamentos são instalados em caixas ou cubículos preparados pelo consumidor conforme os padrões e em locais estabelecidos nesta norma e são lacrados pela ELEKTRO. de acordo com a potência e características das cargas da instalação consumidora. os transformadores de medição são instalados em suportes metálicos conforme desenho ND.7.03/1 ou ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição b) Nas instalações com transformador único com potência superior a 300 kVA ou com mais de um transformador de qualquer potência.50 m em relação ao piso e. • Medição indireta: caixa de medição tipo M. 6. e) Os condutores dos circuitos secundários dos transformadores de medição devem ser protegidos por eletrodutos de aço ou PVC rígido com diâmetro interno mínimo de 21 mm. VI-A ou VI-B (policarbonato). no máximo. no mínimo.20 m em frente à caixa de medição. medidores e demais acessórios são especificados e instalados pela ELEKTRO. transformadores de corrente.

caso necessário.ND. • O respectivo projeto deve conter as relações de TP’s e TC’s de proteção. • É incumbência do interessado a elaboração do projeto da proteção. e) A operação e manobra dos equipamentos de proteção devem ser feita por pessoal técnico treinado e habilitado. i) A ELEKTRO orienta que os equipamentos de proteção não sejam adquiridos antes da aprovação do projeto de proteção. calibração e aferição devem ser executados pelo interessado. caso julgue necessário. concordando ou propondo alterações. poderá exigir a verificação do ajuste em campo através de equipamento de ensaios apropriado. • O projeto e ajuste de proteção são de responsabilidade do interessado. d) Os seccionadores unipolares e chaves fusíveis devem ser instaladas de forma que impeça o seu fechamento pela ação da gravidade e possibilite sua pronta manobra.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição c) Cada unidade transformadora deve ter a sua proteção individual na média e baixa tensão. sendo imprescindível a utilização de equipamentos de proteção individual e coletivo. • Substituição dos equipamentos de proteção. • Os ajustes. • Cabe a ELEKTRO analisar o projeto da proteção com o objetivo de garantir a confiabilidade/integridade do sistema elétrico da ELEKTRO. • Reativação de unidade consumidora. execução e manutenção do projeto da proteção: • O interessado deve solicitar à ELEKTRO os dados básicos e condições de contorno para a elaboração do projeto da proteção. as instruções para operação das chaves e disjuntores de MT. deve haver condições de lacrar o(s) relé(s) de proteção de modo que não haja condições de alteração dos ajustes das proteções sem a concordância da ELEKTRO. Devem ser afixadas em local visível. g) Onde houver disjuntor geral de média tensão. e o resumo dos ajustes em valores primários e secundários. conforme normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego. Página 35 Revisão 02 –12/2009 . as partes móveis não estejam sob tensão. conforme exemplificado no Anexo I • A ELEKTRO. j) Quanto à elaboração. devendo mantê-lo conforme apresentado à ELEKTRO. • Expansão no sistema elétrico da unidade consumidora que envolva a necessidade de quaisquer alterações nas instalações de média tensão. a qualquer tempo e circunstâncias. e quando abertas. h) Além do que estabelece esta Norma o projeto de proteção deve atender as exigências das normas ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 14039. e informados a ELEKTRO através de Laudo Técnico de empresa ou profissional habilitado. f) As unidades consumidoras existentes devem ter os sistemas de proteção geral readequados às exigências desta norma nos seguintes casos: • Alteração de capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA para valor superior a esta potência. Esta análise não contempla a verificação da garantia da confiabilidade/integridade das instalações do consumidor.

9. em função das condições das cargas e suas particularidades.9. os fusíveis limitadores devem ser escolhidos de forma a atuar em valores (correntes e tempos) inferiores aos admissíveis na curva de carregamento máximo de curta duração do transformador. 47 (inversão de fases). b) As características das chaves fusíveis estão informadas na norma ND. e) Devem ser previstas chaves fusíveis no ponto de entrega da ELEKTRO com a função de retaguarda do disjuntor de entrada.ND.01 e para o dimensionamento do elo fusível.1 Posto de transformação ao tempo com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA a) A proteção geral na média tensão deve ser feita por chaves fusíveis instaladas na estrutura do transformador. os procedimentos são os mesmos descritos no item 6.78. • Subestação abrigada com mais de uma unidade transformadora. com fusíveis limitadores de corrente. 51NS (neutro sensível). 50K e 65K. 25K. • Instalação com circuito primário subterrâneo após a proteção geral. 15K. b) No caso de utilização de disjuntor na média tensão.3. Havendo restrições para a utilização da chave fusível.9. sendo que. c) No caso de utilização de seccionador tripolar com fusíveis limitadores. mantendo-se apenas as funções 50N e 51NS.2 Subestação unitária com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA a) A proteção geral na média tensão deve ser realizada por meio de um disjuntor acionado através de relés secundários ou por meio de seccionador tripolar com abertura em carga. sendo que. poderá ser utilizado seccionador unipolar.9. c) Quando não houver necessidade de maior seletividade nas instalações consumidoras. a proteção geral na baixa tensão deve ser realizada através de disjuntor tripolar. b) O disjuntor geral deve ser acionado através de relés de proteção secundários com as funções 50 e 51 nas 3 fases. desde que justificado e aprovado pela ELEKTRO. Os elos fusíveis devem ser propostos pelo consumidor. 6. c) O disjuntor tripolar de BT deve ser dimensionado de acordo com a Tabela 10 6. poderá ser suprimida a função 51N. d) A proteção de fase e neutro deve ter elemento temporizado (51) com as curvas características tempo x corrente tipo muito inversa ou extremamente inversa. 40K. • Instalação com um ou mais transformadores ao tempo com capacidade instalada total maior que 300 kVA. e permitir a livre passagem das correntes de carga e transitória de magnetização do transformador. adicionalmente.3 Proteção geral com disjuntor de média tensão a) A proteção geral de média tensão deve ser realizada por meio de disjuntor nos seguintes tipos de instalações: • Subestação unitária com capacidade instalada maior que 300 kVA. neste caso. A proteção 51NS deve ser do tipo tempo definido.9 Proteção geral de média tensão 6. e escolhidos entre 10K. independente da capacidade instalada. consultar a norma ND. a proteção geral na baixa tensão deve ser realizada por disjuntor tripolar. neste caso. e 59 (sobretensão). Página 36 Revisão 02 –12/2009 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. 50/51N (neutro).

4 segundos mais rápidos. • As unidades temporizadas de fase (51) devem ter correntes de partida no máximo iguais a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante. Página 37 Revisão 02 –12/2009 . e seus tempos de atuação devem ser pelo menos 0. Estes TC’s devem ser convenientemente dimensionados de acordo com a demanda. i) Os transdutores utilizados para as proteções de tensão devem garantir a devida qualidade dos seus sinais. sendo dispensável quando utilizado disjuntor extraível. ajustar a corrente de partida do relé de fase em 1. g) Os ajustes dos relés de sobrecorrente de neutro devem satisfazer os seguintes requisitos: • O elemento temporizado (51N) deve ser sensível às menores correntes de defeito entre fase e terra sob sua supervisão. quando o consumidor possuir apenas um transformador. • O elemento temporizado (51) deve ser sensível às menores correntes de defeito entre fases no trecho sob sua supervisão e.3 e). e seu tempo de atuação deve ser pelo menos 0. • O elemento instantâneo (50N) deve ser sensível às menores correntes de curtocircuito entre fase e terra possíveis e ter ajuste no máximo em 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos a montante. ter ajuste no máximo igual a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante e permitir a livre circulação da corrente transitória de magnetização. • Os tempos de atuação da função 51 devem ser pelo menos 0.4 segundos mais rápido. • O elemento instantâneo (50) deve ser sensível às menores correntes de curtocircuito entre fases. j) Antes do disjuntor deve ser instalada um seccionador tripolar.4 segundos mais rápido.ND.5 vezes a corrente equivalente à demanda contratada respeitando as condições acima.9. refletidas no lado de alta tensão. com ação simultânea.05 a 1 segundo. níveis de curto-circuito e carga ligada ao secundário (cablagem e relés). h) Os TC’s de proteção em que são ligados os relés devem ser sempre do tipo a seco. instalados a montante do disjuntor no mesmo compartimento ou em compartimento específico. limitado a 80% da proteção 51NS à montante. se possível.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição f) Os ajustes dos relés de sobrecorrente de fase devem satisfazer os seguintes requisitos: • Atuar em valores (correntes e tempos) inferiores aos admissíveis na curva de carregamento máximo de curta duração do transformador. dotada de alavanca de manobra.2 segundos mais rápidos que a curva do elo fusível proposto para a chave de proteção do ponto de entrega da ELEKTRO definidos conforme item 6. e ajuste de tempo 0. • O neutro convencional (51N) deve ter corrente de partida no máximo igual a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante. de operação manual. quando aplicável. às correntes de defeito no lado de baixa tensão. • Na condição do subitem c) acima o elemento instantâneo (50N) deve permitir ajuste na faixa de 10 a 100 A referido ao primário. deve ter o ajuste de corrente de partida referida no primário de 3 a 10 A. • Caso a demanda contratada esteja abaixo da capacidade do transformador. • O elemento temporizado tipo tempo definido (51NS). sendo que deve ser pelo menos 0.

p) Não é permitida a utilização dos transformadores destinados à medição de energia para acionamento dos dispositivos de proteção ou para outros fins. m) Para alimentação da bobina de abertura do disjuntor geral de MT devem ser previstas fontes auxiliares. alimentado pelo transformador auxiliar. observadas as exigências das normas ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 14039. com autonomia mínima de duas horas. • . Estas fontes podem ser: • . Estas fontes podem ser: • .7 Proteção geral de baixa tensão a) No lado de baixa tensão do transformador deve ser prevista proteção geral e individual para cada circuito.Fonte capacitiva (trip capacitivo). além das fontes citadas no item 6. 6. l) Para alimentação do(s) relé(s) de proteção. devem ser instaladas chaves seccionadoras antes e após o disjuntor. a fim de garantir a sinalização do evento que provocou a atuação. Caso o projeto indique o seu uso. sobrecarga e curto-circuito. para o correto funcionamento do relé no momento da falta.5 Proteção contra inversão de fases (47) A unidade consumidora deve utilizar proteção contra inversão de fases. devem ser prevista fonte capacitiva.Banco de baterias e seu carregador.4 Proteção contra subtensão ou falta de fase (27) A ELEKTRO não recomenda a utilização de proteção de subtensão (bobina de mínima tensão) ou falta de fase com operação instantânea atuando no disjuntor geral da instalação. 6.Banco de baterias e seu carregador. a proteção geral de baixa tensão deve ser através de disjuntor tripolar instalado o mais próximo possível do transformador.9.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição k) Para alimentação do(s) relé(s) de proteção. alimentado pelo transformador auxiliar.9. n) Havendo capacitores no circuito primário ou geração própria. A ELEKTRO recomenda que esta proteção seja feita no circuito secundário (lado da baixa tensão) junto aos motores elétricos ou outras cargas sensíveis.No-break.6 Proteção contra sobretensões (59) A unidade consumidora deve utilizar proteção contra sobretensões e ser ajustada de acordo com as necessidades requeridas pelo sistema elétrico do consumidor. Página 38 Revisão 02 –12/2009 . Estas proteções devem garantir a estabilidade e confiabilidade da proteção para casos de manobras. 6.9.ND. adequadamente dimensionadas visando garantir sua atuação. b) No caso da proteção no lado de média tensão utilizando fusíveis. após a medição. sendo dispensável quando utilizado disjuntor extraível. devem ser previstas fontes auxiliares.9. deve possuir operação temporizada a ser definida junto a ELEKTRO. 6. adequadamente dimensionada. • . o) Havendo mais de um transformador de serviço. de forma a garantir a integridade e confiabilidade. q) O transformador auxiliar instalado antes do disjuntor geral. alimentado pelo transformador auxiliar. deve ser protegido por seccionador tripolar com fusíveis.3k) acima.9. devem ser instaladas chaves seccionadoras antes da proteção de cada transformador.

a serem instalados entre cada condutor de fase e terra. deve ser instalado um jogo de para-raios na saída da subestação e outro na entrada da subestação de transformação. também. tanques de equipamentos. os para-raios devem ser instalados na estrutura do transformador. com dispositivo para desligamento automático. telas de proteção.) devem ser aterradas e ligadas ao sistema de aterramento com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. na condição mais crítica (solo seco). c) Os eletrodos de aterramento.8 Proteção contra descargas atmosféricas a) Para a proteção dos equipamentos elétricos contra descargas atmosféricas devem ser utilizados para-raios a óxidos metálicos. na tabela a seguir estão apresentados os valores das resistências de aterramento máximos exigidos. Os para-raios devem possuir as seguintes características conforme item 6. e para ramais subterrâneos com comprimento superior a 18 m. d) Nas subestações abrigadas alimentadas por ramal de entrada subterrâneo devem ser instalados para-raios na estrutura de derivação do cabo subterrâneo. c) Nas subestações abrigadas alimentadas através de ramal aéreo. janelas. ou seja. o projeto deve ser elaborado de forma a controlar adequadamente a dissipação da corrente de falta sem o aparecimento de potenciais de passo e toque perigosos para pessoas e animais.9. devem ser instalados pararaios.9 Sistema de aterramento É de responsabilidade do projetista planejar um sistema de aterramento que seja considerado seguro para quaisquer condições de defeito.9.ND. sem centelhador. 6. Para tal. ferragens. d) Todas as partes metálicas não energizadas da subestação abrigada (portas. devem ser com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. conforme recomendações da norma ABNT NBR 15751 e contemple os requisitos listados a seguir: a) O valor da resistência da malha de aterramento deve ser tal que no caso de um curto-circuito fase-terra. e) Quando. existir um circuito de alimentação primário aéreo com extensão superior a 300 m. no interior da subestação abrigada. os para-raios devem ser instalados em suportes na entrada da subestação abrigada. b) Nos postos de transformação ao tempo. após a subestação abrigada de medição e proteção.3. o valor de corrente resultante sensibilize a proteção de neutro na Subestação da ELEKTRO que o atenderá. de acordo com os valores da corrente de curto-circuito fase-terra do local: Corrente de curtocircuito fase-terra (Iccft) Iccft ≤ 400 A 400 A < Iccft < 600 A Iccft ≥ 600 A Resistência de aterramento 10 Ω 15 Ω 20 Ω b) Cuidados especiais devem ser tomados visando evitar a transferência de potenciais que partem da área ocupada pela malha de aterramento para outros pontos. etc. assim como os condutores de ligação dos para-raios à terra.10. Página 39 Revisão 02 –12/2009 . f) Para a proteção da baixa tensão contra surtos e descargas atmosférica devem ser seguidas as orientações das respectivas normas da ABNT vigentes.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.

secundária: estrela com neutro acessível.ND.primária: triângulo. • ligações: . os transformadores de potências superiores a 300 kVA devem ser de acordo com as especificações da ABNT NBR 5356 e os transformadores a seco devem ser conforme a especificação NBR 10295. ligações: .03/1).transformador com potência nominal até 300 kVA (medição em BT): 220/127 V ou 380/220 V. • tensões secundárias: .08.1 Transformador de serviço a) Os transformadores devem ser dimensionados de modo que a demanda máxima da instalação consumidora não seja superior a potência nominal de transformação instalada.secundária: estrela com neutro acessível.2) Para instalações de 34.0-31.5-33.10.primária: estrela com neutro aterrado .transformador com potência nominal até 300 kVA (medição em BT): 220/127 V ou 380/220 V.6 kV. zinco ou chumbo). não sendo permitido o uso de solda simples (estanho. . b) Os transformadores com potências até 300 kVA para instalações em postos de transformação devem ser fabricados de acordo com a padronização da ABNT NBR 5440.5 kV. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV.5 kV: • • • • tensão máxima do transformador: 36. b.1 Transformadores 6. • derivações primária (tap’s): 13.transformador com potência nominal acima de 300 kVA ou de qualquer potência em instalações com medição em MT: é permitida o uso de qualquer tensão secundária padronizada.10 Equipamentos e acessórios 6.transformador com potência nominal acima de 300 kVA ou de qualquer potência em instalação medição em MT: é permitida o uso de qualquer tensão secundária padronizada. .1) Para instalações de 13.1.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição e) Todas as interligações dos eletrodos com as hastes de aterramento devem ser feitas com conectores apropriados ou solda exotérmica. . • freqüência: 60 Hz.8 kV: • tensão máxima do transformador: 15 kVef.10. Página 40 Revisão 02 –12/2009 .8-13. • derivações primária (tap’s): 34. f) Quando o neutro contínuo da rede da ELEKTRO estiver disponível.20. sendo exigidas as seguintes características mínimas: b. este pode ser interligado com a malha de aterramento da subestação do consumidor (ver detalhes da interligação no desenho ND. 6.2 kVef.2-12. • tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV. obedecidas as potências padronizadas pela ABNT. freqüência: 60 Hz. • tensões secundárias: .

1 kA. d) O transformador auxiliar deve ser dimensionado para atender exclusivamente os circuitos de iluminação e emergência da subestação abrigada.1.3 Para-raios Para-raios tipo válvula com desligador automático.4 Chave fusível a) As chaves fusíveis devem ser de base tipo C. podendo ser monofásico. cabendo ao consumidor preparar o local de instalação dos mesmos. f) As características elétricas devem ser conforme item 6.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • os transformadores para instalação em redes de 34. b) Para alimentação de circuito de iluminação e emergência.10.5 kV: • tensão nominal: 30 kVef • máxima tensão de operação contínua (Mcov): 24. 6.5 kV devem possuir núcleo de 5 (cinco) colunas.4 kVef • corrente nominal de descarga: 10 kA 6. ligação entre fases.1) Para instalações de 13. 6. com corpo e suporte em material polimérico. tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV. de óxido de zinco (ZnO) sem centelhador.1. Página 41 Revisão 02 –12/2009 .10. de acordo com o indicado nos padrões construtivos. conforme ABNT NBR 8124 e com as seguintes características mínimas: a.ND.2 Equipamento de medição Os equipamentos destinados à medição para fins de faturamento são fornecidos e instalados pela ELEKTRO.1.10. ocasionando um baixo fator de potência médio. capacidade de interrupção simétrica: 7. c) Os circuitos alimentados pelo transformador auxiliar devem ser completamente independentes dos circuitos alimentados pelo transformador de serviço.2 Transformador auxiliar O transformador auxiliar deve obedecer as seguintes condições: a) Para alimentação de circuitos que não necessitem de utilização contínua e plena do transformador de serviço. 6. com as seguintes características: a) Para instalações de 13.8 kV: • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV.10. com potência nominal até 10 kVA ou trifásico com a mesma ligação do transformador principal. capacidade de interrupção assimétrica: 10 kA. onde o mesmo viria a ficar ligado por longo tempo com subcarregamento. e) O transformador auxiliar pode ser instalado antes do disjuntor geral e após a medição.2 kVef • corrente nominal de descarga: 10 kA b) Para instalações de 34.10. corrente nominal: 300 A.8 kV: • tensão nominal: 12 kVef • máxima tensão de operação contínua (Mcov): 10.

dotadas de alavanca de manobra.20 • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição a.8 kV: • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. A ELEKTRO poderá exigir disjuntor com capacidade de interrupção de maior valor. com indicador mecânico de posição “ABERTA” ou “FECHADA”. duração nominal da corrente suportável de curta duração: 1 segundo.2 kV. corrente suportável nominal de curta duração: 16 kA. NBI: 95 kV (mínimo). com dispositivo de abertura mecânica e elétrica (bobina de abertura). valor de crista nominal da corrente suportável: 35 kA. corrente nominal: 400 A (mínima). utilizando-se vara de manobra. com as seguintes características elétricas: a) Para instalações de 13. c) As chaves fusíveis tipo expulsão não devem ser instaladas em ambientes fechados. freqüência: 60 Hz. corrente nominal: 300 A.5 Seccionador tripolar Os seccionadores tripolares para uso interno em subestações abrigadas devem ser tripolares. 6.8 kV: • • • • • • • • • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV. capacidade de interrupção assimétrica: 5 kA.10. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV. SF6 ou pequeno volume de óleo (máximo de 1 litro por pólo).6 Disjuntor O disjuntor tripolar de média tensão para uso interno deve estar de acordo com a ABNT NBR IEC 62271-100.5 kA. com as seguintes características mínimas: a) Para instalações de 13. de operação manual. capacidade de interrupção simétrica sob curto-circuito: 16 kA (mínima). freqüência: 60 Hz. Página 42 Revisão 02 –12/2009 • • . corrente nominal: 400 A (mínima).5 kV: tensão máxima de operação: 36. inclusive na fase de projeto da instalação.ND. tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV. freqüência: 60 Hz. b) As chaves fusíveis devem ser adequadas para montagem vertical e possuírem facilidade para instalação e remoção do porta-fusível. sistema de interrupção a vácuo. corrente nominal: 400 A (mínima). de ação simultânea.10.2) Para instalações de 34. capacidade de interrupção simétrica: 3. corrente suportável nominal de curta duração: 15 kA. a qualquer tempo.5 kV: 6. tensão máxima de operação: 36. valor de crista nominal da corrente suportável: 40 kA. duração nominal da corrente suportável de curta duração: 1 segundo.2 kV. em função de possíveis níveis mais elevados de curto-circuito da rede. b) Para instalações de 34.

inclusive na fase de projeto da instalação. não sendo permitido o uso de solda. os barramentos de média tensão devem ser pintados nas cores padrão. capacidade de interrupção simétrica sob curto-circuito: 16 kA (mínima). exatidão para proteção: a ser definido no projeto. corrente dinâmica nominal: a ser definido no projeto. meio Isolante: sólido (epóxi). freqüência: 60 Hz.2 kV e tensão suportável de impulso atmosférico (NBI) mínimo 95 kV (15 kV) ou 150 kV (36. salvo casos especiais sob consulta à ELEKTRO. Página 43 Revisão 02 –12/2009 .10.10.5 kV tensão máxima de operação: 36. ou seja: • fase A – azul • fase B – branco • fase C – vermelho Todas as emendas. salvo casos especiais sob consulta à ELEKTRO.ND.9 Transformador de corrente para proteção Transformador de corrente para proteção com as seguintes características: a) Para instalações de 13. 6. com dispositivo de abertura mecânica e elétrica (bobina de abertura). sem religamento automático. 6. A ELEKTRO poderá exigir disjuntor com capacidade de interrupção de maior valor. NBI: 150 kV (mínimo). • • • 6. em função de possíveis níveis mais elevados de curto-circuito da rede. não sendo permitido o uso de cabos. classe de tensão 15 kV ou 36. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. sistema de interrupção a vácuo.10. Os barramentos devem ser dimensionados conforme Tabela 8 e Tabela 9. corrente primária nominal: a ser definido no projeto. derivações e ligações de equipamentos aos barramentos devem ser feitas com conectores apropriados.2 kV.8 kV: • • • • • • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. a qualquer tempo. corrente secundária nominal: 5 A. fator térmico : a ser definido no projeto.7 Barramentos Os barramentos das subestações devem ser de cobre nu (tubo ou barra). NBI: 95 kV (mínimo). freqüência : 60 Hz. b) Para instalações de 34.20 • • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • sem religamento automático. corrente nominal: 400 A (mínima).8 Buchas de passagem As buchas de passagem devem ser do tipo externo-interno. corrente térmica nominal: a ser definido no projeto. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV.2 kV) e corrente nominal adequada. SF6 ou pequeno volume de óleo (máximo de 1 litro por pólo). Em subestações abrigadas ou no interior dos conjuntos blindados.

8 kV. • tensão primária nominal: 34. • grupo de ligação: 1.20 • • • • • • • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição b) Para instalações de 34.8 kV. b) Para instalações de 34. potência térmica nominal: a ser definido no projeto. • tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. • NBI: 150 kV (mínimo). • tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. 6. fator térmico: a ser definido no projeto. corrente térmica nominal: a ser definido no projeto.2 kV. corrente primária nominal: a ser definido no projeto.5/ 3 kV.10.5 kV: • classe de tensão: 36. 6. corrente dinâmica nominal: a ser definido no projeto.10. meio isolante: sólido (epóxi). • relação nominal: 120:1. corrente secundária nominal: 5 A.8 kV: • classe de tensão: 15 kV. NBI: 150 kV (mínimo). • tensão secundária nominal: 115 V. • freqüência : 60 Hz. • meio Isolante: sólido (epóxi). • freqüência : 60 Hz.5 kV: tensão máxima de operação: 36. • exatidão para proteção (classe e carga): a ser definido no projeto. • • • • • • tensão secundária nominal: 115 V. exatidão para proteção (classe e carga): a ser definido no projeto. • tensão primária nominal: 13. freqüência : 60 Hz. Página 44 Revisão 02 –12/2009 . grupo de ligação: 1. exatidão para proteção: a ser definido no projeto. • potência térmica nominal: a ser definido no projeto.2 kV.ND.10 Transformador de potencial Transformador de potencial para proteção com as seguintes características: a) Para instalações de 13. meio isolante: sólido (epóxi). e os equipamentos com componentes metálicos devem possuir proteção anticorrosiva. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. relação nominal: 175:1. a serem utilizados em regiões de ambiente agressivo devem ter especificação para tensão suportável de impulso atmosférico (NBI) de 125 kV.11 Equipamentos para instalação em regiões de ambiente agressivo Os equipamentos para instalação externa em redes de 13. • NBI: 95 kV (mínimo).

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição TABELAS Página 45 Revisão 02 –12/2009 .

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 46 Revisão 02 –12/2009 .

Os valores de potência apresentados nesta tabela são orientativos.0 5. As correntes nominais para aparelhos de 41 000 e 60 000 BTU são para ligações trifásicas em 220 V.ND.0 14.5 13.0 14. Potência (VA) 1 100 1 550 1 650 1 900 2 100 2 860 3 080 4 000 5 500 9 000 Potência (W) 900 1 300 1 400 1 600 1 900 2 600 2 800 3 800 5 000 7 500 Tensão (V) 110 220 110 220 110 220 110 220 220 220 220 220 220 220 Corrente (A) 10.5 17.0 7.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 1 Potências de aparelhos de ar condicionado tipo janela Capacidade (BTU/h) 7 500 8 500 10 000 12 000 15 000 18 000 21 000 30 000 41 000 60 000 Notas: 1.0 18.5 24. quando disponíveis os dados de placa ou de catálogo do fabricante.5 9.0 7.0 14.0 15.0 Página 47 Revisão 02 –12/2009 .0 8. estes devem ser considerados. 2.

9 7.78 0.97 4.58 13.66 0.67 0.83 0.07 9.31 11.4 6.64 14.71 0.18 1.80 0.9 67. 2.0 27 31 47 63 68 96 132 220 - 14 16 24 33 35 48 68 110 145 210 260 330 408 0.72 0.2 14.56 2.79 0.0 37.0 3.94 5.5 5. correntes nominais e de partida Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA Corrente nominal (A) 110 V 220 V Corrente de partida (A) 110 V 220 V fp médio 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 5 7½ 10 12 ½ 15 Notas: 0.4 27.73 0.81 1.51 0.1 10.79 0.35 2.ND.14 1.34 1.73 0.17 3.9 77.63 0.80 0. potência absorvida da rede em kW e kVA.94 16.2 52.66 0.84 11.22 5.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 2 Motores monofásicos Potência nominal.11 7.1 7.90 1.5 28.67 0.07 6.7 13.0 40.42 0.5 18. Os valores da tabela foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não forem disponíveis os dados de placa dos motores ou de catálogos do fabricante.1 11.67 2.6 12. Página 48 Revisão 02 –12/2009 .77 1.16 8.2 21.0 - 3.

Página 49 Revisão 02 –12/2009 .09 16.75 0.1 12.0 288.7 2.2 33.5 144.58 0.18 0.04 5.6 9.9 157.65 11.5 340.3 1.0 43.02 8.9 1.54 1.67 120.85 0.42 61.1 44.52 2.10 25.0 2 521.0 717.0 0.6 566.01 20.87 1.3 915.26 1.95 3.05 141.65 0.65 22.3 127.03 6.2 370.85 0.39 0.1 4.7 30.3 4.74 0.3 3.61 0.1 1.73 0.6 422.85 12.5 632.9 16.1 104.0 196.0 38.3 4. correntes nominais e de partida Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA Corrente nominal (A) 380 V 220 V Corrente de partida (A) 380 V 220 V fp médio 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 4 5 7½ 10 12 ½ 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: 0.6 934.1 90.65 0.1 9.57 8.1 201.74 48.1 156.3 214.66 0.52 39.9 2.84 0.1 477.0 67.3 3.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 3 Motores trifásicos Potência nominal.7 58.77 0.6 13.28 95.1 7.71 0.8 177.0 57.5 21.17 2.0 43.9 1 996.1 46.8 80.15 72.09 161.93 49.89 10.7 17.72 0.56 117.3 20.7 3 458.7 7.0 528.84 0.76 0.4 7.9 152.2 73. potência absorvida da rede em kW e kVA.7 116.6 189.54 14.85 0.4 11.0 5.44 81.29 190.2 15.82 17.83 1.51 6.0 1 619.95 2.0 2 014.70 4.3 37.5 1 095.7 1 162.7 1 455.1 109.4 98.81 0.77 0.66 0.7 326.7 250.1 6.92 25.38 40.77 0.05 1.83 30.9 74.8 22.6 243.69 0.8 9.86 0.1 25.72 4.77 0.03 33.3 65.1 5.6 743.8 499.23 100.85 As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.82 0.8 307.ND.85 0.1 10.7 33.5 39.2 60.73 58.7 1 288.9 19.1 270.7 275.8 88.3 25.7 414.

ND. Tabela 5 Dimensionamento de postes para instalação de transformadores 15 kV Transformador (kVA) Poste de concreto (daN) Circular ≤ 112. Os transformadores devem ser de acordo com a padronização ABNT NBR 5440 e seu peso não deve exceder 1 500 kg.5 kV até 6 000 Cobre nu (mm2) 25 35 70 70 Cabo Alumínio nu (AWG) 2 2/0 2/0 4/0 Nota: os condutores foram dimensionados para temperatura ambiente de 30ºC e considerando-se 80% da capacidade de condução de corrente.60 .2 kV Poste de concreto (daN) Circular 400 600 600 1 000 DT 600 600 Notas: 1. 3. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela L + 0. 2.5 150 225 300 400 600 600 600 DT 600 600 600 36. Para o dimensionamento dos postes devem ser consideradas as trações mecânicas dos condutores do ramal aéreo. sendo e a profundidade de engastamento (m) e L o expressão: e = 10 comprimento total do poste (m). Página 50 Revisão 02 –12/2009 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 4 Dimensionamento dos condutores do ramal de ligação aéreo Demanda (kVA) 13.8 kV até 2 800 2 801 a 4 200 4 201 a 4 400 4 401 a 6 000 34.

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 6 Dimensionamento dos cabos isolados para ramal de entrada subterrânea Demanda (kVA) até 1 700 1 701 a 2 000 2 001 a 2 400 2 401 a 2 900 2 901 a 3 500 3 501 a 4 000 Demanda (kVA) até 1 300 1 301 a 1 500 1 501 a 1 800 1 801 a 2 200 2 201 a 2 700 2 701 a 3 100 3 101 a 3 480 3 481 a 3 920 Cabo de cobre (8.7/15 kV) Seção mínima (mm2) 25 35 50 70 95 120 Seção mínima (mm2) 25 35 50 70 95 120 150 185 Eletroduto DN (pol) 80 (3") 80 (3") 80 (3") 100 (4") 100 (4") 100 (4") Eletroduto DN (pol) 80 (3") 80 (3") 80 (3") 100 (4") 100 (4") 100 (4") 125 (5") 125 (5") Cabo de alumínio (8. temperatura ambiente de 30ºC e temperatura do condutor de 90ºC. 3. As seções dos condutores e eletrodutos indicadas são as mínimas admissíveis. Página 51 Revisão 02 –12/2009 .7/15 kV) Demanda (kVA) até 5 200 5 201 a 6 100 Demanda (kVA) até 4 000 4 001 a 4 750 Cabo de cobre (20/35 kV) Seção mínima (mm2) 35 50 Seção mínima (mm2) 35 50 Eletroduto DN (pol) 100 (4") 100 (4") Eletroduto DN (pol) 100 (4") 100 (4") Cabo de alumínio (20/35 kV) Notas: 1. e que deve ser de açocarbono galvanizado por imersão a quente.ND. Seções mínimas para cabos tipos EPR ou XLPE com isolação para 8.7/15 kV e 20/35 kV. 2. unipolares ou tripolares. com altura mínima de 5 metros acima do solo. O eletroduto externo se refere ao de descida junto ao poste.

A tela metálica deve ser de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm com arame nº 12 BWG. 2. podem ser adotadas outras dimensões de modo a obter área livre equivalente. Para potência de transformação superior a 1 000 kVA. indicadas na tabela são as mínimas recomendadas. As dimensões das janelas. L – largura da janela. Notas: 1.ND. não havendo condições de serem obedecidas. 3. Área livre mínima por janela (cm²) 5 000 6 000 10 000 15 000 20 000 Dimensões das janelas L x H (cm x cm) 2x(100x50) 2x(100x60) 2x(100x100) ou 4x(100x50) 2x(150x100) ou 4x(100x75) 2x(200x100) ou 4x(100x100) Página 52 Revisão 02 –12/2009 . considerar 20 cm²/kVA por janela. de área livre mínima para ventilação. H – altura da janela.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 7 Dimensões das janelas para ventilação de subestações abrigadas Transformador (kVA) P ≤ 225 225 < P ≤ 300 300 < P ≤ 500 500 < P ≤ 750 750 < P ≤ 1 000 Sendo: P – potência nominal do transformador.

2 mm.53 12.5 mm² e espessura de parede de 2.35 9. Os tubos com diâmetro IPS. seção útil de 107 mm2 e espessura de parede de 2. O barramento deve ter suporte de sustentação a cada 3 metros no máximo.70 Fio de cobre (AWG) 4 2 Tubo de cobre ∅ (IPS) 1/4 1/4 3/8 3/8 3.10 mm.16 6.7 mm. 2.ND. seção útil de 76. Página 53 Revisão 02 –12/2009 . . 4.IPS 1/4 = diâmetro externo de 13.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 8 Dimensionamento de barramentos para uso interno Demanda (kVA) 13.5 kV até 3 250 3 251 a 4 500 4 501 a 6 250 Vergalhão de cobre ∅ (mm) 5. correspondem a: .8 kV até 1 300 1 301 a 1 800 1 801 a 2 500 2 501 a 5 000 Notas: 1.branca (fase B) e vermelha (fase C) 34.28 mm.IPS 3/8 = diâmetro externo de 17. Não é permitido uso de cabos. Os barramentos devem ser pintados obedecendo a seguinte codificação de cores: azul (fase A).

68 123 148 187 189 237 319 497 287 384 337 447 676 435 573 850 697 1 020 826 1 180 1 070 1 500 1 300 1 810 2 110 Barras com Pintura Número de Barras 2 3   202 240 316 302 394 560 924 470 662 544 760 1 200 692 952 1 470 1 140 1 720 1 330 1 960 1 680 2 410 2 010 2 850 3 280 228 261 381 313 454 728 1 320 525 839 593 944 1 670 725 1 140 2 000 1 330 2 320 1 510 2 610 1 830 3 170 2 150 3 720 4 270 4  2 580 2 010 2 950 2 310 3 290 2 830 3 930 3 300 4 530 5 130 Nota: Correntes nominais para instalações internas com temperatura ambiente de 35ºC e 65ºC de temperatura do barramento.80 1. Página 54 Revisão 02 –12/2009 .67 1.56 7.67 5.07 1.53 0.90 10.23 4.27 0.ND.89 1.45 2.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 9 Correntes admissíveis de barramentos retangulares de cobre Corrente nominal Largura x Espessura (mm x mm) 12x2 15x2 15x3 20x2 20x3 20x5 20x10 25x3 25x5 30x3 30x5 30x10 40x3 40x5 40x10 50x5 50x10 60x5 60x10 80x5 80x10 100x5 100x10 120x10 Seção (mm2) Peso (kg/m) 1  24 30 45 40 60 100 200 75 125 90 150 300 120 200 400 250 500 300 600 400 800 500 1 000 1 200 0.21 0.56 2.78 0.40 0.12 4.45 8.67 1.34 3.36 0.78 3.34 2.11 0.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 10 Dimensionamento do ramal de entrada referente a BT para consumidores primários até 300 kVA Página 55 Revisão 02 –12/2009 .

92 25.18 5.38 41.92 25.29 33.84 Página 56 Revisão 02 –12/2009 .88 2.55 16.59 34.21 83.47 37.69 7.26 1.26 1.13 104.10 31.76 73.37 10.55 14.8 kV e 34.64 16.50 0.53 8.5 kV 0.73 18.30 62.88 3.ND.14 4.10 29.83 20.28 9.02 5.46 12.86 6.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 11 Correntes primárias nominais em circuitos trifásicos de 13.67 94.75 1.73 20.71 6.5 150 225 250 300 350 400 450 500 600 750 1 000 1 250 1 500 1 750 2 000 2 250 2 500 Corrente (A) 13.51 3.04 12.84 52.8 kV 1.65 41.5 kV Demanda (kVA) 30 45 75 112.41 10.77 4.

5 150 225 300 350 400 450 500 750 1 000 1 250 1 500 1 750 2 000 2 250 2 500 Corrente (A) 220 / 127 V 79 118 197 295 394 590 787 919 1 050 1 181 1 312 1 968 2 624 3 280 3 936 4 593 5 249 5 905 6 561 380 / 220 V 46 68 114 171 228 342 456 532 608 684 760 1 140 1 519 1 899 2 279 2 659 3 039 3 419 3 798 440 / 254 V 459 525 590 656 984 1 312 1 640 1 968 2 296 2 624 2 952 3 280 760 / 438 V 266 304 342 380 570 760 950 1 140 1 329 1 519 1 709 1 899 Página 57 Revisão 02 –12/2009 .ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 12 Correntes nominais de circuitos trifásicos em BT Demanda (kVA) 30 45 75 112.

Para condutores com outro tipo de isolação ou modo de instalar devem ser obedecidas as recomendações dos fabricantes. Condutor isolado para 750 V . Os valores indicados na tabela referem-se a 3 (três) condutores unipolares carregados.ND. 2. de acordo com o método de referência de instalação B1 da ABNT NBR 5410. instalados em eletroduto aparente sobre parede e temperatura ambiente de 30ºC.PVC 70ºC (A) 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 Condutor isolado para 0.6/1kV – XLPE/EPR 90ºC (A) 66 88 117 144 175 222 269 312 358 408 481 Página 58 Revisão 02 –12/2009 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 13 Capacidades de condução de corrente de condutores isolados para ramal de entrada em BT Seção do condutor de cobre (mm²) 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 Notas: 1.

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

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Anexo I Exemplo de projeto da proteção de unidade consumidora que utiliza subestação abrigada de proteção na tensão de 13,8 kV Neste exemplo são apresentados os requisitos mínimos exigidos nos projetos da proteção de consumidores que utilizam disjuntores de média tensão na sua entrada geral de energia, na área de concessão da ELEKTRO. Exemplo: Caso Básico • O ponto de conexão do consumidor está na zona de proteção principal do disjuntor do alimentador. • A instalação do consumidor possui apenas um transformador de serviço. 1. Identificação Interessado: NOME DO INTERESSADO Capacidade instalada: 1 500 kVA Demanda prevista: 900 kW Nome do responsável técnico: Telefone / e-mail para contato com o responsável técnico 2. Informações básicas fornecidas pela ELEKTRO 2.1 Correntes curto-circuito As correntes de curto-circuito e as impedâncias no ponto de entrega poderão sofrer alterações em função de eventuais alterações na configuração do sistema elétrico. O máximo valor de curto-circuito previsto nas barras de média tensão das subestações é de 10 kA simétrico. Os valores de corrente de curto-circuito do consumidor são os seguintes:
Curto-circuito Trifásico Bifásico Fase-terra (Rmalha = 0 Ω) Fase-terra (Rmalha = 10 Ω) Fase-terra (3Rcontato = 100 Ω) Simétrica (A) 2 990 2 590 2 195 520 193 Assimétrica (A) 4 474 3 875 3 028 530 197

2.2 Ajustes das proteções da ELEKTRO Relés
Fabricante Modelo Temporizado - Ip (A) Curva Instantâneo - DI (A) 600 0,10 NI (IEC) 3 600

Fase (50/51)

Neutro convencional 50/51N
XXXX XXXX 90 0,20 NI (IEC) 1 200

Neutro de alta sensibilidade 51NS

12 3s -

Nota: deve ser proposto o elo para uma chave fusível no ponto de entrega conforme ND.20 item 6.9.3 e).
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Dados básicos da instalação e fornecimento .9 A kWdemanda máx.Potência nominal do transformador: P = 1 500 kVA . Este valor de corrente pode ser superior no caso de transformadores a seco.8 A kVAnominal .Corrente transitória de magnetização (inrush) 13. .8 kV Sbase = 1.ND. 59 e 47 Página 62 Revisão 02 –12/2009 .91-2000) ou de ponto ANSI. conforme tabela abaixo: Z% 4 5 6 7 Ponto ANSI (A) 25 x In 20 x In 16. 50/51N.3 x In Tempo máximo de duração (s) 2 3 4 5 Para Z% = 5. é usual adotar um valor de seis vezes a corrente nominal num tempo de 0.8=1 256 A.8×√3×0. 51NS.6 x In 14.Corrente máxima prevista (demanda máxima prevista): Imáx = kVnominal ×√3×fator de potência previsto Imáx = 900 13.8ൈ√3 Caso não haja disponibilidade de valores de teste do transformador.Limites de suportabilidade do transformador Neste caso pode-se utilizar conceitos de curvas de suportabilidade do transformador (Guia de Proteção de transformadores IEEE C37.Corrente nominal do transformador Inominal trafo = Inominal trafo = 1 500 kVnominal ൈ√3 =62.8 A .8 = 376. para 3 segundos .1 segundos. Sbase e Vbase. temos: Ponto ANSI=20×62. ITM =6×Inominal trafo ITM =6×62.Relés de proteção • fabricante: fabricante • modelo: modelo • funções de proteção: 50/51. Vamos utilizar neste exemplo: Z% = 5% Vbase = 13.5 MVA .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3.92 =40.Impedância nominal do transformador São dados de placa do transformador: Z%.

o que afeta diretamente o desempenho da proteção.) é bem menor que sua carga nominal. • Quanto ao regime permanente A corrente nominal primária do TC deverá atender a corrente de carga prevista de 40.4 VA/5 A neutro (informações obtidas no manual do relé) e 20 m de condutores de cobre 2. Neste caso.5 Página 63 Revisão 02 –12/2009 .Cálculo da impedância dos condutores: O valor da impedância dos condutores (Z fiação) pode ser obtido da tabela abaixo: Condutores encordoados classe 2 para cabos revestidos Seção nominal (mm2) 2.9 A e a nominal do transformador de 62.02× . 4 474 = =224 A 20 20 Considerando que a carga nos TC’s de proteção (relés.2 VA/5 A fase e 0.TC = Vamos utilizar a corrente máxima de 10 kA para o cálculo de saturação do TC. como o relé do exemplo mede as correntes de fase e neutro.56 4.4 + =24 mΩ 52 52 L S 20 =0.2 0. partiremos da análise de um TC com relação 200/5 A e classe de exatidão 10B100.8 A. conforme segue : Zfiação =0.Quanto à condição de saturação Icc máx.56 = 0. Inom.02× Zfiação =0.02 (Ω / m x mm2). Dimensionamento dos transformadores de proteção (TC’s e TP’s) 4.5 4 6 Resistência máxima a 20° C (Ω/km) 7.5 mm2. • .15 Ω Ou estimado utilizando o valor de 0.020 x 7.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Neste exemplo utilizaremos um relé microprocessado (numérico) multifunção.16 Ω 2.7 3.prim.ND.1 Transformadores de corrente (TC’s) Os TC’s devem ser dimensionados para suportar a corrente de carga e não sofrer efeitos de saturação nas condições críticas de curto-circuito.11 Assim Z fiação = 0. temos: Ztotal =Zfiação +Zrelé +ZTC . etc.Cálculo da impedância do relé (Zrelé crítico) A carga solicitada pelo relé depende da sua característica de medição / cálculo das correntes. Para o relé multifunção deste exemplo com cargas 0. cabos. 4. temos: Zrelé crítico =Zfase +Zneutro Zrelé crítico = 0.

3 e) . para o TC que estamos verificando.1Ω Ztotal =160+24+100 Ztotal =284 mΩ Icc3φsim RTC 10 000 Icc = =250 A 40 Icc = Vsat =Icc ×Ztotal Vsat =250×0.284=71 V Obs. Na falta de maiores informações. e considerando-se um TC com baixa reatância de dispersão.5=0. Ajustes das proteções do consumidor 5.9.3P75. Assim. a resistência de carga nominal é 0.10 MI (muito inversa) Página 64 Revisão 02 –12/2009 .precisão => 10B100 4. .: mesmo a ELEKTRO alterando a corrente de curto-circuito. com impedância de carga nominal de 1.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição . foi 10B100) e.51 (corrente de partida temporizada) = 1.prim.relação => 200/5 A . utilizando 10 kA como corrente máxima. No caso em questão devem ser utilizadas duas unidades de TP’s em ligação deltaaberto.Quanto a corrente suportável de curta duração (corrente térmica) Deve ser verificado se atende às condições acima.2×0. item 6.5Ω (obtido da tabela 10 da ABNT NBR 6856): ZTC =0. apenas a resistência é importante e pode ser considerada com 20% da carga do TC. Assim. dentro do padrão.51T (curva característica tempo x corrente) = 0. 5.2 Transformadores de potencial (TP’s) A ELEKTRO sugere a utilização de TP’s com relação de transformação 13 800 / 115 V com classe de exatidão 0.5 A (60 A primários) .1 Ajuste das proteções de sobrecorrente fase (50/51) Conforme as condições de contorno definidas na Norma ND20.Cálculo da impedância do TC (ZTC) A impedância do TC deve ser obtida com o fabricante.TC 10 000 =50 A 200 Portanto a especificação de corrente térmica deve ser igual ou superior a 50 vezes por 1 segundo. a tensão máxima do TC estará abaixo do ponto de saturação (que é de 100 V já que a precisão adotada. portanto.ND. os TC’s devem ter as seguintes características técnicas: . inicialmente.0 Ω. Itérmica(1s) = Itérmica(1s) = Icc3φsim Inom.

Considerando que o ajuste mínimo do relé do exemplo é 0.6. 5.3× ൬ ൰ =12.2 Relés: Relé(s) Funções 50.3P75 5.1 Transformadores de corrente e potencial: Valor primário TC TP 200 A 13 800 V Valor secundário 5A 115 V Classe de exatidão 10B100 0. 2.51.59 e 47 Fabricante AAA Modelo BBB Página 65 Revisão 02 –12/2009 .50N.6.9.3 e) Como a proteção de neutro não é sensível a faltas do lado secundário do transformador (conexão delta no primário) e não há outras proteções de neutro em série.4 Ajuste da proteção de inversão de fases (47) • 47: esta função deve permanecer ativada 5. Deve ser verificado se há correntes de partida de cargas que mereçam ser consideradas 50 (superior a ITM) ITM 6×62.51N.20 Notas: Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 1.20. seletivo com a função de fase 51 5.5 A (60 A primários). podemos utilizar apenas as funções 51NS e 50N.3 A (492 A primários).24 A RTC 40 Então utilizaremos o ajuste de 50 = 12.5 s • 50N = proposto 1. item 6. 5.15 A.: Este ajuste deve visar garantir a seletividade com uma chave fusível que será instalada para proteção de retaguarda a critério da ELEKTRO.15 A (6 A primários) • 51NS T (tempo definido) = proposto o ajuste de 0. temos: • 51NS = 0.6 Resumo dos ajustes 5.5 Chave fusível de retaguarda ELEKTRO O elo fusível proposto é o elo 65K.8 )=1.ND. Deve ser a mínima possível.5 s 5.2 Ajuste das proteções de sobrecorrente de neutro (50/51N e 51NS) Conforme as condições de contorno definidas na Norma ND.3 Ajuste da proteção de sobretensão (59) • 59 = proposto ajuste de 120% (considerando a tensão nominal do relé sendo 115 V) = 138 V • 59T (tempo de atuação) = 0. FS×( Obs.

5 s 138 V ativado 60 A 6A 16 560 5.6.ND.15 A 0.5 A 0.5 A 0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Função de proteção 51 51 T 50 51N 51N T 50N 51NS 51NS T 59 47 Valores secundários 1.3 Elo fusível: Elo fusível proposto para chave 65K fusível de retaguarda ELEKTRO Página 66 Revisão 02 –12/2009 .1MI 12.3 A Valores primários 60 A 492 A desativado desativado 1.

00 65K chave fusível retaguarda ELEKTRO 10.00 50/51N ELEKTRO 50/51 ELEKTRO 51NS e 50N CLIENTE 0.ND.8 kV 100.000 10.000.00 51NS ELEKTRO PT ANSI 50/51 CLIENTE 1.00 Tempo (s) Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.10 I TM 0.01 0 1 10 I carga 100 1. Gráfico tempo x corrente 13.20 1.000 I (A) Página 67 Revisão 02 –12/2009 .

12 kV PARA-RÁIOS SUBESTAÇÃO DE MEDIÇÃO E DE PROTEÇÃO TP .5 A 2xTP 400 VA PROTEÇÃO SECCIONADOR 400 A DISJ. fonte(s) auxiliar(es) alimentando o relé de sobrecorrente e a bobina de abertura do disjuntor. TP’s. O diagrama unifilar deve conter a subestação de medição e proteção e transformação do consumidor. Deve ser incluído também o respectivo diagrama funcional. TP’s e outros equipamentos. BT 10A 1xTP 400VA ILUMINAÇÃO DISJ.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 7.ELEKTRO MEDIÇÃO ELEKTRO VERGALHÃO DE COBRE 3/8" TC ELEKTRO 3xTC PROTEÇÃO FU . FONTE POSTE DA ELEKTRO 10 kA .0. relés. indicando claramente onde está o disjuntor. bobinas do disjuntor (bobinas de abertura e fechamento). TC’s. BT 10A NO BREAK ILUMINAÇÃO PROTEÇÃO RELÉS DE PROTEÇÃO 59 47 50 50N 51 51N 51GS 52 DISJUNTOR GERAL MT 10 kA .5 A FU .12 kV PARA-RÁIOS CARGA POSTE REDE PARTICULAR Figura 1: Diagrama unifilar Página 68 Revisão 02 –12/2009 .ND. Esquema de ligação e diagramas do sistema de proteção O esquema de ligação do sistema de proteção do projeto deve mostrar as ligações dos TC’s.0.

20 ENTRADA DE 15 kV CS1 F-MT Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição DISJ. BT ILUMINAÇÃO E TOMADA DA SUBESTAÇÃO ABRIGADA TR-AUXILIAR F-MT F-MT TP-PROTEÇÃO F-BT NO BREAK F-MT FONTE CAPACITIVA TP-PROTEÇÃO F-MT F-BT TC-P ENTRADA VB DE TENSÃO VC TC-P VA ALIMENTAÇÃO DO RELE TRIP CAPACITIVO A2 - A1 + + TC-P IA_o IB_i IB_o IC_i IC_o IN_i IN_o ENTRADAS DE CORRENTE IA_i BA 50 50N-GS 51 51N-GS 47 59 RELÉ SECUNDÁRIO DG SAÍDA DE 15 kV Figura 2: Diagrama trifilar de proteção Página 69 Revisão 02 –12/2009 .ND.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 70 Revisão 02 –12/2009 .

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição DESENHOS Página 71 Revisão 02 –12/2009 .ND.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 72 Revisão 02 –12/2009 .

01. Proteção e Transformação a ≤ 10 m ≤ 50 m b ≤ 50 m ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Ramal de ligação Ver Desenho ND.20.09.20.20 Revisão Data 02 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.: ND.20.01/1 Folha 1/5 SUBESTAÇÃO ABRIGADA 18-12-2009 .01/1 Ponto de entrega a PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR b Tipo de Subestação Abrigada Medição e Proteção Medição.01.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

Proteção e Transformação a ≤ 10 m ≤ 50 m b ≤ 50 m ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Ponto de entrega Ramal de entrada a PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR b Tipo de Subestação Abrigada Medição e Proteção Medição.: ND.01/1 Folha 2/5 SUBESTAÇÃO ABRIGADA 18-12-2009 .20.20.01.01.20 Revisão Data 02 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.

20.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 b ≤ 50 m ND.20. PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO) .01/1 Folha 3/5 d > 50 m SUBESTAÇÃO ABRIGADA (MEDIÇÃO.01.: ND.01/1 Ramal de entrada Ponto de entrega a ≤ 50 m PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR Seccionador unipolar tipo faca Ramal de ligação Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01.Ver Desenho ND.09.20 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.

01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Posto de transformação (poste ou plataforma) Ponto de entrega Medição direta ou indireta PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR a ≤ 50 m Ramal de ligação Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01.: ND.01/1 Folha 4/5 .20.20 Revisão Data 02 b ≤ 50 m 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.01.20.

01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 b ≤ 50 m ND.Posto de transformação (poste ou plataforma) Ramal de entrada Seccionador unipolar tipo faca Medição direta ou indireta Ramal de ligação PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR Ponto de entrega a ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.01.01/1 Folha 1/5 d > 50 m .: ND.20 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.01.20.

: ND. proteção e transformação com entrada subterrânea a .Distância entre o poste e a subestação abrigada a ≤ 50 m b≤ m 50 Posto de transformação (poste ou plataforma) a .Vão máximo a ≤ 50 m Posto de transformação (poste ou plataforma) a .Subestação abrigada Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Distância entre o poste e o posto de transformação d > 50 m a ≤ 50 m b≤ 50 m Legenda: .Ramal de ligação .20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Disposição da Entrada de Serviço ND.Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .Ramal de entrada subterrâneo .Vão máximo d .Distância entre o poste e o ponto de entrega b ≤ 50 m a ≤ 50 m Subestação abrigada de medição.20.02/1 Folha 1/1 .Subestação abrigada de medição e proteção (entrada aérea ou substerrânea) a .Distância entre o limite da propriedade e o posto de transformação b . proteção e transformação a .20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. proteção e transformação com entrada aérea a .01.01.Ramal de entrada (aéreo ou subterrâneo) .Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .Propriedade do consumidor .Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .Vão máximo d .Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b ≤ 50 m b .Distância entre o limite da propriedade e a subestação abrigada d > 50 m b .Distância entre o poste e o ponto de entrega a ≤ 10 m b≤ 50 m Subestação abrigada de medição.Distância entre o poste e o ponto de entrega a ≤ 50 m b ≤ 50 m Subestação abrigada de medição.Transformador particular .

02.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Instalação de seccionador unipolar Posição horizontal (poste particular) DESENHO Nº ND.: ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.02.Dimensões em milímetros 15 kV 2 000 200 1 000 250 500 250 36.01/1 Folha 1/1 .2 kV 2 400 200 1 200 250 850 250 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

2 kV 2 400 1 200 200 250 850 250 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Instalação de seccionador unipolar Posição inclinada (poste particular) DESENHO Nº ND.02/1 Folha 1/1 .20.02.: ND.20.02.Dimensões em milímetros 15 kV 2 000 1 000 250 200 500 250 36.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

Dimensões em milímetros fe28-is03 ou fe40-is06 200 co05 fe11 250 fe17 600 eq09 ou eq16 400 250 cb05 eq03 ou eq11 cb12 ou cb13 ou cb20 1 200 cb20 fe18 ou fe19 di22 cr01 ou cr02 co14 eq10 ou eq17 eq10 ou eq17 di12 co09 cb11 ou cb17 400 di08 di17 p01 ou p02 am09 600 5 000 mín di11 fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.03.20.03.: ND.01/1 Folha 1/3 .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND.

2 kV Para-raios a óxidos metálicos. seção retangular 90x112.: ND. classe pesada Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Chave fusível de distribuição.01/1 Folha 2/3 . abertura sob carga . a compressão.03.20/35 kV Cabo de cobre.5x2 000 mm Cruzeta de madeira.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Ø TR e DR 4.36. 12 kV. 10 kA Terminal polimérico .8. abertura sob carga.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am09 cb05 cb11 cb12 cb13 cb17 cb20 co05 co09 co14 cr01 cr02 di08 di11 di12 di17 di22 eq03 eq09 eq10 eq11 eq16 eq17 DESCRIÇÃO Arame de aço zincado Ø 2. isolação em XLPE . seção adequada Cruzeta de madeira.50 a 10.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND. para uso externo Chave fusível de distribuição.03. com 1 parafuso para condutores de cobre. de bronze estanhado . com desligador automático e invólucro polimérico.20. paralelo. bitola 4 BWG Cabo de cobre ou alumínio unipolar. 30 kV Terminal polimérico . de alumínio.5x2 400 mm Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa de Passagem Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível. isolação em XLPE . têmpera meio-dura. uso externo Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. para cabos CA-CAA Conector derivação.0 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar. para cabos de alumínio isolados. base tipo "C". de diâmetro nominal 5. seção 10 mm2. base tipo "C".6/1.20.2 kV.0.classe 36.7/15 kV Fio de aço cobreado para aterramento. de 13 x 1 mm para aterramento Eletroduto de aço galvanizado. com desligador automático e invólucro polimérico. seção 25 mm2 Conector derivação tipo estribo. isolação em XLPE . sem centelhador.classe 15 kV.2 mm Fio de aço galvanizado. a compressão. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.70 mm Conector terminal. sem centelhador. seção retangular 90x112.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre flexível.

03. de porcelana.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe11 fe13 fe14 fe17 fe18 fe19 fe28 fe40 is03 is06 p01 p02 DESCRIÇÃO Grampo de linha viva para condutores de cobre. de porcelana.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.20.2 kV Isolador rígido tipo pino. classe 35 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 3/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND. cobreada de seção circular Mão francesa perfilada de 993 mm Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36.20.: ND.03.

600 di11 fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.03.02/1 Folha 1/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros fe28-is03 ou fe40-is06 200 250 co05 fe11 eq09 ou eq16 400 250 fe17 600 cb05 eq03 ou eq11 1 200 cb20 fe18 ou fe19 co09 cr01 ou cr02 eq10 ou eq17 cb12 ou cb13 ou cb20 di12 co14 di22 cb10 ou cb18 di08 p01 ou p02 di17 am09 5 000 mín.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.03.: ND.20.

isolação em XLPE . para cabos de alumínio isolados. base tipo "C".70 mm Conector terminal.02/1 Folha 2/3 . isolação em XLPE . paralelo. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.0. Ø TR e DR 4. com desligador automático e invólucro polimérico. abertura sob carga. bitola 4 BWG Cabo de cobre ou alumínio tripolar.03.5x2 400 mm Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa de Passagem Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.20.8. com desligador automático e invólucro polimérico. sem centelhador. 30 kV Terminal polimérico . abertura sob carga .5x2 000 mm Cruzeta de madeira. uso externo Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. para uso externo Chave fusível de distribuição. seção adequada Cruzeta de madeira.6/1. sem centelhador. 12 kV.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.7/15 kV Fio de aço cobreado para aterramento. a compressão. para cabos CA-CAA Conector derivação. base tipo "C".20/35 kV Cabo de cobre.classe 36.03. seção retangular 90x112. a compressão.2 kV. 10 kA Terminal polimérico . de alumínio.20.50 a 10.classe 15 kV.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre flexível. de diâmetro nominal 5. de 13 x 1 mm para aterramento Eletroduto de aço galvanizado.36. isolação em XLPE . seção 10 mm2. com 1 parafuso para condutores de cobre. seção 25 mm2 Conector derivação tipo estribo.: ND.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. têmpera meio-dura. de bronze estanhado . classe pesada Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Chave fusível de distribuição. seção retangular 90x112.0 kV Cabo de cobre ou alumínio tripolar.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am09 cb05 cb10 cb12 cb13 cb18 cb20 co05 co09 co14 cr01 cr02 di08 di11 di12 di17 di22 eq03 eq09 eq10 eq11 eq16 eq17 DESCRIÇÃO Arame de aço zincado Ø 2.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND.2 mm Fio de aço galvanizado.

de porcelana. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino.20.2 kV Isolador rígido tipo pino. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND.: ND.03.2 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 Folha 3/3 .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. cobreada de seção circular Mão francesa perfilada de 993 mm Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36.20. classe 36. de porcelana. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe11 fe13 fe14 fe17 fe18 fe19 fe28 fe40 is03 is06 p01 p02 DESCRIÇÃO Grampo de linha viva para condutores de cobre.03.

Dimensões em milímetros Configuração 1x1 Nível do piso acabado Fita de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 400 Configuração 1x2 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 600 400 Duto de PEAD H Duto de PEAD Configuração 1x3 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 600 30 Duto de PEAD 400 400 H Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03/1 Folha 1/2 .20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos diretamente enterrados ND.20.03.03/1 de maio/2005 H Norma de Distribuição ND.: ND.03.

: ND.20.03/1 Folha 2/2 . sendo igual a 600 mm quando instalado na calçada e 800 mm quando instalado no leito carroçável.Dimensões em milímetros Configuração 2x2 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 30 600 Duto de PEAD Configuração 2x3 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 30 600 30 Duto de PEAD 400 Nota: A cota H refere-se à distância entre o nível do piso acabado e o topo do banco de dutos.03.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos diretamente enterrados ND.03/1 de maio/2005 400 H H Norma de Distribuição ND.03. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos envelopados em concreto ND.: ND.Dimensões em milímetros Configuração 1x1 Nível do piso acabado Configuração 1x2 Nível do piso acabado 80 Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada H 30 80 B 80 A C Dutos de PVC 80 A C Configuração 1x3 Nível do piso acabado Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada 30 30 80 80 B H Duto de PVC A C Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.04/1 de maio/2005 B Norma de Distribuição H ND.04/1 Folha 1/2 .20.03.03.

20.Dimensões em milímetros Configuração 2x2 Nível do piso acabado Configuração 2x3 Nível do piso acabado 30 80 Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada H 30 30 80 30 30 B 80 A C Dutos de PVC 80 A C Dimensões (mm) A B C H Duto de PVC rígido liso 1x1 280 280 400 1x2 420 280 600 1x3 570 280 600 2x2 420 420 600 2x3 570 420 600 600 (passeios) 800 (leito carroçável) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.20.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 B H ND.20 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos envelopados em concreto ND.03.04/1 Folha 2/2 .03.

03.05/1 Folha 1/1 .20.Dimensões em milímetros A 100 900 B 1 000 800 B 900 100 A 800 100 1 000 100 PLANTA Tampão de Concreto Armado 890x890x100 Tampão de Concreto Armado 890x890x100 100 1 200 (mín.05/1 de maio/2005 100 CORTE BB Norma de Distribuição ND. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.) Concreto com espessura de 100 mm Ø200 Ø200 CORTE AA 200 (mín) H Dreno de brita Nota: a cota H refere-se à distância entre o nível do piso acabado e o topo do banco de dutos.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Caixa de passagem ND. sendo igual a 600 mm quando instalado na calçada e 800 mm quando instalado no leito carroçável.03.

06/1 Folha 1/1 .: ND.0 C=600 AÇO CA 50 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.03.06/1 de maio/2005 300 Norma de Distribuição 100 890 ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Tampa para caixa de passagem ND.Dimensões em milímetros 890 445 445 T1 Chapa n° 20 100 20 20 100 560 100 20 140 Ø1 8 m m 8 R2 0 100 Pontos de solda externos Chapa n° 20 100 150 100 135 ° 100 150 T1 = Ø 16.03.

01/1 Folha 1/4 .: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.20.04.04.Dimensões em milímetros 2 000 200 cr01 fe18 fe42 300 cb19 fe34-eq09 cb19 co09 di22 cb05 400 250 fe34-eq03 am01 fe11 is02-fe10-fe20 co05 1 000 1 500 250 cb19 fe32 ou fe41 di09 di25 tr06 cb04 ou cb09 is04-fe02 200 200 am09 cb04 ou cb09 p01 ou p02 di19 me01 1 400 a 1 600 di15-di25 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Ver Nota 2 Medição Elektro ELEKTRO M Proteção CARGA 15 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.20.

para cabos CA-CAA Conector derivação. cobreada de seção circular Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr01 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq03 eq09 fe02 fe10 fe11 fe13 fe14 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . com desligador automático. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.0 kV XLPE. seção 10 mm2. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 1 paraf. 10 kA Armação secundária de 2 estribo Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre.04. ØTR e DR 4. paralelo.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. bronze estanhado. polimérico. para condutores de cobre.04. de alumínio. isolação em XLPE .5x2 000 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição.20. base tipo "C". abertura sob carga.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2.6/1.50 a 10. 12 kV.20.6/1. seção adequada Cabo de cobre flexível. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. a compressão. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra.01/1 Folha 2/4 .0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0.15 kV Conector derivação tipo estribo. sem centelhador. seção retangular 90x112.0.70 mm Cruzeta de madeira.

20.50 m onde houver tráfego de veículos leves. .8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado. 6.5. 3. 5.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. . sendo: 10 e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total do poste (m).01. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.BT Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 15 kV DESCRIÇÃO Notas: 1.04. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão: e = L + 0.3. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo M2.4.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.04. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 30 kVA quando utilizada a tensão secundária de 220/127 V e 45 kVA para tensão secundária de 380/220 V. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: .01/1 Folha 3/4 .60 . Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 2. 4.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe18 fe20 fe32 fe34 fe41 fe42 is02 is04 me01 p01 p02 tr06 Mão francesa plana de 619 mm Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 053 mm Isolador de disco para cadeia.: ND. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Caixa de medição . tipo pesado ou de PVC tipo rígido.20.

20.20. 8. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. É permitida saída subterrânea em BT após a medição.: ND. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.9.04.9 desta Norma.04.7.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador. 9. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.01/1 Folha 4/4 .

2 kV M Proteção CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04.2 400 200 cr02 fe19 fe43 Dimensões em milímetros is02-fe10-fe20 co05 am01 300 fe34-eq16 cb19 cb19 fe11 1 200 di22 co09 fe34-eq11 cb05 2 000 250 cb19 550 250 fe32 ou fe41 di09 di25 tr07 cb04 ou cb09 200 is04-fe02 200 am09 cb04 ou cb09 di19 p01 ou p02 me01 1 400 a 1 600 di15-di25 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Ver Nota 2 Medição Elektro ELEKTRO 36.: Norma de Distribuição ND.02/1 Folha 1/4 .20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.

70 mm Cruzeta de madeira. bronze estanhado. cobreada de seção circular Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr02 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq11 eq16 fe02 fe10 fe11 fe13 fe14 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .36.15 kV Conector derivação tipo estribo. 30 kV Armação secundária de 2 estribo Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.04. base tipo "C".02/1 Folha 2/4 . ØTR e DR 4.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0. seção adequada Cabo de cobre flexível.50 a 10. a compressão. isolação em XLPE .0 kV XLPE. com desligador automático. para condutores de cobre. seção retangular 90x112. 1 paraf. abertura sob carga .1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V. seção 10 mm2.5x2 400 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição.0. de alumínio.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2. sem centelhador. para cabos CA-CAA Conector derivação.6/1.6/1.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. paralelo. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 .5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. polimérico.: Norma de Distribuição ND.

tipo pesado ou de PVC tipo rígido.50 m onde houver tráfego de veículos leves. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo M2. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 30 kVA quando utilizada a tensão secundária de 220/127 V e 45 kVA para tensão secundária de 380/220 V. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: . Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01. 6.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe19 fe20 fe32 fe34 fe41 fe43 is02 is04 me01 p01 p02 tr07 Mão francesa plana de 726 mm Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia. 5.3.: Norma de Distribuição ND.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres.2 V DESCRIÇÃO Notas: 1. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.02/1 Folha 3/4 .50 m onde houver tráfego de veículos pesados.60 10 .BT Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 36. 2. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Caixa de medição .04.4. 3. .5. sendo: expressão: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total do poste (m). Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.20. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela e = L + 0. .5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. 4.

02/1 Folha 4/4 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.9. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.: Norma de Distribuição ND.20.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. É permitida saída subterrânea em BT após a medição. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador.9 desta Norma.04.7. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 8. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 9.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.03/1 Folha 1/3 .20.04.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND.: ND.04.Dimensões em milímetros 2 000 200 is02-fe10-fe20 co05 cr01 cb19 fe34-eq09 fe34-eq09 cb19 am01 fe11 1 000 fe18 fe42 300 1 500 250 co09 di22 cb05 400 250 fe34-eq03 cb19 fe32 ou fe41 di09 di25 tr06 cb04 ou cb09 am09 p01 ou p02 di19 me03 me02 1600 a 1800 di25-di15 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Medição Elektro ELEKTRO 15 kV M Proteção CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

cobreada de seção circular Mão francesa plana de 619 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.5x2 000 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição. 10 kA Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre. base tipo "C".04. abertura sob carga.03/1 Folha 2/3 .condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V. com 1 parafuso para condutores de cobre.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 . isolação em XLPE . de bronze estanhado . Ø TR e DR 4.70 mm Cruzeta de madeira.50 a 10.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.15 kV Conector derivação tipo estribo.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. seção adequada Cabo de cobre flexível. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr01 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq03 eq09 fe10 fe11 fe13 fe14 fe18 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .20.6/1. polimérico.04.6/1. a compressão. 12 kV. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra.0 kV XLPE. paralelo. seção 10 mm2.20. com desligador automático. seção retangular 90x112.: ND.0. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. sem centelhador. para cabos CA-CAA Conector derivação. de alumínio.

o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo N2.9 desta Norma. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. 5.20. . Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.20. 2. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.01. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.50 m onde houver tráfego de veículos leves. No caso de saída aérea após a medição.03/1 Folha 3/3 . Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.04. . 8. 3.3. de porcelana ou vidro temperado Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 15 kV DESCRIÇÃO Notas: 1.5.: ND. 7.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.60 .9. devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: . L + 0. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.4. 6.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND.04.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe20 fe32 fe34 fe41 fe42 is02 me02 me03 p01 p02 tr06 Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 053 mm Isolador de disco para cadeia. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão e= do poste (m). sendo: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total 10 4.

Dimensões em milímetros
200

is02-fe10-fe20 co05 cr02 fe19 fe43
300

am01 fe34-eq16 cb19

fe11

1 200

cb19 di22 fe34-eq11 cb05

co09

2 000

250

550

250

cb19

fe32 ou fe41 di09 di25

tr07

cb04 ou cb09

am09

p01 ou p02

di19

me03

me02

1 600 a 1 800

di25-di15 di03-di04

500

fe13 ou fe14

e

Medição Elektro ELEKTRO M 36,2 kV

Proteção CARGA

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Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 1/3

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr02 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq11 eq16 fe10 fe11 fe13 fe14 fe19 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição - condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2,1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V, seção adequada Cabo de cobre flexível, seção 10 mm2, isolação em XLPE - 0,6/1,0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0,6/1,0 kV XLPE, seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 - 15 kV Conector derivação tipo estribo, a compressão, de alumínio, para cabos CA-CAA Conector derivação, paralelo, de bronze estanhado , com 1 parafuso para condutores de cobre, Ø TR e DR 4,50 a 10,70 mm Cruzeta de madeira, seção retangular 90x112,5x2 400 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição, base tipo "C", abertura sob carga - 36,2 kV Para-raios a óxidos metálicos, sem centelhador, com desligador automático, polimérico, 30 kV Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre, seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra, cantoneira de aço galvanizado Haste para terra, cobreada de seção circular Mão francesa plana de 726 mm

Superintendência de Engenharia e Planejamento
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Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 2/3

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe20 fe32 fe34 fe41 fe43 is02 me02 me03 p01 p02 tr07 Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia, de porcelana ou vidro temperado Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 36,2 kV DESCRIÇÃO

Notas:

1. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. 2. No caso de saída aérea após a medição, devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: - 5,50 m onde houver tráfego de veículos pesados; - 4,50 m onde houver tráfego de veículos leves; - 3,50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. 3. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão
e= L + 0,60 , sendo: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total 10

do poste (m).

4. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m, o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo N2. 5. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.01. 6. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. 7. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas, inclusive o tanque e o borne neutro do transformador. 8. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.9.9 desta Norma.
Superintendência de Engenharia e Planejamento
Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.:

Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 3/3

Dimensões em milímetros
B
2 200 mín. 1 000

800 mín.

400 mín.

500 mín. 500 2 400 mín.

500

A

400 mín.

Ver Detalhe 1

2 200 mín.

me02 Caixa tipo "M" me03 di23 Caixa tipo "T"

A

di32

B

di20

Detalhe 1

Seccionador tripolar com fusíveis

Proteção

ELEKTRO 15 kV 36,2 kV Medição ELEKTRO

CARGA

Superintendência de Engenharia e Planejamento
Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.20.06.01/1 de maio/2005

Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT

DESENHO Nº

ND.20.05.01/1
Folha 1/6

05. di19 650 400 mín. di21 di03-di04 me02-me03 cb04 ou cb09 1 600 a 1 800 Norma de Distribuição di08 di17 cb08 fe13 ou fe14 di15 di25 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 1 700 mín.01/1 de maio/2005 300 máx.: ND.Dimensões em milímetros Ver desenho ND.01/1 am01 is02 fe15 co07 di06 fe07 fe20-fe26 fe02-fe08 is04 am01 co07 fe37 eq09 ou eq16 cb05 cb01 co09 is05.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.20.20. tr05 Ver Nota 2 ND.08.fe08 cb08 co04 eq06 ou eq14 5 000 mín.06.20.01/1 Folha 2/6 .

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.: ND. di08 200 mín. di17 co09 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 500 fe06 1 600 cb08 fe39 di23 cb08 eq06 ou eq14 co09 2 100 1 200 máx.20.20.06.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros 500 500 600 di24 di35 300 aprox.01/1 Folha 3/6 .05.

50 a 10.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. seção 10 mm2. Ø TR e DR 4. de bronze estanhado .70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado.05. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb05 cb08 cb09 co04 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di15 di17 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .01/1 Folha 4/6 . isolação em XLPE . com 1 parafuso para condutores de cobre. compressão. paralelo. seção adequada Conector borne concêntrico a pressão tipo terminal lateral diâmetro adequado Conector derivação. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. paralelo.20.6/1. meio duro.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.6/1.0. seção adequada Cabo de cobre flexível.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.20.0 kV XLPE.0 kV Cabo de cobre nu.06.: ND.

10 kA Seccionador tripolar 36. 12 kV. com desligador automático e invólucro polimérico.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND. sem centelhador.05.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di35 eq06 eq09 eq14 eq16 fe02 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe39 is02 is04 is05 me02 me03 tr05 DESCRIÇÃO Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos.20.20. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.: ND. sem centelhador.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.06.01/1 Folha 5/6 . cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. com desligador automático e invólucro polimérico. uso externo Suporte para isolador pedestal Isolador de disco para cadeia. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Transformador de serviço Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 30 kV Armação secundária de 2 estribo Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos.

Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: . 3. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 6.: ND. 9.50 m onde houver tráfego de veículos pesados.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.3.01/1 Folha 6/6 . 4.9. 2.20.20. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.50 m onde houver tráfego de veículos leves. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. 8.4. É permitida saída subterrânea em BT após a medição. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas.01. . Os desenhos são orientativos.06. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. .5. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido.9 desta Norma. 7.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres.Notas: 1. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.05. 5.

: ND.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Ver Detalhe 1 2 200 mín.06.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. 1 000 B 800 mín.Dimensões em milímetros 2 200 mín.20. me02 me03 di23 A Detalhe 1 di20 di32 B Seccionador tripolar com fusíveis Proteção ELEKTRO 15 kV 36. 500 A Caixa tipo "M" Caixa tipo "T" 400 mín.02/1 Folha 1/5 . 2 400 mín.2 kV Medição ELEKTRO CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 400 mín.05.

20.20 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.02/1 Folha 2/5 .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 1 700 mín. ND. di12 cb01 cb11 ou cb17 co04 eq06 ou eq14 fe36 di21 di08 me02-me03 fe35 di17 tr05 di08 di17 cb04 ou cb09 di03-di04 1 600 a 1 800 300 máx.: ND.05.06. di15 di25 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros co15-fe27 320 mín.20.

di08 di17 di24 di35 CORTE BB fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. eq09 ou eq16 cb05 300 aprox.05. .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros eq18 ou eq19 320 mín. cb08 co09 cb08 2 100 tr05 1 200 máx.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.02/1 Folha 3/5 200 mín.20.06.20.: ND.

classe pesada Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.05. paralelo.20. de 13 x 1 mm para aterramento Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm DESCRIÇÃO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. seção 10 mm2.06. isolação em XLPE .0.20. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar. bimetálico.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb04 cb05 cb09 cb11 cb17 co04 co09 co15 di03 di04 di08 di12 di15 di17 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. seção adequada Cabo de cobre flexível. seção adequada Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar. isolação em XLPE .: ND.0 kV XLPE.70 mm Conector terminal. isolação em XLPE .6/1.8.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0. Ø TR e DR 4.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. para cabo de alumínio isolado. com 1 parafuso para condutores de cobre.50 a 10. de bronze estanhado . a compressão.6/1.02/1 Folha 4/5 .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20/35 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo terminal lateral diâmetro adequado Conector derivação.

Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.: ND. uso interno Haste para terra. com porca e arruela de latão Suporte para instalação de seccionador tripolar. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. com desligador automático e invólucro polimérico. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas.9.05. 5. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. Os desenhos são orientativos.20. 30 kV Terminal para cabo tripolar .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 10 kA Seccionador tripolar 36.classe 36. 2. sem centelhador. cabeça sextavada rosca W. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA.classe 15 kV. uso interno Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Transformador de serviço Notas: 1. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq06 eq09 eq14 eq16 eq18 eq19 fe13 fe14 fe27 fe35 fe36 me02 me03 tr05 DESCRIÇÃO Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos.02/1 Folha 5/5 . sem centelhador.06.2 kV. 12 kV.01. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. cobreada de seção circular Parafuso de latão.9 desta Norma. uso interno Terminal para cabo tripolar . 3. 6. com desligador automático e invólucro polimérico. 4.

2 000 mín. 500 mín.03/1 Folha 1/6 500 500 . A A 500 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. me04 di23 1 000 di20 di32 B TC´s ELEKTRO TP´s Medição ELEKTRO Seccionador tripolar Disjuntor automático CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.05. 150 2 000 mín.06. 1 200 mín. 500 mín.: ND. 400 mín.20.20.Dimensões em milímetros B 1 500 mín.

cb08 fe13 ou fe14 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06.Dimensões em milímetros Ver desenho ND. Norma de Distribuição ND.20. fe38 ou fe44 di21 tr03 cb08 300 máx.01/1 am01 is02 fe07 fe20-fe26 fe15 di06 fe37 eq09 ou eq16 cb05 co09 cb08 cb01 cb01 5 000 mín.08.20.03/1 Folha 2/6 .: ND. 650 is05-fe08 400 mín. 1 200 máx.03/1 de maio/2005 300 máx. co07 eq05 ou eq13 di21 tr02 eq07 ou eq15 1 700 mín.05.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.20.

2 800 ND.: ND.20.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição 200 aprox.03/1 Folha 3/6 .06.Dimensões em milímetros 300 aprox.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.05.20. 1 600 500 500 500 600 di35 di24 fe06 fe39 co09 me04 di03-di04 2 100 cb08 1 600 a 1 800 di03-di04 di18 di19 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

Ø TR e DR 4.20.03/1 Folha 4/6 .6/1.06. paralelo. com 1 parafuso para condutores de cobre.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.05.: ND.0. seção adequada Conector derivação. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar . 12 kV.20. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação. de bronze estanhado . sem centelhador. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. 10 kA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb05 cb08 co07 co09 di03 di04 di06 di15 di18 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . seção 10 mm2. compressão. meio duro.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. isolação em XLPE . paralelo.50 a 10.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre flexível.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. com desligador automático e invólucro polimérico.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.0 kV Cabo de cobre nu.

2 kV Para-raios a óxidos metálicos.03/1 Folha 5/6 . cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. 36.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. sem centelhador.2 kV Isolador de disco para cadeia.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.06.05. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios. com desligador automático e invólucro polimérico.9. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. de porcelana ou vidro temperado Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador de corrente Transformador de potencial DESCRIÇÃO Notas: 1.: ND.20.2 kV Disjuntor automático trifásico 36.9 desta Norma.36. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra.01. 2.20.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq13 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 is02 is05 me04 tr02 tr03 Seccionador tripolar . 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.

). etc.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. geração própria.20. Os desenhos são orientativos. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.: ND. 6. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 4.03/1 Folha 6/6 .05. 5.3.20. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. 7.06. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.

850 mín.Dimensões em milímetros 1 800 mín. fe39 2 000 mín.06. 400 mín.: ND. A A 500 mín.05.04/1 Folha 1/5 .20.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. 500 mín. 150 B 2 000 mín. di23 1 000 di20 di32 B Disjuntor automático CARGA TP´s Medição ELEKTRO Seccionador tripolar TC´s ELEKTRO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. me04 1 200 mín.

fe36 eq05 ou eq13 di21 eq18 ou eq19 is05-fe08 di12 3 000 tr02 eq07 ou eq15 2 200 cb11 ou cb17 1 200 máx.05. tr03 fe38 ou fe44 1 700 mín. cb08 300 máx.04/1 de maio/2005 ND.20.20.Dimensões em milímetros eq09 ou eq16 co09 cb01 320 mín.06.04/1 Folha 2/5 . Norma de Distribuição di21 cb08 fe13 ou fe14 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.

Dimensões em milímetros 300 aprox.20.20.05.: ND. cb08 cb05 me04 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 di24 di03-di04 di35 di18 di19 di17 cb08 di15-di25 fe13 ou fe14 co09 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.06.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.04/1 Folha 3/5 200 mín. .

sem centelhador. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar. sem centelhador.2 kV Disjuntor automático trifásico 36.20. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. 12 kV.20. Ø TR e DR 4.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.20/35 kV Conector derivação.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. 30 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. paralelo. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb08 cb11 cb17 co09 di03 di04 di12 di15 di17 di18 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 Barramento interno de cobre Cabo de cobre nu.06. polimérico.8.: ND.04/1 Folha 4/5 .36.04/1 de maio/2005 DESCRIÇÃO Norma de Distribuição ND.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.05. meio duro. com 1 parafuso para condutores de cobre. de bronze estanhado . com desligador automático e invólucro polimérico.50 a 10. de 13 x 1 mm para aterramento Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado. isolação em XLPE . com desligador automático. isolação em XLPE . 10 kA Seccionador tripolar .70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.

classe 15 kV. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador.04/1 Folha 5/5 . 3. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.2 kV.20. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 11. uso interno Terminal para cabo tripolar . 36.06.01.8 desta Norma. 5. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.20.classe 36.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq18 eq19 fe08 fe13 fe14 fe36 fe38 fe39 fe44 is05 me04 tr02 tr03 DESCRIÇÃO Terminal para cabo tripolar .05. 6. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. Os desenhos são orientativos. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas. cobreada de seção circular Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 2.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. 4. uso interno Chumbador para rosca M16 Haste para terra.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND. etc. geração própria. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.2 kV Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador de corrente Transformador de potencial Notas: 1.). ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias.

500 mín. di23 di20 2 000 mín 500 mín. C 500 mín. mín.20. me04 500 mín. 1 500 mín. A C 2 000 mín. A 500 500 Disjuntor automático Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO 3PR TP´s TC´s Seccionador tripolar Seccionador Seccionador tripolar 15 kV 36.05. 500 mín.2 kV Transformador auxiliar Medição ELEKTRO CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.05/1 Folha 1/7 .20. 150 500 mín.: ND. 150 1 700 mín. 500 mín.05/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. B B 150 1 200 mín.06. 400 400 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.Dimensões em milímetros 2 500 mín. 400 mín.

Dimensões em milímetros 1 700 mín.: ND. eq05 ou eq13 di21 cb04 ou cb09 di08 di17 tr05 di35-di24 cb01 eq05 ou eq13 co03 di21 cb04 ou cb09 is05-fe08 eq05 ou eq13 di21 eq07 ou eq15 1 200 máx.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.06.05/1 Folha 2/7 fe13 ou fe14 cb05 co09 is02 cb08 di16 1 200 máx.20.20. 300 máx.08.01/1 tr02 tr03 650 cb01 400 mín.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.05. Ver Desenho ND.20. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. is05-fe08 fe38 ou fe44 di35-di24 tr01 fe07 fe20-fe26 di06 fe37 di21 fe15 co07 eq09 ou eq16 am01 5 000 mín. 1% di10 18-12-2009 . Declividade mín.

20. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. 500 500 600 di24 di35 fe06 500 1 600 fe39 cb08 co09 2 100 di03-di04 1 600 a 1 800 di03-di04 200 mín.Dimensões em milímetros 300 aprox.05/1 Folha 3/7 2 800 cb08 .06.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.20.05/1 de maio/2005 ND.05. Norma de Distribuição di18 di19 cb08 di15-di25 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

06.05.Dimensões em milímetros di24 di35 fe39 di23 cb08 cb08 co09 me04 di03-di04 di03-di04 200 mín.20.05/1 de maio/2005 ND.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.20. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.05/1 Folha 4/7 2 800 18-12-2009 . Norma de Distribuição di18 di19 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.

classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.6/1. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação.20. com 1 parafuso para condutores de cobre. Ø TR e DR 4. paralelo. seção adequada Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. seção 10 mm2. meio duro.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. isolação em XLPE .: ND.8 mm Iluminação interna Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.0.50 a 10.05. paralelo.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb05 cb08 cb09 co03 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di10 di15 di16 di17 di18 di19 di20 di21 di23 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.06. compressão. de bronze estanhado .0 kV Cabo de cobre nu.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. seção adequada Cabo de cobre flexível.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Eletroduto de aço galvanizado.05/1 Folha 5/7 .0 kV XLPE.20.6/1.

cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios. sem centelhador. com desligador automático e invólucro polimérico.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 is02 DESCRIÇÃO Janela para ventilação tipo veneziana. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .: ND.2 kV Isolador de disco para cadeia.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV.06. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.36. de porcelana ou vidro temperado Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. 12 kV. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.36. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. com desligador automático e invólucro polimérico.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. 36.05/1 Folha 6/7 .05. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.2 kV Disjuntor automático trifásico . 10 kA Seccionador tripolar . sem centelhador.

devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.05.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM is05 me04 tr01 tr02 tr03 tr05 Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1.05/1 Folha 7/7 . terminações e das chaves. 11. 7. 6.: ND.).9 desta Norma. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. 3.20. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. bem como dos isoladores. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.20. 12.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.9. Devem ser previstos sistemas para drenagem e contenção do óleo dos transformadores. Na subestação abrigada. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.2 kV. 5. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. 10. 8. A cobertura da subestação abrigada deve ser orientada de modo a não permitir escoamento de água sobre a chegada da linha de AT ou sobre a porta. 2. Aplica-se a instalações com potências superiores a 300 kVA ou com mais de uma unidade transformadora. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da primeira seccionador ou através de circuito independente do sistema ELEKTRO (baterias. 9. 4. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. Os desenhos são orientativos. geração própria. etc. As paredes devem possuir espessura e resistência suficientes para permitir a instalação de suportes dos para-raios. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06.01.

1 800 mín. 400 mín. fe39 500 mín. 2 000 mín.06/1 Folha 1/7 . C 500 mín.05.Dimensões em milímetros A 2 500 mín. 850 mín.20.: ND. 150 500 mín.20. A Disjuntor automático Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO 3PR TP´s TC´s Seccionador tripolar Seccionador Seccionador tripolar me04 15 kV 36.06/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND. B 500 mín. C 500 mín.06. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. 400 mín.2 kV ELEKTRO CARGA Medição Transformador auxiliar Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. di23 di20 B 2 000 mín. 1 200 mín. 150 400 mín. 150 1 700 mín. 500 mín.

Declividade mín.Dimensões em milímetros 1 700 mín.: ND.20. 1% tr01 eq07 ou eq15 co09 1 200 máx. eq05 ou eq13 di21 co15-fe27 eq18 ou eq19 eq09 ou eq16 cb01 is05 -fe08 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.05.20. 300 máx.06/1 Folha 2/7 .06. di21 cb04 ou cb09 1 200 máx. fe38 ou fe44 cb11 ou cb17 tr02 tr03 di21 di08 di17 cb08 cb08 fe13 ou fe14 2 200 tr05 co03 cb01 320 mín.06/1 de maio/2005 fe36 di21 di16 di10 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.

: ND.06/1 de maio/2005 02 200 mín. cb08 me04 3 000 mín.06. ND.20.06/1 Folha 3/7 . di35 Norma de Distribuição Revisão Data co09 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 di24 di03-di04 di18 di19 di15-di25 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros 320 mín. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.05. 300 aprox.20.20 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.

cb08 co09 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 3 000 mín.Dimensões em milímetros 320 mín. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.20. di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06/1 de maio/2005 ND. 18-12-2009 . di24 di03-di04 di08 di17 di18 di19 di35 Norma de Distribuição di23 300 aprox.05.20.06/1 Folha 4/7 200 mín.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.: ND.06.

06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. a compressão. isolação em XLPE . Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.20. meio duro.06/1 Folha 5/7 . classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.0 kV XLPE.70 mm Conector terminal.6/1. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar. de bronze estanhado .8.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar.50 a 10.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido DESCRIÇÃO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. bimetálico.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb04 cb08 cb09 cb11 cb17 co03 co09 co15 di03 di04 di08 di10 di15 di16 di17 di18 di19 di20 di21 di24 di25 Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. Ø TR e DR 4. com 1 parafuso para condutores de cobre.: ND. seção adequada Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Eletroduto de aço galvanizado.20/35 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação.06.8 mm Janela para ventilação tipo veneziana. para cabo de alumínio isolado. paralelo.05. seção adequada Cabo de cobre nu. isolação em XLPE .20.

cabeça sextavada rosca W.05. 36.20. sem centelhador.36. 30 kV Terminal para cabo tripolar .classe 15 kV. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.2 kV Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.20.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. com porca e arruela de latão Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 eq18 eq19 fe08 fe13 fe14 fe27 fe36 fe38 fe39 fe44 is05 me04 tr01 tr02 tr03 DESCRIÇÃO Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .: ND.2 kV.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. 12 kV.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. sem centelhador.06/1 Folha 6/7 . 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.classe 36.06. uso interno Terminal para cabo tripolar . cobreada de seção circular Parafuso de latão. 10 kA Seccionador tripolar . com desligador automático e invólucro polimérico.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.2 kV Disjuntor automático trifásico 36. uso interno Chumbador para rosca M16 Haste para terra. com desligador automático e invólucro polimérico.

É permitida saída subterrânea em BT após a medição. Aplica-se a instalações com potências superiores a 300 kVA ou com mais de uma unidade transformadora. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.9. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.01.2 kV. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. 6. 8.05. etc. geração própria.: ND. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador.06.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias. 5. Na subestação abrigada. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36. Os desenhos são orientativos. 2. 4. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.20. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.06/1 Folha 7/7 . 9.). 3. 7. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM tr05 Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1.9 desta Norma.

Dimensões em milímetros 2 500 mín.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. 150 2 000 mín 500 mín.20. 150 1 500 mín. proteção e transformação Entrada aérea . di23 di20 B 1 700 mín. 500 mín.07/1 Folha 1/7 . A C 2 000 mín.07/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND. 150 500 mín.2 kV Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO Para-raios TP´s ELEKTRO Transformador auxiliar Medição CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.05.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.: ND.06. 500 mín. B 500 mín. me04 1 200 mín. C 500 mín. 400 mín.20. 400 mín. A 500 500 TC´s Disjuntor automático Seccionador tripolar Seccionador com fusíveis 15 kV 36. 500 mín. 400 mín.

: ND.20 Revisão Data 02 fe13 ou fe14 18-12-2009 cb05 co09 eq09 ou eq16 is02 Subestação abrigada de medição.20. 300 máx.20.20.Dimensões em milímetros 1 700 mín. 650 is05-fe08 tr02 fe38 ou fe44 tr03 fe07 fe20-fe26 di06 fe37 di21 cb08 Norma de Distribuição Declividade mín. 1% di21 eq07 ou eq15 fe15 am01 co07 5 000 mín.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor cb08 DESENHO Nº ND.05.01/1 cb01 400 mín.07/1 Folha 1/7 di16 di10 . di21 cb04 ou cb09 di08 di17 tr05 eq05 ou eq13 cb04 ou cb09 di35-di24 eq06 ou eq14 cb01 di21 tr01 di08 di17 1 200 máx.06.07/1 de maio/2005 ND. co03 Ver Desenho ND. proteção e transformação Entrada aérea .08. CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. 18-12-2009 2 800 me04 .20. fe06 500 1 600 cb08 fe39 co09 cb08 is05 cb08 co09 di03-di04 1 600 a 1 800 di35 di03-di04 di19 di18 di08 di17 di24 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.06.20. proteção e transformação Entrada aérea .05.07/1 Folha 2/7 200 mín.Dimensões em milímetros 500 500 600 300 aprox.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de medição.: ND.

20.05.06.20.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. proteção e transformação Entrada aérea .07/1 Folha 3/7 . 500 500 600 di24 di35 500 fe39 cb08 co09 cb08 2 800 di03-di04 di08 di17 co09 di19 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 me04 di03-di04 di18 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. ND.Dimensões em milímetros 300 aprox.20 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 200 mín.: ND.

proteção e transformação Entrada aérea . Ø TR e DR 4. com 1 parafuso para condutores de cobre. meio duro.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.6/1. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0. formato “H”. paralelo.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb08 cb09 cb05 co03 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di10 di15 di16 di20 di17 di18 di19 di20 di21 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição – condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. seção adequada Cabo de cobre nu. isolação em XLPE . a compressão.20.0.8 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação.20. seção 10 mm2.07/1 Folha 4/7 . de bronze estanhado .0 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva 90° de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Extintor de incêndio CO2 Eletroduto de aço galvanizado.05. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.50 a 10.06.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. seção adequada Cabo de cobre flexível. paralelo.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.6/1.0 kV XLPE.

2 kV Seccionador tripolar 36. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios. com desligador automático e invólucro polimérico. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra. 12 kV. proteção e transformação Entrada aérea . 36.06.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. sem centelhador.20.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Disjuntor automático trifásico 36. sem centelhador.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.: ND.07/1 de maio/2005 DESCRIÇÃO Norma de Distribuição ND. com desligador automático e invólucro polimérico.07/1 Folha 5/7 . 10 kA Seccionador tripolar – 36. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.2 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço galvanizado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar – 15 kV Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Disjuntor automático trifásico 15 kV.05.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.20.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq06 eq07 eq09 eq13 eq14 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.

proteção e transformação Entrada aérea .05.9. etc. 10. O eletroduto de proteção da descida do para-raio deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. A cobertura da subestação abrigada deve ser orientada de modo a não permitir escoamento de água sobre a chegada da linha de AT ou sobre a porta.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. Os desenhos são orientativos. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.9 desta Norma. 4. Aplica-se a instalações com entrada subterrânea. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da primeira seccionador ou através de circuito independente do sistema ELEKTRO (baterias. 2. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. de porcelana ou vidro temperado Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de serviço Notas: 1.06. 7.07/1 Folha 6/7 .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM is02 is05 me04 tr01 tr02 tr03 tr05 DESCRIÇÃO Isolador de disco para cadeia. As paredes devem possuir espessura e resistência suficientes para permitir a instalação de suportes dos para-raios.20. 9. Devem ser previstos drenos para escoamento do óleo dos transformadores. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. 5.). 6. 12.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. terminações e das chaves. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. 11. Na subestação abrigada. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. bem como dos isoladores.: ND.01. geração própria.2 kV. 3.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.20. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 8.

07.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.20.06.Dimensões em milímetros me04 di23 Dispositivo para lacre 600 700 di30 co12 di01 Vista de frente (sem portas externas) di29 Vista de frente (com portas externas) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.: ND.01/1 Folha 1/3 .

20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 2/3 .07.: ND.06.di33 eq18 ou eq19 eq09 ou eq16 eq05 ou eq13 tr02 tr03 Fusível AT tr04 di06 me04 eq07 ou eq15 PLANTA Mufla ou terminal ELEKTRO Para-raios TP´s TC´s Seccionador tripolar Fusível de AT Medição ELEKTRO Transformador auxiliar TC´s Disjuntor automático Mufla ou terminal Subestação de transformação Iluminação e serviços auxiliares DIAGRAMA UNIFILAR Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.6. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. 10 kA Seccionador tripolar .20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.01/1 Folha 3/3 .20.07. 30 kV Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de potencial com fusível Notas: 1. admitindo-se outros arranjos para a montagem do conjunto blindado. 4. Os desenhos são orientativos. com desligador automático e invólucro polimérico.36. desde que obedecidas às disposições dos equipamentos e distâncias mínimas de segurança.3.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.20. sem centelhador. 3. 12 kV.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. com desligador automático e invólucro polimérico.5. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.9. sem centelhador. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.9 desta Norma.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM co12 di01 di06 di23 di29 di30 di33 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 me04 tr01 tr02 tr03 tr04 DESCRIÇÃO Conector para interligar as carcaças dos equipamentos com o terra Alavanca para manobra do seccionador Bucha de passagem Iluminação interna Porta frontal com trinco e fechadura Porta frontal interna com dispositivo para lacre Portas traseiras com trinco e fechadura Seccionador tripolar . 2.2 kV Disjuntor automático trifásico 36. As demais condições para conjuntos de manobra e controle em invólucro metálico devem ser conforme item 6.06.: ND.

08.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.: ND.Dimensões em milímetros di28 1 500 VISTA B 1 500 cb08 620 cb02 VISTA A SUBESTAÇÃO OU CUBÍCULO DE MEDIÇÃO/PROTEÇÃO SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO AO TEMPO ELEKTRO Proteção de BT Medição ELEKTRO 15 kV 36.20.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 1/4 .07.2 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

01/1 de maio/2005 500 1 700 Norma de Distribuição ND.20.07.01/1 Folha 1/4 .: ND.eq09 ou eq16 fe18 ou fe19 fe42 ou fe43 di2 cr01 ou cr02 eq04 ou eq12 cb02 cr01 ou cr02 fe18 ou fe19 p01 ou p02 di02 di28 di34 tr05 fe13 ou fe14 cb08 BRITA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.08.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.20.

am01 fe10-fe20 eq04 ou eq12 di02 di28 di08 di34 di17 e fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.07.Dimensões em milímetros eq09 ou eq16 is02 1 000 .20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.36.08.15 kV 1 200 .2 kV 200 fe28 ou fe40 is03 ou is06 cb02 2 000 7 500 mín.01/1 Folha 1/4 .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.

30 kV Gancho olhal Haste para terra.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.malha de 50 x 50 x 3 mm Seccionador de faca. 36.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb02 cb08 cr01 cr02 di02 di08 di17 di28 di34 eq04 eq09 eq12 eq16 fe10 fe13 fe14 fe18 fe19 fe20 fe28 fe40 fe42 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . com desligador automático e invólucro polimérico. 15 kV-630 A Para-raios a óxidos metálicos. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.07. cobreada de seção circular Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Olhal para parafuso Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36.5x2 400 mm Arame farpado Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Eletroduto de aço galvanizado. seção retangular 90x112. unipolar. unipolar.2 kV Mão francesa plana de 1 053 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND. sem centelhador. 10 kA Seccionador de faca.condutores de alumínio Cabo de alumínio CA Cabo de cobre nu. sem centelhador.20.630 A Para-raios a óxidos metálicos. meio duro. com desligador automático e invólucro polimérico.01/1 Folha 2/4 .08.20. seção retangular 90x112. classe pesada Mourão de concreto para amarração Tela de arame . seção adequada Cruzeta de madeira.: ND. 12 kV.2 kV .5x2 000 mm Cruzeta de madeira.

devendo ser obedecidas às distâncias mínimas deste à cerca. Este tipo de subestação pode ser utilizado somente por consumidores industriais. carcaças dos equipamentos. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino. As partes metálicas da subestação (cercas. Os desenhos são orientativos e se necessário. em duas partes. devendo ser conservados fechados. As dimensões da subestação são em função das dimensões do transformador. classe 36.20. Recomenda-se que na parte superior da mesma sejam estendidas três ou quatro fiadas de arame farpado zincado. antes da subestação e o mais próximo possível da divisa com a via pública. Todas as ferragens da estrutura (cintas.: ND. 5.01/1 Folha 3/4 .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. A altura da cerca deve ser de no mínimo 2. portões. de porcelana. de porcelana ou vidro temperado Isolador rígido tipo pino.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.) devem ser solidamente conectadas à malha de terra com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. 8.0 m. A medição e proteção devem ser instaladas em cubículo próprio. mãos francesas e bases das chaves) devem ser aterradas através do cabo de aterramento do para-raios. 7.07. A tela da cerca deve possuir malha de no máximo 50 mm de abertura a ser constituída de fio de aço galvanizado de 3 mm de diâmetro no mínimo. 3. 6.08. providos de trinco e fechaduras. 2. O neutro do transformador deve ser solidamente conectado à malha de terra da subestação. etc.2 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.0 m medida em relação ao piso externo. conforme desenhos desta Norma 4. de porcelana. Os portões devem abrir para fora com abertura de 3.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe43 is02 is03 is06 p01 p02 tr05 Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia. consultar as normas da ELEKTRO referentes à padronização de estruturas e projetos de redes de distribuição de energia elétrica. 9. espaçadas de no mínimo 150 mm.

20.9. 15. não sendo permitida sua fixação no poste instalado no interior da mesma.07.20.01.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.9 desta Norma.08. em todas as faces da proteção externa e junto ao acesso. Caso a distância entre o cubículo de medição/proteção e a subestação for superior a 300 m devem ser previstos para-raios na subestação e na saída da subestação de medição e proteção. Os materiais e equipamentos da estrutura devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. Devem ser afixadas placas com os dizeres “Perigo de Morte” e o símbolo indicador de tal perigo em local bem visível do lado externo. 14.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 12.: ND. 11.10. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. A subestação deve possuir sistema de iluminação artificial. Deve ser previsto revestimento do piso com pedra britada e um sistema de drenagem adequado para escoamento do liquido isolante do transformador para um tanque de contenção. 13.01/1 Folha 4/4 .

2 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Isolador de disco para cadeia 200 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros 15 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Isolador de disco para cadeia 200 36.08.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Fixação da cadeia de isoladores DESENHO Nº ND.01/1 Folha 1/2 .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.20.20.09.

25 6.76 Norma de Distribuição ND.73 Ø 6 .Dimensões em milímetros 15 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 DETALHE A Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm 36.14 57.40 12.10 Ø4 50 .08.09.: ND.20.20.4 17 38.35 25.2 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 DETALHE A Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Detalhe A 95.88 PINO CONTRA PINO Nota: os parafusos para fixação da cadeia de isoladores devem ser colocados por ocasião da concretagem da laje.70 8. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 2/2 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Fixação da cadeia de isoladores DESENHO Nº ND.01/1 de maio/2005 50 4.7 6 7.15 15.

09.08. Para-raios Cantoneira de ferro 1 1/2"x1 1/2"x3/16" 200 Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros 1 1/2" x 1 1/2" x 3/16" Solda 1 300 150 500 500 A 150 A Solda Vista superior 400 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Instalação de para-raios DESENHO Nº ND.: ND.02/1 Folha 1/1 .

03/1 Folha 1/1 . 3. As ferragens de uso ao tempo devem ser zincadas.: ND. 4.03/1 de maio/2005 300 Norma de Distribuição ND. inclusive o da porta de entrada.00 m a fim de não permitir o contato de pessoas e animais.09.50 m onde houver tráfego de veículos leves. Não é permitido material combustível. 6. 2.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Interligação do neutro DESENHO Nº ND. A interligação do neutro com o sistema de terra do consumidor deve ser feita em local de fácil acesso e de modo que possa ser interrompido a conexão entre os terras para medições independentes. 5.20. além do telhado indicado no desenho.20. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas do condutor neutro em relação ao solo: • 5.Dimensões em milímetros 5% 500 500 500 Bucha de passagem uso externo-interno Ver Detalhe e Nota 6 Braçadeira de material não condutor Cabo de cobre nu 50 mm² Eletroduto de PVC rígido Ver Nota 6 DETALHE (Interligação do Neutro) Notas: 1.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. Esta cobertura não deve lançar água para os lados da linha de alta-tensão ou da porta. • 4. A descida do condutor de aterramento do para-raios deve ser protegida por eletroduto de PVC rígido de 3. Para cobertura da subestação abrigada deve ser prevista laje. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.08. • 3.

09.04/1 Folha 1/1 .Dimensões em milímetros 750 A 1 500 A Colocar pedra britada 150 Drenagem de óleo Manilha de Ø 4" Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Dispositivo para drenagem de óleo DESENHO Nº ND.: ND.20.20.08.

O suporte deve vir acompanhado de 4 buchas de nylon S12 e 4 parafusos de ferro cabeça redonda. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 1/1 100 .5 Ø 12 Parafuso M16x25 mm.: ND.10.20.5 mm de comprimento com 4 arruelas.09.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Suporte para isolador pedestal ND. 2.Dimensões em milímetros 325 50 450 325 50 9.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. fenda normal com rosca soberba de 81. Este suporte destina-se à utilização em subestação abrigada. sem cabeça soldado na chapa 100 450 1 100 450 100 Notas: 1.

porca e arruela Furo Ø 8 mm com paraf.10. para-raios e chaves fusíveis DESENHO Nº ND.: ND. sex. porca e arruela Solda Ver Detalhe A 55 200 100 Ø 14 Furo Ø 14 100 200 200 300 200 1 600 A 300 100 650 Parede Solda 30° 50 Mão francesa Cantoneira "L" 1 1/2 x 3/16" e comprimento 750 mm 150 Corte AA Ø8 3 55 10 75 10 19 19 25 38 Detalhe A Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.09. cab.Dimensões em milímetros Travessa sem mão francesa 200 750 A 450 200 650 Cantoneira "L" 1 1/2" x 3/16" e 650 mm de comprimento 100 Furo Ø 8 mm com paraf.20.20. cab. sex.02/1 Folha 1/1 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para terminais poliméricos. M6x25 mm.02/1 de maio/2005 25 2 R1 30 Norma de Distribuição ND. M6x32 mm.

03/1 Folha 1/3 .Dimensões em milímetros Este lado voltado para fonte o od çã ixa estal f ra d pa r pe ro o Fu olad is 45 0 00 13 1 400 900 500 rN Ve 7 ota rN Ve 8 ota Chapa em "L" de 38x38x4.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.5 mm soldada no perfil "L" o içã ed eM d ixa 6) Ca ota N ra pa Ver i ( Va Detalhe da fixação no piso Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.8 kV DESENHO Nº ND.20.09.8 mm Parafuso de Ø13 mm para fixação (chumbado no piso) Chapa de 9.10.: ND.

03/1 Folha 2/3 .09.20.20.03/1 de maio/2005 Superintendência de Engenharia e Planejamento ND.Dimensões em milímetros Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso Eletroduto de 3/4" 900 1 400 Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso 500 Eletroduto de 3/4" Eletroduto de 1 1/4" Caixa de passagem com dimensões mínimas de 150x120x60 mm Furo de Ø11 mm para com espelho liso aterramento do suporte 450 38 100 170 450 80 50 80 Ø18 1300 680 1 300 200 80 50 80 80 200 80 240 80 200 80 38 115 170 45 100 21 118 100 45 21 21 102 115 38 21 100 Suporte para TC Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Suporte para TP Norma de Distribuição Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.8 kV DESENHO Nº ND.: ND.10.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13. Todos as ferragens com perfil em “L” devem ser de 38x38x4.8 mm e soldadas entre si.Notas: 1. O suporte pode ser construído em alvenaria .09.20. 5.: ND. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico. O eletroduto de ∅ 1 ¼” deve ser embutido no piso até a caixa do medidor. 6. 9.5x25 mm e respectiva porca. 3. Todos os furos corridos (rasgos) devem ser de ∅ 11 mm.8 kV DESENHO Nº ND.5x25 mm. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Todas as travessas devem ser de chapa de aço de 38x4. Os parafusos para fixação das travessas devem ser de cabeça sextavada de ∅ 9. 4. Para a fixação dos transformadores de corrente e de potencial devem ser usados parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. Os eletrodutos e as caixas de passagem devem ser fixados sempre do lado oposto ao da fonte de energia e a saída para a caixa do medidor deve ficar apontado para a grade de proteção.03/1 Folha 3/3 .8 mm. 2.20. 7.5x38 mm.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 8. devendo ser previstos eletrodutos e caixas de passagem com instalação aparente e acessórios para fixação dos TP’s e TC’s. utilizando-se parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9.10. O suporte deve ser devidamente aterrado.

20.5 kV DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros 50 0 Este lado voltado para fonte 00 15 1 400 900 rN Ve 7 ota 500 ota rN Ve 8 Chapa em "L" de 38x38x4.09.8 mm Parafuso de Ø13 mm para fixação (chumbado no piso) Chapa de 9.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34.04/1 Folha 1/3 .5 mm soldada no perfil "L" diç Me de ) a x i 6 Ca ota ara r N i p (Ve Va ão Detalhe da fixação no piso Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: Norma de Distribuição ND.

20.09.5 kV DESENHO Nº ND.04/1 Folha 1/3 1500 18-12-2009 130 164 .Dimensões em milímetros Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso Eletroduto de 3/4" 900 1 400 Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso 500 Eletroduto de 3/4" Eletroduto de 1 1/4" Caixa de passagem com dimensões mínimas de 150x120x60 mm Furo de Ø11 mm para com espelho liso aterramento do suporte 500 38 152 38 38 500 80 130 80 1 500 80 80 54 80 38 100 38 100 21 182 100 38 21 21 66 50 66 100 38 210 Norma de Distribuição 163 164 21 80 210 80 80 130 152 80 Suporte para TC Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Suporte para TP Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34.: Superintendência de Engenharia e Planejamento 80 11 164 80 54 80 163 ND.

Todas as travessas devem ser de chapa de aço de 38x4. utilizando-se parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. Todos as ferragens com perfil em “L” devem ser de 38x38x4. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico.09. O suporte deve ser devidamente aterrado. Todos os furos corridos (rasgos) devem ser de ∅ 11 mm. O eletroduto de ∅ 1 ¼” deve ser embutido no piso até a caixa do medidor. 5.Notas: 1. 3.5x25 mm e respectiva porca.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34. 2. 8.04/1 Folha 2/3 .5x25 mm.8 mm. Os eletrodutos e as caixas de passagem devem ser fixados sempre do lado oposto ao da fonte de energia e a saída para a caixa do medidor deve ficar apontado para a grade de proteção. 9. O suporte pode ser construído em alvenaria . 6. Para a fixação dos transformadores de corrente e de potencial devem ser usados parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9.: Norma de Distribuição ND. devendo ser previstos eletrodutos e caixas de passagem com instalação aparente e acessórios para fixação dos TP’s e TC’s. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.5x38 mm. 7.8 mm e soldadas entre si.5 kV DESENHO Nº ND. Os parafusos para fixação das travessas devem ser de cabeça sextavada de ∅ 9. 4.

20.01/1 de maio/2005 150 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros B 1 800 150 A A B Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.10.01/1 Folha 1/3 .11.20.: ND.

11.Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 2/3 .10.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.20.

11.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.10.20.01/1 Folha 3/3 .: ND.Corte BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

Dimensões em milímetros B 1 800 A A B Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.11.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 150 150 ND.: ND.20 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.02/1 Folha 1/3 .10.20.

20.20.02/1 Folha 2/3 .Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.11.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.10.

10.: ND.20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Corte BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.11.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.20.02/1 Folha 3/3 .

Caso seja necessário ampliar a malha de terra.Dimensões em milímetros Cabo de cobre nu seção adequada Detalhe A 260 20 20 250 150 30 A 50 A 300 200 260 Haste de aterramento 50 200 300 50 Detalhe A Corte AA Notas: 1. conforme indicado. sendo as mesmas sempre colocadas em caixas de alvenaria. as novas hastes serão colocadas segundo disposição análoga mostrada neste desenho.: ND. 2.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.01/1 Folha 1/1 . O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.9.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. A distância média entre as hastes será de 3.12.0 m.11.20.9 desta Norma. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

01/1 Folha 1/1 100 A tampa deve ser encaixada por dentro 600 .20. A caixa deve ser confeccionada em chapa de aço nº 18 MSG pintada.10. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. com chapa de aço nº 18 MSG galvanizada ou de resina poliéster reforçada com fibra de vidro.700 Painel de fixação 80 Dobradiças 200 Vidro 4x230x250 Dispositivo para lacre 100 180 140 180 125 25 até Ø1 ½" 20 25 250 Vista frontal Vista lateral 250 7/8" 50 Solda 50 Vista superior Notas: 1. 5.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Caixa de medição tipo A ND.12. A fixação dos vidros na tampa deve ser feita de modo que permita a sua substituição. As cotas indicadas nos desenho medidas são internas e devem ser rigorosamente obedecidas. fiquem embutidas.: ND. 2.20. e para utilização no litoral. 3. 4. A caixa deve ser construída de forma que fique totalmente inviolável. As dobradiças devem ser instaladas de modo que impossibilitando a retirada de seus pinos com a porta fechada.