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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição
Norma

Revisão 02 – 12/2009 NORMA ND.20

br ND. 2009 179 páginas .com.A.: (19) 2122-1000 E-mail: elektro@elektro.com. Nova América Campinas – SP Tel.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Campinas – SP.elektro. 321 – Jd. Diretoria de Operações Superintendência de Engenharia e Planejamento Rua Ary Antenor de Souza.br Site: www.ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.

Aprovações

André Augusto Telles Moreira Superintendente de Engenharia e Planejamento

Antonio Sérgio Casanova Gerente de Expansão e Preservação de Redes

ND.20

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

Página 4

Revisão 02 –12/2009

ND.20

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

Elaboração Clarice Itokazu Oshiro Emerson Ricardo Furlaneto Juracy Pereira Mamede Julio Cesar Bellan Paulo Couto Gonçalves Valmir Ziolkowski

ND.20

Página 5

Revisão 02 –12/2009

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma.ND. Página 6 Revisão 02 –12/2009 . dos materiais e equipamentos bem como das legislações em vigor. a qualquer tempo e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica.

...............................................................................................................................................1 OBJETIVO ......................................................... 17 Suspensão de fornecimento .................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 11 1................2 6................................................................................................................4 5................................................................................................12 5................8 5.................................................................................................................... 4.........6 Subestação da entrada de energia ....................1 Ramal de entrada aéreo ...........3 5.................................................. 21 6...................................................... 6...........................................13 6.5 Subestações abrigadas ...................2 Localização .................................. 24 Contrato de fornecimento.................2 Tipos de medição ...... 13 DEFINIÇÕES ................. 33 6.......9 5........................ 13 CAMPO DE APLICAÇÃO ..................7 Medição...............................1 Consulta preliminar......................................................................................5 Execução da obra............2 Ramal de entrada subterrâneo ................4 6...............................1 Condições Gerais ..... 33 6....................................................................... 21 6................................................................................................................. 19 Limites de fornecimento ....................................................................................................................................2 5........................7 5....... 21 6...........................................6.......... 29 6.....................................6........................................................................................................ 26 6................7.................................... 16 Regulamentação .............................................. 28 6...................................................................... 21 PROJETO ELÉTRICO ................................................................................................................ 5..................... 28 6........................1.......3 6...................................................................................................................................................................1 5..................................... 29 6.........................................6.. 16 Condições não permitidas ......................................... 18 Tensão de fornecimento ... 25 6............. 18 Unidades consumidoras ............................................ 19 Aumento de carga .......... 3........... 25 Ramal de entrada ..........................................................6....ND..........4 Características gerais .............................................................................................5.............................................................5 5.......................................3 Tipos .................................................................................... 2................ 19 Fator de potência ............................ 33 Página 7 Revisão 02 –12/2009 ..............10 5....................... 15 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO ............................11 5.................... 28 6.... 13 REFERÊNCIAS NORMATIVAS ............. 5........................................................... 28 6......................................2 Apresentação do projeto ....................6 5............6........5...... 19 Geração própria .............1 Condições gerais ..............................7...............................................................................................1............................................................................ 20 CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS ............................................. 18 Ponto de entrega ........................................... 24 Ramal de ligação ........ 20 Laudo de conformidade ......................................................................................................................... 20 Fornecimento de materiais da entrada de serviço....................................................20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição ÍNDICE CONTROLE DE REVISÕES .................................................................................. 17 Responsabilidade e atribuições profissionais ........................................................................................................................................................ 25 6..........................................................

..........................................................................................................1 Posto de transformação ao tempo com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA ...........................................................7...10.................................................... 34 Proteção geral .................7 Proteção geral de baixa tensão ................................................................. 45 ANEXO.............9 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6........................... 38 6............4 Caixas de medição ..............................10........... 43 6............. 38 6......................................... 40 6..........................................ND................... 40 6....................... 44 6..........................10.........9 Transformador de corrente para proteção ....................................................... 36 6.......................................9.................................10.................... 59 DESENHOS .................................................................. 36 6.......6 Proteção contra sobretensões (59) .......................6 Disjuntor ................................................................................................9................................ 39 6.................................9...5 Proteção contra inversão de fases (47) ..................................................................................2 Subestação unitária com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA........................................... 34 Proteção geral de média tensão.............................................. 41 6..............................................................................................9..................................................................................................9........................2 Equipamento de medição ................................................................................................................................................10..................................................4 Chave fusível ...........10......3 Instalação .................................................... 38 6..... 43 6.............9................... 71 Página 8 Revisão 02 –12/2009 ........................................................................... 34 6...........................................................7.............10..........9 Sistema de aterramento ...... 42 6............... 39 6..........5 Seccionador tripolar ................ 41 6..................8 Proteção contra descargas atmosféricas ........................................................ 36 6.....................1 Generalidades ............. 44 TABELAS .......................3 Para-raios ...........3 Proteção geral com disjuntor de média tensão .....................................................4 Proteção contra subtensão ou falta de fase (27) ............................................................................................................................................................. 36 6.............................................................................................................................................10..10...............................................10 Equipamentos e acessórios ...................7 Barramentos ......................................................................................................... 38 6.....................................20 6..............10...................10 Transformador de potencial ...................................8 Buchas de passagem....................10.....................................................................8 6..................... 43 6........1 Transformadores ...................................9..........................................................8.. 42 6..................9.. 34 6....11 Equipamentos para instalação em regiões de ambiente agressivo ........... 41 6...........................................................................9......

.02............................20...05/1 Subestação abrigada de medição.......05.........................................01/1 Ramal de entrada subterrâneo (cabo tripolar)..20. ND.................................................03/1 Posto de transformação em poste – 34........Fixação da cadeia de isoladores............... ND.20....................... ND......................01..... ND.............02/1 Ramal de entrada subterrâneo (cabos unipolares)......................... ND.......... ND..........01/1 Posto de transformação em poste – 34...............20......Medição em BT..................02/1 Banco de dutos diretamente enterrados.........04......................................02/1 Subestação abrigada de medição e proteção .............20............03....................... ND..........20....................................20......... ND..20.....20............................. ND. proteção e transformação ............... ND..... ND..20................08.20..Posição inclinada (poste particular)...............01/1 Subestação abrigada de transformação ..04/1 Subestação abrigada de transformação ..Instalação de para-raios............01/1 Subestação ao tempo acima de 300 kVA ................ proteção e transformação .....01/1 Disposição da entrada de serviço............5 kV (medição indireta).......20....01/1 Instalação de chaves seccionadoras .......Entrada aérea...........................03.....20.........Medição em BT...01....Medição em AT....Transformador auxiliar antes do disjuntor......Entrada subterrânea ...............06/1 Posto de transformação em poste – 13.............05...03..... ND......20............06/1 Subestação abrigada de medição..................07/1 Conjunto blindado para medição e proteção em AT................8 kV (medição indireta). ND.............................05.. proteção e transformação – Entrada subterrânea ...5 kV (medição direta)......... ND...07................20............... ND......05.......Entrada aérea Medição em AT .......03/1 Banco de dutos envelopados em concreto......20..............Entrada aérea Medição em AT...Medição em AT. ND...........20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição ÍNDICE DE DESENHOS Elementos da entrada de serviço...........04..........................05....20...04/1 Caixa de passagem.............02/1 Página 9 Revisão 02 –12/2009 ...........................20.........................Medição em AT.....02...20......20...........8 kV (medição direta).....Entrada aérea .............Posição horizontal (poste particular).....04................03..................02/1 Posto de transformação em poste – 13................03.............20...04/1 Subestação abrigada de medição.....20..... ND.Entrada subterrânea ......... ND.......05/1 Tampa para caixa de passagem................. ND.20...................... ND........... ND.........................................................................06.01/1 Detalhes construtivos em subestações ......05............04....03/1 Subestação abrigada de medição e proteção .............. ND.......................................Entrada aérea ..... ND.01/1 Detalhes construtivos em subestações ......08..............................02/1 Instalação de chaves seccionadoras ......05.....20...............................................20............................03.............................................................ND.. ND.. ND...............

.................20..10...12.........................................20...............Medição em AT – 13................10.....08......20............... ND... ND.. ND....09..........................09....20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Detalhes construtivos em subestações ...01/1 Página 10 Revisão 02 –12/2009 ...........................Sistema de aterramento.............................................04/1 Suporte para isolador pedestal.20.....20..01/1 Caixa de medição tipo A..........08............ ND........03/1 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente .Medição em AT – 34...01/1 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária............02/1 Subestações abrigadas .................................02/1 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente ........ para-raios e chaves fusíveis................8 kV.....................01/1 Suporte para terminais poliméricos...03/1 Detalhes construtivos em subestações ....... ND.......Interligação do neutro.. ND..................5 kV.............09.....................20..... ND..... ND.20...........................20....................09.ND....................Dispositivo para drenagem de óleo................. ND................................ ND..20.....20..11........04/1 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares....

− Editoração de acordo com o modelo F-SGQ-010.ND.5 kV.20 Revisão Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição CONTROLE DE REVISÕES Data Descrição − Revisão e atualização do documento para atender as diretrizes do Sistema de Gestão da Qualidade. 02 18-12-2009 Página 11 Revisão 02 –12/2009 . − Inclusão de diretrizes para projetos na tensão de 34.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 12 Revisão 02 –12/2009 .

Instalações especiais. ou comunhão de fato ou de direito. OBJETIVO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Esta norma tem por objetivo estabelecer as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica às unidades consumidoras atendidas através de redes aéreas de distribuição nas tensões nominais de 13. que são regulamentados por legislação específica.20 1. em todas as instalações novas. Página 13 Revisão 02 –12/2009 . caracterizando-se como o limite de responsabilidade de fornecimento. 3. a origem corresponde aos terminais de saída do transformador de instrumento de medição. No caso excepcional em que tal dispositivo se encontre antes da medição. legalmente representada.2 Unidade consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizados pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega.1 Consumidor Pessoa física ou jurídica. Excluem-se desta norma: . a partir do ponto de entrega até a origem da instalação. como minas e outros semelhantes. 3.ND. . 3. 3. podem ser mantidas. 2. 3. desde que as condições técnicas permitam e estejam em bom estado de conservação. na área de concessão da ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.8 e 34.3 Ponto de entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações elétricas da unidade consumidora. reformas ou ampliações de instalações existentes. corresponde aos terminais de saída do dispositivo geral de comando e proteção. proteção e/ou transformação.5 Entrada de serviço Condutores. permanentes ou em caráter provisório.5 kV. CAMPO DE APLICAÇÃO É exigido o cumprimento desta norma no projeto e execução das instalações de média tensão.A.4 Origem da instalação Nas instalações alimentadas diretamente por rede de distribuição da ELEKTRO em média tensão. com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. que solicitar à concessionária o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das contas e pelas demais obrigações legais.Fornecimento em grosso para fins de revenda. regulamentares e contratuais. As instalações existentes executadas de acordo com as normas anteriores. equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede primária da concessionária e o posto ou subestação abrigada de medição. inclusive. DEFINIÇÕES 3.

3. 3.16 Demanda Média das potências elétricas ativas ou reativas. Página 14 Revisão 02 –12/2009 . 3. manobra e transformação de grandezas elétricas. podendo situar-se em local isolado ou fazer parte da própria edificação. medição. proteção e/ou transformação. inclusive. estando os equipamentos instalados ao tempo. destinado à instalação de equipamentos e seus acessórios com a função de medição. 3.13 Subestação unitária Subestação que possui e/ou alimenta apenas um único transformador. 3.ND. 3.7 Ramal de entrada Condutores. proteção e/ou transformação. condutores e acessórios destinados a proteção.6 Ramal de ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega. acessórios e equipamentos compreendidos entre o ponto de entrega e o ponto de medição. proteção e transformação.10 Posto Local destinado à instalação do conjunto de equipamentos e seus acessórios com as funções de medição.8 Limites de propriedade Demarcações que separam a propriedade do consumidor com a via pública e terrenos adjacentes de propriedade de terceiros.14 Conjunto blindado Unidade estrutural do conjunto de manobra e controle. em poste ou plataforma. autosuportável.9 Subestação Parte das instalações elétricas da unidade consumidora em média tensão que agrupa os equipamentos. durante um intervalo de tempo especificado. 3.12 Subestação abrigada Recinto fechado destinado à instalação do conjunto de equipamentos e seus acessórios com as funções de medição. 3.15 Carga instalada Soma das potências nominais de equipamentos elétricos de mesma espécie instalados na unidade consumidora e em condições de entrar em funcionamento. proteção e/ou transformação.11 Posto de transformação Estrutura em poste ou plataforma. no alinhamento designado pelos poderes públicos. podendo ser de instalação interna ou externa. solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3. destinada à instalação do equipamento de transformação e seus acessórios. 3. em invólucro metálico. 3.

são aplicadas diretamente aos terminais dos medidores. • ABNT NBR 5356-3 . • ABNT NBR 5356-1 . • ABNT NBR 5440 -Transformadores para redes aéreas de distribuição – padronização.Parte 102: Seccionadores e chaves de aterramento. 3. • ABNT NBR 5356-4 .17 Fator de demanda Razão entre a demanda máxima num intervalo de tempo especificado e a carga instalada na unidade consumidora.Guia para instalação e operação de capacitores de potência. com revestimento protetor e rosca BSP . Página 15 Revisão 02 –12/2009 .22 Tensão nominal É o valor eficaz da tensão pelo qual o sistema é designado.Equipamentos de alta-tensão . • ABNT NBR 5413 .18 Fator de carga Razão entre a demanda média e a demanda máxima de uma unidade consumidora.19 Fator de potência Razão entre a potência ativa e a raiz quadrada das soma dos quadrados das potências ativa e reativa.Eletroduto de aço-carbono e acessórios. através de transformadores para instrumentos (Transformador de Corrente e/ou Transformador de Potencial).Parte 100: Disjuntores de alta-tensão de corrente alternada.Transformadores de potência .1 Normas da ABNT • ABNT NBR 5060 . • ABNT NBR 5356-5 . REFERÊNCIAS NORMATIVAS 4.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3. ensaios dielétricos e espaçamentos externos em ar.Parte 5: Capacidade de resistir a curtos-circuitos. 3.Transformadores de potência . • ABNT NBR 5356-2 . 4.Transformadores de potência .Transformadores de potência . 3.Parte 2: Aquecimento. • ABNT NBR IEC 62271-102 . ocorrida no mesmo intervalo de tempo especificado. 3. consumidas num mesmo período especificado.Requisitos • ABNT NBR IEC 62271-100 . • ABNT NBR 5598 .21 Medições indiretas Medições nas quais a tensão de alimentação e/ou a corrente de carga são ligadas aos terminais dos medidores. 3. • ABNT NBR 5410 .ND.Iluminância de interiores.Parte 1: Generalidades.Parte 4: Guia para ensaio de impulso atmosférico e de manobra para transformadores e reatores.Instalações elétricas de baixa tensão.Parte 3: Níveis de isolamento.20 Medições diretas Medições de energia elétrica nas quais tanto a tensão de alimentação quanto a corrente de carga.Transformadores de potência .Equipamentos de alta-tensão .

• ND.2 Normas da ELEKTRO: • ND. 5. • ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • ABNT NBR IEC 62271-200 .1 Regulamentação a) A ligação pela ELEKTRO das instalações fica condicionada ao cumprimento das disposições desta norma e das normas complementares aplicáveis da ABNT e da ELEKTRO.Estruturas para redes aéreas isoladas de distribuição de energia elétrica.Projetos de redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica.78 – Proteção de redes aéreas de distribuição. • ND. • ND. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 5. Esta responsabilidade é do(s) profissional(is) que o elaborou e/ou executou.Estruturas para redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica.5 kV.01 . • ABNT NBR 15751 – Sistemas de aterramento de subestações – Requisitos.Estruturas para redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica. • ABNT NBR 15688 .21 .2 kV. • ND.Conjunto de manobra e controle de alta-tensão . não transferem a responsabilidade técnica a ELEKTRO quanto ao projeto e execução das mesmas. bem como o atendimento ao pedido de ligação e as vistorias efetuadas na entrada de serviço. e) As vistorias porventura efetuadas pela ELEKTRO nas instalações internas da unidade consumidora não implicam em responsabilidade desta por danos que sobrevierem a pessoas ou bens resultantes de seu uso. b) As instalações elétricas a partir da origem da instalação devem estar em conformidade com as normas ABNT NBR 14039 e ABNT NBR 5410.04 .Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus. • ABNT NBR 10295 -Transformadores de potência secos.07 .Estruturas para redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica em 34.ND. c) Os trabalhos nas instalações elétricas devem ser realizados de acordo com os requisitos e condições estabelecidos nas normas e regulamentações específicas. • ND. • ABNT NBR 15749 – Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície do solo em sistemas de aterramento.Redes protegidas compactas – critérios para projetos e padronização de estruturas.22 . 4. • ABNT NBR 8124 -Chaves fusíveis de distribuição.02 . • ABNT NBR 14039 -Instalações elétricas de média tensão de 1.12 . • ND.0 kV a 36.Materiais e equipamentos para redes aéreas de distribuição de energia elétrica. d) A liberação do projeto pela ELEKTRO para execução.25 . • ND.03 .Parte 200: Conjunto de manobra e controle de alta-tensão em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até e inclusive 52 kV.Projetos de redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica.Projetos de redes aéreas isoladas e protegidas de distribuição de energia elétrica. • ND. Página 16 Revisão 02 –12/2009 .

destinadas a correção dos efeitos desses distúrbios. se o consumidor utilizar na unidade consumidora. f) Não é permitido qualquer tipo de construção sob as redes aéreas. e) Não é permitida a extensão das instalações elétricas além dos limites da propriedade do consumidor. Página 17 Revisão 02 –12/2009 . à revelia da concessionária. 5. a qualquer tempo. devidamente identificados. comprovadamente. devendo o consumidor assegurar o livre acesso dos funcionários aos locais em que estejam instalados os referidos equipamentos. bem como a propriedade usufruto de terceiros. medição. g) A ELEKTRO inspecionará periodicamente todos os equipamentos que lhe pertençam e estejam instalados na unidade consumidora. II. i) O consumidor deve permitir.ND. que. com prazos pactuados e/ou o pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico da concessionária. sob pena de suspensão do fornecimento. que reserva o direito de tratar somente com o responsável técnico pelo projeto e/ou construção. e O ressarcimento à concessionária de indenizações por danos acarretados a outros consumidores. referentes ao funcionamento dos equipamentos e da instalação. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. j) De acordo com a legislação em vigor. proteção e do(s) equipamento(s) mantido(s) sob lacre. carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores. o livre acesso dos representantes da ELEKTRO. é facultado a ELEKTRO exigir desse consumidor o cumprimento das seguintes obrigações: I. b) Não é permitido qualquer tipo de interligação entre instalações elétricas de unidades consumidoras diferentes. c) Não é permitida uma medição única para mais de uma unidade consumidora. mesmo que o fornecimento seja gratuito. tenham decorrido do uso da carga provocadora das irregularidades. k) Os casos técnicos omissos ou duvidosos serão resolvidos em comum acordo com a ELEKTRO.3 Suspensão de fornecimento A ELEKTRO suspenderá o fornecimento de energia elétrica quando apurar que esteja ocorrendo por parte do consumidor. infração às normas ou nas situações previstas na legislação vigente. às instalações elétricas de sua propriedade. sendo que o acesso a este(s) somente é permitido à ELEKTRO. Os casos excepcionais serão analisados pela ELEKTRO.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição f) As instalações existentes que estiverem em desacordo com as normas e padrões da ELEKTRO ou com as normas da ABNT e que ofereçam riscos à segurança devem ser reformadas ou substituídas dentro do prazo estabelecido pela ELEKTRO. A instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora. h) O consumidor é responsável pelo zelo do ramal de entrada. 5. d) Não é permitida a ligação de unidades consumidoras em imóveis sem delimitação definida e que não estejam devidamente identificadas pelo Poder Público.2 Condições não permitidas a) Não é permitida a ligação de mais de um ponto de entrega numa mesma propriedade.

02/1. por ter medição individualizada e corresponder às instalações de um único consumidor. submetendo à análise e aprovação da ELEKTRO.20. Página 18 Revisão 02 –12/2009 .01. b) O atendimento a mais de uma unidade consumidora. 5. o ponto de entrega situar-se-á no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária. observadas as condições estabelecidas na legislação e regulamentos aplicáveis. 5. ressalvados os seguintes casos: • Havendo uma ou mais propriedades entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora.01. c) Para os serviços executados por Empresas.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 5. conforme regulamentações do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia. o ponto de entrega pode situar-se dentro do imóvel em que se localizar a unidade consumidora.01/1 e ND.4 Responsabilidade e atribuições profissionais a) Os projetos elétricos devem ser elaborados e assinados por profissionais habilitados. havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal subterrâneo. deve ser apresentada. • Visto do CREA do estado onde será realizado o serviço (quando aplicável). de um mesmo consumidor. o ponto de entrega situarse-á na estrutura inicial desta linha. também. • Havendo conveniência técnica e observados os padrões da ELEKTRO. Arquitetura e Agronomia e do CREA – Conselho Regional de Engenharia.20. • Quando se tratar de rede de propriedade do consumidor.5 Ponto de entrega a) O ponto de entrega deve situar-se no limite da via pública com o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. Arquitetura e Agronomia. quando solicitado). devidamente preenchida e autenticada. constando o nome do(s) profissional(is) responsável(is). o ponto de entrega situar-se-á na conexão deste ramal com a rede aérea. no mesmo local pode ser feito desde que justificada a necessidade da subdivisão. b) Até o ponto de entrega de energia é de responsabilidade da ELEKTRO adotar todas as providências com vistas a viabilizar o fornecimento de energia elétrica. e que os circuitos internos de cada unidade consumidora sejam independentes e indicados no projeto a impossibilidade de interligações entre esses circuitos. • Carteira de Registro no CREA do(s) profissional(is) responsável(is) (cópia e original.ND. • Em área servida por rede aérea. a cópia da Certidão de Registro no CREA. c) As localizações do ponto de entrega para os diversos tipos de entradas de instalações consumidoras em média tensão estão ilustradas nos desenhos ND. bem como a sua operação e manutenção. b) Todos os projetos de média tensão encaminhados a ELEKTRO devem estar acompanhados de: • ART – Anotação de Responsabilidade Técnica do CREA.6 Unidades consumidoras a) A unidade consumidora caracteriza-se pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega.

9 Aumento de carga a) Qualquer aumento de carga e/ou alteração de suas características na unidade consumidora. Nas instalações com o neutro do sistema elétrico da ELEKTRO interligado com o neutro das instalações da unidade consumidora. c) Em caso de inobservância pelo consumidor do disposto acima. a partir da rede aérea. quando a unidade consumidora incluir-se em um dos seguintes casos: • Tiver equipamento que. de acionamento manual ou elétrico com intertravamento mecânico e elétrico. 5.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 5.8 Limites de fornecimento a) O fornecimento é feito em tensão primária de distribuição quando a carga instalada da unidade consumidora for superior a 75 kW e a demanda contratada ou estimada pelo interessado para o fornecimento for igual ou inferior a 2 500 kW.5 kV. 5. na forma da legislação vigente. a chave reversora deve possibilitar o seccionamento das fases e do neutro. contendo: • Diagrama unifilar elétrico e funcional. • Construir um circuito alimentado exclusivamente pelo gerador particular independente dos circuitos da instalação normal.ND. com detalhes de intertravamento e das proteções. pelas suas características de funcionamento ou potência. 60 Hz. podendo inclusive suspendê-lo.8 kV ou 34. possa prejudicar a qualidade do fornecimento a outros consumidores. deve ser submetido à apreciação prévia da ELEKTRO. 5.10 Geração própria a) Não é permitido o paralelismo de geradores particulares com o sistema de fornecimento de energia da ELEKTRO. não acarretar prejuízo ao interessado. a ELEKTRO fica desobrigada de garantir a qualidade e a continuidade do fornecimento. b) O atendimento a unidade consumidora com demanda superior a 2 500 kW pode ser feita em tensão primária de distribuição. o interessado deve apresentar projeto elétrico para aprovação da ELEKTRO. desde que haja disponibilidade de energia no sistema de distribuição local e não acarretar prejuízo ao interessado. para alternar o fornecimento de energia através do circuito alimentado pelo sistema da ELEKTRO e pelo gerador particular. Página 19 Revisão 02 –12/2009 . decorrentes de aumentos de carga e/ou alteração de suas características. Em ambos os casos. realizados à revelia da ELEKTRO. c) A ELEKTRO pode estabelecer a tensão de fornecimento sem observar os limites acima. recomenda-se a adoção de uma das medidas a seguir: • Instalar um dispositivo de reversão. b) Para a instalação do sistema de geração própria. • Havendo conveniência técnica e econômica para o sistema elétrico da ELEKTRO. o neutro do circuito alimentado pelo gerador particular deve ser independente do neutro do sistema da ELEKTRO. b) O consumidor será responsabilizado por danos causados aos equipamentos de medição ou à rede de distribuição. Para evitar o paralelismo. se vier a prejudicar o atendimento a outras unidades consumidoras.7 Tensão de fornecimento O fornecimento em tensão primária de distribuição a uma unidade consumidora é feito em 13. em um só ponto de entrega. para verificação da viabilidade e das condições técnicas de atendimento.

uma cópia do Laudo de Conformidade das instalações com a ABNT NBR 14039 e a respectiva ART do profissional responsável pelo Laudo. adequadas à interrupção das correntes capacitivas previstas. indutivo ou capacitivo de sua instalação o mais próximo possível da unidade. tais como. O banco de capacitores deve ter ligações em delta ou estrela flutuante (neutro não aterrado).11 Fator de potência a) O consumidor deve manter o fator de potência. a ELEKTRO efetuará o faturamento do consumo de energia e da demanda de potência reativa excedentes. e) É permitida a instalação de capacitores na média tensão quando a medição for também na média tensão. chaves fusíveis. Neste caso.) são fornecidos e instalados pela ELEKTRO. a proteção deve ser feita por chaves fusíveis com abertura sob carga. juntamente com essas cargas. instalando. elos fusíveis e ferragens são fornecidos pelo consumidor e devem estar de acordo com a padronização da ELEKTRO. chaves seccionadoras. junto às cargas com baixo fator de potência. • Características do dispositivo de reversão. 5. c) Para a correção do fator de potência é recomendada a instalação de capacitores no circuito de baixa tensão. através das chaves ou disjuntores existentes. condutores. f) A instalação do banco de capacitores deve ser feita conforme recomendações do fabricante e estar de acordo com a ABNT NBR 5060. cruzetas.ND. chaves de aferição. conduzidos por área específica da ELEKTRO. b) Sendo constatado nas suas instalações um fator de potência inferior ao valor de referência estabelecido na Legislação em vigor. transformadores. Página 20 Revisão 02 –12/2009 . d) Quando os capacitores forem instalados no circuito de entrada de energia em baixa tensão.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • Características do gerador.13 Laudo de conformidade Deve ser apresentada. etc. calculados de acordo com a Legislação. transformadores de corrente e de potencial. 5. equipamentos para correção do fator de potência. b) Os demais materiais e equipamentos da entrada de serviço. 5.12 Fornecimento de materiais da entrada de serviço a) O ramal de ligação (incluindo a estrutura de derivação do ramal primário e os condutores) e os equipamentos e acessórios para medição de energia elétrica (medidores. quando da solicitação de vistoria. • As solicitações de paralelismo momentâneo ou contínuo da geração própria com o fornecimento da ELEKTRO devem ser objeto de consulta prévia para análises e definições de procedimentos exclusivos. os capacitores são acionados. Neste caso. a proteção deve ser feita por meio de disjuntor ou seccionador com fusíveis adequados para interromper as correntes capacitivas previstas. se necessário. isoladores. postes. para-raios.

. pela ELEKTRO. fica atestado pelo consumidor que não houve nenhuma alteração das instalações elétricas e nem inserção ou alteração de cargas desde a última solicitação aprovada pela ELEKTRO. ou seja. CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS 6. contendo: • Objetivo ou finalidade do projeto e da instalação. Observar que ao informar à ELEKTRO da condição de recuperação de demanda e/ou aumento do fator de utilização.20-F-001 .2. . . o formulário aplicável à solicitação.Informações para fornecimento de energia elétrica para ligação nova e religação sem aumento de demanda Aplicável as solicitações referentes: . o interessado deve entrar em contato com a ELEKTRO.recuperação de demanda. • ND. devidamente preenchido. Todo processo deve conter os seguintes documentos: 6.20-F-004.Informações para fornecimento de energia elétrica para aumento de demanda devido à recuperação de demanda Aplicável às solicitações das unidades consumidoras decorrente de: .religação de consumidor desativado.1.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. • ND. nome. conforme modelo do ND. pode ser elaborado o projeto definitivo. 6.1 PROJETO ELÉTRICO 6.2.2 Apresentação do projeto Após a análise da Consulta Preliminar e definida.1.alteração de contrato de demanda decorrente da inserção ou alteração de cargas.consulta de acesso.20-F-002 . 6.1 Carta de apresentação Carta de apresentação do projeto. visando obter as orientações a respeito das condições de fornecimento de energia e apresentar. a viabilidade e as condições do atendimento.aumento do fator de utilização de cargas anteriormente informadas à ELEKTRO nos processos de ligação e aditamentos contratuais desta unidade consumidora.1.2 Memorial descritivo Memorial descritivo com os elementos necessários à completa interpretação do projeto.20-F-003 .1. relação dos documentos anexados. Página 21 Revisão 02 –12/2009 . conforme orientação a seguir: • ND.ampliação/alteração das instalações existentes. . em 3 (três) vias assinadas pelo responsável técnico pelo projeto.1 Consulta preliminar Antes de iniciar a elaboração do projeto da entrada de serviço.ND. endereço e telefone do proprietário e do responsável técnico e a data prevista para energização. contendo: designação e endereço da instalação consumidora a ser ligada. em 1 (uma) via. • Condições gerais sobre normas técnicas seguidas para o projeto e as que devem ser observadas na execução das instalações. retorno a um patamar de demanda anteriormente contratado e efetivamente utilizado.Informações para fornecimento de energia elétrica para aumento de demanda e inserção de novas cargas Aplicável as solicitações referentes à: .ligação de novo consumidor ou nova unidade consumidora.

6. apresentando: • desenho da quadra onde se localiza o imóvel com os nomes das ruas e/ou avenidas delimitantes. os valores das potências médias dos motores elétricos monofásicos e trifásicos.2. considerando todas as cargas e seu regime mais severo de funcionamento contínuo. hastes.1. ventilação (natural ou forçada). Esse valor deve ser utilizado Página 22 Revisão 02 –12/2009 . cabos e acessórios. 6. demandas mensais previstas e previsão de consumo em kWh.5 Cálculo da demanda Memória de cálculo da demanda máxima provável em kVA da instalação. fator de potência e a tensão de funcionamento de todos os aparelhos e equipamentos elétricos a serem instalados. c) Plantas. e) Malha de terra. condutores de aterramento. indicando os detalhes dos eletrodos. Na Tabela 1 são apresentadas as potências de aparelhos condicionadores de ar e nas Tabela 2 e Tabela 3. na escala de 1:25 ou 1:10. bem como a previsão de futuros aumentos de carga. cortes e vistas. • distâncias de localização dos limites da propriedade na quadra e de localização do imóvel na propriedade. etc. etc. da instalação e das cargas. • Condições específicas sobre pontos de realce ou de caráter especial do projeto da entrada. potências e fatores de potência das cargas. proteção e transformação na propriedade do consumidor. d) Diagrama unifilar da média e baixa tensão.2. Esses dados podem ser utilizados quando não forem disponíveis as potências reais.1. proteção e transformação. • Acréscimos de carga instalada previstos para os (três) primeiros anos. espaço de manobra.ND. etc. distâncias.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • Procedimentos e recomendações técnicas para a operação das instalações.2. vistas e cortes das instalações de medição. com indicação precisa da instalação dos equipamentos de medição. Devem constar dos projetos os seguintes desenhos: a) Planta de localização do imóvel.. dispositivos de proteção.3 Desenhos Desenhos das plantas. com indicação das bitolas dos condutores. b) Planta de localização dos pontos de medição. • Cronograma de execução do projeto da entrada e a data prevista para início de operação.4 Carga instalada Relação das cargas indicando as quantidades e as potências em kVA ou kW. definido em conjunto com a ELEKTRO. em folhas de formatos padronizados pela ABNT com um espaço reservado para carimbo da ELEKTRO. aterramento. Devem ser consideradas as potências nominais indicadas pelos fabricantes nos manuais ou placas de identificação dos aparelhos ou equipamentos. • localização do poste e tipo de estrutura da rede de distribuição da ELEKTRO mais próximo da propriedade. • Regime de trabalho. conexões.1. em 3 (três) vias assinadas pelo responsável técnico contendo o nome por extenso e o número ou visto do CREA. • indicação do ponto de entrega. proteção e transformação. 6.

• Cálculo dos ajustes das proteções.1. indicando a localização dos principais componentes (TC’s. Caso o responsável seja o mesmo pelo projeto elétrico da instalação pode ser apresentada uma única ART desde que esteja discriminado também a responsabilidade pelo projeto da proteção. sendo que a dissipação da corrente de falta não provocará o aparecimento de potenciais de passo e toque perigosos para pessoas e animais. contendo: .a proteção da ELEKTRO e da instalação definidos no projeto da proteção.9. Página 23 Revisão 02 –12/2009 . • ART do responsável pelo projeto da proteção. • Todas as condições de segurança foram atendidas. . • Não existe nenhuma possibilidade de transferência de potenciais da área ocupada pela malha de aterramento para outros pontos. • Diagrama funcional com detalhes da lógica de atuação da proteção. • O sistema de aterramento é considerado seguro para quaisquer condições de defeito. 6. contendo as seguintes documentações: • Diagrama unifilar.3. relés com suas respectivas funções. • Tipo e característica das fontes auxiliares.20 6.ponto da corrente transitória de magnetização dos transformadores considerando a pior situação operativa da planta. • Gráfico tempo x corrente em escala bi-log.2. • Diagrama trifilar de ligação. TP’s. • Valores das correntes de curto-circuito no ponto de derivação da rede fornecidos pela ELEKTRO. • Dados de partida do maior motor com seu dispositivo de partida. • Dimensionamento dos TC’s e TP’s de proteção. deve ser apresentado um projeto da proteção de acordo com os critérios e exigências previstos no item 6. Caso o responsável seja o mesmo pelo projeto elétrico pode ser apresentada uma única ART desde que esteja discriminado também a responsabilidade pelo projeto de aterramento. chaves.7 Termo de responsabilidade pelo sistema de aterramento O Termo de responsabilidade assinado pelo responsável técnico pelo sistema de aterramento da subestação deve conter as seguintes informações: • O projeto de aterramento está de acordo com as orientações do item 6.). Projeto da proteção das instalações da unidade consumidora Quando a proteção de média tensão for feita por disjuntor.6 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição para o dimensionamento dos componentes da entrada da instalação e para os cálculos dos ajustes da proteção.ND. • Catálogos ou manuais técnicos dos relés.. • Potência instalada e demanda máxima. etc.9.1.ponto indicando a corrente de carga máxima acrescida da corrente de partida do maior motor x tempo de partida do mesmo motor. • Cálculo das correntes de magnetização dos transformadores.9 e foi elaborado conforme recomenda a norma ABNT NBR 15751. disjuntor. Juntamente com o termo de responsabilidade deve ser fornecida a cópia da ART do responsável pelo projeto de aterramento.2. corrente e tempo de partida esperado. .

• ND.2 Execução da obra A execução da obra deve obedecer aos requisitos técnicos estabelecidos nesta norma e estar de acordo com o projeto aprovado pela ELEKTRO. e o diagrama de ligação do mesmo. contendo o nome por extenso e o visto do responsável técnico e respectivo número no CREA. de acordo com os critérios e legislações vigentes. 6. Os modelos dos termos de compromissos estão apresentados nos formulários: • ND.11 Termos de compromisso Devem acompanhar os projetos. Se.10 Licença ambiental Apresentação de licença emitida por órgão responsável pela preservação do meio ambiente caso exerça atividade classificada como poluente.20-F-005 – Modelo de Termo de Compromisso de ocupação de poste da ELEKTRO.1. a ELEKTRO poderá solicitar o projeto de aterramento para análise específica. 6. após análise do projeto apresentado pelo consumidor. os termos de compromissos. A ELEKTRO se reserva ao direito de não efetuar a ligação caso a referida licença não seja apresentada quando do pedido de inspeção.ND. 6. 6.2. Caso o responsável por todos os projetos seja o mesmo pode ser registrada uma única ART desde que estejam discriminados todos os serviços a serem prestados.1. Nota: caso conste a ART do responsável(is) técnico(s) ou firma(s) responsável(is) somente pelo(s) projeto(s). as especificações a serem utilizadas para aquisição de materiais e equipamentos da entrada da instalação.2.9 Relatório de ensaio do transformador Relatório de ensaio de rotina do transformador. 6. o projeto deve ser submetido à nova análise pela ELEKTRO. com indicação do nome completo. endereço e número do documento de identidade. da proteção e do aterramento). verificar-se a necessidade de execução de obras e/ou eventuais alterações no sistema elétrico da ELEKTRO.1. o início Página 24 Revisão 02 –12/2009 .2.2. a vistoria da execução da obra será feita somente após o envio da via de recolhimento da ART do(s) responsável(is) técnico(s) pela execução do(s) mesmo(s). de forma clara e precisa. O prazo de validade para a execução do projeto é de 6 (seis) meses após a sua aprovação.12 Anotação de responsabilidade técnica – ART Deve ser fornecida uma via de cada registro de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART do CREA referente aos serviços a serem prestados (projeto ou projeto e execução das instalações elétricas. em 3 (três) vias assinadas pelo proprietário.2. Caso não venha a ser executado dentro desse prazo.3 Contrato de fornecimento A ELEKTRO orientará quanto aos documentos para a elaboração do contrato de fornecimento de energia elétrica. quando necessário. Relação de materiais Relação de materiais contendo.1.1. de acordo com a norma ABNT NBR 5356-1 ou ABNT NBR 10295.8 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Nota: caso julgue necessário.20 6. 6.20-F-006 – Modelo de Termo de Compromisso de manutenção das instalações.

.5. • entradas de prédios e demais locais de uso restrito a veículos: 6. operação e a manutenção do ramal de entrada aéreo são de responsabilidade do consumidor e devem obedecer as condições estabelecidas nos subitens: e). estas devem ser seccionadas e aterradas de acordo com as normas ND. proteção e transformação. preferencialmente.12 da ELEKTRO. etc. medido do poste de derivação na rede até o ponto de entrega. localizados a mais de 50 m da estrutura de derivação da rede.50 m. 6. d) O vão máximo permitido é de 50 m.20.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição da obra está vinculada ao pagamento da participação financeira do consumidor e a assinatura do contrato de fornecimento. escadas. devendo ser obedecidos os afastamentos mínimos estabelecidos na ABNT NBR 15688 e normas ND. áreas adjacentes. ND.0 m. b) O ramal de ligação deve derivar do poste da rede de distribuição determinado pela ELEKTRO.5 Ramal de entrada 6. c) Para postos de transformação ou subestações abrigadas de medição. deve ser instalado um poste particular o mais próximo possível da divisa do terreno. instalando. conforme desenho ND.0 m.4 Ramal de ligação a) O ramal de ligação das unidades consumidoras atendidas pela rede aérea em tensão primária de distribuição deve ser aéreo.02. g) O ramal de ligação não deve ser acessível de janelas. entre o condutor inferior e o solo no ponto de maior proximidade: • vias exclusivas de pedestre: 5.07 e ND. Nos casos de travessias sobre rodovias e ferrovias devem ser observadas as prescrições das Normas Brasileiras e normas específicas dos órgãos responsáveis. um conjunto de seccionadores unipolares tipo faca. Passando sobre cercas.ND. e quando necessárias devem ser feitas nos trechos em que os cabos não estejam sujeitos a esforços mecânicos. • ruas e avenidas: 6.03 ou ND. o ponto de entrega é na fixação dos condutores do ramal de ligação na subestação.01/1 folhas 3/5 e 5/5. f). sacadas.04. pela parte frontal da edificação. b) Em subestações abrigadas de medição. c) A entrada na propriedade do consumidor deve ser. g) e h) do item 6. e) Devem ser evitadas emendas nos condutores do ramal de entrada.4. f) Os condutores do ramal de ligação não devem passar sobre edificações e construções e nem sobre terreno de terceiros. d) Havendo a necessidade de construção de um ramal que passe por propriedade(s) de terceiro(s) para a alimentação da instalação. instalado e mantido pela ELEKTRO.01. neste poste. telhados. proteção e/ou transformação localizadas a menos de 50 m da estrutura de derivação da rede e for dispensável a instalação do poste particular. 6. Página 25 Revisão 02 –12/2009 .1 Ramal de entrada aéreo a) A construção. devem ser apresentados o projeto do ramal e a(s) respectiva(s) autorização(ões) de passagem(s). h) Não é permitida emenda nos condutores do ramal de ligação. e) Deve ser instalado de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas medidas na vertical.

8 kV ou 34.80 x 1. dimensionados conforme Tabela 6.5 kV.80 x 0. que analisará a solicitação contendo as justificativas técnicas. e) Não é recomendada a travessia do ramal de entrada subterrâneo sob vias públicas. h) Não é permitida a instalação do ramal subterrânea em poste que tenha instalado qualquer tipo de equipamento (transformador. etc. de um poste particular. o consumidor deve apresentar as autorizações obtidas junto aos órgãos públicos.03. chave a óleo. g) O eletroduto externo de descida junto ao poste de derivação deve ser de açocarbono zincado pelo processo de imersão a quente. religador. nos pontos com ângulos iguais ou superiores a 30º devem ser previstas caixas de passagens com dimensões internas Página 26 Revisão 02 –12/2009 .02/1. unipolares ou tripolares. os cabos devem ser instalados em duto de polietileno de alta densidade (PEAD) diretamente enterrado ou envelopado em concreto ou de PVC rígido envelopado em concreto. A autorização para ocupação do poste da rede aérea para derivação do ramal subterrâneo fica a critério da ELEKTRO. no mínimo. f) Os condutores do ramal de entrada subterrâneo podem ser de cobre ou alumínio.7/15 kV ou 20/35 kV para ligações em redes com tensões nominais de 13.60 m na calçada ou 0. recomenda-se que o cabo reserva fique energizado a partir da fonte. com boa impermeabilização. provida de tampa de concreto e com fundo falso de pedra britada nº 2. Caso seja necessária. medido do poste de derivação na rede até a subestação. conforme modelo ND.20 m. Os dutos devem ter diâmetro nominal mínimo de 100 mm quando for instalado um circuito completo por duto ou 50 mm quando for previsto um cabo por duto. A derivação do ramal subterrâneo na rede primária deve ser executada conforme desenhos ND. e a sua conexão à rede aérea é executada pela ELEKTRO. deve ser colocada uma placa de advertência junto ao terminal do cabo reserva no interior da subestação abrigada alertando a sua condição de energizado.01/1 e ND. m)Ao longo do ramal de entrada subterrâneo.20-F-005. arame de aço galvanizado 12 BWG ou bandagens. próprios para instalação em locais não abrigados e sujeitos à umidade. j) Recomenda-se a instalação de duto e cabo reserva com as mesmas características do circuito principal. tensão de isolamento de 8.20.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. 12 vezes o seu diâmetro externo. com altura mínima de 5 metros acima do solo e ser fixado ao poste de forma adequada com cintas ajustáveis. o consumidor deve apresentar um termo de compromisso de ocupação de poste. Neste caso. com isolação extrudada de XLPE ou EPR. l) Os cabos isolados devem ser instalados de modo que a curvatura dos cabos seja de. i) No trecho subterrâneo. respectivamente. c) O comprimento máximo do ramal de entrada subterrâneo deve ser de 50 m. a uma profundidade mínima de 0. d) Caso seja autorizada a ocupação do poste da ELEKTRO. b) O ramal de entrada subterrâneo deve partir. preferencialmente. operação e manutenção do ramal de entrada subterrâneo são de responsabilidade do consumidor.80 m na via pública. dimensionado conforme a Tabela 6. O eletroduto deve ser vedado na extremidade para evitar a entrada de água.2 Ramal de entrada subterrâneo a) A construção. k) Junto ao poste de transição deve ser prevista uma caixa de passagem com dimensões internas mínimas de 0.ND.20. Quando instalado.03.5.).

03/1 ou ND. A identificação do condutor deve ser verdeamarela ou na falta da dupla coloração. r) Por toda extensão do ramal de entrada subterrâneo. junto aos terminais. admite-se o uso da cor verde. fase B: branco e fase C: vermelho. etc.01/1 ilustra a instalação de um circuito completo por duto.03. no mínimo. Os condutores de proteção e do neutro (se existir) devem ser identificados pelas cores verde e azul claro. O desenho ND. z) A instalação dos cabos em dutos individuais ou um circuito completo por duto depende do critério adotado pelo projetista. Para as configurações dos bancos de dutos.) devem ser obedecidas as distâncias mínimas estabelecidas pelas empresas responsáveis pelo material. telefone.) deve ser de. pode ser interligado ao neutro das instalações da unidade consumidora por meio de condutor de proteção tipo XLPE ou EPR com isolação de 0. comunicação. q) A distância horizontal dos dutos do ramal de entrada subterrâneo com dutos de outros serviços de infraestrutura (água. s) As caixas de passagem construídas em locais sem acabamento do piso (terra ou gramado) devem possuir uma base de concreto de 0.20.ND. u) As blindagens metálicas dos cabos devem ser interligadas ao sistema de aterramento. providas de tampa de concreto com boa vedação e fundo falso com pedra britada nº 2.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição mínimas de 1. etc. dimensionado de acordo com os critérios da ABNT NBR 14039. Essa distância é válida também para os casos de cruzamentos. no mínimo. reconstituições de cabos. o) Os cabos devem possuir identificação das fases. • Entradas e saídas do ramal nas caixas de passagem.04/1. respectivamente. porém quando necessárias. ao redor da sua abertura. y) O condutor de proteção deve ser lançado no mesmo duto dos condutores de fase. combustíveis.20. 1% para facilitar o escoamento das águas de eventuais infiltrações. p) Os dutos devem ser instalados com uma declividade adequada de.03.50 x 1. devem ser executadas de forma a garantir as características físicas e elétricas originais do cabo e realizadas nas caixas de passagem. 0. Página 27 Revisão 02 –12/2009 . • Na subestação abrigada. t) Recomenda-se que nas caixas de passagem sejam previstas reservas de cabo.30 m.40 m acima do duto.00 x 1.03. n) Os condutores do ramal subterrâneo de MT devem ser identificados com as seguintes cores: fase A: azul. nos seguintes pontos: • Poste de transição. para eventuais substituições dos terminais.20 m.20. etc. v) Devem ser evitadas emendas nos cabos subterrâneos.6/1 kV. x) Se o neutro da rede da ELEKTRO for contínuo e quando disponível. os dutos diretamente enterrados devem ser sinalizados com fita de advertência colocada a 0.25 m de largura. no mínimo. w) A instalação de cabos diretamente enterrados no solo pode ser feita somente quando utilizados cabos com características mecânicas apropriadas. no mínimo. No caso de dutos para materiais inflamáveis (gás. ver desenho ND.

05.20. somente é permitido o emprego de transformadores a seco. desenho ND.5 kV: • medição direta . nos projetos das subestações devem ser observadas as seguintes condições: a) Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação industrial. sempre que possível.desenho ND. b) Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação residencial e/ou comercial.02/1. e) Nos casos de atendimento a consumidores na área rural. • entrada subterrânea. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis. • medição indireta .20.03/1 e ND. Os tipos padronizados são: a) Posto de transformação em poste.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro. para instalações com potências até 300 kVA: • entrada aérea. para transformadores com potências até 300 kVA em 13.04. para instalações com potências superiores a 300 kVA: Página 28 Revisão 02 –12/2009 .6 Subestação da entrada de energia 6. em função das características da propriedade. c) Subestação abrigada de medição e proteção. desenho ND.02/1. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo.04. Nota: considera-se como parte integrante.20. b) Subestação abrigada de transformação. no máximo a 10 metros.20. c) As subestações abrigadas com a medição (em AT ou BT). medição em BT.desenho ND. d) Quando forem projetadas subestações abrigadas apenas para a medição e proteção. bem como para instalação e remoção dos equipamentos. Deve possibilitar fácil acesso a pessoas e veículos. os postos de transformação aéreos podem ficar localizados próximos aos centros de carga. o recinto não isolado ou desprovido de paredes de alvenaria e porta corta-fogo.01/1.1 Condições Gerais De acordo com a ABNT NBR 14039.20. estas destas devem ficar localizadas próximas à divisa com a via pública.6.05.6. 6. medição em AT. no limite da propriedade com a via pública e a mais próxima possível da entrada principal. somente é permitido o emprego de transformadores a seco. 6. não devendo ficar afastadas mais de 50 metros da mesma. medição em BT. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro.2 Localização a) A subestação de entrada de energia deve ser construída. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis. proteção e transformação incorporadas e os postos de transformação devem ser localizados o mais próximo possível da divisa do terreno com a via pública. b) As subestações podem ser instaladas em local isolado ou fazer parte de uma edificação.04.8 kV ou 34.01/1 e ND.3 Tipos A escolha do tipo de subestação é feita a critério do consumidor e de acordo com a potência do transformador a ser instalado.04.04/1.6.20.ND.

6.05/1. sendo cada uma com área livre mínima de 1 m2.5 Subestações abrigadas a) Devem ser construídas em alvenaria ou concreto armado e apresentar características definitivas de construção.20. As dimensões indicadas nos desenhos padrões são as mínimas recomendadas.01/1.03/1.20. desenho ND. b) Devem ser dimensionadas de acordo com as características dos equipamentos a serem instalados.80 x 2.05.4 Características gerais 6.20.60 x 2. abrir para fora.70 m. c) A laje de cobertura da subestação abrigada deve ser impermeabilizada e orientada de modo a não permitir escoamento de água de chuva sobre os isoladores e os condutores de média tensão. sempre que possível. 6. para instalações com potências superiores a 300 kVA: • entrada aérea.6. com transformador auxiliar antes do disjuntor.20. bem como as condições mínimas necessárias de segurança. e) As portas das subestações abrigadas devem ser metálicas. para medição.10 m para acesso de pessoas e de 1. desenho ND.05.6. As janelas devem possuir área útil de ventilação de 20 cm2 por kVA de potência de transformação.07. • entrada subterrânea. f) Devem possuir iluminação interna artificial obedecendo aos níveis de iluminamento fixados pela ABNT NBR 5413.5 kV. desde os terminais do transformador até a caixa de medição. medição em AT. e) Subestação abrigada de medição. proteção e transformação. As janelas devem ser convenientemente dispostas. g) Devem possuir sistema de ventilação natural. d) Subestação abrigada de medição.20. para transformadores com potências superiores a 300 kVA: desenho ND.8 kV ou 34. d) Os corredores e os locais de acesso da subestação abrigada devem ter dimensões de.05. desenho ND. proteção e/ou transformação: desenho g) Subestação ao tempo. e natural sempre que possível. para instalações com potências superiores a 300 kVA: • entrada aérea.05.20.20. proteção e transformação.04/1. ou forçada quando necessária. b) Os postes devem ter as características mínimas definidas na Tabela 5 com comprimento adequado para atender os afastamentos mínimos estabelecidos.06/1. desenho ND. com dimensões mínimas de 0.06.4. de modo a oferecer condições adequadas de operação e manutenção.10 m quando para acesso comum a pessoas e equipamentos. conforme Tabela 7.07/1.1 Posto de transformação em poste a) Os postos de transformação em poste podem ser utilizados para instalações com transformadores com potências nominais até 300 kVA em 13. para livre circulação de pessoas. no mínimo. • entrada subterrânea.01/1. de Página 29 Revisão 02 –12/2009 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • entrada aérea. não sendo permitido o uso de material combustível. medição em AT. com uma declividade mínima de 5%. c) Os condutores secundários devem ser protegidos por eletroduto rígido.ND. f) Conjunto blindado ND. desenho ND. 6. 0.05. com todas as portas abertas e na pior condição com os equipamentos extraídos em manutenção.

O TP deve ter proteção contra sobrecorrente e ser dimensionado de acordo com as recomendações do fabricante. O piso da subestação abrigada deve ser de concreto dimensionado de maneira que resista ao peso dos equipamentos a serem instalados e ficar com uma cota positiva (100 mm) em relação ao piso externo. com malha mínima de 13 mm e máxima de 25 mm. b) Os transformadores a seco devem ser instalados sobre piso adequadamente nivelado e resistente para suportar o seu peso.01/1 a ND. porta corta-fogo e sistema de drenagem de óleo.08.5. etc. preferencialmente. com os símbolos usuais indicadores de tal perigo. próximo à porta de entrada. operação e manutenção dos transformadores a seco. Página 30 Revisão 02 –12/2009 . montagem.70 m do solo.20. não sendo necessário paredes divisórias entre equipamentos.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição modo a promover perfeita circulação de ar.6. com a colocação de janelas próximas ao piso e outras próximas ao teto. são as mesmas de uma subestação abrigada com transformador convencional. tanto no lado externo da porta como nas grades de proteção no interior da subestação abrigada.30 m na parte inferior. podendo ter uma abertura de até 0.09. telas de proteção. da placa de advertência “PERIGO .ND. e) As demais condições quanto à proteção contra sobrecorrentes. h) As partes energizadas da instalação devem ser protegidas por anteparos rígidos constituídos de telas metálicas resistentes. Recomenda-se que o mesmo seja instalado do lado de fora da subestação abrigada. c) Deve haver um espaçamento mínimo de 0. m) Nas instalações de equipamentos que contenham líquido isolante inflamável com volume superior a 100 litros devem ser observadas as seguintes precauções: • Construção de barreiras incombustíveis entre os equipamentos ou outros meios adequados para evitar a propagação de incêndio.50 m entre transformadores e entre transformador e paredes. de arame galvanizado n°12 BWG. o) No interior da subestação abrigada deve estar disponível. aterramentos. l) Os transformadores de potencial (TP) para serviços auxiliares devem ser ligados após a medição. em local acessível.20.04/1 são mostrados detalhes que devem ser observados na construção das subestações abrigadas e sugestões para ferragens e suporte de equipamentos. j) k) Nos desenhos ND. distâncias de segurança. placa de advertência. para facilitar o acesso para inspeção e possibilitar ventilação adequada. devidamente protegido contra intempéries. n) É obrigatória a fixação em local bem visível. um esquema geral da instalação.1 Instalação de transformador a seco a) Por se tratar de equipamento sem risco de explosão e por possuírem características auto-extinguíveis e não propagação de fogo é dispensada a construção de subestação abrigada a prova de fogo. 6. • Construção de dispositivo adequado para drenar ou conter o líquido proveniente de eventual vazamento.ALTA TENSÃO”. i) Deve ser provido de extintor de incêndio (CO2 ou pó químico seco) e atender as normas de segurança específica do Corpo de Bombeiros. d) Devem ser observadas as recomendações do fabricante quanto às condições de instalação. sobretensões. A tela metálica deve ser instalada até uma altura mínima de 1.

01/1. valor de crista nominal da corrente suportável: 40 kA (mínima). d) As ferragens devem ser zincadas por imersão a quente.5. etc.06. portões. em duas folhas.) devem ser solidamente conectadas à malha de terra com cabo de cobre nu de mesma seção da malha ou cabo de aço cobreado de seção equivalente. b) Deve estar de acordo com as exigências especificadas na norma ABNT NBR IEC 62271-200 .3 Conjunto de manobra e controle em invólucro metálico a) Os conjuntos de manobra e controle em invólucros metálicos para medição e proteção em média tensão e/ou transformação é utilizado exclusivamente para entradas subterrâneas. c) Deve ter placa de identificação contendo.00 m de altura e 1. carcaça. g) Deve possuir cerca ou muro com altura mínima de 2.2 kV. espaçadas de.0 m em relação ao piso externo a fim de evitar a aproximação de pessoas não qualificadas ou animais. no máximo. freqüência nominal: 60 Hz. b) A medição em AT e a proteção devem ser instaladas em subestação abrigada própria.6. com os símbolos usuais indicadores de tal perigo. número de série e designação de tipo. no máximo a 10 m. no mínimo. corrente suportável nominal de curta duração (1 segundo): 16 kAef (mínima). nível básico de isolamento: 95 kV (classe 15 kV) ou 150 kV (classe 36. grau de proteção.20. i) Deve possuir sistema de iluminação artificial. 400 A (mínima). 6.6.ND.01/1.5.07. com dimensões mínimas de 2. providas de trincos e fechaduras. tensão nominal: 15 kV ou 36. abrindo para fora.60 m de largura. j) É obrigatória a fixação. c) As partes metálicas da subestação (cerca.2 kV).2 Subestação ao tempo a) Este tipo de subestação pode ser utilizado somente por consumidores industriais. f) Deve ser previsto piso com pedra britada ou um sistema de drenagem adequado para escoamento do líquido isolante do transformador.20. devendo ser observadas as disposições básicas dos equipamentos apresentadas no desenho ND. localizada antes do posto e o mais próximo possível da divisa do terreno. da placa de advertência “PERIGO ALTA TENSÃO”. Página 31 Revisão 02 –12/2009 . no máximo. correntes nominais para o barramento principal. conforme desenho ND. os seguintes dados: • • • • • • • • • nome do fabricante.15 m. devendo ser conservadas fechadas. h) O acesso a pessoas qualificadas deve ser feito por meio de portas. e) As dimensões do posto de transformação ao tempo são em função das dimensões do transformador. no mínimo. e ser constituída de fio de aço galvanizado de 3 mm de diâmetro.Parte 200: Conjunto de manobra e controle de alta-tensão em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até e inclusive 52 kV.Conjunto de manobra e controle de alta-tensão . em local bem visível do lado externo do portão. A tela da cerca deve possuir malha de 50 mm de abertura.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. 0. devendo ser obedecidas às distâncias mínimas deste à cerca. Recomenda-se que na parte superior da cerca ou muro sejam estendidas três ou quatro fiadas de arame farpado zincado.

). h) Não é recomendada a instalação em locais sujeitos a ação corrosiva do meio ambiente (orla marítima. l) m) A estrutura da subestação abrigada deve ser apropriada para fixação por chumbadores em base de concreto. Para instalação interna não há necessidade das portas frontais externas. contendo no mínimo: Página 32 Revisão 02 –12/2009 . f) O invólucro deve ser de chapa de aço com espessura mínima de 2. j) k) Deve possuir aberturas de ventilação natural. massa em quilogramas. etc. para inspeção e remoção dos equipamentos. com acesso permitido apenas a pessoas advertidas e qualificadas. seus efeitos sejam controlados para limitar sua duração e as suas conseqüências. d) Pode ser instalado em local abrigado ou ao tempo.00 mm (14 MSG) para instalação abrigada. g) A superfície.6 mm (12 MSG) para instalação ao tempo ou de 2. além das portas frontais externas. ou muro de alvenaria. Dessa forma. A ocorrência de arco interno pode provocar danos ou ferimentos a pessoas nas suas proximidades. deve ter um tratamento anticorrosivo. indicadas a seguir: • fase A – azul • fase B – branco • fase C – vermelho q) Deve ser apresentado o projeto do conjunto blindado. condições excepcionais de serviço ou má operação podem ocasionar um arco elétrico interno no conjunto de manobra e controle.20 • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição mês e ano de fabricação. o) Nas instalações ao tempo recomenda-se que o local seja delimitado por meio de cerca com tela de arame zincado 12 BWG e malha máxima de 50 mm. n) A iluminação interna deve permitir visualizar todos os equipamentos de comando e controle da parte frontal e equipamentos de média tensão. as chapas metálicas dos conjuntos blindados devem sofrer tratamentos especiais. i) O conjunto blindado para instalação externa deve possuir portas frontais e traseiras internas.ND. devidamente aterrado. devendo ser pintados nas cores convencionais da ELEKTRO. tensão de operação. p) Os barramentos devem ser de cobre eletrolítico rígido. Quando instalados nesses locais. tanto na parte interna como na externa. e) Deve ser instalado sobre uma base de concreto com cota positiva (100 mm) em relação ao piso do recinto. ou forçada. O piso interno à cerca deve ter uma camada mínima de 200 mm de pedra britada n° 2 e um sistema de drenagem adequado para escoamento de águas pluviais. tensão de comando. sempre que possível. os conjuntos blindados devem ser projetados para evitar os arcos elétricos internos e quando ocorrerem. providas de trinco e fechadura. O conjunto blindado para instalação externa deve ser provido de beirais e a cobertura metálica deve apresentar inclinação adequada para escoamento da água. Alguns defeitos. indústrias altamente poluentes.

s) Juntamente com o projeto das instalações da entrada de serviço. • instruções de instalação. tanques e reservatórios. onde forem instalados os equipamentos de medição. caixas e cubículos. • relatório de ensaios de rotina.7 Medição 6.2 Tipos de medição a) Nas instalações com transformador único com potência até 300 kVA (inclusive). • lista de materiais. • detalhes de fixação. locais sujeitos a gases corrosivos.06. • desenhos dimensionais e de disposição. r) Conjunto blindado compacto tipo “Metal Clad” ou “Metal Enclosed” para instalações abrigadas ou ao tempo está desobrigado de atender as características do desenho ND. umidade. a medição é feita em tensão secundária (BT): • medição direta (sem TC´s): para transformadores com potências até 30 kVA com tensão secundária de 220/127 V ou 380/220 V. • massa do conjunto. e potências até 45 kVA com tensão secundária de 380/220 V.7.ND. não devendo ser instalada em locais como: • • • • recintos fechados. • ART referente ao projeto e construção do conjunto blindado. • ART do responsável técnico pelo projeto e construção do conjunto blindado. deve ser apresentada a ART do responsável técnico pela montagem do conjunto blindado. para a liberação para ligação deve ser apresentado: • Projeto completo do conjunto blindado.01/1. com a indicação do dispositivo de alívio de sobrepressão.1 Condições gerais a) Os medidores e demais equipamentos destinados à medição de energia elétrica são fornecidos e instalados pela ELEKTRO em caixas adquiridas pelo consumidor. 6. c) A medição deve ser instalada em local de fácil acesso. Esses equipamentos são instalados e ligados após a vistoria e aprovação das instalações. 6.7. proximidades de máquinas. inundações ou a abalroamento de veículos. entretanto. trepidação excessiva.20. operação. inclusive. realizados conforme ABNT NBR IEC 62271-200. temperaturas elevadas. somente podem ser rompidos pela ELEKTRO. • Relatórios de ensaio de tipo emitidos por laboratório oficial. manutenção e armazenagem.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • diagramas elétricos. • relatórios de ensaios de tipo emitidos por Laboratório Oficial. • medição indireta (com TC´s): para transformadores com potências superiores aos valores acima e até 300 kVA. bombas. com boa iluminação e condições de segurança adequadas. poeira. escadarias e rampas. b) Os lacres dos medidores. Página 33 Revisão 02 –12/2009 . realizados conforme ABNT NBR IEC 62271-200.

preferencialmente em instalação aparente. 10 m.4 Caixas de medição Devem ser utilizados os seguintes tipos de caixas de medição: a) Medição em BT: • Medição direta: caixa de medição tipos E (aço carbono).50 m em relação ao piso e. Página 34 Revisão 02 –12/2009 .20. 6. e) Os condutores dos circuitos secundários dos transformadores de medição devem ser protegidos por eletrodutos de aço ou PVC rígido com diâmetro interno mínimo de 21 mm. transformadores de corrente. c) Nas subestações abrigadas com medições em AT. Esses equipamentos são instalados em caixas ou cubículos preparados pelo consumidor conforme os padrões e em locais estabelecidos nesta norma e são lacrados pela ELEKTRO. tais como. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico. b) As caixas dos medidores devem ser instaladas de modo que o centro do visor fique a uma altura aproximada de 1.04/1.20 m em frente à caixa de medição. no máximo. não sendo admitida a instalação de caixas de passagem. f) A distância entre os transformadores de medição e a caixa de medição deve ser de. quando localizadas no interior de subestação abrigada. dimensionados e instalados pela ELEKTRO. • Medição indireta: caixa de medição tipo M. devem ficar em posição de tal modo que a iluminação interna possibilite fácil leitura dos medidores. 6. g) As caixas de medição e os compartimentos destinados à instalação dos equipamentos de medição devem possuir dispositivos para lacre.09. b) Medição em AT: • Caixa de medição tipo A – ver desenho ND. medidores e demais acessórios são especificados e instalados pela ELEKTRO.03/1 ou ND. de acordo com a potência e características das cargas da instalação consumidora. 6.20.20.12.7.8 Proteção geral 6. III (fibra de vidro).09. VI-A ou VI-B (policarbonato). transformadores de potencial.1 Generalidades a) No poste da rede aérea da ELEKTRO de onde derivar o ramal de ligação aéreo ou o ramal de entrada subterrâneo devem ser instaladas chaves fusíveis ou seccionadores unipolares tipo faca.7. 1.8. b) A proteção geral das instalações da unidade consumidora em média tensão deve estar coordenada com o sistema de proteção da rede ELEKTRO.3 Instalação a) Os equipamentos para medição. ou em alvenaria. os transformadores de medição são instalados em suportes metálicos conforme desenho ND. a medição é feita em tensão primária (AT). no mínimo.01/1. As caixas de medição devem ser de fabricantes homologados pela ELEKTRO.ND. d) No local da instalação da medição deve ser prevista uma distância livre de.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição b) Nas instalações com transformador único com potência superior a 300 kVA ou com mais de um transformador de qualquer potência.

• Cabe a ELEKTRO analisar o projeto da proteção com o objetivo de garantir a confiabilidade/integridade do sistema elétrico da ELEKTRO. • Expansão no sistema elétrico da unidade consumidora que envolva a necessidade de quaisquer alterações nas instalações de média tensão. • O projeto e ajuste de proteção são de responsabilidade do interessado. • Os ajustes. concordando ou propondo alterações. Devem ser afixadas em local visível. f) As unidades consumidoras existentes devem ter os sistemas de proteção geral readequados às exigências desta norma nos seguintes casos: • Alteração de capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA para valor superior a esta potência. • Substituição dos equipamentos de proteção. • O respectivo projeto deve conter as relações de TP’s e TC’s de proteção. • É incumbência do interessado a elaboração do projeto da proteção. poderá exigir a verificação do ajuste em campo através de equipamento de ensaios apropriado. deve haver condições de lacrar o(s) relé(s) de proteção de modo que não haja condições de alteração dos ajustes das proteções sem a concordância da ELEKTRO. j) Quanto à elaboração. execução e manutenção do projeto da proteção: • O interessado deve solicitar à ELEKTRO os dados básicos e condições de contorno para a elaboração do projeto da proteção. devendo mantê-lo conforme apresentado à ELEKTRO. caso necessário. sendo imprescindível a utilização de equipamentos de proteção individual e coletivo. e informados a ELEKTRO através de Laudo Técnico de empresa ou profissional habilitado. h) Além do que estabelece esta Norma o projeto de proteção deve atender as exigências das normas ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 14039. g) Onde houver disjuntor geral de média tensão. Esta análise não contempla a verificação da garantia da confiabilidade/integridade das instalações do consumidor. Página 35 Revisão 02 –12/2009 . e quando abertas. e o resumo dos ajustes em valores primários e secundários. conforme normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego.ND. calibração e aferição devem ser executados pelo interessado. caso julgue necessário. e) A operação e manobra dos equipamentos de proteção devem ser feita por pessoal técnico treinado e habilitado. as partes móveis não estejam sob tensão. d) Os seccionadores unipolares e chaves fusíveis devem ser instaladas de forma que impeça o seu fechamento pela ação da gravidade e possibilite sua pronta manobra. as instruções para operação das chaves e disjuntores de MT. a qualquer tempo e circunstâncias. conforme exemplificado no Anexo I • A ELEKTRO. • Reativação de unidade consumidora.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição c) Cada unidade transformadora deve ter a sua proteção individual na média e baixa tensão. i) A ELEKTRO orienta que os equipamentos de proteção não sejam adquiridos antes da aprovação do projeto de proteção.

3 Proteção geral com disjuntor de média tensão a) A proteção geral de média tensão deve ser realizada por meio de disjuntor nos seguintes tipos de instalações: • Subestação unitária com capacidade instalada maior que 300 kVA. b) No caso de utilização de disjuntor na média tensão.9. consultar a norma ND. Página 36 Revisão 02 –12/2009 . mantendo-se apenas as funções 50N e 51NS. • Instalação com circuito primário subterrâneo após a proteção geral. e escolhidos entre 10K. • Instalação com um ou mais transformadores ao tempo com capacidade instalada total maior que 300 kVA. 6. 47 (inversão de fases). 40K.01 e para o dimensionamento do elo fusível.9 Proteção geral de média tensão 6. A proteção 51NS deve ser do tipo tempo definido. com fusíveis limitadores de corrente. neste caso. c) No caso de utilização de seccionador tripolar com fusíveis limitadores.78. os fusíveis limitadores devem ser escolhidos de forma a atuar em valores (correntes e tempos) inferiores aos admissíveis na curva de carregamento máximo de curta duração do transformador.2 Subestação unitária com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA a) A proteção geral na média tensão deve ser realizada por meio de um disjuntor acionado através de relés secundários ou por meio de seccionador tripolar com abertura em carga. e) Devem ser previstas chaves fusíveis no ponto de entrega da ELEKTRO com a função de retaguarda do disjuntor de entrada. poderá ser utilizado seccionador unipolar.3. c) O disjuntor tripolar de BT deve ser dimensionado de acordo com a Tabela 10 6. adicionalmente.1 Posto de transformação ao tempo com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA a) A proteção geral na média tensão deve ser feita por chaves fusíveis instaladas na estrutura do transformador. Havendo restrições para a utilização da chave fusível. • Subestação abrigada com mais de uma unidade transformadora. poderá ser suprimida a função 51N. sendo que.9. 15K. d) A proteção de fase e neutro deve ter elemento temporizado (51) com as curvas características tempo x corrente tipo muito inversa ou extremamente inversa. e permitir a livre passagem das correntes de carga e transitória de magnetização do transformador. 51NS (neutro sensível). a proteção geral na baixa tensão deve ser realizada por disjuntor tripolar. independente da capacidade instalada. b) O disjuntor geral deve ser acionado através de relés de proteção secundários com as funções 50 e 51 nas 3 fases. e 59 (sobretensão).9. desde que justificado e aprovado pela ELEKTRO. 50/51N (neutro). os procedimentos são os mesmos descritos no item 6. b) As características das chaves fusíveis estão informadas na norma ND. a proteção geral na baixa tensão deve ser realizada através de disjuntor tripolar. c) Quando não houver necessidade de maior seletividade nas instalações consumidoras.ND. sendo que. 50K e 65K.9. Os elos fusíveis devem ser propostos pelo consumidor.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. 25K. neste caso. em função das condições das cargas e suas particularidades.

4 segundos mais rápido.4 segundos mais rápido. e ajuste de tempo 0. e seu tempo de atuação deve ser pelo menos 0. com ação simultânea. • O elemento temporizado (51) deve ser sensível às menores correntes de defeito entre fases no trecho sob sua supervisão e. de operação manual.05 a 1 segundo. se possível. às correntes de defeito no lado de baixa tensão. dotada de alavanca de manobra.ND. ajustar a corrente de partida do relé de fase em 1. • O elemento instantâneo (50N) deve ser sensível às menores correntes de curtocircuito entre fase e terra possíveis e ter ajuste no máximo em 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos a montante.9. refletidas no lado de alta tensão. • O neutro convencional (51N) deve ter corrente de partida no máximo igual a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante. • As unidades temporizadas de fase (51) devem ter correntes de partida no máximo iguais a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante.4 segundos mais rápidos. h) Os TC’s de proteção em que são ligados os relés devem ser sempre do tipo a seco. • O elemento instantâneo (50) deve ser sensível às menores correntes de curtocircuito entre fases. i) Os transdutores utilizados para as proteções de tensão devem garantir a devida qualidade dos seus sinais. g) Os ajustes dos relés de sobrecorrente de neutro devem satisfazer os seguintes requisitos: • O elemento temporizado (51N) deve ser sensível às menores correntes de defeito entre fase e terra sob sua supervisão.5 vezes a corrente equivalente à demanda contratada respeitando as condições acima. • Na condição do subitem c) acima o elemento instantâneo (50N) deve permitir ajuste na faixa de 10 a 100 A referido ao primário. • Os tempos de atuação da função 51 devem ser pelo menos 0. quando aplicável. instalados a montante do disjuntor no mesmo compartimento ou em compartimento específico.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição f) Os ajustes dos relés de sobrecorrente de fase devem satisfazer os seguintes requisitos: • Atuar em valores (correntes e tempos) inferiores aos admissíveis na curva de carregamento máximo de curta duração do transformador. e seus tempos de atuação devem ser pelo menos 0. sendo que deve ser pelo menos 0. • O elemento temporizado tipo tempo definido (51NS). ter ajuste no máximo igual a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante e permitir a livre circulação da corrente transitória de magnetização. j) Antes do disjuntor deve ser instalada um seccionador tripolar. quando o consumidor possuir apenas um transformador. • Caso a demanda contratada esteja abaixo da capacidade do transformador. Estes TC’s devem ser convenientemente dimensionados de acordo com a demanda. limitado a 80% da proteção 51NS à montante. Página 37 Revisão 02 –12/2009 . sendo dispensável quando utilizado disjuntor extraível. deve ter o ajuste de corrente de partida referida no primário de 3 a 10 A.2 segundos mais rápidos que a curva do elo fusível proposto para a chave de proteção do ponto de entrega da ELEKTRO definidos conforme item 6.3 e). níveis de curto-circuito e carga ligada ao secundário (cablagem e relés).

adequadamente dimensionada. observadas as exigências das normas ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 14039. com autonomia mínima de duas horas.Fonte capacitiva (trip capacitivo).Banco de baterias e seu carregador. deve ser protegido por seccionador tripolar com fusíveis.4 Proteção contra subtensão ou falta de fase (27) A ELEKTRO não recomenda a utilização de proteção de subtensão (bobina de mínima tensão) ou falta de fase com operação instantânea atuando no disjuntor geral da instalação.9. devem ser previstas fontes auxiliares. n) Havendo capacitores no circuito primário ou geração própria.3k) acima. • . o) Havendo mais de um transformador de serviço. q) O transformador auxiliar instalado antes do disjuntor geral. devem ser instaladas chaves seccionadoras antes e após o disjuntor. Página 38 Revisão 02 –12/2009 . Estas fontes podem ser: • . 6. Estas fontes podem ser: • . a fim de garantir a sinalização do evento que provocou a atuação. devem ser prevista fonte capacitiva. deve possuir operação temporizada a ser definida junto a ELEKTRO. além das fontes citadas no item 6.9. após a medição. sobrecarga e curto-circuito.5 Proteção contra inversão de fases (47) A unidade consumidora deve utilizar proteção contra inversão de fases.6 Proteção contra sobretensões (59) A unidade consumidora deve utilizar proteção contra sobretensões e ser ajustada de acordo com as necessidades requeridas pelo sistema elétrico do consumidor. adequadamente dimensionadas visando garantir sua atuação. 6. Estas proteções devem garantir a estabilidade e confiabilidade da proteção para casos de manobras. 6. • . sendo dispensável quando utilizado disjuntor extraível. alimentado pelo transformador auxiliar. a proteção geral de baixa tensão deve ser através de disjuntor tripolar instalado o mais próximo possível do transformador.Banco de baterias e seu carregador.9. alimentado pelo transformador auxiliar. Caso o projeto indique o seu uso.ND. m) Para alimentação da bobina de abertura do disjuntor geral de MT devem ser previstas fontes auxiliares.9. devem ser instaladas chaves seccionadoras antes da proteção de cada transformador. para o correto funcionamento do relé no momento da falta.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição k) Para alimentação do(s) relé(s) de proteção. l) Para alimentação do(s) relé(s) de proteção.7 Proteção geral de baixa tensão a) No lado de baixa tensão do transformador deve ser prevista proteção geral e individual para cada circuito. b) No caso da proteção no lado de média tensão utilizando fusíveis. A ELEKTRO recomenda que esta proteção seja feita no circuito secundário (lado da baixa tensão) junto aos motores elétricos ou outras cargas sensíveis.9. alimentado pelo transformador auxiliar. 6.No-break. de forma a garantir a integridade e confiabilidade. p) Não é permitida a utilização dos transformadores destinados à medição de energia para acionamento dos dispositivos de proteção ou para outros fins.

c) Nas subestações abrigadas alimentadas através de ramal aéreo. o valor de corrente resultante sensibilize a proteção de neutro na Subestação da ELEKTRO que o atenderá. de acordo com os valores da corrente de curto-circuito fase-terra do local: Corrente de curtocircuito fase-terra (Iccft) Iccft ≤ 400 A 400 A < Iccft < 600 A Iccft ≥ 600 A Resistência de aterramento 10 Ω 15 Ω 20 Ω b) Cuidados especiais devem ser tomados visando evitar a transferência de potenciais que partem da área ocupada pela malha de aterramento para outros pontos.9. deve ser instalado um jogo de para-raios na saída da subestação e outro na entrada da subestação de transformação. Página 39 Revisão 02 –12/2009 . assim como os condutores de ligação dos para-raios à terra. b) Nos postos de transformação ao tempo. Os para-raios devem possuir as seguintes características conforme item 6. c) Os eletrodos de aterramento. d) Todas as partes metálicas não energizadas da subestação abrigada (portas. os para-raios devem ser instalados em suportes na entrada da subestação abrigada. o projeto deve ser elaborado de forma a controlar adequadamente a dissipação da corrente de falta sem o aparecimento de potenciais de passo e toque perigosos para pessoas e animais. existir um circuito de alimentação primário aéreo com extensão superior a 300 m. tanques de equipamentos.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. e para ramais subterrâneos com comprimento superior a 18 m. a serem instalados entre cada condutor de fase e terra. telas de proteção. conforme recomendações da norma ABNT NBR 15751 e contemple os requisitos listados a seguir: a) O valor da resistência da malha de aterramento deve ser tal que no caso de um curto-circuito fase-terra.ND.10. na condição mais crítica (solo seco). janelas. Para tal. f) Para a proteção da baixa tensão contra surtos e descargas atmosférica devem ser seguidas as orientações das respectivas normas da ABNT vigentes. etc. na tabela a seguir estão apresentados os valores das resistências de aterramento máximos exigidos.) devem ser aterradas e ligadas ao sistema de aterramento com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. 6. devem ser instalados pararaios. após a subestação abrigada de medição e proteção. ou seja. ferragens. d) Nas subestações abrigadas alimentadas por ramal de entrada subterrâneo devem ser instalados para-raios na estrutura de derivação do cabo subterrâneo.9. devem ser com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. sem centelhador. com dispositivo para desligamento automático. e) Quando. no interior da subestação abrigada. os para-raios devem ser instalados na estrutura do transformador.9 Sistema de aterramento É de responsabilidade do projetista planejar um sistema de aterramento que seja considerado seguro para quaisquer condições de defeito.3.8 Proteção contra descargas atmosféricas a) Para a proteção dos equipamentos elétricos contra descargas atmosféricas devem ser utilizados para-raios a óxidos metálicos. também.

2) Para instalações de 34. • ligações: .5 kV.5-33. obedecidas as potências padronizadas pela ABNT.1 Transformadores 6. f) Quando o neutro contínuo da rede da ELEKTRO estiver disponível.03/1). tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV.2-12.10 Equipamentos e acessórios 6. b) Os transformadores com potências até 300 kVA para instalações em postos de transformação devem ser fabricados de acordo com a padronização da ABNT NBR 5440. . • derivações primária (tap’s): 34. freqüência: 60 Hz. .transformador com potência nominal acima de 300 kVA ou de qualquer potência em instalação medição em MT: é permitida o uso de qualquer tensão secundária padronizada.10.5 kV: • • • • tensão máxima do transformador: 36. • tensões secundárias: .8 kV: • tensão máxima do transformador: 15 kVef. os transformadores de potências superiores a 300 kVA devem ser de acordo com as especificações da ABNT NBR 5356 e os transformadores a seco devem ser conforme a especificação NBR 10295. • derivações primária (tap’s): 13. ligações: . b. sendo exigidas as seguintes características mínimas: b. . 6.20.1. • tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV. • freqüência: 60 Hz.10.8-13. • tensões secundárias: .transformador com potência nominal acima de 300 kVA ou de qualquer potência em instalações com medição em MT: é permitida o uso de qualquer tensão secundária padronizada.ND.6 kV. zinco ou chumbo).transformador com potência nominal até 300 kVA (medição em BT): 220/127 V ou 380/220 V.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição e) Todas as interligações dos eletrodos com as hastes de aterramento devem ser feitas com conectores apropriados ou solda exotérmica. este pode ser interligado com a malha de aterramento da subestação do consumidor (ver detalhes da interligação no desenho ND.primária: triângulo.08.transformador com potência nominal até 300 kVA (medição em BT): 220/127 V ou 380/220 V. não sendo permitido o uso de solda simples (estanho.secundária: estrela com neutro acessível.2 kVef. Página 40 Revisão 02 –12/2009 .secundária: estrela com neutro acessível.1 Transformador de serviço a) Os transformadores devem ser dimensionados de modo que a demanda máxima da instalação consumidora não seja superior a potência nominal de transformação instalada.1) Para instalações de 13.primária: estrela com neutro aterrado .0-31.

onde o mesmo viria a ficar ligado por longo tempo com subcarregamento. 6. de óxido de zinco (ZnO) sem centelhador.1.8 kV: • tensão nominal: 12 kVef • máxima tensão de operação contínua (Mcov): 10.10. tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV. d) O transformador auxiliar deve ser dimensionado para atender exclusivamente os circuitos de iluminação e emergência da subestação abrigada.1.4 Chave fusível a) As chaves fusíveis devem ser de base tipo C.4 kVef • corrente nominal de descarga: 10 kA 6.10. com potência nominal até 10 kVA ou trifásico com a mesma ligação do transformador principal.10.5 kV: • tensão nominal: 30 kVef • máxima tensão de operação contínua (Mcov): 24. Página 41 Revisão 02 –12/2009 . ocasionando um baixo fator de potência médio.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • os transformadores para instalação em redes de 34.10. com corpo e suporte em material polimérico.1 kA. capacidade de interrupção assimétrica: 10 kA.8 kV: • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV.10.1.2 kVef • corrente nominal de descarga: 10 kA b) Para instalações de 34. 6. podendo ser monofásico. conforme ABNT NBR 8124 e com as seguintes características mínimas: a. capacidade de interrupção simétrica: 7. e) O transformador auxiliar pode ser instalado antes do disjuntor geral e após a medição. de acordo com o indicado nos padrões construtivos.3 Para-raios Para-raios tipo válvula com desligador automático.ND. 6. c) Os circuitos alimentados pelo transformador auxiliar devem ser completamente independentes dos circuitos alimentados pelo transformador de serviço. corrente nominal: 300 A.5 kV devem possuir núcleo de 5 (cinco) colunas. b) Para alimentação de circuito de iluminação e emergência.2 Equipamento de medição Os equipamentos destinados à medição para fins de faturamento são fornecidos e instalados pela ELEKTRO. f) As características elétricas devem ser conforme item 6. cabendo ao consumidor preparar o local de instalação dos mesmos.1) Para instalações de 13.2 Transformador auxiliar O transformador auxiliar deve obedecer as seguintes condições: a) Para alimentação de circuitos que não necessitem de utilização contínua e plena do transformador de serviço. com as seguintes características: a) Para instalações de 13. ligação entre fases.

5 kV: tensão máxima de operação: 36. corrente suportável nominal de curta duração: 16 kA.6 Disjuntor O disjuntor tripolar de média tensão para uso interno deve estar de acordo com a ABNT NBR IEC 62271-100. de operação manual. duração nominal da corrente suportável de curta duração: 1 segundo. inclusive na fase de projeto da instalação. a qualquer tempo. A ELEKTRO poderá exigir disjuntor com capacidade de interrupção de maior valor. corrente nominal: 400 A (mínima).20 • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição a. freqüência: 60 Hz. freqüência: 60 Hz.10.8 kV: • • • • • • • • • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. corrente nominal: 400 A (mínima). valor de crista nominal da corrente suportável: 40 kA. com dispositivo de abertura mecânica e elétrica (bobina de abertura). com as seguintes características elétricas: a) Para instalações de 13. capacidade de interrupção simétrica sob curto-circuito: 16 kA (mínima). dotadas de alavanca de manobra. NBI: 95 kV (mínimo). Página 42 Revisão 02 –12/2009 • • . capacidade de interrupção simétrica: 3.10. tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV. com as seguintes características mínimas: a) Para instalações de 13. utilizando-se vara de manobra. de ação simultânea. em função de possíveis níveis mais elevados de curto-circuito da rede. tensão máxima de operação: 36. 6.ND. corrente suportável nominal de curta duração: 15 kA. capacidade de interrupção assimétrica: 5 kA.5 kV: 6.5 kA. SF6 ou pequeno volume de óleo (máximo de 1 litro por pólo).2 kV.2 kV. corrente nominal: 400 A (mínima). corrente nominal: 300 A. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV.2) Para instalações de 34.5 Seccionador tripolar Os seccionadores tripolares para uso interno em subestações abrigadas devem ser tripolares. duração nominal da corrente suportável de curta duração: 1 segundo. com indicador mecânico de posição “ABERTA” ou “FECHADA”. freqüência: 60 Hz. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV. b) As chaves fusíveis devem ser adequadas para montagem vertical e possuírem facilidade para instalação e remoção do porta-fusível. b) Para instalações de 34. valor de crista nominal da corrente suportável: 35 kA.8 kV: • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. sistema de interrupção a vácuo. c) As chaves fusíveis tipo expulsão não devem ser instaladas em ambientes fechados.

a qualquer tempo. salvo casos especiais sob consulta à ELEKTRO. capacidade de interrupção simétrica sob curto-circuito: 16 kA (mínima).20 • • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • sem religamento automático.5 kV tensão máxima de operação: 36. não sendo permitido o uso de cabos. 6. não sendo permitido o uso de solda. Em subestações abrigadas ou no interior dos conjuntos blindados.2 kV e tensão suportável de impulso atmosférico (NBI) mínimo 95 kV (15 kV) ou 150 kV (36. corrente térmica nominal: a ser definido no projeto.2 kV.ND.2 kV) e corrente nominal adequada. corrente dinâmica nominal: a ser definido no projeto. corrente primária nominal: a ser definido no projeto. inclusive na fase de projeto da instalação. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. salvo casos especiais sob consulta à ELEKTRO. em função de possíveis níveis mais elevados de curto-circuito da rede. b) Para instalações de 34. ou seja: • fase A – azul • fase B – branco • fase C – vermelho Todas as emendas. sem religamento automático. SF6 ou pequeno volume de óleo (máximo de 1 litro por pólo).7 Barramentos Os barramentos das subestações devem ser de cobre nu (tubo ou barra). os barramentos de média tensão devem ser pintados nas cores padrão. NBI: 95 kV (mínimo).10. freqüência : 60 Hz.8 Buchas de passagem As buchas de passagem devem ser do tipo externo-interno. Página 43 Revisão 02 –12/2009 . sistema de interrupção a vácuo. corrente secundária nominal: 5 A. Os barramentos devem ser dimensionados conforme Tabela 8 e Tabela 9. A ELEKTRO poderá exigir disjuntor com capacidade de interrupção de maior valor. exatidão para proteção: a ser definido no projeto. corrente nominal: 400 A (mínima).8 kV: • • • • • • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. 6. classe de tensão 15 kV ou 36. fator térmico : a ser definido no projeto. freqüência: 60 Hz.10. meio Isolante: sólido (epóxi).9 Transformador de corrente para proteção Transformador de corrente para proteção com as seguintes características: a) Para instalações de 13. derivações e ligações de equipamentos aos barramentos devem ser feitas com conectores apropriados. • • • 6. com dispositivo de abertura mecânica e elétrica (bobina de abertura).10. NBI: 150 kV (mínimo).

• freqüência : 60 Hz. • exatidão para proteção (classe e carga): a ser definido no projeto. potência térmica nominal: a ser definido no projeto. b) Para instalações de 34.10 Transformador de potencial Transformador de potencial para proteção com as seguintes características: a) Para instalações de 13. fator térmico: a ser definido no projeto.5 kV: • classe de tensão: 36. • • • • • • tensão secundária nominal: 115 V. • relação nominal: 120:1.5/ 3 kV. Página 44 Revisão 02 –12/2009 . exatidão para proteção (classe e carga): a ser definido no projeto. • freqüência : 60 Hz. • NBI: 150 kV (mínimo).20 • • • • • • • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição b) Para instalações de 34.8 kV. meio isolante: sólido (epóxi). corrente térmica nominal: a ser definido no projeto. • tensão primária nominal: 34.8 kV: • classe de tensão: 15 kV. corrente secundária nominal: 5 A. grupo de ligação: 1.11 Equipamentos para instalação em regiões de ambiente agressivo Os equipamentos para instalação externa em redes de 13. exatidão para proteção: a ser definido no projeto. • grupo de ligação: 1. • NBI: 95 kV (mínimo). 6.2 kV.2 kV. • meio Isolante: sólido (epóxi). 6. a serem utilizados em regiões de ambiente agressivo devem ter especificação para tensão suportável de impulso atmosférico (NBI) de 125 kV. corrente dinâmica nominal: a ser definido no projeto. • tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. e os equipamentos com componentes metálicos devem possuir proteção anticorrosiva. • tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. corrente primária nominal: a ser definido no projeto. • tensão secundária nominal: 115 V. • potência térmica nominal: a ser definido no projeto.5 kV: tensão máxima de operação: 36. • tensão primária nominal: 13.10.8 kV. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV.10. freqüência : 60 Hz. meio isolante: sólido (epóxi).ND. NBI: 150 kV (mínimo). relação nominal: 175:1.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição TABELAS Página 45 Revisão 02 –12/2009 .

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 46 Revisão 02 –12/2009 .ND.

5 24. 2. estes devem ser considerados.0 14.0 7.5 13. As correntes nominais para aparelhos de 41 000 e 60 000 BTU são para ligações trifásicas em 220 V.5 17. quando disponíveis os dados de placa ou de catálogo do fabricante. Os valores de potência apresentados nesta tabela são orientativos.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 1 Potências de aparelhos de ar condicionado tipo janela Capacidade (BTU/h) 7 500 8 500 10 000 12 000 15 000 18 000 21 000 30 000 41 000 60 000 Notas: 1.0 Página 47 Revisão 02 –12/2009 .0 8.0 15.ND.0 14.0 5.0 14.5 9.0 18.0 7. Potência (VA) 1 100 1 550 1 650 1 900 2 100 2 860 3 080 4 000 5 500 9 000 Potência (W) 900 1 300 1 400 1 600 1 900 2 600 2 800 3 800 5 000 7 500 Tensão (V) 110 220 110 220 110 220 110 220 220 220 220 220 220 220 Corrente (A) 10.

5 28.79 0.81 1.80 0.97 4.67 2. 2.ND. correntes nominais e de partida Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA Corrente nominal (A) 110 V 220 V Corrente de partida (A) 110 V 220 V fp médio 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 5 7½ 10 12 ½ 15 Notas: 0.66 0.84 11.4 27.5 18.6 12.51 0.11 7.14 1. Os valores da tabela foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.72 0.58 13.0 27 31 47 63 68 96 132 220 - 14 16 24 33 35 48 68 110 145 210 260 330 408 0.67 0.22 5.4 6.9 77.80 0.2 21.0 37.63 0.0 - 3.78 0.16 8.1 11.2 52. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não forem disponíveis os dados de placa dos motores ou de catálogos do fabricante.2 14.34 1.1 7.67 0.94 5.64 14.90 1.35 2.07 6.42 0.18 1.71 0.31 11.9 67.1 10.07 9.0 3.73 0.9 7. Página 48 Revisão 02 –12/2009 .5 5.66 0.17 3.83 0.73 0.7 13.56 2.0 40.79 0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 2 Motores monofásicos Potência nominal.77 1.94 16. potência absorvida da rede em kW e kVA.

87 1.2 15.51 6.4 7.9 152.0 528.2 73.76 0.7 58.4 98.85 0.29 190.03 6.3 20.95 3.03 33.3 127.8 22.67 120.3 3.3 25.10 25.1 44.7 3 458.9 19.0 1 619.75 0.1 9.0 43.6 189.26 1.0 2 521.2 370.8 88.7 275. potência absorvida da rede em kW e kVA.74 0.3 1.65 11.8 499.39 0.ND.1 4.1 10.52 39.72 4.2 33.52 2.8 80.92 25.7 17.85 0.82 17.84 0.7 1 162.77 0.7 116.5 340.77 0.6 934.09 16.0 196.38 40.85 As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.83 30.01 20.1 25.84 0.44 81.7 1 288.1 270.42 61.9 1 996.3 915.58 0.93 49.0 38.7 33.3 37.72 0.4 11.71 0.9 2.69 0.9 16.3 65.6 743.85 0.1 90.82 0.1 104.1 201.1 109.0 67.28 95.0 0.6 566.85 0.65 22.6 9.8 177.05 141.89 10.74 48.7 30.61 0.3 214.1 46.70 4.6 13.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 3 Motores trifásicos Potência nominal.66 0.7 414.56 117.73 58.1 477.65 0.8 307.1 1.9 157.02 8.77 0.7 1 455.2 60.5 632.7 250.1 6.86 0.5 144.65 0.1 7.54 1.0 5.81 0.09 161.83 1.1 5.0 43.0 288.6 422.04 5.18 0.0 57.6 243. Página 49 Revisão 02 –12/2009 .23 100.5 39. correntes nominais e de partida Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA Corrente nominal (A) 380 V 220 V Corrente de partida (A) 380 V 220 V fp médio 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 4 5 7½ 10 12 ½ 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: 0.3 3.17 2.3 4.85 12.9 74.7 2.3 4.66 0.57 8.8 9.1 12.54 14.73 0.5 21.0 717.5 1 095.1 156.9 1.0 2 014.15 72.7 7.05 1.77 0.95 2.7 326.

2. Página 50 Revisão 02 –12/2009 . Os transformadores devem ser de acordo com a padronização ABNT NBR 5440 e seu peso não deve exceder 1 500 kg.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 4 Dimensionamento dos condutores do ramal de ligação aéreo Demanda (kVA) 13. sendo e a profundidade de engastamento (m) e L o expressão: e = 10 comprimento total do poste (m).8 kV até 2 800 2 801 a 4 200 4 201 a 4 400 4 401 a 6 000 34.5 150 225 300 400 600 600 600 DT 600 600 600 36. 3.ND.2 kV Poste de concreto (daN) Circular 400 600 600 1 000 DT 600 600 Notas: 1. Tabela 5 Dimensionamento de postes para instalação de transformadores 15 kV Transformador (kVA) Poste de concreto (daN) Circular ≤ 112. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela L + 0.60 .5 kV até 6 000 Cobre nu (mm2) 25 35 70 70 Cabo Alumínio nu (AWG) 2 2/0 2/0 4/0 Nota: os condutores foram dimensionados para temperatura ambiente de 30ºC e considerando-se 80% da capacidade de condução de corrente. Para o dimensionamento dos postes devem ser consideradas as trações mecânicas dos condutores do ramal aéreo.

unipolares ou tripolares. 3.ND. com altura mínima de 5 metros acima do solo. O eletroduto externo se refere ao de descida junto ao poste. e que deve ser de açocarbono galvanizado por imersão a quente. Seções mínimas para cabos tipos EPR ou XLPE com isolação para 8. As seções dos condutores e eletrodutos indicadas são as mínimas admissíveis.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 6 Dimensionamento dos cabos isolados para ramal de entrada subterrânea Demanda (kVA) até 1 700 1 701 a 2 000 2 001 a 2 400 2 401 a 2 900 2 901 a 3 500 3 501 a 4 000 Demanda (kVA) até 1 300 1 301 a 1 500 1 501 a 1 800 1 801 a 2 200 2 201 a 2 700 2 701 a 3 100 3 101 a 3 480 3 481 a 3 920 Cabo de cobre (8. Página 51 Revisão 02 –12/2009 .7/15 kV e 20/35 kV. temperatura ambiente de 30ºC e temperatura do condutor de 90ºC.7/15 kV) Seção mínima (mm2) 25 35 50 70 95 120 Seção mínima (mm2) 25 35 50 70 95 120 150 185 Eletroduto DN (pol) 80 (3") 80 (3") 80 (3") 100 (4") 100 (4") 100 (4") Eletroduto DN (pol) 80 (3") 80 (3") 80 (3") 100 (4") 100 (4") 100 (4") 125 (5") 125 (5") Cabo de alumínio (8.7/15 kV) Demanda (kVA) até 5 200 5 201 a 6 100 Demanda (kVA) até 4 000 4 001 a 4 750 Cabo de cobre (20/35 kV) Seção mínima (mm2) 35 50 Seção mínima (mm2) 35 50 Eletroduto DN (pol) 100 (4") 100 (4") Eletroduto DN (pol) 100 (4") 100 (4") Cabo de alumínio (20/35 kV) Notas: 1. 2.

H – altura da janela. As dimensões das janelas. Notas: 1. indicadas na tabela são as mínimas recomendadas. A tela metálica deve ser de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm com arame nº 12 BWG. 3. 2. L – largura da janela. de área livre mínima para ventilação.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 7 Dimensões das janelas para ventilação de subestações abrigadas Transformador (kVA) P ≤ 225 225 < P ≤ 300 300 < P ≤ 500 500 < P ≤ 750 750 < P ≤ 1 000 Sendo: P – potência nominal do transformador. considerar 20 cm²/kVA por janela. Área livre mínima por janela (cm²) 5 000 6 000 10 000 15 000 20 000 Dimensões das janelas L x H (cm x cm) 2x(100x50) 2x(100x60) 2x(100x100) ou 4x(100x50) 2x(150x100) ou 4x(100x75) 2x(200x100) ou 4x(100x100) Página 52 Revisão 02 –12/2009 . Para potência de transformação superior a 1 000 kVA. não havendo condições de serem obedecidas.ND. podem ser adotadas outras dimensões de modo a obter área livre equivalente.

2. correspondem a: .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 8 Dimensionamento de barramentos para uso interno Demanda (kVA) 13. Não é permitido uso de cabos.5 mm² e espessura de parede de 2. Os tubos com diâmetro IPS.2 mm.28 mm.ND.70 Fio de cobre (AWG) 4 2 Tubo de cobre ∅ (IPS) 1/4 1/4 3/8 3/8 3.53 12. O barramento deve ter suporte de sustentação a cada 3 metros no máximo. 4.5 kV até 3 250 3 251 a 4 500 4 501 a 6 250 Vergalhão de cobre ∅ (mm) 5.branca (fase B) e vermelha (fase C) 34.IPS 1/4 = diâmetro externo de 13. Os barramentos devem ser pintados obedecendo a seguinte codificação de cores: azul (fase A).10 mm. seção útil de 107 mm2 e espessura de parede de 2.7 mm.8 kV até 1 300 1 301 a 1 800 1 801 a 2 500 2 501 a 5 000 Notas: 1.35 9. seção útil de 76.IPS 3/8 = diâmetro externo de 17. .16 6. Página 53 Revisão 02 –12/2009 .

90 10.12 4.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 9 Correntes admissíveis de barramentos retangulares de cobre Corrente nominal Largura x Espessura (mm x mm) 12x2 15x2 15x3 20x2 20x3 20x5 20x10 25x3 25x5 30x3 30x5 30x10 40x3 40x5 40x10 50x5 50x10 60x5 60x10 80x5 80x10 100x5 100x10 120x10 Seção (mm2) Peso (kg/m) 1  24 30 45 40 60 100 200 75 125 90 150 300 120 200 400 250 500 300 600 400 800 500 1 000 1 200 0.80 1.ND.45 2.27 0.21 0.34 3. Página 54 Revisão 02 –12/2009 .45 8.53 0.56 7.78 0.78 3.89 1.67 1.40 0.23 4.36 0.07 1.68 123 148 187 189 237 319 497 287 384 337 447 676 435 573 850 697 1 020 826 1 180 1 070 1 500 1 300 1 810 2 110 Barras com Pintura Número de Barras 2 3   202 240 316 302 394 560 924 470 662 544 760 1 200 692 952 1 470 1 140 1 720 1 330 1 960 1 680 2 410 2 010 2 850 3 280 228 261 381 313 454 728 1 320 525 839 593 944 1 670 725 1 140 2 000 1 330 2 320 1 510 2 610 1 830 3 170 2 150 3 720 4 270 4  2 580 2 010 2 950 2 310 3 290 2 830 3 930 3 300 4 530 5 130 Nota: Correntes nominais para instalações internas com temperatura ambiente de 35ºC e 65ºC de temperatura do barramento.67 1.67 5.34 2.11 0.56 2.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 10 Dimensionamento do ramal de entrada referente a BT para consumidores primários até 300 kVA Página 55 Revisão 02 –12/2009 .

10 29.30 62.04 12.14 4.10 31.8 kV 1.8 kV e 34.88 2.84 Página 56 Revisão 02 –12/2009 .73 20.84 52.46 12.83 20.ND.76 73.69 7.64 16.47 37.26 1.18 5.02 5.28 9.67 94.5 150 225 250 300 350 400 450 500 600 750 1 000 1 250 1 500 1 750 2 000 2 250 2 500 Corrente (A) 13.38 41.5 kV Demanda (kVA) 30 45 75 112.5 kV 0.92 25.53 8.55 14.50 0.59 34.29 33.65 41.26 1.13 104.86 6.92 25.88 3.37 10.41 10.21 83.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 11 Correntes primárias nominais em circuitos trifásicos de 13.77 4.73 18.55 16.75 1.51 3.71 6.

5 150 225 300 350 400 450 500 750 1 000 1 250 1 500 1 750 2 000 2 250 2 500 Corrente (A) 220 / 127 V 79 118 197 295 394 590 787 919 1 050 1 181 1 312 1 968 2 624 3 280 3 936 4 593 5 249 5 905 6 561 380 / 220 V 46 68 114 171 228 342 456 532 608 684 760 1 140 1 519 1 899 2 279 2 659 3 039 3 419 3 798 440 / 254 V 459 525 590 656 984 1 312 1 640 1 968 2 296 2 624 2 952 3 280 760 / 438 V 266 304 342 380 570 760 950 1 140 1 329 1 519 1 709 1 899 Página 57 Revisão 02 –12/2009 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 12 Correntes nominais de circuitos trifásicos em BT Demanda (kVA) 30 45 75 112.ND.

2.ND. Os valores indicados na tabela referem-se a 3 (três) condutores unipolares carregados.PVC 70ºC (A) 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 Condutor isolado para 0. Para condutores com outro tipo de isolação ou modo de instalar devem ser obedecidas as recomendações dos fabricantes. Condutor isolado para 750 V .6/1kV – XLPE/EPR 90ºC (A) 66 88 117 144 175 222 269 312 358 408 481 Página 58 Revisão 02 –12/2009 . de acordo com o método de referência de instalação B1 da ABNT NBR 5410.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 13 Capacidades de condução de corrente de condutores isolados para ramal de entrada em BT Seção do condutor de cobre (mm²) 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 Notas: 1. instalados em eletroduto aparente sobre parede e temperatura ambiente de 30ºC.

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Anexo I Exemplo de projeto da proteção de unidade consumidora que utiliza subestação abrigada de proteção na tensão de 13,8 kV Neste exemplo são apresentados os requisitos mínimos exigidos nos projetos da proteção de consumidores que utilizam disjuntores de média tensão na sua entrada geral de energia, na área de concessão da ELEKTRO. Exemplo: Caso Básico • O ponto de conexão do consumidor está na zona de proteção principal do disjuntor do alimentador. • A instalação do consumidor possui apenas um transformador de serviço. 1. Identificação Interessado: NOME DO INTERESSADO Capacidade instalada: 1 500 kVA Demanda prevista: 900 kW Nome do responsável técnico: Telefone / e-mail para contato com o responsável técnico 2. Informações básicas fornecidas pela ELEKTRO 2.1 Correntes curto-circuito As correntes de curto-circuito e as impedâncias no ponto de entrega poderão sofrer alterações em função de eventuais alterações na configuração do sistema elétrico. O máximo valor de curto-circuito previsto nas barras de média tensão das subestações é de 10 kA simétrico. Os valores de corrente de curto-circuito do consumidor são os seguintes:
Curto-circuito Trifásico Bifásico Fase-terra (Rmalha = 0 Ω) Fase-terra (Rmalha = 10 Ω) Fase-terra (3Rcontato = 100 Ω) Simétrica (A) 2 990 2 590 2 195 520 193 Assimétrica (A) 4 474 3 875 3 028 530 197

2.2 Ajustes das proteções da ELEKTRO Relés
Fabricante Modelo Temporizado - Ip (A) Curva Instantâneo - DI (A) 600 0,10 NI (IEC) 3 600

Fase (50/51)

Neutro convencional 50/51N
XXXX XXXX 90 0,20 NI (IEC) 1 200

Neutro de alta sensibilidade 51NS

12 3s -

Nota: deve ser proposto o elo para uma chave fusível no ponto de entrega conforme ND.20 item 6.9.3 e).
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8=1 256 A. 59 e 47 Página 62 Revisão 02 –12/2009 .Corrente transitória de magnetização (inrush) 13.Corrente máxima prevista (demanda máxima prevista): Imáx = kVnominal ×√3×fator de potência previsto Imáx = 900 13.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3.8 A .Potência nominal do transformador: P = 1 500 kVA . Este valor de corrente pode ser superior no caso de transformadores a seco. 50/51N. ITM =6×Inominal trafo ITM =6×62.8 = 376. Dados básicos da instalação e fornecimento . para 3 segundos .92 =40. conforme tabela abaixo: Z% 4 5 6 7 Ponto ANSI (A) 25 x In 20 x In 16. é usual adotar um valor de seis vezes a corrente nominal num tempo de 0. Vamos utilizar neste exemplo: Z% = 5% Vbase = 13. Sbase e Vbase.3 x In Tempo máximo de duração (s) 2 3 4 5 Para Z% = 5.Impedância nominal do transformador São dados de placa do transformador: Z%. temos: Ponto ANSI=20×62.1 segundos.9 A kWdemanda máx. 51NS.Relés de proteção • fabricante: fabricante • modelo: modelo • funções de proteção: 50/51.5 MVA .91-2000) ou de ponto ANSI.ND.6 x In 14.Limites de suportabilidade do transformador Neste caso pode-se utilizar conceitos de curvas de suportabilidade do transformador (Guia de Proteção de transformadores IEEE C37.Corrente nominal do transformador Inominal trafo = Inominal trafo = 1 500 kVnominal ൈ√3 =62.8 kV Sbase = 1.8ൈ√3 Caso não haja disponibilidade de valores de teste do transformador.8×√3×0. .8 A kVAnominal .

Neste caso.020 x 7.56 = 0.02 (Ω / m x mm2).15 Ω Ou estimado utilizando o valor de 0. temos: Ztotal =Zfiação +Zrelé +ZTC .16 Ω 2.02× Zfiação =0.) é bem menor que sua carga nominal. • .Cálculo da impedância dos condutores: O valor da impedância dos condutores (Z fiação) pode ser obtido da tabela abaixo: Condutores encordoados classe 2 para cabos revestidos Seção nominal (mm2) 2.Cálculo da impedância do relé (Zrelé crítico) A carga solicitada pelo relé depende da sua característica de medição / cálculo das correntes. como o relé do exemplo mede as correntes de fase e neutro.56 4.ND. 4.TC = Vamos utilizar a corrente máxima de 10 kA para o cálculo de saturação do TC.02× . Dimensionamento dos transformadores de proteção (TC’s e TP’s) 4.2 VA/5 A fase e 0.8 A.9 A e a nominal do transformador de 62.11 Assim Z fiação = 0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Neste exemplo utilizaremos um relé microprocessado (numérico) multifunção. cabos. Para o relé multifunção deste exemplo com cargas 0.5 4 6 Resistência máxima a 20° C (Ω/km) 7.1 Transformadores de corrente (TC’s) Os TC’s devem ser dimensionados para suportar a corrente de carga e não sofrer efeitos de saturação nas condições críticas de curto-circuito. 4 474 = =224 A 20 20 Considerando que a carga nos TC’s de proteção (relés.7 3. partiremos da análise de um TC com relação 200/5 A e classe de exatidão 10B100.5 Página 63 Revisão 02 –12/2009 . etc.5 mm2.4 + =24 mΩ 52 52 L S 20 =0. • Quanto ao regime permanente A corrente nominal primária do TC deverá atender a corrente de carga prevista de 40. temos: Zrelé crítico =Zfase +Zneutro Zrelé crítico = 0. Inom. o que afeta diretamente o desempenho da proteção.Quanto à condição de saturação Icc máx. conforme segue : Zfiação =0.2 0.4 VA/5 A neutro (informações obtidas no manual do relé) e 20 m de condutores de cobre 2.prim.

utilizando 10 kA como corrente máxima. Na falta de maiores informações. com impedância de carga nominal de 1.51T (curva característica tempo x corrente) = 0. para o TC que estamos verificando. foi 10B100) e. item 6. Ajustes das proteções do consumidor 5.10 MI (muito inversa) Página 64 Revisão 02 –12/2009 .precisão => 10B100 4.5=0.1 Ajuste das proteções de sobrecorrente fase (50/51) Conforme as condições de contorno definidas na Norma ND20.Quanto a corrente suportável de curta duração (corrente térmica) Deve ser verificado se atende às condições acima.2×0. inicialmente. os TC’s devem ter as seguintes características técnicas: .2 Transformadores de potencial (TP’s) A ELEKTRO sugere a utilização de TP’s com relação de transformação 13 800 / 115 V com classe de exatidão 0.1Ω Ztotal =160+24+100 Ztotal =284 mΩ Icc3φsim RTC 10 000 Icc = =250 A 40 Icc = Vsat =Icc ×Ztotal Vsat =250×0.5 A (60 A primários) .5Ω (obtido da tabela 10 da ABNT NBR 6856): ZTC =0. a tensão máxima do TC estará abaixo do ponto de saturação (que é de 100 V já que a precisão adotada.0 Ω.Cálculo da impedância do TC (ZTC) A impedância do TC deve ser obtida com o fabricante.9. . Itérmica(1s) = Itérmica(1s) = Icc3φsim Inom.3 e) .prim.relação => 200/5 A .284=71 V Obs. a resistência de carga nominal é 0. dentro do padrão.: mesmo a ELEKTRO alterando a corrente de curto-circuito.51 (corrente de partida temporizada) = 1. portanto. No caso em questão devem ser utilizadas duas unidades de TP’s em ligação deltaaberto.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição . Assim. apenas a resistência é importante e pode ser considerada com 20% da carga do TC. 5. e considerando-se um TC com baixa reatância de dispersão.3P75. Assim.TC 10 000 =50 A 200 Portanto a especificação de corrente térmica deve ser igual ou superior a 50 vezes por 1 segundo.ND.

6.5 Chave fusível de retaguarda ELEKTRO O elo fusível proposto é o elo 65K.15 A (6 A primários) • 51NS T (tempo definido) = proposto o ajuste de 0.9.2 Ajuste das proteções de sobrecorrente de neutro (50/51N e 51NS) Conforme as condições de contorno definidas na Norma ND. item 6. podemos utilizar apenas as funções 51NS e 50N.: Este ajuste deve visar garantir a seletividade com uma chave fusível que será instalada para proteção de retaguarda a critério da ELEKTRO.3P75 5. seletivo com a função de fase 51 5.51.1 Transformadores de corrente e potencial: Valor primário TC TP 200 A 13 800 V Valor secundário 5A 115 V Classe de exatidão 10B100 0.20.8 )=1.15 A.4 Ajuste da proteção de inversão de fases (47) • 47: esta função deve permanecer ativada 5.5 s 5. Deve ser a mínima possível. 5.6 Resumo dos ajustes 5. 2.ND.5 A (60 A primários).20 Notas: Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 1.51N.24 A RTC 40 Então utilizaremos o ajuste de 50 = 12.3× ൬ ൰ =12.5 s • 50N = proposto 1. Considerando que o ajuste mínimo do relé do exemplo é 0.2 Relés: Relé(s) Funções 50. temos: • 51NS = 0. 5.6.3 e) Como a proteção de neutro não é sensível a faltas do lado secundário do transformador (conexão delta no primário) e não há outras proteções de neutro em série.59 e 47 Fabricante AAA Modelo BBB Página 65 Revisão 02 –12/2009 . Deve ser verificado se há correntes de partida de cargas que mereçam ser consideradas 50 (superior a ITM) ITM 6×62.3 Ajuste da proteção de sobretensão (59) • 59 = proposto ajuste de 120% (considerando a tensão nominal do relé sendo 115 V) = 138 V • 59T (tempo de atuação) = 0.3 A (492 A primários). FS×( Obs.50N.

5 A 0.5 s 138 V ativado 60 A 6A 16 560 5.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Função de proteção 51 51 T 50 51N 51N T 50N 51NS 51NS T 59 47 Valores secundários 1.15 A 0.5 A 0.3 Elo fusível: Elo fusível proposto para chave 65K fusível de retaguarda ELEKTRO Página 66 Revisão 02 –12/2009 .1MI 12.3 A Valores primários 60 A 492 A desativado desativado 1.ND.6.

00 Tempo (s) Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.ND.10 I TM 0.00 50/51N ELEKTRO 50/51 ELEKTRO 51NS e 50N CLIENTE 0.000 10.01 0 1 10 I carga 100 1.00 65K chave fusível retaguarda ELEKTRO 10.000 I (A) Página 67 Revisão 02 –12/2009 .00 51NS ELEKTRO PT ANSI 50/51 CLIENTE 1.8 kV 100. Gráfico tempo x corrente 13.20 1.000.

Esquema de ligação e diagramas do sistema de proteção O esquema de ligação do sistema de proteção do projeto deve mostrar as ligações dos TC’s.ND. TC’s. TP’s e outros equipamentos. fonte(s) auxiliar(es) alimentando o relé de sobrecorrente e a bobina de abertura do disjuntor.0.ELEKTRO MEDIÇÃO ELEKTRO VERGALHÃO DE COBRE 3/8" TC ELEKTRO 3xTC PROTEÇÃO FU . relés.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 7.0. indicando claramente onde está o disjuntor.12 kV PARA-RÁIOS CARGA POSTE REDE PARTICULAR Figura 1: Diagrama unifilar Página 68 Revisão 02 –12/2009 . TP’s. O diagrama unifilar deve conter a subestação de medição e proteção e transformação do consumidor. bobinas do disjuntor (bobinas de abertura e fechamento).12 kV PARA-RÁIOS SUBESTAÇÃO DE MEDIÇÃO E DE PROTEÇÃO TP . BT 10A NO BREAK ILUMINAÇÃO PROTEÇÃO RELÉS DE PROTEÇÃO 59 47 50 50N 51 51N 51GS 52 DISJUNTOR GERAL MT 10 kA .5 A FU . FONTE POSTE DA ELEKTRO 10 kA . Deve ser incluído também o respectivo diagrama funcional. BT 10A 1xTP 400VA ILUMINAÇÃO DISJ.5 A 2xTP 400 VA PROTEÇÃO SECCIONADOR 400 A DISJ.

20 ENTRADA DE 15 kV CS1 F-MT Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição DISJ. BT ILUMINAÇÃO E TOMADA DA SUBESTAÇÃO ABRIGADA TR-AUXILIAR F-MT F-MT TP-PROTEÇÃO F-BT NO BREAK F-MT FONTE CAPACITIVA TP-PROTEÇÃO F-MT F-BT TC-P ENTRADA VB DE TENSÃO VC TC-P VA ALIMENTAÇÃO DO RELE TRIP CAPACITIVO A2 - A1 + + TC-P IA_o IB_i IB_o IC_i IC_o IN_i IN_o ENTRADAS DE CORRENTE IA_i BA 50 50N-GS 51 51N-GS 47 59 RELÉ SECUNDÁRIO DG SAÍDA DE 15 kV Figura 2: Diagrama trifilar de proteção Página 69 Revisão 02 –12/2009 .ND.

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 70 Revisão 02 –12/2009 .ND.

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição DESENHOS Página 71 Revisão 02 –12/2009 .ND.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 72 Revisão 02 –12/2009 .

01/1 Folha 1/5 SUBESTAÇÃO ABRIGADA 18-12-2009 .20.01.01/1 Ponto de entrega a PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR b Tipo de Subestação Abrigada Medição e Proteção Medição.20 Revisão Data 02 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND. Proteção e Transformação a ≤ 10 m ≤ 50 m b ≤ 50 m ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.09.20.Ramal de ligação Ver Desenho ND.01.20.: ND.

20. Proteção e Transformação a ≤ 10 m ≤ 50 m b ≤ 50 m ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01.20 Revisão Data 02 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.: ND.20.01/1 Folha 2/5 SUBESTAÇÃO ABRIGADA 18-12-2009 .Ponto de entrega Ramal de entrada a PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR b Tipo de Subestação Abrigada Medição e Proteção Medição.01.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

09.20.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 b ≤ 50 m ND.: ND.01. PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO) .20 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.01/1 Ramal de entrada Ponto de entrega a ≤ 50 m PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR Seccionador unipolar tipo faca Ramal de ligação Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 3/5 d > 50 m SUBESTAÇÃO ABRIGADA (MEDIÇÃO.20.Ver Desenho ND.01.

Posto de transformação (poste ou plataforma) Ponto de entrega Medição direta ou indireta PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR a ≤ 50 m Ramal de ligação Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 b ≤ 50 m 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.: ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.01.01/1 Folha 4/5 .20.01.

20 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.01.01/1 Folha 1/5 d > 50 m .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 b ≤ 50 m ND.20.20.Posto de transformação (poste ou plataforma) Ramal de entrada Seccionador unipolar tipo faca Medição direta ou indireta Ramal de ligação PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR Ponto de entrega a ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01.: ND.

Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .Ramal de entrada (aéreo ou subterrâneo) . proteção e transformação com entrada aérea a .Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .Distância entre o poste e o ponto de entrega a ≤ 50 m b ≤ 50 m Subestação abrigada de medição.Vão máximo a ≤ 50 m Posto de transformação (poste ou plataforma) a .02/1 Folha 1/1 .Subestação abrigada Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b ≤ 50 m b .Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .01.Distância entre o limite da propriedade e o posto de transformação b .20.Vão máximo d .Distância entre o poste e a subestação abrigada a ≤ 50 m b≤ m 50 Posto de transformação (poste ou plataforma) a .01.Distância entre o poste e o ponto de entrega b ≤ 50 m a ≤ 50 m Subestação abrigada de medição.Distância entre o poste e o posto de transformação d > 50 m a ≤ 50 m b≤ 50 m Legenda: . proteção e transformação a .Subestação abrigada de medição e proteção (entrada aérea ou substerrânea) a .Distância entre o poste e o ponto de entrega a ≤ 10 m b≤ 50 m Subestação abrigada de medição. proteção e transformação com entrada subterrânea a .Vão máximo d .Distância entre o limite da propriedade e a subestação abrigada d > 50 m b .20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Disposição da Entrada de Serviço ND.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Transformador particular .Ramal de entrada subterrâneo .: ND.Propriedade do consumidor .Ramal de ligação .

01/1 Folha 1/1 .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Instalação de seccionador unipolar Posição horizontal (poste particular) DESENHO Nº ND.02.02.: ND.20.Dimensões em milímetros 15 kV 2 000 200 1 000 250 500 250 36.2 kV 2 400 200 1 200 250 850 250 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

02/1 Folha 1/1 .02.2 kV 2 400 1 200 200 250 850 250 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Instalação de seccionador unipolar Posição inclinada (poste particular) DESENHO Nº ND.02.Dimensões em milímetros 15 kV 2 000 1 000 250 200 500 250 36.20.20.

20.: ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros fe28-is03 ou fe40-is06 200 co05 fe11 250 fe17 600 eq09 ou eq16 400 250 cb05 eq03 ou eq11 cb12 ou cb13 ou cb20 1 200 cb20 fe18 ou fe19 di22 cr01 ou cr02 co14 eq10 ou eq17 eq10 ou eq17 di12 co09 cb11 ou cb17 400 di08 di17 p01 ou p02 am09 600 5 000 mín di11 fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03.01/1 Folha 1/3 .03.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND.20.

bitola 4 BWG Cabo de cobre ou alumínio unipolar. com desligador automático e invólucro polimérico. abertura sob carga . para cabos de alumínio isolados.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.0 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar.classe 36.classe 15 kV.03.2 kV. seção retangular 90x112.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. paralelo.01/1 Folha 2/3 .20/35 kV Cabo de cobre.20. têmpera meio-dura. sem centelhador. com desligador automático e invólucro polimérico.7/15 kV Fio de aço cobreado para aterramento. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos. com 1 parafuso para condutores de cobre.5x2 000 mm Cruzeta de madeira.2 mm Fio de aço galvanizado.70 mm Conector terminal. para cabos CA-CAA Conector derivação. Ø TR e DR 4. seção retangular 90x112. seção 25 mm2 Conector derivação tipo estribo.8.03.0. a compressão.5x2 400 mm Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa de Passagem Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.6/1. isolação em XLPE .36. seção adequada Cruzeta de madeira. 12 kV. 30 kV Terminal polimérico . base tipo "C". para uso externo Chave fusível de distribuição. isolação em XLPE . classe pesada Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Chave fusível de distribuição. 10 kA Terminal polimérico . de 13 x 1 mm para aterramento Eletroduto de aço galvanizado. de bronze estanhado . sem centelhador. base tipo "C".1 mm (14 BWG) Cabo de cobre flexível.50 a 10. seção 10 mm2. abertura sob carga. isolação em XLPE . a compressão. uso externo Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am09 cb05 cb11 cb12 cb13 cb17 cb20 co05 co09 co14 cr01 cr02 di08 di11 di12 di17 di22 eq03 eq09 eq10 eq11 eq16 eq17 DESCRIÇÃO Arame de aço zincado Ø 2. de alumínio.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND.20.: ND. de diâmetro nominal 5.

de porcelana.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.03. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. cobreada de seção circular Mão francesa perfilada de 993 mm Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36.01/1 Folha 3/3 . classe 35 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND.20. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.: ND.2 kV Isolador rígido tipo pino.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe11 fe13 fe14 fe17 fe18 fe19 fe28 fe40 is03 is06 p01 p02 DESCRIÇÃO Grampo de linha viva para condutores de cobre.03. de porcelana.

02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.20.02/1 Folha 1/3 .Dimensões em milímetros fe28-is03 ou fe40-is06 200 250 co05 fe11 eq09 ou eq16 400 250 fe17 600 cb05 eq03 ou eq11 1 200 cb20 fe18 ou fe19 co09 cr01 ou cr02 eq10 ou eq17 cb12 ou cb13 ou cb20 di12 co14 di22 cb10 ou cb18 di08 p01 ou p02 di17 am09 5 000 mín.03.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND.: ND. 600 di11 fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03.

a compressão.03. de 13 x 1 mm para aterramento Eletroduto de aço galvanizado.0 kV Cabo de cobre ou alumínio tripolar.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.classe 15 kV.2 kV. isolação em XLPE .20. abertura sob carga. seção retangular 90x112. sem centelhador. de alumínio. de diâmetro nominal 5.6/1. classe pesada Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Chave fusível de distribuição. sem centelhador.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am09 cb05 cb10 cb12 cb13 cb18 cb20 co05 co09 co14 cr01 cr02 di08 di11 di12 di17 di22 eq03 eq09 eq10 eq11 eq16 eq17 DESCRIÇÃO Arame de aço zincado Ø 2.70 mm Conector terminal. paralelo.20. com desligador automático e invólucro polimérico.8. a compressão. para cabos CA-CAA Conector derivação.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre flexível.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. bitola 4 BWG Cabo de cobre ou alumínio tripolar. seção 25 mm2 Conector derivação tipo estribo. seção retangular 90x112. com 1 parafuso para condutores de cobre.50 a 10. base tipo "C". isolação em XLPE .classe 36.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND. 10 kA Terminal polimérico .7/15 kV Fio de aço cobreado para aterramento.5x2 000 mm Cruzeta de madeira. de bronze estanhado . 30 kV Terminal polimérico .5x2 400 mm Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa de Passagem Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.20/35 kV Cabo de cobre.02/1 Folha 2/3 .2 mm Fio de aço galvanizado. abertura sob carga . 12 kV. têmpera meio-dura. para uso externo Chave fusível de distribuição. Ø TR e DR 4. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos. para cabos de alumínio isolados. isolação em XLPE . com desligador automático e invólucro polimérico. base tipo "C". seção 10 mm2.36. seção adequada Cruzeta de madeira.03. uso externo Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.0.

seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND.03.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe11 fe13 fe14 fe17 fe18 fe19 fe28 fe40 is03 is06 p01 p02 DESCRIÇÃO Grampo de linha viva para condutores de cobre.03. cobreada de seção circular Mão francesa perfilada de 993 mm Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino. de porcelana.02/1 Folha 3/3 . de porcelana.: ND.2 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. classe 36.20.2 kV Isolador rígido tipo pino.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos diretamente enterrados ND.20.20.03/1 de maio/2005 H Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros Configuração 1x1 Nível do piso acabado Fita de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 400 Configuração 1x2 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 600 400 Duto de PEAD H Duto de PEAD Configuração 1x3 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 600 30 Duto de PEAD 400 400 H Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03.03.03/1 Folha 1/2 .: ND.

03.03.: ND.Dimensões em milímetros Configuração 2x2 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 30 600 Duto de PEAD Configuração 2x3 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 30 600 30 Duto de PEAD 400 Nota: A cota H refere-se à distância entre o nível do piso acabado e o topo do banco de dutos.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos diretamente enterrados ND. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. sendo igual a 600 mm quando instalado na calçada e 800 mm quando instalado no leito carroçável.20.03/1 de maio/2005 400 H H Norma de Distribuição ND.03/1 Folha 2/2 .

20.04/1 de maio/2005 B Norma de Distribuição H ND.03.: ND.03.Dimensões em milímetros Configuração 1x1 Nível do piso acabado Configuração 1x2 Nível do piso acabado 80 Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada H 30 80 B 80 A C Dutos de PVC 80 A C Configuração 1x3 Nível do piso acabado Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada 30 30 80 80 B H Duto de PVC A C Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos envelopados em concreto ND.04/1 Folha 1/2 .

: ND.03.20.03.20 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos envelopados em concreto ND.Dimensões em milímetros Configuração 2x2 Nível do piso acabado Configuração 2x3 Nível do piso acabado 30 80 Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada H 30 30 80 30 30 B 80 A C Dutos de PVC 80 A C Dimensões (mm) A B C H Duto de PVC rígido liso 1x1 280 280 400 1x2 420 280 600 1x3 570 280 600 2x2 420 420 600 2x3 570 420 600 600 (passeios) 800 (leito carroçável) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 B H ND.04/1 Folha 2/2 .

) Concreto com espessura de 100 mm Ø200 Ø200 CORTE AA 200 (mín) H Dreno de brita Nota: a cota H refere-se à distância entre o nível do piso acabado e o topo do banco de dutos. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.03.03.05/1 de maio/2005 100 CORTE BB Norma de Distribuição ND.20.20. sendo igual a 600 mm quando instalado na calçada e 800 mm quando instalado no leito carroçável.05/1 Folha 1/1 .Dimensões em milímetros A 100 900 B 1 000 800 B 900 100 A 800 100 1 000 100 PLANTA Tampão de Concreto Armado 890x890x100 Tampão de Concreto Armado 890x890x100 100 1 200 (mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Caixa de passagem ND.

06/1 Folha 1/1 .03.06/1 de maio/2005 300 Norma de Distribuição 100 890 ND.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Tampa para caixa de passagem ND.0 C=600 AÇO CA 50 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20.03.Dimensões em milímetros 890 445 445 T1 Chapa n° 20 100 20 20 100 560 100 20 140 Ø1 8 m m 8 R2 0 100 Pontos de solda externos Chapa n° 20 100 150 100 135 ° 100 150 T1 = Ø 16.

01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.20.04.01/1 Folha 1/4 .: ND.Dimensões em milímetros 2 000 200 cr01 fe18 fe42 300 cb19 fe34-eq09 cb19 co09 di22 cb05 400 250 fe34-eq03 am01 fe11 is02-fe10-fe20 co05 1 000 1 500 250 cb19 fe32 ou fe41 di09 di25 tr06 cb04 ou cb09 is04-fe02 200 200 am09 cb04 ou cb09 p01 ou p02 di19 me01 1 400 a 1 600 di15-di25 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Ver Nota 2 Medição Elektro ELEKTRO M Proteção CARGA 15 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.

bronze estanhado.04. paralelo.20. seção retangular 90x112.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr01 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq03 eq09 fe02 fe10 fe11 fe13 fe14 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . 10 kA Armação secundária de 2 estribo Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre. 1 paraf.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2.5x2 000 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição. isolação em XLPE .70 mm Cruzeta de madeira.: ND.6/1. abertura sob carga. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. seção adequada Cabo de cobre flexível.0. de alumínio. polimérico. sem centelhador.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.0 kV XLPE. 12 kV.15 kV Conector derivação tipo estribo.6/1. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 .50 a 10. com desligador automático. para cabos CA-CAA Conector derivação. cobreada de seção circular Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. a compressão. ØTR e DR 4. base tipo "C".04. seção 10 mm2.01/1 Folha 2/4 . cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. para condutores de cobre.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V.

.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe18 fe20 fe32 fe34 fe41 fe42 is02 is04 me01 p01 p02 tr06 Mão francesa plana de 619 mm Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 053 mm Isolador de disco para cadeia. 4.01/1 Folha 3/4 . Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.: ND.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. 5.50 m onde houver tráfego de veículos leves.20. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 30 kVA quando utilizada a tensão secundária de 220/127 V e 45 kVA para tensão secundária de 380/220 V.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01.04. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo M2.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. sendo: 10 e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total do poste (m). 2.04.20. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.5.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Caixa de medição .60 . Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: . Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m. 3. . Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado.4.3.BT Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 15 kV DESCRIÇÃO Notas: 1. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão: e = L + 0.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. 6. tipo pesado ou de PVC tipo rígido.

20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.01/1 Folha 4/4 .9 desta Norma.04. É permitida saída subterrânea em BT após a medição.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.9.: ND. 9.20.04. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 8.7. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.2 kV M Proteção CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.2 400 200 cr02 fe19 fe43 Dimensões em milímetros is02-fe10-fe20 co05 am01 300 fe34-eq16 cb19 cb19 fe11 1 200 di22 co09 fe34-eq11 cb05 2 000 250 cb19 550 250 fe32 ou fe41 di09 di25 tr07 cb04 ou cb09 200 is04-fe02 200 am09 cb04 ou cb09 di19 p01 ou p02 me01 1 400 a 1 600 di15-di25 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Ver Nota 2 Medição Elektro ELEKTRO 36.: Norma de Distribuição ND.02/1 Folha 1/4 .04.20.

base tipo "C". para cabos CA-CAA Conector derivação. bronze estanhado.50 a 10.6/1. isolação em XLPE .20.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. paralelo.5x2 400 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição. para condutores de cobre.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0. ØTR e DR 4. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 .0 kV XLPE. abertura sob carga .1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2. seção 10 mm2. de alumínio. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. 1 paraf. polimérico.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. seção retangular 90x112.: Norma de Distribuição ND.70 mm Cruzeta de madeira. sem centelhador. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.15 kV Conector derivação tipo estribo. seção adequada Cabo de cobre flexível. a compressão.02/1 Folha 2/4 . cobreada de seção circular Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04. 30 kV Armação secundária de 2 estribo Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre. com desligador automático.0.6/1.36.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr02 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq11 eq16 fe02 fe10 fe11 fe13 fe14 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .

de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Caixa de medição .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe19 fe20 fe32 fe34 fe41 fe43 is02 is04 me01 p01 p02 tr07 Mão francesa plana de 726 mm Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia. 4.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela e = L + 0. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 Folha 3/4 . Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. 3. 6.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado.2 V DESCRIÇÃO Notas: 1. 5. 2.01.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. .4. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: .20.3. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo M2.60 10 .50 m onde houver tráfego de veículos leves.BT Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 36. sendo: expressão: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total do poste (m).04.5. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 30 kVA quando utilizada a tensão secundária de 220/127 V e 45 kVA para tensão secundária de 380/220 V. .: Norma de Distribuição ND. tipo pesado ou de PVC tipo rígido.

inclusive o tanque e o borne neutro do transformador.04.: Norma de Distribuição ND.9.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. É permitida saída subterrânea em BT após a medição. 9.7.9 desta Norma. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 Folha 4/4 .20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. 8.

20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND.03/1 Folha 1/3 .Dimensões em milímetros 2 000 200 is02-fe10-fe20 co05 cr01 cb19 fe34-eq09 fe34-eq09 cb19 am01 fe11 1 000 fe18 fe42 300 1 500 250 co09 di22 cb05 400 250 fe34-eq03 cb19 fe32 ou fe41 di09 di25 tr06 cb04 ou cb09 am09 p01 ou p02 di19 me03 me02 1600 a 1800 di25-di15 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Medição Elektro ELEKTRO 15 kV M Proteção CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.: ND.04.

03/1 Folha 2/3 .15 kV Conector derivação tipo estribo.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2.0 kV XLPE. seção 10 mm2.: ND. abertura sob carga. sem centelhador.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. cobreada de seção circular Mão francesa plana de 619 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos. seção retangular 90x112.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND. com 1 parafuso para condutores de cobre.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr01 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq03 eq09 fe10 fe11 fe13 fe14 fe18 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . isolação em XLPE . com desligador automático. para cabos CA-CAA Conector derivação.6/1. base tipo "C".5x2 000 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição. de alumínio.04. de bronze estanhado .0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. 12 kV. polimérico. a compressão. seção adequada Cabo de cobre flexível.04. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.6/1. paralelo.0. 10 kA Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre.70 mm Cruzeta de madeira. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra.50 a 10. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 .20. Ø TR e DR 4.

Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA.20. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.50 m onde houver tráfego de veículos pesados.04. 5. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo N2.50 m onde houver tráfego de veículos leves.9.03/1 Folha 3/3 . 7.60 . sendo: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total 10 4. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador. No caso de saída aérea após a medição. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: . 3. de porcelana ou vidro temperado Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 15 kV DESCRIÇÃO Notas: 1.9 desta Norma. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão e= do poste (m). 2.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. .4. 8.3.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.5. 6.: ND.04. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe20 fe32 fe34 fe41 fe42 is02 me02 me03 p01 p02 tr06 Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 053 mm Isolador de disco para cadeia. L + 0. .01.

Dimensões em milímetros
200

is02-fe10-fe20 co05 cr02 fe19 fe43
300

am01 fe34-eq16 cb19

fe11

1 200

cb19 di22 fe34-eq11 cb05

co09

2 000

250

550

250

cb19

fe32 ou fe41 di09 di25

tr07

cb04 ou cb09

am09

p01 ou p02

di19

me03

me02

1 600 a 1 800

di25-di15 di03-di04

500

fe13 ou fe14

e

Medição Elektro ELEKTRO M 36,2 kV

Proteção CARGA

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Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 1/3

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr02 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq11 eq16 fe10 fe11 fe13 fe14 fe19 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição - condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2,1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V, seção adequada Cabo de cobre flexível, seção 10 mm2, isolação em XLPE - 0,6/1,0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0,6/1,0 kV XLPE, seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 - 15 kV Conector derivação tipo estribo, a compressão, de alumínio, para cabos CA-CAA Conector derivação, paralelo, de bronze estanhado , com 1 parafuso para condutores de cobre, Ø TR e DR 4,50 a 10,70 mm Cruzeta de madeira, seção retangular 90x112,5x2 400 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição, base tipo "C", abertura sob carga - 36,2 kV Para-raios a óxidos metálicos, sem centelhador, com desligador automático, polimérico, 30 kV Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre, seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra, cantoneira de aço galvanizado Haste para terra, cobreada de seção circular Mão francesa plana de 726 mm

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Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 2/3

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe20 fe32 fe34 fe41 fe43 is02 me02 me03 p01 p02 tr07 Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia, de porcelana ou vidro temperado Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 36,2 kV DESCRIÇÃO

Notas:

1. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. 2. No caso de saída aérea após a medição, devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: - 5,50 m onde houver tráfego de veículos pesados; - 4,50 m onde houver tráfego de veículos leves; - 3,50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. 3. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão
e= L + 0,60 , sendo: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total 10

do poste (m).

4. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m, o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo N2. 5. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.01. 6. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. 7. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas, inclusive o tanque e o borne neutro do transformador. 8. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.9.9 desta Norma.
Superintendência de Engenharia e Planejamento
Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.:

Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 3/3

Dimensões em milímetros
B
2 200 mín. 1 000

800 mín.

400 mín.

500 mín. 500 2 400 mín.

500

A

400 mín.

Ver Detalhe 1

2 200 mín.

me02 Caixa tipo "M" me03 di23 Caixa tipo "T"

A

di32

B

di20

Detalhe 1

Seccionador tripolar com fusíveis

Proteção

ELEKTRO 15 kV 36,2 kV Medição ELEKTRO

CARGA

Superintendência de Engenharia e Planejamento
Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.20.06.01/1 de maio/2005

Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT

DESENHO Nº

ND.20.05.01/1
Folha 1/6

: ND.Dimensões em milímetros Ver desenho ND. 1 700 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.06.fe08 cb08 co04 eq06 ou eq14 5 000 mín.20.01/1 Folha 2/6 .05. tr05 Ver Nota 2 ND.20.01/1 am01 is02 fe15 co07 di06 fe07 fe20-fe26 fe02-fe08 is04 am01 co07 fe37 eq09 ou eq16 cb05 cb01 co09 is05.20. di21 di03-di04 me02-me03 cb04 ou cb09 1 600 a 1 800 Norma de Distribuição di08 di17 cb08 fe13 ou fe14 di15 di25 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.08. di19 650 400 mín.01/1 de maio/2005 300 máx.

: ND. di08 200 mín. 500 fe06 1 600 cb08 fe39 di23 cb08 eq06 ou eq14 co09 2 100 1 200 máx. di17 co09 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros 500 500 600 di24 di35 300 aprox.20.06.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.05.20.01/1 Folha 3/6 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.

isolação em XLPE .6/1.0 kV XLPE. de bronze estanhado . formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação. seção 10 mm2.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. meio duro.50 a 10. seção adequada Cabo de cobre flexível.: ND. compressão. Ø TR e DR 4. paralelo.20.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb05 cb08 cb09 co04 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di15 di17 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .05. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.06. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. paralelo.6/1.01/1 Folha 4/6 . seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.0.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado. com 1 parafuso para condutores de cobre.20. seção adequada Conector borne concêntrico a pressão tipo terminal lateral diâmetro adequado Conector derivação.0 kV Cabo de cobre nu.

sem centelhador. sem centelhador.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di35 eq06 eq09 eq14 eq16 fe02 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe39 is02 is04 is05 me02 me03 tr05 DESCRIÇÃO Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos.: ND.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.20. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Transformador de serviço Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. com desligador automático e invólucro polimérico. 10 kA Seccionador tripolar 36. uso externo Suporte para isolador pedestal Isolador de disco para cadeia.06. 12 kV. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.01/1 Folha 5/6 .05.20. com desligador automático e invólucro polimérico. 30 kV Armação secundária de 2 estribo Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.

06.20. Os desenhos são orientativos. 4.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres.01/1 Folha 6/6 . .3. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas.05. . O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido.9 desta Norma. 2.01.Notas: 1.50 m onde houver tráfego de veículos leves.4. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA.20. 7. 9. 3. 5.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. É permitida saída subterrânea em BT após a medição.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: .: ND.5.9. 8. 6.

1 000 B 800 mín. 500 A Caixa tipo "M" Caixa tipo "T" 400 mín.02/1 Folha 1/5 .05. 2 400 mín.06.20. Ver Detalhe 1 2 200 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. 400 mín.: ND. me02 me03 di23 A Detalhe 1 di20 di32 B Seccionador tripolar com fusíveis Proteção ELEKTRO 15 kV 36.Dimensões em milímetros 2 200 mín.2 kV Medição ELEKTRO CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

06.20. di12 cb01 cb11 ou cb17 co04 eq06 ou eq14 fe36 di21 di08 me02-me03 fe35 di17 tr05 di08 di17 cb04 ou cb09 di03-di04 1 600 a 1 800 300 máx.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 1 700 mín.20 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros co15-fe27 320 mín. di15 di25 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.20.05. ND.02/1 Folha 2/5 .

05. .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.02/1 Folha 3/5 200 mín. cb08 co09 cb08 2 100 tr05 1 200 máx.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. di08 di17 di24 di35 CORTE BB fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06.20. eq09 ou eq16 cb05 300 aprox.Dimensões em milímetros eq18 ou eq19 320 mín.

seção adequada Cabo de cobre flexível.20. de 13 x 1 mm para aterramento Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm DESCRIÇÃO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. de bronze estanhado . Ø TR e DR 4.50 a 10. paralelo.20/35 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo terminal lateral diâmetro adequado Conector derivação. classe pesada Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana. seção adequada Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0.06. para cabo de alumínio isolado.05. bimetálico.6/1.70 mm Conector terminal. isolação em XLPE . isolação em XLPE .0.0 kV XLPE.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.6/1. seção 10 mm2.02/1 Folha 4/5 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar. com 1 parafuso para condutores de cobre.20.: ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb04 cb05 cb09 cb11 cb17 co04 co09 co15 di03 di04 di08 di12 di15 di17 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. a compressão. isolação em XLPE .8.

30 kV Terminal para cabo tripolar . Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. sem centelhador. Os desenhos são orientativos. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas. sem centelhador.02/1 Folha 5/5 . Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. 12 kV.20. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. 5.2 kV.classe 15 kV. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. 4. cobreada de seção circular Parafuso de latão.05.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq06 eq09 eq14 eq16 eq18 eq19 fe13 fe14 fe27 fe35 fe36 me02 me03 tr05 DESCRIÇÃO Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. com desligador automático e invólucro polimérico. cabeça sextavada rosca W.9. uso interno Terminal para cabo tripolar . com porca e arruela de latão Suporte para instalação de seccionador tripolar. com desligador automático e invólucro polimérico. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. uso interno Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Transformador de serviço Notas: 1. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.06.9 desta Norma.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. uso interno Haste para terra. 3. 2.: ND.20. 10 kA Seccionador tripolar 36.01.classe 36. 6.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

05.06.20. A A 500 mín. 500 mín.20. me04 di23 1 000 di20 di32 B TC´s ELEKTRO TP´s Medição ELEKTRO Seccionador tripolar Disjuntor automático CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. 2 000 mín.03/1 Folha 1/6 500 500 . 1 200 mín.Dimensões em milímetros B 1 500 mín. 500 mín.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND. 150 2 000 mín. 400 mín.

: ND.20.06.Dimensões em milímetros Ver desenho ND. cb08 fe13 ou fe14 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. 650 is05-fe08 400 mín.03/1 Folha 2/6 . co07 eq05 ou eq13 di21 tr02 eq07 ou eq15 1 700 mín. 1 200 máx.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. Norma de Distribuição ND.05.03/1 de maio/2005 300 máx.20.08. fe38 ou fe44 di21 tr03 cb08 300 máx.01/1 am01 is02 fe07 fe20-fe26 fe15 di06 fe37 eq09 ou eq16 cb05 co09 cb08 cb01 cb01 5 000 mín.

1 600 500 500 500 600 di35 di24 fe06 fe39 co09 me04 di03-di04 2 100 cb08 1 600 a 1 800 di03-di04 di18 di19 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. 2 800 ND.03/1 Folha 3/6 .05.: ND.Dimensões em milímetros 300 aprox.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição 200 aprox.06.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.20.

250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.20.03/1 Folha 4/6 . dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar . seção 10 mm2. 12 kV.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. com desligador automático e invólucro polimérico.0 kV Cabo de cobre nu. isolação em XLPE .06.0.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb05 cb08 co07 co09 di03 di04 di06 di15 di18 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . meio duro. sem centelhador.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre flexível. paralelo. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação.05.: ND.6/1. seção adequada Conector derivação. paralelo.50 a 10.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. Ø TR e DR 4. compressão.20. com 1 parafuso para condutores de cobre. de bronze estanhado .70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. 10 kA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.

2 kV Isolador de disco para cadeia. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.: ND. com desligador automático e invólucro polimérico. sem centelhador.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq13 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 is02 is05 me04 tr02 tr03 Seccionador tripolar .9.01. 36.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.03/1 Folha 5/6 . O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.9 desta Norma.06. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra.36. de porcelana ou vidro temperado Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador de corrente Transformador de potencial DESCRIÇÃO Notas: 1. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. 2.05. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.20. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.2 kV Disjuntor automático trifásico 36.

06. 7.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. 5.: ND. 4. geração própria. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias.3. 6. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.03/1 Folha 6/6 . desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.).20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. etc. Os desenhos são orientativos.05.

500 mín. 400 mín. me04 1 200 mín. di23 1 000 di20 di32 B Disjuntor automático CARGA TP´s Medição ELEKTRO Seccionador tripolar TC´s ELEKTRO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.05. 150 B 2 000 mín.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 850 mín. fe39 2 000 mín.20.04/1 Folha 1/5 .Dimensões em milímetros 1 800 mín.06. A A 500 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.: ND.

Norma de Distribuição di21 cb08 fe13 ou fe14 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.Dimensões em milímetros eq09 ou eq16 co09 cb01 320 mín.04/1 de maio/2005 ND. cb08 300 máx.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.20.04/1 Folha 2/5 .: ND. fe36 eq05 ou eq13 di21 eq18 ou eq19 is05-fe08 di12 3 000 tr02 eq07 ou eq15 2 200 cb11 ou cb17 1 200 máx.05. tr03 fe38 ou fe44 1 700 mín.06.

05. cb08 cb05 me04 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 di24 di03-di04 di35 di18 di19 di17 cb08 di15-di25 fe13 ou fe14 co09 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. .20.20.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros 300 aprox.: ND.06.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.04/1 Folha 3/5 200 mín.

sem centelhador. de 13 x 1 mm para aterramento Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado.20. 30 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04/1 de maio/2005 DESCRIÇÃO Norma de Distribuição ND. com desligador automático. paralelo. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .50 a 10. polimérico.20. com desligador automático e invólucro polimérico.20/35 kV Conector derivação.06. Ø TR e DR 4. 10 kA Seccionador tripolar . isolação em XLPE .36.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. isolação em XLPE .05.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb08 cb11 cb17 co09 di03 di04 di12 di15 di17 di18 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 Barramento interno de cobre Cabo de cobre nu. com 1 parafuso para condutores de cobre.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV.: ND. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar. meio duro.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.2 kV Disjuntor automático trifásico 36.04/1 Folha 4/5 . sem centelhador. de bronze estanhado . 12 kV.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.8.

uso interno Chumbador para rosca M16 Haste para terra. 2. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador.04/1 Folha 5/5 . Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.05. 4. 3. Os desenhos são orientativos. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.2 kV Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador de corrente Transformador de potencial Notas: 1.8 desta Norma.20. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. uso interno Terminal para cabo tripolar . geração própria. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq18 eq19 fe08 fe13 fe14 fe36 fe38 fe39 fe44 is05 me04 tr02 tr03 DESCRIÇÃO Terminal para cabo tripolar . 6.classe 15 kV. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias. cobreada de seção circular Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.). 36. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. etc. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. 5.2 kV.06.classe 36.20.: ND. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 11.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.01.

C 500 mín. mín. 500 mín. 400 mín.2 kV Transformador auxiliar Medição ELEKTRO CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. di23 di20 2 000 mín 500 mín. 150 500 mín. A C 2 000 mín.Dimensões em milímetros 2 500 mín. 150 1 700 mín. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. B B 150 1 200 mín.20.06.: ND. 400 400 mín. 500 mín. me04 500 mín. 500 mín.05/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND. A 500 500 Disjuntor automático Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO 3PR TP´s TC´s Seccionador tripolar Seccionador Seccionador tripolar 15 kV 36.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.05.05/1 Folha 1/7 . 1 500 mín.20.

: ND.01/1 tr02 tr03 650 cb01 400 mín. Ver Desenho ND.06.20. CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. is05-fe08 fe38 ou fe44 di35-di24 tr01 fe07 fe20-fe26 di06 fe37 di21 fe15 co07 eq09 ou eq16 am01 5 000 mín. 1% di10 18-12-2009 .05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.Dimensões em milímetros 1 700 mín.08.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.20.05. Declividade mín. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.05/1 Folha 2/7 fe13 ou fe14 cb05 co09 is02 cb08 di16 1 200 máx. 300 máx. eq05 ou eq13 di21 cb04 ou cb09 di08 di17 tr05 di35-di24 cb01 eq05 ou eq13 co03 di21 cb04 ou cb09 is05-fe08 eq05 ou eq13 di21 eq07 ou eq15 1 200 máx.

20.05.: ND.05/1 Folha 3/7 2 800 cb08 .05/1 de maio/2005 ND.06.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. 500 500 600 di24 di35 fe06 500 1 600 fe39 cb08 co09 2 100 di03-di04 1 600 a 1 800 di03-di04 200 mín.20. Norma de Distribuição di18 di19 cb08 di15-di25 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros 300 aprox. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.

20.: ND.05.05/1 de maio/2005 ND. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.Dimensões em milímetros di24 di35 fe39 di23 cb08 cb08 co09 me04 di03-di04 di03-di04 200 mín.06.05/1 Folha 4/7 2 800 18-12-2009 .20. Norma de Distribuição di18 di19 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Eletroduto de aço galvanizado. meio duro.50 a 10. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.20.6/1. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. Ø TR e DR 4. isolação em XLPE .0 kV XLPE. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb05 cb08 cb09 co03 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di10 di15 di16 di17 di18 di19 di20 di21 di23 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . de bronze estanhado . paralelo. seção adequada Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação.: ND. com 1 parafuso para condutores de cobre. seção adequada Cabo de cobre flexível.6/1.20. paralelo.05/1 Folha 5/7 . seção 10 mm2. compressão.0 kV Cabo de cobre nu.05.8 mm Iluminação interna Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.06.0.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.

uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 12 kV.2 kV Isolador de disco para cadeia.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.36. com desligador automático e invólucro polimérico. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.2 kV Disjuntor automático trifásico .05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.06. 10 kA Seccionador tripolar .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 is02 DESCRIÇÃO Janela para ventilação tipo veneziana.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. com desligador automático e invólucro polimérico. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. sem centelhador. 36. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.20.05/1 Folha 6/7 .20.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV.05. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra. de porcelana ou vidro temperado Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.36. sem centelhador. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.: ND. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .

: ND. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da primeira seccionador ou através de circuito independente do sistema ELEKTRO (baterias. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 12. bem como dos isoladores. Os desenhos são orientativos. 4. As paredes devem possuir espessura e resistência suficientes para permitir a instalação de suportes dos para-raios.20. 11.9 desta Norma.2 kV.20. 10.06.9. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. Devem ser previstos sistemas para drenagem e contenção do óleo dos transformadores.05/1 Folha 7/7 . 7.). 3. A cobertura da subestação abrigada deve ser orientada de modo a não permitir escoamento de água sobre a chegada da linha de AT ou sobre a porta. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. etc. 8. geração própria. 5. 9. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. Na subestação abrigada. terminações e das chaves. 2. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36.05. 6. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. Aplica-se a instalações com potências superiores a 300 kVA ou com mais de uma unidade transformadora. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM is05 me04 tr01 tr02 tr03 tr05 Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.01. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.

20. 2 000 mín. 400 mín. 400 mín. di23 di20 B 2 000 mín. 1 200 mín. A Disjuntor automático Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO 3PR TP´s TC´s Seccionador tripolar Seccionador Seccionador tripolar me04 15 kV 36. C 500 mín.2 kV ELEKTRO CARGA Medição Transformador auxiliar Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 150 1 700 mín.20. fe39 500 mín.06/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.05.06.Dimensões em milímetros A 2 500 mín. 850 mín. 150 400 mín. B 500 mín.: ND. 1 800 mín.06/1 Folha 1/7 . C 500 mín. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. 150 500 mín. 500 mín.

di21 cb04 ou cb09 1 200 máx.20. Declividade mín.20. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros 1 700 mín.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. fe38 ou fe44 cb11 ou cb17 tr02 tr03 di21 di08 di17 cb08 cb08 fe13 ou fe14 2 200 tr05 co03 cb01 320 mín.06/1 de maio/2005 fe36 di21 di16 di10 Norma de Distribuição ND.06. 1% tr01 eq07 ou eq15 co09 1 200 máx.05. eq05 ou eq13 di21 co15-fe27 eq18 ou eq19 eq09 ou eq16 cb01 is05 -fe08 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06/1 Folha 2/7 . 300 máx.

Dimensões em milímetros 320 mín. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. 300 aprox. di35 Norma de Distribuição Revisão Data co09 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 di24 di03-di04 di18 di19 di15-di25 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06/1 Folha 3/7 . ND.06/1 de maio/2005 02 200 mín. cb08 me04 3 000 mín.20.05.: ND.06.20 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.20.

Dimensões em milímetros 320 mín.05.20. di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.06/1 Folha 4/7 200 mín.06. cb08 co09 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 3 000 mín.20. 18-12-2009 .: ND.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.06/1 de maio/2005 ND. di24 di03-di04 di08 di17 di18 di19 di35 Norma de Distribuição di23 300 aprox.

seção adequada Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Eletroduto de aço galvanizado.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb04 cb08 cb09 cb11 cb17 co03 co09 co15 di03 di04 di08 di10 di15 di16 di17 di18 di19 di20 di21 di24 di25 Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.20/35 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação. isolação em XLPE . classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. paralelo. com 1 parafuso para condutores de cobre. meio duro. seção adequada Cabo de cobre nu.6/1.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar. isolação em XLPE . Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar.50 a 10. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido DESCRIÇÃO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. bimetálico. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0. Ø TR e DR 4.8.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.: ND.8 mm Janela para ventilação tipo veneziana.20.0 kV XLPE.70 mm Conector terminal.06/1 Folha 5/7 .06. para cabo de alumínio isolado.20. a compressão.05. de bronze estanhado .

uso interno Terminal para cabo tripolar .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 eq18 eq19 fe08 fe13 fe14 fe27 fe36 fe38 fe39 fe44 is05 me04 tr01 tr02 tr03 DESCRIÇÃO Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar . Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.: ND. com desligador automático e invólucro polimérico. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. 12 kV.2 kV Disjuntor automático trifásico 36. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. com desligador automático e invólucro polimérico.20.20.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.classe 15 kV. uso interno Chumbador para rosca M16 Haste para terra. cobreada de seção circular Parafuso de latão. sem centelhador.06/1 Folha 6/7 .classe 36.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. 30 kV Terminal para cabo tripolar .2 kV.36.2 kV Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. com porca e arruela de latão Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.06.05. sem centelhador. 36. cabeça sextavada rosca W. 10 kA Seccionador tripolar .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.

9 desta Norma. 2.). Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias. geração própria. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.2 kV. 7. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. 8.06. 4. Na subestação abrigada. 3.9.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. É permitida saída subterrânea em BT após a medição.06/1 Folha 7/7 . O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.: ND. etc. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador. 6. Os desenhos são orientativos. Aplica-se a instalações com potências superiores a 300 kVA ou com mais de uma unidade transformadora.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM tr05 Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. 5.05.01. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 9.

Dimensões em milímetros 2 500 mín.06. B 500 mín. 500 mín.07/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND.: ND. di23 di20 B 1 700 mín.20.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. proteção e transformação Entrada aérea .05.20. 150 2 000 mín 500 mín. A 500 500 TC´s Disjuntor automático Seccionador tripolar Seccionador com fusíveis 15 kV 36.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. 150 500 mín. 500 mín. 400 mín.07/1 Folha 1/7 . 400 mín.2 kV Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO Para-raios TP´s ELEKTRO Transformador auxiliar Medição CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 150 1 500 mín. C 500 mín. me04 1 200 mín. 500 mín. A C 2 000 mín. 400 mín.

300 máx.07/1 de maio/2005 ND. di21 cb04 ou cb09 di08 di17 tr05 eq05 ou eq13 cb04 ou cb09 di35-di24 eq06 ou eq14 cb01 di21 tr01 di08 di17 1 200 máx. CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. 650 is05-fe08 tr02 fe38 ou fe44 tr03 fe07 fe20-fe26 di06 fe37 di21 cb08 Norma de Distribuição Declividade mín.20.01/1 cb01 400 mín.06.20.05.: ND. 1% di21 eq07 ou eq15 fe15 am01 co07 5 000 mín.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor cb08 DESENHO Nº ND. proteção e transformação Entrada aérea .07/1 Folha 1/7 di16 di10 .20 Revisão Data 02 fe13 ou fe14 18-12-2009 cb05 co09 eq09 ou eq16 is02 Subestação abrigada de medição. co03 Ver Desenho ND.08.Dimensões em milímetros 1 700 mín.

20.Dimensões em milímetros 500 500 600 300 aprox. proteção e transformação Entrada aérea .: ND.07/1 Folha 2/7 200 mín.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de medição.05. 18-12-2009 2 800 me04 .06. fe06 500 1 600 cb08 fe39 co09 cb08 is05 cb08 co09 di03-di04 1 600 a 1 800 di35 di03-di04 di19 di18 di08 di17 di24 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.

Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.07/1 Folha 3/7 .20.20 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. proteção e transformação Entrada aérea . ND.05.Dimensões em milímetros 300 aprox. 500 500 600 di24 di35 500 fe39 cb08 co09 cb08 2 800 di03-di04 di08 di17 co09 di19 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 me04 di03-di04 di18 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.06.20.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 200 mín.

0.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.07/1 Folha 4/7 . Ø TR e DR 4.20.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb08 cb09 cb05 co03 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di10 di15 di16 di20 di17 di18 di19 di20 di21 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição – condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.6/1.8 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. de bronze estanhado . isolação em XLPE . paralelo.0 kV XLPE. para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação. formato “H”. seção adequada Cabo de cobre flexível.: ND. com 1 parafuso para condutores de cobre. seção 10 mm2.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva 90° de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Extintor de incêndio CO2 Eletroduto de aço galvanizado.0 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação.05. proteção e transformação Entrada aérea . a compressão.6/1. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. seção adequada Cabo de cobre nu.20.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.50 a 10. meio duro.06. paralelo.

uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 10 kA Seccionador tripolar – 36.2 kV Seccionador tripolar 36. sem centelhador. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq06 eq07 eq09 eq13 eq14 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.: ND.07/1 Folha 5/7 .07/1 de maio/2005 DESCRIÇÃO Norma de Distribuição ND. sem centelhador. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.06.20. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. 36. com desligador automático e invólucro polimérico. com desligador automático e invólucro polimérico. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço galvanizado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar – 15 kV Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Disjuntor automático trifásico 15 kV.2 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. proteção e transformação Entrada aérea .20. 12 kV.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.05. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Disjuntor automático trifásico 36.

9 desta Norma. 8. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da primeira seccionador ou através de circuito independente do sistema ELEKTRO (baterias. O eletroduto de proteção da descida do para-raio deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.).Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.9. 3. 10. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. de porcelana ou vidro temperado Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de serviço Notas: 1. bem como dos isoladores. 12.05. 4. 5. 7.2 kV. Os desenhos são orientativos. 6. terminações e das chaves. Na subestação abrigada. 2. A cobertura da subestação abrigada deve ser orientada de modo a não permitir escoamento de água sobre a chegada da linha de AT ou sobre a porta. Devem ser previstos drenos para escoamento do óleo dos transformadores. 9. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 11.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM is02 is05 me04 tr01 tr02 tr03 tr05 DESCRIÇÃO Isolador de disco para cadeia.07/1 Folha 6/7 .01. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. geração própria.20. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. Aplica-se a instalações com entrada subterrânea. proteção e transformação Entrada aérea . devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36.06. As paredes devem possuir espessura e resistência suficientes para permitir a instalação de suportes dos para-raios.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. etc.: ND.20.

01/1 Folha 1/3 .07.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.06.Dimensões em milímetros me04 di23 Dispositivo para lacre 600 700 di30 co12 di01 Vista de frente (sem portas externas) di29 Vista de frente (com portas externas) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.20.

20.: ND.06.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.di33 eq18 ou eq19 eq09 ou eq16 eq05 ou eq13 tr02 tr03 Fusível AT tr04 di06 me04 eq07 ou eq15 PLANTA Mufla ou terminal ELEKTRO Para-raios TP´s TC´s Seccionador tripolar Fusível de AT Medição ELEKTRO Transformador auxiliar TC´s Disjuntor automático Mufla ou terminal Subestação de transformação Iluminação e serviços auxiliares DIAGRAMA UNIFILAR Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 2/3 .07.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.

6. admitindo-se outros arranjos para a montagem do conjunto blindado.20. 4.3.: ND.9 desta Norma. com desligador automático e invólucro polimérico.36. com desligador automático e invólucro polimérico. 10 kA Seccionador tripolar .07. 30 kV Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de potencial com fusível Notas: 1. sem centelhador.5.06. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.2 kV Disjuntor automático trifásico 36. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Os desenhos são orientativos.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. sem centelhador.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM co12 di01 di06 di23 di29 di30 di33 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 me04 tr01 tr02 tr03 tr04 DESCRIÇÃO Conector para interligar as carcaças dos equipamentos com o terra Alavanca para manobra do seccionador Bucha de passagem Iluminação interna Porta frontal com trinco e fechadura Porta frontal interna com dispositivo para lacre Portas traseiras com trinco e fechadura Seccionador tripolar . 2.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 3.01/1 Folha 3/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND. desde que obedecidas às disposições dos equipamentos e distâncias mínimas de segurança. As demais condições para conjuntos de manobra e controle em invólucro metálico devem ser conforme item 6.9. 12 kV.20.

08.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.20.01/1 Folha 1/4 .2 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros di28 1 500 VISTA B 1 500 cb08 620 cb02 VISTA A SUBESTAÇÃO OU CUBÍCULO DE MEDIÇÃO/PROTEÇÃO SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO AO TEMPO ELEKTRO Proteção de BT Medição ELEKTRO 15 kV 36.20.07.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.

20.eq09 ou eq16 fe18 ou fe19 fe42 ou fe43 di2 cr01 ou cr02 eq04 ou eq12 cb02 cr01 ou cr02 fe18 ou fe19 p01 ou p02 di02 di28 di34 tr05 fe13 ou fe14 cb08 BRITA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 1/4 .01/1 de maio/2005 500 1 700 Norma de Distribuição ND.07.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.: ND.08.

2 kV 200 fe28 ou fe40 is03 ou is06 cb02 2 000 7 500 mín.: ND. am01 fe10-fe20 eq04 ou eq12 di02 di28 di08 di34 di17 e fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.20.15 kV 1 200 .01/1 Folha 1/4 .08.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.07.36.Dimensões em milímetros eq09 ou eq16 is02 1 000 .20.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.20. sem centelhador.: ND.20.5x2 400 mm Arame farpado Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Eletroduto de aço galvanizado.07. com desligador automático e invólucro polimérico.01/1 Folha 2/4 .2 kV .630 A Para-raios a óxidos metálicos.2 kV Mão francesa plana de 1 053 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. com desligador automático e invólucro polimérico.5x2 000 mm Cruzeta de madeira.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. unipolar. seção retangular 90x112. 36. 12 kV.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb02 cb08 cr01 cr02 di02 di08 di17 di28 di34 eq04 eq09 eq12 eq16 fe10 fe13 fe14 fe18 fe19 fe20 fe28 fe40 fe42 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . sem centelhador. seção retangular 90x112. cobreada de seção circular Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Olhal para parafuso Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36. classe pesada Mourão de concreto para amarração Tela de arame . 30 kV Gancho olhal Haste para terra. unipolar.08. 15 kV-630 A Para-raios a óxidos metálicos. 10 kA Seccionador de faca.condutores de alumínio Cabo de alumínio CA Cabo de cobre nu. seção adequada Cruzeta de madeira.malha de 50 x 50 x 3 mm Seccionador de faca. meio duro. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.

A medição e proteção devem ser instaladas em cubículo próprio. devendo ser obedecidas às distâncias mínimas deste à cerca. Todas as ferragens da estrutura (cintas. carcaças dos equipamentos. As partes metálicas da subestação (cercas.08. 3.0 m. consultar as normas da ELEKTRO referentes à padronização de estruturas e projetos de redes de distribuição de energia elétrica.07.0 m medida em relação ao piso externo. de porcelana ou vidro temperado Isolador rígido tipo pino. 7. etc. conforme desenhos desta Norma 4. 5.01/1 Folha 3/4 . mãos francesas e bases das chaves) devem ser aterradas através do cabo de aterramento do para-raios. antes da subestação e o mais próximo possível da divisa com a via pública.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND. Os portões devem abrir para fora com abertura de 3.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 8. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino. Recomenda-se que na parte superior da mesma sejam estendidas três ou quatro fiadas de arame farpado zincado. 2.20. de porcelana. 6. Este tipo de subestação pode ser utilizado somente por consumidores industriais.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe43 is02 is03 is06 p01 p02 tr05 Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia.20. 9. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. portões. O neutro do transformador deve ser solidamente conectado à malha de terra da subestação. espaçadas de no mínimo 150 mm.) devem ser solidamente conectadas à malha de terra com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. providos de trinco e fechaduras. em duas partes. A tela da cerca deve possuir malha de no máximo 50 mm de abertura a ser constituída de fio de aço galvanizado de 3 mm de diâmetro no mínimo.2 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1. classe 36.: ND. devendo ser conservados fechados. de porcelana. Os desenhos são orientativos e se necessário. A altura da cerca deve ser de no mínimo 2. As dimensões da subestação são em função das dimensões do transformador.

13.01/1 Folha 4/4 .07.10. 15. Deve ser previsto revestimento do piso com pedra britada e um sistema de drenagem adequado para escoamento do liquido isolante do transformador para um tanque de contenção. 14. Caso a distância entre o cubículo de medição/proteção e a subestação for superior a 300 m devem ser previstos para-raios na subestação e na saída da subestação de medição e proteção. 11. Devem ser afixadas placas com os dizeres “Perigo de Morte” e o símbolo indicador de tal perigo em local bem visível do lado externo.: ND. em todas as faces da proteção externa e junto ao acesso.01.9 desta Norma. Os materiais e equipamentos da estrutura devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.9.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. A subestação deve possuir sistema de iluminação artificial.08. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.20. não sendo permitida sua fixação no poste instalado no interior da mesma. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND. 12.

20.01/1 Folha 1/2 .08.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Fixação da cadeia de isoladores DESENHO Nº ND.2 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Isolador de disco para cadeia 200 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.09.Dimensões em milímetros 15 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Isolador de disco para cadeia 200 36.: ND.

76 Norma de Distribuição ND.: ND.10 Ø4 50 .15 15.7 6 7.73 Ø 6 .40 12.2 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 DETALHE A Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Detalhe A 95.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Fixação da cadeia de isoladores DESENHO Nº ND.88 PINO CONTRA PINO Nota: os parafusos para fixação da cadeia de isoladores devem ser colocados por ocasião da concretagem da laje. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.35 25.01/1 Folha 2/2 .25 6.Dimensões em milímetros 15 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 DETALHE A Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm 36.70 8.09.4 17 38.20.20.01/1 de maio/2005 50 4.08.14 57.

02/1 Folha 1/1 .: ND.20. Para-raios Cantoneira de ferro 1 1/2"x1 1/2"x3/16" 200 Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros 1 1/2" x 1 1/2" x 3/16" Solda 1 300 150 500 500 A 150 A Solda Vista superior 400 mín.08.20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Instalação de para-raios DESENHO Nº ND.09.

50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. Esta cobertura não deve lançar água para os lados da linha de alta-tensão ou da porta. Para cobertura da subestação abrigada deve ser prevista laje. 3. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. inclusive o da porta de entrada. As ferragens de uso ao tempo devem ser zincadas.Dimensões em milímetros 5% 500 500 500 Bucha de passagem uso externo-interno Ver Detalhe e Nota 6 Braçadeira de material não condutor Cabo de cobre nu 50 mm² Eletroduto de PVC rígido Ver Nota 6 DETALHE (Interligação do Neutro) Notas: 1. Não é permitido material combustível. além do telhado indicado no desenho.03/1 de maio/2005 300 Norma de Distribuição ND. 2. 6.03/1 Folha 1/1 .20.00 m a fim de não permitir o contato de pessoas e animais. 5.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Interligação do neutro DESENHO Nº ND. • 3. A interligação do neutro com o sistema de terra do consumidor deve ser feita em local de fácil acesso e de modo que possa ser interrompido a conexão entre os terras para medições independentes. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas do condutor neutro em relação ao solo: • 5. A descida do condutor de aterramento do para-raios deve ser protegida por eletroduto de PVC rígido de 3.09.50 m onde houver tráfego de veículos leves. • 4.08.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. 4.20.: ND.

08.Dimensões em milímetros 750 A 1 500 A Colocar pedra britada 150 Drenagem de óleo Manilha de Ø 4" Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.: ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Dispositivo para drenagem de óleo DESENHO Nº ND.04/1 Folha 1/1 .04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.09.

01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Suporte para isolador pedestal ND. Este suporte destina-se à utilização em subestação abrigada.20.01/1 Folha 1/1 100 .20. sem cabeça soldado na chapa 100 450 1 100 450 100 Notas: 1.09. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. O suporte deve vir acompanhado de 4 buchas de nylon S12 e 4 parafusos de ferro cabeça redonda.Dimensões em milímetros 325 50 450 325 50 9.10. 2.5 mm de comprimento com 4 arruelas.5 Ø 12 Parafuso M16x25 mm.: ND. fenda normal com rosca soberba de 81.

cab.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para terminais poliméricos. porca e arruela Solda Ver Detalhe A 55 200 100 Ø 14 Furo Ø 14 100 200 200 300 200 1 600 A 300 100 650 Parede Solda 30° 50 Mão francesa Cantoneira "L" 1 1/2 x 3/16" e comprimento 750 mm 150 Corte AA Ø8 3 55 10 75 10 19 19 25 38 Detalhe A Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 Folha 1/1 .: ND.10. sex. cab. M6x32 mm.Dimensões em milímetros Travessa sem mão francesa 200 750 A 450 200 650 Cantoneira "L" 1 1/2" x 3/16" e 650 mm de comprimento 100 Furo Ø 8 mm com paraf. M6x25 mm. porca e arruela Furo Ø 8 mm com paraf.09. sex. para-raios e chaves fusíveis DESENHO Nº ND.20.20.02/1 de maio/2005 25 2 R1 30 Norma de Distribuição ND.

03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.20.20.8 mm Parafuso de Ø13 mm para fixação (chumbado no piso) Chapa de 9.Dimensões em milímetros Este lado voltado para fonte o od çã ixa estal f ra d pa r pe ro o Fu olad is 45 0 00 13 1 400 900 500 rN Ve 7 ota rN Ve 8 ota Chapa em "L" de 38x38x4.09.03/1 Folha 1/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.8 kV DESENHO Nº ND.5 mm soldada no perfil "L" o içã ed eM d ixa 6) Ca ota N ra pa Ver i ( Va Detalhe da fixação no piso Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.10.

10.09.Dimensões em milímetros Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso Eletroduto de 3/4" 900 1 400 Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso 500 Eletroduto de 3/4" Eletroduto de 1 1/4" Caixa de passagem com dimensões mínimas de 150x120x60 mm Furo de Ø11 mm para com espelho liso aterramento do suporte 450 38 100 170 450 80 50 80 Ø18 1300 680 1 300 200 80 50 80 80 200 80 240 80 200 80 38 115 170 45 100 21 118 100 45 21 21 102 115 38 21 100 Suporte para TC Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Suporte para TP Norma de Distribuição Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.8 kV DESENHO Nº ND.03/1 Folha 2/3 .03/1 de maio/2005 Superintendência de Engenharia e Planejamento ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.: ND.20.

devendo ser previstos eletrodutos e caixas de passagem com instalação aparente e acessórios para fixação dos TP’s e TC’s. Todos as ferragens com perfil em “L” devem ser de 38x38x4. O suporte deve ser devidamente aterrado. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND. Os parafusos para fixação das travessas devem ser de cabeça sextavada de ∅ 9.5x25 mm. 4. 5. Para a fixação dos transformadores de corrente e de potencial devem ser usados parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. 3.10.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.09. 6. Todos os furos corridos (rasgos) devem ser de ∅ 11 mm. Os eletrodutos e as caixas de passagem devem ser fixados sempre do lado oposto ao da fonte de energia e a saída para a caixa do medidor deve ficar apontado para a grade de proteção. O suporte pode ser construído em alvenaria .5x25 mm e respectiva porca. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.8 mm e soldadas entre si. 2. O eletroduto de ∅ 1 ¼” deve ser embutido no piso até a caixa do medidor. Todas as travessas devem ser de chapa de aço de 38x4.5x38 mm.03/1 Folha 3/3 .Notas: 1. 7. 8.8 mm. utilizando-se parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. 9.8 kV DESENHO Nº ND.20.

09.04/1 Folha 1/3 .Dimensões em milímetros 50 0 Este lado voltado para fonte 00 15 1 400 900 rN Ve 7 ota 500 ota rN Ve 8 Chapa em "L" de 38x38x4.8 mm Parafuso de Ø13 mm para fixação (chumbado no piso) Chapa de 9.5 mm soldada no perfil "L" diç Me de ) a x i 6 Ca ota ara r N i p (Ve Va ão Detalhe da fixação no piso Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.: Norma de Distribuição ND.5 kV DESENHO Nº ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34.

5 kV DESENHO Nº ND.09.04/1 Folha 1/3 1500 18-12-2009 130 164 .20 Revisão Data 02 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34.Dimensões em milímetros Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso Eletroduto de 3/4" 900 1 400 Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso 500 Eletroduto de 3/4" Eletroduto de 1 1/4" Caixa de passagem com dimensões mínimas de 150x120x60 mm Furo de Ø11 mm para com espelho liso aterramento do suporte 500 38 152 38 38 500 80 130 80 1 500 80 80 54 80 38 100 38 100 21 182 100 38 21 21 66 50 66 100 38 210 Norma de Distribuição 163 164 21 80 210 80 80 130 152 80 Suporte para TC Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Suporte para TP Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.: Superintendência de Engenharia e Planejamento 80 11 164 80 54 80 163 ND.

Todas as travessas devem ser de chapa de aço de 38x4.04/1 Folha 2/3 . O suporte deve ser devidamente aterrado. 4. O eletroduto de ∅ 1 ¼” deve ser embutido no piso até a caixa do medidor.8 mm.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico.: Norma de Distribuição ND.20. 2.Notas: 1. Todos as ferragens com perfil em “L” devem ser de 38x38x4.5x25 mm. 9. 8. 5. 6.5x25 mm e respectiva porca. Todos os furos corridos (rasgos) devem ser de ∅ 11 mm.5 kV DESENHO Nº ND. O suporte pode ser construído em alvenaria . Os parafusos para fixação das travessas devem ser de cabeça sextavada de ∅ 9. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. utilizando-se parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. devendo ser previstos eletrodutos e caixas de passagem com instalação aparente e acessórios para fixação dos TP’s e TC’s. Os eletrodutos e as caixas de passagem devem ser fixados sempre do lado oposto ao da fonte de energia e a saída para a caixa do medidor deve ficar apontado para a grade de proteção.5x38 mm. 7.8 mm e soldadas entre si. 3.09. Para a fixação dos transformadores de corrente e de potencial devem ser usados parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9.

01/1 Folha 1/3 .01/1 de maio/2005 150 Norma de Distribuição ND.: ND.10.11.20.Dimensões em milímetros B 1 800 150 A A B Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.20.

20.: ND.Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.10.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.11.01/1 Folha 2/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.

Corte BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20.01/1 Folha 3/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.10.11.

20.20 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.: ND.10.20.11.02/1 Folha 1/3 .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 150 150 ND.Dimensões em milímetros B 1 800 A A B Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

02/1 Folha 2/3 .10.Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.: ND.20.20.11.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.10.Corte BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.02/1 Folha 3/3 .11.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.20.

01/1 Folha 1/1 . A distância média entre as hastes será de 3.12.9 desta Norma.0 m. as novas hastes serão colocadas segundo disposição análoga mostrada neste desenho. conforme indicado.9. sendo as mesmas sempre colocadas em caixas de alvenaria.20.Dimensões em milímetros Cabo de cobre nu seção adequada Detalhe A 260 20 20 250 150 30 A 50 A 300 200 260 Haste de aterramento 50 200 300 50 Detalhe A Corte AA Notas: 1. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 2. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.11.20. Caso seja necessário ampliar a malha de terra.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.: ND.

20. fiquem embutidas. A caixa deve ser confeccionada em chapa de aço nº 18 MSG pintada. 3. A caixa deve ser construída de forma que fique totalmente inviolável. As dobradiças devem ser instaladas de modo que impossibilitando a retirada de seus pinos com a porta fechada.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Caixa de medição tipo A ND. 5.12.10. A fixação dos vidros na tampa deve ser feita de modo que permita a sua substituição. 2. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. As cotas indicadas nos desenho medidas são internas e devem ser rigorosamente obedecidas. 4.01/1 Folha 1/1 100 A tampa deve ser encaixada por dentro 600 .: ND.20. com chapa de aço nº 18 MSG galvanizada ou de resina poliéster reforçada com fibra de vidro.700 Painel de fixação 80 Dobradiças 200 Vidro 4x230x250 Dispositivo para lacre 100 180 140 180 125 25 até Ø1 ½" 20 25 250 Vista frontal Vista lateral 250 7/8" 50 Solda 50 Vista superior Notas: 1.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. e para utilização no litoral.

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