CP. AUT. PROJ.

PROJETOS INDUSTRIAIS TREINAMENTO E CONSULTORIA TÉCNICA

Volume 9

Elaboração: Proj. Carlos Paladini

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...................Exemplo para determinação de freios • TABELA DE ESCOLHA DE FREIOS........pág.....pág...........Índice Vol. .... 14 PLANO HORIZONTAL........R........... 5 ................................... 16 VERIFICAÇÃO DAS CARGAS DISTRIBUÍDAS.....pág...............pág... 11 • • • • • • PLANO VERTICAL...Freios normais e suas características ...... 9: CÁLCULOS ESTRUTURAIS...pág....... 9 • Cálculo estrutural de uma P.............pág.............. 1 Cálculo estrutural do tambor Verificação da travessa da caixa de gancho Cálculo do número de filetes na rosca do gancho Cálculo dos acoplamentos Cálculo dos eixos e chavetas das rodas do carro Cálculo para escolha de freios...................pág.............. 16 .............

5 τ Mf 2 + Mt 2 [mm] Onde: A e B são reação de apoio N = potência no eixo do tambor n = rotação no eixo do tambor d = diâmetro do eixo τ = tensão de trabalho [ kgf / cm2 ] para aço ABNT 1040 τ = 1300 kgf / cm2 B) VERIFICAÇÃO DE FLEXÃO NO TAMBOR Considera-se o tambor como um tubo. Mf + 6. cm] Momento torçor = S .5 . cm] Momento fletor M t = 71620 N D [kgf . geralmente é utilizado chapa de aço SAE – 1020 ( τ f = 1000 kgf / cm2 ) π R4 . n 2 d = 10 3 3. cabo) A e B → reações de apoio L = Distância de centro a centro dos mancais A = B = S/2 = S1 = S2 MF = A .CÁLCULOS ESTRUTURAIS 1 . = f 4 Mf Por tan to ω f necessário = τf Módulo de flexão w f = V9 .r 4 ( ) 4 R Mf S .CÁLCULO ESTRUTURAL DO TAMBOR A) VERIFICAÇÃO DO DIÂMETRO DO EIXO S = S1 + S2 (antigo F máx.L Sendo τ f = Mfmáx .1 . a [kgf .

.B ± 2 maior que o diâmetro d. 3 . Calculado wf devemos ter: wf > wf necessário C) VERIFICAÇÃO DA COMPRESSÃO RADIAL E COMPRESSÃO LOCALIZADA Fórmulas do item 6 da parte 1 2 – VERIFICAÇÃO DA TRAVESSA DA CAIXA DE GANCHO (MOITÃO) O dimensionamento desta travessa exige noções mais elevadas de resistência dos materiais. portanto iremos verificar este eixo de acordo com o seguinte: 1º . 2º . sendo: D = DT . através do diâmetro nominal do tambor. P= Q π ( de .CÁLCULO DO NÚMERO DE FILETES NA ROSCA DO GANCHO O pescoço do gancho recebe em geral uma rosca que transferirá a solicitação ao rolamento de escora. Os perfis utilizados são: . i 4 2 P≤ P V9 .As dimensões “H” e “B”: ..2 . temos que dividir D e d por 2.Rosca métrica com fundo arredondado para alívio de tensões ou rosca de perfil semi-circular para pequenas e médias capacidades.dc d = D – 2h → wf. .CÁLCULO DE wf Para isso precisamos identificar “D” e “d” na tabela 8 da apostila. e assim conseguimos a mínima altura para a porca.di 2 ) .O diâmetro “d” será de acordo com o diâmetro interno do cubo das polias do moitão.Para altas capacidades.H será pouca coisa superior ao diâmetro externo do rolamento de escora que irá se assentar sobre esta face.O diâmetro “D” será de acordo com o pescoço do gancho. O dimensionamento é feito por pressão de esmagamento. prefere-se roscas trapezoidais ou dente de serra. 3º . não esquecendo de arredondar os filetes. deixando-se uma folga para encaixe deslizante. por se tratar de um eixo de forma irregular.

4 – CÁLCULO DOS ACOPLAMENTOS Para calcular e escolher o tipo de acoplamento que será utilizado entre motores e redutores. 4º . no máximo 7.: Para se efetuar esse dimensionamento. somente estes filetes irão suportar pressão. redutor e tambor.A porca é de aço . 2º ..Através da Tabela 01.O das rodas tracionadas ( esforço de torção) 2º . Ver fig. deve-se primeiramente determinar o tipo eo diâmetro da roca para então verificar a condição de pressão admissível. fs PE = potência equivalente PM = potência do motor fs = fator de serviço 3º . podemos obter as dimensões e peso na Tabela Dimensional e executar o seu desenho. 5 .3 .A rosca do gancho é de aço Temos: P ≅ 300 kgf / cm2 E assim: H = i . V9 .CÁLCULO DOS EIXOS E CHAVETAS DAS RODAS DO CARRO Teremos de dimensionar dois tipos de eixos: 1º . entramos na Tabela4 .Onde: P = pressão de esmagamento calculada P = pressão de esmagamento admissível Q = capacidade de carga de = diâmetro externo da rosca di = diâmetro interno da rosca i = número de filetes ( adotado) Deve ser em torno de 5.Com a potência equivalente e a rpm do eixo em que será acoplada a luva. P H = altura máxima da porca P = passo da rosca Obs. escolheremos a aplicação do acoplamento. etc.O das rodas livres ( esforço de flexão) A – Na roda de tração temos o eixo que sofrerá somente torção e um eixo que sofrerá flexo-torção.Calculamos a potência equivalente: Onde: PE = PM . Devido às folgas existentes. Consiste no seguinte: 1º .Tendo o tipo e o tamanho do acoplamento. retirando o valor do fator de serviço. Quando: . vamos trabalhar pelo critério dado pela FALK.

Obs. Onde Mt = momento torçor ou Mt1 = 71620 .17 Mc = Onde: 3 Mc τf 1. cm] Onde i = relação de transmissão do redutor Como: τt = Mt ωT Sendo: ωT = πd 3 16 [cm ] p/ secção circular. cm] πd3 ωf = 32 [cm ] 3 τ flexão = τ flexão ≤ τ τ = τ 3 Aço SAE 1050 → τ f = 1500 kgf / cm2 ωT = 2ωf Mf ωf flexão V9 . 4 d = 2. N motor . cm] d = diâmetro do eixo Mc = Momento combinado Mt = Momento torçor (já calculado anteriormente) B . τ = 800 kgf / cm2 CÁLCULO DO EIXO 2 P = carga na roda mais solicitada = distância entre os mancais da roda Mf = Momento fletor Mf = Mf = P . 2 2 P .CÁLCULO DO EIXO 1 Somente esforço de torção Temos: Mt1 = 71620 . Nmotor n motor → potência do motor → rotação da roda ou do motor.CÁLCULO DO EIXO DAS RODAS LIVRES ( flexão pura) P = carga na roda mais solicitada = vão entre mancais Mf = P . Mt 2 ) 2 [cm] Mf 2 + ( [kgf .4 . 4 [kgf .7 . 3 τT ≤ τ T ∴ Tira-se “d” que é o diâmetro mínimo do eixo.: Para aço SAE 1050. i n motor redutor [kgf .

ou seja. Em segundo.5 . em outras palavras. Depois verificamos se esta chaveta irá agüentar :Primeiro as medidas “b” e “ ” por cisalhamento e depois as medidas “h” e “ ” por esmagamento.C . FT = 2 . Mt d . τc ≅ Onde: τe 3 = 4 . 6 – CÁLCULO PARA ESCOLHA DE FREIOS Este cálculo vale-se pelo momento aplicado ao freio no instante de acionamento. DE CHAVETAS A SEREM UTILIZADAS EM Em primeiro lugar devemos verificar a largura. Em terceiro. o fabricante já nos informe qual o freio adequado para absorver a energia no instante requerido através das dimensões da polia no freio. τc τc = tensão de cisalhamento τe = tensão de esmagamento = comprimento a ser verificado Mt = momento torçor d = diâmetro do eixo h = altura da chaveta Procedimento: De acordo com o diâmetro “d”. usando-se a potência no eixo e a rpm. V9 . h . resta verificá-la por esmagamento. calcula-se o Mt. verificamos a área a cisalhar Onde: S = b . se sua massa é compatível.DIMENSIONAMENTO ACOPLAMENTOS. calcula-se a forma tangencial exercida para cisalhar a área da chaveta. escolhemos uma chaveta padronizada e um material para esta. Mt d eixo Por ultimo. com a largura da chaveta e o seu comprimento ( ). S = área a cisalhar b = largura τc = FT / S = comprimento ↓ τc ≤ τc τc = tensão de cisalhamento FT = força tangencial Como já verificamos a chaveta por cisalhamento. altura da chaveta em função do diâmetro do eixo normalizado.

etc.Mm = N . Todas as peças usinadas. a qual está montada em um tubo localizado entre o braço lateral do freio e o ELDRO. para uma limpeza e retratamento com “Molycote”. mostrando o momento de frenagem regulado. Os freios de diâmetros 500 mm até 710 mm. O momento de frenagem desejado. O freio normal com ELDRO. poderão ser feitas sob encomenda. recebe uma camada de tinta na tonalidade de “Cinza Claro – Esmalte Epoxi Poliamida”.6 . FREIOS DE DUAS SAPATAS ACIONADAS POR ELDROS ( EMH – Eletromecânica e Hidráulica Ltda. tais como: pinos. m] Onde: Mm = Momento Motor [N ..Garantia sobre o conjunto completo FREIOS NORMAIS E SUAS CARACTERÍSTICAS Os freios normais de suas sapatas. Os mesmos. O momento de frenagem é fornecido por uma mola helicoidal de pressão. poderão também. m] N = Potência nominal [k w] (11k w = 15cv) n = rotação do eixo [rpm] Onde: ν = fator de serviço para translação → ν = 1. Todos os mancais são tratados com “Molycote”. é um freio de segurança. é necessário uma desmontagem anual do freio. Os freios de diâmetros 200 mm até 400 mm inclusive. oferecem as seguintes vantagens: . são executados com freios normais acionados por ELDROS. aciarias. A pintura final. O posicionamento das sapatas. 9740 n [N . é em ferro fundido GGC40. o qual fecha-se automaticamente em caso de falta de energia elétrica. pode ser regulado através da pré-tensão da mola citada. é regulado por encostos fixados nos braços laterais. A suspensão inferior da mola é visível e corre ao longo de uma escala. etc. Todas as outras peças recebem duas demãos de “primer”. que suspende qualquer lubrificação durante a operação do freio.Padronização dos componentes (Norma DIN – 15435) . temos o mínimo e o máximo para cada tipo com a respectiva polia.. ser executados com bases e alavancas superiores em chapas soldadas.) FREIOS NORMAIS COM ELDROS Sistemas modernos de frenagens. m] M freio = Mn .5 Com o valor M freio entrando na tabela do fabricante. são fabricados conforme a Norma DIN –15435. nas indústrias de transportes.6 para levantamento → ν = 2. V9 . parafusos. ηMecânico do sistema [N . cuja execução. siderúrgicas.Enquadramento nas “normas internacionais” . em relação à polia de freios.Simples montagem e manutenção . são executados em chapas soldadas. etc. é controlada através de dispositivos reguláveis. A proteção com Eldro corresponde à IP-65. Freios normais com ELDROS. são executados em ferro fundido GGC40. (contra maresia. A paralelidade das sapatas. fixados nas alavancas laterais. após uma limpeza metálica. Para evitar falhas inesperadas ou enferrujamento. arruelas.). são zincadas galvanicamente. Pinturas ou proteções especiais. com exceção das sapatas e braços laterais. ν .

Não necessita proteções elétricas .Aprovado conforme as seguintes “Normas”: . sempre e em todas as condições. influências do vento e etc. ELDROS. O elevado fator de segurança.ELDROS. sobrecarga e limitação do percurso .Ação em tempo reduzido . não necessitando de contatores de reversão .VDE (Alemanha) EXEMPLOS PARA DETERMINAÇÃO DE FREIOS a) Freios de parada ou de segurança Freios de parada ou freios de segurança. nas indústrias em geral.ASA (USA) .NBN (Bélgica) .IEC (Publ.SEN (Suécia) . Esta aceleração pode ser provocada por: Vibrações.Construção simples e robusta . já têm uma tradição de muitos anos.Sentido de rotação do motor não influi na ação. Segurança e durabilidade destes aparelhos.JS (Índia) . deve ser maior do que o momento de acelerador da máquina. η 2 . b) Freios de ação Freios de ação são freios que paralizam em um curto espaço de tempo.Insensível às variações de tensões. é aceito em todo o mundo. permitem um aproveitamento em larga escala. c [Nm] n Nota: O fator “c” para sistemas de elevação.8. O momento de frenagem do freio aplicado. é uma característica própria do ELDRO e por isso. n [Nm] V9 .7..BS2613 (Inglaterra) .Aplicação universal .Ação suave e firme .7 V9 .Elevado número de ligações . oferecem as seguintes vantagens: . 72) . ou do equipamento que esteja parado. sistemas de transportes. são freios que devem evitar uma aceleração de um eixo de uma máquina ou de um equipamento que esteja parado.Elevada durabilidade .SEV (Suíça0 . aproximadamente 1. ou. fabricados com precisão e sob controles permanentes durante o processo de fabricação.5.CSA (Canadá) . M t freio ≥ 9740 . P .CEI (Itália) . Em conseqüência teremos: P M t freio elevação  ≥ 15580 . M t freio > M t máq.NEMA (USA) .NF (França) .NEK (Noruega) . integrados aos freios normais. [Nm] n P M t freio translação  ≥ 9350 . eixos de máquinas ou equipamentos em movimento. O fator de rendimento do acionamento. quer sejam aplicados em pontes rolantes. é considerado: η = 0.5 e para translação etc.Alto fator de segurança . OS ACIONAMENTOS ELETROHIDRÁULICOS Os ELDROS. deveria ser 2.

poucos são os operadores de pontes rolantes que aproveitam esta vantagem. Caso a velocidade supersíncrona. velocidade superficial da polia e o fator de atrito  Nm  d = diâmetro da polia de freio MT [cm]  2   cm seg  perm = 3. m Em caso de pontes rolantes para siderúrgicas e outras instalações em serviço pesado.8 . O tempo de parada é considerado com 0.0 110 63.5 90 40.0 125 71. ultrapasse 1. é recomendado não ultrapassar alguns dados característicos.8 seg. é necessário um recálculo cuidadoso dos valores pvµ. Infelizmente. TABELA 2 M t permitido [Nm] 1 n [min –1] 1800 1200 900 720 600 20 65 100 130 160 200 25 110 160 220 270 330 31. Freios para estes casos. e por isso. TABELA 1 d [cm] pv µ 20.5 x a velocidade síncrona. precisam ser calculados cuidadosamente e especialmente.9 d2 (pvμ) n1 [Nm] Onde: 1 n = rotação do motor ( polia e freio) A rotação do motor.0 80 31.5 x a velocidade síncrona do motor.0 100 50.0 135 Onde: pvµ = constante.0 75 25. resultante da pressão específica entre a lona e a polia. considerando-se a frenagem pelos freios de suas sapatas sem ajuda do sistema elétrico e com uma velocidade síncrona de 1. caso por caso.P = capacidade do motor [kw] n = velocidade [ min-1] Mt = momento de torção [Nm] 10 Nm ≅ 1 kgf . foi elaborada a Tabela 2 abaixo. os quais constam nas tabelas 1 e 2. levam-se em consideração as seguintes condições: Velocidade regulada Potência instalada Tempo de atuação Condições ambientais V9 . pois.5 190 290 390 480 580 d 40 350 520 690 870 1040 50 600 890 1190 1490 1790 63 1070 1610 2150 2690 3220 71 1470 2210 2950 3690 4420 c) FREIOS DE REGULAGEM Freios de regulagem são freios que mantém uma determinada velocidade intermediária. pode ser reduzida eletricamente através de sistemas adequados de frenagem antes do freio entrar em ação.

80 2000 1.0 75.36 250 160 160 170 200 160 170 200 200 450 900 450 900 1100 450 900 1100 0.36 200 ED ED ED ED ED ED ED ED ED 23/5 23/5 30/5 30/5 50/6 80/6 30/5 50/6 80/6 230 230 300 300 500 800 300 500 800 800 1250 2000 1250 2000 3000 1250 2000 3000 11.80 1.36 710 60 DIMENSÕES Nota: As medidas contidas nesta folha estão sujeitas a alterações sem prévio aviso.36 630 60 0.40 200 0. V9 . do Eldro [Nm] Cap.70 2000 50 300 150 0.70 1.30 1.70 1.0 48.0 48.80 50 50 60 60 50 60 60 390 590 700 710 860 1000 1010 1330 1470 1510 2280 2300 2350 2800 2830 2860 150 150 260 270 150 260 270 270 380 410 380 410 440 380 410 440 0.40 1.30 2000 1.70 2000 0.0 120.0 15.40 1.0 30.40 2000 1.0 75.0 75.0 15.80 1.30 1. máx Coef ∅ da Tipo do de polia Eldro Atrito (mm) [µ] Força do Eldro [N] Trab.0 120.0 48.0 120.36 315 0.36 400 FNN 5080 FNN 50125 FNN 50200 FNN FNN FNN FNN FNN FNN 63125 63200 63300 71125 71200 71300 0.TABELA DE ESCOLHA Tipo do freio Momento [Nm] min. Abem por sor 440V hora vida 60Hz [w] [A] Per curs o do Eldro Peso do Freio + El dro [mm] [N] Peso do Eldro c/ óleo [N] FNN FNN FNN FNN FNN FNN FNN FNN FNN 2023 2523 2530 3230 3250 3280 4030 4050 4080 60 70 110 140 240 390 170 300 470 600 930 1520 1170 1890 2820 1300 2120 3150 150 190 250 310 530 840 400 670 1070 1340 2090 3350 2630 4220 6330 2970 4750 7130 0.5 15.40 1.9 .80 2000 1. Lig.0 160 0.5 11.36 500 ED 80/6 ED 125/6 ED 200/6 ED ED ED ED ED ED 125/6 200/6 300/6 125/6 200/6 300/6 60 0.0 180.0 180.0 30. Corr.

Máx. Nm 60 70 110 140 240 390 170 300 470 600 930 1520 1170 1890 2820 1300 2120 3150 150 190 250 310 530 840 d1 a1 a2 a3 a4 b1 b2 b3 b4 FNN FNN FNN FNN FNN FNN FNN FNN FNN 2023 2523 2530 3230 3250 3280 4030 4050 4080 200 616 535 185 165 75 70 80 80 250 685 604 220 200 95 90 90 89 805.5 260 247 118 110 110 107 400 670 400 1070 1340 2090 500 3350 2630 4220 630 6330 2970 4750 710 7130 923 960 836 310 300 150 140 140 127 FNN 5080 FNN 50125 FNN 50200 FNN FNN FNN FNN FNN FNN 63125 63200 63300 71125 71200 71300 1152 1175 1011 365 365 190 180 170 160 1352 1220 460 445 236 225 214 181 1491 1354 510 500 265 255 240 211 Continuação: Tipo do freio Momento min.10 .Tipo do freio Momento min.5 315 842. [Nm] b5 d3 f1 f2 h1 h2 i k 11 12 m Peso c/ Eldro [N] FNN FNN FNN FNN FNN FNN FNN FNN FNN 2023 2523 2530 3230 3250 3280 4030 4050 4080 60 70 110 140 240 390 170 300 470 150 190 250 310 530 840 160 14 93 115 160 419 55 145 105 70 15 300 160 18 122 140 190 160 190 18 134 165 230 493 65 180 140 70 19 390 590 700 710 860 1000 1010 1330 1470 1510 2280 2300 2350 2800 2830 2860 594 80 220 180 70 19 400 160 670 190 22 167 200 280 715 100 270 220 1070 80 23 FNN 5080 FNN 50125 FNN 50200 FNN FNN FNN FNN FNN FNN 63125 63200 63300 71125 71200 71300 600 1340 190 930 2090 216 22 202 250 340 871 130 325 275 1520 3350 1170 1890 2820 1300 2120 3150 80 23 2630 4220 216 27 245 305 420 1072 170 400 350 100 24 6330 2970 4750 216 27 276 340 470 1198 190 450 400 100 24 7130 V9 .5 721. Máx.

7 . serviço intermitente Regular em serviço intensivo C D Serviço intensivo. seguida de largos períodos de repouso Regular. Classe de Utilização Freqüência de utilização do movimento de levantamento Ocasional. M 1 2 3 1. C.12 6 1. V9 . não regular. Isto caracteriza a severidade do serviço do equipamento. 0 Muito leve 1 Leve 2 Médio 3 Pesado Equipamento levantando excepcionalmente a carga nominal e comumente cargas muito reduzidas.0 X 105 A B ESTADO DE CARGA Caracteriza em que proporção o equipamento levanta a carga máxima ou somente uma carga reduzida. severo efetuado em mais de um truno (> 8 horas seguidas de trabalho) 6. Equipamento regularmente carregado com a carga nominal. TABELA DO COEFICIENTE DE MAJORAÇÃO (M) G.3 X 104 2.11 . U. CLASSE DE UTILIZAÇÃO É um levantamento estatístico efetuado para se verificar em qual situação se encaixará o projeto em pauta.0 X 106 Número convencional de ciclos de levantamento (vida) 6. classificam a estrutura dos equipamentos como um conjunto e determinam o valor de um coeficiente de majoração que será levado em conta no dimensionamento da estrutura. Equipamento freqüentemente levanta a carga nominal e comumente cargas compreendidas entre 1/3 e 2/3 da nominal. Equipamento que raramente levanta a carga nominal e comumente cargas de 1/3 da nominal. E. Na norma considera-se 4 estados convencionais de carga.3 X 105 2. CLASSIFICAÇÃO DAS ESTRUTURAS Utilizando-se conjuntamente da classe de utilização e do estado de carga conseguimos chegar às classes estruturais. C. E.06 5 1. devido estarem fora do nível do projetista de máquinas.20 Este coeficiente será utilizado mais adiante. Neste capítulo iremos desenvolver cálculos básicos para o dimensionamento estrutural de uma ponte rolante. R. sendo que existem vários itens que não serão abordados.CÁLCULO ESTRUTURAL DE UMA P. 0 1 2 3 A 1 2 3 4 B 2 3 4 5 C 3 4 5 6 D 4 5 6 6 Os diversos grupos definidos na tabela.0 4 1.

Como usar o gráfico: entrar com o valor de L/B que são dados de projeto e retirar λ (lâmbida) para o uso posterior. ψ será constante e calculado para VL = 1 m/s. vai multiplicar a carga de serviço (Q + go). devido à aceleração ou frenagens nos movimentos da direção e ou translação. 2º . VL = velocidade de levantamento (m/s) ξ = coeficiente { 0. 0. Ver gráficos a seguir.Efeitos de inércia. assumimos: ψ = 1. V9 . SOLICITAÇÃO DEVIDO AO MOVIMENTO HORIZONTAL 1º .3 para estruturas em balanço Obs: A fórmula é válida para VL ≤ 1 m/s. vL Onde: ψ = coeficiente dinâmico.SOLICITAÇÕES DEVIDO A MOVIMENTO VERTICAL ψ = 1 + ξ . para maiores velocidades. -ψ nunca deve ser menor que 1.15.Reações horizontais provocadas pelo caminho de rolamento.6 para estruturas bi-apoiadas . Se calculado for menor.12 .15.

G.). 1. 2 . motor. = Distância de resultante “R “ entre PC e SL até a roda do carro mais próxima. Estrutura da viga principal propriamente dita ∑p [ kgf/ m] V9 .13 . freio. SL = carga de serviço SL = Q + go C. Mmax = R L . teremos o local na estrutura onde se dará o maior momento. o momento que cada componente contribui para o momento fletor total da estrutura.( ) L 2 Obs.: Este momento só inclui o peso do carro e carga de serviço. A reação por viga se calcula: R= PC ψ . G. etc.Onde: PC = peso do carro (resultante do tambor. S L + 2 2 A – 2 – PESOS PRÓPRIOS Considera-se nestes casos.C. Utilizando do processo de movimento ( ∑MR2 = 0 ) e posteriormente derivando e igualando a zero.

transforma-se em EC ⇒ Ep energia potencial absorvida pela estrutura. DIMENSIONAMENTO DAS VIGAS PRINCIPAIS Neste capítulo vamos nos restringir ao cálculo de estruturas localizadas em galpões industriais. ⇒ 150 kgf para passagem de pessoal ⇒ 30 kgf de empuxo horizontal no cálculo dos corrimões ou guarda corpo. .e f. ou seja : A energia cinética do carro.Vt < 42 m /min . deve-se prever as seguintes cargas concentrados: ⇒ 300 kgf para serem depositados materiais de manutenção.Vt > 42 m /min ⇒ Calculamos as reações na estrutura para choque usando o princípio da conservação da energia.3° Efeitos de choques contra batentes. no impacto. onde: Vt = velocidade de translação. L2 8 [ kgf .PLANO VERTICAL A -1. Mmax = Σ p . Na estrutura temos duas condições: . momentos de inércia com respectivos módulos de resistência) são para verificar se o todo da estrutura está dentro dos limites de τ .14 . Não levamos em consideração o choque. nos planos horizontal e vertical. momentos fletores. Todo o desenrolar do dimensionamento ( verificação de cargas concentradas e distribuídas. A . Obs: Dados a serem utilizados nos cálculos mais adiante. SOLICITAÇÕES DIVERSAS Ao calcular acessos e passadiços dos equipamentos.CARGA MÓVEL (CORPO) P1 e P2 ⇒ Reações na roda Adotando P1 > P2 ∴ P1 é maior reação na roda do carro. cm ] V9 .

V9 . um sistema para cada roda tracionada ( usado atualmente).Sistema de translação da ponte rolante quando centralizado ( em desuso). Mmax = PO . podemos definir o momento máximo (M max): M max = P1 . y Considerando o já calculado. temos: e x = y P1 = P2 Portanto. Onde: P1 = P2 = x = y = resultante de pesos do sistema 1 para a roda esquerda resultante de pesos do sistema 2 para a roda direita distância da resultante P1 à roda esquerda distância da resultante P2 à roda direita Pela simetria do sistema. 2 – A .Onde: ∑p é a somatória de pesos que compõe a viga caixão. L 4 [ kgf / cm] Onde : PO = Pmotor + Predutor + Pfreio [ kgf ] 2 – B – Sistema de translação da ponte rolante quando não centralizado.15 . cm ] Onde: MV = Momento Máximo no plano vertical. por metro será calculado mais adiante quando a viga for definida. temos: A–1 A–2–1 + M max MV = M max corpo + estrutura carga de serviço A–2–2 + M max sistema translação [ kgf . ou seja. cm ] [ kgf . x = P2 .

a / 2 6 . para a mesma posição crítica. yaço [m2] ( peso específico do aço = 7850 kgf / m3) ⇒ Cálculo de P2 P2 = peso dos trilhos + pertences P2 ≅ 1. C . dividindo-se os momentos já calculados no plano vertical por 14. (kgf / m) P1 = ∑áreas . Isto pode ser feito diretamente. P1 . e ≥ 2150 kgf / cm 2 2. ( Fazer depois do ítem D) ∑p = P1 + P2 + P3 + P4 + P5 + P6 + P7 [ Kgf / cm ] Obs.16 .Formar um quadro. VERIFICAÇÃO DO DIAFRAGMA resmag = M . peso do trilho por metro (ver tabela) ⇒ Cálculo de P3 Os diafragmas são elementos utilizados na construção das vigas com as seguintes finalidades: . w trilho ≤ 1260 kgf /cm 2 V9 .Subdividir as almas em painéis.1 . .: Note a unidade: peso por unidade de comprimento.PLANO HORIZONTAL Os momentos no plano horizontal podem ser calculados para força de inércia máxima (FH) que pode ser imposta à estrutura. uma vez que estas estão comprimidas. mencionado anteriormente. ⇒ Cálculo de P1 P1 = peso das almas + abas ( ver desenho da viga mais à frente .E Onde: M = P1 = e = T = E = coeficiente de majoração (já calculado) reação crítica do carro espessura do diafragma e ≥ 1/4 “ base do trilho espessura da aba (ver desenho da viga adiante) VERIFICAÇÃO DO TRILHO QUE SE FIXA SOBRE A VIGA CAIXÃO rtrilho = M . P1 (T + ZE) .ítem D ). visando diminuir o comprimento de flambagem.B .VERIFICAÇÃO DAS CARGAS DISTRIBUÍDAS Neste ítem calcularemos ∑p.Distribuir os esforços no trilho sobre a tampa da caixa nas almas por meio de cisalhamento. garantindo que todas as chapas trabalhem simultaneamente. . Portanto temos: MH = MV 14 Onde: MH = momento máximo no plano horizontal.

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