.7 )5

)

1 7 1 )

-5

= K=

@A 4A@A @A .HE

= K= @A 4A@A@A.HE

*H=I E=  K D  

   E EIJ HE @=5= @A .K @= ! -@E FAH EJE@==HAFH @K 

=?E

= @A5= @A 

F=H?E=  KJ J= @AIJ= >H= @AI@AGKA?EJ=@==B

JA

-@EJ H )IIAII HE=@A+ K E?= A-@K?= A 5= @A )I? 5AJ H@A)KJ=HGKE=I5K 3K=@H=" *  # ) @=H`5= =#% +-2 % % "`*H=I E= ,. ,EIJHE>KE A1 B H = + H@A = /AH= @ 2H CH= = =?E = @A1 K E = AI +A JH  =?E =?E = @A5= @A 5 5)5 5AJ H@A)KJ=HGKE=I5K 3K=@H=" *  # ) @=H 5= =# # 6A AB A $ $ %%!& !" $"" .):$! #"& +-2 % % " *H=I E= ,. 6EH=CA ! ANA F =HAI 1 FHAII  *H=IE  2HE JA@E *H= E = @A-FE@A E CE= .K @=

= K= @A4A@A@A.HE  A => H= @A+HEIJE = =HE=8EAEH=@= 4 ?D=AJ=  ! A@  *H=I E=  E EIJ HE @=5= @A .K @=  =?E = @A5= @A   &F E  1 K E = 1 4 ?D= +HEIJE = =HE=8EAEH=11 *H=IE  E EIJ HE @=5= @A 111 *H=IE .K @=  =?E = @A5= @A

EIJHE>KE F=H==HACE = " ! .HE  + =H=I BHEC H BE?=I ) =H A@AJA FAH=JKH=? @EI?=@ HJA AB E? F=H=? =H=I CA =@AEH=IA BHAA AHI ! .=E IJ ?E=HACE = AIJ=@K= F=H== K E?EF= " " .5K HE )FHAIA J= 2H CH= = =?E = @A1 K E = AI  4A@A@A.EIJHEJ= ! " )H = A = A J  K E?EF= ! # )H = A = A J  ?= " 6H= IF HJAA JHA=I@ELAHI=IE IJ ?E=I "  .=E IJ ?E=HACE = AIJ=@K= F=H== K E?EF= ?= " # +KE@=@ I> IE? I JH= IF HJA % '  ! ! " # $ $ & ' '    ! " " " " " " # # $ $ % % % ' ' ' ! ! ! !! !! !# !# !# !$ !% !% .=E IJ ?E=?A JH= AIJ=@K= F=H==HACE = "  4A?A>E A J  =E IJ ?E=AIJ=@K= " .HE -GKEF= A J I@=4A@A@A.=E IJ ?E= =?E = F=H==AIJ=@K= " .HAA AHI K? CA =@ HAI " 4ABHECAH=@ HAI K CA =@AEH=I "  /A =@AEH= @ IJE?= "   +KE@=@ I > IE? I " /A =@AEH= + AH?E= "  HC= E =  E JAH = " +KE@=@ I > IE? I " ! 6AH IJ=J  K? JH A@AJA FAH=JKH= " " E FA =@=CA =@AEH= # 5EJK= AI@AA AHC ?E= $ 1 K >E CE? II >IKIFAEJ= $  1 KJE E = @ IE K >E CE? II >IKIFAEJ= $ 1 KJE E = @=II >H=I@AE K >E CE? I =I= =@AL=?E = % KJH IJEF I@ACA =@AEH=I %  /A =@AEH= = C I A AJHE?E@=@A % /A =@AEH=? F=HA@AI@ACA HA?E? LA % ! /A =@AEH==A AHCE=I =H & +=EN=IJ H E?=I &  +KE@=@ I> IE? I? =?=EN=J H E?= ' * >E =I@ACA HA?E? LA '  +KE@=@ I? =I> >E =I@ACA HA?E? LA  2H ?A@E A J IF=H==GKEIE @A?=EN=IJ H E?=I  HC= E = @=?=EN=J H E?=F=H=L=?E = @AH JE = =I= =@AL=?E =   2H ?A@E A J I BE = @=I=JELE@=@AI  ) >EA J= @=> >E =@ACA HA?E? LA ! 1 IJ ?E=I@A=H = A = A J !  )H = A = A J  =?E = ! )H = A = A J  AIJ=@K= ! ! )H = A = A J HACE =  K.

K ?E = A J $ " + JH A@AJA FAH=JKH= % 5EIJA =@AAIJ GKAA.1 1: /KE=@A>=EN= IEIJA = : 1 KJE E =  A I= @AE K >E CE? I :1 LE A J  A I= @AE K >E CE? I ' *E> E CH=BE= !' !' " " " "! "# "# "# "# "# "# "$ "$ "% "% # # # # #" #" ## ## ## ## #$ #$ #$ #& #' #' $ $ $ $" $# $% $' % % %! %" %# %% . KN CH= =@AI E?EJ= A@EIJHE>KE @AE K >E CE? I =IE IJ ?E=I@A ? H@A = AANA?K @ 2 1 11 .1 %  2HE ? FE I> IE? I & ) AN I 1 .EIJHE>KE @A1 K >E CE? I`-.E JH @AIE@H=J=@ H $ !  " + JH A@  GKE@ HABHECAH= JA $ !  # -L=F H=@ H $ !  $ 6AH IJ=J  K? JH A@AJA FAH=JKH= $ " 4ABHECAH=@ H B J L J=E? $ # 5EIJA =@AHABHECAH= F H=>I H $ "  .# + JH A@AJA FAH=JKH= #  6AH AJH @A NE =A E == = CE? # 6AH AJH @ECEJ= @A NE =A E = ?=> ANJA I H # ! 6AH AJH  E A=H # " 6AH AJH = = CE? @A?=> ANJA I H # # 6AH AJH = =IAH $ 5EIJA =@AHABHECAH= $  + ?AEJ ADEIJ HE= $ 2HE ? FE I> IE? I@AHABHECAH= $  += H $ @ I@AJH= IBAH ?E=@A?= H $  + @K $ + LA? $ ! 4=@E= $ ! 4A = A JHAJA FAH=JKH=A LE A J  A?K =H $ " += H =JA JA $ # + LA?  =JKH= `. H K HE F=H= = KJA FHALA JEL=@ IAGKEF= A J I@AHABHECAH= 111 =F=F=H=? JH A@E HE @AJA FAH=JKH= 18 . H K HE F=H==L= E= @AI E?EJ= @AHAJAIJA@AE K >E CE? 8 1 B H = AIJ ? E?=II >HAL=?E =I 81 -IFA?EBE?= F=H==GKEIE @ACA =@AEH=I 811 6AIJA@AGK= E@=@AF=H=?=EN=I@AF EAIJEHA ANF= @E@ EI F H 8111 . H K HE F=H=I E?EJ= @A=KJ HE = F=H=HAJEBE?= @AI= @ @ -.A IE@=@A $ $ 6A FAH=JKH= $ ! 5EIJA =@AHABHECAH= F H? FHAII $ !  + F A JAI@ IEIJA = $ !   + FHAII H $ !  + @A I=@ H $ !  ! .

ECKH='0 .ECKH=") .ECKH=% . KN CH= =@=4A@A@A. .ECKH=#) .ECKH='+ .ECKH=%) .ECKH=') .ECKH=' .ECKH=' .1 KIJH= AI .ECKH=' .ECKH='1 . .ECKH=&) .ECKH=$ .ECKH='.ECKH='2 .ECKH= .ECKH='3 .HE + =H= BHEC H BE?= .ECKH=' .ECKH=&+ .ECKH=&* .ECKH='* .ECKH='.ECKH=" .ECKH=&.ECKH='.ECKH=' .ECKH="* .HAA AHI K? CA =@ HAI HC= E = E JAH =@=CA =@AEH= /A =@AEH=E =@AGK=@=F=H=? IAHL= @AL=?E =I /A =@AEH= ? AH?E= +=EN=IJ H E?=I ) >EA J= @A> >E =I@ACA HA?E? LA *= ?=@=F=H=FHAF=H A@AIF=?D @AE K >E CE? I 6H= IF HJA@AE K >E CE? IA JHA=I@ELAHI=IE IJ ?E=I )HHK = @=I?=EN=IJ H E?=IF=H=JH= IF HJA@AL=?E =IA J @=I=IE IJ ?E=I 6AH AJH @A NE =A E == = CE? 6AH AJH @ECEJ= @A NE =A E = ?=> ANJA I H 6AH AJH  E A=H 6AH AJH = = CE? @A?=> ANJA I H 6AH AJH = =IAH 6H= IBAH ?E=@A?= HF H? @K 6H= IBAH ?E=@A?= HF H? LA? 6H= IBAH ?E=@A?= HF HH=@E= A IKFAHB ?EAHAB AJ H= )>I H @A?= HH=@E= JAF HIKFAHB ?EABHE= + F HJ= A J @=I ?K =I@A CK=A AIJ=@ II E@  GKE@ AC=I I 6H ?=@A?= HA JHAL=?E =IA  AE = >EA JA )? @E?E = A J @AL=?E =IA ?=EN= IA KI @A> >E =I@ACA HA?E? LA )? @E?E = A J @AL=?E =IA ?=EN= ? KI @A> >E =I@ACA HA?E? LA 2H JA @ IE K >E CE? IF H> >E =I@ACA HA?E? LA @A=? H@ ? = AIFAIIKH=@=IF=HA@AI@=?=EN=J H E?= +=EN=? CA HA?E? LA ? JA FAH=JKH=E BAHE H= + +=EN=? CA HA?E? LA HACEIJH= @ L=HE= @AJA FAH=JKH=A L HE IF J I 2H JA @ IE K >E CE? IF H> >E =I@ACA HA?E? LA 6H ?=@A=H= =>HEH=F HJ=@=CA =@AEH= 4A = A JHAJA FAH=JKH=A? LA?  =JKH= 5EIJA =@AHABHECAH= F H? FHAII 7 E@=@A ? @A I=@ H= 4ABHECAH=@ H B J L J=E? -IGKA =@AK IEIJA =@AHABHECAH= F H=>I H  ! # % & ' # & ! !" !$ !' " " " "! "$ "$ "$ "% "% "& "& "& "' # # # # # #! #" #$ #% .ECKH=' .ECKH=! .ECKH='/ .ECKH=# .ECKH=' . .ECKH= .ECKH=& .

que se dedicam à imunização da população brasileira. destinados à orientação e atualização dos profissionais da área da saúde. não garantindo tão-somente a vacinação. pretendendo alcançar a imunização de 100% da população-alvo.)FHAIA J= A Fundação Nacional de Saúde espera com a 3ª edição deste Manual atingir o objetivo de contribuir com a confiabilidade e qualidade dos imunobiológicos em todos os recantos deste país. do Centro Nacional de Epidemiologia/FUNASA/MS. como instrumento essencial de normatização que se complementa pelo de Capacitação de Rede de Frio. . até as salas de vacina. proporcionando a erradicação. O PNI. desde a instância central. vem construindo sua consolidação com esforços. mas sim uma perfeita e adequada imunização. ou seja. através da aplicação de imunobiológicos bem conservados. ao longo destes 27 anos. Este Manual de Rede de Frio faz parte dos documentos normativos publicados pela CGPNI. Trata-se de um instrumento uniforme e único destinado a todos que se envolvem nas tarefas do Programa Nacional de Imunizações (PNI). garantir o direito de vacinação a toda a população. conseqüentemente. eliminação e/ou controle das doenças imunopreveníveis. independente de sua diversidade geográfica e. A Comissão que elaborou este Instrumento procurou colocar de forma prática. concisa e clara os anseios que hoje estão nos profissionais que fazem a Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI). objetivando a excelência de qualidade dos imunobiológicos a serem aplicados.

institucionaliza o PNI. • supervisionar. implantação e implementação dos programas de vacinação a cargo das secretarias de saúde das unidades federadas.º 1. que a partir de 1999 passou a ser parte integrante da Gerência de Imunobiológicos da Coordenação do Programa Nacional de Imunizações (COPNI). eliminação e/ou erradicação das doenças imunopreveníveis. da Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde (SNABS) (criada pelo Decreto nº 79. controle da tuberculose) e como atividades desenvolvidas por iniciativa de governos estaduais. A partir de junho de 2000. é de responsabilidade da instância federal que coordena a importação de produtos e incentiva a produção nacional. com a reforma administrativa. de 12/08/1976. de 30/10/1975. regulamentada pelo Decreto nº 78. • centralizar. por delegação do Ministério. que é o órgão de referência técnica para os laboratórios produtores. até então. criado em 1981. principalmente o desempenho dos órgãos das Secretarias de Saúde. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) participa também do Programa com apoio técnico.231. sob a responsabilidade do Ministério da Saúde. O Programa de Auto-Suficiência Nacional em Imunobiológicos é também transferido para a FNS. O desenvolvimento do Programa é orientado por normas técnicas estabelecidas nacionalmente. dessa forma. a partir da Central Nacional de Armazenagem e Distribuição (Cenadi). o Programa foi coordenado pela Fundação Serviços de Saúde Pública (SESP). Em 1990. esta Coordenação passou a ser designada Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI). pela Portaria n. operacional e financeiro. da Organização Pan-Americana de Saúde. Essas ações conduzidas dentro de programas especiais (erradicação da varíola. relacionadas com as vacinações de caráter obrigatório.331. com a finalidade de coordenar ações que se desenvolviam.º 46.056. de 30/12/1976). de 21/01/1991. O suprimento dos imunobiológicos necessários ao Programa. analisar e divulgar as informações referentes ao PNI. através do Programa de Auto-Suficiência Nacional em Imunobiológicos (PASNI). Os produtos nacionais ou importados são adquiridos pelo Ministério da Saúde e distribuídos às secretarias estaduais de saúde. nacionais ou importados. manipulação. devido à reestruturação da FUNASA. o PNI é parte integrante do Programa Ampliado de Imunizações (PAI).º 6. ajustando-se. • estabelecer critérios e prestar apoio técnico e financeiro à elaboração. necessitavam de uma coordenação central que lhes proporcionassem sincronia e racionalização. assegurando. aos seus objetivos e diretrizes técnicas de atuação. utilizando estratégias básicas de vacinação de rotina e campanhas anuais desenvolvidas de forma hierarquizada e descentralizada. assim como aos aspectos de programação e avaliação. implantada em 1982. . As competências do Programa.259. assim. A qualidade dos produtos distribuídos é garantida pela atuação do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz . Essas normas são estabelecidas com a participação dos órgãos responsáveis pela operacionalização e de outras instituições. No período de 1974 a 1979. a sua aceitação e uniformidade de uso em todo o país. foi extinta a SNABS e o PNI foi transferido para a Fundação Nacional de Saúde (FNS). no que se refere à conservação. estabelecidas no Decreto nº 78. sem ônus para os órgãos executores. instituído em 1986. transporte e à aplicação dos imunobiológicos. pela Portaria n.2H CH= = =?E = @A1 K E = AI2 1 O PNI foi instituído em 1973. No âmbito internacional. pelo caráter episódico e pela reduzida área de cobertura. com descontinuidade. Em 1980 passou a ser responsabilidade da Divisão Nacional de Epidemiologia. A Lei n. encarregados dos programas de vacinação. de 05/11/1990.231. podem ser consideradas válidas até o momento: • implantar e implementar as ações do Programa. controlar e avaliar a execução das vacinações no território nacional. Amostras de todos os lotes de imunobiológicos. são analisadas pelo INCQS antes da distribuição para consumo. • estabelecer normas básicas para a execução das vacinações. A Coordenação do PNI tem como objetivo contribuir para o controle. no Rio de Janeiro.RJ.

as secretarias estaduais de saúde são responsáveis pela coordenação do Programa. bem como as voltadas para o controle da hepatite B.029 de 12/04/1990 autoriza o Poder Executivo a instituir a Fundação Nacional de Saúde (art. são previstas ações que visam à capacitação de recursos humanos. bem como a vacinação de escolares e os demais segmentos da população para controlar o tétano acidental. o Programa Nacional de Imunizações (PNI) incorpora mais um desafio neste alvorecer de século: ampliar as ações de vacinação para a população de 60 anos e mais e 100% das populações indígenas brasileiras. 11). Outros agravos são objetos da ação do Programa desde que a situação epidemiológica assim o indique. por diferentes motivos. O PNI tem por objetivo conscientizar esta população da importância da vacinação.º 100/1991. O apoio técnico-científico às decisões sobre imunizações é proporcionado pelo Comitê Técnico Assessor de Imunizações (Portaria n° 389 de 6/5/1991). gerenciais e operacionais. As ações de controle da febre amarela. As ações voltadas para o grupo de menores de cinco anos. As ações de vacinação para as crianças têm contribuído para reduzir a morbimortalidade por doenças imunopreveníveis. recebeu o Certificado da Erradicação da Transmissão da Poliomielite. do tétano e raiva humana são implementadas na rede básica. por pediatras e infectologistas que representam as cinco macrorregiões do país. bem como assessoria técnica. com vistas ao controle do tétano neonatal e síndrome da rubéola congênita. Acompanhando as transformações demográficas e epidemiológicas registradas no país. supervisão e acompanhamento das atividades em instâncias estadual e municipal. melhorando a qualidade de vida. No âmbito das unidades federadas. como no aumento de casos das meningites. como o Centro Nacional de Epidemiologia (CENEPI) e a própria CGPNI. bem como por técnicos de áreas da FUNASA. desde abril de 1989. para esta faixa etária: dT (difteria e tétano). BCG e contra a poliomielite e 95% contra o sarampo. não foram vacinados no primeiro ano de vida. estratégia utilizada desde 1980. Com isso. são implementadas na rotina. o Brasil conjuntamente com as Américas. buscava-se atingir a meta de vacinar 90% da população menor de cinco anos com as vacinas tríplice. contra influenza (contra gripe) e pneumococo. As decisões e avaliações sobre os aspectos técnicos gerenciais e operacionais do Programa são sistematizadas em documentos técnico-normativo-operacionais e são disseminadas por toda a rede de serviços. principalmente nos menores de cinco anos. . utilizando as vacinas preconizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI) faz parte da estrutura organizacional da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). integrado por representantes da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). estando localizado no Centro Nacional de Epidemiologia (CENEPI). principalmente para os órgãos executores dessas ações: as secretarias estaduais e municipais de saúde. a operacionalização. A partir de 1990 grandes esforços foram desenvolvidos visando ao aperfeiçoamento do Programa nos seus aspectos técnicos. como forma de aperfeiçoar o trabalho. também. São implementadas. da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT). Os dias nacionais. permitiram a não ocorrência de casos dessa doença.A Lei n. O Programa é a referência nacional para as ações de imunizações. cobrindo a totalidade dos nascidos em cada ano e completando o esquema daqueles que. a supervisão e a avaliação das atividades em articulação com as secretarias municipais de saúde e com as demais instituições envolvidas com as ações de imunizações. as ações voltadas para a vacinação das mulheres em idade fértil. Além disso.º 8. rubéola e caxumba. executando a programação estadual. principalmente a partir da realização da multivacinação nos dias nacionais de vacinação contra a poliomielite. Em setembro de 1994. o que só aconteceu em 16/04/1991 pelo Decreto n. nos dias regionais e nacionais de multivacinação e pelas ações específicas de intensificação. de 12 a 49 anos.

Equipe técnica. manipulação. É necessário. 4. haja vista que são produtos termolábeis. a fim de conferir imunidade. A Rede de Frio é composta basicamente dos seguintes elementos (figura 1): 1. 5.7 )5) - K D  F C  . O objetivo final da Rede de Frio é assegurar que todos os imunobiológicos administrados mantenham suas características iniciais. 2. 6. portanto. distribuição e transporte dos imunobiológicos do Programa Nacional de Imunizações. se deterioram depois de determinado tempo quando expostos a variações de temperaturas inadequadas à sua conservação. Um manuseio inadequado. e deve ter as condições adequadas de refrigeração. um equipamento com defeito. Transporte entre as instâncias. comprometendo a potência e eficácia dos imunobiológicos. 3. 4A@A@A. desde o laboratório produtor até o momento em que a vacina é administrada. mantê-los constantemente refrigerados. O calor acelera a inativação dos componentes imunogênicos. conservação. estadual.HE   4A@A@A. utilizando instalações e equipamentos adequados em todas as instâncias: nacional. Instâncias de armazenamento. Controle de Temperatura. Equipamentos. . regional ou distrital e municipal/local.HE A Rede de Frio ou Cadeia de Frio é o processo de armazenamento. ou falta de energia elétrica podem interromper o processo de refrigeração. Financiamento. isto é.

7 )5) - K D  F C  . KN CH= =@=4A@A@A.ECKH= .HE LABORATÓRIO PRODUTOR INSTÂNCIA NACIONAL TRANSPORTE CÂMARA FRIA INSTÂNCIA ESTADUAL CÂMARA FRIA CAIXA TÉRMICA TRANSPORTE INSTÂNCIA REGIONAL GELADEIRA COMERCIAL CAIXA TÉRMICA TRANSPORTE FREEZERS INSTÂNCIA LOCAL CAIXA CAIXA TÉRMICA GELADEIRA ..

ECKH=  + =H=BHEC H BE?= O seu funcionamento de uma maneira geral obedece aos princípios básicos de refrigeração. registrador de umidade (higrômetro).7 )5) - K D  F C ! . • antecâmara. de acordo com a especificação do produtor. objetivando auxiliar o isolamento do ambiente e prevenir a ocorrência de choque térmico aos imunobiológicos. . tais como: • isolamento das paredes internas do ambiente a ser refrigerado. sem perda da sua capacidade imunogênica. com boa circulação de ar. para facilitar a distribuição do ar frio pelo evaporador. para eventual defeito do outro. • sistema de alarme com registrador de temperatura (termógrafo). essas câmaras são projetadas para operarem em temperatura de +2ºC e -20°C.-GKEF= A J I@=HA@A@ABHE  + =H=IBHEC H BE?=I Também denominadas quartos frios ou câmaras frias. • alarmes de baixa e alta temperatura para alertar a ocorrência de falta de energia elétrica. • compressor e condensador dispostos na área externa à câmara. com temperatura de +4°C. além de princípios específicos. • alarme audiovisual indicador de abertura de porta. • dois sistemas independentes de refrigeração instalados: um em uso e outro em reserva. observada a data de validade especificada no produto. Especificamente para os imunobiológicos. tanto positivas quanto negativas. são ambientes especialmente projetados para a armazenagem de produtos predominantemente em baixas temperaturas e em grandes volumes (figura 2). Podem ser reguladas para trabalhar mantendo as mais diversas temperaturas. Os imunobiológicos podem em algum momento estar conservados em temperatura entre +2° e +8°C. . • sistema de ventilação no interior da câmara.

• observar para que a luz interna da câmara não permaneça acesa quando não houver pessoas trabalhando em seu interior.nº do lote. casaco com capuz. luvas. de que a porta da câmara esteja fechada corretamente.). de tal forma que. separar por: . preferencialmente metálicas (aço inox). • não deixar a porta aberta por mais de um minuto ao colocar ou retirar imunobiológico. • testar os alarmes antes de sair. Este equipamento dispõe de um sistema de alimentação de dupla voltagem (selecionável) que faz a recarga da bateria. O formulário próprio para registro da revisão mensal encontra-se em anexo. Os imunobiológicos devem ser armazenados da seguinte forma: • nome do imunobiológico. • fazer a limpeza da câmara com pano úmido. etc.prazo de validade. caso a câmara seja grande. Observação: Este equipamento deverá ser submetido à manutenção preventiva conforme formulário em anexo. com equipamento disponível (termômetro. de que todas as pessoas tenham saído. no início da jornada de trabalho. não tem qualquer reentrância. mantendo-a sempre limpa. abaulamento em suas bordas e a trava de segurança está em perfeito funcionamento. em caso de corte no fornecimento de energia elétrica.enfrascagem (uma dose . • usar equipamento de proteção individual para trabalhar dentro da câmara: calça. É ainda capacitado para efetuar três ligações a três diferentes telefones. .ordem alfabética (instâncias estadual/regional). termógrafo ou equipamento de automação). • certificar-se.laboratório produtor. HC= E = E JAH = As câmaras são dotadas de prateleiras. • verificar. Os imunobiológicos armazenados devem ser acondicionados nas prateleiras. uma vez ao mês. diariamente. . certificar-se de que a luz interna foi apagada. quando a temperatura de algum dos equipamentos estiver fora da faixa permitida. E somente abrir a câmara depois de fechada a antecâmara. .) =H A@AJA FAH=JKH=? BHAA AHI @EI?=@ HJA AB E? F=H=? =H=I CA =@AEH=IA Este equipamento é composto por um discador telefônico. A luz é grande fonte de calor. que são ligados em paralelo ao equipamento.10 doses . e corretiva quando necessário. de que a vedação da porta da câmara é adequada. diariamente. após análise dos mesmos. no início da tarde e no final do dia. botas. de forma a permitir a circulação de ar entre as mesmas. . uma bateria e um ou mais sensores de temperatura (termostatos). • semanalmente a coordenação estadual deverá receber do responsável pela Rede de Frio o gráfico de temperatura das câmaras e dar o visto. +KE@=@ I> IE? I • fazer a leitura da temperatura interna.20 doses. se a carga de tinta e o disco dos termógrafos acabaram. se sua borracha não apresenta ressecamento. ao final da jornada de trabalho. Deve-se observar também a validade dos lotes.7 )5) - K D  F C " . Aqueles com menor prazo de validade deverão ter prioridade na distribuição. • no final do dia de trabalho. o sistema continuará operando com a alimentação de 12 volts DC proveniente das baterias. Isto deverá ser feito pelo coordenador estadual do Programa ou seu substituto. quando necessário utilizar sabão neutro. . isto é. para possibilitar menor perda de imunobiológicos por vencimento do prazo.

Se ao puxar o papel a . Os freezers também são usados para congelar as bobinas de gelo reciclável. 10 doses. de forma a permitir a circulação de ar entre os produtos ou as caixas. preferencialmente. • não deixar a porta aberta sem necessidade. É o equipamento mais eficiente e confiável para conservação em temperaturas negativas.! .HAA AHI K? CA =@ HAI * >E =I@A/A 4A?E? LA =? CA =H HC= E = E JAH = Como os freezers são dotados somente de um compartimento. para estocagem de vacinas a -20ºC. Estes equipamentos devem ser do tipo horizontal. para não comprometer a conservação destes. com isolamento de suas paredes em poliuretano.enfrascagem (uma dose. etc. • certificar-se de que a porta está vedando adequadamente. tendo o cuidado de não usar o mesmo equipamento em que estão armazenados os imunobiológicos. sem incidência da luz solar direta e longe de equipamentos que desprendam calor. Sua instalação deve ser em local bem arejado. . registrando-as no formulário próprio. Deve-se observar também a validade dos lotes. Atenção: Cada freezer deverá ter afixado na parte externa frontal uma placa de identificação contendo os dados dos itens acima citados. da tarde e no final do dia. . somente para acondicionamento e retirada de imunobiológicos e gelo reciclável.). Os imunobiológicos devem ser armazenados da seguinte forma: • nome do imunobiológico. . separar por: . 20 doses. Atenção: O equipamento deve ficar sobre suporte (pés com rodinhas – ver figura 3) para evitar a oxidação das chapas da caixa em contato direto com o piso úmido e facilitar sua movimentação. para possibilitar menor perda dos imunobiológicos por vencimento do prazo.nº de lote. . aproximadamente.7 )5) - K D  F C # . * >E =I@A/A 4A?E? LA  ? CA =@= +KE@=@ I> IE? I • fazer a leitura da temperatura diariamente no início da jornada de trabalho da manhã. abaixo do gabinete. Coloca-se a tira de papel entre a borracha da porta e a geladeira. uma vez que o condensador necessita dissipar calor para o ambiente.prazo de validade.laboratório produtor.HAA AHI K? CA =@ HAI São equipamentos destinados.ECKH=!  . deve-se ter o cuidado de armazenar os imunobiológicos. evaporadores nas paredes (contato interno) e condensador/compressor em áreas projetadas no corpo. principalmente aquele dotado de várias portas pequenas na parte superior (figura 3). Aqueles com menor prazo de validade deverão ter prioridade na distribuição. usando-se uma tira de papel com 3cm de largura.

a vedação está adequada. • na primeira prateleira devem ser colocadas as vacinas que podem ser submetidas à temperatura negativa (contra poliomielite. porém. • A geladeira que não possuir o quantitativo de 12 garrafas de água deverá ser abastecida com o número necessário. devendo para isto estar regulados para funcionar nesta faixa de temperatura. e no lugar da gaveta grande preencher toda parte inferior exclusivamente com 12 garrafas de água com corante. Hepatite B. • na terceira prateleira pode-se colocar os diluentes. soros ou caixas com as vacinas conservadas entre +2 e +8ºC. A vacina pode. Este teste deverá ser feito em vários pontos da porta. especialmente nos quatro ângulos. colocando-se duas unidades por dia até atingir o número recomendado (12). DTP. • fazer o degelo a cada 30 dias ou sempre que for necessário. em espessura maior que 0. sarampo. com capacidade a partir de 280 litros. • na segunda prateleira. evitando-se. rubéola. As unidades de saúde que dispuserem de geladeira para outro fim poderão utilizá-la para refrigerar a água que será usada para abastecer as 12 garrafas e em seguida colocá-las na geladeira da vacina de uma só vez. Esta norma contribui para a elevação lenta da temperatura. tendo o cuidado de permitir a circulação do ar entre as mesmas. • usar tomada exclusiva para cada equipamento. tríplice viral) dispostas em bandejas perfuradas para permitir a circulação de ar (figura 4). . A porta do evaporador (congelador) e a bandeja coletora sob este deverão ser mantidas (figura 4). e corretiva quando necessário. colocar termômetro de máxima e mínima na posição vertical. Não devem ser usadas bobinas de gelo reciclável como substitutas das garrafas. em algum momento. " 4ABHECAH=@ HAI KCA =@AEH=I São equipamentos de uso doméstico que na Rede de Frio são destinados à estocagem de imunobiológicos em temperaturas positivas a +2ºC. oferecendo proteção aos imunobiológicos na falta de energia elétrica ou defeito do equipamento. Essa providência é de vital importância para manter a temperatura da geladeira entre +2°C e +8°C quando ocorrer falta de energia ou defeito no equipamento.borracha apresentar resistência. TT e BCG). que contribuem para a lenta elevação da temperatura interna da geladeira (figura 4). dessa forma. utilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações. levando as vacinas a choque térmico. se o papel sair com facilidade. pois a evaporação acelera a formação de gelo no evaporador. estar em uma temperatura entre +2o e +8oC sem sofrer perda de potência (em armazenamento). Observação: Este equipamento deverá ser submetido à manutenção preventiva conforme formulário anexo. Essas garrafas devem ser tampadas para que a água não evapore. não deixar acumular gelo nas paredes. vez que o gelo é um material isolante e não deixa passar o frio.7 )5) - K D  F C $ . no centro. porque isto compromete a conservação das vacinas. febre amarela.5cm. Hib. e entre as paredes da geladeira (figura 4). " /A =@AEH=@ IJE?= As geladeiras. em pé (figura 4). devem ser organizadas de acordo com as seguintes recomendações (figura 4): • no evaporador (congelador) colocar gelo reciclável (gelox ou bobinas com água) na posição vertical. modificação abrupta de temperatura no interior da geladeira. • retirar todas as gavetas plásticas e suportes que existam na parte interna da porta. • na segunda prateleira devem ser colocadas as vacinas que não podem ser submetidas à temperatura negativa (dT. também em bandejas perfuradas ou nas próprias embalagens do laboratório produtor (figura 4). deverá ser trocada a borracha. influenza.

(***) O ter mômetro deve ficar em pé. não dá segurança contra as bruscas elevações de temperatura em caso de defeito ou falta de energia elétrica.Na prateleira inferior: • garrafas com água e um corante (*) O gelo r eciclável e as garrafas com água ser vem para manter a temperatura baixa em caso de defeito ou falta de energia.No congela dor (evaporador): • gelo r eciclável ( *) . O congelador do frigobar não produz gelo na quantidade necessária. vez que não se localiza no compartimento destinado ao armazenamento. . .Na segunda prateleira: • termômetro de máxima e mínima • vacinas que não podem ser submetidas a temperaturas negativas (***) .não colocar imunobiológ icos. bem como não possui espaço físico suficiente para armazenamento de bobinas de gelo reciclável. . afixado com barbante ou arame.Na primeira prateleira: • vacinas que podem ser submetidas à temperatura n egativa(**) . E ainda a espessura do isolamento das paredes do frigobar facilita a troca de calor com o ambiente externo. (*) Observação: Não devem ser usadas geladeiras duplex (evaporadores separados do restante) e/ou frigobar.ECKH="  HC= E = E JAH =@=CA =@AEH= . O evaporador desse tipo de geladeira não é elemento de segurança contra as bruscas elevações de temperatura em caso de defeito ou falta de energia elétrica.Na terceira prateleira: • estoque de vacinas • soros • diluentes . (**) Organizar os imunobiológicos em bandejas perfuradas.Na porta: .. Desta forma.não colocar qualquer outro produto ou objeto.7 )5) - K D  F C % .

"  +KE@=@ I> IE? I • Fazer a leitura da temperatura. • não armazenar absolutamente nada na porta. bem nivelada e afastada 20cm da parede. sem incidência de luz solar direta. . (figura 4A). • certificar-se de que a porta está vedando adequadamente. • não colocar qualquer elemento na geladeira que dificulte a circulação de ar. se houver mais de uma. • manter afixado na porta aviso para que esta não seja aberta fora do horário de retirada e/ou guarda das vacinas. no início da jornada de trabalho e no final do dia e anotar no formulário de controle diário de temperatura. distante de fonte de calor. • instalá-la em local arejado. bebidas.ECKH=") /A =@AEH=E =@AGK=@=F=H=? IAHL= @AL=?E =I . etc. diariamente.7 )5) - K D  F C & NÃ O . • usar tomada exclusiva para cada geladeira. • não permitir armazenar outros materiais (laboratório odontológico. • colocar na base da geladeira suporte com rodas. alimentos.5cm. em ambiente climatizado. • fazer o degelo a cada 15 dias ou quando a camada de gelo for superior a 0.

O seu funcionamento em relação à geladeira doméstica diferencia na circulação do ar interno." /A =@AEH=+ AH?E= São equipamentos de uso comercial que na Rede de Frio são destinados à estocagem de imunobiológicos em temperaturas positivas a +2ºC. equipadas com um pequeno evaporador e quatro ou seis portas. permitindo a circulação de ar entre as caixas. devendo.ECKH="* /A =@AEH=? AH?E= . em armazenamento.Na 3ª prateleira: • vacinas de conservação a +2ºC • soros • diluentes .200 litros de capacidade.Na 1ª prateleira: • vacinas que podem ser submetidas a temperaturas negativas M ÍN IMA M ÁXIMA Termômetro de Máxima e Mínima na 2ª prateleira . estar regulados para funcionar nesta faixa de temperatura.7 )5) - K D  F C ' . geralmente em instância regional ou municipal de grande porte. A vacina pode estar entre +2ºC e +8ºC sem sofrer perda de potência. Atenção: As geladeiras comerciais não devem ser usadas em sala de vacina. (figura 4B).Na 2ª prateleira: • vacinas que não podem ser submetidas a temperaturas negativas . . A espessura do isolamento das paredes dessas geladeiras deve ser de no mínimo 5cm. para isto.Na prateleira inferior: • 30 garrafas com água e um corante "   HC= E = E JAH = • Na primeira prateleira devem ser armazenadas as vacinas que podem ser submetidas à temperatura negativa (contra poliomielite. tendo em vista que na geladeira comercial o ar é movimentado por um ventilador. febre amarela) empilhadas nas próprias embalagens (caixas). tendo-se o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas. são as que estão entre 600 a 1. . sarampo. As geladeiras comerciais comuns utilizadas na Rede de Frio dos estados.

aviso para que a geladeira não seja aberta fora do horário de retirada e/ou guarda dos imunobiológicos ou mensuração de temperatura. se o papel sair com facilidade deverá ser trocada a borracha. • Não permitir armazenar outros materiais. • Na segunda prateleira. esta prateleira pode. • Para abastecer a geladeira com a quantidade de garrafas recomendadas no item acima é necessário considerar: a) Se as garrafas com água estiverem à temperatura ambiente deverão ser colocadas apenas duas unidades por dia até atingir a quantidade recomendada (30 garrafas). ou para desligá-lo quando a temperatura alcançada for a pretendida. de incidência de luz solar direta. Esse procedimento é importante porque contribui para a manutenção da temperatura interna a +2ºC e para que na falta de energia elétrica ou defeito do equipamento a elevação da temperatura interna seja mais lenta. desta forma.Observação: considerando que a instância regional e/ou estadual possui freezers para armazenamento de vacinas à temperatura de -20ºC. Cuidados: dispor essas vacinas afastadas. com os devidos cuidados.5cm. DTaP) e portanto devem ser armazenadas em temperatura a +2ºC. • Manter afixado. • Instalá-la bem nivelada. " +KE@=@ I> IE? I • Fazer a leitura da temperatura diariamente no início da jornada de trabalho da manhã e no da tarde e ao final do dia. modificação abrupta de temperatura no interior da geladeira. DTP. Se ao puxar o papel a borracha apresentar resistência está em perfeito estado. • Instalá-la distante de fonte de calor. em cada porta do equipamento. tendo-se o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas permitindo a circulação de ar entre as caixas. • Colocar na base da geladeira suporte com rodas. empilhadas nas próprias embalagens (caixas). Hepatite B. • Fazer o degelo a cada 15 dias ou quando a camada de gelo for superior a 0. TT. tendo-se o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas. " ! 6AH IJ=J  K? JH A@AJA FAH=JKH= O termostato é um mecanismo destinado a abrir e fechar um circuito elétrico. Observação: para verificar se a borracha da porta da geladeira está vedando adequadamente. especialmente nos quatro ângulos. colocar termômetro de máxima e mínima na posição vertical (em pé). Deve-se ter também o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas permitindo a circulação de ar entre as caixas. porém. Este teste deverá ser feito em vários pontos da porta.7 )5) - K D  F C   . É utilizado para pôr em funcionamento o compressor do sistema. levando as vacinas a choque térmico. permitindo a passagem ou não da corrente elétrica. ser utilizada para as vacinas conservadas em temperatura entre +2ºC e +8ºC. deve-se pegar uma tira de papel com 3cm de largura aproximadamente e colocá-la entre a borracha da porta e a geladeira. • Não colocar qualquer elemento na geladeira que dificulte a circulação de ar. • Na segunda prateleira devem ser armazenadas as vacinas que não podem ser submetidas à temperatura negativa (dT. pólio inativada. . no mínimo 15cm (quinze centímetros) da parede de fundo da geladeira (na parede de fundo da primeira prateleira está localizado o ponto mais frio desta geladeira). influenza. permitindo a circulação de ar entre as caixas. evitando-se. Pneumococo. mediante um dispositivo termostático que atua por meio de mudança de temperatura no equipamento de refrigeração. no centro. • Certificar-se de que a porta está vedando adequadamente. empilhadas nas próprias embalagens (caixas). b) Se as garrafas com água já estiverem refrigeradas pode-se colocá-las de uma só vez. BCG. Hib. em ambiente climatizado à temperatura de até +18ºC. • Na terceira prateleira pode-se colocar caixas com soros ou com as vacinas de conservação a +2ºC. Observação: as garrafas devem ser tampadas para que a água não evapore (a evaporação da água contida nas garrafas contribui para a formação de gelo no interior da geladeira). • Usar tomada exclusiva para cada geladeira. registrando-se no formulário de controle diário de temperatura. • No compartimento inferior deve-se manter no mínimo 30 garrafas com água colorida à base de iodo ou corante. a 20cm da parede e a 40cm de outro equipamento.

4A? A @= AI • Ao ajustar a temperatura. Cada movimento de ajuste.7 )5) - K D  F C   . • a abertura da porta por um tempo de três minutos. Os números ou letras indicados no botão de regulagem dos termostatos não têm relação direta com a temperatura. durante as horas noturnas. ) KIJA@ JAH IJ=J  4ACK =CA @=JA FAH=JKH= Para regular a temperatura deve-se colocar um termômetro dentro do gabinete frigorífico. deve ser realizado em várias sessões e depois de transcorrido certo tempo entre os ajustes (uma hora para cada ajuste). deve-se ter o cuidado de abrir a porta somente no ato de regular e ler o termômetro. em virtude do equipamento utilizado ou da qualidade do termostato. • ao iniciar o funcionamento de um equipamento novo. primeiro. haja vista que o sistema requer certo tempo para estabilizar a temperatura. • o equipamento de refrigeração pode apresentar temperaturas diferentes. procurar uma temperatura média entre os intervalos daquelas requeridas. deve-se fazer a limpeza da geladeira periodicamente. pois esse procedimento pode danificar os tubos de refrigeração. mantendo a temperatura recomendada (+2ºC a +8ºC) e vedar as caixas com fita gomada. apenas. • dentro do espaço frigorífico de um equipamento de refrigeração nem sempre existe uma mesma temperatura em todo o ambiente. em média. Isso é de grande importância. distinguem-se três tipos: 1. ocasiona modificação da temperatura interna da geladeira de tal forma que serão necessários 30 minutos. não coloque as vacinas de imediato. dependendo do horário em que são feitas as leituras (manhã. o que se faz deslocando o termômetro para vários pontos distintos. termostato para líquido. Geralmente as temperaturas registradas pela manhã são mais baixas que as da tarde. Ao se fazer o sistema funcionar em temperatura determinada. • as leituras de temperatura devem ser feitas depois de transcorrido pelo menos uma hora para cada ajuste. " "  E FA =@=CA =@AEH= Para que sejam mantidas as condições ideais de conservação dos imunobiológicos. 2. indicam. É necessário. por isto deve-se localizar quais as variações internas de temperatura. para que a temperatura original se estabilize. segundo a temperatura desejada. em ambiente com uma temperatura externa de 40°C. e com o termostato automaticamente conectando e desconectando o compressor por sensibilidade à temperatura. Para isso. termostato para evaporador. para os mais diversos usos. • desligar a tomada e abrir as portas da geladeira e do congelador. movendo-se o botão de regulagem para a esquerda ou direita.5 centímetro. ou quando a camada de gelo atingir 0. recomenda-se: • transferir os imunobiológicos para outra geladeira. termostato para ambiente. O botão de regulagem vai permitir que o compressor seja acionado por mais ou menos tempo. ou para uma caixa térmica com gelo reciclável. tendo em vista que à noite a temperatura ambiente é mais baixa e a geladeira não é aberta. 3. pode acontecer que não se consiga uma grande precisão. A regulagem do termostato da geladeira para atingir a temperatura mínima de +2 °C é feita no sentido de se evitar que. portanto. tarde ou noite). até que todo o gelo aderido se desprenda: não usar faca ou outro objeto pontiagudo para a remoção mais rápida do gelo. por mínimo que seja. É necessário. a parte posterior da primeira prateleira chegue a apresentar temperaturas negativas. por um período de 24 horas. efetuando-se a seguir os ajustes do termostato.Dentre a grande variedade de termostatos. se o compressor funcionará por mais ou menos tempo. a cada 15 dias. testar a estabilidade do aparelho. O compressor deve funcionar segundo um determinado ciclo (funcionando e desligando por intervalos de tempo) que será uma referência de que o sistema está funcionando com a temperatura requerida sendo alcançada. . se houver. ou colocando um termômetro em cada um destes pontos.

deverá ser providenciado em uma hora. transferir as caixas térmicas com os imunobiológicos para o serviço de saúde mais próximo ou para a instância regional.Em situações em que o equipamento de refrigeração apresentar as condições acima mencionadas e não se tiver estimativa do tempo em que a energia elétrica permanecerá interrompida.Caso a geladeira em uso não apresente um perfeito estado de funcionamento e sua temperatura variar entre +6°C e +8°C com freqüência. deve ser uma constante preocupação daqueles que distribuem. • após a limpeza: . . É importante. por exemplo. recebem e utilizam esses produtos. Não jogar água no interior do refrigerador.Se a geladeira está em perfeito estado de funcionamento. apresentando variação de temperatura de +2°C a +4°C. Quando a temperatura da geladeira ultrapassar +8°C os imunobiológicos deverão ser colocados sob suspeita. ou sabão de coco. para tomar providências de acordo com a ocorrência.O serviço de saúde deverá dispor de bobinas de gelo reciclável congeladas para serem usadas no acondicionamento dos imunobiológicos em caixas térmicas quando a interrupção do fornecimento de energia elétrica durar mais que oito horas. na caixa de distribuição da força elétrica. também. porém se o papel sair com facilidade deverá ser trocada a borracha. especialmente nos quatro ângulos. desde a sua produção até o momento em que ele é administrado. Se ao puxar o papel a borracha apresentar resistência está em perfeito estado.• não mexer no termostato. Recomenda-se que.7 )5) - K D  F C  . Nessa chave deve-se colocar um aviso para que nunca seja desligada sem comunicar com antecedência ao responsável pelos imunobiológicos. deve-se mantê-la fechada por um período máximo de oito horas. Nas situações de emergência. • limpar a geladeira com um pano umedecido em solução de água com sabão neutro. Este teste deverá ser feito em vários pontos da porta. . Observação: Para verificar se a borracha da porta da geladeira está vedando adequadamente. manter a articulação constante com a empresa local de energia elétrica. a partir do início da falta de fornecimento de energia elétrica. deve-se pegar uma tira de papel com 3cm de largura aproximadamente e colocá-la entre a borracha da porta e a geladeira. . • Corte de energia elétrica: nessa situação recomenda-se: . . Caso o defeito identificado não seja solucionado e a corrente elétrica não se restabeleça até o encerramento dos trabalhos da unidade de saúde. utilizando-se a devida técnica. o acondicionamento dos imunobiológicos em caixas térmicas. # 5EJK= AI@AA AHC ?E= A geladeira pode deixar de funcionar por dois motivos. seja identificada a chave responsável pela condução de energia para a sala de vacinação.ligar a geladeira. $ 1 K >E CE? II >IKIFAEJ= A manutenção da qualidade do imunobiológico. as 12 garrafas e o gelo reciclável. .manter as portas fechadas por uma hora. a fim de ter informação prévia sobre eventuais cortes de energia. a permanência dos imunobiológicos nesse equipamento não deverá ser por mais que duas horas e meia.recolocar o termômetro. a instância central estadual ou regional da Rede de Frio (secretaria estadual ou órgão regional de saúde) necessita ser informada sobre as circunstâncias em que essas situações ocorreram. . verificando a temperatura após esse período. onde poderão permanecer até 24 horas. Quando a mesma estiver entre +2ºC e +8°C recolocar as vacinas e soros nos seus devidos lugares. Em ambos os casos deverão ser tomadas providências para evitar a perda dos imunobiológicos acondicionados no mesmo: • Defeito técnico: os imunobiológicos deverão ser acondicionados em caixas térmicas mantendo a temperatura recomendada de +2ºC a +8ºC.

É importante ressaltar. por exemplo. ou indicar a autorização para utilização ou descarte do imunobiológico. A decisão final sobre a realização ou não de reteste dos imunobiológicos será de competência da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações. etc. devidamente acondicionado em caixas térmicas e acompanhado do documento de devolução. Hib. entretanto. bem como elevação da temperatura da vacina superior a +8°C. os imunobiológicos devem ter um destino adequado que será determinado pela Coordenação Estadual/ Regional do Programa. que ao colocar um imunobiológico sob suspeita. dT. constituem material biológico infectante que deve receber tratamento prévio antes de ser desprezado. no transporte e na utilização dos imunobiológicos. regional ou estadual. Além disso. por isso. até decidir sobre a realização ou não do reteste. data da validade do lote.7 )5) - K D  F C  ! . Quando um imunobiológico é colocado sob suspeita deve ser submetido a processos de análise e/ou reteste. • O tempo de duração do reteste. por sua vez.) e. aterro. Observações: • As vacinas não poderão ser inutilizadas sem autorização por escrito da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações.) Observação: Os municípios de grande porte que preencherem os requisitos necessários. a presença de substâncias estranhas ou alterações da cor e da consistência do produto. outras vezes o resultado da reanálise orienta a não utilização do produto. mantendo-o sob refrigeração adequada. dependendo do imunobiológico. . • contatar a rede de frio imediatamente superior (local para o municipal. no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS. Por outro lado. etc. Será necessário o preenchimento correto do formulário para Avaliação de Imunobiológicos sob Suspeita. poderão proceder o descarte. o qual deverá ser enviado pela Coordenação Estadual do PNI à Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações. os imunobiológicos devem ser examinados para se verificar. de acordo com a situação do estado). Nesses casos. assinado pelo responsável (no caso de falta de espaço nos armazenamentos. avaliará a situação de suspeita recomendando ou não o reteste (processo bastante dispendioso). tuberculose. • registrar o problema identificando a causa no formulário padronizado de Avaliação de Imunobiológicos sob Suspeita. • identificar o imunobiológico sob suspeita. local e condições de armazenamento. poliomielite. DT. Esta. orientação e acompanhamento da Vigilância Sanitária e proceder conforme condições técnicas locais (incineração. Os compostos por produtos de bactérias e vírus mortos ou sintéticos obtidos por engenharia genética (as vacinas DTP. é importante se verificar as condições de conservação do estoque. deve-se adotar as seguintes providências: • suspender de imediato a utilização do imunobiológico. no caso de alterações da temperatura. registrando o número do lote. Alguns produtos são compostos por microorganismo vivos atenuados (vacinas contra: sarampo.Em qualquer situação. mínima e do momento atingida e o tempo em que o imunobiológico permaneceu nesta temperatura. $  1 KJE E = @ IE K >E CE? II >IKIFAEJ= Muitas vezes o quantitativo de imunobiológicos sob suspeita não justifica a realização de reteste. acima citados. quantidade. O descarte de grandes volumes de imunobiológicos deverá ser feito através da Central Regional ou Estadual de Imunizações. necessidade de acondicionamento adequado ou por determinação do coordenador estadual do PNI). com conhecimento. HB. varia entre 45 e 90 dias. é importante levar em conta a temperatura máxima. procedência. • o imunobiológico sob suspeita poderá ser remetido à instância imediatamente superior. febre amarela.) não precisam receber tratamento especial antes de serem inutilizadas. etc. autoclavagem.

$ 

1 KJE E = 

@=II >H=I@AE K

>E

CE? I =I= =@AL=?E =

Caso a própria unidade seja responsável pela destinação final de seus resíduos, recomenda-se para a inutilização das vacinas compostas por microorganismos vivos a autoclavagem durante 15 minutos, à temperatura de 127ºC, sendo que não há a necessidade de abrir os frascos para este processo. Na falta da autoclave, orienta-se esterilizar em estufa por duas horas a 170ºC, sendo que neste processo os frascos não precisam estar abertos. Após tratamento em autoclave ou estufa, os frascos das vacinas poderão ser desprezados como lixo comum, conforme Resolução n° 5, de 5/8/1993 do Conselho Nacional de Meio Ambiente. Nos locais com coleta de lixo hospitalar sistemática, os imunobiológicos inutilizados deverão ser acondicionados em sacos plásticos resistentes brancos, especificados para lixo hospitalar, identificados como material contaminante antes de serem desprezados. Nesse caso não é necessário submetê-los a qualquer processo de esterilização. Ocorre que essa coleta especial não é comum na rede de serviços do país, sendo importante adotar os procedimentos indicados antes de acondicionar os produtos que serão desprezados, de forma a impedir a disseminação de agentes patogênicos ou de outra forma de contaminação acima de limites aceitáveis. Na falta de um sistema municipal de disposição final, o serviço produtor dos resíduos (sala de vacinação) ficará responsável por essa disposição, bem como pelo eventual tratamento a que o lixo necessita ser submetido (principalmente o lixo composto por resíduos infectantes e especiais). %  KJH IJEF I@ACA =@AEH= %  /A =@AEH==C I A AJHE?E@=@A É indicada para os lugares em que existem constantes cortes de energia, tendo em vista que dispõe de duas fontes de energia para seu funcionamento: o gás (butano ou propano) e energia elétrica. Sua capacidade varia entre 170 e 240 litros e o seu consumo é de 0,6 litros de gás em 24 horas de funcionamento a uma temperatura ambiente de 32°C. Uma vez cortada a energia este equipamento leva três horas para ter a sua temperatura elevada a 10°C e a sua capacidade para produção de gelo é de 3,6kg por 24 horas de funcionamento. % /A =@AEH=? F=HA@AI@ACA HA?E? LA

Esta geladeira trabalha acumulando frio ao congelar uma determinada quantidade de bobinas de gelo reciclável, que é colocada em suas paredes. Uma vez cortada a energia e este equipamento tenha funcionado no mínimo oito horas até o momento do corte, a temperatura de +2°C a +8°C será mantida por 24 horas. % ! /A =@AEH= A AHCE=I =H Como o próprio nome está dizendo, são geladeiras que funcionam através de painéis que absorvem a luz do sol. Só é recomendada para aqueles lugares onde é impossível obter energia elétrica ou a gás. Seu uso é muito limitado em função do alto custo, que varia entre 2.500 a 4.500 dólares para geladeiras com capacidade entre 18 e 85 litros. Para armazenar a energia do sol, utilizam baterias especiais (ciclo profundo), que têm uma duração aproximada de três a quatro anos e custo de reposição de 1.500 dólares. & +=EN=I6 H E?=I São produzidas com material térmico do tipo poliuretano ou poliestireno expandido (ex.: isopor, isonor), sendo esta última a mais utilizada no transporte de imunobiológicos entre os diversos laboratórios produtores até a sala de vacina, inclusive vacinação extramuros (figura 5).
.7 )5) - K D  F C  "

.ECKH=# +=EN=IJ H E?=I

+=EN=J H E?=@AF EKHAJ=

+=EN=J H E?=@A F EKHAJ=

+=EN=J H E?=@A F EAIJEHA  ANF= @E@ AN EI F H EI H

A caixa térmica deve ser organizada para manter a temperatura de conservação dos imunobiológicos a -20°C ou entre +2°C e +8°C por um determinado período de tempo, de acordo com o imunobiológico a ser armazenado ou transportado. Deve-se utilizar flocos de isopor para preencher os espaços vazios, com o objetivo de diminuir a quantidade de ar existente na caixa e assim manter melhor a temperatura. Não utilizar sacos com gelo solto porque não existe forma de se acondicionar facilmente na caixa, e que devido a sua forma irregular, permanecerão espaços vazios entre o isolamento e a vacina, o que será prejudicial à manutenção da temperatura adequada. &  +KE@=@ I> IE? I? =?=EN=J H E?=

• verificar as condições da caixa, observando se existem rachaduras, furos; se o dreno (quando existir) está vedado e verificar as condições da tampa; • lavar e secar cuidadosamente as caixas após cada uso. Manter as caixas térmicas sem a tampa, até que estejam completamente secas. Após a secagem, tampá-las e armazená-las em local adequado; ' * >E =I@A/A 4A?E? LA São constituídas por um frasco plástico (geralmente polietileno), contendo hidroxietil celulose em concentração comestível, conservante e água (gelo reciclável de gel); ou apenas água e conservante (gelo reciclável de água), encontradas no mercado em várias dimensões.

.7 )5) - K D 

F C  #

O Programa Nacional de Imunizações recomenda para a conservação de imunobiológicos apenas a bobina de gelo reciclável de gel com capacidade de 1 litro, as quais são utilizadas apenas para o transporte de produtos em temperatura positiva (entre +2ºC e +8ºC). Para o transporte de imunobiológicos em temperatura negativa, é utilizado o gelo seco (CO2). Durante o processo licitatório para aquisição deste produto, deverão ser exigidas das empresas licitantes amostras para serem submetidas aos seguintes testes: a) Manter as bobinas em freezer durante um período mínimo de 48 h; b) Colocar as bobinas congeladas em caixa térmica que atenda às especificações contidas neste manual e monitorá-la durante 48 horas, verificando se a temperatura preconizada para conservação de imunobiológicos durante o transporte se mantém por 24 horas no mínimo; e se ao completar as 48 horas de monitoramento ainda apresenta temperatura máxima de até +8ºC. '  +KE@=@ I? =I> >E =I@ACA HA?E? LA

• como complemento indispensável da caixa térmica, o programa recomenda a utilização de gelo reciclável de gel, como descrito anteriormente; • caso o frasco plástico seja danificado, deixando vazar seu conteúdo, no total ou em parte, a bobina deverá ser desprezada. NUNCA USAR ÁGUA COM SAL OU OUTRA SUBSTÂNCIA, para completar o volume de bobinas porque quando se adiciona sal à água, baixa-se o ponto de congelamento e desta forma poderá haver congelamento de vacinas bacterianas; • uma vez terminado o uso da caixa térmica, as bobinas deverão ser retiradas, lavadas, enxugadas e retornadas ao congelador ou freezer. NÃO SE DEVE MANTER BOBINAS FORA DO CONGELADOR OU FREEZER. Quando a unidade de saúde só dispor de uma geladeira, guardar o máximo de bobinas possíveis na bandeja coletora de água situada abaixo do evaporador. NUNCA ARMAZENAR BOBINAS NA PORTA DA GELADEIRA. • todas as instâncias de armazenamento e distribuição de imunobiológicos deverão possuir bobinas congeladas em quantidade suficiente ao abastecimento do número de caixas térmicas utilizado. • observar o prazo de validade das bobinas, pois as que contêm celulose vegetal propiciam o crescimento de microorganismos após o vencimento do prazo de validade.  2H ?A@E A J IF=H==GKEIE @A?=EN=IJ H E?=I

• As caixas térmicas de poliestireno expandido (isopor) a serem utilizadas pelo Programa deverão ter uma densidade mínima de 25 kg/m3 e uma espessura mínima de 2cm (caixas de sete litros), 3cm (caixas de 17 e 37 litros), 4cm (caixas de 80 litros) e 5cm (caixas de 180 litros). • As caixas térmicas de poliuretano a serem utilizadas pelo Programa deverão ter uma densidade mínima de 35 kg/m3 e uma espessura mínima de 2cm (caixas de sete litros), 3cm (caixas de 17 e 37 litros), 4cm (caixas de 80 litros) e 5cm (caixas de 180 litros). • Durante o processo licitatório, deverá ser fornecida pelos participantes amostra do produto que será enviada ao requisitante (Coordenação do Programa de Imunizações) para efetuar testes de qualidade, cujo procedimento está descrito no anexo VII. • O uso de caixas térmicas de poliestireno expandido (isopor), ao invés de poliuretano, no transporte em instância nacional, deve-se ao alto custo do frete aéreo que inviabiliza o retorno das mesmas. • Recomenda-se a aquisição de caixas de poliuretano em todas as localidades que utilizem transporte terrestre e fluvial terceirizados.

.7 )5) - K D 

F C  $

Os serviços de saúde deverão conservar devidamente as bobinas enviadas pela instância central. DT. Hib. contra a febre amarela. com capacidade de sete litros e com tampa ajustada (evitar usar caixas do tipo “cumbuca” porta-gelo). etc. seguindo os procedimentos descritos para transporte de vacinas. Após o desaparecimento da “névoa”. • arrumar os imunobiológicos na caixa. pia ou bancada. colocadas sobre uma mesa. até que desapareça a “névoa” que normalmente cobre a superfície externa da bobina congelada (figura 5A). a conservação dos imunobiológicos a serem utilizados na vacinação durante a jornada de trabalho deve ser feita em caixa térmica do tipo retangular. a qual deverá estar no congelador da geladeira da sala de vacina e que precisará ser ambientada para uso. • lavar a caixa térmica. tríplice viral e contra a rubéola conforme normas da CGPNI (ver “imunobiológicos sob suspeita”). deve-se ter os seguintes cuidados: • manter a temperatura interna da caixa entre +2ºC e +8ºC.).  HC= E = @=?=EN=J H E?=F=H=L=?E = @AH JE = =I= =@AL=?E = No serviço de saúde. ou com termômetro linear. ou seja. monitorando-a com termômetro de cabo extensor. antes de colocar as vacinas dentro dela. colocar uma das bobinas sobre um material isolante (tampa da caixa de isopor) e colocar sob a bobina o bulbo de um termômetro de cabo extensor. considerando-se a insuficiência de bobinas. próximo de -20°C. • retornar à geladeira aquelas que podem ser utilizadas no dia seguinte: DTP. isto é: as bobinas de gelo reciclável devem ser retiradas do freezer. e Sabin. a fim de que torne cada vez mais desnecessária a utilização de gelo comum. próximo de -7°C. Hepatite B. colocá-las nas caixas conforme figura abaixo. para indicação de quando as bobinas terão alcançado a temperatura mínima de 0ºC. ou acúmulo de períodos parciais de tempo. deverá ser feita a ambientação das mesmas. é prática sua utilização em campanhas de vacinação. Ao organizar a caixa térmica para início das atividades diárias. ou para uso em sala de vacina. vez que a temperatura atingida por esta no congelador chega a aproximadamente -7°C. • manter a caixa térmica fora do alcance da luz solar direta e distante de fontes de calor (estufa. ou adquiridas com recursos próprios. Sendo esta a única alternativa. . • retornar as bobinas de gelo reciclável ao congelador da geladeira. dT. deixando-os circundados (ilhados) pelo gelo reciclável (três a cinco bobinas de gelo reciclável com capacidade de 500ml para a caixa térmica acima mencionada). • usar bobina de gelo reciclável. considerando-se assim uma situação especial. Ao mesmo tempo. dependendo das condições de manuseio e refrigeração. entre as diversas instâncias. c) A precipitação de uma vacina deve-se a sua permanência a uma temperatura inferior a 0°C. por um período de tempo de vários dias. utilizar gelo em barra ou em escamas dentro de saco plástico. Observação: Embora o gelo em barra ou em escamas não seja adequado para a manutenção da temperatura recomendada para a conservação de vacinas. enxugá-la e guardá-la destampada em local protegido. aquecedor. e a confirmação da temperatura positiva através do termômetro de cabo extensor mantido em uma das bobinas.7 )5) - K D  F C  % . ou em congelador de geladeira.   2H ?A@E A J I BE = @=I=JELE@=@AI • desprezar as sobras das vacinas BCG-ID. b) A ambientação do gelo reciclável deverá ser feita sempre que se for acondicionar as vacinas na temperatura de +2 ºC a +8 °C. de preferência. trocando as bobinas de gelo reciclável sempre que se fizer necessário. contra o sarampo. Concomitantemente recomenda-se mensurar a temperatura interna da caixa através do termômetro de cabo extensor.  ) >EA J= @=> >E =@ACA HA?E? LA a) Quando as bobinas de gelo reciclável estiverem estocadas em freezer. dupla viral.

ECKH=#) ) >EA J= @=I> >E =I@ACA + ?=H CA HA?E? LA I >HAK = IKFAHB ?EA=J @AI=F=HA?AH= L = )  AI JA F  EJ H=HK =@A =I ? JAH AJH @A?=> ANJA I H 4AJEH=H CA HA?E? LA @ BHAA AH F @A @ AIJ=H=K = JA FAH=JKH=@A # +=  + 0º + ?=H =?=EN=J H E?=AA IACKE@=? ?=H=IL=?E =I ..7 )5) - K D  F C  & .

situado à Rua Dr. • proteção da incidência de luz solar direta. nas dependências do 14° Batalhão de Suprimento do Exército. vacinas e soros. • ambiente arejado. ! )H = A = A J AIJ=@K= São armazenados todos os imunobiológicos utilizados em cada unidade federada. nas quais são armazenados todos os imunobiológicos. A equipe técnica da Cenadi. etc. necessitando de uma Central para recebimento. freezer e geladeira deverá dispor de boa circulação de ar e permitir a movimentação de pessoas e carga entre os equipamentos. contra febre tifóide e os SAT e SAD. bobinas de gelo reciclável. no Rio de Janeiro. para posterior distribuição a todo o país. • Para cada 20m2 de área. febre amarela.7 )5) - K D  F C  ' . recebidos até dia 10 de cada mês e a seguir são enviados por via área ou terrestre (caminhões frigoríficos) em caixas térmicas devidamente preparadas. sarampo. Garnier – Bairro da Rocha.000 BTUs. A Cenadi conta com três câmaras frigoríficas. destinados à distribuição na rede de saúde do estado. BCG. onde foi mantida até 1992.). nas dependências da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). monitorada por 282 sensores que informam sistematicamente todos os dados gerenciais de temperatura. A Cenadi atualmente também participa da elaboração dos treinamentos em Rede de Frio colaborando com a qualificação dos recursos humanos nas diversas instâncias da Rede. desenvolveu um Sistema de Controle e Distribuição de Imunobiológicos (EDI) que já está implantado na central de gerenciamento e em todas as unidades federadas. e controle de temperatura totalmente informatizado. DT. deve-se colocar um aparelho de ar-condicionado de 12. • os estados que recebem os imunobiológicos por via terrestre devem dispor de uma tomada trifásica para alimentação dos equipamentos de refrigeração do veículo de transporte. Esses imunobiológicos são distribuídos para os estados de acordo com o controle de movimentação de estoque. caixas térmicas. . segurança predial e necessidade de manutenção preventiva e corretiva. em Irajá. Em 1992 a Fundação Nacional de Saúde assume a administração da Cenadi e transfere as suas atividades para as câmaras frias da Companhia Brasileira de Armazenamento (Cibrazem). carga elétrica consumida pelos equipamentos. No ano de 1996 é inaugurada a nova sede.) e +2 ºC (vacina DTP. em regime de comodato com o Ministério do Exército. agulhas. • boa localização para facilitar o acesso de veículos de carga. criou a Central Nacional de Armazenagem e Distribuição de Imunobiológicos (Cenadi). armazenagem e distribuição de imunobiológicos aos estados. TT. • ambiente destinado à localização da câmara. A área física destinada à Central Estadual da Rede de Frio deverá ter: • área física suficiente para a localização dos equipamentos da Rede de Frio e armazenagem de seringas. VCRH. dT. no Rio de Janeiro. concebida dentro de modernos padrões técnicos. etc. em conjunto com o Departamento de Informática do SUS (Datasus).! 1 IJ ?E=I@A=H = A = A J !  )H = A = A J  =?E = Em 1982 o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Estão disponíveis câmaras frigoríficas para conservação dos imunobiológicos em temperatura de -20ºC (vacinas contra: poliomielite. Em 1994 o Programa Nacional de Imunizações inicia a construção de sede própria da Cenadi.

Os estados e municípios com população superior a cinco milhões de habitantes poderão dispor de câmara de temperatura 20°C. em ambientes com temperatura de até 38°C. Recomenda-se. agulhas. deve-se colocar um aparelho de arcondicionado de 12. ação esta que é de responsabilidade do estado. para conservação de imunobiológicos que devem ser conservados em temperatura negativa. deve ser instalado um gerador capaz de atender os equipamentos de refrigeração das câmaras. A área física dessa Rede de Frio deverá contar ainda com espaço adequado para o armazenamento de seringas. O ambiente da sala de preparo deve ser mantido refrigerado +18°C a +20°C. geladeiras.70m. intensificações. Também deve-se ter o cuidado para que o ambiente seja arejado e protegido da incidência de luz solar direta. Deverá também dispor de freezers para manutenção e conservação de gelo reciclável. recebimento e despacho dos imunobiológicos (sala de preparo) deverá ter também proteção da incidência de luz solar direta e teto com forro térmico. saída e estoques de imunobiológicos. por profissional especializado. O uso desse gerador deve ser de exclusividade dos equipamentos da Rede de Frio. . ! ! )H = A = A J HACE =  K@EIJHEJ= São armazenados todos os imunobiológicos a serem utilizados na rede de serviços de saúde dos municípios pertencentes a sua área de abrangência. nestes casos. O estado deve dispor de câmara positiva para conservação de imunobiológicos em temperatura de +2ºC. O número de geladeiras e freezers deve ser calculado em função dos quantitativos de imunobiológicos estocados. Os estados com população inferior deverão utilizar freezers. deve-se considerar 15m2. através da instalação de aparelhos de ar-condicionado de acordo com a dimensão da sala: para cada 20m2 de área. para necessidade de manter em funcionamento os equipamentos no caso de falta ou oscilação na corrente elétrica. devidamente adequada para realizar estas atividades (figura 6) e local para o arquivo de controle de entrada. e onde houver oscilação de energia elétrica instalar estabilizadores nos equipamentos.7 )5) - K D  F C ! . ares-condicionados e iluminação.A área destinada à preparação.45m e outra com 0. freezers. Deve contar ainda com uma bancada com superfície de dupla altura: uma de 0. para ambientes mais quentes. Observação: Os equipamentos da Rede de Frio e o gerador deverão ser submetidos à manutenção preventiva e corretiva permanente. O armazenamento regional deve dispor de geladeiras e freezers para a conservação de imunobiológicos em temperaturas de +2ºC e de -20ºC. de seu tempo de armazenagem e da rotatividade dos mesmos. Na Rede de Frio. respectivamente. bobinas de gelo reciclável e material de escritório. manutenção e limpeza) e para conservação de gelo reciclável utilizado no transporte de imunobiológicos. caixas térmicas. em número suficiente para atender inclusive situações estratégicas (campanha.000 BTUs. nos estados. através de serviço próprio ou contratado. o uso de freezer horizontal de capacidade igual ou superior a 400 litros. Deve-se dispor de geladeiras e freezers.ECKH=$ *= ?=@=F=H=FHAF=H A@AIF=?D @AE K >E CE? A quantidade e o dimensionamento dos equipamentos necessários à conservação de imunobiológicos no estado deve sempre levar em conta o volume de estocagem e a rotatividade dos produtos. .

Geladeiras para conservação +2ºC.Freezers para estocagem de gelo reciclável. 2) Para municípios entre dois e cinco milhões de habitantes: .Área física com ar-condicionado. em caixas térmicas de poliestireno expandido ou poliuretano devidamente acondicionados. a rotatividade. d) Os municípios nos quais a interrupção de energia elétrica é freqüente deverão possuir geladeiras elétrica/gás. preventiva e corretiva dos mesmos.Os imunobiológicos deverão ser distribuídos aos municípios de acordo com o cronograma e a solicitação mensal.Câmara Fria Negativa (-20°C).Gerador.Freezers para conservação de gelo reciclável. . Observação: Deve-se prever instalação de gerador com capacidade para atender à demanda dos equipamentos. .Área física com ar-condicionado. .Câmara Fria Positiva (+2ºC). utilizando-se geladeiras domésticas com capacidade mínima de 280 litros. bem como da necessidade de reserva estratégica. A ocorrência de oscilação entre +2ºC e +8ºC quando esporadicamente. com dois botijões de gás. A temperatura da geladeira deverá ser regulada a +2°C. não compromete a qualidade do imunobiológico. .7 )5) - K D  F C ! . os equipamentos deverão contar com estabilizador de corrente elétrica. A manutenção permanente. Todos os imunobiológicos devem ser mantidos em temperatura de +2ºC.Gerador.Câmara Fria Positiva (+2°C). . . . 3) Para municípios com menos de dois milhões de habitantes: . Na maioria dos casos o gerador não será maior que 15KVA e alimentado a óleo diesel. desenvolvida através de serviços próprios ou contratados. . A quantidade de geladeiras necessária deve estar de acordo com os quantitativos de imunobiológicos necessários para a população de referência. pelos serviços próprios ou contratados. . . . sua rotatividade. preventiva e corretiva desses equipamentos é responsabilidade do Gestor. ! " )H = A = A J  K E?EF= A Rede de Frio municipal deverá ser dimensionada tendo como parâmetro o quantitativo dos imunobiológicos necessários à população a ser atendida. bem como da reserva estratégica.Área física com ar-condicionado. Observação: a) O número de geladeiras e freezers deve estar de acordo com o quantitativo de imunobiológico recebido. A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) recomenda os seguintes parâmetros: 1) Para municípios a partir de cinco milhões de habitantes: . que deve ser avaliada segundo o consumo médio mensal de cada solicitante (ver modelo em anexo). devendo porém oscilar normalmente entre +2ºC e +4ºC. b) O município deverá ser o responsável pela manutenção permanente. ! # )H = A = A J  ?= Onde são armazenados os imunobiológicos a serem utilizados na sala de vacinação da unidade de saúde.Freezers para estocagem de gelo reciclável.Gerador. c) Nos municípios onde a oscilação da corrente elétrica é freqüente. NÃO UTILIZAR GERADOR À GASOLINA.

poderá ser ocupado em 100% de sua capacidade.: Espaço necessário para armazenar os imunobiológicos nos equipamentos da rede de frio.O ambiente deve ser arejado e protegido da luz solar direta. Quando este for destinado à conservação de gelo reciclável. . b) Os municípios nos quais a oscilação da corrente elétrica é freqüente deverão contar com estabilizador de corrente elétrica. Observação: a) A manutenção permanente. orientação da opas . através de serviços próprios ou contratados.ocupar 65% da capacidade do equipamento com os imunobiológicos.PAI • • Refrigerador . Quando possível. preventiva e corretiva desses equipamentos é de responsabilidade do Gestor.7 )5) - K D  F C ! . Obs. a instalação de aparelho de arcondicionado contribui para conservar a qualidade dos imunobiológicos. Freezer .ocupar somente 50% da capacidade do equipamento com os imunobiológicos.

Com isso.7 )5) - K D  F C !! . em veículos próprios do serviço público ou particulares. a fim de garantir a boa qualidade dos imunobiológicos. em veículo refrigerado. O transporte fluvial é realizado geralmente em embarcações particulares e nestes casos a duração do período de viagem é maior em tempo. provocados por atrasos ou esquecimentos em áreas não refrigeradas. ou via aérea. b) Da instância estadual para a regional/municipal O transporte da instância estadual para a regional/municipal é realizado por via terrestre. recomenda-se que se utilize veículo climatizado. O transporte via terrestre é realizado em veículo refrigerado próprio da Cenadi. Utilizam-se companhias transportadoras organizadas e responsáveis. nas quais os imunobiológicos são devidamente acondicionados e as caixas transportadas por via aérea ou terrestre em veículo climatizado. . se minimizam os riscos de ocorrência de danos aos imunobiológicos. Em situações em que a distância entre as instâncias e/ou de clima quente. O transporte da instância nacional para a estadual é realizado por via terrestre. apesar de os percursos serem menores em distância que no transporte da instância nacional. leva em conta a temperatura de conservação e o tempo previsto para o deslocamento." 6H= IF HJAA JHA=I@ELAHI=IE IJ ?E=I No transporte de vacinas se distinguem dois tipos totalmente diferenciados (figura 7): a) Da instância nacional para a estadual. O acondicionamento dos imunobiológicos durante o transporte.=E IJ ?E= =?E = F=H==AIJ=@K= O transporte dos imunobiológicos é feito utilizando-se caixas térmicas de poliestireno expandido. com pessoal preparado e horários pontualmente estabelecidos. Nas caixas térmicas utilizadas para o transporte dos imunobiológicos conservados entre +2ºC e +8ºC é empregada bobina de gelo reciclável. Nas caixas térmicas utilizadas para o transporte dos imunobiológicos conservados a -20ºC é empregado gelo seco (CO2) em quantidade compatível com o tempo de deslocamento e o volume a ser transportado. "  .

7 )5) - K D  F C !" ..ECKH=% 6H= IF HJA@AE K >E CE? IA JHA=I@ELAHI=IE IJ ?E=I Laboratórios Internacionais Laboratórios Nacionais CENADI Instância Central Instância Estadual Instância Regional Instância Municipal/Local Sala de Vacina Sala de Vacina Sala de Vacina .

conferir com o Detalhamento da Carga e posterior confronto com a Nota de Fornecimento. Após este procedimento. possibilitando. é feita a medição de temperatura por amostragem e as caixas são lacradas. de forma aleatória. o que garante o equilíbrio da temperatura em +2°C. e os que só deverão ser expostos a temperaturas entre +2°C e +8°C. As vacinas virais conservadas a -20ºC são acondicionadas nas caixas com gelo seco (CO2). de acordo com a temperatura preconizada para os tipos de imunobiológicos. (packing list). Colocar os imunobiológicos no centro e posteriormente bobinas sobre estes (figura 7A). No entanto. Após o processo de ambientação das bobinas. As vacinas que não podem ser submetidas a temperaturas negativas são acondicionadas nas caixas com bobinas de gelo reciclável. previamente mantidas em freezers. Os imunobiológicos devem ficar ilhados pelas bobinas.AIF=?D 4 @ LE HE O veículo refrigerado pode ser utilizado para transporte de todos os imunobiológicos: bacterianos e virais. temperatura de chegada e outras observações necessárias.EIJHE>KE F=H==4ACE = Para o transporte dos imunobiológicos devem ser utilizadas caixas térmicas de poliestireno expandido ou poliuretano. " .7 )5) - K D  F C !# . O transporte dos imunobiológicos é acompanhado por Nota de Fornecimento de Material. Nas caixas térmicas destinadas ao transporte de imunobiológicos conservados entre +2ºC e +8ºC devem ser utilizadas bobinas de gelo reciclável. Nas caixas térmicas destinadas ao transporte de imunobiológicos conservados a -20ºC devem ser empregadas bobinas de gelo reciclável.AIF=?D ) HA As caixas de poliestireno expandido (isopor) são numeradas e identificadas com seus respectivos destinos. nas laterais e sobre as vacinas. A segunda via desta nota deverá ser devolvida à instância central. ou seja.2H ?A@E A J I=@ J=@ IFA =+A =@E JH= IF HJA@AE K >E CE? I _. em virtude da diferença de temperaturas para conservação destes.=E IJ " ?E=?A JH= AIJ=@K= F=H==HACE ?E=-IJ=@K= =  4A?A>E A J  =1 IJ A central estadual ao receber os imunobiológicos da Central Nacional deve verificar se o número de volumes está correto. que acompanha as vacinas juntamente com a Nota de Fornecimento de Material e outro documento chamado Controle de Recebimento de Imunobiológicos. Os espaços vazios das caixas térmicas são preenchidos com flocos de isopor. objetivando diminuir a quantidade de ar no interior das caixas térmicas e conseqüentemente um prolongamento na duração do congelamento das bobinas. _. onde constam os dados referentes à carga. nas laterais da caixa e em cima sob a tampa. se estão com o lacre inviolado. colocar as mesmas no fundo da caixa. sem a prévia ambientação das bobinas. o transporte terá que ser feito de forma específica. a regulagem do termostato do equipamento de refrigeração do veículo. checar a temperatura por amostragem. separadas para os imunobiológicos conservados a -20ºC e entre +2ºC e +8ºC. o que garante o equilíbrio da temperatura a -55°C. " . Preencher o formulário de Controle de Recebimento e remetê-lo para a Cenadi. As bobinas deverão ser colocadas no fundo. . após estes procedimentos as caixas são lacradas após a leitura da temperatura por amostragem. previamente mantidas em freezers e ambientadas em torno de 0°C. ou seja: os que devem ser conservados a -20°C. com informações sobre a data e hora de recebimento. observar se as caixas estão em perfeito estado. para isto. colocá-las no fundo e nas paredes laterais da caixa. que deverão ser devidamente ambientadas até chegar à temperatura próxima de 0oC. Posteriormente são relacionadas em um documento denominado Detalhamento da Carga.

número de volumes.assinatura do responsável. • Formulário Comprovante de Recebimento de Imunobiológicos. data e hora da embalagem e prazo para entrega do volume.observação. onde consta: .quantidade de volumes. " ! . colocar a etiqueta identificando-a com endereço de destino.temperaturas no momento da chegada. .. . para evitar que as vacinas conservadas a -20°C congelem as demais durante o transporte. .ECKH=%) )HHK = @=I?=EN=IJ H E?=IF=H= JH= IF HJA@AL=?E =IA J @=I=IE IJ ?E=I  + ?=HCA HA?E? LA  BK @ @=?=EN=J H E?= + ?=HCA HA?E? LA  =I F=HA@AI@=?=EN=J H E?= ! + ?=H I E K >E CE? I ?A JH @=?=EN=J H E?= " .assinatura do responsável pela embalagem.=E IJ ?E=HACE = AIJ=@K= F=H== K E?EF= O transporte dos imunobiológicos é feito utilizando-se caixas térmicas de poliestireno expandido ou poliuretano. Todos os imunobiológicos são transportados conservando-se a temperatura entre +2ºC e +8ºC. .7 )5) - K D  F C !$ . nome e telefone do responsável pelo recebimento (para contato em caso de emergência). .E = A JA? ?=H CA HA?E? LA F=H= ? >HEH IE K >E CE? I A temperatura deverá ser verificada durante 30 minutos com termômetro de cabo extensor. . A caixa deverá além dos imunobiológicos conter: • Nota de Fornecimento • Formulário de Detalhamento da Carga onde deverá constar: .data e hora da embalagem. . Lacrar a caixa.data e hora de chegada. .temperatura de saída dos imunobiológicos virais e bacterianos.número de bobinas utilizadas. . as virais das bacterianas e virais conservadas em +2ºC a +8ºC.número da nota. . em caixas térmicas separadas.

efetuar a troca se for necessário. para efetuar a troca se for necessário. devem ser utilizadas unicamente caixas térmicas de poliuretano de 10cm de espessura. recomenda-se o máximo cuidado na colocação das caixas térmicas no interior dos veículos: não fechar as janelas. O saldo restante das vacinas transportadas deverá ser devidamente conservado até o retorno da equipe. Verificar a temperatura durante 30 minutos com termômetro de cabo extensor. colocá-las no fundo e nas paredes laterais da caixa. nome e telefone do responsável pelo recebimento (para casos de emergência). colocá-las no fundo e nas paredes laterais da caixa. quando estacionar o veículo procurar fazê-lo à sombra. Todos os imunobiológicos são transportados conservando-se a temperatura entre +2°C e +8°C em caixas térmicas separadas. data e hora da embalagem e prazo para entrega do volume. • quando do transporte de imunobiológicos por equipes móveis de vacinação.Nas caixas térmicas destinadas ao transporte de imunobiológicos conservados entre +2ºC e +8 ºC devem ser utilizadas bobinas de gelo reciclável previamente mantidas em freezers e ambientadas em torno de 0°C. devidamente ambientadas. • nos percursos mais longos recomenda-se levar caixa térmica exclusivamente com bobinas de gelo reciclável em baixas temperaturas iniciais (-20ºC) para. Colocar os imunobiológicos no centro e posteriormente bobinas sobre estes (figura 7A). Verificar a temperatura durante 30 minutos com termômetro de cabo extensor. telefone do destinatário. Lacrar a caixa. " " . Nas caixas térmicas destinadas ao transporte de imunobiológicos conservados entre +2ºC e +8ºC devem ser utilizadas bobinas de gelo reciclável previamente mantidas em freezers e ambientadas em torno de 0°C. contendo bobinas de gelo reciclável em todas as faces internas da caixa. telefone do destinatário. quando do término de jornada de trabalho.7 )5) - K D  F C !% . evitando-se a incidência de luz solar direta. antes de colocar as vacinas. Lacrar a caixa. com o objetivo de evitar que as vacinas conservadas a -20°C congelem as bacterianas durante o transporte. Deverá ser levada outra caixa com bobinas de gelo. colocar a etiqueta identificando o endereço para entrega. " # +KE@=@ I> IE? I JH= IF HJA • Como o transporte entre as diferentes instâncias é feito predominantemente por via terrestre. colocar a etiqueta identificando o endereço para entrega. observando-se as mesmas recomendações concernentes ao transporte terrestre de vacinas. • para o transporte fluvial. durante o trajeto. Este procedimento mantém a vacina segura durante um período de cinco a sete dias. data e hora da embalagem e prazo para entrega do volume. Após o processo de ambientação das bobinas. as virais das bacterianas e virais conservadas em +2ºC a +8ºC. e deixando as caixas afastadas das paredes e do motor. Colocar os imunobiológicos no centro e posteriormente bobinas sobre estes (figura 7A). se for o caso. Após o processo de ambientação das bobinas. nome e telefone da pessoa responsável pelo recebimento (para caso de emergência). a temperatura recomendada é entre +2ºC e +8ºC.=E IJ ?E=HACE = AIJ=@K= F=H== K E?EF= ?= O transporte dos imunobiológicos é feito utilizando-se caixas térmicas de poliestireno expandido ou poliuretano. .

# + JH A@AJA FAH=JKH= É importante a verificação da temperatura dos equipamentos da Rede de Frio. Observação: Recomenda-se o treinamento dos plantões e vigias para execução destes procedimentos em finais de semana e feriados. . até que os filetes azuis se encontrem com a coluna de mercúrio. Conforme descrito anteriormente. Para isso utiliza-se o termômetro de máxima e mínima analógico. indicando a temperatura Max. pois pode-se verificar as temperaturas máxima e mínima ocorrida em um espaço de tempo e a temperatura no momento da verificação. uma vez que o mostrador fica fora da geladeira. o digital de cabo extensor . O termômetro recomendado para ser usado nos equipamentos da Rede de Frio é o de máxima e mínima.E AJA) K  =H?==JA FAH=JKH= + HHAIF @A= + E = . #  6AH AJH @A NE =A .anular a marcação do termômetro pressionando o botão central. pelo menos três vezes ao dia: no início de cada jornada de trabalho (manhã e tarde) e a terceira no final da jornada de trabalho (à tarde). visto que tais termômetros sofrem ligeiras alterações nos indicadores de leitura quando expostos à variação de temperatura. pág. 8A e 8C)./Momento constantemente. O termômetro de cabo extensor digital evita esta alteração.7 )5) - K D  F C !' . 17) 1º Passo . A leitura deve ser rápida. à tarde. ou o analógico de cabo extensor (figuras 8. termômetro linear (figura 8B). nas instâncias nacional e estadual.ECKH=& 6AH E == = CE? BECKH=& AJH @A NE =A E == = CE? MÍ NIMA MÁXIMA +=@=6H= .E AJA) K  =H?==JA FAH=JKH= NE = NE =A E = * J +A JH=  2=H== K =HJA FAH=JKH= + K =@A AH? HE  =H?==JA FAH=JKH=@  + K =@A AH? HE  =H?==JA FAH=JKH=@  A J A J • Como instalar o termômetro de máxima e mínima analógico (figura 4./Min. Na instância local esta temperatura é verificada no início da jornada pela manhã e no final da jornada.

• temperatura máxima: é a que está indicada no nível inferior do filete azul na coluna da direita. • temperatura do momento: é a que está indicada pela extremidade superior das colunas de mercúrio (colunas prateadas). em ambos os lados. num período de tempo. 17). o cabo extensor deverá ser introduzido no interior da geladeira pelo lado de fixação das dobradiças da porta. A leitura deve ser feita da seguinte forma: • temperatura mínima: é a que está indicada no nível inferior do filete azul na coluna da esquerda. .ECKH=&) 6AH AJH @ECEJ= @A NE =A E = ?=> ANJA I H Para a sua leitura. Conta ainda com um botão para apagar as leituras máxima e mínima. caso seja alcançada uma temperatura alta. Para verificar e manter sob controle a temperatura do equipamento. deve-se adotar. pág. mínima e atual. Ambos registram a temperatura máxima. além de dispor de alarme. o qual permitirá a observação das leituras máxima.fixar o termômetro entre a primeira e a segunda prateleiras da geladeira em posição vertical na área central do equipamento. a temperatura máxima (mais quente) e a temperatura do momento. localizando-o na parte central da segunda prateleira (figura 4. fornecendo três tipos de informação: a temperatura mínima (mais fria). que deverão ser reativadas após a tomada das leituras.7 )5) - K D  F C " . # 6AH AJH @ECEJ= @A NE =A E = ?=> ANJA I HBECKH=&) É constituído de dois displays de cristal líquido: um para temperatura da geladeira e outro para a temperatura do local. colocando-se o seu sensor (ou bulbo) no interior de um frasco pequeno (tipo frasco ampola de injeções) contendo 1cc de água. com relação ao termômetro de máxima e mínima. Para sua instalação devem ser observados os seguintes procedimentos: • pendurá-lo ao lado direito da geladeira. deve-se comprimir um botão sucessivamente.2º Passo . • Como fazer a leitura da temperatura no termômetro de máxima e mínima analógico (figura 8) O termômetro de máxima e mínima é utilizado para verificar as variações de temperatura ocorridas em determinado ambiente. os seguintes procedimentos básicos: . fixando-o na parede externa. mínima e atual.

pressionar o botão central ou passar o ímã para anular as temperaturas de máxima e mínima. anotar no mapa. Passo . No freezer. 2º. # !6AH AJH  E A=H Esse tipo de termômetro só nos dá a temperatura do momento. obedecendo aos horários preconizados.verificar e anotar no mapa a temperatura máxima atingida desde a última verificação. deve-se afastar os filetes azuis agitando o termômetro de maneira que a coluna de mercúrio volte a integrar-se. que deverá adotar as medidas indicadas no caso. . no item “observações” e. 4° Passo . Passo . a hora e a temperatura verificada. fazendo a leitura da coluna da esquerda na extremidade inferior do filete azul (figura 8). fazendo a leitura da coluna da direita. Como usá-lo na geladeira ou freezer: 1º. fazendo com que os dois filetes azuis encostem nas colunas de mercúrio. entre os imunobiológicos. comunicar o fato ao responsável. Observação: Quando ocorrer a interrupção da coluna de mercúrio por uso inadequado ou forçado. quanto a da esquerda devem marcar a mesma temperatura (figura 8). Quando for observada qualquer alteração (exemplo: temperatura máxima acima do limite). a fim de que seja reiniciado o processo de mediação para o próximo período (figura 8).verificar e anotar no mapa a temperatura mínima atingida desde a última verificação.verificar a temperatura na extremidade superior da coluna. 3° Passo . São utilizados na falta de termômetro de máxima e mínima (figura 8B).registrar no mapa de Controle Diário de Temperatura . fazendo a leitura da extremidade superior das colunas de mercúrio: tanto a coluna da direita. em posição vertical.7 )5) - K D  F C " .após o registro de três temperaturas.1° Passo – verificar e anotar no mapa a temperatura do momento. em seguida.ECKH=&* 6AH AJH  E A=H 4 3 2 1 +=@=JH= ? HHAIF @A= + E EJAE@A=  1 ?E @=? J=CA 0 1 2 3 4 += & + + K =@A AH? HE . O mapa de controle diário de temperatura deve estar afixado na porta do refrigerador. que deverá estar afixado na porta do equipamento. por isso seu uso não é aconselhável na Rede de Frio.colocar o termômetro no centro do equipamento (geladeira). o termômetro deverá ser colocado no centro do equipamento. 3º. Passo . na segunda prateleira em posição vertical. na extremidade inferior do filete azul (figura 8). 2° Passo .

Pode ser utilizado também nos demais equipamentos da Rede de Frio. c) no trabalho extramuro. # " 6AH AJH = = CE? @A?=> ANJA I H Este tipo de termômetro é utilizado para verificar a temperatura do momento. 3º Passo – verificar a temperatura na extremidade superior da coluna. em cima da caixa térmica. para verificação contínua de temperatura (figura 8C). fechar com o cabo extensor passando entre a tampa e a borda da mesma deixando o visor do lado externo. na caixa térmica da sala ou do trabalho extramuro. Quando o termômetro utilizado for do tipo cabo extensor digital de máxima e mínima.: um frasco vazio de vacina DTP abastecido com água). ex. próximo às vacinas e tampá-la. Esse procedimento deve-se ao fato de que será fornecida a temperatura interna dos frascos de vacina e não apenas do ambiente interior da geladeira. passar o fio pela parte superior da porta e colocar o visor em cima da geladeira. a temperatura deverá ser verificada com freqüência para controle de temperatura. 4º Passo – registrar a hora e a temperatura verificada naquele momento no mapa de Controle Diário de Temperatura. o bulbo deverá ser mantido dentro de um pequeno frasco contendo água (p. no mapa de Controle Diário de Temperatura. Observação: • • Quando do envio ou recebimento de vacinas anotar a temperatura verificada no formulário que acompanha a remessa.verificar a temperatura na extremidade superior da coluna de mercúrio. Registrar a hora e a temperatura verificada naquele momento. Atualmente já está disponível no mercado o termômetro de máxima e mínima digital. principalmente das caixas térmicas: a) onde estão acondicionadas as vacinas para serem transportadas. .ECKH=&+ 6AH AJH = = CE? @A?=> ANJA I H Analógico Coluna de mercúrio Cada traço corresponde a 1ºC Cabo extensor Sensor ou bulbo 1º Passo . No caso de uso do cabo extensor em geladeira colocar o sensor ou bulbo na bandeja de vacinas. Registrar a hora e a temperatura verificada naquele momento. o qual é utilizado para conferir a temperatura em geladeiras domésticas.7 )5) - K D  F C " . 2º Passo . substituindo-se as bobinas de gelo reciclável quando a temperatura estiver maior que +8ºC. • • . Atenção: Caso seja utilizado na rotina de vacinação. 3º Passo .colocar o sensor ou bulbo do termômetro de cabo extensor entre os imunobiológicos que estão na caixa térmica.aguardar meia hora para fazer a leitura da temperatura. comerciais e freezers. 2º Passo – aguardar meia hora para fazer a leitura da temperatura. no mapa de controle diário de temperatura. b) no uso diário da sala de vacina.Como usá-lo em caixa térmica: 1º Passo – colocar o termômetro no centro da caixa.

Para um registro preciso faz-se necessário manter a pressão no gatilho por um tempo mínimo de sete segundos (figura 8D).# # 6AH AJH = =IAH Este equipamento é de tecnologia de última geração. Tem a forma de uma pistola.7 )5) - K D  F C "! . recebidos ou expedidos. . 6AH AJH = =IAH . registra no display digital do aparelho a temperatura real do momento.ECKH=&. com um gatilho que ao ser pressionado aciona o envio de um feixe de raio laser que ao atingir o objetivo e verificada sua temperatura. sendo de grande utilidade principalmente para a verificação de temperatura dos imunobiológicos nos volumes (caixas térmicas).

$ 5EIJA =@AHABHECAH= $  + ?AEJ ADEIJ HE= Refrigeração é o processo de reduzir a temperatura de uma substância ou de um espaço determinado. quando era usado na conservação de alimentos. à noite. Durante o ano de 1683. se deterioram em temperatura ambiente depois de determinado tempo. por exemplo. a refrigeração destina-se exclusivamente à conservação de sua capacidade de imunização. Nesse caso. Na realidade. há uma tendência para que as temperaturas sejam igualadas. A transmissão pela condução funciona da seguinte forma: quando aquecemos a extremidade de uma barra metálica. $ $  @ I@AJH= IBAH @K ?E=@A?= H  + O processo de condução se dá quando o calor é transferido pelo contato direto entre as moléculas de um corpo ou entre as moléculas de dois ou mais corpos. Na figura abaixo. haja vista que são produtos termolábeis. isto é. Quando duas substâncias de temperaturas diferentes estão em contato. Em relação aos alimentos. o calor é transmitido por condução até a outra extremidade. o alemão Anton Van Leeuwenhoek detectou micróbios em cristais de gelo e os cientistas constataram que em temperaturas abaixo de +10ºC os micróbios não se multiplicavam. tem-se uma barra metálica principal com quatro barras menores. Os egípcios descobriram que a água esfriava graças ao costume de colocá-la em jarras porosas sobre os tetos das habitações. O calor se transmite da substância de temperatura mais alta para a de temperatura mais baixa. a brisa evaporava a umidade que se filtrava através da parede da jarra. em virtude da diferença de temperatura existente entre eles. de uma câmara frigorífica ou qualquer outro espaço fechado. a utilização da refrigeração destina-se a impedir a multiplicação de microorganismos e sua atividade metabólica. onde haja a necessidade de se manter uma temperatura mais baixa que a do ambiente que o cerca. Esse espaço pode ser o interior de um refrigerador. A história do gelo acompanha o homem desde a pré-história. $ 2HE ? FE I> IE? I@AHABHECAH= O frio é definido como a falta ou ausência de calor $  += H O calor é uma forma de energia que pode transmitir-se de um corpo a outro. engastadas. . a barra principal recebe calor e o mesmo é transmitido por condução a toda a barra.7 )5) - K D  F C "# . mas para as quatro restantes a transmissão é feita de forma distinta. mantendo a mesma qualidade e não produzindo toxinas e enzimas que poderiam vir a deteriorar os alimentos. de metais diferentes. Nos casos dos produtos imunobiológicos (vacinas e soros). haja vista que os metais diferem em condutividade (figura 9). fato esse que rapidamente ocorre acima dessa temperatura. fazendo com que a água dentro da mesma esfriasse.

dentro de um recipiente e fazendo-se um aquecimento na parte inferior do mesmo..ECKH='* 6H= IBAH ?E=@A?= HF HH=@E= A IKFAHB ?EAHAB AJ H= )IIKFAHB ?EAIJEF AIFA D HAB AJA )IIKFAHB ?EAI AI?KH=I=>I HLA K . . permitindo que outra porção seja aquecida e formando um ciclo contínuo de aquecimento (correntes de convecção) de todo o fluido existente no recipiente (figura 9A). C $ ! 4=@E= O calor é transferido por radiação. da textura e da cor (figuras 9B e 9C). .ECKH=') 6H= IBAH ?E=@A?= HF H? LA? CK= + HHA JAI@A? LA? . dependendo da natureza de seu material.ECKH=' 6H= IBAH ?E=@A?= HF H? @K 110º C 120º C 80º C 85º C 99º C I AJ=EI@EBAHA A ? @KJELE@=@A $ + LA? O processo de convecção se dá quando o calor é transferido de um local para outro através de correntes existentes nos meios fluidos. teremos como resultado um fluxo de água aquecida que sobe para a superfície. sendo transferido de um corpo para outro através da energia radiante.7 )5) - K D  F C "$ . é absorvida ou refletida por um corpo. de forma similar ao calor despendido por uma lâmpada. por sua vez. A energia das vibrações moleculares do sol é transmitida por radiação para os corpos ao seu redor. dispondo-se uma porção de um fluido (água). Por exemplo. Essa energia.

verifica-se o comportamento das moléculas da água nos estados sólido.7 )5) - K D  F C "% .ECKH='+ )>I H @A?= HH=@E= JAF HIKFAHB ?EABHE= 7 =IKFAHB ?EABHE==>I HLA ?= HH=@E= JA $ ! 4A = A JHAJA FAH=JKH=A LE A J  A?K =H Independentemente do seu estado. Com base nesses princípios são a seguir apresentadas algumas experiências onde os mesmos são convenientemente aplicados com vistas à conservação de imunobiológicos.. a 0ºC e 100ºC. essas moléculas movimentam-se com bem maior liberdade (figura 9D). Nas mudanças de estado. de gelo para água e de água para vapor. . sem que exista alteração na temperatura. + F HJ= A J @=I ?K =I@A CK=A AIJ=@ II E@  GKE@ AC=I I )I ?K =IIA LA  ELHA A JA )I ?K =ILE>H= LE A J IH FE@ I 5 E@  /A LE A J @=I /=I I   GKE@  8=F H@A CK= CK= ?K =I IAIJ=@ I> IE? I@= =J HE= $ " += H =JA JA O calor latente é a quantidade de calor que se agrega ou se subtrai de uma substância para que ocorra uma mudança de estado físico. verifica-se que a temperatura permanece constante. À medida que sofrem incremento de temperatura. . respectivamente. líquido e gasoso.ECKH='. enquanto agregado ou retirado calor. ou seja. Na figura. as moléculas de um corpo encontram-se em movimento contínuo. a seguir.

até que decorrido algum tempo todo o conjunto (ar e vacinas) encontrar-se-ão na mesma temperatura (figura 9E). o gelo.ECKH='. ocorrerá uma transferência de calor do ar ambiental para as vacinas.7 )5) - K D  F C "& . . apesar de virem a perder frio com o recebimento do calor existente no ar dentro da caixa (figura 9F). etc. as vacinas permanecerão mais tempo frias até que todo o calor transferido para o gelo o faça derreter. já que serão os elementos mais frios do conjunto (figura 9G).ECKH='/ )? @E?E = A J @AL=?E =IA ?=EN=I ? KI @A> >E =I@ACA HA?E? LA += H +=EN=J H E?= . funcionará como receptor de calor do ar e das vacinas. poliuretano.ECKH='- 6H ?=@A?= HA JHAL=?E =IA  AE = >EA JA += H 8=?E =I . como elemento mais frio do conjunto. .). )? @E?E = A J @AL=?E =IA ?=EN=IIA KI @A> >E =I@ACA HA?E? LA += H +=EN=J H E?= 8=?E =I .HE AI= b) Colocando-se a mesma quantidade de vacinas dentro de uma caixa isolante (poliestireno expandido.HE += H 8=?E =I * >E =I@ACA . . isso fará com que elas fiquem parcial e temporariamente protegidas do calor existente na sala. Em conseqüência. ou seja.a) Ao se colocar sobre uma mesa determinada quantidade de vacinas que estejam em temperaturas mais baixas do que o ar existente na sala.HE c) Colocando-se junto com as vacinas bobinas de gelo no interior da caixa. frias. Somente a partir desse momento as vacinas passarão a receber calor.

do ar dentro da caixa e através das paredes rapidamente fará com que o gelo se derreta (temperatura acima de 0ºC). Com material mau condutor (por exemplo: poliuretano ao invés de poliestireno expandido). o “calor” passará mais facilmente (figura 9H-B). o calor terá maior dificuldade para penetrar através das paredes da caixa.ECKH='0 2H JA @ IE K >E CE? IF H> >E =I@ACA HA?E? LA @A=? H@ ? =AIFAIIKH=@=IF=HA@AI@=?=EN=J H E?= +=EN=J H E?=@A F=HA@AICH II=I += H A . por sua vez. derreta o gelo e alcance as vacinas.Nos exemplos apresentados pode-se verificar que três fatores interferem na manutenção ou não do frio das vacinas: • A temperatura ambiente em torno da caixa térmica. junto com as vacinas. • Ao se colocar gelo em quantidade suficiente para “ilhar” as vacinas e ocupar os vazios dentro da caixa obtémse um tempo maior até que o calor proveniente da sala penetre através das paredes da caixa.HE . Com paredes mais finas. . durante um determinado tempo. já que. caso se coloque pouco gelo. perderão “calor” para o gelo fazendo com que haja. • A qualidade do material empregado nas paredes também é importante. Caso a temperatura ambiente seja mais elevada do que a temperatura da caixa isso fará com que toda a superfície da mesma seja afetada. A quantidade de gelo a ser colocado no interior da caixa é de vital importância para a correta conservação das vacinas. em virtude da penetração do calor através das paredes da caixa. As vacinas. o calor terá maior dificuldade para penetrar no interior da caixa (figura 9H-A). Com paredes mais grossas. • A qualidade e espessura do material utilizado no isolamento da caixa térmica também afetam a penetração do calor. a mesma temperatura nas vacinas e nas bobinas de gelo (figura 9H). • A quantidade e temperatura do gelo colocado dentro da caixa.7 )5) - K D  F C "' . a transferência do calor recebido das vacinas.HE B += H +=EN=J H E?=@A F=HA@AIBE =I .

. b e c). utilizando-se. .HE +2 a 8=?E = b c +4 0º * >E =@ACA • no acondicionamento de vacinas em caixas térmicas é possível manter ou reduzir a temperatura das mesmas em um tempo determinado.ECKH='1 +=EN=@ACA HA?E? LA ? JA FAH=JKH=E BAHE H= + +=EN=J H E?= * >E =I@ACA += H Além desses fatores. os exemplos citados permitem lembrar alguns pontos importantes: • o calor.7 )5) - K D  F C # . em determinado momento. a temperatura das vacinas esteja próxima à temperatura do gelo. . diferentes temperaturas e quantidades do gelo empregado. Caso se utilize gelo em temperaturas muito baixas (-20ºC. decorrido algum tempo. por exemplo: a DTP (figura 9I). as vacinas ficarão congeladas.ECKH='  +=EN=? CA HA?E? LA HACEIJH= @ L=HE= @AJA FAH=JKH=A L HE IF J I += H +=EN=J H E?= . em função das características do material utilizado e da espessura das mesmas. como. o que inativará alguns tipos específicos. O procedimento de ilhar as vacinas é entendido como uma proteção ao avanço do calor. Num determinado momento pode-se encontrar temperaturas diferentes em vários pontos (a. passará através das paredes da caixa com maior ou menor facilidade. Em conseqüência. para tal. que parte sempre do mais quente para o mais frio (figura 9J). por exemplo) e em grande quantidade (“ilhando” as vacinas) corre-se o risco de que.A temperatura do gelo empregado na conservação das vacinas é de grande importância. • a temperatura no interior da caixa nem sempre é uniforme.

mais pesado. Ao se abrir a porta de uma geladeira vertical ocorrerá a saída de parte do volume de ar frio contido dentro da mesma. sai por baixo. aberta.7 )5) - K D  F C # . permitindo a penetração do ar ambiental (com calor e umidade).ECKH='  2H JA @ IE K >E CE? IF H > >E =I@ACA HA?E? LA += H +=EN=J H E?= =>AHJ= . com sua conseqüente substituição por parte do ar quente situado no ambiente mais próximo do refrigerador. uma caixa térmica horizontal. por ser mais pesado. . mais leve ou mais pesada. só estará recebendo calor do ambiente através da radiação e não pela subida do ar frio existente. contendo gelo ou outro produto em baixa temperatura. obedecendo ao princípio enunciado e visando a maior eficiência (figura 9L). permanecendo no fundo da caixa. com várias aberturas pequenas na parte superior.HE =H^GKA JA^?= H ?KF=  KC=H@ =HBHE . O ar quente é menos denso que o ar frio. .ECKH='  6H ?=@A=H= =>HEH=F HJ=@=CA =@AEH= /A =@AEH==>AHJ= . Assim. num determinado e limitado espaço. O ar frio.HE += H =HBHE F HIAH =EI FAI=@ I=E@=CA =@AEH= . visto que esse é mais denso.$ # + LA?  =JKH=  @A IE@=@A Uma mesma substância em diferentes temperaturas pode ficar mais ou menos densa. Os equipamentos utilizados para a conservação de sorvetes e similares são predominantemente freezers horizontais. ocorre sempre uma elevação do ar quente e uma queda (precipitação) do ar frio (figura 9K).HE  =HBHE  =EIFAI=@ FAH = A?A BK @ @=?=EN= * >E =I@ACA Sob tal princípio.

ou congeladores dos refrigeradores. e a Celsius (ºC). composto pelos seguintes elementos (figura 9N): a) compressor. . $ ! 5EIJA =@AHABHECAH= $ !  + F F H? FHAII A JAI@ IEIJA = O sistema mecânico de refrigeração é um circuito fechado. sendo que as mais comuns são a Fahrenheit (ºF). à pressão atmosférica. Para esse funcionamento utilizam-se. pois assim o ar quente sobe e aquece rapidamente. Agindo destas formas garantimos o desempenho correto dos aparelhos e economizamos energia. Os líquidos mais comumente utilizados são o álcool e o mercúrio. pois a convecção ocorrerá naturalmente (figura 9M). por meio de termômetro. Nos termômetros em escala Celsius (ºC).7 )5) - K D  F C # . ou centígrada o ponto de congelamento da água é 0ºC e o seu ponto de ebulição. Porém. os aparelhos de ares-condicionados e centrais de refrigeração. também. é de 100ºC. é possível medir sua intensidade. são sempre colocados na parte superior do local onde se encontram instalados. as variações de pressão que alguns fluidos apresentam quando submetidos a variações de temperatura. principalmente por não se congelarem a baixas temperaturas. etc. para o ar frio descer e refrigerar todo o ambiente mais rapidamente. Aquecedores devem ser instalados na parte inferior do local.Exemplo do princípio da densidade pode ser verificado observando-se que os evaporadores. Para seu funcionamento. utilizada no Brasil. .ECKH='  4A = A JHAJA FAH=JKH=A? LA?  =JKH= 4AJA J H@A=HBHE 5= @=@ =H=GKA?E@ )GKA?A@ H ) >EA JA=GKA?E@ F H? LA?  =JKH= 5= @=@ =HBHE -L=F H=@ H 4AJ H @ =HGKA JA ) >EA JAHABHECAH=@ F H? LA?  =JKH= $ $ 6A FAH=JKH= O calor é uma forma de energia e sua qualidade não pode ser medida diretamente. Existem diversos tipos e marcas de indicadores de temperatura. em uso nos países de língua inglesa. A temperatura de uma substância ou de um corpo é a medida de intensidade do calor ou grau de calor existente em sua massa. Existem várias escalas para medição de temperatura. aproveita-se a propriedade que alguns corpos têm para dilatar-se ou contrair-se conforme ocorra aumento ou diminuição da temperatura.

termostato ou controle de temperatura.b) c) d) e) f) condensador.E JH @AIE@H=J=@ H + JH A@  GKE@ 6K>K = ?=FE =H 6K>K = @AIK? @ ? FHAII H 6K> @AIAHLE + FHAII H 4A @A=HH= GKA AFH JAJ HJ H E? 6K>K = @A@AI?=HC= Estes elementos estão unidos entre si por meio de tubulações. Nas geladeiras e freezers o compressor e o motor estão hermeticamente fechados em uma mesma carcaça (figura 9O). . muda de estado físico constantemente. o qual. Esse circuito deve estar hermeticamente selado. dentro das quais circula o meio refrigerante (R-12). ao passar por cada um dos componentes do sistema.7 )5) - K D  F C #! . não permitindo a fuga do refrigerante. . filtro desidratador. controle do líquido refrigerante. evaporador.ECKH='  5EIJA =@AHABHECAH= F H? FHAII -L=F H=@ H *K > @ JAH IJ=J 6K>K = ?=FE =H@ JAH IJ=J 6AH IJ=J + @A I=@ H .

Existem vários tipos e formas de condensadores: desde os esfriados por convecção natural (estáticos: geladeiras domésticas). cuja temperatura é inferior à temperatura do refrigerante em circulação.ECKH='  7 E@=@A? 8A JE =@ H + FHAII H @A I=@ H= + @A I=@ H 7 E@=@A? @A I=@ H=? 0AH JE?  J H? ? ? FHAII H @A I=@ HKJE E = @ B H =@ H@A=H $! + @A I=@ H O condensador é o elemento do sistema de refrigeração que se encontra instalado e conectado imediatamente após o ponto de descarga do compressor. na medida em que o refrigerador perde calor ao circular pelo condensador vai-se esfriando e convertendo em líquido. afastado do corpo do refrigerador. O condensador nada mais é do que uma linha ou serpentina por onde circula o refrigerante que sai do compressor a alta pressão e alta temperatura. As placas. dos lados do evaporador. Ele é composto de um pistom dentro de um cilindro que succiona e bombeia o gás refrigerante para o sistema. Assim. etc. o calor vai sendo dissipado para esse mesmo ambiente. O calor é dissipado para o ar circulante que sobe em corrente.$ !   + FHAII H O compressor (bomba) é um conjunto mecânico constituído de certos elementos básicos que funcionam segundo os princípios de bombeamento. é que se recomenda que: . Nas geladeiras e freezers utilizados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). ar. Pelo exposto.7 )5) - K D  F C #" . para uso em grandes sistemas. aumentando a superfície de resfriamento. ar forçado (utilizando um ventilador: geladeiras comerciais) até os condensadores refrigerados a água. Como o condensador está exposto ao ambiente. . Olhando-se lateralmente uma geladeira doméstica verifica-se que o condensador localiza-se na parte posterior. visam exclusivamente facilitar a dissipação do calor. são predominantemente utilizados os condensadores estáticos. nos quais o ar e a temperatura ambiente são os únicos fatores de interferência. ranhuras e pequenos tubos incorporados aos condensadores. A força motriz é proveniente de um motor elétrico ou qualquer outro elemento mecânico giratório (figura 9O)..

e assim sucessivamente. se converte em vapor aquecido. À medida em que o líquido vai se evaporando. indicam. será comprimido e enviado pelo compressor ao condensador. Os números ou letras indicados no botão de regulagem dos termostatos não têm relação direta com a temperatura. para que o condensador possa ter um rendimento eficiente. válvula de expansão. ou para desligá-lo quando a temperatura alcançada for a pretendida. instalado em lugar ventilado. A finalidade deste dispositivo é regular a passagem do líquido refrigerante que ingressa no evaporador. O botão de regulagem vai permitir que o compressor seja acionado por mais ou menos tempo. câmaras frigoríficas. freezers. $ !  # -L=F H=@ H O evaporador é a parte do sistema de refrigeração na qual o refrigerante se expande. compressor e condensador. Para tal.E JH @AIE@H=J=@ H Logo após o condensador. etc. da água ou de qualquer outra substância que se queira esfriar. para os mais diversos usos. mediante um dispositivo termostático que atua por meio de mudança de temperatura em refrigeração.7 )5) - K D  F C ## . Não devem ser colocados objetos sobre o condensador. existem muitos tipos de dispositivos para o controle da passagem do líquido refrigerante. etc. . durante o funcionamento do sistema.O sistema de refrigeração (geladeira. transformando-se em vapor refrigerante. Posteriormente. em virtude de o líquido refrigerante controlado a baixa pressão se evaporar. absorve calor e ferve. Em um sistema de refrigeração. deve-se fazer uma limpeza no mesmo. que será aspirado pelo compressor através da linha de baixa pressão (sucção). $ !  " + JH A@  GKE@ HABHECAH= JA Depois do compressor e do condensador o elemento seguinte de um sistema de refrigeração é o dispositivo chamado de controle do líquido refrigerante. etc. apenas. Essa retirada de calor ou esfriamento ocorre no evaporador. se o compressor funcionará por mais ou menos tempo.) utilizam um conjunto de motor. encontra-se um elemento denominado filtro desidratador. 2) termostatos para líquido. instalado sobre as geladeiras comerciais ou fora do espaço reservado às câmaras. é utilizado para pôr em funcionamento o compressor do sistema. absorvendo calor dos pacotes de gelo e das vacinas colocadas dentro do refrigerador. na sombra e longe de toda fonte de calor. Periodicamente. tais como tubo capilar. a finalidade do evaporador é absorver calor do ar. que contém um filtro dotado de uma substância desidratadora que retém as impurezas ou substâncias estranhas e absorve a umidade residual que possa existir no sistema. para evitar acúmulo de pó ou outro produto que funcione como isolante. Dentre a grande variedade de termostatos. 3) termostatos para evaporador. Alguns equipamentos (geladeiras comerciais. permitindo a passagem ou não da corrente elétrica.) deve ficar afastado da parede. fechando o ciclo. deslocando-se pelas tubulações. $ !  $ 6AH IJ=J  K? JH A@AJA FAH=JKH= O termostato é um mecanismo destinado a abrir e fechar um circuito elétrico. $ !  ! . distinguem-se três tipos: 1) termostatos de ambiente.

que é uma serpentina de tubulações com um dispositivo de alertas situado na parte superior do circuito. O esfriamento interno da caixa frigorífica é produzido pela absorção de calor. que deve cumprir determinada atividade física. Quando isso ocorre. . $ "  . passa através de um separador. Em seu interior existe uma solução de água-amoníaco em presença de um gás inerte. estão sendo colocados em operação equipamentos chamados refrigeradores fotovoltaicos que. essa poderá absorver gás de 500 a 900 vezes o seu volume.7 )5) - K D  F C #$ . em princípio. Entretanto. Nesse elemento. será liberada a quase totalidade do gás amoníaco contido na mesma. utilizando como alimentação do motor/compressor energia elétrica proveniente de células fotoelétricas ou fotovoltaicas. A aplicação de calor ao sistema permite que a solução água-amoníaco entre em atividade. cuja posição está abaixo do condensador e dentro do gabinete ou caixa frigorífica. instaladas em painéis que recebem luz solar direta. A figura 9P constitui um diagrama simplificado desse equipamento. desprendendo-se dos resíduos de água em forma de vapor. Dependendo da temperatura que afete uma solução de água-amoníaco. liberando o amoníaco da solução. sob a forma gasosa. descem por gravidade até o evaporador. o amoníaco. quando o amoníaco líquido passa para o estado de vapor. funcionam segundo o mesmo sistema de compressão.ECKH='2 4ABHECAH=@ HB J L J=E? 2=E A ? ? K =IB J A JHE?=I 4ACK =@ H 4ABHECAH=@ H@A 8= "8 *=JAHE=)H = A =CA  $ # 5EIJA =@AHABHECAH= F H=>I H A água tem a propriedade de absorver amoníaco com muita facilidade. . Essa propriedade é aproveitada para a produção de frio nos denominados sistemas de absorção (figura 9Q). Assim.$ " 4ABHECAH=@ HB J L J=E? Recentemente. se a solução for aquecida a 100ºC. o amoníaco purificado em forma gasosa se desloca do separador até o condensador.K ?E = A J O circuito frigorífico de um sistema de absorção é construído por disposição de tubulações devidamente desenhadas. em forma líquida. os vapores de amoníaco se condensam e. como o hidrogênio.

A qualidade dos combustíveis empregados. embora o seu funcionamento sem partes móveis pareça simples. A parte dos queimadores.7 )5) - K D  F C #% . • os sistemas que operam eletricamente (resistência) apresentam poucos problemas. pavios com combustíveis gasosos (propano. são os que apresentam maior número de problemas por irregularidade da chama e pelo acúmulo de carvão ou fuligem. o abastecimento constante e regular de combustível. porém. • caso a fonte de calor aplicada não seja adequada ao sistema. a mistura amoníaco-hidrogênio passa ao absorvedor. • os sistemas. dentre os quais destacam-se: • os refrigeradores por absorção. onde somente o amoníaco é absorvido. mantém-se uma pressão alta e uniforme pela ação do hidrogênio. . o sistema conta com um dispositivo especial nos condutos interiores da tubulação do evaporador. No sistema. a regulagem sistemática do queimador e. etc. a manutenção do equipamento em operação satisfatória apresenta maior grau de complexidade em relação aos sistemas de compressão. principalmente. que utilizam combustível líquido na alimentação. butano. no entanto. • os sistemas por absorção são geralmente utilizados em regiões onde não há disponibilidade de energia elétrica. deve ser periodicamente limpa. necessitando apenas de regulagem de temperatura. cuja fonte de calor utiliza combustível gasoso. isto tornará o seu desempenho deficiente. dificultam o uso de tal equipamento por parte da rede de saúde. Utilizam-se diversos meios para produzir calor: elétricos (resistência elétrica). Os sistemas de absorção requerem uma fonte de calor apropriada e constante para o seu correto funcionamento. apresentam menor índice de defeitos que os de combustível líquido. A mistura gás-amoníaco-hidrogênio varia de densidade ao passar de uma para outra parte do sistema. o calor aplicado permitirá novamente a liberação do amoníaco até o condensador. daí resultando um desequilíbrio que provoca a movimentação do gás amoníaco até o componente absorvente (água).ECKH='3 -IGKA =@AK IEIJA =@AHABHECAH= F H=>I H Condensador Condensador câmara exterior do refrigerador Ev aporador Vapor de Amoníaco Compartimento do congelador Hidrogênio Ev aporador Separador de Vapor Ág u a Absor vedor Am oníaco Dissolvido Gerador Refr igerador G ás ou querosene Fonte de calor Ao sair do evaporador.Para facilitar a evaporação do amoníaco.). . Nesse ponto. Os sistemas de absorção podem apresentar alguns problemas e ou defeitos. fechando o ciclo continuamente.

7 )5) - K D  F C #& . o controle é feito por um elemento termostático que permite abrir ou limitar a passagem do gás que alimentará a chama do queimador. . O controle é efetuado através da diminuição ou aumento da chama utilizada no aquecimento do sistema. c) sistemas que funcionam com eletricidade.$" + JH A@AJA FAH=JKH= Num refrigerador por absorção. b) sistemas que funcionam com combustíveis gasosos. tais como: a) sistemas que funcionam com combustíveis líquidos. existem diversos sistemas. do mesmo tipo utilizado nos refrigeradores à compressão. O controle é feito através de um termostato para refrigeração simples. Nestes sistemas. que conecta ou desconecta a alimentação do elemento-resistência elétrica. para se controlar a temperatura desejada. por meio de um controle que movimenta o pavio do queimador. provocando as alterações de temperatura desejadas.

ou seja. da unidade de saúde até a Central.% 5EIJA =@AAIJ GKAA@EIJHE>KE @AE K >E CE? I`-.7 )5) - K D  F C #' . e controle de temperatura e do cronograma de distribuição. em conjunto com as ações a serem tomadas. Discutiu-se muito a padronização obrigatória em instância nacional de nomenclatura. . de nomenclatura. da unidade de saúde. Objetivando atender às normas e procedimentos técnicos de verificação de temperatura no recebimento das vacinas. para o envio das informações referentes à movimentação quantitativa dos imunobiológicos. a fim de que fiquem preservadas as garantias de treinamento padronizado das informações. seringas e agulhas. Padronização obrigatória no plano nacional. faz-se necessário e imprescindível que todas as unidades e pontos de recebimento de vacinas possuam termômetro com cabo extensor. a serem preenchidos e utilizados em todos os planos de forma eminentemente prática e objetiva. a ferramenta a ser utilizada será o sistema informatizado nacional. código e abreviatura dos imunobiológicos e a extrema importância da divulgação das normas e procedimentos técnicos para o gerenciamento da Rede de Frio. formado por representantes dos Programas nacional. Em todas as instâncias de atuação da CGPNI. com codificação nacional. As seringas e agulhas devem ser obrigatoriamente contempladas nas atividades relacionadas ao controle de estoque. preservando as garantias de tratamento padronizado das informações. cronograma de distribuição e controle das doses utilizadas e inutilizadas. código e abreviatura dos imunobiológicos. onde a atividade de controle de estoque e distribuição é obrigatória. % 2HE ? FE I> IE? I Criação e padronização de formulários a serem preenchidos e utilizados em todas as instâncias de atuação da CGPNI. registro de suprimento. com o principal objetivo de registrar as informações referentes à movimentação quantitativa de imunobiológicos e outros insumos utilizados pelo PNI. O EDI passou por um processo de avaliação e adequação. o PNI sentiu a necessidade de criar um Comitê de Reavaliação Organizacional. É importante a divulgação das normas e procedimentos técnicos para o gerenciamento da Rede de Frio. municipal e local. até a Central. controle de temperatura. cria-se a possibilidade de que todos os dados do Programa sejam tratados e administrados de forma homogênea em todos os planos de atuação. Esse trabalho resultou na criação do Sistema de Estoque e Distribuição de Imunobiológicos (EDI). regional.1 A fim de manter em progresso sua evolução. condições básicas instrumentais para a medição das condições de recebimento de vacinas. buscando uma padronização das informações das diversas instâncias. cujo principal objetivo é o registro das informações referentes à movimentação quantitativa dos imunobiológicos. onde este Programa cumpre o seu maior objetivo. estadual. com o objetivo de reestruturar todos os aspectos da função Estoque e Distribuição de Imunobiológicos e informatizar a Central Nacional de Armazenamento e as coordenações e centrais estaduais da Rede de Frio. Estabelecimento da periodicidade mensal. registro do pedido de ressuprimento. sendo criado também um modelo padronizado de formulários para a coleta dos dados. Desta forma.

.& ) AN I ) AN 1 .7 )5) - K D  F C $ . KN CH= =@AI E?EJ= A@EIJHE>KE @AE K >E CE? I =IE IJ ?E=I@A? H@A = AANA?K CENTRAL NACIONAL DE ARMAZENAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS (CENADI) COORDENAÇÃO GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (CGPNI) LABORATÓRIOS NACIONAIS E ESTRANGEIROS CENTRAL ESTADUAL DE REDE DE FRIO COORDENAÇÃO ESTADUAL DO PNI (CE-PNI) CENTRAL MUNICIPAL DE REDE DE FRIO COORDENAÇÕES MUNICIPAIS DO PNI (CM-PNI) SALA DE VACINA DE UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE SALA DE VACINA DE HOSPITAL CENTRO DE REFERÊNCIA DE IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS Observações: Fluxo de informações e solicitações de imunobiológicos. Fluxo de distribuição de imunobiológicos. A Cenadi ao receber os imunobiológicos dos diversos laboratórios. envia amostras ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) para testes.

H =@ H-L=F H=@ H 8AHEBE?=HIAD ? 8AHEBE?=HBK ?E CA = A J  =IAHFA JE = = A J @ I J HAI IAHJ=@ @A . 8AHEBE?=HHK @ I IA ?= E =H@ALAH IAH? E A@E=J 8AHEBE?=HHAIEIJ ?E= @ACA HAIEIJ  EC=H  A@EH= FAH=CA ?E=I @HA I A@EH= FAH=CA -I? L=H IAHFA JE = . . H K HE F=H= = KJA FHALA JEL=@ IAGKEF= A J I@AHABHECAH= ?= 4ALEI ? FAHE @E?E@=@A A I= + =H=BHE=  + 7 E@=@A+ 8AHEBE?=H BK ?E @A I=@ H= = A J FHAII H 7+ 7+ 8AHEBE?=H LA @A A @ ? 4ACEIJH=H AEJKH=@=IFHAII AI= J=A>=EN= 8AHEBE?=HLE>H= AI =AIJHKJKH=CAH= AIL= = A J I 8AHEBE?=HLAIJ CE I@A A  =IJK>K = 8AHEBE?=H 6 J H LA JE =@ H AEJKH=@A= FAH=CA  ?E=@A?=HJAH =H= FAH=CA @=HAIEIJ @A I=@ H =L=H ? .7 )5) - K D  F C $ .) AN 11 .

H =@ HAI 8AHEBE?=HIAD ? 8AHEBE?=HBK ?E CA = A J  =IAHFA JE = = A J @ I J HAI 8AHEBE?=HHK @ I IA ?= E =H@ALAH IAH ? IAHJ=@ @AE A@E=J 8AHEBE?=HIAD  =JAHE= =H = A =@  K J = B H =@ H -I? L=HIAHFA JE = + =H=BHE=AF=E A A JHE? 8AHEBE?=HBK ?E 8AHEBE?=H@HA 8AHEBE?=HANEIJ 8AHEBE?=H = A J @=IF HJ=I IA E F=HIA A?AII HE ?E=@AK E@=@AAIK=FH ?A@ ?E= F=@=I = J=HAIK>IJEJKEH=IGKAE =@=I J H? FHAII H 8AHEBE?=H= FAH=CA @  4ALEI @A? J=?J HAIA@A =EI? F A JAI@ GK=@H A JHE? @A? = @  F=@=FE J ? AN AI AJ? 6AIJA@ABK ?E = A J @ I@EIF IEJEL IA JHE? IA@A IACKH= =JAH IJ=J I IEHA AI @EI?=@ H AJ?  .7 )5) - K D  F C $ .) AN 11 + . H K HE F=H= = KJA JE K= FHALA JEL=@ IAGKEF= A J I@AHABHECAH= ?= 4ALEI ? FAHE @E?E@=@A A I= + =H=BHE= + 7 E@=@AI+ @A I=@ H=I 7+ 7+ 8AHEBE?=HBK ?E = A J CAH= FHAII H 8AHEBE?=H LA @A A @ ? 4ACEIJH=H AEJKH=@=IFHAII AI= J=A>=EN= 8AHEBE?=HLE>H= AI =AIJHKJKH=CAH= 8AHEBE?=HLAIJ CE I@A A  =IJK>K = AIL= = A J I 8AHEBE?=H =L=H? J H LA JE =@ H AEJKH=@A= FAH=CA  @A I=@ H 7- 7- 7 E@=@AIAL=F H=@ H=I.

= AH E FA =ANJAH =@ ? @ LA JE =@ H EC=H=J =@=A JHE?=@ AGKEF= A J IEIJA =@AHABHECAH= IJ=J FHAII H 8AHEBE?=HIAD L= = A J @AC I 8AHEBE?=H=F IE  K HE?=@ JAH J H? 8AHEBE?=H== FAH=CA @  .HAA AHA/A =@AEH= .= AH= AEJKH=@AJA FAH=JKH= 8AHEBE?=H> HH=?D=I@ALA@= @=IF HJ=I >IAHL= AI .7 )5) - K D  F C $! .AI EC=H=J =@=A JHE?=@ AGKEF= A J @A I=@ H ? FHAII HA J H .) AN 11 + 4ALEI + =H=BHE=AF=E A A JHE? ? JE K= FAHE @E?E@=@AIA AIJH= = KJA )BAHE @ I? @ IJAH J=?J HAI IJ=J I .

-14) *5-48) 47*41+) -5 . 5 *5-48) -5 .+ 64).-4 7.) 0) 0 4) 6.6 : /.) .) AN 111 =F=F=H=? JH A@E HE @AJA FAH=JKH= 5 ) .). 7 1+ 21 7 1.4-.).7 )5) - K D  F C $" .1)52)4).: 47*41+) 0 4) .2-4)674). 6)4.1) 0 4) .-5) 16 41) 2-4 ) 0 .6   ! " # $ % & '    ! " # $ % & '   ! " # $ % & ' ! ! .

Identificação do(s) imunobiológico(s) que sofreu(ram) alteração(ões) Nome imunobiológico Apresentação Laboratório Produtor Número Lote Data Recebimento Prazo Validade Quantidade Doses 6 .Providências tomadas: _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ 5 .Houve alteração de temperatura: Sim ( ) Não ( ) 8 . do dia _____/_____/_____. a máxima de _______ ºC e no momento _______ ºC. às ____:____h. Termômetro de máxima e mínima ( ). às _____:_____ h do dia ______/______/_____.Há termógrafo ( ).7 )5) - K D  F C $# . H K HE F=H==L= E= @AI E?EJ= @AHAJAIJA@AE K >E CE? I 1 . O período de alteração foi de exatamente ( ) aproximadamente ( ) das ____:____h. no local? 4 . Termômetro linear ( ).O último dia em que se verificou temperatura ideal foi ____/____/____.) AN 18 .Histórico da ocorrência: _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ 7 .Instituição solicitante: ___________________________________________________ UF: ______ Endereço: ______________________________________________________________________ Telefone ( ) ______________ FAX: ( ) ________________ e-mail: ____________________ Data da Solicitação: _____ / _____ / _____ 2 .A Ocorrência foi em instância: Local ( ) Sim ( ) Não ( ) Regional ( ) Central ( ) 3 . . quando a mínima era de _______ºC.O produto já sofreu outras alterações de temperatura anteriores fora da faixa ideal recomendada: Sim ( ) Não ( ) 9 .

Momento __________ ºC Em: ______/______/______ às: __________:________ h Temp. Máx. Mín. Mín. caso o problema tenha sido no percurso cenadi-estado. Data: _______/________/_______ ____________________________ Assinatura do Responsável . ___________ ºC T. Máx. Mín. ___________ ºC T.7 )5) - K D  F C $$ .Dados do momento em que foi detectada a falha no equipamento e outros momentos observados: Temp. Momento __________ ºC Em: ______/______/______ às: __________:________ h Obs: Fineza anexar cópia do documento de recebimento da empresa transportadora.) AN 18 ? JE K= 10 . ___________ºC Temp. ___________ ºC T. Máx. ___________ºC Temp. Momento __________ ºC Em: ______/______/______ às: __________:________ h Temp. ___________ºC Temp.

4 @ IA= I# AIAI 6.62 K.6=2 K.-.62 K .KF =8EH=  .6JA  =E HGK= JE@=@A@AJ N E@A@EBJ HE? @ GKA=L=?E =@KF ==@K J @6  2=H==FHALA @ J J=  A =J= =CAIJ= JA@ALAH IAHL=?E =@=@A=? H@ ?  AIJ=@ L=?E = = JAHE H  E ?E @=L=?E = @ALAH IAH  =EIFHA? ?AF II LA .AFA @A@ JEF @AL=?E = L HKILEL =JA K=@ L HKILEL =JA K=@ L HKILEL =JA K=@ L HKILEL =JA K=@ JH==BA>HA= =HA = 6H F E?A8EH=  868 .6 K@6 K .62 )II ?E= @ I6 N E@AI@EBJ HE? A JAJ E? A>=?J HE= HJ=@=* FAHJKIIEI @ IA= I# AIAI + JH==@EBJAHE=A J J= @KF ==@K J @6  + JH==@EBJAHE=A J J= @KF =E B= JE . )@ 0*I)C - += & + += & +   +  +  +  + += & + += & + += & + += & + += & + += & + += & + += & + += & + += & + += & + += & + + JH= 0=A JEF > + =A .6=2 !@ IAI @ IA=?=@=@A = I F=H= IL=?E =@ I? !@ IAI@A.6=2 K@6 K.6=2 .7) 4-/1 )   +   + I += & + += & + 7 1+12) += & + += & + += & + += & + 5-48)   +) += & + += & + += & + += & + + + + JH==F E JH= I=H= F EA EJA L HKILEL =JA K=@ JEF I1 11A111 L HKILEL =JA K=@ 5KIFA I @A>=?E =JA K=@ !@ IAI @ IA @ IA !@ IAI ) I$= JH==JK>AH?K IA*+/ 1.) AN 8 1 B H = AIJ ? E?=II >HAL=?E =I -4 .62 .6=2 66 !@ IAI !@ IAIA  A H@A = @ IA  AIAIA =EI @ IA @ IA @ IA @ IA @ IA=?=@=@A = I += & + += & + += & + + .7 )5) - K D  F C $% JH==0AF=JEJA* FDE KIE B KA 4A? >E = @A.6 .8 + JH==4K> = -  6 @ I IE K >E CE? I  =E IJ ?E= K E?EF=  K ?= @ALA IAH? IAHL=@ IA JHA +A & +  )L=?E =@KF =E B= JE .62 K.6  + JH= J J= 66 J N E@A JAJ E?   6 NE =I@EBJ HE?=AJAJ E?= !@ IAIF=H= I L=?E =@ I? !@ IAI@A .6 K@6 @ IA= I# AIAI += & + += & + += & + 6 NE =I@EBJ HE?=AJAJ E?= += & + += & + += & + 6 NE =JAJ E?= @ IA=?=@=@A = I !@ IAIF=H= I F=H= IL=?E =@ I? L=?E =@ I? !@ IAI@A !@ IAI@A.2-4)674)-+ )+1 ) -56). 5-5 1 7 *1 /1+ + 2 51 8)+1 ) * 51+) 4-. + JH==@EBJAHE= =? GKA K?DA A J J= JH F E?A .

-.7 )5) - K D  F C $& ) AN 8 ? 1 B H = AIJ ? E?=II >HAL=?E =I JE K= -4 .7) 4-/1 ) += & + += & +   5-48)   +) += & + += & + 7 1+12) += & + += & + + + JH==H=EL= JH=1 B KA = 8 HKIE =JEL=@ 8 HKI@=E B KA IK>K E@=@AI =BH=?E =@ I K@A 8=HE=@A=? H@ ?  JEF @A ANF IE A = E = =CHAII H $ !# AIAI  @ IAI@A #  ! &= I  @ IAI@A #   =F=HJEH@A'= I @ IA@A # ! !  - 8=?E =? + JH=F E E =JEL=@= 2 E L HKIE =JEL=@ IF HB H = @A @ @ IJEF I1 11A111 )II ?E= @ IJ N E@AI@EBJ HE? A JAJ E? ? J NE =@=* H@AJA = 2AHJKIIEI1 =JEL=@= 5KIFA I @A= J CA I F EII=?=H @A IFKHEBE?=@ I@A ! I H JEF I@AF AK ? ? 8 HKI?KJEL=@ A ? K =IDK = =IA E =JEL=@ += & + += & + += & + += & + += & + += & + JH==@EBJAHE= =? GKA K?DAA JH F E?A)?A K =H .2-4)674)-+ )+1 ) -56). 4 6.6=2 ? ? J J= + JH=2 AK  1 dose após 3-5 anos. se a indicação persistir. - += & + += & + += & + + + JH=0AF=JEJA) JH=L=HE?A =  += & +  + K += & +  + K += & + += & + += & +  + K += & + += & + 8 HKI=JA K=@ ?K JEL=@ A ? K =I A HAI@A!= I @ IA I  @ IAI =F=HJEH@A!= + 1 K JH=4=EL=?K JKH=@A? K =I C >K E =DK = = 8 HKI?K JEL=@ A ? K =IA E =JEL=@ 1 K C >K E =IAIFA? BE?=I? = J CA IAIFA? BE? I JH= - += & + += & + .AFA @A@ JEF @AL=?E =A@ JEF @A ANF IE • = JE DAF=JEJA* • = JE H >E?= • = JEJAJ E?= IJAH C I • = JEL=HE?A = 5 H IDAJAH  - += & + += & + += & + 5 H IAIFA? BE? I? AIFA? BE? I JH== J CA I  - += & + += & + += & +  6 @ I IE K >E CE? I  =E IJ ?E= K E?EF=  K ?= @ALA IAH? IAHL=@ IA JHA +A & +  I A JA =FHE AEH=L=?E =  I= IIK>IAG A JAI=FA =IK JH=@ IAF H=  )IL=?E =II >? IAHL=  AC=JEL=GK= @ IK> AJE@= JA FAH=JKH=A JHA +A & +@ALA IAHKJE E =@=I FH= @A% D H=I .. 5-5 1 7 *1 /1+ + 2 51 8)+1 ) * 51+) 4-.

HACK =CA  A? E?= = K=  & +=F=?E@=@A @A HABHECAH= = 6A FAH=JKH= =B=EN=@A+?= & +? ' +=F=?E@=@A@ ? FHAII HA 02 =  !02  E  +=F=?E@=@A@A)H = A = A J A @ IAI = 8 K A JE =FH NE =@ %& EJH I  3K= JE@=@A@AAL=F H=@ HAI = 7  6EF @AJAH AJH =  A? E? = = CE? ? AI?= = ! += ! + ! 5EIJA =A JHE? = + JE AHF=H=@ACA =KJ JE? IA E K E = " 6EF @AFE JKH= = +D=F=A = E N"! # 6EF @A+D=F=IANJAH =AE JAH = = -NJAH =`.HA JA  & `2H BK @E@=@A $! ! 5EIJA =@AHABHECAH= = )HB H =@ " 6EF @A? FHAII H = 0AH JE? # 6EF @AK E@=@A? @A I=@ H= = 4AIBHE=@===H $ 6EF @AAL=F H=@ H = )HA ? LA B H =@=KI= @ LA JE =@ H % 6EF @AJAH IJ=J = .? IJ BK @ JAJ  !# % 6EF @AEI = A J AAIFAIIKH=@=IF HJ=I = 2 EKHAJ= > !# & 3K= E@=@A@A8A@= =  =K E @ IF=E EI KJE E =@ IA = JA@AIE E? A > 4AIEIJ ?E=I =IC=NAJ=I@ALA@= @=IF HJ=I ' 6EF @AFH=JA AEH=IA =JAHE= KJE E =@ = 2H=JA AEH==H= =@=? FE JKH=A AF NE > .AHH HA@ @ JHEBA =@ .7 )5) - K D  F C $' .HA JA +=>A?AEH=I  # > .) AN 81 -IFA?EBE?= F=H==GKEIE @ACA =@AEH=I ) +  AH?E=EI 4ABAH ?E= GK=JH F HJ=I A@E@=I -NJAH =I = ) JKH=  '$ > .HA JA ?=>A?AEH=`= E N"!*) > 1 JAH =`) C= L= E =@ ? 2 HJ=I@AF EAIJEHA $ -IFAIIKH=@=I?D=F=I = -NJAH =`.

Tampas quatro 4 . IJE?=I 1 .Compressor 1/3 HP mínimo .Dimensões mínimas Largura 1.HAA AHI 1 .600mm mínima e 1.5mm.Gabinete construído em aço pintado a forno. chapa de espessura min.Congelador de mínimo 30 litros 4 .Capacidade mínima de 280 litros 5 . com isolamento em poliuretano de 3mm mínimo densidade 35kg /m3 2 . cor branca.Gavetas da porta desmontáveis + . de 0.Gabinete construído em aço pintado de espessura mínima de 0.7 )5) - K D  F C % . * .500mm mínima Profundidade 680mm mínima Altura 890mm mínima e 950mm máxima 3 .) AN 81 ?  8 J=CA @=HA@A =  K L JI? B H A=I E?EJ= JE K= OBS: Para geladeiras de seis portas se alteram os seguintes itens: IAEIF HJ=I .800mm máxima 3 .HA JA %# FH BK @E@=@A$! '+ FHAII HA  02 = JKH= $# Demais dados não se alteram.5mm isolado com poliuretano de 3cm de espessura e 35kg/m3 de densidade 2 .Dimensões mínimas: Largura 610mm mínima Profundidade 610mm mínima Altura 1.

Deverão ser utilizadas embalagens vazias (caixas) de imunobiológicos para preencher o espaço destinado a estes. marcar o nível da água e mantê-la fechada durante 24 horas. verificar se a temperatura no interior da caixa ainda se mantém abaixo de 0°C. b) Colocar em seu interior o bulbo de termômetro de máxima e mínima digital. Deverão ser utilizadas embalagens vazias (caixas) de imunobiológicos para preencher o espaço destinado a estes. verificar se o papel apresenta umidade ou se existe umidade nas paredes laterais exteriores da caixa. • Para vacinas conservadas em temperaturas positivas (+2°C a +8°C): a) Abastecer uma caixa de poliestireno expandido com bobinas de gelo reciclável devidamente ambientalizadas.7 )5) - K D  F C % . Verificar se após este procedimento apresenta rachaduras ou outro dano que impeça a utilização da caixa. d) Transcorrido este tempo. conforme o procedimento recomendado para acondicionamento de imunobiológicos. d) Transcorrido este tempo. conforme o procedimento recomendado para acondicionamento de imunobiológicos. c) Lacrá-la e monitorar sua temperatura interior durante 48 horas. poderá não haver sinais de umidade no exterior da caixa. erguê-la a uma altura média de cinco metros e soltá-la sob solo plano. Enchê-la com água em temperatura ambiente.) AN 811 6AIJA@AGK= E@=@AF=H=?=EN=I@AF EAIJEHA ANF= @E@ EI F H  6AIJA@AHAIEIJ ?E==C FAI Com a caixa vazia. b) Colocar em seu interior o bulbo de termômetro de máxima e mínima digital. 6AIJA@AE FAH A=>E E@=@A Forrar uma parte do balcão de manuseio de imunobiológicos com papel jornal. Verificar se o nível da água baixou. . vez que em localidades onde a umidade relativa do ar seja muito baixa ou a temperatura ambiente muito alta. verificar se a temperatura no interior da caixa ainda se mantém abaixo de +8°C. Transcorrido este período de tempo. c) Lacrá-la e monitorar sua temperatura interior durante 48 horas. colocar sobre este uma caixa de poliestireno expandido. ! 6AIJA@A = KJA @AJA FAH=JKH= • Para vacinas conservadas em temperaturas negativas (<0°C): a) Abastecer uma caixa de poliestireno expandido com bobinas de gelo reciclável a -20°C.

1 A LEHJK@A@A  4AJEBE?= 1 K >E CE? F H=?H I?E => H=J HE JA JA 3K= JEJ=JEL  4AJEBE?= 1 K >E CE? F H@A?H I?E => H=J HE JA JA 3K= JEJ=JEL Data _______/______/______ Assinatura: ___________________________________ .) AN 8111 5EIJA =@A-IJ GKAA.EIJHE>KE @A1 K >E ) ? H@A =@ H@ 2 1AIJ=@K= 5 E?EJ= I=KJ HE = F=H=FH ?A@AH IHAJEBE?= AI=>=EN HA =?E CE? I =@=I  -.7 )5) - K D  F C % .

7 )5) - K D  F C %! .) AN 1: /KE=@A>=EN= JEL 1 K => H=J HE IEIJA = JA )FHAIA J= 3K= JEJ=JEL >I Data _______/______/______ Assinatura: ___________________________________ .

H#@ A E CEJA*+`.H@ 6H F E?A8EH= `.7 )5) - K D  F C %" .KF =)@K J `@6`.H#@ 5=H= F `.H@ 0AF=JEJA]*^`.H@ EA EJA`.H @ .61.H@ =`.H @ A E CEJA)+`.A>HA) =HA =`.H@ 0AF=JEJA]*^`.H 8= HF=H?E= @=IFAH@=I@KH= JA  I6 J=  ? ? `) F @ C >E =0AF * .H  #@ 6H F E?A`..H 1 =JEL=+ .1+) .H@ + JH=/HEFA`.AI?HE @ I2H @KJ I 2AH@=F H 8= E@=@A 8A ?E@= 3K= JE@=@A1 KJE E =@=IA @ IAI 2AH@=F H 2AH@=F H B= J=@A B= D= A AHCE=A AJ AGKEF= 2AH@=F H 2AH@=F H GKA>H=@A KJH I BH=I? I JEL I 8= HAI4 6 J= @A 2AH@=I 7 EJ HE 6 J= #! % "'"' # "%&!" !% "%&!# "'"'!! "%&!$' %" ' "%& '$ "%&! '%# "%&!& "%&! $ "%&!!"  $ !&  "%& && $& $ #'$!#! #&"# ' & # %%! #" &$# #$#'% !&' !&&! #&!$ "'"'# #&'# #" &%! ' % !&#$ !&'' "' & "#%! #%! #'%# '%!% #&# # !&$% !&#' '%!& !&"  ! !&%# !&! 2 E 2 E 2 E EA EJA`.H @ 6H F E?A8EH= `.62`.H@ 4K> 4K> = L= A JA`.H#@ 0AF=JEJA]*^`.E= I ) + @EC @=7 E@=@A 7 E@=@A@A5= @A >E CE? I 7.H#@ 6H F E?A8EH= `.6`) F @ .H@ .H @ 5=H= F `.A>HA6EB E@A`) F @ .A>HA6EB E@A`.H#@ 6H F E?A8EH= `.H@ *+/`) F @ *+/`) F  @ *+/`) F #@ 6 N E@A6AJ 6 N E@A6AJ 6 N E@A6AJ 6 N E@A6AJ + E? `) F @ E? `.6`.H ) F @ F 1 B KA =*`) F@ 6H F E?A)?A K =H`) F@ 0=A 0=A 2 AK 4=EL=+ 1 K 1 K 1 K 1 K FDE KI`.H@ JH=2 E `) F @ .H@ .EF 8AH `) F@ E?= .H#@ A E CEJA+`. 4AC + @EC @  K E? FE K E? FE 4ACE = -IJ=@ + @EC .KF =1 B= JE `.H @ JH=4=EL=0K = =`) F @ .) AN : 1 KJE E =  A I= @AE K 1.62`.H#@ E? `.H IJAH .H C >E =6AJ C 8=HE?A = C >E =4 >E?= .H@ E? `.H @ EA EJA`.KF =)@K J `@6`) F @ .KF =1 B= JE `.H@ A E CEJA)+`.H@ 6H F E?A`.

KF =1 B= JE `. IAI 4A?A>E@=I 5= @= .H @ A E CEJA)+`.62`.H ) F @ F 1 B KA =*`) F@ 6H F E?A)?A K =H`) F@ FDE KI`..62`.H @ EA EJA`.H@ + 0=A 0=A 2 AK 4=EL=+ 1 K 1 K 1 K JH=/HEFA`.EIF LA 2A@E@  A I= + @EC @ =JAHE= #! % "'"' # "%&!" !% "%&!# "'"'!! "%&!$' %" ' "%& '$ "%&! '%# "%&!& "%&! $ "%&!!"  $ !&  "%& && $& $ #'$!#! #&" # ' & # %%! #" &$# #$#'% !&' !&&! #&!$ "'"'# #&'# #" &%! ' % !&#$ !&'' "' & "#%! #%! #'%# '%!% #&# # !&$% !&#' '%!& !&"  ! !&%# !&! $&"'  $% '' % &# '  .H@ .H @ 6H F E?A8EH= `.EIJHE>K @=I .E= I ) + @EC @=7 E@=@A 7 E@=@A@A5= @A >E CE? I 7.H@ 4K> 4K> = L= A JA`.H#@ 5=H= F `.JH=@= .EF 8AH `) F@ E?= .H@ JH=2 E `) F @ .H#@ 6H F E?A8EH= `.H ? ? `) F @ C >E =0AF * .H C >E =6AJ C >E =4 >E?= .H @ JH=4=EL=0K = =`) F @ .H@ .KF =)@K J `@6`) F @ .H#@ 0AF=JEJA]*^`.A>HA6EB E@A`.1+) .H @ .H@ E? `.H@ =`.H#@ A E CEJA*+`.H#@ E? `.H @ 5=H= F `.H ) F 5 H ) JE 4 >E? `.H ) F 5 H ) JE> JH +H J E? `) F . IAI 5 E?EJ=@=I 2 E 2 E 2 E EA EJA`.H@ 0AF=JEJA]*^`.H@ 6H F E?A8EH= `.H ) F 5 H ) JEJAJ E? `.H 8=HE?A = .H@ EA EJA`.H@ *+/`) F @ *+/`) F  @ *+/`) F #@ 6 N E@A6AJ 6 N E@A6AJ 6 N E@A6AJ 6 N E@A6AJ + E? `) F @ E? `.AI?HE @ I2H @KJ I -IJ GKA ) JAHE H 5= @  .) AN :1 LE A J  A I= @AE K 1. IAI .H#@ A E CEJA+`.H#@ 6H F E?A8EH= `. IAI 1 KJE =@=I .A>HA) =HA =`.6`.6`) F @ .61.H ) F 5 H ) JE@EBJ HE? `.7 )5) - K D  F C %# .H@ 0AF=JEJA]*^`.H #@ 6H F E?A`. 4AC + @EC @  K E? FE K E? FE 4ACE = -IJ=@ LE A J @A-IJ GKA . IAI 4A = A =@=I -IJ GKA)JK= 5= @ 1 @EIF LA 5= @ .H@ A E CEJA)+`.KF =1 B= JE `.H 1 =JEL=+ 1 K C 8=HE?A = IJAH .KF =)@K J `@6`.A>HA6EB E@A`) F @ .H@ 6H F E?A`.

H#@ .H#@ JH=4=EL=+= E =`.E KA JA6 8EH= `.) AN :1 ? JE K= I LE A J  A I= @A1 IK 1.H #@ . IAI 4A = A =@=I -IJ GKA)JK= 5= @ 1 @EIF LA 5= @ .E KA JA5=H= F `.H#@ .H@ =`.E KA JA6 8EH= `.7 )5) - K D  F C %$ .E KA JA5=H= F `. IAI 4A?A>E@=I 5= @= . IAI 5 E?EJ=@=I 5 H ) JE> JH =GK JE? `) F 5 H ) JE> JH FE? `) F 5 H ) JE?H J E? `) F 5 H ) JEA =F @E? `) F 5 H ) JE=H=? @E? `) F 5 H ) JEAI? HFE E? `) F 5 H ) JE =GK JE? `) F 5 H ) JE =JH @A?JKI`) F 5 H ) JE 8=? + 8=? + E=`) F 5 H ) JE N ? E? `) F JH=4=EL=+= E =`.H@ .E KA JA4K> .H@ .A> ) =HA =`.E KA JAD=A FDE KI) F @ LE A J  A I= @A1 IK .=J= I LA FA 2HAA ?DE A J +=HE > )IIE =JKH= .EIJHE>K @=I .E KA JA4K> =`. IAI .E KA JA@A A ) +`. IAI 5 E?EJ=@=I 5/# 5/! 5/! 5/! 5/ 5/ 5/ 5/# 5/! `)/ #N& `)/ #N% `)/!N" # `)/ #N$ `)/!N! & `)/!N" # `)/$N# IA =CK D= IA =CK D= )/ N# # )/ #N% )/!N" # )/ #N$ )/!N% >IAHL= AI 4AIF .H#@ .E KA JA6 8EH= `.H#@ .E KA JA.EIF LA 2A@E@  A I= + @EC @ =JAHE= ' ! '&"' %&' %"#  '  !! !&! !&#! # '$% # '$$" "'"'" "%&!%% # '#%# # '$  # '#&! #&!" # '$"& # '$! # '#' # '$# # '$#$ # '$! .AI?HE @ I2H @KJ I -IJ GKA ) JAHE H 5= @  .H@ . 4AC + @EC @  K E? FE K E? FE 4ACE = -IJ=@ LE A J @A-IJ GKAF H@ IA .1+) .AI?HE @ I2H @KJ I -IJ GKA ) JAHE H 5= @  .61.E= I ) + @EC @=7 E@=@A 7 E@=@A@A5= @A 7.JH=@= 4A?A>E@ I LE A J @ -IJ GKA 5= @= 7JE E =@ 1 KJE =@ 4A = A =@ -IJ GKA)JK= 2A@E@  A I= + @EC @ =JAHE= $% $'#$ %&!# %&!"! %&!$ #'$!% #'$!$ $$ $!"&  ''%  ' #"  '%!"  '"&  ' % . IAI 1 KJE =@=I .H@ .JH=@= ..

K @=  =?E = @A5= @A 2H CH= = =?E = @A1 K E = AI +=F=?EJ= FA@=C CE?=@  JHAE = A J @AFAII = @A5= =@A8=?E =  = K= @  EJ H *H=I E= '' E EIJ HE  @= 5= @A  = K=  @A L=?E = '&"   *H=I E=  +A JH  @A . +  25 5 '&$ HC= E = AI  6HAE = A J  A  ?=@AE= @A 2= ) AHE?= =@=5= @A  = K= I >HA I LAEI@A?=@AE=@ABHE  A  E HC= E =  K @E= @=5= @A 2H CH= =) F E=@ @A1 K E = AI 5=BAL=??E AD= @ E C ? @?D=E = @ K E =JE I ) = K= B H AM O1 @AFA @A J5J=JAI /A AL= ''& HC= E =  K @E= @=5= @A 2H CH= =) F E=@ @A1 K E = AI 6A?D AJ+ IK J=JE /A AL= ''' .K @=  =?E =  @A 5= @A  2H CH= = =?E =  @A 1 K E =  +=F=?EJ=  @A FAII =  A  L=?E = K =FH F IJ=@AJHAE = A J A IAHLE  = K= @ JHAE = @ *H=I E= '' += E?D8 / + FFEL= +) 1 K /= = =)  E IJEA   =BBH=  . ?K A J= EJ H@  @  E EIJ HE  @=  5= @A .HE  AI> IE?=I@AHABHECAH= AFH ?A@E A J IF=H=? IAHL= @AE K >E CE? I *H=I E= +A JH @A.K @=  =?E *H=I E= ''! CE=* IE?= 5 6AH 2=K  ELH=HE=-@EJ H=)HJAI @E?=I '&& IJ=>E EJO B8=??E AI /A AL=  = @A1 K E = 5 ''& H =IF=H=L=?E =  A@ = @A5= @A 2H CH= = =?E  = K= @A . ?K A J= @  E EIJ HE @=5= @A '&& .' *E> E CH=BE= E EIJ HE @=5= @A 5A?HAJ=HE= =?E = @A) AI* IE?=I@A5= @A 2H CH= = =?E = @A1 K E = AI 4A@A@A.K @=  =?E = @A5= @A 2H CH= = =?E ! A@ HAL = F *H=I E= ''! = @A1 K E =  = K= @AFH ?A@E A J IF=H=L=?E = HC= E =  2= ) AHE?= = @= 5= @A  2H CH= = ) F E=@  @A 1 K E = BHE  @K 111 9=IDE CJ .7 )5) - K D  F C %% .

E D  A A *=JEIJ=-IJAHO A H/= >=2H A = =H=.E =?E6 6 @A.E=CH= = )I? 24.ELEI @A1 K E = AI +8.-GKEFAJ ? E?=@AA => H= +HEIJE = =HE=8EAEH=@=4 ?D= 1I=>A +HEIJE =)F=HA?E@=5JAB= =HE=) E?A5=JJ =HE=5= AJ2=HEIA EHE= @A KH=) AE@= 5E L= =)F=HA?E@=4 I= +HEIJE = =HE=8EAEH=@=4 ?D= AJ @ CE= 1 KIJH= K=HA 5E@ AO@A) AE@=)H=HK = -@I ) LAI@A KH=.A C=@ 1I= = 6AHAIE D=5 KI=@A ELAEH=2=EL=   .7 )5) 52 4ALEI 1I=>A +HEIJE =)F=HA?E@=5JAB= =HE=5= AJ2=HEIA 8AH=) E?A2 +=L= =HE ''" 4ALEI +=H A  ?E= IJAH 5E L= .5-5 52 5KFHE A J  11 .E D AI .AHHAEH= 4 >AHJ .=HE= -@I ) LAI@A KH=..7 )5)  H =E = *E> E CH=BE?= 4ALEI  HJ CH BE?=A+=F= )F E .+ H=> HAEH=@A ELAEH= =H? I/ K =HJ.-51 ) 5-5 52 1 IJEJKJ *KJ= J= + H@A = 4ACE = @=.