Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição
Norma

Revisão 02 – 12/2009 NORMA ND.20

com.elektro.br ND. 321 – Jd.br Site: www. 2009 179 páginas .ELEKTRO Eletricidade e Serviços S. Diretoria de Operações Superintendência de Engenharia e Planejamento Rua Ary Antenor de Souza.A. Nova América Campinas – SP Tel.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Campinas – SP.com.: (19) 2122-1000 E-mail: elektro@elektro.

Aprovações

André Augusto Telles Moreira Superintendente de Engenharia e Planejamento

Antonio Sérgio Casanova Gerente de Expansão e Preservação de Redes

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

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Revisão 02 –12/2009

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

Elaboração Clarice Itokazu Oshiro Emerson Ricardo Furlaneto Juracy Pereira Mamede Julio Cesar Bellan Paulo Couto Gonçalves Valmir Ziolkowski

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a qualquer tempo e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica.ND. dos materiais e equipamentos bem como das legislações em vigor.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma. Página 6 Revisão 02 –12/2009 .

......................................................2 Ramal de entrada subterrâneo ............................... 28 6..........................................................1 5................................................11 5.................................... 5.........................................................1....... 33 Página 7 Revisão 02 –12/2009 ........................5.......................................2 6..6.. 21 PROJETO ELÉTRICO ..20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição ÍNDICE CONTROLE DE REVISÕES ..............................3 Tipos ..........2 Localização ..................7.................................................................... 24 Ramal de ligação ............................................. 19 Fator de potência .......................................................... 21 6....6................................................ 16 Condições não permitidas ..............................5 Subestações abrigadas .............................. 4.................................. 26 6......... 28 6..................................... 13 DEFINIÇÕES ...................................................1 OBJETIVO .........1 Condições gerais ..................... 20 Fornecimento de materiais da entrada de serviço........................................................2 5..........................................................................ND................................................................. 20 CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS ..........................................................................................................................................................7 Medição...........................1............... 28 6..........................................................................5............... 13 REFERÊNCIAS NORMATIVAS .................... 15 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO ................................ 18 Unidades consumidoras ...........3 6.............5 Execução da obra................................ 24 Contrato de fornecimento............................................1 Condições Gerais ...8 5..6............................................................................................................... 17 Suspensão de fornecimento ................................12 5....................................................................................................................................... 21 6........................................... 20 Laudo de conformidade .....................................................2 Tipos de medição .................................... 29 6.......9 5................1 Ramal de entrada aéreo ................................................................................................. 19 Limites de fornecimento .................... 29 6.........................................................................................................................................................................4 Características gerais .............................................................................................................................4 5.........................................................7 5..6....3 5................................................................................................................................................... 16 Regulamentação .............................10 5...............................................................................1 Consulta preliminar.............................................7............................................... 25 6................................................... 2....... 18 Ponto de entrega ........................................................................................ 28 6......6 Subestação da entrada de energia ................................................................................................................ 21 6...................................... 3......................................................................................................................................................................................................................................................................................................5 5..... 33 6................................................................ 11 1..........................................4 6................................................................................................................... 25 6............ 33 6........................................................6 5............................................................... 19 Aumento de carga .. 5. 19 Geração própria ................................... 6................ 17 Responsabilidade e atribuições profissionais ... 18 Tensão de fornecimento .............................................6.......................................... 13 CAMPO DE APLICAÇÃO .............. 25 Ramal de entrada .............................................................................13 6......................2 Apresentação do projeto .............................................

.6 Proteção contra sobretensões (59) ..................................................................................................................................... 34 Proteção geral .5 Seccionador tripolar ............................................................................................................4 Chave fusível ..................... 40 6............................................9 Transformador de corrente para proteção . 39 6........... 38 6.............. 43 6.........9...................................3 Para-raios ........................................................................... 36 6........................................................................8 Proteção contra descargas atmosféricas .. 41 6........................3 Proteção geral com disjuntor de média tensão ............9......................... 43 6...... 40 6..............................................9.............................. 38 6.......................................................................................................9 Sistema de aterramento .............20 6..................9 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.............................7.......................................... 43 6...............9............................................7..................................................................10..................................................................................... 38 6......................11 Equipamentos para instalação em regiões de ambiente agressivo ....................10............ 36 6................................................................7 Barramentos ..............................1 Posto de transformação ao tempo com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA .....9...................6 Disjuntor ..................................................9......... 38 6......................ND.................. 44 6............................................................................................................. 44 TABELAS .......7 Proteção geral de baixa tensão ............................................................ 36 6...................9................................10 Transformador de potencial ...............................2 Subestação unitária com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA............ 34 6................................10........................................1 Generalidades ......................................................................................................................10..........10....................................................................................................... 45 ANEXO..................................................................................................................................... 34 6...............................................................................................8 6........................................8 Buchas de passagem..........................10...3 Instalação ....10................. 41 6....................2 Equipamento de medição .....9..........10............ 41 6......................10 Equipamentos e acessórios ..................................................... 34 Proteção geral de média tensão.........................8........10.............4 Proteção contra subtensão ou falta de fase (27) ..10...........................9...................................... 42 6................................ 71 Página 8 Revisão 02 –12/2009 ............................ 42 6........................................................10............................ 59 DESENHOS .................................................. 39 6....5 Proteção contra inversão de fases (47) .....................................................................................................................................................................................................................1 Transformadores ................ 36 6............4 Caixas de medição .............................................

...... ND.......01/1 Detalhes construtivos em subestações ...Transformador auxiliar antes do disjuntor............ ND...03..... ND...............Entrada aérea Medição em AT .. proteção e transformação – Entrada subterrânea ......................... ND................. ND. ND..04/1 Subestação abrigada de transformação ..05/1 Tampa para caixa de passagem......06................................03....01/1 Subestação ao tempo acima de 300 kVA ........01/1 Posto de transformação em poste – 34....03/1 Subestação abrigada de medição e proteção ...... ND..Entrada aérea.Entrada subterrânea .................05/1 Subestação abrigada de medição.............05...........................................Medição em BT............20....................20.................... ND.................................07/1 Conjunto blindado para medição e proteção em AT......05.......................................Posição horizontal (poste particular).............. ND..................... proteção e transformação ................20........................Entrada aérea Medição em AT........... ND........... ND...............Medição em AT.......................................................20.............Medição em AT...................20..............20.........Entrada aérea ......................................03..8 kV (medição direta).....20..........01/1 Disposição da entrada de serviço................................Medição em BT....20...01/1 Subestação abrigada de transformação ..............01.. ND.............................................03/1 Banco de dutos envelopados em concreto...................02/1 Ramal de entrada subterrâneo (cabos unipolares)... ND.....20..05.................................ND......... proteção e transformação ..................................5 kV (medição direta)..20..........20...02/1 Subestação abrigada de medição e proteção ................ ND..........04.....20..20......20....02...........02/1 Página 9 Revisão 02 –12/2009 ......04........................................04/1 Caixa de passagem.05...........20..............06/1 Posto de transformação em poste – 13.....20..20..03.................................Entrada aérea ..............................................03............04......20. ND..03/1 Posto de transformação em poste – 34..01/1 Detalhes construtivos em subestações ....8 kV (medição indireta)..........01..................... ND..20.........04.Medição em AT........................05...... ND...5 kV (medição indireta)................Fixação da cadeia de isoladores.......01/1 Instalação de chaves seccionadoras ...... ND.....04/1 Subestação abrigada de medição............................20.............. ND.....01/1 Ramal de entrada subterrâneo (cabo tripolar)........................05.... ND......20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição ÍNDICE DE DESENHOS Elementos da entrada de serviço.....08.......... ND........20.....07.20.........02/1 Posto de transformação em poste – 13... ND....20........................................ ND.........06/1 Subestação abrigada de medição......20..................Entrada subterrânea ..................03...........Posição inclinada (poste particular)...............20.....................08.............02/1 Instalação de chaves seccionadoras .........02..05...................Instalação de para-raios.........02/1 Banco de dutos diretamente enterrados.... ND........ ND........

....Interligação do neutro..............08... ND.10..............................................08................09.............................5 kV.........09.................02/1 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente ......... ND................................20.......09......................20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Detalhes construtivos em subestações .......................09.......01/1 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária.....02/1 Subestações abrigadas .8 kV.20...12...........04/1 Suporte para isolador pedestal. ND.................03/1 Detalhes construtivos em subestações ......11.Dispositivo para drenagem de óleo........ ND......03/1 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente ....... ND....................Medição em AT – 34........ ND.01/1 Suporte para terminais poliméricos........Medição em AT – 13.........................................ND...... ND.... ND.................20............ ND.......Sistema de aterramento...............04/1 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares..20....01/1 Caixa de medição tipo A...........01/1 Página 10 Revisão 02 –12/2009 ..........................20.. para-raios e chaves fusíveis..................20..........................20....10.......................20......... ND.....20.20..........

ND. 02 18-12-2009 Página 11 Revisão 02 –12/2009 .5 kV. − Inclusão de diretrizes para projetos na tensão de 34. − Editoração de acordo com o modelo F-SGQ-010.20 Revisão Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição CONTROLE DE REVISÕES Data Descrição − Revisão e atualização do documento para atender as diretrizes do Sistema de Gestão da Qualidade.

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 12 Revisão 02 –12/2009 .ND.

OBJETIVO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Esta norma tem por objetivo estabelecer as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica às unidades consumidoras atendidas através de redes aéreas de distribuição nas tensões nominais de 13.20 1.ND. No caso excepcional em que tal dispositivo se encontre antes da medição. 2. permanentes ou em caráter provisório. proteção e/ou transformação. . em todas as instalações novas. com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. Página 13 Revisão 02 –12/2009 . que solicitar à concessionária o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das contas e pelas demais obrigações legais. a origem corresponde aos terminais de saída do transformador de instrumento de medição.A. legalmente representada. a partir do ponto de entrega até a origem da instalação. CAMPO DE APLICAÇÃO É exigido o cumprimento desta norma no projeto e execução das instalações de média tensão.Fornecimento em grosso para fins de revenda.8 e 34.4 Origem da instalação Nas instalações alimentadas diretamente por rede de distribuição da ELEKTRO em média tensão.5 kV. podem ser mantidas. Excluem-se desta norma: . caracterizando-se como o limite de responsabilidade de fornecimento. reformas ou ampliações de instalações existentes. como minas e outros semelhantes. desde que as condições técnicas permitam e estejam em bom estado de conservação. 3. DEFINIÇÕES 3. que são regulamentados por legislação específica.5 Entrada de serviço Condutores. 3.2 Unidade consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizados pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega. 3.Instalações especiais. na área de concessão da ELEKTRO Eletricidade e Serviços S. 3.1 Consumidor Pessoa física ou jurídica. inclusive. 3. regulamentares e contratuais. corresponde aos terminais de saída do dispositivo geral de comando e proteção.3 Ponto de entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações elétricas da unidade consumidora. ou comunhão de fato ou de direito. As instalações existentes executadas de acordo com as normas anteriores. equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede primária da concessionária e o posto ou subestação abrigada de medição.

proteção e/ou transformação. podendo ser de instalação interna ou externa.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3. podendo situar-se em local isolado ou fazer parte da própria edificação. condutores e acessórios destinados a proteção. 3. 3. autosuportável.6 Ramal de ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega.16 Demanda Média das potências elétricas ativas ou reativas.9 Subestação Parte das instalações elétricas da unidade consumidora em média tensão que agrupa os equipamentos. 3.ND. proteção e transformação. 3. em invólucro metálico. 3. estando os equipamentos instalados ao tempo. acessórios e equipamentos compreendidos entre o ponto de entrega e o ponto de medição. destinada à instalação do equipamento de transformação e seus acessórios.15 Carga instalada Soma das potências nominais de equipamentos elétricos de mesma espécie instalados na unidade consumidora e em condições de entrar em funcionamento.13 Subestação unitária Subestação que possui e/ou alimenta apenas um único transformador. inclusive.12 Subestação abrigada Recinto fechado destinado à instalação do conjunto de equipamentos e seus acessórios com as funções de medição.8 Limites de propriedade Demarcações que separam a propriedade do consumidor com a via pública e terrenos adjacentes de propriedade de terceiros. em poste ou plataforma. medição. no alinhamento designado pelos poderes públicos. Página 14 Revisão 02 –12/2009 . manobra e transformação de grandezas elétricas. 3. destinado à instalação de equipamentos e seus acessórios com a função de medição. 3.14 Conjunto blindado Unidade estrutural do conjunto de manobra e controle. 3.11 Posto de transformação Estrutura em poste ou plataforma. proteção e/ou transformação. durante um intervalo de tempo especificado.10 Posto Local destinado à instalação do conjunto de equipamentos e seus acessórios com as funções de medição. 3.7 Ramal de entrada Condutores. solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora. proteção e/ou transformação. 3.

• ABNT NBR 5356-5 .ND.1 Normas da ABNT • ABNT NBR 5060 . são aplicadas diretamente aos terminais dos medidores.22 Tensão nominal É o valor eficaz da tensão pelo qual o sistema é designado.Transformadores de potência .Parte 102: Seccionadores e chaves de aterramento. 3.20 Medições diretas Medições de energia elétrica nas quais tanto a tensão de alimentação quanto a corrente de carga. • ABNT NBR 5598 .Guia para instalação e operação de capacitores de potência.Iluminância de interiores. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 4. • ABNT NBR 5413 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3. 3.Instalações elétricas de baixa tensão.21 Medições indiretas Medições nas quais a tensão de alimentação e/ou a corrente de carga são ligadas aos terminais dos medidores.Parte 1: Generalidades.Equipamentos de alta-tensão . • ABNT NBR 5440 -Transformadores para redes aéreas de distribuição – padronização. Página 15 Revisão 02 –12/2009 .Equipamentos de alta-tensão .19 Fator de potência Razão entre a potência ativa e a raiz quadrada das soma dos quadrados das potências ativa e reativa. • ABNT NBR IEC 62271-102 . através de transformadores para instrumentos (Transformador de Corrente e/ou Transformador de Potencial).Transformadores de potência . 3. com revestimento protetor e rosca BSP .18 Fator de carga Razão entre a demanda média e a demanda máxima de uma unidade consumidora. • ABNT NBR 5356-1 .17 Fator de demanda Razão entre a demanda máxima num intervalo de tempo especificado e a carga instalada na unidade consumidora. • ABNT NBR 5356-3 . 3.Parte 2: Aquecimento. • ABNT NBR 5410 .Eletroduto de aço-carbono e acessórios. • ABNT NBR 5356-2 .Parte 3: Níveis de isolamento.Transformadores de potência . ocorrida no mesmo intervalo de tempo especificado.Requisitos • ABNT NBR IEC 62271-100 . ensaios dielétricos e espaçamentos externos em ar.Transformadores de potência . 3.Parte 100: Disjuntores de alta-tensão de corrente alternada.Transformadores de potência . 4. • ABNT NBR 5356-4 .Parte 4: Guia para ensaio de impulso atmosférico e de manobra para transformadores e reatores.Parte 5: Capacidade de resistir a curtos-circuitos. consumidas num mesmo período especificado.

• ABNT NBR 8124 -Chaves fusíveis de distribuição.12 .25 . • ABNT NBR 15749 – Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície do solo em sistemas de aterramento.Estruturas para redes aéreas isoladas de distribuição de energia elétrica. c) Os trabalhos nas instalações elétricas devem ser realizados de acordo com os requisitos e condições estabelecidos nas normas e regulamentações específicas. d) A liberação do projeto pela ELEKTRO para execução.Projetos de redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica. não transferem a responsabilidade técnica a ELEKTRO quanto ao projeto e execução das mesmas. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 5. • ND.22 .21 .0 kV a 36.1 Regulamentação a) A ligação pela ELEKTRO das instalações fica condicionada ao cumprimento das disposições desta norma e das normas complementares aplicáveis da ABNT e da ELEKTRO.2 Normas da ELEKTRO: • ND. • ND. • ND. • ND.Projetos de redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica. 4.04 . • ABNT NBR 10295 -Transformadores de potência secos. Esta responsabilidade é do(s) profissional(is) que o elaborou e/ou executou.Estruturas para redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica.78 – Proteção de redes aéreas de distribuição.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • ABNT NBR IEC 62271-200 .Projetos de redes aéreas isoladas e protegidas de distribuição de energia elétrica. • ABNT NBR 14039 -Instalações elétricas de média tensão de 1.07 .Parte 200: Conjunto de manobra e controle de alta-tensão em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até e inclusive 52 kV.5 kV.02 .03 .Materiais e equipamentos para redes aéreas de distribuição de energia elétrica. • ABNT NBR 15751 – Sistemas de aterramento de subestações – Requisitos. b) As instalações elétricas a partir da origem da instalação devem estar em conformidade com as normas ABNT NBR 14039 e ABNT NBR 5410. • ND. • ND.Redes protegidas compactas – critérios para projetos e padronização de estruturas. • ABNT NBR 15688 . • ND.Estruturas para redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica.Estruturas para redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica em 34.ND. e) As vistorias porventura efetuadas pela ELEKTRO nas instalações internas da unidade consumidora não implicam em responsabilidade desta por danos que sobrevierem a pessoas ou bens resultantes de seu uso. Página 16 Revisão 02 –12/2009 .01 .Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus. • ND.Conjunto de manobra e controle de alta-tensão . 5. bem como o atendimento ao pedido de ligação e as vistorias efetuadas na entrada de serviço. • ND.2 kV.

e) Não é permitida a extensão das instalações elétricas além dos limites da propriedade do consumidor. j) De acordo com a legislação em vigor. g) A ELEKTRO inspecionará periodicamente todos os equipamentos que lhe pertençam e estejam instalados na unidade consumidora. k) Os casos técnicos omissos ou duvidosos serão resolvidos em comum acordo com a ELEKTRO. b) Não é permitido qualquer tipo de interligação entre instalações elétricas de unidades consumidoras diferentes. carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores. comprovadamente.ND. tenham decorrido do uso da carga provocadora das irregularidades.3 Suspensão de fornecimento A ELEKTRO suspenderá o fornecimento de energia elétrica quando apurar que esteja ocorrendo por parte do consumidor.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição f) As instalações existentes que estiverem em desacordo com as normas e padrões da ELEKTRO ou com as normas da ABNT e que ofereçam riscos à segurança devem ser reformadas ou substituídas dentro do prazo estabelecido pela ELEKTRO. Os casos excepcionais serão analisados pela ELEKTRO. 5. às instalações elétricas de sua propriedade. que. d) Não é permitida a ligação de unidades consumidoras em imóveis sem delimitação definida e que não estejam devidamente identificadas pelo Poder Público. devendo o consumidor assegurar o livre acesso dos funcionários aos locais em que estejam instalados os referidos equipamentos. e O ressarcimento à concessionária de indenizações por danos acarretados a outros consumidores. infração às normas ou nas situações previstas na legislação vigente. h) O consumidor é responsável pelo zelo do ramal de entrada. devidamente identificados. mesmo que o fornecimento seja gratuito.2 Condições não permitidas a) Não é permitida a ligação de mais de um ponto de entrega numa mesma propriedade. II. é facultado a ELEKTRO exigir desse consumidor o cumprimento das seguintes obrigações: I. o livre acesso dos representantes da ELEKTRO. se o consumidor utilizar na unidade consumidora. destinadas a correção dos efeitos desses distúrbios. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. que reserva o direito de tratar somente com o responsável técnico pelo projeto e/ou construção. medição. com prazos pactuados e/ou o pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico da concessionária. a qualquer tempo. à revelia da concessionária. c) Não é permitida uma medição única para mais de uma unidade consumidora. f) Não é permitido qualquer tipo de construção sob as redes aéreas. i) O consumidor deve permitir. bem como a propriedade usufruto de terceiros. proteção e do(s) equipamento(s) mantido(s) sob lacre. sob pena de suspensão do fornecimento. referentes ao funcionamento dos equipamentos e da instalação. sendo que o acesso a este(s) somente é permitido à ELEKTRO. A instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora. Página 17 Revisão 02 –12/2009 . 5.

20. c) Para os serviços executados por Empresas.6 Unidades consumidoras a) A unidade consumidora caracteriza-se pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega. c) As localizações do ponto de entrega para os diversos tipos de entradas de instalações consumidoras em média tensão estão ilustradas nos desenhos ND. b) Até o ponto de entrega de energia é de responsabilidade da ELEKTRO adotar todas as providências com vistas a viabilizar o fornecimento de energia elétrica.5 Ponto de entrega a) O ponto de entrega deve situar-se no limite da via pública com o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. • Visto do CREA do estado onde será realizado o serviço (quando aplicável). Arquitetura e Agronomia e do CREA – Conselho Regional de Engenharia. ressalvados os seguintes casos: • Havendo uma ou mais propriedades entre a via pública e o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. • Carteira de Registro no CREA do(s) profissional(is) responsável(is) (cópia e original.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 5.01/1 e ND. b) O atendimento a mais de uma unidade consumidora. Arquitetura e Agronomia. no mesmo local pode ser feito desde que justificada a necessidade da subdivisão. de um mesmo consumidor.20. o ponto de entrega situarse-á na estrutura inicial desta linha. e que os circuitos internos de cada unidade consumidora sejam independentes e indicados no projeto a impossibilidade de interligações entre esses circuitos. observadas as condições estabelecidas na legislação e regulamentos aplicáveis. quando solicitado). o ponto de entrega pode situar-se dentro do imóvel em que se localizar a unidade consumidora. • Quando se tratar de rede de propriedade do consumidor. submetendo à análise e aprovação da ELEKTRO. o ponto de entrega situar-se-á no limite da via pública com a primeira propriedade intermediária. constando o nome do(s) profissional(is) responsável(is).01. 5. bem como a sua operação e manutenção. b) Todos os projetos de média tensão encaminhados a ELEKTRO devem estar acompanhados de: • ART – Anotação de Responsabilidade Técnica do CREA. • Havendo conveniência técnica e observados os padrões da ELEKTRO.01. conforme regulamentações do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia. deve ser apresentada. Página 18 Revisão 02 –12/2009 . • Em área servida por rede aérea. havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal subterrâneo. a cópia da Certidão de Registro no CREA.4 Responsabilidade e atribuições profissionais a) Os projetos elétricos devem ser elaborados e assinados por profissionais habilitados.02/1. 5. o ponto de entrega situar-se-á na conexão deste ramal com a rede aérea. devidamente preenchida e autenticada. por ter medição individualizada e corresponder às instalações de um único consumidor.ND. também.

decorrentes de aumentos de carga e/ou alteração de suas características. podendo inclusive suspendê-lo. c) A ELEKTRO pode estabelecer a tensão de fornecimento sem observar os limites acima. 5. • Construir um circuito alimentado exclusivamente pelo gerador particular independente dos circuitos da instalação normal. quando a unidade consumidora incluir-se em um dos seguintes casos: • Tiver equipamento que. Página 19 Revisão 02 –12/2009 . 5. o neutro do circuito alimentado pelo gerador particular deve ser independente do neutro do sistema da ELEKTRO.10 Geração própria a) Não é permitido o paralelismo de geradores particulares com o sistema de fornecimento de energia da ELEKTRO. contendo: • Diagrama unifilar elétrico e funcional. • Havendo conveniência técnica e econômica para o sistema elétrico da ELEKTRO. não acarretar prejuízo ao interessado. b) Para a instalação do sistema de geração própria. 60 Hz.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 5.8 Limites de fornecimento a) O fornecimento é feito em tensão primária de distribuição quando a carga instalada da unidade consumidora for superior a 75 kW e a demanda contratada ou estimada pelo interessado para o fornecimento for igual ou inferior a 2 500 kW. a partir da rede aérea. c) Em caso de inobservância pelo consumidor do disposto acima.7 Tensão de fornecimento O fornecimento em tensão primária de distribuição a uma unidade consumidora é feito em 13. a ELEKTRO fica desobrigada de garantir a qualidade e a continuidade do fornecimento. recomenda-se a adoção de uma das medidas a seguir: • Instalar um dispositivo de reversão. deve ser submetido à apreciação prévia da ELEKTRO. em um só ponto de entrega. 5. se vier a prejudicar o atendimento a outras unidades consumidoras. a chave reversora deve possibilitar o seccionamento das fases e do neutro. realizados à revelia da ELEKTRO. para alternar o fornecimento de energia através do circuito alimentado pelo sistema da ELEKTRO e pelo gerador particular. Para evitar o paralelismo. com detalhes de intertravamento e das proteções. o interessado deve apresentar projeto elétrico para aprovação da ELEKTRO. desde que haja disponibilidade de energia no sistema de distribuição local e não acarretar prejuízo ao interessado.5 kV. b) O consumidor será responsabilizado por danos causados aos equipamentos de medição ou à rede de distribuição. para verificação da viabilidade e das condições técnicas de atendimento.9 Aumento de carga a) Qualquer aumento de carga e/ou alteração de suas características na unidade consumidora. b) O atendimento a unidade consumidora com demanda superior a 2 500 kW pode ser feita em tensão primária de distribuição. Nas instalações com o neutro do sistema elétrico da ELEKTRO interligado com o neutro das instalações da unidade consumidora. Em ambos os casos. pelas suas características de funcionamento ou potência. possa prejudicar a qualidade do fornecimento a outros consumidores.8 kV ou 34. na forma da legislação vigente.ND. de acionamento manual ou elétrico com intertravamento mecânico e elétrico.

indutivo ou capacitivo de sua instalação o mais próximo possível da unidade. isoladores. d) Quando os capacitores forem instalados no circuito de entrada de energia em baixa tensão. juntamente com essas cargas. equipamentos para correção do fator de potência. uma cópia do Laudo de Conformidade das instalações com a ABNT NBR 14039 e a respectiva ART do profissional responsável pelo Laudo. os capacitores são acionados.11 Fator de potência a) O consumidor deve manter o fator de potência. 5.ND. • Características do dispositivo de reversão. condutores. Neste caso. conduzidos por área específica da ELEKTRO. postes. • As solicitações de paralelismo momentâneo ou contínuo da geração própria com o fornecimento da ELEKTRO devem ser objeto de consulta prévia para análises e definições de procedimentos exclusivos. f) A instalação do banco de capacitores deve ser feita conforme recomendações do fabricante e estar de acordo com a ABNT NBR 5060. b) Sendo constatado nas suas instalações um fator de potência inferior ao valor de referência estabelecido na Legislação em vigor. quando da solicitação de vistoria. chaves fusíveis. instalando.13 Laudo de conformidade Deve ser apresentada.12 Fornecimento de materiais da entrada de serviço a) O ramal de ligação (incluindo a estrutura de derivação do ramal primário e os condutores) e os equipamentos e acessórios para medição de energia elétrica (medidores. a proteção deve ser feita por chaves fusíveis com abertura sob carga. 5.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • Características do gerador. 5. transformadores de corrente e de potencial. calculados de acordo com a Legislação. transformadores. chaves seccionadoras. c) Para a correção do fator de potência é recomendada a instalação de capacitores no circuito de baixa tensão. tais como. etc. Neste caso. para-raios. através das chaves ou disjuntores existentes. adequadas à interrupção das correntes capacitivas previstas. cruzetas.) são fornecidos e instalados pela ELEKTRO. a proteção deve ser feita por meio de disjuntor ou seccionador com fusíveis adequados para interromper as correntes capacitivas previstas. a ELEKTRO efetuará o faturamento do consumo de energia e da demanda de potência reativa excedentes. Página 20 Revisão 02 –12/2009 . chaves de aferição. elos fusíveis e ferragens são fornecidos pelo consumidor e devem estar de acordo com a padronização da ELEKTRO. e) É permitida a instalação de capacitores na média tensão quando a medição for também na média tensão. se necessário. junto às cargas com baixo fator de potência. O banco de capacitores deve ter ligações em delta ou estrela flutuante (neutro não aterrado). b) Os demais materiais e equipamentos da entrada de serviço.

1. fica atestado pelo consumidor que não houve nenhuma alteração das instalações elétricas e nem inserção ou alteração de cargas desde a última solicitação aprovada pela ELEKTRO.ligação de novo consumidor ou nova unidade consumidora. retorno a um patamar de demanda anteriormente contratado e efetivamente utilizado.20-F-002 . nome. o interessado deve entrar em contato com a ELEKTRO.recuperação de demanda. • ND.alteração de contrato de demanda decorrente da inserção ou alteração de cargas. 6. relação dos documentos anexados. .2. contendo: • Objetivo ou finalidade do projeto e da instalação. pode ser elaborado o projeto definitivo.2 Apresentação do projeto Após a análise da Consulta Preliminar e definida.Informações para fornecimento de energia elétrica para ligação nova e religação sem aumento de demanda Aplicável as solicitações referentes: . • Condições gerais sobre normas técnicas seguidas para o projeto e as que devem ser observadas na execução das instalações.1. visando obter as orientações a respeito das condições de fornecimento de energia e apresentar.Informações para fornecimento de energia elétrica para aumento de demanda devido à recuperação de demanda Aplicável às solicitações das unidades consumidoras decorrente de: . devidamente preenchido.20-F-001 . conforme modelo do ND.1. pela ELEKTRO.2.religação de consumidor desativado. contendo: designação e endereço da instalação consumidora a ser ligada.consulta de acesso. 6.1 Carta de apresentação Carta de apresentação do projeto. endereço e telefone do proprietário e do responsável técnico e a data prevista para energização.aumento do fator de utilização de cargas anteriormente informadas à ELEKTRO nos processos de ligação e aditamentos contratuais desta unidade consumidora.2 Memorial descritivo Memorial descritivo com os elementos necessários à completa interpretação do projeto. Página 21 Revisão 02 –12/2009 .20-F-004. .ND.1 Consulta preliminar Antes de iniciar a elaboração do projeto da entrada de serviço.1.20-F-003 . a viabilidade e as condições do atendimento. CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS 6.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. Todo processo deve conter os seguintes documentos: 6.Informações para fornecimento de energia elétrica para aumento de demanda e inserção de novas cargas Aplicável as solicitações referentes à: . .1 PROJETO ELÉTRICO 6. .ampliação/alteração das instalações existentes. o formulário aplicável à solicitação. em 1 (uma) via. conforme orientação a seguir: • ND. • ND. ou seja. Observar que ao informar à ELEKTRO da condição de recuperação de demanda e/ou aumento do fator de utilização. em 3 (três) vias assinadas pelo responsável técnico pelo projeto.

. 6. dispositivos de proteção.ND. na escala de 1:25 ou 1:10. da instalação e das cargas. Esse valor deve ser utilizado Página 22 Revisão 02 –12/2009 . • distâncias de localização dos limites da propriedade na quadra e de localização do imóvel na propriedade. 6. em 3 (três) vias assinadas pelo responsável técnico contendo o nome por extenso e o número ou visto do CREA. hastes.1.2. • Cronograma de execução do projeto da entrada e a data prevista para início de operação. b) Planta de localização dos pontos de medição.3 Desenhos Desenhos das plantas. proteção e transformação. etc. cortes e vistas. etc. Devem ser consideradas as potências nominais indicadas pelos fabricantes nos manuais ou placas de identificação dos aparelhos ou equipamentos. ventilação (natural ou forçada). espaço de manobra. d) Diagrama unifilar da média e baixa tensão.1. • localização do poste e tipo de estrutura da rede de distribuição da ELEKTRO mais próximo da propriedade.4 Carga instalada Relação das cargas indicando as quantidades e as potências em kVA ou kW. apresentando: • desenho da quadra onde se localiza o imóvel com os nomes das ruas e/ou avenidas delimitantes. fator de potência e a tensão de funcionamento de todos os aparelhos e equipamentos elétricos a serem instalados. vistas e cortes das instalações de medição. etc. proteção e transformação. 6. proteção e transformação na propriedade do consumidor. demandas mensais previstas e previsão de consumo em kWh. indicando os detalhes dos eletrodos. em folhas de formatos padronizados pela ABNT com um espaço reservado para carimbo da ELEKTRO. Esses dados podem ser utilizados quando não forem disponíveis as potências reais. • indicação do ponto de entrega. com indicação das bitolas dos condutores.1. condutores de aterramento. definido em conjunto com a ELEKTRO.2. bem como a previsão de futuros aumentos de carga. conexões. considerando todas as cargas e seu regime mais severo de funcionamento contínuo. e) Malha de terra.5 Cálculo da demanda Memória de cálculo da demanda máxima provável em kVA da instalação. c) Plantas. potências e fatores de potência das cargas. aterramento. Na Tabela 1 são apresentadas as potências de aparelhos condicionadores de ar e nas Tabela 2 e Tabela 3. • Regime de trabalho. com indicação precisa da instalação dos equipamentos de medição. Devem constar dos projetos os seguintes desenhos: a) Planta de localização do imóvel. • Acréscimos de carga instalada previstos para os (três) primeiros anos.2. os valores das potências médias dos motores elétricos monofásicos e trifásicos. distâncias. cabos e acessórios.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • Procedimentos e recomendações técnicas para a operação das instalações. • Condições específicas sobre pontos de realce ou de caráter especial do projeto da entrada.

9.ND.1. Caso o responsável seja o mesmo pelo projeto elétrico pode ser apresentada uma única ART desde que esteja discriminado também a responsabilidade pelo projeto de aterramento. • Cálculo das correntes de magnetização dos transformadores. contendo: . • Potência instalada e demanda máxima.. disjuntor.ponto indicando a corrente de carga máxima acrescida da corrente de partida do maior motor x tempo de partida do mesmo motor. • Valores das correntes de curto-circuito no ponto de derivação da rede fornecidos pela ELEKTRO. Caso o responsável seja o mesmo pelo projeto elétrico da instalação pode ser apresentada uma única ART desde que esteja discriminado também a responsabilidade pelo projeto da proteção. corrente e tempo de partida esperado. deve ser apresentado um projeto da proteção de acordo com os critérios e exigências previstos no item 6.1. • ART do responsável pelo projeto da proteção.ponto da corrente transitória de magnetização dos transformadores considerando a pior situação operativa da planta.9. • Gráfico tempo x corrente em escala bi-log. • Cálculo dos ajustes das proteções.2.7 Termo de responsabilidade pelo sistema de aterramento O Termo de responsabilidade assinado pelo responsável técnico pelo sistema de aterramento da subestação deve conter as seguintes informações: • O projeto de aterramento está de acordo com as orientações do item 6.a proteção da ELEKTRO e da instalação definidos no projeto da proteção.2. sendo que a dissipação da corrente de falta não provocará o aparecimento de potenciais de passo e toque perigosos para pessoas e animais. . • Todas as condições de segurança foram atendidas. Juntamente com o termo de responsabilidade deve ser fornecida a cópia da ART do responsável pelo projeto de aterramento. • Tipo e característica das fontes auxiliares. etc. indicando a localização dos principais componentes (TC’s. • Dados de partida do maior motor com seu dispositivo de partida.). chaves. • Não existe nenhuma possibilidade de transferência de potenciais da área ocupada pela malha de aterramento para outros pontos. TP’s. contendo as seguintes documentações: • Diagrama unifilar. • Dimensionamento dos TC’s e TP’s de proteção. .20 6. relés com suas respectivas funções. • Diagrama funcional com detalhes da lógica de atuação da proteção. 6.6 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição para o dimensionamento dos componentes da entrada da instalação e para os cálculos dos ajustes da proteção. • Diagrama trifilar de ligação. • Catálogos ou manuais técnicos dos relés. • O sistema de aterramento é considerado seguro para quaisquer condições de defeito.3.9 e foi elaborado conforme recomenda a norma ABNT NBR 15751. Projeto da proteção das instalações da unidade consumidora Quando a proteção de média tensão for feita por disjuntor. Página 23 Revisão 02 –12/2009 .

quando necessário.1.1. da proteção e do aterramento). 6.11 Termos de compromisso Devem acompanhar os projetos. Caso o responsável por todos os projetos seja o mesmo pode ser registrada uma única ART desde que estejam discriminados todos os serviços a serem prestados.2.2.10 Licença ambiental Apresentação de licença emitida por órgão responsável pela preservação do meio ambiente caso exerça atividade classificada como poluente. A ELEKTRO se reserva ao direito de não efetuar a ligação caso a referida licença não seja apresentada quando do pedido de inspeção.1.9 Relatório de ensaio do transformador Relatório de ensaio de rotina do transformador. endereço e número do documento de identidade. em 3 (três) vias assinadas pelo proprietário. Caso não venha a ser executado dentro desse prazo. Relação de materiais Relação de materiais contendo. 6. 6. com indicação do nome completo. o início Página 24 Revisão 02 –12/2009 .20-F-005 – Modelo de Termo de Compromisso de ocupação de poste da ELEKTRO. a vistoria da execução da obra será feita somente após o envio da via de recolhimento da ART do(s) responsável(is) técnico(s) pela execução do(s) mesmo(s).2. a ELEKTRO poderá solicitar o projeto de aterramento para análise específica. Nota: caso conste a ART do responsável(is) técnico(s) ou firma(s) responsável(is) somente pelo(s) projeto(s). Se. os termos de compromissos.2.ND. 6. 6. Os modelos dos termos de compromissos estão apresentados nos formulários: • ND. após análise do projeto apresentado pelo consumidor. 6.12 Anotação de responsabilidade técnica – ART Deve ser fornecida uma via de cada registro de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART do CREA referente aos serviços a serem prestados (projeto ou projeto e execução das instalações elétricas. contendo o nome por extenso e o visto do responsável técnico e respectivo número no CREA. de acordo com os critérios e legislações vigentes. • ND.1.8 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Nota: caso julgue necessário.20 6.1. de forma clara e precisa. as especificações a serem utilizadas para aquisição de materiais e equipamentos da entrada da instalação.2 Execução da obra A execução da obra deve obedecer aos requisitos técnicos estabelecidos nesta norma e estar de acordo com o projeto aprovado pela ELEKTRO. verificar-se a necessidade de execução de obras e/ou eventuais alterações no sistema elétrico da ELEKTRO.3 Contrato de fornecimento A ELEKTRO orientará quanto aos documentos para a elaboração do contrato de fornecimento de energia elétrica. o projeto deve ser submetido à nova análise pela ELEKTRO. e o diagrama de ligação do mesmo.2. O prazo de validade para a execução do projeto é de 6 (seis) meses após a sua aprovação. de acordo com a norma ABNT NBR 5356-1 ou ABNT NBR 10295.20-F-006 – Modelo de Termo de Compromisso de manutenção das instalações.

01/1 folhas 3/5 e 5/5. conforme desenho ND. telhados. devendo ser obedecidos os afastamentos mínimos estabelecidos na ABNT NBR 15688 e normas ND. deve ser instalado um poste particular o mais próximo possível da divisa do terreno.ND. sacadas.4 Ramal de ligação a) O ramal de ligação das unidades consumidoras atendidas pela rede aérea em tensão primária de distribuição deve ser aéreo.5.03 ou ND. áreas adjacentes. 6. c) Para postos de transformação ou subestações abrigadas de medição. e) Devem ser evitadas emendas nos condutores do ramal de entrada. estas devem ser seccionadas e aterradas de acordo com as normas ND. instalando. proteção e transformação. medido do poste de derivação na rede até o ponto de entrega. neste poste.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição da obra está vinculada ao pagamento da participação financeira do consumidor e a assinatura do contrato de fornecimento. operação e a manutenção do ramal de entrada aéreo são de responsabilidade do consumidor e devem obedecer as condições estabelecidas nos subitens: e).4. etc.0 m. localizados a mais de 50 m da estrutura de derivação da rede. preferencialmente. g) O ramal de ligação não deve ser acessível de janelas.20. f) Os condutores do ramal de ligação não devem passar sobre edificações e construções e nem sobre terreno de terceiros. ND. instalado e mantido pela ELEKTRO. c) A entrada na propriedade do consumidor deve ser.07 e ND. um conjunto de seccionadores unipolares tipo faca. entre o condutor inferior e o solo no ponto de maior proximidade: • vias exclusivas de pedestre: 5. b) Em subestações abrigadas de medição. o ponto de entrega é na fixação dos condutores do ramal de ligação na subestação. • ruas e avenidas: 6. pela parte frontal da edificação. Página 25 Revisão 02 –12/2009 . escadas. b) O ramal de ligação deve derivar do poste da rede de distribuição determinado pela ELEKTRO. e quando necessárias devem ser feitas nos trechos em que os cabos não estejam sujeitos a esforços mecânicos.50 m. Passando sobre cercas.5 Ramal de entrada 6. d) Havendo a necessidade de construção de um ramal que passe por propriedade(s) de terceiro(s) para a alimentação da instalação. proteção e/ou transformação localizadas a menos de 50 m da estrutura de derivação da rede e for dispensável a instalação do poste particular. devem ser apresentados o projeto do ramal e a(s) respectiva(s) autorização(ões) de passagem(s). f)..02. d) O vão máximo permitido é de 50 m.04. 6. h) Não é permitida emenda nos condutores do ramal de ligação.12 da ELEKTRO.0 m.01. • entradas de prédios e demais locais de uso restrito a veículos: 6. Nos casos de travessias sobre rodovias e ferrovias devem ser observadas as prescrições das Normas Brasileiras e normas específicas dos órgãos responsáveis. e) Deve ser instalado de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas medidas na vertical. g) e h) do item 6.1 Ramal de entrada aéreo a) A construção.

Os dutos devem ter diâmetro nominal mínimo de 100 mm quando for instalado um circuito completo por duto ou 50 mm quando for previsto um cabo por duto. próprios para instalação em locais não abrigados e sujeitos à umidade. preferencialmente.8 kV ou 34. Caso seja necessária. dimensionados conforme Tabela 6. g) O eletroduto externo de descida junto ao poste de derivação deve ser de açocarbono zincado pelo processo de imersão a quente.80 x 1. religador. nos pontos com ângulos iguais ou superiores a 30º devem ser previstas caixas de passagens com dimensões internas Página 26 Revisão 02 –12/2009 . Quando instalado.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. l) Os cabos isolados devem ser instalados de modo que a curvatura dos cabos seja de. b) O ramal de entrada subterrâneo deve partir.02/1. f) Os condutores do ramal de entrada subterrâneo podem ser de cobre ou alumínio. Neste caso. i) No trecho subterrâneo. h) Não é permitida a instalação do ramal subterrânea em poste que tenha instalado qualquer tipo de equipamento (transformador. operação e manutenção do ramal de entrada subterrâneo são de responsabilidade do consumidor. com boa impermeabilização. etc. m)Ao longo do ramal de entrada subterrâneo. os cabos devem ser instalados em duto de polietileno de alta densidade (PEAD) diretamente enterrado ou envelopado em concreto ou de PVC rígido envelopado em concreto. medido do poste de derivação na rede até a subestação. recomenda-se que o cabo reserva fique energizado a partir da fonte.03.20. provida de tampa de concreto e com fundo falso de pedra britada nº 2. tensão de isolamento de 8.7/15 kV ou 20/35 kV para ligações em redes com tensões nominais de 13.20-F-005. unipolares ou tripolares.80 x 0. e) Não é recomendada a travessia do ramal de entrada subterrâneo sob vias públicas.2 Ramal de entrada subterrâneo a) A construção. que analisará a solicitação contendo as justificativas técnicas.60 m na calçada ou 0. k) Junto ao poste de transição deve ser prevista uma caixa de passagem com dimensões internas mínimas de 0. A derivação do ramal subterrâneo na rede primária deve ser executada conforme desenhos ND. deve ser colocada uma placa de advertência junto ao terminal do cabo reserva no interior da subestação abrigada alertando a sua condição de energizado. e a sua conexão à rede aérea é executada pela ELEKTRO.03.20 m.01/1 e ND.5 kV. respectivamente. chave a óleo. o consumidor deve apresentar as autorizações obtidas junto aos órgãos públicos. no mínimo. A autorização para ocupação do poste da rede aérea para derivação do ramal subterrâneo fica a critério da ELEKTRO. d) Caso seja autorizada a ocupação do poste da ELEKTRO. c) O comprimento máximo do ramal de entrada subterrâneo deve ser de 50 m. 12 vezes o seu diâmetro externo. arame de aço galvanizado 12 BWG ou bandagens.5. dimensionado conforme a Tabela 6. j) Recomenda-se a instalação de duto e cabo reserva com as mesmas características do circuito principal. com isolação extrudada de XLPE ou EPR.20.80 m na via pública.).ND. com altura mínima de 5 metros acima do solo e ser fixado ao poste de forma adequada com cintas ajustáveis. a uma profundidade mínima de 0. conforme modelo ND. O eletroduto deve ser vedado na extremidade para evitar a entrada de água. de um poste particular. o consumidor deve apresentar um termo de compromisso de ocupação de poste.

03.50 x 1.6/1 kV. p) Os dutos devem ser instalados com uma declividade adequada de.20. t) Recomenda-se que nas caixas de passagem sejam previstas reservas de cabo. porém quando necessárias.30 m. combustíveis. nos seguintes pontos: • Poste de transição.03. etc. Os condutores de proteção e do neutro (se existir) devem ser identificados pelas cores verde e azul claro. u) As blindagens metálicas dos cabos devem ser interligadas ao sistema de aterramento. q) A distância horizontal dos dutos do ramal de entrada subterrâneo com dutos de outros serviços de infraestrutura (água. no mínimo. no mínimo. no mínimo.40 m acima do duto.) deve ser de. • Entradas e saídas do ramal nas caixas de passagem.01/1 ilustra a instalação de um circuito completo por duto.03.) devem ser obedecidas as distâncias mínimas estabelecidas pelas empresas responsáveis pelo material. admite-se o uso da cor verde. 0. 1% para facilitar o escoamento das águas de eventuais infiltrações. z) A instalação dos cabos em dutos individuais ou um circuito completo por duto depende do critério adotado pelo projetista. r) Por toda extensão do ramal de entrada subterrâneo. etc. Página 27 Revisão 02 –12/2009 . s) As caixas de passagem construídas em locais sem acabamento do piso (terra ou gramado) devem possuir uma base de concreto de 0. o) Os cabos devem possuir identificação das fases. dimensionado de acordo com os critérios da ABNT NBR 14039. para eventuais substituições dos terminais.00 x 1. • Na subestação abrigada.20. respectivamente. y) O condutor de proteção deve ser lançado no mesmo duto dos condutores de fase.ND. os dutos diretamente enterrados devem ser sinalizados com fita de advertência colocada a 0. No caso de dutos para materiais inflamáveis (gás.03/1 ou ND. Para as configurações dos bancos de dutos. providas de tampa de concreto com boa vedação e fundo falso com pedra britada nº 2. etc. pode ser interligado ao neutro das instalações da unidade consumidora por meio de condutor de proteção tipo XLPE ou EPR com isolação de 0. devem ser executadas de forma a garantir as características físicas e elétricas originais do cabo e realizadas nas caixas de passagem. reconstituições de cabos. A identificação do condutor deve ser verdeamarela ou na falta da dupla coloração.25 m de largura.20 m.20. x) Se o neutro da rede da ELEKTRO for contínuo e quando disponível.04/1. w) A instalação de cabos diretamente enterrados no solo pode ser feita somente quando utilizados cabos com características mecânicas apropriadas. no mínimo. Essa distância é válida também para os casos de cruzamentos. O desenho ND. n) Os condutores do ramal subterrâneo de MT devem ser identificados com as seguintes cores: fase A: azul. junto aos terminais. comunicação. v) Devem ser evitadas emendas nos cabos subterrâneos. fase B: branco e fase C: vermelho. telefone. ao redor da sua abertura. ver desenho ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição mínimas de 1.

02/1.05.6 Subestação da entrada de energia 6. somente é permitido o emprego de transformadores a seco.6. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo.04. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis. o recinto não isolado ou desprovido de paredes de alvenaria e porta corta-fogo. • entrada subterrânea.3 Tipos A escolha do tipo de subestação é feita a critério do consumidor e de acordo com a potência do transformador a ser instalado. e) Nos casos de atendimento a consumidores na área rural.20.ND.04.04/1. no máximo a 10 metros.04. Os tipos padronizados são: a) Posto de transformação em poste. desenho ND. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro. para instalações com potências até 300 kVA: • entrada aérea.6. c) As subestações abrigadas com a medição (em AT ou BT). bem como para instalação e remoção dos equipamentos.20. proteção e transformação incorporadas e os postos de transformação devem ser localizados o mais próximo possível da divisa do terreno com a via pública.2 Localização a) A subestação de entrada de energia deve ser construída. c) Subestação abrigada de medição e proteção. não devendo ficar afastadas mais de 50 metros da mesma.01/1 e ND. nos projetos das subestações devem ser observadas as seguintes condições: a) Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação industrial.04. 6. desenho ND.1 Condições Gerais De acordo com a ABNT NBR 14039. medição em AT. b) As subestações podem ser instaladas em local isolado ou fazer parte de uma edificação. estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 litro.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. no limite da propriedade com a via pública e a mais próxima possível da entrada principal. Nota: considera-se como parte integrante. medição em BT. b) Subestação abrigada de transformação. para transformadores com potências até 300 kVA em 13. em função das características da propriedade.20. para instalações com potências superiores a 300 kVA: Página 28 Revisão 02 –12/2009 . somente é permitido o emprego de transformadores a seco.20.5 kV: • medição direta . medição em BT. Deve possibilitar fácil acesso a pessoas e veículos.20.desenho ND.03/1 e ND. sempre que possível.desenho ND. d) Quando forem projetadas subestações abrigadas apenas para a medição e proteção.05.02/1. • medição indireta .8 kV ou 34. os postos de transformação aéreos podem ficar localizados próximos aos centros de carga.20. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis.01/1.6. 6. estas destas devem ficar localizadas próximas à divisa com a via pública. b) Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação residencial e/ou comercial.

para livre circulação de pessoas.05. desenho ND. e natural sempre que possível. e) Subestação abrigada de medição.05. c) Os condutores secundários devem ser protegidos por eletroduto rígido. com uma declividade mínima de 5%. • entrada subterrânea.6.70 m. sempre que possível. d) Subestação abrigada de medição.01/1. não sendo permitido o uso de material combustível. com dimensões mínimas de 0. b) Devem ser dimensionadas de acordo com as características dos equipamentos a serem instalados. • entrada subterrânea. proteção e transformação.20. desde os terminais do transformador até a caixa de medição.10 m para acesso de pessoas e de 1.06. f) Conjunto blindado ND. ou forçada quando necessária.03/1.01/1. para instalações com potências superiores a 300 kVA: • entrada aérea. abrir para fora. medição em AT. desenho ND. conforme Tabela 7.60 x 2. para transformadores com potências superiores a 300 kVA: desenho ND. proteção e/ou transformação: desenho g) Subestação ao tempo.06/1.07/1. desenho ND.05/1.05. f) Devem possuir iluminação interna artificial obedecendo aos níveis de iluminamento fixados pela ABNT NBR 5413. b) Os postes devem ter as características mínimas definidas na Tabela 5 com comprimento adequado para atender os afastamentos mínimos estabelecidos. de Página 29 Revisão 02 –12/2009 .20. 6. de modo a oferecer condições adequadas de operação e manutenção.ND.5 Subestações abrigadas a) Devem ser construídas em alvenaria ou concreto armado e apresentar características definitivas de construção. d) Os corredores e os locais de acesso da subestação abrigada devem ter dimensões de.6. desenho ND.05. g) Devem possuir sistema de ventilação natural.6. bem como as condições mínimas necessárias de segurança.80 x 2. As janelas devem possuir área útil de ventilação de 20 cm2 por kVA de potência de transformação.10 m quando para acesso comum a pessoas e equipamentos.20.1 Posto de transformação em poste a) Os postos de transformação em poste podem ser utilizados para instalações com transformadores com potências nominais até 300 kVA em 13. c) A laje de cobertura da subestação abrigada deve ser impermeabilizada e orientada de modo a não permitir escoamento de água de chuva sobre os isoladores e os condutores de média tensão. proteção e transformação. sendo cada uma com área livre mínima de 1 m2.20.4 Características gerais 6.4. medição em AT. 6.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • entrada aérea. e) As portas das subestações abrigadas devem ser metálicas. para instalações com potências superiores a 300 kVA: • entrada aérea.05. no mínimo. para medição. desenho ND.04/1.8 kV ou 34.20. As janelas devem ser convenientemente dispostas. com transformador auxiliar antes do disjuntor. 0.5 kV. com todas as portas abertas e na pior condição com os equipamentos extraídos em manutenção.07.20.20. As dimensões indicadas nos desenhos padrões são as mínimas recomendadas.

para facilitar o acesso para inspeção e possibilitar ventilação adequada. porta corta-fogo e sistema de drenagem de óleo. O TP deve ter proteção contra sobrecorrente e ser dimensionado de acordo com as recomendações do fabricante. com os símbolos usuais indicadores de tal perigo. de arame galvanizado n°12 BWG. d) Devem ser observadas as recomendações do fabricante quanto às condições de instalação. operação e manutenção dos transformadores a seco. h) As partes energizadas da instalação devem ser protegidas por anteparos rígidos constituídos de telas metálicas resistentes. O piso da subestação abrigada deve ser de concreto dimensionado de maneira que resista ao peso dos equipamentos a serem instalados e ficar com uma cota positiva (100 mm) em relação ao piso externo.30 m na parte inferior. n) É obrigatória a fixação em local bem visível. etc. em local acessível. Página 30 Revisão 02 –12/2009 .09.ALTA TENSÃO”. 6. placa de advertência. A tela metálica deve ser instalada até uma altura mínima de 1.50 m entre transformadores e entre transformador e paredes. próximo à porta de entrada. i) Deve ser provido de extintor de incêndio (CO2 ou pó químico seco) e atender as normas de segurança específica do Corpo de Bombeiros.04/1 são mostrados detalhes que devem ser observados na construção das subestações abrigadas e sugestões para ferragens e suporte de equipamentos.01/1 a ND. b) Os transformadores a seco devem ser instalados sobre piso adequadamente nivelado e resistente para suportar o seu peso. com a colocação de janelas próximas ao piso e outras próximas ao teto. aterramentos. da placa de advertência “PERIGO .1 Instalação de transformador a seco a) Por se tratar de equipamento sem risco de explosão e por possuírem características auto-extinguíveis e não propagação de fogo é dispensada a construção de subestação abrigada a prova de fogo. distâncias de segurança. não sendo necessário paredes divisórias entre equipamentos. sobretensões. m) Nas instalações de equipamentos que contenham líquido isolante inflamável com volume superior a 100 litros devem ser observadas as seguintes precauções: • Construção de barreiras incombustíveis entre os equipamentos ou outros meios adequados para evitar a propagação de incêndio.5. o) No interior da subestação abrigada deve estar disponível. podendo ter uma abertura de até 0. • Construção de dispositivo adequado para drenar ou conter o líquido proveniente de eventual vazamento. preferencialmente.20. e) As demais condições quanto à proteção contra sobrecorrentes. devidamente protegido contra intempéries. l) Os transformadores de potencial (TP) para serviços auxiliares devem ser ligados após a medição. tanto no lado externo da porta como nas grades de proteção no interior da subestação abrigada.ND. c) Deve haver um espaçamento mínimo de 0. com malha mínima de 13 mm e máxima de 25 mm. são as mesmas de uma subestação abrigada com transformador convencional.6.70 m do solo.08. um esquema geral da instalação. montagem. j) k) Nos desenhos ND. telas de proteção.20. Recomenda-se que o mesmo seja instalado do lado de fora da subestação abrigada.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição modo a promover perfeita circulação de ar.

no máximo. número de série e designação de tipo. providas de trincos e fechaduras. e) As dimensões do posto de transformação ao tempo são em função das dimensões do transformador. Recomenda-se que na parte superior da cerca ou muro sejam estendidas três ou quatro fiadas de arame farpado zincado. nível básico de isolamento: 95 kV (classe 15 kV) ou 150 kV (classe 36.0 m em relação ao piso externo a fim de evitar a aproximação de pessoas não qualificadas ou animais. no mínimo.Conjunto de manobra e controle de alta-tensão . b) Deve estar de acordo com as exigências especificadas na norma ABNT NBR IEC 62271-200 .20. c) As partes metálicas da subestação (cerca.5. no máximo a 10 m. 400 A (mínima). h) O acesso a pessoas qualificadas deve ser feito por meio de portas. c) Deve ter placa de identificação contendo. i) Deve possuir sistema de iluminação artificial.20.2 kV. carcaça. devendo ser obedecidas às distâncias mínimas deste à cerca.6. grau de proteção. abrindo para fora. no mínimo.15 m.60 m de largura. os seguintes dados: • • • • • • • • • nome do fabricante.01/1.Parte 200: Conjunto de manobra e controle de alta-tensão em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até e inclusive 52 kV. b) A medição em AT e a proteção devem ser instaladas em subestação abrigada própria.06. corrente suportável nominal de curta duração (1 segundo): 16 kAef (mínima). conforme desenho ND.01/1.07. 6. g) Deve possuir cerca ou muro com altura mínima de 2.2 Subestação ao tempo a) Este tipo de subestação pode ser utilizado somente por consumidores industriais.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. etc. da placa de advertência “PERIGO ALTA TENSÃO”. portões. A tela da cerca deve possuir malha de 50 mm de abertura.3 Conjunto de manobra e controle em invólucro metálico a) Os conjuntos de manobra e controle em invólucros metálicos para medição e proteção em média tensão e/ou transformação é utilizado exclusivamente para entradas subterrâneas. 0. devendo ser observadas as disposições básicas dos equipamentos apresentadas no desenho ND. freqüência nominal: 60 Hz. espaçadas de. correntes nominais para o barramento principal. devendo ser conservadas fechadas. f) Deve ser previsto piso com pedra britada ou um sistema de drenagem adequado para escoamento do líquido isolante do transformador. no máximo. e ser constituída de fio de aço galvanizado de 3 mm de diâmetro. valor de crista nominal da corrente suportável: 40 kA (mínima). com dimensões mínimas de 2. tensão nominal: 15 kV ou 36. em duas folhas. d) As ferragens devem ser zincadas por imersão a quente.00 m de altura e 1.5. em local bem visível do lado externo do portão. com os símbolos usuais indicadores de tal perigo.ND.) devem ser solidamente conectadas à malha de terra com cabo de cobre nu de mesma seção da malha ou cabo de aço cobreado de seção equivalente. Página 31 Revisão 02 –12/2009 . localizada antes do posto e o mais próximo possível da divisa do terreno.6.2 kV). j) É obrigatória a fixação.

seus efeitos sejam controlados para limitar sua duração e as suas conseqüências. além das portas frontais externas. e) Deve ser instalado sobre uma base de concreto com cota positiva (100 mm) em relação ao piso do recinto. j) k) Deve possuir aberturas de ventilação natural. l) m) A estrutura da subestação abrigada deve ser apropriada para fixação por chumbadores em base de concreto. tensão de comando. Quando instalados nesses locais. etc. d) Pode ser instalado em local abrigado ou ao tempo. devidamente aterrado. as chapas metálicas dos conjuntos blindados devem sofrer tratamentos especiais. h) Não é recomendada a instalação em locais sujeitos a ação corrosiva do meio ambiente (orla marítima. providas de trinco e fechadura. tensão de operação. indústrias altamente poluentes. sempre que possível. Dessa forma. os conjuntos blindados devem ser projetados para evitar os arcos elétricos internos e quando ocorrerem. O conjunto blindado para instalação externa deve ser provido de beirais e a cobertura metálica deve apresentar inclinação adequada para escoamento da água. indicadas a seguir: • fase A – azul • fase B – branco • fase C – vermelho q) Deve ser apresentado o projeto do conjunto blindado. com acesso permitido apenas a pessoas advertidas e qualificadas. condições excepcionais de serviço ou má operação podem ocasionar um arco elétrico interno no conjunto de manobra e controle. o) Nas instalações ao tempo recomenda-se que o local seja delimitado por meio de cerca com tela de arame zincado 12 BWG e malha máxima de 50 mm. g) A superfície.6 mm (12 MSG) para instalação ao tempo ou de 2.). tanto na parte interna como na externa. Alguns defeitos. deve ter um tratamento anticorrosivo.20 • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição mês e ano de fabricação. f) O invólucro deve ser de chapa de aço com espessura mínima de 2. ou muro de alvenaria. A ocorrência de arco interno pode provocar danos ou ferimentos a pessoas nas suas proximidades. devendo ser pintados nas cores convencionais da ELEKTRO.ND. Para instalação interna não há necessidade das portas frontais externas. contendo no mínimo: Página 32 Revisão 02 –12/2009 . p) Os barramentos devem ser de cobre eletrolítico rígido. n) A iluminação interna deve permitir visualizar todos os equipamentos de comando e controle da parte frontal e equipamentos de média tensão. massa em quilogramas. para inspeção e remoção dos equipamentos.00 mm (14 MSG) para instalação abrigada. O piso interno à cerca deve ter uma camada mínima de 200 mm de pedra britada n° 2 e um sistema de drenagem adequado para escoamento de águas pluviais. i) O conjunto blindado para instalação externa deve possuir portas frontais e traseiras internas. ou forçada.

bombas.7 Medição 6. com boa iluminação e condições de segurança adequadas. c) A medição deve ser instalada em local de fácil acesso. Página 33 Revisão 02 –12/2009 . escadarias e rampas. b) Os lacres dos medidores. trepidação excessiva. • desenhos dimensionais e de disposição.20. • massa do conjunto. inclusive. realizados conforme ABNT NBR IEC 62271-200. r) Conjunto blindado compacto tipo “Metal Clad” ou “Metal Enclosed” para instalações abrigadas ou ao tempo está desobrigado de atender as características do desenho ND. realizados conforme ABNT NBR IEC 62271-200. caixas e cubículos. • relatório de ensaios de rotina.1 Condições gerais a) Os medidores e demais equipamentos destinados à medição de energia elétrica são fornecidos e instalados pela ELEKTRO em caixas adquiridas pelo consumidor. • Relatórios de ensaio de tipo emitidos por laboratório oficial. • detalhes de fixação. • instruções de instalação. poeira. entretanto. não devendo ser instalada em locais como: • • • • recintos fechados.2 Tipos de medição a) Nas instalações com transformador único com potência até 300 kVA (inclusive).7. temperaturas elevadas. s) Juntamente com o projeto das instalações da entrada de serviço. somente podem ser rompidos pela ELEKTRO. • ART referente ao projeto e construção do conjunto blindado. Esses equipamentos são instalados e ligados após a vistoria e aprovação das instalações. inundações ou a abalroamento de veículos. com a indicação do dispositivo de alívio de sobrepressão. 6. • lista de materiais. • relatórios de ensaios de tipo emitidos por Laboratório Oficial. • medição indireta (com TC´s): para transformadores com potências superiores aos valores acima e até 300 kVA.ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • diagramas elétricos. proximidades de máquinas.01/1. 6. operação. tanques e reservatórios.06. para a liberação para ligação deve ser apresentado: • Projeto completo do conjunto blindado. umidade. onde forem instalados os equipamentos de medição. a medição é feita em tensão secundária (BT): • medição direta (sem TC´s): para transformadores com potências até 30 kVA com tensão secundária de 220/127 V ou 380/220 V. e potências até 45 kVA com tensão secundária de 380/220 V. • ART do responsável técnico pelo projeto e construção do conjunto blindado. deve ser apresentada a ART do responsável técnico pela montagem do conjunto blindado.7. manutenção e armazenagem. locais sujeitos a gases corrosivos.

• Medição indireta: caixa de medição tipo M.8 Proteção geral 6. quando localizadas no interior de subestação abrigada.01/1. no mínimo.09.12. 1.09. tais como. transformadores de potencial. transformadores de corrente. 6.8. f) A distância entre os transformadores de medição e a caixa de medição deve ser de.7. medidores e demais acessórios são especificados e instalados pela ELEKTRO. de acordo com a potência e características das cargas da instalação consumidora. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico.20. e) Os condutores dos circuitos secundários dos transformadores de medição devem ser protegidos por eletrodutos de aço ou PVC rígido com diâmetro interno mínimo de 21 mm. b) Medição em AT: • Caixa de medição tipo A – ver desenho ND.3 Instalação a) Os equipamentos para medição. não sendo admitida a instalação de caixas de passagem. devem ficar em posição de tal modo que a iluminação interna possibilite fácil leitura dos medidores.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição b) Nas instalações com transformador único com potência superior a 300 kVA ou com mais de um transformador de qualquer potência. 6. os transformadores de medição são instalados em suportes metálicos conforme desenho ND. g) As caixas de medição e os compartimentos destinados à instalação dos equipamentos de medição devem possuir dispositivos para lacre. b) A proteção geral das instalações da unidade consumidora em média tensão deve estar coordenada com o sistema de proteção da rede ELEKTRO.50 m em relação ao piso e.1 Generalidades a) No poste da rede aérea da ELEKTRO de onde derivar o ramal de ligação aéreo ou o ramal de entrada subterrâneo devem ser instaladas chaves fusíveis ou seccionadores unipolares tipo faca. III (fibra de vidro). Página 34 Revisão 02 –12/2009 . As caixas de medição devem ser de fabricantes homologados pela ELEKTRO. 6. VI-A ou VI-B (policarbonato). a medição é feita em tensão primária (AT).20. ou em alvenaria.03/1 ou ND.20.ND. dimensionados e instalados pela ELEKTRO. c) Nas subestações abrigadas com medições em AT. no máximo.7.20 m em frente à caixa de medição. 10 m. preferencialmente em instalação aparente. d) No local da instalação da medição deve ser prevista uma distância livre de.04/1. b) As caixas dos medidores devem ser instaladas de modo que o centro do visor fique a uma altura aproximada de 1.4 Caixas de medição Devem ser utilizados os seguintes tipos de caixas de medição: a) Medição em BT: • Medição direta: caixa de medição tipos E (aço carbono). Esses equipamentos são instalados em caixas ou cubículos preparados pelo consumidor conforme os padrões e em locais estabelecidos nesta norma e são lacrados pela ELEKTRO.

a qualquer tempo e circunstâncias. • O projeto e ajuste de proteção são de responsabilidade do interessado. conforme normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego. Devem ser afixadas em local visível. e informados a ELEKTRO através de Laudo Técnico de empresa ou profissional habilitado. sendo imprescindível a utilização de equipamentos de proteção individual e coletivo. caso necessário. • Reativação de unidade consumidora. g) Onde houver disjuntor geral de média tensão. e) A operação e manobra dos equipamentos de proteção devem ser feita por pessoal técnico treinado e habilitado. • É incumbência do interessado a elaboração do projeto da proteção. calibração e aferição devem ser executados pelo interessado. poderá exigir a verificação do ajuste em campo através de equipamento de ensaios apropriado. • Cabe a ELEKTRO analisar o projeto da proteção com o objetivo de garantir a confiabilidade/integridade do sistema elétrico da ELEKTRO. conforme exemplificado no Anexo I • A ELEKTRO.ND. as partes móveis não estejam sob tensão. • Substituição dos equipamentos de proteção. e o resumo dos ajustes em valores primários e secundários. e quando abertas. Esta análise não contempla a verificação da garantia da confiabilidade/integridade das instalações do consumidor. f) As unidades consumidoras existentes devem ter os sistemas de proteção geral readequados às exigências desta norma nos seguintes casos: • Alteração de capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA para valor superior a esta potência. deve haver condições de lacrar o(s) relé(s) de proteção de modo que não haja condições de alteração dos ajustes das proteções sem a concordância da ELEKTRO. Página 35 Revisão 02 –12/2009 . execução e manutenção do projeto da proteção: • O interessado deve solicitar à ELEKTRO os dados básicos e condições de contorno para a elaboração do projeto da proteção. • Expansão no sistema elétrico da unidade consumidora que envolva a necessidade de quaisquer alterações nas instalações de média tensão. concordando ou propondo alterações. d) Os seccionadores unipolares e chaves fusíveis devem ser instaladas de forma que impeça o seu fechamento pela ação da gravidade e possibilite sua pronta manobra. as instruções para operação das chaves e disjuntores de MT. • O respectivo projeto deve conter as relações de TP’s e TC’s de proteção. • Os ajustes. h) Além do que estabelece esta Norma o projeto de proteção deve atender as exigências das normas ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 14039. devendo mantê-lo conforme apresentado à ELEKTRO. caso julgue necessário. i) A ELEKTRO orienta que os equipamentos de proteção não sejam adquiridos antes da aprovação do projeto de proteção. j) Quanto à elaboração.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição c) Cada unidade transformadora deve ter a sua proteção individual na média e baixa tensão.

independente da capacidade instalada. c) No caso de utilização de seccionador tripolar com fusíveis limitadores.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. neste caso. b) No caso de utilização de disjuntor na média tensão.9 Proteção geral de média tensão 6. desde que justificado e aprovado pela ELEKTRO. neste caso. Havendo restrições para a utilização da chave fusível.1 Posto de transformação ao tempo com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA a) A proteção geral na média tensão deve ser feita por chaves fusíveis instaladas na estrutura do transformador. 50/51N (neutro).9. 6. sendo que. e permitir a livre passagem das correntes de carga e transitória de magnetização do transformador.ND. A proteção 51NS deve ser do tipo tempo definido.9. Os elos fusíveis devem ser propostos pelo consumidor. mantendo-se apenas as funções 50N e 51NS. • Instalação com um ou mais transformadores ao tempo com capacidade instalada total maior que 300 kVA. os fusíveis limitadores devem ser escolhidos de forma a atuar em valores (correntes e tempos) inferiores aos admissíveis na curva de carregamento máximo de curta duração do transformador. 40K. 47 (inversão de fases). 50K e 65K. Página 36 Revisão 02 –12/2009 . adicionalmente.2 Subestação unitária com capacidade instalada menor ou igual a 300 kVA a) A proteção geral na média tensão deve ser realizada por meio de um disjuntor acionado através de relés secundários ou por meio de seccionador tripolar com abertura em carga. a proteção geral na baixa tensão deve ser realizada por disjuntor tripolar.01 e para o dimensionamento do elo fusível. consultar a norma ND. com fusíveis limitadores de corrente. b) O disjuntor geral deve ser acionado através de relés de proteção secundários com as funções 50 e 51 nas 3 fases. os procedimentos são os mesmos descritos no item 6. poderá ser utilizado seccionador unipolar. 51NS (neutro sensível).9. e) Devem ser previstas chaves fusíveis no ponto de entrega da ELEKTRO com a função de retaguarda do disjuntor de entrada. 25K. em função das condições das cargas e suas particularidades. b) As características das chaves fusíveis estão informadas na norma ND. • Instalação com circuito primário subterrâneo após a proteção geral.3 Proteção geral com disjuntor de média tensão a) A proteção geral de média tensão deve ser realizada por meio de disjuntor nos seguintes tipos de instalações: • Subestação unitária com capacidade instalada maior que 300 kVA. poderá ser suprimida a função 51N.3. a proteção geral na baixa tensão deve ser realizada através de disjuntor tripolar. c) O disjuntor tripolar de BT deve ser dimensionado de acordo com a Tabela 10 6.78. e 59 (sobretensão). d) A proteção de fase e neutro deve ter elemento temporizado (51) com as curvas características tempo x corrente tipo muito inversa ou extremamente inversa.9. c) Quando não houver necessidade de maior seletividade nas instalações consumidoras. 15K. sendo que. e escolhidos entre 10K. • Subestação abrigada com mais de uma unidade transformadora.

9.2 segundos mais rápidos que a curva do elo fusível proposto para a chave de proteção do ponto de entrega da ELEKTRO definidos conforme item 6. sendo que deve ser pelo menos 0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição f) Os ajustes dos relés de sobrecorrente de fase devem satisfazer os seguintes requisitos: • Atuar em valores (correntes e tempos) inferiores aos admissíveis na curva de carregamento máximo de curta duração do transformador. e ajuste de tempo 0. h) Os TC’s de proteção em que são ligados os relés devem ser sempre do tipo a seco. deve ter o ajuste de corrente de partida referida no primário de 3 a 10 A. de operação manual.4 segundos mais rápido.4 segundos mais rápidos. e seus tempos de atuação devem ser pelo menos 0. ter ajuste no máximo igual a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante e permitir a livre circulação da corrente transitória de magnetização. • O elemento temporizado (51) deve ser sensível às menores correntes de defeito entre fases no trecho sob sua supervisão e. • O neutro convencional (51N) deve ter corrente de partida no máximo igual a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante. e seu tempo de atuação deve ser pelo menos 0. refletidas no lado de alta tensão. às correntes de defeito no lado de baixa tensão. i) Os transdutores utilizados para as proteções de tensão devem garantir a devida qualidade dos seus sinais. com ação simultânea. g) Os ajustes dos relés de sobrecorrente de neutro devem satisfazer os seguintes requisitos: • O elemento temporizado (51N) deve ser sensível às menores correntes de defeito entre fase e terra sob sua supervisão. • As unidades temporizadas de fase (51) devem ter correntes de partida no máximo iguais a 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos à montante. limitado a 80% da proteção 51NS à montante.5 vezes a corrente equivalente à demanda contratada respeitando as condições acima. Estes TC’s devem ser convenientemente dimensionados de acordo com a demanda. j) Antes do disjuntor deve ser instalada um seccionador tripolar. • Na condição do subitem c) acima o elemento instantâneo (50N) deve permitir ajuste na faixa de 10 a 100 A referido ao primário.3 e).4 segundos mais rápido. • O elemento instantâneo (50) deve ser sensível às menores correntes de curtocircuito entre fases. • O elemento temporizado tipo tempo definido (51NS). quando o consumidor possuir apenas um transformador. • Caso a demanda contratada esteja abaixo da capacidade do transformador. dotada de alavanca de manobra. • O elemento instantâneo (50N) deve ser sensível às menores correntes de curtocircuito entre fase e terra possíveis e ter ajuste no máximo em 80% dos respectivos valores das proteções dos equipamentos a montante. quando aplicável. níveis de curto-circuito e carga ligada ao secundário (cablagem e relés). • Os tempos de atuação da função 51 devem ser pelo menos 0.05 a 1 segundo. ajustar a corrente de partida do relé de fase em 1. instalados a montante do disjuntor no mesmo compartimento ou em compartimento específico. sendo dispensável quando utilizado disjuntor extraível. Página 37 Revisão 02 –12/2009 .ND. se possível.

adequadamente dimensionada. deve possuir operação temporizada a ser definida junto a ELEKTRO. para o correto funcionamento do relé no momento da falta. b) No caso da proteção no lado de média tensão utilizando fusíveis.9. Estas fontes podem ser: • .9. devem ser instaladas chaves seccionadoras antes e após o disjuntor. Estas fontes podem ser: • . Página 38 Revisão 02 –12/2009 . adequadamente dimensionadas visando garantir sua atuação. 6. após a medição. além das fontes citadas no item 6. sobrecarga e curto-circuito. observadas as exigências das normas ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 14039. deve ser protegido por seccionador tripolar com fusíveis.3k) acima. 6. devem ser prevista fonte capacitiva. com autonomia mínima de duas horas. n) Havendo capacitores no circuito primário ou geração própria.9. q) O transformador auxiliar instalado antes do disjuntor geral.6 Proteção contra sobretensões (59) A unidade consumidora deve utilizar proteção contra sobretensões e ser ajustada de acordo com as necessidades requeridas pelo sistema elétrico do consumidor. 6. m) Para alimentação da bobina de abertura do disjuntor geral de MT devem ser previstas fontes auxiliares.4 Proteção contra subtensão ou falta de fase (27) A ELEKTRO não recomenda a utilização de proteção de subtensão (bobina de mínima tensão) ou falta de fase com operação instantânea atuando no disjuntor geral da instalação. l) Para alimentação do(s) relé(s) de proteção. alimentado pelo transformador auxiliar. • .Banco de baterias e seu carregador. p) Não é permitida a utilização dos transformadores destinados à medição de energia para acionamento dos dispositivos de proteção ou para outros fins.9. o) Havendo mais de um transformador de serviço. sendo dispensável quando utilizado disjuntor extraível. • .7 Proteção geral de baixa tensão a) No lado de baixa tensão do transformador deve ser prevista proteção geral e individual para cada circuito. devem ser previstas fontes auxiliares. alimentado pelo transformador auxiliar. Caso o projeto indique o seu uso.Fonte capacitiva (trip capacitivo). a fim de garantir a sinalização do evento que provocou a atuação. Estas proteções devem garantir a estabilidade e confiabilidade da proteção para casos de manobras. A ELEKTRO recomenda que esta proteção seja feita no circuito secundário (lado da baixa tensão) junto aos motores elétricos ou outras cargas sensíveis. 6. a proteção geral de baixa tensão deve ser através de disjuntor tripolar instalado o mais próximo possível do transformador.5 Proteção contra inversão de fases (47) A unidade consumidora deve utilizar proteção contra inversão de fases.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição k) Para alimentação do(s) relé(s) de proteção. de forma a garantir a integridade e confiabilidade.Banco de baterias e seu carregador.9. alimentado pelo transformador auxiliar. devem ser instaladas chaves seccionadoras antes da proteção de cada transformador.ND.No-break.

telas de proteção.10. 6. a serem instalados entre cada condutor de fase e terra.9. ou seja.8 Proteção contra descargas atmosféricas a) Para a proteção dos equipamentos elétricos contra descargas atmosféricas devem ser utilizados para-raios a óxidos metálicos.9 Sistema de aterramento É de responsabilidade do projetista planejar um sistema de aterramento que seja considerado seguro para quaisquer condições de defeito. de acordo com os valores da corrente de curto-circuito fase-terra do local: Corrente de curtocircuito fase-terra (Iccft) Iccft ≤ 400 A 400 A < Iccft < 600 A Iccft ≥ 600 A Resistência de aterramento 10 Ω 15 Ω 20 Ω b) Cuidados especiais devem ser tomados visando evitar a transferência de potenciais que partem da área ocupada pela malha de aterramento para outros pontos. c) Nas subestações abrigadas alimentadas através de ramal aéreo. sem centelhador. Página 39 Revisão 02 –12/2009 . janelas. assim como os condutores de ligação dos para-raios à terra. c) Os eletrodos de aterramento. devem ser instalados pararaios. e) Quando. também. Para tal.) devem ser aterradas e ligadas ao sistema de aterramento com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. etc. devem ser com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. o projeto deve ser elaborado de forma a controlar adequadamente a dissipação da corrente de falta sem o aparecimento de potenciais de passo e toque perigosos para pessoas e animais. no interior da subestação abrigada. deve ser instalado um jogo de para-raios na saída da subestação e outro na entrada da subestação de transformação.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6. na condição mais crítica (solo seco). e para ramais subterrâneos com comprimento superior a 18 m. os para-raios devem ser instalados em suportes na entrada da subestação abrigada. na tabela a seguir estão apresentados os valores das resistências de aterramento máximos exigidos. conforme recomendações da norma ABNT NBR 15751 e contemple os requisitos listados a seguir: a) O valor da resistência da malha de aterramento deve ser tal que no caso de um curto-circuito fase-terra. b) Nos postos de transformação ao tempo. após a subestação abrigada de medição e proteção. d) Todas as partes metálicas não energizadas da subestação abrigada (portas. os para-raios devem ser instalados na estrutura do transformador.ND. tanques de equipamentos. com dispositivo para desligamento automático. existir um circuito de alimentação primário aéreo com extensão superior a 300 m. o valor de corrente resultante sensibilize a proteção de neutro na Subestação da ELEKTRO que o atenderá. f) Para a proteção da baixa tensão contra surtos e descargas atmosférica devem ser seguidas as orientações das respectivas normas da ABNT vigentes.9. Os para-raios devem possuir as seguintes características conforme item 6. d) Nas subestações abrigadas alimentadas por ramal de entrada subterrâneo devem ser instalados para-raios na estrutura de derivação do cabo subterrâneo. ferragens.3.

ND. Página 40 Revisão 02 –12/2009 .5 kV: • • • • tensão máxima do transformador: 36. f) Quando o neutro contínuo da rede da ELEKTRO estiver disponível.5-33. obedecidas as potências padronizadas pela ABNT.1) Para instalações de 13.secundária: estrela com neutro acessível.2-12.transformador com potência nominal até 300 kVA (medição em BT): 220/127 V ou 380/220 V.08. .8 kV: • tensão máxima do transformador: 15 kVef. ligações: .transformador com potência nominal acima de 300 kVA ou de qualquer potência em instalações com medição em MT: é permitida o uso de qualquer tensão secundária padronizada. zinco ou chumbo).2 kVef.5 kV.transformador com potência nominal até 300 kVA (medição em BT): 220/127 V ou 380/220 V.10 Equipamentos e acessórios 6.8-13. • tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV. freqüência: 60 Hz.0-31. . • derivações primária (tap’s): 13. b) Os transformadores com potências até 300 kVA para instalações em postos de transformação devem ser fabricados de acordo com a padronização da ABNT NBR 5440.secundária: estrela com neutro acessível.03/1).6 kV. • tensões secundárias: . .2) Para instalações de 34. este pode ser interligado com a malha de aterramento da subestação do consumidor (ver detalhes da interligação no desenho ND.20. • tensões secundárias: .transformador com potência nominal acima de 300 kVA ou de qualquer potência em instalação medição em MT: é permitida o uso de qualquer tensão secundária padronizada.10. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV. 6.1 Transformadores 6. os transformadores de potências superiores a 300 kVA devem ser de acordo com as especificações da ABNT NBR 5356 e os transformadores a seco devem ser conforme a especificação NBR 10295.primária: estrela com neutro aterrado .1.primária: triângulo. não sendo permitido o uso de solda simples (estanho.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição e) Todas as interligações dos eletrodos com as hastes de aterramento devem ser feitas com conectores apropriados ou solda exotérmica. • freqüência: 60 Hz. • derivações primária (tap’s): 34. sendo exigidas as seguintes características mínimas: b. b. • ligações: .1 Transformador de serviço a) Os transformadores devem ser dimensionados de modo que a demanda máxima da instalação consumidora não seja superior a potência nominal de transformação instalada.10.

5 kV devem possuir núcleo de 5 (cinco) colunas.4 Chave fusível a) As chaves fusíveis devem ser de base tipo C. tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV.1.2 Equipamento de medição Os equipamentos destinados à medição para fins de faturamento são fornecidos e instalados pela ELEKTRO.10. e) O transformador auxiliar pode ser instalado antes do disjuntor geral e após a medição. 6. d) O transformador auxiliar deve ser dimensionado para atender exclusivamente os circuitos de iluminação e emergência da subestação abrigada. ocasionando um baixo fator de potência médio. corrente nominal: 300 A.3 Para-raios Para-raios tipo válvula com desligador automático. Página 41 Revisão 02 –12/2009 . ligação entre fases.1) Para instalações de 13.2 Transformador auxiliar O transformador auxiliar deve obedecer as seguintes condições: a) Para alimentação de circuitos que não necessitem de utilização contínua e plena do transformador de serviço.2 kVef • corrente nominal de descarga: 10 kA b) Para instalações de 34.5 kV: • tensão nominal: 30 kVef • máxima tensão de operação contínua (Mcov): 24. de óxido de zinco (ZnO) sem centelhador. 6.10.8 kV: • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV.10. com corpo e suporte em material polimérico.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • os transformadores para instalação em redes de 34. onde o mesmo viria a ficar ligado por longo tempo com subcarregamento. capacidade de interrupção simétrica: 7. f) As características elétricas devem ser conforme item 6. c) Os circuitos alimentados pelo transformador auxiliar devem ser completamente independentes dos circuitos alimentados pelo transformador de serviço.1 kA. podendo ser monofásico. conforme ABNT NBR 8124 e com as seguintes características mínimas: a. b) Para alimentação de circuito de iluminação e emergência.8 kV: • tensão nominal: 12 kVef • máxima tensão de operação contínua (Mcov): 10. de acordo com o indicado nos padrões construtivos.ND.1. cabendo ao consumidor preparar o local de instalação dos mesmos. com potência nominal até 10 kVA ou trifásico com a mesma ligação do transformador principal.4 kVef • corrente nominal de descarga: 10 kA 6. 6. com as seguintes características: a) Para instalações de 13.10. capacidade de interrupção assimétrica: 10 kA.1.10.

5 kV: tensão máxima de operação: 36.ND.10. utilizando-se vara de manobra. de operação manual. inclusive na fase de projeto da instalação.10. tensão máxima de operação: 36. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV. dotadas de alavanca de manobra.2 kV. tensão suportável de impulso (NBI): 150 kV.8 kV: • • • • • • • • • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV.20 • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição a.8 kV: • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. freqüência: 60 Hz. A ELEKTRO poderá exigir disjuntor com capacidade de interrupção de maior valor. com as seguintes características elétricas: a) Para instalações de 13. SF6 ou pequeno volume de óleo (máximo de 1 litro por pólo). a qualquer tempo. corrente nominal: 400 A (mínima). sistema de interrupção a vácuo. b) As chaves fusíveis devem ser adequadas para montagem vertical e possuírem facilidade para instalação e remoção do porta-fusível. tensão suportável de impulso (NBI): 95 kV.5 Seccionador tripolar Os seccionadores tripolares para uso interno em subestações abrigadas devem ser tripolares.5 kV: 6. em função de possíveis níveis mais elevados de curto-circuito da rede. com as seguintes características mínimas: a) Para instalações de 13. duração nominal da corrente suportável de curta duração: 1 segundo. com dispositivo de abertura mecânica e elétrica (bobina de abertura). valor de crista nominal da corrente suportável: 35 kA. freqüência: 60 Hz. c) As chaves fusíveis tipo expulsão não devem ser instaladas em ambientes fechados. capacidade de interrupção simétrica: 3. corrente nominal: 400 A (mínima). com indicador mecânico de posição “ABERTA” ou “FECHADA”. b) Para instalações de 34.6 Disjuntor O disjuntor tripolar de média tensão para uso interno deve estar de acordo com a ABNT NBR IEC 62271-100. 6. NBI: 95 kV (mínimo).2 kV. freqüência: 60 Hz. de ação simultânea. corrente suportável nominal de curta duração: 16 kA. duração nominal da corrente suportável de curta duração: 1 segundo. corrente nominal: 400 A (mínima). capacidade de interrupção simétrica sob curto-circuito: 16 kA (mínima). Página 42 Revisão 02 –12/2009 • • .2) Para instalações de 34.5 kA. capacidade de interrupção assimétrica: 5 kA. corrente nominal: 300 A. valor de crista nominal da corrente suportável: 40 kA. corrente suportável nominal de curta duração: 15 kA.

10.ND. freqüência : 60 Hz.10. corrente dinâmica nominal: a ser definido no projeto. fator térmico : a ser definido no projeto.5 kV tensão máxima de operação: 36. A ELEKTRO poderá exigir disjuntor com capacidade de interrupção de maior valor. não sendo permitido o uso de cabos. • • • 6. NBI: 95 kV (mínimo). corrente secundária nominal: 5 A. exatidão para proteção: a ser definido no projeto. com dispositivo de abertura mecânica e elétrica (bobina de abertura). tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. Os barramentos devem ser dimensionados conforme Tabela 8 e Tabela 9.2 kV e tensão suportável de impulso atmosférico (NBI) mínimo 95 kV (15 kV) ou 150 kV (36. b) Para instalações de 34. a qualquer tempo. em função de possíveis níveis mais elevados de curto-circuito da rede. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV.8 Buchas de passagem As buchas de passagem devem ser do tipo externo-interno.20 • • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição • sem religamento automático. NBI: 150 kV (mínimo).9 Transformador de corrente para proteção Transformador de corrente para proteção com as seguintes características: a) Para instalações de 13. corrente primária nominal: a ser definido no projeto. corrente térmica nominal: a ser definido no projeto. salvo casos especiais sob consulta à ELEKTRO. 6. derivações e ligações de equipamentos aos barramentos devem ser feitas com conectores apropriados. SF6 ou pequeno volume de óleo (máximo de 1 litro por pólo). 6. freqüência: 60 Hz. Página 43 Revisão 02 –12/2009 .2 kV. ou seja: • fase A – azul • fase B – branco • fase C – vermelho Todas as emendas. capacidade de interrupção simétrica sob curto-circuito: 16 kA (mínima).8 kV: • • • • • • • • • • • tensão máxima de operação: 15 kV. classe de tensão 15 kV ou 36. Em subestações abrigadas ou no interior dos conjuntos blindados. sem religamento automático. inclusive na fase de projeto da instalação. não sendo permitido o uso de solda. corrente nominal: 400 A (mínima).10. meio Isolante: sólido (epóxi).7 Barramentos Os barramentos das subestações devem ser de cobre nu (tubo ou barra). salvo casos especiais sob consulta à ELEKTRO. os barramentos de média tensão devem ser pintados nas cores padrão.2 kV) e corrente nominal adequada. sistema de interrupção a vácuo.

8 kV: • classe de tensão: 15 kV.5/ 3 kV.5 kV: tensão máxima de operação: 36. • grupo de ligação: 1. meio isolante: sólido (epóxi).2 kV.20 • • • • • • • • • • • Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição b) Para instalações de 34. corrente secundária nominal: 5 A.ND. • relação nominal: 120:1. • NBI: 150 kV (mínimo).8 kV. corrente dinâmica nominal: a ser definido no projeto. • tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. exatidão para proteção: a ser definido no projeto. b) Para instalações de 34. • tensão secundária nominal: 115 V.8 kV. Página 44 Revisão 02 –12/2009 . relação nominal: 175:1.5 kV: • classe de tensão: 36. grupo de ligação: 1. 6. • freqüência : 60 Hz. freqüência : 60 Hz. • tensão primária nominal: 34. • NBI: 95 kV (mínimo). • tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 34 kV.10. exatidão para proteção (classe e carga): a ser definido no projeto.10. corrente primária nominal: a ser definido no projeto. • exatidão para proteção (classe e carga): a ser definido no projeto. e os equipamentos com componentes metálicos devem possuir proteção anticorrosiva. NBI: 150 kV (mínimo).11 Equipamentos para instalação em regiões de ambiente agressivo Os equipamentos para instalação externa em redes de 13. • meio Isolante: sólido (epóxi). fator térmico: a ser definido no projeto.10 Transformador de potencial Transformador de potencial para proteção com as seguintes características: a) Para instalações de 13. meio isolante: sólido (epóxi). • • • • • • tensão secundária nominal: 115 V. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto (eficaz): 70 kV. corrente térmica nominal: a ser definido no projeto. 6. • tensão primária nominal: 13. a serem utilizados em regiões de ambiente agressivo devem ter especificação para tensão suportável de impulso atmosférico (NBI) de 125 kV. • potência térmica nominal: a ser definido no projeto. potência térmica nominal: a ser definido no projeto.2 kV. • freqüência : 60 Hz.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição TABELAS Página 45 Revisão 02 –12/2009 .

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 46 Revisão 02 –12/2009 .

Os valores de potência apresentados nesta tabela são orientativos. Potência (VA) 1 100 1 550 1 650 1 900 2 100 2 860 3 080 4 000 5 500 9 000 Potência (W) 900 1 300 1 400 1 600 1 900 2 600 2 800 3 800 5 000 7 500 Tensão (V) 110 220 110 220 110 220 110 220 220 220 220 220 220 220 Corrente (A) 10.0 7.0 14.ND.0 Página 47 Revisão 02 –12/2009 .5 24. estes devem ser considerados. 2.0 8.0 18.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 1 Potências de aparelhos de ar condicionado tipo janela Capacidade (BTU/h) 7 500 8 500 10 000 12 000 15 000 18 000 21 000 30 000 41 000 60 000 Notas: 1.0 15.5 13. As correntes nominais para aparelhos de 41 000 e 60 000 BTU são para ligações trifásicas em 220 V.0 5.5 17.0 14.0 7.0 14.5 9. quando disponíveis os dados de placa ou de catálogo do fabricante.

1 7.16 8.07 9.72 0.66 0.7 13.73 0.94 5.5 5.0 40.79 0.73 0. 2.67 2.83 0.2 52.90 1.0 37.1 11.9 7. potência absorvida da rede em kW e kVA.56 2.2 14.17 3.67 0.31 11.22 5.51 0.4 27.84 11.1 10.5 18.63 0.14 1.11 7.97 4. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não forem disponíveis os dados de placa dos motores ou de catálogos do fabricante.2 21.0 3.81 1.71 0.58 13.0 27 31 47 63 68 96 132 220 - 14 16 24 33 35 48 68 110 145 210 260 330 408 0.66 0.0 - 3.ND.67 0. correntes nominais e de partida Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA Corrente nominal (A) 110 V 220 V Corrente de partida (A) 110 V 220 V fp médio 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 5 7½ 10 12 ½ 15 Notas: 0.42 0.18 1. Página 48 Revisão 02 –12/2009 .77 1.5 28.6 12.07 6.80 0.78 0.35 2.64 14.34 1.94 16.9 67.79 0.4 6.9 77.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 2 Motores monofásicos Potência nominal.80 0. Os valores da tabela foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.

86 0.51 6.1 90.4 7.95 3.67 120.56 117.7 1 288.3 20.2 60.02 8.0 43.05 141.85 As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.17 2.3 915.9 157.85 0.1 477.01 20.85 0.0 196.6 9.3 4.23 100.3 127.1 109.73 58.6 934. correntes nominais e de partida Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA Corrente nominal (A) 380 V 220 V Corrente de partida (A) 380 V 220 V fp médio 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 4 5 7½ 10 12 ½ 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: 0.0 57.1 6.ND.10 25.82 17.0 717.82 0.6 13.1 270.7 3 458.7 1 455.9 1.7 326.8 177.42 61.0 5.9 74.6 422.77 0.72 4.66 0.1 7.0 67.3 3.65 0.8 307.5 1 095.61 0.85 0.74 0.6 189.9 19.84 0.54 14. potência absorvida da rede em kW e kVA.6 743.75 0.57 8.4 98.0 2 521.7 30.7 250.09 16.1 10. Página 49 Revisão 02 –12/2009 .3 1.44 81.04 5.1 44.1 1.03 6.6 243.8 80.0 528.92 25.83 30.7 414.3 37.03 33.1 5.89 10.52 39.3 65.54 1.0 1 619.26 1.2 73.7 275.9 16.2 15.1 201.7 7.3 214.9 2.69 0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 3 Motores trifásicos Potência nominal.8 499.9 1 996.3 25.71 0.65 0.76 0.93 49.85 12.8 88.2 370.5 632.18 0.5 21.05 1.6 566.70 4.1 4.95 2.8 9.0 2 014.15 72.85 0.5 144.65 22.3 3.28 95.7 33.38 40.7 116.0 43.7 58.8 22.1 25.0 0.2 33.74 48.84 0.87 1.3 4.1 46.7 17.83 1.66 0.77 0.65 11.0 38.7 2.1 156.7 1 162.29 190.77 0.73 0.5 340.0 288.39 0.1 104.52 2.5 39.1 12.09 161.58 0.72 0.1 9.9 152.77 0.81 0.4 11.

Página 50 Revisão 02 –12/2009 .ND.2 kV Poste de concreto (daN) Circular 400 600 600 1 000 DT 600 600 Notas: 1. Tabela 5 Dimensionamento de postes para instalação de transformadores 15 kV Transformador (kVA) Poste de concreto (daN) Circular ≤ 112.8 kV até 2 800 2 801 a 4 200 4 201 a 4 400 4 401 a 6 000 34.60 .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 4 Dimensionamento dos condutores do ramal de ligação aéreo Demanda (kVA) 13. 2. Para o dimensionamento dos postes devem ser consideradas as trações mecânicas dos condutores do ramal aéreo. Os transformadores devem ser de acordo com a padronização ABNT NBR 5440 e seu peso não deve exceder 1 500 kg. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela L + 0.5 kV até 6 000 Cobre nu (mm2) 25 35 70 70 Cabo Alumínio nu (AWG) 2 2/0 2/0 4/0 Nota: os condutores foram dimensionados para temperatura ambiente de 30ºC e considerando-se 80% da capacidade de condução de corrente.5 150 225 300 400 600 600 600 DT 600 600 600 36. sendo e a profundidade de engastamento (m) e L o expressão: e = 10 comprimento total do poste (m). 3.

Seções mínimas para cabos tipos EPR ou XLPE com isolação para 8. e que deve ser de açocarbono galvanizado por imersão a quente. com altura mínima de 5 metros acima do solo. 2.7/15 kV) Demanda (kVA) até 5 200 5 201 a 6 100 Demanda (kVA) até 4 000 4 001 a 4 750 Cabo de cobre (20/35 kV) Seção mínima (mm2) 35 50 Seção mínima (mm2) 35 50 Eletroduto DN (pol) 100 (4") 100 (4") Eletroduto DN (pol) 100 (4") 100 (4") Cabo de alumínio (20/35 kV) Notas: 1. temperatura ambiente de 30ºC e temperatura do condutor de 90ºC. O eletroduto externo se refere ao de descida junto ao poste.ND.7/15 kV) Seção mínima (mm2) 25 35 50 70 95 120 Seção mínima (mm2) 25 35 50 70 95 120 150 185 Eletroduto DN (pol) 80 (3") 80 (3") 80 (3") 100 (4") 100 (4") 100 (4") Eletroduto DN (pol) 80 (3") 80 (3") 80 (3") 100 (4") 100 (4") 100 (4") 125 (5") 125 (5") Cabo de alumínio (8.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 6 Dimensionamento dos cabos isolados para ramal de entrada subterrânea Demanda (kVA) até 1 700 1 701 a 2 000 2 001 a 2 400 2 401 a 2 900 2 901 a 3 500 3 501 a 4 000 Demanda (kVA) até 1 300 1 301 a 1 500 1 501 a 1 800 1 801 a 2 200 2 201 a 2 700 2 701 a 3 100 3 101 a 3 480 3 481 a 3 920 Cabo de cobre (8. Página 51 Revisão 02 –12/2009 .7/15 kV e 20/35 kV. unipolares ou tripolares. 3. As seções dos condutores e eletrodutos indicadas são as mínimas admissíveis.

podem ser adotadas outras dimensões de modo a obter área livre equivalente. indicadas na tabela são as mínimas recomendadas. A tela metálica deve ser de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm com arame nº 12 BWG. Para potência de transformação superior a 1 000 kVA. não havendo condições de serem obedecidas.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 7 Dimensões das janelas para ventilação de subestações abrigadas Transformador (kVA) P ≤ 225 225 < P ≤ 300 300 < P ≤ 500 500 < P ≤ 750 750 < P ≤ 1 000 Sendo: P – potência nominal do transformador.ND. As dimensões das janelas. 3. Notas: 1. considerar 20 cm²/kVA por janela. L – largura da janela. H – altura da janela. de área livre mínima para ventilação. 2. Área livre mínima por janela (cm²) 5 000 6 000 10 000 15 000 20 000 Dimensões das janelas L x H (cm x cm) 2x(100x50) 2x(100x60) 2x(100x100) ou 4x(100x50) 2x(150x100) ou 4x(100x75) 2x(200x100) ou 4x(100x100) Página 52 Revisão 02 –12/2009 .

seção útil de 76.5 mm² e espessura de parede de 2. Os barramentos devem ser pintados obedecendo a seguinte codificação de cores: azul (fase A).10 mm.branca (fase B) e vermelha (fase C) 34.ND.2 mm.53 12. seção útil de 107 mm2 e espessura de parede de 2.IPS 3/8 = diâmetro externo de 17.5 kV até 3 250 3 251 a 4 500 4 501 a 6 250 Vergalhão de cobre ∅ (mm) 5.16 6. O barramento deve ter suporte de sustentação a cada 3 metros no máximo. Página 53 Revisão 02 –12/2009 .8 kV até 1 300 1 301 a 1 800 1 801 a 2 500 2 501 a 5 000 Notas: 1.28 mm.35 9. . Os tubos com diâmetro IPS. 4. 2.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 8 Dimensionamento de barramentos para uso interno Demanda (kVA) 13.70 Fio de cobre (AWG) 4 2 Tubo de cobre ∅ (IPS) 1/4 1/4 3/8 3/8 3.IPS 1/4 = diâmetro externo de 13. correspondem a: .7 mm. Não é permitido uso de cabos.

40 0.07 1.80 1.34 3.23 4. Página 54 Revisão 02 –12/2009 .56 2.21 0.11 0.53 0.27 0.67 1.45 8.34 2.ND.90 10.36 0.78 0.56 7.89 1.78 3.67 5.45 2.67 1.68 123 148 187 189 237 319 497 287 384 337 447 676 435 573 850 697 1 020 826 1 180 1 070 1 500 1 300 1 810 2 110 Barras com Pintura Número de Barras 2 3   202 240 316 302 394 560 924 470 662 544 760 1 200 692 952 1 470 1 140 1 720 1 330 1 960 1 680 2 410 2 010 2 850 3 280 228 261 381 313 454 728 1 320 525 839 593 944 1 670 725 1 140 2 000 1 330 2 320 1 510 2 610 1 830 3 170 2 150 3 720 4 270 4  2 580 2 010 2 950 2 310 3 290 2 830 3 930 3 300 4 530 5 130 Nota: Correntes nominais para instalações internas com temperatura ambiente de 35ºC e 65ºC de temperatura do barramento.12 4.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 9 Correntes admissíveis de barramentos retangulares de cobre Corrente nominal Largura x Espessura (mm x mm) 12x2 15x2 15x3 20x2 20x3 20x5 20x10 25x3 25x5 30x3 30x5 30x10 40x3 40x5 40x10 50x5 50x10 60x5 60x10 80x5 80x10 100x5 100x10 120x10 Seção (mm2) Peso (kg/m) 1  24 30 45 40 60 100 200 75 125 90 150 300 120 200 400 250 500 300 600 400 800 500 1 000 1 200 0.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 10 Dimensionamento do ramal de entrada referente a BT para consumidores primários até 300 kVA Página 55 Revisão 02 –12/2009 .

ND.51 3.29 33.41 10.46 12.88 2.50 0.10 29.26 1.55 16.53 8.92 25.02 5.5 kV 0.18 5.30 62.5 kV Demanda (kVA) 30 45 75 112.73 18.37 10.84 52.8 kV e 34.14 4.92 25.76 73.04 12.84 Página 56 Revisão 02 –12/2009 .10 31.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 11 Correntes primárias nominais em circuitos trifásicos de 13.5 150 225 250 300 350 400 450 500 600 750 1 000 1 250 1 500 1 750 2 000 2 250 2 500 Corrente (A) 13.86 6.69 7.13 104.26 1.8 kV 1.88 3.73 20.59 34.64 16.71 6.38 41.77 4.83 20.28 9.21 83.47 37.55 14.75 1.67 94.65 41.

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 12 Correntes nominais de circuitos trifásicos em BT Demanda (kVA) 30 45 75 112.5 150 225 300 350 400 450 500 750 1 000 1 250 1 500 1 750 2 000 2 250 2 500 Corrente (A) 220 / 127 V 79 118 197 295 394 590 787 919 1 050 1 181 1 312 1 968 2 624 3 280 3 936 4 593 5 249 5 905 6 561 380 / 220 V 46 68 114 171 228 342 456 532 608 684 760 1 140 1 519 1 899 2 279 2 659 3 039 3 419 3 798 440 / 254 V 459 525 590 656 984 1 312 1 640 1 968 2 296 2 624 2 952 3 280 760 / 438 V 266 304 342 380 570 760 950 1 140 1 329 1 519 1 709 1 899 Página 57 Revisão 02 –12/2009 .ND.

PVC 70ºC (A) 50 68 89 110 134 171 207 239 275 314 370 Condutor isolado para 0. instalados em eletroduto aparente sobre parede e temperatura ambiente de 30ºC. Condutor isolado para 750 V . Os valores indicados na tabela referem-se a 3 (três) condutores unipolares carregados. Para condutores com outro tipo de isolação ou modo de instalar devem ser obedecidas as recomendações dos fabricantes.6/1kV – XLPE/EPR 90ºC (A) 66 88 117 144 175 222 269 312 358 408 481 Página 58 Revisão 02 –12/2009 . de acordo com o método de referência de instalação B1 da ABNT NBR 5410. 2.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Tabela 13 Capacidades de condução de corrente de condutores isolados para ramal de entrada em BT Seção do condutor de cobre (mm²) 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 Notas: 1.ND.

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Anexo I Exemplo de projeto da proteção de unidade consumidora que utiliza subestação abrigada de proteção na tensão de 13,8 kV Neste exemplo são apresentados os requisitos mínimos exigidos nos projetos da proteção de consumidores que utilizam disjuntores de média tensão na sua entrada geral de energia, na área de concessão da ELEKTRO. Exemplo: Caso Básico • O ponto de conexão do consumidor está na zona de proteção principal do disjuntor do alimentador. • A instalação do consumidor possui apenas um transformador de serviço. 1. Identificação Interessado: NOME DO INTERESSADO Capacidade instalada: 1 500 kVA Demanda prevista: 900 kW Nome do responsável técnico: Telefone / e-mail para contato com o responsável técnico 2. Informações básicas fornecidas pela ELEKTRO 2.1 Correntes curto-circuito As correntes de curto-circuito e as impedâncias no ponto de entrega poderão sofrer alterações em função de eventuais alterações na configuração do sistema elétrico. O máximo valor de curto-circuito previsto nas barras de média tensão das subestações é de 10 kA simétrico. Os valores de corrente de curto-circuito do consumidor são os seguintes:
Curto-circuito Trifásico Bifásico Fase-terra (Rmalha = 0 Ω) Fase-terra (Rmalha = 10 Ω) Fase-terra (3Rcontato = 100 Ω) Simétrica (A) 2 990 2 590 2 195 520 193 Assimétrica (A) 4 474 3 875 3 028 530 197

2.2 Ajustes das proteções da ELEKTRO Relés
Fabricante Modelo Temporizado - Ip (A) Curva Instantâneo - DI (A) 600 0,10 NI (IEC) 3 600

Fase (50/51)

Neutro convencional 50/51N
XXXX XXXX 90 0,20 NI (IEC) 1 200

Neutro de alta sensibilidade 51NS

12 3s -

Nota: deve ser proposto o elo para uma chave fusível no ponto de entrega conforme ND.20 item 6.9.3 e).
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8=1 256 A.8 A kVAnominal .9 A kWdemanda máx. conforme tabela abaixo: Z% 4 5 6 7 Ponto ANSI (A) 25 x In 20 x In 16. Sbase e Vbase. . Vamos utilizar neste exemplo: Z% = 5% Vbase = 13.8ൈ√3 Caso não haja disponibilidade de valores de teste do transformador. Este valor de corrente pode ser superior no caso de transformadores a seco.8 A .Potência nominal do transformador: P = 1 500 kVA .Limites de suportabilidade do transformador Neste caso pode-se utilizar conceitos de curvas de suportabilidade do transformador (Guia de Proteção de transformadores IEEE C37.Impedância nominal do transformador São dados de placa do transformador: Z%.92 =40.Corrente transitória de magnetização (inrush) 13.8×√3×0. 59 e 47 Página 62 Revisão 02 –12/2009 .91-2000) ou de ponto ANSI.Relés de proteção • fabricante: fabricante • modelo: modelo • funções de proteção: 50/51.8 = 376.8 kV Sbase = 1. para 3 segundos .6 x In 14. ITM =6×Inominal trafo ITM =6×62. Dados básicos da instalação e fornecimento .5 MVA .1 segundos.3 x In Tempo máximo de duração (s) 2 3 4 5 Para Z% = 5. 51NS. é usual adotar um valor de seis vezes a corrente nominal num tempo de 0.Corrente máxima prevista (demanda máxima prevista): Imáx = kVnominal ×√3×fator de potência previsto Imáx = 900 13.ND. temos: Ponto ANSI=20×62. 50/51N.Corrente nominal do transformador Inominal trafo = Inominal trafo = 1 500 kVnominal ൈ√3 =62.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 3.

5 4 6 Resistência máxima a 20° C (Ω/km) 7. cabos.TC = Vamos utilizar a corrente máxima de 10 kA para o cálculo de saturação do TC.1 Transformadores de corrente (TC’s) Os TC’s devem ser dimensionados para suportar a corrente de carga e não sofrer efeitos de saturação nas condições críticas de curto-circuito. o que afeta diretamente o desempenho da proteção.4 + =24 mΩ 52 52 L S 20 =0.56 4.8 A. • .56 = 0.16 Ω 2.Cálculo da impedância dos condutores: O valor da impedância dos condutores (Z fiação) pode ser obtido da tabela abaixo: Condutores encordoados classe 2 para cabos revestidos Seção nominal (mm2) 2.7 3. Dimensionamento dos transformadores de proteção (TC’s e TP’s) 4. etc.prim.4 VA/5 A neutro (informações obtidas no manual do relé) e 20 m de condutores de cobre 2.2 VA/5 A fase e 0.2 0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Neste exemplo utilizaremos um relé microprocessado (numérico) multifunção. 4. como o relé do exemplo mede as correntes de fase e neutro.5 Página 63 Revisão 02 –12/2009 . Para o relé multifunção deste exemplo com cargas 0. Inom.11 Assim Z fiação = 0.15 Ω Ou estimado utilizando o valor de 0.) é bem menor que sua carga nominal.Cálculo da impedância do relé (Zrelé crítico) A carga solicitada pelo relé depende da sua característica de medição / cálculo das correntes.02× Zfiação =0.020 x 7.02× . Neste caso. temos: Zrelé crítico =Zfase +Zneutro Zrelé crítico = 0. partiremos da análise de um TC com relação 200/5 A e classe de exatidão 10B100.ND.9 A e a nominal do transformador de 62. temos: Ztotal =Zfiação +Zrelé +ZTC . conforme segue : Zfiação =0.Quanto à condição de saturação Icc máx. • Quanto ao regime permanente A corrente nominal primária do TC deverá atender a corrente de carga prevista de 40.5 mm2. 4 474 = =224 A 20 20 Considerando que a carga nos TC’s de proteção (relés.02 (Ω / m x mm2).

3 e) .relação => 200/5 A .ND. apenas a resistência é importante e pode ser considerada com 20% da carga do TC. Itérmica(1s) = Itérmica(1s) = Icc3φsim Inom.1Ω Ztotal =160+24+100 Ztotal =284 mΩ Icc3φsim RTC 10 000 Icc = =250 A 40 Icc = Vsat =Icc ×Ztotal Vsat =250×0. para o TC que estamos verificando. Na falta de maiores informações.284=71 V Obs. portanto.0 Ω. inicialmente.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .2 Transformadores de potencial (TP’s) A ELEKTRO sugere a utilização de TP’s com relação de transformação 13 800 / 115 V com classe de exatidão 0.precisão => 10B100 4.Cálculo da impedância do TC (ZTC) A impedância do TC deve ser obtida com o fabricante. Ajustes das proteções do consumidor 5.Quanto a corrente suportável de curta duração (corrente térmica) Deve ser verificado se atende às condições acima. foi 10B100) e. Assim. dentro do padrão.TC 10 000 =50 A 200 Portanto a especificação de corrente térmica deve ser igual ou superior a 50 vezes por 1 segundo.: mesmo a ELEKTRO alterando a corrente de curto-circuito. a tensão máxima do TC estará abaixo do ponto de saturação (que é de 100 V já que a precisão adotada. e considerando-se um TC com baixa reatância de dispersão. Assim.5=0. a resistência de carga nominal é 0.5Ω (obtido da tabela 10 da ABNT NBR 6856): ZTC =0. os TC’s devem ter as seguintes características técnicas: .1 Ajuste das proteções de sobrecorrente fase (50/51) Conforme as condições de contorno definidas na Norma ND20. . item 6. utilizando 10 kA como corrente máxima. com impedância de carga nominal de 1.2×0.9.51 (corrente de partida temporizada) = 1. No caso em questão devem ser utilizadas duas unidades de TP’s em ligação deltaaberto.51T (curva característica tempo x corrente) = 0.10 MI (muito inversa) Página 64 Revisão 02 –12/2009 .3P75.prim.5 A (60 A primários) . 5.

20.24 A RTC 40 Então utilizaremos o ajuste de 50 = 12.3 Ajuste da proteção de sobretensão (59) • 59 = proposto ajuste de 120% (considerando a tensão nominal do relé sendo 115 V) = 138 V • 59T (tempo de atuação) = 0.6.51N.5 Chave fusível de retaguarda ELEKTRO O elo fusível proposto é o elo 65K.ND.3 e) Como a proteção de neutro não é sensível a faltas do lado secundário do transformador (conexão delta no primário) e não há outras proteções de neutro em série. Deve ser verificado se há correntes de partida de cargas que mereçam ser consideradas 50 (superior a ITM) ITM 6×62. 5. temos: • 51NS = 0.4 Ajuste da proteção de inversão de fases (47) • 47: esta função deve permanecer ativada 5.2 Ajuste das proteções de sobrecorrente de neutro (50/51N e 51NS) Conforme as condições de contorno definidas na Norma ND. item 6.6. 2.: Este ajuste deve visar garantir a seletividade com uma chave fusível que será instalada para proteção de retaguarda a critério da ELEKTRO. podemos utilizar apenas as funções 51NS e 50N.1 Transformadores de corrente e potencial: Valor primário TC TP 200 A 13 800 V Valor secundário 5A 115 V Classe de exatidão 10B100 0.50N.9.8 )=1. FS×( Obs. seletivo com a função de fase 51 5.15 A (6 A primários) • 51NS T (tempo definido) = proposto o ajuste de 0.2 Relés: Relé(s) Funções 50.51.20 Notas: Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 1.5 s 5.5 A (60 A primários).3P75 5. Deve ser a mínima possível.3 A (492 A primários).59 e 47 Fabricante AAA Modelo BBB Página 65 Revisão 02 –12/2009 .15 A. 5. Considerando que o ajuste mínimo do relé do exemplo é 0.6 Resumo dos ajustes 5.3× ൬ ൰ =12.5 s • 50N = proposto 1.

6.15 A 0.ND.5 A 0.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Função de proteção 51 51 T 50 51N 51N T 50N 51NS 51NS T 59 47 Valores secundários 1.5 A 0.3 A Valores primários 60 A 492 A desativado desativado 1.1MI 12.3 Elo fusível: Elo fusível proposto para chave 65K fusível de retaguarda ELEKTRO Página 66 Revisão 02 –12/2009 .5 s 138 V ativado 60 A 6A 16 560 5.

20 1.ND.00 51NS ELEKTRO PT ANSI 50/51 CLIENTE 1.000 10.00 Tempo (s) Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 6.00 50/51N ELEKTRO 50/51 ELEKTRO 51NS e 50N CLIENTE 0.01 0 1 10 I carga 100 1.00 65K chave fusível retaguarda ELEKTRO 10.10 I TM 0. Gráfico tempo x corrente 13.8 kV 100.000.000 I (A) Página 67 Revisão 02 –12/2009 .

ELEKTRO MEDIÇÃO ELEKTRO VERGALHÃO DE COBRE 3/8" TC ELEKTRO 3xTC PROTEÇÃO FU .0. Esquema de ligação e diagramas do sistema de proteção O esquema de ligação do sistema de proteção do projeto deve mostrar as ligações dos TC’s.12 kV PARA-RÁIOS SUBESTAÇÃO DE MEDIÇÃO E DE PROTEÇÃO TP .ND. TP’s. bobinas do disjuntor (bobinas de abertura e fechamento).0. FONTE POSTE DA ELEKTRO 10 kA .5 A FU . TC’s. BT 10A 1xTP 400VA ILUMINAÇÃO DISJ. O diagrama unifilar deve conter a subestação de medição e proteção e transformação do consumidor.12 kV PARA-RÁIOS CARGA POSTE REDE PARTICULAR Figura 1: Diagrama unifilar Página 68 Revisão 02 –12/2009 . Deve ser incluído também o respectivo diagrama funcional. BT 10A NO BREAK ILUMINAÇÃO PROTEÇÃO RELÉS DE PROTEÇÃO 59 47 50 50N 51 51N 51GS 52 DISJUNTOR GERAL MT 10 kA .20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 7. relés.5 A 2xTP 400 VA PROTEÇÃO SECCIONADOR 400 A DISJ. TP’s e outros equipamentos. fonte(s) auxiliar(es) alimentando o relé de sobrecorrente e a bobina de abertura do disjuntor. indicando claramente onde está o disjuntor.

BT ILUMINAÇÃO E TOMADA DA SUBESTAÇÃO ABRIGADA TR-AUXILIAR F-MT F-MT TP-PROTEÇÃO F-BT NO BREAK F-MT FONTE CAPACITIVA TP-PROTEÇÃO F-MT F-BT TC-P ENTRADA VB DE TENSÃO VC TC-P VA ALIMENTAÇÃO DO RELE TRIP CAPACITIVO A2 - A1 + + TC-P IA_o IB_i IB_o IC_i IC_o IN_i IN_o ENTRADAS DE CORRENTE IA_i BA 50 50N-GS 51 51N-GS 47 59 RELÉ SECUNDÁRIO DG SAÍDA DE 15 kV Figura 2: Diagrama trifilar de proteção Página 69 Revisão 02 –12/2009 .20 ENTRADA DE 15 kV CS1 F-MT Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição DISJ.ND.

20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 70 Revisão 02 –12/2009 .ND.

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição DESENHOS Página 71 Revisão 02 –12/2009 .

ND.20 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Página 72 Revisão 02 –12/2009 .

20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Proteção e Transformação a ≤ 10 m ≤ 50 m b ≤ 50 m ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Ramal de ligação Ver Desenho ND.20.20 Revisão Data 02 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.20.01.01.: ND.01/1 Ponto de entrega a PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR b Tipo de Subestação Abrigada Medição e Proteção Medição.01/1 Folha 1/5 SUBESTAÇÃO ABRIGADA 18-12-2009 .09.

20. Proteção e Transformação a ≤ 10 m ≤ 50 m b ≤ 50 m ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND.Ponto de entrega Ramal de entrada a PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR b Tipo de Subestação Abrigada Medição e Proteção Medição.01.20 Revisão Data 02 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.01/1 Folha 2/5 SUBESTAÇÃO ABRIGADA 18-12-2009 .20.01.

01/1 Folha 3/5 d > 50 m SUBESTAÇÃO ABRIGADA (MEDIÇÃO.: ND. PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO) .01/1 Ramal de entrada Ponto de entrega a ≤ 50 m PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR Seccionador unipolar tipo faca Ramal de ligação Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Ver Desenho ND.01.20.01.09.20.20.20 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 b ≤ 50 m ND.

01.Posto de transformação (poste ou plataforma) Ponto de entrega Medição direta ou indireta PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR a ≤ 50 m Ramal de ligação Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 4/5 .20 Revisão Data 02 b ≤ 50 m 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.20.: ND.01.20.

20.: ND.01.01/1 Folha 1/5 d > 50 m .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 b ≤ 50 m ND.20 18-12-2009 DESENHO Nº Elementos da Entrada de Serviço ND.20.01.Posto de transformação (poste ou plataforma) Ramal de entrada Seccionador unipolar tipo faca Medição direta ou indireta Ramal de ligação PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR Ponto de entrega a ≤ 50 m Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

20.Distância entre o poste e o ponto de entrega b ≤ 50 m a ≤ 50 m Subestação abrigada de medição.01.Vão máximo d .Distância entre o poste e o ponto de entrega a ≤ 50 m b ≤ 50 m Subestação abrigada de medição.Distância entre o limite da propriedade e o posto de transformação b .Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .Propriedade do consumidor .01.Subestação abrigada de medição e proteção (entrada aérea ou substerrânea) a .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. proteção e transformação a .Transformador particular .Ramal de entrada (aéreo ou subterrâneo) .02/1 Folha 1/1 .Vão máximo d .Subestação abrigada Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. proteção e transformação com entrada subterrânea a .Distância entre o poste e a subestação abrigada a ≤ 50 m b≤ m 50 Posto de transformação (poste ou plataforma) a . proteção e transformação com entrada aérea a .Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .20.Distância entre o poste e o ponto de entrega a ≤ 10 m b≤ 50 m Subestação abrigada de medição.Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b .Ramal de entrada subterrâneo .: ND.Distância entre o limite da propriedade e a subestação abrigada d > 50 m b .Distância entre o poste e o posto de transformação d > 50 m a ≤ 50 m b≤ 50 m Legenda: .Distância entre o limite da propriedade e o ponto de entrega b ≤ 50 m b .Ramal de ligação .20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Disposição da Entrada de Serviço ND.Vão máximo a ≤ 50 m Posto de transformação (poste ou plataforma) a .

: ND.Dimensões em milímetros 15 kV 2 000 200 1 000 250 500 250 36.2 kV 2 400 200 1 200 250 850 250 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Instalação de seccionador unipolar Posição horizontal (poste particular) DESENHO Nº ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 1/1 .02.20.02.

20.02.Dimensões em milímetros 15 kV 2 000 1 000 250 200 500 250 36.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Instalação de seccionador unipolar Posição inclinada (poste particular) DESENHO Nº ND.20.02.02/1 Folha 1/1 .2 kV 2 400 1 200 200 250 850 250 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

: ND.03.01/1 Folha 1/3 .03.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros fe28-is03 ou fe40-is06 200 co05 fe11 250 fe17 600 eq09 ou eq16 400 250 cb05 eq03 ou eq11 cb12 ou cb13 ou cb20 1 200 cb20 fe18 ou fe19 di22 cr01 ou cr02 co14 eq10 ou eq17 eq10 ou eq17 di12 co09 cb11 ou cb17 400 di08 di17 p01 ou p02 am09 600 5 000 mín di11 fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.

de diâmetro nominal 5. abertura sob carga. de 13 x 1 mm para aterramento Eletroduto de aço galvanizado.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am09 cb05 cb11 cb12 cb13 cb17 cb20 co05 co09 co14 cr01 cr02 di08 di11 di12 di17 di22 eq03 eq09 eq10 eq11 eq16 eq17 DESCRIÇÃO Arame de aço zincado Ø 2. base tipo "C". para cabos CA-CAA Conector derivação.classe 15 kV.5x2 000 mm Cruzeta de madeira.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND. seção retangular 90x112. 12 kV. classe pesada Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Chave fusível de distribuição.8. seção 25 mm2 Conector derivação tipo estribo.03. Ø TR e DR 4. a compressão. paralelo. 30 kV Terminal polimérico . abertura sob carga .7/15 kV Fio de aço cobreado para aterramento. com desligador automático e invólucro polimérico. para uso externo Chave fusível de distribuição.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. sem centelhador.50 a 10. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos. a compressão. isolação em XLPE . para cabos de alumínio isolados.2 mm Fio de aço galvanizado. base tipo "C".20/35 kV Cabo de cobre. com desligador automático e invólucro polimérico.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre flexível.01/1 Folha 2/3 .6/1.0 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar. isolação em XLPE . bitola 4 BWG Cabo de cobre ou alumínio unipolar.0.70 mm Conector terminal.2 kV. de alumínio.classe 36. sem centelhador. têmpera meio-dura.36.20.5x2 400 mm Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa de Passagem Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.03. com 1 parafuso para condutores de cobre. 10 kA Terminal polimérico . uso externo Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. de bronze estanhado . seção retangular 90x112. seção 10 mm2. isolação em XLPE .2 kV Para-raios a óxidos metálicos.: ND. seção adequada Cruzeta de madeira.

20.03. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino.2 kV Isolador rígido tipo pino.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. de porcelana. de porcelana.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabos unipolares) DESENHO Nº ND.: ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe11 fe13 fe14 fe17 fe18 fe19 fe28 fe40 is03 is06 p01 p02 DESCRIÇÃO Grampo de linha viva para condutores de cobre. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.01/1 Folha 3/3 .03. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. classe 35 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. cobreada de seção circular Mão francesa perfilada de 993 mm Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36.

20.: ND.03. 600 di11 fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND.20.02/1 Folha 1/3 .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros fe28-is03 ou fe40-is06 200 250 co05 fe11 eq09 ou eq16 400 250 fe17 600 cb05 eq03 ou eq11 1 200 cb20 fe18 ou fe19 co09 cr01 ou cr02 eq10 ou eq17 cb12 ou cb13 ou cb20 di12 co14 di22 cb10 ou cb18 di08 p01 ou p02 di17 am09 5 000 mín.03.

02/1 Folha 2/3 . de 13 x 1 mm para aterramento Eletroduto de aço galvanizado. base tipo "C".5x2 000 mm Cruzeta de madeira. têmpera meio-dura. a compressão.03. sem centelhador. isolação em XLPE . isolação em XLPE .: ND.8. 30 kV Terminal polimérico .0 kV Cabo de cobre ou alumínio tripolar. seção retangular 90x112.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am09 cb05 cb10 cb12 cb13 cb18 cb20 co05 co09 co14 cr01 cr02 di08 di11 di12 di17 di22 eq03 eq09 eq10 eq11 eq16 eq17 DESCRIÇÃO Arame de aço zincado Ø 2. uso externo Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. a compressão. seção adequada Cruzeta de madeira.7/15 kV Fio de aço cobreado para aterramento. para cabos de alumínio isolados. paralelo.2 mm Fio de aço galvanizado.5x2 400 mm Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa de Passagem Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível. seção retangular 90x112.20/35 kV Cabo de cobre. seção 25 mm2 Conector derivação tipo estribo. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos. sem centelhador. base tipo "C". Ø TR e DR 4.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre flexível. com desligador automático e invólucro polimérico.2 kV.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND. com desligador automático e invólucro polimérico. para uso externo Chave fusível de distribuição.03. classe pesada Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Chave fusível de distribuição. para cabos CA-CAA Conector derivação.36.50 a 10. 12 kV. de bronze estanhado .0. seção 10 mm2. abertura sob carga .70 mm Conector terminal.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. de diâmetro nominal 5.6/1. de alumínio.20.classe 15 kV. bitola 4 BWG Cabo de cobre ou alumínio tripolar.20.classe 36. isolação em XLPE . 10 kA Terminal polimérico . com 1 parafuso para condutores de cobre. abertura sob carga.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ramal de entrada subterrâneo (com cabo tripolar) DESENHO Nº ND.: ND. de porcelana.03. classe 36.2 kV Isolador rígido tipo pino.03. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra.20. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino.2 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe11 fe13 fe14 fe17 fe18 fe19 fe28 fe40 is03 is06 p01 p02 DESCRIÇÃO Grampo de linha viva para condutores de cobre.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. de porcelana.20. cobreada de seção circular Mão francesa perfilada de 993 mm Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36.02/1 Folha 3/3 . cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.

03/1 de maio/2005 H Norma de Distribuição ND.: ND.03/1 Folha 1/2 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos diretamente enterrados ND.20.03.Dimensões em milímetros Configuração 1x1 Nível do piso acabado Fita de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 400 Configuração 1x2 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 600 400 Duto de PEAD H Duto de PEAD Configuração 1x3 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 600 30 Duto de PEAD 400 400 H Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03.20.

03.Dimensões em milímetros Configuração 2x2 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 30 600 Duto de PEAD Configuração 2x3 Nível do piso acabado Fitas de advertência Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada Enchimento com areia Fundo da vala nivelado e compactado 30 30 600 30 Duto de PEAD 400 Nota: A cota H refere-se à distância entre o nível do piso acabado e o topo do banco de dutos.03/1 Folha 2/2 .20. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. sendo igual a 600 mm quando instalado na calçada e 800 mm quando instalado no leito carroçável.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos diretamente enterrados ND.03.: ND.03/1 de maio/2005 400 H H Norma de Distribuição ND.20.

04/1 de maio/2005 B Norma de Distribuição H ND.03.20.20.04/1 Folha 1/2 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos envelopados em concreto ND.: ND.03.Dimensões em milímetros Configuração 1x1 Nível do piso acabado Configuração 1x2 Nível do piso acabado 80 Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada H 30 80 B 80 A C Dutos de PVC 80 A C Configuração 1x3 Nível do piso acabado Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada 30 30 80 80 B H Duto de PVC A C Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

20.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 B H ND.Dimensões em milímetros Configuração 2x2 Nível do piso acabado Configuração 2x3 Nível do piso acabado 30 80 Não devem existir outras obras de infraestrutura na região demarcada H 30 30 80 30 30 B 80 A C Dutos de PVC 80 A C Dimensões (mm) A B C H Duto de PVC rígido liso 1x1 280 280 400 1x2 420 280 600 1x3 570 280 600 2x2 420 420 600 2x3 570 420 600 600 (passeios) 800 (leito carroçável) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03.20 18-12-2009 DESENHO Nº Banco de dutos envelopados em concreto ND.03.: ND.04/1 Folha 2/2 .20.

05/1 de maio/2005 100 CORTE BB Norma de Distribuição ND. sendo igual a 600 mm quando instalado na calçada e 800 mm quando instalado no leito carroçável.20.03.05/1 Folha 1/1 .Dimensões em milímetros A 100 900 B 1 000 800 B 900 100 A 800 100 1 000 100 PLANTA Tampão de Concreto Armado 890x890x100 Tampão de Concreto Armado 890x890x100 100 1 200 (mín.: ND.03. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.) Concreto com espessura de 100 mm Ø200 Ø200 CORTE AA 200 (mín) H Dreno de brita Nota: a cota H refere-se à distância entre o nível do piso acabado e o topo do banco de dutos.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Caixa de passagem ND.

20.06/1 Folha 1/1 .20.: ND.0 C=600 AÇO CA 50 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03.Dimensões em milímetros 890 445 445 T1 Chapa n° 20 100 20 20 100 560 100 20 140 Ø1 8 m m 8 R2 0 100 Pontos de solda externos Chapa n° 20 100 150 100 135 ° 100 150 T1 = Ø 16.06/1 de maio/2005 300 Norma de Distribuição 100 890 ND.03.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Tampa para caixa de passagem ND.

04.04.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros 2 000 200 cr01 fe18 fe42 300 cb19 fe34-eq09 cb19 co09 di22 cb05 400 250 fe34-eq03 am01 fe11 is02-fe10-fe20 co05 1 000 1 500 250 cb19 fe32 ou fe41 di09 di25 tr06 cb04 ou cb09 is04-fe02 200 200 am09 cb04 ou cb09 p01 ou p02 di19 me01 1 400 a 1 600 di15-di25 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Ver Nota 2 Medição Elektro ELEKTRO M Proteção CARGA 15 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.: ND.20.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.01/1 Folha 1/4 .

cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. 1 paraf. sem centelhador. seção retangular 90x112.04.20.04. polimérico.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.01/1 Folha 2/4 . 10 kA Armação secundária de 2 estribo Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre. de alumínio. para condutores de cobre. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. bronze estanhado.: ND. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos. a compressão. 12 kV.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V. paralelo.50 a 10. seção 10 mm2. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 .8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. ØTR e DR 4.0.0 kV XLPE. abertura sob carga.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr01 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq03 eq09 fe02 fe10 fe11 fe13 fe14 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .15 kV Conector derivação tipo estribo. cobreada de seção circular Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.70 mm Cruzeta de madeira. base tipo "C". seção adequada Cabo de cobre flexível. isolação em XLPE .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.6/1.5x2 000 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição.6/1.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2. para cabos CA-CAA Conector derivação. com desligador automático.

Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: .01/1 Folha 3/4 . de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Caixa de medição . sendo: 10 e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total do poste (m). Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão: e = L + 0.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado.3. .: ND. 4. 6.4.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe18 fe20 fe32 fe34 fe41 fe42 is02 is04 me01 p01 p02 tr06 Mão francesa plana de 619 mm Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 053 mm Isolador de disco para cadeia. 5. 3.20. tipo pesado ou de PVC tipo rígido.60 . . Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 30 kVA quando utilizada a tensão secundária de 220/127 V e 45 kVA para tensão secundária de 380/220 V.01.BT Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 15 kV DESCRIÇÃO Notas: 1.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo M2. 2.20.5.50 m onde houver tráfego de veículos leves. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.04.04.

É permitida saída subterrânea em BT após a medição.7.20. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador.01/1 Folha 4/4 .04. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. 9.8 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.04.9 desta Norma. 8.9.

2 kV M Proteção CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.2 400 200 cr02 fe19 fe43 Dimensões em milímetros is02-fe10-fe20 co05 am01 300 fe34-eq16 cb19 cb19 fe11 1 200 di22 co09 fe34-eq11 cb05 2 000 250 cb19 550 250 fe32 ou fe41 di09 di25 tr07 cb04 ou cb09 200 is04-fe02 200 am09 cb04 ou cb09 di19 p01 ou p02 me01 1 400 a 1 600 di15-di25 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Ver Nota 2 Medição Elektro ELEKTRO 36.20.: Norma de Distribuição ND.04.02/1 Folha 1/4 .5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.

com desligador automático. cobreada de seção circular Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. abertura sob carga .2 kV Para-raios a óxidos metálicos.15 kV Conector derivação tipo estribo.0 kV XLPE. bronze estanhado.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr02 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq11 eq16 fe02 fe10 fe11 fe13 fe14 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .0.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0. a compressão. paralelo.20.6/1.50 a 10. seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 . 1 paraf. base tipo "C". polimérico. ØTR e DR 4. seção 10 mm2. seção adequada Cabo de cobre flexível. sem centelhador. isolação em XLPE .5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND.: Norma de Distribuição ND. para cabos CA-CAA Conector derivação.5x2 400 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição. seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V.02/1 Folha 2/4 . seção retangular 90x112. 30 kV Armação secundária de 2 estribo Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. para condutores de cobre. de alumínio.6/1.04.36.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2.70 mm Cruzeta de madeira.

50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. .5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 30 kVA quando utilizada a tensão secundária de 220/127 V e 45 kVA para tensão secundária de 380/220 V.04. tipo pesado ou de PVC tipo rígido.: Norma de Distribuição ND. sendo: expressão: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total do poste (m).4. 4. 2.5. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 6. 5. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: .02/1 Folha 3/4 . de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Caixa de medição . Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela e = L + 0. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo M2.01. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado.2 V DESCRIÇÃO Notas: 1. 3.50 m onde houver tráfego de veículos leves.60 10 . .BT Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 36.3.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe19 fe20 fe32 fe34 fe41 fe43 is02 is04 me01 p01 p02 tr07 Mão francesa plana de 726 mm Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m.20.

: Norma de Distribuição ND. 8. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 34.5 kV (medição direta) DESENHO Nº ND. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador.20.9 desta Norma.7. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. 9.04.02/1 Folha 4/4 . O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.9. É permitida saída subterrânea em BT após a medição.

02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.04.03/1 Folha 1/3 .20.20.Dimensões em milímetros 2 000 200 is02-fe10-fe20 co05 cr01 cb19 fe34-eq09 fe34-eq09 cb19 am01 fe11 1 000 fe18 fe42 300 1 500 250 co09 di22 cb05 400 250 fe34-eq03 cb19 fe32 ou fe41 di09 di25 tr06 cb04 ou cb09 am09 p01 ou p02 di19 me03 me02 1600 a 1800 di25-di15 di03-di04 500 fe13 ou fe14 e Medição Elektro ELEKTRO 15 kV M Proteção CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13.

seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 . de alumínio. abertura sob carga.20.70 mm Cruzeta de madeira. paralelo.1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. com desligador automático.04. 15 kV Para-raios a óxidos metálicos.6/1. de bronze estanhado . seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra. com 1 parafuso para condutores de cobre. isolação em XLPE . para cabos CA-CAA Conector derivação.: ND.0 kV XLPE. seção 10 mm2. cobreada de seção circular Mão francesa plana de 619 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr01 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq03 eq09 fe10 fe11 fe13 fe14 fe18 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .6/1. sem centelhador.04. 12 kV. seção retangular 90x112. polimérico.15 kV Conector derivação tipo estribo.8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND.50 a 10.0.03/1 Folha 2/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. Ø TR e DR 4. seção adequada Cabo de cobre flexível. base tipo "C".02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. 10 kA Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0. a compressão.5x2 000 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição.condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2.

8 kV (medição indireta) DESENHO Nº ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe20 fe32 fe34 fe41 fe42 is02 me02 me03 p01 p02 tr06 Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 053 mm Isolador de disco para cadeia.60 . 8.: ND. sendo: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total 10 4. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: . 5.5. 7.3. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 6. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. . .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Posto de transformação em poste 13. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão e= do poste (m). Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.50 m onde houver tráfego de veículos pesados.04. de porcelana ou vidro temperado Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 15 kV DESCRIÇÃO Notas: 1. 2.04. No caso de saída aérea após a medição.03/1 Folha 3/3 . L + 0.4. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. inclusive o tanque e o borne neutro do transformador.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres.9.9 desta Norma. 3. o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo N2.50 m onde houver tráfego de veículos leves.01.20.

Dimensões em milímetros
200

is02-fe10-fe20 co05 cr02 fe19 fe43
300

am01 fe34-eq16 cb19

fe11

1 200

cb19 di22 fe34-eq11 cb05

co09

2 000

250

550

250

cb19

fe32 ou fe41 di09 di25

tr07

cb04 ou cb09

am09

p01 ou p02

di19

me03

me02

1 600 a 1 800

di25-di15 di03-di04

500

fe13 ou fe14

e

Medição Elektro ELEKTRO M 36,2 kV

Proteção CARGA

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Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 1/3

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 am09 cb04 cb05 cb09 cb19 co05 co09 cr02 di03 di04 di09 di15 di19 di22 di25 eq11 eq16 fe10 fe11 fe13 fe14 fe19 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição - condutores de alumínio Arame de aço zincado Ø 2,1 mm (14 BWG) Cabo de cobre com isolamento para 750 V, seção adequada Cabo de cobre flexível, seção 10 mm2, isolação em XLPE - 0,6/1,0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0,6/1,0 kV XLPE, seção adequada Cabo de cobre protegido 16 mm2 - 15 kV Conector derivação tipo estribo, a compressão, de alumínio, para cabos CA-CAA Conector derivação, paralelo, de bronze estanhado , com 1 parafuso para condutores de cobre, Ø TR e DR 4,50 a 10,70 mm Cruzeta de madeira, seção retangular 90x112,5x2 400 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cabeçote ou curva de 135º Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Grampo "U" galvanizado de 30 mm para madeira Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Chave fusível de distribuição, base tipo "C", abertura sob carga - 36,2 kV Para-raios a óxidos metálicos, sem centelhador, com desligador automático, polimérico, 30 kV Gancho olhal Grampo de linha viva para condutores de cobre, seções TR25 a 120 mm2 e DR16 a 70 mm2 Haste para terra, cantoneira de aço galvanizado Haste para terra, cobreada de seção circular Mão francesa plana de 726 mm

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Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 2/3

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe20 fe32 fe34 fe41 fe43 is02 me02 me03 p01 p02 tr07 Olhal para parafuso Suporte Ø adequado para instalação de equipamento em poste de concreto circular Suporte para fixação de para-raios e chave fusível Suporte para instalação de equipamentos em poste de concreto duplo T Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia, de porcelana ou vidro temperado Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador trifásico de distribuição – 36,2 kV DESCRIÇÃO

Notas:

1. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. 2. No caso de saída aérea após a medição, devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: - 5,50 m onde houver tráfego de veículos pesados; - 4,50 m onde houver tráfego de veículos leves; - 3,50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. 3. Os postes devem ser engastados a uma profundidade mínima definida pela expressão
e= L + 0,60 , sendo: e – profundidade de engastamento (m) e L – comprimento total 10

do poste (m).

4. Para ramais com condutores de bitolas até 2 AWG-CA e vãos até 30 m, o encabeçamento poderá ser com estrutura tipo N2. 5. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.01. 6. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. 7. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas, inclusive o tanque e o borne neutro do transformador. 8. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.9.9 desta Norma.
Superintendência de Engenharia e Planejamento
Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.:

Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Posto de transformação em poste 34,5 kV (medição indireta)

DESENHO Nº

ND.20.04.04/1
Folha 3/3

Dimensões em milímetros
B
2 200 mín. 1 000

800 mín.

400 mín.

500 mín. 500 2 400 mín.

500

A

400 mín.

Ver Detalhe 1

2 200 mín.

me02 Caixa tipo "M" me03 di23 Caixa tipo "T"

A

di32

B

di20

Detalhe 1

Seccionador tripolar com fusíveis

Proteção

ELEKTRO 15 kV 36,2 kV Medição ELEKTRO

CARGA

Superintendência de Engenharia e Planejamento
Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.20.06.01/1 de maio/2005

Norma de Distribuição

ND.20
Revisão Data

02

18-12-2009

Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT

DESENHO Nº

ND.20.05.01/1
Folha 1/6

01/1 de maio/2005 300 máx.20. 1 700 mín.20.06.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND. tr05 Ver Nota 2 ND.20.05.Dimensões em milímetros Ver desenho ND.01/1 Folha 2/6 .01/1 am01 is02 fe15 co07 di06 fe07 fe20-fe26 fe02-fe08 is04 am01 co07 fe37 eq09 ou eq16 cb05 cb01 co09 is05.fe08 cb08 co04 eq06 ou eq14 5 000 mín.08. di21 di03-di04 me02-me03 cb04 ou cb09 1 600 a 1 800 Norma de Distribuição di08 di17 cb08 fe13 ou fe14 di15 di25 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. di19 650 400 mín.

di17 co09 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros 500 500 600 di24 di35 300 aprox. 500 fe06 1 600 cb08 fe39 di23 cb08 eq06 ou eq14 co09 2 100 1 200 máx.: ND.20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. di08 200 mín.20.06.05.01/1 Folha 3/6 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.

: ND.20. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0. compressão. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação.0.0 kV Cabo de cobre nu. seção adequada Cabo de cobre flexível.50 a 10.6/1.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb05 cb08 cb09 co04 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di15 di17 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . com 1 parafuso para condutores de cobre.06. meio duro.0 kV XLPE. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND. Ø TR e DR 4.20.05.6/1.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana. paralelo. seção 10 mm2.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado. paralelo. de bronze estanhado . seção adequada Conector borne concêntrico a pressão tipo terminal lateral diâmetro adequado Conector derivação.01/1 Folha 4/6 . isolação em XLPE .condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.

10 kA Seccionador tripolar 36. 12 kV.05.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di35 eq06 eq09 eq14 eq16 fe02 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe39 is02 is04 is05 me02 me03 tr05 DESCRIÇÃO Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.06. sem centelhador.20. com desligador automático e invólucro polimérico. com desligador automático e invólucro polimérico.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. uso externo Suporte para isolador pedestal Isolador de disco para cadeia. de porcelana ou vidro temperado Isolador roldana Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Transformador de serviço Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. sem centelhador.: ND. 30 kV Armação secundária de 2 estribo Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.01/1 Folha 5/6 .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

6. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. 8. .05.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada aérea – Medição BT DESENHO Nº ND.01. .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.3.01/1 Folha 6/6 . Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.: ND. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. 4. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. Os desenhos são orientativos.4. 9. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.20.50 m onde houver tráfego de veículos pesados.20.50 m onde houver tráfego de veículos leves. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.5. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas dos condutores do circuito secundário em relação ao solo: .50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres.Notas: 1.9.06. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido.9 desta Norma. 5. É permitida saída subterrânea em BT após a medição. 2. 3. 7.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros 2 200 mín.20. 2 400 mín. Ver Detalhe 1 2 200 mín.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. me02 me03 di23 A Detalhe 1 di20 di32 B Seccionador tripolar com fusíveis Proteção ELEKTRO 15 kV 36. 1 000 B 800 mín.02/1 Folha 1/5 .2 kV Medição ELEKTRO CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 500 A Caixa tipo "M" Caixa tipo "T" 400 mín.: ND. 400 mín.05.06.20.

02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 1 700 mín. di12 cb01 cb11 ou cb17 co04 eq06 ou eq14 fe36 di21 di08 me02-me03 fe35 di17 tr05 di08 di17 cb04 ou cb09 di03-di04 1 600 a 1 800 300 máx.02/1 Folha 2/5 .20 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.Dimensões em milímetros co15-fe27 320 mín.05.20.: ND.06. di15 di25 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. ND.

20.Dimensões em milímetros eq18 ou eq19 320 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND.: ND. di08 di17 di24 di35 CORTE BB fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.05. eq09 ou eq16 cb05 300 aprox.02/1 Folha 3/5 200 mín. . cb08 co09 cb08 2 100 tr05 1 200 máx.

02/1 Folha 4/5 .0 kV XLPE.50 a 10.20/35 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo terminal lateral diâmetro adequado Conector derivação. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar. isolação em XLPE .0. isolação em XLPE . classe pesada Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb04 cb05 cb09 cb11 cb17 co04 co09 co15 di03 di04 di08 di12 di15 di17 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.20. de 13 x 1 mm para aterramento Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado. seção adequada Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível. de bronze estanhado .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. Ø TR e DR 4.70 mm Conector terminal. seção 10 mm2.05. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm DESCRIÇÃO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.6/1. com 1 parafuso para condutores de cobre.6/1. isolação em XLPE . bimetálico.20. paralelo.06.: ND.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar. para cabo de alumínio isolado. a compressão.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.0 kV Cabo de cobre com isolamento para 0. seção adequada Cabo de cobre flexível.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.8.

Os desenhos são orientativos. sem centelhador. uso interno Terminal para cabo tripolar . 10 kA Seccionador tripolar 36.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq06 eq09 eq14 eq16 eq18 eq19 fe13 fe14 fe27 fe35 fe36 me02 me03 tr05 DESCRIÇÃO Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. cobreada de seção circular Parafuso de latão.: ND. 3. 6.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Para-raios a óxidos metálicos. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. 12 kV. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.01. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. uso interno Haste para terra.9.2 kV. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.06. com desligador automático e invólucro polimérico. 2.classe 36.20. Aplica-se a instalações com transformadores trifásicos com potência até 300 kVA.classe 15 kV.05.02/1 Folha 5/5 .20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 5. uso interno Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Caixa de medição tipo M Caixa seccionadora tipo T Transformador de serviço Notas: 1. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas. cabeça sextavada rosca W. com desligador automático e invólucro polimérico. 4. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. sem centelhador.9 desta Norma.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Transformação Entrada subterrânea – Medição BT DESENHO Nº ND. com porca e arruela de latão Suporte para instalação de seccionador tripolar. 30 kV Terminal para cabo tripolar .

06. 500 mín.Dimensões em milímetros B 1 500 mín.: ND. 400 mín. 150 2 000 mín. me04 di23 1 000 di20 di32 B TC´s ELEKTRO TP´s Medição ELEKTRO Seccionador tripolar Disjuntor automático CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.03/1 Folha 1/6 500 500 .20. 2 000 mín.05. A A 500 mín. 500 mín.20. 1 200 mín.

fe38 ou fe44 di21 tr03 cb08 300 máx. co07 eq05 ou eq13 di21 tr02 eq07 ou eq15 1 700 mín.05.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. 650 is05-fe08 400 mín.20. Norma de Distribuição ND.01/1 am01 is02 fe07 fe20-fe26 fe15 di06 fe37 eq09 ou eq16 cb05 co09 cb08 cb01 cb01 5 000 mín.03/1 de maio/2005 300 máx. 1 200 máx.08.03/1 Folha 2/6 .20.06.: ND.Dimensões em milímetros Ver desenho ND. cb08 fe13 ou fe14 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

Dimensões em milímetros 300 aprox.06. 2 800 ND.20.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição 200 aprox. 1 600 500 500 500 600 di35 di24 fe06 fe39 co09 me04 di03-di04 2 100 cb08 1 600 a 1 800 di03-di04 di18 di19 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.20.: ND.05.03/1 Folha 3/6 .

50 a 10.0.03/1 Folha 4/6 .06.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.20.: ND. 10 kA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. de bronze estanhado . isolação em XLPE . 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. seção 10 mm2. compressão.20. seção adequada Conector derivação. com 1 parafuso para condutores de cobre.05. paralelo.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar . formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre flexível.0 kV Cabo de cobre nu.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb05 cb08 co07 co09 di03 di04 di06 di15 di18 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . meio duro.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. paralelo. 12 kV. Ø TR e DR 4. sem centelhador.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.6/1. com desligador automático e invólucro polimérico.

Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.36.: ND.01. 2. com desligador automático e invólucro polimérico. sem centelhador. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra. cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.06. de porcelana ou vidro temperado Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador de corrente Transformador de potencial DESCRIÇÃO Notas: 1.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq13 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 is02 is05 me04 tr02 tr03 Seccionador tripolar . cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.9 desta Norma.05.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.2 kV Isolador de disco para cadeia. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 36.20.9. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.20.2 kV Disjuntor automático trifásico 36. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.03/1 Folha 5/6 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.

Os desenhos são orientativos.06. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. 4. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 5. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. etc. 6.20. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador.: ND.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido.20. geração própria.). Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. 7.3. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias.05.03/1 Folha 6/6 .

: ND.20. di23 1 000 di20 di32 B Disjuntor automático CARGA TP´s Medição ELEKTRO Seccionador tripolar TC´s ELEKTRO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 150 B 2 000 mín.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros 1 800 mín. 850 mín.06.04/1 Folha 1/5 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. 500 mín. 400 mín. fe39 2 000 mín.20.05. A A 500 mín. me04 1 200 mín.

04/1 de maio/2005 ND.Dimensões em milímetros eq09 ou eq16 co09 cb01 320 mín. Norma de Distribuição di21 cb08 fe13 ou fe14 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. tr03 fe38 ou fe44 1 700 mín.20.20.: ND. cb08 300 máx. fe36 eq05 ou eq13 di21 eq18 ou eq19 is05-fe08 di12 3 000 tr02 eq07 ou eq15 2 200 cb11 ou cb17 1 200 máx.06.05.04/1 Folha 2/5 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.

Dimensões em milímetros 300 aprox. cb08 cb05 me04 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 di24 di03-di04 di35 di18 di19 di17 cb08 di15-di25 fe13 ou fe14 co09 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. .04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.04/1 Folha 3/5 200 mín.20.: ND.06.05.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.

Ø TR e DR 4.8. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Cordoalha de cobre estanhado chato-flexível.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb08 cb11 cb17 co09 di03 di04 di12 di15 di17 di18 di19 di20 di21 di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 Barramento interno de cobre Cabo de cobre nu.20. com 1 parafuso para condutores de cobre.05. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. paralelo.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar.04/1 de maio/2005 DESCRIÇÃO Norma de Distribuição ND. isolação em XLPE . meio duro. isolação em XLPE .04/1 Folha 4/5 .36. seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar.2 kV Disjuntor automático trifásico 36. 30 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. sem centelhador. de bronze estanhado . sem centelhador.50 a 10.8 mm Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.20/35 kV Conector derivação.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. 10 kA Seccionador tripolar . 12 kV.20. polimérico.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. de 13 x 1 mm para aterramento Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Eletroduto de aço galvanizado.06. com desligador automático. com desligador automático e invólucro polimérico.

36. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 11. 4.classe 15 kV.2 kV Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador de corrente Transformador de potencial Notas: 1. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.01. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador. Os desenhos são orientativos. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. Todas as partes metálicas da subestação devem ser aterradas.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição e Proteção Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.classe 36. 3.05.8 desta Norma.20.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM eq18 eq19 fe08 fe13 fe14 fe36 fe38 fe39 fe44 is05 me04 tr02 tr03 DESCRIÇÃO Terminal para cabo tripolar . 5.2 kV. 6. 2. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias. uso interno Chumbador para rosca M16 Haste para terra. cobreada de seção circular Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.: ND.). uso interno Terminal para cabo tripolar .06. etc. geração própria.04/1 Folha 5/5 . Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

400 400 mín. A 500 500 Disjuntor automático Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO 3PR TP´s TC´s Seccionador tripolar Seccionador Seccionador tripolar 15 kV 36. 500 mín. 500 mín. B B 150 1 200 mín.20. 150 1 700 mín. 150 500 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.05/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND.05. di23 di20 2 000 mín 500 mín. A C 2 000 mín. 1 500 mín.05/1 Folha 1/7 .Dimensões em milímetros 2 500 mín. 400 mín.: ND. mín. 500 mín. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.20.2 kV Transformador auxiliar Medição ELEKTRO CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. C 500 mín.06. me04 500 mín.

CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 tr02 tr03 650 cb01 400 mín.08.20. 1% di10 18-12-2009 .05.: ND. Ver Desenho ND. eq05 ou eq13 di21 cb04 ou cb09 di08 di17 tr05 di35-di24 cb01 eq05 ou eq13 co03 di21 cb04 ou cb09 is05-fe08 eq05 ou eq13 di21 eq07 ou eq15 1 200 máx.20. 300 máx.05/1 Folha 2/7 fe13 ou fe14 cb05 co09 is02 cb08 di16 1 200 máx. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND. Declividade mín.06.20.Dimensões em milímetros 1 700 mín. is05-fe08 fe38 ou fe44 di35-di24 tr01 fe07 fe20-fe26 di06 fe37 di21 fe15 co07 eq09 ou eq16 am01 5 000 mín.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

20. 500 500 600 di24 di35 fe06 500 1 600 fe39 cb08 co09 2 100 di03-di04 1 600 a 1 800 di03-di04 200 mín.05/1 de maio/2005 ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. Norma de Distribuição di18 di19 cb08 di15-di25 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.05/1 Folha 3/7 2 800 cb08 .: ND.Dimensões em milímetros 300 aprox.05.06.

20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.20. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.: ND.05/1 de maio/2005 ND. Norma de Distribuição di18 di19 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros di24 di35 fe39 di23 cb08 cb08 co09 me04 di03-di04 di03-di04 200 mín.06.05/1 Folha 4/7 2 800 18-12-2009 .05.20.

05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. seção adequada Cabo de cobre flexível.05/1 Folha 5/7 . meio duro. seção adequada Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação. com 1 parafuso para condutores de cobre. isolação em XLPE .20.0 kV XLPE. paralelo. formato "H" para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação.20.6/1.0. de bronze estanhado . seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.0 kV Cabo de cobre nu.06. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb05 cb08 cb09 co03 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di10 di15 di16 di17 di18 di19 di20 di21 di23 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição . classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.50 a 10.05. seção 10 mm2.8 mm Iluminação interna Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Ø TR e DR 4.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Eletroduto de aço galvanizado. paralelo.6/1.: ND. compressão.condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.

de porcelana ou vidro temperado Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 36. com desligador automático e invólucro polimérico. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar .: ND. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.2 kV Isolador de disco para cadeia. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. sem centelhador.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. sem centelhador. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra. 10 kA Seccionador tripolar .20.05. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. 12 kV.20.36.05/1 Folha 6/7 . cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di24 di25 di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 is02 DESCRIÇÃO Janela para ventilação tipo veneziana. com desligador automático e invólucro polimérico.2 kV Disjuntor automático trifásico .06.36.

RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM is05 me04 tr01 tr02 tr03 tr05 Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1.05/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. Na subestação abrigada. 11. Devem ser previstos sistemas para drenagem e contenção do óleo dos transformadores. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da primeira seccionador ou através de circuito independente do sistema ELEKTRO (baterias. Proteção e Transformação Entrada aérea – Medição AT DESENHO Nº ND.9 desta Norma.9. Os desenhos são orientativos. Aplica-se a instalações com potências superiores a 300 kVA ou com mais de uma unidade transformadora.: ND. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36.01. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND. 2. 4.2 kV.20. 12. As paredes devem possuir espessura e resistência suficientes para permitir a instalação de suportes dos para-raios.06. 3.05. terminações e das chaves. 7. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. A cobertura da subestação abrigada deve ser orientada de modo a não permitir escoamento de água sobre a chegada da linha de AT ou sobre a porta. 8. 6. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.20.05/1 Folha 7/7 . etc. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. bem como dos isoladores.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. geração própria. 10. O eletroduto de proteção da descida do para-raios deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. 9.). Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. 5.

1 200 mín. 400 mín.06/1 Folha 1/7 .06. 500 mín. 850 mín.Dimensões em milímetros A 2 500 mín. 1 800 mín. C 500 mín. 150 500 mín.20. di23 di20 B 2 000 mín.06/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND. 2 000 mín. fe39 500 mín. B 500 mín. 400 mín.2 kV ELEKTRO CARGA Medição Transformador auxiliar Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. A Disjuntor automático Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO 3PR TP´s TC´s Seccionador tripolar Seccionador Seccionador tripolar me04 15 kV 36. 150 1 700 mín.20.: ND.05. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. 150 400 mín. C 500 mín.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.

eq05 ou eq13 di21 co15-fe27 eq18 ou eq19 eq09 ou eq16 cb01 is05 -fe08 CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.05. Declividade mín.06/1 de maio/2005 fe36 di21 di16 di10 Norma de Distribuição ND. fe38 ou fe44 cb11 ou cb17 tr02 tr03 di21 di08 di17 cb08 cb08 fe13 ou fe14 2 200 tr05 co03 cb01 320 mín.06.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.20. di21 cb04 ou cb09 1 200 máx.06/1 Folha 2/7 . 1% tr01 eq07 ou eq15 co09 1 200 máx.20. 300 máx. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.: ND.Dimensões em milímetros 1 700 mín.

05. ND.06/1 de maio/2005 02 200 mín. di35 Norma de Distribuição Revisão Data co09 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 di24 di03-di04 di18 di19 di15-di25 fe13 ou fe14 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.: ND.20 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. cb08 me04 3 000 mín.Dimensões em milímetros 320 mín.20. 300 aprox.06/1 Folha 3/7 .06. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.

06.Dimensões em milímetros 320 mín. cb08 co09 cb08 di03-di04 1 600 a 1 800 3 000 mín.20. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.05.06/1 Folha 4/7 200 mín. 18-12-2009 .: ND. di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. di24 di03-di04 di08 di17 di18 di19 di35 Norma de Distribuição di23 300 aprox.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de Medição.20.06/1 de maio/2005 ND.

8 mm Janela para ventilação tipo veneziana.20. isolação em XLPE .05.0 kV XLPE. com 1 parafuso para condutores de cobre.7/15 kV Cabo de cobre ou alumínio unipolar. de bronze estanhado . classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço zincado ou PVC rígido DESCRIÇÃO Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Ø TR e DR 4. seção adequada Cabo de cobre nu.06/1 Folha 5/7 .50 a 10.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM cb01 cb04 cb08 cb09 cb11 cb17 co03 co09 co15 di03 di04 di08 di10 di15 di16 di17 di18 di19 di20 di21 di24 di25 Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.8. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. para cabo de alumínio isolado.70 mm Conector terminal. a compressão.20.6/1. paralelo.: ND. bimetálico.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.20/35 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação.06.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. meio duro. seção adequada Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva de 90º de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Eletroduto de aço galvanizado. isolação em XLPE . seção adequada Cabo de cobre ou alumínio unipolar.

250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. sem centelhador. sem centelhador.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. cabeça sextavada rosca W.: ND. uso interno Terminal para cabo tripolar . 12 kV. cobreada de seção circular Parafuso de latão.36. com porca e arruela de latão Suporte para instalação de para-raios e terminais de uso interno Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.classe 36. Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND. 36. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.2 kV Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. 10 kA Seccionador tripolar .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di32 di35 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 eq18 eq19 fe08 fe13 fe14 fe27 fe36 fe38 fe39 fe44 is05 me04 tr01 tr02 tr03 DESCRIÇÃO Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar . com desligador automático e invólucro polimérico.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV.2 kV Para-raios a óxidos metálicos. 30 kV Terminal para cabo tripolar . com desligador automático e invólucro polimérico.2 kV Disjuntor automático trifásico 36.06.2 kV.06/1 Folha 6/7 . uso interno Chumbador para rosca M16 Haste para terra.20.05.classe 15 kV.

9. 3.01. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido. É permitida saída subterrânea em BT após a medição. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da seccionador.9 desta Norma. 7. 6. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. etc.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM tr05 Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1. Os desenhos são orientativos. Aplica-se a instalações com potências superiores a 300 kVA ou com mais de uma unidade transformadora.06/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.06/1 Folha 7/7 . Proteção e Transformação Entrada subterrânea – Medição AT DESENHO Nº ND.: ND. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.05. ou através de circuito independente do sistema da ELEKTRO (baterias. desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36. 9. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação. 8.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de Medição. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.2 kV.06. 4.). 5.20. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. 2. Na subestação abrigada. geração própria.20.

di23 di20 B 1 700 mín.20. 150 2 000 mín 500 mín. 150 1 500 mín. 500 mín.07/1 de maio/2005 di32 Norma de Distribuição ND. 400 mín. B 500 mín.07/1 Folha 1/7 .20.06. 150 500 mín. proteção e transformação Entrada aérea .2 kV Transformador de Serviço CARGA ELEKTRO Para-raios TP´s ELEKTRO Transformador auxiliar Medição CARGA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. A 500 500 TC´s Disjuntor automático Seccionador tripolar Seccionador com fusíveis 15 kV 36. 500 mín. A C 2 000 mín.Dimensões em milímetros 2 500 mín. 400 mín. C 500 mín. 500 mín. me04 1 200 mín.05.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. 400 mín.: ND.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.

300 máx.07/1 Folha 1/7 di16 di10 .20.20. CORTE AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.07/1 de maio/2005 ND.08.01/1 cb01 400 mín.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor cb08 DESENHO Nº ND. co03 Ver Desenho ND. 1% di21 eq07 ou eq15 fe15 am01 co07 5 000 mín.06.20.20 Revisão Data 02 fe13 ou fe14 18-12-2009 cb05 co09 eq09 ou eq16 is02 Subestação abrigada de medição.05.: ND. 650 is05-fe08 tr02 fe38 ou fe44 tr03 fe07 fe20-fe26 di06 fe37 di21 cb08 Norma de Distribuição Declividade mín. proteção e transformação Entrada aérea .Dimensões em milímetros 1 700 mín. di21 cb04 ou cb09 di08 di17 tr05 eq05 ou eq13 cb04 ou cb09 di35-di24 eq06 ou eq14 cb01 di21 tr01 di08 di17 1 200 máx.

fe06 500 1 600 cb08 fe39 co09 cb08 is05 cb08 co09 di03-di04 1 600 a 1 800 di35 di03-di04 di19 di18 di08 di17 di24 co09 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 CORTE BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros 500 500 600 300 aprox.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20. proteção e transformação Entrada aérea . 18-12-2009 2 800 me04 .Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.06.20.: ND.05.07/1 Folha 2/7 200 mín.20 Revisão Data 02 Subestação abrigada de medição.

Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND. ND.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 200 mín.20.Dimensões em milímetros 300 aprox.06.: ND. proteção e transformação Entrada aérea .20.20 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. 500 500 600 di24 di35 500 fe39 cb08 co09 cb08 2 800 di03-di04 di08 di17 co09 di19 di15-di25 fe13 ou fe14 cb08 me04 di03-di04 di18 CORTE CC Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.05.07/1 Folha 3/7 .

seção adequada Cabo de cobre nu.6/1. formato “H”. Ø TR e DR 4.0 kV XLPE.20.05. a compressão.0 kV Conector borne concêntrico a pressão tipo derivação de diâmetro adequado Conector derivação. isolação em XLPE . de bronze estanhado .0.50 a 10. paralelo.20.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.06. meio duro. paralelo.8 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. seção adequada Cabo de cobre flexível. seção adequada Cabo de cobre com isolamento para 0.6/1. com 1 parafuso para condutores de cobre.: ND. para condutores CA-CAA e Cobre Conector derivação.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb01 cb04 cb08 cb09 cb05 co03 co07 co09 di03 di04 di06 di08 di10 di15 di16 di20 di17 di18 di19 di20 di21 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição – condutores de alumínio Barramento interno de cobre Cabo de cobre com isolamento para 750 V.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.70 mm Arruela para fixação de eletroduto Bucha para fixação de eletroduto Bucha de passagem Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Caixa coletora de óleo Curva 90° de aço galvanizado ou PVC rígido Duto para drenagem de óleo Extintor de incêndio CO2 Eletroduto de aço galvanizado. proteção e transformação Entrada aérea . seção 10 mm2. classe pesada Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado de 1/2" Eletroduto de PVC rígido ou aço galvanizado Extintor de incêndio CO2 Grade de proteção removível com tela de arame galvanizado nº 12 BWG de malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm e armação de cantoneira de aço de 38 x 38 x 4.07/1 Folha 4/7 .07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

cobreada de seção circular Manilha sapatilha Olhal para parafuso Parafuso de cabeça quadrada M16 x comprimento adequado Suporte para instalação de para-raios.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.20. sem centelhador. uso externo Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial. 36.07/1 de maio/2005 DESCRIÇÃO Norma de Distribuição ND.2 kV Seccionador tripolar 36.2 kV com fusíveis limitadores de corrente Disjuntor automático trifásico 36. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos.: ND. sem centelhador. 10 kA Seccionador tripolar – 36. dimensões adequadas Luva de emenda para eletroduto de aço galvanizado ou PVC rígido Porta metálica de 1600 x 2100 mm (duas folhas) Tela de proteção de arame galvanizado nº 12 BWG com malha mínima de 5 mm e máxima de 13 mm Seccionador tripolar – 15 kV Seccionador tripolar 15kV com fusíveis limitadores de corrente Disjuntor automático trifásico 15 kV.06. 12 kV.20.05. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra. proteção e transformação Entrada aérea .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM di23 di24 di25 di32 di35 eq05 eq06 eq07 eq09 eq13 eq14 eq15 eq16 fe06 fe07 fe08 fe13 fe14 fe15 fe20 fe26 fe37 fe38 fe39 fe44 Iluminação interna Janela para ventilação tipo veneziana. com desligador automático e invólucro polimérico.2 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 15 kV Suporte para isolador pedestal Suporte para instalação de transformadores de corrente e de potencial.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.07/1 Folha 5/7 . 30 kV Chapa de aço de 500 x 1600 mm para bucha de passagem Chapa olhal-olhal Chumbador para rosca M16 Haste para terra. com desligador automático e invólucro polimérico.

desde que obedecidas às disposições e distâncias mínimas.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM is02 is05 me04 tr01 tr02 tr03 tr05 DESCRIÇÃO Isolador de disco para cadeia. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas. 12. 7. etc.). Devem ser previstos drenos para escoamento do óleo dos transformadores. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.01.07/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Medição em AT Transformador auxiliar antes do disjuntor DESENHO Nº ND.05.: ND. 10.20. Os eletrodutos devem ser de aço galvanizado tipo pesado ou de PVC tipo rígido.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação abrigada de medição. Na subestação abrigada. Aplica-se a instalações com entrada subterrânea.9. A cobertura da subestação abrigada deve ser orientada de modo a não permitir escoamento de água sobre a chegada da linha de AT ou sobre a porta. devem ser previstos no mínimo dois transformadores de potencial para 15 kV e três para 36. terminações e das chaves. proteção e transformação Entrada aérea .20. A iluminação interna da subestação abrigada pode ser alimentada através de transformadores de potencial instalado após a medição e antes da primeira seccionador ou através de circuito independente do sistema ELEKTRO (baterias. 2. 3. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. geração própria. admitindo-se outros arranjos para a montagem da subestação.9 desta Norma. 8. Os desenhos são orientativos. Os materiais e equipamentos devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.07/1 Folha 6/7 .06. 6. 11.2 kV. As paredes devem possuir espessura e resistência suficientes para permitir a instalação de suportes dos para-raios. de porcelana ou vidro temperado Isolador tipo pedestal Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de serviço Notas: 1. O eletroduto de proteção da descida do para-raio deve ser obrigatoriamente de PVC rígido. bem como dos isoladores. 9. 5. 4.

Dimensões em milímetros me04 di23 Dispositivo para lacre 600 700 di30 co12 di01 Vista de frente (sem portas externas) di29 Vista de frente (com portas externas) Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.20.06.07.01/1 Folha 1/3 .01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.

01/1 Folha 2/3 .20.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.06.: ND.di33 eq18 ou eq19 eq09 ou eq16 eq05 ou eq13 tr02 tr03 Fusível AT tr04 di06 me04 eq07 ou eq15 PLANTA Mufla ou terminal ELEKTRO Para-raios TP´s TC´s Seccionador tripolar Fusível de AT Medição ELEKTRO Transformador auxiliar TC´s Disjuntor automático Mufla ou terminal Subestação de transformação Iluminação e serviços auxiliares DIAGRAMA UNIFILAR Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.07.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

07. 3.9 desta Norma. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM co12 di01 di06 di23 di29 di30 di33 eq05 eq07 eq09 eq13 eq15 eq16 me04 tr01 tr02 tr03 tr04 DESCRIÇÃO Conector para interligar as carcaças dos equipamentos com o terra Alavanca para manobra do seccionador Bucha de passagem Iluminação interna Porta frontal com trinco e fechadura Porta frontal interna com dispositivo para lacre Portas traseiras com trinco e fechadura Seccionador tripolar .6.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Conjunto blindado para medição e proteção em AT ND.9. com desligador automático e invólucro polimérico. As demais condições para conjuntos de manobra e controle em invólucro metálico devem ser conforme item 6. 30 kV Caixa de medição tipo A Transformador auxiliar Transformador de corrente Transformador de potencial Transformador de potencial com fusível Notas: 1.20.2 kV Disjuntor automático trifásico 36. admitindo-se outros arranjos para a montagem do conjunto blindado.2 kV Para-raios a óxidos metálicos.15kV Disjuntor automático trifásico 15 kV. 2. 12 kV.: ND.20. Os desenhos são orientativos.5.36. 250 MVA (mínimo) Para-raios a óxidos metálicos. 4. Todas as partes metálicas da estrutura devem ser aterradas.06.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 10 kA Seccionador tripolar . sem centelhador. com desligador automático e invólucro polimérico. sem centelhador.3. desde que obedecidas às disposições dos equipamentos e distâncias mínimas de segurança.01/1 Folha 3/3 .

20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.01/1 Folha 1/4 .20.07.Dimensões em milímetros di28 1 500 VISTA B 1 500 cb08 620 cb02 VISTA A SUBESTAÇÃO OU CUBÍCULO DE MEDIÇÃO/PROTEÇÃO SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO AO TEMPO ELEKTRO Proteção de BT Medição ELEKTRO 15 kV 36.2 kV Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.08.: ND.

08.20.: ND.01/1 de maio/2005 500 1 700 Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.20.07.eq09 ou eq16 fe18 ou fe19 fe42 ou fe43 di2 cr01 ou cr02 eq04 ou eq12 cb02 cr01 ou cr02 fe18 ou fe19 p01 ou p02 di02 di28 di34 tr05 fe13 ou fe14 cb08 BRITA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 1/4 .

36.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.07.Dimensões em milímetros eq09 ou eq16 is02 1 000 .20.15 kV 1 200 .20.2 kV 200 fe28 ou fe40 is03 ou is06 cb02 2 000 7 500 mín.08. am01 fe10-fe20 eq04 ou eq12 di02 di28 di08 di34 di17 e fe13 ou fe14 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.01/1 Folha 1/4 .: ND.

seção retangular 90x112. seção retangular 90x112.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.2 kV Mão francesa plana de 1 053 mm Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. 30 kV Gancho olhal Haste para terra. 12 kV.08. unipolar. meio duro. seção adequada Cruzeta de madeira.01/1 Folha 2/4 .2 kV .20.malha de 50 x 50 x 3 mm Seccionador de faca.5x2 000 mm Cruzeta de madeira.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 15 kV-630 A Para-raios a óxidos metálicos.20. cobreada de seção circular Mão francesa plana de 619 mm Mão francesa plana de 726 mm Olhal para parafuso Pino para isolador de 15 kV Pino para isolador de 36. classe pesada Mourão de concreto para amarração Tela de arame . sem centelhador. 36. sem centelhador.07. com desligador automático e invólucro polimérico.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM am01 cb02 cb08 cr01 cr02 di02 di08 di17 di28 di34 eq04 eq09 eq12 eq16 fe10 fe13 fe14 fe18 fe19 fe20 fe28 fe40 fe42 DESCRIÇÃO Alça pré-formada de distribuição .: ND. unipolar. 10 kA Seccionador de faca. com desligador automático e invólucro polimérico. cantoneira de aço galvanizado Haste para terra.630 A Para-raios a óxidos metálicos.condutores de alumínio Cabo de alumínio CA Cabo de cobre nu.5x2 400 mm Arame farpado Bucha para proteção da extremidade do eletroduto Eletroduto de aço galvanizado.

portões. antes da subestação e o mais próximo possível da divisa com a via pública.2 kV Poste de concreto circular de comprimento e resistência nominal adequados Poste de concreto DT de comprimento e resistência nominal adequados Transformador de serviço DESCRIÇÃO Notas: 1. de porcelana. providos de trinco e fechaduras.RELAÇAO DE MATERIAIS ITEM fe43 is02 is03 is06 p01 p02 tr05 Mão francesa plana de 1 253 mm Isolador de disco para cadeia. Os portões devem abrir para fora com abertura de 3.: ND. conforme desenhos desta Norma 4. de porcelana.0 m medida em relação ao piso externo.0 m. A tela da cerca deve possuir malha de no máximo 50 mm de abertura a ser constituída de fio de aço galvanizado de 3 mm de diâmetro no mínimo. classe 36. Os desenhos são orientativos e se necessário.08. 8. 3. devendo ser conservados fechados. 5. O neutro do transformador deve ser solidamente conectado à malha de terra da subestação.07.20. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20. 6. 9.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. consultar as normas da ELEKTRO referentes à padronização de estruturas e projetos de redes de distribuição de energia elétrica. classe 15 kV Isolador rígido tipo pino. em duas partes. A medição e proteção devem ser instaladas em cubículo próprio.) devem ser solidamente conectadas à malha de terra com cabo de cobre nu de mesma seção da malha. As partes metálicas da subestação (cercas. mãos francesas e bases das chaves) devem ser aterradas através do cabo de aterramento do para-raios. Todas as ferragens da estrutura (cintas. etc. 7.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND. espaçadas de no mínimo 150 mm. Este tipo de subestação pode ser utilizado somente por consumidores industriais. As dimensões da subestação são em função das dimensões do transformador. de porcelana ou vidro temperado Isolador rígido tipo pino. Recomenda-se que na parte superior da mesma sejam estendidas três ou quatro fiadas de arame farpado zincado. 2. A altura da cerca deve ser de no mínimo 2. devendo ser obedecidas às distâncias mínimas deste à cerca. carcaças dos equipamentos.01/1 Folha 3/4 .

9. Caso a distância entre o cubículo de medição/proteção e a subestação for superior a 300 m devem ser previstos para-raios na subestação e na saída da subestação de medição e proteção. 11. Deve ser previsto revestimento do piso com pedra britada e um sistema de drenagem adequado para escoamento do liquido isolante do transformador para um tanque de contenção. 12. em todas as faces da proteção externa e junto ao acesso.20.10.08. Os materiais e equipamentos da estrutura devem estar de acordo com as padronizações definidas na norma ND.: ND.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 13. A subestação deve possuir sistema de iluminação artificial.01/1 Folha 4/4 .20.07. 15. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6. não sendo permitida sua fixação no poste instalado no interior da mesma. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Subestação ao tempo acima de 300 kVA Entrada aérea DESENHO Nº ND.01.9 desta Norma. 14. Devem ser afixadas placas com os dizeres “Perigo de Morte” e o símbolo indicador de tal perigo em local bem visível do lado externo.

01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.08.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Fixação da cadeia de isoladores DESENHO Nº ND.2 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Isolador de disco para cadeia 200 Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.01/1 Folha 1/2 .: ND.20.Dimensões em milímetros 15 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Isolador de disco para cadeia 200 36.09.

14 57.01/1 de maio/2005 50 4.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Fixação da cadeia de isoladores DESENHO Nº ND.70 8.Dimensões em milímetros 15 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 DETALHE A Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm 36.88 PINO CONTRA PINO Nota: os parafusos para fixação da cadeia de isoladores devem ser colocados por ocasião da concretagem da laje.09.08.: ND.01/1 Folha 2/2 .2 kV Olhal para parafuso de Ø 16 mm 200 DETALHE A Parafuso de cabeça quadrada M16x250 mm Detalhe A 95.25 6.20.73 Ø 6 .4 17 38.40 12.7 6 7.15 15.10 Ø4 50 .76 Norma de Distribuição ND.35 25. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Instalação de para-raios DESENHO Nº ND.09.: ND.Dimensões em milímetros 1 1/2" x 1 1/2" x 3/16" Solda 1 300 150 500 500 A 150 A Solda Vista superior 400 mín. Para-raios Cantoneira de ferro 1 1/2"x1 1/2"x3/16" 200 Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.08.20.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.02/1 Folha 1/1 .

20.: ND. 4. Esta cobertura não deve lançar água para os lados da linha de alta-tensão ou da porta.50 m onde houver passagem exclusiva de pedestres. 2.50 m onde houver tráfego de veículos leves. As ferragens de uso ao tempo devem ser zincadas. Para cobertura da subestação abrigada deve ser prevista laje.50 m onde houver tráfego de veículos pesados. além do telhado indicado no desenho.03/1 Folha 1/1 . inclusive o da porta de entrada.20.Dimensões em milímetros 5% 500 500 500 Bucha de passagem uso externo-interno Ver Detalhe e Nota 6 Braçadeira de material não condutor Cabo de cobre nu 50 mm² Eletroduto de PVC rígido Ver Nota 6 DETALHE (Interligação do Neutro) Notas: 1.08. Devem ser observadas as seguintes distâncias mínimas do condutor neutro em relação ao solo: • 5.03/1 de maio/2005 300 Norma de Distribuição ND. Não é permitido material combustível.00 m a fim de não permitir o contato de pessoas e animais.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Interligação do neutro DESENHO Nº ND. 6.09. 3. A interligação do neutro com o sistema de terra do consumidor deve ser feita em local de fácil acesso e de modo que possa ser interrompido a conexão entre os terras para medições independentes. • 4. A descida do condutor de aterramento do para-raios deve ser protegida por eletroduto de PVC rígido de 3. 5. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. • 3.

04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.04/1 Folha 1/1 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Detalhes construtivos em subestações Dispositivo para drenagem de óleo DESENHO Nº ND.08.20.: ND.Dimensões em milímetros 750 A 1 500 A Colocar pedra britada 150 Drenagem de óleo Manilha de Ø 4" Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.09.

20.09.5 Ø 12 Parafuso M16x25 mm.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.10. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.Dimensões em milímetros 325 50 450 325 50 9.5 mm de comprimento com 4 arruelas. 2. sem cabeça soldado na chapa 100 450 1 100 450 100 Notas: 1. Este suporte destina-se à utilização em subestação abrigada.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Suporte para isolador pedestal ND.20.01/1 Folha 1/1 100 . fenda normal com rosca soberba de 81.: ND. O suporte deve vir acompanhado de 4 buchas de nylon S12 e 4 parafusos de ferro cabeça redonda.

20. sex.Dimensões em milímetros Travessa sem mão francesa 200 750 A 450 200 650 Cantoneira "L" 1 1/2" x 3/16" e 650 mm de comprimento 100 Furo Ø 8 mm com paraf. cab. porca e arruela Solda Ver Detalhe A 55 200 100 Ø 14 Furo Ø 14 100 200 200 300 200 1 600 A 300 100 650 Parede Solda 30° 50 Mão francesa Cantoneira "L" 1 1/2 x 3/16" e comprimento 750 mm 150 Corte AA Ø8 3 55 10 75 10 19 19 25 38 Detalhe A Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 de maio/2005 25 2 R1 30 Norma de Distribuição ND. sex.10.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para terminais poliméricos.: ND.20.09.02/1 Folha 1/1 . M6x32 mm. M6x25 mm. para-raios e chaves fusíveis DESENHO Nº ND. cab. porca e arruela Furo Ø 8 mm com paraf.

Dimensões em milímetros Este lado voltado para fonte o od çã ixa estal f ra d pa r pe ro o Fu olad is 45 0 00 13 1 400 900 500 rN Ve 7 ota rN Ve 8 ota Chapa em "L" de 38x38x4.03/1 Folha 1/3 .20.5 mm soldada no perfil "L" o içã ed eM d ixa 6) Ca ota N ra pa Ver i ( Va Detalhe da fixação no piso Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.09.20.: ND.10.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.8 kV DESENHO Nº ND.8 mm Parafuso de Ø13 mm para fixação (chumbado no piso) Chapa de 9.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.

20.Dimensões em milímetros Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso Eletroduto de 3/4" 900 1 400 Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso 500 Eletroduto de 3/4" Eletroduto de 1 1/4" Caixa de passagem com dimensões mínimas de 150x120x60 mm Furo de Ø11 mm para com espelho liso aterramento do suporte 450 38 100 170 450 80 50 80 Ø18 1300 680 1 300 200 80 50 80 80 200 80 240 80 200 80 38 115 170 45 100 21 118 100 45 21 21 102 115 38 21 100 Suporte para TC Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Suporte para TP Norma de Distribuição Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.03/1 Folha 2/3 .20.: ND.8 kV DESENHO Nº ND.09.10.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.03/1 de maio/2005 Superintendência de Engenharia e Planejamento ND.

5x25 mm.8 mm e soldadas entre si. O suporte deve ser devidamente aterrado. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico. Para a fixação dos transformadores de corrente e de potencial devem ser usados parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. O eletroduto de ∅ 1 ¼” deve ser embutido no piso até a caixa do medidor. Todas as travessas devem ser de chapa de aço de 38x4.10.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 13.20.03/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.: ND. 4. 9. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Todos as ferragens com perfil em “L” devem ser de 38x38x4. 7. 5. Os parafusos para fixação das travessas devem ser de cabeça sextavada de ∅ 9. devendo ser previstos eletrodutos e caixas de passagem com instalação aparente e acessórios para fixação dos TP’s e TC’s.20.5x25 mm e respectiva porca.8 kV DESENHO Nº ND. utilizando-se parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. 2.Notas: 1. 6.03/1 Folha 3/3 . O suporte pode ser construído em alvenaria .8 mm. 3.5x38 mm.09. Todos os furos corridos (rasgos) devem ser de ∅ 11 mm. 8. Os eletrodutos e as caixas de passagem devem ser fixados sempre do lado oposto ao da fonte de energia e a saída para a caixa do medidor deve ficar apontado para a grade de proteção.

: Norma de Distribuição ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34.09.Dimensões em milímetros 50 0 Este lado voltado para fonte 00 15 1 400 900 rN Ve 7 ota 500 ota rN Ve 8 Chapa em "L" de 38x38x4.5 kV DESENHO Nº ND.20.8 mm Parafuso de Ø13 mm para fixação (chumbado no piso) Chapa de 9.5 mm soldada no perfil "L" diç Me de ) a x i 6 Ca ota ara r N i p (Ve Va ão Detalhe da fixação no piso Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.04/1 Folha 1/3 .

04/1 Folha 1/3 1500 18-12-2009 130 164 .09.20.Dimensões em milímetros Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso Eletroduto de 3/4" 900 1 400 Caixa de passagem de 50x100 mm com espelho liso 500 Eletroduto de 3/4" Eletroduto de 1 1/4" Caixa de passagem com dimensões mínimas de 150x120x60 mm Furo de Ø11 mm para com espelho liso aterramento do suporte 500 38 152 38 38 500 80 130 80 1 500 80 80 54 80 38 100 38 100 21 182 100 38 21 21 66 50 66 100 38 210 Norma de Distribuição 163 164 21 80 210 80 80 130 152 80 Suporte para TC Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Suporte para TP Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: Superintendência de Engenharia e Planejamento 80 11 164 80 54 80 163 ND.20 Revisão Data 02 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34.5 kV DESENHO Nº ND.

O eletroduto de ∅ 1 ¼” deve ser embutido no piso até a caixa do medidor.5x25 mm e respectiva porca.: Norma de Distribuição ND.5 kV DESENHO Nº ND. 9. 4. Todas as travessas devem ser de chapa de aço de 38x4. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. obedecendo às dimensões básicas do suporte metálico. utilizando-se parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. O suporte deve ser devidamente aterrado.20. Os parafusos para fixação das travessas devem ser de cabeça sextavada de ∅ 9. 8.5x38 mm.8 mm e soldadas entre si.5x25 mm. Os eletrodutos e as caixas de passagem devem ser fixados sempre do lado oposto ao da fonte de energia e a saída para a caixa do medidor deve ficar apontado para a grade de proteção. 3. Para a fixação dos transformadores de corrente e de potencial devem ser usados parafusos de cabeça sextavada de ∅ 9. Todos as ferragens com perfil em “L” devem ser de 38x38x4.8 mm.04/1 Folha 2/3 . 2. Todos os furos corridos (rasgos) devem ser de ∅ 11 mm.09. devendo ser previstos eletrodutos e caixas de passagem com instalação aparente e acessórios para fixação dos TP’s e TC’s.Notas: 1.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Suporte para instalação de transformadores de potencial e de corrente Medição em AT – 34. 7. O suporte pode ser construído em alvenaria . 5. 6.

: ND.01/1 Folha 1/3 .20.10.01/1 de maio/2005 150 Norma de Distribuição ND.Dimensões em milímetros B 1 800 150 A A B Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.11.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.

Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.: ND.10.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.01/1 Folha 2/3 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.11.20.

01/1 Folha 3/3 .20.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.Corte BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de potencial para serviços auxiliares DESENHO Nº ND.20.10.11.: ND.

02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição Revisão Data 02 150 150 ND.Dimensões em milímetros B 1 800 A A B Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.20.10.11.20.20 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.: ND.02/1 Folha 1/3 .

Corte AA Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.10.: ND.02/1 Folha 2/3 .11.20.

11.02/1 Folha 3/3 .02/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND.20.10.20.: ND.20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.Corte BB Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst.

conforme indicado. as novas hastes serão colocadas segundo disposição análoga mostrada neste desenho.20.9.9 desta Norma.01/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. 2. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. Caso seja necessário ampliar a malha de terra. O sistema de aterramento deve ser executado conforme item 6.01/1 Folha 1/1 .20 Revisão Data 02 18-12-2009 Ligação de transformadores de corrente para proteção secundária DESENHO Nº ND.11. A distância média entre as hastes será de 3.12.0 m.20.: ND.Dimensões em milímetros Cabo de cobre nu seção adequada Detalhe A 260 20 20 250 150 30 A 50 A 300 200 260 Haste de aterramento 50 200 300 50 Detalhe A Corte AA Notas: 1. sendo as mesmas sempre colocadas em caixas de alvenaria.

20.20 Revisão Data 02 18-12-2009 DESENHO Nº Caixa de medição tipo A ND. 2. 4. As dobradiças devem ser instaladas de modo que impossibilitando a retirada de seus pinos com a porta fechada. A fixação dos vidros na tampa deve ser feita de modo que permita a sua substituição. A caixa deve ser confeccionada em chapa de aço nº 18 MSG pintada. fiquem embutidas.04/1 de maio/2005 Norma de Distribuição ND. A caixa deve ser construída de forma que fique totalmente inviolável.10.20.12.700 Painel de fixação 80 Dobradiças 200 Vidro 4x230x250 Dispositivo para lacre 100 180 140 180 125 25 até Ø1 ½" 20 25 250 Vista frontal Vista lateral 250 7/8" 50 Solda 50 Vista superior Notas: 1. Superintendência de Engenharia e Planejamento Elaborado por: Clarice Itokazu Oshiro Verificado por: Antonio Sérgio Casanova Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Subst. As cotas indicadas nos desenho medidas são internas e devem ser rigorosamente obedecidas. e para utilização no litoral. 3.: ND. 5. com chapa de aço nº 18 MSG galvanizada ou de resina poliéster reforçada com fibra de vidro.01/1 Folha 1/1 100 A tampa deve ser encaixada por dentro 600 .

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