EVOLUÇÃO DA CARTOGRAFIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO DE GEOGRAFIA.

Francisco Fábio Tavares de Moura Jose Janailson Pereira de Oliveira

RESUMO O presente trabalho faz uma explanação do caminho percorrido pela cartografia ao longo dos tempos, buscando mostrar as dificuldades encontradas e os progressos que foram possíveis graças aos avanços tecnológicos e as necessidades de se conhecer o espaço pelo homem. Também mostra a importância do uso da cartografia dentro do nosso dia-a-dia, e os motivos do seu uso parcial dentro da sala de aula, que é onde deveria ser insaciavelmente praticada.

PALAVRAS CHAVE: Processo histórico, cartografia, mapas, leitura, ensino.

1. INTRODUÇÃO Sabemos hoje, através dos documentos deixados por nossos antepassados, que a linguagem cartográfica foi historicamente usada movida pela necessidade cada vez maior de produção de mapas, seja para vínculos de reconhecimento de superfícies seja para rotas ligadas ao comércio marítimo. A partir de então, foram desenvolvidos ao longo do tempo, diversos tipos de mapas impressos de varias formas, como por exemplo, os mapas produzidos a partir da argila. O mapa de argila foi muito produzido na Grécia, intitulando os gregos como um dos maiores responsáveis pelo avanço da cartografia na antiguidade. Também foram usados pelos Gregos os mapas em pergaminhos, porém nenhum mapa grego original foi preservado até os dias atuais, pela fragilidade do neste material que não resistiu ao tempo. 1

hoje essa referência é feita através dos pontos cardeais ou colaterais conseqüentes à localização diante do espaço geográfico. naquela época buscar a orientação pelo oriente era referir-se a cidade santa dos cristãos. percebemos porque a cartografia tanto retrocedeu. Assim. como. o mapa descreve uma porção do espaço geográfico com suas características qualitativas e/ou quantitativas. O PROCESSO HISTÓRICO E O APRIMORAMENTO CARTOGRÁFICO Localizar-se e orientar-se no espaço geográfico foi uma das primeiras preocupações do ser humano. Alguns séculos depois os europeus começaram a produzir mapas mais precisos de algumas regiões. por alguns astrônomos numa análise geográfica comprovam uma definição imprecisa de uma rede de coordenadas. baseado no contexto histórico do período medieval. assumindo um caráter gradativamente cientifico. p. (1990. durante o período da Idade Média as técnicas cartográficas retrocederam. Jerusalém. mais sim em valorizar apenas o aspecto místico-religioso fundamentado nas relações de poder. com a intenção de correção de algumas falhas cometidas no período medieval. permitindo a orientação e localização de alguns pontos específicos da superfície terrestre. 2. o mapa-múndi de Mercator. Sobre a elaboração do mapa Joly afirma que: Dentro dos limites das restrições de um contexto. as técnicas de construção de mapas foram sendo aperfeiçoadas e estes passaram a ser importantes instrumentos de localização e orientação. comandada pelos europeus. Os mapas dessa época não estavam interessados especificamente na orientação nem no estudo do espaço geográfico. ou região. Assim. destacando Portugal como uma das nações mais importantes. espaço. A referencia está assegurada por uma rede de coordenadas à qual se relacionam todos os pontos do campo observado. que se tornou a grande referencia e ponto de demarcação na história da cartografia.9) A cartografia ganhou maior importância a partir das grandes navegações marítimas. Data-se dessa época um dos mapas mais importantes para a história da humanidade. Porém. território. dessa forma. principalmente quando eram projetados por algumas entidades religiosas. assim. Os mapas construídos no período medieval como ocorrem em alguns casos até os dias atuais. 2 . Nessa época isso acontecia pela necessidade de encontrar alimento e abrigo.Os primeiros mapas produzidos ainda no século II. tinha certa carga ideológica.

as pessoas estão constantemente em busca de informações relacionadas à orientação e localização. Sobre o exposto acima Joly (1990. para a representação da realidade no mapa. sendo necessário estabelecer uma correlação entre as dimensões do terreno e as do papel. com poucos detalhes. Inconscientemente. e grande quando os elementos não são muitos reduzidos. 50 m. tentando encurtar as distancias. com o auxilio da mesma unidade. constantemente. p. dias. são chamadas de cartas. P. (JOLY. todas as pessoas usam algum tipo de informação para que possam se deslocar no espaço. Também dispomos 3 . 1 mm no mapa representa 50 000 mm. Por isso é importante aprendermos a interpretar os diversos tipos de mapas. estão sempre correndo. como traçar algumas rotas de comercio e navegação. seja um mapa mental articulado em seu pensamento. Mesmo na atualidade. com as horas e os minutos contados. 20. Outro grande avanço cartográfico foi o uso da escala. porém com maior grau de detalhamento. e são geralmente chamadas de mapas. 1990. Uma importante evolução no estudo cartográfico foi à implementação de algumas coordenadas geográficas.) cita: “a escala de um mapa é a relação constante que existe entre as distâncias lineares medidas sobre o mapa e as distâncias lineares medidas sobre o terreno”. que expressa quanto os elementos do espaço geográfico foram reduzidos para caberem numa folha de papel ou numa tela de um computador.Assim com o passar do tempo. as representações em escala pequena mostram áreas muito extensas. ou seja. no terreno. quando estamos nos referindo ao espaço urbano. já as representações em grande escala mostram áreas menores. Dessa forma. surgiram outras necessidades. planejar estratégias em campos de batalha e encontrar alguns elementos no subsolo. seja um ponto de referencia qualquer. dividindo a terra em meridianos e paralelos. minutos e outros artifícios como os fusos horários. linhas imaginarias que serve como verdadeiros “endereços” da superfície terrestre. 20) A escala é considerada pequena quando se reduzem muito os elementos de uma área qualquer. Assim num mapa de 1/50 000. A escala numérica normalmente é expressa por uma fração cujo numerador é a medida no mapa e o denominador é a medida correspondente no terreno. semanas. Onde essa relação é feita através de uma escala. horas. meses. é ai que pensamos: qual o caminho mais perto para chegar até o banco? Principalmente. que nos permite localizar nossa posição em relação a outros lugares e pessoas no espaço geográfico. assim facilitando nossa organização no tempo em anos. ou definir um lugar especifico para instalação de uma determinada indústria.

por exemplo. entre outras especificidades. podemos perceber claramente certas afirmações totalmente fora de cogitação 4 . na direção da cidade sagrada. os mapas da época colocavam o que eles denominavam de paraíso ao leste. por isso os mapas podem ser de diversos tipos. mapas físicos.das legendas como símbolos de identificação de uma área específica. quando o mais apropriado seria usarmos o vocábulo norteação. favoreceu até mesmo a concepção de que o mundo fosse em forma de disco. depende também dos interesses em jogo e da visão de mundo da época. Quando nos referimos à idade média. própria do teocentrismo então dominante. São elementos que compõem parte do sistema cartográfico. o relevo etc. a distribuição da população. a profunda religiosidade. quem o elaborou. políticos. Assim. 3. por exemplo. dependendo de que o projeta ou do interesse de quem o mandou projetar. os perdidos na vida deveriam buscar a salvação no leste ou no oriente. a divisão política de um país. Dessa forma. demográficos. onde. sempre com o objetivo de uma melhor facilitação no entendimento e leitura dos mapas. vem o termo que se emprega até hoje. Apesar de todos estes recursos dispostos num mapa. isto é. Desse fato. A verdade é que sempre iremos lidar com as questões ideológicas sejam elas de cunho político. ou seja. que se expressa no trabalho cartográfico. CARTOGRAFIA E IDEOLOGIA A construção de um mapa depende do tipo de projeção a ser usada e dos recursos técnicos disponíveis. quais seus objetivos e o que desejaria atingir com aquele projeto. sempre que formos adquirir ou comprar uma determinada representação cartográfica mesmo que seja um mapa da sua própria cidade ou de sua rua sempre é recomendável que seja feita uma analise minuciosa sobre suas fontes. mas não é só isso. ato de procurar e encontrar o norte. cultural. econômico ou religioso como mencionamos acima. da ideologia dominante. orientação. com a cidade de Jerusalém no centro. não pode representar todos os elementos do espaço ou da paisagem. Geralmente ele representa um ou outro desses elementos. Apesar de todas estas disponibilidades tanto técnicas como representacionais os mapas podem esconder seus segredos. como uma área de degradação ambiental ou de intensa atividade industrial. com. Analisando alguns livros didáticos usados tanto no ensino médio como no ensino fundamental.

Ela precisa ser analisada estudada e interpretada. O mapa é uma simplificação da realidade. Em especial. nosso país e o nosso mundo. seja por erro de digitação. a área cartográfica é de fundamental importância e deve ser lecionada desde as primeiras series da educação. o mapa deve ser analisado da mesma forma. como vestimenta. forram essas primitivas representações que ajudaram o homem a conhecer o espaço onde vivem.quando nos referimos às representações cartográficas. ou ate mesmo como dita o método tradicional. utilizamos um mapa. coordenadas. Dentro do ensino de geografia. para se chegar a um lugar desconhecido. Estamos completamente envolvidos pelos mapas e deles dependemos. cabendo a ele orientar sobre determinados conteúdos e ilustrações que esteja contida nos livros. em suas diversas formas como: escala. bem como. diariamente utilizamos mapas dos mais variados tipos. O ensino de conceitos básico como leitura de mapas. mais totalmente fora da realidade. seja por interesses exteriores. situando seus alunos sobre as questões ideológicas que eles poderão enfrentar em seu dia-a-dia. A esta questão lembramos que o principal mediador é a figura do professor. tanto para adquirir informações sobre o meio onde vivemos. desde o surgimento do homem na terra. seja ela por erro editorial. rosa dos ventos entre outros artifícios cartográficos. direção dos pontos cardeais é necessária desde o ensino fundamental. nossa cidade. legenda. na organização desse espaço. As diferentes formas de representação do espaço ao nosso redor nasceram dos primitivos desenhos de paisagens. 4. Assim. confeccionada a partir da seleção de elementos representados por 5 . Como uma foto de uma pessoa nos anos 90 traz uma serie de interpretações. decorada. cabelo. maquiagem. ou consultamos um guia de ruas para traçar um bom caminho. uma vez que este estudo revela como é feita a apropriação. tonalidades de cores. alienando totalmente a quem vai entrar em contato com aquela representação cartográfica pela primeira vez. os alunos do ensino fundamental. o estudo da cartografia deve ter destaque. mapas sem escala sem legendas. sandálias cores em tons diferentes do que se presencia na atualidade. construção e a re-construção do espaço geográfico. Um exemplo. Não diferentemente de outras áreas da geografia. A IMPORTANCIA DO ENSINO DE CARTOGRAFIA Sem perceber. uma representação cartográfica não é apenas uma ilustração a ser pintada ou desenhada. a natureza.

Cidadania e novas tecnologias: O sensoriamento remoto no ensino (2002. por isso é muito utilizado pelo governo. e com essa modificação houve uma espécie de separação entre o homem e o território onde habita. A importância do mapa como uma linguagem codificada é a representação do espaço real. sendo necessário que se passe a ser conhecido pela população. A importância de saber nortear-se diante do espaço é tão importante quanto conhecer os tipos de solo. Sobre a importância deste conhecimento afirma Vânia Maria Nunes dos Santos . voltadas ao desenvolvimento da sociedade com qualidade de vida. a exemplo do sensoriamento remoto. Eles têm uma função primordial: conhecimento domínio e controle de um determinado território. politicamente viáveis e culturalmente construtivas. pois para ele o saber ler e interpretar um mapa e uma ferramenta de poder. todas as pessoas. Os mapas correspondem a instrumentos fundamentais da linguagem cartográfica. Com o passar do tempo a modernização foi modificando o espaço. no qual é usada por poucos. os tipos de vegetação ou a política de seu país e do mundo. O processo de globalização contribuiu para o afastamento do homem do meio onde vive. As aulas de geografia devem visar também a formação de alunos habilitados para a cartografia. o cidadão leigo ao assunto é controlado e manipulado pelos detentores desse conhecimento e desse poder. todas as ruas. Mas para que se possa entender essa linguagem é preciso um domínio cartográfico para viabilizar uma interpretação de códigos. No entanto isso só ocorrerá se o cidadão interagir e participar da construção e desse conhecimento através da prática escolar. é o espaço privilegiado para promover a socialização de todo o conhecimento. economicamente sustentáveis. Lacoste (1988) descreve o quão importante é a educação cartográfica do cidadão. que for apreendido como instrumento para decisões socialmente justas. concebida como agencia de comunicação sociocultural. hoje não se conhece nem o seu próprio bairro.símbolos e sinais apropriados favorecendo a conscientização do ser humano e a procura do entendimento do seu papel enquanto sujeito na sociedade e na natureza interagindo com as mesmas. e em muitos casos. Todas as informações encontradas nos mapas vêm com o advento da modernização. evoluíram e tornaram-se cada vez mais práticos e acessíveis ao cidadão que por não entender do assunto ou por não se interessar acaba não adquirindo esse tipo de material para análise ou 6 . Se antes o homem conhecia todo o território onde vivia. P. todas as casas.13). A escola.Escola.

Inicialmente ao analisamos os livros didáticos percebemos que não há uma valorização e uma preocupação com os recursos didáticos empregados no livro. Como trata Neiva Otero Schaffer no texto – O livro didático e o desempenho pedagógico. É preciso saber que a leitura e compreensão do mapa trás mudanças qualitativas e quantitativas na capacidade de fazer o aluno pensar e conhecer o espaço. 7 . e. Seria propositalmente. no caso tratado aqui. Pouco são as imagens utilizadas e quando estas existem são de péssima qualidade para ilustrar a cartografia em si. de forma a levar o leitor a se interessar e se envolver com o conteúdo. é o próprio estado quem escolhe o livro que será trabalhado pelo professor em sala de aula. sua cidade. Em muitos casos. Muitas escolas não dispõem de materiais didáticos além do livro. o seu bairro. “O uso do livro didático esta associado a uma função social pedagógica. bússolas. a cartografia. como mapas. responsável por essa falta no ensino da geografia nas escolas? Já que como coloca Schaffer. As poucas ilustrações de mapas são em muitos casos falhas. em muitos casos. professores se empenhem para que se priorize mais essa área da disciplina geográfica. ou outras informações importantes ao leitor.estudo. O conteúdo explicativo é sempre bem resumido. os próprios professores não estão treinados o bastante para ensinar a cartografia desde a construção de uma planta. é a construção do conhecimento através do trabalho com o texto impresso. Entende-se que os domínios da linguagem cartográfica favorecem ao aluno a interpretação de qualquer tipo de mapa.” (ANO: p. etc. o seu país e mundo o cidadão vai ter muito mais autonomia para reivindicar seus direitos referentes ao território onde habita. escolas. Mas para que o aluno seja capaz de ler entender e interpretar as entrelinhas dos mapas é preciso que os órgãos educacionais. para evitar que o cidadão comum tenha um maior conhecimento do seu território e assim dos seus direitos? Pois sabemos que conhecendo e interpretando o espaço onde vive desde a sua rua. Poderíamos a partir daí colocarmos as seguintes perguntas: Seria o próprio estado detentor de todo o poder. governo.3) Mas para que esse conhecimento seja adquirido de uma forma mais espontânea e preciso que esse livro traga um conteúdo dinâmico e atualizado dos assuntos. sejam eles em globos ou na forma tradicional. que vão auxiliar no ensino da cartografia. uma carta ou mapas. com cores fracas e chegando ate a aparecerem sem escala. fazendo com que o aluno apenas decore o conteúdo para que o repasse em uma prova e não usufrua desse conhecimento no seu dia a dia. o professor em sala de aula apenas ler o conteúdo e em seguida coloca o aluno para responder um questionário que pouco ou nada estimula a sua criatividade.

transformar informações em conhecimentos e. 49. relevo. quando a coloca como objeto de estudo da geografia. clima) que são itens importantes para conhecer as dificuldades a serem enfrentadas e também. entre outros. sobretudo. é utilizado pelo geógrafo. 5. CONCLUSÃO É de grande importância falar. planejando ações propondo mudanças. geólogo. Com base nisso deveria haver um investimento por parte do governo para com as escolas para que as mesmas pudessem atender e tornar os alunos conhecedores do espaço e das mudanças produzidas pela natureza e pelo próprio homem. p. O conhecimento cartográfico é um dos principais instrumentos não só para analisar e interpretar a realidade. pois os mapas e suas legendas informam condições naturais (vegetação. 1990. arquiteto. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS JOLY.) São ainda os parâmetros curriculares que colocam e reafirmam a importância da cartografia em sala de aula. biólogo. na atualidade. preliminarmente. trabalhar com a cartografia uma vez que a mesma é um instrumento extremamente importante para várias profissões. contribuir para o desenvolvimento da função social da escola. por meio desse processo. Podemos até dizer que o conhecimento do espaço garante autonomia político – financeiro de um povo. Fernando. e formar cidadãos preparados para participações sociais consistentes e construtivas através dos recursos da ciência presentes na sociedade. (SANTOS. 8 . estudar como superá-las.Portanto trabalhar com o sensoriamento remoto na escola implica. Dessa maneira é preciso repensa o currículo geográfico escolar assim também como é preciso rever a formação e a capacidade do professor que é quem irá ministrar com clareza e entendimento essa disciplina de tamanha importância na formação do cidadão. engenheiro. A Cartografia: Editora Papirus. 2002. que vai auxiliar o homem no processo de descobertas e conquistas do espaço. 5. mas também para interferir nela. A cartografia é muito usada na atualidade e nas três últimas décadas como meio de estratégia militar.

V. C. João Carlos.O. SP: Papirus. geração e etnia na hierarquia territoriais dos livros de geografia/ Ivaine Maria Tonini. MOREIRA. Ed. VESENTINI. 2002. Scione. Espaço geográfico mundial e globalização. (8):37-45. Construindo o espaço. SANTOS. – Porto Alegre: UFGRs. Nídia N. M. Pensando o espaço do homem. São Paulo: Papirus. Dez/1996. 1988. Yves. Cidadania e novas tecnologias: o sensoriamento remoto no ensino / Vânia Maria Nunes dos Santos. Educação e Sociedade). MOREIRA. Ensino de Geografia. A geografia – Isso serve. MACHADO.LACOST. Vânia Maria Nunes dos. J. 1991. VÂNIA. – São Paulo: 2002. São Paulo: Hucitec. Ed Ática. Igor. N. In CEDES (Centro de Estudos. PONTUSCHKA. L. A construção do espaço geográfico. O livro didático e o desempenho pedagógico: anotações de apoio à escolha do livro texto. O perfil do professor e o ensino/aprendizagem de Geografia. para fazer a guerra. Ivaine Maria. In: Revista Geografia e Ensino. em primeiro lugar. Geografia crítica. Escola. O estudo da paisagem: uma abordagem perspectiva. M. Igor. SCHAFFER. Campinas. Identidades capturadas: gênero. P. SANTOS. São Paulo: Ática 9 . 1988. . MOREIRA. Eustaquio de.W. Geografia geral e do Brasil. São Paulo: ÁticaProjeto Aribabá SENE. TONINI.