Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição
Norma

Revisão 02 – 12/2009 NORMA ND.20

br ND. 2009 179 páginas .br Site: www.com.elektro.com. Nova América Campinas – SP Tel.: (19) 2122-1000 E-mail: elektro@elektro.A.ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Campinas – SP. Diretoria de Operações Superintendência de Engenharia e Planejamento Rua Ary Antenor de Souza. 321 – Jd.

Aprovações

André Augusto Telles Moreira Superintendente de Engenharia e Planejamento

Antonio Sérgio Casanova Gerente de Expansão e Preservação de Redes

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

Elaboração Clarice Itokazu Oshiro Emerson Ricardo Furlaneto Juracy Pereira Mamede Julio Cesar Bellan Paulo Couto Gonçalves Valmir Ziolkowski

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Página 6 Revisão 02 –12/2009 .ND. dos materiais e equipamentos bem como das legislações em vigor.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma. a qualquer tempo e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica.

................................1 5.2 Apresentação do projeto ........................................................................ 21 6............................................7 5..4 5................ 20 Laudo de conformidade ................................................................................. 33 6................................................................... 24 Ramal de ligação ............................ 26 6.12 5................................................. 33 Página 7 Revisão 02 –12/2009 ........................................................................... 19 Aumento de carga ...............................1 Condições Gerais ........................................................7......................................................................................................... 5.....................................................................................................................5 Execução da obra..... 29 6....................................................................... 15 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO ...... 25 6.................................................................................................................................. 18 Ponto de entrega ...........................................................................13 6.................................................................20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição ÍNDICE CONTROLE DE REVISÕES ..................................................................... 6...........................7......... 21 PROJETO ELÉTRICO ................2 5............ 11 1........6 Subestação da entrada de energia ..................7 Medição.................................................. 17 Suspensão de fornecimento ................................................................................................. 28 6.......................... 13 REFERÊNCIAS NORMATIVAS ........................................1 Ramal de entrada aéreo ........ 19 Fator de potência ................................... 24 Contrato de fornecimento.......... 4.......................................2 Localização ............................................................................4 Características gerais ...................................................6...............................................................................................3 6................................................. 13 DEFINIÇÕES .........9 5.....................5.......................................2 Tipos de medição .............................................................................................................................................................. 25 6...............................11 5........................... 20 Fornecimento de materiais da entrada de serviço.....................ND........... 28 6...........................1................................ 20 CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS ................................................................6.....8 5.......2 6........................................................ 18 Unidades consumidoras ........6................. 2.............. 19 Limites de fornecimento .................................................... 13 CAMPO DE APLICAÇÃO ................................................................................... 16 Condições não permitidas ......1.....2 Ramal de entrada subterrâneo ................... 5.........................................................................................................................4 6...............................................................3 Tipos ...5 Subestações abrigadas .......................................3 5..................................................................................................................................................................................... 17 Responsabilidade e atribuições profissionais ............................................................ 25 Ramal de entrada ..................................... 16 Regulamentação ........................ 19 Geração própria .........................................................1 Consulta preliminar...................6................................................................................................................................................................................. 33 6.................. 3...............................5........................................ 29 6...........................................................5 5........................................................... 28 6.......................... 28 6.........................6 5....................1 Condições gerais ........................ 21 6..............................................................................................10 5............................................ 21 6.......................................................6................................................................................... 18 Tensão de fornecimento ...................................................1 OBJETIVO ......................

.............................................9 Sistema de aterramento ..............................................7 Proteção geral de baixa tensão ............... 36 6....................5 Proteção contra inversão de fases (47) ..............11 Equipamentos para instalação em regiões de ambiente agressivo ....................10..9.................... 71 Página 8 Revisão 02 –12/2009 .. 34 Proteção geral . 44 6........... 59 DESENHOS ........................................................... 36 6....9..................... 38 6................ 36 6.............. 34 Proteção geral de média tensão..........9................6 Disjuntor ....................................................................................................1 Posto de transformação ao tempo com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA ............10 Equipamentos e acessórios ......10......... 41 6............10................. 38 6....................................................................................................................................... 39 6.....9............................. 44 TABELAS ......10... 41 6...9 Transformador de corrente para proteção ........ 43 6.................................................4 Caixas de medição ...................10... 43 6...................................................................................................10.................................................................................................................................................................... 39 6.......................................... 38 6................................... 45 ANEXO....................................................... 40 6........................................... 38 6..........1 Transformadores ....................................................................................................................9...................................10..................5 Seccionador tripolar ..................................................................................................................8...... 40 6...........4 Chave fusível .............................................10.......................2 Equipamento de medição ..........3 Para-raios ........................................................10........................................................................ 36 6...............................................................10......................... 41 6.................10.......................................7...........................................................................................................9.................................................................... 43 6.................................. 34 6........................................................................................................ 42 6........................8 Proteção contra descargas atmosféricas ............8 6.....6 Proteção contra sobretensões (59) ...................................................4 Proteção contra subtensão ou falta de fase (27) .................................................................10 Transformador de potencial ............................................................................9 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6..........3 Instalação ...............9.........................................................7 Barramentos ..........................................1 Generalidades ................................................................3 Proteção geral com disjuntor de média tensão ....................................................9..................................ND.....................................................20 6........................................ 42 6......................8 Buchas de passagem................................................7....................2 Subestação unitária com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA............................................................ 34 6................................9.....................

5 kV (medição indireta)....04...............20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição ÍNDICE DE DESENHOS Elementos da entrada de serviço......... proteção e transformação ...............06/1 Subestação abrigada de medição.............8 kV (medição indireta).........20.05...........06.............................. ND..20.......ND.....03/1 Posto de transformação em poste – 34.......02.. ND....................05......................03....Entrada aérea Medição em AT...............20........................20..02/1 Ramal de entrada subterrâneo (cabos unipolares)..........01/1 Instalação de chaves seccionadoras ...02/1 Instalação de chaves seccionadoras .20.........Entrada subterrânea ..........03........ ND.20................................................20...............05............8 kV (medição direta).07.............................20...........................02......... ND...............................Entrada aérea Medição em AT ......04......... ND.... ND..... ND......05..................... ND.. proteção e transformação .............06/1 Posto de transformação em poste – 13...............Transformador auxiliar antes do disjuntor......01/1 Subestação ao tempo acima de 300 kVA ................................ ND.............Medição em AT.... ND.....................Entrada subterrânea ....................04/1 Subestação abrigada de medição............. ND.....01..................20.........Entrada aérea ....03/1 Banco de dutos envelopados em concreto..................01/1 Subestação abrigada de transformação ............................. ND....Entrada aérea..... ND....... ND.......Instalação de para-raios................20..........02/1 Banco de dutos diretamente enterrados....................20.......................................03/1 Subestação abrigada de medição e proteção ..............04..........................02/1 Página 9 Revisão 02 –12/2009 ...............Medição em AT....................20..............Posição inclinada (poste particular)................20.20.... proteção e transformação – Entrada subterrânea .......02/1 Posto de transformação em poste – 13....Medição em BT.Medição em BT.......................................20...........08........ ND...01........... ND............................01/1 Posto de transformação em poste – 34........04/1 Subestação abrigada de transformação .....05/1 Tampa para caixa de passagem.........04/1 Caixa de passagem..........................................Fixação da cadeia de isoladores............................ ND.....5 kV (medição direta).....07/1 Conjunto blindado para medição e proteção em AT..... ND.20.........Medição em AT.........................08..................................20....20. ND..................01/1 Detalhes construtivos em subestações ... ND...... ND................... ND..01/1 Detalhes construtivos em subestações ..........20...05............................05/1 Subestação abrigada de medição........... ND...............05.......05..................................20.....20....20............20............................03.............................. ND..03.Posição horizontal (poste particular).........................20.............01/1 Ramal de entrada subterrâneo (cabo tripolar)..20..01/1 Disposição da entrada de serviço.........03.......................Entrada aérea ......02/1 Subestação abrigada de medição e proteção .03.... ND.......04.....

.02/1 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente ......... ND..... ND..............09...........04/1 Suporte para isolador pedestal....04/1 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares.......10.........................8 kV.08....20...08........Medição em AT – 13..........Interligação do neutro...................................................................01/1 Página 10 Revisão 02 –12/2009 ...... ND.......................Dispositivo para drenagem de óleo..02/1 Subestações abrigadas ... ND...20......... ND.20..12.............................. ND.5 kV......11.... ND.................10.........20.. para-raios e chaves fusíveis.20............01/1 Caixa de medição tipo A........................03/1 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente .................................20...........09.................. ND.....20.09........................................20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Detalhes construtivos em subestações ........ND.......01/1 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária....................................01/1 Suporte para terminais poliméricos......Medição em AT – 34..............20.Sistema de aterramento.................20.... ND.. ND....09......20.............................03/1 Detalhes construtivos em subestações ....................

− Inclusão de diretrizes para projetos na tensão de 34. − Editoração de acordo com o modelo F-SGQ-010.5 kV.20 Revisão Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição CONTROLE DE REVISÕES Data Descrição − Revisão e atualização do documento para atender as diretrizes do Sistema de Gestão da Qualidade.ND. 02 18-12-2009 Página 11 Revisão 02 –12/2009 .

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 12 Revisão 02 –12/2009 .

permanentes ou em caráter provisório. No caso excepcional em que tal dispositivo se encontre antes da medição. Página 13 Revisão 02 –12/2009 . 3. 3. a partir do ponto de entrega até a origem da instalação. caracterizando-se como o limite de responsabilidade de fornecimento.20 1. proteção e/ou transformação. desde que as condições técnicas permitam e estejam em bom estado de conservação.8 e 34.2 Unidade consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizados pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega.Instalações especiais.1 Consumidor Pessoa física ou jurídica. a origem corresponde aos terminais de saída do transformador de instrumento de medição. como minas e outros semelhantes. podem ser mantidas. As instalações existentes executadas de acordo com as normas anteriores. em todas as instalações novas. inclusive. 3. que solicitar à concessionária o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das contas e pelas demais obrigações legais. 3. CAMPO DE APLICAÇÃO É exigido o cumprimento desta norma no projeto e execução das instalações de média tensão. com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. que são regulamentados por legislação específica. equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede primária da concessionária e o posto ou subestação abrigada de medição. corresponde aos terminais de saída do dispositivo geral de comando e proteção. reformas ou ampliações de instalações existentes.4 Origem da instalação Nas instalações alimentadas diretamente por rede de distribuição da ELEKTRO em média tensão.A. 2.Fornecimento em grosso para fins de revenda.5 Entrada de serviço Condutores. .5 kV. ou comunhão de fato ou de direito. na área de concessão da ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.ND. legalmente representada. 3. regulamentares e contratuais.3 Ponto de entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações elétricas da unidade consumidora. Excluem-se desta norma: . OBJETIVO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Esta norma tem por objetivo estabelecer as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica às unidades consumidoras atendidas através de redes aéreas de distribuição nas tensões nominais de 13. DEFINIÇÕES 3.

destinado à instalação de equipamentos e seus acessórios com a função de medição. solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora. 3.ND.14 Conjunto blindado Unidade estrutural do conjunto de manobra e controle. 3. proteção e/ou transformação.12 Subestação abrigada Recinto fechado destinado à instalação do conjunto de equipamentos e seus acessórios com as funções de medição. podendo ser de instalação interna ou externa. estando os equipamentos instalados ao tempo. 3. podendo situar-se em local isolado ou fazer parte da própria edificação. Página 14 Revisão 02 –12/2009 . acessórios e equipamentos compreendidos entre o ponto de entrega e o ponto de medição. manobra e transformação de grandezas elétricas.8 Limites de propriedade Demarcações que separam a propriedade do consumidor com a via pública e terrenos adjacentes de propriedade de terceiros. no alinhamento designado pelos poderes públicos. em poste ou plataforma. inclusive. proteção e/ou transformação.6 Ramal de ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega. proteção e/ou transformação. 3. medição.9 Subestação Parte das instalações elétricas da unidade consumidora em média tensão que agrupa os equipamentos. 3.7 Ramal de entrada Condutores.10 Posto Local destinado à instalação do conjunto de equipamentos e seus acessórios com as funções de medição.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3.11 Posto de transformação Estrutura em poste ou plataforma. durante um intervalo de tempo especificado. 3.16 Demanda Média das potências elétricas ativas ou reativas. autosuportável.15 Carga instalada Soma das potências nominais de equipamentos elétricos de mesma espécie instalados na unidade consumidora e em condições de entrar em funcionamento. 3. proteção e transformação. 3.13 Subestação unitária Subestação que possui e/ou alimenta apenas um único transformador. condutores e acessórios destinados a proteção. 3. em invólucro metálico. destinada à instalação do equipamento de transformação e seus acessórios. 3.

3.Eletroduto de aço-carbono e acessórios.Transformadores de potência . REFERÊNCIAS NORMATIVAS 4.18 Fator de carga Razão entre a demanda média e a demanda máxima de uma unidade consumidora.Transformadores de potência . 3. • ABNT NBR 5598 .Instalações elétricas de baixa tensão.Parte 100: Disjuntores de alta-tensão de corrente alternada.Parte 3: Níveis de isolamento. • ABNT NBR 5410 . • ABNT NBR 5356-4 .19 Fator de potência Razão entre a potência ativa e a raiz quadrada das soma dos quadrados das potências ativa e reativa.20 Medições diretas Medições de energia elétrica nas quais tanto a tensão de alimentação quanto a corrente de carga. através de transformadores para instrumentos (Transformador de Corrente e/ou Transformador de Potencial).Transformadores de potência .Equipamentos de alta-tensão .Equipamentos de alta-tensão .ND.Parte 102: Seccionadores e chaves de aterramento. • ABNT NBR IEC 62271-102 . ensaios dielétricos e espaçamentos externos em ar. Página 15 Revisão 02 –12/2009 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3. • ABNT NBR 5356-1 .1 Normas da ABNT • ABNT NBR 5060 .Guia para instalação e operação de capacitores de potência. 3. 3. • ABNT NBR 5440 -Transformadores para redes aéreas de distribuição – padronização. ocorrida no mesmo intervalo de tempo especificado.Transformadores de potência .Parte 1: Generalidades. 4.Parte 5: Capacidade de resistir a curtos-circuitos.21 Medições indiretas Medições nas quais a tensão de alimentação e/ou a corrente de carga são ligadas aos terminais dos medidores.Transformadores de potência . 3. • ABNT NBR 5356-3 .22 Tensão nominal É o valor eficaz da tensão pelo qual o sistema é designado. • ABNT NBR 5413 .Iluminância de interiores. consumidas num mesmo período especificado. com revestimento protetor e rosca BSP . • ABNT NBR 5356-2 .Parte 2: Aquecimento.17 Fator de demanda Razão entre a demanda máxima num intervalo de tempo especificado e a carga instalada na unidade consumidora. • ABNT NBR 5356-5 .Parte 4: Guia para ensaio de impulso atmosférico e de manobra para transformadores e reatores.Requisitos • ABNT NBR IEC 62271-100 . são aplicadas diretamente aos terminais dos medidores.

22 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • ABNT NBR IEC 62271-200 .ND. • ND. • ND.Estruturas para redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica. e) As vistorias porventura efetuadas pela ELEKTRO nas instalações internas da unidade consumidora não implicam em responsabilidade desta por danos que sobrevierem a pessoas ou bens resultantes de seu uso. Esta responsabilidade é do(s) profissional(is) que o elaborou e/ou executou.Conjunto de manobra e controle de alta-tensão .2 kV.01 .0 kV a 36. • ABNT NBR 15751 – Sistemas de aterramento de subestações – Requisitos. • ABNT NBR 8124 -Chaves fusíveis de distribuição. • ABNT NBR 15688 . • ND. • ABNT NBR 10295 -Transformadores de potência secos. • ND. • ABNT NBR 15749 – Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície do solo em sistemas de aterramento. • ND.2 Normas da ELEKTRO: • ND. • ND. bem como o atendimento ao pedido de ligação e as vistorias efetuadas na entrada de serviço.Estruturas para redes aéreas isoladas de distribuição de energia elétrica.03 .Estruturas para redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica. • ND.Estruturas para redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica em 34. não transferem a responsabilidade técnica a ELEKTRO quanto ao projeto e execução das mesmas.07 . b) As instalações elétricas a partir da origem da instalação devem estar em conformidade com as normas ABNT NBR 14039 e ABNT NBR 5410.Projetos de redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica.Materiais e equipamentos para redes aéreas de distribuição de energia elétrica. Página 16 Revisão 02 –12/2009 .02 .25 .21 .Parte 200: Conjunto de manobra e controle de alta-tensão em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até e inclusive 52 kV. • ND. c) Os trabalhos nas instalações elétricas devem ser realizados de acordo com os requisitos e condições estabelecidos nas normas e regulamentações específicas.Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus. 4.Projetos de redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica.1 Regulamentação a) A ligação pela ELEKTRO das instalações fica condicionada ao cumprimento das disposições desta norma e das normas complementares aplicáveis da ABNT e da ELEKTRO.5 kV. 5. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 5.78 – Proteção de redes aéreas de distribuição.04 .Redes protegidas compactas – critérios para projetos e padronização de estruturas.Projetos de redes aéreas isoladas e protegidas de distribuição de energia elétrica. • ND. • ABNT NBR 14039 -Instalações elétricas de média tensão de 1. d) A liberação do projeto pela ELEKTRO para execução.12 .

mesmo que o fornecimento seja gratuito. se o consumidor utilizar na unidade consumidora. que reserva o direito de tratar somente com o responsável técnico pelo projeto e/ou construção. infração às normas ou nas situações previstas na legislação vigente. comprovadamente. o livre acesso dos representantes da ELEKTRO. às instalações elétricas de sua propriedade. f) Não é permitido qualquer tipo de construção sob as redes aéreas. A instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora. d) Não é permitida a ligação de unidades consumidoras em imóveis sem delimitação definida e que não estejam devidamente identificadas pelo Poder Público. j) De acordo com a legislação em vigor. que. medição.3 Suspensão de fornecimento A ELEKTRO suspenderá o fornecimento de energia elétrica quando apurar que esteja ocorrendo por parte do consumidor. à revelia da concessionária. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. sob pena de suspensão do fornecimento. i) O consumidor deve permitir. c) Não é permitida uma medição única para mais de uma unidade consumidora. sendo que o acesso a este(s) somente é permitido à ELEKTRO. referentes ao funcionamento dos equipamentos e da instalação. carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores.2 Condições não permitidas a) Não é permitida a ligação de mais de um ponto de entrega numa mesma propriedade. proteção e do(s) equipamento(s) mantido(s) sob lacre. bem como a propriedade usufruto de terceiros. e O ressarcimento à concessionária de indenizações por danos acarretados a outros consumidores. destinadas a correção dos efeitos desses distúrbios.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição f) As instalações existentes que estiverem em desacordo com as normas e padrões da ELEKTRO ou com as normas da ABNT e que ofereçam riscos à segurança devem ser reformadas ou substituídas dentro do prazo estabelecido pela ELEKTRO. com prazos pactuados e/ou o pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico da concessionária. h) O consumidor é responsável pelo zelo do ramal de entrada. II. a qualquer tempo. é facultado a ELEKTRO exigir desse consumidor o cumprimento das seguintes obrigações: I. 5. 5. k) Os casos técnicos omissos ou duvidosos serão resolvidos em comum acordo com a ELEKTRO. Os casos excepcionais serão analisados pela ELEKTRO. e) Não é permitida a extensão das instalações elétricas além dos limites da propriedade do consumidor. devendo o consumidor assegurar o livre acesso dos funcionários aos locais em que estejam instalados os referidos equipamentos.ND. g) A ELEKTRO inspecionará periodicamente todos os equipamentos que lhe pertençam e estejam instalados na unidade consumidora. tenham decorrido do uso da carga provocadora das irregularidades. devidamente identificados. b) Não é permitido qualquer tipo de interligação entre instalações elétricas de unidades consumidoras diferentes. Página 17 Revisão 02 –12/2009 .

o ponto de entrega situar-se-á no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária. no mesmo local pode ser feito desde que justificada a necessidade da subdivisão. devidamente preenchida e autenticada. deve ser apresentada.01.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 5. 5. a cópia da Certidão de Registro no CREA. o ponto de entrega situar-se-á na conexão deste ramal com a rede aérea. o ponto de entrega situarse-á na estrutura inicial desta linha. quando solicitado).20. • Carteira de Registro no CREA do(s) profissional(is) responsável(is) (cópia e original. observadas as condições estabelecidas na legislação e regulamentos aplicáveis. 5. submetendo à análise e aprovação da ELEKTRO. Página 18 Revisão 02 –12/2009 . o ponto de entrega pode situar-se dentro do imóvel em que se localizar a unidade consumidora. também. conforme regulamentações do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia. e que os circuitos internos de cada unidade consumidora sejam independentes e indicados no projeto a impossibilidade de interligações entre esses circuitos. por ter medição individualizada e corresponder às instalações de um único consumidor. ressalvados os seguintes casos: • Havendo uma ou mais propriedades entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora.6 Unidades consumidoras a) A unidade consumidora caracteriza-se pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega. • Quando se tratar de rede de propriedade do consumidor. b) O atendimento a mais de uma unidade consumidora.20.ND. • Havendo conveniência técnica e observados os padrões da ELEKTRO. b) Todos os projetos de média tensão encaminhados a ELEKTRO devem estar acompanhados de: • ART – Anotação de Responsabilidade Técnica do CREA. de um mesmo consumidor.5 Ponto de entrega a) O ponto de entrega deve situar-se no limite da via pública com o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. bem como a sua operação e manutenção. c) As localizações do ponto de entrega para os diversos tipos de entradas de instalações consumidoras em média tensão estão ilustradas nos desenhos ND.02/1. b) Até o ponto de entrega de energia é de responsabilidade da ELEKTRO adotar todas as providências com vistas a viabilizar o fornecimento de energia elétrica.01/1 e ND. c) Para os serviços executados por Empresas. • Em área servida por rede aérea.01. havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal subterrâneo.4 Responsabilidade e atribuições profissionais a) Os projetos elétricos devem ser elaborados e assinados por profissionais habilitados. Arquitetura e Agronomia e do CREA – Conselho Regional de Engenharia. constando o nome do(s) profissional(is) responsável(is). Arquitetura e Agronomia. • Visto do CREA do estado onde será realizado o serviço (quando aplicável).

c) Em caso de inobservância pelo consumidor do disposto acima. 5. para alternar o fornecimento de energia através do circuito alimentado pelo sistema da ELEKTRO e pelo gerador particular. com detalhes de intertravamento e das proteções.8 Limites de fornecimento a) O fornecimento é feito em tensão primária de distribuição quando a carga instalada da unidade consumidora for superior a 75 kW e a demanda contratada ou estimada pelo interessado para o fornecimento for igual ou inferior a 2 500 kW. c) A ELEKTRO pode estabelecer a tensão de fornecimento sem observar os limites acima. na forma da legislação vigente. a chave reversora deve possibilitar o seccionamento das fases e do neutro. a ELEKTRO fica desobrigada de garantir a qualidade e a continuidade do fornecimento. podendo inclusive suspendê-lo. b) O atendimento a unidade consumidora com demanda superior a 2 500 kW pode ser feita em tensão primária de distribuição. de acionamento manual ou elétrico com intertravamento mecânico e elétrico. quando a unidade consumidora incluir-se em um dos seguintes casos: • Tiver equipamento que. realizados à revelia da ELEKTRO. • Havendo conveniência técnica e econômica para o sistema elétrico da ELEKTRO. 60 Hz. o interessado deve apresentar projeto elétrico para aprovação da ELEKTRO. 5.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 5. decorrentes de aumentos de carga e/ou alteração de suas características. recomenda-se a adoção de uma das medidas a seguir: • Instalar um dispositivo de reversão. Nas instalações com o neutro do sistema elétrico da ELEKTRO interligado com o neutro das instalações da unidade consumidora.ND.7 Tensão de fornecimento O fornecimento em tensão primária de distribuição a uma unidade consumidora é feito em 13. em um só ponto de entrega. pelas suas características de funcionamento ou potência.5 kV. b) Para a instalação do sistema de geração própria. para verificação da viabilidade e das condições técnicas de atendimento. contendo: • Diagrama unifilar elétrico e funcional.9 Aumento de carga a) Qualquer aumento de carga e/ou alteração de suas características na unidade consumidora. Para evitar o paralelismo.10 Geração própria a) Não é permitido o paralelismo de geradores particulares com o sistema de fornecimento de energia da ELEKTRO. b) O consumidor será responsabilizado por danos causados aos equipamentos de medição ou à rede de distribuição. Página 19 Revisão 02 –12/2009 . desde que haja disponibilidade de energia no sistema de distribuição local e não acarretar prejuízo ao interessado. não acarretar prejuízo ao interessado. deve ser submetido à apreciação prévia da ELEKTRO. se vier a prejudicar o atendimento a outras unidades consumidoras. o neutro do circuito alimentado pelo gerador particular deve ser independente do neutro do sistema da ELEKTRO. 5.8 kV ou 34. • Construir um circuito alimentado exclusivamente pelo gerador particular independente dos circuitos da instalação normal. a partir da rede aérea. possa prejudicar a qualidade do fornecimento a outros consumidores. Em ambos os casos.

conduzidos por área específica da ELEKTRO. indutivo ou capacitivo de sua instalação o mais próximo possível da unidade. postes. os capacitores são acionados. junto às cargas com baixo fator de potência. isoladores. tais como. chaves de aferição. condutores. elos fusíveis e ferragens são fornecidos pelo consumidor e devem estar de acordo com a padronização da ELEKTRO. • Características do dispositivo de reversão. d) Quando os capacitores forem instalados no circuito de entrada de energia em baixa tensão. b) Sendo constatado nas suas instalações um fator de potência inferior ao valor de referência estabelecido na Legislação em vigor. Página 20 Revisão 02 –12/2009 . para-raios. cruzetas. transformadores.ND.11 Fator de potência a) O consumidor deve manter o fator de potência. através das chaves ou disjuntores existentes. quando da solicitação de vistoria. a ELEKTRO efetuará o faturamento do consumo de energia e da demanda de potência reativa excedentes. 5. e) É permitida a instalação de capacitores na média tensão quando a medição for também na média tensão.13 Laudo de conformidade Deve ser apresentada. 5. juntamente com essas cargas. Neste caso. adequadas à interrupção das correntes capacitivas previstas.) são fornecidos e instalados pela ELEKTRO. instalando. se necessário. etc. equipamentos para correção do fator de potência. transformadores de corrente e de potencial. chaves fusíveis. a proteção deve ser feita por meio de disjuntor ou seccionador com fusíveis adequados para interromper as correntes capacitivas previstas. b) Os demais materiais e equipamentos da entrada de serviço. O banco de capacitores deve ter ligações em delta ou estrela flutuante (neutro não aterrado). f) A instalação do banco de capacitores deve ser feita conforme recomendações do fabricante e estar de acordo com a ABNT NBR 5060. chaves seccionadoras. Neste caso. • As solicitações de paralelismo momentâneo ou contínuo da geração própria com o fornecimento da ELEKTRO devem ser objeto de consulta prévia para análises e definições de procedimentos exclusivos.12 Fornecimento de materiais da entrada de serviço a) O ramal de ligação (incluindo a estrutura de derivação do ramal primário e os condutores) e os equipamentos e acessórios para medição de energia elétrica (medidores. c) Para a correção do fator de potência é recomendada a instalação de capacitores no circuito de baixa tensão. a proteção deve ser feita por chaves fusíveis com abertura sob carga. calculados de acordo com a Legislação. uma cópia do Laudo de Conformidade das instalações com a ABNT NBR 14039 e a respectiva ART do profissional responsável pelo Laudo. 5.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • Características do gerador.

ampliação/alteração das instalações existentes.2.1 Consulta preliminar Antes de iniciar a elaboração do projeto da entrada de serviço.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. contendo: designação e endereço da instalação consumidora a ser ligada.consulta de acesso.20-F-004.20-F-001 . Todo processo deve conter os seguintes documentos: 6.ND. pode ser elaborado o projeto definitivo.aumento do fator de utilização de cargas anteriormente informadas à ELEKTRO nos processos de ligação e aditamentos contratuais desta unidade consumidora. . CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS 6. a viabilidade e as condições do atendimento. .1. ou seja. endereço e telefone do proprietário e do responsável técnico e a data prevista para energização. . pela ELEKTRO.Informações para fornecimento de energia elétrica para aumento de demanda devido à recuperação de demanda Aplicável às solicitações das unidades consumidoras decorrente de: . fica atestado pelo consumidor que não houve nenhuma alteração das instalações elétricas e nem inserção ou alteração de cargas desde a última solicitação aprovada pela ELEKTRO.1 Carta de apresentação Carta de apresentação do projeto. retorno a um patamar de demanda anteriormente contratado e efetivamente utilizado.Informações para fornecimento de energia elétrica para ligação nova e religação sem aumento de demanda Aplicável as solicitações referentes: .20-F-003 . • ND.1. em 3 (três) vias assinadas pelo responsável técnico pelo projeto.2 Apresentação do projeto Após a análise da Consulta Preliminar e definida. visando obter as orientações a respeito das condições de fornecimento de energia e apresentar.1. conforme modelo do ND. 6. conforme orientação a seguir: • ND. • ND. • Condições gerais sobre normas técnicas seguidas para o projeto e as que devem ser observadas na execução das instalações.religação de consumidor desativado. Página 21 Revisão 02 –12/2009 . devidamente preenchido. Observar que ao informar à ELEKTRO da condição de recuperação de demanda e/ou aumento do fator de utilização. em 1 (uma) via.1 PROJETO ELÉTRICO 6.2 Memorial descritivo Memorial descritivo com os elementos necessários à completa interpretação do projeto. relação dos documentos anexados.ligação de novo consumidor ou nova unidade consumidora.alteração de contrato de demanda decorrente da inserção ou alteração de cargas. nome. o formulário aplicável à solicitação. contendo: • Objetivo ou finalidade do projeto e da instalação.2.recuperação de demanda.Informações para fornecimento de energia elétrica para aumento de demanda e inserção de novas cargas Aplicável as solicitações referentes à: . .1. o interessado deve entrar em contato com a ELEKTRO.20-F-002 . 6.

fator de potência e a tensão de funcionamento de todos os aparelhos e equipamentos elétricos a serem instalados.4 Carga instalada Relação das cargas indicando as quantidades e as potências em kVA ou kW. Na Tabela 1 são apresentadas as potências de aparelhos condicionadores de ar e nas Tabela 2 e Tabela 3. • distâncias de localização dos limites da propriedade na quadra e de localização do imóvel na propriedade. potências e fatores de potência das cargas. com indicação precisa da instalação dos equipamentos de medição. espaço de manobra. ventilação (natural ou forçada). com indicação das bitolas dos condutores.. etc. definido em conjunto com a ELEKTRO. • Acréscimos de carga instalada previstos para os (três) primeiros anos. condutores de aterramento. • Cronograma de execução do projeto da entrada e a data prevista para início de operação. 6.2.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • Procedimentos e recomendações técnicas para a operação das instalações. em 3 (três) vias assinadas pelo responsável técnico contendo o nome por extenso e o número ou visto do CREA. dispositivos de proteção. da instalação e das cargas. Devem constar dos projetos os seguintes desenhos: a) Planta de localização do imóvel. distâncias. • indicação do ponto de entrega. vistas e cortes das instalações de medição. Esse valor deve ser utilizado Página 22 Revisão 02 –12/2009 . cabos e acessórios. e) Malha de terra. cortes e vistas. hastes. • Condições específicas sobre pontos de realce ou de caráter especial do projeto da entrada. aterramento. c) Plantas. 6. os valores das potências médias dos motores elétricos monofásicos e trifásicos.ND. indicando os detalhes dos eletrodos. proteção e transformação.1. demandas mensais previstas e previsão de consumo em kWh. bem como a previsão de futuros aumentos de carga. proteção e transformação.1. em folhas de formatos padronizados pela ABNT com um espaço reservado para carimbo da ELEKTRO. b) Planta de localização dos pontos de medição. etc. conexões. etc. proteção e transformação na propriedade do consumidor. • localização do poste e tipo de estrutura da rede de distribuição da ELEKTRO mais próximo da propriedade. Esses dados podem ser utilizados quando não forem disponíveis as potências reais.3 Desenhos Desenhos das plantas. considerando todas as cargas e seu regime mais severo de funcionamento contínuo. apresentando: • desenho da quadra onde se localiza o imóvel com os nomes das ruas e/ou avenidas delimitantes.2. na escala de 1:25 ou 1:10. d) Diagrama unifilar da média e baixa tensão.2.5 Cálculo da demanda Memória de cálculo da demanda máxima provável em kVA da instalação. 6. • Regime de trabalho.1. Devem ser consideradas as potências nominais indicadas pelos fabricantes nos manuais ou placas de identificação dos aparelhos ou equipamentos.

• ART do responsável pelo projeto da proteção.ND.a proteção da ELEKTRO e da instalação definidos no projeto da proteção. • Cálculo dos ajustes das proteções.9. • Cálculo das correntes de magnetização dos transformadores. sendo que a dissipação da corrente de falta não provocará o aparecimento de potenciais de passo e toque perigosos para pessoas e animais. Caso o responsável seja o mesmo pelo projeto elétrico da instalação pode ser apresentada uma única ART desde que esteja discriminado também a responsabilidade pelo projeto da proteção. • Dimensionamento dos TC’s e TP’s de proteção. • Dados de partida do maior motor com seu dispositivo de partida.9.2. Página 23 Revisão 02 –12/2009 . Caso o responsável seja o mesmo pelo projeto elétrico pode ser apresentada uma única ART desde que esteja discriminado também a responsabilidade pelo projeto de aterramento. • Todas as condições de segurança foram atendidas. deve ser apresentado um projeto da proteção de acordo com os critérios e exigências previstos no item 6. • Gráfico tempo x corrente em escala bi-log. • O sistema de aterramento é considerado seguro para quaisquer condições de defeito.ponto indicando a corrente de carga máxima acrescida da corrente de partida do maior motor x tempo de partida do mesmo motor.7 Termo de responsabilidade pelo sistema de aterramento O Termo de responsabilidade assinado pelo responsável técnico pelo sistema de aterramento da subestação deve conter as seguintes informações: • O projeto de aterramento está de acordo com as orientações do item 6. • Diagrama trifilar de ligação.2. . chaves. TP’s.). • Valores das correntes de curto-circuito no ponto de derivação da rede fornecidos pela ELEKTRO.20 6. indicando a localização dos principais componentes (TC’s. contendo: . • Diagrama funcional com detalhes da lógica de atuação da proteção.9 e foi elaborado conforme recomenda a norma ABNT NBR 15751.1. • Catálogos ou manuais técnicos dos relés.3. • Não existe nenhuma possibilidade de transferência de potenciais da área ocupada pela malha de aterramento para outros pontos. . • Tipo e característica das fontes auxiliares. relés com suas respectivas funções.. Juntamente com o termo de responsabilidade deve ser fornecida a cópia da ART do responsável pelo projeto de aterramento. corrente e tempo de partida esperado. Projeto da proteção das instalações da unidade consumidora Quando a proteção de média tensão for feita por disjuntor. • Potência instalada e demanda máxima. etc. disjuntor. contendo as seguintes documentações: • Diagrama unifilar.6 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição para o dimensionamento dos componentes da entrada da instalação e para os cálculos dos ajustes da proteção. 6.1.ponto da corrente transitória de magnetização dos transformadores considerando a pior situação operativa da planta.

Se. os termos de compromissos.2. a ELEKTRO poderá solicitar o projeto de aterramento para análise específica. 6.2 Execução da obra A execução da obra deve obedecer aos requisitos técnicos estabelecidos nesta norma e estar de acordo com o projeto aprovado pela ELEKTRO. • ND. o início Página 24 Revisão 02 –12/2009 .ND. e o diagrama de ligação do mesmo. após análise do projeto apresentado pelo consumidor. 6. as especificações a serem utilizadas para aquisição de materiais e equipamentos da entrada da instalação.8 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Nota: caso julgue necessário.2.1.3 Contrato de fornecimento A ELEKTRO orientará quanto aos documentos para a elaboração do contrato de fornecimento de energia elétrica. Caso não venha a ser executado dentro desse prazo. da proteção e do aterramento).20 6. O prazo de validade para a execução do projeto é de 6 (seis) meses após a sua aprovação. endereço e número do documento de identidade. Os modelos dos termos de compromissos estão apresentados nos formulários: • ND. Relação de materiais Relação de materiais contendo.1. Nota: caso conste a ART do responsável(is) técnico(s) ou firma(s) responsável(is) somente pelo(s) projeto(s).12 Anotação de responsabilidade técnica – ART Deve ser fornecida uma via de cada registro de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART do CREA referente aos serviços a serem prestados (projeto ou projeto e execução das instalações elétricas. de acordo com os critérios e legislações vigentes. em 3 (três) vias assinadas pelo proprietário.9 Relatório de ensaio do transformador Relatório de ensaio de rotina do transformador. 6. Caso o responsável por todos os projetos seja o mesmo pode ser registrada uma única ART desde que estejam discriminados todos os serviços a serem prestados.11 Termos de compromisso Devem acompanhar os projetos. com indicação do nome completo.1. A ELEKTRO se reserva ao direito de não efetuar a ligação caso a referida licença não seja apresentada quando do pedido de inspeção.2.10 Licença ambiental Apresentação de licença emitida por órgão responsável pela preservação do meio ambiente caso exerça atividade classificada como poluente.1. a vistoria da execução da obra será feita somente após o envio da via de recolhimento da ART do(s) responsável(is) técnico(s) pela execução do(s) mesmo(s). quando necessário. de acordo com a norma ABNT NBR 5356-1 ou ABNT NBR 10295. 6. de forma clara e precisa. contendo o nome por extenso e o visto do responsável técnico e respectivo número no CREA.2. o projeto deve ser submetido à nova análise pela ELEKTRO.2. 6.20-F-006 – Modelo de Termo de Compromisso de manutenção das instalações.20-F-005 – Modelo de Termo de Compromisso de ocupação de poste da ELEKTRO.1. verificar-se a necessidade de execução de obras e/ou eventuais alterações no sistema elétrico da ELEKTRO. 6.

entre o condutor inferior e o solo no ponto de maior proximidade: • vias exclusivas de pedestre: 5. f) Os condutores do ramal de ligação não devem passar sobre edificações e construções e nem sobre terreno de terceiros.5 Ramal de entrada 6. b) O ramal de ligação deve derivar do poste da rede de distribuição determinado pela ELEKTRO. b) Em subestações abrigadas de medição. localizados a mais de 50 m da estrutura de derivação da rede.1 Ramal de entrada aéreo a) A construção.5.ND. etc. e quando necessárias devem ser feitas nos trechos em que os cabos não estejam sujeitos a esforços mecânicos. deve ser instalado um poste particular o mais próximo possível da divisa do terreno. medido do poste de derivação na rede até o ponto de entrega.4. proteção e/ou transformação localizadas a menos de 50 m da estrutura de derivação da rede e for dispensável a instalação do poste particular. estas devem ser seccionadas e aterradas de acordo com as normas ND.50 m. conforme desenho ND. instalado e mantido pela ELEKTRO.0 m. 6. devendo ser obedecidos os afastamentos mínimos estabelecidos na ABNT NBR 15688 e normas ND.03 ou ND. c) Para postos de transformação ou subestações abrigadas de medição. g) O ramal de ligação não deve ser acessível de janelas. d) Havendo a necessidade de construção de um ramal que passe por propriedade(s) de terceiro(s) para a alimentação da instalação.02. d) O vão máximo permitido é de 50 m. Página 25 Revisão 02 –12/2009 . h) Não é permitida emenda nos condutores do ramal de ligação. telhados. devem ser apresentados o projeto do ramal e a(s) respectiva(s) autorização(ões) de passagem(s). e) Devem ser evitadas emendas nos condutores do ramal de entrada. pela parte frontal da edificação. c) A entrada na propriedade do consumidor deve ser. proteção e transformação. • entradas de prédios e demais locais de uso restrito a veículos: 6. áreas adjacentes. • ruas e avenidas: 6. Nos casos de travessias sobre rodovias e ferrovias devem ser observadas as prescrições das Normas Brasileiras e normas específicas dos órgãos responsáveis. sacadas.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição da obra está vinculada ao pagamento da participação financeira do consumidor e a assinatura do contrato de fornecimento. o ponto de entrega é na fixação dos condutores do ramal de ligação na subestação. ND. um conjunto de seccionadores unipolares tipo faca. instalando.07 e ND. preferencialmente.0 m.20. 6. operação e a manutenção do ramal de entrada aéreo são de responsabilidade do consumidor e devem obedecer as condições estabelecidas nos subitens: e).04.. Passando sobre cercas. e) Deve ser instalado de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas medidas na vertical. g) e h) do item 6. neste poste. f). escadas.4 Ramal de ligação a) O ramal de ligação das unidades consumidoras atendidas pela rede aérea em tensão primária de distribuição deve ser aéreo.01/1 folhas 3/5 e 5/5.12 da ELEKTRO.01.

A autorização para ocupação do poste da rede aérea para derivação do ramal subterrâneo fica a critério da ELEKTRO.20 m.60 m na calçada ou 0.20-F-005. nos pontos com ângulos iguais ou superiores a 30º devem ser previstas caixas de passagens com dimensões internas Página 26 Revisão 02 –12/2009 . k) Junto ao poste de transição deve ser prevista uma caixa de passagem com dimensões internas mínimas de 0. Os dutos devem ter diâmetro nominal mínimo de 100 mm quando for instalado um circuito completo por duto ou 50 mm quando for previsto um cabo por duto. i) No trecho subterrâneo. d) Caso seja autorizada a ocupação do poste da ELEKTRO. preferencialmente. l) Os cabos isolados devem ser instalados de modo que a curvatura dos cabos seja de. com altura mínima de 5 metros acima do solo e ser fixado ao poste de forma adequada com cintas ajustáveis. a uma profundidade mínima de 0. dimensionado conforme a Tabela 6. c) O comprimento máximo do ramal de entrada subterrâneo deve ser de 50 m. medido do poste de derivação na rede até a subestação. tensão de isolamento de 8. operação e manutenção do ramal de entrada subterrâneo são de responsabilidade do consumidor. com isolação extrudada de XLPE ou EPR.80 m na via pública. que analisará a solicitação contendo as justificativas técnicas. e) Não é recomendada a travessia do ramal de entrada subterrâneo sob vias públicas.7/15 kV ou 20/35 kV para ligações em redes com tensões nominais de 13. A derivação do ramal subterrâneo na rede primária deve ser executada conforme desenhos ND. e a sua conexão à rede aérea é executada pela ELEKTRO.2 Ramal de entrada subterrâneo a) A construção. conforme modelo ND. j) Recomenda-se a instalação de duto e cabo reserva com as mesmas características do circuito principal. deve ser colocada uma placa de advertência junto ao terminal do cabo reserva no interior da subestação abrigada alertando a sua condição de energizado. b) O ramal de entrada subterrâneo deve partir. unipolares ou tripolares. os cabos devem ser instalados em duto de polietileno de alta densidade (PEAD) diretamente enterrado ou envelopado em concreto ou de PVC rígido envelopado em concreto. religador.03.01/1 e ND. g) O eletroduto externo de descida junto ao poste de derivação deve ser de açocarbono zincado pelo processo de imersão a quente. Neste caso.80 x 0. etc. Quando instalado.ND.03. h) Não é permitida a instalação do ramal subterrânea em poste que tenha instalado qualquer tipo de equipamento (transformador.02/1.5 kV. chave a óleo. Caso seja necessária. respectivamente. de um poste particular.8 kV ou 34. f) Os condutores do ramal de entrada subterrâneo podem ser de cobre ou alumínio. com boa impermeabilização. arame de aço galvanizado 12 BWG ou bandagens. 12 vezes o seu diâmetro externo.5. o consumidor deve apresentar um termo de compromisso de ocupação de poste. no mínimo. dimensionados conforme Tabela 6. O eletroduto deve ser vedado na extremidade para evitar a entrada de água.). m)Ao longo do ramal de entrada subterrâneo.20.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. provida de tampa de concreto e com fundo falso de pedra britada nº 2. próprios para instalação em locais não abrigados e sujeitos à umidade.80 x 1.20. recomenda-se que o cabo reserva fique energizado a partir da fonte. o consumidor deve apresentar as autorizações obtidas junto aos órgãos públicos.

0. u) As blindagens metálicas dos cabos devem ser interligadas ao sistema de aterramento. etc.20. reconstituições de cabos.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição mínimas de 1. w) A instalação de cabos diretamente enterrados no solo pode ser feita somente quando utilizados cabos com características mecânicas apropriadas. p) Os dutos devem ser instalados com uma declividade adequada de.) deve ser de. providas de tampa de concreto com boa vedação e fundo falso com pedra britada nº 2. s) As caixas de passagem construídas em locais sem acabamento do piso (terra ou gramado) devem possuir uma base de concreto de 0. v) Devem ser evitadas emendas nos cabos subterrâneos. Para as configurações dos bancos de dutos.30 m. z) A instalação dos cabos em dutos individuais ou um circuito completo por duto depende do critério adotado pelo projetista. • Na subestação abrigada. etc. ver desenho ND.00 x 1.03/1 ou ND. No caso de dutos para materiais inflamáveis (gás. pode ser interligado ao neutro das instalações da unidade consumidora por meio de condutor de proteção tipo XLPE ou EPR com isolação de 0. A identificação do condutor deve ser verdeamarela ou na falta da dupla coloração.25 m de largura. dimensionado de acordo com os critérios da ABNT NBR 14039. no mínimo.03. O desenho ND.20. porém quando necessárias. no mínimo.04/1. o) Os cabos devem possuir identificação das fases. fase B: branco e fase C: vermelho. devem ser executadas de forma a garantir as características físicas e elétricas originais do cabo e realizadas nas caixas de passagem. t) Recomenda-se que nas caixas de passagem sejam previstas reservas de cabo.40 m acima do duto. comunicação. Página 27 Revisão 02 –12/2009 . nos seguintes pontos: • Poste de transição. etc. n) Os condutores do ramal subterrâneo de MT devem ser identificados com as seguintes cores: fase A: azul. admite-se o uso da cor verde.03.01/1 ilustra a instalação de um circuito completo por duto.50 x 1. respectivamente. os dutos diretamente enterrados devem ser sinalizados com fita de advertência colocada a 0. x) Se o neutro da rede da ELEKTRO for contínuo e quando disponível. para eventuais substituições dos terminais.20. Essa distância é válida também para os casos de cruzamentos. q) A distância horizontal dos dutos do ramal de entrada subterrâneo com dutos de outros serviços de infraestrutura (água. 1% para facilitar o escoamento das águas de eventuais infiltrações. • Entradas e saídas do ramal nas caixas de passagem. telefone. r) Por toda extensão do ramal de entrada subterrâneo. ao redor da sua abertura.ND.) devem ser obedecidas as distâncias mínimas estabelecidas pelas empresas responsáveis pelo material. y) O condutor de proteção deve ser lançado no mesmo duto dos condutores de fase.6/1 kV.20 m. junto aos terminais. combustíveis. no mínimo. no mínimo. Os condutores de proteção e do neutro (se existir) devem ser identificados pelas cores verde e azul claro.03.

• entrada subterrânea.04. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis. somente é permitido o emprego de transformadores a seco. Nota: considera-se como parte integrante.04. e) Nos casos de atendimento a consumidores na área rural.04/1.2 Localização a) A subestação de entrada de energia deve ser construída. em função das características da propriedade.desenho ND.04.01/1 e ND. para instalações com potências superiores a 300 kVA: Página 28 Revisão 02 –12/2009 .6. no limite da propriedade com a via pública e a mais próxima possível da entrada principal.01/1.3 Tipos A escolha do tipo de subestação é feita a critério do consumidor e de acordo com a potência do transformador a ser instalado. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis.6 Subestação da entrada de energia 6. • medição indireta .03/1 e ND. medição em BT. estas destas devem ficar localizadas próximas à divisa com a via pública.20. medição em AT.20.ND.20. c) As subestações abrigadas com a medição (em AT ou BT).20.6.02/1. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro.6.05.5 kV: • medição direta . estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro.05. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo. não devendo ficar afastadas mais de 50 metros da mesma.02/1. o recinto não isolado ou desprovido de paredes de alvenaria e porta corta-fogo. Deve possibilitar fácil acesso a pessoas e veículos.04. medição em BT. os postos de transformação aéreos podem ficar localizados próximos aos centros de carga. 6. no máximo a 10 metros.20. sempre que possível. bem como para instalação e remoção dos equipamentos. b) Subestação abrigada de transformação.1 Condições Gerais De acordo com a ABNT NBR 14039. somente é permitido o emprego de transformadores a seco. para instalações com potências até 300 kVA: • entrada aérea. c) Subestação abrigada de medição e proteção. d) Quando forem projetadas subestações abrigadas apenas para a medição e proteção. Os tipos padronizados são: a) Posto de transformação em poste. proteção e transformação incorporadas e os postos de transformação devem ser localizados o mais próximo possível da divisa do terreno com a via pública. nos projetos das subestações devem ser observadas as seguintes condições: a) Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação industrial.desenho ND.20.8 kV ou 34. b) As subestações podem ser instaladas em local isolado ou fazer parte de uma edificação. 6.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. b) Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação residencial e/ou comercial. desenho ND. para transformadores com potências até 300 kVA em 13. desenho ND.

05.20. d) Os corredores e os locais de acesso da subestação abrigada devem ter dimensões de.6.05. de Página 29 Revisão 02 –12/2009 . e) Subestação abrigada de medição.5 kV. f) Conjunto blindado ND. d) Subestação abrigada de medição.4 Características gerais 6. desenho ND. desenho ND. abrir para fora.4. desenho ND.70 m. proteção e transformação. com dimensões mínimas de 0.5 Subestações abrigadas a) Devem ser construídas em alvenaria ou concreto armado e apresentar características definitivas de construção. c) Os condutores secundários devem ser protegidos por eletroduto rígido.06.01/1. desde os terminais do transformador até a caixa de medição.20.6. medição em AT. desenho ND. para medição. g) Devem possuir sistema de ventilação natural. c) A laje de cobertura da subestação abrigada deve ser impermeabilizada e orientada de modo a não permitir escoamento de água de chuva sobre os isoladores e os condutores de média tensão. 0.20.60 x 2. no mínimo. desenho ND.10 m para acesso de pessoas e de 1.20. • entrada subterrânea.05/1. As janelas devem possuir área útil de ventilação de 20 cm2 por kVA de potência de transformação.20.04/1. b) Os postes devem ter as características mínimas definidas na Tabela 5 com comprimento adequado para atender os afastamentos mínimos estabelecidos.8 kV ou 34. sempre que possível.1 Posto de transformação em poste a) Os postos de transformação em poste podem ser utilizados para instalações com transformadores com potências nominais até 300 kVA em 13. proteção e transformação.80 x 2. • entrada subterrânea. 6. para transformadores com potências superiores a 300 kVA: desenho ND. e natural sempre que possível.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • entrada aérea. f) Devem possuir iluminação interna artificial obedecendo aos níveis de iluminamento fixados pela ABNT NBR 5413.ND. b) Devem ser dimensionadas de acordo com as características dos equipamentos a serem instalados.07/1. As dimensões indicadas nos desenhos padrões são as mínimas recomendadas.20. medição em AT. 6.01/1. para instalações com potências superiores a 300 kVA: • entrada aérea. com todas as portas abertas e na pior condição com os equipamentos extraídos em manutenção. para instalações com potências superiores a 300 kVA: • entrada aérea.05.05. com transformador auxiliar antes do disjuntor.10 m quando para acesso comum a pessoas e equipamentos.03/1. e) As portas das subestações abrigadas devem ser metálicas. As janelas devem ser convenientemente dispostas. sendo cada uma com área livre mínima de 1 m2.05.07. bem como as condições mínimas necessárias de segurança. ou forçada quando necessária.6.06/1. proteção e/ou transformação: desenho g) Subestação ao tempo. conforme Tabela 7. para livre circulação de pessoas. de modo a oferecer condições adequadas de operação e manutenção.20. com uma declividade mínima de 5%. não sendo permitido o uso de material combustível.

o) No interior da subestação abrigada deve estar disponível. telas de proteção.5. montagem.30 m na parte inferior. um esquema geral da instalação. podendo ter uma abertura de até 0.6. O piso da subestação abrigada deve ser de concreto dimensionado de maneira que resista ao peso dos equipamentos a serem instalados e ficar com uma cota positiva (100 mm) em relação ao piso externo. da placa de advertência “PERIGO . c) Deve haver um espaçamento mínimo de 0. de arame galvanizado n°12 BWG.01/1 a ND.09. i) Deve ser provido de extintor de incêndio (CO2 ou pó químico seco) e atender as normas de segurança específica do Corpo de Bombeiros. etc. são as mesmas de uma subestação abrigada com transformador convencional.20.70 m do solo. distâncias de segurança.50 m entre transformadores e entre transformador e paredes. n) É obrigatória a fixação em local bem visível. com os símbolos usuais indicadores de tal perigo. h) As partes energizadas da instalação devem ser protegidas por anteparos rígidos constituídos de telas metálicas resistentes. para facilitar o acesso para inspeção e possibilitar ventilação adequada. O TP deve ter proteção contra sobrecorrente e ser dimensionado de acordo com as recomendações do fabricante.04/1 são mostrados detalhes que devem ser observados na construção das subestações abrigadas e sugestões para ferragens e suporte de equipamentos. d) Devem ser observadas as recomendações do fabricante quanto às condições de instalação. próximo à porta de entrada. operação e manutenção dos transformadores a seco. devidamente protegido contra intempéries. porta corta-fogo e sistema de drenagem de óleo. m) Nas instalações de equipamentos que contenham líquido isolante inflamável com volume superior a 100 litros devem ser observadas as seguintes precauções: • Construção de barreiras incombustíveis entre os equipamentos ou outros meios adequados para evitar a propagação de incêndio. não sendo necessário paredes divisórias entre equipamentos.1 Instalação de transformador a seco a) Por se tratar de equipamento sem risco de explosão e por possuírem características auto-extinguíveis e não propagação de fogo é dispensada a construção de subestação abrigada a prova de fogo. sobretensões. A tela metálica deve ser instalada até uma altura mínima de 1. aterramentos. placa de advertência. com malha mínima de 13 mm e máxima de 25 mm. Recomenda-se que o mesmo seja instalado do lado de fora da subestação abrigada. preferencialmente. l) Os transformadores de potencial (TP) para serviços auxiliares devem ser ligados após a medição. e) As demais condições quanto à proteção contra sobrecorrentes.20. • Construção de dispositivo adequado para drenar ou conter o líquido proveniente de eventual vazamento. em local acessível. tanto no lado externo da porta como nas grades de proteção no interior da subestação abrigada.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição modo a promover perfeita circulação de ar. 6. j) k) Nos desenhos ND. b) Os transformadores a seco devem ser instalados sobre piso adequadamente nivelado e resistente para suportar o seu peso.08.ND. com a colocação de janelas próximas ao piso e outras próximas ao teto. Página 30 Revisão 02 –12/2009 .ALTA TENSÃO”.

Recomenda-se que na parte superior da cerca ou muro sejam estendidas três ou quatro fiadas de arame farpado zincado. h) O acesso a pessoas qualificadas deve ser feito por meio de portas. c) As partes metálicas da subestação (cerca. d) As ferragens devem ser zincadas por imersão a quente. conforme desenho ND. no máximo a 10 m. etc. espaçadas de. tensão nominal: 15 kV ou 36.2 kV. localizada antes do posto e o mais próximo possível da divisa do terreno.5. com os símbolos usuais indicadores de tal perigo. 400 A (mínima).60 m de largura. portões. grau de proteção. 0.2 kV).06. correntes nominais para o barramento principal. i) Deve possuir sistema de iluminação artificial.0 m em relação ao piso externo a fim de evitar a aproximação de pessoas não qualificadas ou animais. freqüência nominal: 60 Hz. providas de trincos e fechaduras.6. e ser constituída de fio de aço galvanizado de 3 mm de diâmetro. j) É obrigatória a fixação. no mínimo. no máximo. c) Deve ter placa de identificação contendo.20.07. em duas folhas.5. A tela da cerca deve possuir malha de 50 mm de abertura.6. f) Deve ser previsto piso com pedra britada ou um sistema de drenagem adequado para escoamento do líquido isolante do transformador.3 Conjunto de manobra e controle em invólucro metálico a) Os conjuntos de manobra e controle em invólucros metálicos para medição e proteção em média tensão e/ou transformação é utilizado exclusivamente para entradas subterrâneas.01/1.20.00 m de altura e 1.ND. no mínimo. e) As dimensões do posto de transformação ao tempo são em função das dimensões do transformador.Conjunto de manobra e controle de alta-tensão . número de série e designação de tipo. carcaça.2 Subestação ao tempo a) Este tipo de subestação pode ser utilizado somente por consumidores industriais. b) Deve estar de acordo com as exigências especificadas na norma ABNT NBR IEC 62271-200 . em local bem visível do lado externo do portão.) devem ser solidamente conectadas à malha de terra com cabo de cobre nu de mesma seção da malha ou cabo de aço cobreado de seção equivalente.01/1. g) Deve possuir cerca ou muro com altura mínima de 2. 6.Parte 200: Conjunto de manobra e controle de alta-tensão em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até e inclusive 52 kV. nível básico de isolamento: 95 kV (classe 15 kV) ou 150 kV (classe 36. devendo ser observadas as disposições básicas dos equipamentos apresentadas no desenho ND. corrente suportável nominal de curta duração (1 segundo): 16 kAef (mínima). valor de crista nominal da corrente suportável: 40 kA (mínima). com dimensões mínimas de 2. no máximo.15 m. Página 31 Revisão 02 –12/2009 . devendo ser obedecidas às distâncias mínimas deste à cerca. devendo ser conservadas fechadas. os seguintes dados: • • • • • • • • • nome do fabricante. abrindo para fora. da placa de advertência “PERIGO ALTA TENSÃO”.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. b) A medição em AT e a proteção devem ser instaladas em subestação abrigada própria.

n) A iluminação interna deve permitir visualizar todos os equipamentos de comando e controle da parte frontal e equipamentos de média tensão. com acesso permitido apenas a pessoas advertidas e qualificadas.6 mm (12 MSG) para instalação ao tempo ou de 2. massa em quilogramas. tensão de operação.). sempre que possível. etc. O conjunto blindado para instalação externa deve ser provido de beirais e a cobertura metálica deve apresentar inclinação adequada para escoamento da água. os conjuntos blindados devem ser projetados para evitar os arcos elétricos internos e quando ocorrerem. Para instalação interna não há necessidade das portas frontais externas. as chapas metálicas dos conjuntos blindados devem sofrer tratamentos especiais. tensão de comando. ou forçada. seus efeitos sejam controlados para limitar sua duração e as suas conseqüências. tanto na parte interna como na externa. g) A superfície. deve ter um tratamento anticorrosivo.ND.20 • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição mês e ano de fabricação. indústrias altamente poluentes. contendo no mínimo: Página 32 Revisão 02 –12/2009 . ou muro de alvenaria. l) m) A estrutura da subestação abrigada deve ser apropriada para fixação por chumbadores em base de concreto. i) O conjunto blindado para instalação externa deve possuir portas frontais e traseiras internas. indicadas a seguir: • fase A – azul • fase B – branco • fase C – vermelho q) Deve ser apresentado o projeto do conjunto blindado. h) Não é recomendada a instalação em locais sujeitos a ação corrosiva do meio ambiente (orla marítima. para inspeção e remoção dos equipamentos. A ocorrência de arco interno pode provocar danos ou ferimentos a pessoas nas suas proximidades. devendo ser pintados nas cores convencionais da ELEKTRO. O piso interno à cerca deve ter uma camada mínima de 200 mm de pedra britada n° 2 e um sistema de drenagem adequado para escoamento de águas pluviais. Alguns defeitos. d) Pode ser instalado em local abrigado ou ao tempo. providas de trinco e fechadura. Quando instalados nesses locais. p) Os barramentos devem ser de cobre eletrolítico rígido. Dessa forma. e) Deve ser instalado sobre uma base de concreto com cota positiva (100 mm) em relação ao piso do recinto. condições excepcionais de serviço ou má operação podem ocasionar um arco elétrico interno no conjunto de manobra e controle. além das portas frontais externas. o) Nas instalações ao tempo recomenda-se que o local seja delimitado por meio de cerca com tela de arame zincado 12 BWG e malha máxima de 50 mm.00 mm (14 MSG) para instalação abrigada. j) k) Deve possuir aberturas de ventilação natural. f) O invólucro deve ser de chapa de aço com espessura mínima de 2. devidamente aterrado.

• detalhes de fixação. manutenção e armazenagem. b) Os lacres dos medidores. s) Juntamente com o projeto das instalações da entrada de serviço. inundações ou a abalroamento de veículos. • relatório de ensaios de rotina. para a liberação para ligação deve ser apresentado: • Projeto completo do conjunto blindado. onde forem instalados os equipamentos de medição. inclusive. • medição indireta (com TC´s): para transformadores com potências superiores aos valores acima e até 300 kVA. 6. tanques e reservatórios. • instruções de instalação. caixas e cubículos. com a indicação do dispositivo de alívio de sobrepressão. Página 33 Revisão 02 –12/2009 . e potências até 45 kVA com tensão secundária de 380/220 V.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • diagramas elétricos. trepidação excessiva.20.01/1. 6. realizados conforme ABNT NBR IEC 62271-200. • lista de materiais. com boa iluminação e condições de segurança adequadas.1 Condições gerais a) Os medidores e demais equipamentos destinados à medição de energia elétrica são fornecidos e instalados pela ELEKTRO em caixas adquiridas pelo consumidor. • Relatórios de ensaio de tipo emitidos por laboratório oficial. • desenhos dimensionais e de disposição. não devendo ser instalada em locais como: • • • • recintos fechados. • massa do conjunto.2 Tipos de medição a) Nas instalações com transformador único com potência até 300 kVA (inclusive). operação. proximidades de máquinas. temperaturas elevadas. entretanto. bombas. r) Conjunto blindado compacto tipo “Metal Clad” ou “Metal Enclosed” para instalações abrigadas ou ao tempo está desobrigado de atender as características do desenho ND.06.7.7 Medição 6. umidade. Esses equipamentos são instalados e ligados após a vistoria e aprovação das instalações. • relatórios de ensaios de tipo emitidos por Laboratório Oficial. • ART referente ao projeto e construção do conjunto blindado.7. • ART do responsável técnico pelo projeto e construção do conjunto blindado. poeira. escadarias e rampas. deve ser apresentada a ART do responsável técnico pela montagem do conjunto blindado. a medição é feita em tensão secundária (BT): • medição direta (sem TC´s): para transformadores com potências até 30 kVA com tensão secundária de 220/127 V ou 380/220 V.ND. somente podem ser rompidos pela ELEKTRO. c) A medição deve ser instalada em local de fácil acesso. locais sujeitos a gases corrosivos. realizados conforme ABNT NBR IEC 62271-200.

6. As caixas de medição devem ser de fabricantes homologados pela ELEKTRO. VI-A ou VI-B (policarbonato). g) As caixas de medição e os compartimentos destinados à instalação dos equipamentos de medição devem possuir dispositivos para lacre. c) Nas subestações abrigadas com medições em AT. transformadores de potencial. f) A distância entre os transformadores de medição e a caixa de medição deve ser de.04/1. Página 34 Revisão 02 –12/2009 .09.20.50 m em relação ao piso e. devem ficar em posição de tal modo que a iluminação interna possibilite fácil leitura dos medidores. tais como. dimensionados e instalados pela ELEKTRO. no mínimo.7. transformadores de corrente. • Medição indireta: caixa de medição tipo M. a medição é feita em tensão primária (AT).8 Proteção geral 6. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico.1 Generalidades a) No poste da rede aérea da ELEKTRO de onde derivar o ramal de ligação aéreo ou o ramal de entrada subterrâneo devem ser instaladas chaves fusíveis ou seccionadores unipolares tipo faca. não sendo admitida a instalação de caixas de passagem.4 Caixas de medição Devem ser utilizados os seguintes tipos de caixas de medição: a) Medição em BT: • Medição direta: caixa de medição tipos E (aço carbono). ou em alvenaria.20. no máximo. Esses equipamentos são instalados em caixas ou cubículos preparados pelo consumidor conforme os padrões e em locais estabelecidos nesta norma e são lacrados pela ELEKTRO. de acordo com a potência e características das cargas da instalação consumidora.09.20. medidores e demais acessórios são especificados e instalados pela ELEKTRO. 6.3 Instalação a) Os equipamentos para medição. os transformadores de medição são instalados em suportes metálicos conforme desenho ND.ND. d) No local da instalação da medição deve ser prevista uma distância livre de.8.20 m em frente à caixa de medição. b) As caixas dos medidores devem ser instaladas de modo que o centro do visor fique a uma altura aproximada de 1.01/1.03/1 ou ND. preferencialmente em instalação aparente.7. 1. 6. b) A proteção geral das instalações da unidade consumidora em média tensão deve estar coordenada com o sistema de proteção da rede ELEKTRO. b) Medição em AT: • Caixa de medição tipo A – ver desenho ND.12. e) Os condutores dos circuitos secundários dos transformadores de medição devem ser protegidos por eletrodutos de aço ou PVC rígido com diâmetro interno mínimo de 21 mm. III (fibra de vidro). quando localizadas no interior de subestação abrigada. 10 m.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição b) Nas instalações com transformador único com potência superior a 300 kVA ou com mais de um transformador de qualquer potência.

g) Onde houver disjuntor geral de média tensão. sendo imprescindível a utilização de equipamentos de proteção individual e coletivo. i) A ELEKTRO orienta que os equipamentos de proteção não sejam adquiridos antes da aprovação do projeto de proteção. • O projeto e ajuste de proteção são de responsabilidade do interessado. calibração e aferição devem ser executados pelo interessado.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição c) Cada unidade transformadora deve ter a sua proteção individual na média e baixa tensão. caso necessário. Página 35 Revisão 02 –12/2009 . poderá exigir a verificação do ajuste em campo através de equipamento de ensaios apropriado. e o resumo dos ajustes em valores primários e secundários. j) Quanto à elaboração. h) Além do que estabelece esta Norma o projeto de proteção deve atender as exigências das normas ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 14039.ND. deve haver condições de lacrar o(s) relé(s) de proteção de modo que não haja condições de alteração dos ajustes das proteções sem a concordância da ELEKTRO. conforme exemplificado no Anexo I • A ELEKTRO. • O respectivo projeto deve conter as relações de TP’s e TC’s de proteção. • Os ajustes. concordando ou propondo alterações. Devem ser afixadas em local visível. execução e manutenção do projeto da proteção: • O interessado deve solicitar à ELEKTRO os dados básicos e condições de contorno para a elaboração do projeto da proteção. Esta análise não contempla a verificação da garantia da confiabilidade/integridade das instalações do consumidor. • Cabe a ELEKTRO analisar o projeto da proteção com o objetivo de garantir a confiabilidade/integridade do sistema elétrico da ELEKTRO. • Expansão no sistema elétrico da unidade consumidora que envolva a necessidade de quaisquer alterações nas instalações de média tensão. e quando abertas. • Reativação de unidade consumidora. a qualquer tempo e circunstâncias. conforme normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego. devendo mantê-lo conforme apresentado à ELEKTRO. caso julgue necessário. as partes móveis não estejam sob tensão. d) Os seccionadores unipolares e chaves fusíveis devem ser instaladas de forma que impeça o seu fechamento pela ação da gravidade e possibilite sua pronta manobra. • Substituição dos equipamentos de proteção. • É incumbência do interessado a elaboração do projeto da proteção. e) A operação e manobra dos equipamentos de proteção devem ser feita por pessoal técnico treinado e habilitado. e informados a ELEKTRO através de Laudo Técnico de empresa ou profissional habilitado. f) As unidades consumidoras existentes devem ter os sistemas de proteção geral readequados às exigências desta norma nos seguintes casos: • Alteração de capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA para valor superior a esta potência. as instruções para operação das chaves e disjuntores de MT.

01 e para o dimensionamento do elo fusível. os fusíveis limitadores devem ser escolhidos de forma a atuar em valores (correntes e tempos) inferiores aos admissíveis na curva de carregamento máximo de curta duração do transformador. Página 36 Revisão 02 –12/2009 . mantendo-se apenas as funções 50N e 51NS. b) As características das chaves fusíveis estão informadas na norma ND.78. e) Devem ser previstas chaves fusíveis no ponto de entrega da ELEKTRO com a função de retaguarda do disjuntor de entrada. c) No caso de utilização de seccionador tripolar com fusíveis limitadores. Os elos fusíveis devem ser propostos pelo consumidor.9. e permitir a livre passagem das correntes de carga e transitória de magnetização do transformador. • Instalação com circuito primário subterrâneo após a proteção geral. 51NS (neutro sensível). a proteção geral na baixa tensão deve ser realizada por disjuntor tripolar. 50K e 65K. com fusíveis limitadores de corrente. • Instalação com um ou mais transformadores ao tempo com capacidade instalada total maior que 300 kVA. e escolhidos entre 10K. neste caso. 47 (inversão de fases).20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. adicionalmente. neste caso. 15K. os procedimentos são os mesmos descritos no item 6. e 59 (sobretensão).9. • Subestação abrigada com mais de uma unidade transformadora.2 Subestação unitária com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA a) A proteção geral na média tensão deve ser realizada por meio de um disjuntor acionado através de relés secundários ou por meio de seccionador tripolar com abertura em carga. a proteção geral na baixa tensão deve ser realizada através de disjuntor tripolar. 50/51N (neutro). consultar a norma ND. sendo que.9 Proteção geral de média tensão 6. c) Quando não houver necessidade de maior seletividade nas instalações consumidoras. 6. independente da capacidade instalada. desde que justificado e aprovado pela ELEKTRO. poderá ser utilizado seccionador unipolar. c) O disjuntor tripolar de BT deve ser dimensionado de acordo com a Tabela 10 6. d) A proteção de fase e neutro deve ter elemento temporizado (51) com as curvas características tempo x corrente tipo muito inversa ou extremamente inversa.9. A proteção 51NS deve ser do tipo tempo definido. b) O disjuntor geral deve ser acionado através de relés de proteção secundários com as funções 50 e 51 nas 3 fases. em função das condições das cargas e suas particularidades.ND.1 Posto de transformação ao tempo com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA a) A proteção geral na média tensão deve ser feita por chaves fusíveis instaladas na estrutura do transformador.9. sendo que. 40K. 25K. Havendo restrições para a utilização da chave fusível.3 Proteção geral com disjuntor de média tensão a) A proteção geral de média tensão deve ser realizada por meio de disjuntor nos seguintes tipos de instalações: • Subestação unitária com capacidade instalada maior que 300 kVA.3. b) No caso de utilização de disjuntor na média tensão. poderá ser suprimida a função 51N.

instalados a montante do disjuntor no mesmo compartimento ou em compartimento específico. • Os tempos de atuação da função 51 devem ser pelo menos 0. • Na condição do subitem c) acima o elemento instantâneo (50N) deve permitir ajuste na faixa de 10 a 100 A referido ao primário. sendo que deve ser pelo menos 0. Estes TC’s devem ser convenientemente dimensionados de acordo com a demanda.2 segundos mais rápidos que a curva do elo fusível proposto para a chave de proteção do ponto de entrega da ELEKTRO definidos conforme item 6. ter ajuste no máximo igual a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante e permitir a livre circulação da corrente transitória de magnetização. • As unidades temporizadas de fase (51) devem ter correntes de partida no máximo iguais a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante.4 segundos mais rápidos. e seus tempos de atuação devem ser pelo menos 0. ajustar a corrente de partida do relé de fase em 1. dotada de alavanca de manobra. • Caso a demanda contratada esteja abaixo da capacidade do transformador. às correntes de defeito no lado de baixa tensão. se possível. • O elemento temporizado (51) deve ser sensível às menores correntes de defeito entre fases no trecho sob sua supervisão e. Página 37 Revisão 02 –12/2009 . g) Os ajustes dos relés de sobrecorrente de neutro devem satisfazer os seguintes requisitos: • O elemento temporizado (51N) deve ser sensível às menores correntes de defeito entre fase e terra sob sua supervisão. refletidas no lado de alta tensão. • O elemento temporizado tipo tempo definido (51NS). e ajuste de tempo 0. de operação manual. com ação simultânea.4 segundos mais rápido. • O neutro convencional (51N) deve ter corrente de partida no máximo igual a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante.9.05 a 1 segundo. deve ter o ajuste de corrente de partida referida no primário de 3 a 10 A. quando o consumidor possuir apenas um transformador.4 segundos mais rápido. quando aplicável.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição f) Os ajustes dos relés de sobrecorrente de fase devem satisfazer os seguintes requisitos: • Atuar em valores (correntes e tempos) inferiores aos admissíveis na curva de carregamento máximo de curta duração do transformador. e seu tempo de atuação deve ser pelo menos 0. • O elemento instantâneo (50) deve ser sensível às menores correntes de curtocircuito entre fases. sendo dispensável quando utilizado disjuntor extraível. níveis de curto-circuito e carga ligada ao secundário (cablagem e relés). h) Os TC’s de proteção em que são ligados os relés devem ser sempre do tipo a seco. i) Os transdutores utilizados para as proteções de tensão devem garantir a devida qualidade dos seus sinais. limitado a 80% da proteção 51NS à montante.3 e). • O elemento instantâneo (50N) deve ser sensível às menores correntes de curtocircuito entre fase e terra possíveis e ter ajuste no máximo em 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos a montante. j) Antes do disjuntor deve ser instalada um seccionador tripolar.ND.5 vezes a corrente equivalente à demanda contratada respeitando as condições acima.

adequadamente dimensionada. A ELEKTRO recomenda que esta proteção seja feita no circuito secundário (lado da baixa tensão) junto aos motores elétricos ou outras cargas sensíveis. 6.9.No-break. Estas proteções devem garantir a estabilidade e confiabilidade da proteção para casos de manobras. observadas as exigências das normas ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 14039. sobrecarga e curto-circuito.5 Proteção contra inversão de fases (47) A unidade consumidora deve utilizar proteção contra inversão de fases.9. o) Havendo mais de um transformador de serviço. Página 38 Revisão 02 –12/2009 . devem ser instaladas chaves seccionadoras antes e após o disjuntor. • .3k) acima. a proteção geral de baixa tensão deve ser através de disjuntor tripolar instalado o mais próximo possível do transformador.Banco de baterias e seu carregador. q) O transformador auxiliar instalado antes do disjuntor geral. Estas fontes podem ser: • .6 Proteção contra sobretensões (59) A unidade consumidora deve utilizar proteção contra sobretensões e ser ajustada de acordo com as necessidades requeridas pelo sistema elétrico do consumidor. após a medição.9. l) Para alimentação do(s) relé(s) de proteção. Caso o projeto indique o seu uso.9.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição k) Para alimentação do(s) relé(s) de proteção. Estas fontes podem ser: • . a fim de garantir a sinalização do evento que provocou a atuação. deve possuir operação temporizada a ser definida junto a ELEKTRO. de forma a garantir a integridade e confiabilidade.ND. devem ser instaladas chaves seccionadoras antes da proteção de cada transformador. deve ser protegido por seccionador tripolar com fusíveis. além das fontes citadas no item 6. 6. m) Para alimentação da bobina de abertura do disjuntor geral de MT devem ser previstas fontes auxiliares. b) No caso da proteção no lado de média tensão utilizando fusíveis. n) Havendo capacitores no circuito primário ou geração própria. alimentado pelo transformador auxiliar. alimentado pelo transformador auxiliar. 6. adequadamente dimensionadas visando garantir sua atuação.4 Proteção contra subtensão ou falta de fase (27) A ELEKTRO não recomenda a utilização de proteção de subtensão (bobina de mínima tensão) ou falta de fase com operação instantânea atuando no disjuntor geral da instalação. 6.Banco de baterias e seu carregador. para o correto funcionamento do relé no momento da falta.Fonte capacitiva (trip capacitivo). p) Não é permitida a utilização dos transformadores destinados à medição de energia para acionamento dos dispositivos de proteção ou para outros fins. alimentado pelo transformador auxiliar.9. devem ser prevista fonte capacitiva.7 Proteção geral de baixa tensão a) No lado de baixa tensão do transformador deve ser prevista proteção geral e individual para cada circuito. • . com autonomia mínima de duas horas. sendo dispensável quando utilizado disjuntor extraível. devem ser previstas fontes auxiliares.

o projeto deve ser elaborado de forma a controlar adequadamente a dissipação da corrente de falta sem o aparecimento de potenciais de passo e toque perigosos para pessoas e animais. Os para-raios devem possuir as seguintes características conforme item 6.10. assim como os condutores de ligação dos para-raios à terra. o valor de corrente resultante sensibilize a proteção de neutro na Subestação da ELEKTRO que o atenderá. d) Todas as partes metálicas não energizadas da subestação abrigada (portas. devem ser com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. sem centelhador. existir um circuito de alimentação primário aéreo com extensão superior a 300 m. devem ser instalados pararaios. no interior da subestação abrigada. ferragens. também. 6.9 Sistema de aterramento É de responsabilidade do projetista planejar um sistema de aterramento que seja considerado seguro para quaisquer condições de defeito.) devem ser aterradas e ligadas ao sistema de aterramento com cabo de cobre nu de mesma seção da malha.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.9. ou seja. Para tal. os para-raios devem ser instalados na estrutura do transformador. na condição mais crítica (solo seco). e para ramais subterrâneos com comprimento superior a 18 m. etc. telas de proteção.8 Proteção contra descargas atmosféricas a) Para a proteção dos equipamentos elétricos contra descargas atmosféricas devem ser utilizados para-raios a óxidos metálicos. e) Quando. com dispositivo para desligamento automático. c) Nas subestações abrigadas alimentadas através de ramal aéreo. janelas. na tabela a seguir estão apresentados os valores das resistências de aterramento máximos exigidos. após a subestação abrigada de medição e proteção. conforme recomendações da norma ABNT NBR 15751 e contemple os requisitos listados a seguir: a) O valor da resistência da malha de aterramento deve ser tal que no caso de um curto-circuito fase-terra. f) Para a proteção da baixa tensão contra surtos e descargas atmosférica devem ser seguidas as orientações das respectivas normas da ABNT vigentes. tanques de equipamentos. deve ser instalado um jogo de para-raios na saída da subestação e outro na entrada da subestação de transformação. Página 39 Revisão 02 –12/2009 . de acordo com os valores da corrente de curto-circuito fase-terra do local: Corrente de curtocircuito fase-terra (Iccft) Iccft ≤ 400 A 400 A < Iccft < 600 A Iccft ≥ 600 A Resistência de aterramento 10 Ω 15 Ω 20 Ω b) Cuidados especiais devem ser tomados visando evitar a transferência de potenciais que partem da área ocupada pela malha de aterramento para outros pontos. os para-raios devem ser instalados em suportes na entrada da subestação abrigada. a serem instalados entre cada condutor de fase e terra. c) Os eletrodos de aterramento.3.ND. b) Nos postos de transformação ao tempo. d) Nas subestações abrigadas alimentadas por ramal de entrada subterrâneo devem ser instalados para-raios na estrutura de derivação do cabo subterrâneo.9.

10 Equipamentos e acessórios 6. freqüência: 60 Hz.5-33.5 kV.1.8-13.10.8 kV: • tensão máxima do transformador: 15 kVef.transformador com potência nominal acima de 300 kVA ou de qualquer potência em instalação medição em MT: é permitida o uso de qualquer tensão secundária padronizada.transformador com potência nominal até 300 kVA (medição em BT): 220/127 V ou 380/220 V.10.6 kV.primária: triângulo.20. zinco ou chumbo).2 kVef. sendo exigidas as seguintes características mínimas: b. • tensões secundárias: . este pode ser interligado com a malha de aterramento da subestação do consumidor (ver detalhes da interligação no desenho ND. ligações: .primária: estrela com neutro aterrado . f) Quando o neutro contínuo da rede da ELEKTRO estiver disponível. .secundária: estrela com neutro acessível.5 kV: • • • • tensão máxima do transformador: 36.2) Para instalações de 34.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição e) Todas as interligações dos eletrodos com as hastes de aterramento devem ser feitas com conectores apropriados ou solda exotérmica. os transformadores de potências superiores a 300 kVA devem ser de acordo com as especificações da ABNT NBR 5356 e os transformadores a seco devem ser conforme a especificação NBR 10295. • freqüência: 60 Hz. 6. b) Os transformadores com potências até 300 kVA para instalações em postos de transformação devem ser fabricados de acordo com a padronização da ABNT NBR 5440. Página 40 Revisão 02 –12/2009 .transformador com potência nominal até 300 kVA (medição em BT): 220/127 V ou 380/220 V. • tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV. b. • ligações: .secundária: estrela com neutro acessível.ND. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV. • tensões secundárias: . .2-12. • derivações primária (tap’s): 34.03/1).1) Para instalações de 13.1 Transformadores 6.1 Transformador de serviço a) Os transformadores devem ser dimensionados de modo que a demanda máxima da instalação consumidora não seja superior a potência nominal de transformação instalada.transformador com potência nominal acima de 300 kVA ou de qualquer potência em instalações com medição em MT: é permitida o uso de qualquer tensão secundária padronizada. não sendo permitido o uso de solda simples (estanho. • derivações primária (tap’s): 13.0-31.08. . obedecidas as potências padronizadas pela ABNT.

ligação entre fases. 6. capacidade de interrupção assimétrica: 10 kA.1.ND.10. f) As características elétricas devem ser conforme item 6.8 kV: • tensão nominal: 12 kVef • máxima tensão de operação contínua (Mcov): 10. ocasionando um baixo fator de potência médio.1. onde o mesmo viria a ficar ligado por longo tempo com subcarregamento. e) O transformador auxiliar pode ser instalado antes do disjuntor geral e após a medição. com corpo e suporte em material polimérico.4 kVef • corrente nominal de descarga: 10 kA 6. Página 41 Revisão 02 –12/2009 . podendo ser monofásico.2 kVef • corrente nominal de descarga: 10 kA b) Para instalações de 34. com potência nominal até 10 kVA ou trifásico com a mesma ligação do transformador principal.10. corrente nominal: 300 A. conforme ABNT NBR 8124 e com as seguintes características mínimas: a. b) Para alimentação de circuito de iluminação e emergência.8 kV: • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV.10.10.1) Para instalações de 13. com as seguintes características: a) Para instalações de 13. c) Os circuitos alimentados pelo transformador auxiliar devem ser completamente independentes dos circuitos alimentados pelo transformador de serviço. d) O transformador auxiliar deve ser dimensionado para atender exclusivamente os circuitos de iluminação e emergência da subestação abrigada.2 Equipamento de medição Os equipamentos destinados à medição para fins de faturamento são fornecidos e instalados pela ELEKTRO.1 kA. 6.2 Transformador auxiliar O transformador auxiliar deve obedecer as seguintes condições: a) Para alimentação de circuitos que não necessitem de utilização contínua e plena do transformador de serviço.1.3 Para-raios Para-raios tipo válvula com desligador automático. cabendo ao consumidor preparar o local de instalação dos mesmos.4 Chave fusível a) As chaves fusíveis devem ser de base tipo C.5 kV: • tensão nominal: 30 kVef • máxima tensão de operação contínua (Mcov): 24. 6. tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • os transformadores para instalação em redes de 34. de acordo com o indicado nos padrões construtivos.10. capacidade de interrupção simétrica: 7. de óxido de zinco (ZnO) sem centelhador.5 kV devem possuir núcleo de 5 (cinco) colunas.

freqüência: 60 Hz.10.ND. b) Para instalações de 34. capacidade de interrupção simétrica sob curto-circuito: 16 kA (mínima). tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV.5 kV: 6. capacidade de interrupção simétrica: 3. a qualquer tempo.6 Disjuntor O disjuntor tripolar de média tensão para uso interno deve estar de acordo com a ABNT NBR IEC 62271-100.5 kA. b) As chaves fusíveis devem ser adequadas para montagem vertical e possuírem facilidade para instalação e remoção do porta-fusível. corrente nominal: 400 A (mínima). utilizando-se vara de manobra. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV. duração nominal da corrente suportável de curta duração: 1 segundo. em função de possíveis níveis mais elevados de curto-circuito da rede. corrente nominal: 300 A.2) Para instalações de 34. de ação simultânea. inclusive na fase de projeto da instalação.2 kV. tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV. dotadas de alavanca de manobra. valor de crista nominal da corrente suportável: 35 kA. freqüência: 60 Hz. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. duração nominal da corrente suportável de curta duração: 1 segundo. c) As chaves fusíveis tipo expulsão não devem ser instaladas em ambientes fechados. com indicador mecânico de posição “ABERTA” ou “FECHADA”. de operação manual. capacidade de interrupção assimétrica: 5 kA. com as seguintes características mínimas: a) Para instalações de 13. corrente suportável nominal de curta duração: 16 kA.8 kV: • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. tensão máxima de operação: 36. com as seguintes características elétricas: a) Para instalações de 13. 6. com dispositivo de abertura mecânica e elétrica (bobina de abertura).8 kV: • • • • • • • • • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. valor de crista nominal da corrente suportável: 40 kA. SF6 ou pequeno volume de óleo (máximo de 1 litro por pólo). corrente nominal: 400 A (mínima). A ELEKTRO poderá exigir disjuntor com capacidade de interrupção de maior valor. corrente nominal: 400 A (mínima). corrente suportável nominal de curta duração: 15 kA. NBI: 95 kV (mínimo). sistema de interrupção a vácuo.5 Seccionador tripolar Os seccionadores tripolares para uso interno em subestações abrigadas devem ser tripolares.2 kV.20 • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição a.10.5 kV: tensão máxima de operação: 36. Página 42 Revisão 02 –12/2009 • • . freqüência: 60 Hz.

corrente térmica nominal: a ser definido no projeto. não sendo permitido o uso de cabos. derivações e ligações de equipamentos aos barramentos devem ser feitas com conectores apropriados. corrente dinâmica nominal: a ser definido no projeto. a qualquer tempo. em função de possíveis níveis mais elevados de curto-circuito da rede. exatidão para proteção: a ser definido no projeto.8 kV: • • • • • • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. NBI: 95 kV (mínimo).10.2 kV. Em subestações abrigadas ou no interior dos conjuntos blindados. 6. ou seja: • fase A – azul • fase B – branco • fase C – vermelho Todas as emendas. com dispositivo de abertura mecânica e elétrica (bobina de abertura).10. classe de tensão 15 kV ou 36. capacidade de interrupção simétrica sob curto-circuito: 16 kA (mínima).10. inclusive na fase de projeto da instalação. 6. fator térmico : a ser definido no projeto. os barramentos de média tensão devem ser pintados nas cores padrão. salvo casos especiais sob consulta à ELEKTRO. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV.2 kV) e corrente nominal adequada. freqüência : 60 Hz. SF6 ou pequeno volume de óleo (máximo de 1 litro por pólo). corrente nominal: 400 A (mínima).20 • • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • sem religamento automático. corrente primária nominal: a ser definido no projeto. meio Isolante: sólido (epóxi).8 Buchas de passagem As buchas de passagem devem ser do tipo externo-interno. Os barramentos devem ser dimensionados conforme Tabela 8 e Tabela 9. NBI: 150 kV (mínimo). A ELEKTRO poderá exigir disjuntor com capacidade de interrupção de maior valor. b) Para instalações de 34. não sendo permitido o uso de solda.5 kV tensão máxima de operação: 36.9 Transformador de corrente para proteção Transformador de corrente para proteção com as seguintes características: a) Para instalações de 13. Página 43 Revisão 02 –12/2009 . sem religamento automático. corrente secundária nominal: 5 A. freqüência: 60 Hz. • • • 6.7 Barramentos Os barramentos das subestações devem ser de cobre nu (tubo ou barra).ND. salvo casos especiais sob consulta à ELEKTRO.2 kV e tensão suportável de impulso atmosférico (NBI) mínimo 95 kV (15 kV) ou 150 kV (36. sistema de interrupção a vácuo.

20 • • • • • • • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição b) Para instalações de 34. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. relação nominal: 175:1. meio isolante: sólido (epóxi). • NBI: 95 kV (mínimo). e os equipamentos com componentes metálicos devem possuir proteção anticorrosiva.10 Transformador de potencial Transformador de potencial para proteção com as seguintes características: a) Para instalações de 13. potência térmica nominal: a ser definido no projeto.2 kV. exatidão para proteção: a ser definido no projeto. • relação nominal: 120:1.5 kV: tensão máxima de operação: 36.5/ 3 kV.10. • • • • • • tensão secundária nominal: 115 V. • potência térmica nominal: a ser definido no projeto. a serem utilizados em regiões de ambiente agressivo devem ter especificação para tensão suportável de impulso atmosférico (NBI) de 125 kV. • meio Isolante: sólido (epóxi). • tensão primária nominal: 34. b) Para instalações de 34.2 kV.10.ND.8 kV: • classe de tensão: 15 kV. • freqüência : 60 Hz. exatidão para proteção (classe e carga): a ser definido no projeto. • tensão primária nominal: 13. corrente dinâmica nominal: a ser definido no projeto. corrente primária nominal: a ser definido no projeto. • tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. corrente térmica nominal: a ser definido no projeto. grupo de ligação: 1. • exatidão para proteção (classe e carga): a ser definido no projeto. • freqüência : 60 Hz.5 kV: • classe de tensão: 36. Página 44 Revisão 02 –12/2009 .8 kV. corrente secundária nominal: 5 A. 6. • NBI: 150 kV (mínimo). • grupo de ligação: 1. freqüência : 60 Hz.11 Equipamentos para instalação em regiões de ambiente agressivo Os equipamentos para instalação externa em redes de 13. fator térmico: a ser definido no projeto. NBI: 150 kV (mínimo). • tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. meio isolante: sólido (epóxi). • tensão secundária nominal: 115 V. 6.8 kV.

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição TABELAS Página 45 Revisão 02 –12/2009 .ND.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 46 Revisão 02 –12/2009 .

0 8.0 14.0 7. As correntes nominais para aparelhos de 41 000 e 60 000 BTU são para ligações trifásicas em 220 V.0 14. estes devem ser considerados.0 5.0 7.5 24. quando disponíveis os dados de placa ou de catálogo do fabricante.0 15.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 1 Potências de aparelhos de ar condicionado tipo janela Capacidade (BTU/h) 7 500 8 500 10 000 12 000 15 000 18 000 21 000 30 000 41 000 60 000 Notas: 1. Os valores de potência apresentados nesta tabela são orientativos.5 17.0 18.5 13. 2.0 14. Potência (VA) 1 100 1 550 1 650 1 900 2 100 2 860 3 080 4 000 5 500 9 000 Potência (W) 900 1 300 1 400 1 600 1 900 2 600 2 800 3 800 5 000 7 500 Tensão (V) 110 220 110 220 110 220 110 220 220 220 220 220 220 220 Corrente (A) 10.0 Página 47 Revisão 02 –12/2009 .ND.5 9.

correntes nominais e de partida Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA Corrente nominal (A) 110 V 220 V Corrente de partida (A) 110 V 220 V fp médio 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 5 7½ 10 12 ½ 15 Notas: 0.14 1.4 6.17 3.78 0.71 0.80 0.63 0.67 2.9 7.51 0.83 0.7 13.07 9.2 52.11 7.73 0.0 37. Página 48 Revisão 02 –12/2009 .90 1.58 13.1 7.22 5.84 11.34 1.94 16.6 12.77 1.66 0.16 8.79 0.5 28.1 11.35 2.2 14.1 10.9 77. potência absorvida da rede em kW e kVA.0 27 31 47 63 68 96 132 220 - 14 16 24 33 35 48 68 110 145 210 260 330 408 0.9 67.66 0.67 0.97 4.81 1. 2.4 27. Os valores da tabela foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.ND.64 14.67 0.56 2.73 0.94 5.0 3.0 40.42 0.2 21.79 0.80 0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 2 Motores monofásicos Potência nominal.31 11.5 18. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não forem disponíveis os dados de placa dos motores ou de catálogos do fabricante.72 0.18 1.5 5.0 - 3.07 6.

1 12.2 370.77 0.6 243.67 120.8 88.5 632.7 1 455. potência absorvida da rede em kW e kVA.77 0.7 1 288.1 10.7 17.6 934.1 201.92 25.65 11.9 74.66 0.ND.74 0.3 4.38 40.0 717.3 915.1 46.05 141.61 0.7 414.95 2.52 39.0 196.84 0.3 65. Página 49 Revisão 02 –12/2009 .9 19.0 2 521.7 326.6 422.77 0.0 43.8 80.66 0.77 0.44 81.7 30.2 73.72 4.1 104.2 60.3 4.28 95.1 6.85 0.2 33.03 6.7 58.85 0.3 37.85 0.0 57.3 3.8 499.7 1 162.51 6.9 16.5 144.9 1.70 4.85 12.1 7.7 2.1 25.0 288.39 0.73 0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 3 Motores trifásicos Potência nominal.2 15.52 2.1 5.7 275.03 33.58 0.09 16.56 117.72 0.7 116.3 25.8 177.54 14.9 2.57 8.1 1.1 90.10 25.6 9.9 157.05 1.9 1 996.75 0.81 0.26 1.09 161.83 1.76 0.3 3.4 7.87 1.0 528.1 156.8 9.04 5.0 38.54 1.42 61.0 67.6 566.85 0.1 109.5 39.95 3.1 4.8 307.86 0.29 190.3 214.15 72.0 0.1 9.1 270.65 0.17 2.4 11.3 1.5 21.02 8.7 7.9 152.4 98.6 743.5 1 095.1 477.6 13.6 189.0 1 619.23 100.3 20.83 30.1 44.65 0.89 10.73 58.93 49.85 As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.7 250.84 0.0 5. correntes nominais e de partida Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA Corrente nominal (A) 380 V 220 V Corrente de partida (A) 380 V 220 V fp médio 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 4 5 7½ 10 12 ½ 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: 0.0 2 014.18 0.5 340.7 33.3 127.74 48.7 3 458.01 20.8 22.0 43.69 0.82 17.71 0.65 22.82 0.

Tabela 5 Dimensionamento de postes para instalação de transformadores 15 kV Transformador (kVA) Poste de concreto (daN) Circular ≤ 112.60 . Os transformadores devem ser de acordo com a padronização ABNT NBR 5440 e seu peso não deve exceder 1 500 kg. 2. sendo e a profundidade de engastamento (m) e L o expressão: e = 10 comprimento total do poste (m).8 kV até 2 800 2 801 a 4 200 4 201 a 4 400 4 401 a 6 000 34.5 kV até 6 000 Cobre nu (mm2) 25 35 70 70 Cabo Alumínio nu (AWG) 2 2/0 2/0 4/0 Nota: os condutores foram dimensionados para temperatura ambiente de 30ºC e considerando-se 80% da capacidade de condução de corrente. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela L + 0.2 kV Poste de concreto (daN) Circular 400 600 600 1 000 DT 600 600 Notas: 1.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 4 Dimensionamento dos condutores do ramal de ligação aéreo Demanda (kVA) 13.ND.5 150 225 300 400 600 600 600 DT 600 600 600 36. 3. Página 50 Revisão 02 –12/2009 . Para o dimensionamento dos postes devem ser consideradas as trações mecânicas dos condutores do ramal aéreo.

temperatura ambiente de 30ºC e temperatura do condutor de 90ºC. 3. 2. Página 51 Revisão 02 –12/2009 . com altura mínima de 5 metros acima do solo. O eletroduto externo se refere ao de descida junto ao poste.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 6 Dimensionamento dos cabos isolados para ramal de entrada subterrânea Demanda (kVA) até 1 700 1 701 a 2 000 2 001 a 2 400 2 401 a 2 900 2 901 a 3 500 3 501 a 4 000 Demanda (kVA) até 1 300 1 301 a 1 500 1 501 a 1 800 1 801 a 2 200 2 201 a 2 700 2 701 a 3 100 3 101 a 3 480 3 481 a 3 920 Cabo de cobre (8.ND.7/15 kV) Demanda (kVA) até 5 200 5 201 a 6 100 Demanda (kVA) até 4 000 4 001 a 4 750 Cabo de cobre (20/35 kV) Seção mínima (mm2) 35 50 Seção mínima (mm2) 35 50 Eletroduto DN (pol) 100 (4") 100 (4") Eletroduto DN (pol) 100 (4") 100 (4") Cabo de alumínio (20/35 kV) Notas: 1. unipolares ou tripolares.7/15 kV) Seção mínima (mm2) 25 35 50 70 95 120 Seção mínima (mm2) 25 35 50 70 95 120 150 185 Eletroduto DN (pol) 80 (3") 80 (3") 80 (3") 100 (4") 100 (4") 100 (4") Eletroduto DN (pol) 80 (3") 80 (3") 80 (3") 100 (4") 100 (4") 100 (4") 125 (5") 125 (5") Cabo de alumínio (8.7/15 kV e 20/35 kV. Seções mínimas para cabos tipos EPR ou XLPE com isolação para 8. As seções dos condutores e eletrodutos indicadas são as mínimas admissíveis. e que deve ser de açocarbono galvanizado por imersão a quente.

de área livre mínima para ventilação. L – largura da janela. indicadas na tabela são as mínimas recomendadas.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 7 Dimensões das janelas para ventilação de subestações abrigadas Transformador (kVA) P ≤ 225 225 < P ≤ 300 300 < P ≤ 500 500 < P ≤ 750 750 < P ≤ 1 000 Sendo: P – potência nominal do transformador. A tela metálica deve ser de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm com arame nº 12 BWG.ND. H – altura da janela. 3. Notas: 1. não havendo condições de serem obedecidas. considerar 20 cm²/kVA por janela. Para potência de transformação superior a 1 000 kVA. 2. Área livre mínima por janela (cm²) 5 000 6 000 10 000 15 000 20 000 Dimensões das janelas L x H (cm x cm) 2x(100x50) 2x(100x60) 2x(100x100) ou 4x(100x50) 2x(150x100) ou 4x(100x75) 2x(200x100) ou 4x(100x100) Página 52 Revisão 02 –12/2009 . As dimensões das janelas. podem ser adotadas outras dimensões de modo a obter área livre equivalente.

IPS 1/4 = diâmetro externo de 13. correspondem a: . Não é permitido uso de cabos.IPS 3/8 = diâmetro externo de 17.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 8 Dimensionamento de barramentos para uso interno Demanda (kVA) 13.16 6. Os tubos com diâmetro IPS. . Os barramentos devem ser pintados obedecendo a seguinte codificação de cores: azul (fase A).35 9.10 mm. O barramento deve ter suporte de sustentação a cada 3 metros no máximo.7 mm.70 Fio de cobre (AWG) 4 2 Tubo de cobre ∅ (IPS) 1/4 1/4 3/8 3/8 3. seção útil de 107 mm2 e espessura de parede de 2.53 12.2 mm.branca (fase B) e vermelha (fase C) 34. seção útil de 76.5 kV até 3 250 3 251 a 4 500 4 501 a 6 250 Vergalhão de cobre ∅ (mm) 5. 4. Página 53 Revisão 02 –12/2009 .8 kV até 1 300 1 301 a 1 800 1 801 a 2 500 2 501 a 5 000 Notas: 1.5 mm² e espessura de parede de 2.ND. 2.28 mm.

21 0.67 1.67 1.34 2.12 4.56 7.34 3.68 123 148 187 189 237 319 497 287 384 337 447 676 435 573 850 697 1 020 826 1 180 1 070 1 500 1 300 1 810 2 110 Barras com Pintura Número de Barras 2 3   202 240 316 302 394 560 924 470 662 544 760 1 200 692 952 1 470 1 140 1 720 1 330 1 960 1 680 2 410 2 010 2 850 3 280 228 261 381 313 454 728 1 320 525 839 593 944 1 670 725 1 140 2 000 1 330 2 320 1 510 2 610 1 830 3 170 2 150 3 720 4 270 4  2 580 2 010 2 950 2 310 3 290 2 830 3 930 3 300 4 530 5 130 Nota: Correntes nominais para instalações internas com temperatura ambiente de 35ºC e 65ºC de temperatura do barramento.45 2.07 1.11 0.78 0.56 2.40 0.ND.90 10.45 8.80 1.78 3.67 5.53 0. Página 54 Revisão 02 –12/2009 .36 0.89 1.23 4.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 9 Correntes admissíveis de barramentos retangulares de cobre Corrente nominal Largura x Espessura (mm x mm) 12x2 15x2 15x3 20x2 20x3 20x5 20x10 25x3 25x5 30x3 30x5 30x10 40x3 40x5 40x10 50x5 50x10 60x5 60x10 80x5 80x10 100x5 100x10 120x10 Seção (mm2) Peso (kg/m) 1  24 30 45 40 60 100 200 75 125 90 150 300 120 200 400 250 500 300 600 400 800 500 1 000 1 200 0.27 0.

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 10 Dimensionamento do ramal de entrada referente a BT para consumidores primários até 300 kVA Página 55 Revisão 02 –12/2009 .ND.

92 25.8 kV e 34.88 3.73 18.46 12.10 31.71 6.50 0.37 10.21 83.51 3.69 7.13 104.5 150 225 250 300 350 400 450 500 600 750 1 000 1 250 1 500 1 750 2 000 2 250 2 500 Corrente (A) 13.04 12.88 2.5 kV Demanda (kVA) 30 45 75 112.75 1.10 29.55 14.28 9.67 94.8 kV 1.29 33.53 8.84 52.55 16.38 41.59 34.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 11 Correntes primárias nominais em circuitos trifásicos de 13.47 37.02 5.77 4.30 62.73 20.65 41.64 16.86 6.84 Página 56 Revisão 02 –12/2009 .76 73.ND.18 5.41 10.5 kV 0.92 25.26 1.83 20.14 4.26 1.

ND.5 150 225 300 350 400 450 500 750 1 000 1 250 1 500 1 750 2 000 2 250 2 500 Corrente (A) 220 / 127 V 79 118 197 295 394 590 787 919 1 050 1 181 1 312 1 968 2 624 3 280 3 936 4 593 5 249 5 905 6 561 380 / 220 V 46 68 114 171 228 342 456 532 608 684 760 1 140 1 519 1 899 2 279 2 659 3 039 3 419 3 798 440 / 254 V 459 525 590 656 984 1 312 1 640 1 968 2 296 2 624 2 952 3 280 760 / 438 V 266 304 342 380 570 760 950 1 140 1 329 1 519 1 709 1 899 Página 57 Revisão 02 –12/2009 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 12 Correntes nominais de circuitos trifásicos em BT Demanda (kVA) 30 45 75 112.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 13 Capacidades de condução de corrente de condutores isolados para ramal de entrada em BT Seção do condutor de cobre (mm²) 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 Notas: 1. instalados em eletroduto aparente sobre parede e temperatura ambiente de 30ºC. Para condutores com outro tipo de isolação ou modo de instalar devem ser obedecidas as recomendações dos fabricantes. 2.6/1kV – XLPE/EPR 90ºC (A) 66 88 117 144 175 222 269 312 358 408 481 Página 58 Revisão 02 –12/2009 .PVC 70ºC (A) 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 Condutor isolado para 0. Condutor isolado para 750 V . de acordo com o método de referência de instalação B1 da ABNT NBR 5410. Os valores indicados na tabela referem-se a 3 (três) condutores unipolares carregados.

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Anexo I Exemplo de projeto da proteção de unidade consumidora que utiliza subestação abrigada de proteção na tensão de 13,8 kV Neste exemplo são apresentados os requisitos mínimos exigidos nos projetos da proteção de consumidores que utilizam disjuntores de média tensão na sua entrada geral de energia, na área de concessão da ELEKTRO. Exemplo: Caso Básico • O ponto de conexão do consumidor está na zona de proteção principal do disjuntor do alimentador. • A instalação do consumidor possui apenas um transformador de serviço. 1. Identificação Interessado: NOME DO INTERESSADO Capacidade instalada: 1 500 kVA Demanda prevista: 900 kW Nome do responsável técnico: Telefone / e-mail para contato com o responsável técnico 2. Informações básicas fornecidas pela ELEKTRO 2.1 Correntes curto-circuito As correntes de curto-circuito e as impedâncias no ponto de entrega poderão sofrer alterações em função de eventuais alterações na configuração do sistema elétrico. O máximo valor de curto-circuito previsto nas barras de média tensão das subestações é de 10 kA simétrico. Os valores de corrente de curto-circuito do consumidor são os seguintes:
Curto-circuito Trifásico Bifásico Fase-terra (Rmalha = 0 Ω) Fase-terra (Rmalha = 10 Ω) Fase-terra (3Rcontato = 100 Ω) Simétrica (A) 2 990 2 590 2 195 520 193 Assimétrica (A) 4 474 3 875 3 028 530 197

2.2 Ajustes das proteções da ELEKTRO Relés
Fabricante Modelo Temporizado - Ip (A) Curva Instantâneo - DI (A) 600 0,10 NI (IEC) 3 600

Fase (50/51)

Neutro convencional 50/51N
XXXX XXXX 90 0,20 NI (IEC) 1 200

Neutro de alta sensibilidade 51NS

12 3s -

Nota: deve ser proposto o elo para uma chave fusível no ponto de entrega conforme ND.20 item 6.9.3 e).
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Corrente máxima prevista (demanda máxima prevista): Imáx = kVnominal ×√3×fator de potência previsto Imáx = 900 13.8=1 256 A.92 =40. 50/51N.91-2000) ou de ponto ANSI.Corrente transitória de magnetização (inrush) 13.ND. Dados básicos da instalação e fornecimento . Vamos utilizar neste exemplo: Z% = 5% Vbase = 13.3 x In Tempo máximo de duração (s) 2 3 4 5 Para Z% = 5.Limites de suportabilidade do transformador Neste caso pode-se utilizar conceitos de curvas de suportabilidade do transformador (Guia de Proteção de transformadores IEEE C37. 59 e 47 Página 62 Revisão 02 –12/2009 .Corrente nominal do transformador Inominal trafo = Inominal trafo = 1 500 kVnominal ൈ√3 =62.5 MVA .8ൈ√3 Caso não haja disponibilidade de valores de teste do transformador. 51NS. conforme tabela abaixo: Z% 4 5 6 7 Ponto ANSI (A) 25 x In 20 x In 16. .8×√3×0.Relés de proteção • fabricante: fabricante • modelo: modelo • funções de proteção: 50/51.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3.9 A kWdemanda máx.1 segundos. ITM =6×Inominal trafo ITM =6×62.Potência nominal do transformador: P = 1 500 kVA .8 A kVAnominal .8 kV Sbase = 1.8 A .8 = 376.6 x In 14. é usual adotar um valor de seis vezes a corrente nominal num tempo de 0. temos: Ponto ANSI=20×62. para 3 segundos . Sbase e Vbase. Este valor de corrente pode ser superior no caso de transformadores a seco.Impedância nominal do transformador São dados de placa do transformador: Z%.

4. como o relé do exemplo mede as correntes de fase e neutro.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Neste exemplo utilizaremos um relé microprocessado (numérico) multifunção. o que afeta diretamente o desempenho da proteção. • Quanto ao regime permanente A corrente nominal primária do TC deverá atender a corrente de carga prevista de 40.Cálculo da impedância do relé (Zrelé crítico) A carga solicitada pelo relé depende da sua característica de medição / cálculo das correntes. Neste caso.Cálculo da impedância dos condutores: O valor da impedância dos condutores (Z fiação) pode ser obtido da tabela abaixo: Condutores encordoados classe 2 para cabos revestidos Seção nominal (mm2) 2.56 = 0.02× Zfiação =0.9 A e a nominal do transformador de 62.16 Ω 2.Quanto à condição de saturação Icc máx.020 x 7. temos: Zrelé crítico =Zfase +Zneutro Zrelé crítico = 0.prim.) é bem menor que sua carga nominal. Inom. Para o relé multifunção deste exemplo com cargas 0.4 VA/5 A neutro (informações obtidas no manual do relé) e 20 m de condutores de cobre 2.7 3.ND. 4 474 = =224 A 20 20 Considerando que a carga nos TC’s de proteção (relés.2 VA/5 A fase e 0.8 A.02 (Ω / m x mm2).15 Ω Ou estimado utilizando o valor de 0.TC = Vamos utilizar a corrente máxima de 10 kA para o cálculo de saturação do TC.56 4. cabos.11 Assim Z fiação = 0.2 0.5 Página 63 Revisão 02 –12/2009 . • .1 Transformadores de corrente (TC’s) Os TC’s devem ser dimensionados para suportar a corrente de carga e não sofrer efeitos de saturação nas condições críticas de curto-circuito. temos: Ztotal =Zfiação +Zrelé +ZTC . Dimensionamento dos transformadores de proteção (TC’s e TP’s) 4.5 mm2.02× . conforme segue : Zfiação =0. partiremos da análise de um TC com relação 200/5 A e classe de exatidão 10B100.4 + =24 mΩ 52 52 L S 20 =0.5 4 6 Resistência máxima a 20° C (Ω/km) 7. etc.

5. os TC’s devem ter as seguintes características técnicas: .10 MI (muito inversa) Página 64 Revisão 02 –12/2009 . apenas a resistência é importante e pode ser considerada com 20% da carga do TC. para o TC que estamos verificando. e considerando-se um TC com baixa reatância de dispersão.51T (curva característica tempo x corrente) = 0. com impedância de carga nominal de 1.2 Transformadores de potencial (TP’s) A ELEKTRO sugere a utilização de TP’s com relação de transformação 13 800 / 115 V com classe de exatidão 0. dentro do padrão.1 Ajuste das proteções de sobrecorrente fase (50/51) Conforme as condições de contorno definidas na Norma ND20.: mesmo a ELEKTRO alterando a corrente de curto-circuito.TC 10 000 =50 A 200 Portanto a especificação de corrente térmica deve ser igual ou superior a 50 vezes por 1 segundo.prim. Assim. item 6. foi 10B100) e.relação => 200/5 A .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .1Ω Ztotal =160+24+100 Ztotal =284 mΩ Icc3φsim RTC 10 000 Icc = =250 A 40 Icc = Vsat =Icc ×Ztotal Vsat =250×0.ND. a resistência de carga nominal é 0.Quanto a corrente suportável de curta duração (corrente térmica) Deve ser verificado se atende às condições acima. .5Ω (obtido da tabela 10 da ABNT NBR 6856): ZTC =0. portanto. Ajustes das proteções do consumidor 5. Itérmica(1s) = Itérmica(1s) = Icc3φsim Inom.51 (corrente de partida temporizada) = 1.3P75.5 A (60 A primários) . Assim.Cálculo da impedância do TC (ZTC) A impedância do TC deve ser obtida com o fabricante.0 Ω. a tensão máxima do TC estará abaixo do ponto de saturação (que é de 100 V já que a precisão adotada.9.3 e) .precisão => 10B100 4.5=0. utilizando 10 kA como corrente máxima. inicialmente.2×0.284=71 V Obs. No caso em questão devem ser utilizadas duas unidades de TP’s em ligação deltaaberto. Na falta de maiores informações.

2 Ajuste das proteções de sobrecorrente de neutro (50/51N e 51NS) Conforme as condições de contorno definidas na Norma ND.15 A (6 A primários) • 51NS T (tempo definido) = proposto o ajuste de 0.3 Ajuste da proteção de sobretensão (59) • 59 = proposto ajuste de 120% (considerando a tensão nominal do relé sendo 115 V) = 138 V • 59T (tempo de atuação) = 0.3 e) Como a proteção de neutro não é sensível a faltas do lado secundário do transformador (conexão delta no primário) e não há outras proteções de neutro em série.5 s • 50N = proposto 1. Deve ser verificado se há correntes de partida de cargas que mereçam ser consideradas 50 (superior a ITM) ITM 6×62. 5.3P75 5.6 Resumo dos ajustes 5.20. Considerando que o ajuste mínimo do relé do exemplo é 0.5 A (60 A primários). FS×( Obs.5 Chave fusível de retaguarda ELEKTRO O elo fusível proposto é o elo 65K. 2.6.2 Relés: Relé(s) Funções 50.24 A RTC 40 Então utilizaremos o ajuste de 50 = 12.3 A (492 A primários). Deve ser a mínima possível.ND.50N.59 e 47 Fabricante AAA Modelo BBB Página 65 Revisão 02 –12/2009 . item 6.15 A.: Este ajuste deve visar garantir a seletividade com uma chave fusível que será instalada para proteção de retaguarda a critério da ELEKTRO. temos: • 51NS = 0.1 Transformadores de corrente e potencial: Valor primário TC TP 200 A 13 800 V Valor secundário 5A 115 V Classe de exatidão 10B100 0.5 s 5. 5.51N.4 Ajuste da proteção de inversão de fases (47) • 47: esta função deve permanecer ativada 5. seletivo com a função de fase 51 5. podemos utilizar apenas as funções 51NS e 50N.3× ൬ ൰ =12.8 )=1.9.51.20 Notas: Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 1.6.

15 A 0.3 A Valores primários 60 A 492 A desativado desativado 1.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Função de proteção 51 51 T 50 51N 51N T 50N 51NS 51NS T 59 47 Valores secundários 1.ND.3 Elo fusível: Elo fusível proposto para chave 65K fusível de retaguarda ELEKTRO Página 66 Revisão 02 –12/2009 .5 s 138 V ativado 60 A 6A 16 560 5.5 A 0.6.1MI 12.5 A 0.

ND.000 I (A) Página 67 Revisão 02 –12/2009 .01 0 1 10 I carga 100 1.000 10.00 65K chave fusível retaguarda ELEKTRO 10.10 I TM 0.00 51NS ELEKTRO PT ANSI 50/51 CLIENTE 1.000.8 kV 100.00 Tempo (s) Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. Gráfico tempo x corrente 13.20 1.00 50/51N ELEKTRO 50/51 ELEKTRO 51NS e 50N CLIENTE 0.

TP’s e outros equipamentos. fonte(s) auxiliar(es) alimentando o relé de sobrecorrente e a bobina de abertura do disjuntor.5 A 2xTP 400 VA PROTEÇÃO SECCIONADOR 400 A DISJ. TP’s. O diagrama unifilar deve conter a subestação de medição e proteção e transformação do consumidor. FONTE POSTE DA ELEKTRO 10 kA .12 kV PARA-RÁIOS SUBESTAÇÃO DE MEDIÇÃO E DE PROTEÇÃO TP .ELEKTRO MEDIÇÃO ELEKTRO VERGALHÃO DE COBRE 3/8" TC ELEKTRO 3xTC PROTEÇÃO FU .ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 7.5 A FU . relés. Deve ser incluído também o respectivo diagrama funcional. indicando claramente onde está o disjuntor.12 kV PARA-RÁIOS CARGA POSTE REDE PARTICULAR Figura 1: Diagrama unifilar Página 68 Revisão 02 –12/2009 . BT 10A 1xTP 400VA ILUMINAÇÃO DISJ.0. bobinas do disjuntor (bobinas de abertura e fechamento). TC’s. Esquema de ligação e diagramas do sistema de proteção O esquema de ligação do sistema de proteção do projeto deve mostrar as ligações dos TC’s.0. BT 10A NO BREAK ILUMINAÇÃO PROTEÇÃO RELÉS DE PROTEÇÃO 59 47 50 50N 51 51N 51GS 52 DISJUNTOR GERAL MT 10 kA .

20 ENTRADA DE 15 kV CS1 F-MT Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição DISJ. BT ILUMINAÇÃO E TOMADA DA SUBESTAÇÃO ABRIGADA TR-AUXILIAR F-MT F-MT TP-PROTEÇÃO F-BT NO BREAK F-MT FONTE CAPACITIVA TP-PROTEÇÃO F-MT F-BT TC-P ENTRADA VB DE TENSÃO VC TC-P VA ALIMENTAÇÃO DO RELE TRIP CAPACITIVO A2 - A1 + + TC-P IA_o IB_i IB_o IC_i IC_o IN_i IN_o ENTRADAS DE CORRENTE IA_i BA 50 50N-GS 51 51N-GS 47 59 RELÉ SECUNDÁRIO DG SAÍDA DE 15 kV Figura 2: Diagrama trifilar de proteção Página 69 Revisão 02 –12/2009 .ND.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 70 Revisão 02 –12/2009 .

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição DESENHOS Página 71 Revisão 02 –12/2009 .

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 72 Revisão 02 –12/2009 .

: ND.20 Revisão Data 02 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.01/1 Folha 1/5 SUBESTAÇÃO ABRIGADA 18-12-2009 .01.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Proteção e Transformação a ≤ 10 m ≤ 50 m b ≤ 50 m ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.09.20.20.01/1 Ponto de entrega a PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR b Tipo de Subestação Abrigada Medição e Proteção Medição.20.Ramal de ligação Ver Desenho ND.01.

20.01.01/1 Folha 2/5 SUBESTAÇÃO ABRIGADA 18-12-2009 . Proteção e Transformação a ≤ 10 m ≤ 50 m b ≤ 50 m ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.: ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Ponto de entrega Ramal de entrada a PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR b Tipo de Subestação Abrigada Medição e Proteção Medição.20.01.

01.20 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.: ND.01.01/1 Folha 3/5 d > 50 m SUBESTAÇÃO ABRIGADA (MEDIÇÃO.Ver Desenho ND.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 b ≤ 50 m ND.20.09.20.01/1 Ramal de entrada Ponto de entrega a ≤ 50 m PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR Seccionador unipolar tipo faca Ramal de ligação Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO) .

01/1 Folha 4/5 .20 Revisão Data 02 b ≤ 50 m 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.Posto de transformação (poste ou plataforma) Ponto de entrega Medição direta ou indireta PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR a ≤ 50 m Ramal de ligação Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01.20.: ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01.20.

01.Posto de transformação (poste ou plataforma) Ramal de entrada Seccionador unipolar tipo faca Medição direta ou indireta Ramal de ligação PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR Ponto de entrega a ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 1/5 d > 50 m .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 b ≤ 50 m ND.: ND.20 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.20.20.01.

Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .Distância entre o poste e o ponto de entrega a ≤ 10 m b≤ 50 m Subestação abrigada de medição.Distância entre o poste e o ponto de entrega a ≤ 50 m b ≤ 50 m Subestação abrigada de medição.Propriedade do consumidor .Vão máximo d .02/1 Folha 1/1 .Distância entre o poste e o posto de transformação d > 50 m a ≤ 50 m b≤ 50 m Legenda: .Distância entre o poste e o ponto de entrega b ≤ 50 m a ≤ 50 m Subestação abrigada de medição. proteção e transformação com entrada aérea a .Transformador particular .Distância entre o limite da propriedade e a subestação abrigada d > 50 m b .Distância entre o limite da propriedade e o posto de transformação b .20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Disposição da Entrada de Serviço ND.Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b ≤ 50 m b . proteção e transformação a .Ramal de ligação .Vão máximo a ≤ 50 m Posto de transformação (poste ou plataforma) a .Vão máximo d .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .Subestação abrigada de medição e proteção (entrada aérea ou substerrânea) a .Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .01. proteção e transformação com entrada subterrânea a .Subestação abrigada Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Ramal de entrada subterrâneo .Distância entre o poste e a subestação abrigada a ≤ 50 m b≤ m 50 Posto de transformação (poste ou plataforma) a .20.01.20.: ND.Ramal de entrada (aéreo ou subterrâneo) .

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Instalação de seccionador unipolar Posição horizontal (poste particular) DESENHO Nº ND.02.20.: ND.Dimensões em milímetros 15 kV 2 000 200 1 000 250 500 250 36.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.02.01/1 Folha 1/1 .2 kV 2 400 200 1 200 250 850 250 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

2 kV 2 400 1 200 200 250 850 250 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 Folha 1/1 .02.: ND.Dimensões em milímetros 15 kV 2 000 1 000 250 200 500 250 36.02.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Instalação de seccionador unipolar Posição inclinada (poste particular) DESENHO Nº ND.20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND.01/1 Folha 1/3 .03.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.20.Dimensões em milímetros fe28-is03 ou fe40-is06 200 co05 fe11 250 fe17 600 eq09 ou eq16 400 250 cb05 eq03 ou eq11 cb12 ou cb13 ou cb20 1 200 cb20 fe18 ou fe19 di22 cr01 ou cr02 co14 eq10 ou eq17 eq10 ou eq17 di12 co09 cb11 ou cb17 400 di08 di17 p01 ou p02 am09 600 5 000 mín di11 fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03.

20/35 kV Cabo de cobre. 30 kV Terminal polimérico . de bronze estanhado .7/15 kV Fio de aço cobreado para aterramento. sem centelhador. de alumínio.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre flexível. isolação em XLPE . a compressão.50 a 10. seção adequada Cruzeta de madeira.0 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar.03. para cabos de alumínio isolados.20. 12 kV.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.classe 36. bitola 4 BWG Cabo de cobre ou alumínio unipolar. paralelo.0. abertura sob carga . para cabos CA-CAA Conector derivação.03. seção retangular 90x112.5x2 000 mm Cruzeta de madeira. base tipo "C". isolação em XLPE .8.5x2 400 mm Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa de Passagem Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível. com desligador automático e invólucro polimérico.70 mm Conector terminal. para uso externo Chave fusível de distribuição.01/1 Folha 2/3 .36. com desligador automático e invólucro polimérico. de diâmetro nominal 5.6/1. sem centelhador.2 mm Fio de aço galvanizado. classe pesada Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Chave fusível de distribuição. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos. seção retangular 90x112.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.classe 15 kV. base tipo "C". têmpera meio-dura.2 kV. a compressão. isolação em XLPE .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am09 cb05 cb11 cb12 cb13 cb17 cb20 co05 co09 co14 cr01 cr02 di08 di11 di12 di17 di22 eq03 eq09 eq10 eq11 eq16 eq17 DESCRIÇÃO Arame de aço zincado Ø 2. abertura sob carga. 10 kA Terminal polimérico . com 1 parafuso para condutores de cobre. de 13 x 1 mm para aterramento Eletroduto de aço galvanizado. uso externo Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Ø TR e DR 4.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND. seção 25 mm2 Conector derivação tipo estribo.20. seção 10 mm2.

cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.03. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND. de porcelana.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. de porcelana.: ND.20.03.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe11 fe13 fe14 fe17 fe18 fe19 fe28 fe40 is03 is06 p01 p02 DESCRIÇÃO Grampo de linha viva para condutores de cobre.01/1 Folha 3/3 . classe 15 kV Isolador rígido tipo pino. classe 35 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. cobreada de seção circular Mão francesa perfilada de 993 mm Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36.2 kV Isolador rígido tipo pino.

20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros fe28-is03 ou fe40-is06 200 250 co05 fe11 eq09 ou eq16 400 250 fe17 600 cb05 eq03 ou eq11 1 200 cb20 fe18 ou fe19 co09 cr01 ou cr02 eq10 ou eq17 cb12 ou cb13 ou cb20 di12 co14 di22 cb10 ou cb18 di08 p01 ou p02 di17 am09 5 000 mín. 600 di11 fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 Folha 1/3 .20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.03.: ND.03.

20/35 kV Cabo de cobre. base tipo "C". seção retangular 90x112.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre flexível.5x2 400 mm Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa de Passagem Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND. seção 10 mm2.0 kV Cabo de cobre ou alumínio tripolar. bitola 4 BWG Cabo de cobre ou alumínio tripolar.7/15 kV Fio de aço cobreado para aterramento. isolação em XLPE . têmpera meio-dura.03. 30 kV Terminal polimérico . a compressão. isolação em XLPE .2 mm Fio de aço galvanizado. sem centelhador. seção 25 mm2 Conector derivação tipo estribo. para uso externo Chave fusível de distribuição.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am09 cb05 cb10 cb12 cb13 cb18 cb20 co05 co09 co14 cr01 cr02 di08 di11 di12 di17 di22 eq03 eq09 eq10 eq11 eq16 eq17 DESCRIÇÃO Arame de aço zincado Ø 2. para cabos CA-CAA Conector derivação.36. paralelo.0. sem centelhador. de bronze estanhado . com desligador automático e invólucro polimérico.classe 15 kV. de diâmetro nominal 5. abertura sob carga .8.50 a 10. seção retangular 90x112. base tipo "C". com 1 parafuso para condutores de cobre.03. isolação em XLPE .5x2 000 mm Cruzeta de madeira.6/1. uso externo Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. abertura sob carga.02/1 Folha 2/3 . seção adequada Cruzeta de madeira.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. de alumínio. 10 kA Terminal polimérico .70 mm Conector terminal. para cabos de alumínio isolados. de 13 x 1 mm para aterramento Eletroduto de aço galvanizado.20. classe pesada Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Chave fusível de distribuição. a compressão. 12 kV.classe 36.: ND. com desligador automático e invólucro polimérico.2 kV. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos. Ø TR e DR 4.20.

03.02/1 Folha 3/3 .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe11 fe13 fe14 fe17 fe18 fe19 fe28 fe40 is03 is06 p01 p02 DESCRIÇÃO Grampo de linha viva para condutores de cobre.20.: ND. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. de porcelana. de porcelana.03.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND.2 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. cobreada de seção circular Mão francesa perfilada de 993 mm Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36.20. classe 36.2 kV Isolador rígido tipo pino.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos diretamente enterrados ND.: ND.03/1 de maio/2005 H Norma de Distribuição ND.20.20.Dimensões em milímetros Configuração 1x1 Nível do piso acabado Fita de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 400 Configuração 1x2 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 600 400 Duto de PEAD H Duto de PEAD Configuração 1x3 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 600 30 Duto de PEAD 400 400 H Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03.03/1 Folha 1/2 .03.

Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos diretamente enterrados ND.: ND.Dimensões em milímetros Configuração 2x2 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 30 600 Duto de PEAD Configuração 2x3 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 30 600 30 Duto de PEAD 400 Nota: A cota H refere-se à distância entre o nível do piso acabado e o topo do banco de dutos.20.03/1 Folha 2/2 .03/1 de maio/2005 400 H H Norma de Distribuição ND.03.20.03. sendo igual a 600 mm quando instalado na calçada e 800 mm quando instalado no leito carroçável.

03.04/1 de maio/2005 B Norma de Distribuição H ND.Dimensões em milímetros Configuração 1x1 Nível do piso acabado Configuração 1x2 Nível do piso acabado 80 Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada H 30 80 B 80 A C Dutos de PVC 80 A C Configuração 1x3 Nível do piso acabado Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada 30 30 80 80 B H Duto de PVC A C Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos envelopados em concreto ND.03.: ND.20.20.04/1 Folha 1/2 .

Dimensões em milímetros Configuração 2x2 Nível do piso acabado Configuração 2x3 Nível do piso acabado 30 80 Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada H 30 30 80 30 30 B 80 A C Dutos de PVC 80 A C Dimensões (mm) A B C H Duto de PVC rígido liso 1x1 280 280 400 1x2 420 280 600 1x3 570 280 600 2x2 420 420 600 2x3 570 420 600 600 (passeios) 800 (leito carroçável) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 B H ND.03.20 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos envelopados em concreto ND.04/1 Folha 2/2 .20.20.03.

05/1 Folha 1/1 .05/1 de maio/2005 100 CORTE BB Norma de Distribuição ND.: ND.03.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Caixa de passagem ND. sendo igual a 600 mm quando instalado na calçada e 800 mm quando instalado no leito carroçável.20.03.Dimensões em milímetros A 100 900 B 1 000 800 B 900 100 A 800 100 1 000 100 PLANTA Tampão de Concreto Armado 890x890x100 Tampão de Concreto Armado 890x890x100 100 1 200 (mín. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.) Concreto com espessura de 100 mm Ø200 Ø200 CORTE AA 200 (mín) H Dreno de brita Nota: a cota H refere-se à distância entre o nível do piso acabado e o topo do banco de dutos.

03.06/1 Folha 1/1 .06/1 de maio/2005 300 Norma de Distribuição 100 890 ND.0 C=600 AÇO CA 50 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20.03.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Tampa para caixa de passagem ND.Dimensões em milímetros 890 445 445 T1 Chapa n° 20 100 20 20 100 560 100 20 140 Ø1 8 m m 8 R2 0 100 Pontos de solda externos Chapa n° 20 100 150 100 135 ° 100 150 T1 = Ø 16.

Dimensões em milímetros 2 000 200 cr01 fe18 fe42 300 cb19 fe34-eq09 cb19 co09 di22 cb05 400 250 fe34-eq03 am01 fe11 is02-fe10-fe20 co05 1 000 1 500 250 cb19 fe32 ou fe41 di09 di25 tr06 cb04 ou cb09 is04-fe02 200 200 am09 cb04 ou cb09 p01 ou p02 di19 me01 1 400 a 1 600 di15-di25 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Ver Nota 2 Medição Elektro ELEKTRO M Proteção CARGA 15 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 1/4 .20.04.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.: ND.04.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.

abertura sob carga. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. seção 10 mm2.50 a 10. para condutores de cobre. a compressão. sem centelhador.6/1.6/1.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 10 kA Armação secundária de 2 estribo Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre.0.5x2 000 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição. 12 kV. seção adequada Cabo de cobre flexível.0 kV XLPE. com desligador automático.15 kV Conector derivação tipo estribo.20. ØTR e DR 4. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.04.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0. 1 paraf. isolação em XLPE . para cabos CA-CAA Conector derivação.01/1 Folha 2/4 .condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2. paralelo. bronze estanhado. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr01 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq03 eq09 fe02 fe10 fe11 fe13 fe14 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .: ND.04. polimérico. cobreada de seção circular Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. base tipo "C".20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. de alumínio. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. seção retangular 90x112.20.70 mm Cruzeta de madeira.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V.

Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m. sendo: 10 e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total do poste (m). 6.20.20. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado. 4.01.60 .8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe18 fe20 fe32 fe34 fe41 fe42 is02 is04 me01 p01 p02 tr06 Mão francesa plana de 619 mm Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 053 mm Isolador de disco para cadeia.3. . Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.04.01/1 Folha 3/4 .5. 2.50 m onde houver tráfego de veículos leves. 5. 3.BT Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 15 kV DESCRIÇÃO Notas: 1.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.4. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 30 kVA quando utilizada a tensão secundária de 220/127 V e 45 kVA para tensão secundária de 380/220 V.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. tipo pesado ou de PVC tipo rígido.04.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão: e = L + 0. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: . o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo M2. .: ND. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Caixa de medição .

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.7.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.: ND. É permitida saída subterrânea em BT após a medição.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 8. 9. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.01/1 Folha 4/4 .04.20. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.20.9 desta Norma. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.9.04. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.2 kV M Proteção CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 Folha 1/4 .5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.04.2 400 200 cr02 fe19 fe43 Dimensões em milímetros is02-fe10-fe20 co05 am01 300 fe34-eq16 cb19 cb19 fe11 1 200 di22 co09 fe34-eq11 cb05 2 000 250 cb19 550 250 fe32 ou fe41 di09 di25 tr07 cb04 ou cb09 200 is04-fe02 200 am09 cb04 ou cb09 di19 p01 ou p02 me01 1 400 a 1 600 di15-di25 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Ver Nota 2 Medição Elektro ELEKTRO 36.20.: Norma de Distribuição ND.

a compressão. base tipo "C".0 kV XLPE. sem centelhador. isolação em XLPE .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr02 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq11 eq16 fe02 fe10 fe11 fe13 fe14 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . de alumínio. seção 10 mm2. seção adequada Cabo de cobre flexível. para condutores de cobre. seção retangular 90x112.04.: Norma de Distribuição ND.50 a 10. para cabos CA-CAA Conector derivação.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2. com desligador automático.5x2 400 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição.6/1.02/1 Folha 2/4 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 .0.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0.6/1.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.15 kV Conector derivação tipo estribo. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.70 mm Cruzeta de madeira.20. 30 kV Armação secundária de 2 estribo Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre. abertura sob carga . seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. cobreada de seção circular Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. polimérico. paralelo. 1 paraf. ØTR e DR 4. bronze estanhado.36.

04. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. . 3. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34. 2. 5. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela e = L + 0.20. 6.60 10 . 4.2 V DESCRIÇÃO Notas: 1. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m. sendo: expressão: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total do poste (m).02/1 Folha 3/4 . o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo M2.50 m onde houver tráfego de veículos pesados.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres.: Norma de Distribuição ND. tipo pesado ou de PVC tipo rígido.BT Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 36. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: . Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 30 kVA quando utilizada a tensão secundária de 220/127 V e 45 kVA para tensão secundária de 380/220 V.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe19 fe20 fe32 fe34 fe41 fe43 is02 is04 me01 p01 p02 tr07 Mão francesa plana de 726 mm Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia.3. .50 m onde houver tráfego de veículos leves.01.5.4. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Caixa de medição .

9 desta Norma. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.9. 9. É permitida saída subterrânea em BT após a medição.04. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.7. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.20.02/1 Folha 4/4 . 8.: Norma de Distribuição ND.

02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.03/1 Folha 1/3 .04.20.04.: ND.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND.20.Dimensões em milímetros 2 000 200 is02-fe10-fe20 co05 cr01 cb19 fe34-eq09 fe34-eq09 cb19 am01 fe11 1 000 fe18 fe42 300 1 500 250 co09 di22 cb05 400 250 fe34-eq03 cb19 fe32 ou fe41 di09 di25 tr06 cb04 ou cb09 am09 p01 ou p02 di19 me03 me02 1600 a 1800 di25-di15 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Medição Elektro ELEKTRO 15 kV M Proteção CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.

04. seção adequada Cabo de cobre flexível. de bronze estanhado .: ND.6/1.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.5x2 000 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição. paralelo. base tipo "C".RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr01 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq03 eq09 fe10 fe11 fe13 fe14 fe18 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2. polimérico.50 a 10.70 mm Cruzeta de madeira.04. para cabos CA-CAA Conector derivação. de alumínio. abertura sob carga.03/1 Folha 2/3 . cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.0. a compressão.20. 12 kV.15 kV Conector derivação tipo estribo.20.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND. com desligador automático. 10 kA Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre. seção retangular 90x112. seção 10 mm2. com 1 parafuso para condutores de cobre. cobreada de seção circular Mão francesa plana de 619 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. sem centelhador.6/1. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 .1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra.0 kV XLPE. isolação em XLPE . Ø TR e DR 4. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.

8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND. 5. 6.04. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 8.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. sendo: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total 10 4. 3. . Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m.9. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo N2. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão e= do poste (m).20. . de porcelana ou vidro temperado Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 15 kV DESCRIÇÃO Notas: 1. L + 0. 7.3.50 m onde houver tráfego de veículos leves.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe20 fe32 fe34 fe41 fe42 is02 me02 me03 p01 p02 tr06 Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 053 mm Isolador de disco para cadeia. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA.03/1 Folha 3/3 .9 desta Norma. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.04. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. 2.60 . Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.50 m onde houver tráfego de veículos pesados.: ND.5. devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: .01.20. No caso de saída aérea após a medição. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador.4.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

Dimensões em milímetros
200

is02-fe10-fe20 co05 cr02 fe19 fe43
300

am01 fe34-eq16 cb19

fe11

1 200

cb19 di22 fe34-eq11 cb05

co09

2 000

250

550

250

cb19

fe32 ou fe41 di09 di25

tr07

cb04 ou cb09

am09

p01 ou p02

di19

me03

me02

1 600 a 1 800

di25-di15 di03-di04

500

fe13 ou fe14

e

Medição Elektro ELEKTRO M 36,2 kV

Proteção CARGA

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Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 1/3

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr02 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq11 eq16 fe10 fe11 fe13 fe14 fe19 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição - condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2,1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V, seção adequada Cabo de cobre flexível, seção 10 mm2, isolação em XLPE - 0,6/1,0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0,6/1,0 kV XLPE, seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 - 15 kV Conector derivação tipo estribo, a compressão, de alumínio, para cabos CA-CAA Conector derivação, paralelo, de bronze estanhado , com 1 parafuso para condutores de cobre, Ø TR e DR 4,50 a 10,70 mm Cruzeta de madeira, seção retangular 90x112,5x2 400 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição, base tipo "C", abertura sob carga - 36,2 kV Para-raios a óxidos metálicos, sem centelhador, com desligador automático, polimérico, 30 kV Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre, seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra, cantoneira de aço galvanizado Haste para terra, cobreada de seção circular Mão francesa plana de 726 mm

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Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 2/3

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe20 fe32 fe34 fe41 fe43 is02 me02 me03 p01 p02 tr07 Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia, de porcelana ou vidro temperado Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 36,2 kV DESCRIÇÃO

Notas:

1. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. 2. No caso de saída aérea após a medição, devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: - 5,50 m onde houver tráfego de veículos pesados; - 4,50 m onde houver tráfego de veículos leves; - 3,50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. 3. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão
e= L + 0,60 , sendo: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total 10

do poste (m).

4. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m, o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo N2. 5. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.01. 6. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. 7. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas, inclusive o tanque e o borne neutro do transformador. 8. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.9.9 desta Norma.
Superintendência de Engenharia e Planejamento
Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.:

Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 3/3

Dimensões em milímetros
B
2 200 mín. 1 000

800 mín.

400 mín.

500 mín. 500 2 400 mín.

500

A

400 mín.

Ver Detalhe 1

2 200 mín.

me02 Caixa tipo "M" me03 di23 Caixa tipo "T"

A

di32

B

di20

Detalhe 1

Seccionador tripolar com fusíveis

Proteção

ELEKTRO 15 kV 36,2 kV Medição ELEKTRO

CARGA

Superintendência de Engenharia e Planejamento
Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.20.06.01/1 de maio/2005

Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT

DESENHO Nº

ND.20.05.01/1
Folha 1/6

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.20. di19 650 400 mín.Dimensões em milímetros Ver desenho ND.05.01/1 de maio/2005 300 máx.06.01/1 Folha 2/6 .20.08. tr05 Ver Nota 2 ND.: ND.01/1 am01 is02 fe15 co07 di06 fe07 fe20-fe26 fe02-fe08 is04 am01 co07 fe37 eq09 ou eq16 cb05 cb01 co09 is05. 1 700 mín. di21 di03-di04 me02-me03 cb04 ou cb09 1 600 a 1 800 Norma de Distribuição di08 di17 cb08 fe13 ou fe14 di15 di25 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.fe08 cb08 co04 eq06 ou eq14 5 000 mín.20.

20.: ND.20.05.Dimensões em milímetros 500 500 600 di24 di35 300 aprox.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 3/6 . di08 200 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND. di17 co09 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 500 fe06 1 600 cb08 fe39 di23 cb08 eq06 ou eq14 co09 2 100 1 200 máx.06.

meio duro.0 kV Cabo de cobre nu. de bronze estanhado .06.05.20.0. Ø TR e DR 4.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb05 cb08 cb09 co04 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di15 di17 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .20. isolação em XLPE . paralelo. seção adequada Conector borne concêntrico a pressão tipo terminal lateral diâmetro adequado Conector derivação. compressão.0 kV XLPE.6/1.: ND. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação.50 a 10. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. com 1 parafuso para condutores de cobre. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0. seção adequada Cabo de cobre flexível.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. seção 10 mm2.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 4/6 . paralelo.6/1.

01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Transformador de serviço Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di35 eq06 eq09 eq14 eq16 fe02 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe39 is02 is04 is05 me02 me03 tr05 DESCRIÇÃO Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos.20.: ND.06. 12 kV.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. com desligador automático e invólucro polimérico.05. sem centelhador. com desligador automático e invólucro polimérico. uso externo Suporte para isolador pedestal Isolador de disco para cadeia. sem centelhador.20.01/1 Folha 5/6 . 10 kA Seccionador tripolar 36. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND. 30 kV Armação secundária de 2 estribo Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra.

. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA.Notas: 1. 8. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.01. 7. 3.01/1 Folha 6/6 .4.50 m onde houver tráfego de veículos pesados.20. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 9.20. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 6.05. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. . Os desenhos são orientativos.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 4. É permitida saída subterrânea em BT após a medição. 5.5. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: .3.: ND. 2.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido.50 m onde houver tráfego de veículos leves.06.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.9. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.9 desta Norma.

06.: ND.05.20. 400 mín.20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.2 kV Medição ELEKTRO CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Ver Detalhe 1 2 200 mín. 2 400 mín.02/1 Folha 1/5 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. me02 me03 di23 A Detalhe 1 di20 di32 B Seccionador tripolar com fusíveis Proteção ELEKTRO 15 kV 36.Dimensões em milímetros 2 200 mín. 500 A Caixa tipo "M" Caixa tipo "T" 400 mín. 1 000 B 800 mín.

02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 1 700 mín. ND.20 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. di15 di25 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06.: ND.20.Dimensões em milímetros co15-fe27 320 mín. di12 cb01 cb11 ou cb17 co04 eq06 ou eq14 fe36 di21 di08 me02-me03 fe35 di17 tr05 di08 di17 cb04 ou cb09 di03-di04 1 600 a 1 800 300 máx.05.02/1 Folha 2/5 .20.

20.Dimensões em milímetros eq18 ou eq19 320 mín.05.: ND.02/1 Folha 3/5 200 mín. . eq09 ou eq16 cb05 300 aprox.06.20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. cb08 co09 cb08 2 100 tr05 1 200 máx. di08 di17 di24 di35 CORTE BB fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.

seção adequada Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.6/1.06. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm DESCRIÇÃO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. de 13 x 1 mm para aterramento Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado. paralelo.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0. seção 10 mm2. isolação em XLPE .0 kV XLPE.8.0.70 mm Conector terminal. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar. com 1 parafuso para condutores de cobre. seção adequada Cabo de cobre flexível.50 a 10.20/35 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo terminal lateral diâmetro adequado Conector derivação. para cabo de alumínio isolado.20. bimetálico. Ø TR e DR 4. de bronze estanhado .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. isolação em XLPE .: ND.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar.05.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.6/1. a compressão. classe pesada Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb04 cb05 cb09 cb11 cb17 co04 co09 co15 di03 di04 di08 di12 di15 di17 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.20.02/1 Folha 4/5 . isolação em XLPE .8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.

sem centelhador. uso interno Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Transformador de serviço Notas: 1. 3. 10 kA Seccionador tripolar 36. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.2 kV. 12 kV. cabeça sextavada rosca W. 5.20.: ND.05. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. 2.9.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq06 eq09 eq14 eq16 eq18 eq19 fe13 fe14 fe27 fe35 fe36 me02 me03 tr05 DESCRIÇÃO Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. com porca e arruela de latão Suporte para instalação de seccionador tripolar. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.06. uso interno Haste para terra.20. com desligador automático e invólucro polimérico. 4. sem centelhador.02/1 Folha 5/5 .9 desta Norma. 6. cobreada de seção circular Parafuso de latão.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.classe 36.01.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. com desligador automático e invólucro polimérico. Os desenhos são orientativos. uso interno Terminal para cabo tripolar . 30 kV Terminal para cabo tripolar . Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas.classe 15 kV.

20.: ND. 150 2 000 mín. A A 500 mín. 500 mín.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.05.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.06. 500 mín. me04 di23 1 000 di20 di32 B TC´s ELEKTRO TP´s Medição ELEKTRO Seccionador tripolar Disjuntor automático CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 2 000 mín.Dimensões em milímetros B 1 500 mín. 400 mín. 1 200 mín.20.03/1 Folha 1/6 500 500 .

Dimensões em milímetros Ver desenho ND. 1 200 máx. Norma de Distribuição ND.20. fe38 ou fe44 di21 tr03 cb08 300 máx. cb08 fe13 ou fe14 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 am01 is02 fe07 fe20-fe26 fe15 di06 fe37 eq09 ou eq16 cb05 co09 cb08 cb01 cb01 5 000 mín.03/1 de maio/2005 300 máx.03/1 Folha 2/6 .08.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.20.20.06.05. co07 eq05 ou eq13 di21 tr02 eq07 ou eq15 1 700 mín. 650 is05-fe08 400 mín.

20.03/1 Folha 3/6 . 1 600 500 500 500 600 di35 di24 fe06 fe39 co09 me04 di03-di04 2 100 cb08 1 600 a 1 800 di03-di04 di18 di19 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição 200 aprox. 2 800 ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros 300 aprox.: ND.05.06.20.

20. com desligador automático e invólucro polimérico. isolação em XLPE .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. seção adequada Conector derivação.20. 10 kA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. compressão.0 kV Cabo de cobre nu.6/1. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 12 kV.0.50 a 10. Ø TR e DR 4.06. paralelo.03/1 Folha 4/6 .condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre flexível. paralelo. meio duro.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.: ND. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação. seção 10 mm2. com 1 parafuso para condutores de cobre. de bronze estanhado . sem centelhador.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb05 cb08 co07 co09 di03 di04 di06 di15 di18 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.05.

30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.2 kV Isolador de disco para cadeia.20.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. sem centelhador. 2.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq13 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 is02 is05 me04 tr02 tr03 Seccionador tripolar .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. de porcelana ou vidro temperado Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador de corrente Transformador de potencial DESCRIÇÃO Notas: 1.: ND.01.36. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.20. com desligador automático e invólucro polimérico.9 desta Norma. 36.03/1 Folha 5/6 .05. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.9.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.06.2 kV Disjuntor automático trifásico 36. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.

O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. 4. etc. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 6.03/1 Folha 6/6 .06.05.20. Os desenhos são orientativos. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. 7.).3.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 5. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.20. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador.: ND. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias. geração própria.

me04 1 200 mín. 850 mín. di23 1 000 di20 di32 B Disjuntor automático CARGA TP´s Medição ELEKTRO Seccionador tripolar TC´s ELEKTRO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 150 B 2 000 mín.04/1 Folha 1/5 .04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. A A 500 mín.05. fe39 2 000 mín.20.: ND.Dimensões em milímetros 1 800 mín.20.06. 500 mín. 400 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.

Norma de Distribuição di21 cb08 fe13 ou fe14 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04/1 Folha 2/5 .20. tr03 fe38 ou fe44 1 700 mín. cb08 300 máx.05.04/1 de maio/2005 ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. fe36 eq05 ou eq13 di21 eq18 ou eq19 is05-fe08 di12 3 000 tr02 eq07 ou eq15 2 200 cb11 ou cb17 1 200 máx.Dimensões em milímetros eq09 ou eq16 co09 cb01 320 mín.: ND.06.

04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.04/1 Folha 3/5 200 mín.06. .Dimensões em milímetros 300 aprox.05. cb08 cb05 me04 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 di24 di03-di04 di35 di18 di19 di17 cb08 di15-di25 fe13 ou fe14 co09 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.20.

com 1 parafuso para condutores de cobre. 30 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar. com desligador automático e invólucro polimérico.20/35 kV Conector derivação. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.20.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar. de 13 x 1 mm para aterramento Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado. com desligador automático.05. meio duro.: ND. sem centelhador.36. sem centelhador. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. 12 kV.2 kV Disjuntor automático trifásico 36.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb08 cb11 cb17 co09 di03 di04 di12 di15 di17 di18 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 Barramento interno de cobre Cabo de cobre nu. paralelo.04/1 Folha 4/5 .50 a 10. isolação em XLPE .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.06.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. isolação em XLPE . de bronze estanhado . 10 kA Seccionador tripolar .8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.8. Ø TR e DR 4. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. polimérico.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.20.04/1 de maio/2005 DESCRIÇÃO Norma de Distribuição ND.

Os desenhos são orientativos.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. geração própria. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias. 6. uso interno Terminal para cabo tripolar .8 desta Norma. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 11. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.2 kV. cobreada de seção circular Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.2 kV Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador de corrente Transformador de potencial Notas: 1. 36.05.20. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.01. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 2. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. etc. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.06.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq18 eq19 fe08 fe13 fe14 fe36 fe38 fe39 fe44 is05 me04 tr02 tr03 DESCRIÇÃO Terminal para cabo tripolar . 4.classe 15 kV. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.04/1 Folha 5/5 .20. 3. uso interno Chumbador para rosca M16 Haste para terra. 5.classe 36.).: ND.

150 500 mín.20. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.05/1 Folha 1/7 .06. B B 150 1 200 mín. 400 400 mín.05. mín. 500 mín.20. 1 500 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. me04 500 mín. 500 mín.Dimensões em milímetros 2 500 mín. A C 2 000 mín. di23 di20 2 000 mín 500 mín.: ND.2 kV Transformador auxiliar Medição ELEKTRO CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. A 500 500 Disjuntor automático Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO 3PR TP´s TC´s Seccionador tripolar Seccionador Seccionador tripolar 15 kV 36. 400 mín. 500 mín. C 500 mín. 150 1 700 mín.05/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND.

CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.05.20. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.08.05/1 Folha 2/7 fe13 ou fe14 cb05 co09 is02 cb08 di16 1 200 máx.20.06. Declividade mín. is05-fe08 fe38 ou fe44 di35-di24 tr01 fe07 fe20-fe26 di06 fe37 di21 fe15 co07 eq09 ou eq16 am01 5 000 mín. eq05 ou eq13 di21 cb04 ou cb09 di08 di17 tr05 di35-di24 cb01 eq05 ou eq13 co03 di21 cb04 ou cb09 is05-fe08 eq05 ou eq13 di21 eq07 ou eq15 1 200 máx. 300 máx.: ND. Ver Desenho ND. 1% di10 18-12-2009 .Dimensões em milímetros 1 700 mín.01/1 tr02 tr03 650 cb01 400 mín.20.

: ND. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros 300 aprox.06.05/1 Folha 3/7 2 800 cb08 . 500 500 600 di24 di35 fe06 500 1 600 fe39 cb08 co09 2 100 di03-di04 1 600 a 1 800 di03-di04 200 mín.05/1 de maio/2005 ND.05. Norma de Distribuição di18 di19 cb08 di15-di25 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.20.20.

05. Norma de Distribuição di18 di19 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.05/1 de maio/2005 ND.Dimensões em milímetros di24 di35 fe39 di23 cb08 cb08 co09 me04 di03-di04 di03-di04 200 mín.06. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.20.05/1 Folha 4/7 2 800 18-12-2009 .: ND.20.

classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.6/1.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb05 cb08 cb09 co03 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di10 di15 di16 di17 di18 di19 di20 di21 di23 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .20.0.: ND.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Eletroduto de aço galvanizado.0 kV XLPE.0 kV Cabo de cobre nu.8 mm Iluminação interna Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação. compressão.05.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. Ø TR e DR 4. de bronze estanhado . isolação em XLPE . paralelo. seção adequada Cabo de cobre flexível.50 a 10. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.20.06.05/1 Folha 5/7 . seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.6/1. paralelo. com 1 parafuso para condutores de cobre. meio duro. seção adequada Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação. seção 10 mm2.

15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. com desligador automático e invólucro polimérico. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar . sem centelhador. 36.20. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.06.2 kV Disjuntor automático trifásico .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios. com desligador automático e invólucro polimérico. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.36.36.2 kV Isolador de disco para cadeia.05.20.05/1 Folha 6/7 . sem centelhador. de porcelana ou vidro temperado Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 10 kA Seccionador tripolar .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 is02 DESCRIÇÃO Janela para ventilação tipo veneziana. 12 kV.: ND. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.

06. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. etc. 3. Na subestação abrigada.05.9 desta Norma. 11.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. geração própria.05/1 Folha 7/7 . 4. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36.9. 10. 7. 6. 12. 5. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.20. 2.01. Aplica-se a instalações com potências superiores a 300 kVA ou com mais de uma unidade transformadora. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM is05 me04 tr01 tr02 tr03 tr05 Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1. Devem ser previstos sistemas para drenagem e contenção do óleo dos transformadores. bem como dos isoladores. terminações e das chaves. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.: ND. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.).2 kV. As paredes devem possuir espessura e resistência suficientes para permitir a instalação de suportes dos para-raios. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. Os desenhos são orientativos. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. 8. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. 9.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da primeira seccionador ou através de circuito independente do sistema ELEKTRO (baterias. A cobertura da subestação abrigada deve ser orientada de modo a não permitir escoamento de água sobre a chegada da linha de AT ou sobre a porta.

150 400 mín.05. 150 1 700 mín.06/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND. 2 000 mín.06. di23 di20 B 2 000 mín.2 kV ELEKTRO CARGA Medição Transformador auxiliar Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. 500 mín.06/1 Folha 1/7 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. A Disjuntor automático Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO 3PR TP´s TC´s Seccionador tripolar Seccionador Seccionador tripolar me04 15 kV 36. 1 800 mín.20. 1 200 mín. 400 mín. 150 500 mín. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.: ND. C 500 mín. 400 mín. C 500 mín.Dimensões em milímetros A 2 500 mín. 850 mín. fe39 500 mín. B 500 mín.

06/1 de maio/2005 fe36 di21 di16 di10 Norma de Distribuição ND. 300 máx. 1% tr01 eq07 ou eq15 co09 1 200 máx.06. eq05 ou eq13 di21 co15-fe27 eq18 ou eq19 eq09 ou eq16 cb01 is05 -fe08 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06/1 Folha 2/7 . di21 cb04 ou cb09 1 200 máx.20.20.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros 1 700 mín. fe38 ou fe44 cb11 ou cb17 tr02 tr03 di21 di08 di17 cb08 cb08 fe13 ou fe14 2 200 tr05 co03 cb01 320 mín.05. Declividade mín.

300 aprox. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. di35 Norma de Distribuição Revisão Data co09 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 di24 di03-di04 di18 di19 di15-di25 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. ND.20 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.20. cb08 me04 3 000 mín.05.20.06/1 de maio/2005 02 200 mín.06.: ND.Dimensões em milímetros 320 mín.06/1 Folha 3/7 .

Dimensões em milímetros 320 mín.06/1 de maio/2005 ND.20.: ND. di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. cb08 co09 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 3 000 mín.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.05. di24 di03-di04 di08 di17 di18 di19 di35 Norma de Distribuição di23 300 aprox. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.06/1 Folha 4/7 200 mín.06.20. 18-12-2009 .

com 1 parafuso para condutores de cobre. isolação em XLPE .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.70 mm Conector terminal.05. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0. de bronze estanhado .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb04 cb08 cb09 cb11 cb17 co03 co09 co15 di03 di04 di08 di10 di15 di16 di17 di18 di19 di20 di21 di24 di25 Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar.8 mm Janela para ventilação tipo veneziana.20. para cabo de alumínio isolado.0 kV XLPE.50 a 10. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.20/35 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação. seção adequada Cabo de cobre nu. a compressão.8. Ø TR e DR 4. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. meio duro.06/1 Folha 5/7 . isolação em XLPE . dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido DESCRIÇÃO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND. seção adequada Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Eletroduto de aço galvanizado.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.6/1. paralelo. bimetálico.20.06.

2 kV Para-raios a óxidos metálicos. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. com desligador automático e invólucro polimérico.2 kV Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.36.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. sem centelhador. com desligador automático e invólucro polimérico. 12 kV. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.classe 36. sem centelhador.06.2 kV Disjuntor automático trifásico 36. 30 kV Terminal para cabo tripolar . 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.05. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. uso interno Chumbador para rosca M16 Haste para terra.20.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. cobreada de seção circular Parafuso de latão.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 eq18 eq19 fe08 fe13 fe14 fe27 fe36 fe38 fe39 fe44 is05 me04 tr01 tr02 tr03 DESCRIÇÃO Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar . 36.classe 15 kV. cabeça sextavada rosca W.2 kV. com porca e arruela de latão Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.: ND.06/1 Folha 6/7 . uso interno Terminal para cabo tripolar . 10 kA Seccionador tripolar .

20.).9. geração própria. Os desenhos são orientativos. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. Aplica-se a instalações com potências superiores a 300 kVA ou com mais de uma unidade transformadora. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36. etc. 6. É permitida saída subterrânea em BT após a medição. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias.9 desta Norma.06/1 Folha 7/7 . Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.05.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. 2.06.01. 3. 5. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 9.20. 4.2 kV.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM tr05 Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1.: ND. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador. 7. Na subestação abrigada. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. 8.

150 1 500 mín. 400 mín. A 500 500 TC´s Disjuntor automático Seccionador tripolar Seccionador com fusíveis 15 kV 36.07/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.: ND.20. C 500 mín. di23 di20 B 1 700 mín. 500 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.05.2 kV Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO Para-raios TP´s ELEKTRO Transformador auxiliar Medição CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. me04 1 200 mín.06. 150 500 mín. A C 2 000 mín. 500 mín.07/1 Folha 1/7 . 150 2 000 mín 500 mín. 500 mín. 400 mín.20. proteção e transformação Entrada aérea .Dimensões em milímetros 2 500 mín. B 500 mín. 400 mín.

Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor cb08 DESENHO Nº ND. 1% di21 eq07 ou eq15 fe15 am01 co07 5 000 mín.08.Dimensões em milímetros 1 700 mín.20.07/1 Folha 1/7 di16 di10 .20.20.05.: ND. co03 Ver Desenho ND. 650 is05-fe08 tr02 fe38 ou fe44 tr03 fe07 fe20-fe26 di06 fe37 di21 cb08 Norma de Distribuição Declividade mín. proteção e transformação Entrada aérea . di21 cb04 ou cb09 di08 di17 tr05 eq05 ou eq13 cb04 ou cb09 di35-di24 eq06 ou eq14 cb01 di21 tr01 di08 di17 1 200 máx.07/1 de maio/2005 ND. 300 máx. CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06.01/1 cb01 400 mín.20 Revisão Data 02 fe13 ou fe14 18-12-2009 cb05 co09 eq09 ou eq16 is02 Subestação abrigada de medição.

fe06 500 1 600 cb08 fe39 co09 cb08 is05 cb08 co09 di03-di04 1 600 a 1 800 di35 di03-di04 di19 di18 di08 di17 di24 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 18-12-2009 2 800 me04 .Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de medição.20.Dimensões em milímetros 500 500 600 300 aprox.05.: ND.20.06.07/1 Folha 2/7 200 mín. proteção e transformação Entrada aérea .

20.Dimensões em milímetros 300 aprox. 500 500 600 di24 di35 500 fe39 cb08 co09 cb08 2 800 di03-di04 di08 di17 co09 di19 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 me04 di03-di04 di18 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND. ND. proteção e transformação Entrada aérea .Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.06.05.07/1 Folha 3/7 .20 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 200 mín.20.

: ND.06.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.8 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. a compressão.07/1 Folha 4/7 . proteção e transformação Entrada aérea .0. com 1 parafuso para condutores de cobre. seção adequada Cabo de cobre nu.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb08 cb09 cb05 co03 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di10 di15 di16 di20 di17 di18 di19 di20 di21 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição – condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.0 kV XLPE. seção 10 mm2.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva 90° de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Extintor de incêndio CO2 Eletroduto de aço galvanizado. paralelo.0 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.05. isolação em XLPE .6/1.20.6/1. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. Ø TR e DR 4.50 a 10. de bronze estanhado . seção adequada Cabo de cobre flexível. paralelo. meio duro. formato “H”.20.

20.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq06 eq07 eq09 eq13 eq14 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana. 12 kV. 36.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Disjuntor automático trifásico 36.05. 10 kA Seccionador tripolar – 36. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. com desligador automático e invólucro polimérico.07/1 Folha 5/7 .2 kV Seccionador tripolar 36.07/1 de maio/2005 DESCRIÇÃO Norma de Distribuição ND. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço galvanizado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar – 15 kV Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Disjuntor automático trifásico 15 kV.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. sem centelhador.: ND. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios. com desligador automático e invólucro polimérico.20. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.06. sem centelhador. proteção e transformação Entrada aérea .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.2 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. proteção e transformação Entrada aérea .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM is02 is05 me04 tr01 tr02 tr03 tr05 DESCRIÇÃO Isolador de disco para cadeia. 8. 5.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. Na subestação abrigada.9.01. Aplica-se a instalações com entrada subterrânea. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.9 desta Norma. Devem ser previstos drenos para escoamento do óleo dos transformadores. etc. Os desenhos são orientativos. O eletroduto de proteção da descida do para-raio deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. 2. terminações e das chaves.20.05. A cobertura da subestação abrigada deve ser orientada de modo a não permitir escoamento de água sobre a chegada da linha de AT ou sobre a porta. 4. As paredes devem possuir espessura e resistência suficientes para permitir a instalação de suportes dos para-raios. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.). 9. 6.2 kV. 10. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 7.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. de porcelana ou vidro temperado Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de serviço Notas: 1. 3. 11.07/1 Folha 6/7 . 12. geração própria. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da primeira seccionador ou através de circuito independente do sistema ELEKTRO (baterias.06. bem como dos isoladores.

Dimensões em milímetros me04 di23 Dispositivo para lacre 600 700 di30 co12 di01 Vista de frente (sem portas externas) di29 Vista de frente (com portas externas) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 1/3 .07.06.: ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.20.

20.01/1 Folha 2/3 .06.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.07.20.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.di33 eq18 ou eq19 eq09 ou eq16 eq05 ou eq13 tr02 tr03 Fusível AT tr04 di06 me04 eq07 ou eq15 PLANTA Mufla ou terminal ELEKTRO Para-raios TP´s TC´s Seccionador tripolar Fusível de AT Medição ELEKTRO Transformador auxiliar TC´s Disjuntor automático Mufla ou terminal Subestação de transformação Iluminação e serviços auxiliares DIAGRAMA UNIFILAR Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV.20. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.9. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. Os desenhos são orientativos. 3. As demais condições para conjuntos de manobra e controle em invólucro metálico devem ser conforme item 6.5.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 3/3 . 30 kV Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de potencial com fusível Notas: 1. com desligador automático e invólucro polimérico.6.06. sem centelhador.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM co12 di01 di06 di23 di29 di30 di33 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 me04 tr01 tr02 tr03 tr04 DESCRIÇÃO Conector para interligar as carcaças dos equipamentos com o terra Alavanca para manobra do seccionador Bucha de passagem Iluminação interna Porta frontal com trinco e fechadura Porta frontal interna com dispositivo para lacre Portas traseiras com trinco e fechadura Seccionador tripolar . 12 kV.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. sem centelhador. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. com desligador automático e invólucro polimérico. 2. 4.20. admitindo-se outros arranjos para a montagem do conjunto blindado.: ND.36.9 desta Norma. 10 kA Seccionador tripolar .07.2 kV Disjuntor automático trifásico 36. desde que obedecidas às disposições dos equipamentos e distâncias mínimas de segurança.3. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.

01/1 Folha 1/4 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.07.20.2 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.Dimensões em milímetros di28 1 500 VISTA B 1 500 cb08 620 cb02 VISTA A SUBESTAÇÃO OU CUBÍCULO DE MEDIÇÃO/PROTEÇÃO SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO AO TEMPO ELEKTRO Proteção de BT Medição ELEKTRO 15 kV 36.08.: ND.

07.: ND.08.20.01/1 Folha 1/4 .20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.eq09 ou eq16 fe18 ou fe19 fe42 ou fe43 di2 cr01 ou cr02 eq04 ou eq12 cb02 cr01 ou cr02 fe18 ou fe19 p01 ou p02 di02 di28 di34 tr05 fe13 ou fe14 cb08 BRITA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 500 1 700 Norma de Distribuição ND.

36.01/1 Folha 1/4 .15 kV 1 200 .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.08.20.Dimensões em milímetros eq09 ou eq16 is02 1 000 . am01 fe10-fe20 eq04 ou eq12 di02 di28 di08 di34 di17 e fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.07.2 kV 200 fe28 ou fe40 is03 ou is06 cb02 2 000 7 500 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.: ND.20.

630 A Para-raios a óxidos metálicos.01/1 Folha 2/4 . seção adequada Cruzeta de madeira. cobreada de seção circular Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Olhal para parafuso Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36.5x2 400 mm Arame farpado Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Eletroduto de aço galvanizado. 36. 10 kA Seccionador de faca.07. seção retangular 90x112.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. 12 kV. unipolar. meio duro. sem centelhador.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.2 kV .2 kV Mão francesa plana de 1 053 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. classe pesada Mourão de concreto para amarração Tela de arame . seção retangular 90x112. 15 kV-630 A Para-raios a óxidos metálicos.: ND.condutores de alumínio Cabo de alumínio CA Cabo de cobre nu. com desligador automático e invólucro polimérico. com desligador automático e invólucro polimérico. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. 30 kV Gancho olhal Haste para terra.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb02 cb08 cr01 cr02 di02 di08 di17 di28 di34 eq04 eq09 eq12 eq16 fe10 fe13 fe14 fe18 fe19 fe20 fe28 fe40 fe42 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . sem centelhador.5x2 000 mm Cruzeta de madeira.20.malha de 50 x 50 x 3 mm Seccionador de faca.08. unipolar.

espaçadas de no mínimo 150 mm. 7. antes da subestação e o mais próximo possível da divisa com a via pública. 6. consultar as normas da ELEKTRO referentes à padronização de estruturas e projetos de redes de distribuição de energia elétrica.20.20. de porcelana ou vidro temperado Isolador rígido tipo pino.2 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1. providos de trinco e fechaduras. etc. 9.0 m medida em relação ao piso externo. devendo ser conservados fechados. de porcelana. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino. Este tipo de subestação pode ser utilizado somente por consumidores industriais. Os portões devem abrir para fora com abertura de 3. em duas partes. de porcelana. conforme desenhos desta Norma 4. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. devendo ser obedecidas às distâncias mínimas deste à cerca. O neutro do transformador deve ser solidamente conectado à malha de terra da subestação. 5. A tela da cerca deve possuir malha de no máximo 50 mm de abertura a ser constituída de fio de aço galvanizado de 3 mm de diâmetro no mínimo. A altura da cerca deve ser de no mínimo 2.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.0 m. Todas as ferragens da estrutura (cintas. A medição e proteção devem ser instaladas em cubículo próprio.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe43 is02 is03 is06 p01 p02 tr05 Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia.07. carcaças dos equipamentos. portões.) devem ser solidamente conectadas à malha de terra com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. classe 36. 2. Os desenhos são orientativos e se necessário.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 8.: ND. 3. mãos francesas e bases das chaves) devem ser aterradas através do cabo de aterramento do para-raios.01/1 Folha 3/4 .08. As dimensões da subestação são em função das dimensões do transformador. Recomenda-se que na parte superior da mesma sejam estendidas três ou quatro fiadas de arame farpado zincado. As partes metálicas da subestação (cercas.

11.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND. Caso a distância entre o cubículo de medição/proteção e a subestação for superior a 300 m devem ser previstos para-raios na subestação e na saída da subestação de medição e proteção. Os materiais e equipamentos da estrutura devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.01. 12. não sendo permitida sua fixação no poste instalado no interior da mesma. 14. A subestação deve possuir sistema de iluminação artificial.: ND. em todas as faces da proteção externa e junto ao acesso. Devem ser afixadas placas com os dizeres “Perigo de Morte” e o símbolo indicador de tal perigo em local bem visível do lado externo. Deve ser previsto revestimento do piso com pedra britada e um sistema de drenagem adequado para escoamento do liquido isolante do transformador para um tanque de contenção. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 13.10.9. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.20.20.9 desta Norma.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 15.08.01/1 Folha 4/4 .07.

20.01/1 Folha 1/2 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Fixação da cadeia de isoladores DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros 15 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Isolador de disco para cadeia 200 36.08.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.09.: ND.20.2 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Isolador de disco para cadeia 200 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

01/1 Folha 2/2 .25 6.15 15.08.4 17 38.70 8.20.88 PINO CONTRA PINO Nota: os parafusos para fixação da cadeia de isoladores devem ser colocados por ocasião da concretagem da laje.40 12.7 6 7. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Fixação da cadeia de isoladores DESENHO Nº ND.2 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 DETALHE A Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Detalhe A 95.01/1 de maio/2005 50 4.: ND.35 25.20.09.10 Ø4 50 .Dimensões em milímetros 15 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 DETALHE A Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm 36.76 Norma de Distribuição ND.73 Ø 6 .14 57.

02/1 Folha 1/1 .09.20.: ND.20. Para-raios Cantoneira de ferro 1 1/2"x1 1/2"x3/16" 200 Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.08.Dimensões em milímetros 1 1/2" x 1 1/2" x 3/16" Solda 1 300 150 500 500 A 150 A Solda Vista superior 400 mín.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Instalação de para-raios DESENHO Nº ND.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Interligação do neutro DESENHO Nº ND.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. além do telhado indicado no desenho.Dimensões em milímetros 5% 500 500 500 Bucha de passagem uso externo-interno Ver Detalhe e Nota 6 Braçadeira de material não condutor Cabo de cobre nu 50 mm² Eletroduto de PVC rígido Ver Nota 6 DETALHE (Interligação do Neutro) Notas: 1. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Para cobertura da subestação abrigada deve ser prevista laje.03/1 Folha 1/1 . As ferragens de uso ao tempo devem ser zincadas. 3.09.50 m onde houver tráfego de veículos pesados.20. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas do condutor neutro em relação ao solo: • 5. • 4. Esta cobertura não deve lançar água para os lados da linha de alta-tensão ou da porta.00 m a fim de não permitir o contato de pessoas e animais.50 m onde houver tráfego de veículos leves. 6. 2. inclusive o da porta de entrada.08. Não é permitido material combustível. A descida do condutor de aterramento do para-raios deve ser protegida por eletroduto de PVC rígido de 3.03/1 de maio/2005 300 Norma de Distribuição ND. A interligação do neutro com o sistema de terra do consumidor deve ser feita em local de fácil acesso e de modo que possa ser interrompido a conexão entre os terras para medições independentes. 4.20. • 3. 5.: ND.

08.09.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Dispositivo para drenagem de óleo DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros 750 A 1 500 A Colocar pedra britada 150 Drenagem de óleo Manilha de Ø 4" Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.04/1 Folha 1/1 .20.: ND.

Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros 325 50 450 325 50 9.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.5 mm de comprimento com 4 arruelas.: ND.01/1 Folha 1/1 100 .5 Ø 12 Parafuso M16x25 mm. 2. fenda normal com rosca soberba de 81. sem cabeça soldado na chapa 100 450 1 100 450 100 Notas: 1.09.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Suporte para isolador pedestal ND. O suporte deve vir acompanhado de 4 buchas de nylon S12 e 4 parafusos de ferro cabeça redonda.10. Este suporte destina-se à utilização em subestação abrigada.

porca e arruela Furo Ø 8 mm com paraf.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para terminais poliméricos.02/1 de maio/2005 25 2 R1 30 Norma de Distribuição ND. M6x25 mm.02/1 Folha 1/1 .10. sex.09. M6x32 mm. para-raios e chaves fusíveis DESENHO Nº ND. cab. cab.: ND.Dimensões em milímetros Travessa sem mão francesa 200 750 A 450 200 650 Cantoneira "L" 1 1/2" x 3/16" e 650 mm de comprimento 100 Furo Ø 8 mm com paraf. sex.20.20. porca e arruela Solda Ver Detalhe A 55 200 100 Ø 14 Furo Ø 14 100 200 200 300 200 1 600 A 300 100 650 Parede Solda 30° 50 Mão francesa Cantoneira "L" 1 1/2 x 3/16" e comprimento 750 mm 150 Corte AA Ø8 3 55 10 75 10 19 19 25 38 Detalhe A Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

09.03/1 Folha 1/3 .03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.8 kV DESENHO Nº ND.10.Dimensões em milímetros Este lado voltado para fonte o od çã ixa estal f ra d pa r pe ro o Fu olad is 45 0 00 13 1 400 900 500 rN Ve 7 ota rN Ve 8 ota Chapa em "L" de 38x38x4.20.5 mm soldada no perfil "L" o içã ed eM d ixa 6) Ca ota N ra pa Ver i ( Va Detalhe da fixação no piso Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.8 mm Parafuso de Ø13 mm para fixação (chumbado no piso) Chapa de 9.: ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.

Dimensões em milímetros Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso Eletroduto de 3/4" 900 1 400 Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso 500 Eletroduto de 3/4" Eletroduto de 1 1/4" Caixa de passagem com dimensões mínimas de 150x120x60 mm Furo de Ø11 mm para com espelho liso aterramento do suporte 450 38 100 170 450 80 50 80 Ø18 1300 680 1 300 200 80 50 80 80 200 80 240 80 200 80 38 115 170 45 100 21 118 100 45 21 21 102 115 38 21 100 Suporte para TC Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Suporte para TP Norma de Distribuição Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.09.: ND.10.03/1 Folha 2/3 .8 kV DESENHO Nº ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.03/1 de maio/2005 Superintendência de Engenharia e Planejamento ND.20.20.

devendo ser previstos eletrodutos e caixas de passagem com instalação aparente e acessórios para fixação dos TP’s e TC’s. O eletroduto de ∅ 1 ¼” deve ser embutido no piso até a caixa do medidor. 3. Todas as travessas devem ser de chapa de aço de 38x4. Todos as ferragens com perfil em “L” devem ser de 38x38x4. 7.5x25 mm.8 mm. 5. Para a fixação dos transformadores de corrente e de potencial devem ser usados parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9.Notas: 1.5x25 mm e respectiva porca. Os parafusos para fixação das travessas devem ser de cabeça sextavada de ∅ 9.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. utilizando-se parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9.03/1 Folha 3/3 . obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 2.09. 8.20.8 mm e soldadas entre si. Todos os furos corridos (rasgos) devem ser de ∅ 11 mm.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.: ND.20. 9. O suporte deve ser devidamente aterrado.5x38 mm.10. 4. 6. O suporte pode ser construído em alvenaria . Os eletrodutos e as caixas de passagem devem ser fixados sempre do lado oposto ao da fonte de energia e a saída para a caixa do medidor deve ficar apontado para a grade de proteção.8 kV DESENHO Nº ND.

5 mm soldada no perfil "L" diç Me de ) a x i 6 Ca ota ara r N i p (Ve Va ão Detalhe da fixação no piso Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.09.Dimensões em milímetros 50 0 Este lado voltado para fonte 00 15 1 400 900 rN Ve 7 ota 500 ota rN Ve 8 Chapa em "L" de 38x38x4.: Norma de Distribuição ND.04/1 Folha 1/3 .20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34.5 kV DESENHO Nº ND.8 mm Parafuso de Ø13 mm para fixação (chumbado no piso) Chapa de 9.

: Superintendência de Engenharia e Planejamento 80 11 164 80 54 80 163 ND.20 Revisão Data 02 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34.09.5 kV DESENHO Nº ND.04/1 Folha 1/3 1500 18-12-2009 130 164 .Dimensões em milímetros Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso Eletroduto de 3/4" 900 1 400 Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso 500 Eletroduto de 3/4" Eletroduto de 1 1/4" Caixa de passagem com dimensões mínimas de 150x120x60 mm Furo de Ø11 mm para com espelho liso aterramento do suporte 500 38 152 38 38 500 80 130 80 1 500 80 80 54 80 38 100 38 100 21 182 100 38 21 21 66 50 66 100 38 210 Norma de Distribuição 163 164 21 80 210 80 80 130 152 80 Suporte para TC Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Suporte para TP Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.

04/1 Folha 2/3 . obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico. 4.5x38 mm. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. O suporte pode ser construído em alvenaria . utilizando-se parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. O suporte deve ser devidamente aterrado. Os parafusos para fixação das travessas devem ser de cabeça sextavada de ∅ 9. O eletroduto de ∅ 1 ¼” deve ser embutido no piso até a caixa do medidor.20. Todos os furos corridos (rasgos) devem ser de ∅ 11 mm. Todos as ferragens com perfil em “L” devem ser de 38x38x4.5 kV DESENHO Nº ND. devendo ser previstos eletrodutos e caixas de passagem com instalação aparente e acessórios para fixação dos TP’s e TC’s.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34. 3. 2. 9. 5. Para a fixação dos transformadores de corrente e de potencial devem ser usados parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. Todas as travessas devem ser de chapa de aço de 38x4.8 mm.09.8 mm e soldadas entre si. 6. Os eletrodutos e as caixas de passagem devem ser fixados sempre do lado oposto ao da fonte de energia e a saída para a caixa do medidor deve ficar apontado para a grade de proteção.5x25 mm e respectiva porca. 8.Notas: 1. 7.5x25 mm.: Norma de Distribuição ND.

Dimensões em milímetros B 1 800 150 A A B Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 150 Norma de Distribuição ND.20.01/1 Folha 1/3 .: ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.10.11.

11.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.10.01/1 Folha 2/3 .20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.: ND.

01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.11.20.Corte BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.10.01/1 Folha 3/3 .: ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.

02/1 Folha 1/3 .11.20 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 150 150 ND.20.10.: ND.20.Dimensões em milímetros B 1 800 A A B Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

11.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.02/1 Folha 2/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.20.: ND.Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.10.

20.Corte BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.11.02/1 Folha 3/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.10.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. A distância média entre as hastes será de 3.01/1 Folha 1/1 .12. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.: ND. 2. as novas hastes serão colocadas segundo disposição análoga mostrada neste desenho. conforme indicado. Caso seja necessário ampliar a malha de terra.0 m. sendo as mesmas sempre colocadas em caixas de alvenaria.11.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.9 desta Norma.Dimensões em milímetros Cabo de cobre nu seção adequada Detalhe A 260 20 20 250 150 30 A 50 A 300 200 260 Haste de aterramento 50 200 300 50 Detalhe A Corte AA Notas: 1.9.20.

e para utilização no litoral.12.01/1 Folha 1/1 100 A tampa deve ser encaixada por dentro 600 .700 Painel de fixação 80 Dobradiças 200 Vidro 4x230x250 Dispositivo para lacre 100 180 140 180 125 25 até Ø1 ½" 20 25 250 Vista frontal Vista lateral 250 7/8" 50 Solda 50 Vista superior Notas: 1.20.20. 2. As dobradiças devem ser instaladas de modo que impossibilitando a retirada de seus pinos com a porta fechada. 4.: ND. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. com chapa de aço nº 18 MSG galvanizada ou de resina poliéster reforçada com fibra de vidro. 3. 5. A caixa deve ser confeccionada em chapa de aço nº 18 MSG pintada.10. A caixa deve ser construída de forma que fique totalmente inviolável. As cotas indicadas nos desenho medidas são internas e devem ser rigorosamente obedecidas.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Caixa de medição tipo A ND. fiquem embutidas.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. A fixação dos vidros na tampa deve ser feita de modo que permita a sua substituição.

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