Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição
Norma

Revisão 02 – 12/2009 NORMA ND.20

2009 179 páginas .A. Nova América Campinas – SP Tel.ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.br ND.elektro. Diretoria de Operações Superintendência de Engenharia e Planejamento Rua Ary Antenor de Souza. 321 – Jd.br Site: www.: (19) 2122-1000 E-mail: elektro@elektro.com.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Campinas – SP.com.

Aprovações

André Augusto Telles Moreira Superintendente de Engenharia e Planejamento

Antonio Sérgio Casanova Gerente de Expansão e Preservação de Redes

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

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Revisão 02 –12/2009

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

Elaboração Clarice Itokazu Oshiro Emerson Ricardo Furlaneto Juracy Pereira Mamede Julio Cesar Bellan Paulo Couto Gonçalves Valmir Ziolkowski

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ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma. Página 6 Revisão 02 –12/2009 . dos materiais e equipamentos bem como das legislações em vigor. a qualquer tempo e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica.

.................................................................................................4 5........... 28 6.........4 6................................. 18 Ponto de entrega ..... 6..................................................2 5..................................................................................................................................................................................7................................................................1 5............................................................... 33 Página 7 Revisão 02 –12/2009 ................................11 5................. 33 6........................................................6 Subestação da entrada de energia ...... 16 Regulamentação .......9 5........ 28 6............................1 Condições gerais ....................... 3............................................................12 5........... 29 6...................................................................................................................................................................................... 25 6................3 5........................ 15 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO .1 Condições Gerais ............................................................5 Execução da obra............................ 24 Ramal de ligação .......................................................................1........................... 17 Responsabilidade e atribuições profissionais ..................................................................5.......................................2 Apresentação do projeto ...... 13 REFERÊNCIAS NORMATIVAS ............................ 24 Contrato de fornecimento............................ 28 6...................................5 5............. 25 Ramal de entrada .........................................7.................. 18 Unidades consumidoras .....................................................................................6 5................ 11 1....... 21 PROJETO ELÉTRICO ...................................................................................................20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição ÍNDICE CONTROLE DE REVISÕES ................................. 4.......................................................................................................................................................................7 Medição.....................................5 Subestações abrigadas ...........2 Tipos de medição ..................ND.........................................5...............2 Ramal de entrada subterrâneo ........................................1 OBJETIVO ...... 33 6..............................................13 6............................................................................................. 20 Fornecimento de materiais da entrada de serviço....10 5...............................................................1 Ramal de entrada aéreo ....................3 6..................................................2 Localização ......................................... 13 DEFINIÇÕES ........................................6......................... 19 Limites de fornecimento .............1 Consulta preliminar................................................................. 16 Condições não permitidas .......................6....................................................6........................................ 19 Fator de potência ... 19 Geração própria .................................................................................. 21 6..................................4 Características gerais .......................... 26 6...................................................8 5.........7 5................................................................................................................ 5............................. 25 6............... 29 6................6....................................................................................................................................................................................................................2 6....................................................................................................................................................................... 21 6.................. 2.............................................. 5.............. 18 Tensão de fornecimento .............. 20 Laudo de conformidade ....... 21 6...............................6........3 Tipos ........................................................................................................................................................................ 19 Aumento de carga ..................................... 20 CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS ......................................................................................................................................... 17 Suspensão de fornecimento ......................................... 13 CAMPO DE APLICAÇÃO ...................................................................................................................1. 28 6........................

.................................................................. 41 6.......................... 34 Proteção geral ..........................................11 Equipamentos para instalação em regiões de ambiente agressivo .....................................................9...........................ND............ 38 6..........................9 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6............................. 38 6.........................................10 Transformador de potencial ...................8 Proteção contra descargas atmosféricas ...........................................................................................................................10............................................................................ 39 6............. 42 6........ 42 6..4 Proteção contra subtensão ou falta de fase (27) .................10..... 34 Proteção geral de média tensão...10................................................3 Para-raios ................... 39 6................................................8 6..5 Seccionador tripolar ..................................................................................................................................................................................9 Sistema de aterramento ............................................... 40 6.7...............................3 Proteção geral com disjuntor de média tensão .................................................................10................................................ 36 6..............................................................4 Caixas de medição .................... 44 TABELAS .............................................................................. 45 ANEXO.............7 Barramentos . 43 6.10... 36 6....... 44 6.......1 Transformadores .......................................................................9..... 71 Página 8 Revisão 02 –12/2009 ................20 6...............7 Proteção geral de baixa tensão ................................................................................................. 34 6.............................9.......................................9......................................................................9............. 40 6...............8..... 43 6........................................................................9 Transformador de corrente para proteção ...............................................9.....................................................................................................9................... 59 DESENHOS ................... 38 6..... 43 6............2 Equipamento de medição ............................................................................................5 Proteção contra inversão de fases (47) ...............1 Generalidades ..................................................................6 Proteção contra sobretensões (59) .................................... 41 6.......................... 41 6....................................................................10 Equipamentos e acessórios .2 Subestação unitária com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA.........................10.....10....10.............................................................9.....................................................................................................................................3 Instalação ...........................1 Posto de transformação ao tempo com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA ...... 34 6......7...........................................10............................................ 36 6............................ 36 6................................................9...........4 Chave fusível ..............................................................................6 Disjuntor ........................................... 38 6.................................................................10.................8 Buchas de passagem.....................................................10................................................

.............. ND.... proteção e transformação .......................................................................20.........05/1 Subestação abrigada de medição.02/1 Ramal de entrada subterrâneo (cabos unipolares).............20......................Medição em AT....................02/1 Posto de transformação em poste – 13..03..............20..................04.................. ND...........20.... proteção e transformação – Entrada subterrânea ................20..............................................20... ND.....20...05. ND.. ND............ ND......................20.......20......Medição em AT......................06/1 Subestação abrigada de medição............5 kV (medição direta).. ND.01.........Medição em BT................ ND.01/1 Detalhes construtivos em subestações ..........................5 kV (medição indireta).............. ND....................04/1 Caixa de passagem......................Entrada aérea ...... ND................20.............ND......................01/1 Posto de transformação em poste – 34...............03.04.....20.......................02........20....... ND............20.........03.....................20................20. ND........................07/1 Conjunto blindado para medição e proteção em AT...........Transformador auxiliar antes do disjuntor................................20............... ND...02/1 Banco de dutos diretamente enterrados..........01/1 Subestação ao tempo acima de 300 kVA ...............07.05.....20..03..02/1 Instalação de chaves seccionadoras ...04.................20..05...Entrada aérea .......02/1 Subestação abrigada de medição e proteção .............. ND.......................................Entrada subterrânea ...Posição horizontal (poste particular)..............................04/1 Subestação abrigada de medição...............20....03/1 Posto de transformação em poste – 34....01/1 Ramal de entrada subterrâneo (cabo tripolar)......08......Entrada subterrânea ..........05........ ND................................05.............. ND......... ND...05....................................03/1 Subestação abrigada de medição e proteção .....Posição inclinada (poste particular)...................................01/1 Instalação de chaves seccionadoras .. ND..........Entrada aérea Medição em AT..20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição ÍNDICE DE DESENHOS Elementos da entrada de serviço.....................01....08..20.03..........01/1 Subestação abrigada de transformação ...03.........02......... ND.. ND.......................20...01/1 Disposição da entrada de serviço..........04/1 Subestação abrigada de transformação ...Medição em BT............... ND.....Entrada aérea Medição em AT .....Medição em AT....8 kV (medição direta).......................05...05/1 Tampa para caixa de passagem...03/1 Banco de dutos envelopados em concreto................................ ND...........Instalação de para-raios..................04........ proteção e transformação ...................8 kV (medição indireta)...............06/1 Posto de transformação em poste – 13............01/1 Detalhes construtivos em subestações .....20..... ND......Fixação da cadeia de isoladores................Entrada aérea........................20......................20....... ND............................06......................................02/1 Página 9 Revisão 02 –12/2009 ... ND...................20.

.........20.................. ND....................09.....................20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Detalhes construtivos em subestações .....................................Sistema de aterramento.............20........... ND.........08.......... ND.......12............01/1 Suporte para terminais poliméricos..........................20..20......02/1 Subestações abrigadas .......04/1 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares........08...................Medição em AT – 34......... ND.03/1 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente ............5 kV..................02/1 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente ........10..........20.....Interligação do neutro................8 kV.... para-raios e chaves fusíveis.............................20....09...01/1 Página 10 Revisão 02 –12/2009 .......................Dispositivo para drenagem de óleo....01/1 Caixa de medição tipo A...................................11.20.....04/1 Suporte para isolador pedestal.............. ND............ ND. ND...03/1 Detalhes construtivos em subestações .................01/1 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária............. ND.....10............20................... ND........20........Medição em AT – 13........09..09.......................ND..20..... ND............

5 kV. − Editoração de acordo com o modelo F-SGQ-010. − Inclusão de diretrizes para projetos na tensão de 34.20 Revisão Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição CONTROLE DE REVISÕES Data Descrição − Revisão e atualização do documento para atender as diretrizes do Sistema de Gestão da Qualidade.ND. 02 18-12-2009 Página 11 Revisão 02 –12/2009 .

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 12 Revisão 02 –12/2009 .

1 Consumidor Pessoa física ou jurídica. permanentes ou em caráter provisório. desde que as condições técnicas permitam e estejam em bom estado de conservação. 3. na área de concessão da ELEKTRO Eletricidade e Serviços S. equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede primária da concessionária e o posto ou subestação abrigada de medição. inclusive. OBJETIVO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Esta norma tem por objetivo estabelecer as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica às unidades consumidoras atendidas através de redes aéreas de distribuição nas tensões nominais de 13.ND. reformas ou ampliações de instalações existentes. com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. legalmente representada.8 e 34. No caso excepcional em que tal dispositivo se encontre antes da medição.2 Unidade consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizados pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega.3 Ponto de entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações elétricas da unidade consumidora. 3. Página 13 Revisão 02 –12/2009 . podem ser mantidas. .Fornecimento em grosso para fins de revenda.4 Origem da instalação Nas instalações alimentadas diretamente por rede de distribuição da ELEKTRO em média tensão. em todas as instalações novas. que solicitar à concessionária o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das contas e pelas demais obrigações legais. a origem corresponde aos terminais de saída do transformador de instrumento de medição. 3.A.Instalações especiais. Excluem-se desta norma: . 3. 2.5 Entrada de serviço Condutores. ou comunhão de fato ou de direito. que são regulamentados por legislação específica. caracterizando-se como o limite de responsabilidade de fornecimento. 3. As instalações existentes executadas de acordo com as normas anteriores. como minas e outros semelhantes. corresponde aos terminais de saída do dispositivo geral de comando e proteção. DEFINIÇÕES 3.20 1.5 kV. regulamentares e contratuais. CAMPO DE APLICAÇÃO É exigido o cumprimento desta norma no projeto e execução das instalações de média tensão. a partir do ponto de entrega até a origem da instalação. proteção e/ou transformação.

acessórios e equipamentos compreendidos entre o ponto de entrega e o ponto de medição. destinado à instalação de equipamentos e seus acessórios com a função de medição. manobra e transformação de grandezas elétricas. 3. podendo ser de instalação interna ou externa. 3.11 Posto de transformação Estrutura em poste ou plataforma.ND. estando os equipamentos instalados ao tempo.12 Subestação abrigada Recinto fechado destinado à instalação do conjunto de equipamentos e seus acessórios com as funções de medição. 3. proteção e/ou transformação. 3. 3. inclusive. medição. 3. 3. autosuportável.10 Posto Local destinado à instalação do conjunto de equipamentos e seus acessórios com as funções de medição.7 Ramal de entrada Condutores.8 Limites de propriedade Demarcações que separam a propriedade do consumidor com a via pública e terrenos adjacentes de propriedade de terceiros. proteção e/ou transformação. durante um intervalo de tempo especificado.13 Subestação unitária Subestação que possui e/ou alimenta apenas um único transformador. proteção e transformação. podendo situar-se em local isolado ou fazer parte da própria edificação. 3. proteção e/ou transformação. destinada à instalação do equipamento de transformação e seus acessórios. no alinhamento designado pelos poderes públicos.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3. 3. em invólucro metálico. 3. solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora.6 Ramal de ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega.14 Conjunto blindado Unidade estrutural do conjunto de manobra e controle. condutores e acessórios destinados a proteção.9 Subestação Parte das instalações elétricas da unidade consumidora em média tensão que agrupa os equipamentos.16 Demanda Média das potências elétricas ativas ou reativas. em poste ou plataforma. Página 14 Revisão 02 –12/2009 .15 Carga instalada Soma das potências nominais de equipamentos elétricos de mesma espécie instalados na unidade consumidora e em condições de entrar em funcionamento.

• ABNT NBR 5356-3 . 3.18 Fator de carga Razão entre a demanda média e a demanda máxima de uma unidade consumidora.21 Medições indiretas Medições nas quais a tensão de alimentação e/ou a corrente de carga são ligadas aos terminais dos medidores.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3. 3.Transformadores de potência .Parte 5: Capacidade de resistir a curtos-circuitos. • ABNT NBR 5410 . com revestimento protetor e rosca BSP .Guia para instalação e operação de capacitores de potência. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 4. ensaios dielétricos e espaçamentos externos em ar. • ABNT NBR 5413 . • ABNT NBR 5356-4 .22 Tensão nominal É o valor eficaz da tensão pelo qual o sistema é designado. • ABNT NBR 5356-2 .Instalações elétricas de baixa tensão.Eletroduto de aço-carbono e acessórios.Requisitos • ABNT NBR IEC 62271-100 .1 Normas da ABNT • ABNT NBR 5060 . são aplicadas diretamente aos terminais dos medidores. ocorrida no mesmo intervalo de tempo especificado. • ABNT NBR IEC 62271-102 .Parte 3: Níveis de isolamento.19 Fator de potência Razão entre a potência ativa e a raiz quadrada das soma dos quadrados das potências ativa e reativa.Equipamentos de alta-tensão . 3. • ABNT NBR 5356-5 .Parte 102: Seccionadores e chaves de aterramento.Parte 4: Guia para ensaio de impulso atmosférico e de manobra para transformadores e reatores.Parte 2: Aquecimento.Parte 100: Disjuntores de alta-tensão de corrente alternada.Transformadores de potência . 3. 3.17 Fator de demanda Razão entre a demanda máxima num intervalo de tempo especificado e a carga instalada na unidade consumidora. Página 15 Revisão 02 –12/2009 . 4. • ABNT NBR 5356-1 .Transformadores de potência .ND.20 Medições diretas Medições de energia elétrica nas quais tanto a tensão de alimentação quanto a corrente de carga.Transformadores de potência . • ABNT NBR 5440 -Transformadores para redes aéreas de distribuição – padronização. • ABNT NBR 5598 .Equipamentos de alta-tensão . através de transformadores para instrumentos (Transformador de Corrente e/ou Transformador de Potencial).Parte 1: Generalidades. consumidas num mesmo período especificado.Transformadores de potência .Iluminância de interiores.

b) As instalações elétricas a partir da origem da instalação devem estar em conformidade com as normas ABNT NBR 14039 e ABNT NBR 5410.Conjunto de manobra e controle de alta-tensão .Projetos de redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica.Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus.Materiais e equipamentos para redes aéreas de distribuição de energia elétrica. • ND. • ABNT NBR 15688 .Redes protegidas compactas – critérios para projetos e padronização de estruturas. 4. não transferem a responsabilidade técnica a ELEKTRO quanto ao projeto e execução das mesmas.Parte 200: Conjunto de manobra e controle de alta-tensão em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até e inclusive 52 kV. • ABNT NBR 15751 – Sistemas de aterramento de subestações – Requisitos. • ND. Página 16 Revisão 02 –12/2009 . c) Os trabalhos nas instalações elétricas devem ser realizados de acordo com os requisitos e condições estabelecidos nas normas e regulamentações específicas.2 Normas da ELEKTRO: • ND.25 . • ABNT NBR 8124 -Chaves fusíveis de distribuição.02 .Estruturas para redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica.Estruturas para redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica.2 kV. 5. • ABNT NBR 14039 -Instalações elétricas de média tensão de 1.78 – Proteção de redes aéreas de distribuição. • ND.21 . d) A liberação do projeto pela ELEKTRO para execução.22 . CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 5.ND.01 .5 kV. e) As vistorias porventura efetuadas pela ELEKTRO nas instalações internas da unidade consumidora não implicam em responsabilidade desta por danos que sobrevierem a pessoas ou bens resultantes de seu uso.Projetos de redes aéreas isoladas e protegidas de distribuição de energia elétrica. bem como o atendimento ao pedido de ligação e as vistorias efetuadas na entrada de serviço. • ND. • ABNT NBR 15749 – Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície do solo em sistemas de aterramento.07 . • ND.Estruturas para redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica em 34.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • ABNT NBR IEC 62271-200 .Estruturas para redes aéreas isoladas de distribuição de energia elétrica. • ND. • ABNT NBR 10295 -Transformadores de potência secos.1 Regulamentação a) A ligação pela ELEKTRO das instalações fica condicionada ao cumprimento das disposições desta norma e das normas complementares aplicáveis da ABNT e da ELEKTRO.Projetos de redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica.03 . • ND. • ND. Esta responsabilidade é do(s) profissional(is) que o elaborou e/ou executou. • ND.12 .04 .0 kV a 36.

h) O consumidor é responsável pelo zelo do ramal de entrada. bem como a propriedade usufruto de terceiros. Os casos excepcionais serão analisados pela ELEKTRO. g) A ELEKTRO inspecionará periodicamente todos os equipamentos que lhe pertençam e estejam instalados na unidade consumidora. Página 17 Revisão 02 –12/2009 . c) Não é permitida uma medição única para mais de uma unidade consumidora. d) Não é permitida a ligação de unidades consumidoras em imóveis sem delimitação definida e que não estejam devidamente identificadas pelo Poder Público. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. infração às normas ou nas situações previstas na legislação vigente. tenham decorrido do uso da carga provocadora das irregularidades. devendo o consumidor assegurar o livre acesso dos funcionários aos locais em que estejam instalados os referidos equipamentos. e O ressarcimento à concessionária de indenizações por danos acarretados a outros consumidores. i) O consumidor deve permitir. referentes ao funcionamento dos equipamentos e da instalação. que reserva o direito de tratar somente com o responsável técnico pelo projeto e/ou construção. j) De acordo com a legislação em vigor.3 Suspensão de fornecimento A ELEKTRO suspenderá o fornecimento de energia elétrica quando apurar que esteja ocorrendo por parte do consumidor. f) Não é permitido qualquer tipo de construção sob as redes aéreas. II. sendo que o acesso a este(s) somente é permitido à ELEKTRO. b) Não é permitido qualquer tipo de interligação entre instalações elétricas de unidades consumidoras diferentes. A instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora. k) Os casos técnicos omissos ou duvidosos serão resolvidos em comum acordo com a ELEKTRO. destinadas a correção dos efeitos desses distúrbios. sob pena de suspensão do fornecimento. carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores. o livre acesso dos representantes da ELEKTRO. com prazos pactuados e/ou o pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico da concessionária. proteção e do(s) equipamento(s) mantido(s) sob lacre. que. é facultado a ELEKTRO exigir desse consumidor o cumprimento das seguintes obrigações: I. devidamente identificados. 5.2 Condições não permitidas a) Não é permitida a ligação de mais de um ponto de entrega numa mesma propriedade. medição. e) Não é permitida a extensão das instalações elétricas além dos limites da propriedade do consumidor. às instalações elétricas de sua propriedade. comprovadamente. mesmo que o fornecimento seja gratuito. 5. a qualquer tempo. à revelia da concessionária. se o consumidor utilizar na unidade consumidora.ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição f) As instalações existentes que estiverem em desacordo com as normas e padrões da ELEKTRO ou com as normas da ABNT e que ofereçam riscos à segurança devem ser reformadas ou substituídas dentro do prazo estabelecido pela ELEKTRO.

• Em área servida por rede aérea.20. • Carteira de Registro no CREA do(s) profissional(is) responsável(is) (cópia e original. o ponto de entrega situar-se-á no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária.02/1. quando solicitado). havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal subterrâneo. observadas as condições estabelecidas na legislação e regulamentos aplicáveis. b) Todos os projetos de média tensão encaminhados a ELEKTRO devem estar acompanhados de: • ART – Anotação de Responsabilidade Técnica do CREA.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 5.6 Unidades consumidoras a) A unidade consumidora caracteriza-se pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega. o ponto de entrega pode situar-se dentro do imóvel em que se localizar a unidade consumidora. bem como a sua operação e manutenção. c) Para os serviços executados por Empresas. 5. • Havendo conveniência técnica e observados os padrões da ELEKTRO. conforme regulamentações do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia. Página 18 Revisão 02 –12/2009 . também.5 Ponto de entrega a) O ponto de entrega deve situar-se no limite da via pública com o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. submetendo à análise e aprovação da ELEKTRO. no mesmo local pode ser feito desde que justificada a necessidade da subdivisão. deve ser apresentada. b) O atendimento a mais de uma unidade consumidora. b) Até o ponto de entrega de energia é de responsabilidade da ELEKTRO adotar todas as providências com vistas a viabilizar o fornecimento de energia elétrica.4 Responsabilidade e atribuições profissionais a) Os projetos elétricos devem ser elaborados e assinados por profissionais habilitados. a cópia da Certidão de Registro no CREA. por ter medição individualizada e corresponder às instalações de um único consumidor. de um mesmo consumidor. o ponto de entrega situarse-á na estrutura inicial desta linha.01.20. devidamente preenchida e autenticada. constando o nome do(s) profissional(is) responsável(is). 5. Arquitetura e Agronomia e do CREA – Conselho Regional de Engenharia. • Quando se tratar de rede de propriedade do consumidor.01. c) As localizações do ponto de entrega para os diversos tipos de entradas de instalações consumidoras em média tensão estão ilustradas nos desenhos ND. Arquitetura e Agronomia. ressalvados os seguintes casos: • Havendo uma ou mais propriedades entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. • Visto do CREA do estado onde será realizado o serviço (quando aplicável). o ponto de entrega situar-se-á na conexão deste ramal com a rede aérea.01/1 e ND.ND. e que os circuitos internos de cada unidade consumidora sejam independentes e indicados no projeto a impossibilidade de interligações entre esses circuitos.

decorrentes de aumentos de carga e/ou alteração de suas características. a partir da rede aérea.9 Aumento de carga a) Qualquer aumento de carga e/ou alteração de suas características na unidade consumidora.8 kV ou 34. Página 19 Revisão 02 –12/2009 . recomenda-se a adoção de uma das medidas a seguir: • Instalar um dispositivo de reversão. Em ambos os casos.5 kV. com detalhes de intertravamento e das proteções. 60 Hz. em um só ponto de entrega. 5.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 5. 5. a ELEKTRO fica desobrigada de garantir a qualidade e a continuidade do fornecimento. Nas instalações com o neutro do sistema elétrico da ELEKTRO interligado com o neutro das instalações da unidade consumidora. b) O consumidor será responsabilizado por danos causados aos equipamentos de medição ou à rede de distribuição. • Havendo conveniência técnica e econômica para o sistema elétrico da ELEKTRO. c) A ELEKTRO pode estabelecer a tensão de fornecimento sem observar os limites acima. para alternar o fornecimento de energia através do circuito alimentado pelo sistema da ELEKTRO e pelo gerador particular.7 Tensão de fornecimento O fornecimento em tensão primária de distribuição a uma unidade consumidora é feito em 13. realizados à revelia da ELEKTRO. Para evitar o paralelismo. 5. a chave reversora deve possibilitar o seccionamento das fases e do neutro. contendo: • Diagrama unifilar elétrico e funcional. o neutro do circuito alimentado pelo gerador particular deve ser independente do neutro do sistema da ELEKTRO.10 Geração própria a) Não é permitido o paralelismo de geradores particulares com o sistema de fornecimento de energia da ELEKTRO. não acarretar prejuízo ao interessado. deve ser submetido à apreciação prévia da ELEKTRO.ND. se vier a prejudicar o atendimento a outras unidades consumidoras. • Construir um circuito alimentado exclusivamente pelo gerador particular independente dos circuitos da instalação normal. b) Para a instalação do sistema de geração própria. b) O atendimento a unidade consumidora com demanda superior a 2 500 kW pode ser feita em tensão primária de distribuição. para verificação da viabilidade e das condições técnicas de atendimento.8 Limites de fornecimento a) O fornecimento é feito em tensão primária de distribuição quando a carga instalada da unidade consumidora for superior a 75 kW e a demanda contratada ou estimada pelo interessado para o fornecimento for igual ou inferior a 2 500 kW. podendo inclusive suspendê-lo. c) Em caso de inobservância pelo consumidor do disposto acima. na forma da legislação vigente. o interessado deve apresentar projeto elétrico para aprovação da ELEKTRO. quando a unidade consumidora incluir-se em um dos seguintes casos: • Tiver equipamento que. pelas suas características de funcionamento ou potência. de acionamento manual ou elétrico com intertravamento mecânico e elétrico. desde que haja disponibilidade de energia no sistema de distribuição local e não acarretar prejuízo ao interessado. possa prejudicar a qualidade do fornecimento a outros consumidores.

chaves seccionadoras. condutores. equipamentos para correção do fator de potência. juntamente com essas cargas.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • Características do gerador. 5. adequadas à interrupção das correntes capacitivas previstas. etc. junto às cargas com baixo fator de potência.11 Fator de potência a) O consumidor deve manter o fator de potência. tais como. transformadores. a ELEKTRO efetuará o faturamento do consumo de energia e da demanda de potência reativa excedentes. b) Os demais materiais e equipamentos da entrada de serviço.ND. • Características do dispositivo de reversão. d) Quando os capacitores forem instalados no circuito de entrada de energia em baixa tensão. Neste caso. c) Para a correção do fator de potência é recomendada a instalação de capacitores no circuito de baixa tensão. quando da solicitação de vistoria. elos fusíveis e ferragens são fornecidos pelo consumidor e devem estar de acordo com a padronização da ELEKTRO. conduzidos por área específica da ELEKTRO. através das chaves ou disjuntores existentes. Neste caso. • As solicitações de paralelismo momentâneo ou contínuo da geração própria com o fornecimento da ELEKTRO devem ser objeto de consulta prévia para análises e definições de procedimentos exclusivos. O banco de capacitores deve ter ligações em delta ou estrela flutuante (neutro não aterrado). e) É permitida a instalação de capacitores na média tensão quando a medição for também na média tensão. calculados de acordo com a Legislação. chaves fusíveis. se necessário.12 Fornecimento de materiais da entrada de serviço a) O ramal de ligação (incluindo a estrutura de derivação do ramal primário e os condutores) e os equipamentos e acessórios para medição de energia elétrica (medidores. chaves de aferição. Página 20 Revisão 02 –12/2009 . 5. b) Sendo constatado nas suas instalações um fator de potência inferior ao valor de referência estabelecido na Legislação em vigor. a proteção deve ser feita por meio de disjuntor ou seccionador com fusíveis adequados para interromper as correntes capacitivas previstas. para-raios. a proteção deve ser feita por chaves fusíveis com abertura sob carga. indutivo ou capacitivo de sua instalação o mais próximo possível da unidade. postes. os capacitores são acionados. uma cópia do Laudo de Conformidade das instalações com a ABNT NBR 14039 e a respectiva ART do profissional responsável pelo Laudo. f) A instalação do banco de capacitores deve ser feita conforme recomendações do fabricante e estar de acordo com a ABNT NBR 5060. isoladores.) são fornecidos e instalados pela ELEKTRO. instalando. cruzetas. transformadores de corrente e de potencial. 5.13 Laudo de conformidade Deve ser apresentada.

o interessado deve entrar em contato com a ELEKTRO. 6. ou seja.alteração de contrato de demanda decorrente da inserção ou alteração de cargas.2 Memorial descritivo Memorial descritivo com os elementos necessários à completa interpretação do projeto.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. . 6. retorno a um patamar de demanda anteriormente contratado e efetivamente utilizado. CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS 6.religação de consumidor desativado.1.1 Consulta preliminar Antes de iniciar a elaboração do projeto da entrada de serviço. conforme orientação a seguir: • ND. . pela ELEKTRO.20-F-001 .20-F-002 .aumento do fator de utilização de cargas anteriormente informadas à ELEKTRO nos processos de ligação e aditamentos contratuais desta unidade consumidora.2. Página 21 Revisão 02 –12/2009 . • ND. em 1 (uma) via.2 Apresentação do projeto Após a análise da Consulta Preliminar e definida.Informações para fornecimento de energia elétrica para aumento de demanda e inserção de novas cargas Aplicável as solicitações referentes à: . • ND. pode ser elaborado o projeto definitivo.Informações para fornecimento de energia elétrica para aumento de demanda devido à recuperação de demanda Aplicável às solicitações das unidades consumidoras decorrente de: .consulta de acesso.1. a viabilidade e as condições do atendimento.ND. conforme modelo do ND. relação dos documentos anexados.20-F-004.1. devidamente preenchido. Todo processo deve conter os seguintes documentos: 6.recuperação de demanda. nome. contendo: designação e endereço da instalação consumidora a ser ligada. . endereço e telefone do proprietário e do responsável técnico e a data prevista para energização. Observar que ao informar à ELEKTRO da condição de recuperação de demanda e/ou aumento do fator de utilização.1.Informações para fornecimento de energia elétrica para ligação nova e religação sem aumento de demanda Aplicável as solicitações referentes: . fica atestado pelo consumidor que não houve nenhuma alteração das instalações elétricas e nem inserção ou alteração de cargas desde a última solicitação aprovada pela ELEKTRO.2.ampliação/alteração das instalações existentes. • Condições gerais sobre normas técnicas seguidas para o projeto e as que devem ser observadas na execução das instalações. em 3 (três) vias assinadas pelo responsável técnico pelo projeto.1 PROJETO ELÉTRICO 6. o formulário aplicável à solicitação.20-F-003 . contendo: • Objetivo ou finalidade do projeto e da instalação.ligação de novo consumidor ou nova unidade consumidora.1 Carta de apresentação Carta de apresentação do projeto. visando obter as orientações a respeito das condições de fornecimento de energia e apresentar. .

• Condições específicas sobre pontos de realce ou de caráter especial do projeto da entrada. com indicação das bitolas dos condutores. proteção e transformação.1.1. Na Tabela 1 são apresentadas as potências de aparelhos condicionadores de ar e nas Tabela 2 e Tabela 3.ND.3 Desenhos Desenhos das plantas. etc. conexões. Devem ser consideradas as potências nominais indicadas pelos fabricantes nos manuais ou placas de identificação dos aparelhos ou equipamentos. cabos e acessórios. 6.2. considerando todas as cargas e seu regime mais severo de funcionamento contínuo. Esse valor deve ser utilizado Página 22 Revisão 02 –12/2009 . ventilação (natural ou forçada). apresentando: • desenho da quadra onde se localiza o imóvel com os nomes das ruas e/ou avenidas delimitantes. 6. cortes e vistas. distâncias. b) Planta de localização dos pontos de medição. • localização do poste e tipo de estrutura da rede de distribuição da ELEKTRO mais próximo da propriedade. e) Malha de terra. em folhas de formatos padronizados pela ABNT com um espaço reservado para carimbo da ELEKTRO. • Regime de trabalho. demandas mensais previstas e previsão de consumo em kWh. • Acréscimos de carga instalada previstos para os (três) primeiros anos. os valores das potências médias dos motores elétricos monofásicos e trifásicos. proteção e transformação na propriedade do consumidor.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • Procedimentos e recomendações técnicas para a operação das instalações. condutores de aterramento. d) Diagrama unifilar da média e baixa tensão. hastes.4 Carga instalada Relação das cargas indicando as quantidades e as potências em kVA ou kW. • indicação do ponto de entrega. Esses dados podem ser utilizados quando não forem disponíveis as potências reais. na escala de 1:25 ou 1:10.. • distâncias de localização dos limites da propriedade na quadra e de localização do imóvel na propriedade. c) Plantas. espaço de manobra. definido em conjunto com a ELEKTRO. 6. vistas e cortes das instalações de medição. proteção e transformação.1. bem como a previsão de futuros aumentos de carga. indicando os detalhes dos eletrodos.2. • Cronograma de execução do projeto da entrada e a data prevista para início de operação. etc. aterramento. da instalação e das cargas. potências e fatores de potência das cargas. em 3 (três) vias assinadas pelo responsável técnico contendo o nome por extenso e o número ou visto do CREA. etc. fator de potência e a tensão de funcionamento de todos os aparelhos e equipamentos elétricos a serem instalados.5 Cálculo da demanda Memória de cálculo da demanda máxima provável em kVA da instalação.2. com indicação precisa da instalação dos equipamentos de medição. Devem constar dos projetos os seguintes desenhos: a) Planta de localização do imóvel. dispositivos de proteção.

ND.9. . contendo as seguintes documentações: • Diagrama unifilar. • Tipo e característica das fontes auxiliares.9.ponto da corrente transitória de magnetização dos transformadores considerando a pior situação operativa da planta. • Todas as condições de segurança foram atendidas.20 6. Projeto da proteção das instalações da unidade consumidora Quando a proteção de média tensão for feita por disjuntor. TP’s. contendo: . • Catálogos ou manuais técnicos dos relés.2. • Dimensionamento dos TC’s e TP’s de proteção. • Cálculo dos ajustes das proteções. • Não existe nenhuma possibilidade de transferência de potenciais da área ocupada pela malha de aterramento para outros pontos.1.7 Termo de responsabilidade pelo sistema de aterramento O Termo de responsabilidade assinado pelo responsável técnico pelo sistema de aterramento da subestação deve conter as seguintes informações: • O projeto de aterramento está de acordo com as orientações do item 6. relés com suas respectivas funções. • ART do responsável pelo projeto da proteção. sendo que a dissipação da corrente de falta não provocará o aparecimento de potenciais de passo e toque perigosos para pessoas e animais.1. 6.9 e foi elaborado conforme recomenda a norma ABNT NBR 15751. • Dados de partida do maior motor com seu dispositivo de partida. chaves.3. deve ser apresentado um projeto da proteção de acordo com os critérios e exigências previstos no item 6. disjuntor. • Cálculo das correntes de magnetização dos transformadores.a proteção da ELEKTRO e da instalação definidos no projeto da proteção. etc. corrente e tempo de partida esperado. Página 23 Revisão 02 –12/2009 .2.ponto indicando a corrente de carga máxima acrescida da corrente de partida do maior motor x tempo de partida do mesmo motor. Caso o responsável seja o mesmo pelo projeto elétrico pode ser apresentada uma única ART desde que esteja discriminado também a responsabilidade pelo projeto de aterramento. Caso o responsável seja o mesmo pelo projeto elétrico da instalação pode ser apresentada uma única ART desde que esteja discriminado também a responsabilidade pelo projeto da proteção. • Potência instalada e demanda máxima. • O sistema de aterramento é considerado seguro para quaisquer condições de defeito.). • Diagrama funcional com detalhes da lógica de atuação da proteção. . • Gráfico tempo x corrente em escala bi-log.. • Valores das correntes de curto-circuito no ponto de derivação da rede fornecidos pela ELEKTRO. Juntamente com o termo de responsabilidade deve ser fornecida a cópia da ART do responsável pelo projeto de aterramento. indicando a localização dos principais componentes (TC’s.6 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição para o dimensionamento dos componentes da entrada da instalação e para os cálculos dos ajustes da proteção. • Diagrama trifilar de ligação.

endereço e número do documento de identidade.1. a ELEKTRO poderá solicitar o projeto de aterramento para análise específica. Caso não venha a ser executado dentro desse prazo. de acordo com os critérios e legislações vigentes. Se.ND.20-F-005 – Modelo de Termo de Compromisso de ocupação de poste da ELEKTRO.8 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Nota: caso julgue necessário.2. A ELEKTRO se reserva ao direito de não efetuar a ligação caso a referida licença não seja apresentada quando do pedido de inspeção. 6. de acordo com a norma ABNT NBR 5356-1 ou ABNT NBR 10295. 6.2. 6. com indicação do nome completo. Relação de materiais Relação de materiais contendo.2 Execução da obra A execução da obra deve obedecer aos requisitos técnicos estabelecidos nesta norma e estar de acordo com o projeto aprovado pela ELEKTRO.10 Licença ambiental Apresentação de licença emitida por órgão responsável pela preservação do meio ambiente caso exerça atividade classificada como poluente. em 3 (três) vias assinadas pelo proprietário. Os modelos dos termos de compromissos estão apresentados nos formulários: • ND. a vistoria da execução da obra será feita somente após o envio da via de recolhimento da ART do(s) responsável(is) técnico(s) pela execução do(s) mesmo(s). e o diagrama de ligação do mesmo.12 Anotação de responsabilidade técnica – ART Deve ser fornecida uma via de cada registro de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART do CREA referente aos serviços a serem prestados (projeto ou projeto e execução das instalações elétricas. de forma clara e precisa.2.2.3 Contrato de fornecimento A ELEKTRO orientará quanto aos documentos para a elaboração do contrato de fornecimento de energia elétrica.20-F-006 – Modelo de Termo de Compromisso de manutenção das instalações.1. 6. as especificações a serem utilizadas para aquisição de materiais e equipamentos da entrada da instalação. contendo o nome por extenso e o visto do responsável técnico e respectivo número no CREA. o projeto deve ser submetido à nova análise pela ELEKTRO.1.1. verificar-se a necessidade de execução de obras e/ou eventuais alterações no sistema elétrico da ELEKTRO. da proteção e do aterramento).1. o início Página 24 Revisão 02 –12/2009 . • ND. 6.9 Relatório de ensaio do transformador Relatório de ensaio de rotina do transformador. Caso o responsável por todos os projetos seja o mesmo pode ser registrada uma única ART desde que estejam discriminados todos os serviços a serem prestados.11 Termos de compromisso Devem acompanhar os projetos. quando necessário. os termos de compromissos.20 6. O prazo de validade para a execução do projeto é de 6 (seis) meses após a sua aprovação. após análise do projeto apresentado pelo consumidor. Nota: caso conste a ART do responsável(is) técnico(s) ou firma(s) responsável(is) somente pelo(s) projeto(s).2. 6.

c) Para postos de transformação ou subestações abrigadas de medição. sacadas. telhados. pela parte frontal da edificação. proteção e transformação. preferencialmente. e) Deve ser instalado de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas medidas na vertical. 6. b) Em subestações abrigadas de medição. escadas. proteção e/ou transformação localizadas a menos de 50 m da estrutura de derivação da rede e for dispensável a instalação do poste particular. neste poste. o ponto de entrega é na fixação dos condutores do ramal de ligação na subestação. medido do poste de derivação na rede até o ponto de entrega. b) O ramal de ligação deve derivar do poste da rede de distribuição determinado pela ELEKTRO. Nos casos de travessias sobre rodovias e ferrovias devem ser observadas as prescrições das Normas Brasileiras e normas específicas dos órgãos responsáveis. e) Devem ser evitadas emendas nos condutores do ramal de entrada. entre o condutor inferior e o solo no ponto de maior proximidade: • vias exclusivas de pedestre: 5.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição da obra está vinculada ao pagamento da participação financeira do consumidor e a assinatura do contrato de fornecimento. d) Havendo a necessidade de construção de um ramal que passe por propriedade(s) de terceiro(s) para a alimentação da instalação. devendo ser obedecidos os afastamentos mínimos estabelecidos na ABNT NBR 15688 e normas ND.ND. devem ser apresentados o projeto do ramal e a(s) respectiva(s) autorização(ões) de passagem(s). instalando. Passando sobre cercas.50 m. um conjunto de seccionadores unipolares tipo faca. g) O ramal de ligação não deve ser acessível de janelas.02. etc.. instalado e mantido pela ELEKTRO.03 ou ND.4. 6. áreas adjacentes. f). deve ser instalado um poste particular o mais próximo possível da divisa do terreno. conforme desenho ND.5 Ramal de entrada 6. h) Não é permitida emenda nos condutores do ramal de ligação.20. operação e a manutenção do ramal de entrada aéreo são de responsabilidade do consumidor e devem obedecer as condições estabelecidas nos subitens: e).5.4 Ramal de ligação a) O ramal de ligação das unidades consumidoras atendidas pela rede aérea em tensão primária de distribuição deve ser aéreo. e quando necessárias devem ser feitas nos trechos em que os cabos não estejam sujeitos a esforços mecânicos. g) e h) do item 6. localizados a mais de 50 m da estrutura de derivação da rede. estas devem ser seccionadas e aterradas de acordo com as normas ND. ND. • entradas de prédios e demais locais de uso restrito a veículos: 6.01. c) A entrada na propriedade do consumidor deve ser. Página 25 Revisão 02 –12/2009 .01/1 folhas 3/5 e 5/5.07 e ND. d) O vão máximo permitido é de 50 m. • ruas e avenidas: 6.1 Ramal de entrada aéreo a) A construção.04.12 da ELEKTRO.0 m. f) Os condutores do ramal de ligação não devem passar sobre edificações e construções e nem sobre terreno de terceiros.0 m.

o consumidor deve apresentar um termo de compromisso de ocupação de poste. 12 vezes o seu diâmetro externo. Quando instalado. próprios para instalação em locais não abrigados e sujeitos à umidade. preferencialmente.20-F-005.80 x 1. l) Os cabos isolados devem ser instalados de modo que a curvatura dos cabos seja de. no mínimo. o consumidor deve apresentar as autorizações obtidas junto aos órgãos públicos.80 x 0. A autorização para ocupação do poste da rede aérea para derivação do ramal subterrâneo fica a critério da ELEKTRO.2 Ramal de entrada subterrâneo a) A construção. medido do poste de derivação na rede até a subestação. b) O ramal de entrada subterrâneo deve partir. nos pontos com ângulos iguais ou superiores a 30º devem ser previstas caixas de passagens com dimensões internas Página 26 Revisão 02 –12/2009 . A derivação do ramal subterrâneo na rede primária deve ser executada conforme desenhos ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.03.20. k) Junto ao poste de transição deve ser prevista uma caixa de passagem com dimensões internas mínimas de 0. e) Não é recomendada a travessia do ramal de entrada subterrâneo sob vias públicas.03. Os dutos devem ter diâmetro nominal mínimo de 100 mm quando for instalado um circuito completo por duto ou 50 mm quando for previsto um cabo por duto. respectivamente. g) O eletroduto externo de descida junto ao poste de derivação deve ser de açocarbono zincado pelo processo de imersão a quente. e a sua conexão à rede aérea é executada pela ELEKTRO. etc. os cabos devem ser instalados em duto de polietileno de alta densidade (PEAD) diretamente enterrado ou envelopado em concreto ou de PVC rígido envelopado em concreto. provida de tampa de concreto e com fundo falso de pedra britada nº 2. com altura mínima de 5 metros acima do solo e ser fixado ao poste de forma adequada com cintas ajustáveis.5. Neste caso. com boa impermeabilização. m)Ao longo do ramal de entrada subterrâneo.). arame de aço galvanizado 12 BWG ou bandagens. que analisará a solicitação contendo as justificativas técnicas. unipolares ou tripolares. f) Os condutores do ramal de entrada subterrâneo podem ser de cobre ou alumínio. dimensionados conforme Tabela 6. deve ser colocada uma placa de advertência junto ao terminal do cabo reserva no interior da subestação abrigada alertando a sua condição de energizado.5 kV. dimensionado conforme a Tabela 6.20 m. a uma profundidade mínima de 0.7/15 kV ou 20/35 kV para ligações em redes com tensões nominais de 13.60 m na calçada ou 0. chave a óleo.02/1.01/1 e ND. j) Recomenda-se a instalação de duto e cabo reserva com as mesmas características do circuito principal. c) O comprimento máximo do ramal de entrada subterrâneo deve ser de 50 m.20. i) No trecho subterrâneo.80 m na via pública.ND.8 kV ou 34. religador. com isolação extrudada de XLPE ou EPR. conforme modelo ND. h) Não é permitida a instalação do ramal subterrânea em poste que tenha instalado qualquer tipo de equipamento (transformador. de um poste particular. Caso seja necessária. operação e manutenção do ramal de entrada subterrâneo são de responsabilidade do consumidor. O eletroduto deve ser vedado na extremidade para evitar a entrada de água. tensão de isolamento de 8. d) Caso seja autorizada a ocupação do poste da ELEKTRO. recomenda-se que o cabo reserva fique energizado a partir da fonte.

20. fase B: branco e fase C: vermelho. providas de tampa de concreto com boa vedação e fundo falso com pedra britada nº 2. v) Devem ser evitadas emendas nos cabos subterrâneos. telefone. respectivamente. no mínimo. p) Os dutos devem ser instalados com uma declividade adequada de. w) A instalação de cabos diretamente enterrados no solo pode ser feita somente quando utilizados cabos com características mecânicas apropriadas.20 m.01/1 ilustra a instalação de um circuito completo por duto. etc. devem ser executadas de forma a garantir as características físicas e elétricas originais do cabo e realizadas nas caixas de passagem. etc. nos seguintes pontos: • Poste de transição. admite-se o uso da cor verde.04/1. combustíveis. No caso de dutos para materiais inflamáveis (gás. o) Os cabos devem possuir identificação das fases. Para as configurações dos bancos de dutos. r) Por toda extensão do ramal de entrada subterrâneo. n) Os condutores do ramal subterrâneo de MT devem ser identificados com as seguintes cores: fase A: azul. no mínimo.) devem ser obedecidas as distâncias mínimas estabelecidas pelas empresas responsáveis pelo material. reconstituições de cabos.20. ver desenho ND. q) A distância horizontal dos dutos do ramal de entrada subterrâneo com dutos de outros serviços de infraestrutura (água. Os condutores de proteção e do neutro (se existir) devem ser identificados pelas cores verde e azul claro. Página 27 Revisão 02 –12/2009 . dimensionado de acordo com os critérios da ABNT NBR 14039. os dutos diretamente enterrados devem ser sinalizados com fita de advertência colocada a 0.ND.03.6/1 kV.) deve ser de. 1% para facilitar o escoamento das águas de eventuais infiltrações.03. etc. y) O condutor de proteção deve ser lançado no mesmo duto dos condutores de fase. u) As blindagens metálicas dos cabos devem ser interligadas ao sistema de aterramento. ao redor da sua abertura.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição mínimas de 1. A identificação do condutor deve ser verdeamarela ou na falta da dupla coloração. x) Se o neutro da rede da ELEKTRO for contínuo e quando disponível. Essa distância é válida também para os casos de cruzamentos. no mínimo. porém quando necessárias. • Entradas e saídas do ramal nas caixas de passagem. pode ser interligado ao neutro das instalações da unidade consumidora por meio de condutor de proteção tipo XLPE ou EPR com isolação de 0.30 m.40 m acima do duto. z) A instalação dos cabos em dutos individuais ou um circuito completo por duto depende do critério adotado pelo projetista. no mínimo.03/1 ou ND. comunicação. junto aos terminais.25 m de largura.20. t) Recomenda-se que nas caixas de passagem sejam previstas reservas de cabo. s) As caixas de passagem construídas em locais sem acabamento do piso (terra ou gramado) devem possuir uma base de concreto de 0.03.00 x 1. 0. O desenho ND.50 x 1. • Na subestação abrigada. para eventuais substituições dos terminais.

6. d) Quando forem projetadas subestações abrigadas apenas para a medição e proteção. somente é permitido o emprego de transformadores a seco.04.05. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro. para transformadores com potências até 300 kVA em 13. o recinto não isolado ou desprovido de paredes de alvenaria e porta corta-fogo.6.ND. medição em BT. para instalações com potências até 300 kVA: • entrada aérea.5 kV: • medição direta . não devendo ficar afastadas mais de 50 metros da mesma.02/1. c) Subestação abrigada de medição e proteção. bem como para instalação e remoção dos equipamentos.20.20. para instalações com potências superiores a 300 kVA: Página 28 Revisão 02 –12/2009 . somente é permitido o emprego de transformadores a seco. 6. desenho ND. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis. medição em BT.desenho ND. nos projetos das subestações devem ser observadas as seguintes condições: a) Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação industrial.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. os postos de transformação aéreos podem ficar localizados próximos aos centros de carga. em função das características da propriedade. no máximo a 10 metros.04. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo. b) As subestações podem ser instaladas em local isolado ou fazer parte de uma edificação.20. e) Nos casos de atendimento a consumidores na área rural.04.8 kV ou 34.01/1 e ND. proteção e transformação incorporadas e os postos de transformação devem ser localizados o mais próximo possível da divisa do terreno com a via pública. medição em AT. Nota: considera-se como parte integrante. Os tipos padronizados são: a) Posto de transformação em poste.04. c) As subestações abrigadas com a medição (em AT ou BT).6. b) Subestação abrigada de transformação. • medição indireta .01/1.desenho ND.3 Tipos A escolha do tipo de subestação é feita a critério do consumidor e de acordo com a potência do transformador a ser instalado.20. • entrada subterrânea. b) Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação residencial e/ou comercial.05.1 Condições Gerais De acordo com a ABNT NBR 14039. estas destas devem ficar localizadas próximas à divisa com a via pública. Deve possibilitar fácil acesso a pessoas e veículos.20.6. sempre que possível.04/1. no limite da propriedade com a via pública e a mais próxima possível da entrada principal.03/1 e ND. desenho ND. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis.2 Localização a) A subestação de entrada de energia deve ser construída.20.02/1.6 Subestação da entrada de energia 6.

• entrada subterrânea.04/1. f) Conjunto blindado ND.20. com todas as portas abertas e na pior condição com os equipamentos extraídos em manutenção.80 x 2. com transformador auxiliar antes do disjuntor.70 m.05.1 Posto de transformação em poste a) Os postos de transformação em poste podem ser utilizados para instalações com transformadores com potências nominais até 300 kVA em 13. As janelas devem possuir área útil de ventilação de 20 cm2 por kVA de potência de transformação. desenho ND. As dimensões indicadas nos desenhos padrões são as mínimas recomendadas. não sendo permitido o uso de material combustível. de modo a oferecer condições adequadas de operação e manutenção.10 m para acesso de pessoas e de 1.20.6. com dimensões mínimas de 0.20. sendo cada uma com área livre mínima de 1 m2. para transformadores com potências superiores a 300 kVA: desenho ND. bem como as condições mínimas necessárias de segurança. para livre circulação de pessoas. • entrada subterrânea. f) Devem possuir iluminação interna artificial obedecendo aos níveis de iluminamento fixados pela ABNT NBR 5413. As janelas devem ser convenientemente dispostas. de Página 29 Revisão 02 –12/2009 .20.07/1. 0. desde os terminais do transformador até a caixa de medição.05. proteção e transformação.ND.01/1. desenho ND. proteção e/ou transformação: desenho g) Subestação ao tempo. desenho ND.07. sempre que possível. 6. conforme Tabela 7.8 kV ou 34. para medição.4 Características gerais 6.6. e) Subestação abrigada de medição. b) Devem ser dimensionadas de acordo com as características dos equipamentos a serem instalados.10 m quando para acesso comum a pessoas e equipamentos. para instalações com potências superiores a 300 kVA: • entrada aérea.05.06. proteção e transformação.05.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • entrada aérea. e) As portas das subestações abrigadas devem ser metálicas.5 Subestações abrigadas a) Devem ser construídas em alvenaria ou concreto armado e apresentar características definitivas de construção.20. desenho ND.20.03/1. no mínimo. d) Os corredores e os locais de acesso da subestação abrigada devem ter dimensões de. c) A laje de cobertura da subestação abrigada deve ser impermeabilizada e orientada de modo a não permitir escoamento de água de chuva sobre os isoladores e os condutores de média tensão. 6.01/1. c) Os condutores secundários devem ser protegidos por eletroduto rígido.4.06/1. para instalações com potências superiores a 300 kVA: • entrada aérea.05. medição em AT.6. e natural sempre que possível.60 x 2.05/1. desenho ND. g) Devem possuir sistema de ventilação natural. b) Os postes devem ter as características mínimas definidas na Tabela 5 com comprimento adequado para atender os afastamentos mínimos estabelecidos. medição em AT. ou forçada quando necessária. d) Subestação abrigada de medição.20.5 kV. com uma declividade mínima de 5%. abrir para fora.

O piso da subestação abrigada deve ser de concreto dimensionado de maneira que resista ao peso dos equipamentos a serem instalados e ficar com uma cota positiva (100 mm) em relação ao piso externo.ND. l) Os transformadores de potencial (TP) para serviços auxiliares devem ser ligados após a medição.6. da placa de advertência “PERIGO . A tela metálica deve ser instalada até uma altura mínima de 1. d) Devem ser observadas as recomendações do fabricante quanto às condições de instalação. O TP deve ter proteção contra sobrecorrente e ser dimensionado de acordo com as recomendações do fabricante. i) Deve ser provido de extintor de incêndio (CO2 ou pó químico seco) e atender as normas de segurança específica do Corpo de Bombeiros. montagem. de arame galvanizado n°12 BWG. porta corta-fogo e sistema de drenagem de óleo.09. Página 30 Revisão 02 –12/2009 . placa de advertência. o) No interior da subestação abrigada deve estar disponível. podendo ter uma abertura de até 0.70 m do solo. 6. etc. preferencialmente. Recomenda-se que o mesmo seja instalado do lado de fora da subestação abrigada.ALTA TENSÃO”. tanto no lado externo da porta como nas grades de proteção no interior da subestação abrigada.30 m na parte inferior. distâncias de segurança. • Construção de dispositivo adequado para drenar ou conter o líquido proveniente de eventual vazamento. próximo à porta de entrada. j) k) Nos desenhos ND. m) Nas instalações de equipamentos que contenham líquido isolante inflamável com volume superior a 100 litros devem ser observadas as seguintes precauções: • Construção de barreiras incombustíveis entre os equipamentos ou outros meios adequados para evitar a propagação de incêndio.08. operação e manutenção dos transformadores a seco. em local acessível. b) Os transformadores a seco devem ser instalados sobre piso adequadamente nivelado e resistente para suportar o seu peso. telas de proteção. para facilitar o acesso para inspeção e possibilitar ventilação adequada.20. devidamente protegido contra intempéries.1 Instalação de transformador a seco a) Por se tratar de equipamento sem risco de explosão e por possuírem características auto-extinguíveis e não propagação de fogo é dispensada a construção de subestação abrigada a prova de fogo.01/1 a ND. não sendo necessário paredes divisórias entre equipamentos.20. aterramentos.50 m entre transformadores e entre transformador e paredes. um esquema geral da instalação. c) Deve haver um espaçamento mínimo de 0. n) É obrigatória a fixação em local bem visível.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição modo a promover perfeita circulação de ar. sobretensões. com os símbolos usuais indicadores de tal perigo.04/1 são mostrados detalhes que devem ser observados na construção das subestações abrigadas e sugestões para ferragens e suporte de equipamentos. são as mesmas de uma subestação abrigada com transformador convencional. com malha mínima de 13 mm e máxima de 25 mm. com a colocação de janelas próximas ao piso e outras próximas ao teto. e) As demais condições quanto à proteção contra sobrecorrentes.5. h) As partes energizadas da instalação devem ser protegidas por anteparos rígidos constituídos de telas metálicas resistentes.

os seguintes dados: • • • • • • • • • nome do fabricante. no mínimo. valor de crista nominal da corrente suportável: 40 kA (mínima).) devem ser solidamente conectadas à malha de terra com cabo de cobre nu de mesma seção da malha ou cabo de aço cobreado de seção equivalente. 6. em local bem visível do lado externo do portão.Conjunto de manobra e controle de alta-tensão .3 Conjunto de manobra e controle em invólucro metálico a) Os conjuntos de manobra e controle em invólucros metálicos para medição e proteção em média tensão e/ou transformação é utilizado exclusivamente para entradas subterrâneas. providas de trincos e fechaduras.ND.20. número de série e designação de tipo. conforme desenho ND.2 Subestação ao tempo a) Este tipo de subestação pode ser utilizado somente por consumidores industriais. com os símbolos usuais indicadores de tal perigo. b) Deve estar de acordo com as exigências especificadas na norma ABNT NBR IEC 62271-200 . corrente suportável nominal de curta duração (1 segundo): 16 kAef (mínima). d) As ferragens devem ser zincadas por imersão a quente. c) Deve ter placa de identificação contendo. carcaça.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. e) As dimensões do posto de transformação ao tempo são em função das dimensões do transformador.Parte 200: Conjunto de manobra e controle de alta-tensão em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até e inclusive 52 kV. localizada antes do posto e o mais próximo possível da divisa do terreno. abrindo para fora. grau de proteção. no máximo a 10 m. 400 A (mínima). b) A medição em AT e a proteção devem ser instaladas em subestação abrigada própria.01/1.07.6. Página 31 Revisão 02 –12/2009 . A tela da cerca deve possuir malha de 50 mm de abertura. em duas folhas.2 kV. j) É obrigatória a fixação. i) Deve possuir sistema de iluminação artificial. devendo ser obedecidas às distâncias mínimas deste à cerca. Recomenda-se que na parte superior da cerca ou muro sejam estendidas três ou quatro fiadas de arame farpado zincado. nível básico de isolamento: 95 kV (classe 15 kV) ou 150 kV (classe 36. c) As partes metálicas da subestação (cerca.0 m em relação ao piso externo a fim de evitar a aproximação de pessoas não qualificadas ou animais.2 kV). g) Deve possuir cerca ou muro com altura mínima de 2. h) O acesso a pessoas qualificadas deve ser feito por meio de portas.5. freqüência nominal: 60 Hz.6. devendo ser conservadas fechadas. devendo ser observadas as disposições básicas dos equipamentos apresentadas no desenho ND. f) Deve ser previsto piso com pedra britada ou um sistema de drenagem adequado para escoamento do líquido isolante do transformador. 0. correntes nominais para o barramento principal. no mínimo.01/1. portões.00 m de altura e 1.5.60 m de largura. e ser constituída de fio de aço galvanizado de 3 mm de diâmetro. com dimensões mínimas de 2. tensão nominal: 15 kV ou 36. etc. da placa de advertência “PERIGO ALTA TENSÃO”. espaçadas de.15 m.20.06. no máximo. no máximo.

contendo no mínimo: Página 32 Revisão 02 –12/2009 . condições excepcionais de serviço ou má operação podem ocasionar um arco elétrico interno no conjunto de manobra e controle. tanto na parte interna como na externa. indústrias altamente poluentes. h) Não é recomendada a instalação em locais sujeitos a ação corrosiva do meio ambiente (orla marítima. os conjuntos blindados devem ser projetados para evitar os arcos elétricos internos e quando ocorrerem. O piso interno à cerca deve ter uma camada mínima de 200 mm de pedra britada n° 2 e um sistema de drenagem adequado para escoamento de águas pluviais.6 mm (12 MSG) para instalação ao tempo ou de 2. com acesso permitido apenas a pessoas advertidas e qualificadas. j) k) Deve possuir aberturas de ventilação natural. além das portas frontais externas. o) Nas instalações ao tempo recomenda-se que o local seja delimitado por meio de cerca com tela de arame zincado 12 BWG e malha máxima de 50 mm. d) Pode ser instalado em local abrigado ou ao tempo. para inspeção e remoção dos equipamentos. p) Os barramentos devem ser de cobre eletrolítico rígido. ou forçada. g) A superfície. tensão de comando. O conjunto blindado para instalação externa deve ser provido de beirais e a cobertura metálica deve apresentar inclinação adequada para escoamento da água. e) Deve ser instalado sobre uma base de concreto com cota positiva (100 mm) em relação ao piso do recinto. Alguns defeitos.20 • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição mês e ano de fabricação. i) O conjunto blindado para instalação externa deve possuir portas frontais e traseiras internas.00 mm (14 MSG) para instalação abrigada. Quando instalados nesses locais. Dessa forma.). seus efeitos sejam controlados para limitar sua duração e as suas conseqüências. indicadas a seguir: • fase A – azul • fase B – branco • fase C – vermelho q) Deve ser apresentado o projeto do conjunto blindado. tensão de operação. as chapas metálicas dos conjuntos blindados devem sofrer tratamentos especiais. sempre que possível. ou muro de alvenaria. A ocorrência de arco interno pode provocar danos ou ferimentos a pessoas nas suas proximidades. etc. devendo ser pintados nas cores convencionais da ELEKTRO. devidamente aterrado. Para instalação interna não há necessidade das portas frontais externas. deve ter um tratamento anticorrosivo. massa em quilogramas. providas de trinco e fechadura. f) O invólucro deve ser de chapa de aço com espessura mínima de 2.ND. l) m) A estrutura da subestação abrigada deve ser apropriada para fixação por chumbadores em base de concreto. n) A iluminação interna deve permitir visualizar todos os equipamentos de comando e controle da parte frontal e equipamentos de média tensão.

proximidades de máquinas. locais sujeitos a gases corrosivos. • massa do conjunto. 6.20. Página 33 Revisão 02 –12/2009 .7 Medição 6. e potências até 45 kVA com tensão secundária de 380/220 V. manutenção e armazenagem. caixas e cubículos.7. s) Juntamente com o projeto das instalações da entrada de serviço. r) Conjunto blindado compacto tipo “Metal Clad” ou “Metal Enclosed” para instalações abrigadas ou ao tempo está desobrigado de atender as características do desenho ND. • lista de materiais. deve ser apresentada a ART do responsável técnico pela montagem do conjunto blindado. c) A medição deve ser instalada em local de fácil acesso. • instruções de instalação. umidade. com a indicação do dispositivo de alívio de sobrepressão.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • diagramas elétricos. entretanto. • ART do responsável técnico pelo projeto e construção do conjunto blindado. temperaturas elevadas. não devendo ser instalada em locais como: • • • • recintos fechados. operação. escadarias e rampas. realizados conforme ABNT NBR IEC 62271-200. bombas. trepidação excessiva.01/1. para a liberação para ligação deve ser apresentado: • Projeto completo do conjunto blindado. 6. b) Os lacres dos medidores. onde forem instalados os equipamentos de medição. somente podem ser rompidos pela ELEKTRO. • desenhos dimensionais e de disposição.ND. • ART referente ao projeto e construção do conjunto blindado.06. • detalhes de fixação. inundações ou a abalroamento de veículos. Esses equipamentos são instalados e ligados após a vistoria e aprovação das instalações. • relatórios de ensaios de tipo emitidos por Laboratório Oficial. • Relatórios de ensaio de tipo emitidos por laboratório oficial. com boa iluminação e condições de segurança adequadas. a medição é feita em tensão secundária (BT): • medição direta (sem TC´s): para transformadores com potências até 30 kVA com tensão secundária de 220/127 V ou 380/220 V. realizados conforme ABNT NBR IEC 62271-200.7. tanques e reservatórios.1 Condições gerais a) Os medidores e demais equipamentos destinados à medição de energia elétrica são fornecidos e instalados pela ELEKTRO em caixas adquiridas pelo consumidor. inclusive.2 Tipos de medição a) Nas instalações com transformador único com potência até 300 kVA (inclusive). • medição indireta (com TC´s): para transformadores com potências superiores aos valores acima e até 300 kVA. • relatório de ensaios de rotina. poeira.

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição b) Nas instalações com transformador único com potência superior a 300 kVA ou com mais de um transformador de qualquer potência.50 m em relação ao piso e. no máximo.8. no mínimo. tais como.ND.20 m em frente à caixa de medição. de acordo com a potência e características das cargas da instalação consumidora. 10 m. b) Medição em AT: • Caixa de medição tipo A – ver desenho ND. transformadores de potencial.04/1. Página 34 Revisão 02 –12/2009 . c) Nas subestações abrigadas com medições em AT.7. d) No local da instalação da medição deve ser prevista uma distância livre de.12.3 Instalação a) Os equipamentos para medição. VI-A ou VI-B (policarbonato). a medição é feita em tensão primária (AT).8 Proteção geral 6. dimensionados e instalados pela ELEKTRO. As caixas de medição devem ser de fabricantes homologados pela ELEKTRO.09.09. 6. 6. f) A distância entre os transformadores de medição e a caixa de medição deve ser de. preferencialmente em instalação aparente. g) As caixas de medição e os compartimentos destinados à instalação dos equipamentos de medição devem possuir dispositivos para lacre. transformadores de corrente. quando localizadas no interior de subestação abrigada. devem ficar em posição de tal modo que a iluminação interna possibilite fácil leitura dos medidores. medidores e demais acessórios são especificados e instalados pela ELEKTRO.20. 6.1 Generalidades a) No poste da rede aérea da ELEKTRO de onde derivar o ramal de ligação aéreo ou o ramal de entrada subterrâneo devem ser instaladas chaves fusíveis ou seccionadores unipolares tipo faca.20.4 Caixas de medição Devem ser utilizados os seguintes tipos de caixas de medição: a) Medição em BT: • Medição direta: caixa de medição tipos E (aço carbono). não sendo admitida a instalação de caixas de passagem. os transformadores de medição são instalados em suportes metálicos conforme desenho ND.20. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico. e) Os condutores dos circuitos secundários dos transformadores de medição devem ser protegidos por eletrodutos de aço ou PVC rígido com diâmetro interno mínimo de 21 mm. 1.03/1 ou ND. b) A proteção geral das instalações da unidade consumidora em média tensão deve estar coordenada com o sistema de proteção da rede ELEKTRO. Esses equipamentos são instalados em caixas ou cubículos preparados pelo consumidor conforme os padrões e em locais estabelecidos nesta norma e são lacrados pela ELEKTRO. III (fibra de vidro). ou em alvenaria.01/1. b) As caixas dos medidores devem ser instaladas de modo que o centro do visor fique a uma altura aproximada de 1. • Medição indireta: caixa de medição tipo M.7.

f) As unidades consumidoras existentes devem ter os sistemas de proteção geral readequados às exigências desta norma nos seguintes casos: • Alteração de capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA para valor superior a esta potência. conforme normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego. conforme exemplificado no Anexo I • A ELEKTRO. • É incumbência do interessado a elaboração do projeto da proteção. calibração e aferição devem ser executados pelo interessado. caso necessário. concordando ou propondo alterações. poderá exigir a verificação do ajuste em campo através de equipamento de ensaios apropriado. i) A ELEKTRO orienta que os equipamentos de proteção não sejam adquiridos antes da aprovação do projeto de proteção. d) Os seccionadores unipolares e chaves fusíveis devem ser instaladas de forma que impeça o seu fechamento pela ação da gravidade e possibilite sua pronta manobra. sendo imprescindível a utilização de equipamentos de proteção individual e coletivo. • Substituição dos equipamentos de proteção. • Cabe a ELEKTRO analisar o projeto da proteção com o objetivo de garantir a confiabilidade/integridade do sistema elétrico da ELEKTRO. e quando abertas. h) Além do que estabelece esta Norma o projeto de proteção deve atender as exigências das normas ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 14039. • Os ajustes. as instruções para operação das chaves e disjuntores de MT. e o resumo dos ajustes em valores primários e secundários. Devem ser afixadas em local visível. a qualquer tempo e circunstâncias.ND. e) A operação e manobra dos equipamentos de proteção devem ser feita por pessoal técnico treinado e habilitado. deve haver condições de lacrar o(s) relé(s) de proteção de modo que não haja condições de alteração dos ajustes das proteções sem a concordância da ELEKTRO. as partes móveis não estejam sob tensão. • O projeto e ajuste de proteção são de responsabilidade do interessado. e informados a ELEKTRO através de Laudo Técnico de empresa ou profissional habilitado. caso julgue necessário.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição c) Cada unidade transformadora deve ter a sua proteção individual na média e baixa tensão. g) Onde houver disjuntor geral de média tensão. execução e manutenção do projeto da proteção: • O interessado deve solicitar à ELEKTRO os dados básicos e condições de contorno para a elaboração do projeto da proteção. • O respectivo projeto deve conter as relações de TP’s e TC’s de proteção. devendo mantê-lo conforme apresentado à ELEKTRO. • Expansão no sistema elétrico da unidade consumidora que envolva a necessidade de quaisquer alterações nas instalações de média tensão. Página 35 Revisão 02 –12/2009 . • Reativação de unidade consumidora. Esta análise não contempla a verificação da garantia da confiabilidade/integridade das instalações do consumidor. j) Quanto à elaboração.

6.9. b) As características das chaves fusíveis estão informadas na norma ND.1 Posto de transformação ao tempo com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA a) A proteção geral na média tensão deve ser feita por chaves fusíveis instaladas na estrutura do transformador. Página 36 Revisão 02 –12/2009 . 51NS (neutro sensível). 15K.9. a proteção geral na baixa tensão deve ser realizada através de disjuntor tripolar.ND. Os elos fusíveis devem ser propostos pelo consumidor. 40K. poderá ser suprimida a função 51N. e escolhidos entre 10K. • Subestação abrigada com mais de uma unidade transformadora. os fusíveis limitadores devem ser escolhidos de forma a atuar em valores (correntes e tempos) inferiores aos admissíveis na curva de carregamento máximo de curta duração do transformador. b) No caso de utilização de disjuntor na média tensão.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. desde que justificado e aprovado pela ELEKTRO.3. e) Devem ser previstas chaves fusíveis no ponto de entrega da ELEKTRO com a função de retaguarda do disjuntor de entrada. 47 (inversão de fases). c) Quando não houver necessidade de maior seletividade nas instalações consumidoras. neste caso. consultar a norma ND. d) A proteção de fase e neutro deve ter elemento temporizado (51) com as curvas características tempo x corrente tipo muito inversa ou extremamente inversa. adicionalmente. em função das condições das cargas e suas particularidades. A proteção 51NS deve ser do tipo tempo definido. 50K e 65K. poderá ser utilizado seccionador unipolar. • Instalação com circuito primário subterrâneo após a proteção geral.3 Proteção geral com disjuntor de média tensão a) A proteção geral de média tensão deve ser realizada por meio de disjuntor nos seguintes tipos de instalações: • Subestação unitária com capacidade instalada maior que 300 kVA. neste caso. sendo que. e permitir a livre passagem das correntes de carga e transitória de magnetização do transformador. c) No caso de utilização de seccionador tripolar com fusíveis limitadores. • Instalação com um ou mais transformadores ao tempo com capacidade instalada total maior que 300 kVA. Havendo restrições para a utilização da chave fusível. mantendo-se apenas as funções 50N e 51NS.78. os procedimentos são os mesmos descritos no item 6. c) O disjuntor tripolar de BT deve ser dimensionado de acordo com a Tabela 10 6. sendo que. a proteção geral na baixa tensão deve ser realizada por disjuntor tripolar. 25K. b) O disjuntor geral deve ser acionado através de relés de proteção secundários com as funções 50 e 51 nas 3 fases. 50/51N (neutro).9 Proteção geral de média tensão 6. independente da capacidade instalada.9.01 e para o dimensionamento do elo fusível.2 Subestação unitária com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA a) A proteção geral na média tensão deve ser realizada por meio de um disjuntor acionado através de relés secundários ou por meio de seccionador tripolar com abertura em carga. e 59 (sobretensão). com fusíveis limitadores de corrente.9.

h) Os TC’s de proteção em que são ligados os relés devem ser sempre do tipo a seco. i) Os transdutores utilizados para as proteções de tensão devem garantir a devida qualidade dos seus sinais. • O neutro convencional (51N) deve ter corrente de partida no máximo igual a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante. • Caso a demanda contratada esteja abaixo da capacidade do transformador.4 segundos mais rápido. ter ajuste no máximo igual a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante e permitir a livre circulação da corrente transitória de magnetização.2 segundos mais rápidos que a curva do elo fusível proposto para a chave de proteção do ponto de entrega da ELEKTRO definidos conforme item 6.4 segundos mais rápidos. deve ter o ajuste de corrente de partida referida no primário de 3 a 10 A. Estes TC’s devem ser convenientemente dimensionados de acordo com a demanda. • O elemento temporizado tipo tempo definido (51NS).3 e). instalados a montante do disjuntor no mesmo compartimento ou em compartimento específico. • O elemento temporizado (51) deve ser sensível às menores correntes de defeito entre fases no trecho sob sua supervisão e. g) Os ajustes dos relés de sobrecorrente de neutro devem satisfazer os seguintes requisitos: • O elemento temporizado (51N) deve ser sensível às menores correntes de defeito entre fase e terra sob sua supervisão. ajustar a corrente de partida do relé de fase em 1. sendo dispensável quando utilizado disjuntor extraível. • O elemento instantâneo (50) deve ser sensível às menores correntes de curtocircuito entre fases. sendo que deve ser pelo menos 0. e seu tempo de atuação deve ser pelo menos 0. refletidas no lado de alta tensão. quando o consumidor possuir apenas um transformador. Página 37 Revisão 02 –12/2009 . de operação manual. limitado a 80% da proteção 51NS à montante. e seus tempos de atuação devem ser pelo menos 0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição f) Os ajustes dos relés de sobrecorrente de fase devem satisfazer os seguintes requisitos: • Atuar em valores (correntes e tempos) inferiores aos admissíveis na curva de carregamento máximo de curta duração do transformador. • Os tempos de atuação da função 51 devem ser pelo menos 0.05 a 1 segundo. dotada de alavanca de manobra. • Na condição do subitem c) acima o elemento instantâneo (50N) deve permitir ajuste na faixa de 10 a 100 A referido ao primário. • O elemento instantâneo (50N) deve ser sensível às menores correntes de curtocircuito entre fase e terra possíveis e ter ajuste no máximo em 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos a montante. j) Antes do disjuntor deve ser instalada um seccionador tripolar.ND. • As unidades temporizadas de fase (51) devem ter correntes de partida no máximo iguais a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante. se possível.9. às correntes de defeito no lado de baixa tensão. com ação simultânea. níveis de curto-circuito e carga ligada ao secundário (cablagem e relés).5 vezes a corrente equivalente à demanda contratada respeitando as condições acima. e ajuste de tempo 0.4 segundos mais rápido. quando aplicável.

• .4 Proteção contra subtensão ou falta de fase (27) A ELEKTRO não recomenda a utilização de proteção de subtensão (bobina de mínima tensão) ou falta de fase com operação instantânea atuando no disjuntor geral da instalação. devem ser instaladas chaves seccionadoras antes da proteção de cada transformador. deve ser protegido por seccionador tripolar com fusíveis.5 Proteção contra inversão de fases (47) A unidade consumidora deve utilizar proteção contra inversão de fases. a proteção geral de baixa tensão deve ser através de disjuntor tripolar instalado o mais próximo possível do transformador. Caso o projeto indique o seu uso.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição k) Para alimentação do(s) relé(s) de proteção. devem ser instaladas chaves seccionadoras antes e após o disjuntor. de forma a garantir a integridade e confiabilidade. m) Para alimentação da bobina de abertura do disjuntor geral de MT devem ser previstas fontes auxiliares. observadas as exigências das normas ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 14039. l) Para alimentação do(s) relé(s) de proteção. a fim de garantir a sinalização do evento que provocou a atuação. 6. além das fontes citadas no item 6. Estas proteções devem garantir a estabilidade e confiabilidade da proteção para casos de manobras.6 Proteção contra sobretensões (59) A unidade consumidora deve utilizar proteção contra sobretensões e ser ajustada de acordo com as necessidades requeridas pelo sistema elétrico do consumidor. o) Havendo mais de um transformador de serviço. alimentado pelo transformador auxiliar. q) O transformador auxiliar instalado antes do disjuntor geral. sendo dispensável quando utilizado disjuntor extraível. adequadamente dimensionada. sobrecarga e curto-circuito. adequadamente dimensionadas visando garantir sua atuação. 6.ND.No-break. A ELEKTRO recomenda que esta proteção seja feita no circuito secundário (lado da baixa tensão) junto aos motores elétricos ou outras cargas sensíveis.3k) acima.Banco de baterias e seu carregador.7 Proteção geral de baixa tensão a) No lado de baixa tensão do transformador deve ser prevista proteção geral e individual para cada circuito. alimentado pelo transformador auxiliar. alimentado pelo transformador auxiliar. para o correto funcionamento do relé no momento da falta.Fonte capacitiva (trip capacitivo). • .9. 6. após a medição. Estas fontes podem ser: • .9.9. b) No caso da proteção no lado de média tensão utilizando fusíveis. devem ser previstas fontes auxiliares.9. com autonomia mínima de duas horas. Estas fontes podem ser: • . n) Havendo capacitores no circuito primário ou geração própria.Banco de baterias e seu carregador. p) Não é permitida a utilização dos transformadores destinados à medição de energia para acionamento dos dispositivos de proteção ou para outros fins. 6. devem ser prevista fonte capacitiva.9. deve possuir operação temporizada a ser definida junto a ELEKTRO. Página 38 Revisão 02 –12/2009 .

os para-raios devem ser instalados em suportes na entrada da subestação abrigada. etc.3. a serem instalados entre cada condutor de fase e terra. c) Os eletrodos de aterramento. b) Nos postos de transformação ao tempo. Para tal. existir um circuito de alimentação primário aéreo com extensão superior a 300 m. devem ser com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. f) Para a proteção da baixa tensão contra surtos e descargas atmosférica devem ser seguidas as orientações das respectivas normas da ABNT vigentes. no interior da subestação abrigada. 6. de acordo com os valores da corrente de curto-circuito fase-terra do local: Corrente de curtocircuito fase-terra (Iccft) Iccft ≤ 400 A 400 A < Iccft < 600 A Iccft ≥ 600 A Resistência de aterramento 10 Ω 15 Ω 20 Ω b) Cuidados especiais devem ser tomados visando evitar a transferência de potenciais que partem da área ocupada pela malha de aterramento para outros pontos. devem ser instalados pararaios. deve ser instalado um jogo de para-raios na saída da subestação e outro na entrada da subestação de transformação. c) Nas subestações abrigadas alimentadas através de ramal aéreo.9 Sistema de aterramento É de responsabilidade do projetista planejar um sistema de aterramento que seja considerado seguro para quaisquer condições de defeito. os para-raios devem ser instalados na estrutura do transformador. sem centelhador. janelas. d) Nas subestações abrigadas alimentadas por ramal de entrada subterrâneo devem ser instalados para-raios na estrutura de derivação do cabo subterrâneo. Os para-raios devem possuir as seguintes características conforme item 6. na condição mais crítica (solo seco).10.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. o valor de corrente resultante sensibilize a proteção de neutro na Subestação da ELEKTRO que o atenderá.ND. após a subestação abrigada de medição e proteção. com dispositivo para desligamento automático. assim como os condutores de ligação dos para-raios à terra. também.9. telas de proteção. ou seja.9. conforme recomendações da norma ABNT NBR 15751 e contemple os requisitos listados a seguir: a) O valor da resistência da malha de aterramento deve ser tal que no caso de um curto-circuito fase-terra. Página 39 Revisão 02 –12/2009 . e) Quando. tanques de equipamentos. o projeto deve ser elaborado de forma a controlar adequadamente a dissipação da corrente de falta sem o aparecimento de potenciais de passo e toque perigosos para pessoas e animais. d) Todas as partes metálicas não energizadas da subestação abrigada (portas. e para ramais subterrâneos com comprimento superior a 18 m. ferragens.) devem ser aterradas e ligadas ao sistema de aterramento com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. na tabela a seguir estão apresentados os valores das resistências de aterramento máximos exigidos.8 Proteção contra descargas atmosféricas a) Para a proteção dos equipamentos elétricos contra descargas atmosféricas devem ser utilizados para-raios a óxidos metálicos.

freqüência: 60 Hz.2-12. .primária: triângulo.0-31.transformador com potência nominal até 300 kVA (medição em BT): 220/127 V ou 380/220 V. • tensões secundárias: .10.1. • tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV. f) Quando o neutro contínuo da rede da ELEKTRO estiver disponível.1) Para instalações de 13. sendo exigidas as seguintes características mínimas: b.secundária: estrela com neutro acessível.10 Equipamentos e acessórios 6. • freqüência: 60 Hz.10.8 kV: • tensão máxima do transformador: 15 kVef.2) Para instalações de 34.secundária: estrela com neutro acessível.1 Transformadores 6. os transformadores de potências superiores a 300 kVA devem ser de acordo com as especificações da ABNT NBR 5356 e os transformadores a seco devem ser conforme a especificação NBR 10295.transformador com potência nominal acima de 300 kVA ou de qualquer potência em instalações com medição em MT: é permitida o uso de qualquer tensão secundária padronizada. .5-33. • ligações: . • derivações primária (tap’s): 13. obedecidas as potências padronizadas pela ABNT.1 Transformador de serviço a) Os transformadores devem ser dimensionados de modo que a demanda máxima da instalação consumidora não seja superior a potência nominal de transformação instalada.20.8-13.primária: estrela com neutro aterrado .03/1). ligações: .5 kV: • • • • tensão máxima do transformador: 36. este pode ser interligado com a malha de aterramento da subestação do consumidor (ver detalhes da interligação no desenho ND. b) Os transformadores com potências até 300 kVA para instalações em postos de transformação devem ser fabricados de acordo com a padronização da ABNT NBR 5440. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV. Página 40 Revisão 02 –12/2009 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição e) Todas as interligações dos eletrodos com as hastes de aterramento devem ser feitas com conectores apropriados ou solda exotérmica.5 kV. não sendo permitido o uso de solda simples (estanho.6 kV. b. • tensões secundárias: . .ND.transformador com potência nominal acima de 300 kVA ou de qualquer potência em instalação medição em MT: é permitida o uso de qualquer tensão secundária padronizada. 6.transformador com potência nominal até 300 kVA (medição em BT): 220/127 V ou 380/220 V.2 kVef.08. zinco ou chumbo). • derivações primária (tap’s): 34.

8 kV: • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV.1. com corpo e suporte em material polimérico. cabendo ao consumidor preparar o local de instalação dos mesmos.1 kA. onde o mesmo viria a ficar ligado por longo tempo com subcarregamento. ocasionando um baixo fator de potência médio. com potência nominal até 10 kVA ou trifásico com a mesma ligação do transformador principal. tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV. de acordo com o indicado nos padrões construtivos.4 Chave fusível a) As chaves fusíveis devem ser de base tipo C. c) Os circuitos alimentados pelo transformador auxiliar devem ser completamente independentes dos circuitos alimentados pelo transformador de serviço.3 Para-raios Para-raios tipo válvula com desligador automático.10. 6.8 kV: • tensão nominal: 12 kVef • máxima tensão de operação contínua (Mcov): 10. d) O transformador auxiliar deve ser dimensionado para atender exclusivamente os circuitos de iluminação e emergência da subestação abrigada. de óxido de zinco (ZnO) sem centelhador.10.2 Transformador auxiliar O transformador auxiliar deve obedecer as seguintes condições: a) Para alimentação de circuitos que não necessitem de utilização contínua e plena do transformador de serviço.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • os transformadores para instalação em redes de 34. capacidade de interrupção assimétrica: 10 kA.5 kV: • tensão nominal: 30 kVef • máxima tensão de operação contínua (Mcov): 24. conforme ABNT NBR 8124 e com as seguintes características mínimas: a. podendo ser monofásico.1) Para instalações de 13.1. 6.10. com as seguintes características: a) Para instalações de 13. corrente nominal: 300 A. b) Para alimentação de circuito de iluminação e emergência.2 Equipamento de medição Os equipamentos destinados à medição para fins de faturamento são fornecidos e instalados pela ELEKTRO. ligação entre fases.4 kVef • corrente nominal de descarga: 10 kA 6.10.1. Página 41 Revisão 02 –12/2009 . capacidade de interrupção simétrica: 7. e) O transformador auxiliar pode ser instalado antes do disjuntor geral e após a medição. f) As características elétricas devem ser conforme item 6.10. 6.5 kV devem possuir núcleo de 5 (cinco) colunas.ND.2 kVef • corrente nominal de descarga: 10 kA b) Para instalações de 34.

corrente nominal: 400 A (mínima).10. freqüência: 60 Hz. tensão máxima de operação: 36. freqüência: 60 Hz.2 kV. b) Para instalações de 34. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV. tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV.5 kA.20 • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição a.2 kV. valor de crista nominal da corrente suportável: 35 kA. inclusive na fase de projeto da instalação. dotadas de alavanca de manobra. de operação manual.10. c) As chaves fusíveis tipo expulsão não devem ser instaladas em ambientes fechados. corrente suportável nominal de curta duração: 15 kA. capacidade de interrupção simétrica sob curto-circuito: 16 kA (mínima).2) Para instalações de 34. NBI: 95 kV (mínimo). corrente nominal: 300 A.5 kV: tensão máxima de operação: 36. com as seguintes características elétricas: a) Para instalações de 13. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV.5 Seccionador tripolar Os seccionadores tripolares para uso interno em subestações abrigadas devem ser tripolares. de ação simultânea.ND.6 Disjuntor O disjuntor tripolar de média tensão para uso interno deve estar de acordo com a ABNT NBR IEC 62271-100. A ELEKTRO poderá exigir disjuntor com capacidade de interrupção de maior valor. capacidade de interrupção simétrica: 3. corrente nominal: 400 A (mínima). corrente suportável nominal de curta duração: 16 kA. corrente nominal: 400 A (mínima). com indicador mecânico de posição “ABERTA” ou “FECHADA”. utilizando-se vara de manobra. SF6 ou pequeno volume de óleo (máximo de 1 litro por pólo). com dispositivo de abertura mecânica e elétrica (bobina de abertura). valor de crista nominal da corrente suportável: 40 kA. a qualquer tempo.5 kV: 6. duração nominal da corrente suportável de curta duração: 1 segundo. b) As chaves fusíveis devem ser adequadas para montagem vertical e possuírem facilidade para instalação e remoção do porta-fusível. em função de possíveis níveis mais elevados de curto-circuito da rede. capacidade de interrupção assimétrica: 5 kA. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. 6. freqüência: 60 Hz. com as seguintes características mínimas: a) Para instalações de 13. duração nominal da corrente suportável de curta duração: 1 segundo.8 kV: • • • • • • • • • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. sistema de interrupção a vácuo.8 kV: • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. Página 42 Revisão 02 –12/2009 • • .

7 Barramentos Os barramentos das subestações devem ser de cobre nu (tubo ou barra). inclusive na fase de projeto da instalação. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. freqüência: 60 Hz. A ELEKTRO poderá exigir disjuntor com capacidade de interrupção de maior valor. não sendo permitido o uso de cabos. Página 43 Revisão 02 –12/2009 . corrente primária nominal: a ser definido no projeto.5 kV tensão máxima de operação: 36. freqüência : 60 Hz. NBI: 150 kV (mínimo).10.ND. salvo casos especiais sob consulta à ELEKTRO. fator térmico : a ser definido no projeto. b) Para instalações de 34.10. corrente nominal: 400 A (mínima). em função de possíveis níveis mais elevados de curto-circuito da rede. exatidão para proteção: a ser definido no projeto. capacidade de interrupção simétrica sob curto-circuito: 16 kA (mínima). SF6 ou pequeno volume de óleo (máximo de 1 litro por pólo). corrente secundária nominal: 5 A. meio Isolante: sólido (epóxi).10. com dispositivo de abertura mecânica e elétrica (bobina de abertura). 6.8 Buchas de passagem As buchas de passagem devem ser do tipo externo-interno. sistema de interrupção a vácuo. Em subestações abrigadas ou no interior dos conjuntos blindados. NBI: 95 kV (mínimo). sem religamento automático. derivações e ligações de equipamentos aos barramentos devem ser feitas com conectores apropriados. 6. corrente térmica nominal: a ser definido no projeto.2 kV) e corrente nominal adequada. classe de tensão 15 kV ou 36.9 Transformador de corrente para proteção Transformador de corrente para proteção com as seguintes características: a) Para instalações de 13. salvo casos especiais sob consulta à ELEKTRO. ou seja: • fase A – azul • fase B – branco • fase C – vermelho Todas as emendas.20 • • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • sem religamento automático.8 kV: • • • • • • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV.2 kV e tensão suportável de impulso atmosférico (NBI) mínimo 95 kV (15 kV) ou 150 kV (36. • • • 6. Os barramentos devem ser dimensionados conforme Tabela 8 e Tabela 9.2 kV. não sendo permitido o uso de solda. os barramentos de média tensão devem ser pintados nas cores padrão. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. corrente dinâmica nominal: a ser definido no projeto. a qualquer tempo.

ND. meio isolante: sólido (epóxi). • meio Isolante: sólido (epóxi).8 kV. • NBI: 150 kV (mínimo). Página 44 Revisão 02 –12/2009 .8 kV: • classe de tensão: 15 kV. • relação nominal: 120:1. corrente secundária nominal: 5 A. b) Para instalações de 34. exatidão para proteção (classe e carga): a ser definido no projeto. • grupo de ligação: 1.20 • • • • • • • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição b) Para instalações de 34. corrente térmica nominal: a ser definido no projeto. • tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. • tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. NBI: 150 kV (mínimo).10.10 Transformador de potencial Transformador de potencial para proteção com as seguintes características: a) Para instalações de 13.5/ 3 kV. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. • freqüência : 60 Hz. corrente primária nominal: a ser definido no projeto. 6. grupo de ligação: 1.5 kV: • classe de tensão: 36.8 kV. • tensão primária nominal: 34. e os equipamentos com componentes metálicos devem possuir proteção anticorrosiva. corrente dinâmica nominal: a ser definido no projeto. meio isolante: sólido (epóxi). • NBI: 95 kV (mínimo). • tensão secundária nominal: 115 V.5 kV: tensão máxima de operação: 36. • exatidão para proteção (classe e carga): a ser definido no projeto. • potência térmica nominal: a ser definido no projeto.2 kV. • tensão primária nominal: 13. relação nominal: 175:1. • freqüência : 60 Hz. fator térmico: a ser definido no projeto. freqüência : 60 Hz.2 kV. a serem utilizados em regiões de ambiente agressivo devem ter especificação para tensão suportável de impulso atmosférico (NBI) de 125 kV.10. 6. • • • • • • tensão secundária nominal: 115 V.11 Equipamentos para instalação em regiões de ambiente agressivo Os equipamentos para instalação externa em redes de 13. potência térmica nominal: a ser definido no projeto. exatidão para proteção: a ser definido no projeto.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição TABELAS Página 45 Revisão 02 –12/2009 .

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 46 Revisão 02 –12/2009 .ND.

estes devem ser considerados. 2. Potência (VA) 1 100 1 550 1 650 1 900 2 100 2 860 3 080 4 000 5 500 9 000 Potência (W) 900 1 300 1 400 1 600 1 900 2 600 2 800 3 800 5 000 7 500 Tensão (V) 110 220 110 220 110 220 110 220 220 220 220 220 220 220 Corrente (A) 10.0 5.0 14. As correntes nominais para aparelhos de 41 000 e 60 000 BTU são para ligações trifásicas em 220 V.0 14.5 9.0 14.0 18. Os valores de potência apresentados nesta tabela são orientativos.0 15.ND.0 7.5 13. quando disponíveis os dados de placa ou de catálogo do fabricante.5 24.5 17.0 7.0 Página 47 Revisão 02 –12/2009 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 1 Potências de aparelhos de ar condicionado tipo janela Capacidade (BTU/h) 7 500 8 500 10 000 12 000 15 000 18 000 21 000 30 000 41 000 60 000 Notas: 1.0 8.

51 0.90 1.0 - 3.ND.73 0. correntes nominais e de partida Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA Corrente nominal (A) 110 V 220 V Corrente de partida (A) 110 V 220 V fp médio 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 5 7½ 10 12 ½ 15 Notas: 0.79 0.77 1.83 0.94 16.16 8.58 13.9 77.97 4.1 7.1 10.18 1.66 0.84 11.71 0.34 1.0 37.67 0.66 0.9 7.4 6.14 1.0 3.11 7.1 11.7 13.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 2 Motores monofásicos Potência nominal.31 11.2 14.22 5.4 27.78 0.07 9. potência absorvida da rede em kW e kVA.81 1.79 0.63 0.72 0. 2.67 0. Os valores da tabela foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.9 67.17 3.80 0.2 52. Página 48 Revisão 02 –12/2009 .6 12.0 40. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não forem disponíveis os dados de placa dos motores ou de catálogos do fabricante.5 5.2 21.67 2.0 27 31 47 63 68 96 132 220 - 14 16 24 33 35 48 68 110 145 210 260 330 408 0.80 0.64 14.94 5.35 2.42 0.5 28.5 18.07 6.56 2.73 0.

0 57.73 58.15 72.0 0.3 3.44 81.1 5.58 0.0 38.6 566.3 65.42 61.66 0.0 43.0 67.9 1 996.04 5.39 0.84 0.2 370.1 270.1 156.7 116.23 100.92 25.7 250.10 25.3 214.ND.0 717.1 477.6 189.7 275.1 25.8 80.8 22.95 3.83 30.03 6.1 109.65 22.0 196.65 0.8 499. Página 49 Revisão 02 –12/2009 .5 39.6 934.28 95.54 1.51 6.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 3 Motores trifásicos Potência nominal.17 2.76 0.4 98.6 743.7 1 288.05 1.54 14.85 12.65 11.0 288.7 3 458.29 190.9 74.8 177.1 12.3 127.01 20.52 39.09 161.81 0.85 0.7 2.18 0.7 1 455.5 21.85 0.67 120.1 201.0 43.0 5.7 58.9 2.70 4.8 9.89 10.1 10.1 1.9 19.6 13.87 1.2 60.9 157.3 4.8 88.1 6.85 As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.7 414. potência absorvida da rede em kW e kVA.1 44.1 7.0 2 014.2 33.85 0.7 17.1 46.77 0.1 104.56 117.85 0.0 1 619.5 632.6 422.7 30.6 243.0 2 521.72 0.05 141.84 0.52 2.2 73.82 17.71 0.0 528.02 8.74 48.03 33.09 16.7 7.5 144.3 20.69 0.9 152.1 9.3 4.2 15.7 1 162.73 0.1 90.8 307.5 340.95 2.6 9.77 0.7 33.3 25.77 0.75 0.65 0.72 4.38 40.4 7. correntes nominais e de partida Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA Corrente nominal (A) 380 V 220 V Corrente de partida (A) 380 V 220 V fp médio 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 4 5 7½ 10 12 ½ 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: 0.61 0.1 4.26 1.66 0.83 1.7 326.3 1.74 0.9 1.82 0.77 0.5 1 095.3 3.3 915.4 11.86 0.9 16.57 8.93 49.3 37.

Tabela 5 Dimensionamento de postes para instalação de transformadores 15 kV Transformador (kVA) Poste de concreto (daN) Circular ≤ 112. Para o dimensionamento dos postes devem ser consideradas as trações mecânicas dos condutores do ramal aéreo. Página 50 Revisão 02 –12/2009 .8 kV até 2 800 2 801 a 4 200 4 201 a 4 400 4 401 a 6 000 34. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela L + 0.ND.2 kV Poste de concreto (daN) Circular 400 600 600 1 000 DT 600 600 Notas: 1. sendo e a profundidade de engastamento (m) e L o expressão: e = 10 comprimento total do poste (m).60 .5 150 225 300 400 600 600 600 DT 600 600 600 36. Os transformadores devem ser de acordo com a padronização ABNT NBR 5440 e seu peso não deve exceder 1 500 kg.5 kV até 6 000 Cobre nu (mm2) 25 35 70 70 Cabo Alumínio nu (AWG) 2 2/0 2/0 4/0 Nota: os condutores foram dimensionados para temperatura ambiente de 30ºC e considerando-se 80% da capacidade de condução de corrente.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 4 Dimensionamento dos condutores do ramal de ligação aéreo Demanda (kVA) 13. 2. 3.

7/15 kV) Seção mínima (mm2) 25 35 50 70 95 120 Seção mínima (mm2) 25 35 50 70 95 120 150 185 Eletroduto DN (pol) 80 (3") 80 (3") 80 (3") 100 (4") 100 (4") 100 (4") Eletroduto DN (pol) 80 (3") 80 (3") 80 (3") 100 (4") 100 (4") 100 (4") 125 (5") 125 (5") Cabo de alumínio (8. unipolares ou tripolares. com altura mínima de 5 metros acima do solo. e que deve ser de açocarbono galvanizado por imersão a quente. O eletroduto externo se refere ao de descida junto ao poste. As seções dos condutores e eletrodutos indicadas são as mínimas admissíveis. 3.7/15 kV e 20/35 kV. Seções mínimas para cabos tipos EPR ou XLPE com isolação para 8.7/15 kV) Demanda (kVA) até 5 200 5 201 a 6 100 Demanda (kVA) até 4 000 4 001 a 4 750 Cabo de cobre (20/35 kV) Seção mínima (mm2) 35 50 Seção mínima (mm2) 35 50 Eletroduto DN (pol) 100 (4") 100 (4") Eletroduto DN (pol) 100 (4") 100 (4") Cabo de alumínio (20/35 kV) Notas: 1. 2.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 6 Dimensionamento dos cabos isolados para ramal de entrada subterrânea Demanda (kVA) até 1 700 1 701 a 2 000 2 001 a 2 400 2 401 a 2 900 2 901 a 3 500 3 501 a 4 000 Demanda (kVA) até 1 300 1 301 a 1 500 1 501 a 1 800 1 801 a 2 200 2 201 a 2 700 2 701 a 3 100 3 101 a 3 480 3 481 a 3 920 Cabo de cobre (8.ND. Página 51 Revisão 02 –12/2009 . temperatura ambiente de 30ºC e temperatura do condutor de 90ºC.

indicadas na tabela são as mínimas recomendadas. As dimensões das janelas.ND. 2. L – largura da janela. Para potência de transformação superior a 1 000 kVA. 3. não havendo condições de serem obedecidas. considerar 20 cm²/kVA por janela.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 7 Dimensões das janelas para ventilação de subestações abrigadas Transformador (kVA) P ≤ 225 225 < P ≤ 300 300 < P ≤ 500 500 < P ≤ 750 750 < P ≤ 1 000 Sendo: P – potência nominal do transformador. podem ser adotadas outras dimensões de modo a obter área livre equivalente. Notas: 1. Área livre mínima por janela (cm²) 5 000 6 000 10 000 15 000 20 000 Dimensões das janelas L x H (cm x cm) 2x(100x50) 2x(100x60) 2x(100x100) ou 4x(100x50) 2x(150x100) ou 4x(100x75) 2x(200x100) ou 4x(100x100) Página 52 Revisão 02 –12/2009 . H – altura da janela. de área livre mínima para ventilação. A tela metálica deve ser de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm com arame nº 12 BWG.

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 8 Dimensionamento de barramentos para uso interno Demanda (kVA) 13. Não é permitido uso de cabos. 4.8 kV até 1 300 1 301 a 1 800 1 801 a 2 500 2 501 a 5 000 Notas: 1. 2.5 mm² e espessura de parede de 2.10 mm. Os barramentos devem ser pintados obedecendo a seguinte codificação de cores: azul (fase A). Os tubos com diâmetro IPS. correspondem a: .5 kV até 3 250 3 251 a 4 500 4 501 a 6 250 Vergalhão de cobre ∅ (mm) 5. seção útil de 107 mm2 e espessura de parede de 2.ND.branca (fase B) e vermelha (fase C) 34.28 mm.16 6. O barramento deve ter suporte de sustentação a cada 3 metros no máximo. Página 53 Revisão 02 –12/2009 .IPS 3/8 = diâmetro externo de 17.2 mm. .70 Fio de cobre (AWG) 4 2 Tubo de cobre ∅ (IPS) 1/4 1/4 3/8 3/8 3.IPS 1/4 = diâmetro externo de 13.7 mm. seção útil de 76.53 12.35 9.

56 7.27 0.68 123 148 187 189 237 319 497 287 384 337 447 676 435 573 850 697 1 020 826 1 180 1 070 1 500 1 300 1 810 2 110 Barras com Pintura Número de Barras 2 3   202 240 316 302 394 560 924 470 662 544 760 1 200 692 952 1 470 1 140 1 720 1 330 1 960 1 680 2 410 2 010 2 850 3 280 228 261 381 313 454 728 1 320 525 839 593 944 1 670 725 1 140 2 000 1 330 2 320 1 510 2 610 1 830 3 170 2 150 3 720 4 270 4  2 580 2 010 2 950 2 310 3 290 2 830 3 930 3 300 4 530 5 130 Nota: Correntes nominais para instalações internas com temperatura ambiente de 35ºC e 65ºC de temperatura do barramento.40 0.67 5.23 4.ND. Página 54 Revisão 02 –12/2009 .67 1.11 0.34 3.90 10.45 2.36 0.21 0.56 2.53 0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 9 Correntes admissíveis de barramentos retangulares de cobre Corrente nominal Largura x Espessura (mm x mm) 12x2 15x2 15x3 20x2 20x3 20x5 20x10 25x3 25x5 30x3 30x5 30x10 40x3 40x5 40x10 50x5 50x10 60x5 60x10 80x5 80x10 100x5 100x10 120x10 Seção (mm2) Peso (kg/m) 1  24 30 45 40 60 100 200 75 125 90 150 300 120 200 400 250 500 300 600 400 800 500 1 000 1 200 0.45 8.78 0.80 1.67 1.34 2.89 1.78 3.07 1.12 4.

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 10 Dimensionamento do ramal de entrada referente a BT para consumidores primários até 300 kVA Página 55 Revisão 02 –12/2009 .ND.

46 12.13 104.73 20.84 Página 56 Revisão 02 –12/2009 .76 73.30 62.28 9.50 0.5 kV 0.92 25.51 3.26 1.26 1.88 3.5 150 225 250 300 350 400 450 500 600 750 1 000 1 250 1 500 1 750 2 000 2 250 2 500 Corrente (A) 13.65 41.5 kV Demanda (kVA) 30 45 75 112.86 6.92 25.8 kV e 34.37 10.10 31.73 18.84 52.88 2.67 94.55 14.38 41.ND.59 34.55 16.77 4.21 83.02 5.14 4.29 33.71 6.47 37.10 29.69 7.41 10.75 1.83 20.8 kV 1.18 5.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 11 Correntes primárias nominais em circuitos trifásicos de 13.64 16.04 12.53 8.

5 150 225 300 350 400 450 500 750 1 000 1 250 1 500 1 750 2 000 2 250 2 500 Corrente (A) 220 / 127 V 79 118 197 295 394 590 787 919 1 050 1 181 1 312 1 968 2 624 3 280 3 936 4 593 5 249 5 905 6 561 380 / 220 V 46 68 114 171 228 342 456 532 608 684 760 1 140 1 519 1 899 2 279 2 659 3 039 3 419 3 798 440 / 254 V 459 525 590 656 984 1 312 1 640 1 968 2 296 2 624 2 952 3 280 760 / 438 V 266 304 342 380 570 760 950 1 140 1 329 1 519 1 709 1 899 Página 57 Revisão 02 –12/2009 .ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 12 Correntes nominais de circuitos trifásicos em BT Demanda (kVA) 30 45 75 112.

Para condutores com outro tipo de isolação ou modo de instalar devem ser obedecidas as recomendações dos fabricantes.ND. Os valores indicados na tabela referem-se a 3 (três) condutores unipolares carregados.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 13 Capacidades de condução de corrente de condutores isolados para ramal de entrada em BT Seção do condutor de cobre (mm²) 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 Notas: 1. instalados em eletroduto aparente sobre parede e temperatura ambiente de 30ºC. 2.6/1kV – XLPE/EPR 90ºC (A) 66 88 117 144 175 222 269 312 358 408 481 Página 58 Revisão 02 –12/2009 .PVC 70ºC (A) 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 Condutor isolado para 0. Condutor isolado para 750 V . de acordo com o método de referência de instalação B1 da ABNT NBR 5410.

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Anexo I Exemplo de projeto da proteção de unidade consumidora que utiliza subestação abrigada de proteção na tensão de 13,8 kV Neste exemplo são apresentados os requisitos mínimos exigidos nos projetos da proteção de consumidores que utilizam disjuntores de média tensão na sua entrada geral de energia, na área de concessão da ELEKTRO. Exemplo: Caso Básico • O ponto de conexão do consumidor está na zona de proteção principal do disjuntor do alimentador. • A instalação do consumidor possui apenas um transformador de serviço. 1. Identificação Interessado: NOME DO INTERESSADO Capacidade instalada: 1 500 kVA Demanda prevista: 900 kW Nome do responsável técnico: Telefone / e-mail para contato com o responsável técnico 2. Informações básicas fornecidas pela ELEKTRO 2.1 Correntes curto-circuito As correntes de curto-circuito e as impedâncias no ponto de entrega poderão sofrer alterações em função de eventuais alterações na configuração do sistema elétrico. O máximo valor de curto-circuito previsto nas barras de média tensão das subestações é de 10 kA simétrico. Os valores de corrente de curto-circuito do consumidor são os seguintes:
Curto-circuito Trifásico Bifásico Fase-terra (Rmalha = 0 Ω) Fase-terra (Rmalha = 10 Ω) Fase-terra (3Rcontato = 100 Ω) Simétrica (A) 2 990 2 590 2 195 520 193 Assimétrica (A) 4 474 3 875 3 028 530 197

2.2 Ajustes das proteções da ELEKTRO Relés
Fabricante Modelo Temporizado - Ip (A) Curva Instantâneo - DI (A) 600 0,10 NI (IEC) 3 600

Fase (50/51)

Neutro convencional 50/51N
XXXX XXXX 90 0,20 NI (IEC) 1 200

Neutro de alta sensibilidade 51NS

12 3s -

Nota: deve ser proposto o elo para uma chave fusível no ponto de entrega conforme ND.20 item 6.9.3 e).
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Sbase e Vbase.Corrente máxima prevista (demanda máxima prevista): Imáx = kVnominal ×√3×fator de potência previsto Imáx = 900 13.8 A .5 MVA . Vamos utilizar neste exemplo: Z% = 5% Vbase = 13. temos: Ponto ANSI=20×62.ND.91-2000) ou de ponto ANSI. é usual adotar um valor de seis vezes a corrente nominal num tempo de 0.8ൈ√3 Caso não haja disponibilidade de valores de teste do transformador.8=1 256 A.Corrente nominal do transformador Inominal trafo = Inominal trafo = 1 500 kVnominal ൈ√3 =62.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3. 51NS.Relés de proteção • fabricante: fabricante • modelo: modelo • funções de proteção: 50/51.92 =40. Este valor de corrente pode ser superior no caso de transformadores a seco.8 kV Sbase = 1. ITM =6×Inominal trafo ITM =6×62.Potência nominal do transformador: P = 1 500 kVA . . 59 e 47 Página 62 Revisão 02 –12/2009 .6 x In 14.9 A kWdemanda máx.8×√3×0. para 3 segundos . 50/51N. Dados básicos da instalação e fornecimento .8 = 376. conforme tabela abaixo: Z% 4 5 6 7 Ponto ANSI (A) 25 x In 20 x In 16.1 segundos.8 A kVAnominal .Corrente transitória de magnetização (inrush) 13.Limites de suportabilidade do transformador Neste caso pode-se utilizar conceitos de curvas de suportabilidade do transformador (Guia de Proteção de transformadores IEEE C37.3 x In Tempo máximo de duração (s) 2 3 4 5 Para Z% = 5.Impedância nominal do transformador São dados de placa do transformador: Z%.

TC = Vamos utilizar a corrente máxima de 10 kA para o cálculo de saturação do TC.11 Assim Z fiação = 0.56 4. temos: Zrelé crítico =Zfase +Zneutro Zrelé crítico = 0.56 = 0. • . o que afeta diretamente o desempenho da proteção. como o relé do exemplo mede as correntes de fase e neutro.02× .8 A.5 mm2. Para o relé multifunção deste exemplo com cargas 0.) é bem menor que sua carga nominal.1 Transformadores de corrente (TC’s) Os TC’s devem ser dimensionados para suportar a corrente de carga e não sofrer efeitos de saturação nas condições críticas de curto-circuito.Cálculo da impedância do relé (Zrelé crítico) A carga solicitada pelo relé depende da sua característica de medição / cálculo das correntes. Neste caso.5 Página 63 Revisão 02 –12/2009 . • Quanto ao regime permanente A corrente nominal primária do TC deverá atender a corrente de carga prevista de 40. 4.2 0.2 VA/5 A fase e 0. partiremos da análise de um TC com relação 200/5 A e classe de exatidão 10B100.020 x 7.15 Ω Ou estimado utilizando o valor de 0.02 (Ω / m x mm2).16 Ω 2.02× Zfiação =0. conforme segue : Zfiação =0.Cálculo da impedância dos condutores: O valor da impedância dos condutores (Z fiação) pode ser obtido da tabela abaixo: Condutores encordoados classe 2 para cabos revestidos Seção nominal (mm2) 2.4 VA/5 A neutro (informações obtidas no manual do relé) e 20 m de condutores de cobre 2.9 A e a nominal do transformador de 62. temos: Ztotal =Zfiação +Zrelé +ZTC . 4 474 = =224 A 20 20 Considerando que a carga nos TC’s de proteção (relés. Inom. cabos.7 3. Dimensionamento dos transformadores de proteção (TC’s e TP’s) 4. etc.5 4 6 Resistência máxima a 20° C (Ω/km) 7.prim.4 + =24 mΩ 52 52 L S 20 =0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Neste exemplo utilizaremos um relé microprocessado (numérico) multifunção.Quanto à condição de saturação Icc máx.ND.

51 (corrente de partida temporizada) = 1.3P75. com impedância de carga nominal de 1.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição . item 6. Assim. No caso em questão devem ser utilizadas duas unidades de TP’s em ligação deltaaberto. inicialmente. Ajustes das proteções do consumidor 5. utilizando 10 kA como corrente máxima.TC 10 000 =50 A 200 Portanto a especificação de corrente térmica deve ser igual ou superior a 50 vezes por 1 segundo.: mesmo a ELEKTRO alterando a corrente de curto-circuito.10 MI (muito inversa) Página 64 Revisão 02 –12/2009 .5=0.Quanto a corrente suportável de curta duração (corrente térmica) Deve ser verificado se atende às condições acima. .51T (curva característica tempo x corrente) = 0. foi 10B100) e.prim.relação => 200/5 A .2×0.ND.Cálculo da impedância do TC (ZTC) A impedância do TC deve ser obtida com o fabricante.2 Transformadores de potencial (TP’s) A ELEKTRO sugere a utilização de TP’s com relação de transformação 13 800 / 115 V com classe de exatidão 0.9. a resistência de carga nominal é 0. a tensão máxima do TC estará abaixo do ponto de saturação (que é de 100 V já que a precisão adotada. Itérmica(1s) = Itérmica(1s) = Icc3φsim Inom. apenas a resistência é importante e pode ser considerada com 20% da carga do TC. e considerando-se um TC com baixa reatância de dispersão.3 e) . portanto. 5.1 Ajuste das proteções de sobrecorrente fase (50/51) Conforme as condições de contorno definidas na Norma ND20.precisão => 10B100 4.5 A (60 A primários) . os TC’s devem ter as seguintes características técnicas: . Assim.5Ω (obtido da tabela 10 da ABNT NBR 6856): ZTC =0.1Ω Ztotal =160+24+100 Ztotal =284 mΩ Icc3φsim RTC 10 000 Icc = =250 A 40 Icc = Vsat =Icc ×Ztotal Vsat =250×0.284=71 V Obs. para o TC que estamos verificando. Na falta de maiores informações.0 Ω. dentro do padrão.

3 e) Como a proteção de neutro não é sensível a faltas do lado secundário do transformador (conexão delta no primário) e não há outras proteções de neutro em série. 5.8 )=1.6. Deve ser a mínima possível. Deve ser verificado se há correntes de partida de cargas que mereçam ser consideradas 50 (superior a ITM) ITM 6×62.ND. temos: • 51NS = 0.3P75 5.24 A RTC 40 Então utilizaremos o ajuste de 50 = 12.4 Ajuste da proteção de inversão de fases (47) • 47: esta função deve permanecer ativada 5.5 s 5. item 6.50N.3× ൬ ൰ =12.51N.59 e 47 Fabricante AAA Modelo BBB Página 65 Revisão 02 –12/2009 .20.3 Ajuste da proteção de sobretensão (59) • 59 = proposto ajuste de 120% (considerando a tensão nominal do relé sendo 115 V) = 138 V • 59T (tempo de atuação) = 0.9.: Este ajuste deve visar garantir a seletividade com uma chave fusível que será instalada para proteção de retaguarda a critério da ELEKTRO.6 Resumo dos ajustes 5.6. 2. Considerando que o ajuste mínimo do relé do exemplo é 0.1 Transformadores de corrente e potencial: Valor primário TC TP 200 A 13 800 V Valor secundário 5A 115 V Classe de exatidão 10B100 0.2 Ajuste das proteções de sobrecorrente de neutro (50/51N e 51NS) Conforme as condições de contorno definidas na Norma ND.5 Chave fusível de retaguarda ELEKTRO O elo fusível proposto é o elo 65K.5 s • 50N = proposto 1.15 A (6 A primários) • 51NS T (tempo definido) = proposto o ajuste de 0. podemos utilizar apenas as funções 51NS e 50N.51. 5.20 Notas: Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 1. seletivo com a função de fase 51 5.5 A (60 A primários).15 A.2 Relés: Relé(s) Funções 50. FS×( Obs.3 A (492 A primários).

3 Elo fusível: Elo fusível proposto para chave 65K fusível de retaguarda ELEKTRO Página 66 Revisão 02 –12/2009 .ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Função de proteção 51 51 T 50 51N 51N T 50N 51NS 51NS T 59 47 Valores secundários 1.5 s 138 V ativado 60 A 6A 16 560 5.5 A 0.6.15 A 0.5 A 0.3 A Valores primários 60 A 492 A desativado desativado 1.1MI 12.

00 51NS ELEKTRO PT ANSI 50/51 CLIENTE 1.01 0 1 10 I carga 100 1.20 1.000 I (A) Página 67 Revisão 02 –12/2009 .10 I TM 0.ND.000.00 Tempo (s) Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.00 50/51N ELEKTRO 50/51 ELEKTRO 51NS e 50N CLIENTE 0.000 10. Gráfico tempo x corrente 13.8 kV 100.00 65K chave fusível retaguarda ELEKTRO 10.

ELEKTRO MEDIÇÃO ELEKTRO VERGALHÃO DE COBRE 3/8" TC ELEKTRO 3xTC PROTEÇÃO FU . TP’s e outros equipamentos. TP’s.12 kV PARA-RÁIOS SUBESTAÇÃO DE MEDIÇÃO E DE PROTEÇÃO TP .0.12 kV PARA-RÁIOS CARGA POSTE REDE PARTICULAR Figura 1: Diagrama unifilar Página 68 Revisão 02 –12/2009 . indicando claramente onde está o disjuntor. FONTE POSTE DA ELEKTRO 10 kA . Esquema de ligação e diagramas do sistema de proteção O esquema de ligação do sistema de proteção do projeto deve mostrar as ligações dos TC’s.5 A FU . BT 10A NO BREAK ILUMINAÇÃO PROTEÇÃO RELÉS DE PROTEÇÃO 59 47 50 50N 51 51N 51GS 52 DISJUNTOR GERAL MT 10 kA .5 A 2xTP 400 VA PROTEÇÃO SECCIONADOR 400 A DISJ. BT 10A 1xTP 400VA ILUMINAÇÃO DISJ.0. TC’s. Deve ser incluído também o respectivo diagrama funcional.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 7.ND. O diagrama unifilar deve conter a subestação de medição e proteção e transformação do consumidor. bobinas do disjuntor (bobinas de abertura e fechamento). fonte(s) auxiliar(es) alimentando o relé de sobrecorrente e a bobina de abertura do disjuntor. relés.

BT ILUMINAÇÃO E TOMADA DA SUBESTAÇÃO ABRIGADA TR-AUXILIAR F-MT F-MT TP-PROTEÇÃO F-BT NO BREAK F-MT FONTE CAPACITIVA TP-PROTEÇÃO F-MT F-BT TC-P ENTRADA VB DE TENSÃO VC TC-P VA ALIMENTAÇÃO DO RELE TRIP CAPACITIVO A2 - A1 + + TC-P IA_o IB_i IB_o IC_i IC_o IN_i IN_o ENTRADAS DE CORRENTE IA_i BA 50 50N-GS 51 51N-GS 47 59 RELÉ SECUNDÁRIO DG SAÍDA DE 15 kV Figura 2: Diagrama trifilar de proteção Página 69 Revisão 02 –12/2009 .20 ENTRADA DE 15 kV CS1 F-MT Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição DISJ.ND.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 70 Revisão 02 –12/2009 .

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição DESENHOS Página 71 Revisão 02 –12/2009 .

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 72 Revisão 02 –12/2009 .

20.: ND.09.01/1 Folha 1/5 SUBESTAÇÃO ABRIGADA 18-12-2009 .01.20.20 Revisão Data 02 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND. Proteção e Transformação a ≤ 10 m ≤ 50 m b ≤ 50 m ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Ponto de entrega a PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR b Tipo de Subestação Abrigada Medição e Proteção Medição.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.01.Ramal de ligação Ver Desenho ND.

20 Revisão Data 02 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.Ponto de entrega Ramal de entrada a PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR b Tipo de Subestação Abrigada Medição e Proteção Medição.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01.20.01. Proteção e Transformação a ≤ 10 m ≤ 50 m b ≤ 50 m ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 2/5 SUBESTAÇÃO ABRIGADA 18-12-2009 .: ND.20.

20.01.20.09.01.: ND.01/1 Ramal de entrada Ponto de entrega a ≤ 50 m PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR Seccionador unipolar tipo faca Ramal de ligação Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 b ≤ 50 m ND.20 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND. PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO) .01/1 Folha 3/5 d > 50 m SUBESTAÇÃO ABRIGADA (MEDIÇÃO.Ver Desenho ND.

01.Posto de transformação (poste ou plataforma) Ponto de entrega Medição direta ou indireta PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR a ≤ 50 m Ramal de ligação Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 4/5 .20 Revisão Data 02 b ≤ 50 m 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.: ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.20.01.

20.01.Posto de transformação (poste ou plataforma) Ramal de entrada Seccionador unipolar tipo faca Medição direta ou indireta Ramal de ligação PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR Ponto de entrega a ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 b ≤ 50 m ND.20.: ND.01/1 Folha 1/5 d > 50 m .01.20 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.

20.Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .Distância entre o poste e o posto de transformação d > 50 m a ≤ 50 m b≤ 50 m Legenda: .Distância entre o poste e o ponto de entrega a ≤ 50 m b ≤ 50 m Subestação abrigada de medição.Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .20.Distância entre o limite da propriedade e o posto de transformação b .Distância entre o poste e a subestação abrigada a ≤ 50 m b≤ m 50 Posto de transformação (poste ou plataforma) a .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. proteção e transformação com entrada aérea a . proteção e transformação a .Distância entre o limite da propriedade e a subestação abrigada d > 50 m b .Vão máximo a ≤ 50 m Posto de transformação (poste ou plataforma) a .Distância entre o poste e o ponto de entrega a ≤ 10 m b≤ 50 m Subestação abrigada de medição.01.Subestação abrigada Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 Folha 1/1 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Disposição da Entrada de Serviço ND.Vão máximo d .Ramal de entrada subterrâneo .Subestação abrigada de medição e proteção (entrada aérea ou substerrânea) a . proteção e transformação com entrada subterrânea a .Vão máximo d .Distância entre o poste e o ponto de entrega b ≤ 50 m a ≤ 50 m Subestação abrigada de medição.Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .Ramal de ligação .Transformador particular .: ND.Ramal de entrada (aéreo ou subterrâneo) .01.Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b ≤ 50 m b .Propriedade do consumidor .

Dimensões em milímetros 15 kV 2 000 200 1 000 250 500 250 36.01/1 Folha 1/1 .: ND.02.2 kV 2 400 200 1 200 250 850 250 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Instalação de seccionador unipolar Posição horizontal (poste particular) DESENHO Nº ND.20.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.02.

20.02.20.2 kV 2 400 1 200 200 250 850 250 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02.Dimensões em milímetros 15 kV 2 000 1 000 250 200 500 250 36.: ND.02/1 Folha 1/1 .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Instalação de seccionador unipolar Posição inclinada (poste particular) DESENHO Nº ND.

20.20.03.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND.03.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros fe28-is03 ou fe40-is06 200 co05 fe11 250 fe17 600 eq09 ou eq16 400 250 cb05 eq03 ou eq11 cb12 ou cb13 ou cb20 1 200 cb20 fe18 ou fe19 di22 cr01 ou cr02 co14 eq10 ou eq17 eq10 ou eq17 di12 co09 cb11 ou cb17 400 di08 di17 p01 ou p02 am09 600 5 000 mín di11 fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 1/3 .: ND.

0 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.8.01/1 Folha 2/3 . sem centelhador.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre flexível.classe 36.20.5x2 400 mm Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa de Passagem Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível. bitola 4 BWG Cabo de cobre ou alumínio unipolar. de diâmetro nominal 5. sem centelhador. de 13 x 1 mm para aterramento Eletroduto de aço galvanizado. base tipo "C". Ø TR e DR 4. 30 kV Terminal polimérico . base tipo "C". seção 25 mm2 Conector derivação tipo estribo. com desligador automático e invólucro polimérico.20.2 mm Fio de aço galvanizado. 12 kV. de alumínio.2 kV. classe pesada Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Chave fusível de distribuição.5x2 000 mm Cruzeta de madeira. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.50 a 10. seção 10 mm2. com desligador automático e invólucro polimérico. abertura sob carga . seção retangular 90x112.6/1.70 mm Conector terminal. para cabos de alumínio isolados. têmpera meio-dura. abertura sob carga.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. para cabos CA-CAA Conector derivação.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND. seção adequada Cruzeta de madeira.20/35 kV Cabo de cobre.: ND. para uso externo Chave fusível de distribuição. uso externo Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. seção retangular 90x112. paralelo. a compressão.7/15 kV Fio de aço cobreado para aterramento. isolação em XLPE .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am09 cb05 cb11 cb12 cb13 cb17 cb20 co05 co09 co14 cr01 cr02 di08 di11 di12 di17 di22 eq03 eq09 eq10 eq11 eq16 eq17 DESCRIÇÃO Arame de aço zincado Ø 2. de bronze estanhado .03. 10 kA Terminal polimérico .0.classe 15 kV.03. a compressão. isolação em XLPE .36. isolação em XLPE . com 1 parafuso para condutores de cobre.

01/1 Folha 3/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND. de porcelana. cobreada de seção circular Mão francesa perfilada de 993 mm Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36. de porcelana.03.03.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino.: ND.2 kV Isolador rígido tipo pino.20.20. classe 35 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe11 fe13 fe14 fe17 fe18 fe19 fe28 fe40 is03 is06 p01 p02 DESCRIÇÃO Grampo de linha viva para condutores de cobre. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.

20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND. 600 di11 fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.03.03.02/1 Folha 1/3 .20.Dimensões em milímetros fe28-is03 ou fe40-is06 200 250 co05 fe11 eq09 ou eq16 400 250 fe17 600 cb05 eq03 ou eq11 1 200 cb20 fe18 ou fe19 co09 cr01 ou cr02 eq10 ou eq17 cb12 ou cb13 ou cb20 di12 co14 di22 cb10 ou cb18 di08 p01 ou p02 di17 am09 5 000 mín.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

com 1 parafuso para condutores de cobre. com desligador automático e invólucro polimérico. para uso externo Chave fusível de distribuição. paralelo.03.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND.2 mm Fio de aço galvanizado. 12 kV.0.70 mm Conector terminal.03. seção 10 mm2. 30 kV Terminal polimérico . 10 kA Terminal polimérico .0 kV Cabo de cobre ou alumínio tripolar.: ND.5x2 000 mm Cruzeta de madeira. com desligador automático e invólucro polimérico. bitola 4 BWG Cabo de cobre ou alumínio tripolar. abertura sob carga. para cabos de alumínio isolados. seção retangular 90x112. seção adequada Cruzeta de madeira. de 13 x 1 mm para aterramento Eletroduto de aço galvanizado. isolação em XLPE . classe pesada Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Chave fusível de distribuição. Ø TR e DR 4.02/1 Folha 2/3 .50 a 10.2 kV. base tipo "C".20.20. sem centelhador.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre flexível.6/1. isolação em XLPE . têmpera meio-dura. base tipo "C".RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am09 cb05 cb10 cb12 cb13 cb18 cb20 co05 co09 co14 cr01 cr02 di08 di11 di12 di17 di22 eq03 eq09 eq10 eq11 eq16 eq17 DESCRIÇÃO Arame de aço zincado Ø 2.20/35 kV Cabo de cobre.8.classe 36. sem centelhador. para cabos CA-CAA Conector derivação. de bronze estanhado . de alumínio. seção retangular 90x112. seção 25 mm2 Conector derivação tipo estribo. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. a compressão. abertura sob carga . de diâmetro nominal 5.36.classe 15 kV. uso externo Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. isolação em XLPE .2 kV Para-raios a óxidos metálicos.7/15 kV Fio de aço cobreado para aterramento.5x2 400 mm Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa de Passagem Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível. a compressão.

2 kV Isolador rígido tipo pino.20.02/1 Folha 3/3 . classe 15 kV Isolador rígido tipo pino. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra.03.2 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe11 fe13 fe14 fe17 fe18 fe19 fe28 fe40 is03 is06 p01 p02 DESCRIÇÃO Grampo de linha viva para condutores de cobre. de porcelana.: ND. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. cobreada de seção circular Mão francesa perfilada de 993 mm Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND. de porcelana. classe 36.03.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.

03/1 Folha 1/2 .20.03.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos diretamente enterrados ND.Dimensões em milímetros Configuração 1x1 Nível do piso acabado Fita de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 400 Configuração 1x2 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 600 400 Duto de PEAD H Duto de PEAD Configuração 1x3 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 600 30 Duto de PEAD 400 400 H Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03.20.: ND.03/1 de maio/2005 H Norma de Distribuição ND.

03.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos diretamente enterrados ND.03.03/1 Folha 2/2 .Dimensões em milímetros Configuração 2x2 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 30 600 Duto de PEAD Configuração 2x3 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 30 600 30 Duto de PEAD 400 Nota: A cota H refere-se à distância entre o nível do piso acabado e o topo do banco de dutos. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. sendo igual a 600 mm quando instalado na calçada e 800 mm quando instalado no leito carroçável.03/1 de maio/2005 400 H H Norma de Distribuição ND.20.: ND.20.

03.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos envelopados em concreto ND.20.Dimensões em milímetros Configuração 1x1 Nível do piso acabado Configuração 1x2 Nível do piso acabado 80 Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada H 30 80 B 80 A C Dutos de PVC 80 A C Configuração 1x3 Nível do piso acabado Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada 30 30 80 80 B H Duto de PVC A C Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03.: ND.04/1 de maio/2005 B Norma de Distribuição H ND.04/1 Folha 1/2 .20.

04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 B H ND.03.03.: ND.04/1 Folha 2/2 .Dimensões em milímetros Configuração 2x2 Nível do piso acabado Configuração 2x3 Nível do piso acabado 30 80 Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada H 30 30 80 30 30 B 80 A C Dutos de PVC 80 A C Dimensões (mm) A B C H Duto de PVC rígido liso 1x1 280 280 400 1x2 420 280 600 1x3 570 280 600 2x2 420 420 600 2x3 570 420 600 600 (passeios) 800 (leito carroçável) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20.20 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos envelopados em concreto ND.

) Concreto com espessura de 100 mm Ø200 Ø200 CORTE AA 200 (mín) H Dreno de brita Nota: a cota H refere-se à distância entre o nível do piso acabado e o topo do banco de dutos.: ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Caixa de passagem ND.03.05/1 de maio/2005 100 CORTE BB Norma de Distribuição ND.03. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. sendo igual a 600 mm quando instalado na calçada e 800 mm quando instalado no leito carroçável.Dimensões em milímetros A 100 900 B 1 000 800 B 900 100 A 800 100 1 000 100 PLANTA Tampão de Concreto Armado 890x890x100 Tampão de Concreto Armado 890x890x100 100 1 200 (mín.20.05/1 Folha 1/1 .

06/1 Folha 1/1 .Dimensões em milímetros 890 445 445 T1 Chapa n° 20 100 20 20 100 560 100 20 140 Ø1 8 m m 8 R2 0 100 Pontos de solda externos Chapa n° 20 100 150 100 135 ° 100 150 T1 = Ø 16.: ND.20.03.06/1 de maio/2005 300 Norma de Distribuição 100 890 ND.03.0 C=600 AÇO CA 50 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Tampa para caixa de passagem ND.

20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.: ND.01/1 Folha 1/4 .8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros 2 000 200 cr01 fe18 fe42 300 cb19 fe34-eq09 cb19 co09 di22 cb05 400 250 fe34-eq03 am01 fe11 is02-fe10-fe20 co05 1 000 1 500 250 cb19 fe32 ou fe41 di09 di25 tr06 cb04 ou cb09 is04-fe02 200 200 am09 cb04 ou cb09 p01 ou p02 di19 me01 1 400 a 1 600 di15-di25 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Ver Nota 2 Medição Elektro ELEKTRO M Proteção CARGA 15 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04.04.

10 kA Armação secundária de 2 estribo Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre.: ND. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. bronze estanhado.20.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr01 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq03 eq09 fe02 fe10 fe11 fe13 fe14 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . sem centelhador.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2.0.15 kV Conector derivação tipo estribo. polimérico. com desligador automático.50 a 10.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. isolação em XLPE . 12 kV. de alumínio.04.0 kV XLPE.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.6/1. paralelo. 1 paraf. para condutores de cobre. seção retangular 90x112.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.5x2 000 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição. seção 10 mm2. a compressão. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 . 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.04.01/1 Folha 2/4 . seção adequada Cabo de cobre flexível. para cabos CA-CAA Conector derivação.6/1. ØTR e DR 4.70 mm Cruzeta de madeira.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V.20. cobreada de seção circular Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. base tipo "C". abertura sob carga.

.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe18 fe20 fe32 fe34 fe41 fe42 is02 is04 me01 p01 p02 tr06 Mão francesa plana de 619 mm Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 053 mm Isolador de disco para cadeia. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo M2.01/1 Folha 3/4 . 4.04.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 30 kVA quando utilizada a tensão secundária de 220/127 V e 45 kVA para tensão secundária de 380/220 V. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão: e = L + 0. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: . 3.50 m onde houver tráfego de veículos pesados.: ND.4.50 m onde houver tráfego de veículos leves.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. sendo: 10 e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total do poste (m).BT Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 15 kV DESCRIÇÃO Notas: 1. tipo pesado ou de PVC tipo rígido. . Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.20.3.20.60 .01. 5. 2. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 6.5.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.04. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Caixa de medição .50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado.

É permitida saída subterrânea em BT após a medição.20.9 desta Norma. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.7.9. 9.20.04.: ND.01/1 Folha 4/4 . inclusive o tanque e o borne neutro do transformador. 8.

04.2 kV M Proteção CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.: Norma de Distribuição ND.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.2 400 200 cr02 fe19 fe43 Dimensões em milímetros is02-fe10-fe20 co05 am01 300 fe34-eq16 cb19 cb19 fe11 1 200 di22 co09 fe34-eq11 cb05 2 000 250 cb19 550 250 fe32 ou fe41 di09 di25 tr07 cb04 ou cb09 200 is04-fe02 200 am09 cb04 ou cb09 di19 p01 ou p02 me01 1 400 a 1 600 di15-di25 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Ver Nota 2 Medição Elektro ELEKTRO 36.20.02/1 Folha 1/4 .

para cabos CA-CAA Conector derivação. cobreada de seção circular Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.50 a 10. isolação em XLPE . bronze estanhado. seção retangular 90x112. abertura sob carga .0 kV XLPE. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 . com desligador automático.: Norma de Distribuição ND. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. ØTR e DR 4. sem centelhador.20. de alumínio.6/1.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.02/1 Folha 2/4 .2 kV Para-raios a óxidos metálicos.36.04.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0.5x2 400 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição. paralelo.15 kV Conector derivação tipo estribo. a compressão.6/1.70 mm Cruzeta de madeira. 30 kV Armação secundária de 2 estribo Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre. polimérico. seção adequada Cabo de cobre flexível. seção 10 mm2. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. base tipo "C".RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr02 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq11 eq16 fe02 fe10 fe11 fe13 fe14 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . 1 paraf.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2.0. para condutores de cobre.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V.

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe19 fe20 fe32 fe34 fe41 fe43 is02 is04 me01 p01 p02 tr07 Mão francesa plana de 726 mm Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia.BT Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 36.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.2 V DESCRIÇÃO Notas: 1. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m. .20. . Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 30 kVA quando utilizada a tensão secundária de 220/127 V e 45 kVA para tensão secundária de 380/220 V.04.: Norma de Distribuição ND.02/1 Folha 3/4 . Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo M2. 3. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela e = L + 0.4. 4.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34. sendo: expressão: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total do poste (m). Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: .60 10 . Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Caixa de medição . 6.5. 5. tipo pesado ou de PVC tipo rígido.50 m onde houver tráfego de veículos leves.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. 2.01.3.

5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.02/1 Folha 4/4 . É permitida saída subterrânea em BT após a medição. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.9.7.04.9 desta Norma.: Norma de Distribuição ND. 9. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 8.

20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.04.Dimensões em milímetros 2 000 200 is02-fe10-fe20 co05 cr01 cb19 fe34-eq09 fe34-eq09 cb19 am01 fe11 1 000 fe18 fe42 300 1 500 250 co09 di22 cb05 400 250 fe34-eq03 cb19 fe32 ou fe41 di09 di25 tr06 cb04 ou cb09 am09 p01 ou p02 di19 me03 me02 1600 a 1800 di25-di15 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Medição Elektro ELEKTRO 15 kV M Proteção CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.04.03/1 Folha 1/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.20.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND.

de alumínio. seção adequada Cabo de cobre flexível. com 1 parafuso para condutores de cobre.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.6/1.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND. paralelo.20. para cabos CA-CAA Conector derivação. com desligador automático. polimérico. 10 kA Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre.03/1 Folha 2/3 .50 a 10. base tipo "C". cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 . 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr01 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq03 eq09 fe10 fe11 fe13 fe14 fe18 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .20.04.6/1. Ø TR e DR 4.15 kV Conector derivação tipo estribo. isolação em XLPE . cobreada de seção circular Mão francesa plana de 619 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.70 mm Cruzeta de madeira.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0. seção retangular 90x112. sem centelhador.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2. a compressão.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V. 12 kV. abertura sob carga. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra.: ND.0.5x2 000 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição. de bronze estanhado . seção 10 mm2.04.0 kV XLPE.

02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.9.04.3.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe20 fe32 fe34 fe41 fe42 is02 me02 me03 p01 p02 tr06 Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 053 mm Isolador de disco para cadeia.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. 7. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão e= do poste (m). 5.03/1 Folha 3/3 .8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND.04. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.60 .20.4.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m. 6. . No caso de saída aérea após a medição. L + 0. 8. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA.01. de porcelana ou vidro temperado Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 15 kV DESCRIÇÃO Notas: 1.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo N2. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. . sendo: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total 10 4. 2. devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: . Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.5. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.50 m onde houver tráfego de veículos leves.9 desta Norma. 3.: ND.

Dimensões em milímetros
200

is02-fe10-fe20 co05 cr02 fe19 fe43
300

am01 fe34-eq16 cb19

fe11

1 200

cb19 di22 fe34-eq11 cb05

co09

2 000

250

550

250

cb19

fe32 ou fe41 di09 di25

tr07

cb04 ou cb09

am09

p01 ou p02

di19

me03

me02

1 600 a 1 800

di25-di15 di03-di04

500

fe13 ou fe14

e

Medição Elektro ELEKTRO M 36,2 kV

Proteção CARGA

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Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 1/3

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr02 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq11 eq16 fe10 fe11 fe13 fe14 fe19 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição - condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2,1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V, seção adequada Cabo de cobre flexível, seção 10 mm2, isolação em XLPE - 0,6/1,0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0,6/1,0 kV XLPE, seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 - 15 kV Conector derivação tipo estribo, a compressão, de alumínio, para cabos CA-CAA Conector derivação, paralelo, de bronze estanhado , com 1 parafuso para condutores de cobre, Ø TR e DR 4,50 a 10,70 mm Cruzeta de madeira, seção retangular 90x112,5x2 400 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição, base tipo "C", abertura sob carga - 36,2 kV Para-raios a óxidos metálicos, sem centelhador, com desligador automático, polimérico, 30 kV Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre, seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra, cantoneira de aço galvanizado Haste para terra, cobreada de seção circular Mão francesa plana de 726 mm

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Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 2/3

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe20 fe32 fe34 fe41 fe43 is02 me02 me03 p01 p02 tr07 Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia, de porcelana ou vidro temperado Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 36,2 kV DESCRIÇÃO

Notas:

1. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. 2. No caso de saída aérea após a medição, devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: - 5,50 m onde houver tráfego de veículos pesados; - 4,50 m onde houver tráfego de veículos leves; - 3,50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. 3. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão
e= L + 0,60 , sendo: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total 10

do poste (m).

4. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m, o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo N2. 5. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.01. 6. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. 7. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas, inclusive o tanque e o borne neutro do transformador. 8. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.9.9 desta Norma.
Superintendência de Engenharia e Planejamento
Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.:

Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 3/3

Dimensões em milímetros
B
2 200 mín. 1 000

800 mín.

400 mín.

500 mín. 500 2 400 mín.

500

A

400 mín.

Ver Detalhe 1

2 200 mín.

me02 Caixa tipo "M" me03 di23 Caixa tipo "T"

A

di32

B

di20

Detalhe 1

Seccionador tripolar com fusíveis

Proteção

ELEKTRO 15 kV 36,2 kV Medição ELEKTRO

CARGA

Superintendência de Engenharia e Planejamento
Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.20.06.01/1 de maio/2005

Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT

DESENHO Nº

ND.20.05.01/1
Folha 1/6

08.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND. di21 di03-di04 me02-me03 cb04 ou cb09 1 600 a 1 800 Norma de Distribuição di08 di17 cb08 fe13 ou fe14 di15 di25 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 am01 is02 fe15 co07 di06 fe07 fe20-fe26 fe02-fe08 is04 am01 co07 fe37 eq09 ou eq16 cb05 cb01 co09 is05. tr05 Ver Nota 2 ND.20.20.01/1 de maio/2005 300 máx.06. 1 700 mín.fe08 cb08 co04 eq06 ou eq14 5 000 mín.05.01/1 Folha 2/6 . di19 650 400 mín.Dimensões em milímetros Ver desenho ND.20.

05.01/1 Folha 3/6 .Dimensões em milímetros 500 500 600 di24 di35 300 aprox.: ND. di08 200 mín.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND. di17 co09 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20.06. 500 fe06 1 600 cb08 fe39 di23 cb08 eq06 ou eq14 co09 2 100 1 200 máx.

compressão.0 kV XLPE. seção adequada Cabo de cobre flexível.: ND. meio duro.20.6/1.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb05 cb08 cb09 co04 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di15 di17 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. isolação em XLPE .6/1.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. com 1 parafuso para condutores de cobre.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.06. de bronze estanhado .20. Ø TR e DR 4.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.50 a 10. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.05.0. paralelo.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado. paralelo. seção 10 mm2.01/1 Folha 4/6 .8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. seção adequada Conector borne concêntrico a pressão tipo terminal lateral diâmetro adequado Conector derivação.0 kV Cabo de cobre nu.

sem centelhador.20.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios. com desligador automático e invólucro polimérico.: ND. uso externo Suporte para isolador pedestal Isolador de disco para cadeia. com desligador automático e invólucro polimérico. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Transformador de serviço Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 30 kV Armação secundária de 2 estribo Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 5/6 .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di35 eq06 eq09 eq14 eq16 fe02 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe39 is02 is04 is05 me02 me03 tr05 DESCRIÇÃO Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. 10 kA Seccionador tripolar 36.05. 12 kV. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.06. sem centelhador.20.

3. Os desenhos são orientativos. 5. . 6.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres.: ND. 8.20.06.5. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 7. 4.50 m onde houver tráfego de veículos leves. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.4.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Notas: 1. 9.01/1 Folha 6/6 .50 m onde houver tráfego de veículos pesados. É permitida saída subterrânea em BT após a medição.20.9.05.3. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.01.9 desta Norma. . Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: . 2.

1 000 B 800 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. 500 A Caixa tipo "M" Caixa tipo "T" 400 mín.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.2 kV Medição ELEKTRO CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Ver Detalhe 1 2 200 mín.20. me02 me03 di23 A Detalhe 1 di20 di32 B Seccionador tripolar com fusíveis Proteção ELEKTRO 15 kV 36.06.20.: ND.Dimensões em milímetros 2 200 mín. 2 400 mín.05. 400 mín.02/1 Folha 1/5 .

di15 di25 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 Folha 2/5 . ND. di12 cb01 cb11 ou cb17 co04 eq06 ou eq14 fe36 di21 di08 me02-me03 fe35 di17 tr05 di08 di17 cb04 ou cb09 di03-di04 1 600 a 1 800 300 máx.06.05.: ND.20.20.Dimensões em milímetros co15-fe27 320 mín.20 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 1 700 mín.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.20. .05.20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. cb08 co09 cb08 2 100 tr05 1 200 máx. di08 di17 di24 di35 CORTE BB fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. eq09 ou eq16 cb05 300 aprox.Dimensões em milímetros eq18 ou eq19 320 mín.: ND.02/1 Folha 3/5 200 mín.06.

0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0. isolação em XLPE .0 kV XLPE.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar.06. paralelo. classe pesada Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. para cabo de alumínio isolado.0.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.6/1. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar. seção adequada Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível. isolação em XLPE . com 1 parafuso para condutores de cobre.02/1 Folha 4/5 .20.20. bimetálico. a compressão. de bronze estanhado . de 13 x 1 mm para aterramento Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm DESCRIÇÃO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb04 cb05 cb09 cb11 cb17 co04 co09 co15 di03 di04 di08 di12 di15 di17 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. isolação em XLPE .50 a 10.70 mm Conector terminal. seção 10 mm2.05.20/35 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo terminal lateral diâmetro adequado Conector derivação.6/1.8.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana. Ø TR e DR 4.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. seção adequada Cabo de cobre flexível.: ND.

30 kV Terminal para cabo tripolar .2 kV. 2.02/1 Folha 5/5 .20. uso interno Haste para terra. com desligador automático e invólucro polimérico.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq06 eq09 eq14 eq16 eq18 eq19 fe13 fe14 fe27 fe35 fe36 me02 me03 tr05 DESCRIÇÃO Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos.: ND. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos.9 desta Norma.9. 3. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. 6.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.20.05. 5. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. sem centelhador. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Os desenhos são orientativos.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. com porca e arruela de latão Suporte para instalação de seccionador tripolar. cabeça sextavada rosca W. uso interno Terminal para cabo tripolar . 10 kA Seccionador tripolar 36. sem centelhador. 12 kV.classe 15 kV. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. 4. com desligador automático e invólucro polimérico. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. cobreada de seção circular Parafuso de latão.01.classe 36.06. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. uso interno Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Transformador de serviço Notas: 1.

06.20.03/1 Folha 1/6 500 500 . me04 di23 1 000 di20 di32 B TC´s ELEKTRO TP´s Medição ELEKTRO Seccionador tripolar Disjuntor automático CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. 2 000 mín.05. A A 500 mín. 400 mín.20. 150 2 000 mín.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros B 1 500 mín. 1 200 mín. 500 mín. 500 mín.: ND.

co07 eq05 ou eq13 di21 tr02 eq07 ou eq15 1 700 mín.20. cb08 fe13 ou fe14 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06.20.05.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.03/1 de maio/2005 300 máx.01/1 am01 is02 fe07 fe20-fe26 fe15 di06 fe37 eq09 ou eq16 cb05 co09 cb08 cb01 cb01 5 000 mín. fe38 ou fe44 di21 tr03 cb08 300 máx.08.: ND.20.Dimensões em milímetros Ver desenho ND. 1 200 máx. Norma de Distribuição ND. 650 is05-fe08 400 mín.03/1 Folha 2/6 .

20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição 200 aprox. 1 600 500 500 500 600 di35 di24 fe06 fe39 co09 me04 di03-di04 2 100 cb08 1 600 a 1 800 di03-di04 di18 di19 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03/1 Folha 3/6 .Dimensões em milímetros 300 aprox. 2 800 ND.: ND.20.06.05.

paralelo.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb05 cb08 co07 co09 di03 di04 di06 di15 di18 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .20.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.03/1 Folha 4/6 . paralelo. com desligador automático e invólucro polimérico. Ø TR e DR 4. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.: ND.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. seção adequada Conector derivação.0. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .6/1.05. de bronze estanhado .20. 12 kV.50 a 10. com 1 parafuso para condutores de cobre. compressão. 10 kA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. isolação em XLPE . sem centelhador. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre flexível.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.0 kV Cabo de cobre nu. seção 10 mm2. meio duro.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV.06.

com desligador automático e invólucro polimérico.20.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra.01.2 kV Isolador de disco para cadeia.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.36. 2. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.06. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.9. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.9 desta Norma.2 kV Disjuntor automático trifásico 36.: ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq13 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 is02 is05 me04 tr02 tr03 Seccionador tripolar .03/1 Folha 5/6 . de porcelana ou vidro temperado Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador de corrente Transformador de potencial DESCRIÇÃO Notas: 1. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.05. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. 36. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. sem centelhador.

7. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. geração própria. Os desenhos são orientativos. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador.: ND. etc. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.).05.03/1 Folha 6/6 . 4. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 6. 5. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido.06.20. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias.3.

500 mín. 150 B 2 000 mín. 400 mín.: ND.20.20.Dimensões em milímetros 1 800 mín. di23 1 000 di20 di32 B Disjuntor automático CARGA TP´s Medição ELEKTRO Seccionador tripolar TC´s ELEKTRO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 850 mín. me04 1 200 mín.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. fe39 2 000 mín.06.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.05. A A 500 mín.04/1 Folha 1/5 .

cb08 300 máx. fe36 eq05 ou eq13 di21 eq18 ou eq19 is05-fe08 di12 3 000 tr02 eq07 ou eq15 2 200 cb11 ou cb17 1 200 máx.05.04/1 Folha 2/5 .20.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. tr03 fe38 ou fe44 1 700 mín.: ND.04/1 de maio/2005 ND.Dimensões em milímetros eq09 ou eq16 co09 cb01 320 mín.06. Norma de Distribuição di21 cb08 fe13 ou fe14 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

05.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.04/1 Folha 3/5 200 mín.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.20.Dimensões em milímetros 300 aprox. cb08 cb05 me04 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 di24 di03-di04 di35 di18 di19 di17 cb08 di15-di25 fe13 ou fe14 co09 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06. .

com 1 parafuso para condutores de cobre.04/1 Folha 4/5 .15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. sem centelhador. isolação em XLPE . 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. 30 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.50 a 10. Ø TR e DR 4.8.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar. 10 kA Seccionador tripolar . de 13 x 1 mm para aterramento Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado. isolação em XLPE .20.05. meio duro. com desligador automático e invólucro polimérico. 12 kV.: ND.20/35 kV Conector derivação.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb08 cb11 cb17 co09 di03 di04 di12 di15 di17 di18 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 Barramento interno de cobre Cabo de cobre nu.04/1 de maio/2005 DESCRIÇÃO Norma de Distribuição ND.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana. sem centelhador.2 kV Disjuntor automático trifásico 36.36. paralelo.06. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar. polimérico.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.20.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. com desligador automático. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar . de bronze estanhado .

admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias. 6.2 kV Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador de corrente Transformador de potencial Notas: 1. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas. etc.01. 2.classe 36.2 kV. 3. 4. Os desenhos são orientativos. uso interno Chumbador para rosca M16 Haste para terra. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq18 eq19 fe08 fe13 fe14 fe36 fe38 fe39 fe44 is05 me04 tr02 tr03 DESCRIÇÃO Terminal para cabo tripolar .04/1 Folha 5/5 . A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador. 5. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.05. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 11. cobreada de seção circular Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 36.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.classe 15 kV. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. geração própria.). Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. uso interno Terminal para cabo tripolar .8 desta Norma.20.20.06.

C 500 mín. 500 mín.: ND. 500 mín.Dimensões em milímetros 2 500 mín.05.2 kV Transformador auxiliar Medição ELEKTRO CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. mín.05/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND. me04 500 mín.05/1 Folha 1/7 . B B 150 1 200 mín. 400 400 mín. A C 2 000 mín. 150 1 700 mín. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. di23 di20 2 000 mín 500 mín. 500 mín.06. 400 mín.20. A 500 500 Disjuntor automático Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO 3PR TP´s TC´s Seccionador tripolar Seccionador Seccionador tripolar 15 kV 36.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. 1 500 mín.20. 150 500 mín.

Dimensões em milímetros 1 700 mín. eq05 ou eq13 di21 cb04 ou cb09 di08 di17 tr05 di35-di24 cb01 eq05 ou eq13 co03 di21 cb04 ou cb09 is05-fe08 eq05 ou eq13 di21 eq07 ou eq15 1 200 máx.05/1 Folha 2/7 fe13 ou fe14 cb05 co09 is02 cb08 di16 1 200 máx.20.20. 300 máx. Ver Desenho ND.01/1 tr02 tr03 650 cb01 400 mín. is05-fe08 fe38 ou fe44 di35-di24 tr01 fe07 fe20-fe26 di06 fe37 di21 fe15 co07 eq09 ou eq16 am01 5 000 mín.20.06. CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Declividade mín.08. 1% di10 18-12-2009 .05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.05. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.: ND.

05.05/1 de maio/2005 ND.20.05/1 Folha 3/7 2 800 cb08 .: ND. 500 500 600 di24 di35 fe06 500 1 600 fe39 cb08 co09 2 100 di03-di04 1 600 a 1 800 di03-di04 200 mín.20. Norma de Distribuição di18 di19 cb08 di15-di25 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.06.Dimensões em milímetros 300 aprox. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.

06.: ND.05. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. Norma de Distribuição di18 di19 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.20.20.05/1 Folha 4/7 2 800 18-12-2009 .Dimensões em milímetros di24 di35 fe39 di23 cb08 cb08 co09 me04 di03-di04 di03-di04 200 mín.05/1 de maio/2005 ND.

paralelo.6/1.50 a 10.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. seção adequada Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação. isolação em XLPE .05.0 kV XLPE.8 mm Iluminação interna Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. seção 10 mm2.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb05 cb08 cb09 co03 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di10 di15 di16 di17 di18 di19 di20 di21 di23 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Eletroduto de aço galvanizado.05/1 Folha 5/7 . de bronze estanhado .0. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. meio duro.20.0 kV Cabo de cobre nu.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. paralelo.: ND. Ø TR e DR 4. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação. compressão. seção adequada Cabo de cobre flexível.6/1. com 1 parafuso para condutores de cobre.06. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.

2 kV Isolador de disco para cadeia.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. com desligador automático e invólucro polimérico. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 is02 DESCRIÇÃO Janela para ventilação tipo veneziana.2 kV Disjuntor automático trifásico . 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra.05. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 10 kA Seccionador tripolar .36. sem centelhador.20.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.06. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. de porcelana ou vidro temperado Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.36. 36.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. com desligador automático e invólucro polimérico. sem centelhador. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.20. 12 kV. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.: ND. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.05/1 Folha 6/7 .

4. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. geração própria. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. 6.20. 9.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Na subestação abrigada. 5. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. 11.2 kV. 3.9 desta Norma. A cobertura da subestação abrigada deve ser orientada de modo a não permitir escoamento de água sobre a chegada da linha de AT ou sobre a porta. 8. 2. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Os desenhos são orientativos. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.06. Devem ser previstos sistemas para drenagem e contenção do óleo dos transformadores. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36.05.01. terminações e das chaves.05/1 Folha 7/7 . Aplica-se a instalações com potências superiores a 300 kVA ou com mais de uma unidade transformadora. As paredes devem possuir espessura e resistência suficientes para permitir a instalação de suportes dos para-raios.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. 12. 10. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. bem como dos isoladores.: ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM is05 me04 tr01 tr02 tr03 tr05 Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1.). 7.20.9. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da primeira seccionador ou através de circuito independente do sistema ELEKTRO (baterias. etc. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.

06.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.20. 500 mín. 1 200 mín. 150 1 700 mín. B 500 mín. C 500 mín. 150 500 mín. 150 400 mín.2 kV ELEKTRO CARGA Medição Transformador auxiliar Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.06/1 Folha 1/7 .20. 400 mín.05. fe39 500 mín.Dimensões em milímetros A 2 500 mín. 850 mín.: ND. 400 mín.06/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND. A Disjuntor automático Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO 3PR TP´s TC´s Seccionador tripolar Seccionador Seccionador tripolar me04 15 kV 36. 1 800 mín. di23 di20 B 2 000 mín. 2 000 mín. C 500 mín.

eq05 ou eq13 di21 co15-fe27 eq18 ou eq19 eq09 ou eq16 cb01 is05 -fe08 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.05.Dimensões em milímetros 1 700 mín.06/1 de maio/2005 fe36 di21 di16 di10 Norma de Distribuição ND.: ND.20.06.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. fe38 ou fe44 cb11 ou cb17 tr02 tr03 di21 di08 di17 cb08 cb08 fe13 ou fe14 2 200 tr05 co03 cb01 320 mín. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.06/1 Folha 2/7 . di21 cb04 ou cb09 1 200 máx. 300 máx.20. 1% tr01 eq07 ou eq15 co09 1 200 máx. Declividade mín.

ND. cb08 me04 3 000 mín.: ND.20 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.Dimensões em milímetros 320 mín. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.20. di35 Norma de Distribuição Revisão Data co09 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 di24 di03-di04 di18 di19 di15-di25 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.05.06/1 de maio/2005 02 200 mín.20. 300 aprox.06/1 Folha 3/7 .06.

Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.06/1 Folha 4/7 200 mín.Dimensões em milímetros 320 mín. di24 di03-di04 di08 di17 di18 di19 di35 Norma de Distribuição di23 300 aprox.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.: ND.05.06. di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. cb08 co09 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 3 000 mín.20. 18-12-2009 .06/1 de maio/2005 ND.

meio duro.20/35 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação. seção adequada Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Eletroduto de aço galvanizado. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido DESCRIÇÃO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Ø TR e DR 4.20.06/1 Folha 5/7 . para cabo de alumínio isolado.8.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb04 cb08 cb09 cb11 cb17 co03 co09 co15 di03 di04 di08 di10 di15 di16 di17 di18 di19 di20 di21 di24 di25 Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. isolação em XLPE . paralelo. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.8 mm Janela para ventilação tipo veneziana.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.70 mm Conector terminal. seção adequada Cabo de cobre nu. de bronze estanhado .0 kV XLPE.20.6/1.50 a 10.: ND. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0. a compressão.05. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar. bimetálico. isolação em XLPE . com 1 parafuso para condutores de cobre.06. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.

sem centelhador.20. uso interno Terminal para cabo tripolar . uso interno Chumbador para rosca M16 Haste para terra.classe 15 kV.2 kV Disjuntor automático trifásico 36.05. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.06/1 Folha 6/7 .06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. cobreada de seção circular Parafuso de latão.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. 30 kV Terminal para cabo tripolar .06. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. cabeça sextavada rosca W.classe 36. com desligador automático e invólucro polimérico.20.2 kV.: ND.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. 36.2 kV Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. 10 kA Seccionador tripolar . sem centelhador.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. com desligador automático e invólucro polimérico. com porca e arruela de latão Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 12 kV.36.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 eq18 eq19 fe08 fe13 fe14 fe27 fe36 fe38 fe39 fe44 is05 me04 tr01 tr02 tr03 DESCRIÇÃO Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .

ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. É permitida saída subterrânea em BT após a medição.). 3.2 kV. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador. Aplica-se a instalações com potências superiores a 300 kVA ou com mais de uma unidade transformadora. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.: ND.9 desta Norma.20.06. 8. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.20.9. etc.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 5. Os desenhos são orientativos. Na subestação abrigada. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36.05.01.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM tr05 Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1. 2. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. geração própria. 4. 6. 7. 9.06/1 Folha 7/7 .

20.20. 400 mín.07/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND. A C 2 000 mín. proteção e transformação Entrada aérea . 150 1 500 mín.: ND.05. 500 mín. me04 1 200 mín.06. C 500 mín.Dimensões em milímetros 2 500 mín. A 500 500 TC´s Disjuntor automático Seccionador tripolar Seccionador com fusíveis 15 kV 36.2 kV Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO Para-raios TP´s ELEKTRO Transformador auxiliar Medição CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. B 500 mín.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. 400 mín. 500 mín. 500 mín. di23 di20 B 1 700 mín. 150 2 000 mín 500 mín.07/1 Folha 1/7 . 400 mín. 150 500 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.

di21 cb04 ou cb09 di08 di17 tr05 eq05 ou eq13 cb04 ou cb09 di35-di24 eq06 ou eq14 cb01 di21 tr01 di08 di17 1 200 máx.Dimensões em milímetros 1 700 mín.07/1 Folha 1/7 di16 di10 .07/1 de maio/2005 ND.20.20 Revisão Data 02 fe13 ou fe14 18-12-2009 cb05 co09 eq09 ou eq16 is02 Subestação abrigada de medição. co03 Ver Desenho ND. proteção e transformação Entrada aérea . CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 1% di21 eq07 ou eq15 fe15 am01 co07 5 000 mín.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor cb08 DESENHO Nº ND. 300 máx.20.08.: ND.01/1 cb01 400 mín. 650 is05-fe08 tr02 fe38 ou fe44 tr03 fe07 fe20-fe26 di06 fe37 di21 cb08 Norma de Distribuição Declividade mín.20.06.05.

Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.: ND. fe06 500 1 600 cb08 fe39 co09 cb08 is05 cb08 co09 di03-di04 1 600 a 1 800 di35 di03-di04 di19 di18 di08 di17 di24 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06. proteção e transformação Entrada aérea .07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.Dimensões em milímetros 500 500 600 300 aprox.20.07/1 Folha 2/7 200 mín.05.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de medição. 18-12-2009 2 800 me04 .

07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 200 mín.07/1 Folha 3/7 . 500 500 600 di24 di35 500 fe39 cb08 co09 cb08 2 800 di03-di04 di08 di17 co09 di19 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 me04 di03-di04 di18 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros 300 aprox.20 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.: ND.20. proteção e transformação Entrada aérea .05.06.20.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. ND.

para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação.0 kV XLPE. isolação em XLPE .0. paralelo. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.6/1. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. de bronze estanhado . seção adequada Cabo de cobre flexível.06.50 a 10.: ND. Ø TR e DR 4. seção 10 mm2.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. com 1 parafuso para condutores de cobre. paralelo.0 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação. meio duro.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb08 cb09 cb05 co03 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di10 di15 di16 di20 di17 di18 di19 di20 di21 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição – condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.05.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.20. formato “H”.6/1.8 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. proteção e transformação Entrada aérea .70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva 90° de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Extintor de incêndio CO2 Eletroduto de aço galvanizado.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. a compressão.20.07/1 Folha 4/7 . seção adequada Cabo de cobre nu.

06.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq06 eq07 eq09 eq13 eq14 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. com desligador automático e invólucro polimérico.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. proteção e transformação Entrada aérea . dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço galvanizado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar – 15 kV Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Disjuntor automático trifásico 15 kV.2 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.07/1 Folha 5/7 . 12 kV.2 kV Seccionador tripolar 36.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Disjuntor automático trifásico 36. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra. 10 kA Seccionador tripolar – 36. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.05.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. sem centelhador. sem centelhador.20.: ND.07/1 de maio/2005 DESCRIÇÃO Norma de Distribuição ND. com desligador automático e invólucro polimérico. 36.20.

: ND. O eletroduto de proteção da descida do para-raio deve ser obrigatoriamente de PVC rígido.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. 2.06. Aplica-se a instalações com entrada subterrânea.07/1 Folha 6/7 .).05. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da primeira seccionador ou através de circuito independente do sistema ELEKTRO (baterias. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.20. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. terminações e das chaves. 9.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. Os desenhos são orientativos. 11. 8. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. 6. A cobertura da subestação abrigada deve ser orientada de modo a não permitir escoamento de água sobre a chegada da linha de AT ou sobre a porta. 10. proteção e transformação Entrada aérea .01. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. 3. 7. 12.20.9 desta Norma. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. geração própria.2 kV. 4. As paredes devem possuir espessura e resistência suficientes para permitir a instalação de suportes dos para-raios. Devem ser previstos drenos para escoamento do óleo dos transformadores. Na subestação abrigada. etc.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM is02 is05 me04 tr01 tr02 tr03 tr05 DESCRIÇÃO Isolador de disco para cadeia.9. bem como dos isoladores. de porcelana ou vidro temperado Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de serviço Notas: 1. 5.

07.20.Dimensões em milímetros me04 di23 Dispositivo para lacre 600 700 di30 co12 di01 Vista de frente (sem portas externas) di29 Vista de frente (com portas externas) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.06.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.: ND.01/1 Folha 1/3 .

di33 eq18 ou eq19 eq09 ou eq16 eq05 ou eq13 tr02 tr03 Fusível AT tr04 di06 me04 eq07 ou eq15 PLANTA Mufla ou terminal ELEKTRO Para-raios TP´s TC´s Seccionador tripolar Fusível de AT Medição ELEKTRO Transformador auxiliar TC´s Disjuntor automático Mufla ou terminal Subestação de transformação Iluminação e serviços auxiliares DIAGRAMA UNIFILAR Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.: ND.07.06.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.01/1 Folha 2/3 .

6. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.: ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM co12 di01 di06 di23 di29 di30 di33 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 me04 tr01 tr02 tr03 tr04 DESCRIÇÃO Conector para interligar as carcaças dos equipamentos com o terra Alavanca para manobra do seccionador Bucha de passagem Iluminação interna Porta frontal com trinco e fechadura Porta frontal interna com dispositivo para lacre Portas traseiras com trinco e fechadura Seccionador tripolar .2 kV Para-raios a óxidos metálicos. 10 kA Seccionador tripolar . 2. desde que obedecidas às disposições dos equipamentos e distâncias mínimas de segurança.5.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV.01/1 Folha 3/3 . com desligador automático e invólucro polimérico. sem centelhador.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.20. 12 kV. 30 kV Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de potencial com fusível Notas: 1.20.36.06. com desligador automático e invólucro polimérico. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. 4.9.2 kV Disjuntor automático trifásico 36.07. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 3. Os desenhos são orientativos.9 desta Norma.3.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. As demais condições para conjuntos de manobra e controle em invólucro metálico devem ser conforme item 6. sem centelhador. admitindo-se outros arranjos para a montagem do conjunto blindado.

07.08.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.20.2 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros di28 1 500 VISTA B 1 500 cb08 620 cb02 VISTA A SUBESTAÇÃO OU CUBÍCULO DE MEDIÇÃO/PROTEÇÃO SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO AO TEMPO ELEKTRO Proteção de BT Medição ELEKTRO 15 kV 36.01/1 Folha 1/4 .

01/1 Folha 1/4 .: ND.08.07.01/1 de maio/2005 500 1 700 Norma de Distribuição ND.eq09 ou eq16 fe18 ou fe19 fe42 ou fe43 di2 cr01 ou cr02 eq04 ou eq12 cb02 cr01 ou cr02 fe18 ou fe19 p01 ou p02 di02 di28 di34 tr05 fe13 ou fe14 cb08 BRITA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros eq09 ou eq16 is02 1 000 .: ND.36.2 kV 200 fe28 ou fe40 is03 ou is06 cb02 2 000 7 500 mín.20.15 kV 1 200 .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. am01 fe10-fe20 eq04 ou eq12 di02 di28 di08 di34 di17 e fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 1/4 .07.08.20.

cobreada de seção circular Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Olhal para parafuso Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36.07.20. 36. classe pesada Mourão de concreto para amarração Tela de arame .malha de 50 x 50 x 3 mm Seccionador de faca.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. sem centelhador.5x2 000 mm Cruzeta de madeira. 10 kA Seccionador de faca.2 kV Mão francesa plana de 1 053 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. com desligador automático e invólucro polimérico.2 kV .5x2 400 mm Arame farpado Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Eletroduto de aço galvanizado. seção retangular 90x112. unipolar. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. 12 kV.01/1 Folha 2/4 . 30 kV Gancho olhal Haste para terra.08. sem centelhador.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb02 cb08 cr01 cr02 di02 di08 di17 di28 di34 eq04 eq09 eq12 eq16 fe10 fe13 fe14 fe18 fe19 fe20 fe28 fe40 fe42 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . seção retangular 90x112.20.: ND. seção adequada Cruzeta de madeira.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND. com desligador automático e invólucro polimérico.condutores de alumínio Cabo de alumínio CA Cabo de cobre nu. 15 kV-630 A Para-raios a óxidos metálicos. meio duro.630 A Para-raios a óxidos metálicos. unipolar.

classe 15 kV Isolador rígido tipo pino. As partes metálicas da subestação (cercas. Os portões devem abrir para fora com abertura de 3.01/1 Folha 3/4 . de porcelana. 3.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe43 is02 is03 is06 p01 p02 tr05 Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.07.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Os desenhos são orientativos e se necessário. classe 36. consultar as normas da ELEKTRO referentes à padronização de estruturas e projetos de redes de distribuição de energia elétrica. carcaças dos equipamentos. devendo ser conservados fechados. 5. providos de trinco e fechaduras. 7. O neutro do transformador deve ser solidamente conectado à malha de terra da subestação. As dimensões da subestação são em função das dimensões do transformador. A tela da cerca deve possuir malha de no máximo 50 mm de abertura a ser constituída de fio de aço galvanizado de 3 mm de diâmetro no mínimo. em duas partes. devendo ser obedecidas às distâncias mínimas deste à cerca. Todas as ferragens da estrutura (cintas. 6. de porcelana ou vidro temperado Isolador rígido tipo pino. A altura da cerca deve ser de no mínimo 2. conforme desenhos desta Norma 4. A medição e proteção devem ser instaladas em cubículo próprio. antes da subestação e o mais próximo possível da divisa com a via pública. espaçadas de no mínimo 150 mm. Recomenda-se que na parte superior da mesma sejam estendidas três ou quatro fiadas de arame farpado zincado. portões. de porcelana.0 m medida em relação ao piso externo. 9.08. 8.0 m. mãos francesas e bases das chaves) devem ser aterradas através do cabo de aterramento do para-raios.20.) devem ser solidamente conectadas à malha de terra com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. etc. Este tipo de subestação pode ser utilizado somente por consumidores industriais.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND. 2.2 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1.: ND.20.

01.20. A subestação deve possuir sistema de iluminação artificial.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.07. não sendo permitida sua fixação no poste instalado no interior da mesma. em todas as faces da proteção externa e junto ao acesso. Caso a distância entre o cubículo de medição/proteção e a subestação for superior a 300 m devem ser previstos para-raios na subestação e na saída da subestação de medição e proteção. 14. 13. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 11. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.9 desta Norma. Os materiais e equipamentos da estrutura devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.: ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.10. Deve ser previsto revestimento do piso com pedra britada e um sistema de drenagem adequado para escoamento do liquido isolante do transformador para um tanque de contenção. 15. Devem ser afixadas placas com os dizeres “Perigo de Morte” e o símbolo indicador de tal perigo em local bem visível do lado externo.08.20. 12.01/1 Folha 4/4 .9.

: ND.09.Dimensões em milímetros 15 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Isolador de disco para cadeia 200 36.2 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Isolador de disco para cadeia 200 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Fixação da cadeia de isoladores DESENHO Nº ND.20.20.01/1 Folha 1/2 .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.08.

08.88 PINO CONTRA PINO Nota: os parafusos para fixação da cadeia de isoladores devem ser colocados por ocasião da concretagem da laje.20.20.35 25.: ND.01/1 Folha 2/2 .25 6.70 8.Dimensões em milímetros 15 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 DETALHE A Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm 36.10 Ø4 50 .09. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 50 4.15 15.76 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Fixação da cadeia de isoladores DESENHO Nº ND.40 12.73 Ø 6 .2 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 DETALHE A Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Detalhe A 95.4 17 38.14 57.7 6 7.

: ND.Dimensões em milímetros 1 1/2" x 1 1/2" x 3/16" Solda 1 300 150 500 500 A 150 A Solda Vista superior 400 mín.02/1 Folha 1/1 . Para-raios Cantoneira de ferro 1 1/2"x1 1/2"x3/16" 200 Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Instalação de para-raios DESENHO Nº ND.09.08.20.

As ferragens de uso ao tempo devem ser zincadas. Não é permitido material combustível.20. A interligação do neutro com o sistema de terra do consumidor deve ser feita em local de fácil acesso e de modo que possa ser interrompido a conexão entre os terras para medições independentes.00 m a fim de não permitir o contato de pessoas e animais.03/1 Folha 1/1 . A descida do condutor de aterramento do para-raios deve ser protegida por eletroduto de PVC rígido de 3. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 3. • 3.09.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Interligação do neutro DESENHO Nº ND.03/1 de maio/2005 300 Norma de Distribuição ND.: ND.Dimensões em milímetros 5% 500 500 500 Bucha de passagem uso externo-interno Ver Detalhe e Nota 6 Braçadeira de material não condutor Cabo de cobre nu 50 mm² Eletroduto de PVC rígido Ver Nota 6 DETALHE (Interligação do Neutro) Notas: 1. • 4.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. Para cobertura da subestação abrigada deve ser prevista laje. 6.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres.20. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas do condutor neutro em relação ao solo: • 5. Esta cobertura não deve lançar água para os lados da linha de alta-tensão ou da porta. 2.08. inclusive o da porta de entrada. além do telhado indicado no desenho.50 m onde houver tráfego de veículos leves. 5. 4.

Dimensões em milímetros 750 A 1 500 A Colocar pedra britada 150 Drenagem de óleo Manilha de Ø 4" Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Dispositivo para drenagem de óleo DESENHO Nº ND.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.09.04/1 Folha 1/1 .: ND.08.

09. 2. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. sem cabeça soldado na chapa 100 450 1 100 450 100 Notas: 1. fenda normal com rosca soberba de 81.5 Ø 12 Parafuso M16x25 mm.10.5 mm de comprimento com 4 arruelas.01/1 Folha 1/1 100 .20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Suporte para isolador pedestal ND.: ND.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Este suporte destina-se à utilização em subestação abrigada. O suporte deve vir acompanhado de 4 buchas de nylon S12 e 4 parafusos de ferro cabeça redonda.Dimensões em milímetros 325 50 450 325 50 9.

Dimensões em milímetros Travessa sem mão francesa 200 750 A 450 200 650 Cantoneira "L" 1 1/2" x 3/16" e 650 mm de comprimento 100 Furo Ø 8 mm com paraf. porca e arruela Solda Ver Detalhe A 55 200 100 Ø 14 Furo Ø 14 100 200 200 300 200 1 600 A 300 100 650 Parede Solda 30° 50 Mão francesa Cantoneira "L" 1 1/2 x 3/16" e comprimento 750 mm 150 Corte AA Ø8 3 55 10 75 10 19 19 25 38 Detalhe A Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. M6x32 mm. sex.02/1 de maio/2005 25 2 R1 30 Norma de Distribuição ND.02/1 Folha 1/1 .20.09.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para terminais poliméricos. sex. cab. cab. porca e arruela Furo Ø 8 mm com paraf. M6x25 mm.: ND.10. para-raios e chaves fusíveis DESENHO Nº ND.20.

10.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.8 kV DESENHO Nº ND.20.Dimensões em milímetros Este lado voltado para fonte o od çã ixa estal f ra d pa r pe ro o Fu olad is 45 0 00 13 1 400 900 500 rN Ve 7 ota rN Ve 8 ota Chapa em "L" de 38x38x4.5 mm soldada no perfil "L" o içã ed eM d ixa 6) Ca ota N ra pa Ver i ( Va Detalhe da fixação no piso Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.03/1 Folha 1/3 .09.8 mm Parafuso de Ø13 mm para fixação (chumbado no piso) Chapa de 9.20.

Dimensões em milímetros Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso Eletroduto de 3/4" 900 1 400 Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso 500 Eletroduto de 3/4" Eletroduto de 1 1/4" Caixa de passagem com dimensões mínimas de 150x120x60 mm Furo de Ø11 mm para com espelho liso aterramento do suporte 450 38 100 170 450 80 50 80 Ø18 1300 680 1 300 200 80 50 80 80 200 80 240 80 200 80 38 115 170 45 100 21 118 100 45 21 21 102 115 38 21 100 Suporte para TC Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Suporte para TP Norma de Distribuição Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.09.03/1 Folha 2/3 .20.10.: ND.20.03/1 de maio/2005 Superintendência de Engenharia e Planejamento ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.8 kV DESENHO Nº ND.

Todos as ferragens com perfil em “L” devem ser de 38x38x4. Os parafusos para fixação das travessas devem ser de cabeça sextavada de ∅ 9.03/1 Folha 3/3 . 4. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 8. Os eletrodutos e as caixas de passagem devem ser fixados sempre do lado oposto ao da fonte de energia e a saída para a caixa do medidor deve ficar apontado para a grade de proteção.5x25 mm e respectiva porca. O suporte pode ser construído em alvenaria . 3.5x38 mm. 2.8 mm e soldadas entre si. utilizando-se parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9.8 mm. 6.Notas: 1. O suporte deve ser devidamente aterrado. O eletroduto de ∅ 1 ¼” deve ser embutido no piso até a caixa do medidor.: ND. Para a fixação dos transformadores de corrente e de potencial devem ser usados parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. 9.5x25 mm. 5.09.20.20.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 7. Todos os furos corridos (rasgos) devem ser de ∅ 11 mm.10.8 kV DESENHO Nº ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13. Todas as travessas devem ser de chapa de aço de 38x4. devendo ser previstos eletrodutos e caixas de passagem com instalação aparente e acessórios para fixação dos TP’s e TC’s. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico.

09.Dimensões em milímetros 50 0 Este lado voltado para fonte 00 15 1 400 900 rN Ve 7 ota 500 ota rN Ve 8 Chapa em "L" de 38x38x4.04/1 Folha 1/3 .5 kV DESENHO Nº ND.: Norma de Distribuição ND.5 mm soldada no perfil "L" diç Me de ) a x i 6 Ca ota ara r N i p (Ve Va ão Detalhe da fixação no piso Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.8 mm Parafuso de Ø13 mm para fixação (chumbado no piso) Chapa de 9.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34.20.

04/1 Folha 1/3 1500 18-12-2009 130 164 .09.5 kV DESENHO Nº ND.20 Revisão Data 02 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34.20.: Superintendência de Engenharia e Planejamento 80 11 164 80 54 80 163 ND.Dimensões em milímetros Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso Eletroduto de 3/4" 900 1 400 Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso 500 Eletroduto de 3/4" Eletroduto de 1 1/4" Caixa de passagem com dimensões mínimas de 150x120x60 mm Furo de Ø11 mm para com espelho liso aterramento do suporte 500 38 152 38 38 500 80 130 80 1 500 80 80 54 80 38 100 38 100 21 182 100 38 21 21 66 50 66 100 38 210 Norma de Distribuição 163 164 21 80 210 80 80 130 152 80 Suporte para TC Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Suporte para TP Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

04/1 Folha 2/3 .Notas: 1.5x25 mm.5x25 mm e respectiva porca. 8.09.: Norma de Distribuição ND. devendo ser previstos eletrodutos e caixas de passagem com instalação aparente e acessórios para fixação dos TP’s e TC’s. utilizando-se parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. Os parafusos para fixação das travessas devem ser de cabeça sextavada de ∅ 9. O suporte deve ser devidamente aterrado.8 mm. Os eletrodutos e as caixas de passagem devem ser fixados sempre do lado oposto ao da fonte de energia e a saída para a caixa do medidor deve ficar apontado para a grade de proteção. 2.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34. 5. Todos as ferragens com perfil em “L” devem ser de 38x38x4. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 7. 3.5x38 mm.8 mm e soldadas entre si. Todas as travessas devem ser de chapa de aço de 38x4. O suporte pode ser construído em alvenaria . 4.20. Para a fixação dos transformadores de corrente e de potencial devem ser usados parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. 9. O eletroduto de ∅ 1 ¼” deve ser embutido no piso até a caixa do medidor.5 kV DESENHO Nº ND. 6. Todos os furos corridos (rasgos) devem ser de ∅ 11 mm. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico.

11.01/1 Folha 1/3 .20.: ND.01/1 de maio/2005 150 Norma de Distribuição ND.20.Dimensões em milímetros B 1 800 150 A A B Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.10.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.

20.01/1 Folha 2/3 .: ND.11.Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.10.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.

10.01/1 Folha 3/3 .: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.11.Corte BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20.

: ND.Dimensões em milímetros B 1 800 A A B Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.10.02/1 Folha 1/3 .11.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 150 150 ND.20.20 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.

20.10.Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 Folha 2/3 .11.20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.

02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.02/1 Folha 3/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.Corte BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.10.11.20.: ND.20.

20. sendo as mesmas sempre colocadas em caixas de alvenaria.20. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.: ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Caso seja necessário ampliar a malha de terra. A distância média entre as hastes será de 3.9.Dimensões em milímetros Cabo de cobre nu seção adequada Detalhe A 260 20 20 250 150 30 A 50 A 300 200 260 Haste de aterramento 50 200 300 50 Detalhe A Corte AA Notas: 1.9 desta Norma. as novas hastes serão colocadas segundo disposição análoga mostrada neste desenho.0 m.01/1 Folha 1/1 .11.12. 2.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. conforme indicado.

4.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Caixa de medição tipo A ND.01/1 Folha 1/1 100 A tampa deve ser encaixada por dentro 600 .12. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 2.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. A caixa deve ser confeccionada em chapa de aço nº 18 MSG pintada. As cotas indicadas nos desenho medidas são internas e devem ser rigorosamente obedecidas. com chapa de aço nº 18 MSG galvanizada ou de resina poliéster reforçada com fibra de vidro.20. As dobradiças devem ser instaladas de modo que impossibilitando a retirada de seus pinos com a porta fechada. 3. A fixação dos vidros na tampa deve ser feita de modo que permita a sua substituição. e para utilização no litoral. fiquem embutidas.700 Painel de fixação 80 Dobradiças 200 Vidro 4x230x250 Dispositivo para lacre 100 180 140 180 125 25 até Ø1 ½" 20 25 250 Vista frontal Vista lateral 250 7/8" 50 Solda 50 Vista superior Notas: 1.: ND. 5.10.20. A caixa deve ser construída de forma que fique totalmente inviolável.

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