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PROJETO-CFC

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PROJETO DE VIABILIDADE ECONÔMICA

CFC FLAMBOYANT

DOCENTE : CLEIDINALDO DISCIPLINA: ANÁLISE E ELABORAÇÃO DE PROJETOS DISCENTES: ANDREA FERNANDES RODRIGUES KARLA MENDONÇA DE ARAUJO LEANDRO RAFAEL MORAIS LOPES THOMAS CURSO: CIÊNCIAS ECONÔMICAS

GOIÂNIA,26 DE JUNHO DE 2009

PROJETO DE VIABILIDADE ECONÔMICA CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES FLAMBOYANT
ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO PREPARAÇÃO DOS CANDIDATOS ORGANISMO DE QUALIFICAÇÃO DE TRÂNISTO ATRIBUIÇÕES 2. APRESENTAÇÃO DO NEGÓCIO 3. ANÁLISE DE MERCADO ASPECTOS GERAIS ESTIMATIVA DA DEMANDA 4. LOCALIZAÇÃO 5. ASPECTOS JURÍDICOS E LEGAIS 5.1 EXIGENCIAS LEGAIS ESPECÍFICAS 5.2 ESTRUTURA 5.3 PESSOAL 5.4 NORMAS TECNICAS 5.5 INFORMAÇÕES LEGAIS E TRIBUTÁRIAS 6. PESSOAL 7. MÓVEIS E EQUIPAMENTOS 8. DIVULGAÇÃO 9. OEGANIZAÇÃO DO PROCESSO PRODUTIVO 10. CUSTOS 11. CONSIDERAÇÕES FINAIS 12. ANEXOS

INTRODUÇÃO

o o o o

Setor da Economia: Terciário Ramo de Atividade: Centro de Formação de Condutores. Tipo de Negócio: Capacitação teórico/prática de condutores de veículos automotores. Produtos ofertados/produzidos: Ensino de direção veicular.

Cada Centro de Formação de Condutores poderá dedicar-se ao ensino teórico-técnico, ou ao ensino prático de direção veicular, ou ainda a ambos, desde que certificado para ambas atividades. Entenda-se por ensino a formação teórico/prática que habilita o candidato a prestar exames no Organismo de Qualificação de Trânsito ou nos órgãos de Trânsito dos Estado ou do Distrito Federal. O funcionamento do Centro de Formação de Condutores deverá ser acompanhado de forma permanente pelo Organismo de Qualificação de Trânsito que o certificou. O Centro de Formação de Condutor ou filial só poderá preparar aluno para o exame de direção veicular, se dispuser de veículo automotor da categoria pretendida pelo candidato. PREPARAÇÃO DOS CANDIDATOS A preparação dos candidatos à obtenção da Permissão Para Dirigir poderá ser feita por Instrutor não vinculado de direção veicular. O Instrutor não vinculado de direção veicular, só poderá instruir 2(dois) candidatos em cada período de 12 (doze) meses. Denomina-se Instrutor não vinculado de direção veicular aquele que, habilitado por exame de avaliação do Organismo de Qualificação de Trânsito e que, não mantendo vínculo com qualquer curso, bem como, não fazendo da instrução para aprendizagem atividade ou profissão, exercendo-a em caráter gratuito, voluntário e excepcional, for autorizado a instruir candidato à habilitação. Quando não existir Centro de Formação de Condutores no Município, o instrutor não vinculado de direção veicular poderá exercer as funções teóricas e práticas, em caráter não voluntário e com o limite do número de alunos por ano a ser definido pelo órgão executivo estadual de trânsito com jurisdição sobre a área e que o autorizar, desde que esteja devidamente qualificado tecnicamente. Os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal deverão manter atualizados os cadastros de instrutores não vinculados de direção veicular, credenciados em suas respectivas jurisdições. As penalidades aplicadas em decorrência das infrações previstas nesta Resolução terão, para os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, eficácia em todo o território nacional. O Centro de Formação de Condutores deve estar em conformidade com o disposto na NBR, ISO 9.002 e atender aos demais requisitos emitidos pelo órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal.

ORGANISMO DE QUALIFICAÇÃO DE TRÂNSITO São as Organizações de atividade exclusiva, credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia - INMETRO e que realizam a certificação dos Centros de Formação de Condutores, bem como os exames teóricos para habilitação necessários á obtenção da Permissão Para Dirigir ou da Carteira Nacional de Habilitação a serem emitidas pelos órgãos executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal. O funcionamento dos Organismos de Qualificação de Trânsito, dependerá de prévio credenciamento pelo INMETRO, para seu registro no órgão de trânsito competente, e posterior homologação pelo órgão máximo executivo de trânsito da União. Avaliação de condutores é a realização dos exames teóricos previstos no artigo 147 do Código de Trânsito Brasileiro, identificados em prontuário próprio do Registro Nacional de Carteira de Habilitação - RENACH do candidato. ATRIBUIÇÕES Para melhor formação do Condutor, o Centro de Formação de Condutores deverá auxiliar a aprendizagem de prática de direção veicular com simulador de direção ou com um veículo estático. A prova de Direção Veicular só poderá ser realizada em veículo da categoria pretendida pelo candidato à obtenção da Carteira Nacional de Habilitação, de acordo art. 143 do Código de Trânsito Brasileiro. Os Centros de Formação de Condutores deverão de forma isolada ou em conjunto, desenvolver atividades de capacitação e educação especial para os portadores de necessidades especiais, disponibilizando veículos especialmente adaptados. O Centro de Formação de Condutores deve ministrar os cursos para os quais está certificado. Quando subcontratar qualquer curso, ele deve garantir que suas responsabilidades e obrigações sejam inteiramente cumpridas, atendendo aos critérios estabelecidos nesta Resolução e informando ao Organismo de Qualificação de Trânsito.

APRESENTAÇÃO DO NEGÓCIO

O Código de Trânsito Brasileiro - CTB (Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997), veio disciplinar a Política Nacional de Trânsito em todo território nacional. Dentre as medidas, estabeleceu novas diretrizes para o funcionamento das auto-escolas. Nesse sentido, o artigo 156 do CTB atribuiu ao Conselho Nacional de Transito CONTRAN, competência para regulamentar o credenciamento das auto-escolas e outras entidades destinadas à formação de condutores, bem como as exigências necessárias para o exercício das atividades de instrutor e examinador. O CONTRAN, por meio da Resolução nº 074, de 19 de novembro de 1998, regulamentou o credenciamento dos serviços de formação e o processo de habilitação de condutores de veículos. Com isso, as chamadas AUTO-ESCOLAS passaram a se denominar oficialmente como CENTROS DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES - CFCs, passando a ter atribuições mais amplas e específicas que antes. Os CFCs são entidades públicas ou privadas, integrantes do Sistema Nacional de Trânsito, que possuem administração própria e corpo técnico habilitado para a capacitação teórico/prática de condutores de veículos automotores. O Sistema Nacional de Trânsito, instituído pelo Código Brasileiro de Trânsito, é composto por diversas entidades com responsabilidades normativas, consultiva, fiscalizadora e de educação para o trânsito. Cabe aos

ANÁLISE DE MERCADO ASPECTOS GERAIS Nos últimos anos. atribuiu um papel de maior responsabilidade aos CFC´s (com previsão de penalidades para infrações / falhas observadas no cumprimento destas responsabilidades). mas muito deles estão concentrados em regiões próximas ao Detran. os aspectos jurídicos e legais. por outro lado. de localização. dado os variados requisitos físicos e legais exigidos para o exercício da atividade. • “A/B” . levantaremos os custos. iremos tratar de um Centro de Formação de Condutores com categoria “B”. as exigências cada vez maiores para se obter a carteira nacional de habilitação e o crescimento de novos motoristas. Para efeito de credenciamento pelo órgão de trânsito competente de cada Estado. além de realizar um estudo de demanda. e administração. essas empresas apresentaram sinais de que foram deficientes principalmente em duas questões fundamentais: estruturação do negócio. Com o objetivo de fortalecer os empreendedores e proteger os lucros do setor. Neste projeto.CFCs são classificados da seguinte forma: • “A” . sejam cada vez mais procurados. seja serviço. estimulando uma convivência social harmoniosa no trânsito das cidades brasileiras. em 1999. na qual será levado em consideração o treinamento necessário dos funcionários e a remuneração dos mesmos. as novas regulamentações tornaram a implantação de uma auto-escola um processo complexo. além de medidas que obrigam a realização de uma carga mínima de aulas práticas e teóricas. e 71 % não conseguem chegar a cinco anos de vida. De acordo com o SEBRAE-SP deve-se confirmar a existência de interessados em comprar o que você pretende vender. além dos serviços prestados pelos CFCs. as dificuldades para iniciar o negócio.CFC´s o papel de capacitar condutores.ensino prática de direção. Tudo isso é necessário porque de acordo com uma pesquisa realizada pelo SEBRAESP.ensino teórico-técnico. Em comum. as estratégias de preços e promoção.ensino teórico-técnico e de prática de direção. foi constatado que 35% das empresas fracassam no primeiro ano de operação. Hoje. A oferta gerada pela nova regulamentação. os Centros de Formação de Condutores . seja produto. ou planejamento prévio. a adoção de novas normas de trânsito. na Cidade Jardim deixando algumas regiões de Goiânia desprovidas de CFC. montaremos uma tabela de preços dos serviços prestados. para aqueles que desejam obter a habilitação para dirigir. estão fazendo com que os Centros de Formação de Condutores. As novas normas de trânsito. são 171 Centros de Formação de Condutores em Goiânia. o primeiro passo para estruturar o negócio e planejar seu funcionamento é analisar a viabilidade do negócio que se quer criar. tendo o interessado nos serviços de uma “auto-escola” que se deslocar à um centro de formação longe de sua casa. Entretanto. espalhados por toda a cidade. seja por estratégias de preços mais baixos e/ou um atendimento . e. a composição do capital. tornou a implantação de um CFC um processo relativamente complexo. a gestão pessoal. • “B” . o Sindicato dos Profissionais dos Centros de Formação de Condutores (Sinpocefc) cobra altas taxas para a inclusão de novos membros e atua de forma constante junto a opinião publica para se manter influente. Dessa forma. Mesmo com uma grande sindicalização do setor há espaço para a concorrência e disputas por clientes.

Contanto. na região selecionada para a implantação do Centro de Formação de Condutores. Separado por sexo e faixa etária. Assim. nos encontramos com uma situação diferente. disponibilizados pelo IBGE. com competência e integridade. dispondo de carros e motos em boas condições mecânicas. disponibilizados pelo DETRAN-GO. ESTIMATIVA DA DEMANDA A estimativa de demanda é um dos pontos mais importantes em um projeto. a grande diferenciação entre elas surgem em oferecer um bom atendimento e um corpo técnico de instrutores. para a capacitação teórico/prática de condutores. mais especificamente na cidade de Goiânia. ao exemplo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). e outros aspectos. e os dados de emissão de CNH. qualidade. Como os gastos dos consumidos dependem de preço.é de difícil previsão a real demanda de um bem em um mercado. preferência pessoal. temos que a demanda por esse serviço deve ser muito próxima da inelasticidade. e mais especificamente ainda. usaremos os dados demográficos dessas regiões. mas um dos mais difíceis de serem feitos. Dado que para ser habilitado a conduzir um veículo automotor no Brasil se faz necessária a obtenção da CNH. necessidade. a demanda é constante por esse bem e deve crescer a no mínimo a uma taxa igual ao do crescimento populacional.diferenciado com maior clareza e/ou veículos mais sofisticados. . Sendo a concorrência por preço muitas vezes nociva a toda oferta do setor. Comecemos com os dados dos 5 bairros selecionados segundo o CENSO de 2000 e também divulgado pela Prefeitura de Goiânia. quando falamos de serviços obrigatórios para um determinado fim. Com o objetivo de estimar então a demanda por esse serviço no Estado de Goiás.

para o ano de 2009. Como os dados são de 2000. se faz necessário um ajuste para uma previsão do que seria essa mesma população no ano de 2009. que a proporção da população em cada faixa etária não se modificou (consideração válida devido ao pouco tempo para uma transformação demográfica) estimaremos então essa mesma população analisada pelo CENSO de 2000. para isso. e que a estrutura demográfica do Estado não tenha se alterado. o estado de Goiás cresceu de 2000-2008 a uma taxa de 1. Considerando que em 2009 essa taxa de mantenha. se faz necessária uma adaptação dos dados do IBGE aos dados do DETRAN. nós desejamos conhecer a população atual para saber a sua demanda atual. assim.85%. separados pelos mesmos critérios de sexo e faixa-etária. recorreremos aos passos descritos abaixo: . isso porque. Aqui faremos nossa primeira consideração.96% ao ano e Goiânia tenha crescido a uma taxa de 1.Esses dados nos dão uma visão de como é população dos bairros selecionados. os dados disponibilizados pelo DETRAN-GO sobre a emissão CNH’s no ano de 2008 são : Como vemos. temos a população segregada por sexo e faixa-etária. ou seja. pois voltaremos neles mais adiante. Agora. porém usando faixas-etárias diferentes das usada no CENSO de 2000. Segundo o IBGE. Assim obtemos: Guardemos esses dados por agora.

Primeiro: tendo acesso aos dados do PNAD 2007 do IBGE. Esses dados são: O objetivo nesse ponto é determinar com quanto cada faixa-etária representa na população como todo. Segundo o IBGE.96% por ano. que são serviços feitos direto no Detran. isso para podermos estimar a população de 2008 e assim confrontar com os dados de emissão de CNH do DETRAN. colocaremos abaixo somente os serviços a serem oferecidos na CFC Flamboyant: . ficando da seguinte forma: Voltemos ao dados de emissão de CNH em 2008. Goiás cresceu a uma taxa de 1. assim. assim. agregaremos agora esses dados nas mesmas faixas etárias dos dados fornecidos pelo DETRAN-GO. 2ª via. transferência de localidade. Nesses dados encontramos o fato de que que nem toda emissão de CNH é um serviço a ser feito em uma auto-escola. estimamos a população de Goiás em 2008 como sendo: Dados essa estimativa de população. Para facilitar. Tivemos acesso aos dados do Detran desde 2000 a 2009. portanto temos os tipos de serviços e a sua proporção nos serviços totais. CNH definitiva. sabemos a população do Estado de Goiás e sua respectiva representatividade de cada faixa-etária na população total. se faz necessário filtrar esses dados e descobrir qual deles são serviços feitos em auto-escola. temos. usando aquela mesma consideração de que a estrutura demográfica não se tenha alterado.

tendo a população de 2008* e os serviços de CNH em 2008 nas mesmas faixas etárias e anos. inclui-se toda a população rural de todas as cidades. CNH estrangeira ou Inclusão de Categoria. utilizaremos essa proporção até o final do trabalho. Reabilitação.50% da denominada emissão de CNH pelo DETRAN é que são CNH provisórias. 1 utilizou um serviço de CFC no ano de 2008. assim. mas 1 utilizou um serviço de CFC em 2008. 1ª via e assim por diante. seja para CNH Provisória. ou. Vale lembrar que estamos lidando com os dados de todo o Estado. como não temos os dados para a cidade de Goiânia. Porém.Analisando os dados temos a seguinte proporção de serviços por emissão de CNH total: Assim. essa taxa deve se bem maior. No total temos o seguinte quadro: Agora. . obtendo os seguintes dados: Esses dados nos fornecem a seguinte conclusão. que assim diminui essa proporção. e principalmente na Grande Goiânia. 22. por sexo e faixa-etária. ele pode subestimar a demanda total em Goiânia no final dos cálculos. Isso não significa que a cada 16 homens de 18-24 anos em Goiás somente 1 tenha carteira. faremos uma divisão para saber qual a taxa média da população que utilizou um serviço de CFC em 2008. sabendo que. já que nas cidades. Que a cada 16 homens de 18-24 anos no Estado de Goiás.

montamos a tabela abaixo: .Estratificando os dados para cada tipo de serviços temos: CNH PROVISÓRIA REABILITAÇÃO INCLUSÃO DE CATEGORIA CNH ESTRANGEIRA Sabendo agora a quantidade de cada serviço demanda por pessoas podemos estimar a demanda nos bairros interessados. Assim. de que a distribuição populacional do Estado em algumas faixas etárias são as mesmas para a cidade de Goiânia e mais especificamente os bairros analisados. no Estado de Goiás inteiro. Porém. coincidir com os dados do DETRAN. temos de 10-19 anos 118 homens. assim. Segundo esses dados. usamos as proporções disponíveis no banco de dados do PNAD 2007. Para isso. Assim.55% têm 18 ou 19 anos. desejamos saber apenas os homens de 18 e 19 anos para incluir junto a faixa de 20-24 anos para assim. 19. Fazendo isso. para isso voltemos aos dados da população estimada em 2009 nos bairros. da faixa de 10-19 anos. adaptaremos os dados da população usando a proporção de cada idade dos dados do PNAD 2007 para o Estado de Goiás. Se observamos. estamos fazendo outra consideração. 23 homens no Alto da Glória estariam com 18 ou 19 anos. as faixas-etárias estão diferentes das faixas-etárias usadas nos dados do Detran. um exemplo: Em 2009 no Bairro Alto da Glória.

por sexo e faixa-etária. condensamos os dados DETRAN: na mesma faixa-etária utilizada pelo Agora.Feito isso. obtendo: . podemos voltar aos dados de ‘serviço por população’ e estimarmos a demanda por cada tipo de serviço nos bairros.

.

. dando ferramentas para a estimação dos custos e da necessidade de veículos. temos a nossa demanda pelos 4 tipos de serviços que a CFC Flamboyant irá oferecer.Assim.

. O local exato de instalação selecionado foi a Avenida Engenheiro Eurico Viana. Jardim Goiás. a fim de evitar grandes deslocamentos.LOCALIZAÇÃO As CFC lhe dão com todos os tipos de pessoas e faixas-etárias. da escola ou do trabalho. Em geral as pessoas buscam CFCs próximos dos locais onde passam a maior parte do dia. Vila Redenção e Vila São João. Vila Maria José. dando grande visibilidade para o CFC. motivos a mais para escolher o CFC perto de casa. o ideal é instalar-se próximo de seus potenciais clientes e de seu mercado consumidor. sendo a loja localizada ao lado da locadora GOL. assim. Essa região foi selecionada por não ter nenhum concorrente nesses bairros. um pouco antes de ir para o serviço/escola ou após essas atividades. ficando próximo de regiões com grande crescimento e valorização como o Jardim Goiás (2º m² mais caro de Goiânia segundo o Creci-GO) e o Alto da Glória (4º m² mais caro). avenida de grande movimentação que liga os 5 bairros selecionados. A região escolhida para a abertura do CFC é a região que abrange 5 bairros: Bairro Alto da Glória. Muitos alunos preferem ter aulas no horário de almoço.

Assim. espera-se capturar grande parte da demanda dos Bairros e se possível a demanda externa à essa região. com essa localização centralizada no meio dos 5 bairros. .O custo de aluguel da sala girará em torno de 700 reais e toda reforma e adaptação custará 900 reais.

Resolução CONTRAN 074/98 estabelece as exigências mínimas para o credenciamento de Centro de Formação de Condutores . assim como às exigências didático-pedagógicas e às posturas municipais referentes a prédios escolares. São exigências mínimas para o registro.ASPECTOS JURÍDICOS E LEGAIS EXIGÊNCIAS LEGAIS ESPECÍFICAS A resolução CONTRAN 168 de 14. licenciamento e funcionamento do Centro de Formação de Condutores: • possuir uma diretoria de ensino com o respectivo corpo de instrutores. e no mínimo. possuir meios que atendam aos requisitos de segurança. conforto e higiene.CFC.12.03. um simulador de direção ou veículo estático. os instrutores. após certificação pela Controladoria Regional de Trânsito -CRT. do Código de Trânsito Brasileiro. que deverá ser expedida especificamente para cada centro pelo órgão de trânsito que jurisdicionará a área de sua localização. . a realização dos exames. ter veículos automotores de no maximo 8 anos. os cursos de formação de condutores.05(Alterada pela Resolução 169/05 e 222/07) estabelece normas e procedimentos para a formação de condutores de veículos automotores e elétricos. para ilustração das aulas. identificados conforme artigo 154. habilitação profissional técnico-pedagógica de capacitação do corpo docente e da direção de ensino.destinar o percentual de até 10% do valor bruto arrecadado para o órgão de trânsito credenciador. apresentar condições financeira / organizacional e infra-estrutura física adequada de acordo com a demanda operacional. dispor de um sistema da qualidade certificado por um Organismo de Qualificação de Trânsito. habilitação profissional técnico-pedagógica de capacitação do corpo docente e de direção de ensino. quando entidade privada. • • • • • • • • • .04 e Republicada em 22. estar devidamente aparelhada para a instrução teórico-técnica e possuir meios complementares de ensino. são capacitados pelas Controladorias Regionais de Trânsito. objetivando a aplicação na melhoria do seu sistema. e também estar ainda subordinada a uma razão social.

quando da concessão ou renovação da licença para funcionamento como Centro de Formação de Condutores. O Centro de Formação de Condutor ou filial só poderá preparar aluno para o exame de direção veicular se dispuser de veículo automotor da categoria pretendida pelo candidato. Registro na Secretaria de Estado da Fazenda (somente se a empresa for comercializar algum tipo de produto). Registro na Secretaria da Receita Federal. é necessário os serviços de um contador. Profissional legalmente habilitado para elaborar os atos constitutivos da empresa. deverá ser identificado por uma placa amarela com as dimensões de 30 centímetros de largura e 15 centímetros de altura. a Contribuição Sindical Patronal). desde que certificado para ambas as atividades. ou ao ensino prático de direção veicular. O funcionamento do Centro de Formação de Condutores deverá ser acompanhado de forma permanente pelo Organismo de Qualificação de Trânsito que o certificou. Para legalizar a empresa é necessário procurar os órgãos responsáveis para as devidas inscrições: • • • • • • Registro na Junta Comercial. Registro na Prefeitura para obter o alvará de funcionamento. deverão ter. de cor amarela ou âmbar. espelhos retrovisores nas laterais esquerda e direita.• os veículos de 4 ou mais rodas. Entenda-se por ensino a formação teórico/prática que habilita o candidato a prestar exames no organismo de Qualificação de Trânsito ou nos órgãos de Trânsito dos Estados ou do Distrito Federal. o duplo comando de freios. auxiliá-lo na escolha da forma jurídica mais adequada para o seu projeto e preencher os formulários exigidos pelos órgãos públicos de inscrição de pessoas jurídicas. O Organismo de Qualificação de Trânsito expedirá certificado de habilitação ao Centro de Formação de Condutores a ser apresentado ao órgão executivo de trânsito dos Estados ou do Distrito Federal. Registro na Prefeitura do Município. devendo estar equipado comluz nas laterais esquerda e direita. contendo a inscrição “MOTO ESCOLA” em caracteres pretos. ele é conhecedor da legislação tributária. os veículo de 2 rodas. • . Registro no INSS. Para registrar a empresa. • Cada Centro de Formação de Condutores poderá dedicar-se ao ensino teóricotécnico. ou ainda a ambos. indicadora de direção. em local visível. empregados na instrução de prática de direção. Além disso. Registro no Sindicato Patronal (empresa ficará obrigada a recolher por ocasião da constituição e até o dia 31 de janeiro de cada ano. fixada na parte traseira do veículo. além dos equipamentos obrigatórios. empregado na instrução de prática de direção.

além dos equipamentos obrigatórios. de cor amarela ou âmbar.• Cadastramento junto à Caixa “Conectividade Social . A partir da Resolução nº. empregado na instrução de prática de direção. deverá ser identificado por uma placa amarela com as dimensões de 30 (trinta) centímetros de largura e 15 (quinze) centímetros de altura. 198 de 25/07/06 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) o credenciamento dos CFC´s foi descentralizado. I . capacitados pelas Controladorias Regionais de Trânsito.apresentar condições financeira/organizacional de infra-estrutura física adequada de acordo com a demanda operacional e habilitação profissional técnicopedagógica de capacitação do corpo docente e de direção de ensino. após certificação por Organismo de Qualificação de Trânsito. III . indicadora de direção. para as categorias pretendidas e. empregados na instrução de prática de direção. IV .INSS”. no mínimo. 154.destinar o percentual de até 10% (dez por cento) do valor bruto arrecadado para o órgão de trânsito credenciador. um simulador de direção ou veículo estático. devendo estar equipado com: a) luz nas laterais esquerda e direita.estar devidamente aparelhado para a instrução teórico-técnica e possuir meios complementares de ensino para ilustração das aulas. quando credenciado para o ensino de prática de direção. Econômica Federal no sistema Deve-se ainda procurar a prefeitura da cidade onde se pretende montar o centro de formação de condutores para fazer a consulta de local e efetuar a inscrição municipal para obter o alvará de funcionamento. o duplo comando de freios. quando entidade privada .estar subordinado a uma razão social. que deverá ser expedida especificamente para cada centro pelo órgão de trânsito que jurisdicionará a área de sua localização. objetivando a aplicação na melhoria do seu sistema.CFC.o veículo de 2 (duas) rodas. em local visível. II . VII . e instrutores em número suficiente para atendimento da demanda de alunos. contendo a inscrição “MOTO ESCOLA” em caracteres pretos. do Código de Trânsito Brasileiro. fixada na parte traseira do veículo.ter veículos automotores de no máximo 8 (oito) anos de fabricação. assim como as exigências didático-pedagógicas e as posturas municipais referentes a prédios para o ensino teórico-técnico. passando a cargo do . identificados conforme o art. O registro e a licença para funcionamento do CFC é específico para cada Centro ou filial e será expedido pelos órgãos executivos de trânsito dos Estados ou do Distrito Federal que jurisdicionar a área de sua localização.os veículos de 4 (quatro) ou mais rodas. Resolução CONTRAN 074/98 estabelece ainda as exigências mínimas para o credenciamento de Centro de Formação de Condutores . b) espelhos retrovisores nas laterais esquerda e direita. conforto e higiene.possuir uma diretoria de ensino com o respectivo corpo de instrutores. após certificação pela Controladoria Regional de Trânsito -CRT. IX . VI . VIII . deverão ter.possuir meios que atendam aos requisitos de segurança. V .

O CDC emitido em 11 de setembro de 1990. informações atualizadas sobre registro e autorização de funcionamento de CFC´s deverão ser obtidas nos respectivos DETRANs. 4 . Isto requer as seguintes providências: • • • • Registro da empresa na Junta Comercial. devidamente autenticada. de acordo com o dispostono Anexo I . constando o registro de cada Instrutor. expedido pela Prefeitura Municipal local. estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). i.Cópia autenticada da Carteira de Trabalho do Ministério do Trabalho e da Previdência Social. na busca de equilibrar a relação entre consumidores e fornecedores. com documentação comprobatória. 1O -"Curriculum Vitae" do Diretor de Ensino. . 5 . Inscrição na Receita Federal para obtenção do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . devidamente autenticada. Por esta razão. devidamente registrado no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. 9 -"Curriculum Vitae" do Diretor Geral.i.nível IV . regula a relação de consumo em todo o território brasileiro. “B” ou “A/B”).Cópias autenticadas do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (antigo CGC).Alvará de localização e funcionamento. Estaduais.Cópia autenticada do contrato social.DETRAN de cada Estado. com documentação comprobatória. 11 -"Curriculum Vitae" de cada Instrutor. “A”. Registro na Previdência Social para inscrição da empresa no INSS . 3 . relacionando os cursos a serem ministrados.CNPJ Inscrição da empresa na Prefeitura Municipal para obtenção do Cadastro de Contribuinte do ISS.. 2 – Requerimentos (conforme a classificação do CFC.da Portaria n° 47 /99/ DENATRAN . 12 . devidamente autenticada. enquanto entidade privada. 8 – Cópia autenticada do contrato de locação ou comprovante de propriedade do imóvel. A título de ilustração citamos alguns documentos que podem ser exigidos pelo DETRAN de cada Estado: 1 .Apresentar comprovação de pagamento da taxa de segurança pública.Laudo pericial emitido pelo Instituto de Criminalística da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Estado ou por perito oficial da Delegacia Regional de Segurança Pública. 7. 6. * Conforme requerido pela Resolução CONTRAN 074/98 o CFC deverá estar subordinado a uma razão social. . com documentação comprobatória.Apresentação de oficio do Delegado Titular encaminhando a documentação relativa ao respectivo Centro de Formação de Condutor. Código de Defesa do Consumidor As empresas que fornecem serviços e produtos no mercado de consumo devem observar as regras de proteção ao consumidor.

no mínimo. não ter sofrido penalidade de cassação da Carteira Nacional de Habilitação. deve apresentar os requisitos mínimos seguinte : . escolaridade mínima dos instrutores do ensino: teórico/técnico .2 banheiros (masculino e feminino). de prática de direção . PESSOAL Conforme o Art. -local apropriado para instalação de um simulador de direção ou veículo estático.1o grau completo.uma sala de aula. conforme Resolução nº. ter. no mínimo 2 anos de efetiva habilitação legal para a condução de veículo na categoria que pretende ministrar a aula prática.2o grau completo. 21 anos de idade. .ESTRUTURA A estrutura física requerida para uma auto escola de tipo “A/B”. 10 da Resolução 074/98 DO CONTRAN. capacidade material necessária à instrução teórica-técnica. . participação em curso de direção defensiva e primeiros socorros. .uma sala para secretaria.uma sala para diretoria. os instrutores vinculados e não vinculados ao CFC . observada a metragem mínima de 1 m² por aluno.Centro de Formação de Condutores para ensino teórico-técnico e de prática de direção devem comprovar: • • • • • • • • certificado de curso específico aprovado pela Controladoria Regional de Trânsito não ter cometido nenhuma infração de trânsito de natureza grave ou gravíssima nos últimos 12 meses. ter. Observação: A avaliação da estrutura física e equipamentos são objetos de avaliação pelo órgão regional competentes para fins de emissão de laudo técnico. . 198 do CONTRAN.

inciso IV. o empreendedor poderá recolher os seguintes tributos e contribuições.IRPJ (imposto de renda da pessoa jurídica).ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços). Como forma de garantir a qualidade do processo de habilitação. para esse ramo de atividade. poderá optar pelo SIMPLES Nacional . vão de 6% até 17.PIS (programa de integração social). por meio de apenas um documento fiscal – o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional): . ISO 9. tanto como LTDA quanto MEI.42%. os Organismos de Qualificação de Trânsito devem estar em conformidade com o disposto pela Associação Brasileira de Normas Técnicas . Nesse regime de tributação. Organizações de atividade exclusiva. Conclusão Para este segmento. 33.NORMAS TÉCNICAS Conforme determinação da RESOLUÇÃO Nº. INFORMAÇÕES FISCAIS E TRIBUTÁRIAS Uma emprese de auto-escola.ABNT. ISO IEC GUIA 65 e atender aos demais requisitos emitidos pelo órgão máximo executivo de trânsito da União. parágrafo 1º. o CFC deve estar em conformidade com o disposto na NBR. . . dependendo da receita bruta auferida pelo negócio. .400. de 21 de Maio DE 1998 do CONTRAN.002 e atender aos demais requisitos emitidos pelo órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal.000. bem como nas facilidades de abertura do estabelecimento e para cumprimento das obrigações acessórias.COFINS (contribuição para o financiamento da seguridade social). credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia – INMETRO. a opção pelo Simples Nacional sempre será muito vantajosa sobre o aspecto tributário. .00. Ainda segundo esta Resolução.INSS . .CSLL (contribuição social sobre o lucro). os CFC´s devem ser certificados por Organismo de Qualificação de Trânsito. por expressa disposição do artigo 17.Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Empresas de Pequeno Porte. as alíquotas do SIMPLES Nacional. da Lei Complementar nº 123/2006.Contribuição para a Seguridade Social relativa a parte da empresa (Contribuição Patronal Previdenciária– CPP) Conforme a Lei Complementar nº 128/2008. caso a receita bruta de sua atividade não ultrapassar R$ 2. .

Local apropriado para instalação de um simulador de direção ou veículo estático. Uma sala para secretaria. 10 da Resolução 074/98 DO CONTRAN. os instrutores vinculados e não vinculados ao CFC -Centro de Formação de Condutores para ensino teórico-técnico e de prática de direção devem comprovar: I. . PESSOAL O CFC deverá contar com empregados para as funções de suporte tais como: Recepcionista. Adicionalmente. 4. 3.certificado de curso específico aprovado pela Controladoria Regional de Trânsito – CRT. do Código de Trânsito Brasileiro. o CFC deverá ter instrutores em número suficiente para atendimento da demanda de alunos.ter. O local foi escolhido devido ao fato de não existir nas proximidades grande numero de CFCs concorrentes.INSTALAÇÃO FÍSICA Conforme os requisitos mínimos exigidos para o Centro de Formação de Condutores de categoria “B” (formação de prática veicular) a CFC Flamboyant terá: 1. no mínimo 2 (dois) anos de efetiva habilitação legal para a condução de veículo na categoria que pretende ministrar a aula prática. II . A área construída da sala comercial onde funcionará a CFC possui 40m2.ter. IV . Uma sala para a diretoria. Essa divisória tem um custo de 450.não ter cometido nenhuma infração de trânsito de natureza grave ou gravíssima nos últimos 12 (doze) meses. A CFC Flamboyant estará situa da à Avenida Engenheiro Eurico Viana nº 241 sala 3 Setor Alto da Glória Goiânia-Go. no mínimo. Dois banheiros (masculino e feminino).00 reais com possibilidade de pagamento em até três parcelas. III . para as categorias credenciadas. além de ser uma região que está em pleno crescimento e onde a população pertence a classe média da sociedade. 2. Segundo o Art. Auxiliar administrativo e Auxiliar de Serviços Gerais. esperamos assim que a procura por nossos serviços seja alta. e dois banheiros. Iremos utilizar uma divisória para separar a área do atendimento aos clientes da área onde funcionará a administração da empresa. conforme artigo 154. 21 (vinte e um) anos de idade.

não ter sofrido penalidade de cassação da Carteira Nacional de Habilitação . .CNH. VIII .capacidade material necessária à instrução teórica-técnica. § 2o Denomina-se Instrutor de direção veicular não vinculado aquele que.1o grau completo. VI .V . foi autorizado a instruir candidato à habilitação. VII . oluntário e excepcional. § 1o O Instrutor de direção veicular não vinculado. não mantenha vínculo com qualquer curso e não faça da instrução para aprendizagem uma atividade ou profissão. 11 A preparação dos candidatos à obtenção da Permissão para Dirigir poderá ser feita por instrutores de direção veicular não vinculados. § 4o A autorização concedida deverá ser renovada a cada período de 180 (cento e oitenta) dias. só poderá instruir 2 (dois) candidatos em cada período de 12 (doze) meses. habilitado por exame de avaliação da Controladoria Regional de Trânsito .escolaridade mínima dos instrutores do ensino: teórico/técnico . exercendo-a em caráter gratuito. Art. desde que esteja devidamente qualificado tecnicamente. § 3º Quando não existir Centro de Formação de Condutores no município.participação em curso de direção defensiva e primeiros socorros. o instrutor de direção veicular não vinculado poderá exercer as funções teóricas e práticas.2o grau completo. Segue a tabela com os devidos salários dos funcionários da CFC Flamboyant: OBS: Instrutores categoria B precisam ter obrigatoriamente o Curso pra ser Instrutor de Auto Escola. de prática de direção . em caráter não voluntário e com o limite do número de alunos por ano a ser definido pelo órgão executivo estadual de trânsito com jurisdição sobre a área que o autorizar.CRT.

Um simulador de direção ou veículo estático. “B” ou “A/B”).000 veículos cadastrados: . cadeiras. Um computador.MÒVEIS E EQUIPAMENTOS Além dos equipamentos necessários à gestão do empreendimento tais como: telefone.CRV. • Município acima de 5. .Dois veículos de 04 ou mais rodas. computadores. impressoras e o mobiliário de apoio tais como mesas. arquivos etc. Estes equipamentos poderão sofrer alterações em especificações e quantidades conforme o DETRAN de cada Estado e da classificação do CFC (“A”. • Municípios com até 5. .Um veículo de 04 ou mais rodas.Veículo de 02 rodas (opcional). . há a necessidade de dotar o CFC com os equipamentos exigidos pelo DETRAN Estadual. Veículos de 04 (quatro) ou mais rodas e de 02 (duas) rodas. através de apresentação de cópia autenticada do Certificado de Registro do Veículo . 3. fax. conforme abaixo: Requisitos mínimos para o Centro de Formação de Condutores de categoria “B” (formação de prática veicular): 1. A quantificação mínima exigida de veículos para cada CFC irá variar conforme a determinação do DETRAN Estadual com base na população de cada Estado / Município. armários. em nome do centro de Formação de Condutores.Veículo de 02 rodas (opcional).. respectivamente. 2.000 e até 15.000 veículos cadastrados: . comprovados.

já que o custo para obtenção de carteira de motorista é relativamente elevado. corretores. A qualidade é importante. A qualidade dos serviços e preços competitivos são itens essenciais para o sucesso do negócio. prepostos e similares. publicidade em jornais e outros meios de comunicação. para que estes não superem as receitas geradas. na medida em que a propaganda "boca a boca" é muito comum neste segmento. O inciso II do artigo 14 da RESOLUÇÃO Nº.Os móveis e equipamentos que serão utilizados pela CFC Famboyant são: DIVULGAÇÃO Os carros são os maiores divulgadores das escolas quando estão nas ruas e. 74 do CONTRAN prevê penalidades pelo aliciamento de alunos para Centro de Formação de Condutores-CFC por meio de representantes. Assim. um cliente satisfeito pode atrair outros para o Centro de Formação de Condutores. Deve ser feito um controle rigoroso de custos e despesas. facilidades de pagamento e descontos podem ser bons atrativos para os clientes. A utilização de carros novos e modernos auxilia na construção de uma imagem de escola de qualidade. de modo que garantam a existência de recursos em caixa. mediante oferecimento de facilidades indevidas. . Em relação aos preços. modelo e condições gerais. A adoção de políticas de crédito e descontos demanda um cuidadoso gerenciamento dos aspectos financeiros da empresa. portanto merecem atenção especial quanto à pintura. As datas de recebimentos de clientes precisam ser bem programadas. nos períodos em que a empresa tem compromissos financeiros para cumprir.

-Gestão de compras e pagamentos.Serviços de apoio às aulas e manutenção dos equipamentos utilizados pelo CFC (automóveis. O custo da divulgação com carros de som é de R$ 30. a ser observada pelo CFC: Categoria “B” (ensino prática de direção) A prática de direção veicular deverá desenvolver as seguintes habilidades: I . Segundo o Art. -Divulgação. 12 da Resolução 074/98 do CONTRAN as seguintes matérias fazem parte da estrutura curricular básica do curso de formação de condutores para obtenção da permissão para dirigir. equipamentos de áudio-visual e material necessário às aulas teóricotécnico). ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO PRODUTIVO Processo Produtivo envolvido na operação de um CFC inclui as seguintes atividades: -Atendimento e cadastramento dos alunos. -Cobrança dos serviços. 6 vezes na semana. panfletagem. veículos customizados e carros de som que irão atuar nas áreas próximas a CFC. e totem da CFC Flamboyant com seus respectivos custos. -Gestão de Pessoal.A CFC Famboyant irá contar com a divulgação de seus serviços através de cartões de visita. Segue em anexo as artes dos cartões. escritório de contabilidade. panfletos. o que soma um total de 48 horas mensais a um custo de R$1440. DETRAN e demais órgãos de registro e credenciamento regionais.00 mensais. .funcionamento do veículo e uso dos seus equipamentos e acessórios.00 por hora. além das promoções que serão realizadas. . -Relacionamento com bancos. iremos contratar o trabalho 2 horas por dia.

3. 6. Recursos para manutenções corretivas dos automóveis e equipamentos. Cursos especializados. produção e venda de produtos ou serviços que compõem o negócio. Além do curso de formação de condutores para obtenção da permissão para dirigir veículos automotores.prática de direção veicular na via pública em veículo de 4 (quatro) rodas (dois eixos) e a prática de direção veicular em situação de risco e em campo de treinamento específico em veículo de 2 (duas) rodas. III.os cuidados em situações imprevistas ou de emergência. Luz. 5. Salários. Produtos para higiene e limpeza da empresa e funcionários. 5. Curso de formação de condutores para obtenção da autorização para conduzir ciclomotores. Aluguel. contribuições e taxas. 2. desde que o CFC esteja devidamente credenciado: 1.direção defensiva . Curso de reciclagem para condutores infratores. segurança. água. na medida em que encarar como ponto fundamental a redução de desperdícios. O cuidado na administração e redução de todos os custos envolvidos na compra. matéria-prima e insumos consumidos no processo de produção. Tributos. 7. salários. e encargos. Curso de atualização para renovação da CNH. despesas de vendas. .II . Os custos para abrir um Centro de Formação de Condutores devem ser estimados considerando os itens abaixo: 1. 6. e V . outros cursos poderão ser ministrados. 7. Curso de mudança de categoria. Telefone e acesso a internet. indica que o empreendedor poderá ter sucesso ou insucesso.observância da sinalização de trânsito.regras de circulação. maior a chance de ganhar no resultado final do negócio. taxa de condomínio. 3. impostos. 4. como: aluguel. a compra pelo melhor preço e o controle de todas as despesas internas. luz. Curso de adição de categoria. 2. Quanto menores os custos. Curso de atualização para cursos especializados CUSTOS São todos os gastos realizados na produção de um bem ou serviço e que serão incorporados posteriormente no preço dos produtos ou serviços prestados. Água. honorários profissionais. IV . fluxo dos veículos nas vias e cuidados a serem observados. Combustível e lubrificantes para os automóveis. 4.

. Propaganda e Publicidade da empresa. a necessidade de funcionários. o número de reteste feitos pelo CFC dado a aprovação média dos candidatos. os custos de financiamento.8. o uso da capacidade instalada. necessidade de capital de giro dado a composição do capital.Assessoria contábil. 9. Lembramos que é apenas uma busca de previsão da realidade. 10. assim foram incluídos no modelo. variáveis como . Para ilustrar os custos da empresa assim como auxiliar nas projeções a respeito da saúde financeira da empresa. Custo de elaboração de apostilas e material de suporte as aulas. foi elaborado uma planilha com os custos e receitas buscando auxiliar o empreendedor na simulação de todas as diferentes combinação de cenários que a empresa pode encontrar. não tendo real necessidade de acontecer. porém. e mais uma inúmeras variveis que foram incluídas no modelo. buscou-se incluir todas as variáveis que podem afetar o rendimento do negócio.

assim. para o andamento da empresa. se por exemplo tivermos um atendimento da demanda estimada em 80%.Podemos então a partir do modelo gerar cenários. e as seguintes condições: .

Teremos o seguinte resultado: .

em 24 meses teríamos o investimento retornado ao empreendedor. .Portanto.

o ponto de equilíbrio seria alcançado nas seguintes condições: .Nessa situação.

ele decidir financiar parte de seu investimento inicial e capital de giro.Se. Seguem as taxas de juros bancárias para pessoa jurídica: . o tempo de retorno do investimento se altera. por outro lado. E o ponto de equilíbrio iria se alterar para 56. vejamos um exemplo onde 70% do investimento vem de capital próprio.9% da capacidade instalada.

74 1.18 1.38 1.12 1. BANCO JOHN DEERE S A BCO CITIBANK S A BCO ABC BRASIL S A AYMORE CFI BCO LUSO BRASILEIRO S A BCO FIBRA S A .24 1.73 1.97 0.A.65 1.59 1.54 1.65 1.72 1.99 1.51 1.29 1.57 1.29 1.70 1.Capital de giro prefixado Tipo: Prefixado Período: de 02/06/2009 a 08/06/2009 Publicado em: 20/06/2009 Modalidade: Taxas efetivas ao mês (%) Posição 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 BCO VOLKSWAGEN S A BANCO FIDIS Instituição Taxa de juros 0.87 BCO PSA FINANCE BRASIL S A BCO DES DO ES S A BCO SUMITOMO MITSUI BRASILEIRO BCO ITAU BBA S A BCO ALFA DE INVESTIMENTO S A BCO DO NORDESTE DO BRASIL S A CIA DE CFI RENAULT DO BRASIL CAIXA ECONOMICA FEDERAL BANCOOB BCO SAFRA S A BCO MERCEDES-BENZ S.Taxas de juros de operações de crédito TAXAS DE JUROS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO Classificadas por ordem crescente de taxa Pessoa jurídica .

86 .41 2.38 2.63 2.24 2.99 2.A.84 2.16 2.82 2.77 2.29 2.A.07 2. SANTINVEST S A CFI QUERO QUERO S A CFI BANCO BONSUCESSO S.39 2. BRB BCO DE BRASILIA S A BCO VOTORANTIM S A ROTULA S/A SCFI BANCO SOFISA BCO DO EST DO RS S A BCO INDUSTRIAL E COMERCIAL S A BCO DA AMAZONIA S A OBOE CRED FINANC E INVEST S A BCO A J RENNER S A BCO BVA S A BCO BRADESCO S A 1.47 2.58 2.68 2.49 2.32 2.06 2.63 2.33 2.77 2.08 2.20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 BCO DO BRASIL S A BCO RURAL S A BCO NOSSA CAIXA S A BCO GUANABARA S A BANCO MONEO S A NBC BANK BRASIL S.28 2.72 2.42 2. BANCO SEMEAR CARUANA SCFI ATRIA BCO MERCANTIL DO BRASIL S A BCO INDUSTRIAL DO BRASIL S A BCO INDUSVAL S A BCO TRICURY S A BCO ITAU S A JBS BCO S/A BCO DO EST DE SE S A BCO VOLVO BRASIL S A BCO SANTANDER (BRASIL) S.67 2.54 2. A.62 2.57 2.94 1.68 2.

Caso alguma instituição não apareça no ranking. • .77 3. Verificar a posição individual da instituição. neste segundo caso.88 2. sujeita às penalidades previstas na legislação vigente.25 4. será considerado o próximo dia útil subsequente.35 3.14 3.A.38 3.: • As taxas efetivas mês resultam da capitalização das taxas efetivas-dia pelo número de dias úteis existentes no intervalo de 30 dias corridos.04 3.60 3.58 3.A BCO PROSPER S A BCO TRIANGULO S A BCO BANESTES S A BCO CAPITAL S A OMNI SA CFI BCO KEB DO BRASIL SA FINAMAX S A CFI BANCO CR2 PORTOSEG S A CFI FINANSINOS S A CFI UNILETRA S A CFI BCO RIBEIRAO PRETO S A BCO SCHAHIN S A DIRECAO S A CFI BANCO INTERMEDIUM S/A 2.45 74 BCO CEDULA S A Fonte: Instituições financeiras Obs.05 3.49 3. excluindo-se o primeiro dia útil e incluindo o último. ou ela não opera na modalidade ou não prestou informação para todo o período.24 3. BCO DAYCOVAL S.92 3.13 3.69 3.52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 BCO CRUZEIRO DO SUL S A BANIF BRASIL HSBC BANK BRASIL SA BCO MULTIP BCO ITAUCARD BCO BMG S A BANCO TOPÁZIO S.54 3.39 3. estando. Caso a data final seja em dia não útil.16 3.84 4.05 3.67 3.28 6.

20 0.A.Classificadas por ordem crescente de taxa Pessoa jurídica Modalidade: Aquisição de bens Taxas efetivas ao mês (%) Tipo: Prefixado Período: de 02/06/2009 a 08/06/2009 Publicado em: 20/06/2009 Taxa de juros 0.71 1.93 1.77 Posição 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 Instituição BONCRED FINANCEIRA SA BCO OURINVEST S A BCO MERCEDES-BENZ S.32 0. MERCANTIL BRASIL FIN S A CFIS CIA DE CFI RENAULT DO BRASIL BCO ITAUCARD BCO SAFRA S A BCO HONDA S A BCO SANTANDER (BRASIL) S.72 1. BCO BGN S A .60 1.66 1.31 0.34 1.43 1.42 1.44 1.77 1. CAIXA ECONOMICA FEDERAL BCO DES DO ES S A BCO PSA FINANCE BRASIL S A BCO TOYOTA DO BRASIL S A BMW FINANCEIRA S A CFI BCO CNH CAPITAL S A BANCO GMAC BCO VOLKSWAGEN S A BCO VOLVO BRASIL S A BANCO FIDIS BANCO JOHN DEERE S A FINANC ALFA S A CFI BCO FINASA BMC S.54 1.A.A.26 0.40 1.51 1.23 1.44 1.71 1.65 1.65 1.

99 4.33 2.44 2. será .91 1.57 4.48 2.21 4. A. excluindo-se o primeiro dia útil e incluindo o último.52 2.63 2.00 2.80 1. AYMORE CFI BANCO SOFISA TODESCREDI S/A .80 2.19 2.22 2.83 1.CFI BCO A J RENNER S A BCO INDUSTRIAL DO BRASIL S A BCO BANESTES S A QUERO QUERO S A CFI BCO NOSSA CAIXA S A BCO PAULISTA S A BARIGUI S A CFI OMNI SA CFI BCO DO EST DO RS S A BCO FIBRA S A NEGRESCO S A CFI BANCO INTERMEDIUM S/A 1. Caso a data final seja em dia não útil.80 1.88 3.88 Fonte: Instituições financeiras Obs.24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 HSBC BANK BRASIL SA BCO MULTIP BANCO RODOBENS BRB CFI S A BV FINANCEIRA SA CFI PORTOSEG S A CFI BCO BRADESCO S A BCO ITAU S A BCO GUANABARA S A BCO DAYCOVAL S.17 2.04 2.23 2.A BCO DO BRASIL S A BCO J SAFRA S A ATRIA BCO TRIANGULO S A NBC BANK BRASIL S.10 2.39 2.: • As taxas efetivas mês resultam da capitalização das taxas efetivas-dia pelo número de dias úteis existentes no intervalo de 30 dias corridos.95 2.80 2.12 3.20 4.78 3.08 3.

• Caso alguma instituição não apareça no ranking. estando. dentre outras que possam gerar desembolsos recorrentes acima do desejado. . ou ela não opera na modalidade ou não prestou informação para todo o período. levando em conta que os outros bancos com menor taxa que a Caixa Econômica Federal não possuem agências em Goiânia. sendo proporcional à quantidade de parcelas que o empresário ofereça a seus clientes.gov. neste segundo caso. aluguel. material de limpeza.considerado o próximo dia útil subsequente.Acompanhar adequadamente o vencimento das contas a pagar e a receber. Verificar a posição individual da instituição.br Analisando as referidas taxas de juros. atentando para despesas de energia.Atuar para aumentar a base de clientes.Evitar praticar preços que não cubram os custos incorridos ou conceder descontos que possam comprometer a margem de lucro do negócio. Fonte: http://www. . potencialmente. para: . . dentre outros fatores. elaborando um Fluxo de Caixa e gerenciando o casamento dos vencimentos das obrigações e do ingresso das receitas. etc. a necessidade de capital de giro deste tipo de negócio não é elevada. Sendo uma prestação de serviços cuja cobrança da matrícula e das aulas é feita de forma a antecipada. de forma a possibilitar a disponibilidade de recursos financeiros no vencimento das obrigações na medida do possível. NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO O processo de negócio associado à operação de um CFC envolve o equilíbrio entre custos (salários. sujeita às penalidades previstas na legislação vigente. o empreendedor deve atentar. chegamos à conclusão que a melhor opção é financiar nosso negócio através da Caixa Econômica Federal. manutenção dos automóveis. pois essa é a instituição que oferece a menor taxa de juros do mercado. aluguel.) e receitas (provenientes de matrículas e aulas práticas e teóricas) de modo a possibilitar que recursos financeiros estejam disponíveis nas datas exigidas e as sobras de caixa aplicadas adequadamente. O empresário deve evitar custos fixos elevados.bcb. impostos. Para evitar e corrigir eventos que. venham provocar a necessidade de novos aportes de recursos financeiros.

Usando o exemplo da nossa empresa padrão. segue um exemplo de quanto capital de giro é necessário dado a quantidade de parcelas que o empresário conceder e supondo que todos os clientes pagarão parcelado. temos a seguinte calculadora de financiamento: . Esse capital de giro poderá ser financiado através de capital próprio e/ou capital financiado que conta com linhas especiais de crédito específico para esse fim. que dividirá em 3 vezes.Assim.

CONSIDERAÇÕES FINAIS Após a conclusão do projeto de viabilidade econômica da CFC Flamboyant podemos chegar à conclusão de que. e a boa gestão do negócio é requisito básico para o sucesso do empreendimento. . A margem de lucro do proprietário está dentro dos patamares desejados por uma pessoa semi-formada que deseja investir em seu próprio negócio. o investidor da CFC Flamboyant deve ter conhecimentos básicos de gerência e administração pois ele será o Diretor da empresa. partindo dos princípios adotados é plenamente viável e rentável a adoção do negócio.

II .saber ler e escrever.ANEXOS CÓDIGO DE TRANSITO BARSILEIRO CAPÍTULO XIV DA HABILITAÇÃO Art.possuir Carteira de Identidade ou equivalente. 141. III . as normas relativas à aprendizagem para conduzir veículos automotores e elétricos e à autorização para conduzir ciclomotores serão regulamentados pelo CONTRAN.ser penalmente imputável. 140. do domicílio ou residência do candidato. Parágrafo único. devendo o condutor preencher os seguintes requisitos: I . A habilitação para conduzir veículo automotor e elétrico será apurada por meio de exames que deverão ser realizados junto ao órgão ou entidade executivos do Estado ou do Distrito Federal. . Art. O processo de habilitação. As informações do candidato à habilitação serão cadastradas no RENACH. ou na sede estadual ou distrital do próprio órgão.

seja enquadrado na categoria trailer. reboque. ou cuja lotação exceda a oito lugares. excluído o do motorista. Os candidatos poderão habilitar-se nas categorias de A a E.condutor de veículo motorizado. ou no mínimo há um ano na categoria C. 142. O reconhecimento de habilitação obtida em outro país está subordinado às condições estabelecidas em convenções e acordos internacionais e às normas do CONTRAN. Para habilitar-se nas categorias D e E ou para conduzir veículo de transporte coletivo de passageiros. b) no mínimo há um ano na categoria C. ainda. de escolares. excluído o do motorista.ser maior de vinte e um anos. 145. tenha seis milquilogramas ou mais de peso bruto total. ou ser reincidente em infrações médias. O trator de roda. II . quando pretender habilitar-se na categoria E. obedecida a seguinte gradação: I . C ou D e cuja unidade acoplada.Categoria C . D ou E.não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos doze meses.§ 1º A autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de tração animal ficará a cargo dos Municípios.Categoria E . não abrangido pela categoria A. quando pretender habilitar-se na categoria D.condutor de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros. independentemente da capacidade de tração ou do peso bruto total.condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de carga. de terraplenagem. § 1º Para habilitar-se na categoria C. cuja lotação exceda a oito lugares.condutor de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas Categorias B. Art. § 2º (VETADO) Art. o trator misto ou o equipamento automotor destinado à movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola. o candidato deverá preencher os seguintes requisitos: I . com ou sem carro lateral.Categoria D . 144. durante os últimos doze meses. IV . III . III . 143. o condutor deverá estar habilitado no mínimo há um ano na categoria B e não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima. . cujo peso bruto total exceda a três mil e quinhentos quilogramas.condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas.Categoria A .estar habilitado: a) no mínimo há dois anos na categoria B. o trator de esteira. de emergência ou de produto perigoso. Art.Categoria B . Art. semi-reboque ou articulada. cujo peso bruto total não exceda a três mil e quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares. II . de construção ou de pavimentação só podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C. V . § 2º Aplica-se o disposto no inciso V ao condutor da combinação de veículos com mais de uma unidade tracionada. ou.

1998) § 5o O condutor que exerce atividade remunerada ao veículo terá essa informação incluída na sua Carteira Nacional de Habilitação. Os exames de habilitação. ou de progressividade de doença que possa diminuir a capacidade para conduzir o veículo. sobre legislação de trânsito. mental. de 21. ou a cada três anos para condutores com mais de sessenta e cinco anos de idade. de 21. incluindo-se esta avaliação para os demais candidatos apenas no exame referente à primeira habilitação. § 2º Ao candidato aprovado será conferida Permissão para Dirigir.1. exceto os de direção veicular.602. obrigatoriamente. curso de direção defensiva e de conceitos básicos de proteção ao meio ambiente relacionados com o trânsito. (Parágrafo único renumerado pela Lei nº 9.350. § 1º Os resultados dos exames e a identificação dos respectivos examinadores serão registrados no RENACH. Art.escrito. com validade de um ano. na seguinte ordem: I .de noções de primeiros socorros. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 9.1.IV . § 3º A Carteira Nacional de Habilitação será conferida ao condutor no término de um ano. V .12. nos termos da normatização do CONTRAN. 148.350.de aptidão física e mental. Art. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 9. conforme regulamentação do CONTRAN.12.de direção veicular.1998: § 2º O exame de aptidão física e mental será preliminar e renovável a cada cinco anos. O candidato à habilitação deverá submeter-se a exames realizados pelo órgão executivo de trânsito. no local de residência ou domicílio do examinado. o prazo previsto no § 2º poderá ser diminuído por proposta do perito examinador. de acordo com as normas estabelecidas pelo CONTRAN. § 1º A formação de condutores deverá incluir. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 10. realizado na via pública. 146. 147.1. de 21. . II .1998) § 3o O exame previsto no § 2o incluirá avaliação psicológica preliminar e complementar sempre que a ele se submeter o condutor que exerce atividade remunerada ao veículo. de 21. poderão ser aplicados por entidades públicas ou privadas credenciadas pelo órgão executivo de trânsito dos Estados e do Distrito Federal. conforme especificações do Conselho Nacional de Trânsito – Contran.2001) § 4º Quando houver indícios de deficiência física. desde que o mesmo não tenha cometido nenhuma infração de natureza grave ou gravíssima ou seja reincidente em infração média. em veículo da categoria para a qual estiver habilitandose. de 21.2001) Art. IV .(VETADO) III .602. (Parágrafo alterado pela Lei nº 10.602.ser aprovado em curso especializado e em curso de treinamento de prática veicular em situação de risco. Para conduzir veículos de outra categoria o condutor deverá realizar exames complementares exigidos para habilitação na categoria pretendida.

CONTRAN poderá dispensar os tripulantes de aeronaves que apresentarem o cartão de saúde expedido pelas Forças Armadas ou pelo Departamento de Aeronáutica Civil. acompanhado de cópias das atas dos exames prestados. suspensão e cancelamento da autorização para o exercício da atividade. 153. naturalidade. § 5º O Conselho Nacional de Trânsito . para a concessão da Carteira Nacional de Habilitação. 149. (VETADO) Art. primeiros socorros e outros conforme normatização do CONTRAN. obriga o candidato a reiniciar todo o processo de habilitação. Parágrafo único. 151. de vinte centímetros de largura. Art. ministrado em suas corporações. tendo em vista a incapacidade de atendimento do disposto no parágrafo anterior. à meia altura. Parágrafo único. conforme normatização do CONTRAN. § 2º Os militares das Forças Armadas e Auxiliares que possuírem curso de formação de condutor. dos exames a que se houverem submetido com aprovação naquele curso. § 1º Na comissão de exame de direção veicular. permitida a recondução por mais um período de igual duração. pelo menos um membro deverá ser habilitado na categoria igual ou superior à pretendida pelo candidato.602. No veículo eventualmente utilizado para aprendizagem. No caso de reprovação no exame escrito sobre legislação de trânsito ou de direção veicular. quando autorizado para servir a esse fim. 150. com a inscrição AUTOESCOLA na cor preta. Parágrafo único.1998) Art. § 4º (VETADO) Art. O exame de direção veicular será realizado perante uma comissão integrada por três membros designados pelo dirigente do órgão executivo local de trânsito. conforme a falta cometida. 154. Chefe ou Diretor da organização militar em que servir. filiação. desde que neles sejam observadas as normas estabelecidas pelo CONTRAN. O candidato habilitado terá em seu prontuário a identificação de seus instrutores e examinadores. Art. Os veículos destinados à formação de condutores serão identificados por uma faixa amarela. Ao renovar os exames previstos no artigo anterior. A empresa que utiliza condutores contratados para operar a sua frota de veículos é obrigada a fornecer curso de direção defensiva. à meia . de 21. da prestação do exame de aptidão física e mental. Art. nome. pintada ao longo da carroçaria. As penalidades aplicadas aos instrutores e examinadores serão de advertência. que serão passíveis de punição conforme regulamentação a ser estabelecida pelo CONTRAN. serão dispensados.1. o condutor que não tenha curso de direção defensiva e primeiros socorros deverá a eles ser submetido.§ 4º A não obtenção da Carteira Nacional de Habilitação. do qual constarão: o número do registro de identificação. respectivamente. o candidato só poderá repetir o exame depois de decorridos quinze dias da divulgação do resultado. § 3º O militar interessado instruirá seu requerimento com ofício do Comandante. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 9. deverá ser afixada ao longo de sua carroçaria. para o período de um ano. 152. idade e categoria em que se habilitou a conduzir.

Ao aprendiz será expedida autorização para aprendizagem.acompanhado o aprendiz por instrutor autorizado. § 1º É obrigatório o porte da Permissão para Dirigir ou da Carteira Nacional de Habilitação quando o condutor estiver à direção do veículo. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 9. Parágrafo único. A Carteira Nacional de Habilitação. Art. Além do aprendiz e do instrutor.1998) Art. II . Parágrafo único. A aprendizagem só poderá realizar-se: I . pertencente ou não à entidade credenciada. A validade da Carteira Nacional de Habilitação está condicionada ao prazo de vigência do exame de aptidão física e mental. § 8º A renovação da validade da Carteira Nacional de Habilitação ou a emissão de uma nova via somente será realizada após quitação de débitos constantes do prontuário do condutor.602. § 7º A cada condutor corresponderá um único registro no RENACH. 158. Art. § 6º A identificação da Carteira Nacional de Habilitação expedida e a da autoridade expedidora serão registradas no RENACH. expedida na vigência do Código anterior. conterá fotografia. após aprovação nos exames de aptidão física. 157. de 21.602. A Carteira Nacional de Habilitação. de vinte centímetros de largura. identificação e CPF do condutor. expedida em modelo único e de acordo com as especificações do CONTRAN. faixa branca removível.1. com a inscrição AUTOESCOLA na cor preta. de primeiros socorros e sobre legislação de trânsito. § 4º (VETADO) § 5º A Carteira Nacional de Habilitação e a Permissão para Dirigir somente terão validade para a condução de veículo quando apresentada em original.1. A formação de condutor de veículo automotor e elétrico será realizada por instrutor autorizado pelo órgão executivo de trânsito dos Estados ou do Distrito Federal. § 2º (VETADO) § 3º A emissão de nova via da Carteira Nacional de Habilitação será regulamentada pelo CONTRAN. o veículo utilizado na aprendizagem poderá conduzir apenas mais um acompanhante. agregando-se neste todas as informações. (VETADO) Art.1998) § 11. 156. será substituída por ocasião do vencimento do prazo para revalidação do exame de aptidão . terá fé pública e equivalerá a documento de identidade em todo o território nacional. mental. horários e locais estabelecidos pelo órgão executivo de trânsito. O CONTRAN regulamentará o credenciamento para prestação de serviço pelas auto-escolas e outras entidades destinadas à formação de condutores e às exigências necessárias para o exercício das atividades de instrutor e examinador. 159. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 9.nos termos. atendidos os pré-requisitos estabelecidos neste Código. Art. § 9º (VETADO) § 10.altura. de 21. 155. de acordo com a regulamentação do CONTRAN.

de 21.física e mental. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 9. ressalvados os casos especiais previstos nesta Lei. a autoridade executiva estadual de trânsito poderá apreender o documento de habilitação do condutor até a sua aprovação nos exames realizados. § 1º Em caso de acidente grave. em face da pena concretizada na sentença. MATERIAL DE DIVULGAÇÃO . 160. a juízo da autoridade executiva estadual de trânsito. o condutor nele envolvido poderá ser submetido aos exames exigidos neste artigo. O condutor condenado por delito de trânsito deverá ser submetido a novos exames para que possa voltar a dirigir. independentemente do reconhecimento da prescrição. assegurada ampla defesa ao condutor. § 2º No caso do parágrafo anterior.602.1998) Art.1. de acordo com as normas estabelecidas pelo CONTRAN.

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