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através da aplicação de imunobiológicos bem conservados. A Comissão que elaborou este Instrumento procurou colocar de forma prática. proporcionando a erradicação. garantir o direito de vacinação a toda a população. ao longo destes 27 anos. até as salas de vacina. O PNI. ou seja. mas sim uma perfeita e adequada imunização. não garantindo tão-somente a vacinação.)FHAIA J= A Fundação Nacional de Saúde espera com a 3ª edição deste Manual atingir o objetivo de contribuir com a confiabilidade e qualidade dos imunobiológicos em todos os recantos deste país. Trata-se de um instrumento uniforme e único destinado a todos que se envolvem nas tarefas do Programa Nacional de Imunizações (PNI). objetivando a excelência de qualidade dos imunobiológicos a serem aplicados. como instrumento essencial de normatização que se complementa pelo de Capacitação de Rede de Frio. destinados à orientação e atualização dos profissionais da área da saúde. . do Centro Nacional de Epidemiologia/FUNASA/MS. vem construindo sua consolidação com esforços. eliminação e/ou controle das doenças imunopreveníveis. Este Manual de Rede de Frio faz parte dos documentos normativos publicados pela CGPNI. que se dedicam à imunização da população brasileira. conseqüentemente. desde a instância central. independente de sua diversidade geográfica e. pretendendo alcançar a imunização de 100% da população-alvo. concisa e clara os anseios que hoje estão nos profissionais que fazem a Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI).

O Programa de Auto-Suficiência Nacional em Imunobiológicos é também transferido para a FNS. pela Portaria n.056. da Organização Pan-Americana de Saúde. Essas normas são estabelecidas com a participação dos órgãos responsáveis pela operacionalização e de outras instituições. A partir de junho de 2000. de 30/10/1975. estabelecidas no Decreto nº 78. necessitavam de uma coordenação central que lhes proporcionassem sincronia e racionalização. Os produtos nacionais ou importados são adquiridos pelo Ministério da Saúde e distribuídos às secretarias estaduais de saúde. de 12/08/1976. sem ônus para os órgãos executores. pela Portaria n. no que se refere à conservação. . de 30/12/1976). pelo caráter episódico e pela reduzida área de cobertura. por delegação do Ministério. podem ser consideradas válidas até o momento: • implantar e implementar as ações do Programa. com descontinuidade. da Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde (SNABS) (criada pelo Decreto nº 79.º 1. ajustando-se.259.RJ. aos seus objetivos e diretrizes técnicas de atuação.2H CH= = =?E = @A1 K E = AI2 1 O PNI foi instituído em 1973. até então. relacionadas com as vacinações de caráter obrigatório. O desenvolvimento do Programa é orientado por normas técnicas estabelecidas nacionalmente. A Coordenação do PNI tem como objetivo contribuir para o controle. dessa forma. instituído em 1986. regulamentada pelo Decreto nº 78. o Programa foi coordenado pela Fundação Serviços de Saúde Pública (SESP). analisar e divulgar as informações referentes ao PNI. controlar e avaliar a execução das vacinações no território nacional. de 21/01/1991. encarregados dos programas de vacinação. Amostras de todos os lotes de imunobiológicos. transporte e à aplicação dos imunobiológicos. No âmbito internacional. eliminação e/ou erradicação das doenças imunopreveníveis.º 46. que é o órgão de referência técnica para os laboratórios produtores. através do Programa de Auto-Suficiência Nacional em Imunobiológicos (PASNI). implantação e implementação dos programas de vacinação a cargo das secretarias de saúde das unidades federadas. operacional e financeiro. implantada em 1982. com a finalidade de coordenar ações que se desenvolviam. nacionais ou importados. • supervisionar. sob a responsabilidade do Ministério da Saúde. criado em 1981. de 05/11/1990. institucionaliza o PNI. foi extinta a SNABS e o PNI foi transferido para a Fundação Nacional de Saúde (FNS). utilizando estratégias básicas de vacinação de rotina e campanhas anuais desenvolvidas de forma hierarquizada e descentralizada. • centralizar. No período de 1974 a 1979. no Rio de Janeiro.231. são analisadas pelo INCQS antes da distribuição para consumo. As competências do Programa. o PNI é parte integrante do Programa Ampliado de Imunizações (PAI). devido à reestruturação da FUNASA. assim. Essas ações conduzidas dentro de programas especiais (erradicação da varíola. O suprimento dos imunobiológicos necessários ao Programa. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) participa também do Programa com apoio técnico. controle da tuberculose) e como atividades desenvolvidas por iniciativa de governos estaduais. A Lei n. a sua aceitação e uniformidade de uso em todo o país.º 6. manipulação. Em 1990. Em 1980 passou a ser responsabilidade da Divisão Nacional de Epidemiologia. A qualidade dos produtos distribuídos é garantida pela atuação do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz . que a partir de 1999 passou a ser parte integrante da Gerência de Imunobiológicos da Coordenação do Programa Nacional de Imunizações (COPNI). é de responsabilidade da instância federal que coordena a importação de produtos e incentiva a produção nacional.331. assegurando. a partir da Central Nacional de Armazenagem e Distribuição (Cenadi). com a reforma administrativa. esta Coordenação passou a ser designada Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI). assim como aos aspectos de programação e avaliação. • estabelecer critérios e prestar apoio técnico e financeiro à elaboração. • estabelecer normas básicas para a execução das vacinações.231. principalmente o desempenho dos órgãos das Secretarias de Saúde.

a operacionalização. recebeu o Certificado da Erradicação da Transmissão da Poliomielite. como o Centro Nacional de Epidemiologia (CENEPI) e a própria CGPNI. O Programa é a referência nacional para as ações de imunizações. As ações voltadas para o grupo de menores de cinco anos. Além disso. principalmente nos menores de cinco anos. o que só aconteceu em 16/04/1991 pelo Decreto n. as secretarias estaduais de saúde são responsáveis pela coordenação do Programa. Os dias nacionais. a supervisão e a avaliação das atividades em articulação com as secretarias municipais de saúde e com as demais instituições envolvidas com as ações de imunizações. também. O PNI tem por objetivo conscientizar esta população da importância da vacinação. estando localizado no Centro Nacional de Epidemiologia (CENEPI). são previstas ações que visam à capacitação de recursos humanos. As decisões e avaliações sobre os aspectos técnicos gerenciais e operacionais do Programa são sistematizadas em documentos técnico-normativo-operacionais e são disseminadas por toda a rede de serviços. Acompanhando as transformações demográficas e epidemiológicas registradas no país. bem como por técnicos de áreas da FUNASA. com vistas ao controle do tétano neonatal e síndrome da rubéola congênita. Outros agravos são objetos da ação do Programa desde que a situação epidemiológica assim o indique. A Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI) faz parte da estrutura organizacional da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). utilizando as vacinas preconizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). do tétano e raiva humana são implementadas na rede básica. São implementadas. nos dias regionais e nacionais de multivacinação e pelas ações específicas de intensificação. o Programa Nacional de Imunizações (PNI) incorpora mais um desafio neste alvorecer de século: ampliar as ações de vacinação para a população de 60 anos e mais e 100% das populações indígenas brasileiras. bem como assessoria técnica. principalmente a partir da realização da multivacinação nos dias nacionais de vacinação contra a poliomielite. desde abril de 1989. da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT). o Brasil conjuntamente com as Américas. melhorando a qualidade de vida. estratégia utilizada desde 1980.º 100/1991.029 de 12/04/1990 autoriza o Poder Executivo a instituir a Fundação Nacional de Saúde (art. executando a programação estadual. são implementadas na rotina. As ações de vacinação para as crianças têm contribuído para reduzir a morbimortalidade por doenças imunopreveníveis.A Lei n. bem como as voltadas para o controle da hepatite B. rubéola e caxumba. como forma de aperfeiçoar o trabalho. buscava-se atingir a meta de vacinar 90% da população menor de cinco anos com as vacinas tríplice. O apoio técnico-científico às decisões sobre imunizações é proporcionado pelo Comitê Técnico Assessor de Imunizações (Portaria n° 389 de 6/5/1991).º 8. No âmbito das unidades federadas. supervisão e acompanhamento das atividades em instâncias estadual e municipal. de 12 a 49 anos. por pediatras e infectologistas que representam as cinco macrorregiões do país. BCG e contra a poliomielite e 95% contra o sarampo. cobrindo a totalidade dos nascidos em cada ano e completando o esquema daqueles que. Com isso. integrado por representantes da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). bem como a vacinação de escolares e os demais segmentos da população para controlar o tétano acidental. As ações de controle da febre amarela. A partir de 1990 grandes esforços foram desenvolvidos visando ao aperfeiçoamento do Programa nos seus aspectos técnicos. permitiram a não ocorrência de casos dessa doença. principalmente para os órgãos executores dessas ações: as secretarias estaduais e municipais de saúde. gerenciais e operacionais. não foram vacinados no primeiro ano de vida. Em setembro de 1994. 11). contra influenza (contra gripe) e pneumococo. . as ações voltadas para a vacinação das mulheres em idade fértil. para esta faixa etária: dT (difteria e tétano). como no aumento de casos das meningites. por diferentes motivos.

haja vista que são produtos termolábeis. 6. desde o laboratório produtor até o momento em que a vacina é administrada. e deve ter as condições adequadas de refrigeração. É necessário. manipulação. comprometendo a potência e eficácia dos imunobiológicos. . mantê-los constantemente refrigerados. A Rede de Frio é composta basicamente dos seguintes elementos (figura 1): 1. regional ou distrital e municipal/local. O calor acelera a inativação dos componentes imunogênicos. O objetivo final da Rede de Frio é assegurar que todos os imunobiológicos administrados mantenham suas características iniciais.7 )5) - K D  F C  . 5.HE A Rede de Frio ou Cadeia de Frio é o processo de armazenamento. Um manuseio inadequado. Transporte entre as instâncias. 4A@A@A. Instâncias de armazenamento. a fim de conferir imunidade. 2. um equipamento com defeito. 3. estadual. ou falta de energia elétrica podem interromper o processo de refrigeração. se deterioram depois de determinado tempo quando expostos a variações de temperaturas inadequadas à sua conservação. Equipamentos. Equipe técnica. utilizando instalações e equipamentos adequados em todas as instâncias: nacional. portanto. Controle de Temperatura. conservação. distribuição e transporte dos imunobiológicos do Programa Nacional de Imunizações.HE   4A@A@A. 4. Financiamento. isto é.

HE LABORATÓRIO PRODUTOR INSTÂNCIA NACIONAL TRANSPORTE CÂMARA FRIA INSTÂNCIA ESTADUAL CÂMARA FRIA CAIXA TÉRMICA TRANSPORTE INSTÂNCIA REGIONAL GELADEIRA COMERCIAL CAIXA TÉRMICA TRANSPORTE FREEZERS INSTÂNCIA LOCAL CAIXA CAIXA TÉRMICA GELADEIRA .ECKH= .7 )5) - K D  F C  .. KN CH= =@=4A@A@A.

• alarmes de baixa e alta temperatura para alertar a ocorrência de falta de energia elétrica. são ambientes especialmente projetados para a armazenagem de produtos predominantemente em baixas temperaturas e em grandes volumes (figura 2). . sem perda da sua capacidade imunogênica. • antecâmara. tais como: • isolamento das paredes internas do ambiente a ser refrigerado. Os imunobiológicos podem em algum momento estar conservados em temperatura entre +2° e +8°C. para facilitar a distribuição do ar frio pelo evaporador. tanto positivas quanto negativas. com boa circulação de ar. para eventual defeito do outro. . essas câmaras são projetadas para operarem em temperatura de +2ºC e -20°C.-GKEF= A J I@=HA@A@ABHE  + =H=IBHEC H BE?=I Também denominadas quartos frios ou câmaras frias. de acordo com a especificação do produtor.7 )5) - K D  F C ! . registrador de umidade (higrômetro). Especificamente para os imunobiológicos. observada a data de validade especificada no produto. • sistema de alarme com registrador de temperatura (termógrafo). • alarme audiovisual indicador de abertura de porta. além de princípios específicos. Podem ser reguladas para trabalhar mantendo as mais diversas temperaturas.ECKH=  + =H=BHEC H BE?= O seu funcionamento de uma maneira geral obedece aos princípios básicos de refrigeração. objetivando auxiliar o isolamento do ambiente e prevenir a ocorrência de choque térmico aos imunobiológicos. • dois sistemas independentes de refrigeração instalados: um em uso e outro em reserva. • compressor e condensador dispostos na área externa à câmara. • sistema de ventilação no interior da câmara. com temperatura de +4°C.

• fazer a limpeza da câmara com pano úmido. termógrafo ou equipamento de automação). uma vez ao mês. mantendo-a sempre limpa. O formulário próprio para registro da revisão mensal encontra-se em anexo. para possibilitar menor perda de imunobiológicos por vencimento do prazo. HC= E = E JAH = As câmaras são dotadas de prateleiras. E somente abrir a câmara depois de fechada a antecâmara. após análise dos mesmos.nº do lote. de que a vedação da porta da câmara é adequada. diariamente. • observar para que a luz interna da câmara não permaneça acesa quando não houver pessoas trabalhando em seu interior. Os imunobiológicos devem ser armazenados da seguinte forma: • nome do imunobiológico. no início da tarde e no final do dia. .10 doses .prazo de validade. com equipamento disponível (termômetro. casaco com capuz. não tem qualquer reentrância.ordem alfabética (instâncias estadual/regional). A luz é grande fonte de calor.) =H A@AJA FAH=JKH=? BHAA AHI @EI?=@ HJA AB E? F=H=? =H=I CA =@AEH=IA Este equipamento é composto por um discador telefônico. de tal forma que. se sua borracha não apresenta ressecamento. Este equipamento dispõe de um sistema de alimentação de dupla voltagem (selecionável) que faz a recarga da bateria. abaulamento em suas bordas e a trava de segurança está em perfeito funcionamento. caso a câmara seja grande.). • testar os alarmes antes de sair. certificar-se de que a luz interna foi apagada. Aqueles com menor prazo de validade deverão ter prioridade na distribuição. separar por: . • certificar-se. . isto é. • no final do dia de trabalho. . Os imunobiológicos armazenados devem ser acondicionados nas prateleiras. no início da jornada de trabalho. .enfrascagem (uma dose .7 )5) - K D  F C " . Isto deverá ser feito pelo coordenador estadual do Programa ou seu substituto. se a carga de tinta e o disco dos termógrafos acabaram. ao final da jornada de trabalho. • usar equipamento de proteção individual para trabalhar dentro da câmara: calça. diariamente. uma bateria e um ou mais sensores de temperatura (termostatos). de que a porta da câmara esteja fechada corretamente.laboratório produtor. quando a temperatura de algum dos equipamentos estiver fora da faixa permitida. em caso de corte no fornecimento de energia elétrica. • verificar. quando necessário utilizar sabão neutro. • semanalmente a coordenação estadual deverá receber do responsável pela Rede de Frio o gráfico de temperatura das câmaras e dar o visto. Observação: Este equipamento deverá ser submetido à manutenção preventiva conforme formulário em anexo. +KE@=@ I> IE? I • fazer a leitura da temperatura interna. preferencialmente metálicas (aço inox).20 doses. e corretiva quando necessário. botas. que são ligados em paralelo ao equipamento. • não deixar a porta aberta por mais de um minuto ao colocar ou retirar imunobiológico. É ainda capacitado para efetuar três ligações a três diferentes telefones. o sistema continuará operando com a alimentação de 12 volts DC proveniente das baterias. Deve-se observar também a validade dos lotes. de que todas as pessoas tenham saído. etc. de forma a permitir a circulação de ar entre as mesmas. . luvas.

com isolamento de suas paredes em poliuretano. . para possibilitar menor perda dos imunobiológicos por vencimento do prazo. abaixo do gabinete. Estes equipamentos devem ser do tipo horizontal.prazo de validade. Os imunobiológicos devem ser armazenados da seguinte forma: • nome do imunobiológico. etc. .7 )5) - K D  F C # .laboratório produtor. sem incidência da luz solar direta e longe de equipamentos que desprendam calor. preferencialmente. de forma a permitir a circulação de ar entre os produtos ou as caixas.). tendo o cuidado de não usar o mesmo equipamento em que estão armazenados os imunobiológicos. Atenção: Cada freezer deverá ter afixado na parte externa frontal uma placa de identificação contendo os dados dos itens acima citados. para estocagem de vacinas a -20ºC. separar por: .HAA AHI K? CA =@ HAI * >E =I@A/A 4A?E? LA =? CA =H HC= E = E JAH = Como os freezers são dotados somente de um compartimento. Deve-se observar também a validade dos lotes. principalmente aquele dotado de várias portas pequenas na parte superior (figura 3). É o equipamento mais eficiente e confiável para conservação em temperaturas negativas. deve-se ter o cuidado de armazenar os imunobiológicos. evaporadores nas paredes (contato interno) e condensador/compressor em áreas projetadas no corpo. * >E =I@A/A 4A?E? LA  ? CA =@= +KE@=@ I> IE? I • fazer a leitura da temperatura diariamente no início da jornada de trabalho da manhã. da tarde e no final do dia. uma vez que o condensador necessita dissipar calor para o ambiente. aproximadamente. Se ao puxar o papel a .enfrascagem (uma dose.nº de lote. para não comprometer a conservação destes. • não deixar a porta aberta sem necessidade. . somente para acondicionamento e retirada de imunobiológicos e gelo reciclável. 20 doses. usando-se uma tira de papel com 3cm de largura. Atenção: O equipamento deve ficar sobre suporte (pés com rodinhas – ver figura 3) para evitar a oxidação das chapas da caixa em contato direto com o piso úmido e facilitar sua movimentação. Sua instalação deve ser em local bem arejado. Coloca-se a tira de papel entre a borracha da porta e a geladeira. • certificar-se de que a porta está vedando adequadamente. Os freezers também são usados para congelar as bobinas de gelo reciclável.! .HAA AHI K? CA =@ HAI São equipamentos destinados.ECKH=!  . registrando-as no formulário próprio. Aqueles com menor prazo de validade deverão ter prioridade na distribuição. 10 doses. .

borracha apresentar resistência. a vedação está adequada. As unidades de saúde que dispuserem de geladeira para outro fim poderão utilizá-la para refrigerar a água que será usada para abastecer as 12 garrafas e em seguida colocá-las na geladeira da vacina de uma só vez. modificação abrupta de temperatura no interior da geladeira. soros ou caixas com as vacinas conservadas entre +2 e +8ºC.5cm. • na terceira prateleira pode-se colocar os diluentes. levando as vacinas a choque térmico. e corretiva quando necessário. evitando-se. não deixar acumular gelo nas paredes. " /A =@AEH=@ IJE?= As geladeiras. • retirar todas as gavetas plásticas e suportes que existam na parte interna da porta. que contribuem para a lenta elevação da temperatura interna da geladeira (figura 4). • na segunda prateleira devem ser colocadas as vacinas que não podem ser submetidas à temperatura negativa (dT. • usar tomada exclusiva para cada equipamento. e no lugar da gaveta grande preencher toda parte inferior exclusivamente com 12 garrafas de água com corante. devem ser organizadas de acordo com as seguintes recomendações (figura 4): • no evaporador (congelador) colocar gelo reciclável (gelox ou bobinas com água) na posição vertical. DTP. em espessura maior que 0. Esta norma contribui para a elevação lenta da temperatura. porém. colocar termômetro de máxima e mínima na posição vertical. • na primeira prateleira devem ser colocadas as vacinas que podem ser submetidas à temperatura negativa (contra poliomielite. A vacina pode. especialmente nos quatro ângulos. Não devem ser usadas bobinas de gelo reciclável como substitutas das garrafas. pois a evaporação acelera a formação de gelo no evaporador. no centro.7 )5) - K D  F C $ . " 4ABHECAH=@ HAI KCA =@AEH=I São equipamentos de uso doméstico que na Rede de Frio são destinados à estocagem de imunobiológicos em temperaturas positivas a +2ºC. vez que o gelo é um material isolante e não deixa passar o frio. . rubéola. se o papel sair com facilidade. tendo o cuidado de permitir a circulação do ar entre as mesmas. em pé (figura 4). Essas garrafas devem ser tampadas para que a água não evapore. influenza. febre amarela. porque isto compromete a conservação das vacinas. tríplice viral) dispostas em bandejas perfuradas para permitir a circulação de ar (figura 4). utilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações. Hib. Este teste deverá ser feito em vários pontos da porta. • A geladeira que não possuir o quantitativo de 12 garrafas de água deverá ser abastecida com o número necessário. e entre as paredes da geladeira (figura 4). Essa providência é de vital importância para manter a temperatura da geladeira entre +2°C e +8°C quando ocorrer falta de energia ou defeito no equipamento. • fazer o degelo a cada 30 dias ou sempre que for necessário. dessa forma. Hepatite B. colocando-se duas unidades por dia até atingir o número recomendado (12). estar em uma temperatura entre +2o e +8oC sem sofrer perda de potência (em armazenamento). Observação: Este equipamento deverá ser submetido à manutenção preventiva conforme formulário anexo. oferecendo proteção aos imunobiológicos na falta de energia elétrica ou defeito do equipamento. com capacidade a partir de 280 litros. também em bandejas perfuradas ou nas próprias embalagens do laboratório produtor (figura 4). TT e BCG). em algum momento. devendo para isto estar regulados para funcionar nesta faixa de temperatura. sarampo. • na segunda prateleira. deverá ser trocada a borracha. A porta do evaporador (congelador) e a bandeja coletora sob este deverão ser mantidas (figura 4).

No congela dor (evaporador): • gelo r eciclável ( *) . Desta forma.ECKH="  HC= E = E JAH =@=CA =@AEH= .Na prateleira inferior: • garrafas com água e um corante (*) O gelo r eciclável e as garrafas com água ser vem para manter a temperatura baixa em caso de defeito ou falta de energia. (***) O ter mômetro deve ficar em pé.Na terceira prateleira: • estoque de vacinas • soros • diluentes .. O congelador do frigobar não produz gelo na quantidade necessária. afixado com barbante ou arame.Na primeira prateleira: • vacinas que podem ser submetidas à temperatura n egativa(**) . bem como não possui espaço físico suficiente para armazenamento de bobinas de gelo reciclável. (**) Organizar os imunobiológicos em bandejas perfuradas. O evaporador desse tipo de geladeira não é elemento de segurança contra as bruscas elevações de temperatura em caso de defeito ou falta de energia elétrica.não colocar imunobiológ icos.7 )5) - K D  F C % . E ainda a espessura do isolamento das paredes do frigobar facilita a troca de calor com o ambiente externo. vez que não se localiza no compartimento destinado ao armazenamento.não colocar qualquer outro produto ou objeto.Na segunda prateleira: • termômetro de máxima e mínima • vacinas que não podem ser submetidas a temperaturas negativas (***) . (*) Observação: Não devem ser usadas geladeiras duplex (evaporadores separados do restante) e/ou frigobar. . . .Na porta: . não dá segurança contra as bruscas elevações de temperatura em caso de defeito ou falta de energia elétrica.

sem incidência de luz solar direta. • não permitir armazenar outros materiais (laboratório odontológico. • usar tomada exclusiva para cada geladeira. diariamente. no início da jornada de trabalho e no final do dia e anotar no formulário de controle diário de temperatura.ECKH=") /A =@AEH=E =@AGK=@=F=H=? IAHL= @AL=?E =I . em ambiente climatizado. • instalá-la em local arejado. bebidas. alimentos. • colocar na base da geladeira suporte com rodas. • fazer o degelo a cada 15 dias ou quando a camada de gelo for superior a 0."  +KE@=@ I> IE? I • Fazer a leitura da temperatura. .7 )5) - K D  F C & NÃ O . • manter afixado na porta aviso para que esta não seja aberta fora do horário de retirada e/ou guarda das vacinas. • não colocar qualquer elemento na geladeira que dificulte a circulação de ar. • não armazenar absolutamente nada na porta. bem nivelada e afastada 20cm da parede. distante de fonte de calor. se houver mais de uma. (figura 4A). • certificar-se de que a porta está vedando adequadamente.5cm. etc.

. febre amarela) empilhadas nas próprias embalagens (caixas). A espessura do isolamento das paredes dessas geladeiras deve ser de no mínimo 5cm. em armazenamento. são as que estão entre 600 a 1. geralmente em instância regional ou municipal de grande porte. sarampo. tendo em vista que na geladeira comercial o ar é movimentado por um ventilador.Na 2ª prateleira: • vacinas que não podem ser submetidas a temperaturas negativas . A vacina pode estar entre +2ºC e +8ºC sem sofrer perda de potência. tendo-se o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas. para isto. (figura 4B). .Na prateleira inferior: • 30 garrafas com água e um corante "   HC= E = E JAH = • Na primeira prateleira devem ser armazenadas as vacinas que podem ser submetidas à temperatura negativa (contra poliomielite.7 )5) - K D  F C ' . O seu funcionamento em relação à geladeira doméstica diferencia na circulação do ar interno." /A =@AEH=+ AH?E= São equipamentos de uso comercial que na Rede de Frio são destinados à estocagem de imunobiológicos em temperaturas positivas a +2ºC. As geladeiras comerciais comuns utilizadas na Rede de Frio dos estados.Na 1ª prateleira: • vacinas que podem ser submetidas a temperaturas negativas M ÍN IMA M ÁXIMA Termômetro de Máxima e Mínima na 2ª prateleira .200 litros de capacidade.ECKH="* /A =@AEH=? AH?E= . equipadas com um pequeno evaporador e quatro ou seis portas. estar regulados para funcionar nesta faixa de temperatura. devendo.Na 3ª prateleira: • vacinas de conservação a +2ºC • soros • diluentes . Atenção: As geladeiras comerciais não devem ser usadas em sala de vacina. permitindo a circulação de ar entre as caixas.

Cuidados: dispor essas vacinas afastadas. • Usar tomada exclusiva para cada geladeira. Pneumococo. aviso para que a geladeira não seja aberta fora do horário de retirada e/ou guarda dos imunobiológicos ou mensuração de temperatura.7 )5) - K D  F C   . modificação abrupta de temperatura no interior da geladeira. • Fazer o degelo a cada 15 dias ou quando a camada de gelo for superior a 0. empilhadas nas próprias embalagens (caixas). " +KE@=@ I> IE? I • Fazer a leitura da temperatura diariamente no início da jornada de trabalho da manhã e no da tarde e ao final do dia. no centro. • Manter afixado. Este teste deverá ser feito em vários pontos da porta. com os devidos cuidados. desta forma. • Instalá-la bem nivelada. " ! 6AH IJ=J  K? JH A@AJA FAH=JKH= O termostato é um mecanismo destinado a abrir e fechar um circuito elétrico. de incidência de luz solar direta. no mínimo 15cm (quinze centímetros) da parede de fundo da geladeira (na parede de fundo da primeira prateleira está localizado o ponto mais frio desta geladeira). se o papel sair com facilidade deverá ser trocada a borracha. BCG. DTaP) e portanto devem ser armazenadas em temperatura a +2ºC. • Na segunda prateleira. • Colocar na base da geladeira suporte com rodas. Hib. em cada porta do equipamento. ser utilizada para as vacinas conservadas em temperatura entre +2ºC e +8ºC. Esse procedimento é importante porque contribui para a manutenção da temperatura interna a +2ºC e para que na falta de energia elétrica ou defeito do equipamento a elevação da temperatura interna seja mais lenta. • Para abastecer a geladeira com a quantidade de garrafas recomendadas no item acima é necessário considerar: a) Se as garrafas com água estiverem à temperatura ambiente deverão ser colocadas apenas duas unidades por dia até atingir a quantidade recomendada (30 garrafas). • Não permitir armazenar outros materiais. permitindo a circulação de ar entre as caixas. colocar termômetro de máxima e mínima na posição vertical (em pé). b) Se as garrafas com água já estiverem refrigeradas pode-se colocá-las de uma só vez. empilhadas nas próprias embalagens (caixas). a 20cm da parede e a 40cm de outro equipamento. Deve-se ter também o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas permitindo a circulação de ar entre as caixas. levando as vacinas a choque térmico. • Na segunda prateleira devem ser armazenadas as vacinas que não podem ser submetidas à temperatura negativa (dT. mediante um dispositivo termostático que atua por meio de mudança de temperatura no equipamento de refrigeração. • Instalá-la distante de fonte de calor. porém. Se ao puxar o papel a borracha apresentar resistência está em perfeito estado. Observação: para verificar se a borracha da porta da geladeira está vedando adequadamente. • Certificar-se de que a porta está vedando adequadamente. evitando-se. Observação: as garrafas devem ser tampadas para que a água não evapore (a evaporação da água contida nas garrafas contribui para a formação de gelo no interior da geladeira).Observação: considerando que a instância regional e/ou estadual possui freezers para armazenamento de vacinas à temperatura de -20ºC. em ambiente climatizado à temperatura de até +18ºC. DTP. TT. especialmente nos quatro ângulos. . tendo-se o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas permitindo a circulação de ar entre as caixas. tendo-se o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas. ou para desligá-lo quando a temperatura alcançada for a pretendida. permitindo a passagem ou não da corrente elétrica. • No compartimento inferior deve-se manter no mínimo 30 garrafas com água colorida à base de iodo ou corante. • Na terceira prateleira pode-se colocar caixas com soros ou com as vacinas de conservação a +2ºC.5cm. registrando-se no formulário de controle diário de temperatura. • Não colocar qualquer elemento na geladeira que dificulte a circulação de ar. pólio inativada. deve-se pegar uma tira de papel com 3cm de largura aproximadamente e colocá-la entre a borracha da porta e a geladeira. É utilizado para pôr em funcionamento o compressor do sistema. Hepatite B. influenza. esta prateleira pode.

em média. a parte posterior da primeira prateleira chegue a apresentar temperaturas negativas. mantendo a temperatura recomendada (+2ºC a +8ºC) e vedar as caixas com fita gomada. É necessário. indicam. para os mais diversos usos. pode acontecer que não se consiga uma grande precisão. termostato para ambiente. testar a estabilidade do aparelho. deve ser realizado em várias sessões e depois de transcorrido certo tempo entre os ajustes (uma hora para cada ajuste). Geralmente as temperaturas registradas pela manhã são mais baixas que as da tarde. O botão de regulagem vai permitir que o compressor seja acionado por mais ou menos tempo. segundo a temperatura desejada. Para isso. termostato para evaporador. se houver. deve-se fazer a limpeza da geladeira periodicamente. tendo em vista que à noite a temperatura ambiente é mais baixa e a geladeira não é aberta. pois esse procedimento pode danificar os tubos de refrigeração. o que se faz deslocando o termômetro para vários pontos distintos. A regulagem do termostato da geladeira para atingir a temperatura mínima de +2 °C é feita no sentido de se evitar que. até que todo o gelo aderido se desprenda: não usar faca ou outro objeto pontiagudo para a remoção mais rápida do gelo. por um período de 24 horas. É necessário. • ao iniciar o funcionamento de um equipamento novo. Ao se fazer o sistema funcionar em temperatura determinada. ) KIJA@ JAH IJ=J  4ACK =CA @=JA FAH=JKH= Para regular a temperatura deve-se colocar um termômetro dentro do gabinete frigorífico. apenas. em virtude do equipamento utilizado ou da qualidade do termostato. tarde ou noite). ou para uma caixa térmica com gelo reciclável. ocasiona modificação da temperatura interna da geladeira de tal forma que serão necessários 30 minutos. primeiro. distinguem-se três tipos: 1. para que a temperatura original se estabilize. recomenda-se: • transferir os imunobiológicos para outra geladeira. • as leituras de temperatura devem ser feitas depois de transcorrido pelo menos uma hora para cada ajuste. deve-se ter o cuidado de abrir a porta somente no ato de regular e ler o termômetro. em ambiente com uma temperatura externa de 40°C. efetuando-se a seguir os ajustes do termostato. e com o termostato automaticamente conectando e desconectando o compressor por sensibilidade à temperatura. 2. por mínimo que seja. Cada movimento de ajuste. 3. Isso é de grande importância. termostato para líquido. portanto. Os números ou letras indicados no botão de regulagem dos termostatos não têm relação direta com a temperatura. ou quando a camada de gelo atingir 0. ou colocando um termômetro em cada um destes pontos. durante as horas noturnas. procurar uma temperatura média entre os intervalos daquelas requeridas. dependendo do horário em que são feitas as leituras (manhã. movendo-se o botão de regulagem para a esquerda ou direita. não coloque as vacinas de imediato. • dentro do espaço frigorífico de um equipamento de refrigeração nem sempre existe uma mesma temperatura em todo o ambiente. O compressor deve funcionar segundo um determinado ciclo (funcionando e desligando por intervalos de tempo) que será uma referência de que o sistema está funcionando com a temperatura requerida sendo alcançada. • o equipamento de refrigeração pode apresentar temperaturas diferentes. se o compressor funcionará por mais ou menos tempo. a cada 15 dias. .Dentre a grande variedade de termostatos. 4A? A @= AI • Ao ajustar a temperatura. • desligar a tomada e abrir as portas da geladeira e do congelador. por isto deve-se localizar quais as variações internas de temperatura.5 centímetro. • a abertura da porta por um tempo de três minutos. " "  E FA =@=CA =@AEH= Para que sejam mantidas as condições ideais de conservação dos imunobiológicos. haja vista que o sistema requer certo tempo para estabilizar a temperatura.7 )5) - K D  F C   .

a instância central estadual ou regional da Rede de Frio (secretaria estadual ou órgão regional de saúde) necessita ser informada sobre as circunstâncias em que essas situações ocorreram. o acondicionamento dos imunobiológicos em caixas térmicas.Caso a geladeira em uso não apresente um perfeito estado de funcionamento e sua temperatura variar entre +6°C e +8°C com freqüência. também. apresentando variação de temperatura de +2°C a +4°C. Recomenda-se que. especialmente nos quatro ângulos. . Se ao puxar o papel a borracha apresentar resistência está em perfeito estado. onde poderão permanecer até 24 horas. utilizando-se a devida técnica. verificando a temperatura após esse período. recebem e utilizam esses produtos. deve-se pegar uma tira de papel com 3cm de largura aproximadamente e colocá-la entre a borracha da porta e a geladeira. por exemplo. porém se o papel sair com facilidade deverá ser trocada a borracha. • limpar a geladeira com um pano umedecido em solução de água com sabão neutro.recolocar o termômetro.manter as portas fechadas por uma hora. deve ser uma constante preocupação daqueles que distribuem. Quando a temperatura da geladeira ultrapassar +8°C os imunobiológicos deverão ser colocados sob suspeita. .Se a geladeira está em perfeito estado de funcionamento.7 )5) - K D  F C  .ligar a geladeira. as 12 garrafas e o gelo reciclável. . transferir as caixas térmicas com os imunobiológicos para o serviço de saúde mais próximo ou para a instância regional. seja identificada a chave responsável pela condução de energia para a sala de vacinação.O serviço de saúde deverá dispor de bobinas de gelo reciclável congeladas para serem usadas no acondicionamento dos imunobiológicos em caixas térmicas quando a interrupção do fornecimento de energia elétrica durar mais que oito horas. • Corte de energia elétrica: nessa situação recomenda-se: . Caso o defeito identificado não seja solucionado e a corrente elétrica não se restabeleça até o encerramento dos trabalhos da unidade de saúde. desde a sua produção até o momento em que ele é administrado. deverá ser providenciado em uma hora. Em ambos os casos deverão ser tomadas providências para evitar a perda dos imunobiológicos acondicionados no mesmo: • Defeito técnico: os imunobiológicos deverão ser acondicionados em caixas térmicas mantendo a temperatura recomendada de +2ºC a +8ºC. a permanência dos imunobiológicos nesse equipamento não deverá ser por mais que duas horas e meia. Nessa chave deve-se colocar um aviso para que nunca seja desligada sem comunicar com antecedência ao responsável pelos imunobiológicos. • após a limpeza: . manter a articulação constante com a empresa local de energia elétrica. $ 1 K >E CE? II >IKIFAEJ= A manutenção da qualidade do imunobiológico. Observação: Para verificar se a borracha da porta da geladeira está vedando adequadamente. É importante. a fim de ter informação prévia sobre eventuais cortes de energia. . Nas situações de emergência. para tomar providências de acordo com a ocorrência. Este teste deverá ser feito em vários pontos da porta. na caixa de distribuição da força elétrica. a partir do início da falta de fornecimento de energia elétrica. # 5EJK= AI@AA AHC ?E= A geladeira pode deixar de funcionar por dois motivos. deve-se mantê-la fechada por um período máximo de oito horas.• não mexer no termostato. Não jogar água no interior do refrigerador. .Em situações em que o equipamento de refrigeração apresentar as condições acima mencionadas e não se tiver estimativa do tempo em que a energia elétrica permanecerá interrompida. Quando a mesma estiver entre +2ºC e +8°C recolocar as vacinas e soros nos seus devidos lugares. ou sabão de coco. .

entretanto. de acordo com a situação do estado). Será necessário o preenchimento correto do formulário para Avaliação de Imunobiológicos sob Suspeita. dependendo do imunobiológico. Além disso. • identificar o imunobiológico sob suspeita. deve-se adotar as seguintes providências: • suspender de imediato a utilização do imunobiológico. • o imunobiológico sob suspeita poderá ser remetido à instância imediatamente superior.) e. HB. constituem material biológico infectante que deve receber tratamento prévio antes de ser desprezado. etc. Hib. local e condições de armazenamento. Quando um imunobiológico é colocado sob suspeita deve ser submetido a processos de análise e/ou reteste. mínima e do momento atingida e o tempo em que o imunobiológico permaneceu nesta temperatura. os imunobiológicos devem ser examinados para se verificar. o qual deverá ser enviado pela Coordenação Estadual do PNI à Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações. no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS. . data da validade do lote.Em qualquer situação. por isso. avaliará a situação de suspeita recomendando ou não o reteste (processo bastante dispendioso). O descarte de grandes volumes de imunobiológicos deverá ser feito através da Central Regional ou Estadual de Imunizações. A decisão final sobre a realização ou não de reteste dos imunobiológicos será de competência da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações. poliomielite. Alguns produtos são compostos por microorganismo vivos atenuados (vacinas contra: sarampo. necessidade de acondicionamento adequado ou por determinação do coordenador estadual do PNI). é importante se verificar as condições de conservação do estoque. com conhecimento. procedência. orientação e acompanhamento da Vigilância Sanitária e proceder conforme condições técnicas locais (incineração. $  1 KJE E = @ IE K >E CE? II >IKIFAEJ= Muitas vezes o quantitativo de imunobiológicos sob suspeita não justifica a realização de reteste. por sua vez. até decidir sobre a realização ou não do reteste. devidamente acondicionado em caixas térmicas e acompanhado do documento de devolução. mantendo-o sob refrigeração adequada. por exemplo. É importante ressaltar. Os compostos por produtos de bactérias e vírus mortos ou sintéticos obtidos por engenharia genética (as vacinas DTP. • registrar o problema identificando a causa no formulário padronizado de Avaliação de Imunobiológicos sob Suspeita. ou indicar a autorização para utilização ou descarte do imunobiológico. Observações: • As vacinas não poderão ser inutilizadas sem autorização por escrito da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações. • O tempo de duração do reteste. Por outro lado.) Observação: Os municípios de grande porte que preencherem os requisitos necessários. dT. autoclavagem. poderão proceder o descarte. etc. • contatar a rede de frio imediatamente superior (local para o municipal.) não precisam receber tratamento especial antes de serem inutilizadas. bem como elevação da temperatura da vacina superior a +8°C. é importante levar em conta a temperatura máxima.7 )5) - K D  F C  ! . os imunobiológicos devem ter um destino adequado que será determinado pela Coordenação Estadual/ Regional do Programa. etc. varia entre 45 e 90 dias. regional ou estadual. tuberculose. registrando o número do lote. que ao colocar um imunobiológico sob suspeita. no caso de alterações da temperatura. no transporte e na utilização dos imunobiológicos. Esta. outras vezes o resultado da reanálise orienta a não utilização do produto. assinado pelo responsável (no caso de falta de espaço nos armazenamentos. acima citados. Nesses casos. a presença de substâncias estranhas ou alterações da cor e da consistência do produto. DT. quantidade. aterro. febre amarela.

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Caso a própria unidade seja responsável pela destinação final de seus resíduos, recomenda-se para a inutilização das vacinas compostas por microorganismos vivos a autoclavagem durante 15 minutos, à temperatura de 127ºC, sendo que não há a necessidade de abrir os frascos para este processo. Na falta da autoclave, orienta-se esterilizar em estufa por duas horas a 170ºC, sendo que neste processo os frascos não precisam estar abertos. Após tratamento em autoclave ou estufa, os frascos das vacinas poderão ser desprezados como lixo comum, conforme Resolução n° 5, de 5/8/1993 do Conselho Nacional de Meio Ambiente. Nos locais com coleta de lixo hospitalar sistemática, os imunobiológicos inutilizados deverão ser acondicionados em sacos plásticos resistentes brancos, especificados para lixo hospitalar, identificados como material contaminante antes de serem desprezados. Nesse caso não é necessário submetê-los a qualquer processo de esterilização. Ocorre que essa coleta especial não é comum na rede de serviços do país, sendo importante adotar os procedimentos indicados antes de acondicionar os produtos que serão desprezados, de forma a impedir a disseminação de agentes patogênicos ou de outra forma de contaminação acima de limites aceitáveis. Na falta de um sistema municipal de disposição final, o serviço produtor dos resíduos (sala de vacinação) ficará responsável por essa disposição, bem como pelo eventual tratamento a que o lixo necessita ser submetido (principalmente o lixo composto por resíduos infectantes e especiais). %  KJH IJEF I@ACA =@AEH= %  /A =@AEH==C I A AJHE?E@=@A É indicada para os lugares em que existem constantes cortes de energia, tendo em vista que dispõe de duas fontes de energia para seu funcionamento: o gás (butano ou propano) e energia elétrica. Sua capacidade varia entre 170 e 240 litros e o seu consumo é de 0,6 litros de gás em 24 horas de funcionamento a uma temperatura ambiente de 32°C. Uma vez cortada a energia este equipamento leva três horas para ter a sua temperatura elevada a 10°C e a sua capacidade para produção de gelo é de 3,6kg por 24 horas de funcionamento. % /A =@AEH=? F=HA@AI@ACA HA?E? LA

Esta geladeira trabalha acumulando frio ao congelar uma determinada quantidade de bobinas de gelo reciclável, que é colocada em suas paredes. Uma vez cortada a energia e este equipamento tenha funcionado no mínimo oito horas até o momento do corte, a temperatura de +2°C a +8°C será mantida por 24 horas. % ! /A =@AEH= A AHCE=I =H Como o próprio nome está dizendo, são geladeiras que funcionam através de painéis que absorvem a luz do sol. Só é recomendada para aqueles lugares onde é impossível obter energia elétrica ou a gás. Seu uso é muito limitado em função do alto custo, que varia entre 2.500 a 4.500 dólares para geladeiras com capacidade entre 18 e 85 litros. Para armazenar a energia do sol, utilizam baterias especiais (ciclo profundo), que têm uma duração aproximada de três a quatro anos e custo de reposição de 1.500 dólares. & +=EN=I6 H E?=I São produzidas com material térmico do tipo poliuretano ou poliestireno expandido (ex.: isopor, isonor), sendo esta última a mais utilizada no transporte de imunobiológicos entre os diversos laboratórios produtores até a sala de vacina, inclusive vacinação extramuros (figura 5).
.7 )5) - K D  F C  "

.ECKH=# +=EN=IJ H E?=I

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+=EN=J H E?=@A F EAIJEHA  ANF= @E@ AN EI F H EI H

A caixa térmica deve ser organizada para manter a temperatura de conservação dos imunobiológicos a -20°C ou entre +2°C e +8°C por um determinado período de tempo, de acordo com o imunobiológico a ser armazenado ou transportado. Deve-se utilizar flocos de isopor para preencher os espaços vazios, com o objetivo de diminuir a quantidade de ar existente na caixa e assim manter melhor a temperatura. Não utilizar sacos com gelo solto porque não existe forma de se acondicionar facilmente na caixa, e que devido a sua forma irregular, permanecerão espaços vazios entre o isolamento e a vacina, o que será prejudicial à manutenção da temperatura adequada. &  +KE@=@ I> IE? I? =?=EN=J H E?=

• verificar as condições da caixa, observando se existem rachaduras, furos; se o dreno (quando existir) está vedado e verificar as condições da tampa; • lavar e secar cuidadosamente as caixas após cada uso. Manter as caixas térmicas sem a tampa, até que estejam completamente secas. Após a secagem, tampá-las e armazená-las em local adequado; ' * >E =I@A/A 4A?E? LA São constituídas por um frasco plástico (geralmente polietileno), contendo hidroxietil celulose em concentração comestível, conservante e água (gelo reciclável de gel); ou apenas água e conservante (gelo reciclável de água), encontradas no mercado em várias dimensões.

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O Programa Nacional de Imunizações recomenda para a conservação de imunobiológicos apenas a bobina de gelo reciclável de gel com capacidade de 1 litro, as quais são utilizadas apenas para o transporte de produtos em temperatura positiva (entre +2ºC e +8ºC). Para o transporte de imunobiológicos em temperatura negativa, é utilizado o gelo seco (CO2). Durante o processo licitatório para aquisição deste produto, deverão ser exigidas das empresas licitantes amostras para serem submetidas aos seguintes testes: a) Manter as bobinas em freezer durante um período mínimo de 48 h; b) Colocar as bobinas congeladas em caixa térmica que atenda às especificações contidas neste manual e monitorá-la durante 48 horas, verificando se a temperatura preconizada para conservação de imunobiológicos durante o transporte se mantém por 24 horas no mínimo; e se ao completar as 48 horas de monitoramento ainda apresenta temperatura máxima de até +8ºC. '  +KE@=@ I? =I> >E =I@ACA HA?E? LA

• como complemento indispensável da caixa térmica, o programa recomenda a utilização de gelo reciclável de gel, como descrito anteriormente; • caso o frasco plástico seja danificado, deixando vazar seu conteúdo, no total ou em parte, a bobina deverá ser desprezada. NUNCA USAR ÁGUA COM SAL OU OUTRA SUBSTÂNCIA, para completar o volume de bobinas porque quando se adiciona sal à água, baixa-se o ponto de congelamento e desta forma poderá haver congelamento de vacinas bacterianas; • uma vez terminado o uso da caixa térmica, as bobinas deverão ser retiradas, lavadas, enxugadas e retornadas ao congelador ou freezer. NÃO SE DEVE MANTER BOBINAS FORA DO CONGELADOR OU FREEZER. Quando a unidade de saúde só dispor de uma geladeira, guardar o máximo de bobinas possíveis na bandeja coletora de água situada abaixo do evaporador. NUNCA ARMAZENAR BOBINAS NA PORTA DA GELADEIRA. • todas as instâncias de armazenamento e distribuição de imunobiológicos deverão possuir bobinas congeladas em quantidade suficiente ao abastecimento do número de caixas térmicas utilizado. • observar o prazo de validade das bobinas, pois as que contêm celulose vegetal propiciam o crescimento de microorganismos após o vencimento do prazo de validade.  2H ?A@E A J IF=H==GKEIE @A?=EN=IJ H E?=I

• As caixas térmicas de poliestireno expandido (isopor) a serem utilizadas pelo Programa deverão ter uma densidade mínima de 25 kg/m3 e uma espessura mínima de 2cm (caixas de sete litros), 3cm (caixas de 17 e 37 litros), 4cm (caixas de 80 litros) e 5cm (caixas de 180 litros). • As caixas térmicas de poliuretano a serem utilizadas pelo Programa deverão ter uma densidade mínima de 35 kg/m3 e uma espessura mínima de 2cm (caixas de sete litros), 3cm (caixas de 17 e 37 litros), 4cm (caixas de 80 litros) e 5cm (caixas de 180 litros). • Durante o processo licitatório, deverá ser fornecida pelos participantes amostra do produto que será enviada ao requisitante (Coordenação do Programa de Imunizações) para efetuar testes de qualidade, cujo procedimento está descrito no anexo VII. • O uso de caixas térmicas de poliestireno expandido (isopor), ao invés de poliuretano, no transporte em instância nacional, deve-se ao alto custo do frete aéreo que inviabiliza o retorno das mesmas. • Recomenda-se a aquisição de caixas de poliuretano em todas as localidades que utilizem transporte terrestre e fluvial terceirizados.

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b) A ambientação do gelo reciclável deverá ser feita sempre que se for acondicionar as vacinas na temperatura de +2 ºC a +8 °C. enxugá-la e guardá-la destampada em local protegido. tríplice viral e contra a rubéola conforme normas da CGPNI (ver “imunobiológicos sob suspeita”). é prática sua utilização em campanhas de vacinação. Ao mesmo tempo. . ou para uso em sala de vacina. Concomitantemente recomenda-se mensurar a temperatura interna da caixa através do termômetro de cabo extensor. dT. seguindo os procedimentos descritos para transporte de vacinas. colocadas sobre uma mesa. isto é: as bobinas de gelo reciclável devem ser retiradas do freezer.  ) >EA J= @=> >E =@ACA HA?E? LA a) Quando as bobinas de gelo reciclável estiverem estocadas em freezer. colocá-las nas caixas conforme figura abaixo. ou adquiridas com recursos próprios. e a confirmação da temperatura positiva através do termômetro de cabo extensor mantido em uma das bobinas. de preferência. entre as diversas instâncias. DT.  HC= E = @=?=EN=J H E?=F=H=L=?E = @AH JE = =I= =@AL=?E = No serviço de saúde. até que desapareça a “névoa” que normalmente cobre a superfície externa da bobina congelada (figura 5A). ou seja. considerando-se a insuficiência de bobinas. • manter a caixa térmica fora do alcance da luz solar direta e distante de fontes de calor (estufa. trocando as bobinas de gelo reciclável sempre que se fizer necessário. colocar uma das bobinas sobre um material isolante (tampa da caixa de isopor) e colocar sob a bobina o bulbo de um termômetro de cabo extensor. ou com termômetro linear. a fim de que torne cada vez mais desnecessária a utilização de gelo comum. c) A precipitação de uma vacina deve-se a sua permanência a uma temperatura inferior a 0°C. monitorando-a com termômetro de cabo extensor. Após o desaparecimento da “névoa”. Ao organizar a caixa térmica para início das atividades diárias. deixando-os circundados (ilhados) pelo gelo reciclável (três a cinco bobinas de gelo reciclável com capacidade de 500ml para a caixa térmica acima mencionada). • retornar à geladeira aquelas que podem ser utilizadas no dia seguinte: DTP.   2H ?A@E A J I BE = @=I=JELE@=@AI • desprezar as sobras das vacinas BCG-ID. para indicação de quando as bobinas terão alcançado a temperatura mínima de 0ºC. ou em congelador de geladeira. Hib. próximo de -7°C. e Sabin. • retornar as bobinas de gelo reciclável ao congelador da geladeira. deve-se ter os seguintes cuidados: • manter a temperatura interna da caixa entre +2ºC e +8ºC. deverá ser feita a ambientação das mesmas. Os serviços de saúde deverão conservar devidamente as bobinas enviadas pela instância central. considerando-se assim uma situação especial. próximo de -20°C.). • usar bobina de gelo reciclável. aquecedor. pia ou bancada. dupla viral. Observação: Embora o gelo em barra ou em escamas não seja adequado para a manutenção da temperatura recomendada para a conservação de vacinas.7 )5) - K D  F C  % . Hepatite B. vez que a temperatura atingida por esta no congelador chega a aproximadamente -7°C. ou acúmulo de períodos parciais de tempo. • lavar a caixa térmica. contra o sarampo. dependendo das condições de manuseio e refrigeração. por um período de tempo de vários dias. com capacidade de sete litros e com tampa ajustada (evitar usar caixas do tipo “cumbuca” porta-gelo). antes de colocar as vacinas dentro dela. Sendo esta a única alternativa. a conservação dos imunobiológicos a serem utilizados na vacinação durante a jornada de trabalho deve ser feita em caixa térmica do tipo retangular. a qual deverá estar no congelador da geladeira da sala de vacina e que precisará ser ambientada para uso. utilizar gelo em barra ou em escamas dentro de saco plástico. contra a febre amarela. etc. • arrumar os imunobiológicos na caixa.

ECKH=#) ) >EA J= @=I> >E =I@ACA + ?=H CA HA?E? LA I >HAK = IKFAHB ?EA=J @AI=F=HA?AH= L = )  AI JA F  EJ H=HK =@A =I ? JAH AJH @A?=> ANJA I H 4AJEH=H CA HA?E? LA @ BHAA AH F @A @ AIJ=H=K = JA FAH=JKH=@A # +=  + 0º + ?=H =?=EN=J H E?=AA IACKE@=? ?=H=IL=?E =I ..7 )5) - K D  F C  & .

• os estados que recebem os imunobiológicos por via terrestre devem dispor de uma tomada trifásica para alimentação dos equipamentos de refrigeração do veículo de transporte. DT. • proteção da incidência de luz solar direta. A área física destinada à Central Estadual da Rede de Frio deverá ter: • área física suficiente para a localização dos equipamentos da Rede de Frio e armazenagem de seringas. situado à Rua Dr. Esses imunobiológicos são distribuídos para os estados de acordo com o controle de movimentação de estoque. BCG. nas quais são armazenados todos os imunobiológicos. • Para cada 20m2 de área. sarampo. A equipe técnica da Cenadi. contra febre tifóide e os SAT e SAD. nas dependências do 14° Batalhão de Suprimento do Exército. ! )H = A = A J AIJ=@K= São armazenados todos os imunobiológicos utilizados em cada unidade federada. etc.) e +2 ºC (vacina DTP. • ambiente arejado. concebida dentro de modernos padrões técnicos. carga elétrica consumida pelos equipamentos.). deve-se colocar um aparelho de ar-condicionado de 12. A Cenadi conta com três câmaras frigoríficas. • ambiente destinado à localização da câmara. VCRH. agulhas. em Irajá. criou a Central Nacional de Armazenagem e Distribuição de Imunobiológicos (Cenadi). em conjunto com o Departamento de Informática do SUS (Datasus). vacinas e soros. No ano de 1996 é inaugurada a nova sede. segurança predial e necessidade de manutenção preventiva e corretiva. destinados à distribuição na rede de saúde do estado. no Rio de Janeiro. A Cenadi atualmente também participa da elaboração dos treinamentos em Rede de Frio colaborando com a qualificação dos recursos humanos nas diversas instâncias da Rede. e controle de temperatura totalmente informatizado. em regime de comodato com o Ministério do Exército. recebidos até dia 10 de cada mês e a seguir são enviados por via área ou terrestre (caminhões frigoríficos) em caixas térmicas devidamente preparadas. onde foi mantida até 1992. bobinas de gelo reciclável. monitorada por 282 sensores que informam sistematicamente todos os dados gerenciais de temperatura.7 )5) - K D  F C  ' . Garnier – Bairro da Rocha. TT. febre amarela.! 1 IJ ?E=I@A=H = A = A J !  )H = A = A J  =?E = Em 1982 o Programa Nacional de Imunizações (PNI). caixas térmicas. no Rio de Janeiro. dT. armazenagem e distribuição de imunobiológicos aos estados.000 BTUs. Em 1994 o Programa Nacional de Imunizações inicia a construção de sede própria da Cenadi. Em 1992 a Fundação Nacional de Saúde assume a administração da Cenadi e transfere as suas atividades para as câmaras frias da Companhia Brasileira de Armazenamento (Cibrazem). para posterior distribuição a todo o país. • boa localização para facilitar o acesso de veículos de carga. . etc. nas dependências da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). desenvolveu um Sistema de Controle e Distribuição de Imunobiológicos (EDI) que já está implantado na central de gerenciamento e em todas as unidades federadas. necessitando de uma Central para recebimento. freezer e geladeira deverá dispor de boa circulação de ar e permitir a movimentação de pessoas e carga entre os equipamentos. Estão disponíveis câmaras frigoríficas para conservação dos imunobiológicos em temperatura de -20ºC (vacinas contra: poliomielite.

A área física dessa Rede de Frio deverá contar ainda com espaço adequado para o armazenamento de seringas. e onde houver oscilação de energia elétrica instalar estabilizadores nos equipamentos.A área destinada à preparação. deve-se considerar 15m2. agulhas. . Os estados com população inferior deverão utilizar freezers.45m e outra com 0. O armazenamento regional deve dispor de geladeiras e freezers para a conservação de imunobiológicos em temperaturas de +2ºC e de -20ºC. geladeiras.7 )5) - K D  F C ! . deve-se colocar um aparelho de arcondicionado de 12. O estado deve dispor de câmara positiva para conservação de imunobiológicos em temperatura de +2ºC.70m. ! ! )H = A = A J HACE =  K@EIJHEJ= São armazenados todos os imunobiológicos a serem utilizados na rede de serviços de saúde dos municípios pertencentes a sua área de abrangência. intensificações. Também deve-se ter o cuidado para que o ambiente seja arejado e protegido da incidência de luz solar direta. em número suficiente para atender inclusive situações estratégicas (campanha. em ambientes com temperatura de até 38°C. Os estados e municípios com população superior a cinco milhões de habitantes poderão dispor de câmara de temperatura 20°C. por profissional especializado. O ambiente da sala de preparo deve ser mantido refrigerado +18°C a +20°C. Na Rede de Frio. respectivamente. Deve contar ainda com uma bancada com superfície de dupla altura: uma de 0. Observação: Os equipamentos da Rede de Frio e o gerador deverão ser submetidos à manutenção preventiva e corretiva permanente. manutenção e limpeza) e para conservação de gelo reciclável utilizado no transporte de imunobiológicos. freezers. O uso desse gerador deve ser de exclusividade dos equipamentos da Rede de Frio. saída e estoques de imunobiológicos. devidamente adequada para realizar estas atividades (figura 6) e local para o arquivo de controle de entrada. O número de geladeiras e freezers deve ser calculado em função dos quantitativos de imunobiológicos estocados. para necessidade de manter em funcionamento os equipamentos no caso de falta ou oscilação na corrente elétrica.000 BTUs. para conservação de imunobiológicos que devem ser conservados em temperatura negativa.ECKH=$ *= ?=@=F=H=FHAF=H A@AIF=?D @AE K >E CE? A quantidade e o dimensionamento dos equipamentos necessários à conservação de imunobiológicos no estado deve sempre levar em conta o volume de estocagem e a rotatividade dos produtos. através de serviço próprio ou contratado. através da instalação de aparelhos de ar-condicionado de acordo com a dimensão da sala: para cada 20m2 de área. ares-condicionados e iluminação. ação esta que é de responsabilidade do estado. nestes casos. caixas térmicas. para ambientes mais quentes. o uso de freezer horizontal de capacidade igual ou superior a 400 litros. Deverá também dispor de freezers para manutenção e conservação de gelo reciclável. Deve-se dispor de geladeiras e freezers. . deve ser instalado um gerador capaz de atender os equipamentos de refrigeração das câmaras. de seu tempo de armazenagem e da rotatividade dos mesmos. nos estados. bobinas de gelo reciclável e material de escritório. Recomenda-se. recebimento e despacho dos imunobiológicos (sala de preparo) deverá ter também proteção da incidência de luz solar direta e teto com forro térmico.

preventiva e corretiva desses equipamentos é responsabilidade do Gestor. . A manutenção permanente. bem como da necessidade de reserva estratégica. ! # )H = A = A J  ?= Onde são armazenados os imunobiológicos a serem utilizados na sala de vacinação da unidade de saúde.Câmara Fria Positiva (+2°C). A quantidade de geladeiras necessária deve estar de acordo com os quantitativos de imunobiológicos necessários para a população de referência. A temperatura da geladeira deverá ser regulada a +2°C.Câmara Fria Positiva (+2ºC). Na maioria dos casos o gerador não será maior que 15KVA e alimentado a óleo diesel. a rotatividade. Todos os imunobiológicos devem ser mantidos em temperatura de +2ºC. NÃO UTILIZAR GERADOR À GASOLINA. 3) Para municípios com menos de dois milhões de habitantes: .Gerador. . bem como da reserva estratégica.Área física com ar-condicionado.Área física com ar-condicionado.Área física com ar-condicionado.Gerador. . os equipamentos deverão contar com estabilizador de corrente elétrica. com dois botijões de gás. Observação: Deve-se prever instalação de gerador com capacidade para atender à demanda dos equipamentos. b) O município deverá ser o responsável pela manutenção permanente. devendo porém oscilar normalmente entre +2ºC e +4ºC. . . que deve ser avaliada segundo o consumo médio mensal de cada solicitante (ver modelo em anexo). d) Os municípios nos quais a interrupção de energia elétrica é freqüente deverão possuir geladeiras elétrica/gás. utilizando-se geladeiras domésticas com capacidade mínima de 280 litros. 2) Para municípios entre dois e cinco milhões de habitantes: . não compromete a qualidade do imunobiológico.Câmara Fria Negativa (-20°C). desenvolvida através de serviços próprios ou contratados. .Gerador.Freezers para estocagem de gelo reciclável. A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) recomenda os seguintes parâmetros: 1) Para municípios a partir de cinco milhões de habitantes: . em caixas térmicas de poliestireno expandido ou poliuretano devidamente acondicionados. . .Os imunobiológicos deverão ser distribuídos aos municípios de acordo com o cronograma e a solicitação mensal.Freezers para conservação de gelo reciclável. . ! " )H = A = A J  K E?EF= A Rede de Frio municipal deverá ser dimensionada tendo como parâmetro o quantitativo dos imunobiológicos necessários à população a ser atendida. preventiva e corretiva dos mesmos. A ocorrência de oscilação entre +2ºC e +8ºC quando esporadicamente. c) Nos municípios onde a oscilação da corrente elétrica é freqüente. .Geladeiras para conservação +2ºC. pelos serviços próprios ou contratados. Observação: a) O número de geladeiras e freezers deve estar de acordo com o quantitativo de imunobiológico recebido. sua rotatividade.7 )5) - K D  F C ! .Freezers para estocagem de gelo reciclável. .

7 )5) - K D  F C ! . . preventiva e corretiva desses equipamentos é de responsabilidade do Gestor.PAI • • Refrigerador .O ambiente deve ser arejado e protegido da luz solar direta.ocupar 65% da capacidade do equipamento com os imunobiológicos. através de serviços próprios ou contratados. Observação: a) A manutenção permanente. a instalação de aparelho de arcondicionado contribui para conservar a qualidade dos imunobiológicos. Quando possível.: Espaço necessário para armazenar os imunobiológicos nos equipamentos da rede de frio.ocupar somente 50% da capacidade do equipamento com os imunobiológicos. Quando este for destinado à conservação de gelo reciclável. b) Os municípios nos quais a oscilação da corrente elétrica é freqüente deverão contar com estabilizador de corrente elétrica. Freezer . poderá ser ocupado em 100% de sua capacidade. orientação da opas . Obs.

em veículo refrigerado. "  . b) Da instância estadual para a regional/municipal O transporte da instância estadual para a regional/municipal é realizado por via terrestre. ou via aérea. leva em conta a temperatura de conservação e o tempo previsto para o deslocamento.=E IJ ?E= =?E = F=H==AIJ=@K= O transporte dos imunobiológicos é feito utilizando-se caixas térmicas de poliestireno expandido. . Em situações em que a distância entre as instâncias e/ou de clima quente. Utilizam-se companhias transportadoras organizadas e responsáveis.7 )5) - K D  F C !! . O acondicionamento dos imunobiológicos durante o transporte. apesar de os percursos serem menores em distância que no transporte da instância nacional. Com isso. em veículos próprios do serviço público ou particulares. O transporte via terrestre é realizado em veículo refrigerado próprio da Cenadi." 6H= IF HJAA JHA=I@ELAHI=IE IJ ?E=I No transporte de vacinas se distinguem dois tipos totalmente diferenciados (figura 7): a) Da instância nacional para a estadual. O transporte fluvial é realizado geralmente em embarcações particulares e nestes casos a duração do período de viagem é maior em tempo. se minimizam os riscos de ocorrência de danos aos imunobiológicos. O transporte da instância nacional para a estadual é realizado por via terrestre. com pessoal preparado e horários pontualmente estabelecidos. Nas caixas térmicas utilizadas para o transporte dos imunobiológicos conservados a -20ºC é empregado gelo seco (CO2) em quantidade compatível com o tempo de deslocamento e o volume a ser transportado. nas quais os imunobiológicos são devidamente acondicionados e as caixas transportadas por via aérea ou terrestre em veículo climatizado. provocados por atrasos ou esquecimentos em áreas não refrigeradas. Nas caixas térmicas utilizadas para o transporte dos imunobiológicos conservados entre +2ºC e +8ºC é empregada bobina de gelo reciclável. a fim de garantir a boa qualidade dos imunobiológicos. recomenda-se que se utilize veículo climatizado.

.ECKH=% 6H= IF HJA@AE K >E CE? IA JHA=I@ELAHI=IE IJ ?E=I Laboratórios Internacionais Laboratórios Nacionais CENADI Instância Central Instância Estadual Instância Regional Instância Municipal/Local Sala de Vacina Sala de Vacina Sala de Vacina .7 )5) - K D  F C !" .

Os espaços vazios das caixas térmicas são preenchidos com flocos de isopor. Os imunobiológicos devem ficar ilhados pelas bobinas. As vacinas virais conservadas a -20ºC são acondicionadas nas caixas com gelo seco (CO2). previamente mantidas em freezers. o que garante o equilíbrio da temperatura a -55°C. Nas caixas térmicas destinadas ao transporte de imunobiológicos conservados a -20ºC devem ser empregadas bobinas de gelo reciclável. objetivando diminuir a quantidade de ar no interior das caixas térmicas e conseqüentemente um prolongamento na duração do congelamento das bobinas. de forma aleatória. sem a prévia ambientação das bobinas. Posteriormente são relacionadas em um documento denominado Detalhamento da Carga. temperatura de chegada e outras observações necessárias. e os que só deverão ser expostos a temperaturas entre +2°C e +8°C. a regulagem do termostato do equipamento de refrigeração do veículo. nas laterais e sobre as vacinas. _. Colocar os imunobiológicos no centro e posteriormente bobinas sobre estes (figura 7A). As vacinas que não podem ser submetidas a temperaturas negativas são acondicionadas nas caixas com bobinas de gelo reciclável. Preencher o formulário de Controle de Recebimento e remetê-lo para a Cenadi. se estão com o lacre inviolado. para isto. ou seja: os que devem ser conservados a -20°C. separadas para os imunobiológicos conservados a -20ºC e entre +2ºC e +8ºC.AIF=?D 4 @ LE HE O veículo refrigerado pode ser utilizado para transporte de todos os imunobiológicos: bacterianos e virais.AIF=?D ) HA As caixas de poliestireno expandido (isopor) são numeradas e identificadas com seus respectivos destinos. o que garante o equilíbrio da temperatura em +2°C. (packing list). de acordo com a temperatura preconizada para os tipos de imunobiológicos. possibilitando. em virtude da diferença de temperaturas para conservação destes. " . colocá-las no fundo e nas paredes laterais da caixa.EIJHE>KE F=H==4ACE = Para o transporte dos imunobiológicos devem ser utilizadas caixas térmicas de poliestireno expandido ou poliuretano.=E IJ " ?E=?A JH= AIJ=@K= F=H==HACE ?E=-IJ=@K= =  4A?A>E A J  =1 IJ A central estadual ao receber os imunobiológicos da Central Nacional deve verificar se o número de volumes está correto. previamente mantidas em freezers e ambientadas em torno de 0°C. conferir com o Detalhamento da Carga e posterior confronto com a Nota de Fornecimento.7 )5) - K D  F C !# . A segunda via desta nota deverá ser devolvida à instância central. observar se as caixas estão em perfeito estado. checar a temperatura por amostragem. O transporte dos imunobiológicos é acompanhado por Nota de Fornecimento de Material. o transporte terá que ser feito de forma específica. que acompanha as vacinas juntamente com a Nota de Fornecimento de Material e outro documento chamado Controle de Recebimento de Imunobiológicos. Após este procedimento. " . No entanto. . nas laterais da caixa e em cima sob a tampa. que deverão ser devidamente ambientadas até chegar à temperatura próxima de 0oC. é feita a medição de temperatura por amostragem e as caixas são lacradas. Nas caixas térmicas destinadas ao transporte de imunobiológicos conservados entre +2ºC e +8ºC devem ser utilizadas bobinas de gelo reciclável. Após o processo de ambientação das bobinas. onde constam os dados referentes à carga. com informações sobre a data e hora de recebimento. após estes procedimentos as caixas são lacradas após a leitura da temperatura por amostragem. As bobinas deverão ser colocadas no fundo. ou seja. colocar as mesmas no fundo da caixa.2H ?A@E A J I=@ J=@ IFA =+A =@E JH= IF HJA@AE K >E CE? I _.

as virais das bacterianas e virais conservadas em +2ºC a +8ºC.número da nota. Lacrar a caixa. . colocar a etiqueta identificando-a com endereço de destino.=E IJ ?E=HACE = AIJ=@K= F=H== K E?EF= O transporte dos imunobiológicos é feito utilizando-se caixas térmicas de poliestireno expandido ou poliuretano. em caixas térmicas separadas. data e hora da embalagem e prazo para entrega do volume.quantidade de volumes.data e hora de chegada. . A caixa deverá além dos imunobiológicos conter: • Nota de Fornecimento • Formulário de Detalhamento da Carga onde deverá constar: . . Todos os imunobiológicos são transportados conservando-se a temperatura entre +2ºC e +8ºC.data e hora da embalagem. . .observação.temperaturas no momento da chegada. nome e telefone do responsável pelo recebimento (para contato em caso de emergência). .E = A JA? ?=H CA HA?E? LA F=H= ? >HEH IE K >E CE? I A temperatura deverá ser verificada durante 30 minutos com termômetro de cabo extensor.temperatura de saída dos imunobiológicos virais e bacterianos.assinatura do responsável.7 )5) - K D  F C !$ . . . para evitar que as vacinas conservadas a -20°C congelem as demais durante o transporte. . onde consta: .assinatura do responsável pela embalagem.ECKH=%) )HHK = @=I?=EN=IJ H E?=IF=H= JH= IF HJA@AL=?E =IA J @=I=IE IJ ?E=I  + ?=HCA HA?E? LA  BK @ @=?=EN=J H E?= + ?=HCA HA?E? LA  =I F=HA@AI@=?=EN=J H E?= ! + ?=H I E K >E CE? I ?A JH @=?=EN=J H E?= " .número de bobinas utilizadas. • Formulário Comprovante de Recebimento de Imunobiológicos.número de volumes.. . " ! .

observando-se as mesmas recomendações concernentes ao transporte terrestre de vacinas. • nos percursos mais longos recomenda-se levar caixa térmica exclusivamente com bobinas de gelo reciclável em baixas temperaturas iniciais (-20ºC) para. devidamente ambientadas. nome e telefone da pessoa responsável pelo recebimento (para caso de emergência). • quando do transporte de imunobiológicos por equipes móveis de vacinação. Após o processo de ambientação das bobinas. Lacrar a caixa. Todos os imunobiológicos são transportados conservando-se a temperatura entre +2°C e +8°C em caixas térmicas separadas. se for o caso. " " . e deixando as caixas afastadas das paredes e do motor.7 )5) - K D  F C !% . • para o transporte fluvial. Após o processo de ambientação das bobinas. recomenda-se o máximo cuidado na colocação das caixas térmicas no interior dos veículos: não fechar as janelas. quando do término de jornada de trabalho. Nas caixas térmicas destinadas ao transporte de imunobiológicos conservados entre +2ºC e +8ºC devem ser utilizadas bobinas de gelo reciclável previamente mantidas em freezers e ambientadas em torno de 0°C. Colocar os imunobiológicos no centro e posteriormente bobinas sobre estes (figura 7A). nome e telefone do responsável pelo recebimento (para casos de emergência). durante o trajeto. data e hora da embalagem e prazo para entrega do volume.=E IJ ?E=HACE = AIJ=@K= F=H== K E?EF= ?= O transporte dos imunobiológicos é feito utilizando-se caixas térmicas de poliestireno expandido ou poliuretano. antes de colocar as vacinas. Este procedimento mantém a vacina segura durante um período de cinco a sete dias. Verificar a temperatura durante 30 minutos com termômetro de cabo extensor. efetuar a troca se for necessário.Nas caixas térmicas destinadas ao transporte de imunobiológicos conservados entre +2ºC e +8 ºC devem ser utilizadas bobinas de gelo reciclável previamente mantidas em freezers e ambientadas em torno de 0°C. Deverá ser levada outra caixa com bobinas de gelo. Lacrar a caixa. as virais das bacterianas e virais conservadas em +2ºC a +8ºC. devem ser utilizadas unicamente caixas térmicas de poliuretano de 10cm de espessura. colocá-las no fundo e nas paredes laterais da caixa. quando estacionar o veículo procurar fazê-lo à sombra. contendo bobinas de gelo reciclável em todas as faces internas da caixa. O saldo restante das vacinas transportadas deverá ser devidamente conservado até o retorno da equipe. . com o objetivo de evitar que as vacinas conservadas a -20°C congelem as bacterianas durante o transporte. evitando-se a incidência de luz solar direta. colocá-las no fundo e nas paredes laterais da caixa. telefone do destinatário. data e hora da embalagem e prazo para entrega do volume. Colocar os imunobiológicos no centro e posteriormente bobinas sobre estes (figura 7A). telefone do destinatário. para efetuar a troca se for necessário. Verificar a temperatura durante 30 minutos com termômetro de cabo extensor. colocar a etiqueta identificando o endereço para entrega. colocar a etiqueta identificando o endereço para entrega. a temperatura recomendada é entre +2ºC e +8ºC. " # +KE@=@ I> IE? I JH= IF HJA • Como o transporte entre as diferentes instâncias é feito predominantemente por via terrestre.

até que os filetes azuis se encontrem com a coluna de mercúrio. . pelo menos três vezes ao dia: no início de cada jornada de trabalho (manhã e tarde) e a terceira no final da jornada de trabalho (à tarde). à tarde. A leitura deve ser rápida.anular a marcação do termômetro pressionando o botão central. Observação: Recomenda-se o treinamento dos plantões e vigias para execução destes procedimentos em finais de semana e feriados. 8A e 8C).7 )5) - K D  F C !' ./Momento constantemente./Min. 17) 1º Passo . Para isso utiliza-se o termômetro de máxima e mínima analógico. termômetro linear (figura 8B). O termômetro recomendado para ser usado nos equipamentos da Rede de Frio é o de máxima e mínima.E AJA) K  =H?==JA FAH=JKH= + HHAIF @A= + E = . pág.E AJA) K  =H?==JA FAH=JKH= NE = NE =A E = * J +A JH=  2=H== K =HJA FAH=JKH= + K =@A AH? HE  =H?==JA FAH=JKH=@  + K =@A AH? HE  =H?==JA FAH=JKH=@  A J A J • Como instalar o termômetro de máxima e mínima analógico (figura 4.ECKH=& 6AH E == = CE? BECKH=& AJH @A NE =A E == = CE? MÍ NIMA MÁXIMA +=@=6H= . uma vez que o mostrador fica fora da geladeira. ou o analógico de cabo extensor (figuras 8. #  6AH AJH @A NE =A . indicando a temperatura Max. O termômetro de cabo extensor digital evita esta alteração. o digital de cabo extensor . pois pode-se verificar as temperaturas máxima e mínima ocorrida em um espaço de tempo e a temperatura no momento da verificação. visto que tais termômetros sofrem ligeiras alterações nos indicadores de leitura quando expostos à variação de temperatura.# + JH A@AJA FAH=JKH= É importante a verificação da temperatura dos equipamentos da Rede de Frio. Na instância local esta temperatura é verificada no início da jornada pela manhã e no final da jornada. nas instâncias nacional e estadual. Conforme descrito anteriormente.

além de dispor de alarme. • temperatura máxima: é a que está indicada no nível inferior do filete azul na coluna da direita. os seguintes procedimentos básicos: . num período de tempo. • temperatura do momento: é a que está indicada pela extremidade superior das colunas de mercúrio (colunas prateadas). # 6AH AJH @ECEJ= @A NE =A E = ?=> ANJA I HBECKH=&) É constituído de dois displays de cristal líquido: um para temperatura da geladeira e outro para a temperatura do local.7 )5) - K D  F C " . Conta ainda com um botão para apagar as leituras máxima e mínima.ECKH=&) 6AH AJH @ECEJ= @A NE =A E = ?=> ANJA I H Para a sua leitura. . Ambos registram a temperatura máxima. o qual permitirá a observação das leituras máxima. localizando-o na parte central da segunda prateleira (figura 4. que deverão ser reativadas após a tomada das leituras. Para verificar e manter sob controle a temperatura do equipamento. 17).fixar o termômetro entre a primeira e a segunda prateleiras da geladeira em posição vertical na área central do equipamento. A leitura deve ser feita da seguinte forma: • temperatura mínima: é a que está indicada no nível inferior do filete azul na coluna da esquerda. deve-se adotar. em ambos os lados. pág. caso seja alcançada uma temperatura alta. mínima e atual. mínima e atual. com relação ao termômetro de máxima e mínima. a temperatura máxima (mais quente) e a temperatura do momento. fornecendo três tipos de informação: a temperatura mínima (mais fria). deve-se comprimir um botão sucessivamente. colocando-se o seu sensor (ou bulbo) no interior de um frasco pequeno (tipo frasco ampola de injeções) contendo 1cc de água. Para sua instalação devem ser observados os seguintes procedimentos: • pendurá-lo ao lado direito da geladeira.2º Passo . o cabo extensor deverá ser introduzido no interior da geladeira pelo lado de fixação das dobradiças da porta. • Como fazer a leitura da temperatura no termômetro de máxima e mínima analógico (figura 8) O termômetro de máxima e mínima é utilizado para verificar as variações de temperatura ocorridas em determinado ambiente. fixando-o na parede externa.

anotar no mapa. na segunda prateleira em posição vertical. 3º. Passo .registrar no mapa de Controle Diário de Temperatura . Quando for observada qualquer alteração (exemplo: temperatura máxima acima do limite).verificar e anotar no mapa a temperatura mínima atingida desde a última verificação. Como usá-lo na geladeira ou freezer: 1º. 4° Passo . no item “observações” e. em posição vertical.verificar a temperatura na extremidade superior da coluna.7 )5) - K D  F C " . a fim de que seja reiniciado o processo de mediação para o próximo período (figura 8). obedecendo aos horários preconizados. # !6AH AJH  E A=H Esse tipo de termômetro só nos dá a temperatura do momento. a hora e a temperatura verificada. quanto a da esquerda devem marcar a mesma temperatura (figura 8). No freezer.ECKH=&* 6AH AJH  E A=H 4 3 2 1 +=@=JH= ? HHAIF @A= + E EJAE@A=  1 ?E @=? J=CA 0 1 2 3 4 += & + + K =@A AH? HE . fazendo com que os dois filetes azuis encostem nas colunas de mercúrio. O mapa de controle diário de temperatura deve estar afixado na porta do refrigerador. Passo . São utilizados na falta de termômetro de máxima e mínima (figura 8B).1° Passo – verificar e anotar no mapa a temperatura do momento. na extremidade inferior do filete azul (figura 8). que deverá adotar as medidas indicadas no caso.após o registro de três temperaturas. em seguida. que deverá estar afixado na porta do equipamento. Observação: Quando ocorrer a interrupção da coluna de mercúrio por uso inadequado ou forçado. 2° Passo . o termômetro deverá ser colocado no centro do equipamento. fazendo a leitura da coluna da esquerda na extremidade inferior do filete azul (figura 8). fazendo a leitura da coluna da direita.verificar e anotar no mapa a temperatura máxima atingida desde a última verificação. entre os imunobiológicos. por isso seu uso não é aconselhável na Rede de Frio.colocar o termômetro no centro do equipamento (geladeira). 2º. comunicar o fato ao responsável. fazendo a leitura da extremidade superior das colunas de mercúrio: tanto a coluna da direita. pressionar o botão central ou passar o ímã para anular as temperaturas de máxima e mínima. 3° Passo . Passo . . deve-se afastar os filetes azuis agitando o termômetro de maneira que a coluna de mercúrio volte a integrar-se.

3º Passo – verificar a temperatura na extremidade superior da coluna. o bulbo deverá ser mantido dentro de um pequeno frasco contendo água (p. 4º Passo – registrar a hora e a temperatura verificada naquele momento no mapa de Controle Diário de Temperatura. No caso de uso do cabo extensor em geladeira colocar o sensor ou bulbo na bandeja de vacinas.7 )5) - K D  F C " . para verificação contínua de temperatura (figura 8C). próximo às vacinas e tampá-la. # " 6AH AJH = = CE? @A?=> ANJA I H Este tipo de termômetro é utilizado para verificar a temperatura do momento. 2º Passo . b) no uso diário da sala de vacina. fechar com o cabo extensor passando entre a tampa e a borda da mesma deixando o visor do lado externo. ex. • • . Registrar a hora e a temperatura verificada naquele momento. Esse procedimento deve-se ao fato de que será fornecida a temperatura interna dos frascos de vacina e não apenas do ambiente interior da geladeira. no mapa de Controle Diário de Temperatura. Observação: • • Quando do envio ou recebimento de vacinas anotar a temperatura verificada no formulário que acompanha a remessa.Como usá-lo em caixa térmica: 1º Passo – colocar o termômetro no centro da caixa. 3º Passo . comerciais e freezers. na caixa térmica da sala ou do trabalho extramuro. passar o fio pela parte superior da porta e colocar o visor em cima da geladeira.colocar o sensor ou bulbo do termômetro de cabo extensor entre os imunobiológicos que estão na caixa térmica. o qual é utilizado para conferir a temperatura em geladeiras domésticas.verificar a temperatura na extremidade superior da coluna de mercúrio.aguardar meia hora para fazer a leitura da temperatura. a temperatura deverá ser verificada com freqüência para controle de temperatura.ECKH=&+ 6AH AJH = = CE? @A?=> ANJA I H Analógico Coluna de mercúrio Cada traço corresponde a 1ºC Cabo extensor Sensor ou bulbo 1º Passo . Pode ser utilizado também nos demais equipamentos da Rede de Frio. em cima da caixa térmica. c) no trabalho extramuro. substituindo-se as bobinas de gelo reciclável quando a temperatura estiver maior que +8ºC. 2º Passo – aguardar meia hora para fazer a leitura da temperatura. Atualmente já está disponível no mercado o termômetro de máxima e mínima digital. no mapa de controle diário de temperatura.: um frasco vazio de vacina DTP abastecido com água). Quando o termômetro utilizado for do tipo cabo extensor digital de máxima e mínima. Registrar a hora e a temperatura verificada naquele momento. . Atenção: Caso seja utilizado na rotina de vacinação. principalmente das caixas térmicas: a) onde estão acondicionadas as vacinas para serem transportadas.

.# # 6AH AJH = =IAH Este equipamento é de tecnologia de última geração. com um gatilho que ao ser pressionado aciona o envio de um feixe de raio laser que ao atingir o objetivo e verificada sua temperatura.ECKH=&. registra no display digital do aparelho a temperatura real do momento. recebidos ou expedidos. sendo de grande utilidade principalmente para a verificação de temperatura dos imunobiológicos nos volumes (caixas térmicas). Tem a forma de uma pistola.7 )5) - K D  F C "! . 6AH AJH = =IAH . Para um registro preciso faz-se necessário manter a pressão no gatilho por um tempo mínimo de sete segundos (figura 8D).

Na figura abaixo. $ 2HE ? FE I> IE? I@AHABHECAH= O frio é definido como a falta ou ausência de calor $  += H O calor é uma forma de energia que pode transmitir-se de um corpo a outro. Nesse caso. há uma tendência para que as temperaturas sejam igualadas. Durante o ano de 1683. a utilização da refrigeração destina-se a impedir a multiplicação de microorganismos e sua atividade metabólica. Em relação aos alimentos. mas para as quatro restantes a transmissão é feita de forma distinta. à noite. Na realidade.7 )5) - K D  F C "# . A história do gelo acompanha o homem desde a pré-história. por exemplo. Esse espaço pode ser o interior de um refrigerador. mantendo a mesma qualidade e não produzindo toxinas e enzimas que poderiam vir a deteriorar os alimentos. a barra principal recebe calor e o mesmo é transmitido por condução a toda a barra. fazendo com que a água dentro da mesma esfriasse. engastadas. em virtude da diferença de temperatura existente entre eles. Os egípcios descobriram que a água esfriava graças ao costume de colocá-la em jarras porosas sobre os tetos das habitações. fato esse que rapidamente ocorre acima dessa temperatura. O calor se transmite da substância de temperatura mais alta para a de temperatura mais baixa. de uma câmara frigorífica ou qualquer outro espaço fechado. . $ $  @ I@AJH= IBAH @K ?E=@A?= H  + O processo de condução se dá quando o calor é transferido pelo contato direto entre as moléculas de um corpo ou entre as moléculas de dois ou mais corpos. o calor é transmitido por condução até a outra extremidade. Nos casos dos produtos imunobiológicos (vacinas e soros). a refrigeração destina-se exclusivamente à conservação de sua capacidade de imunização. Quando duas substâncias de temperaturas diferentes estão em contato. a brisa evaporava a umidade que se filtrava através da parede da jarra. onde haja a necessidade de se manter uma temperatura mais baixa que a do ambiente que o cerca. A transmissão pela condução funciona da seguinte forma: quando aquecemos a extremidade de uma barra metálica. se deterioram em temperatura ambiente depois de determinado tempo. tem-se uma barra metálica principal com quatro barras menores. de metais diferentes. haja vista que os metais diferem em condutividade (figura 9). quando era usado na conservação de alimentos. isto é.$ 5EIJA =@AHABHECAH= $  + ?AEJ ADEIJ HE= Refrigeração é o processo de reduzir a temperatura de uma substância ou de um espaço determinado. haja vista que são produtos termolábeis. o alemão Anton Van Leeuwenhoek detectou micróbios em cristais de gelo e os cientistas constataram que em temperaturas abaixo de +10ºC os micróbios não se multiplicavam.

. por sua vez.7 )5) - K D  F C "$ . C $ ! 4=@E= O calor é transferido por radiação.. sendo transferido de um corpo para outro através da energia radiante. A energia das vibrações moleculares do sol é transmitida por radiação para os corpos ao seu redor. Por exemplo. dispondo-se uma porção de um fluido (água).ECKH=' 6H= IBAH ?E=@A?= HF H? @K 110º C 120º C 80º C 85º C 99º C I AJ=EI@EBAHA A ? @KJELE@=@A $ + LA? O processo de convecção se dá quando o calor é transferido de um local para outro através de correntes existentes nos meios fluidos.ECKH='* 6H= IBAH ?E=@A?= HF HH=@E= A IKFAHB ?EAHAB AJ H= )IIKFAHB ?EAIJEF AIFA D HAB AJA )IIKFAHB ?EAI AI?KH=I=>I HLA K . da textura e da cor (figuras 9B e 9C). dependendo da natureza de seu material. de forma similar ao calor despendido por uma lâmpada. dentro de um recipiente e fazendo-se um aquecimento na parte inferior do mesmo. permitindo que outra porção seja aquecida e formando um ciclo contínuo de aquecimento (correntes de convecção) de todo o fluido existente no recipiente (figura 9A).ECKH=') 6H= IBAH ?E=@A?= HF H? LA? CK= + HHA JAI@A? LA? . teremos como resultado um fluxo de água aquecida que sobe para a superfície. Essa energia. . é absorvida ou refletida por um corpo.

À medida que sofrem incremento de temperatura.. ou seja. . enquanto agregado ou retirado calor. .ECKH='. líquido e gasoso. de gelo para água e de água para vapor. + F HJ= A J @=I ?K =I@A CK=A AIJ=@ II E@  GKE@ AC=I I )I ?K =IIA LA  ELHA A JA )I ?K =ILE>H= LE A J IH FE@ I 5 E@  /A LE A J @=I /=I I   GKE@  8=F H@A CK= CK= ?K =I IAIJ=@ I> IE? I@= =J HE= $ " += H =JA JA O calor latente é a quantidade de calor que se agrega ou se subtrai de uma substância para que ocorra uma mudança de estado físico. respectivamente. as moléculas de um corpo encontram-se em movimento contínuo. a seguir. Nas mudanças de estado. verifica-se que a temperatura permanece constante. a 0ºC e 100ºC.ECKH='+ )>I H @A?= HH=@E= JAF HIKFAHB ?EABHE= 7 =IKFAHB ?EABHE==>I HLA ?= HH=@E= JA $ ! 4A = A JHAJA FAH=JKH=A LE A J  A?K =H Independentemente do seu estado. Na figura. essas moléculas movimentam-se com bem maior liberdade (figura 9D). Com base nesses princípios são a seguir apresentadas algumas experiências onde os mesmos são convenientemente aplicados com vistas à conservação de imunobiológicos. verifica-se o comportamento das moléculas da água nos estados sólido. sem que exista alteração na temperatura.7 )5) - K D  F C "% .

isso fará com que elas fiquem parcial e temporariamente protegidas do calor existente na sala. etc. o gelo. como elemento mais frio do conjunto. até que decorrido algum tempo todo o conjunto (ar e vacinas) encontrar-se-ão na mesma temperatura (figura 9E). Somente a partir desse momento as vacinas passarão a receber calor.).ECKH='/ )? @E?E = A J @AL=?E =IA ?=EN=I ? KI @A> >E =I@ACA HA?E? LA += H +=EN=J H E?= .ECKH='. frias. . .HE AI= b) Colocando-se a mesma quantidade de vacinas dentro de uma caixa isolante (poliestireno expandido.HE c) Colocando-se junto com as vacinas bobinas de gelo no interior da caixa. poliuretano. ocorrerá uma transferência de calor do ar ambiental para as vacinas. já que serão os elementos mais frios do conjunto (figura 9G). )? @E?E = A J @AL=?E =IA ?=EN=IIA KI @A> >E =I@ACA HA?E? LA += H +=EN=J H E?= 8=?E =I .7 )5) - K D  F C "& . Em conseqüência. ou seja. .HE += H 8=?E =I * >E =I@ACA . apesar de virem a perder frio com o recebimento do calor existente no ar dentro da caixa (figura 9F). funcionará como receptor de calor do ar e das vacinas.a) Ao se colocar sobre uma mesa determinada quantidade de vacinas que estejam em temperaturas mais baixas do que o ar existente na sala. as vacinas permanecerão mais tempo frias até que todo o calor transferido para o gelo o faça derreter.ECKH='- 6H ?=@A?= HA JHAL=?E =IA  AE = >EA JA += H 8=?E =I .

As vacinas. a transferência do calor recebido das vacinas. o “calor” passará mais facilmente (figura 9H-B). Com material mau condutor (por exemplo: poliuretano ao invés de poliestireno expandido). por sua vez. derreta o gelo e alcance as vacinas.HE B += H +=EN=J H E?=@A F=HA@AIBE =I . • A qualidade do material empregado nas paredes também é importante. já que. junto com as vacinas.7 )5) - K D  F C "' . Com paredes mais finas. a mesma temperatura nas vacinas e nas bobinas de gelo (figura 9H). o calor terá maior dificuldade para penetrar através das paredes da caixa. • A qualidade e espessura do material utilizado no isolamento da caixa térmica também afetam a penetração do calor. Caso a temperatura ambiente seja mais elevada do que a temperatura da caixa isso fará com que toda a superfície da mesma seja afetada. Com paredes mais grossas. • A quantidade e temperatura do gelo colocado dentro da caixa. durante um determinado tempo. • Ao se colocar gelo em quantidade suficiente para “ilhar” as vacinas e ocupar os vazios dentro da caixa obtémse um tempo maior até que o calor proveniente da sala penetre através das paredes da caixa. perderão “calor” para o gelo fazendo com que haja.HE .Nos exemplos apresentados pode-se verificar que três fatores interferem na manutenção ou não do frio das vacinas: • A temperatura ambiente em torno da caixa térmica. do ar dentro da caixa e através das paredes rapidamente fará com que o gelo se derreta (temperatura acima de 0ºC). o calor terá maior dificuldade para penetrar no interior da caixa (figura 9H-A). A quantidade de gelo a ser colocado no interior da caixa é de vital importância para a correta conservação das vacinas. caso se coloque pouco gelo.ECKH='0 2H JA @ IE K >E CE? IF H> >E =I@ACA HA?E? LA @A=? H@ ? =AIFAIIKH=@=IF=HA@AI@=?=EN=J H E?= +=EN=J H E?=@A F=HA@AICH II=I += H A . . em virtude da penetração do calor através das paredes da caixa.

7 )5) - K D  F C # . b e c). Em conseqüência. • a temperatura no interior da caixa nem sempre é uniforme. a temperatura das vacinas esteja próxima à temperatura do gelo. diferentes temperaturas e quantidades do gelo empregado. as vacinas ficarão congeladas. como. o que inativará alguns tipos específicos. em função das características do material utilizado e da espessura das mesmas. .A temperatura do gelo empregado na conservação das vacinas é de grande importância. O procedimento de ilhar as vacinas é entendido como uma proteção ao avanço do calor.ECKH='  +=EN=? CA HA?E? LA HACEIJH= @ L=HE= @AJA FAH=JKH=A L HE IF J I += H +=EN=J H E?= . os exemplos citados permitem lembrar alguns pontos importantes: • o calor. em determinado momento. Num determinado momento pode-se encontrar temperaturas diferentes em vários pontos (a. Caso se utilize gelo em temperaturas muito baixas (-20ºC.ECKH='1 +=EN=@ACA HA?E? LA ? JA FAH=JKH=E BAHE H= + +=EN=J H E?= * >E =I@ACA += H Além desses fatores. . utilizando-se. por exemplo: a DTP (figura 9I). decorrido algum tempo. passará através das paredes da caixa com maior ou menor facilidade. por exemplo) e em grande quantidade (“ilhando” as vacinas) corre-se o risco de que. que parte sempre do mais quente para o mais frio (figura 9J). para tal.HE +2 a 8=?E = b c +4 0º * >E =@ACA • no acondicionamento de vacinas em caixas térmicas é possível manter ou reduzir a temperatura das mesmas em um tempo determinado. .

permitindo a penetração do ar ambiental (com calor e umidade). com sua conseqüente substituição por parte do ar quente situado no ambiente mais próximo do refrigerador. sai por baixo. ocorre sempre uma elevação do ar quente e uma queda (precipitação) do ar frio (figura 9K). Assim. mais pesado. num determinado e limitado espaço. Os equipamentos utilizados para a conservação de sorvetes e similares são predominantemente freezers horizontais. por ser mais pesado. obedecendo ao princípio enunciado e visando a maior eficiência (figura 9L).$ # + LA?  =JKH=  @A IE@=@A Uma mesma substância em diferentes temperaturas pode ficar mais ou menos densa.7 )5) - K D  F C # . com várias aberturas pequenas na parte superior. mais leve ou mais pesada. permanecendo no fundo da caixa. contendo gelo ou outro produto em baixa temperatura. aberta. O ar quente é menos denso que o ar frio. uma caixa térmica horizontal. só estará recebendo calor do ambiente através da radiação e não pela subida do ar frio existente.HE =H^GKA JA^?= H ?KF=  KC=H@ =HBHE .HE += H =HBHE F HIAH =EI FAI=@ I=E@=CA =@AEH= .HE  =HBHE  =EIFAI=@ FAH = A?A BK @ @=?=EN= * >E =I@ACA Sob tal princípio.ECKH='  6H ?=@A=H= =>HEH=F HJ=@=CA =@AEH= /A =@AEH==>AHJ= . . visto que esse é mais denso. Ao se abrir a porta de uma geladeira vertical ocorrerá a saída de parte do volume de ar frio contido dentro da mesma.ECKH='  2H JA @ IE K >E CE? IF H > >E =I@ACA HA?E? LA += H +=EN=J H E?= =>AHJ= . . O ar frio.

em uso nos países de língua inglesa. Os líquidos mais comumente utilizados são o álcool e o mercúrio. utilizada no Brasil. Agindo destas formas garantimos o desempenho correto dos aparelhos e economizamos energia. pois assim o ar quente sobe e aquece rapidamente. à pressão atmosférica.7 )5) - K D  F C # . Porém. para o ar frio descer e refrigerar todo o ambiente mais rapidamente. aproveita-se a propriedade que alguns corpos têm para dilatar-se ou contrair-se conforme ocorra aumento ou diminuição da temperatura. Para seu funcionamento. são sempre colocados na parte superior do local onde se encontram instalados. é possível medir sua intensidade. etc. composto pelos seguintes elementos (figura 9N): a) compressor. é de 100ºC. A temperatura de uma substância ou de um corpo é a medida de intensidade do calor ou grau de calor existente em sua massa. os aparelhos de ares-condicionados e centrais de refrigeração. por meio de termômetro. e a Celsius (ºC). Existem várias escalas para medição de temperatura. ou centígrada o ponto de congelamento da água é 0ºC e o seu ponto de ebulição. Para esse funcionamento utilizam-se. sendo que as mais comuns são a Fahrenheit (ºF). também. Aquecedores devem ser instalados na parte inferior do local. pois a convecção ocorrerá naturalmente (figura 9M). ou congeladores dos refrigeradores.ECKH='  4A = A JHAJA FAH=JKH=A? LA?  =JKH= 4AJA J H@A=HBHE 5= @=@ =H=GKA?E@ )GKA?A@ H ) >EA JA=GKA?E@ F H? LA?  =JKH= 5= @=@ =HBHE -L=F H=@ H 4AJ H @ =HGKA JA ) >EA JAHABHECAH=@ F H? LA?  =JKH= $ $ 6A FAH=JKH= O calor é uma forma de energia e sua qualidade não pode ser medida diretamente. Nos termômetros em escala Celsius (ºC). .Exemplo do princípio da densidade pode ser verificado observando-se que os evaporadores. Existem diversos tipos e marcas de indicadores de temperatura. as variações de pressão que alguns fluidos apresentam quando submetidos a variações de temperatura. principalmente por não se congelarem a baixas temperaturas. $ ! 5EIJA =@AHABHECAH= $ !  + F F H? FHAII A JAI@ IEIJA = O sistema mecânico de refrigeração é um circuito fechado. .

evaporador. muda de estado físico constantemente. dentro das quais circula o meio refrigerante (R-12). . termostato ou controle de temperatura.7 )5) - K D  F C #! .E JH @AIE@H=J=@ H + JH A@  GKE@ 6K>K = ?=FE =H 6K>K = @AIK? @ ? FHAII H 6K> @AIAHLE + FHAII H 4A @A=HH= GKA AFH JAJ HJ H E? 6K>K = @A@AI?=HC= Estes elementos estão unidos entre si por meio de tubulações. o qual. filtro desidratador. Nas geladeiras e freezers o compressor e o motor estão hermeticamente fechados em uma mesma carcaça (figura 9O). . ao passar por cada um dos componentes do sistema. não permitindo a fuga do refrigerante.b) c) d) e) f) condensador. controle do líquido refrigerante. Esse circuito deve estar hermeticamente selado.ECKH='  5EIJA =@AHABHECAH= F H? FHAII -L=F H=@ H *K > @ JAH IJ=J 6K>K = ?=FE =H@ JAH IJ=J 6AH IJ=J + @A I=@ H .

cuja temperatura é inferior à temperatura do refrigerante em circulação. Pelo exposto. A força motriz é proveniente de um motor elétrico ou qualquer outro elemento mecânico giratório (figura 9O). nos quais o ar e a temperatura ambiente são os únicos fatores de interferência. Existem vários tipos e formas de condensadores: desde os esfriados por convecção natural (estáticos: geladeiras domésticas). visam exclusivamente facilitar a dissipação do calor. Como o condensador está exposto ao ambiente. é que se recomenda que: . o calor vai sendo dissipado para esse mesmo ambiente. Assim. Olhando-se lateralmente uma geladeira doméstica verifica-se que o condensador localiza-se na parte posterior. aumentando a superfície de resfriamento. ar forçado (utilizando um ventilador: geladeiras comerciais) até os condensadores refrigerados a água.ECKH='  7 E@=@A? 8A JE =@ H + FHAII H @A I=@ H= + @A I=@ H 7 E@=@A? @A I=@ H=? 0AH JE?  J H? ? ? FHAII H @A I=@ HKJE E = @ B H =@ H@A=H $! + @A I=@ H O condensador é o elemento do sistema de refrigeração que se encontra instalado e conectado imediatamente após o ponto de descarga do compressor. O calor é dissipado para o ar circulante que sobe em corrente. Nas geladeiras e freezers utilizados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).7 )5) - K D  F C #" . dos lados do evaporador. ar. ranhuras e pequenos tubos incorporados aos condensadores. na medida em que o refrigerador perde calor ao circular pelo condensador vai-se esfriando e convertendo em líquido.. são predominantemente utilizados os condensadores estáticos. As placas. .$ !   + FHAII H O compressor (bomba) é um conjunto mecânico constituído de certos elementos básicos que funcionam segundo os princípios de bombeamento. etc. O condensador nada mais é do que uma linha ou serpentina por onde circula o refrigerante que sai do compressor a alta pressão e alta temperatura. para uso em grandes sistemas. Ele é composto de um pistom dentro de um cilindro que succiona e bombeia o gás refrigerante para o sistema. afastado do corpo do refrigerador.

deve-se fazer uma limpeza no mesmo. À medida em que o líquido vai se evaporando. válvula de expansão. freezers. mediante um dispositivo termostático que atua por meio de mudança de temperatura em refrigeração. distinguem-se três tipos: 1) termostatos de ambiente. que será aspirado pelo compressor através da linha de baixa pressão (sucção). se o compressor funcionará por mais ou menos tempo. O botão de regulagem vai permitir que o compressor seja acionado por mais ou menos tempo. e assim sucessivamente. Para tal. Alguns equipamentos (geladeiras comerciais. em virtude de o líquido refrigerante controlado a baixa pressão se evaporar. $ !  $ 6AH IJ=J  K? JH A@AJA FAH=JKH= O termostato é um mecanismo destinado a abrir e fechar um circuito elétrico. na sombra e longe de toda fonte de calor. durante o funcionamento do sistema. $ !  " + JH A@  GKE@ HABHECAH= JA Depois do compressor e do condensador o elemento seguinte de um sistema de refrigeração é o dispositivo chamado de controle do líquido refrigerante.) deve ficar afastado da parede. compressor e condensador. a finalidade do evaporador é absorver calor do ar. se converte em vapor aquecido. é utilizado para pôr em funcionamento o compressor do sistema. instalado em lugar ventilado. será comprimido e enviado pelo compressor ao condensador. . absorvendo calor dos pacotes de gelo e das vacinas colocadas dentro do refrigerador. para os mais diversos usos. $ !  # -L=F H=@ H O evaporador é a parte do sistema de refrigeração na qual o refrigerante se expande. que contém um filtro dotado de uma substância desidratadora que retém as impurezas ou substâncias estranhas e absorve a umidade residual que possa existir no sistema. indicam. apenas. ou para desligá-lo quando a temperatura alcançada for a pretendida. 3) termostatos para evaporador. Os números ou letras indicados no botão de regulagem dos termostatos não têm relação direta com a temperatura. absorve calor e ferve. fechando o ciclo. para que o condensador possa ter um rendimento eficiente. instalado sobre as geladeiras comerciais ou fora do espaço reservado às câmaras. Em um sistema de refrigeração. câmaras frigoríficas. existem muitos tipos de dispositivos para o controle da passagem do líquido refrigerante. $ !  ! . etc.O sistema de refrigeração (geladeira. etc. da água ou de qualquer outra substância que se queira esfriar. Essa retirada de calor ou esfriamento ocorre no evaporador.7 )5) - K D  F C ## . Posteriormente. Dentre a grande variedade de termostatos. encontra-se um elemento denominado filtro desidratador. para evitar acúmulo de pó ou outro produto que funcione como isolante. Periodicamente. 2) termostatos para líquido. tais como tubo capilar. deslocando-se pelas tubulações. Não devem ser colocados objetos sobre o condensador. A finalidade deste dispositivo é regular a passagem do líquido refrigerante que ingressa no evaporador. transformando-se em vapor refrigerante. permitindo a passagem ou não da corrente elétrica.E JH @AIE@H=J=@ H Logo após o condensador.) utilizam um conjunto de motor. etc.

$ "  . A aplicação de calor ao sistema permite que a solução água-amoníaco entre em atividade. . será liberada a quase totalidade do gás amoníaco contido na mesma. sob a forma gasosa. que deve cumprir determinada atividade física. Assim. Entretanto. se a solução for aquecida a 100ºC. o amoníaco. . em princípio. Essa propriedade é aproveitada para a produção de frio nos denominados sistemas de absorção (figura 9Q).7 )5) - K D  F C #$ . os vapores de amoníaco se condensam e. descem por gravidade até o evaporador.$ " 4ABHECAH=@ HB J L J=E? Recentemente. que é uma serpentina de tubulações com um dispositivo de alertas situado na parte superior do circuito. funcionam segundo o mesmo sistema de compressão. desprendendo-se dos resíduos de água em forma de vapor. A figura 9P constitui um diagrama simplificado desse equipamento. liberando o amoníaco da solução. estão sendo colocados em operação equipamentos chamados refrigeradores fotovoltaicos que. O esfriamento interno da caixa frigorífica é produzido pela absorção de calor. essa poderá absorver gás de 500 a 900 vezes o seu volume. como o hidrogênio. instaladas em painéis que recebem luz solar direta. passa através de um separador. quando o amoníaco líquido passa para o estado de vapor. cuja posição está abaixo do condensador e dentro do gabinete ou caixa frigorífica. utilizando como alimentação do motor/compressor energia elétrica proveniente de células fotoelétricas ou fotovoltaicas. o amoníaco purificado em forma gasosa se desloca do separador até o condensador. Em seu interior existe uma solução de água-amoníaco em presença de um gás inerte. em forma líquida. Quando isso ocorre.K ?E = A J O circuito frigorífico de um sistema de absorção é construído por disposição de tubulações devidamente desenhadas.ECKH='2 4ABHECAH=@ HB J L J=E? 2=E A ? ? K =IB J A JHE?=I 4ACK =@ H 4ABHECAH=@ H@A 8= "8 *=JAHE=)H = A =CA  $ # 5EIJA =@AHABHECAH= F H=>I H A água tem a propriedade de absorver amoníaco com muita facilidade. Dependendo da temperatura que afete uma solução de água-amoníaco. Nesse elemento.

isto tornará o seu desempenho deficiente. dificultam o uso de tal equipamento por parte da rede de saúde. . No sistema. mantém-se uma pressão alta e uniforme pela ação do hidrogênio. apresentam menor índice de defeitos que os de combustível líquido. daí resultando um desequilíbrio que provoca a movimentação do gás amoníaco até o componente absorvente (água). • os sistemas por absorção são geralmente utilizados em regiões onde não há disponibilidade de energia elétrica.ECKH='3 -IGKA =@AK IEIJA =@AHABHECAH= F H=>I H Condensador Condensador câmara exterior do refrigerador Ev aporador Vapor de Amoníaco Compartimento do congelador Hidrogênio Ev aporador Separador de Vapor Ág u a Absor vedor Am oníaco Dissolvido Gerador Refr igerador G ás ou querosene Fonte de calor Ao sair do evaporador. onde somente o amoníaco é absorvido. deve ser periodicamente limpa. que utilizam combustível líquido na alimentação. Os sistemas de absorção requerem uma fonte de calor apropriada e constante para o seu correto funcionamento. a manutenção do equipamento em operação satisfatória apresenta maior grau de complexidade em relação aos sistemas de compressão. A parte dos queimadores. a mistura amoníaco-hidrogênio passa ao absorvedor. • os sistemas. Utilizam-se diversos meios para produzir calor: elétricos (resistência elétrica). o sistema conta com um dispositivo especial nos condutos interiores da tubulação do evaporador. Os sistemas de absorção podem apresentar alguns problemas e ou defeitos. cuja fonte de calor utiliza combustível gasoso. necessitando apenas de regulagem de temperatura. o abastecimento constante e regular de combustível. pavios com combustíveis gasosos (propano. butano. • os sistemas que operam eletricamente (resistência) apresentam poucos problemas.). etc. a regulagem sistemática do queimador e.Para facilitar a evaporação do amoníaco. fechando o ciclo continuamente.7 )5) - K D  F C #% . A qualidade dos combustíveis empregados. porém. A mistura gás-amoníaco-hidrogênio varia de densidade ao passar de uma para outra parte do sistema. o calor aplicado permitirá novamente a liberação do amoníaco até o condensador. • caso a fonte de calor aplicada não seja adequada ao sistema. principalmente. no entanto. são os que apresentam maior número de problemas por irregularidade da chama e pelo acúmulo de carvão ou fuligem. . embora o seu funcionamento sem partes móveis pareça simples. Nesse ponto. dentre os quais destacam-se: • os refrigeradores por absorção.

b) sistemas que funcionam com combustíveis gasosos.$" + JH A@AJA FAH=JKH= Num refrigerador por absorção. provocando as alterações de temperatura desejadas. Nestes sistemas. O controle é efetuado através da diminuição ou aumento da chama utilizada no aquecimento do sistema. O controle é feito através de um termostato para refrigeração simples. existem diversos sistemas. .7 )5) - K D  F C #& . para se controlar a temperatura desejada. que conecta ou desconecta a alimentação do elemento-resistência elétrica. do mesmo tipo utilizado nos refrigeradores à compressão. c) sistemas que funcionam com eletricidade. tais como: a) sistemas que funcionam com combustíveis líquidos. o controle é feito por um elemento termostático que permite abrir ou limitar a passagem do gás que alimentará a chama do queimador. por meio de um controle que movimenta o pavio do queimador.

cria-se a possibilidade de que todos os dados do Programa sejam tratados e administrados de forma homogênea em todos os planos de atuação. Esse trabalho resultou na criação do Sistema de Estoque e Distribuição de Imunobiológicos (EDI). Objetivando atender às normas e procedimentos técnicos de verificação de temperatura no recebimento das vacinas. Discutiu-se muito a padronização obrigatória em instância nacional de nomenclatura. % 2HE ? FE I> IE? I Criação e padronização de formulários a serem preenchidos e utilizados em todas as instâncias de atuação da CGPNI.7 )5) - K D  F C #' . registro de suprimento. ou seja. com o principal objetivo de registrar as informações referentes à movimentação quantitativa de imunobiológicos e outros insumos utilizados pelo PNI. estadual. As seringas e agulhas devem ser obrigatoriamente contempladas nas atividades relacionadas ao controle de estoque. faz-se necessário e imprescindível que todas as unidades e pontos de recebimento de vacinas possuam termômetro com cabo extensor. preservando as garantias de tratamento padronizado das informações. código e abreviatura dos imunobiológicos e a extrema importância da divulgação das normas e procedimentos técnicos para o gerenciamento da Rede de Frio. cronograma de distribuição e controle das doses utilizadas e inutilizadas. condições básicas instrumentais para a medição das condições de recebimento de vacinas. código e abreviatura dos imunobiológicos. a ferramenta a ser utilizada será o sistema informatizado nacional. com o objetivo de reestruturar todos os aspectos da função Estoque e Distribuição de Imunobiológicos e informatizar a Central Nacional de Armazenamento e as coordenações e centrais estaduais da Rede de Frio.% 5EIJA =@AAIJ GKAA@EIJHE>KE @AE K >E CE? I`-. buscando uma padronização das informações das diversas instâncias. de nomenclatura. Padronização obrigatória no plano nacional. da unidade de saúde. da unidade de saúde até a Central. É importante a divulgação das normas e procedimentos técnicos para o gerenciamento da Rede de Frio. registro do pedido de ressuprimento. municipal e local. O EDI passou por um processo de avaliação e adequação. sendo criado também um modelo padronizado de formulários para a coleta dos dados. em conjunto com as ações a serem tomadas. . com codificação nacional. Em todas as instâncias de atuação da CGPNI. formado por representantes dos Programas nacional. para o envio das informações referentes à movimentação quantitativa dos imunobiológicos. regional. e controle de temperatura e do cronograma de distribuição. cujo principal objetivo é o registro das informações referentes à movimentação quantitativa dos imunobiológicos. onde este Programa cumpre o seu maior objetivo. Desta forma. o PNI sentiu a necessidade de criar um Comitê de Reavaliação Organizacional. seringas e agulhas. a fim de que fiquem preservadas as garantias de treinamento padronizado das informações. onde a atividade de controle de estoque e distribuição é obrigatória. Estabelecimento da periodicidade mensal. a serem preenchidos e utilizados em todos os planos de forma eminentemente prática e objetiva. controle de temperatura. até a Central.1 A fim de manter em progresso sua evolução.

. A Cenadi ao receber os imunobiológicos dos diversos laboratórios. KN CH= =@AI E?EJ= A@EIJHE>KE @AE K >E CE? I =IE IJ ?E=I@A? H@A = AANA?K CENTRAL NACIONAL DE ARMAZENAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS (CENADI) COORDENAÇÃO GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (CGPNI) LABORATÓRIOS NACIONAIS E ESTRANGEIROS CENTRAL ESTADUAL DE REDE DE FRIO COORDENAÇÃO ESTADUAL DO PNI (CE-PNI) CENTRAL MUNICIPAL DE REDE DE FRIO COORDENAÇÕES MUNICIPAIS DO PNI (CM-PNI) SALA DE VACINA DE UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE SALA DE VACINA DE HOSPITAL CENTRO DE REFERÊNCIA DE IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS Observações: Fluxo de informações e solicitações de imunobiológicos. envia amostras ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) para testes. Fluxo de distribuição de imunobiológicos.7 )5) - K D  F C $ .& ) AN I ) AN 1 .

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às ____:____h.Houve alteração de temperatura: Sim ( ) Não ( ) 8 . H K HE F=H==L= E= @AI E?EJ= @AHAJAIJA@AE K >E CE? I 1 . do dia _____/_____/_____.O último dia em que se verificou temperatura ideal foi ____/____/____. a máxima de _______ ºC e no momento _______ ºC. Termômetro de máxima e mínima ( ). quando a mínima era de _______ºC.Identificação do(s) imunobiológico(s) que sofreu(ram) alteração(ões) Nome imunobiológico Apresentação Laboratório Produtor Número Lote Data Recebimento Prazo Validade Quantidade Doses 6 .A Ocorrência foi em instância: Local ( ) Sim ( ) Não ( ) Regional ( ) Central ( ) 3 .Há termógrafo ( ).Histórico da ocorrência: _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ 7 .O produto já sofreu outras alterações de temperatura anteriores fora da faixa ideal recomendada: Sim ( ) Não ( ) 9 .Instituição solicitante: ___________________________________________________ UF: ______ Endereço: ______________________________________________________________________ Telefone ( ) ______________ FAX: ( ) ________________ e-mail: ____________________ Data da Solicitação: _____ / _____ / _____ 2 . no local? 4 .Providências tomadas: _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ 5 . . às _____:_____ h do dia ______/______/_____.7 )5) - K D  F C $# .) AN 18 . Termômetro linear ( ). O período de alteração foi de exatamente ( ) aproximadamente ( ) das ____:____h.

Máx. Momento __________ ºC Em: ______/______/______ às: __________:________ h Obs: Fineza anexar cópia do documento de recebimento da empresa transportadora. ___________ºC Temp. Mín. Máx. Máx. Data: _______/________/_______ ____________________________ Assinatura do Responsável .) AN 18 ? JE K= 10 . Mín.Dados do momento em que foi detectada a falha no equipamento e outros momentos observados: Temp. ___________ ºC T. Momento __________ ºC Em: ______/______/______ às: __________:________ h Temp. ___________ºC Temp. Mín. ___________ºC Temp. Momento __________ ºC Em: ______/______/______ às: __________:________ h Temp. ___________ ºC T. caso o problema tenha sido no percurso cenadi-estado.7 )5) - K D  F C $$ . ___________ ºC T.

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500mm mínima Profundidade 680mm mínima Altura 890mm mínima e 950mm máxima 3 .Gabinete construído em aço pintado de espessura mínima de 0. * .Compressor 1/3 HP mínimo .Dimensões mínimas Largura 1.Dimensões mínimas: Largura 610mm mínima Profundidade 610mm mínima Altura 1. IJE?=I 1 .Capacidade mínima de 280 litros 5 .Tampas quatro 4 . com isolamento em poliuretano de 3mm mínimo densidade 35kg /m3 2 .HA JA %# FH BK @E@=@A$! '+ FHAII HA  02 = JKH= $# Demais dados não se alteram.600mm mínima e 1.Congelador de mínimo 30 litros 4 . de 0. chapa de espessura min.HAA AHI 1 .) AN 81 ?  8 J=CA @=HA@A =  K L JI? B H A=I E?EJ= JE K= OBS: Para geladeiras de seis portas se alteram os seguintes itens: IAEIF HJ=I .Gavetas da porta desmontáveis + .5mm.5mm isolado com poliuretano de 3cm de espessura e 35kg/m3 de densidade 2 .7 )5) - K D  F C % . cor branca.800mm máxima 3 .Gabinete construído em aço pintado a forno.

b) Colocar em seu interior o bulbo de termômetro de máxima e mínima digital. Verificar se após este procedimento apresenta rachaduras ou outro dano que impeça a utilização da caixa. b) Colocar em seu interior o bulbo de termômetro de máxima e mínima digital. marcar o nível da água e mantê-la fechada durante 24 horas. conforme o procedimento recomendado para acondicionamento de imunobiológicos.) AN 811 6AIJA@AGK= E@=@AF=H=?=EN=I@AF EAIJEHA ANF= @E@ EI F H  6AIJA@AHAIEIJ ?E==C FAI Com a caixa vazia. verificar se o papel apresenta umidade ou se existe umidade nas paredes laterais exteriores da caixa. Enchê-la com água em temperatura ambiente. 6AIJA@AE FAH A=>E E@=@A Forrar uma parte do balcão de manuseio de imunobiológicos com papel jornal. c) Lacrá-la e monitorar sua temperatura interior durante 48 horas. poderá não haver sinais de umidade no exterior da caixa. erguê-la a uma altura média de cinco metros e soltá-la sob solo plano. ! 6AIJA@A = KJA @AJA FAH=JKH= • Para vacinas conservadas em temperaturas negativas (<0°C): a) Abastecer uma caixa de poliestireno expandido com bobinas de gelo reciclável a -20°C. d) Transcorrido este tempo. Deverão ser utilizadas embalagens vazias (caixas) de imunobiológicos para preencher o espaço destinado a estes. .7 )5) - K D  F C % . Deverão ser utilizadas embalagens vazias (caixas) de imunobiológicos para preencher o espaço destinado a estes. colocar sobre este uma caixa de poliestireno expandido. d) Transcorrido este tempo. c) Lacrá-la e monitorar sua temperatura interior durante 48 horas. vez que em localidades onde a umidade relativa do ar seja muito baixa ou a temperatura ambiente muito alta. Transcorrido este período de tempo. • Para vacinas conservadas em temperaturas positivas (+2°C a +8°C): a) Abastecer uma caixa de poliestireno expandido com bobinas de gelo reciclável devidamente ambientalizadas. Verificar se o nível da água baixou. verificar se a temperatura no interior da caixa ainda se mantém abaixo de 0°C. verificar se a temperatura no interior da caixa ainda se mantém abaixo de +8°C. conforme o procedimento recomendado para acondicionamento de imunobiológicos.

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