CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Técnico de Informática de Gestão

PROGRAMA
Componente de Formação Técnica Disciplina de

Organização de Empresas e Aplicações de Gestão

Agência Nacional para a Qualificação 2010

Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO

Cursos Profissionais

Parte I

Orgânica Geral
Índice:
Página

1. 2. 3. 4. 5. 6.

Caracterização da Disciplina ……. ……. … Visão Geral do Programa …………. …...... Competências a Desenvolver. ………. …. Orientações Metodológicas / Avaliação …. Elenco Modular …….....………………........ Bibliografia …………………. …………. ….

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Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO

Cursos Profissionais

1. Caracterização da Disciplina
A disciplina de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão integra a componente técnica do Curso de Técnico de Informática de Gestão, da família profissional de Informática, com uma carga horária total de 287 horas. A disciplina de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão deve permitir que os alunos desenvolvam conhecimentos, capacidades e atitudes para a compreensão dos contextos de trabalho dos futuros técnicos. Deve ser incentivada uma forte articulação com o contexto de trabalho, através da prática simulada em Empresas de Treino. Estes laboratórios pedagógicos devem ter como objectivo final, melhorar a preparação para enfrentar a vida e o mercado de trabalho. Deste modo, consideram-se finalidades da disciplina: Promover a compreensão dos grandes problemas do mundo empresarial, integrando-os no contexto das organizações contemporâneas; Fomentar a interiorização de valores de tolerância, solidariedade e cooperação; Promover uma atitude científica e experimental, importante para a construção do saber; Fomentar a adopção de uma atitude interdisciplinar e de trabalho cooperativo; Fomentar o espírito crítico e a capacidade de resolver problemas; Desenvolver técnicas de trabalho no domínio da pesquisa, do tratamento e da apresentação da informação; Desenvolver a capacidade de trabalho individual e em grupo; Contribuir para melhorar o domínio escrito e oral da língua portuguesa.

2. Visão Geral do Programa
Os conteúdos programáticos da disciplina de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão foram seleccionados em articulação com as finalidades definidas, tendo em atenção o público a que se destinam e os meios e os recursos disponíveis. Na escolha dos temas e nas propostas de abordagem prevaleceu a sua relevância científica, bem como a sua actualidade e importância Assim, no esquema conceptual do programa evidenciou-se a dimensão empresarial e socioprofissional, que será objecto de desenvolvimento modular deste referencial. A aplicação das noções e conceitos básicos de organização e gestão será efectuada à medida que os conteúdos forem leccionados, através da realização de trabalhos individuais e de grupo, incidindo fundamentalmente sobre a realidade empresarial e organizacional no contexto da União Europeia.

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de realização de tarefas e de projectos. Assim. Tendo como objectivo final uma melhor preparação para enfrentar a vida e o mercado de trabalho. que se coadunem com a problemática dos módulos em que cada grupo se encontra. • • Intervir em grupos de projectos organizacionais. Ele deverá ser antes um organizador e facilitador das aprendizagens. Demonstrar criatividade e abertura à inovação. fazer breves exposições. devendo antes trabalhar em grupo. Competências a Desenvolver Das finalidades da disciplina. pedagógicas e didácticas que permitam motivar os alunos e que respondam aos seus interesses. defende-se que a aprendizagem se realize através da conduta activa do aluno. instituídos com base num trabalho projectado e de cooperação. que estimule as capacidades de trabalho. Apresentar comunicações orais recorrendo a suportes diversificados de apresentação da informação. 4. • • • Revelar espírito crítico e hábitos de tolerância e de cooperação. Na sala de aula. A maior facilidade na implementação de práticas pedagógicas inclusivas assenta em processos de negociação e de diferenciação dos percursos de formação e das aprendizagens. Orientações Metodológicas / Avaliação Tendo em conta a transformação acelerada dos saberes e dos processos de aquisição de conhecimentos. deve-se privilegiar a criação de ambientes de aprendizagem estimulantes. terão de ser criadas condições organizacionais.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais 3. Para que tudo funcione da melhor forma. que aprende mediante o que ele faz e não o que faz o docente. nomeadamente: • Reconhecer e relacionar as actividades de gestão e de contabilidade rentabilizando as tecnologias de informação e comunicação ao seu dispor. devendo: • • • Usar metodologias diversificadas. Deste modo. o papel do formador não pode ser o de um mero transmissor de conhecimentos. para projectos de trabalho. fornecendo materiais para um trabalho com o máximo de eficácia e autonomia. Pretende-se criar ambientes de aprendizagem que proporcionem independente. para além do trabalho colectivo. desafiadores e potenciadores da auto-estima. Realizar as tarefas de forma autónoma e responsável. o docente não pode ignorar este facto. de concepção. ouvir. As actividades de aprendizagem devem ajustar-se às necessidades dos alunos e não os alunos ajustarem-se ao ritmo imposto por uma progressão normativa. decorre um conjunto de competências que se consideram fundamentais desenvolver. esclarecer dúvidas. 3 espaços para trabalho . Dispor de materiais didácticos em quantidade e qualidade. Adequar os tempos e os espaços à natureza das actividades de aprendizagem. podem coexistir simultaneamente alunos em diferentes níveis modulares.

constituindo um compromisso pessoal entre o docente e o grupo. O docente. ao nível de cada turma. Desta forma. deixando de existir alunos à espera que os outros terminem. nesta modalidade de trabalho. É durante o período de investigação que o aluno desenvolve o espírito científico devendo ser apoiado por um Guião de Investigação. negociando com o aluno tarefas que o ajudarão a ultrapassar dificuldades de aprendizagem. investigação. Os alunos organizam-se em grupos de trabalho. O trabalho será negociado entre o docente e os alunos. desenvolvendo-as ao seu próprio ritmo. O docente desempenha também uma função de observador e colector de informações sobre os progressos da aprendizagem dos alunos. onde deve ser incentivada a pesquisa de informação em documentos diversificados. por projecto entende-se a necessidade de ultrapassar um determinado problema. o docente fica impossibilitado de corrigir a totalidade das produções. porque a maioria as concluiu mais cedo. preparando-o para qualquer tipo de prova em cada módulo. permitem que os alunos se envolvam na resolução de um problema e que o partilhem com os outros intervenientes do processo. A discussão da forma como se implementa o projecto é um aspecto muito importante da negociação. deve-se privilegiar a interdisciplinaridade. Correcção periódica por amostragem das respostas às fichas no dossiê individual Os projectos de trabalho. o aluno tem sempre actividades para realizar. assim como resolver fichas de trabalho que os alunos possam concretizar simultaneamente O trabalho independente concretiza-se através de fichas de trabalho. de investigação e de descoberta. Assim.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais O trabalho colectivo permite ao docente fazer breves exposições sobre diferentes temáticas para toda a turma. Esta modalidade de trabalho não se destina apenas a classificar o aluno através dos seus resultados. estando a sua adesão dependente da forma como são envolvidos. por isso. o aluno pode recorrer ao docente sempre que lhe surja qualquer dúvida. 4 . pode utilizar simultaneamente ou em alternativa: • • Ficheiro auto-correctivo. Este permite ao aluno auto-estruturar as suas actividades. Assim. comunicação e avaliação. mas antes a ajudá-lo a reflectir de forma sistemática sobre o seu posicionamento no processo de aprendizagem e a dominar melhor os conteúdos programáticos. Na implementação do projecto. negociação. Iniciamos o processo com a fase da preparação. desenvolvendo actividades de exploração. pois temos de ter em conta a sensibilização dos alunos para este aspecto. a qual potencia aprendizagens significativas e é desenvolvida nas seguintes fases: preparação. de modo a atingir os objectivos de cada módulo. através da metodologia do trabalho de projecto. Como vai existir um aumento de produção por parte deles. segundo sequências diversas e consoante as necessidades específicas de cada aluno (recuperar módulos em atraso ou aprofundar determinados aspectos). Pretende-se responsabilizar o aluno pelos seus trabalhos individuais. que serão planificadas em grelha própria. parte-se da discussão do programa com os alunos e do esquema geral do projecto e elabora-se uma d carta de exploração. ou alunos a concluírem “atabalhoadamente” tarefas. Além disso. tendo como instrumento de planificação o plano individual de trabalho.. tem um papel de orientação e mediação.

visto serem um dos principais momentos. Deverá ter um carácter essencialmente formativo e nela participarão docentes e alunos. do qual resultará a obtenção de diversos produtos. tendo em conta as grelhas de avaliação (auto e hetero-avaliação) que serão discutidas por todos os intervenientes no processo. Por último. devendo ser negociado entre eles e os formadores. privilegiar o aprender relativamente ao ensinar. através de pequenas sínteses. • • • Controlar a sua própria aprendizagem. aos alunos e aos seus contextos de formação. comunicação. para o aluno desenvolver a sua criatividade. o docente deverá fazer a integração dos trabalhos dos diferentes grupos. por exposições. Todo este trabalho deve ser acompanhado por dispositivos pedagógico-didácticos e pela produção de materiais adequados ao perfil do curso. como sejam trabalhos em suporte escrito. informático ou visual. A comunicação dos resultados ao grupo turma é uma fase extremamente importante do trabalho. • • • • Desenvolver o espírito científico. colaboração e de auto-avaliação. • Aproximar a escola à comunidade e à sociedade. igualmente. no início de cada módulo. Ao Docente: Valorizar a dimensão interdisciplinar do conhecimento. os quais podem ser compilados num Guia de Aprendizagem Interactivo. O Guia de Aprendizagem Interactivo deverá ser o espelho de todo o trabalho realizado. podendo passar pelo lançamento de informação na Intranet e Internet. pois partilham-se conhecimentos e experiências e elaboram-se as grandes conclusões para se chegar ao produto final. • • Diferenciar as estratégias e os estilos de aprendizagem. dando-lhe a oportunidade de intervir sobre o que aprende e como aprende. Desenvolver a sua autonomia. por feiras. um aspecto fundamental de todo o processo de aprendizagem.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais Após a recolha de dados é necessário organizá-los e proceder ao seu tratamento. Promover a auto-estima. bem como reflectir o percurso formativo dos alunos. planificação. etc. deve incluir: 5 . As comunicações à turma devem ser as mais criativas possíveis. Assim. Desenvolver capacidades de resolução de problemas. A avaliação será. Este tipo de trabalho permite Ao Aluno: • Responsabilizar-se pela sua própria aprendizagem. Deixar de ser o único detentor do saber e passar a ser o orientador e facilitador das aprendizagens. pelo jornal da escola.

dos valores. • Como forma de melhorar o processo de aprendizagem. textos de apoio. O desenvolvimento modular. e das crenças. As actividades independentes e os projectos realizados pelos alunos permitem-lhes. pois não se trata só de avaliar o produto de aprendizagem através da observação de mudanças comportamentais. deve-se ter em conta que. a apresentação dos projectos à turma. a carga horária. ou seja. O trabalho desenvolvido em cada módulo traduz-se na avaliação sumativa. aprender a conhecer. guias de investigação ou de visita de estudo. aprender a fazer e aprender a viver juntos). os objectivos (da responsabilidade do docente). como sejam o saber ouvir e o respeito pelo próximo. a avaliação. desenvolvem nos alunos outro tipo de aquisições. Num ensino diferenciado. trabalhos elaborados pelos alunos. as aulas. deve-se privilegiar a auto e hetero-avaliação. tanto a partir das vivências individuais como as de grupo. a qual deve ser a expressão dos dados recolhidos sobre o processo e o produto das aprendizagens efectuadas. actividades. com a inclusão de justificação do módulo. o trabalho de campo. Ao longo da avaliação deverá proceder-se a uma observação continuada das aquisições no domínio cognitivo e no domínio das atitudes e dos valores (aprender a ser. a progressão do plano de estudos realiza-se mediante a consecução de aprendizagens significativas definidas para cada módulo e a avaliação deve ser perspectivada segundo critérios previamente definidos e negociados entre docente e alunos. desenvolver capacidades intelectuais. através da aquisição de conhecimentos e do tratamento de informação. testes. 6 . etc. mas também. de capacidades e de atitudes. tanto pelos alunos como pelos docentes. dos produtos para avaliação e dos indicadores de avaliação (todo este processo deve ser negociado entre docentes e alunos). a presença e a partilha da experiência dos empresários. as mudanças qualitativas. memórias descritivas. Por outro lado.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais • A planificação. que se traduz na construção da sua própria aprendizagem em todo o trabalho realizado. que entram no domínio das atitudes.

Lda. De La. J. Gestão. Cardadeiro.o. • • Braga. Bibliografia • • Aa. P. outros (2001). J. Miguel (1991). Jean (2000). Lisboa: Plátano Editora. Lisboa: Edições Sílabo. Lisboa: Publicações Dom Quixote. Lisboa: Edições Sílabo. I. Helfer. As Melhores Práticas de Gestão – No Centro do desempenh. Técnicas de Organização Empresarial Lisboa: Plátano editora.F. M. (1999). J.P. Gestão do Aprovisionamento. Baranger. Pertti. Lisboa: Editorial Brilman. (1990).. Filomena. Pedro. P.Vv. Rita (1998) A Gestão de Recursos Humanos na Estratégia da Empresa. Lisboa: Colecção Aprender. H. Elenco Modular Duração de referência (horas) Número Designação 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 A Empresa Legislação Comercial Documentação Comercial Gestão de Aprovisionamento e Vendas Aplicações Informáticas de Gestão – Área Comercial Cálculo Financeiro e Actuarial Contabilidade e Informação Financeira Introdução ao Sistema de Normalização Contabilística Classificação e Aplicações Informáticas de Documentos Contabilísticos Elementos de Análise Económica e Financeira Gestão de Recursos Humanos Aplicações Informáticas de Gestão de Pessoal 12 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 6. (2001) Técnicas de Organização Empresarial. Biblioteca de Gestão Moderna. Maria João.. Ana Paula. • Campos. Esteves. 7 .Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais 5. Humanator.. 3ª Ed. Bruslerie. Campos e Cunha. • • Câmara.E. volume 1. Orsoni.

Introdução à Análise Financeira de Empresas. Matos. Organização e Administração de Empresas Sousa. Coelho (1990): Marketing em Portugal. Lisboa: CGD/IAPMEI. 15652/2009. R. Tecnologias de Administração. 15653/2009. Alberto Sérgio S. Decreto-Lei nº. 158/2009. Lysons. Revistas Boletim do Contribuinte Deco-Proteste Dirigir 8 . de 07/09 – Modelos de Demonstrações Financeiras. Paulo: Makron Books. Jorge (2001). 15655/2009. Liam (2003). 986/2009. Métodos e Técnicas. Universidade Técnica de Lisboa • • • • • • • • • • • • • • • Outros instrumentos de apoio pedagógico Aviso nº. Silva. 15654/2009. 8ª edição Chiavenato. Aviso nº. de 07/09 – SNC – Modelos de Demonstrações Financeiras. Presença Seaver. Lisboa: CGD/IAPMEI Martins. Lisboa Matos. Acácio (1983): Diagnóstico da Sua Empresa. Lisboa: Editorial Magro. Lisboa: Verbo Vasconcellos e Sá. Textos de Gestão de Análise Financeira. J. Aprovisionamento na Empresa. Marketing para a Pequena Empresa. Lisboa: Texto Editora Miguel. Caderno de Documentação Comercial. 5ª Edição. Manual de Higiene e Segurança no Trabalho. Técnicas Administrativas. Lisboa: Edições Asa Carvalho das Neves. (1998). S. Maria Adelaide e Hélder Viegas da Silva (2004).. Acácio (1983): O Marketing da sua Empresa. Porto Nunes. Matt. Lisboa: Grupo Editorial Vida Matos. Portaria nº. de 07/09 – SNC . Lisboa: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Maria Adelaide e Hélder Viegas da Silva (2004).Normas Interpretativas. Idalberto. C. de 09/09 – Código de Contas. António.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais • Campos. Aviso nº. António (1990). de 07/09 – SNC Estrutura Conceptual. Lisboa: Texto Editora Patten. Introdução à Gestão – Uma abordagem Sistémica. Higiene e Saúde no Trabalho. João. de 13/07 – Sistema de Normalização Contabilística.Normas Contabilísticas para Pequenas Entidades. (2004). Silva. Aviso nº. Biblioteca de Gestão Moderna. V. (1990). T. O’mahony. Maria Amélia P. Lisboa: Ed. Dave (1989). Ana R. Maria Adelaide (1998). Gestão de Sistemas de Segurança. Hélder Viegas da. Portaria nº. Magro. A Gestão na Prática. Teoria Geral da Administração. (2000).K. de 07/09 – SNC . Rosa Castro (1997). 1011/2009. Silva.

www.Associação Nacional dos Jovens Empresários .apotec.portaldasfinancas. Publicações Lda Revista de Contabilidade e Comércio TOC – Revista da Câmara de Técnicos Oficiais de Contas Sítios na Internet Associação ANJE .pt Portal das Finanças .Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais Exame Executive Digest Jornal de Contabilidade – Associação Portuguesa dos Técnicos de Contabilidade O Informador Fiscal .www.pt Instituto do Comércio Externo de Portugal .ine.pt Portal da Empresa .gov.jurinfor.pt Jornal de Negócios .www.pt 9 .ctoc.pt Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas .pt Associação Portuguesa de Técnicos de Contabilidade .portaldaempresa.www.Ginoinformações.pt Jurinfor – Informática e Publicações .www.pt Instituto Nacional de Estatística .pt Banco de Portugal .www.pt Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas .www.iapmei.www.www.icep.bportugal.jornaldenegocios.www.www.anje.

Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais Parte II Módulos Índice: Página Módulo 1 Módulo 2 Módulo 3 Módulo 4 Módulo 5 Módulo 6 Módulo 7 Módulo 8 Módulo 9 A Empresa Legislação Comercial Documentação Comercial Gestão de Aprovisionamento e Vendas Aplicações Informáticas de Gestão – Área Comercial Cálculo Financeiro e Actuarial Contabilidade e Informação Financeira Introdução ao Sistema de Normalização Contabilística Classificação e Aplicações informáticas de Documentos Contabilísticos 11 14 17 19 21 22 24 26 28 30 33 36 Módulo 10 Elementos de Análise Económica e Financeira Módulo 11 Gestão de Recursos humanos Módulo 12 Aplicações Informáticas de Gestão de Pessoal 10 .

3 Finalidades económicas e sociais da empresa 1. Objectivos de Aprendizagem • • • • • • • • • • Descrever a evolução do conceito de empresa Reconhecer as finalidades económicas e sociais da empresa Identificar e utilizar os critérios de classificação de empresas Explicar e apresentar as diversas teorias organizacionais Identificar a evolução da organização e gestão do trabalho Distinguir os diferentes tipos de estrutura Elaborar organigramas e funcionagramas Identificar os diferentes critérios de departamentalização empresarial Definir o conceito de planeamento Identificar e utilizar as diferentes técnicas de planeamento 3.2 Visão. Âmbito dos Conteúdos 1. Critério dos sectores de actividade 11 . é fundamental que o profissional de informática de gestão compreenda a organização e o seu funcionamento.4 A ética. Apresentação Sendo a empresa uma organização que tem como objectivo produzir bens e / ou prestar serviços para a satisfação das necessidades dos consumidores. Empresa 1. Classificação das empresas 2. missão e valores 1.5 A empresa face ao meio envolvente 2.1.1 Evolução histórica da empresa e conceito actual 1.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 1 A Empresa Duração de Referência: 12 horas 1. a qualidade e a responsabilidade social na empresa 1. 2.

Tipos de organigrama 6. Maria João.2.2. J. Conceito e definição de estrutura 6.4. Piochard.3. Conceito de organigrama 6. J.. • • Chiavenato. V. (2003)..2.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais 2. Técnicas de Organização Empresarial.1. 2000. • • Cruz. 1995. Lisboa: Edições Sílabo. Lisboa: Lidel edições. (1997). Critério da propriedade dos meios de produção 2.P..VV. (1998). • Campos. Criar uma Empresa de Sucesso. Instituições/organismos intervenientes 4. Técnicas de planeamento 6. Silva. • Campos. 3ª Ed. Estruturas organizacionais 6.. Lisboa: Edições Sílabo. Cardadeiro. Critério Jurídico 2. volume 1. Tipos de planeamento 6. Lisboa: Plátano editora. Evolução das teorias de organização e gestão do trabalho 5. Bibliografia / Outros Recursos • • AA. Ana R. Panorâmica do tecido empresarial Português. Etapas na constituição de uma empresa 3. Filomena. Organização e gestão do trabalho 4.1.3. Silva. Ana Paula. Maria Amélia P. Critério da dimensão 2.2. Planeamento 6. 1998. Lisboa: Edições Sílabo. Rosa Castro. Gestão: As Funções da Empresa. Lda. M.. Jean . Orsoni. 3. Teorias organizacionais 4. T. Idalberto – Teoria Geral da Administração. Costa. Helfer.3. J. Eduardo. Lisboa: Plátano Editora. (1999). Constituição de uma empresa 3. 12 . Brilman. S. Técnicas de Organização Empresarial. Ribeiro.5. (2001). Lisboa: Edições Asa. Esteves. Tecnologias de Administração.1.2. Baranger. H. Horácio. Objectivos e finalidades 6. Paulo: Makron Books. Criação & Gestão de Micro-Empresas & Pequenos Negócios... Pedro Correia.4. As Melhores Práticas de Gestão – No Centro do Desempenho.1. Gestão do tempo 4.

Acácio. (1989). António (1990): Introdução à Gestão – Uma abordagem Sistémica. Acácio. Lisboa: CGD/IAPMEI. Dave. Marketing em Portugal.. Lisboa: Texto Editora. Helder Viegas. • • • l 13 . Sousa.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais • • • • • Magro. Lisboa: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Lisboa: Ed. Marketing para a Pequena Empresa. (1983). Coelho. (1983). Universidade Técnica de Lisboa. O Marketing da sua Empresa. Vasconcellos e Sá. Presença. Maria Adelaide. Jorge – A Gestão na Prática. (1997). Silva. Matos. Silva. e Maria Adelaide Matos. Lisboa: CGD/IAPMEI. 2001. Diagnóstico da sua Empresa. Lisboa: Texto Editora. Lisboa: Verbo. Lisboa: Texto Editora. Magro. Nunes. J. (1990). Organização e Administração de Empresas. A Empresa e a Contabilidade. Hélder Viegas da. Patten.

1. As fontes de direito 1. Noções fundamentais de direito 1. • Listar alguns efeitos do não cumprimento dos contratos. • Indicar as espécies de incapacidade de distinguir inabilitação de interdição.2.1. • Distinguir as garantias pessoais das garantias reais. Singulares 2. Empresário em nome individual 14 .1.3. 2.1. Distinção entre direito público e direito privado 2.1. Tipos de empresas: 2.1. • Identificar os requisitos dos contratos. • Interpretar legislação comercial relevante para a actividade da organização. • Descrever a tramitação legal para a criação de uma organização. Características da norma jurídica 1.1. A empresa e o direito 2. Objectivos de Aprendizagem • Interpretar o princípio da liberdade contratual. Âmbito dos Conteúdos 1. Apresentação Com o presente módulo pretende-se que os alunos fiquem a conhecer a tramitação legal do licenciamento comercial. • Distinguir penhor de hipoteca. 3. as normas legais que regulam os actos de comércio. bem como o cumprimento e garantias contratuais.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 2 Legislação Comercial Duração de Referência: 25 horas 1. • Calcular juros legais.

2.1. • • Busto. P.2. Bibliografia / Outros Recursos • • • Almeida. Quixote.4. Martins. Sociedade unipessoal 2. Porto. Editora Campus.1. Lisboa. Praxis.C.1.1. Colectivas 2. (1990). Vulgata Editora. et al (1990). A Empresa num Mundo em Mudança.3. A Comunicação Interna na Empresa. Edições Sílabo.1. Publicações D.1.1. Contrato de prestação de serviços 3. Sociedade em comandita 2. Edições Sílabo. A.1.Paulo. Vítor (2000). Chiavenato. Contratos comerciais mais usuais 3.1. Sociedades comerciais: 2. Coimbra. António et al (2004). Lisboa. I.2. Contrato de compra e venda 3. Sociedade anónima 2. Editorial Verbo. Rés Editora. Dicionário da Empresa. I. Baranger.1. • • • • Cardoso.1.4. Introdução à Teoria Geral de Administração (Edição Compacta). Rio de Janeiro. Sociedade por quotas 2.2.2. Análise e Gestão Financeira de Curto Prazo. Organização e Desenvolvimento da Empresa.2. McGraw-Hill.1. Porto. Mª Manuel et al (1998).1. Sociedades civis 3. Contrato de locação 3. 15 . Manual Jurídico da Empresa. Livraria Almedina. Barros.1. Sociedade em nome colectivo 2.2.3. Câmara. Luís (1999).Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais 2.2. Introdução à Gestão das Organizações.2. Grupo Editorial Vida Económica. Lisboa.1. EIRL 2.1. S.2. Carlos e Aquino Barros (1997). Teoria Geral de Administração. Gestão. • • • Código do Procedimento Administrativo. Lisboa.2. Pedro B. Ceneco (1992).(2000). Chiavenato. Martinet.5. da (1997). Cumprimentos e garantias dos contratos 4.1.2. Lisboa. Gestão Estratégica das Organizações. (1989).1.

3ª. Smith. Lisboa. Peters. Publicações Europa-América. Rui de Carvalho e Maria do Céu Amaral (1998). Lisboa. Instrumentos Fundamentais de Gestão Financeira. Editorial Presença. Saias. • • 16 . Pires.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais • • • • Naisbitt. Strategor (1993). Lisboa. A (1997). Tom (1988). Luís. Verbo. Lisboa. Universidade Católica Editora. Editorial Presença. Marketing – conceitos. Ed. Estratégia Empresarial. Lisboa. John (1987). A Gestão em Tempo de Mudança. Strategor – Política Global da Empresa.. John Grieve (1990). Publicações D. técnicas e problemas de gestão. Quixote. Reinventar a Empresa. Lisboa.

17 . Efectuar a operação de reforma. Identificar as principais características da nota de encomenda. Elaborar notas de encomenda. Objectivos de Aprendizagem • • • • • • • • • • • • • • • Identificar a documentação relativa às operações de compra e venda. Efectuar a operação de desconto. Preencher uma cadeia documental. Efectuar cálculos inerentes à letra. Apresentação Com este módulo pretende-se que os alunos adquiram um conjunto de conhecimentos sobre a documentação de suporte à função comercial.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 3 Documentação Comercial Duração de Referência: 25 horas 1. Preencher cheques. Elaborar facturas. Identificar as características da guia de remessa. Identificar os intervenientes da letra. Identificar as características da factura. Preencher letras. Elaborar guias de remessa. 2. Indicar as principais características do cheque.

Maria Adelaide e Hélder Viegas da Silva. Livrança 4.2. Preço de Venda 2.4. (2004) Técnicas Administrativas. Maria Adelaide e Hélder Viegas da Silva.1. Letra 4.3. (2004). Outros Documentos Comerciais 4. IVA 2. Guia de Remessa / Talão de Recepção 3.2. Porto. Pagamento 2. Caderno de Documentação Comercial.1. 18 . Recibo 4. Descontos e abatimentos 3.7.4. Lisboa: Texto Editora.8. Factura 3. Bibliografia / Outros Recursos • • Lousã.2. Âmbito dos Conteúdos 1.5. Liquidação 1.3. Nota de Débito 3. Aires e Outros.1.3.1. Cálculos Comerciais 2. Encomenda 1. Nota de Encomenda 3. Porto Editora Matos.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Módulo 3: Documentação Comercial Cursos Profissionais 3.4. Entrega 1.2. Operações de Compra e Venda 1. Lisboa Texto • Matos. Venda a Dinheiro 3. Técnicas Administrativas. Preço de Custo 2.6. Documentos comerciais 3.3. Guia de Transporte 3. Nota de Crédito 3. Cheque 4.

Calcular a quantidade óptima de encomenda. 19 . Identificar o problema da localização e implantação do armazém. Apresentação Com este módulo pretende-se que os alunos compreendam e dominem as várias actividades da função aprovisionamento. Identificar os diferentes procedimentos de compra. Caracterizar e calcular os custos de posse e de efectivação. Calcular o stock de segurança.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 4 Gestão de Aprovisionamento e Vendas Duração de Referência: 25 horas 1. Identificar os tipos de stocks. Identificar os tipos de equipamentos do armazém. Calcular o stock médio. 2. Identificar os diferentes procedimentos de venda. Objectivos de Aprendizagem • • • • • • • • • • • • • • • • Reconhecer a importância da função aprovisionamento dentro de uma organização. quer em empresas industriais. Caracterizar os tipos de armazéns. Aplicar a organização material. Identificar os métodos de vigilância do nível de stock. Caracterizar as tarefas administrativas. Representar a solução óptima da quantidade a encomendar. quer em empresas comerciais. Identificar as várias componentes da gestão de stocks.

Lysons. Biblioteca de Gestão Moderna.1. 20 .1. Biblioteca de Gestão Moderna. Gestão do Aprovisionamento. Aprovisionamento na Empresa. A Gestão material 3.K. Interacção com outras funções 2. C. Maria Fernanda Assis. (1991). A Gestão económica 3. Função 2.2.2.2. Os Inventários 4. Objectivos 1.3. Miguel. (1990). Compras: 2. Valorimetria 3.7.. Definição de stocks 3. Tipos de stocks 3. (1995). Políticas 2. Âmbito dos Conteúdos 1. Procedimentos 4.4. Função 4. Vendas 4.2. Lisboa: Editorial Presença. Gestão de stocks 3.3. A Gestão administrativa 3. Lisboa: Rei dos Livros Editora. Políticas 4. Bibliografia / Outros Recursos • Braga. Lisboa: Editorial Presença. Trabalhos de Aplicação.1.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais Módulo 4: Gestão de Aprovisionamentos e Vendas 3. • • Costa.3.6.5. Conceito e enquadramento na empresa 1.1. Procedimentos 3.

Software 2. Bibliografia / Outros Recursos Pereira. Aplicações informáticas 1. Edição do Autor Outros instrumentos de apoio pedagógico • Manual de utilização dos programas informáticos adoptados pela escola. Aplicação de gestão comercial 4.2. Objectivos de Aprendizagem • Reconhecer as aplicações informáticas disponíveis para a área comercial. Âmbito dos Conteúdos 1. 21 .1. As aplicações informáticas e as organizações 1. Deverão conhecer e manipular a aplicação informática disponível para a área comercial.1. 3. “Aplicação informática” 2.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 5 Aplicações Informáticas de Gestão – Área Comercial Duração de Referência: 25 horas 1.2. Coimbra. As potencialidades das aplicações informáticas 2. 2. A Contabilidade das Empresas e a Informática. G. Fernandes (1998). • Operacionalizar as aplicações informáticas • Executar documentos comerciais em suporte informático. nomeadamente no que diz respeito à execução de documentos comerciais em suporte informático. Apresentação Neste módulo pretende-se que os alunos reconheçam e utilizem as tecnologias informáticas nas empresas e nas organizações em geral.

Definir. Desconto e taxa de desconto 1. Distinguir e determinar as diferentes modalidades de capitalização e actualização.1.3.4. Juro e taxa de juro 1. Regimes de equivalência 2. Âmbito dos Conteúdos 1. Calcular juros simples e compostos. Calcular descontos.3. Apresentação O presente módulo pretende abordar os principais conceitos e métodos inerentes ao cálculo financeiro e actuarial. Capitalização e actualização 22 . capital e juro 1.4. os métodos específicos relativos a rendas financeiras.2. 3.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 6 Cálculo Financeiro e Actuarial Duração de Referência: 25 horas 1. Fórmula geral e derivadas 2.5. Objectivos de Aprendizagem • • • • • • Identificar e aplicar conceitos gerais sobre juros. Juros – conceitos gerais 1. Tempo. caracterizar e calcular rendas financeiras. amortizações de empréstimos e avaliação financeira de investimentos. Juro composto 2. Juro simples 2. Valor actual e valor acumulado 2. dando a conhecer aos alunos as diferentes operações financeiras correntes.1. 2.2. Definir. Fórmula geral e derivadas 2. identificar e determinar equivalência de valores.

Porto. Lambert.3. Pereira. Outras operações 4. Raul. Equivalência de capitais 3.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais 2. Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada. Lousã. Bibliografia / Outros Recursos • Lousã Aires. Paula Aires. e Lousã.6. Operações financeiras de curto prazo 3. Porto Editora. Mário. Reforma de letras 3.2.1. 23 . Desconto de letras 3. Dias.

Este módulo terminará não só com a abordagem das principais funções da contabilidade: registo. Na leccionação deste módulo deverá partir-se do conceito de necessidades e dos bens que as satisfazem para se chegar à conclusão de que a empresa sendo um ente com vida própria necessita de bens para satisfazer as suas necessidades. De seguida o aluno deverá ser conduzido a analisar factos que levaram à criação das empresas tal como existem na actualidade e ao modo como se constituíram as pequenas. controlo. que atravessam a empresa bem como do sincronismo ou assincronismo entre esses mesmos fluxos o que conduzirá à apreensão dos conceitos de débito e de crédito. bem como das suas funções. Apresentação Este módulo pretende fornecer aos alunos uma visão global do objecto de estudo da contabilidade. 24 . reais e monetários. avaliação e previsão. divisões e evolução histórica. nomeadamente na gestão correcta do seu património e na transmissão dos aspectos relevantes da capacidade da empresa aos respectivos utentes. permitindo-lhe reconhecer o papel da contabilidade. deverá proceder-se à análise do circuito económico dando-se realce às unidades que nele se movimentam (Empresas. Com base em situações da vida real. em todas elas. do seu enquadramento e das suas finalidades. médias e as grandes empresas e grupos. mas também com a análise das características dos principais ramos da contabilidade: a financeira e a analítica.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 7 Contabilidade e Informação Financeira Duração de Referência: 25 horas 1. Sendo a Contabilidade um instrumento de gestão o seu estudo é fundamental para todos aqueles que se dedicam ao desempenho de actividades na área económica. Será altura de analisar tipos de fluxos. Famílias e Estado) e às relações que entre elas se estabelecem. administrativa e financeira das organizações. ilustrando-se tais relações através de diagramas em que as correntes de bens e serviços e as correntes monetárias sejam postas em evidência.

divisões e funções da contabilidade • Caracterizar a contabilidade financeira e analítica.2. Iniciando uma Pequena Empresa com Sucesso. Porto. Manuel (1990). • Lousã. Dicionário da Empresa. Conceitos e divisões da contabilidade 4. P. Gerenciando Pessoas. • Centro. Planeamento e Controlo.3. Publicações D. Teoria Geral de Administração. Objectivos de Aprendizagem • Enumerar necessidades. Lisboa. 25 . • Figueiredo. Texto Editora.4 e 5. Rés-Editora. Lopes de (1990). • Enunciar os conceitos. Dinternal. Publicações D. Aires e outros (2010). Coimbra.Hill. 3. Quixote. Diagnóstico. A. I. Lisboa. • Distinguir empresa comercial de empresa industrial • Identificar os utentes da informação financeira. I. • Morris (1991). Lisboa. Porto. Dicionário Económico e Financeiro. 10 e 20 volumes.Política Global da Empresa. Porto Editora. Âmbito dos Conteúdos 1. McGraw-Hill. Lda. (1998). A empresa e a informação financeira 2. Gestão da Produção. Strategor . Hec-Isa (1993). McGraw. • Chiavenato. Brasil. • Distinguir um circuito real de um circuito monetário • Distinguir fluxos reais de fluxos monetários • Explicitar o significado das expressões débito e crédito • Identificar as principais finalidades da empresa. • Paiva. Lisboa. • Chiavenato.(1979). Colli (1998). Contabilidade Geral e Analítica – Módulos 1. Bibliografia / Outros Recursos • Bernard. (1991). • Distinguir bens de serviços. Contrato de Sociedade por Quotas.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais Módulo 7: Contabilidade e Informação Financeira 2. • Marques. Editora Almedina. Brasil.

as operações com as mesmas características. de Passivo e de Capital Próprio. Elaborar balanços. Apresentação O Sistema de Normalização Contabilística (SNC) tem como principais objectivos a convergência das práticas de contabilização e avaliação dos activos e passivos entre os diferentes Estados-membros da União Europeia. 2. debitando e creditando. Movimentar contas. Objectivos de Aprendizagem • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Definir património. Distinguir variações permutativas de modificativas. Elaborar inventários. bem como potenciar a comparabilidade das demonstrações financeiras. Apurar resultados.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 8 Introdução ao Sistema de Normalização Contabilística Duração de Referência: 25 horas 1. Determinar o valor do património. Distinguir balanço inicial de balanço final. Distinguir elementos patrimoniais activos de passivos. Apurar o resultado líquido do período 26 . Calcular saldos de uma conta. Distinguir gastos de rendimentos. Distinguir Activo. Identificar a equação geral do balanço. Definir débito e crédito de uma conta. Através do SNC é possível identificar e movimentar as contas e executar registos contabilísticos. Definir conta. Elaborar balancetes Definir gastos e rendimentos. de igual modo. Definir inventários.

• Aviso nº.2. de 07/09 – Modelos de Demonstrações Financeiras 27 . 15653/2009. Património 1. de 07/09 – SNC . 986/2009. (2010) SNC Explicado. SNC e as PME – Casos Práticos. Carvalho. Inventário 2.1. Carlos.2.1.4 e 5. José Pedro Farinha (2010). • Decreto-Lei nº. Contabilidade Geral e Analítica – Módulos 1. João (2010). de 09/09 – Código de Contas. Sistema de Normalização Contabilística Explicado. Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. Porto Editora.2. Porto Editora. • Cascais. de 13/07 – Sistema de Normalização Contabilística. Cravo.1. • Grenha. • Aviso nº.Normas Contabilísticas para Pequenas Entidades.1. Baptista. Carlos. Fernando.Normas Interpretativas. (2010). Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas • Grenha. • Portaria nº. • Franca. 15655/2009. de 07/09 – SNC – Modelos de Demonstrações Financeiras. Anexo 4. Âmbito dos Conteúdos 1.3. Bibliografia / Outros Recursos • Almeida.1. de 07/09 – SNC Estrutura Conceptual. Sistema de Normalização Contabilística 2. Domingos.3. 15654/2009. Porto. Lisboa.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Módulo 8: Introdução ao Sistema de Normalização Contabilística Cursos Profissionais 3. Lisboa. Anotações ao Sistema de Normalização Contabilística. SNC Comentado (Sistema de Normalização Contabilística). Demonstração de Resultados 2. POC versus SNC Explicado. Porto: Porto Editora Outros instrumentos de apoio pedagógico • Aviso nº. Lisboa. de 07/09 – SNC . Ana Isabel. 15652/2009. Rui. Texto Editores. Luís.2.2. Dias. Paula (2010).2. • Portaria nº. Texto Editores. • Lousã. • Rodrigues. Domingos Cravo e Luís Baptista (2010). • Aviso nº. Conceitos contabilísticos 1. Lisboa. Código de contas e normas contabilísticas 2. Porto. 158/2009. Domingos. Modelos de Demonstrações Financeiras 2. Aires e outros (2010). Balanço 2.2. 1011/2009.

28 . • Comparar a situação económica e financeira de uma empresa com outras do mesmo sector. proporcionando oportunidades de financiamento e aplicações económico-financeiras. 2.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 9 Classificação e Aplicações Informáticas de Documentos Contabilísticos Duração de Referência: 25 horas 1. • Elaborar e imprimir modelos de demonstrações financeiras. devidamente classificados. Apresentação O desenvolvimento de meios informáticos aplicados à contabilidade e gestão tornou o processo de tomada de decisão mais seguro e eficaz para a própria empresa e na ligação da empresa a outras empresas. Com o presente módulo pretende-se fornecer aos alunos conhecimentos sobre a Informática enquanto ferramenta de utilidade essencial para a actividade contabilística. Objectivos de Aprendizagem • Manipular eficazmente ferramentas informáticas de apoio às diversas áreas da contabilidade • Criar empresas na base de dados de uma aplicação informática • Introduzir na aplicação informática todos os documentos contabilísticos.

Classificação dos documentos contabilísticos a introduzir na aplicação 2.5. Domingos Cravo e Luís Baptista (2010). Lisboa. Aplicação informática 1. Luís. Lisboa. Cravo. Domingos. João (2010). Criação de uma empresa na base de dados da aplicação informática 2. Análise da documentação obtida 4. Impressão das demonstrações financeiras básicas constantes do SNC 2. Texto Editores. Rui.1. • Rodrigues.3. Apresentação do software 1. Bibliografia / Outros Recursos • Grenha. Carvalho. • Cascais.4.1. SNC e as PME – Casos Práticos. Simulação da contabilidade de uma empresa 2. Baptista. Dias.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais Módulo 9: Classificação e Aplicações Informáticas de Documentos Contabilísticos 3. • Grenha. Carlos. 29 . Sistema de Normalização Contabilística Explicado. Fernando. Aplicação de contabilidade 2. Introdução dos factos contabilísticos simulados 2.2. Anotações ao Sistema de Normalização Contabilística. SNC Comentado (Sistema de Normalização Contabilística). Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. Porto. Texto Editores. Porto Editora. Domingos.2. • Almeida. Porto: Porto Editora. (2010). José Pedro Farinha (2010). Ana Isabel. Âmbito dos Conteúdos 1. Carlos. Lisboa. (2010) SNC Explicado.

• Definir rendibilidade. 30 . 2. • Identificar os diversos tipos de rendibilidade. • Relacionar cash-flow com autofinanciamento. • Definir o conceito de cash-flow. • Analisar a qualidade dos resultados. demonstrações de fluxos de caixa e anexo. • Definir situação de equilíbrio de uma estrutura financeira. • Comparar solvabilidade e liquidez. • Construir a árvore de rendibilidade do capital próprio. Objectivos de Aprendizagem • Estabelecer os objectivos da análise económico-financeira de uma empresa. • Analisar um Balanço como origem e aplicação de fundos. • Definir origem de fundos e aplicação de fundos. Apresentação Este módulo visa abordar a análise financeira da empresa e outras organizações. • Avaliar o desempenho dos rácios/ indicadores de rendibilidade da empresa. • Avaliar o valor de mercado.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 10 Elementos de Análise Económica e Financeira Duração de Referência: 25 horas 1. • Identificar os factores que influenciam a rendibilidade de uma empresa. • Explicar o conceito de fundo de maneio. • Seleccionar os documentos contabilísticos necessários para a análise económico-financeira de uma empresa. • Identificar formas de melhorar a rendibilidade de uma empresa. • Preparar um Balanço para as diferentes perspectivas de análise. como balanços. • Identificar as diversas formas de financiamento de uma empresa. • Interpretar uma Demonstração da Origem e da Aplicação de Fundos (DOAF). • Interpretar uma Demonstração de Fundos de Caixa (DFC). • Distinguir o equilíbrio financeiro de curto prazo do de médio/longo prazo. • Interpretar uma Demonstração dos Resultados (DR). Serão utilizados diversos instrumentos de análise económico-financeira. demonstrações dos resultados por naturezas e por funções.

1. Análise financeira com demonstração de resultados 5. • Analisar a qualidade dos resultados. Elaborar um painel de gestão. • Avaliar o desempenho dos rácios/indicadores da empresa. Balanço de gestão – conceito e representação gráfica 2. Métodos e técnicas de análise 3. Âmbito dos Conteúdos 1.1.3. • Interpretar os rácios/ indicadores de um balanço social. Método dos indicadores ou rácios 4. gestão financeira e análise financeira 2. • Identificar os rácios/ indicadores constituintes de um painel de gestão. Sequência orçamental 6. • Interpretar os rácios/ indicadores de um painel de gestão. • Reconhecer a importância de um painel de gestão para uma empresa. Função financeira. Balanço social 3. • Calcular os rácios/ indicadores de um balanço social. • Calcular rácios/indicadores. Análise da rendibilidade da empresa 5. • Indicar as vantagens e as limitações dos rácios/indicadores.2. Árvore da rendibilidade do capital próprio 6. Estrutura financeira da empresa 1.1.2.2. preparação para análise 2. • Reconhecer a importância de um balanço social para uma empresa. Balanço. Elaboração de orçamentos 6.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais • Definir os graus de dependência e independência financeira de uma empresa. Comparação de balanços sucessivos 3. • Definir rácio e indicador. • Elaborar um balanço social. Análise económica 5. 3. Análise financeira com recurso a balanços 2.2. Análise de desvios 31 .1.1.

. Cascais. Dias. • • • Nabais. Neves. Análise financeira de empresas: da teoria à prática. Texto Editores.ª Ed. Lisboa. Lisboa. Princípios de gestão financeira. • • Martins. POC versus SNC Explicado. João Carvalho das (2000). 32 . • Grenha. Porto. 2. Anotações ao Sistema de Normalização Contabilística. Porto: Porto Editora. José Pedro Farinha (2010). Carvalho. Ana Isabel. Domingos. Fernando. Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais 4. Carlos. (2010). Texto Editores. Menezes. 2. Lisboa.ª. Paula (2010). 7.º vol. Carlos (s/d). Carlos. Porto. Introdução à análise financeira de empresas. • Grenha. Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. António (2002). Baptista. Lisboa.. Texto Editora. Lisboa. Porto Editora. Rui. Editorial Presença.. Análise financeira. Porto. Cravo. SNC Comentado (Sistema de Normalização Contabilística). Análise de Balanços. Associação da Bolsa de Derivados do Porto. (2010) SNC Explicado. • Moreira.. Domingos. Lisboa. SNC e as PME – Casos Práticos. Luís. 12.ª Ed. Sistema de Normalização Contabilística Explicado. Domingos Cravo e Luís Baptista (2010). Ed. Hélder Caldeira (1999). Vida Económica. Lisboa. João (2010). José António (1998). Rodrigues. • Franca. Bibliografia / Outros Recursos • • Almeida. Editorial Presença.

Apresentação O módulo tem como preocupação abordar e fazer compreender o contexto social em que a actividade de gestão se desenvolve. bem como a importância do seu impacto. 2. não apenas no bem-estar pessoal. • Identificar o modo como funcionam os grupos e as equipas em situação profissional.3. Grande parte da actividade humana é exercida num contexto organizacional. • Identificar situações de conflito e negociar soluções satisfatórias. Âmbito dos Conteúdos 1. • Identificar os modelos de tomada de decisão e a sua importância na actividade de gestão. Comunicação 1.4.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 11 Gestão de Recursos Humanos Duração de Referência: 25 horas 1. • Avaliar a imagem de uma organização através das atitudes comunicacionais e dos efeitos comportamentais. Objectivos de Aprendizagem • Reconhecer a abrangência do estudo do comportamento das pessoas nas organizações. Organizações e comportamento organizacional 1. Liderança 1. mas também na produtividade individual. • Aplicar as metodologias e técnicas da Gestão dos Recursos Humanos.1. • Reconhecer a importância da liderança e a sua influência no comportamento humano. 3. A compreensão do modo como as pessoas actuam nesse contexto e os processos susceptíveis de influenciar as pessoas enquanto indivíduos e grupos é vital para o bom funcionamento das mesmas.2. Tomada de decisão 33 . • Reconhecer a importância da cultura organizacional e o seu impacto. • Explicitar o processo de mudança organizacional. • Reconhecer resistências à mudança. visando complementar o ensino das técnicas de gestão. • Reconhecer a motivação e a satisfação. Motivação e satisfação 1.

1.3. Mudança organizacional 2.8.7. Conceito de recrutamento 3.5. Função dos recursos humanos 2.6. Gestão do pessoal e dos custos 2.3. Formação e aperfeiçoamento profissional 2.1. Gestão administrativa do pessoal 2.3. Aquisição da qualidade de agente e funcionário 4.4.6. Recrutamento e selecção 4.1. Quadros e carreiras 4.9.5. Processo de selecção 3. Conflitos e negociação 1.8.7.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais 1. Conceito de selecção 3. Avaliação e controlo de resultados 4. Informação e comunicação 3. Regime disciplinar 34 . Formas de provimento 4.2.2. Posse 4. Cultura organizacional 1. Direitos e deveres 4. Desenvolvimento social 2. Processo de recrutamento 3. Noções gerais 4. Passos e processo de selecção 3. Canais de recrutamento 3.4. Recrutamento de pessoal 3. Fontes de recrutamento 3.6.5. Grupos e equipas de trabalho 1.2.5.8.4. Requisitos gerais e especiais 4. Regime jurídico do pessoal 4.7.

Saber lidar com as pessoas. • Ferreira. Pioneira Thomson Learning. Portugal.. Editora Campus. R. Editora Atlas. E. Caetano (2001). Editora. Miguel Pina et al (2004). São Paulo. Idalberto (1999). São Paulo. Recursos Humanos e Sucesso Empresarial.l. Princípios da Comunicação Interpessoal. (2001).Prentice Hall. • Chiavenato. (2004). 3ª. Manual de Comportamento Organizacional e Gestão. 35 . Edições Sílabo. Editorial Presença. McGraw-Hill. Bibliografia / Outros Recursos • Câmara. São Paulo. Neves e A. J. Comportamento Organizacional – O Impacto das Emoções. 10ª Edição. Recursos Humanos.H. S. Lisboa. • Cunha. Gestão de pessoas. Manual de Psicossociologia das Organizações.A. Recursos Humanos. • Peretti. A. Edição. • Soto.M. São Paulo. Publicações Dom Quixote. Eduardo (2002). J. Lisboa. • Estanqueiro. 7ª Edição..Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais Módulo 11: Gestão de Recursos Humanos 4. Idalberto (2002). • Chiavenato. Lisboa. (2004). J. 5ªEdição. Humanator. • Robbins. Pedro et al (2003). Stephen P.M. Fundamentos do Comportamento Organizacional.

• Elaborar fichas de cadastro de pessoal. • Actualizar as bases de dados de contratos.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 12 Aplicações Informáticas de Gestão de Pessoal Duração de Referência: 25 horas 1. independentemente da sua dimensão ou natureza. actualmente. Objectivos de Aprendizagem • Reconhecer a importância das aplicações informáticas de gestão. Âmbito dos Conteúdos 1. quer estratégica. • Preparar e extrair relatórios da aplicação. Apresentação Os sistemas integrados de informação são. As possibilidades das aplicações informáticas 2. fundamental no perfil de competências dos Técnicos de Gestão. • Utilizar a base de dados com ligação a outras aplicações 3. Apresentação do software 2. “Aplicação informática” 2.2.1. 2. em qualquer empresa.1. • Manipular correctamente as aplicações informáticas de gestão de recursos humanos. As aplicações informáticas e as organizações 1. Com este módulo pretende-se que os alunos dominem e manipulem as várias vertentes de um programa informático de gestão de recursos humanos.2. Aplicação de gestão de pessoal 36 . • Processar vencimentos. Aplicações informáticas 1. Uma adequada familiarização com as funcionalidades destas aplicações informáticas é. um instrumento indispensável para a gestão quer corrente. por isso.

M. Saber lidar com as pessoas. Editora Atlas. 10ª Edição. Pioneira Thomson Learning Outros instrumentos de apoio pedagógico • Manual da Aplicação seleccionada pela Escola. • Ferreira. São Paulo.H. Editora Campus.. 5ªEdição. Bibliografia / Outros Recursos • Câmara.Prentice Hall. Caetano (2001).l. Portugal. McGraw-Hill. S. Lisboa.. J. • Estanqueiro. (2004). 7ª Edição. Lisboa. Manual de Comportamento Organizacional e Gestão. Neves e A. E. • Cunha. • Soto.A. Editorial Presença. • Chiavenato. Idalberto (2002). R. Idalberto (1999). J. Stephen P. Comportamento Organizacional – O Impacto das Emoções. Editora. • Peretti. 37 . Gestão de pessoas. Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. • Robbins. Edição. Fundamentos do Comportamento Organizacional. J.Programa de Organização de Empresas e Aplicações de Gestão TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE GESTÃO Cursos Profissionais Módulo 12: Aplicações Informáticas de Gestão de Pessoal 4. Eduardo (2002). Publicações Dom Quixote. Humanator. São Paulo. Pedro et al (2003). São Paulo. 3ª. Lisboa.M. Princípios da Comunicação Interpessoal. Edições Sílabo. Miguel Pina et al (2004). A. São Paulo. Manual de Psicossociologia das Organizações. Recursos Humanos. • Chiavenato. Recursos Humanos. (2004). (2001).

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